Aj G – Bol da PM n.
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Política de Pacificação é vitrine internacional
Representantes de diversos países e estados brasileiros já estiveram no Rio para conhecer o projeto das UPPs.
A mais visitada foi a unidade do Santa Marta, que recebeu o secretário da Habitação e Desenvolvimento dos
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Estados Unidos, Shaun Donavan, o secretário de Segurança do governo alemão, Gerhard Schindler, o ministro
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de Segurança Pública de Israel, Yitzhak Aharonovitz, e o cônsul americano Dennis Hearne, além do governa -
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dor da província argentina de Buenos Aires, Daniel Scioli.
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Já as comunidades do Cantagalo e Pavão-Pavãzinho receberam o presidente da Comissão Européia e ex-presi -
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dente de Portugal, José Manuel Durão Barroso. O morro da Babilônia foi visitado por alunos de escolas britâ-
nicas da América Latina.
Do Brasil, o modelo despertou o interesse das polícias dos estados da Paraíba, Bahia e Minas Gerais.
Roubo de carros cai 19,1% no Rio
Estatística divulgada pelo ISP também apontou queda em roubo de rua e aumento na apreensão de dro-
gas
O resultado da política de segurança implantada no estado pode ser comprovada em números. O Instituto de
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Segurança Pública (ISP) divulgou ontem as estatísticas sobre as incidências criminais e administrativas relati-
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vas ao mês de janeiro de 2011. Entre os principais números, destaca- se a queda de 19,1% no roubo de carros
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em relação ao mesmo período de 2010. Foram 1.574 casos este ano, enquanto no ano passado foram 1.945.
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- Mais uma vez, a redução de índices criminais importantes e o aumento do número de apreensão de drogas e
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de prisões mostram a consistência da nossa política de segurança pública. Uma política baseada em valoriza-
ção e integração das polícias, metas de produtividade e investimento constante na formação e na remuneração
dos policiais. A população percebeu isso e voltou a acreditar na polícia. Ainda temos muito a avançar, mas
estamos no caminho certo – concluiu o governador Sérgio Cabral.
A partir desse mês, com a nova definição dos indicadores estratégicos para o sistema de metas estabelecido
pela Secretaria de Segurança, serão monitorados os seguintes índices estratégicos: letalidade violenta (somató-
rio do número de vítimas de homicídios dolosos, lesões corporais seguida de morte, latrocínio e auto de resis -
tência); roubo de veículos e roubo de rua (somatório de incidências de roubo a transeunte, roubo a coletivo e
roubo de aparelho celular).
Os índices de janeiro podem ser consultados no site www.isp.rj.gov.br.
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Diminuição em indicadores estratégicos
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• Quando comparados a janeiro de 2010, houve redução nos índices de letalidade violenta (menos 48
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casos), roubo de veículo (menos 371 casos) e roubo de rua (menos 581 casos).
• Também houve queda no número de roubos de aparelho celular (18,8%) e aumento na quantidade de
drogas apreendidas ( 3 7 , 2%) .
• Outro índice que sofreu variação positiva foi o de número de prisões. Em comparação com o ano de
2010, houve um aumento de 16% (mais 242 prisões). Foram 1.775 casos em 2011 e 1.513 no mesmo período
do ano passado.
ATOS DO PODER EXECUTIVO
DECRETO Nº 42.875 DE 15 DE MARÇO DE 2010
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INSTITUI O PROGRAMA ESTADUAL DE INTEGRA-
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ÇÃO NA SEGURANÇA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCI-
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AS.
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O GOVERNADOR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições constitucionais e legais,
e tendo em vista o que consta do Processo nº E-09/20/0001/2011,
CONSIDERANDO:
- que diversas atividades de competência municipal envolvem o concurso das Forças de Segurança Estaduais,
bem como são desempenhadas em espaço de competência concorrente com o Estado do Rio de Janeiro;
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- que as atuais condições de escala dos Policiais Militares encerram grave dificuldade de mobilização de con -
tingente para a efetivação de missões conjuntas com os municípios do Estado do Rio de Janeiro;
- que, nada obstante a limitação acima, impõe-se a integração das Forças de Segurança Estaduais e dos diver-
sos órgãos municipais incumbidos de ações tendentes à restauração da ordem pública em setores de atuação
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privada e em áreas urbanas; e
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- que a manutenção, restauração e promoção de medidas de ordem pública nos espaços urbanos são meios re-
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conhecidamente eficazes de redução dos índices de criminalidade.
