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Candidíase: Sintomas, Causas e Tratamento

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ÍNDICE

INTRODUÇÃO..........................................................................................................................2
OBJETIVO GERAL..................................................................................................................3
OBJETIVOS ESPECÍFICOS....................................................................................................3
CONCEITO DA CANDIDÍASE...............................................................................................4
CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS DA CANDIDÍASE.......................................4
ETIOLOGIA DA CANDIDÍASE MUCOCUTÂNEA.............................................................4
TIPOS DE CANDIDÍASE.........................................................................................................5
POSSÍVEIS CAUSAS................................................................................................................7
QUADRO CLÍNICO DA CANDIDÍASE.................................................................................8
FATORES DE RISCO...............................................................................................................8
DIAGNÓSTICO DE CANDIDÍASE.........................................................................................9
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA CANDIDÍASE............................................................9
COMPLICAÇÕES DA CANDIDÍASE....................................................................................9
A PREVENÇÃO........................................................................................................................9
TRATAMENTO DE CANDIDÍASE......................................................................................10
CONCLUSÃO..........................................................................................................................10
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS....................................................................................11

1
INTRODUÇÃO

Candidíase e também chamada de Monilíase, Micose por cândida, ” Sapinho” ,


é uma doença causada por fungos que pode afetar tanto a pele quanto as membranas
mucosas e que deve ser tratada com antimicóticos. Esta doença é causada pelos
microorganismos Cândida albicans, Cândida tropicalis e outros tipos de Cândida.
Quando apresentada na forma vaginal, ela afeta com maior freqüência as mulheres que
vivem em regiões de clima quente e úmido.

2
OBJETIVO GERAL
Discursar ou apresentar, a revisão de literatura, sobre candidíase: uma abordagem
teórica.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
 Conhecer sobre a sintomatologia da candidíase.
 Esclarecer os principais fatores de riscos que podem levar ao desenvolvimento da
candidíase.
 Definir sobre as formas de diagnóstico clínico e laboratorial e tratamento da
candidíase.

3
CONCEITO DA CANDIDÍASE
A candidíase é uma infecção causada pelo crescimento excessivo do
fungo Candida albicans, que afeta mais frequentemente a região genital, causando
sintomas como coceira intensa, vermelhidão ou corrimento esbranquiçado.
No entanto, a candidíase também pode surgir em outras partes do corpo, como
boca (sapinho), intestinos, pele ou unhas, por exemplo. Este fungo vive naturalmente na
pele e mucosas e se prolifera quando o sistema imunológico está mais enfraquecido.
O tratamento da candidíase deve ser orientado por um médico, de acordo com o
tipo de candidíase, mas geralmente inclui o uso de remédios antifúngicos na forma de
pomadas ou comprimidos.

CARACTERÍSTICAS EPIDEMIOLÓGICAS DA CANDIDÍASE


A Candida albicans está presente na pele e mucosas de pessoas saudáveis.
Infecção mucocutânea leve é comum em crianças saudáveis e a doença invasiva ocorre
em pessoas imunodeprimidas. Vulvovaginite por Candida ocorre com freqüência em
gestantes, podendo ser transmitida ao recém-nascido em útero, durante o parto ou na
fase pós-natal.

ETIOLOGIA DA CANDIDÍASE MUCOCUTÂNEA


Fungos potencialmente patogênicos incluem dermatófitos e
leveduras. Candida é um grupo de aproximadamente 150 espécies de levedura. C.
albicans é responsável por cerca de 70 a 80% de todas as infecções. Outras espécies
significantes são: C. glabrata, C. tropicalis, C. krusei e C. dubliniensis.
Candida é uma levedura de extensa difusão que se instala inofensivamente na
pele e mucosas até que calor, umidade e alterações nas defesas locais ou sistêmicas
proporcionem um campo fértil para o seu desenvolvimento.
Os fatores de risco de candiadíase incluem

