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Vhils

O documento descreve a arte do graffiti e o trabalho do artista português Vhils. Começa explicando como o graffiti evoluiu de uma expressão não convencional para uma arte reconhecida no século XXI, influenciada pela cena de graffiti de Nova York nos anos 1970. Em seguida, fornece detalhes biográficos sobre Vhils e descreve sua técnica de esculpir retratos em superfícies usando ferramentas como martelos pneumáticos e produtos de limpeza.

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Vhils

O documento descreve a arte do graffiti e o trabalho do artista português Vhils. Começa explicando como o graffiti evoluiu de uma expressão não convencional para uma arte reconhecida no século XXI, influenciada pela cena de graffiti de Nova York nos anos 1970. Em seguida, fornece detalhes biográficos sobre Vhils e descreve sua técnica de esculpir retratos em superfícies usando ferramentas como martelos pneumáticos e produtos de limpeza.

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Introdução

A arte do graffiti nem sempre foi uma expressão cultural


reconhecida ou convencional, pelo menos até a chegada do
século XXI. A sua história é tão fascinante como a do graffiter
português Alexandre Farto, mais conhecido por Vhils. O trabalho
do artista faz parte da chamada Street Art ou arte urbana, cuja
popularidade explodiu justamente graças ao graffiti dos anos 1970
em Nova York. Como toda arte, o graffiti é uma expressão pessoal
e subjetiva que pode assumir a forma de rubrica, protesto político-
social ou procurar um propósito puramente estético. No caso
de Vhils há de tudo um pouco, pelo que começaremos por falar
sobre os seus primórdios, que surgiu no distrito industrial do
Seixal, em Portugal.

Biografia
Nasceu em Lisboa em 1987. Terminou os seus estudos em 2008 na
University of the Arts em Londres. Iniciou-se em pintura
em 1998 com apenas onze anos. Pintava muros de ruas
e comboios da margem sul do rio Tejo.[1][2]
Como artista urbano, mais recentemente, sendo
as suas obras, o fruto do seu ideário e o mundo
que o envolve. Este artista de Lisboa, a partir
das suas raízes do graffiti/street art tem vindo a
explorar novos caminhos dentro da ilustração,
animação e design gráfico, misturando o
estilo vetorial com o desenho à mão livre, aliado
a formas contrastadas e sujas, que nos remetem
para momentos épicos.
Trabalho e Técnica
Normalmente é o Alexandre que escolhe o lugar onde crava a sua
arte mas também tem recebido convites para fazer intervenções
em vários locais.
Acredita que o processo de trabalho é mais importante do que o
resultado final e por isso filma todo o processo. "Um dos conceitos
fundamentais que exploro reside no ato de destruição enquanto
força criativa, um conceito que trouxe do graffiti – um processo de
trabalho através da remoção, decomposição ou destruição ligado
à sobreposição de camadas históricas e culturais que nos
compõem.
Acredito que, de forma simbólica, se removermos algumas destas
camadas, deixando outras expostas, podemos trazer ao de cima
algo daquilo que deixámos para trás".
Escolhe rostos anónimos baseados em fotografias. Gosta de dar
um rosto à cidade e de dar poder a pessoas comuns.
Usa explosivos e martelos pneumáticos para esculpir e dar textura,
técnica que tem vindo a desenvolver. Mas não só, também usa
lixívia, produtos de limpeza, ácidos corrosivos e café juntamente
com os tradicionais sprays, stencils e tintas.
Obras/Trabalhos
VHILS
Destruir para Construir

Arte
Urbana

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