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Investimento vs. Poupança: Entenda as Diferenças

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Tópicos abordados

  • acumulação de patrimônio,
  • investimento em educação,
  • comunicação financeira,
  • caminhos para a riqueza,
  • mentalidade financeira,
  • comportamento de poupança,
  • diferenciação de renda,
  • riscos de investimento,
  • valores e investimentos,
  • comportamento econômico
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  • acumulação de patrimônio,
  • investimento em educação,
  • comunicação financeira,
  • caminhos para a riqueza,
  • mentalidade financeira,
  • comportamento de poupança,
  • diferenciação de renda,
  • riscos de investimento,
  • valores e investimentos,
  • comportamento econômico

Introdução

O tema do investimento é amplamente debatido, mas frequentemente as ideias não se


concretizam. Muitos indivíduos expressam insatisfação devido à escassez de recursos para
investir, enfrentando gastos substancialmente superiores à renda. Em algumas situações, a renda
é insuficiente para cobrir as despesas, agravada pela responsabilidade de sustentar as suas
famílias.

Existem ainda outros que possuem recursos básicos para investir, mas enfrentam desafios, como
a falta de tempo, a incerteza sobre como começar e executar, e outras limitações. Há receios
quanto ao lançamento de um negócio, temendo o insucesso diante das diversas variáveis
envolvidas. A insegurança persiste, levando a questionamentos sobre os resultados quando se
tenta algo novo.

Porém, existem diversas reclamações, limitações, desânimos e até mesmo desencorajamentos


por parte de nós mesmos, o que, por vezes, influencia aqueles que estão ao nosso lado.
Crescemos pensando assim e vivemos em um mundo permeado por esses hábitos. Esses
padrões são naturais, pois nascemos e crescemos em ambientes nos quais fomos condicionados
a pensar dessa maneira, a menos que alguém se empenhe em mudar esse paradigma.
Distinção entre Investimento e Poupança Na sociedade, é comum haver confusão entre os
conceitos de investimento e poupança, pois ambos envolvem a prática de guardar dinheiro. No
entanto, a distinção fundamental reside na finalidade e na natureza das ações financeiras. ##
Investir Investir vai além da simples reserva de recursos. Envolve a alocação de fundos em ativos
que apresentam potencial de retorno financeiro, como ações, títulos ou propriedades. A
intenção é não apenas preservar o capital, mas também gerar ganhos adicionais ao longo do
tempo. ## Poupar Por outro lado, poupar refere-se a reservar uma parte do dinheiro sem a
obrigação imediata de gerar retorno adicional. Tradicionalmente, a poupança está associada a
contas de poupança ou depósitos a prazo, oferecendo segurança, mas com menor potencial de
crescimento. Contudo, é interessante notar que alguns pesquisadores, acadêmicos e pensadores
consideram a poupança como uma forma de investimento, pois, mesmo sem envolver ativos de
alto risco, ela proporciona a acumulação de recursos ao longo do tempo. Essa distinção sutil
destaca a diversidade de perspectivas sobre as práticas financeiras e destaca a importância de
compreender as diferentes abordagens para uma gestão financeira mais informada.
Antes de nos aprofundarmos nos intricados temas dos investimentos, tanto para aqueles com
recursos mais limitados “Pobres” quanto para os mais prósperos “Ricos”, é fundamental
estabelecer alguns conceitos fundamentais. Estas bases não só tornarão mais claro o
entendimento do meu raciocínio, mas também proporcionarão um terreno sólido para a
transmissão do conhecimento que tenho a intenção de compartilhar.

Primeiro ponto, quando menciono o termo "pobre", não estou me referindo àqueles sem teto
ou que vivem com menos de 1 dólar por dia. Da mesma forma, ao falar de "rico", não estou
falando de milionários ou bilionários, mas sim de alguém com uma renda considerável que
investe e poupa. A abordagem aqui considerará as mentalidades distintas desses dois grupos.

Segundo ponto, enquanto lemos, nos deparamos com a expressão em latim no final da frase
"ceteris paribus", que, em português, significa se todo o resto se mantiver constante ou se todas
as variáveis se mantiverem constantes. Por exemplo, "Terminarei o curso em 5 anos, ceteris
paribus." Ao incluirmos essa expressão no final da frase, estamos excluindo as possibilidades de
não aprovar, de não desistir do curso, de não ficarmos doentes e atrasar o processo, e de
qualquer evento que possa modificar nossa meta neste intervalo de tempo.

Um outro exemplo que se adequa ao nosso bate-papo seria: "Investirei uma parte do meu
rendimento anual, ceteris paribus." Isso significa que estamos assumindo que podem existir
fatores que possam impossibilitar nossa meta, mas estamos excluindo-os.