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 Clima quente
 Roupas justas
 Higiene inadequada
 Trocas pouco frequentes de fraldas em recém-nascidos e idosos
 Flora alterada resultante de antibioticoterapia
 Doenças inflamatórias (p. ex., psoríase) que ocorrem nas dobras da pele
 Imunossupressão por corticoterapia e fármacos imunossupressores, gestação,
diabetes, outras endocrinopatias (p. ex., doença de Cushing, hipoadrenalismo,
hipotireoidismo), discrasias sanguíneas, HIV/aids ou defeitos das células T
A candidíase é mais comum em áreas intertriginosas, como axilas, virilhas e
dobras glúteas (p. ex., assaduras), espaços entre artelhos, glande do pênis e sob as
mamas. A candidíase vulvovaginal é comum em mulheres. Infecção ungueal
e paroníquia por Candida podem se desenvolver após manipulação inadequada das
unhas e em trabalhadoras de cozinhas ou outros locais em que as mãos estejam em
contato contínuo com água (Onicomicose). Em obesos é observada nas dobras
abdominais. A candidíase da orofaringe é um sinal comum de imunossupressão local ou
sistêmica.
A candidíase mucocutânea crônica acomete tipicamente unhas, pele e
orofaringe. Os pacientes têm anergia cutânea por Candida, ausência de respostas
proliferativas ao antígeno para Candida (mas resposta proliferativa normal a mitógenos)
e resposta intacta ao anticorpo para Candida e outros antígenos. Também têm
imunidade mediada por linfócitos T prejudicada. A candidíase mucocutânea crônica
pode ocorrer como uma doença autossômica recessiva associada a hipoparatireoidismo
e doença de Addison (síndrome endocrinopatia-Candida).

TIPOS DE CANDIDÍASE
Os principais tipos de candidíase são:
1. Candidíase vaginal
A candidíase vaginal é um tipo de candidíase genital que afeta a vagina e a vulva
de mulheres, geralmente devido ao sistema imune enfraquecido ou por alguma alteração
hormonal.
Esse tipo de candidíase é a infecção ginecológica mais comum, uma vez que a
vagina é um ambiente quente e úmido que favorece o crescimento do fungo.

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Teste de sintomas para candidíase vaginal
Para saber a chance de estar com candidíase vaginal, selecione no teste a seguir os
sintomas apresentados:
1. Coceira intensa na região genital
1. 2. Vermelhidão e inchaço na região genital
2. 3. Placas esbranquiçadas na vagina ou na cabeça do pênis
3. 4. Corrimento esbranquiçado com grumos, semelhante a leite talhado
4. 5. Dor ou queimação ao urinar
5. 6. Desconforto ou dor durante o contato íntimo
2. Candidíase no pênis
A candidíase no pênis, ou candidíase masculina, afeta homens, principalmente
quando não se realiza a higiene íntima adequadamente.
Além do pênis, esse tipo de candidíase pode afetar os testículos ou a virilha.

3. Candidíase oral
A candidíase oral é mais comum em bebês devido a sua imunidade ainda pouco
desenvolvida, sendo conhecida popularmente como sapinho. Este tipo de candidíase
pode afetar o interior das bochechas, a língua e os lábios.
Em casos mais raros, a candidíase oral também pode afetar a garganta e o
esôfago, mas isso é mais frequente em adultos que têm o sistema imune enfraquecido
devido a doenças crônicas, tratamento do câncer ou por infecção pelo HIV.

4. Candidíase cutânea
A candidíase cutânea afeta a pele, sendo mais comum em regiões de dobras de
pele, como pescoço, virilhas, axilas, atrás do joelho e por baixo dos seios, que são áreas
mais quentes e que suam muito, favorecendo o desenvolvimento do fungo.

6
Este tipo de candidíase pode acontecer em qualquer pessoa, no entanto, é mais
comum em pessoas acima do peso, idosos ou bebês.

5. Candidíase intestinal
A candidíase intestinal afeta os intestinos podendo surgir quando há
desequilíbrio da microbiota intestinal como consequência de alterações do sistema
imunológico, sendo mais comum nos casos de doença de Crohn, doenças autoimunes ou
AIDS.
Este tipo de candidíase deve ser tratado o mais rápido possível, já que existe um
maior risco da infecção se espalhar para outras partes do corpo.

6. Candidíase disseminada
A candidíase disseminada é aquela em que a infecção pelo fungo Candida
albicans atinge a corrente sanguínea, podendo afetar diferentes órgãos, como pulmões,
fígado, coração, ossos ou, até, o cérebro.
Esse tipo de candidíase é grave, sendo geralmente causada pelo enfraquecimento
do sistema imunológico, especialmente em casos de AIDS, transplantes de órgãos,
desnutrição ou câncer.

POSSÍVEIS CAUSAS
A candidíase é causada pelo crescimento excessivo de fungos do gênero Candida
sp., principalmente Candida albicans. Este tipo de fungo está presente naturalmente nas
mucosas e pele, mas que pode proliferar devido a algumas situações, como:

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 Uso frequente de antibióticos, anticoncepcionais e corticoides;
 Gravidez;
 Alterações hormonais;
 Doenças como diabetes, HPV e lúpus;
 Infecção pelo HIV ou AIDS;
 Câncer ou tratamento do câncer;
 Uso de dentaduras;
 Hábito de fumar.
Uma pessoa também pode estar contaminada com o fungo e não saber, pois a
doença normalmente se manifesta quando o sistema imunológico está enfraquecido.

QUADRO CLÍNICO DA CANDIDÍASE


Os principais sintomas de candidíase são:
 Coceira intensa, inchaço ou irritação na região genital ou pele;
 Corrimento vaginal branco;
 Dor ou ardência durante o contato íntimo;
 Placas amarelas ou esbranquiçadas na boca;
 Vermelhidão ou rachaduras no canto da boca;
 Manchas vermelhas e ardor na pele.
Além disso, no caso da candidíase genital em homens, podem surgir sintomas
como placas vermelhas ou esbranquiçadas no pênis ou ressecamento da pele.
Já nos casos de candidíase intestinal, podem surgir sintomas, como manchas
brancas nas fezes e excesso de gases intestinais.

FATORES DE RISCO
– Relação sexual sem preservativo
– Roupa íntima apertada e de material sintético
– Ficar muito tempo com maiô e biquíni molhado
– Diabetes
– Obesidade
– Gravidez
– Deficiência imunol...

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Leia mais em: https://saude.abril.com.br/medicina/candidiase-tratamento-
sintomas-e-prevencao

DIAGNÓSTICO DE CANDIDÍASE
 Exame e, às vezes, cultura de uma amostra de sangue ou tecido infectado
 Às vezes, exames de sangue
Muitas infecções causadas pelo Candida são aparentes em função apenas dos
sintomas.
Para confirmar o diagnóstico, os fungos devem ser identificados pelo médico a
partir de uma amostra da pele observada ao microscópio. Amostras de sangue ou outros
tecidos infectados podem ser enviadas a um laboratório para fazer a cultura e examinar
e assim identificar o fungo.
Os médicos podem fazer um exame de sangue chamado painel T2Candida ® para
detectar Candida no sangue de modo rápido e preciso. Podem ser realizados
outros testes que detectam material genético em micro-organismos, tais como a reação
em cadeia da polimerase (PCR). O teste de PCR é usado para produzir muitas cópias de
um gene de um micro-organismo, facilitando bastante a identificação do micro-
organismo.
Se for diagnosticada candidemia, os médicos podem examinar os olhos para
determinar se eles estão infectados.

DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DA CANDIDÍASE


CANDIDÍASE mucocutânea tem como diagnóstico diferencial dermatite
seborréica, tinha cruris e eritrasma, leucoplasia pilosa por outras causas. A esofagite
com quadros clínicos semelhantes, causada por outros agentes, como citomegalovírus
ou herpes simples. Dermatite das fraldas. Eczema de contato. Gengivo-estomatite
herpética. Difteria.

COMPLICAÇÕES DA CANDIDÍASE
Esofagite, endocardite, ou infecção sistêmica, mais comum em
imunodeprimidos, diabéticos ou portadores de doenças que ocasionam anemias graves
com queda da resistência.

A PREVENÇÃO
Para afastar a ameaça da candidíase vaginal, a higiene da região deve ser feita
com sabonete de pH neutro. Dar preferência, é melhor optar pela calcinha de algodão,
não usar absorvente íntimo todo os dias e evitar roupas muito justas ou molhadas por
tempo prolongado.
Não abrir mão da camisinha nas relações sexuais previne o contágio entre os
parceiros.

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Pessoas com a imunidade comprometida, como portadores de HIV ou em
tratamento contra o câncer, precisam de cuidados extras para prevenir a infecção pelo
fungo. Lembre-se: a candidíase é uma doença oportunista.
Para evitar a candidíase, o ideal é ter um estilo de vida mais tranquilo, evitando o
estresse, dormindo bem.

TRATAMENTO DE CANDIDÍASE
 Medicamentos antifúngicos
A candidíase, que afeta exclusivamente a pele ou a boca ou a vagina, pode ser
tratada com a aplicação direta de medicamentos antifúngicos (por exemplo clotrimazol
e nistatina) na área afetada. O médico pode receitar o medicamento antifúngico
fluconazol para ser tomado por via oral.
Para infecções do esôfago, os médicos prescrevem medicamentos antifúngicos
(como fluconazol ou itraconazol) para serem tomados por via oral. Se esses
medicamentos forem ineficazes ou se a infecção for grave, outros medicamentos
antifúngicos são usados. As escolhas incluem anidulafungina, caspofungina,
micafungina ou anfotericina B administradas por veia (via intravenosa), voriconazol
administrado por via oral ou intravenosa, isavuconazol administrado por via oral e
posaconazol administrado por via oral.
A candidíase que se disseminou pelo corpo é geralmente tratada com
anidulafungina, caspofungina ou micafungina administrada por via intravenosa ou com
fluconazol, que pode ser administrado por via intravenosa ou oral.
A candidíase é mais séria e resiste menos ao tratamento em pessoas com certas
doenças, como o diabetes. Nas pessoas com diabetes, o controle dos níveis de glicose no
sangue facilita a cura da infecção.

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CONCLUSÃO
Depois de tantas pesquisas e dedicação no presente trabalho chegamos a concluir
que essa doença acometida por fungos faz parte da microbiota normal, porém sem
causar danos quando a pessoa está em equilíbrio. Os fatores que influenciam a
contaminação ocorre pelo uso de roupas intimas justa, uso de anticoncepcional,
alteração de pH vaginal, uso indiscriminados de antibióticos de amplo espectro, terapias
com corticosteroides, dietas ricas em açúcar, ambientes quentes, úmidos e baixa
imunidade. O tratamento varia conforme a área afetada ou agente patológico. Existem
opções de tratamento feito via oral com fluconazol, itraconazol, metronidazol e também
via intravaginal com pomada nistatina, miconazol.
Também Conclui-se que a candidíase (Candida albicans) é uma doença de fácil
diagnóstico, devido às suas características e sintomas porém seu tratamento pode
ocorrer variações conforme as áreas que são afetadas, ocorrendo dificuldade para a
paciente pois pode ser difícil, demorado e frustrante.

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

https://www.tuasaude.com/candidiase/
https://www.gineco.com.br/saude-feminina/doencas-femininas/candidiase-2
https://www.medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1898/candidiase.Htm?
_mobile=off
https://saude.abril.com.br/medicina/candidiase-tratamento-sintomas-e-prevencao
https://www.msdmanuals.com/pt/profissional/doen%C3%A7as-infecciosas/
fungos/candid%C3%ADase-invasiva

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