Supervisão
Supervisão
SUPERVISÃO PEDAGÓGICA
GESTÃO EDUCACIONAL
1998
AGRADECIMENTOS
Agradeço aos meus pais, sem eles este caminho não seria possível. Muito
obrigado, Mãe.
ii
Agradeço, à minha família que me incentivou e se privou em alguns momentos
dos meus cuidados e companhia para que eu pudesse apresentar os meus
trabalhos. Sem vós este trabalho também não estaria terminado. Muito obrigado,
António e José Diniz.
iii
RESUMO
Este objectivo emerge da nossa convicção de que existe uma grande distância
entre os modos de operar dos diferentes orientadores de estágio e as competências que,
em teoria, são propostas nos diferentes modelos de supervisão das práticas pedagógicas.
Decidimos orientar o presente estudo pela abordagem qualitativa, fazendo um
estudo descritivo de natureza interpretativa. Parece-nos também, que é um estudo de
caso, uma vez que consiste na observação pormenorizada de um determinado contexto e
sua interpretação. Realizaremos observações participadas de Seminários de Prática
Pedagógica. A observação é considerada por Lüdke e André (1986) como a principal
técnica de investigação. Faremos análise de conteúdo dos diferentes protocolos das
observações, construindo quadros de categorias, como nos propõem Mucchielli (1988) e
Lüdke e André (1986). Utilizaremos o recurso ao tratamento estatístico, através de
medidas de tendência central, nomeadamente a moda e a média aritmética de forma a
analisarmos os dados em toda a sua riqueza. Procederemos à interpretação dos dados à
luz do enquadramento teórico.
Em termos de conclusão:
iv
- as estratégias utilizadas nos Seminários de Prática Pedagógica, somente
promovem inovação, referida por Soares (1995), enquanto sugestões, orientações e
instruções que visam a solução de problemas;
- constatamos também, que não existem estratégias de treinamento de que nos
fala Schön, citado por Alarcão (1996), que visem promover o desenvolvimento dos
estagiários e dos seus alunos;
- poderemos caracterizar as funções do orientador de estágio, como alguém que:
ajuda o outro a ver mais longe, colabora; fornece informações e estabelece critérios;
procede a clarificações; controla o modus faciendi do estagiário e avalia.
- verificamos que as dificuldades que se sentem na supervisão são: a gestão de
pessoas adultas e a promoção da reflexão sobre o processo de ensino aprendizagem.
Observamos que uma estrutura menos rígida em que se promova a reflexão
sobre a teoria e sobre a prática ajudam o professor a ser um profissional autónomo,
reflexivo e apto a inovar e a solucionar os problemas com que se venha a defrontar e a
promover o desenvolvimento, em todas as vertentes, dos seus alunos.
v
ÍNDICE GERAL
Pág.
INTRODUÇÃO
1. Identificação do Problema. 1
2. Objectivos do Estudo 2
3. Definição de Conceitos . 2
Autonomia. 3
Desenvolvimento. 3
"Skills" . 3
4. Importância do Estudo. 4
5. Tipo de Abordagem Utilizada na Investigação 6
6. Limitações do Estudo 8
7. Resultados Previstos. 9
8. Organização do Trabalho 10
vi
CAPÍTULO II - ENQUADRAMENTO METODOLÓGICO
vii
ÍNDICE DE FIGURAS
Pág.
Figura 1: Pressupostos da Definição de Supervisão. 14
viii
ÍNDICE DE QUADROS
Pág.
Quadro 1: Percepções dos professores na relação com os
supervisores. 28
Quadro 2: Funções da Avaliação, segundo o seu Papel na
Sequência da Acção de Formação. 46
Quadro 3: Caracterização dos Supervisores. 56
Quadro 4: Caracterização dos Formandos. 56
Quadro 5: Forma de Organizar o Seminário de Prática
Pedagógica. 58
Quadro 6: Forma como Estabelece Analogia com outras
Reuniões. 58
Quadro 7: Forma de Organizar a Assistência as Aulas. 59
ix
Quadro 17: Forma como Formula Questões sobre as Aulas
Assistidas. 67
Quadro 18: Forma como solicita Informação acerca da Prática
Lectiva das Estagiárias. 68
Quadro 19: Forma como Formula Questões Acerca do Material
Didáctico Elaborado pelas Estagiárias. 69
Quadro 20: Forma como Solicita Informação Acerca das Actas do
Seminário de Prática Pedagógica. 70
Quadro 21: Forma como Formula Questões sobre as Aulas
Regidas. 71
Quadro 22: Forma como Formula Questões sobre o
Comportamento das Estagiárias. 72
Quadro 23: Opinião acerca das Aulas Leccionadas. 74
Quadro 24: Opinião acerca das Aulas Regidas pela Estagiária. 76
Quadro 25: Opinião das Estagiárias Acerca das Aulas Assistidas e
Regidas pelas Colegas. 79
Quadro 26: Opinião sobre o Material Didáctico Elaborado pelas
Estagiárias. 81
Quadro 27: Opinião sobre a Avaliação dos Alunos feita pelas
Estagiárias. 82
Quadro 28: Opinião acerca da Entrega de Material Didáctico. 83
Quadro 29: Opinião sobre o Processo Desenvolvido pela
Estagiária. 84
Quadro 30: Resposta sobre a Forma de Entrega dos Testes aos
Alunos. 85
x
Quadro 32: Forma como Orienta as Planificações. 87
Quadro 33: Forma como Procede a Orientações sobre a Prática
Lectiva Das Estagiárias. 90
Quadro 34: Forma como Estabelece Critérios para a Organização
do Dossier. 93
Quadro 35: Forma como Orienta a Reflexão. 94
Quadro 36: Forma como Estabelece Critérios sobre o Dossier de
Estágio. 95
Quadro 37: Forma como Estabelece Critérios para Avaliação dos
Alunos. 96
Quadro 38: Forma como Organiza o Seminário de Prática 97
Pedagógica.
Quadro 39: Forma como Estabelece Analogia com outras
Reuniões. 98
Quadro 40: Relação Orientador/Estagiária na Estratégia de 98
Assistência a Aulas.
Quadro 41: Informa sobre a Localização do Dossier de Estágio. 99
Quadro 42: Forma como clarifica a informação. 100
Quadro 43: Forma como Indica o Término da Reunião. 101
Quadro 44: Forma como Refere não ter a Noção do Tempo que 101
Falta para Leccionar.
Quadro 45: Forma como Solicita Informação sobre Avaliação dos
Alunos. 102
Quadro 46: Forma como Solicita Informação sobre o Seminário
de Prática Pedagógica. 103
Quadro 47: Forma como Solicita Informação acerca da Prática
Lectiva das Estagiárias. 104
Quadro 48: Forma como Formula Questões acerca do Material
Didáctico Elaborado pelas Estagiárias. 104
Quadro 49: Forma como Solicita Informação Sobre as Aulas
Assistidas às Estagiárias. 105
xi
Quadro 50: Forma como Solicita Informações acerca da
Planificação de Actividades a Desenvolver. 107
Quadro 51: Opinião acerca da Aula Leccionada pela Estagiária. 108
Quadro 52: Opinião das Estagiárias acerca da Aula Leccionada
pela Colega. 112
Quadro 53: Opinião sobre os Materiais Didácticos Elaborados
pelas Estagiárias. 113
Quadro 54: Opinião sobre os relatórios de actividades. 114
Quadro 55: Opinião sobre a prática lectiva das estagiárias. 115
Quadro 56: Opinião sobre a forma de avaliar os alunos. 116
Quadro 57: Forma como procede à planificação. 117
Quadro 58: Forma como Indica a Presença do Orientador da 121
Faculdade.
Quadro 59: Forma como Estabelece Critérios sobre o Dossier de 122
Estágio.
Quadro 60: Forma como Procede a Planificações de Actividades. 123
Quadro 61: Forma como o Orientador e as Estagiárias se
Interajudam. 126
xii
INTRODUÇÃO
1 . Identificação do Problema
A nossa opinião nessa matéria é de que existe grande distância entre os modos
de operar dos diferentes orientadores de estágio e as competências que, em teoria, são
propostas nos diferentes modelos de supervisão das práticas pedagógicas.
1
Quais são as funções que um professor exerce enquanto orientador de
estágio?
Quais são os problemas e as dificuldades, mais encontradas pelos
orientadores de estágio?
Em suma, com este estudo procuramos ficar mais conhecedores da forma como o
orientador de estágio concilia as diferentes tarefas propostas pelo ciclo complexo da
supervisão com a sistemática avaliação da forma como cada actor vai evoluindo ao
longo dos diferentes momentos da sua actuação.
2. Objectivos do Estudo
2
3. Definição de Conceitos
Autonomia – "s.f. (do gr. autonomia). No dizer de Machado (1981 - Vol. II), é ...
Liberdade moral ou intelectual. // Estado dos seres de uma série animal,
que podem isolada ou agrupadamente ter uma vida independente"
(p.150), enquanto que para Baptista Machado (1982) "autonomia
significa, em sentido genérico, o poder de se autodeterminar; de auto-
regular os próprios interesses" (p. 8). No dizer da Direcção dos Serviços
de Formação (1992), a autonomia entende-se como "capacidade de
efectuar opções construtivas, elaborando as suas próprias normas,
encontrando um caminho original" (p. 17). No nosso trabalho iremos
utilizar as concepções mais próximas da definição apresentada pela
Direcção dos Serviços de Formação.
3
"conjunto de mudanças duráveis que se produzem num organismo desde
a sua origem até à sua maturidade ou morte" (p.70). Ao referirmo-nos a
este conceito, no decorrer do presente trabalho, iremos utilizar as
concepções mais próximas da definição apresentada por Landsheere.
É neste mesmo entendimento que referimos este conceito nas páginas 26 e 33.
4
4 . Importância do Estudo
Para Jonh Dewey (1974:220, citado por Alarcão e Tavares, 1987), o "objectivo
último da formação dos professores era fazer do professor «a thoughtful and alert
student of education» (tradução livre: um estudioso de educação atento e consciente da
sua missão) capaz de observar, intuir e reflectir" (p. 23).
E. Stones, citado por Alarcão e Tavares (1987) e ainda por Vieira (1993), diz
que fazer supervisão é ensinar. Alarcão e Tavares (1987) afirmam que "ensinar os
professores a ensinar deve ser o objectivo principal de toda a supervisão pedagógica" (p.
34). Partindo deste pressuposto, sentimos que cada vez mais se torna urgente que toda a
comunidade escolar tome consciência de que o processo de formação de professores não
acontece somente no ano de estágio, mas que terá que ser um trabalho longo e lento de
aprendizagem e desenvolvimento. Como já referimos anteriormente, não nos iremos
ocupar da função do supervisor na formação contínua de professores.
5
A Lei de Bases do Sistema Educativo determina, no seu capítulo IV, a
necessidade de preparação do professor profissionalmente, não referindo o como essa
preparação se faz, nem tão pouco, quem a ministra.
6
Alarcão (1995, de acordo com a ideia defendida por Nóvoa, 1991) afirma que
transparece a ideia de que o supervisor poderá desempenhar um papel muito importante
e inovador na construção da escola. a sua influência poderá fazer-se notar:
7
De acordo com Lüdke e André (1986), a fundamentação teórica servir-nos-à de
coluna vertebral, para descobrirmos novos aspectos à medida que a investigação avance.
Entendemos que uma das características do estudo de caso, citada por Lüdke e
André (1986), que o presente estudo evidencia, é a de representar diferentes pontos de
vista sobre o exercício da supervisão. Faremos o relatório utilizando uma linguagem e
uma forma acessível a diversos tipos de leitores.
6. Limitações do Estudo
Assim, a generalização dos resultados não está nos objectivos deste estudo. Em
consequência, os seus resultados dizem respeito ao campo de investigação,
concretamente à população alvo. Todavia, não deixa de ser intenção deste estudo
generalizar para a grande teoria (grounded theory) (p.70) de que falam Bogdan e Biklen
(1994). Projectamos contribuir para uma ampliação de dados que conduzam a uma
8
teoria específica sobre os procedimentos do orientador de estágio no exercício das suas
funções.
9
7 . Resultados Previstos
Somos de opinião que o supervisor para além de atitudes de bom senso, de ser
um docente informado, deverá possuir formação em supervisão de forma a que possa
realizar o ciclo de supervisão nos seminários de Prática Pedagógica, proposto por
Alarcão e Tavares (1987) e por Vieira (1993), o que nas observações que realizamos
não se verificou totalmente.
8 . Organização do Estudo
10
O Capítulo I pretende expor os conceitos de supervisão pedagógica, sua
origem e evolução ao longo dos tempos. Apresenta os diferentes modelos de
supervisão preconizados por Alarcão e Tavares (1987) e por Wallace (1991, citado
por Amaral, Moreira e Ribeiro, 1996). Apresentaremos ainda, o conceito de
supervisor e as diferentes funções que deve exercer. Por fim, abordaremos as
diferentes fases do ciclo da supervisão.
11
CAPITULO I – ENQUADRAMENTO TEÓRICO
1 . A Supervisão Pedagógica
Conceitos e Modelos
Lemus (1975, segundo Monteiro, 1993), por seu lado, apresenta como objectivo
da supervisão, que o supervisionado seja educado no espírito de observação de forma a
poder reflectir e resolver os problemas que lhe surjam.
Fermin (1980, citado por Monteiro, 1993), foca que o trabalho junto dos
professores, em grupo, tem em vista melhorar os resultados do processo de ensino
aprendizagem em todas as suas vertentes, atendendo a todas as actividades e pessoas
que concorrem neste processo.
13
como o processo em que um professor . . . mais experiente e mais informado,
orienta um outro professor ou candidato a professor no seu desenvolvimento
humano e profissional. (p.18)
Vieira (1993), por seu lado, define a supervisão "como uma actuação de
monitorização sistemática da prática pedagógica, sobretudo através de procedimentos de
reflexão e de experimentação" (p.28), tornando-se necessária, segundo Soares (1995), a
existência de equilíbrio entre acção e a reflexão.
Monitoragem
Reflexão Experimentação
14
A supervisão deve consistir segundo a definição de Alarcão e Tavares (1987)
numa visão de:
15
Amaral, Moreira e Ribeiro (1996) apresenta uma figura que julgamos enquadrar
e resumir bem o processo de supervisão:
Mundo
Poderão constituir estratégia para a reflexão sobre a acção (este conceito deve-se
entender como se refere na página 23), segundo Soares (1995), no contexto da
supervisão:
Paulo Freire (1972) coloca o professor no centro da sua formação. Pelo diálogo
reconhece a pessoa como um ser em continuo desenvolvimento, um fazer, fazendo em
continuo reconstruir. Para Paulo Freire (1972), o educador e o educando crescem juntos
no mesmo processo.
16
De acordo com Rangel (1988), cabe à supervisão pensar as dificuldades dos
professores numa relação de abertura, de planificação em conjunto.
17
1.2 . Diferentes Modelos de Supervisão
c) cenário behaviorista;
d) cenário clínico;
e) cenário psicopedagógico
18
Atendendo à prática das práticas pedagógicas, é tarefa do supervisor facultar ao
professor a concretização da teoria na prática, proporcionar o desenvolvimento de
técnicas e de "ferramentas" necessárias à execução da sua profissão.
Cenário Behaviorista
Em suma, podemos dizer, de acordo com Cortesão (1991), que este modelo visa
o desenvolvimento de capacidades eleitas como necessárias ao bom professor.
19
Cenário Clínico
Cenário Psicopedagógico
20
Cenário Pessoalista
Por seu turno, Wallace (1991, citado por Amaral, Moreira e Ribeiro, 1996),
apresenta três grandes modelos de formação de professores, a saber:
Modelo de "Mestria"
21
problemas surgidos quotidianamente. É perante esta constatação que Schön, (citado por
Amaral, Moreira e Ribeiro, 1996), chega ao "conceito de "competência artística"
(artistry), que consiste na capacidade de lidar com as situações indeterminadas da
prática" (p.96). Esta competência no dizer de Alarcão (1996) e de Amaral, Moreira e
Ribeiro (1996), é criativa, é exercício de inteligência, é capacidade de estruturar e
inventar soluções novas e improvisadas, uma vez que promove novas formas de
desenvolvimento, capazes de utilizar saberes já assimilados, traduzidos na aquisição de
novos conhecimentos.
Modelo Reflexivo
22
(1996), que conduz a decidirmos quais as nossas acções posteriores, a
compreender os problemas que possam advir e a inventar novas soluções.
Amaral, Moreira e Ribeiro (1996) referem que é este o modelo que Wallace
preconiza. Para Wallace, (1991, referido por Amaral, Moreira e Ribeiro, 1996), o
objecto da reflexão é tudo o que se relaciona com a actuação do professor durante o acto
pedagógico:
Concordamos com Alarcão e Tavares (1987) que existem três ideias que devem
presidir à supervisão de professores:
Vieira (1993) refere que para exercer a actividade de supervisor tem que se ter
uma certa vocação, mas também formação específica desta profissão. O supervisor
deverá organizar uma matriz conceptual sobre os problemas profissionais, de forma a
que estes sejam contextualizados, a fim de facilitar o processo formativo.
Schön designa o supervisor por "coach" citado por Alarcão (1996), ou seja:
aquele que organiza situações em que o aluno possa praticar e
confrontar-se com problemas reais cuja resolução implique reflexão,
levantamento e verificação de hipóteses, experiência de ter cometido erros,
consciência da necessidade e do valor da ajuda dos outros, assim como do
aperfeiçoamento constante que tem a sua origem no autoconhecimento
operativo. (p.18)
Deste modo o papel desempenhado pelo treinador, não é apenas de treinar as
capacidades e as aptidões, mas também de as desenvolver, acompanhar o seu
desenvolvimento e encontrar as estratégias concretas para que ele aconteça. Como já
referimos, o desenvolvimento também acontece no treinador, uma vez que aprende,
obriga-o a reformular estratégias já experimentadas e a adaptá-las à pessoa treinada.
Neste sentido, segundo Amaral, Moreira e Ribeiro, (1996) a palavra treinar
encerra em si conceitos como a:
interajuda, monitorização, apoio, acompanhamento, incentivo,
encorajamento . . ., para que seja ele próprio e para que dê o seu melhor
nas competições que o esperam. (p.94)
24
Sotnes, (1984: VII, citado por Vieira, 1993), aponta as qualidades/capacidades
de um supervisor, em contexto de sala de aula, como alguém com uma:
visão apurada para ver o que acontece na sala de aula; . . . introvisão para
compreender o significado do que lá acontece; antevisão, para ver o que
poderia estar a acontecer; retrovisão para ver o que deveria ter acontecido
mas não aconteceu; segunda visão para saber como fazer acontecer o que
deveria ter acontecido mas não aconteceu. (p. 27)
Soares, (1995), por seu turno, afirma que não faz sentido pensar "a supervisão"
como uma visão super, mas apenas como "uma visão sobre" (p. 144), segundo esta
autora, a supervisão é uma das possíveis visões.
O supervisor reflexivo terá que possuir três atitudes como já se tinha referido
Dewey (citado por Alarcão, 1996; Cardoso, Peixoto, Serrano e Moreira, 1996): abertura
de espírito, responsabilidade e entusiasmo. O supervisor possuidor destas atitudes
analisa as implicações da sua actividade, numa postura que tem em conta toda a
dinâmica existente rumo à autonomia do professor.
Alarcão (1996), define o supervisor como:
a pessoa que sabe adaptar, à sua autoformação, as estratégias de formação
reflexiva que usa com os formandos. É o profissional que procura a resposta
para os problemas que se lhe colocam na encruzilhada dos factores que
tornam compreensível o próprio problema. (p.8)
Alarcão e Tavares (1987), referem que a maior parte dos estudos sobre a figura
do supervisor foram realizados nos Estados Unidos da América e no que respeita a
administradores e disseminadores de inovações curriculares junto de professores já a
leccionar. Mas, segundo os mesmos autores as características referidas nesses estudos,
adaptam-se e deverão ser motivo de reflexão para os supervisores de formação inicial,
como é o caso do presente estudo.
Mosher e Purpel (1972, referido por Alarcão e Tavares, 1987), identificam seis
áreas que o supervisor deve manifestar, a saber:
25
hierarquizar as causas que lhes deram origem; c) capacidade de estabelecer
uma comunicação eficaz a fim de perceber as opiniões e os sentimentos dos
professores e de exprimir as suas próprias opiniões e sentimentos; d)
competência em desenvolvimento curricular e em teoria e prática de ensino;
e) «skills» de relacionamento interpessoal; f) responsabilidade social assente
em noções bem claras sobre os fins da educação. (p.87)
Alarcão e Tavares (1987) referem que são apontadas por vários investigadores,
nomeadamente por Acevedo et al. (1976), Boyan (1973), Garland (1982), Ivey (1974),
Stones (1984) e por Whitfield (1977), como características fundamentais do supervisor:
a capacidade de prestar atenção e o saber escutar.
Glickman (1985, citado por Alarcão e Tavares, 1987), identifica dez categorias,
na relação entre supervisor e professor:
1) prestar atenção . . . ;
2) clarificar . . .;
3) encorajar . . .;
4) servir de espelho . . .;
5) dar opinião . . .;
7) negociar . . .;
8) orientar . . .;
9) estabelecer critérios . . .;
26
Blumberg (1980, citado por Alarcão e Tavares, 1987), investigou as percepções
que os professores têm da sua relação com os supervisores.
Quadro 1
Sentimentos
Atitudes do Tipologia de
Tipo de Relação experimentados
supervisor supervisão
pelos professores
Controlo
Superioridade Directividade
Muito directa e Sentimentos de
pouco indirecta defesa
Estratégia
Avaliação
Empatia
Pouco directa e Sentimentos de
Não directividade
muito indirecta apoio
Questiona
Escuta
Muito directa e Sentimentos de
Directividade
muito indirecta defesa
Afirmações
Críticas
27
Blumberg (1980) encontrou, quatro grupos, como podemos verificar no Quadro
anterior:
Alarcão (1996) refere, quando cita estudos realizados por Glickman (1985),
Glickman e Gordon (1987) e Gordon (1990), que não é justo considerar uma atitude não
directiva do supervisor seja melhor aceite pelos professores e mais eficaz na sua
formação, refere ainda, não é lícito, pensar o contrário. O que estes investigadores
concluíram, segundo Alarcão (1996), foi que: "a adequação da utilização de estratégias
directivas, não directivas e de colaboração tem a ver com o nível de desenvolvimento do
professor . . ." (p. 30)
Wallace (1991:7, citado por Vieira, 1993), refere duas formas de olhar os papeis
de supervisor e de professor, a saber:
Para Zeichner (1993, referido por Amaral, Moreira e Ribeiro, 1996) e na linha
do modelo reflexivo, os supervisores devem ajudar os professores a desenvolver
28
capacidades de reflexão sobre a prática. Esta, para que possa ser optimizada os
professores têm que se responsabilizarem sobre o seu próprio desenvolvimento humano
e profissional.
29
acerca do processo de supervisão, da observação e da didáctica
da disciplina.
Informar: "o supervisor é antes de mais uma pessoa informada" (p. 33) . Deve fornecer
informação nos domínios da supervisão, da observação e da didáctica.
30
Questionar: o supervisor dever ser capaz de questionar e deve encorajar o professor a
reflectir sobre o saber e a experiência.
Sugerir: não significa impor mas propor, devendo ser o professor a decidir o que deve
fazer. O supervisor corresponsabiliza-se pelas tarefas a realizar pelos
professores.
31
observar;
analisar e interpretar os dados observados;
avaliar os processos de ensino-aprendizagem;
definir os planos de acção a seguir;
outras. (p.62-63)
Nunan (1981, citado por Vieira, 1993), refere que é importante que se
desenvolvam atitudes de reflexão, determinação, iniciativa própria e responsabilidade,
durante o tempo de formação, de forma a que os professores sejam autónomos capazes
de investigar, "de encontrar, de explorar e expandir as suas melhores formas de ensinar"
(p. 51). Estes professores assumem uma postura reflexiva, sendo críticos em relação aos
papeis que desempenham.
De acordo com Alarcão (1995), o supervisor tem de olhar também para os outros
contextos que estão em jogo. O supervisor é alguém que possuindo uma visão sistémica,
33
verdadeiramente reflexiva, é capaz de identificar e ajudar na solução dos problemas que
o professor detecta.
Concordamos com Amado (1994) quando diz que se colocam alguns problemas
ao supervisor na sua relação com o professor, nomeadamente:
Poderíamos concluir que a formação do professor, como refere Barbosa (1997), não
poderá deixar de ter em conta os conhecimentos teóricos, práticos, técnicos, científicos,
metodológicos, estéticos, filosóficos, morais e éticos tendo em conta a pessoa. Isto
requer uma capacidade de observação de si próprio e de observação dos outros, para que
seja um bom caracterizador da realidade educacional, um bom descritor de actos e
factos, um bom tipificador de fenómenos, um bom identificador de variáveis e um bom
diagnosticador de necessidades educativas.
34
3. As Fases da Supervisão
35
Encontro Pré- Observação
Este encontro visa atingir dois objectivos: a) ajudar o professor na análise e tentativa
de resolver os problemas, assim como na antecipação de problemas de aprendizagem
(preparação de aulas, de selecção e estruturação dos conteúdos a leccionar, de métodos
e técnicas de leccionação; b) decidir que aspectos vão ser observados e estratégias a
utilizar.
Observação
36
De acordo com Almeida (1995), a observação preocupa-se com os contextos em
que se desenvolve a formação, ou seja a sala de aula e todos os outros acontecimentos
que ocorrem.
Vieira (1993) apresenta três atributos criteriais da tarefa de observar uma aula: a
subjectividade, o carácter interpretativo e a intencionalidade.
37
b. concepções prévias do observador sobre o processo de supervisão, que
influenciam o posicionamento crítico do observador face à aula observada,
podendo assumir a concordância ou o confronto com o professor, respeitante
à observação e ao processo de ensino/aprendizagem;
Uma das tarefas que o supervisor tem é o de observar aulas. Já nos referimos,
anteriormente, aos objectivos da observação de aulas, segundo Allwright (1988),
Richards (1990a e b) e Day (1990).Tendo presentes esses objectivos, iremos abordar os
tipos de observação e as técnicas utilizadas no processo de observação de aulas.
38
Concordamos com Barbosa (1997/98), que hoje dispomos de meios técnicos que
nos ajudam a observar, nomeadamente os sistemas de audio e de vídeo.
Para Vieira (1993) a observação terá que ser estruturada, podendo assumir
diferentes graus de flexibilidade e de focalização. Esta última, pode ser global ou mais
focalizada; em relação à primeira existem três tipos de observação estruturada: a) por
sistemas fixos de categorias previamente estabelecido de forma a classificar o
observado; b) de tipo etnográfico em que o observador assume uma postura exploratória
face ao observado, não existem preocupações de quantificação nem tão pouco de
generalização dos dados obtidos; c) "ad hoc" em que a regra principal é adaptar sempre
as formas de observação aos objectivos da observação, Wallace, (1991, referido por
Vieira, 1993), caracteriza este tipo de observação como flexível e ecléctica.
Estrela (1990), apresenta uma tipologia de observação. Segundo este autor, esta
divide-se em observação ocasional, observação sistemática e observação naturalista.
39
﹒ As opiniões do observado, . . . , são passíveis de uma análise de tipo
genético e finalista;
﹒ As inferências do observador podem ser confrontadas com as opiniões
emitidas pelo observado . . .;
﹒ Os dados são ricos e variados, embora confinados a problemas e
aspectos específicos . . . . (p.37)
Observação naturalista
registará tudo o que ocorre dentro da sala de aula, de forma a "explicar o porquê e o
(1990):
supervisor de preconceitos. Por outro lado, a observação naturalista deverá ser feita
Observação Ocasional
Observação Sistemática
Para Reuchlin, (1969, citado por Estrela 1990), torna-se sistemática quando:
Amaral, Moreira e Ribeiro (1996) quando citam Day (1990), referem que este
tipo de observação apresenta algumas desvantagens, a saber:
42
﹒ Ter boa capacidade negocial.
Análise de dados
O objectivo desta fase, como refere Alarcão e Tavares (1987), "é transformar a
complexidade dos dados . . . numa representação clara, . . . visualizada, dos dados
significativos" (p.118). A descrição do que fazemos, como refere Vieira (1993), é o
primeiro passo para uma reflexão crítica, a qual tem que ser orientada para a
interpretação da actuação. O supervisor terá que fazer um esforço para descrever o mais
fielmente possível os factos observados e deverá incutir nos professores o mesmo
espírito.
Encontro Pós-Observação
Vieira (1993), refere que muitas vezes este encontro pode sobrepor-se no tempo
com o encontro de pré-observação, dado que muitas vezes são traçados novos
objectivos e estratégias de ensino face ao futuro.
43
Avaliação
Para Hadji (1994), avaliação poderia ser definida em termos gerais como a
"gestão do provável" (p.22). Esta, de acordo com Hadji (1994), desenvolve-se "entre a
dúvida e a certeza pela vontade de exercer uma influência sobre o curso das coisas, de
gerir sistemas de evolução . . ." (p.22).
44
estratégias de remediação possíveis. Entende-se por pré-requisito, no
entender de Ribeiro (1989), "os conhecimentos, atitudes aptidões
indispensáveis à aquisição de outros que deles dependem e que, sem eles,
não é possível adquirir" (p.80).
45
Quadro 2
"Funções da Avaliação, segundo o seu Papel na Sequência da Acção de
Formação." (Hadji, 1994, p. 63)
1 3
2
* *
Como podemos verificar, neste quadro existem diferentes tipos de avaliação, daí
que o supervisor deve saber utilizar diferentes técnicas de observação, já mencionadas
neste nosso trabalho.
46
A avaliação sumativa pretende ajuizar do processo realizado pelo
aluno no final de uma unidade de aprendizagem, no sentido de aferir
resultados já recolhidos por avaliação de tipo formativo e obter indicadores
que permitam aperfeiçoar o processo de ensino. (p.89)
47
48
CAPÍTULO II - ENQUADRAMENTO METODOLÓGICO
O presente estudo é um estudo de caso porque segundo Bell (1997), é o que está
"especialmente indicado para investigadores isolados, dado que proporciona uma
oportunidade para estudar, de uma forma mais ou menos aprofundada, um determinado
aspecto do problema em pouco tempo . . ." (p.22). No dizer de Mucchielli (1987), o
caso deve ser centrado numa única problemática, em que o investigador deverá procurar
a unidade da situação dos dados brutos recolhidos. No presente estudo, iremos analisar
procedimentos de orientadores de estágio em exercício de funções. Pretendemos, como
nos sugerem Bogdan e Biklen (1994), elaborar um relatório escrito dos dados recolhidos
de forma a caracterizar os diversos procedimentos comparando-os entre si e analisar o
49
modo como conciliam o ciclo da supervisão tendo em conta o desenvolvimento de todos
e de cada um em particular No presente estudo seremos o único instrumento de recolha
de dados, não utilizaremos qualquer meio técnico para os recolher uma vez que no dizer
de Barbosa o uso de meios técnicos pode inibir as pessoas com quem estamos a fazer
investigação e desse modo alterar a realidade que estamos a estudar. Segundo Bell
(1997), o observador não consegue passar despercebido, "mas o objectivo é ser o mais
discreto possível, de forma que o comportamento observado se aproxime o mais
possível do normal" (p.150). . Mucchielli (1987),identifica alguns critérios que
presidem ao estudo de caso. Assim: "la redaction doit être vivante et sobre",(p.30)
(tradução livre: a redacção deve de ser viva e sóbria). Refere ainda um outro critério. " .
. . par son contenu et par as rédaction, doit favoriser l'abstraction active d'idées
générales (aux sens des principes opératoires) . . ." (p. 30) (tradução livre: pelo seu
conteúdo e pela sua redacção, deve promover a abstracção activa das ideias gerais (no
sentido dos princípios operatórios). . .). Pretendemos, no presente estudo, caracterizar as
funções de orientadores de estágio em exercício de funções, muito embora se tente
generalizar para a grande teoria "(grounded theory)" (p.70) de que nos falam Bogdan e
Biklen (1994).
Como nos refere Bell (1997), a grande vantagem do método do estudo de caso é
a de permitir o investigador concentrar-se numa única problemática e de "identificar ou
tentar identificar, os diversos processos interactivos em curso. Estes processos podem
permanecer ocultos num estudo de maior dimensão, mas poderão ser cruciais para o
êxito ou o fracasso de sistemas ou organizações" (p.23).
50
observação, contactando com as pessoas, observando os diferentes acontecimentos,
tomando e registando informações, a fim de evitar interferências ou interpretações que
existiriam se fossem outras pessoas a observar.
51
Estrela (1990), apresenta diferentes formas de fazer observação: observação
ocasional, observação sistemática e observação naturalista. Caracterizaremos
brevemente cada um dos tipos de observação. Assim a observação ocasional, como o
seu nome indica é realizada esporadicamente, o que levanta alguns problemas de
objectividade. Estrela (1990), refere que a observação ocasional é usada muitas vezes
como ponto de partida, para a criação de instrumentos de observação sistemática. A
observação sistemática, segundo Reuchlin (1969, citado por Estrela, 1990), coloca em
relevo " a coerência dos processos e dos resultados obtidos" (p.42) e também utilizam
técnicas rigorosas de forma a que as informações sejam repetíveis. Segundo Paquay
(1974) "o observador deve dispor de um método de notação de observações, orientado
para a recolha de dados susceptíveis de tratamento quantitativo" (p. 42). A observação
naturalista, a que iremos usar no presente estudo, é aquela que observa, segundo Estrela
(1990) "o comportamento dos indivíduos na sua vida quotidiana" (p.48), realizada no
meio natural. No nosso caso, deslocar-nos-emos à sala onde decorrerão os Seminários
de Prática Pedagógica, realizados em horário previamente acordado entre os
orientadores e as estagiárias.
53
Para ajudar a registar, classificar e recuperar os diferentes dados será utilizado
o programa Microsoft Word 7.0.
Escolhemos a escola, do presente estudo, por ser nela que leccionamos. Para
iniciar, o presente estudo, solicitamos por escrito autorização ao Presidente do Conselho
Directivo, o qual nos exigiu que solicitássemos por escrito autorização a cada um dos
professores envolvidos. Assim procedemos.
A escola do nosso estudo possui largos espaços verdes, muito bem cuidados e
um monumento típico da zona em que se insere. Deste espaço, desfruta-se uma vista de
parte da cidade de Lisboa e de toda a cidade mais próxima, assim como de outras
localidades e bairros. A estrutura física da escola é de pavilhões, existindo um destinado
aos serviços administrativos, onde se encontra a secretaria, a sala de professores,
biblioteca/mediata, conselho directivo, sala de audiovisuais e serviços auxiliares. Os
restantes pavilhões são destinados a salas de aula e é de salientar, no Pavilhão C, a
existência de uma "Sala de Estudo", assim como de uma sala equipada com
computadores, onde funcionam diversos clubes existentes na escola. Existe também
uma unidade da Univa (unidade para a inserção dos jovens na vida activa). A escola
possui um jornal disponível na Internet, elaborado por professores e alunos.
54
encontra-se num ponto de viragem, ou seja leccionará a partir dos próximos dois anos
somente o ensino secundário. Neste ano lectivo leccionará ainda o 8º e o 9º ano de
escolaridade, não leccionando já o 7º ano como habitualmente, gradualmente os alunos
são transferidos para a escola que se encontra ao lado, em construção.
Quadro 3
Caracterização dos Supervisores.
Número
Numero de Número
Idade de Anos
Orient Formação Formação Anos em de
Cronol Sexo de Serviço
adores Inicial Específica que Exerce Estagiár
ógica
Supervisão ios
Docente
Ramo
A 45-50 Feminino Inexistente 6 3 3
Educacional
Profissionaliz
B 45-50 Masculino ação em Inexistente 17 2 3
Serviço
55
Em seguida, apresentaremos um Quadro caracterizando os respectivos
estagiários:
Quadro 4
Núcleo de
Idade
Estagiári Nº de anos estágio a
Cronológic Sexo Grau Académico
os de serviço que
a
pertence
licenciadas. O núcleo de estágio B é composto por estagiárias muito mais jovens que
as do núcleo de estágio A.
56
CAPÍTULO III
Quadro 6
Forma como Estabelece Analogia com outras Reuniões.
Frequ Frequ
ência SUBCA ência
CATEGORI SUBCAT INDICADOR CATEGO INDICADO
de TEGOR de
A EGORIA ES RIA RES
ocorrê IA ocorrê
ncias ncias
SINAIS 1. Estabelece 1 Ausência -
REVELADO analogia com de resposta
SINAIS
RES DE outra reunião. verbal.
REVELA REFER
ORGANIZA REFERÊ 2. Informa 1 DORES ENCIA Resposta 1
ÇÃO DA NCIA A que desconhece curta de
DE A
INFORMAÇ REUNIÕE as datas das assentimento.
RESPOST REUNI
ÃO DA S DA reuniões na A ÕES DA
ORIENTAD FACULD faculdade. DAS FACUL
ORA PARA ADE
ESTAGIÁ DADE
AS
RIAS
ESTAGIÁRI
AS
TOTAIS: 2 2 2 1
58
Podemos verificar no Quadro 6 que a orientadora estabelece analogia com uma
reunião em que esteve presente na faculdade, informando as estagiárias dos factos
ocorridos. Este indicador poderá ser analisado com outro indicador do Quadro 15 em
que a orientadora solicita a opinião sobre a avaliação por ela efectuada. A orientadora
também informa, que ainda não lhe foram comunicadas as datas das reuniões a realizar
com os demais orientadores de estágio.
Quadro 7
Forma de Organizar a Assistência às Aulas.
Freq
SUB Frequ
SUB uênc CA
CAT ência
CATEGO CAT ia de TE
INDICADORES EG INDICADORES de
RIA EGO ocor GO
ORI ocorrê
RIA rênci RIA
A ncias
as
1. Informa sobre o tipo de 6 SIN Resposta curta de 6
SINAIS
avaliação que faz na AIS assentimento.
REVELA
assistência às aulas. RE
DORES EST
DE
EST 2. Refere o tipo de aula 3 VEL
RAT Resposta curta de 3
RAT que deseja assistir. AD assentimento.
ORGANI ÉGI
ZAÇÃO
ÉGI 3. Combina com a 2 OR
A Refere os dias 2
A DE estagiária para assistir a ES possíveis de
DA DE
ASSI aulas. DE assistência.
INFORM ASS
STÊ 4. Marca com as 1 RES Resposta curta de 1
AÇÃO IST
NCI estagiárias as aulas a POS assentimento.
DA ÊNC
A A assistir. TA
ORIENT IA A
AUL DAS
ADORA AUL
AS EST
PARA AS AS
AGI
ESTAGI
ÁRI
ÁRIAS
AS
TOTAIS: 4 12 4 12
59
Verifica-se o mesmo número de intervenções tanto da orientadora como das
estagiárias, muito embora a maioria das respostas destas últimas seja de respostas curtas
de assentimento.
Quadro 8
Forma de Organizar a Regência de Aulas.
Frequ Frequ
SUB SUB
ência ência
CATEGO CAT CATE CAT
INDICADORES de INDICADORES de
RIA EGO GORIA EGO
ocorrê ocorrê
RIA RIA
ncias ncias
SINAIS 1. Marca as aulas 8 Resposta curta de 8
REVELA que a estagiária rege. assentimento.
DORES
EST 2. Informa que o 4 SINAIS EST Resposta curta de 4
DE modo como assentimento.
RAT REVEL RAT
ORGANI
ÉGI organizaram as ADOR ÉGI
ZAÇÃO
A DE regências é melhor ES DE A DE
DA
REG para as professoras e RESPO REG
INFORM
ÊNCI para os alunos. STA ÊNCI
A DE Resposta curta de
AÇÃO DA
A DE 3. Explícita a 2 DAS 2
ORIENTA
AUL utilidade de as ESTAG AUL assentimento.
DORA estagiárias regerem
AS IÁRIAS AS
PARA AS aulas no secundário.
ESTAGIÁ
RIAS
TOTAIS: 3 14 3 14
60
Quadro 9
Forma como Clarifica a Informação.
Frequê Frequê
SUBCA
CATE SUBCAT ncia de CATEGO ncia de
INDICADORES TEGO INDICADORES
GORIA EGORIA ocorrên RIA ocorrên
RIA
cias cias
1. Explícita conceitos. 3 Resposta curta de assentimento. 1
SINAIS 2. Explícita métodos. 13 Resposta curta de assentimento. 13
REVEL 3. Explícita que as grelhas de análise são um 2 Resposta curta de assentimento. 2
ADOR instrumento de avaliação dos alunos, para uso
ES DE diário.
ORGA
4. Explícita o uso de grelhas de análise e como 8 SINAIS Resposta curta de assentimento. 8
NIZAÇ
se devem construir. REVELAD ESTRA
ÃO DA
ESTRAT 5. Explícita o modo como deseja a capa dos 7 ORES DE TÉGIA Resposta curta de assentimento. 1
INFOR
ÉGIA DE materiais a apresentar. RESPOST DE
MAÇÃ
CLARIFI 6. Explícita como se classificam os testes. 11 A CLARI Resposta curta de assentimento. 11
O DA
CAÇÃO 7. Informa ser importante gerir o Quadro 4 DAS FICAÇ Resposta curta de assentimento. 1
ORIEN
enquanto instrumento privilegiado na sala de ESTAGIÁ ÃO
TADO
aula. RIAS
RA
PARA 8. Explícita que os alunos trazem os 1 Resposta curta de assentimento. 1
AS dicionários, nas provas globais, para outras
ESTAG coisas.
IÁRIAS 9. Informa que os professores necessitam de ter 2 Resposta curta de assentimento. 2
documentos que provem as notas dos alunos.
TOTAIS: 9 51 9 40
explicitação de como se classificam os testes e logo após da explicitação do uso de
grelhas de análise e do modo como se devem construir. A frequência destes indicadores
levam-nos a concluir que no modelo de supervisão seguido pela orientadora existe a
preocupação de dar instrumentos didácticas às estagiárias. Todos os indicadores referem
estratégias que devem ser usadas na leccionação, tendo por objectivo o sucesso dos
alunos. As estagiárias, por seu lado, aceitam a explicação da orientadora.
Quadro 10
Forma de Organizar o Dossier.
Frequ SUB
SUB Frequê
ência CAT CAT
CATE CAT ncia de
INDICADORES de EGO EG INDICADORES
GORIA EGO ocorrên
ocorrê RIA ORI
RIA cias
ncias A
SINAIS 1. Refere para as 2 Resposta curta de 1
REVEL estagiárias não se SINA assentimento.
ADOR preocuparem sobre a IS
ES DE organização dos dossiers. REV
ORGA 2. Informa que 1 ELA OR Resposta curta de 1
NIZAÇ ORG apresenta relatório na DOR GA assentimento.
ÃO DA ANIZ faculdade, no fim de cada ES NIZ
INFOR AÇÃ período, sobre os dossiers. DE AÇÃ
MAÇÃ O 3. Informa que o 1 RES O Resposta curta de 1
O DA DO importante foi o POS DO assentimento.
ORIEN DOS estabelecer a estrutura dos TA DOS
TADO SIER dossiers. DAS SIE
RA 4. Informa que o 1 EST R Resposta curta de 1
PARA trabalho está mais ou AGI assentimento.
AS menos elaborado. ÁRI
ESTAG AS
IÁRIAS
TOTAIS: 4 5 4 4
Quadro 11
Forma como Informa das Competências do Conselho de Turma.
Frequê Frequê
SUBCATE ncia de CATEG SUBCATE INDICADO ncia de
CATEGORIA INDICADORES
GORIA ocorrê ORIA GORIA RES ocorrê
ncias ncias
SINAIS 1. Informa que 2 Respos 2
REVELADO não é competência ta curta de
SINAIS
RES DE do Conselho de perplexida
REVEL
ORGANIZA COMPET Turma decidir se COMPET de.
ADORE
ÇÃO DA ÊNCIAS existe ou não APA ÊNCIAS
S DE
INFORMAÇ DO para atribuir aos DO
RESPO
ÃO DA CONSEL alunos. CONSEL
STA
ORIENTAD HO DE HO DE
DAS
ORA PARA TURMA TURMA
ESTAG
AS
IÁRIAS
ESTAGIÁRI
AS
TOTAIS: 1 2 1 2
63
Quadro 12
Forma como Indica que Trouxe o Material Didáctico Elaborado pela
Estagiária.
Frequê Frequê
SUBCAT INDICADO ncia de CATEGO SUBCAT INDICA ncia de
CATEGORIA
EGORIA RES ocorrên RIA EGORIA DORES ocorrên
cias cias
SINAIS A orientadora 1 Respo 1
REVELADORE informa que SINAIS sta curta de
S DE trouxe a pasta REVELAD contentame
ORGANIZAÇÃ MATERIA com o ORES DE MATERIA nto.
O DA L material. RESPOST L
INFORMAÇÃ DIDÁCTIC A DIDÁCTIC
O DA O DAS O
ORIENTADOR ESTAGIÁ
A PARA AS RIAS
ESTAGIÁRIAS
TOTAIS: 1 1 1 1
Quadro 13
Forma como Indica o Término da Reunião.
Frequê Frequê
SUBCATE INDICADORE ncia de SUBCAT ncia de
CATEGORIA CATEGORIA INDICADORES
GORIA S ocorrên EGORIA ocorrên
cias cias
SINAIS Informa que a 3 Resposta 3
REVELADOR reunião curta de
SINAIS INDIC
ES DE INDICA termina. assentimento.
REVELAD A
ORES DE SOBRE Resposta
ORGANIZAÇ SOBRE Informa que a 2 2
ÃO DA O estagiária curta de
RESPOST O
INFORMAÇÃ TÉRMIN pode sair. A TÉRMI assentimento.
O DA O DE
DAS NO DE
ORIENTADO REUNIÃ
ESTAGIÁ REUNI
RA PARA AS O
RIAS ÃO
ESTAGIÁRIA
S
TOTAIS: 2 5 2 5
No Quadro 13 observamos que é a orientadora que decide terminar a reunião a
que as estagiárias acedem. Verifica-se que uma das estagiárias, em duas reuniões sai
mais cedo a fim de ir leccionar as suas aulas, tendo sido informada, a seu tempo, pela
orientadora.
64
Quadro 14
Forma como Solicita Informação acerca da Avaliação dos Alunos.
Frequê Frequê
SUBC SUBC
CATEGORI ncia de CATEG ncia de
ATEG INDICADORES ATEG INDICADORES
A ocorrên ORIA ocorrên
ORIA ORIA
cias cias
1. Deseja tomar 3 Apresentam 9
conhecimento dos os resultados,
FORMUL resultados obtidos dos testes caracterizando os
AÇÃO DE sumativos nas turmas alunos com piores
QUESTÕE leccionadas pelas resultados.
SINAIS
S E SOBR estagiárias. SOBR
REVEL
SOLICITA E A E A
ADORE
ÇÃO DE AVA 2. Pergunta porque 2 AVA A estagiária 4
S DE
INFORMA LIAÇ apresenta na grelha um LIAÇ responde que
RESPO
ÇÃO ÃO número de negativas e ao ÃO contou com
STA
DA DOS analisar as classificações DOS classificações de
DAS
ORIENTA ALU encontra outro. ALU 54% para atingir o
ESTAGI
DORA NOS NOS número
ÁRIAS
PARA AS apresentado.
ESTAGIÁ 3. Pergunta se é justo 1 Resposta 1
RIAS atribuir negativa a um aluno negativa.
que falta, mas que obteve
boas classificações no teste.
TOTAIS: 3 6 3 14
65
Quadro 15
Forma como Solicita Informação sobre a Avaliação Efectuada.
Freq
Frequ
SUB SUB uênc
ência
CAT CATEGO CAT ia de
CATEGORIA INDICADORES de INDICADORES
EGO RIA EGO ocor
ocorrê
RIA RIA rênc
ncias
ias
FORMULAÇ 1. Solicita a opinião 4 Resposta curta 7
ÃO DE das estagiárias acerca de concordância
QUESTÕES E da avaliação efectuada SINAIS com a avaliação
SOLICITAÇÃ por si. REVELA feita.
SOB SOB
O DE DORES
RE A RE A
INFORMAÇÃ DE
AVA AVA
O RESPOS
LIAÇ LIAÇ
DA TA DAS
ÃO ÃO
ORIENTADO ESTAGI
RA PARA AS ÁRIAS
ESTAGIÁRIA
S
TOTAIS: 1 4 1 7
Ao analisarmos o Quadro 15 notamos que no indicador moda a orientadora
necessita de saber qual a opinião das estagiárias acerca da avaliação efectuada por si, no
primeiro semestre. No fundo deseja-se saber as estagiárias concordam ou não com a
avaliação feita, se a classificação atribuída é ou não justa. Neste Quadro o indicador
moda regista-se na resposta das estagiárias, as quais se manifestam concordantes com a
classificação atribuída, não existindo disparidades entre elas e as suas colegas de estágio
da faculdade.
66
Quadro 16
Solicitação de Informação sobre a Realização do Seminário de Prática
Pedagógica.
Frequê SUBC Frequên
SUBC
ncia de CATEG ATE INDICADORE cia de
CATEGORIA ATEG INDICADORES
ocorrê ORIA GORI S ocorrênc
ORIA
ncias A ias
FORMULAÇÃO SOBR 1. Deseja 6 SINAIS SOB Resposta 6
DE QUESTÕES E E A saber a data para REVEL RE A curta e precisa.
SOLICITAÇÃO REAL se reunirem e ADOR REA
DE IZAÇ local onde as ES DE LIZA
INFORMAÇÃO ÃO estagiárias se RESPO ÇÃO
DA DO encontram. STA DO
ORIENTADORA SEMI DAS SEM
PARA AS NÁRI ESTAG INÁ
ESTAGIÁRIAS O IÁRIAS RIO
TOTAIS: 1 6 1 6
Quadro 17
Forma como Formula Questões sobre as Aulas Assistidas.
Frequência Frequência
SUBCATE INDICADO CATEGO SUBCAT INDICADORE
CATEGORIA de de
GORIA RES RIA EGORIA S
ocorrências ocorrências
FORMULAÇÃO 1. Pergunt 1 SINAIS Resposta 2
DE QUESTÕES E a se aula foi REVEL SOBRE algo insegura.
SOBRE
SOLICITAÇÃO ou não ADORE AVALIA
AVALIAÇ
DE conseguida. S DE ÇÃO
ÃO DAS
INFORMAÇÃO RESPOS DAS
AULAS
DA TA AULAS
ASSISTID
ORIENTADORA DAS ASSISTI
AS
PARA AS ESTAGI DAS
ESTAGIÁRIAS ÁRIAS
TOTAIS: 1 1 1 2
Ao vermos atentamente o Quadro 17 depreendemos que a orientadora pretende
que a estagiária reflicta sobre a sua leccionação e a avalie. A estagiária sente dificuldade
em avaliar a sua prática lectiva. Poderíamos inferir que não foi utilizada uma estratégia
de treinamento, no sentido preconizado por Schön (1992), de forma a que as estagiárias
fossem capazes de reflectir sobre a sua prática lectiva.
67
Quadro 18
Forma como Solicita Informação acerca da Prática Lectiva das Estagiárias.
Fre- Fre-
SUB- quên- SUB- quên-
CATE- CATE cia de CATE- CATE cia de
INDICADORES INDICADORES
GORIA GORI ocor- GORIA GORI ocor-
A rên- A rên-
cias cias
1. Pergunta a data da realização do teste. 2 Resposta curta indicando a data prevista. 2
FORMU- 2. Pergunta a data em que consegue corrigir o teste. 1 Resposta curta e precisa. 1
LAÇÃO 3. Pergunta como são as classificações do aluno 1 O aluno é muito fraco. 1
DE QUES- globalmente.
QUES- SOBR 4. Pergunta se costuma fazer aula de revisões. 1 SOBR Resposta curta de assentimento. 2
SINAIS
TÕES E E A 5. Pergunta se as aulas foram ou não conseguidas. 1 E A Responde que o comportamento dos alunos foi 2
REVE-
SOLICI- PRÁ- PRÁ- mais conseguido e que no seu todo a aula foi mais
LADO-
TAÇÃO TICA TICA conseguida.
RES DE
DE LEC- 6. Pergunta o motivo de utilizar duas estratégias 2
RESPOS-
LEC- Responde que o motivo é a dificuldade de o 4
INFOR- TIVA numa actividade. TIVA Quadro ser visualizado pelos alunos e que os alunos
TA
MAÇÃO DAS DAS que responderam tinham as respostas certas.
DAS
DA ESTA 7. Pergunta se os alunos já deram x conteúdos. 1 ESTA- ESTA Resposta negativa. 1
ORIEN- GIÁ- 8. Pergunta se todo o processo se desenvolve nor- 1 GIÁRIAS GIÁ- Resposta curta de assentimento. 1
TADORA RIAS malmente. RIAS
PARA AS 9. Pergunta o motivo de não fazer a correcção do 1 Resposta curta, mas que não convence a orien- 1
ESTA- teste na última aula do período. tadora.
GIÁRIAS 10. Pergunta o que pensam de se entregar o teste no 1 Resposta curta explicativa. 1
fim da aula.
TOTAIS: 10 12 10 16
Ao observarmos atentamente o Quadro 18 notamos que os indicadores moda se
registam ao nível da necessidade de saber quando é a data do teste e porque é que foram
utilizadas duas estratégias numa só actividade, em relação ao primeiro indicador a
resposta identifica os dias em que realizam os testes, no que diz respeito ao segundo
indicador a resposta é explicativa da razão pela qual foram utilizadas duas estratégias e
ao mesmo tempo justificativa, em que se afirma que os alunos que responderam tinham
as respostas certas.
Quadro 19
Forma como Formula Questões acerca do Material Didáctico Elaborado pelas
Estagiárias.
Freq
Frequ
SUB SUB uênc
ência
CATE CAT CATE CAT ia de
INDICADORES de INDICADORES
GORIA EGO GORIA EGO ocor
ocorrê
RIA RIA rênc
ncias
ias
1. Pergunta quando 1 Silêncio. -
entrega a grelha de
cotação dos testes.
FORM 2. Pergunta como pode 1 A estagiária 1
ULAÇ SOB fazer uma avaliação, sem SOB responde que entrega
ÃO DE RE O todos os elementos. RE O na próxima semana, os
QUEST MAT MAT restantes elementos.
ÕES E ERIA ERIA
3. Pergunta se a 1 Resposta curta de 1
SOLICI L SINAIS L
estagiária entrega ou não assentimento.
TAÇÃ DID REVEL DID
material didáctico.
O DE ÁCTI ADOR ÁCTI
4. Pergunta como 1 Explicita que a 2
INFOR CO ES DE CO
apresentou graficamente o questão se encontrava
MAÇÃ ELA RESPO ELA
teste aos alunos. em folhas diferentes,
O BOR STA BOR
mas facilmente os
DA ADO DAS ADO
alunos podiam
ORIEN PEL ESTAG PEL
observar a questão no
TADO AS IÁRIAS AS
seu todo.
RA EST EST
PARA AGI 5. Pergunta se as 1 AGI Resposta curta de 1
AS ÁRI grelhas, vazias são para ÁRI assentimento.
ESTAG AS entregar. AS
IÁRIAS 6. Pergunta para que 2 Explicação curta. 2
servem alguns dados na
capa de apresentação dos
materiais.
TOTAIS: 6 7 6 7
Ao examinarmos o Quadro 19 verificamos que o indicador moda, no que se
refere à intervenção da orientadora é o desejo de saber para que servem alguns dos
dados expressos na capa de apresentação dos materiais, a que se segue, por parte das
estagiárias uma explicação curta. Poderemos ainda referir um outro indicador que nos
parece interessante, a orientadora ao analisar graficamente o teste questiona como foi
apresentado aos alunos. A estagiária explica que a questão foi apresentada em folhas
diferentes.
Quadro 20
Forma como Solicita Informação acerca das Actas do Seminário de Pratica
Pedagógica.
Frequ Frequ
SUB SUB
ência ência
CATEGOR CAT CATE CAT
INDICADORES de INDICADORES de
IA EGO GORIA EGO
ocorrê ocorrê
RIA RIA
ncias ncias
FORMULA 1. Pergunta quem faz a 6 Resposta 6
ÇÃO DE leitura da acta e se está identificativa da
QUESTÕE aprovada. estagiária que lê a acta
SINAIS
S E e de aprovação de
REVEL
SOLICITA todas.
SOB ADOR SOB
ÇÃO DE
RE ES DE RE Resposta em que 1
INFORMA
AS RESPO AS a estagiária
ÇÃO
ACT STA ACT menospreza o seu
DA
AS DAS AS próprio trabalho.
ORIENTA
ESTAG
DORA
IÁRIAS
PARA AS
ESTAGIÁR
IAS
TOTAIS: 1 6 2 7
70
Quadro 21
Forma como Formula Questões sobre as Aulas Regidas.
Fre- Fre-
SUB SUB
quên- quên-
CATE- CAT CATE- CAT
INDICADORES cia de INDICADORES cia de
GORIA EGO GORIA EGO
ocor- ocor-
RIA RIA
rências rências
FOR- 1. Solicita a opinião sobre o modo como foram 2 Considera que foi muito bom. 4
MULA- realizadas as regências.
ÇÃO DE 2. Acompanha em silêncio. - Pensou no início que não tinha interesse e depois 1
QUES- SINAIS revelou-se de grande utilidade.
SOB SOB
TÕES E Deseja saber se se justifica existirem regências 1 REVE RE
RE 3. Considera serem de grande utilidade, dado 6
SOLICI- no estágio. LADO
AVA AVA poderem evoluir de uma aula para outra.
TAÇÃO RES
LIA LIA
DE DE
ÇÃO 4. Acompanha em silêncio. - ÇÃO Considera que o estágio prepara para os dois 1
INFOR- RES-
DAS DAS níveis de ensino.
MAÇÃO POSTA
AUL AUL
DA DAS
AS AS
ORIEN-
REG 5. Pergunta se aula regida foi ou não conseguida. 1 ESTA REG Responde que todos se encontram demasiado 4
TADORA GIÁ- agitados, incluindo a própria escola.
IDAS IDAS
PARA AS RIAS
ESTA- 6. Acompanha em silêncio. - Considera que foi uma aula que correu. 1
GIÁRIAS
TOTAIS: 6 4 6 7
No Quadro 21 o indicador moda, no que se refere às intervenções da
orientadora regista-se na solicitação de opinião sobre o modo como foram realizadas as
regências ao que a estagiária responde que foi muito bom ter regido aulas, as quais se
revelaram de grande utilidade para a sua vida profissional.
Quadro 22
Forma como Formula Questões sobre o Comportamento das Estagiárias.
Freq
SUBC uênci Frequê
CATE SUBC
CATEGOR ATE a de ncia de
INDICADORES GORI ATEG INDICADORES
IA GORI ocorr ocorrê
A ORIA
A ência ncias
s
FORMU 1. Pergunta se 1 Resposta curta de 1
LAÇÃO SOB as estagiárias SIN assentimento.
DE RE estavam AIS SOB
QUEST O presentes na REV RE
ÕES E CO aula. ELA O
SOLICI MP 2. Pergunta se 1 DOR CO Informa que o 2
TAÇÃO OR a estagiária ES MPO Conselho de Turma
DE TA propôs algum DE RTA achou que não valia a
INFOR ME aluno para RES MEN pena propor nenhum
MAÇÃO NT APA. POS TOS aluno, porque depois
DA OS TA DAS não eram atribuídas
ORIEN DAS DAS EST aulas de apoio.
TADOR EST EST AGI
A PARA AGI AGI ÁRI
AS ÁRI ÁRI AS
ESTAGI AS AS
ÁRIAS
TOTAIS: 2 2 2 2
Ao observarmos atentamente o Quadro 22 percebemos que a orientadora deseja
ter a certeza se as estagiárias se encontravam ou não na aula, ao que estas respondem
afirmativamente. É interessante tomar consciencia da importância que tem a questão
que a orientadora faz à estagiária ao perguntar-lhe se tinha proposto algum aluno para
Apoio Pedagógico Acrescido. Podemos ainda, relacionar este indicador com o indicador
apresentado no Quadro 11, assim depreendemos que a orientadora está bem informada
das competências que cabem a um Conselho de Turma.
Verifica-se ainda que uma das estagiárias, após a análise da orientadora, justifica
a sua actuação a quando da entrega dos testes. A orientadora dá um especial relevo à
indisciplina dos alunos, indicador em que se regista a moda neste Quadro, por seu lado a
estagiária revela admiração ao tomar conhecimento de algumas intervenções dos seus
alunos, refere ainda que ao colocar alunos na rua, somente conseguiu que se
revoltassem.
73
Quadro 23
Opinião acerca das Aulas Leccionadas.
Fre- Fre- Fre-
SUB
SUB- quên- quên- CAT quên-
SUB- CAT
CATE- CATE cia de CATE cia de EG cia de
INDICADORES CATE INDICADORES EG INDICADORES
GORIA GORI ocor- GORIA ocor- ORI ocor-
GORIA ORI
A rên- rên- A rên-
A
cias cias cias
Solicita que faça a 7 Descrição curta da aula assisti- 9 EST 1. Considera que ao serem 3
auto-avaliação das da. RAT vários alunos a lerem um
aulas assistidas. ÉGI texto em língua estrangeira,
ESTR A os restantes colegas não
ESTRA percebem nada, porque se
ATÉ- DE
SINAIS SINAIS TÉGIA perde a unidade do texto e
GIA SIN AN
REVE- REVE- DE considera negativo o modo
DE AIS ÁLI
LADO- LADO ANÁ- como entrega os testes aos
ANÁ- REV SE
RES DE RES LISE E alunos e os comentários fei-
LISE ELA E
FOR- DE DE
E DO AUT tos.
MULA- ANÁ- AUTO-
AUTO RES O-
ÇÃO DE LISE AVA-
- DE AV
PEDI- E LIA-
AVA- Ausência de for- - A estagiária justifica que 1 RES ALI 2. Considera negativo a 16
DOS DA mulação de pedidos. AUTO- ÇÃO enquanto distribuía os testes aos indisciplina dos alunos,
LIA- POS AÇ
ORIEN AVA- DAS alunos incentivava uma aluna mais assim como a atitude da
ÇÃO TA ÃO
TADO- LIA- AULAS
DAS fraca. DA DAS professora.
RA ÇÃO ASSIS-
AULA Ausência de for- - A estagiária revela admiração, 8 ORI AUL 3. Considera a aula mal 1
PARA mulação de pedidos. DA TIDAS justificando que não ouviu alguns conseguida.
S ENT AS
AS DAS E dos comentários feitos pelos alunos
ASSIS AD ASS
ESTA- ESTA- REGI- e que já colocou na rua alguns alu-
TIDAS OR ISTI
GIÁ- GIÁ- DAS nos e o que conseguiu foi que os
E A DAS
RIAS RIAS alunos se revoltassem
REGI E
DAS Ausência de for- - Refere as estratégias que o Con- 5 RE 4. Considera a metodologia 3
mulação de pedidos. selho de Turma usou para que os GID e as estratégias erradas na
alunos melhorassem o seu compor- AS correcção do teste.
tamento.
Quadro 23 (Continuação)
Opinião acerca das Aulas Leccionadas.
Fre- Fre- Fre-
SUB
SUB- quên- quên- CAT quên-
SUB- CAT
CATE- CATE cia de CATE cia de EG cia de
INDICADORES CATE INDICADORES EG INDICADORES
GORIA GORI ocor- GORIA ocor- ORI ocor-
GORIA ORI
A rên- rên- A rên-
A
cias cias cias
Ausência de for- - Uma das estagiária refere que 1 EST 1. Considera a metodologia 1
mulação de pedidos. também tenta que os alunos parti- RAT / estratégias correctas na
cipem na correcção do teste. ÉGI apresentação dos conteúdos.
SINAIS ESTR Ausência de for- - SINAIS Ausência de análise ou auto- - A 2. Considera que o ambien- 1
mulação de pedidos. ESTRA avaliação. SIN DE te da sala de aula aclama aos
REVE- ATÉ- REVE-
TÉGIA AIS AN poucos.
LADO- GIA LADO
RES DE DE Ausência de for- - RES
DE ausência de análise ou auto- - REV ÁLI 3. Considera que a profes- 3
mulação de pedidos. ANÁ- avaliação. ELA SE sora não deve estar tão ner-
FOR- ANÁ- DE
LISE E DO E vosa ao leccionar.
MULA- LISE ANÁ-
ÇÃO DE E Ausência de for- - LISE
DE Refere que não sabe o que dizer. 1 RES AV 4. Afirma que só digam o 1
mulação de pedidos. AUTO- DE ALI que entenderem, não neces-
PEDI- AUTO E
AVA- RES AÇ sitando de inventarem nada.
DOS DA - AUTO-
ORIEN AVA- Ausência de for- - AVA-
LIA- Refere que após a entrega dos 3 POS ÃO 5. Aconselha que deixe os 2
mulação de pedidos. ÇÃO testes os alunos desejavam saber a TA DAS alunos tomarem conheci-
TADO- LIA- LIA-
DAS classificação dos colegas e a fazer a DA AUL mento das notas dos colegas
RA ÇÃO ÇÃO
AULAS correcção, provocando um enorme ORI AS e depois já fazem a correc-
PARA DAS DA
ASSIS- burburinho. ENT ASS ção.
AS AULA DAS
TIDAS AD ISTI
ESTA- S ESTA-
OR DAS
GIÁ- ASSIS GIÁ-
A E
RIAS TIDAS RIAS
RE
GID
AS
TOTAIS: 9 7 9 28 9 31
75
Quadro 24
Opinião acerca das Aulas Regidas pela Estagiária.
Fre- Fre- SU Fre-
SUB- quên- SUB- quên- CA BC quên-
CATE
CATE- CATE cia de CATE cia de TE AT cia de
INDICADORES GORI INDICADORES INDICADORES
GORIA GORI ocor- GORI ocor- GO EG ocor-
A
A rên- A rên- RIA ORI rên-
cias cias A cias
1. Solicita que faça 2 A estagiária descreve 32 1. A orientadora acom- 6
a auto-avaliação globalmente as aulas por EST panha a descrição com
SINAIS globalmente das si regidas. RA respostas curtas de assen-
SIN
REVE- aulas regidas. SINAI ESTR TÉ timento e considera que
AIS
LADO S ATÉ- GIA os alunos gostaram da
ESTR RE
RES REVE GIA DE aula.
ATÉ- VE
DE 2. Ausência de - LADO DE Pretendia que a aula 4 AN 2. Considera que a posi- 1
GIA LA
FOR- formulação de RES ANÁ- fosse de preparação para ÁLI ção dos alunos, na sala de
DE DO
MULA pedidos. DE LISE E o teste e não conseguiu SE aula, influencia o seu
ANÁ- RE
ÇÃO ANÁ- DE devido à indisciplina. E comportamento.
LISE S
DE LISE AUTO- AV
E 3. Ausência de - A aula só foi proveito- 1 DE -
PEDI- E AVA- ALI 3. Acompanha em silên-
AVA- formulação de sa para os alunos que RE
DOS AUTO- LIA- AÇ cio.
LIA- pedidos. estavam com atenção. SP
DA AVA- ÇÃO ÃO
ÇÃO 4. Ausência de - 3 OS -
ORIEN
DAS
LIA- DAS Considera que gostou TA
DA 4. Acompanha em silên-
formulação de
TADO ÇÃO AULA muito de reger as aulas. S cio.
AULA pedidos. DA
RA DA S AU
S 5. Ausência de ORI
PARA - DAS REGI Ausência de análise ou
- LA 5. Considera que os alu- 2
REGI formulação de EN nos não sabem consultar
AS ESTA DAS auto-avaliação. S
DAS pedidos. TA o dicionário.
ESTA- GIÁ- RE
6. Ausência de - - DO 6. Considera que as pro- 1
GIÁ- RIAS GID
RIAS formulação de Ausência de análise ou RA
AS fessoras devem ensinar os
pedidos. auto-avaliação. alunos a consultarem o
dicionário.
Quadro 24 (Continuação)
Opinião acerca das Aulas Regidas pela Estagiária.
Fre- Fre- SU Fre-
SUB- quên- SUB- quên- CA BC quên-
CATE
CATE- CATE cia de CATE cia de TE AT cia de
INDICADORES GORI INDICADORES INDICADORES
GORIA GORI ocor- GORI ocor- GO EG ocor-
A
A rên- A rên- RIA ORI rên-
cias cias A cias
7. Ausência de - Ausência de análise e - EST 7. Considera que as estra- 3
SINAIS formulação de de auto-avaliação. RA tégias utilizadas estavam
pedidos. SIN correctas.
REVE- SINAI ESTR TÉ
AIS
LADO 8. Ausência de - S ATÉ- Ausência de análise e - GIA 8. Considera que os alunos 1
ESTR formulação de RE compreenderam os conteú-
RES REVE GIA de auto-avaliação. DE
ATÉ- pedidos. VE dos.
DE LADO DE AN
GIA LA
FOR- 9. Ausência de - RES ANÁ- Considera que um dos 3 ÁLI 9. Considera a atitude 3
DE DO
MULA formulação de DE LISE E alunos só foi à aula para SE positiva da professora
ANÁ- pedidos. RE perante a indisciplina dos
ÇÃO ANÁ- DE fazer confusão e que teve E
LISE S alunos.
DE LISE AUTO- que chamar à atenção. AV
E DE
PEDI-
AVA-
10. Ausência de - E AVA- Ausência de análise e -
RE
ALI 10. Considera que a profes- 8
DOS formulação de AUTO- LIA- de auto-avaliação. AÇ sora preocupa-se em ensi-
LIA- SP
DA pedidos. AVA- ÇÃO ÃO nar estratégias aos alunos
ÇÃO OS
ORIEN LIA- DAS DA do modo como aprendem
DAS TA
TADO ÇÃO AULA S os conteúdos.
AULA DA
RA
S 11. Ausência de - DA S Ausência de análise e - ORI
AU 11. Considera a aula conse- 1
PARA formulação de DAS REGI de auto-avaliação. LA guida.
REGI EN
AS pedidos. ESTA DAS S
DAS TA
ESTA- 12. Ausência de - GIÁ- Ausência de análise e - DO
RE 12. Considera ser defeito de 1
GIÁ- formulação de RIAS de auto-avaliação. GID alguns professores não
RA
RIAS pedidos. AS ensinarem estratégias de
como se aprende.
TOTAIS: 12 2 12 43 12 27
77
Ao analisarmos o Quadro 24 verificamos que o indicador moda no que
concerne à análise e auto-avaliação das aulas por parte da estagiária se verifica na
descrição global, tal como lhe tinha pedido a orientadora. Por outro lado, o indicador
moda no que se refere à análise e avaliação da orientadora se regista no indicador
número dez em que esta considera que a professora se preocupa em ensinar aos alunos
estratégias de como apreenderem os conteúdos.
No Quadro 25 notamos mais uma vez que existem mais aulas leccionadas pelas
estagiárias do que regidas na turma da orientadora, verificando-se neste indicador a
moda, na categoria sinais reveladores de formulação de pedidos da orientadora para as
estagiárias.
TOTAIS: 5 0 5 12 5 6
Quadro 27
Opinião sobre a Avaliação dos Alunos Feita pelas Estagiárias.
Freq Freq
SUB SUB SUB Frequ
CAT uênc CAT uênc CAT
CAT CAT CAT ência
EG INDICAD ia de EG ia de EG INDICAD
EG EG INDICADORES EG de
ORI ORES ocor ORI ocor ORI ORES
ORI ORI ORI ocorrê
A rênc A rênc A
A A A ncias
ias ias
Ausênc - SIN 1. Considera 2 Ausên -
ia de análise AIS que os testes cia de
ou auto- REV foram mal resposta
SIN avaliação. ELA classificados. verbal.
AIS Ausênc - DO 2. Considera 1 Respo 2
REV ia de análise RES que as notas sta curta de
ELA ou auto- DE atribuídas, aos assentimen
DO avaliação. AN alunos, no SIN to.
RES ÁLI período anterior AIS
EST EST EST
DE SE REV
RAT RAT estavam RAT
AN E ELA
ÉGI ÉGI inflacionadas. ÉGI
ÁLI
A Ausênc - AV
A 3. Confirma a 1 DO
A Ausên -
SE ALI RES
DE ia de análise DE forma como a DE cia de
E AÇ DE
AV ou auto- AV estagiária fez a AV resposta
AUT ÃO RES
ALI avaliação. ALI classificação dos ALI verbal.
O- DA POS
AÇ AÇ testes sumativo. AÇ
AV
ÃO Ausênc - ORI
ÃO 4. Considera 2 TA
ÃO Respo 1
ALI ia de análise ENT que as DAS sta curta de
DOS DOS DOS
AÇ AD EST
ALU ou auto- ALU classificações ALU assentimen
ÃO OR AGI
NOS avaliação. NOS estão bem NOS to.
DAS A atribuídas e ÁRI
EST PAR revelam que os AS
AGI A alunos estão a
ÁRI AS subir.
AS EST
AGI
ÁRI
AS
TOTAIS: 2 0 4 6 2 3
Quadro 28
Respostas acerca da Entrega de Material Didáctico.
Freq Freq Freq
SUB uênci SUB uênci SUB uênci
CATE CAT CAT
CAT INDICAD a de CAT INDICADO a de CAT INDICA a de
GORI EGO EGO
EGO ORES ocor EGO RES ocor EGO DORES ocor
A RIA RIA
RIA rênci RIA rênci RIA rênci
as as as
FORM Pergunt 2 1. Não se 1 Reco 1
ULAÇ a se deseja lembra de ter rda o
ÃO a grelha de SIN pedido SIN pedido à
DE cotações AIS qualquer AIS orientado
AFIR que tinha REV grelha à REV ra.
ENT ENT ENT
MAÇ sido ELA estagiária. ELA
REG REG REG
ÕES E
A
solicitada DOR
A
2. Após 2 DOR
A Ausê -
DE anteriormen ES hesitação ES
DE DE DE ncia de
QUES te. DE lembra-se do DE
MA MA MA resposta
TÕES RES seu pedido. RES
TER TER TER verbal
DAS POS POS
IAL IAL IAL
ESTA TA TA
DID DID DID
GIÁRI DA DAS
ÁCT ÁCT ÁCT
AS ORI EST
ICO ICO ICO
PARA ENT AGI
A ADO ÁRI
ORIE RA AS
NTAD
ORA
TOTAIS: 1 2 1 3 2 1
83
Quadro 29
Opinião sobre o Processo Desenvolvido pela Estagiária.
Freq Freq Freq
SUB SUB SUB
CAT uênc CAT uênc CAT uênc
CAT CAT CAT
EG INDICAD ia de EG INDICADORE ia de EG INDICAD ia de
EG EG EG
ORI ORES ocor ORI S ocor ORI ORES ocor
ORI ORI ORI
A rênc A rênc A rênc
A A A
ias ias ias
Silênci - 1. Considera 7 A 1
o. que a estagiária estagiária
se encontra em agradece.
fase de
consolidação de
SIN aprendizagens.
Silênci - AIS 2. Considera 1 Interjei 1
SIN AN que a estagiária
o. REV ções de
AIS ÁLI AN corrige a sua
ELA SIN assentiment
REV SE ÁLI prática lectiva AN
DO AIS o.
ELA E SE sistematicamente ALI
RES REV
DO AUT E . SE
DE ELA
RES O- AV E
Silênci - AN 3. Considera 2 DO Interjei 1
DE AV ALI AV
o. ÁLI que a estratégia RES ções de
AN ALI AÇ ALI
SE utilizada pela DE assentiment
ÁLI AÇ ÃO AÇ
E estagiária é a RES o.
SE ÃO DA ÃO
AV correcta. POS
E DA EST DA
Silênci - ALI 4. Considera o 1 TA Interjei 1
DE EST AGI EST
o. AÇ material DAS ções de
AUT AGI ÁRI AGI
ÃO elaborado pela EST assentiment
O- ÁRI A ÁRI
DA estagiária deve AGI o.
AV A A
ORI de ser partilhado ÁRI
ALI
ENT com as colegas. AS
AÇ
ÃO Silênci - AD 5. Considera 1 Refere 4
o. OR que as aulas que já
A leccionadas não exerceu
são só fruto do à outras
vontade da profissões,
estagiária. mas que
gosta é de
dar aulas.
TOTAIS: 0 0 5 12 6 8
84
aprendizagens. É de notar que a estagiária ao ver elogiado o seu trabalho, agradece à
orientadora.
Quadro 30
Resposta sobre a Forma de Entrega dos Testes aos Alunos.
Freq Freq Freq
SUB SUB SUB
CAT uênc uênc CAT uênc
CAT CATE CAT CAT
EG INDICAD ia de INDICAD ia de EG INDICADO ia de
EG GORI EG EG
ORI ORES ocor ORES ocor ORI RES ocor
ORI A ORI ORI
A rênc rênc A rênc
A A A
ias ias ias
1. Pergunta 3 SINAI 1. A 1 Resposta 2
FOR
se é correcto S orientadora evasiva.
MUL
entregar os REVE questiona as
AÇÃ
testes no fim LADO estagiárias.
O DE
da aula aos RES SINA
AFIR 2. Justifica 6 Resposta 1
alunos, de DE IS
MAÇ EST EST que a entrega EST curta de
forma a que ORIE REV
ÕES RAT RAT do teste no RAT assentimento.
o burburinho NTAÇ ELA
E DE ÉGI ÉGI fim da aula é ÉGI
verificado ÕES, DOR
QUE A DE A DE anti- A DE
não SUGE ES
STÕ ENT ENT pedagógica. ENT
acontecesse. STÕES DE
ES REG REG REG Responde 1
E RES
DAS A DE A DE A DE que um dos
INSTR POS
EST TES TES TES seus
UÇÕE TA
AGI TES TES TES professores
S DA DAS
ÁRI AOS AOS AOS também o
ORIE EST
AS ALU ALU ALU fazia.
NTAD AGI
PAR NOS NOS NOS
ORA ÁRI
AA
PARA AS
ORI
AS
ENT
ESTA
ADO
GIÁRI
RA
AS
TOTAIS: 1 3 2 7 3 4
85
estagiárias não revelam informação suficiente sobre o assunto, ao que será a orientadora
a afirmar claramente que a entrega do teste no fim da aula e durante a qual se fez a
correcção do mesmo, é anti-pedagógica. A estagiária concorda, mas responde que um
dos seus professores também o fazia quando era aluna.
Quadro 31
Opinião sobre forma como a Estagiária Avalia os Alunos.
Freq Freq Freq
SUB SUB
SUB uênc uênc CAT uênc
CATE CAT CAT
CAT INDICAD ia de CATEG INDICA ia de EG INDICAD ia de
GORI EG EG
EGO ORES ocor ORIA DORES ocor ORI ORES ocor
A ORI ORI
RIA rênc rênc A rênc
A A
ias ias ias
FORM Pergunta 1 1. Respo 1 Respost 1
SINAIS
ULAÇ se pode sta curta a curta de
REVELA SINA
ÃO DE considerar de admiração.
DORES IS
AFIRM 50% como assentime
DE REV
AÇÕE positiva nto.
ORIENT ELA
S E DE Pergunta 1 AÇÕES, EST 2. Respo 1 DOR EST Respost 1
QUEST ESTR se a um sta curta
SUGEST RAT ES RAT a curta de
ÕES ATÉG aluno, com de
ÕES E ÉGI DE ÉGI admiração.
DAS IA DE dois médios negação.
INSTRU A DE RES A DE
ESTAG AVAL nos testes, se ÇÕES AVA POS AVA
IÁRIA IAÇÃ pode atribuir DA LIAÇ TA LIAÇ
S O negativa. ORIENT ÃO DA ÃO
PARA
ADORA EST
A
PARA AGI
ORIEN
AS ÁRI
TADO
ESTAGI A
RA
ÁRIAS
TOTAIS: 2 2 2 2 2 2
86
Quadro 32
Forma como Orienta as Planificações.
Frequ Frequ Frequ
SUBCA ência SUBCA ência SUBCA ência
CATEG CATE CATE
TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de
ORIA GORIA GORIA
RIA ocorrê RIA ocorrê RIA ocorrê
ncias ncias ncias
Pergunta se pode 3 SINAIS 1. Indica que a 2 Resposta curta de 1
seguir um modelo para REVEL estagiária tem é que saber assentimento.
FORMU elaborar os critérios de ADOR fazer os critérios de
LAÇÃO correcção dos testes. ES DE correcção.
DE Silêncio. - SUGES 2. Sugere como se 1 Resposta curta de 1
AFIRM TÕES, elaboram testes. SINAIS assentimento.
AÇÕES Silêncio. - ORIEN
ESTRA
3. Sugere como se 1 REVEL Resposta curta de 1
E DE ESTRA TAÇÕ apresentam acetatos, ao ADOR
TÉGIA ESTRA assentimento.
QUEST TÉGIA ES E nível gráfico. ES DE
DE TÉGIA
ÕES DE Silêncio. - INSTR
PLANI
4. Ordena que não tirem 1 RESPO
DE Uma das estagiárias 8
DAS PLANI UÇÕES aulas para a área-escola, STA
FICAÇ PLANI apresenta
ESTAGI FICAÇ DA dado se encontrarem DAS
ÃO FICAÇ pormenorizadamente uma
ÁRIAS ÃO ORIEN atrasadas na leccionação ESTAG actividade e o modo como
ÃO
PARA A TADO de conteúdos. IÁRIAS vai ser realizada pelos
ORIEN RA alunos.
TADOR Silêncio. - PARA 5. Ordena que se 3 Resposta curta de 1
A AS despachem e que assentimento.
ESTAG leccionem os aspectos
IÁRIAS essenciais.
Quadro 32 (Continuação)
Forma como Orienta as Planificações.
Frequ Frequ Frequ
SUBCA ência SUBCA ência SUBCA ência
CATEG CATE CATE
TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de
ORIA GORIA GORIA
RIA ocorrê RIA ocorrê RIA ocorrê
ncias ncias ncias
Pergunta em que 3 SINAIS 6. Ordena que as estagiárias 3 Resposta curta de 1
data deseja que REVEL entreguem as planificações logo assentimento.
FORMU entregue as ADOR que as tenham elaborado.
LAÇÃO planificações das aulas ES DE
DE regidas SUGES
AFIRM Silêncio. - TÕES, 7. Ordena que sejam realistas, 1 SINAIS Resposta curta de 1
AÇÕES ORIEN REVEL
ESTRA ESTRA ao planificarem os conteúdos. ESTRA assentimento.
E DE
TÉGIA Silêncio. - TAÇÕ
TÉGIA 8. Sugere que ao se planificar 1 ADOR
TÉGIA Resposta curta de 1
QUEST ES E ES DE
S DE S DE uma unidade temática se elabore S DE assentimento.
ÕES INSTR RESPO
PLANI PLANI de imediato o teste. PLANI
DAS UÇÕES STA
FICAÇ Silêncio. - FICAÇ 9. Sugere que se elabore a 2 FICAÇ Resposta curta de 1
ESTAGI DA grelha de cotações equilibrada. DAS assentimento.
ÃO ÃO ÃO
ÁRIAS Silêncio. - ORIEN 10. Sugere que se faça o teatro 2 ESTAG Resposta curta de 1
PARA A TADO da aula em casa. IÁRIAS assentimento.
ORIEN RA
Silêncio. - 11. Ordena que se escolha o 2 Resposta curta de 1
TADOR PARA
essencial dos textos assentimento.
A AS
apresentados, no livro do aluno.
ESTAG
IÁRIAS
TOTAIS: 11 6 11 19 11 18
88
No Quadro 32 observamos que os indicadores moda se referem a dois
conselhos, no que diz respeito aos sinais reveladores de sugestões, orientações e
instruções da orientadora. O primeiro indicador moda ordena que as estagiárias se
despachem na leccionação dos aspectos essências do programa. Podemos inferir que a
orientadora está consciente das orientações emanadas do Ministério da Educação que
solicita a leccionação da totalidade dos conteúdos. O segundo indicador moda refere
que as estagiárias entreguem a planificação logo que a tenham elaborado. Verificamos
que a orientadora dá à estagiária liberdade para gerir o seu próprio tempo, por outro lado
podemos inferir através da insistência da estagiária que preferia saber exactamente o dia
em que a orientadora pretendia ter as planificações.
Vemos que não existem quaisquer questões ou afirmações por parte das
estagiárias e como resposta às sugestões, orientações ou instruções da orientadora, a
maioria das respostas são curtas e de concordância com o ensinamento efectuado.
Quadro 33
Forma como Procede a Orientações sobre a Prática Lectiva das Estagiárias.
Frequ Frequ Frequ
SUBCA ência SUBCA ência SUBCA ência
CATEG CATE CATE
TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de
ORIA GORIA GORIA
RIA ocorrê RIA ocorrê RIA ocorrê
ncias ncias ncias
Silêncio. - 1. Ordena que as estagiárias 1 Resposta curta de 2
SINAIS entreguem as planificações numa assentimento.
REVEL pastinha como fez uma das
FORMU ADOR estagiárias.
LAÇÃO Silêncio. - ES DE 2. Indica o que deve constar na 5 Resposta curta de 2
DE SUGES capa do material a entregar e o assentimento.
AFIRM TÕES, modo como deve ser SINAIS
AÇÕES ESTRA ORIEN ESTRA apresentada. REVEL ESTRA
E DE TÉGIA Silêncio. - TAÇÕ TÉGIA 3. Ordena que ao longo da 2 ADOR TÉGIA Uma estagiária refere 2
QUEST DE ES E DE leitura de cada texto, se chame à ES DE DE que já leccionou
ÕES PRÁTI INSTR PRÁTI atenção para a gramática, sem RESPO PRÁTI gramática e que os alunos
DAS CA UÇÕES CA perder demasiado tempo. STA CA sentem dificuldade em a
ESTAGI LECTI DA LECTI DAS LECTI compreenderem.
ÁRIAS VA Silêncio. - ORIEN VA 4. Indica o modo como deve 1 ESTAG VA Resposta curta de 1
PARA A TADO entregar os testes aos alunos e IÁRIAS assentimento.
ORIEN RA como se deve fazer os
TADOR PARA comentários aos mesmos.
A Silêncio. - AS 5. Indica que a correcção do 1 Resposta curta de 2
ESTAG teste deve de ser feita em acetato. assentimento.
Silêncio. - IÁRIAS 6. Ordena que se corrija as 1 Resposta curta de 1
notas a atribuir aos alunos. assentimento.
Quadro 33 (Continuação)
Forma como Procede a Orientações sobre a Prática Lectiva das Estagiárias.
Frequ Frequ Frequ
SUBCA ência SUBCA ência SUBCA ência
CATEG CATE CATE
TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de
ORIA GORIA GORIA
RIA ocorrê RIA ocorrê RIA ocorrê
ncias ncias ncias
Silêncio. - 7. Ordena que se acenda a luz 1 Resposta curta de 1
na sala de aula, de forma a que os assentimento.
alunos vejam.
Silêncio. - SINAIS 8. Ordena que se faça uma 1 Resposta curta de 3
REVEL melhor gestão dos alunos. assentimento.
FORMU Silêncio. - ADOR 9. Ordena que se faça uma 1
LAÇÃO ES DE melhor gestão do QUADRO.
DE Silêncio. - SUGES 10. Ordena que a estratégia de 1
AFIRM TÕES, correcção do teste tem de SINAIS
AÇÕES ESTRA ORIEN ESTRA melhorar. REVEL ESTRA
E DE TÉGIA Silêncio. - TAÇÕ TÉGIA 11. Ordena que se os alunos não 6 ADOR TÉGIA Resposta curta de 1
QUEST DE ES E DE tomam atenção a quando da ES DE DE assentimento.
ÕES PRÁTI INSTR PRÁTI correcção do teste, se faça de RESPO PRÁTI
DAS CA UÇÕES CA imediato outro semelhante, de STA CA
ESTAGI LECTI DA LECTI forma a que na segunda DAS LECTI
ÁRIAS VA ORIEN VA correcção já estejam atentos. ESTAG VA
PARA A Silêncio. - TADO 12. Sugere a utilização de 1 IÁRIAS Resposta curta de 1
ORIEN RA estratégias que cativem os assentimento.
TADOR PARA alunos.
A Silêncio. - AS 13. Sugere a utilização de bons 1 Resposta curta de 1
ESTAG métodos de forma a que alunos assentimento.
IÁRIAS procurem tudo para fazem
sínteses.
Silêncio. - 14. Indica o modo como agir 1 Resposta curta de 1
com os alunos. assentimento.
91
Quadro 33 (Continuação)
Forma como Procede a Orientações sobre a Prática Lectiva das Estagiárias.
Frequ Frequ Frequ
SUBCA ência SUBCA ência SUBCA ência
CATEG CATE CATE
TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de TEGO INDICADORES de
ORIA GORIA GORIA
RIA ocorrê RIA ocorrê RIA ocorrê
ncias ncias ncias
Silêncio. - 15. Indica o modo como os 1 Resposta curta de 1
SINAIS conteúdos são apresentados na assentimento.
REVEL aula.
FORMU Silêncio. - ADOR 16. Ordena que as professoras 1 Resposta curta de 1
LAÇÃO ES DE devem dar os conteúdos de forma assentimento.
DE SUGES correcta e explícita.
AFIRM Silêncio. - TÕES, 17. Ordena que sejam as 1 SINAIS Resposta curta de 1
AÇÕES ESTRA ORIEN ESTRA professoras a ler os acetatos na REVEL ESTRA assentimento.
E DE TÉGIA TAÇÕ TÉGIA sala de aula. ADOR TÉGIA
QUEST DE ES E DE ES DE DE
Silêncio. - 18. Indica o modo de apresentar 5 Resposta curta de 1
ÕES PRÁTI INSTR PRÁTI acetatos. RESPO PRÁTI
assentimento.
DAS CA UÇÕES CA STA CA
Silêncio. - 19. Indica que o livro tem textos 1 Resposta curta de 1
ESTAGI LECTI DA LECTI DAS LECTI
que não servem para nada. assentimento.
ÁRIAS VA ORIEN VA ESTAG VA
PARA A Silêncio. - TADO 20. Indica que devem de ser as 8 IÁRIAS Resposta curta de 1
ORIEN RA professoras a corrigir o teste. assentimento.
TADOR Silêncio. - PARA 21. Sugere que as estagiárias 1 Resposta curta de 1
A AS deixem os alunos conhecer as assentimento.
ESTAG notas do teste uns dos outros e só
IÁRIAS depois iniciem a correcção do
teste.
TOTAIS: 0 0 21 42 21 25
92
Quadro 34
Forma como Estabelece Critérios para a Organização do Dossier.
Freq Freq Freq
SUB SUB
uênc SUBC uênc uênc
CAT CAT CATE CAT INDIC
INDICAD ia de CATE ATE INDICAD ia de ia de
EGO EG GORI EG ADOR
ORES ocor GORIA GORI ORES ocor ocor
RIA ORI A ORI ES
rênc A rênc rênc
A A
ias ias ias
FOR Silênc - 1. Orden 4 Res 1
MUL io. SINAIS a que deve posta
AÇÃ REVEL de constar curta de
O DE ADOR no assentim
REL
AFIR ES DE relatório a SINAI ento.
REL AT
MAÇ SUGES REL apresentar S
AT ÓRI
ÕES TÕES, ATÓ à REVE
ÓRI O
E DE ORIEN RIO faculdade, LAD
O A
QUE TAÇÕ A a ORES
A APR
STÕE ES E APR avaliação DE
APR ESE
S INSTR ESEN feita sobre RESP
ESE NTA
DAS UÇÕES TAR as OSTA
NTA R
ESTA DA NA regências. S
R NA
GIÁR ORIEN FAC DAS
NA FAC
IAS TADO ULD ESTA
FAC ULD
PAR RA ADE. GIÁR
ULD ADE
AA PARA IAS
ADE .
ORIE AS
NTA ESTAG
DOR IÁRIAS
A
TOTAIS: 1 0 1 4 1 1
94
No Quadro 36 a estagiária pergunta se altera o índice do seu dossier de estágio,
porque possivelmente lhe intercalou páginas.
Quadro 36
Forma como Estabelece Critérios sobre o Dossier de Estágio.
Freq Freq Freq
SUB SUB
uênc CAT uênc uênc
CATE SUBCA INDI CAT CAT
ia de EG INDICAD ia de CATE INDICAD ia de
GORI TEGO CAD EG EG
ocor ORI ORES ocor GORIA ORES ocor
A RIA ORES ORI ORI
rênc A rênc rênc
A A
ias ias ias
Pe 2 FOR 1. Ordena 2 Respost 1
rgunta MU , após a curta de
se LAÇ alguma assentiment
altera ÃO hesitação, o.
FOR
o DE que se faça
MUL
índice AFI a alteração
AÇÃ
do RM do índice no
O DE
dossier AÇ dossier
AFIR
de ÕES
MAÇ APR SINAIS APR
estágio E 2. Refere 1 Ausênc -
ÕES ESE REVEL ESE
. DE que a ia de
E DE APRES NTA ADOR NTA
QU estagiária
QUES ENTAÇ ÇÃ ES DE ÇÃ resposta
EST parece um
TÕES ÃO O RESPO O verbal.
ÕES aluno a
DAS DE DE STAS DE
DAS fazer
ESTA DOSSI DOS DAS DOS
EST perguntas.
GIÁR ER SIE ESTAG SIE
AGI
IAS R IÁRIAS R
ÁRI
PARA
AS
A
PAR
ORIE
A A
NTAD
ORI
ORA
ENT
AD
OR
A
TOTAIS: 1 2 2 4 2 1
Pelas respostas da orientadora podemos inferir que sentiu alguma dificuldade em
responder à questão da estagiária.
96
1.2. Tratamento e Interpretação dos Dados Recolhidos
no Núcleo de Estágio B
Quadro 38
Forma de Organizar o Seminário de Prática Pedagógica.
SUBC Frequê SUBC Frequê
CATEG ATE ncia de CATEG ATE ncia de
INDICADORES INDICADORES
ORIA GORI ocorrê ORIA GORI ocorrê
A ncias A ncias
SINAIS 1. Organiza a 1 Ausência de -
REVEL reunião, no início. resposta verbal.
ADORE 2. Controla a 1 A estagiária coloca 2
S DE sequência da reunião.
APRE APRE problemas fora da
ORGAN SINAIS
SENT SENT ordem de trabalhos.
AÇÃ A estagiária depois
IZAÇÃ 3. Organiza a reunião 4 REVEL 1
AÇÃ
O DA ao longo da mesma. ADORE
O DA O DA de ter iniciado o novo
INFOR S DE
ORD ORD ponto volta ao anterior.
MAÇÃ RESPO
EM EM
O DO STA
DE DE
ORIEN DAS
TRA TRAB
TADOR ESTAGI
BAL ALH
PARA ÁRIAS
HOS OS
AS
ESTAGI
ÁRIAS
TOTAIS: 3 6 3 3
Quadro 40
Relação Orientador/Estagiária na Estratégia de Assistência a Aulas.
Frequê Frequê
SUBC SUBC
CATEG ncia de CATEG ncia de
ATEG INDICADORES ATEG INDICADORES
ORIA ocorrên ORIA ocorrên
ORIA ORIA
cias cias
1. Informa da 11 Responde que pensou 3
existência de um que o professor lhe estava
SINAIS conflito, entre a perguntar se tinha
REVEL orientador e estagiária, preparado a aula com os
ADORE em seguida à aula alunos, mas o seu à
S DE assistida. vontade deve-se ao facto
ESTR SINAIS ESTR de ser matéria anterior.
ORGAN
ATÉ REVEL ATÉ
IZAÇÃ 2. Revela 5 Responde que não 1
GIA ADORE GIA
O DA dificuldades em preparou a aula com os
DE S DE DE
INFOR explicar à estagiária a alunos, para o orientador ir
ASSIS RESPO ASSIS
MAÇÃ sua pergunta. assistir.
TÊNC STA TÊNC
O DO
IA A
3. Informa o 2 DAS IA A Responde que não 1
ORIEN sentimento que a concorda com o
AUL ESTAGI AUL
TADOR estagiária revelou em sentimento expresso pelo
AS ÁRIAS AS
PARA seguida à aula orientador.
AS assistida.
ESTAGI 4. Informa ser um 1 Responde que ficou 1
ÁRIAS aparte à avaliação da magoada com a
aula, a descrição do observação feita.
conflito.
TOTAIS: 4 19 4 6
98
No Quadro 40 podemos observar que o orientador informa o grupo do conflito
que se gerou no final da aula assistida a uma das estagiárias. Dado o comportamento
dos alunos, questionou a estagiária se tinha preparado a aula anteriormente, para que ele
fosse assistir. Constatamos que a estagiária justifica-se por ser matéria leccionada
anteriormente, não concorda com o sentimento expresso pelo orientador e reafirma-se
magoada por este pensar semelhante procedimento. Verifica-se que a média aritmética é
muito superior na frequência de ocorrências dos indicadores concernentes ao orientador
do que às estagiárias.
Quadro 41
Informa sobre a Localização do Dossier de Estágio.
Frequ Frequ
SUBCA ência SUB ência
CATEGO INDICADO CATEGO INDICADO
TEGO de CATE de
RIA RES RIA RES
RIA ocorrê GORIA ocorrê
ncias ncias
SINAIS ESTRA 1. Informa que 1 ESTRA Resposta 1
REVELAD TÉGIA uma das TÉGIA curta de
ORES DE DE professoras tinha SINAIS DE assentimento.
ORGANIZ ORGA o dossier do REVELAD ORGA
AÇÃO DA NIZAÇ núcleo de ORES DE NIZAÇ
INFORMA ÃO DO estágio. RESPOST ÃO DO
ÇÃO DOSSI A DOSSI
do ER DO DAS ER DO
orientador NÚCLE ESTAGIÁ NÚCLE
para as O DE RIAS O DE
estagiárias ESTÁG ESTÁG
IO IO
TOTAIS: 1 1 1 1
99
Quadro 42
Forma como Clarifica a Informação.
SUBC Frequê SUBC Frequê
CATE
ATE ncia de CATEG ATE ncia de
GORI INDICADORES INDICADORES
GORI ocorrê ORIA GORI ocorrê
A
A ncias A ncias
1. Informa que não 5 Resposta curta de 1
concorda com a existência assentimento.
de questões de opção na
prova global.
2. Informa que uma das 5 Resposta curta de 1
SINAI professoras do grupo assentimento.
S disciplinar não irá participar
REVE na elaboração das provas
LADO uma vez que um dos seus
RES filhos é aluno, inserindo-se
DE em outro grupo de trabalho.
ORGA 3. Informa que nos testes 1 SINAIS Resposta curta de 1
ESTR
NIZAÇ se referem os conteúdos que REVEL assentimento.
ATÉ
ÃO DA ESTR se desejam que os alunos ADORE
GIA
INFOR ATÉ tenham adquirido. S DE
DE
MAÇÃ GIA 4. Estabelece analogia com 2 RESPO Ausência de -
CLA
O DO DE a matriz elaborada no ano STA resposta verbal.
RIFI
ORIE CLA passado, a qual considera DAS
CAÇ
NTAD RIFI mal concebida. ESTAGI
ÃO
OR CAÇ 5. Estabelece analogia com 4 ÁRIAS Ausência de -
PARA ÃO o texto incluído na prova do resposta verbal.
AS ano passado, o qual induz os
ESTA alunos em erro.
GIÁRI 6. Estabelece analogia com 1 Ausência de -
AS a prova do ano passado em resposta verbal.
que existem questões
desnecessárias.
7. Explícita que os alunos 3 Ausência de -
revelam dificuldades em resposta verbal.
responderem às questões
formuladas.
TOTAIS: 7 21 7 3
Refere ainda quem não deve participar na sua elaboração. Por seu lado as
estagiárias apresentam respostas curtas de concordância ou mesmo ausência de resposta.
Ao elaborarmos a média aritmética verificamos que a frequência de ocorrências é muito
maior nas intervenções do orientador do que nas estagiárias.
100
No Quadro 43 vemos que é o orientador que decide terminar a reunião a que as
estagiárias acedem.
Quadro 43
Forma como Indica o Término da Reunião.
Frequê Frequê
SUBCA SUBCA
CATEGOR ncia de CATEGOR ncia de
TEGOR INDICADORES TEGOR INDICADORES
IA ocorrê IA ocorrê
IA IA
ncias ncias
SINAIS 1. Informa que 3 Resposta 3
REVELAD a reunião termina. curta de
ORES DE assentimento.
SINAIS
ORGANIZ
INDICA REVELAD INDICA
AÇÃO DA
O ORES DE O
INFORMA
TERMI RESPOST TERMI
ÇÃO
NO DA A NO DA
DO
REUNI DAS REUNI
ORIENTA
ÃO ESTAGIÁR ÃO
DOR PARA
IAS
AS
ESTAGIÁR
IAS
TOTAIS: 1 3 1 3
Quadro 44
Forma como Refere não ter a Noção do Tempo que Falta para Leccionar.
Frequê Frequê
SUBC SUBCA
CATEGORI ncia de CATEGOR ncia de
ATEG INDICADORES TEGOR INDICADORES
A ocorrê IA ocorrê
ORIA IA
ncias ncias
SINAIS 1. Informa que ainda 1 A estagiária 1
REVELADO não se apercebeu bem informa que
SINAIS
RES DE do tempo que irá ter também se encontra
REVELAD
ORGANIZA para leccionar matéria com o mesmo
ORES DE
ÇÃO DA INCE nas suas turmas. problema e não
RESPOST INCER
INFORMAÇ RTEZ sabendo o que
A TEZA
ÃO DO A deverá leccionar.
DAS
ORIENTAD
ESTAGIÁR
OR PARA AS
IAS
ESTAGIÁRI
AS
TOTAIS: 1 1 1 1
101
nas suas turmas. A estagiária refere que também possui o mesmo problema, referindo
que não sabe o que deverá leccionar.
Vieira (1993) recomenda que o supervisor deverá ser uma pessoa informada a
todos os níveis, de forma a poder dar resposta às dúvidas dos professores.
Quadro 45
Forma como Solicita Informação sobre Avaliação dos Alunos.
SUBC Frequê SUBC Frequê
CATEG ATE ncia de CATEG ATE ncia de
INDICADORES INDICADORES
ORIA GORI ocorrê ORIA GORI ocorrê
A ncias A ncias
FORM 1. Pergunta em que 2 Resposta curta 2
ULAÇ SOB grupo estão inseridas na identificativa.
ÃO DE RE A elaboração das matrizes e SOB
QUEST AVA das provas globais. RE A
ÕES E LIAÇ 2. Pergunta como serão 2 AVA Resposta 5
SOLICI ÃO as questões a inserir na SINAIS LIAÇ identificativa de
TAÇÃ DOS prova global. REVEL ÃO diferentes questões.
O DE ALU 3. Deseja saber quais os 12 ADOR DOS Resposta 12
INFOR NOS conteúdos abordar na ES DE ALU identificativa de
MAÇÃ – prova global. RESPO NOS diversos conteúdos.
O ELA 4. Deseja saber quais os 1 STA – Resposta 5
DO BOR textos inserir na prova DAS ELA exemplificativa de
ORIEN AÇÃ global. ESTAG BOR textos a inserir na
TADO O DE IÁRIAS AÇÃ prova global.
R PRO 5. Pergunta se existem 1 O DE Resposta curta de 1
PARA VAS dúvidas relativamente às PRO negação.
AS GLO provas globais. VAS
ESTAG BAIS
IÁRIAS
TOTAIS: 4 18 5 25
102
Verifica-se uma grande interacção entre orientador e estagiárias, em que todos
estão empenhados na construção de documentos a apresentar na reunião dos diferentes
grupos de trabalho, para elaborar as matrizes e respectivas provas.
Quadro 46
Forma como Solicita Informação sobre o Seminário de Prática Pedagógica.
SUBC Frequê SUBC Frequê
CATEG ATE ncia de CATEG ATE ncia de
INDICADORES INDICADORES
ORIA GORI ocorrê ORIA GORI ocorrê
A ncias A ncias
FORMU 1. Pergunta se 1 Resposta curta 1
LAÇÃO alguém sabe onde se interpelativa.
DE encontra o dossier de
QUEST estágio.
ÕES E SOBR 2. Pergunta quais são 3 SOBR Resposta curta 3
SINAIS
SOLICI E O os temas de necessário E O identificativa.
REVEL
TAÇÃO SEMI tratamento no SEMI
ADORE
DE NÁRI seminário. NÁRI
S DE
INFOR O DE 3. Pergunta se as 2 O DE Resposta curta de 2
RESPO
MAÇÃ PRÁT estagiárias sabem algo PRÁT negação.
STA
O ICA acerca de uma das suas ICA
DAS
DO PEDA colegas. PEDA
ESTAGI
ORIEN GÓGI 4. Pergunta se o tema 1 GÓGI Resposta curta de 2
ÁRIAS
TADOR CA abordado está CA assentimento.
PARA concluído.
AS 5. Pergunta se a 2 Resposta curta de 2
ESTAGI tarefa está terminada. assentimento.
ÁRIAS
TOTAIS: 5 9 5 8
103
possa leccioná-los aos seus alunos. As estagiárias revelam alguma autonomia de
programação dos conteúdos que ministram.
Quadro 47
Forma como Solicita Informação acerca da Prática Lectiva das Estagiárias.
Frequê Frequê
SUBC CATE SUBCA
CATEG ncia de ncia de
ATEG INDICADORES GORI TEGO INDICADORES
ORIA ocorrê ocorrê
ORIA A RIA
ncias ncias
FORMU 1. Pergunta se as 1 Resposta curta de 1
LAÇÃO professoras já leccionaram assentimento.
DE determinados conteúdos.
QUEST 2. Silêncio. - SINAI Resposta curta 5
ÕES E S negativa e de que têm
SOLICI REVE que estudar para fazer
TAÇÃO SOBR LAD SOBRE as planificações e
DE E A ORES A leccionar os conteúdos.
INFOR PRÁTI 3. Pergunta qual a ideia 1 DE PRÁTI Resposta curta 1
MAÇÃ CA recolhida na reunião de RESP CA identificativa de que
O LECTI grupo acerca da leccionação OSTA LECTI não seria para
DO VA de conteúdos. DAS VA leccionarem os
ORIEN ESTA conteúdos.
TADOR 4. Pergunta qual o motivo 3 GIÁR Resposta de 1
PARA que, a delegada teria para IAS dúvida.
AS causar problemas de não
ESTAGI terem sidos leccionados
ÁRIAS conteúdos.
TOTAIS: 4 5 4 8
Quadro 48
Forma como Formula Questões acerca do Material Didáctico Elaborado
pela Estagiárias.
Frequê Frequê
SUBCA SUBC
CATEGORI ncia de CATEG ncia de
TEGOR INDICADORES ATEG INDICADORES
A ocorrê ORIA ocorrê
IA ORIA
ncias ncias
1. Pergunta quantas 7 SOBR Resposta curta 4
FORMULA
cartolinas são e se E O identificativa do
ÇÃO DE
SOBRE acham bem existir MATE número de cartolinas e
QUESTÕES
O tanto texto nos SINAIS RIAL de que já tinham
E
MATER cartazes. REVEL DIDÁ informado o
SOLICITA
IAL ADORE CTIC orientador.
ÇÃO DE
INFORMA
DIDÁC 2. Pergunta se o 1 S DE O Resposta curta de 2
TICO documento RESPO ELAB assentimento e entrega
ÇÃO
ELABO apresentado pela STA ORAD do documento.
DO
RADO estagiária é para DAS O
ORIENTAD
PELAS entregar. ESTAGI PELA
OR PARA
ESTAGI ÁRIAS S
AS
ÁRIAS ESTA
ESTAGIÁR
GIÁRI
IAS
AS
TOTAIS: 2 8 2 6
104
Ao observarmos atentamente o Quadro 48 constatamos que a moda se situa no
indicador número um: "pergunta quantas cartolinas são e se acham bem existir tanto
texto nos cartazes".
Quadro 49
Forma como Solicita Informação sobre as Aulas Assistidas às Estagiárias.
SUBC Frequê SUBC Frequê
CATEG ATE ncia de CATEG ATE ncia de
INDICADORES INDICADORES
ORIA GORI ocorrê ORIA GORI ocorrê
A ncias A ncias
1. Pergunta se a aula 2 A estagiária 1
assistida tinha sido responde que ficou
preparada com os magoada.
alunos anteriormente.
2. Pergunta se os 1 Ausência de -
alunos participam resposta verbal.
FORMU sempre activamente.
LAÇÃO 3. Pergunta se a 1 Responde que 1
DE estratégia utilizada considerou que a aula
QUEST resultaria noutra era um culminar de
SOBR circunstancia. SOBR
ÕES E matéria.
E A E
SOLICI SINAIS 1
AVA AVAL
TAÇÃO REVEL Considera que os
LIAÇ IAÇÃ
DE ADORE alunos se esforçam
ÃO O
INFOR S DE quando são aulas
DAS DAS
MAÇÃ RESPOS assistidas.
AUL AULA
O
AS 4. Pergunta se a aula 2 TA DAS
S Ausência de -
DO seria igual se não fosse ESTAGI resposta verbal.
ASSIS ASSIS
ORIEN assistida e se os alunos ÁRIAS
TIDA TIDA
TADOR não tivessem
S S
PARA participado.
AS 5. Pergunta se a 1 Responde que 1
ESTAGI opinião da estagiária ficou magoada e que
ÁRIAS ainda é a mesma que nesse dia ficou muito
após a assistência à aborrecida
aula.
6. Solicita a opinião 1 Resposta curta 3
de todas as estagiárias explicativa.
acerca da avaliação
efectuada por si.
TOTAIS: 6 8 6 7
105
A frequência de ocorrências, neste Quadro, não é elevada, mas o orientador ao
formular várias questões sobre o mesmo assunto pretende proporcionar um momento de
reflexão/avaliação à estagiária sobre a sua prática lectiva. Como podemos verificar a
estagiária concorda que os alunos se esforçam mais nos dias em que a aula é assistida, e
considerou ser aquela uma aula de culminar de matéria. É de referir ainda que a moda
neste Quadro, no que se refere às respostas das estagiárias, diz respeito a respostas à
questão formulada pelo orientador a todas as estagiárias e não somente à estagiária que
teve aula assistida.
106
Quadro 50
Forma como Solicita Informações acerca da Planificação de Actividades a
Desenvolver.
Frequê SUBC Frequê
SUBC CATE
CATEG ncia de ATE ncia de
ATEG INDICADORES GORI INDICADORES
ORIA ocorrê GORI ocorrê
ORIA A
ncias A ncias
1. Pergunta quais os 3 Resposta 6
FORMU materiais necessários identificativa dos
LAÇÃO para a mostra diferentes materiais e do
DE ESTR madeirense de SINAI uso a dar-lhes.
QUEST ATÉG artefactos e de ESTR
S
ÕES E IA DE gastronomia. ATÉ
REVE
SOLICI PLANI GIA
2. Pergunta como é 1 LADO Respondem que uma 2
TAÇÃO FICA DE
que as professoras RES das colegas não se
DE ÇÃO PLAN
desejam fazer a sua DE encontravam e que
INFOR DE IFIC
distribuição ao longo RESP depois combinavam.
MAÇÃ ACTI AÇÃ
dos dias de realização OSTA
O DO VIDA O DE
da "feira". DAS
ORIEN DES A ACTI
3. Pergunta se 2 ESTA Uma das estagiárias 2
TADOR DESE VIDA
querem escrever algo GIÁRI disponibiliza-se para
PARA NVOL DES
nos convites e se AS escrever um texto no
AS VER
querem uma minuta. computador e outra para
ESTAGI
escrever os endereços
ÁRIAS
nos envelopes.
TOTAIS: 3 6 3 10
107
Quadro 51
Opinião acerca da Aula Leccionada pela Estagiária.
Freq Freq Freq
SUB SUB SUB
uênc CAT uênc CAT uênc
CAT CAT CAT
CATE ia de EG ia de EG ia de
EG INDICADORES EG INDICADORES EG INDICADORES
GORIA ocor ORI ocor ORI ocor
ORI ORI ORI
rênc A rênc A rênc
A A A
ias ias ias
1. Solicita que faça a auto- 1 SIN Descrição curta da aula 5 1. Mostra admiração pelos alunos 1
avaliação da aula assistida. AIS EST leccionada e considera que os alunos EST terem comentado a aula da
SINAIS EST REV RAT disseram que as estratégias não RAT estagiária.
REVEL RAT ELA ÉGI foram aliciantes. SIN ÉGI
ADOR ÉGI 2. Ausência de pedidos. - DO A Responde que os alunos 1 AIS A 2. Ausência de resposta verbal. -
ES DE A RES DE perguntam sempre qual a avaliação REV DE
FORM DE AN AN feita. ELA AN
ULAÇ AUT 3. Ausência de pedidos. - ÁLI ÁLI Lê a planificação da aula, 2 DO ÁLI 3. Considera que a planificação 2
ÃO DE O- SE SE descrevendo a estratégia utilizada. RES SE que a estagiária lê não coincide com
PEDID AV E E DE E a que lhe foi entregue.
OS ALI 4. Ausência de pedidos. - AUT AV Refere que os exemplos 3 RES AV 4. Considera que a estratégia foi a 4
DO AÇ O- ALI apresentados na aula resultaram bem POS ALI mesma ao longo de toda a aula, mas
ORIEN ÃO AV AÇ e que depois de ter leccionado a aula TA AÇ resultou.
TADO DAS ALI ÃO que alterou a planificação, que DO ÃO
R AUL AÇ DAS depois lhe mostra. ORI DAS
PARA AS 5. Ausência de pedidos. - ÃO AUL Considera que a matéria não 2 ENT AUL 5. Concorda, com a estratégia 4
AS ASS DAS AS dava para muita coisa e AD AS utilizada pela estagiária e considera
ESTAG ISTI EST ASS que não consegue ver outra OR ASS que a aula foi genericamente boa.
IÁRIAS DAS AGI ISTI estratégia para utilizar. ISTI
ÁRI DAS DAS
AS
108
Quadro 51 (Continuação)
Opinião acerca da Aula Leccionada pela Estagiária.
Freq Freq Freq
SUB SUB
uênc CAT uênc CAT uênc
CATE SUBC CAT CAT
ia de EG ia de EG ia de
GORI ATEG INDICADORES EG INDICADORES EG INDICADORES
ocor ORI ocor ORI ocor
A ORIA ORI ORI
rênc A rênc A rênc
A A
ias ias ias
6. Ausência de - Ausência de análise ou auto- - 6. Considera que os alunos 3
pedidos. SIN avaliação. colaboraram activamente e fizeram a
SINAI
AIS EST aula.
S
7. Ausência de - REV EST Ausência de análise ou auto- - RAT 7. Considera que não deveria ser 1
REVE
pedidos. ELA RAT avaliação. SIN ÉGI só nas aulas assistidas os alunos
LADO
DO ÉGI AIS A participarem tão activamente.
RES ESTR
RES A Considera que uma aula REV DE 8. Boa gestão do tempo.
DE ATÉG 8. Ausência de - 1 1
pedidos. AN DE assistida deve de ser como as outras. ELA AN
FORM IA DE
ÁLI AUT Refere que estava um pouco DO ÁLI 9. Considera que não existiu uma
ULAÇ AVAL 9. Ausência de - 1 7
SE O- RES SE
ÃO DE IAÇÃ pedidos. aflita. ligação com a aula anterior.
E AV DE E
PEDID O 10. Ausência de - Refere não tinha leccionado os 3
AUT ALI RES AV
OS DAS pedidos. conteúdos anteriormente e que a
O- AÇ POS ALI
DO AULA ligação com a matéria anterior só se
AV ÃO TA AÇ
ORIE S pode fazer no fim da aula.
ALI DAS DO ÃO
AÇ AUL Refere que foi a primeira aula a
NTAD ASSIS 11. Ausência de - 1 10. Considera que os alunos 3
ORI DAS
OR TIDA pedidos. leccionar aqueles conteúdos. pareciam que conheciam os
ÃO AS ENT AUL
PARA S conteúdos que estavas a leccionar.
DAS ASS AD AS
EST ISTI Refere
AS 12. Ausência de - que falou destes 1 OR ASS 11. Considera que não foram 5
ESTA pedidos. AGI DAS conteúdos quando leccionou outros ISTI abordados alguns conteúdos.
GIÁRI anteriormente.
ÁRI DAS
AS 13. Ausência de - AS Pausa - 12. Considera que existe uma maior 4
pedidos. Ausência de análise. segurança na leccionação.
109
Quadro 51 (Continuação)
Opinião Acerca Da Aula Leccionada Pela Estagiária.
Freq Freq Freq
SUB SUB SUB
uênc CAT uênc CAT uênc
CAT CAT CAT
CATE ia de EG ia de EG ia de
EG INDICADORES EG INDICADORES EG INDICADORES
GORIA ocor ORI ocor ORI ocor
ORI ORI ORI
rênc A rênc A rênc
A A A
ias ias ias
14. Ausência de pedidos. - SIN EST Resposta curta de assentimento. 1 13. Considera que a planificação 5
EST AIS RAT EST está correcta, embora demasiado
SINAIS RAT REV ÉGI RAT descritiva.
REVEL ÉGI 15. Ausência de pedidos. - ELA A Ausência de resposta. - SIN ÉGI 14. Considera que a linguagem 3
ADOR A DO DE AIS A utilizada pela professora na sala de
ES DE DE RES AN REV DE aula era igual à dos alunos, no início
FORM AN AN ÁLI ELA AN do ano.
ULAÇ ÁLI 16. Ausência de pedidos. - ÁLI SE Responde que os alunos gostam 2 DO ÁLI 15. Considera que a estagiária fez 2
ÃO DE SE SE E dela e que fala como eles. RES SE progressos.
PEDID E 17. Ausência de pedidos. - E AUT Pergunta em relação ao rigor 1 DE E 16. O orientador sentiu-se 1
OS AV AUT O- científico. RES AV desenquadrado na aula a que
DO ALI O- AV POS ALI assistiu.
ORIEN AÇ AV ALI TA AÇ
TADO ÃO ALI AÇ DO ÃO
R DAS AÇ ÃO ORI DAS
PARA AUL ÃO DAS ENT AUL
AS AS DAS AUL AD AS
ESTAG ASS EST AS OR ASS
IÁRIAS ISTI AGI ASS ISTI
DAS ÁRI ISTI DAS
AS DAS
TOTAIS: 17 1 17 24 16 46
110
entre estagiária e supervisor. Poderemos afirmar que a estagiária aos aspectos positivos
reage favoravelmente, enquanto que aos aspectos menos positivos da avaliação a
estagiária tenta justificar a sua actuação ou permanece em silêncio.
111
Quadro 52
Opinião das Estagiárias acerca da Aula Leccionada pela Colega.
Freq Freq Freq
SUB SUB SUB
CAT uênc CAT uênc CAT uênc
CAT CAT CAT
EG INDICADO ia de EG INDICADO ia de EG INDICADO ia de
EG EG EG
ORI RES ocor ORI RES ocor ORI RES ocor
ORI ORI ORI
A rênc A rênc A rênc
A A A
ias ias ias
SIN 1. Solicita 1 Concorda 1 1. Acompan -
AIS que faça a com a auto- ha em
REV hetero- SIN avaliação feita silêncio.
ELA avaliação da AIS pela colega.
DO aula assistida. REV
EST Refere
RES 2. Silencio. - ELA 1 2. Refere 1
EST EST
DE DO SIN que se
RAT RAT que pensou RAT
FOR RES que seria AIS realmente
ÉGI ÉGI ÉGI
MU DE melhor REV fosse de outra
A A A
LAÇ AN ELA maneira, não
DE DE utilizar outra DE
ÃO ÁLI DOR sabe se
AN AN estratégia mas AN
DE SE ES resultaria.
ÁLI ÁLI que depois ÁLI
PED E verificou ser DE
SE SE SE
IDO HET melhor isso RES
E E E
S ER POS
HET HET não acontecer. HET
ER Refere
DO 3. Silêncio. - O- 1 TA 3. Resposta 1
ER ER
ORI AV que gostou da DO curta de
O- O- O-
ENT ALI ORI assentimento.
AV AV aula da colega AV
AD AÇ ENT
ALI ALI e que foi uma ALI
OR ÃO AD
AÇ AÇ das suas AÇ
PAR DAS melhores OR
ÃO ÃO ÃO
A EST aulas.
AS AGI
EST ÁRI
AGI AS
ÁRI
AS
TOTAIS: 3 1 3 3 3 2
No Quadro 53 verifica-se a ausência de análise ou de auto-avaliação por parte
das estagiárias no que concerne aos materiais que elaboraram.
Por outro lado, o orientador considera existirem cartazes bem elaborados, com o
que as estagiárias concordam.
112
Quadro 53
Forma como Analisa e de Avalia os Materiais Didácticos Elaborados pelas
Estagiárias.
Fre
Freq Freq quê
SUB SUB SUB
CAT uênc CAT uênc CAT nci
CAT CAT CAT
EG INDICADO ia de EG INDICADO ia de EG INDICADO a de
EG EG EG
ORI RES ocor ORI RES ocor ORI RES oco
ORI ORI ORI
A rênc A rênc A rrê
A A A
ias ias nci
as
Ausência - SIN 1. Consider 4 Resposta 2
de auto- AIS a que os justificativa e
avaliação ou REV textos o tentativa de
SIN análise. ELA apresentados encontrar uma
SOB
AIS DOR SOB são muito SOB alternativa.
RE
REV ES RE longos. RE
O
MA Ausência Resposta
ELA - DE O 2. Consider 3 SIN O 1
DOR AN MA a que os AIS MA curta
TER de auto- de
ES avaliação ou ÁLI TER cartazes estão REV TER assentimento.
IAL
DE análise. SE E IAL bem ELA IAL
AUT DE DID concebidos. DOR DID
DID
O-
ÁCT Ausência - AV ÁCT 3. Não 1 ES ÁCT Resposta 1
AV de auto- ALI ICO concorda com DE ICO curta
ICO
ALI avaliação ou AÇÃ ELA o documento RES ELA justificativa
ELA
AÇÃ análise. O BO apresentado POS BO do modo
BO
O E DO RA pela TAS RA como o
RA
AN ORI DO professora. DAS DO trabalho está
DO
ÁLI ENT PEL EST PEL apresentado.
PEL
SE AD AS AGI AS
AS
DAS OR EST ÁRI EST
EST
EST PAR AGI AS AGI
AGI
AGI A ÁRI ÁRI
ÁRI
ÁRI AS AS AS
AS
AS EST
AGI
ÁRI
AS
TOTAIS: 0 0 3 8 3 4
O indicador moda revela a forma como o relatório está elaborado, podemos inferir que o
orientador tem consciência da importância do reforço na avaliação, como nos refere
Hadji (1994). A estagiária concorda com a avaliação efectuada.
113
Quadro 54
Opinião sobre os Relatórios de Actividades.
Freq Freq Freq
SUB SUB SUB
CAT uênc CAT uênc CAT uênc
CAT CAT CAT
EG INDICADO ia de EG INDICADO ia de EG INDICADO ia de
EG EG EG
ORI RES ocor ORI RES ocor ORI RES ocor
ORI ORI ORI
A rênc A rênc A rênc
A A A
ias ias ias
Ausência de - SIN 1. Consider 2 Resposta 1
auto- AIS a que o de
avaliação ou REV relatório assentimento.
SIN EST análise. ELA entregue pela
AIS RAT DOR EST professora diz EST
REV ÉGI ES RAT respeito a RAT
ELA A DE ÉGI uma SIN ÉGI
DOR DE AN A actividade AIS A
ES AUT ÁLI DE realizada. REV DE
DE O- Ausência de - SE E AV 2. Consider 4 ELA AV Resposta 1
AUT AV auto- DE ALI a o relatório DOR ALI curta de
O- ALI avaliação ou AV AÇ bem feito. ES AÇ assentimento.
AV AÇ análise. ALI ÃO DE ÃO
ALI ÃO AÇÃ DO RES DO
AÇÃ DO O REL POS REL
O E REL DO AT TAS AT
AN AT ORI ÓRI DAS ÓRI
ÁLI ÓRI ENT O EST O
SE O AD DE AGI DE
DAS DE OR ACT ÁRI ACT
EST ACT PAR IVI AS IVI
AGI IVI A DA DA
ÁRI DA AS DES DES
AS DES EST
AGI
ÁRI
AS
TOTAIS: 0 0 2 6 1 2
114
Ao examinarmos o Quadro 55 observamos que o indicador moda se refere à
constatação por parte do orientador de que existe pouco tempo para leccionar todos os
conteúdos, as estagiárias concordam com esta posição.
Quadro 55
Opinião sobre a Prática Lectiva das Estagiárias.
Freq Freq Freq
SUB SUB SUB
uênc uênc CAT uênc
CATE CAT CAT CAT
INDICA ia de CATEG INDICAD ia de EG INDICADO ia de
GORI EG EG EG
DORES ocor ORIA ORES ocor ORI RES ocor
A ORI ORI ORI
rênc rênc A rênc
A A A
ias ias ias
FORM Ausê - SINAIS 1. Indica 6 Resposta 3
ncia de REVEL EST que existe curta de
ULAÇ SIN
auto- ADORE RAT pouco concordância.
ÃO DE AIS
avaliação S DE ÉGI tempo para
AFIRM EST REV EST
ou SUGEST A leccionar
AÇÕE RAT ELA RAT
análise. ÕES DE alguns
S E DE ÉGI DOR ÉGI
ORIENT AV conteúdos.
QUES A ES A
TÕES DE Ausê DE Resposta
- AÇÕES ALI 2. Indica 2 4
DE
ncia de E AÇ que
DAS PRÁ RES PRÁ explicativa
INSTRU ÃO demoram
ESTA TIC auto- POS TIC algo
avaliação ÇÕES DA demasiado pormenorizad
GIÁRI A TAS A
DO PRÁ tempo a
AS LEC ou DAS LEC a.
ORIENT TIC leccionar
PARA TIV análise. EST TIV
ADOR A alguns
O A AGI A
PARA LEC conteúdos.
ORIEN ÁRI
AS TIV
TADO AS
ESTAGI A
R
ÁRIAS
TOTAIS: 0 0 2 8 2 7
115
Quadro 56
Opinião sobre a Forma de Avaliar os Alunos.
Freq Freq Freq
SUB uênc SUB uênc SUB uênc
CAT CAT CAT
CAT INDICADOR ia de CAT INDICADOR ia de CAT INDICADOR ia de
EGO EGO EGO
EGO ES ocor EGO ES ocor EGO ES ocor
RIA RIA RIA
RIA rênci RIA rênci RIA rênci
as as as
Afirma 2 SIN 1. Sugere 2 Responde 1
que uma aluna AIS que se que a aluna se
faltou ao teste REV considere essa dispôs a
FOR por uma ELA situação, não realizar o teste.
MU situação DOR necessitando
LAÇ anómala. ES de fazer teste.
ÃO Pergunta 1 DE 2. Sugere 2 Resposta 1
DE se deve fazer SUG que não vale a curta de
SIN
AFI teste de EST pena fazer admiração.
AIS
RM recuperação. ÕES testes de REV
AÇÕ ORI recuperação,
SOB ELA SOB
ES E SOB ENT porque os
RE DOR RE
DE RE AÇÕ alunos não
A ES A
QUE A ES E
AVA melhoram as DE AVA
STÕ AVA INS
LIA notas. RES LIA
ES LIA TRU
ÇÃO POS ÇÃO
DAS ÇÃO ÇÕE
DE TAS DE
EST DE S
ALU DAS ALU
AGI ALU DO
NOS EST NOS
ÁRI NOS ORI
AGI
AS ENT
ÁRI
PAR ADO
AS
A 0 R
ORI PAR
ENT A
ADO AS
R EST
AGI
ÁRI
AS
TOTAIS: 2 3 2 4 2 2
116
Quadro 57
Forma como Procede à Planificação.
Frequ Frequ Frequ
SUBC SUBC SUBC
CAT ência CAT ência CAT ência
ATE ATE ATE
EGO INDICADORES de EGO INDICADORES de EGO INDICADORES de
GORI GORI GORI
RIA ocorr RIA ocorr RIA ocorr
A A A
ências ências ências
FOR Pergunta como deve gerir as 1 SIN 1. Sugere que em vez de começar 3 As estagiárias concorda mas 2
MUL últimas aulas do período. AIS matéria nova, que se leccione uma refere que lhe faltam depois aulas
AÇÃ REV aula ou duas de revisões. para leccionar a matéria toda.
O ELA
DE Pergunta será bom assistir à 1 DOR
2. Sugere que a aula seja assistida 2 Ausência de resposta. -
aula uma vez que é uma aula de neste período, mas se quiser deixar SIN
AFI ES
restos. para o próximo período, que deixe. AIS
RM DE
REV
AÇÕ Afirma que existe uma 1 SUG 3. Sugere a forma como se 3
ELA
Resposta curta de 1
ES E EST EST
DE
evolução ao nível do pensamento
ÕES
EST interligam conteúdos a leccionar. DOR EST assentimento.
RAT desde a sua juventude até ao fim ES
QUE ORI RAT RAT
ÉGI da sua vida. DE
STÕ ENT ÉGI ÉGI
ES
A Ausência de afirmações ou - AÇÕ A 4. Indica a forma como devem ser 2 RES A Resposta curta de 1
DE POS
DAS questões. ES E DE leccionados alguns conteúdos. DE assentimento
PLA Ausência de afirmações ou TAS
EST - INST PLA 5. Sugere que ao planificar uma 2
E DE PLA Ausência de resposta. -
NIFI
AGI questões. RUÇ NIFI aula tem-se em conta todas as outras SUG NIFI
ÁRI CA ÕES CA que se lhe seguem. EST CA
ÇÃ Ausência de afirmações ou
AS - DO ÇÃ 6. Sugere a formação de grupos 2 ÕES ÇÃ As estagiária omitem a -
PAR O questões. ORI para elaboração de propostas de resposta e continuam em grupo
A 0 ENT
O DAS O
matrizes e de provas globais a EST global.
ORI ADO
apresentar no grupo disciplinar. AGI
ENT R
ADO Pergunta se alguns conteúdos 1 PAR 7. Indica o modo como se 8 ÁRI Resposta curta de 3
podem ser colocados daquela elaboram matrizes para os testes. AS assentimento ao nível gestual.
R A AS
maneira. EST
Ausência de afirmações ou - AGI 8. Indica como elabora as 14 Resposta curta de 3
questões. ÁRI questões da prova global. assentimento ao nível gestual.
AS
117
Quadro 57 (Continuação)
Forma como Procede à Planificação.
Freq Freq Freq
SUB uênci SUB uênci SUB uênci
CAT CAT CAT
CAT a de CAT a de CAT a de
EGO INDICADORES EGO INDICADORES EGO INDICADORES
RIA EGO ocorr RIA EGO ocorr RIA EGO ocorr
RIA ência RIA ência RIA ência
s s s
Considera que é muito difícil 1 9. Indica a forma de elaborar os 5 Mostra ao orientador para 1
SINA objectivos a inserir na matriz.
FOR
definir os objectivos de nível um. IS
verificar se está bem.
MUL Ausência de afirmações ou - REV 10. Ordena que os grupos de 2 Ausência de resposta. -
AÇÃ questões. ELA trabalho tomem atenção para que
O DE DOR não sejam colocados conteúdos que SINA
AFIR ES IS
MAÇ DE
não foram leccionados. REV
ÕES EST Ausência de afirmações ou - SUG EST 11. Ordena que é necessário levar 3 ELA EST Ausência de resposta. -
E DE RAT questões. ESTÕ RAT propostas de trabalho para as DOR RAT
QUE ES reuniões de elaboração, porque ES
STÕE
ÉGI ORIE
ÉGI DE
ÉGI
S A NTA A senão não se trabalha e acaba-se por RESP A
DAS DE ÇÕE DE não ter tempo. OST DE
ESTA PLA Ausência de afirmações ou - S E PLA 12. Ordena que não deverá ser 3 AS E PLA Resposta de assentimento e de 1
GIÁR INST introduzido na prova global um DE
NIFI questões. NIFI NIFI compreensão da ordem dada.
IAS RUÇ SUG
PAR CA ÕES CA texto conhecido dos alunos nem ESTÕ CA
A 0 ÇÃ DO ÇÃ demasiado evidente. ES ÇÃ
ORIE O 15. Pergunta se podem levar 1 ORIE O 13. Ordena que escolham os textos 2 DAS O Resposta de assentimento. 1
NTA NTA ESTA
DOR para a reunião de grupo disciplinar DOR
a inserir nas provas globais. GIÁR
alguns exercícios já formulados. PAR IAS
Considera que os alunos 2 A AS 14. Ordena que insistam com os 4 As estagiárias dialogam sobre 5
ESTA alunos para comentarem as
enumeram as características e GIÁR
o modo como os alunos
depois não as comentam. IAS definições nos testes. respondem às perguntas feitas nos
testes.
118
Quadro 57 (Continuação)
Forma como Procede a Planificação.
Frequê Frequê Frequê
CATE SUBC CATE SUBC CATE SUBC
ncia de ncia de ncia de
GORI ATEG INDICADORES GORI ATEG INDICADORES GORI ATEG INDICADORES
ocorrê ocorrê ocorrê
A ORIA A ORIA A ORIA
ncias ncias ncias
Estabelecem analogia com as 1 SINAI 15. Indica que as matrizes das 1 Afirma que as matrizes por si 1
matrizes dos testes sumativos, S provas globais são semelhantes às elaboradas, são mais especificas.
anteriormente elaborados. REVE realizadas para os diferentes testes
FOR LAD sumativos.
MUL ORES
AÇÃ Ausência de afirmações ou - DE
16. Ordena que solicitem aos grupos 2 SI- Questionam se são elas a 1
questões. de trabalho para reunirem, de forma NAIS solicitarem a reunião.
O DE SUGE
a elaborarem as matrizes. REVE
AFIR STÕE
LAD
EST Ausência de afirmações ou
EST Referem que a delegada de
MAÇ S,
ÕES
-
ORIE EST 17. Responde questionando as 1 ORES 2
RAT questões. estagiárias.
E DE NTAÇ RAT DE RAT grupo é uma pessoa responsável,
ÉGI
QUES ÕES ÉGI RESP ÉGI assim como todos os professores.
A DE Ausência de afirmações ou
TÕES - E A DE 18. Indica que existe liberdade de 2 OSTA
A DE Solicitam que intervenha junto 1
PLA questões. S E
DAS INST PLA gestão do programa, desde que exista DE PLA dos colegas de grupo para que não
NIFI
ESTA RUÇ NIFI uma linha orientadora. SUGE NIFI seja inseridos na prova global
GIÁR CAÇ ÕES CAÇ STÕE CAÇ determinada matéria.
IAS ÃO DO ÃO S ÃO
PARA ORIE
DAS
0 NTAD
ESTA
ORIE OR
GIÁR
NTAD PARA
IAS
OR AS
ESTA
GIÁR
IAS
TOTAIS: 18 9 18 60 18 23
119
Decidimos não o fazer, de forma a usarmos o mesmo critério para os dois conjuntos de
observações naturalistas que efectuámos a Seminários de Prática Pedagógica.
120
Quadro 58
Forma como Indica a Presença do Orientador da Faculdade.
Freq Freq Freq
SUB SUB SUB
CAT uênc CAT uênc CAT uênc
CAT CAT CAT
EG INDICAD ia de EG ia de EG INDICAD ia de
EG EG INDICADORES EG
ORI ORES ocor ORI ocor ORI ORES ocor
ORI ORI ORI
A rênc A rênc A rênc
A A A
ias ias ias
Pergu 1 SIN 1. Indica que o 1 Respost 1
nta se o AIS orientador disse a curta de
orientador REV que vinha à assentiment
FOR da escola, mas que o.
ELA
MU faculdade nunca mais
DO
LAÇ vinha à contactou,
RES
ÃO escola. possivelmente SIN
DE
DE devido aos seus AIS
SUG
AFI afazeres. REV
EST
RM ELA
SOB Ausên - ÕES 2. Indica que o 1 Respost 1
AÇ DO
RE cia de ORI SOB orientador estará SOB a curta de
ÕES RES
O afirmações ENT RE presente na RE assentiment
E escola. DE
ORI ou AÇ O O o e de
DE RES
ENT questões. ÕES ORI ORI interpelação
QU POS
AD Pergu 1 E ENT 3. Indica a hora 11 ENT Respost 1
EST TAS
OR nta INS AD e o motivo pelo AD a curta de
ÕES E
DA quando e TRU OR qual o orientador OR assentiment
DAS DE
FAC porque ÇÕ DA se desloca à DA o seguida
EST SUG
ULD motivo o ES FAC escola. FAC de
AGI EST
ADE orientador DO ULD ULD interpelação
ÁRI ÕES
vem à ORI ADE ADE .
AS DAS
escola. ENT
PAR EST
A 0 Pergu 1 AD 4. Indica que o 1 AGI Respost 1
nta o que OR orientador deseja a curta de
ORI ÁRI
vem fazer PAR saber se vão assentiment
ENT AS
o A realizar alguma o.
AD
orientador AS actividade que
OR
da EST todo o grupo de
faculdade. AGI estagiários de
ÁRI outras escolas
AS possam assistir.
TOTAIS: 4 3 4 14 4 4
121
Quadro 59
Forma como Estabelece Critérios sobre o Dossier de Estágio.
Freq Freq Freq
SUB SUB
uênc uênc uênc
CAT CAT SUBC CAT CAT
INDICAD ia de CAT INDICAD ia de INDICAD ia de
EGO EG EGO ATEG EGO EG
RIA ORI ORES ocor RIA
ORIA
ORES ocor RIA
ORI
ORES ocor
rênc rênc rênc
A A
ias ias ias
FOR Pergunt 1 SINA 1. Indica 2 Respost 1
a como se IS o modo a curta de
MUL
colocam os REV como se assentiment
AÇÃ
ELA inserem os
O relatórios SIN o seguida
DOR
DE no dossier relatórios AIS de nova
ES
AFI de estágio. no dossier. REV questão.
DE
RM Pergunt 1 2. Indica 1 ELA Respost 1
SUGE
AÇÕ SOB DOR SOB
a o modo de STÕE que o a curta de
ES E RE ES RE
apresentar S SOBR relatório assentiment
DE O DE O
os ORIE E O pode ser
QUE DOS RES DOS o.
relatórios. NTA DOSS apresentado
STÕ POS
SIE ÇÕES da como SIE
ES
E
IER TAS
DAS R está. E DE R
INST DE
EST DE SUG DE
RUÇ ESTÁ
AGI EST EST EST
ÕES GIO.
ÁRI ÁGI ÕES ÁGI
DO
AS O. ORIE
DAS O.
PAR EST
NTA
A 0 AGI
DOR
ORI ÁRI
PAR
ENT AS
A AS
ADO
ESTA
R
GIÁR
IAS
TOTAIS: 2 2 2 3 2 2
122
Quadro 60
Forma como Procede a Planificações de Actividades.
Frequ Frequ
Frequênc
SUBC ência SUBC ência SUBC
CATEGO CATEGO CATEGO ia de
RIA
ATEG INDICADORES de
RIA
ATEG INDICADORES de
RIA
ATEG INDICADORES
ocorrênci
ORIA ocorrê ORIA ocorrê ORIA
as
ncias ncias
Ausência de afirmações ou - 1. Indica que é o núcleo de 1 Sugestão das especialidades 2
questões. estágio que prepara alimentos da região que se podem
madeirenses para a mostra confeccionar.
SINAIS gastronómica.
Pergunta qual a quantidade 1 REVE 2. Indica como se fará a compra 7 Resposta curta de 2
EST de alimentos que se têm de LADO EST e financiamento dos materiais EST assentimento.
FORM RAT comprar. RES RAT necessários para a actividade. RAT
ULAÇÃ ÉGI Pergunta quem suporta o 1 DE ÉGI 3. Indica que se faz um scanning 1 ÉGI Resposta curta de 1
O DE A DE custo de fotocópias necessárias SUGES A DE SINAIS A DE
dos materiais necessários e que assentimento.
AFIRM PLA TÕES PLA REVEL PLA
para a actividade. será a estagiária a imprimir para os
AÇÕES NIFI ORIEN NIFI ADORE NIFI
E DE CAÇ TAÇÕ CAÇ alunos não terem custos. S DE CAÇ
QUEST ÃO Ausência de afirmações ou - ES E ÃO 4. Indica o modo como se 7 RESPO ÃO Permanecem em silêncio, 1
ÕES DE questões. INSTR DE confeccionam os bens alimentares. STAS E DE existindo uma resposta curta de
DAS ACT UÇÕE ACT DE ACT assentimento no fim.
ESTAG IVID Ausência de afirmações ou - S IVID 5. Indica que os convites e 1 SUGES IVID Resposta curta de 2
IÁRIAS ADE questões. DO ADE programa da actividade já foi TÕES ADE
assentimento referindo que se
PARA 0 S A ORIEN S A DAS S A
enviado às diferentes escolas, mas deslocará à secretaria para ir
ORIEN DES TADO DES ESTAGI DES
TADO ENV R ENV que será bom enviar aos diferentes ÁRIAS ENV buscar envelopes.
R OLV PARA OLV núcleos. OLV
ER Pergunta como apresenta o 5 AS ER 6. Indica o modo como se 6 ER Resposta curta de 5
documento a enviar às diversas ESTAG apresenta o documento, o número assentimento.
escolas onde existem núcleos de IÁRIA de exemplares necessários e a
estágio e qual a morada da escola. S morada da escola.
Ausência de afirmações ou - 7. Ordena que se arquivem dos 1 Ausência de resposta verbal. -
questões. documentos que estiveram a
elaborar.
123
Quadro 60 (Continuação)
Forma como Procede a Planificações de Actividades.
Frequ Frequ
SUBC SUBC SUBC Frequê
ência ência CAT
CATEG ATE CATEG ATE ATE ncia de
INDICADORES de INDICADORES de EGO INDICADORES
ORIA GORI ORIA GORI GORI ocorrên
ocorr ocorr RIA
A A A cias
ências ências
Ausência de afirmações ou - 8. Indica que vai fazer um 2 Resposta curta de assentimento. 1
questões. esforço para não faltar às aulas.
Pergunta se já recrutou os 1 9. Indica que os alunos 1 Resposta curta de assentimento. 1
alunos para a montagem da casa SINAIS envolvidos na actividade podem
da Madeira e se podem faltar às REVE faltar às aulas se for necessário. SIN
EST aulas. LADO EST
EST AIS
RAT RES RAT
FORM
ÉGI
Pergunta como seleccionar 1
DE
RAT 10. O orientador omite a resposta 1 REV
ÉGI
A estagiária não volta a perguntar. -
ULAÇÃ os alunos para darem assistência ÉGI a esta questão. ELA
A DE SUGES A DE
O DE à casa da Madeira, no sábado. A DE DOR
PLA TÕES PLA
AFIRM PLA ES
NIFI Pergunta que roupas os 1 ORIEN 11. Indica que os trajos 1 NIFI Resposta curta de assentimento e 2
AÇÕES NIFI DE
E DE
CAÇ alunos vestem de forma a serem TAÇÕ
CAÇ
madeirenses se não servirem a RES
CAÇ refere as cores que os alunos podem
ÃO identificados com a casa da ES E nenhum dos intervenientes serão ÃO vestir.
QUEST ÃO POS
DE Madeira. INSTR colocados nos manequins. DE
ÕES DE TAS
ACT UÇÕE ACT
DAS
IVID
Ausência de afirmações ou -
S
ACT 12. Indica o modo como os 19 E DE
IVID
A estagiária volta a referir que não 1
ESTAG questões. IVID alunos que participam na SUG é ilustrativo da Madeira.
ADE DO ADE
IÁRIAS ADE actividade se deverão vestir. EST
S A ORIEN S A
PARA 0 S A ÕES
DES Ausência de afirmações ou - TADO 13. Indica quais os materiais e o 7 DES Resposta curta de assentimento. 1
ORIEN DES DAS
ENV questões R local de construção da casa da ENV
TADO ENV EST
OLV PARA Madeira na "feira". OLV
R OLV AGI
ER Pergunta se as estagiária 1 AS
ER 14. Indica que as estagiárias 4 ÁRI
ER Ausência de resposta verbal. -
também têm que participar na ESTAG podem colaborar na construção da AS
IÁRIA
construção da casa da madeira. casa da madeira, mas que não é
S
obrigatório.
Pergunta quando vai 1 15. Indica da sua disponibilidade 4 Resposta curta de assentimento. 1
construir a casa da Madeira. para fazer as actividades.
124
Quadro 60 (Continuação)
Forma como Procede a Planificações de Actividades.
Frequ Frequ
SUBC SUBC Frequê
ência SUBCA ência
CATEG ATE CATEG ATE ncia de CATE
INDICADORES de INDICADORES TEGO INDICADORES de
ORIA GORI ORIA GORI ocorrê GORIA
ocorr RIA ocorr
A A ncias
ências ências
Pergunta se já enviaram os 1 SINAI 16. Indica que chegarão ao 4 Indica que se deslocará à Casa 4
materiais da Madeira. S continente alguns materiais para da Madeira para levantar os
EST EST
REVE expor. materiais.
FORM RAT RAT
ULAÇ ÉGI Ausência de afirmações ou - LADO
ÉGI 17. Indica as entidades oficiais 2 SINAI Resposta curta de 1
questões. RES que estarão presentes. assentimento.
ÃO DE A A S ESTR
AFIR DE Ausência de afirmações ou - DE
DE 18. Ordena que se calendarize as 5 REVE ATÉG Resposta curta de 1
questões. SUGE actividades. assentimento.
MAÇÕ PLA PLA LAD IA DE
Ausência de afirmações ou - STÕE 19. Indica o modo como os 7 Resposta curta de 1
ES E NIFI NIFI ORES PLAN
questões. S diferentes stands se apresentam e assentimento.
DE CA CA DE IFICA
ORIE quais os artefactos a expor.
QUES ÇÃ ÇÃ RESP ÇÃO
Ausência de afirmações ou - NTAÇ 20. Indica a forma como se 6 Resposta curta de 1
TÕES O O OSTA DE
questões. ÕES E reparte a presença das professoras assentimento.
DAS DE DE S E ACTI
INST e do orientador no stand.
ESTA ACT ACT DE VIDA
RUÇÕ
GIÁRI IVI A estagiária mostra os 1 IVI 21. Indica a forma como se 11 SUGE DES Resposta curta de 1
ES apresentam os cartazes.
AS DA cartazes que elaborou. DA STÕE A assentimento.
DO
PARA DES Ausência de afirmações ou - DES 22. Indica que as fotografias da 4 S DESE Resposta curta de 1
ORIE
0 A questões. A actividade do carnaval estão DAS NVO assentimento.
NTAD
ORIE DES DES prontas e que será o núcleo a ESTA LVER
OR
NTAD ENV ENV expo-las. GIÁR
PARA
OR OL Ausência de afirmações ou AS
- OL 23. Indica a forma como serão IAS
8 Resposta curta de 1
VER questões. VER expostas as fotos da actividade assentimento.
ESTA
do carnaval.
GIÁR
IAS
TOTAIS: 23 14 23 107 23 31
125
giária não aceitou a indicação do orientador.
126
CONCLUSÃO
Este capítulo tem por objectivo englobar de uma forma geral todas as conclusões
resultantes da análise dos diferentes Quadros que construímos e que já analisámos
anteriormente, tendo em conta os modelos teóricos da supervisão.
1 . Discussão de Resultados
128
analisarmos o Quadro 47, partindo da questão formulada. A primeira fase do ciclo de
supervisão não ocorreu, ou seja o encontro pré-observação como referem Alarcão e
Tavares (1987) e Vieira (1993), uma vez que nos factos que nos foram dados observar,
houve a necessidade de saber se as estagiárias leccionaram ou não determinados
conteúdos. Esta nossa inferência é corroborada pela análise do Quadro 55, em que as
estagiárias sentem necessidade de justificar o motivo de demorarem tanto tempo para
leccionarem alguns conteúdos. Depreendemos que estas dificuldades são devidas à
inexistência de formação específica em supervisão, por parte dos orientadores, como
podemos constatar pelo Quadro 4.
129
faça referência à avaliação em portfólio, nem a tenha, segundo deduzimos, utilizado,
mas um dos indicadores refere-nos o progresso realizado pela estagiária. Por outro lado,
foi-nos facultado presenciar, no contexto de supervisão, a necessidade de os
supervisores estarem conscientes do grande papel que o professor assume no
desenvolvimento dos alunos. Ao efectuar-se a avaliação formativa tenta-se que se
efectuem transformações nos professores. No contexto de supervisão, não nos foi dado
observar a descrição pormenorizada do que fazemos como primeiro passo para uma
reflexão crítica, referida por Vieira (1993).
130
No Quadro 30 verificamos a exigência, referida por Vieira (1993), de que os
supervisores necessitam de ser pessoas informadas e capazes de questionar as
estagiárias de forma a promoverem a reflexão teórico-prática.
131
(1994), que se colocam ao supervisor na sua relação com o professor, nomeadamente de
os professores não aceitarem as críticas que os orientadores lhes fazem e assumirem
uma atitude de defesa. Constatamos ser um acto de coragem ter apresentado o conflito
existente às restantes colegas do grupo de estágio. Após a apresentação do conflito
existente às restantes estagiárias, verificamos a preocupação de querer ouvir a
formanda. Hadji (1994) refere-nos que a auto-avaliação é também uma hetero-
avaliação, uma vez que o objecto de análise é exterior ao próprio eu. Foi-nos dado
observar o fenómeno de serem tecidas considerações sobre o mesmo aspecto, mas de
forma diferente, possivelmente não querendo entrar mais em choque com a estagiária.
Se compararmos o Quadro 40 com o Quadro 51, verifica-se que a certo momento a
estagiária refere que não poderia fazer ligação com a matéria anterior, dado ser matéria
nova. Por outro lado, refere que os alunos podiam participar de forma tão activa, porque
era uma aula, de culminar de matéria. Podemos constatar a inexistência de percepção
desta contradição ou aparentar não ser percebida, minimizando-se o conflito existente.
Podemos ainda inferir, a partir do Quadro 42, que ao ser proposto a elaboração
de matrizes e provas globais, tenta-se pôr em prática, uma das competências e funções
de que nos fala Wallace, referido por Vieira (1993), no que se refere à Didáctica
enquanto objecto de reflexão/experimentação.
132
professores em formação. Podemos inferir, a partir deste Quadro que se está atento às
necessidades das estagiárias em contexto.
133
supervisor, os professores e os alunos na escola e esta na sociedade e consequentemente
no mundo.
Com este estudo não tencionamos caracterizar as relações dos núcleos de estágio
com a organização escola, nem com os diferentes órgãos existentes na escola. Não
temos o propósito de caracterizar as diferentes formas de relacionamento entre os
diferentes núcleos de estágio, nem tão pouco entre os diversos orientadores. Não
pretendemos descrever qual o papel que desempenha o orientador na organização
escola.
134
Projectamos caracterizar as funções do orientador de estágio, a fim de poder
comparar com os modelos teóricos de supervisão. Visamos ainda abordar no presente
estudo quais os problemas e as dificuldades detectados pelos orientadores de estágio.
3 . Conclusões Gerais
135
personalidade dos orientadores de estágio, mas fruto do trabalho desenvolvido por
tentativa e erro. Foi-nos facultado observar que as estratégias de treinamento, visando a
reflexão teórico-crítica se verificam de forma incipiente;
- foi-nos permitido ver que não existem estratégias que visem a inovação do
processo de ensino-aprendizagem, no contexto que nos fala Soares (1995) e nem
estratégias de reflexão que visem o desenvolvimento de professores e consequentemente
dos seus alunos;
Tendo em conta o que nos refere Blumberg (1980), deduzimos pelo que nos foi
concedido ver, que se a estrutura do estágio for mais flexível, onde possa existir mais
diálogo e interacção, o grau de autonomia é mais elevado nos professores. Pelo
contrário, se a estrutura de estágio onde as informações, as sugestões e o
estabelecimento de critérios e avaliação são mais elevados, o grau de autonomia dos
professores é menor.
Este nosso trabalho leva-nos a apontar algumas pistas de reflexão que julgamos
interessantes:
137
aula e ver em que medida a formação veio influenciar o processo de
ensino-aprendizagem;
analisar a importância que têm os orientadores de estágio e em que
medida a organização escola beneficia da presença de orientadores e de
estagiários;
conhecer expectativas e percepções dos professores estagiários
relativamente ao estágio, às funções do orientador e suas tarefas, e à
profissão docente que irão abraçar, no início do estágio e comparar as
suas opiniões no fim do estágio pedagógico.
138
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
140
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Formateurs comme Strategies de Changement Organisationnel . Tese de
Doutoramento apresentada na Universidade de CAEN . CAEN.
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141
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Portugal: Situação Actual e Perspectivas . Porto: Sociedade Portuguesa de
Ciências da Educação.
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144
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Consciencialização dos Professores sobre a sua Prática Lectiva , Tese de
Mestrado Policopiada, Universidade de Aveiro, Aveiro.
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Cultura, S.A.
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145
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147
Villas-Boas, M. A. (1991) . A Supervisão Clínica na Formação de Professores .
Ciências da Educação em Portugal: Situação Actual e Perspectivas . Porto:
Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação.
148
149
ANEXO Nº 1
150
GUIÃO DE OBSERVAÇÕES
II – OBJECTIVOS GERAIS:
151
OBJECTIVOS
DESCRIÇÃO OBSERVAÇÕES
ESPECÍFICOS
1.1. Observar o modo 1. para recolher dados Resposta às
como o supervisor seguintes
ajuda o professor a 2. ver como o supervisor ajuda a questões da
planificar as suas planificar as actividades ao professor. coluna
actividades. "descrições:
3. Na sala em que decorrem os 1: para quê?
seminários de Prática Pedagógica. 2: o quê?
3: onde?
4. Iremos fazer observação naturalista, 4: como?
dado que pretendemos registar todas as 5: quem?
situações de planificação que ocorrem no
seminário de prática pedagógica.
Pretendemos utilizar uma grelha com os
seguintes itens: identificação do local, dia
e hora; tempo; conteúdos e observações,
de forma a registar os dados da
observação.
152
1.2. Observar o modo 1. para recolher dados Resposta às
como supervisor e seguintes
professores interagem 2. ver como o supervisor e professores questões da
na prática pedagógica. interagem nas Práticas Pedagógicas.. coluna
"descrições:
3. Na sala em que decorrem os 1: para quê?
seminários de Prática Pedagógica. 2: o quê?
3: onde?
4. Iremos fazer observação naturalista, 4: como?
dado que pretendemos registar todas as 5: quem?
situações de interacção que ocorrem no
seminário de prática pedagógica.
Pretendemos utilizar uma grelha com os
seguintes itens: identificação do local, dia
e hora; tempo; conteúdos e observações,
de forma a registar os dados da
observação.
153
1. 3. Observar que 1. para recolher dados. Resposta às
tipo e o modo como é seguintes
exercida a avaliação 2. ver que estratégia de avaliação é questões da
do supervisor aos usada pelo supervisor e o modo como é coluna
trabalhos / actividades exercida. "descrições":
dos professores 3. Na sala em que decorrem os 1: para quê?
seminários de Prática Pedagógica. 2: o quê?
3: onde?
4. Iremos fazer observação naturalista, 4: como?
dado que pretendemos registar todas as 5: quem?
situações de planificação que ocorrem no
seminário de prática pedagógica.
Pretendemos utilizar uma grelha com os
seguintes itens: identificação do local, dia
e hora; tempo; conteúdos e observações,
de forma a registar os dados da
observação.
154
2.1. Observar quais 1. para recolher dados Resposta às
são as dificuldades / seguintes
problemas mais 2. ver quais as dificuldades /problemas questões da
encontrados pelos mais encontrados pelos supervisores. coluna
supervisores. "descrições:
3. Na sala em que decorrem os 1: para quê?
seminários de Prática Pedagógica. 2: o quê?
3: onde?
4. Iremos fazer observação naturalista, 4: como?
dado que pretendemos registar todas as 5: quem?
dificuldades/problemas que ocorrem no
seminário de prática pedagógica.
Pretendemos utilizar uma grelha com os
seguintes itens: identificação do local, dia
e hora; tempo; conteúdos e observações,
de forma a registar os dados da
observação.
155