Terceiro ponto, ao longo do nosso diálogo, pretendo ilustrar alguns exemplos hipotéticos para
enriquecer a compreensão. A utilização de situações imaginárias visa facilitar a assimilação de
conceitos e tornar a conversa mais acessível. Dessa forma, espero que a inclusão desses cenários
fictícios contribua para uma experiência de aprendizado mais envolvente.

Quarto ponto importantíssimo: Este bate-papo não fará menção ao que são os investimentos de
pobres e ricos, mas sim abrirá sua mente para enxergar as coisas de uma maneira diferente.
Talvez neste exato momento, você esteja precisando desse leque de conhecimento para ter
sucesso em algo que já pensou um dia.
Ao nos depararmos com o quadro apresentado acima, a pergunta que persiste é: qual é a nossa
mentalidade após essa análise? A resposta é profundamente individual e serve como uma
oportunidade de reflexão. Por vezes, percebemos que a nossa pobreza não reside apenas nos
recursos financeiros, mas, mais significativamente, na carência de conhecimento. Refletir sobre a
interseção entre pobreza e conhecimento é essencial. Algumas situações não são definidas pela
ausência de recursos financeiros, mas sim pela falta de cultura e sabedoria. A exclusão social e a
marginalização na sociedade muitas vezes estão mais relacionadas à carência de conhecimento
do que à escassez de dinheiro.

Para combater a pobreza de conhecimento, é imperativo investir em valores, promover o


desenvolvimento da autoestima, proporcionar conhecimentos e instigar o desejo por uma vida
melhor. Essa abordagem ampliada reconhece que superar a pobreza vai além da questão
financeira, envolvendo o enriquecimento do indivíduo através da educação e do acesso ao
conhecimento.

Vamos explorar os impactos de poupar 10% do rendimento mensal em dois cenários distintos:
um com um rendimento mensal de 8.000,00 Mts (considerado como o "pobre") e outro com um
rendimento mensal de 50.000,00 Mts (considerado como o "rico").

Essa comparação ilustra como a poupança, mesmo representando 10% do rendimento, pode
gerar resultados substanciais ao longo do tempo. A diferença nos montantes poupados é
notável, evidenciando a importância da educação financeira e do hábito de poupar
independentemente do rendimento.
Conclusão

A ideia fundamental deste bate-papo, ou melhor, e-book, foi apresentar conhecimentos


previamente compartilhados por outros, mas buscando adaptá-los à nossa realidade como
africanos, e especificamente como moçambicanos. Temos hábitos e costumes que já não
percebemos como problemáticos em relação às nossas finanças. Passamos a maior parte do
tempo reclamando das políticas do governo. Os indivíduos de baixa renda ("pobres") reclamam
de seus salários, enquanto aqueles com mais possibilidades de prosperar ("ricos") também
criticam as políticas governamentais. Como resultado, cada um segue sua vida sem se preocupar
com o amanhã.
O amanhã é crucial, pois se as coisas não estão bem hoje, podem piorar amanhã. Nossas acções
presentes moldam nosso futuro. Alguns afirmam que só se vive uma vez, argumentando que hoje
ou amanhã podem falecer, desconsiderando o amanhã. Se todos compartilhassem esse
pensamento, teríamos um mundo melhor? Isso merece reflexão. Se fosse o caso, nossos pais não
teriam construído suas casas ou pensado em acumular um patrimônio, preocupados com a
possibilidade de falecerem.
Entretanto, é prudente investir ou poupar, uma vez que o futuro é incerto. Ao fazê-lo, realize
essas ações da melhor maneira possível para beneficiar-se posteriormente. É crucial compreender
que todo investimento envolve riscos, sendo que, geralmente, quanto maior o risco, maior o
potencial retorno. Portanto, é recomendável conduzir sempre um estudo de viabilidade ao
considerar investimentos.
Há algo extraordinário que provavelmente aconteceu: alguns adquiriram este e-book por
amizade, outros por interesse no tema, alguns para ler a perspicácia que escrevi, alguns em busca
de conhecimento extra, outros pela atratividade da capa e alguns simplesmente por impulso.
Alguns podem tê-lo adquirido com a intenção de subestimar meu trabalho. No entanto, a verdade
é que não estou tão preocupado com a razão da compra. Se você está lendo, é porque comprou, e
isso é positivo para mim. Durante a criação do e-book e as conversas, investi recursos como
tempo, dinheiro para pesquisa, contratação de um revisor, consulta a um designer gráfico para a
capa, entre outros. Tudo isso representa um investimento que valorizo e acreditei que teria
retorno e olha que o valor é simbólico.
Surge a seguinte indagação: por que o valor é discrepante para estudantes e não estudantes? Eu,
enquanto estudante, compreendo as necessidades peculiares desse grupo, bem como sua filosofia
em relação ao dinheiro. Por outro lado, o público não estudante possui uma renda, aumentando a
probabilidade de adquirir sem comprometer outros aspectos financeiros. Ao adquirir algo,
acredita-se que esse ato constitui um investimento, e cabe ao indivíduo buscar possíveis retornos.

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