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1 - Manual - 41TE

O documento fornece informações técnicas sobre a transmissão automática 41TE, incluindo especificações de fluidos, descrição da operação, procedimentos de manutenção e diagnóstico. É dividido em seções que cobrem identificação, descrição, teste, manutenção e reparo da transmissão.
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
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1 - Manual - 41TE

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21 - 74 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS

TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA 41TE


ÍNDICE
página página

INFORMAÇÕES GERAIS MANUTENÇÃO DE FLUIDO E FILTRO —


ESPECIFICAÇÕES DE FLUIDOS . . . . . . . . . . . . 75 TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
IDENTIFICAÇÃO DA TRANSMISSÃO 41TE . . . . 75 PROCEDIMENTO DE APRENDIZAGEM RÁPIDA
MANUTENÇÃO NO VEÍCULO . . . . . . . . . . . . . . . 75 DE TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO PROCEDIMENTO DE FATOR DO PINHÃO . . . . . 92
ALIMENTAÇÃO DA BATERIA (TCM) . . . . . . . . . . 79 VERIFICAÇÃO DO FLUXO DO RESFRIADOR . . 91
AUTOSTICK . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82 VERIFICAÇÃO DO NÍVEL E DA CONDIÇÃO DE
CONJUNTO DE SOLENÓIDES E FLUIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87
INTERRUPTOR DE PRESSÃO . . . . . . . . . . . . 79 REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
EMBREAGEM DO CONVERSOR ALAVANCA MANUAL DA VÁLVULA (ALAVANCA
ELETRONICAMENTE MODULADA . . . . . . . . . 82 DE MUDANÇA) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94
INDICADOR DE POSIÇÃO DA ALAVANCA DE CABO DA ALAVANCA DE MUDANÇA . . . . . . . . . 92
CÂMBIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. 81 CONJUNTO DO SOLENÓIDE-SUBSTITUIÇÃO . . 94
INTERRUPTORES DE PRESSÃO . . . . . . . . . . .. 79 CORPO DA VÁLVULA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
MÓDULO DO CONTROLE DE TRANSMISSÃO E MÓDULO DE CONTROLE DE TRANSMISSÃO . . 97
OPERAÇÃO DO SISTEMA . . . . . . . . . . . . . .. 76 SENSOR DE VELOCIDADE-ENTRADA . . . . . . . . 96
RELÉ DE CONTROLE DE TRANSMISSÃO . . . .. 79 SENSOR DE VELOCIDADE-SAÍDA . . . . . . . . . . . 96
SENSOR DA FAIXA DE TRANSMISSÃO . . . . . .. 80 SENSOR DO ALCANCE DE TRANSMISSÃO . . . 95
SENSOR DA TEMPERATURA DE TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99
TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81 VEDAÇÃO DA BOMBA DE ÓLEO . . . . . . . . . . . 102
SENSOR DE POSIÇÃO DO DESMONTAGEM E MONTAGEM
ESTRANGULADOR . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 CONSERTO DO DIFERENCIAL . . . . . . . . . . . . 149
SENSOR DE VELOCIDADE DE ENTRADA/ DESMONTAGEM DA TRANSMISSÃO . . . . . . . . 105
SAÍDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80 EMBREAGENS DE ENTRADA-
SINAL DE VELOCIDADE DO VEÍCULO . . . . . . . 81 RECONDICIONAMENTO . . . . . . . . . . . . . . . . 119
SOLENÓIDES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81 MONTAGEM DA TRANSMISSÃO . . . . . . . . . . . 131
TRANSMISSÃO 41TE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 75 RECONDICIONAMENTO DO CORPO DA
VÁLVULA DO INTERRUPTOR DE VÁLVULA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
SOLENÓIDE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81 LIMPEZA E INSPEÇÃO
DIAGNOSE E TESTE LIMPEZA DO CORPO DA VÁLVULA . . . . . . . . . 155
DIAGNÓSTICO GERAL DA TRANSMISSÃO AJUSTE
41TE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 AJUSTE DO CABO DA ALAVANCA DE
INDICADOR DE POSIÇÃO DE MARCHA . . . . . . 87 MUDANÇA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155
TESTE RODOVIÁRIO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 83 ESQUEMAS E DIAGRAMAS
TESTES DE PRESSÃO DE AR DA ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO
EMBREAGEM . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 85 41TE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155
TESTES DE PRESSÃO HIDRÁULICA . . . . . . . . . 83 ESPECIFICAÇÕES
VAZAMENTO DE FLUIDO-ÁREA DA ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DA 41TE . . . . 169
ALOJAMENTO DO CONVERSOR DE TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA 41TE . . . . . . . . 169
TORQUE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 87 FERRAMENTAS ESPECIAIS
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA 41TE . . . . . . . . 170
CONSERTO DE ROSCA DE ALUMÍNIO . . . . . . . 90
LAVAGEM SOB PRESSÃO DOS
RESFRIADORES E TUBOS . . . . . . . . . . . . . . . 90
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 75

INFORMAÇÕES GERAIS AVISO: O cárter da transmissão e do diferencial


têm um cárter de óleo comum com uma abertura
IDENTIFICAÇÃO DA TRANSMISSÃO 41TE entre os dois.
