1.
INTRODUÇÃO
Agir com diplomacia, é ter respeito pelo próximo, sabendo lidar de modo pacífico perante
diferentes situações e comportamentos. O objetivo da diplomacia é manter um convívio sadio
entre os vários grupos sociais, fazendo com que as particularidades e interesses de cada um
seja defendido e reapresentado.
Por este motivo fomos escolhidos para fazer este trabalho e aprofundar mais sobre assuntos
atuais no quotidiano do mundo internacional, acordos (também chamado de tratados),
alianças, interesses com o fim de estabelecer e desenvolver contatos pacíficos entre diferentes
estados.
O Presente Estudo tem como finalidade demonstrar até que ponto a diplomacia angolana
tem beneficiado o cidadão angolano também. Nesta ordem de ideias e imperioso ficar na
maneira como foi construída a diplomacia angolana, na qual é incontornável o ingresso de
Angola nas organizações internacionais e regionais, assim como o início das relações
diplomáticas com outros países, mesmo estando no ambiente de guerra civil que o país viveu
depois da independência, situação que originou vários acordos com maior realce os de
Bicesse (1991) que com eles se transita para uma Angola democrática. A guerra civil que
voltou a eclodir em 1992, não paralisou a diplomacia chegando ao ponto de regularizar a
situação com a formação do governo de unidade de reconciliação nacional
1.1 JUSTIFICATIVA DO TEMA
É crucial analisarmos por meio das relações diplomáticas, acordos comerciais e decisões
estratégicas, uma vez que os governantes ou chefes de estado podem impactar diretamente
no desempenho econômico, nacional e mundial. Esse conhecimento permitirá centralizar e
coordenar o fluxo de interesses, atender os fatores locais que intervêm nas circunstâncias
políticas, culturais e comerciais que são o amálgama que fortalece todos os relacionamentos
sérios e estáveis entre os países.
1.2 PERGUNTA DE PARTIDA
Quais serão os ganhos, perspectivas e mais valias que Angola ganhará ou receberá com a
visita do Estadista Angolano para a uma das grandes potências mundiais? Será possível
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Angola sair da estagnação em que se encontra, tendo em conta que é um país rico em diversos
setores, porém mal aproveitada ou mal gerenciada no ponto de vista Económico,
sociocultural entre outros? Não obstante de não ser o primeiro país que o Estadista Angolano
solicita relações bilaterais como várias outras potências?
1.3 Formulação do Problema
A visita do Presidente angolano João Lourenço para os EUA, aconteceu mais por conta da
instabilidade económica, de forma simples, a parceria entre Angola e a América,
infraestrutura e investimento global, entre outros projetos do género. Porém, contudo que
Angola propriamente tem passado terá uma mais valia com a mesma visita? De salientar que
enquanto tivermos uma má gerência em relação a certos aspetos em setores mais importantes
de Angola
1.4 HIPÓTESES
1. Nos últimos 20 anos a economia angolana tem passado por várias recessões devido à
desvalorização do Kwanza, alterações políticas ou crise do preço do petróleo. Com a
recessão económica mundial resultante da pandemia do vírus Covid-19 em 2020, o
estado da economia angolana, que já se mostrava bastante debilitada, acabou por
agravar. Mas são estas dificuldades e desafios que fazem com que exista uma
motivação adicional para a melhoria das condições atuais. Com a necessidade da
rápida digitalização de processos, uma maior agilidade e a diminuição da burocracia,
são essenciais à transformação digital das empresas em Angola e em todo mundo.
As entidades bancárias responsáveis pelas transações e pagamentos electrónicos têm,
cada vez mais, a preocupação de garantir a segurança e agilidade deste tipo de
operações e estão assim a investir na bancarização da população angolana e na sua
conversão à tecnologia móvel e digital.