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DECRETA:
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Art. 1º - Fica instituído no âmbito da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ), da Secretaria de
Estado de Segurança, a partir da data de publicação deste Decreto, o PROGRAMA ESTADUAL DE INTE -
GRAÇÃO NA SEGURANÇA - PROEIS.
Art. 2º - O programa instituído por este Decreto deverá se constituir de ações específicas, determinadas pelo
Comando-Geral da PMERJ com base em convênios firmados entre o Estado e os municípios do
Estado do Rio de Janeiro, com vistas a atender às diretrizes e objetivos traçados no intróito deste Decreto.
Art. 3º - A participação no PROEIS será voluntária e, para ter deferida sua inscrição, o Policial Militar deverá
atender aos seguintes requisitos:
I - ter sido submetido e aprovado, para o respectivo período, no Teste de Avaliação Médica (TAM) e no Teste
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de Aptidão Física (TAF), conforme as normas em vigor na corporação;
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II - ter concluído com sucesso o curso de formação ou aperfeiçoamento exigível para o exercício das funções
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atinentes aos seus círculos hierárquicos;
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III - estar lotado e em efetivo exercício em Organização Policial Militar;
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IV - ostentar a condição de “apto sem restrição”;
V - se praça, estar, no mínimo, no “BOM” comportamento.
Art .4º - Será excluído do PROEIS o Policial Militar que se enquadrar em qualquer das situações abaixo:
I - estar respondendo a Processo Administrativo Disciplinar (PAD);
II - for punido, e enquanto estiver cumprindo punição disciplinar de detenção ou prisão;
III - entrar no gozo de Licença:
a) Para tratamento de Saúde própria (LTS) ou de Pessoa da Família (LTSPF);
b) Para Tratamento de Interesse Particular (LTIP);
c) Gestante ou Aleitamento.
IV - passar da condição de “apto sem restrição” para a de “Incapacidade Física Parcial” (IFP);
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V - afastar-se do serviço, por mais de 72 (setenta e duas) horas no período de 30 (trinta) dias, ou mais de 144
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(cento e quarenta e quatro) horas no período de 180 (cento e oitenta) dias, exceto os casos de férias regulamen -
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tares ou de gozo de licença especial;
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VI - faltar ou tiver sido dispensado do serviço, mesmo para o atendimento de necessidades pessoais, desde que
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o afastamento seja superior a 24 (vinte e quatro) horas;
VII - frequentar qualquer curso que implique em afastamento da corporação, por período superior a 15 (quin -
ze) dias;
VIII - passar a ostentar comportamento inferior a BOM.
§ 1º - Após incurso nas hipóteses previstas nos incisos V, VI e VII o Policial Militar só poderá ser reincluído
no PROEIS após 03 (três) meses, se não incidir nas mesmas hipóteses durante este período.
§ 2º - Será suspenso do PROEIS, pelo tempo de duração do afastamento, o Policial Militar afastado do serviço
em decorrência de ferimento por projétil de arma de fogo ou outro tipo de instrumento ou ação traumática que
tenha lhe provocado lesão grave em decorrência de sua participação em Operação Policial Militar. § 3º - Tam-
bém será suspenso do PROEIS, pelo tempo de duração do afastamento, o Policial Militar afastado do serviço
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em decorrência de lesão grave provocada pelas mesmas circunstâncias descritas no parágrafo anterior que, em -
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bora ocorridas fora do serviço, tenham implicado na sua atuação legal e legítima como agente de segurança
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pública, conforme apurado em procedimento administrativo próprio.
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§ 4º - Os afastamentos para gozo de gala, luto ou ações meritórias que resultarem em dispensa do serviço não
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superior a 05 (cinco) dias não importarão na exclusão ou suspensão do Policial Militar do PROEIS.
§ 5º - A suspensão prevista nos §§ 2º a 4º deste artigo implicará na manutenção do Policial Militar no rol de
candidatos ao cumprimento de turnos adicionais em escala diferenciada (art.5º), mas impedirá seu efetivo em -
prego em tais atividades, enquanto perdurar a causa de suspensão.
Art. 5º - A participação e ingresso do Policial Militar no PROEIS implicará o cumprimento de turnos adicio -
nais em escala diferenciada, para seu emprego nas ações mencionadas no art.2º deste Decreto, sem prejuízo do
cumprimento das escalas de serviço ordinariamente previstas no âmbito da PMERJ.