O código de identificação da transmissão 41TE é
uma série de dígitos impressos em uma etiqueta de TRANSMISSÃO/DIFERENCIAL
código de barras fixada na caixa de transmissão, con- Mopart ATF+3 (Fluido de Transmissão Automática
forme mostrado na (Fig. 1). - Tipo 7176) é necessário nessa transmissão. Fluidos
Por exemplo, o código de identificação K 821 1125 substitutos podem induzir a uma trepidação da
1316 pode ser decomposto da seguinte forma: embreagem do conversor de torque.
• K = Fábrica de Transmissão Kokomo
• 821 = Três últimos dígitos do número de peça da ADITIVOS DE FLUIDOS
transmissão O uso de qualquer aditivo de fluido (transmissão
• 1125 = Data de fabricação ou diferencial) que não seja o corante fluorescente de
• 1316 = Número de seqüência de fabricação detecção de vazamento não é recomendado nessa
transmissão.

DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO
TRANSMISSÃO 41TE
A 41TE é uma transmissão de quatro velocidades
que é um conjunto hidráulico/mecânico convencional
com controles e monitores eletrônicos adaptáveis. Os
ETIQUETA DE IDENTIFICA-
ÇÃO controles eletrônicos adaptáveis levam em considera-
ção o desgaste da transmissão e os hábitos do moto-
rista para fornecer uma troca de marchas suave,
durante a vida útil da transmissão. Utiliza-se um
conjunto de embreagens de entrada que abriga as
embreagens underdrive, overdrive e marcha a ré.
Utiliza-se também embreagens de retenção separa-
Fig. 1 Etiqueta de Identificação da Transmissão das: Segunda e quarta marchas e Reduzida/Marcha a
ré. A saída da transmissão é direcionada para um
Se a etiqueta não for legível ou estiver ausente, o diferencial integral, através de um sistema de engre-
número “PK” (estampado na caixa de transmissão) nagem de transferência nas seguintes relações entra-
pode ser usado para identificação. Esse número da-para-saída:
difere ligeiramente por conter o número de peça
inteiro da transmissão, em vez dos três últimos dígi- Primeira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,84 : 1
tos. Segunda . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,57 : 1
Terceira . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,00 : 1
MANUTENÇÃO NO VEÍCULO Overdrive . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,69 : 1
Os seguintes componentes estão sujeitos à manu- Marcha a Ré . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,21 : 1
tenção no veículo sem remoção da transmissão: A Relação de Acionamento Final depende da opção
• Conjunto do Corpo da Válvula
• Pacote do Solenóide
de motor selecionada:
• Sensor da Faixa de Transmissão (TRS)
• Sensor de Velocidade de Entrada
2.4L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.91 FDR
• Sensor de Velocidade de Saída
3.3L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.62 FDR
• Engrenagens de Transferência
3.8L . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 3.45 FDR
Consulte “Remoção e Instalação” neste grupo, para HIDRÁULICA
obter os procedimentos aplicáveis. A parte hidráulica da transmissão consiste no
fluido da transmissão, nas passagens da transmissão,
ESPECIFICAÇÕES DE FLUIDOS nas válvulas hidráulicas e nos vários componentes de
controle da pressão principal.
AVISO: Consulte “Procedimentos de Manutenção” O projeto do sistema de controle hidráulico (sem
neste grupo, para obter os procedimentos de verifi- auxílio eletrônico) fornece a transmissão com as mar-
cação do nível de fluido. chas PARK (ESTACIONAMENTO), REVERSE
(MARCHA A RÉ), NEUTRAL (NEUTRO) e SECOND
21 - 76 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
(SEGUNDA), com base exclusivamente na seleção da tes/módulos e são compartilhadas com o TCM através
alavanca de câmbio pelo motorista. Esse projeto per- do bus PCI.
mite que o veículo seja conduzido (no modo “limp-in”) Alguns exemplos de entradas diretas ao TCM
se houver uma falha no sistema de controle eletrô- são:
nico ou surgir uma situação que o Módulo de Con- • Voltagem de bateria (B+)
trole de Transmissão (TCM) reconhece como • Voltagem de ignição “ON” (LIGADO)
potencialmente prejudicial à transmissão. • Relé de Controle de Transmissão (B+ Ativado)
• Sensor de Posição do Estrangulador
MECÂNICA • Sensor de Posição do Eixo de Manivela (CKP)
O componentes mecânicos principais da transmis- • Sensor da Faixa de Transmissão (TRS)
são consistem no seguinte: • Interruptores de Pressão (L/R, 2/4, OD)
• Três embreagens de entrada de vários discos • Sensor da Temperatura de Transmissão (Parte
• Duas embreagens de retenção de vários discos integrante do TRS)
• Quatro acumuladores hidráulicos • Sensor de Velocidade do Eixo de Entrada
• Dois conjuntos de engrenagem planetária • Sensor de Velocidade do Eixo de Saída
• Bomba de óleo hidráulica • Interruptor de Efeito Hall do TRS (Autostick)
• Corpo da válvula Alguns exemplos de entradas indiretas ao TCM
• Pacote de solenóides são:
• Identificação do Motor/Carroceria
ELETRÔNICOS • Pressão do Coletor
O controle da transmissão é executado por compo- • Marcha Lenta Padrão
nentes eletrônicos totalmente adaptáveis. A progra- • Confirmação da Redução de Torque
mação de troca de marchas ideal é executada através • Interruptor ON/OFF (LIGAR/DESLIGAR) de
de informações contínuas do sensor em tempo real Controle da Velocidade
fornecidas ao Módulo de Controle de Transmissão • Temperatura do Líquido de Arrefecimento do
(TCM). Motor
O TCM é o “coração” ou o “cérebro” do sistema de • Temperatura Ambiente/da Bateria
controle eletrônico e conta com informações de várias • Status do Interruptor do Freio
entradas diretas e indiretas (sensores, interruptores, • Comunicação DRB
etc.) para determinar a necessidade do motorista e as Com base nas informações recebidas das várias
condições de operação do veículo. Com essas informa- entradas, o TCM determina a programação e os pon-
ções, o TCM pode calcular e executar trocas de mar- tos de troca de marcha adequados, dependendo das
cha de forma conveniente e com qualidade, através condições de operação presentes e da necessidade do
de vários dispositivos de saída ou de controle (pacote motorista. Isso é possível através do controle de
de solenóides, relé de controle de transmissão, etc.). várias saídas diretas e indiretas.
O TCM também executa certas funções autodiag- Alguns exemplos de saídas diretas do TCM são:
nósticas e fornece informações abrangentes (dados de • Relé de Controle de Transmissão
sensores, DTC, etc.) que são úteis no diagnóstico e • Solenóides (L/R, 2/4, OD e UD)
reparo adequados. Essas informações podem ser vis- • Velocidade do Veículo (para PCM)
tas na unidade de diagnósticos DRBIII. • Solicitação de Redução de Torque (para PCM)
Alguns exemplos de saídas indiretas do TCM
MÓDULO DO CONTROLE DE TRANSMISSÃO E são:
OPERAÇÃO DO SISTEMA • Temperatura de Transmissão (para PCM)
• Posição PRNDL (para BCM)
DESCRIÇÃO • Visor Autostick (para BCM)
O Módulo de Controle de Transmissão (TCM) está Além de monitorar as entradas e controlar as saí-
localizado no compartimento do motor no lado direito das, o TCM tem outras responsabilidades e funções
(passageiro) e está montado no pára-lama interno. importantes:
• Armazenar e manter os Índices de Volume da
FUNCIONAMENTO Embreagem (CVI)
O TCM á a unidade de controle para todas as ope- • Armazenar e selecionar as Programações de
rações eletrônicas da transmissão. Ele recebe infor- Troca de Marcha adequadas
mações relacionadas à operação do veículo de • Diagnósticos automáticos do sistema
entradas diretas e indiretas e seleciona o modo ope- • Capacidades de diagnóstico (com a unidade de
racional da transmissão. As entradas diretas são liga- diagnósticos DRB III)
das por fio ao TCM e usadas especificamente por ele.
As entradas indiretas originam de outros componen-
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 77
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
AVISO: Se o TCM for substituído, deve-se executar 2:1. No acionamento direto (terceira marcha), a rela-
o “Procedimento de Aprendizagem Rápida”. Con- ção de transmissão muda para 1:1. A relação de
sulte “ Procedimento de Aprendizagem Rápida” em transmissão muda conforme as embreagens são apli-
“Procedimentos de Manutenção” deste grupo. cadas e liberadas. Ao monitorar o período de tempo
necessário para que a relação de transmissão mude
após uma solicitação de troca de marcha, o TCM pode
ÍNDICES DE VOLUME DA EMBREAGEM determinar o volume de fluido usado para aplicar ou
Uma função importante do TCM é monitorar os liberar um elemento de atrito.
Índices de Volume da Embreagem (CVI). Os CVIs O volume do fluido de transmissão necessário para
representam o volume de fluido necessário para com- aplicar os elementos de atrito é continuamente atua-
primir um jogo de discos de embreagem. lizado por controles adaptáveis. À medida que ocorre
O TCM monitora as alterações de relação de trans- desgaste no material de atrito, o volume de fluido
missão, monitorando os Sensores de Velocidade de necessário para aplicar o elemento aumenta.
Entrada e Saída. O Sensor de Velocidade de Entrada Certos problemas mecânicos dentro do conjunto da
ou de Turbina envia um sinal elétrico ao TCM que embreagem de entrada (molas de retorno quebradas,
representa as rpms do eixo de entrada. O Sensor de anéis de encaixe fora da posição, folga excessiva no
Velocidade de Saída fornece ao TCM informações de jogo de discos da embreagem, conjunto inadequado,
velocidade do eixo de saída. etc.) podem causar volumes de elementos inadequa-
Ao comparar as duas entradas, o TCM pode deter- dos ou fora de faixa. Além disso, Sensores de Veloci-
minar a posição de engrenagem da transmissão. Isso dade de Entrada/Saída e fiação defeituosos podem
é importante para o cálculo do CVI, porque o TCM causar essas condições. O seguinte diagrama identi-
determina CVIs ao monitorar o tempo necessário fica os volumes de embreagem adequados e quando
para que uma mudança de engrenagem ocorra (Fig. eles são monitorados/atualizados:
2).
VOLUMES DE EMBREAGEM
Volume de
TCM Quando
Embreagem Embreagem
Atualizados
O TCM CALCULA QUANTO Adequado
TEMPO ELE LEVA PARA
COMPRIMIR O JOGO DE Redução de
DISCOS DA EMBREAGEM
PARA ALTERAR A RELAÇÃO L/R marcha de 2-1 35 a 83
DE TRANSMISSÃO
PISTÃO E ou 3-1
VEDAÇÃO
SENSOR DE SENSOR DE Troca de
2/4 20 a 77
VELOCIDADE
DE ENTRADA
VELOCIDADE
DE SAÍDA
marcha 1-2
Troca de
OD 48 a 150
marcha 2-3
Troca de
UD marcha 4-3 ou 24 a 70
4-2

PROGRAMAÇÕES DE TROCA DE MARCHA


EIXO DE EIXO DE
ENTRADA SAÍDA
DISCOS DE
ATRITO
Conforme mencionado anteriormente, o TCM tem
PLACA SEPARADORA
uma programação que permite selecionar uma varie-
JOGO DE DISCOS DA
EMBREAGEM dade de programações de troca de marcha. A seleção
da programação de troca de marcha depende do
Fig. 2 Exemplo de Cálculo do CVI seguinte:
As relações de transmissão podem ser determina- • Posição da alavanca de câmbio
das com a Unidade de Diagnósticos DRB III e com a • Posição do estrangulador
leitura dos valores dos Sensores de Velocidade de • Carga do motor
Entrada/Saída no visor “Monitors” (Monitores). Elas • Temperatura do fluido
podem ser obtidas com a divisão do valor do Sensor • Nível do software
de Velocidade de Entrada pelo valor do Sensor de Conforme as condições de condução se alteram, o
Velocidade de Saída. TCM ajusta adequadamente a programação de troca
Por exemplo, se o eixo de entrada estiver girando a de marcha. Consulte o seguinte diagrama para deter-
1000 rpm e o eixo de saída a 500 rpm, então o TCM minar o funcionamento adequado esperado, depen-
pode determinar que a relação de transmissão é de dendo das condições de condução:
21 - 78 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
Programação Condição Funcionamento Esperado
Frio Extremo Temperatura do óleo na partida Apenas as marchas Park
abaixo de -16° F (Estacionamento), Reverse (Marcha
Ré), Neutral (Neutro) e Segunda
(evitam a troca de marcha que pode
fazer uma embreagem falhar com
trocas de marcha freqüentes)
Frio Temperatura do óleo na partida – Troca de marcha 2-3 com retardo
acima de -12° F e abaixo de 36° F (aproximadamente em 22-31 mph)
– Troca ascendente 3-4 com retardo
(45-3 mph)
– Redução de marcha 4-3
antecipada (aproximadamente 30
mph)
– Redução de marcha 3-2
antecipada (aproximadamente 17
mph)
– Trocas de marcha 4-2, 3-2, 2-1
em descida em alta velocidade são
evitadas
– Nenhum EMCC
Aquecido Temperatura do óleo na partida – Operação normal (troca
acima de 36° F e abaixo de 80° F ascendente, descendente e
reduções)
– Nenhum EMCC
Quente Temperatura do óleo na partida – Operação normal (troca
acima de 80° F ascendente, descendente e
reduções)
– EMCC Completo, nenhum
PEMCC, exceto para aplicar
FEMCC (exceto com estrangulador
fechado em velocidades acima de
70-83 mph)
Superaquecimento Temperatura do óleo acima 240° F – Troca ascendente 2-3 com retardo
ou temperatura de arrefecimento do (25-32 mph)
motor acima de 244° F
– Troca ascendente 3-4 com retardo
(41-48 mph)
– FEMCC de terceira marcha a
partir de 30-48 mph
– PEMCC de terceira marcha a
partir de 27-31 mph
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 79
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
Programação Condição Funcionamento Esperado
Superaquecimento Excessivo Temperatura do óleo acima de – Aplicam-se todos os recursos de
260° F programação de troca de marcha
de “Superaquecimento”
– PEMCC de segunda marcha
acima de 22 mph
– Acima de 22 mph o conversor de
torque não destravará, a menos que
o estrangulador esteja fechado ou
se for feita uma troca de marcha na
descida 2-1 com PEMCC em um
estrangulador totalmente aberto.

CONJUNTO DE SOLENÓIDES E INTERRUPTOR DE voltagem B+ protegida por fusíveis, é energizado pelo


PRESSÃO TCM e usado para fornecer energia ao pacote de sole-
nóide quando a transmissão está no modo de opera-
DESCRIÇÃO ção normal. Quando o relé está “desligado”, não há
O conjunto de solenóides e interruptor de pressão é fornecimento de energia ao pacote do solenóide e a
externo à transmissão e montado no conjunto do transmissão fica no modo “limp-in”. Após uma redefi-
corpo da válvula. O conjunto consiste em quatro sole- nição do controlador (chave de ignição na posição de
nóides que controlam a pressão hidráulica para qua- “funcionamento” ou após dar partida no motor), o
tro dos cinco elementos de atrito (embreagens da TCM energiza o relé. Antes disso, o TCM checa se os
transmissão) e a embreagem do conversor de torque. contatos estão abertos, verificando se não há volta-
O conjunto de solenóides também contém interrupto- gem nos terminais alternados da bateria. Após isso, a
res de pressão que passam informações ao TCM. voltagem nos interruptores de pressão do pacote do
solenóide é verificada. Após o relé ser energizado, o
FUNCIONAMENTO TCM monitora os terminais para verificar se a volta-
Os solenóides dentro do conjunto recebem voltagem gem ultrapassa 3 volts.
do Relé de Controle de Transmissão. Os solenóides
são energizados quando o TCM aterra ao fio condutor INTERRUPTORES DE PRESSÃO
de retorno para o solenóide necessário. Os interrup- Os interruptores de pressão estão localizados den-
tores de pressão simplesmente informam ao TCM se tro do conjunto do pacote de solenóide e estão sujeitos
há ou não pressão dentro de um circuito da embrea- à manutenção somente com a substituição do con-
gem. Consulte “Interruptores de Pressão” neste grupo junto.
para obter mais informações sobre interruptores de O TCM conta com três interruptores de pressão
pressão. para monitorar a pressão do fluido nos circuitos
hidráulicos L/R, 2/4 e OD. O objetivo principal desses
ALIMENTAÇÃO DA BATERIA (TCM) interruptores é ajudar o TCM a detectar quando ocor-
Uma bateria direta, protegida por fusíveis, alimen- rem falhas hidráulicas no circuito de embreagem. Os
tada para o TCM é usada para fornecer energia con- interruptores fecham em 23 psi e abrem em 11 psi e
tínua. A alimentação da bateria é unida e também simplesmente indicam se há pressão ou não. Eles são
supre energia ao contato do Relé de Controle de continuamente monitorados pelo TCM pelos estados
Transmissão. Essa voltagem de bateria é necessária corretos (aberto ou fechado) em cada marcha, con-
para manter valores adaptáveis de aprendizagem na forme mostrado no seguinte diagrama:
RAM (Memória de Acesso Aleatório) do TCM. Quando
a bateria (B+) é desconectada, essa memória é per- MARCHA L/R 2/4 OD
dida. Quando ela é restaurada, essa perda de memó- R OP OP OP
ria é detectada pelo TCM e um Código de Problemas
Diagnosticados (DTC) é definido. P/N CL OP OP
PRIMEIRA CL OP OP
RELÉ DE CONTROLE DE TRANSMISSÃO SEGUNDA OP CL OP
O relé de controle de transmissão está localizado
no Centro de Distribuição de Energia (PDC) no lado D OP OP CL
esquerdo do compartimento do motor. O relé recebe OD OP CL CL
21 - 80 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
Um Código de Problemas Diagnosticados (DTC) SENSOR DE POSIÇÃO DO ESTRANGULADOR
definirá se o TCM detectará qualquer interruptor O Módulo de Controle de Transmissão (TCM)
aberto ou fechado no momento errado em uma deter- recebe o sinal de posição do estrangulador e seu terra
minada marcha. a partir do Sensor de Posição do Estrangulador
O TCM também testa os interruptores de pressão (TPS). O TPS tem uma tensão de recuperação de 5
2/4 e OD quando são normalmente desligados (OD e volts fornecida pelo controlador do motor. O sinal do
2/4 são testados na primeira marcha, OD na segunda estrangulador é verificado pelo TCM quanto a valores
e 2/4 na terceira). O teste simplesmente verifica se fora da faixa, bem como quanto a intermitência (alte-
eles são operacionais, procurando um estado fechado rações excessivas no sinal).
quando o elemento correspondente é aplicado. Imedi-
atamente após uma mudança na primeira, segunda SENSOR DA FAIXA DE TRANSMISSÃO
ou terceira marcha, com a velocidade do motor acima
de 100 rpm, o TCM ativa momentaneamente a pres- DESCRIÇÃO
são do elemento para os circuitos de embreagem 2/4 O Sensor da Faixa de Transmissão (TRS) é mon-
e/ou OD a fim de identificar se o interruptor ade- tado na parte superior do corpo da válvula dentro da
quado foi fechado. Se não fechar, ele será testado transmissão e pode ser consertado somente com a
novamente. Se o interruptor não fechar na segunda remoção do corpo da válvula. O conector elétrico
tentativa, será definido o Código de Problemas Diag- estende-se através da caixa de transmissão.
nosticados (DTC). O Sensor da Faixa de Transmissão (TRS) tem qua-
tro contatos de interruptor que:
SENSOR DE VELOCIDADE DE ENTRADA/SAÍDA • Determinam a posição da alavanca de câmbio
• Fornecem aterramento ao Relé de Partida
DESCRIÇÃO somente nas posições Park (Estacionamento) e Neu-
Os Sensores de Velocidade de Entrada e Saída são tral (Neutro).
dispositivos de imantação de dois fios que geram • Fornecem aterramento ao Relé da Luz de Mar-
sinais AC à medida que ocorre a rotação. Eles são cha a Ré somente na posição Reverse (Marcha a Ré).
rosqueados na caixa de transmissão e considerados O TRS também tem um sensor de temperatura
entradas primárias no Módulo de Controle de Trans- integrado (termistor) que comunica a temperatura da
missão (TCM). transmissão ao TCM e ao PCM.
FUNCIONAMENTO FUNCIONAMENTO
O Sensor de Velocidade de Entrada fornece infor- O Sensor da Faixa de Transmissão (TRS) comunica
mações sobre em que velocidade o eixo de entrada a posição da alavanca de câmbio ao TCM como uma
está girando. Como os dentes do cubo da embreagem combinação de interruptores abertos e fechados. Cada
de entrada passam pela bobina do sensor, a tensão posição da alavanca de câmbio tem uma combinação
AC é gerada e enviada ao TCM. O TCM interpreta atribuída de estados do interruptor (aberto/fechado)
essa informação como rotações por minuto do eixo de que o TCM recebe dos quatro circuitos de detecção. O
entrada. TCM interpreta essa informação e determina a posi-
O Sensor de Velocidade de Saída gera um sinal AC ção apropriada da engrenagem de transmissão e a
de forma semelhante, embora sua bobina seja esti- programação da troca de marchas.
mulada pela rotação das lingüetas de estacionamento Como há quatro interruptores, existem 16 combina-
do suporte planetário traseiro. O TCM interpreta ções possíveis dos interruptores abertos e fechados
essa informação como rotações por minuto do eixo de (códigos). Sete desses códigos estão relacionados à
saída. posição da engrenagem e três são reconhecidos como
O TCM compara os sinais de velocidade de entrada códigos “entre engrenagem”. Isso resulta em seis
e saída para determinar o seguinte: códigos que nunca devem ocorrer. Eles são chama-
• Relação da engrenagem de transmissão dos de códigos “inválidos”. Um código inválido resulta
• Detecção de erro da relação de velocidade em um DTC e o TCM, nesse caso, determina a posi-
• Cálculo do CVI ção da alavanca de câmbio com base nos dados do
O TCM também compara o sinal de velocidade de interruptor de pressão. Isso permite um funciona-
entrada e o sinal de velocidade do motor para deter- mento razoavelmente normal da transmissão com
minar o seguinte: uma falha do TRS.
• Deslizamento da embreagem do conversor de O TRS tem um termistor integrado que o TCM usa
torque para monitorar a temperatura do cárter de transmis-
• Relação da velocidade do elemento do conversor são. Essa temperatura é usada para determinar qual
de torque programação de troca de marchas o TCM utilizará.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 81
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
Se o circuito do termistor falhar, o TCM retornará à Os solenóides 2/4 e UD normalmente têm um res-
utilização da temperatura de óleo calculada. piro para permitir o limp-in da transmissão (P,R,N,2)
caso ocorra uma falha elétrica.
SENSOR DA TEMPERATURA DE TRANSMISSÃO A continuidade dos solenóides e circuitos é periodi-
camente testada. Cada solenóide é ativado ou desati-
DESCRIÇÃO vado dependendo de seu estado atual. Um pico
O sensor da temperatura de transmissão é um ter- indutivo deve ser detectado pelo TCM durante esse
mistor que é parte integrante do Sensor da Faixa de teste. Se nenhum pico for detectado, o circuito será
Transmissão (TRS). Ele somente pode ser reparado testado novamente para verificar a falha. Além do
com a substituição do TRS. teste periódico, os circuitos do solenóide são testados
se ocorrer um erro na relação da velocidade ou no
FUNCIONAMENTO interruptor de pressão.
O sensor da temperatura de transmissão é usado
pelo TCM para detectar a temperatura do fluido no SINAL DE VELOCIDADE DO VEÍCULO
cárter. Como a temperatura do fluido pode afetar a O sinal de velocidade do veículo é obtido a partir
qualidade do câmbio de transmissão e o travamento do Sensor de Velocidade de Saída. O TCM o converte
do conversor, o TCM precisa dessas informações para em um sinal de pulso por milha e o envia ao PCM. O
determinar em qual programação de troca de mar- PCM, por sua vez, envia a mensagem de velocidade
chas deve operar. do veículo através do Bus PCI para o BCM. O BCM
O PCM também monitora esses dados de tempera- envia esse sinal ao Conjunto de Instrumentos para
tura para que possa energizar o (s) ventilador (es) de exibir a velocidade do veículo ao motorista. O pulso
arrefecimento do veículo quando existir uma condição de sinal da velocidade do veículo é de aproximada-
de “superaquecimento” da transmissão. mente 8000 pulsos por milha.
Temperatura Calculada INDICADOR DE POSIÇÃO DA ALAVANCA DE
Uma falha no sensor ou no circuito de temperatura CÂMBIO
resultará na substituição da temperatura calculada
pela temperatura real. A temperatura calculada é DESCRIÇÃO
uma temperatura de fluido prevista calculada a par- O indicador de posição do câmbio está localizado no
tir de uma combinação de entradas: conjunto de instrumentos. Ele indica a posição da
• Temperatura da bateria (ambiente) alavanca da válvula manual, iluminando um LED
• Temperatura de arrefecimento do motor localizado sob o símbolo de engrenagem P, R, N, D, 3
• Tempo de funcionamento da engrenagem desde a ou L. Veículos equipados com autostick exibem P, R,
partida N, D e 1-2-3-4 para seleção de autostick.
SOLENÓIDES FUNCIONAMENTO
O Sensor da Faixa de Transmissão (TRS) envia um
DESCRIÇÃO sinal ao Módulo de Controle de Transmissão (TCM)
Solenóides são usados para controlar os elementos com relação à posição da alavanca da válvula
de atrito L/R, 2/4, OD e UD. A embreagem da marcha manual. O TCM converte esse sinal em uma Posição
a ré é controlada pela pressão principal da válvula da Alavanca de Câmbio (SLP) e envia a informação
manual no corpo da válvula. Os solenóides estão con- ao BCM (Módulo de Controle da Carroceria) e ao con-
tidos no Conjunto do Solenóide e do Interruptor de junto de instrumentos. Consulte “Sensor da Faixa de
Pressão e não podem ser consertados individual- Transmissão” para funcionamento da posição da ala-
mente. O conserto pode ser feito somente com a subs- vanca de câmbio (SLP).
tituição do conjunto. Para substituir o indicador de posição do câmbio,
FUNCIONAMENTO consulte o Grupo 8E, “Painel de Instrumentos e Indi-
Os solenóides recebem energia elétrica do Relé do cadores”.
Controle de Transmissão através de um único fio. O VÁLVULA DO INTERRUPTOR DE SOLENÓIDE
TCM energiza ou aciona os solenóides individual-
mente, aterrando o fio de retorno do solenóide neces- DESCRIÇÃO
sário. Quando um solenóide é energizado, sua válvula A Válvula do Interruptor de Solenóide (SSV) está
é desviada e uma passagem de fluido é aberta ou localizada no corpo da válvula e controla a direção do
fechada (ventilada ou aplicada), dependendo da con- fluido de transmissão quando o solenóide L/R-TCC é
dição de funcionamento defeituoso. O resultado é energizado.
uma aplicação ou liberação de um elemento de atrito.
21 - 82 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
FUNCIONAMENTO podem resultar em operações com condições
A Válvula de Controle do Solenóide controla a pres- NENHUM EMCC. A condição Nenhum EMCC pode
são principal do solenóide LR-TCC. Na primeira mar- ocorrer devido a uma falha na transmissão ou porque
cha, a SSV estará na posição de redução de marcha, o TCM não vê a necessidade do EMCC sob as condi-
direcionando assim o fluido para o circuito de embre- ções de condução atuais.
agem L/R. Na segunda, terceira e quarta marchas,
ela estará na posição de mudança de marcha e dire- EMCC PARCIAL
cionará o fluido no circuito de embreagem do conver- O funcionamento do EMCC Parcial modula o Sole-
sor de torque (TCC). nóide L/R (ciclo de trabalho) para obter aplicação par-
Ao mudar para a primeira marcha, uma seqüência cial da embreagem do conversor de torque. O
hidráulica especial é executada para assegurar o funcionamento EMCC parcial é mantido até o EMCC
movimento da SSV para a posição de redução de Completo ser acionado. Durante o EMCC Parcial
marcha. O interruptor de pressão L/R é monitorado ocorrem alguns deslizamentos. O EMCC Parcial nor-
para confirmar o movimento da SSV. Se o movimento malmente ocorre em situações de velocidades baixas,
não for confirmado (o interruptor de pressão L/R não carga baixa e estrangulamento leve.
fechar), a segunda marcha é substituída pela pri-
meira. Um DTC será definido após três tentativas EMCC COMPLETO
sem sucesso de encaixar à primeira marcha em uma Durante o funcionamento do EMCC Completo, o
determinada partida com chave. TCM aumenta o ciclo de trabalho do Solenóide L/R
para ON (LIGADO), após o controle do EMCC Par-
EMBREAGEM DO CONVERSOR ELETRONICAMENTE cial atingir a velocidade do motor na faixa de desli-
MODULADA zamento desejada da velocidade de entrada da
O funcionamento da embreagem do conversor de transmissão relativa às rotações por minuto do
torque (TCC) é controlada pelo TCM através do con- motor.
junto de interruptores de solenóide e de pressão e do GRADUAL A NENHUM EMCC
corpo da válvula. Quando a transmissão está na Esse funcionamento é para suavizar a mudança de
segunda, terceira ou quarta marcha, o TCC pode ser EMCC Completo ou Parcial para Nenhum EMCC.