2. A proposta de redução do valor a pagar pelo IVA, sobre um conjunto de bens de
consumo, foi ao Parlamento por ocasião da apresentação do Orçamento Geral do
Estado para 2022, a medida é necessária para ajudar a baixar os preços finais dos
produtos no mercado e aliviar o atual custo de vida. Se prestarmos muita atenção, a
implementação dessas medidas e levar a cabo as ações que se impuserem no sentido
do constante aperfeiçoamento das mesmas, sempre no sentido de proteger as
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populações mais vulneráveis conseguiremos sair da estagnação em que nos
encontramos
3. “O objetivo do BAD (Banco Africano de Desenvolvimento) nos próximos anos, é
apostar no financiamento a entidades não soberanas, ou seja, o sector privado e
reduzir os empréstimos soberanos"(14/10/2021)
Se Angola começar a implementar muitas reformas políticas em vários domínios,
algumas voltadas para restaurar a estabilidade macroeconómica e outras para que a
economia funcione melhor, tendo impacto a médio e longo prazo... e acredito sim que
conseguiremos saber da estagnação em que estamos.
1.3 QUESTÃO METODOLOGICA
Sobre a visita do Presidente Angolano aos Estados Unidos: Perspectiva e desafios Grandes
oportunidades podem ser aproveitadas e alcançadas, com esta grande visita por ocasião do
encontro entre os dois Chefes de Estado, o diplomata (Tulinabo Mushingi) apontou a visita
uma demonstração significativa da parceria que registou, nos últimos 30 anos, um
"crescimento drástico”, facto que, no seu entender, reflete o reconhecimento dos respectivos
líderes de que Angola e os Estados Unidos podem obter resultados maiores para os
respectivos povos.
Existem métodos, estratégias de Angola sim conseguir ser um país melhor, porém quando
souberem realmente organizar cada setor industrial e não só, quando souberem realmente
terem uma mentalidade diplomática no ponto de vista específico e num contexto geral.
1.4 OBJETIVOS
-Geral:
Iremos analisar as Relações Internacionais, começando por dizer que seria a
condução das relações entre povos, nações e empresas nas áreas da política,
económica, social, militar, cultural comercial e do direito. E é por meio delas que
estabelecem relações diplomáticas fortalecendo também parcerias estratégicas
participando de negociações comerciais que contribuem para a solução de desafios
globais e exercem influências em questões de importância global. Entre os atores
internacionais, destacam-se os Estados, as empresas transnacionais, as organizações
internacionais e as organizações não-governamentais. Pode se focar tanto na política
externa de determinado Estado, quanto no conjunto estrutural das interações entre os
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atores internacionais. Posteriormente, desenvolver-se-iam estudos focados na ação
estratégica dos Estados no intuito de conservarem e ampliarem seu poder, tendo
como elemento empírico de análise essencialmente a ação diplomática e bélica dos
países modernos. Esses fatores ganham relevância principalmente devido ao
contexto histórico: os estudos que inauguram as R.I. como disciplina autônoma se
dão durante a Guerra Fria, e seus teóricos mais eminentes dissertam em
universidades americanas; de modo que o pensamento internacional daquela época
refletia a doutrina política seguida pelo governo americano desses tempos.
Denominou-se escola realista o grupo de acadêmicos que seguiu essa linha de
pesquisa, e de Realismo sua concepção teórica. Desta corrente, destacam-se Kenneth
Waltz e Hans Morgenthau. Mais a frente, com o desenvolvimento do capitalismo no
mundo liberal, consequência da tendência que se firmara a partir da década de 1960
no então chamado "Primeiro Mundo" para a internacionalização dos fluxos de
capitais rumo aos espaços econômicos periféricos; conjuntura que se configurava
com a proeminência do capital americano na economia internacional, surgem
teóricos que questionam a validade das concepções realistas sobre as relações
políticas entre os Estados inseridos no sistema internacional, que, segundo estes,
baseava-se fundamentalmente na anarquia.
-Específico:
Iremos analisar as relações entre os Estados Unidos da América(EUA) e Angola e
começarei por dizer que Angola é um parceiro estratégico e um líder regional, e a
parceria entre os EUA e Angola é fundamental para o avanço dos nossos objetivos
comuns de prosperidade económica, segurança regional e aumento da segurança
energética em África e no Atlântico. No momento em que os Estados Unidos e
Angola assinalam 30 anos de relações diplomáticas, as nossas relações bilaterais
estão a aprofundar-se com compromissos regulares a nível de altos funcionários e
com uma cooperação crescente em relação a objetivos-chave comuns. No Comércio
e Investimento Os Estados Unidos estabeleceram uma parceria com Angola numa
das principais prioridades da política externa do Presidente Biden, estabelecendo
corredores económicos estratégicos que beneficiam as populações locais e as
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integram na economia global. O Corredor do Lobito é um corredor económico
transformador da República Democrática do Congo (RDC) para o Oceano Atlântico,
e a iniciativa PGI do Presidente está a trabalhar com Angola e parceiros de
desenvolvimento para desenvolver infraestruturas em todo o corredor e estendê-lo
de Angola diretamente para a Zâmbia. Outras iniciativas do governo dos EUA, como
o Prosper África, aprofundam ainda mais o envolvimento económico entre os EUA
e Angola. Desde o início do Prosper África, o governo dos EUA também facilitou
milhares de milhões de dólares de negócios fechados com o sector privado.
A devida diligência avançada da DFC de um financiamento de 250 milhões de
dólares para remodelar os 1.300 km da linha ferroviária do Lobito Atlantic Railway,
bem como a assinatura pelo Secretário Blinken, em outubro de 2023, do Memorando
de Entendimento de sete lados do Corredor do Lobito para construir a nova linha
ferroviária de 800 km entre Angola e a Zâmbia, sublinha a seriedade da intenção dos
EUA de aumentar a atividade económica ao longo do corredor.
Financiamento de 900 milhões de dólares do EXIM aos projectos solares da Sun
Africa e o financiamento de 363 milhões de dólares às 186 pontes pré-fabricadas da
Acrow Bridge prometem apoiar infra-estruturas críticas e milhares de empregos
angolanos e americanos.
A Boeing e a transportadora aérea de bandeira angolana TAAG anunciaram um
acordo para a compra de dez novos 787s avaliados em 3,6 mil milhões de dólares,
um testemunho das crescentes relações comerciais bilaterais entre Angola e os EUA.
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2. CONTEÚDO
A visita a Washington do Presidente João Lourenço representa um dos estágios, no âmbito
das relações bilaterais entre Angola e os EUA, porquanto a primeira data do tempo em que
Angola ainda era Província de Portugal com uma representação diplomática de nível
Consular acreditada por Portugal que sempre tratou dos negócios associados com a
exploração do crude. A fase intermédia (1978-1981) prendeu-se com o processo pós-
proclamação da Independência que por força da Guerra fria caracterizada com a existência
de duas superpotências mundiais a (URSS e EUA) e com o MPLA no poder com a opção
socialista como via de desenvolvimento onde os bens de produção eram todos pertença do
Estado, o que certamente não agradou os EUA em particular e o ocidente no geral economias
onde os Estados apenas homologam e funcionam como providências dos investimentos
privados que suportam a economia socorrendo-os em casos de crises supranacionais.
O segundo estágio, ocorreu aquando da malsucedida aproximação para uma parceria mais
ativa político-econômica com o Governo do democrata Jimmy Carter em funções nos finais
da década de 70 até 1981, que foi gorada com a sua não reeleição que beneficiou o
republicano Ronald Reagam, uma oportunidade que talvez facilitaria aquilo que é hoje a
China, ter uma economia de mercado socialista bem-sucedida. Com Reagam na Casa Branca
e fazendo jus ao contexto, este preferiu descartar o projeto com o Governo de Luanda, na
altura de orientação marxista-leninista, optando por velhas alianças e já com uma FNLA,
Frente Nacional de Libertação de Angola, de Holden Roberto, moribunda e capitulada,
virando os seus interesses na reabilitação da UNITA, União Nacional para Independência
Total de Angola, um dos movimentos de libertação, que a par do MPLA e a FNLA,
conduziram a epopeia que levou Angola à Independência com todos os constrangimentos daí
resultantes, sobretudo, uma guerra civil mortífera e destruidora. A passagem de Angola pelo
Conselho de Segurança da ONU assinalou o terceiro estágio, um sinal de reaproximação,
pois Angola este é ao lado dos EUA na invasão do Iraque fundamentada na defesa coletiva,
um argumento plasmado na Carta das Nações quando a atitude de um dos seus membros
constituir uma ameaça coletiva, ameaça que estudos disponíveis desmentem as alegações
invocadas no que tange às armas de destruição massiva. Este gesto, que satisfez a política
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externa dos EUA facilitou como recompensa o apoio ao Governo do ex-Presidente José
Eduardo dos Santos, naquilo que hoje é a paz efetiva desde o ano de 2002.
Mas uma fase transitória levou-nos ao quarto estágio, período entre 2002 e 2017 que se não
explorou o que hoje estamos a assistir por ausência de uma diplomacia mais ativa na
diversidade de parceiros suportada por reformas políticas, económicas e sociais com base no
melhoramento das questões ligadas ao combate à corrupção, democratização do país,
liberdade de imprensa, direitos humanos e recurso ao FMI, exigências básicas uma vez
visíveis que oferecem garantias naquilo que é o pensamento ocidental para o ingresso no
clube dos aliados capitaneado por este.
O Presidente João Lourenço começou a liderar o quarto estágio, nestes últimos seis anos de
governação, pois, procurou com políticas macroeconómicas, iniciativas de cariz sociais, a
diagnosticar os caminhos que temos seguido e concluiu que chegou a altura de procurar sim,
o caminho certo que nos levasse a um desenvolvimento sustentado para a melhoria das
condições das populações dando desta forma oportunidade ao mercado tão exigente como o
dos EUA. Como exemplos de parcerias bem-sucedidas temos o Japão que de pedras sobre
pedras e mesmo dilacerado com duas bombas atómicas das lançadas sobre Hiroxima e
Nagasaki pelos EUA, ação que determinou o fim da II Guerra Mundial, hoje é uma das
maiores economias do mundo. A Coreia do Sul protegida pelos EUA do seu arquirrival
vizinho do Norte a Coreia do Norte, desenvolveu-se em menos de quarenta anos. Outrossim,
Israel, a pérola dos EUA no Médio Oriente está de tal forma potenciada que é capaz de
enfrentar sozinho vários Estados na região em caso de guerra e com índices económicos
alcançados a partir do deserto cujo capital humano bem formado está na origem do sucesso.
Se Angola à partida tem mais recursos económicos que muitos países juntos, ontem,
inexistentes há cinquenta anos como o Emirados Árabes Unidos, hoje desenvolvidos, o que
será de Angola nos próximos vinte anos se o forte para o seu aproveitamento for racional e
inteligentemente potenciado o capital humano, evoluindo para um sistema de ensino dentro
dos padrões internacionalmente aceites, uma empregabilidade ao nível das premissas
sobretudo da juventude e do género, priorizando projetos sociais como boas estradas e mais
apoio à agro economia e à indústria baseadas em investimentos privados com saldos positivos
na sua balança onde o Estado aparece como regulador após homologação e estar pronto para
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o incondicional Estado Providência para acudir e/ou salvar que do imperativos objetivos o
ameaçarem.
Mas todo este esforço deverá estar entrosado naquilo que serão os ganhos estratégicos
políticos sobretudo, económicos e invisíveis da política externa americana que no que tange
à excelente posição geopolítica de Angola abaixo do Saara, onde a sua relação com o
tradicional aliado a África do Sul se vem azedando pela sua inclinação aos BRICS, daí a
soberba afirmação de Joe Biden de que Angola é o país mais importante em África,
preterindo países como a África do Sul e a Nigéria.
O sexto estágio está associado com a relação entre investidores privados de ambos os Estados
porquanto, o governo americano não vai potenciar empresas estatais porque mesmo o
investimento para as infraestruturas do Corredor do Lobito será adjudicado às latifundiárias
americanas que a vão gerir rumo à sua privatização como segunda etapa.