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§ 1º - O emprego do Policial Militar nas atividades do PROEIS consistirá na realização de turno adicional de
08 (oito) horas de serviço.
§ 2º - O Policial Militar integrante do PROEIS não poderá realizar mais do que 12 (doze) turnos adicionais a
cada 30 (trinta) dias de trabalho.
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§ 3º - O Policial Militar deverá ter um intervalo de 08 (oito) horas de repouso antes de retornar ao serviço na
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escala ordinariamente prevista na PMERJ, ressalvadas as convocações excepcionais expedidas pelo Coman -
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dante-Geral da Corporação, segundo a necessidade de manutenção da segurança pública no Estado.
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Art. 6º - O Policial Militar participante do PROEIS perceberá Gratificação de Encargos Especiais, que será de-
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nominada Gratificação Especial Temporária por Participação no PROEIS (GET/PROEIS), quando cumprir
turno adicional de serviço, segundo os seguintes valores:
I - R$ 175,00 (cento e setenta e cinco reais) por turno adicional realizado por Oficiais;
II - R$ 150,00 (cento e cinqüenta reais) por turno adicional realizado por Praças e Graduados.
Art. 7º - A GET/PROEIS só será percebida enquanto o Policial Militar estiver efetivamente participando do
PROEIS e não se incorporará, para quaisquer efeitos, aos vencimentos do servidor, ficando excluída da base
de cálculo do adicional de tempo de serviço, bem como de quaisquer outros percentuais que incidam sobre o
soldo dos Policiais Militares.
§ 1º - A GET/PROEIS não sofrerá a incidência de contribuição previdenciária.
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§ 2º - A exclusão do Policial Militar do PROEIS implicará na imediata e automática cessação do pagamento
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da GET/PROEIS.
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§ 3º - A GET/PROEIS só será devida contra efetivo cumprimento de turno adicional de serviço, não se admi-
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tindo, em hipótese alguma, contagem de jornada ficta.
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Art. 8º - A GET/PROEIS não poderá ser percebida cumulativamente às gratificações decorrentes do exercício
de funções de comando, direção e chefia.
Art. 9º -. Para o efetivo cumprimento das disposições deste Decreto o Comandante-Geral da PMERJ instituirá
Comissão para gerir o PROEIS no âmbito da Corporação.
Parágrafo único - Sem prejuízo da previsão do caput deste artigo, os Comandantes, Chefes e Diretores das Or-
ganizações Policiais Militares são responsáveis pela estrita observância das normas contidas neste Decreto.
Art. 10 - Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação, devendo o Secretário de Estado de Segurança,
diretamente ou mediante delegação ao Comandante-Geral da PMERJ, editar os atos próprios à sua plena regu-
lamentação no prazo de 30 (trinta) dias.
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Rio de Janeiro, 15 de março de 2011.
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SÉRGIO CABRAL
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Id: 1100454
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Secretaria de Estado de Segurança
ATO DO SECRETÁRIO E DO SECRETÁRIO DE ESTADO CHEFE
RESOLUÇÃO CONJUNTA SESEG/CASA CIVIL Nº 43
DE 15 DE MARÇO DE 2011
DESCENTRALIZA A EXECUÇÃO DE CRÉDITO OR-
ÇAMENTÁRIO DA SECRETARIA DE ESTADO DE
SEGURANÇA PARA A SECRETARIA DE ESTADO
DA CASA CIVIL.
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O SECRETÁRIO DE ESTADO DE SEGURANÇA E O SECRETÁRIO DE ESTADO DA CASA CIVIL, no
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uso de suas atribuições legais, de acordo com a Lei nº 5,858, de 03/01/2011, que Estima a Receita e Fixa a
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Despesa do Estado do Rio de Janeiro para o Exercício Financeiro de 2011, o Decreto nº 42.806, de
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18/01/2011, que Dispõe sobre a Programação Orçamentária e Financeira, Estabelece Normas para Execução
Orçamentária do Poder Executivo para o Exercício de 2011, e dá outras providências, e o Decreto nº 42.436,
de 30/04/2010, que Dispõe sobre a descentralização da execução de créditos orçamentários, regulamenta a Lei
nº 5.428/2009 e dá outras providências, e tendo em vista o que consta do processo administrativo nº E-
09/306/0004/2011.
RESOLVEM:
Art. 1º - Descentralizar a execução de crédito orçamentário na forma a seguir especificada: