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Matriz Criticidade ABC - XYZ

Este documento descreve uma metodologia de classificação de criticidade funcional "ABC" para ativos físicos usando sete parâmetros. A classificação ABC ajuda a definir as prioridades de manutenção com o objetivo de manter os sistemas operando próximos à capacidade máxima. A metodologia avalia os ativos com base em critérios como segurança, qualidade do produto, impacto operacional e probabilidade e tempo de falha.
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Matriz Criticidade ABC - XYZ

Este documento descreve uma metodologia de classificação de criticidade funcional "ABC" para ativos físicos usando sete parâmetros. A classificação ABC ajuda a definir as prioridades de manutenção com o objetivo de manter os sistemas operando próximos à capacidade máxima. A metodologia avalia os ativos com base em critérios como segurança, qualidade do produto, impacto operacional e probabilidade e tempo de falha.
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Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Metodologia de Classificação da Criticidade


Funcional “ABC” dos Ativos Físicos

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
1
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Matriz de criticidade

Introdução

 A criticidade é o atributo que demonstra a importância de um ativo físico inserido


em um processo produtivo ou em uma instalação predial, quanto a sua
funcionalidade, demonstrando o quanto o ativo físico em questão é
indispensável no contexto de um sistema operacional.

 Baseado na criticidade do ativo físico, é possível definir a prioridade das ações


de manutenção, com o objetivo de garantir que os sistemas produtivos ou prediais
possam operar cada vez mais próximos a sua capacidade nominal, quanto
possível.

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
2
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Matriz de criticidade
Objetivo:

 A classificação da criticidade ABC dos ativos físicos possui como principal objetivo a
segregação dos equipamentos, quanto a sua importância no processo produtivo
ou predial
– metodologia simples, prática e rápida de ser aplicada
– com a participação de profissionais experientes, que conheçam:
 os equipamentos e os processos produtivos
 todos os riscos inerentes as práticas operacionais e de manutenção

 O resultado da classificação ABC irá propiciar:


– a definição da melhor estratégia da manutenção, na elaboração dos Planos de
Manutenção Planejados,
– suporte nas decisões de investimentos,
– definições dos materiais sobressalentes necessários às práticas diárias de campo.

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
3
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Classificação de criticidade

 Método estruturado para a classificação de criticidade


– representa a melhor realidade da instalação
– Classificação nos termos da severidade da ocorrência de uma falha funcional,
 quando o ativo físico em questão deixa de cumprir com a funcionalidade
operacional.

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
4
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Classificação de criticidade
Metodologia:

• A classificação da criticidade funcional “ABC” composta por 7 (sete) parâmetros


que compõe esta metodologia, desenvolvida pelo JIPM (Japan Institute of Plant
Maintenance – 1995) utiliza um fluxograma de decisão, conforme apresentado
abaixo:

1. Segurança e Meio Ambiente (SMA)

2. Qualidade do Produto/Processo

3. Operação (Impacto/Ritmo/Produtividade)

4. Utilização

5. Frequência de Falha (MTBF)

6. Tempo de Reparo (MTTR)

7. Potencial de Perdas

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
5
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Critérios de classificação
1) Segurança e Meio Ambiente (SMA):

Ativos físicos perigosos, tais como prensas, guilhotinas, painéis elétricos ou


sistemas de alta pressão, nas quais podem causar sérios danos na saúde do
operador, ou também, os ativos físicos que podem impactar e causar sérios danos
para o meio ambiente.

QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO Comentários
DURAÇÃO
Pequeno ou nenhum risco para a segurança das pessoas, ativos físicos ou meio
1 N.A.
A - Segurança e Meio

ambiente.
Um risco menor para as pessoas, ativos físicos ou meio ambiente. 2 N.A.
Qual o risco para a
Ambiente

Risco maior para as pessoas resultando em um acidente com afastamento, danos segurança e meio ambiente
significativos ao ativo físico ou meio ambiente, que requer notificação às autoridades 3 N.A. se houver uma falha no
pertinentes. equipamento?
Catastrófico, resultando em perda de vida, ou destruição do ativo físico e/ou significativas
4 N.A.
descargas para o meio ambiente que resulta na remoção da licença de operação.

• Bomba Centrífuga para processo de água potável


• Bomba Centrífuga em um processo químico
• Prensas e guilhotinas
• Queimador na atividade de teste de poço de petróleo
BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
6
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Critérios de classificação
2) Qualidade do Produto/Processo:

Alguns ativos físicos realizam processos de alta precisão, e por exemplo, um pequeno
desalinhamento pode resultar na perda da qualidade do produto manufaturado. Ou
ainda, da utilidade fornecida que por uma falha funcional do equipamento pode
provocar uma qualidade inferior ao desejado do produto gerado pelo ativo (energia, ar
condicionado, fluido pressurizado, iluminação, resfriamento, ...).

QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO Comentários
DURAÇÃO

Nenhum efeito na qualidade do produto. 1 N.A. Como uma falha no


Qualidade

Efeito mínimo na qualidade do produto. 2 N.A. equipamento compromete a


B-

qualidade do produto que é


Efeito médio na qualidade do produto e pode resultar em perdas do processo. 3 N.A.
gerado por este
Efeito crítico na qualidade do produto e pode resultar em perdas maiores do processo. 4 N.A. equipamento?

• Ar condicionado em sala de metrologia


• Ar condicionado em ambiente administrativo
• Secador de Ar Comprimido - instalação de pintura
• Secador de Ar Comprimido – acionamento ferramentas pneumáticas
BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
7
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Critérios de classificação
3) Operação (Impacto/Ritmo/Produtividade):

As falhas funcionais que podem ocorrer nos ativos físicos “gargalos” de um sistema
operacional, podem ocasionar um grande impacto na produtividade de entrega da
funcionalidade, desta maneira, este quesito é um importante parâmetro para a
análise da criticidade funcional.

QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO Comentários
DURAÇÃO
Nenhum impacto significativo na operação / ativo físico reserva está disponível. 1 N.A.
C - Operação

Qual o impacto operacional


Impacto mínimo na operação. É improvável que outras áreas da empresa sejam afetadas. 2 N.A.
na eventualidade de uma
A falha causará um impacto significativo na operação e pode afetar outras áreas. 3 N.A. falha deste equipamento?
Grande impacto na operação da empresa. 4 N.A.

• Câmara Frigorífica para produtos alimentícios


• Subestação de energia
• Centro de usinagem multi eixos

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
8
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Critérios de classificação
4) Utilização:

Este fator é importante em função de apresentar, e avaliar o grau de utilização do


ativo físico analisado, em função da necessidade do processo na qual o ativo físico
está inserido.

QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO Comentários
DURAÇÃO
O equipamento é utilizado ocasionalmente. 1 N.A. Quais são as circunstâncias
D - Utilização

O equipamento é utilizado de forma independente em 50% do tempo disponível. 2 N.A. de utilização do


O equipamento é parte de um processo contínuo, onde o seu funcionamento é requisitado equipamento? Std By?
3 N.A.
proporcionalmente ao tempo de operação planejado. Planejado?
O equipamento é requerido para funcionamento por todo o tempo planejado. 4 N.A. Rodízio?Contínuo?

• Gerador de Energia no horário de ponta


• Máquinas de corte a laser
• Exaustor em sistema de despoeiramento

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
9
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Critérios de classificação
5) Frequência de Falha (MTBF):

Entendendo a importância da estabilidade operacional, as intervenções não planejadas


possuem um impacto direto no atendimento ao cumprimento da função e, portanto, um
fator decisivo na criticidade do ativo físico.

QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO Comentários
DURAÇÃO
Falhas são raras, menos de uma por ano. 1 N.A.
E - Frequência

Qual o histórico de falhas


de Falhas

Falhas ocasionais, entre 3 e 12 meses. 2 N.A.


deste tipo de equipamento?
Falhas provavelmente entre 1 e 3 meses. 3 N.A.
(Equipamento em si ou
Falhas frequentes, pelo menos uma por mês. 4 N.A. família de equipamento)
Falhas frequentes, pelo menos uma por semana. 5 N.A.

• Histórico de falhas é disponível?


• Qualidade das O.Serv.
• Feedbacks

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
10
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Critérios de classificação
6) Tempo de Reparo (MTTR):

Após a ocorrência de uma falha funcional, indesejada, em qualquer ativo físico, o tempo
de restabelecimento das condições operacionais é decisivo para garantir o menor
impacto no atendimento ao cumprimento funcional e, portanto, um fator decisivo na
criticidade do ativo físico.

QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO Comentários
DURAÇÃO
Mínima 1 0 - 30 minutos Qual o histórico de tempo
Tempo de
Paradas e
F - Média

Reparo

Significativa 2 30 - 120 minutos médio de parada para reparo?


das

Maior 3 2 - 8 horas (Equipamento em si ou


Severa 4 > 8 horas família de equipamento)

• Preenchimento das O.Serv. com os tempos reais.


• Criar histórico
• Confiabilidade dos registros

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
11
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Critérios de classificação
7) Potencial de Perdas:

Todo evento de falha funcional não planejada, gera uma oportunidade de geração de
desperdícios no processo, impactando diretamente nos resultados operacionais.

Nenhum desperdício é gerado sob condições de operação normal. 1 0% Qual é o potencial de perda
de Perdas
Potencial

Pequenas quantidades de desperdício são produzidas pela falha. 2 5% financeira em caso de falha?
G-

Significativo desperdício é produzido durante a operação. 3 15% (Perdas de produtos finais,


Quantidade de desperdício são significativos e requer atenção imediata. 4 > 15% insumos, lucro cessante, ...)

• Forno para tratamento térmico


• Injetora com pressão insuficiente no molde
• Tanque misturador com abastecimento interrompido de algum produto

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
12
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho
CRITÉRIOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE ATIVOS FÍSICOS
QUANTIDADE /
FATORES DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO
DURAÇÃO

Pequeno ou nenhum risco para a segurança das pessoas, ativos físicos ou meio
1 N.A.

A - Segurança e Meio
ambiente.
Um risco menor para as pessoas, ativos físicos ou meio ambiente. 2 N.A.

referentes à Pontuação de Criticidade - PC

Ambiente
Risco maior para as pessoas resultando em um acidente com afastamento, danos
significativos ao ativo físico ou meio ambiente, que requer notificação às autoridades 3 N.A.
pertinentes.
Catastrófico, resultando em perda de vida, ou destruição do ativo físico e/ou
significativas descargas para o meio ambiente que resulta na remoção da licença de 4 N.A.
operação.
Qualidade Não compromete a qualidade das atividades do cliente. 1 N.A.
Compromete a qualidade das atividades do cliente de forma recuperável. 2 N.A.
B-

Compromete a qualidade das atividades do cliente de forma irrecuperável. 3 N.A.


Impacta de forma irrecuperável a experiência do cliente. 4 N.A.
Nenhum impacto significativo na operação / ativo físico reserva está disponível. 1 N.A.
Operação

Impacto mínimo na operação. É improvável que outras áreas da empresa sejam


2 N.A.
C-

afetadas.
A falha causará um impacto significativo na operação e pode afetar outras áreas. 3 N.A.
Grande impacto na operação da empresa. 4 N.A.
Critérios referentes à Pontuação dos AtivosCritérios

O equipamento é utilizado ocasionalmente. 1 N.A.


Utilização

O equipamento é utilizado de forma independente em 50% do tempo disponível. 2 N.A.


- PA

D-

O equipamento é parte de um processo contínuo, onde o seu funcionamento é


3 N.A.
requisitado proporcionalmente ao tempo de operação planejado.
O equipamento é requerido para funcionamento por todo o tempo planejado. 4 N.A.

Falhas são raras, menos de uma por ano. 1 N.A.


Frequencia
de Falhas

Falhas ocasionais, entre 3 e 12 meses. 2 N.A.


E-

Falhas provavelmente entre 1 e 3 meses. 3 N.A.


Falhas frequentes, pelo menos uma por mês. 4 N.A.
Falhas frequentes, pelo menos uma por semana. 5 N.A.
Mínima 1 0 - 30 minutos
F - Média

e Tempo
Potencial Paradas

Reparo

Significativa 2 30 - 120 minutos


das

de

Maior 3 2 - 8 horas
Severa 4 > 8 horas
Nenhum desperdício é gerado sob condições de operação normal. 1 0%
Perdas

BRAIDOTTI Pequenas quantidades de desperdício são produzidas pela falha. 2 5%


G-

de

Engenharia & Consultoria Significativo desperdício é produzido durante a operação. 3 15%


Quantidade de desperdício são significativos e requer atenção imediata. 4 > 15% 13
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

Após a definição da criticidade funcional dos ativos físicos, já é possível


definir a melhor estratégia de manutenção envolvendo qual é o tipo de
manutenção mais adequado para cada funcionalidade classificada.

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
14
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
15
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

BRAIDOTTI Classificação ABC relacionada ao Local de Instalação


Engenharia & Consultoria
16
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

EXERCÍCIO

Classificar a Criticidade Funcional


“ABC” do Ativo Físico

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
17
26 anos
SISTEMA DE BOMBEAMENTO
Planejamento S01
e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho
BOMBA B01
- Vital e único
- Água para processo
- Mistura com produto final
- Operação 12 h/dia contínuo
- MTBF 120 dias
- MTTR 1 hora

BRAIDOTTI BB 01
Engenharia & Consultoria
BOMBA 18
26 anos
PRINCIPAL
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

SSMA QUALIDADE OPERACIONAL UTILIZAÇÃO MTBF MTTR PERDAS

LOCAL DE CÓDIGO DESCRIÇÃO DO ATIVO


ITEM CRITÉRIO A CRITÉRIO B CRITÉRIO C CRITÉRIO D CRITÉRIO E CRITÉRIO F CRITÉRIO G
INSTALAÇÃO (TAG) (ID) FÍSICO

1
2
3
4
5

ABC_PREENCHER.xlsx

BRAIDOTTI
Engenharia & Consultoria
19
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho
CRITÉRIOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE ATIVOS FÍSICOS
QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO
DURAÇÃO

Pequeno ou nenhum risco para a segurança das pessoas, ativos físicos ou meio
1 N.A.

A - Segurança e Meio
ambiente.
Um risco menor para as pessoas, ativos físicos ou meio ambiente. 2 N.A.

Ambiente
Critérios referentes à Pontuação de Criticidade - PC
Risco maior para as pessoas resultando em um acidente com afastamento, danos
significativos ao ativo físico ou meio ambiente, que requer notificação às autoridades 3 N.A.
SISTEMA DE pertinentes.

BOMBEAM. S01 Catastrófico, resultando em perda de vida, ou destruição do ativo físico e/ou significativas
descargas para o meio ambiente que resulta na remoção da licença de operação.
4 N.A.

Nenhum efeito na qualidade do produto. 1 N.A.

Qualidade
BOMBA B01 Efeito mínimo na qualidade do produto. 2 N.A.

B-
Efeito médio na qualidade do produto e pode resultar em perdas do processo. 3 N.A.
- Vital e único Efeito crítico na qualidade do produto e pode resultar em perdas maiores do processo. 4 N.A.
- Água para Nenhum impacto significativo na operação / ativo físico reserva está disponível. 1 N.A.

Operação
processo Impacto mínimo na operação. É improvável que outras áreas da empresa sejam afetadas. 2 N.A.
C- A falha causará um impacto significativo na operação e pode afetar outras áreas. 3 N.A.
- Mistura com Grande impacto na operação da empresa. 4 N.A.
produto final O equipamento é utilizado ocasionalmente. 1 N.A.
D - Utilização

O equipamento é utilizado de forma independente em 50% do tempo disponível. 2 N.A.


- Operação O equipamento é parte de um processo contínuo, onde o seu funcionamento é requisitado
3 N.A.
12 h/dia proporcionalmente ao tempo de operação planejado.
O equipamento é requerido para funcionamento por todo o tempo planejado. 4 N.A.
contínuo
- MTBF Falhas são raras, menos de uma por ano. 1 N.A.
E - Frequência
Critérios referentes à Pontuação dos

de Falhas

Falhas ocasionais, entre 3 e 12 meses. 2 N.A.


120 dias Falhas provavelmente entre 1 e 3 meses. 3 N.A.
- MTTR Falhas frequentes, pelo menos uma por mês. 4 N.A.
Falhas frequentes, pelo menos uma por semana. 5 N.A.
1 hora
Ativos - PA

Mínima 1 0 - 30 minutos
Tempo de
Paradas e
F - Média

Reparo

Significativa 2 30 - 120 minutos


das

Maior 3 2 - 8 horas
Severa 4 > 8 horas
Nenhum desperdício é gerado sob condições de operação normal. 1 0%
de Perdas
Potencial

BRAIDOTTI Pequenas quantidades de desperdício são produzidas pela falha. 2 5%


G-

Engenharia & Consultoria Significativo desperdício é produzido durante a operação. 3 15%


Quantidade de desperdício são significativos e requer atenção imediata. 4 > 15%20
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

CONJUNTO BOMBEAMENTO CJA


BOMBA A2
- Circuito para Torre de
Resfriamento / Chiller
- Baixa vazão de água pode
ocasionar perdas no processo
- Operação 24 h/dia
- MTBF 120 dias
- MTTR 3 horas

BB A1 BB A2 BB A3
BRAIDOTTI
EngenhariaBOMBA BOMBA BOMBA
& Consultoria
(*) rodízio 21
PRINCIPAL
26 anos 1 PRINCIPAL 2 RESERVA (*)
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho
CRITÉRIOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE ATIVOS FÍSICOS
QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO
DURAÇÃO

Pequeno ou nenhum risco para a segurança das pessoas, ativos físicos ou meio
1 N.A.

A - Segurança e Meio
ambiente.
Um risco menor para as pessoas, ativos físicos ou meio ambiente. 2 N.A.
CONJUNTO

Ambiente
Critérios referentes à Pontuação de Criticidade - PC
Risco maior para as pessoas resultando em um acidente com afastamento, danos
BOMBEAMENTO significativos ao ativo físico ou meio ambiente, que requer notificação às autoridades 3 N.A.
CJA pertinentes.
Catastrófico, resultando em perda de vida, ou destruição do ativo físico e/ou significativas
4 N.A.
descargas para o meio ambiente que resulta na remoção da licença de operação.
BOMBA A2 Nenhum efeito na qualidade do produto. 1 N.A.

Qualidade
Efeito mínimo na qualidade do produto. 2 N.A.
- Circuito para

B-
Efeito médio na qualidade do produto e pode resultar em perdas do processo. 3 N.A.
Torre de Efeito crítico na qualidade do produto e pode resultar em perdas maiores do processo. 4 N.A.
Resfriamento / Nenhum impacto significativo na operação / ativo físico reserva está disponível. 1 N.A.

Operação
Chiller Impacto mínimo na operação. É improvável que outras áreas da empresa sejam afetadas. 2 N.A.
C- A falha causará um impacto significativo na operação e pode afetar outras áreas. 3 N.A.
- Baixa vazão de Grande impacto na operação da empresa. 4 N.A.
água pode O equipamento é utilizado ocasionalmente. 1 N.A.
D - Utilização

ocasionar O equipamento é utilizado de forma independente em 50% do tempo disponível. 2 N.A.


O equipamento é parte de um processo contínuo, onde o seu funcionamento é requisitado
perdas no proporcionalmente ao tempo de operação planejado.
3 N.A.

processo O equipamento é requerido para funcionamento por todo o tempo planejado. 4 N.A.

- Operação Falhas são raras, menos de uma por ano. 1 N.A.


E - Frequência

24 h/dia
Critérios referentes à Pontuação dos

de Falhas

Falhas ocasionais, entre 3 e 12 meses. 2 N.A.


Falhas provavelmente entre 1 e 3 meses. 3 N.A.
- MTBF Falhas frequentes, pelo menos uma por mês. 4 N.A.
150 dias Falhas frequentes, pelo menos uma por semana. 5 N.A.
Ativos - PA

Mínima 1 0 - 30 minutos
- MTTR
Tempo de
Paradas e
F - Média

Reparo

Significativa 2 30 - 120 minutos


das

3 horas Maior 3 2 - 8 horas


Severa 4 > 8 horas
Nenhum desperdício é gerado sob condições de operação normal. 1 0%
de Perdas
Potencial

BRAIDOTTI Pequenas quantidades de desperdício são produzidas pela falha. 2 5%


G-

Engenharia & Consultoria Significativo desperdício é produzido durante a operação. 3 15%


Quantidade de desperdício são significativos e requer atenção imediata. 4 > 15%22
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

SISTEMA DE DESPOEIRAMENTO
DESP 01
EXAUSTOR EX01
- Único
- Operação 18 h/dia contínuo
- MTBF 45 dias
-BRAIDOTTI
MTTR 45 min
Engenharia & Consultoria

26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho
CRITÉRIOS PARA CLASSIFICAÇÃO DE ATIVOS FÍSICOS
QUANTIDADE /
Critérios DESCRIÇÕES PARA ANÁLISE DO IMPACTO DO ATIVO FÍSICO NO PROCESSO PONTUAÇÃO
DURAÇÃO

Pequeno ou nenhum risco para a segurança das pessoas, ativos físicos ou meio
1 N.A.

A - Segurança e Meio
ambiente.
Um risco menor para as pessoas, ativos físicos ou meio ambiente. 2 N.A.

Ambiente
Critérios referentes à Pontuação de Criticidade - PC
Risco maior para as pessoas resultando em um acidente com afastamento, danos
significativos ao ativo físico ou meio ambiente, que requer notificação às autoridades 3 N.A.
pertinentes.
Catastrófico, resultando em perda de vida, ou destruição do ativo físico e/ou significativas
4 N.A.
descargas para o meio ambiente que resulta na remoção da licença de operação.

Nenhum efeito na qualidade do produto. 1 N.A.

Qualidade
Efeito mínimo na qualidade do produto. 2 N.A.
SISTEMA DE

B-
Efeito médio na qualidade do produto e pode resultar em perdas do processo. 3 N.A.
DESPOEIRAMENTO Efeito crítico na qualidade do produto e pode resultar em perdas maiores do processo. 4 N.A.
DESP 01 Nenhum impacto significativo na operação / ativo físico reserva está disponível. 1 N.A.

Operação
EXAUSTOR EX01 Impacto mínimo na operação. É improvável que outras áreas da empresa sejam afetadas. 2 N.A.
C- A falha causará um impacto significativo na operação e pode afetar outras áreas. 3 N.A.
- Único Grande impacto na operação da empresa. 4 N.A.
O equipamento é utilizado ocasionalmente. 1 N.A.
- Operação 18 h/dia
D - Utilização

O equipamento é utilizado de forma independente em 50% do tempo disponível. 2 N.A.


contínuo O equipamento é parte de um processo contínuo, onde o seu funcionamento é requisitado
3 N.A.
proporcionalmente ao tempo de operação planejado.
- MTBF 45 dias O equipamento é requerido para funcionamento por todo o tempo planejado. 4 N.A.

- MTTR 45 min
Falhas são raras, menos de uma por ano. 1 N.A.
E - Frequência
Critérios referentes à Pontuação dos

de Falhas

Falhas ocasionais, entre 3 e 12 meses. 2 N.A.


Falhas provavelmente entre 1 e 3 meses. 3 N.A.
Falhas frequentes, pelo menos uma por mês. 4 N.A.
Falhas frequentes, pelo menos uma por semana. 5 N.A.
Ativos - PA

Mínima 1 0 - 30 minutos
Tempo de
Paradas e
F - Média

Reparo

Significativa 2 30 - 120 minutos


das

Maior 3 2 - 8 horas
Severa 4 > 8 horas
Nenhum desperdício é gerado sob condições de operação normal. 1 0%
de Perdas
Potencial

BRAIDOTTI Pequenas quantidades de desperdício são produzidas pela falha. 2 5%


G-

Engenharia & Consultoria Significativo desperdício é produzido durante a operação. 3 15%


Quantidade de desperdício são significativos e requer atenção imediata. 4 > 15%24
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho
SSMA QUALIDADE OPERACIONAL UTILIZAÇÃO MTBF MTTR PERDAS
LOCAL DE
CÓDIGO DESCRIÇÃO DO ATIVO
ITEM INSTALAÇÃO CRITÉRIO A CRITÉRIO B CRITÉRIO C CRITÉRIO D CRITÉRIO E CRITÉRIO F CRITÉRIO G
(ID) FÍSICO
(TAG)

1 S01 BB 01 BOMBA DE PROCESSO 01 1 4 3 4 2 2 3


impacto operação mistura c/
sem risco vital processo 4 meses 1 hora
significativo contínua produto final

2 CJA BB A2 BOMBA PRINCIPAL 2 1 3 1 3 2 3 2


pode
perdas tem eqpto
sem risco rodízio 5 meses 3 horas ocasionar
processo reserva
perdas

3 DESP 01 EX 01 EXAUSTOR 01 1 1 2 4 3 2 1
funcionament
nenhum efeito impacto mínimo
sem risco o todo o 1,5 meses 45 min não há perdas
produto final na operação
tempo

SISTEMA DE BOMBEAMENTO CONJUNTO BOMBEAMENTO SISTEMA DE


S01 CJA DESPOEIRAMENTO DESP 01
BOMBA B01 BOMBA A2 EXAUSTOR EX01
• Vital e único • Circuito para Torre de Único
• Água para processo Resfriamento / Chiller Operação 18 h/dia contínuo
• Mistura com produto final • Baixa vazão de água MTBF 45 dias
• Operação 12 h/dia contínuo pode ocasionar perdas MTTR 45 min
no processo
• MTBF 120 dias
• Operação 24 h/dia
• MTTR 1 hora
• MTBF 120 dias
• MTTR 3 horas
BRAIDOTTI
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25
26 anos
Planejamento e Programação da Manutenção e Indicadores de Desempenho

• Classificação dos ativos físicos, bombas centrífugas:


BB01 – Crítico “A”
BBA2 – Crítico “B”
EX 01 – Crítico “C”
• Estratégias de Manutenção específicas
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26 anos
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Qual é o tipo de manutenção mais adequado para cada
funcionalidade classificada ?

Manutenção Corretiva não Planejada


(BDM – Breakdown Maintenance):
– Também denominada somente “Corretiva”.
– É a atividade de manutenção, não planejada, que ocorre após a ocorrência da
Falha Funcional.
– Esta modalidade de manutenção é geralmente aplicada para os ativos físicos
classificados com a criticidade “C”.

Manutenção Corretiva Programada


(PCM – Programed Corrective Maintenance):
– É a atividade de manutenção planejada, que ocorre após a ocorrência da Falha
Funcional.
– Este tipo de manutenção é possível, sempre que se tenha uma alternativa para o
cumprimento funcional.
– Esta modalidade de manutenção é geralmente aplicada para os ativos físicos
classificados com a criticidade “B”.
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Qual é o tipo de manutenção mais adequado para cada
funcionalidade classificada ?

Manutenção Preventiva Sistemática no Tempo


(TBM – Time Based Maintenance):
– Também denominada somente “Preventiva”.
– É a atividade de manutenção definida para ser realizada com base ao tempo de
utilização do ativo físico, ou seja, quem determina a atividade de manutenção é o
tempo de uso.
– Esta modalidade de manutenção é geralmente aplicada para os ativos físicos
classificados com a criticidade “B”.

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Qual é o tipo de manutenção mais adequado para cada
funcionalidade classificada ?

Manutenção Preventiva Baseada na Condição


(CBM – Conditional Based Maintenance):
– Também denominada somente “Preditiva”, mas não é a atividade real de
monitoramento preditivo, e sim, é a atividade realizada após o diagnóstico
periódico realizado em campo.
– É a atividade de manutenção definida para ser realizada com base na condição
do ativo físico, ou seja, quem determina a atividade de manutenção é a real
condição que o ativo físico se encontra operando no cumprimento da
funcionalidade do processo, na qual está instalado.
– Esta modalidade de manutenção é geralmente aplicada para os ativos físicos
classificados com a criticidade “A”.

A melhor combinação da aplicação dos 4 (quatro) tipos de manutenção


mencionados é o que se determina: “Manutenção Proativa”.

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Período de revisão da classificação da criticidade:
A criticidade funcional já definida dos ativos físicos, somente deverá ser revisada
quando ocorrer algumas das seguintes situações:

 Alteração de carga de um processo produtivo ou predial.

 Alteração de layout de uma instalação.

 Alteração da tecnologia embarcada de uma instalação.

 Melhoria técnica de uma instalação.

 Alteração de projeto de engenharia de uma instalação.

 Melhor controle sobre os ativos físicos instalados, propiciando um aumento


gradual e sustentável do Tempo Médio entre Falhas (MTBF).

 Melhores condições de trabalho, com melhores recursos para as equipes de


manutenção, propiciando uma redução do Tempo Médio para Reparo (MTTR).

 Nacionalização das principais peças sobressalentes, com a consequente redução


dos custos de manutenção.

 Alteração do perfil de consumo do produto final, por parte do mercado


BRAIDOTTI consumidor.
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Participantes do estudo de classificação da criticidade


funcional:

Em função da importância desta classificação, é necessário que um grupo


multidisciplinar seja escalado para as reuniões de aplicação desta metodologia.

De uma maneira geral, os setores participantes são:

 Manutenção Mecânica

 Manutenção Elétrica

 Instrumentação

 Operação

 Segurança do Trabalho

 Almoxarifado

 Suprimentos

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Exemplo: Planta “P”

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Situação: Recurso Limitados


 Data: 08/07/2020

 Ativo Físico BBB-02 Bomba Centrífuga Elétrica (água para processo P33)
– Classificação do Ativo Físico: Crítico A: Alto Impacto
– Plano Preventivo Trimestral (tolerância de +- 5 dias)
data prevista: 18/07 (mínima 13/07 máxima: 23/07)

 Ativo Físico BBV-01 Bomba de Vácuo (área de expedição)


– Classificação do Ativo Físico: Crítico B: Médio Impacto
– Modalidade Preditiva: temperatura / vibração
– estudos apontam para prazo máximo de intervenção em 16/07

 Situação: Recurso de Manutenção limitado.

 Pergunta: Qual ativo deve ter a prioridade na programação da próxima semana


para utilização dos recursos disponíveis?
Bomba Centrífuga ou Bomba de Vácuo?
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Relação entre a criticidade do ativo físico e a


classificação da prioridade de um serviço
 Muitas vezes relacionamos a importância de um serviço com a criticidade (ABC)
de um ativo físico vinculado a sua funcionalidade do local de instalação.

 Realmente existe uma relação de importância neste aspecto, em função daquilo que
classificamos quão crítico é o ativo físico que está instalado em uma posição
funcional, e caso ocorra uma demanda de serviço por qualquer modalidade, seja por
uma emergência, ou uma manutenção preventiva sistemática no tempo, ou uma
manutenção baseada na condição, diretamente se entende que pelo fato do ativo
físico apresentar uma criticidade mais alta, a atividade possui uma prioridade
maior também, mas esta frase não é 100% verdadeira, porquê?

A conclusão que se chega é que a determinação da mobilização das


equipes em campo, depende muito mais da condição apresentada
pelo ativo físico, do que a sua criticidade funcional.

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Priorização dos serviços

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Metodologia de Classificação da Criticidade (X/Y/Z)


dos Materiais Sobressalentes da Manutenção

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Função Planejamento

Dentre as diversas funções do Planejamento temos:


• .....
• ......
• Provisionamento de/ Recursos Materiais, Ferramentas, Procedimentos,
Instruções de Trabalho e Desenhos.
• Definir os Tempos Padrões.
• Definir “O Quê ?” será realizado.
• Detalhar “Como ?” as tarefas serão realizadas
• .....
• Alimentar Programação
• Providenciar PTs.
• Conhecer habilidades dos técnicos
• ....
• .....

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Itens de Manutenção - Questões

 Quais itens preciso manter no estoque?

 Qual a quantidade necessária a estocar?

 Como minimizar os custos do Capital Investido?

 Como não colocar a operação em risco?

 Quais itens afetam a segurança se não tiverem disponibilidade imediata?

 Quais são os itens vitais para a continuidade da operação?

 Quais itens não preciso manter em estoque?

 Quais itens similares posso utilizar em outros equipamentos?

 Como assegurar a disponibilidade dos recursos para atender a demanda?

 .....

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Classificação da Criticidade
Para responder aos questionamentos:

 Metodologia de Classificação da Criticidade (X/Y/Z) dos Materiais Sobressalentes


da Manutenção
– "X" (criticidade baixa)
 Caso o item não esteja disponível no estoque não haverão grandes perdas
na produção ou lucratividade
– "Y" (criticidade média)
 A sua falta trará transtornos interrompendo algum processo, mas poderá ser
resolvido em tempo razoável.
– "Z" (criticidade alta).
 Item vital ou imprescindível. A sua falta acarretará perdas no negócio.
A sua indisponibilidade pode afetar a segurança.

 Exemplo Clássico: Sandwich Hamburguer


– X: Guardanapo personalizado com logo da empresa
– Y: Pão
– Z: Hamburguer = marca registrada da empresa
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Processo de Classificação da Criticidade

 Critérios
– Fonte de Fornecimento
– Lead Time
– Tempo de Evolução da Falha Potencial => Funcional
– Intercambialidade de materiais
– Impactos da falta de material
 Produção
 SSMA
 Custos

 Equipe
– Multidisciplinar
– Conhecimento do processo produtivo
– Suprimentos / Logística
– Técnicos especialistas

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Critérios para a Classificação da Criticidade

 Tempo de evolução falha Potencial => Funcional

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Critérios para a Classificação

 Similaridade de Material
– Questão sobre a existência de material similar na necessidade de aplicação do
material necessário, quando a quantidade em estoque não for suficiente para
atender a demanda solicitada.

 Interferência: outros componentes? Processo?


– Questão sobre a interferência direta do material, quando atingir o estado de falha
em outros componentes do mesmo sistema na qual o material está instalado.
– Questão sobre a interferência direta do material, quando atingir o estado de falha
nos insumos de processo e de manutenção.

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Critérios para a Classificação

 Previsibilidade da falha ocorrer?


– Questão sobre a possibilidade da identificação da falha antes que a falha
venha a ocorrer.

 Tempos de substituição
– Questão sobre o tempo de substituição do material (com o equipamento
pronto para ser operado com segurança) quando da ocorrência de uma falha, ou
seja, uma atividade de manutenção não planejada.

 Impactos: Qualidade do produto final, volume de produção, SSMA


– Questão sobre a interferência direta, quando da ocorrência da falha do
material, nos aspectos de Segurança, Saúde e Meio Ambiente.

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Critérios para a Classificação da Criticidade XYZ


1. Origem de Fornecimento: Nacional / Importado

2. Tempo de Ressuprimento: Lead time

3. Tempo de evolução falha Potencial => Funcional

4. Similaridade de Material

5. Interferência do material: outros componentes? Processo?

6. Previsibilidade da falha ocorrer?

7. Tempos de substituição

8. Impactos: Qualidade do produto final, volume de produção, SSMA

RESULTADOS OBTIDOS:
• Adequação dos estoques de itens de manutenção com confiabilidade na disponibilidade.
• Otimização do capital empregado com reduções significativas do valor estocado.

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Exemplo Classificação

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ORIGEM TR PF SEM SIMILAR MATERIAIS INSUMOS PREVISIBILIDADE RETOMADA QUALIDADE VOLUME SSMA Classif
CORREIA PLANA 3400X160XLT28
Nac 21 20 S S N S >4h S S N Z
CORREIA GT2 8MGT-800
Nac 262N 14
Y/Z CHARMILLES
19 N S N S < 30 min N S N Y

- Políticas de aquisição / estoque específicas para cada classificação.


- Como diminuir a criticidade?
- Atuar em: fonte de fornecimento, tempo ressuprimento, curva PF,
BRAIDOTTI similaridade, tempos de retomada, ....
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26 anos

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