A formação de quadros capazes de colocar Angola nos rankings internacionais resultará,
igualmente, do empresariado privado, o investimento em energias fotovoltaicas. A questão
que se coloca é que os produtos de Angola têm a oferecer numa reciprocidade de vantagens
para além do petróleo? O diamante, o cobre, o ferro, o café, os produtos têxteis, o turismo, a
agricultura multissetorial e outras valências nacionais deverão merecer uma certificação ISO
para serem aceites no mercado americano e não só onde padrões de alta qualidade são a
condição "sine qua no". Com isto salientar que lá/cá onde estiver a ser produzido um produto
para o seu mercado, o sistema de qualidade americano estará presente para homologar estes
produtos antes de serem exportados para o seu país. Os nossos empresários deverão correr
atrás do prejuízo para se equipararem a demanda e aí o Estado angolano terá
responsabilidades vitais para a sua exequibilidade. Se o embaixador estadunidense já
afirmava que só que não tinha olhos para ver, não reconhecia os progressos em Angola,
afirmação corroborada pela Casa Branca ao aceitar o desafio para o relançamento de relações
mais profundas entre os dois países.
“As alterações climáticas, a energia e o corredor do Lobito" foram os temas em discussão no
encontro entre João Lourenço e Joe Biden: Em relação ao clima, por exemplo, Bernardo
Castro, responsável da organização não-governamental Rede Terra, teme que se estabeleça
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objetivos demasiados ambiciosos, sem ter em atenção as necessidades atuais de
desenvolvimento da indústria de Angola.
"Porque ainda há uma visão colonial em relação à transição climática"
e um dos desafios desta visita foi em que o Presidente da República de Angola João Manuel
Gonçalves Lourenço prometeu 70% de energias renováveis em Angola, até 2025. A energia
hidroelétrica desempenha um papel crucial nestes planos. Sobre o comércio, o economista
Nataniel Fernandes desconfia que os Estados Unidos estão interessados em retirar vantagens
económicas à China no projeto do corredor do Lobito - uma linha férrea que ligará a costa
angolana às minas na República Democrática do Congo, passando pela Zâmbia.
Angola e os EUA assinaram, em 2010, um acordo de parceria estratégica, e cooperam em
vários domínios, com realce para o comércio, finanças, energia, indústria transformadora,
segurança, saúde e justiça.
Angola exporta para os Estados Unidos petróleo e diamantes e compra a este país alimentos,
equipamentos para o sector petrolífero e maquinaria diversa.
Angola é o terceiro maior parceiro comercial dos EUA na África Subsaariana devido,
sobretudo, à exportação de petróleo.
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3. Conclusão
Todavia, é importa salientar que este trabalho não seria possível se não nos fosse dado a missão para
cumprir. Finalizar dizendo que relações bilaterais entre estados é muito
Importante principalmente quando existem objetivos, metas e estratégias a cumprir e com uma
determinada meta. No entanto, sendo Angola um país que tem tido êxitos diplomáticos e ricos em
recursos minerais, então para que tenha uma governação que orgulhe todos os angolanos é necessário
que reorganize o aparelho de estado, a educação, (familiar, religiosa e estatal) para que possam crescer
indivíduos com mentalidade que sejam capazes de viver as exigências de estado democrático de
direito, onde não haja corrupção, porque a “corrupção é um cancro que corrói o estado até a
medula(Cícero 2013, p.64) sem esquecer também a combate à pobreza e o nepotismo. Se isso
acontecer, teremos uma Angola capaz de distribuir com justiça os resultados provenientes da
diplomacia inclusive da visita do Estadista Angolano João Manuel Gonçalves Lourenço ao Estados
Unidos da América essa que é uma das grandes super potências, onde todos os angolanos possam sair
beneficiados para que possa ser um país próspero.
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4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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Livro de José Calvet de Magalhães “A Diplomacia Pura”
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