energizado atendendo-se a certas condições. Ela é executada com estrangulamento médio, diminu-
Para reduzir o acúmulo de calor na transmissão e indo o ciclo de trabalho do Solenóide L/R.
amortecer o trem de força contra vibrações torcionais,
o TCM pode gerar um ciclo de trabalho para o Sole- AUTOSTICK
nóide L/R-CC a fim de atingir uma aplicação suave
da embreagem do conversor de torque. Essa função, DESCRIÇÃO
referida como Embreagem do Conversor Eletronica- Autostick é um recurso da transmissão interativo
mente Modulada (EMCC) pode ocorrer várias vezes para o motorista que oferece capacidade de troca de
dependendo das seguintes variáveis: marcha manual. O interruptor de controle faz parte
• Posição da alavanca de câmbio da alavanca de câmbio da transmissão, conforme
• Faixa de marchas atual mostrado na (Fig. 3).
• Temperatura do fluido de transmissão
• Temperatura de arrefecimento do motor
• Velocidade de entrada
• Ângulo do estrangulador
• Velocidade do motor
O TCM controla o conversor de torque através do
software de lógica interno. A programação do sof-
tware fornece ao TCM controle preciso sobre o Sole-
nóide L/R-CC. Há quatro estados lógicos de saída que
podem ser aplicados, como a seguir:
• Nenhum EMCC
• EMCC Parcial
• EMCC Completo
• Gradual a nenhum EMCC
Fig. 3 Localização do Interruptor de Autostick (se
NENHUM EMCC equipado)
Nas condições Nenhum EMCC, o Solenóide L/R
está OFF (DESLIGADO). Há várias condições que
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 83
DESCRIÇÃO E OPERAÇÃO (Continuação)
FUNCIONAMENTO Os funcionamentos incorretos da transmissão
Quando a alavanca de câmbio é movida para a podem ser causados por estas condições gerais:
posição Autostick (conforme indicado pelo Indicador • Desempenho deficiente do motor
de Posição da Alavanca de Câmbio no conjunto de • Ajustes incorretos
instrumentos), a transmissão permanece na marcha • Funcionamentos hidráulicos incorretos
em que estava antes de Autostick ser ativado. O • Funcionamentos mecânicos incorretos
TCM envia um sinal de 5 volts através do interruptor • Funcionamentos eletrônicos incorretos
e, em seguida, monitora o sinal quanto a uma queda A diagnóstico desses problemas deve sempre come-
de voltagem. Cada estado do interruptor (comando do çar pela verificação das variáveis de acesso mais
motorista) resulta em uma leitura de voltagem espe- fácil; o nível e a condição do fluido, ajuste do cabo da
cífica detectada pelo TCM. O TCM determina, assim, alavanca de marchas. A seguir, execute um teste
o funcionamento da transmissão (ascendente/descen- rodoviário para determinar se o problema foi corri-
dente/Travamento OD) com base na voltagem corres- gido ou se é necessário mais diagnóstico. Se o pro-
pondente. Consulte a tabela a seguir para obter os blema continuar depois dos testes preliminares e as
estados do interruptor correspondentes e as leituras correções estiverem concluídas, deverão ser executa-
de voltagem. dos testes de pressão hidráulica.
Estado do Interruptor Leitura da Voltagem TESTE RODOVIÁRIO
Autostick DOWN Antes de executar um teste rodoviário, verifique o
pressionado
0,3V-1,6V
nível do fluido.
Autostick UP pressionado 1,6V-2,8V Durante o teste rodoviário, a transmissão deve ser
operada em todas as posições para verificar se está
OFF da Overdrive
derrapando e se há alguma variação nas marchas.
“Travamento” 2,8V-3,8V
Se o veículo operar corretamente em altas velocida-
pressionado
des, mas tiver uma aceleração deficiente, a embrea-
Todos os interruptores
3,8V-4,8V gem de curso do conversor poderá estar derrapando.
abertos Se a aceleração for normal, mas for preciso uma
Valores de tensão < 0.3V e 4,8V são considerados grande abertura do estrangulador para altas veloci-
INVÁLIDOS e resultarão em um DTC dades, a embreagem do estator poderá estar emper-
rada. Estes dois defeitos do estator precisam de
substituição do conversor de torque.
Mover o interruptor para cima causa uma A embreagem que está deslizando pode ser deter-
mudança de marcha ascendente e mover o interrup- minada anotando-se a operação da transmissão em
tor para baixo causa uma mudança de marcha des- todas as posições do seletor. A seguir, comparando
cendente. O conjunto de instrumentos iluminará a quais unidades internas estão sendo aplicadas nessas
marcha selecionada. O veículo pode ser iniciado na posições. A Tabela Elementos em Uso fornece uma
primeira, segunda ou terceira marcha, enquanto esti- base para a análise do teste rodoviário.
ver no modo Autostick. O controle de velocidade fun- O processo de eliminação pode ser utilizado para
ciona na terceira e quarta marcha no modo Autostick. detectar qualquer unidade que deslize e para confir-
O controle de velocidade será desativado se a trans- mar operação correta de unidades boas. A análise do
missão for trocada para a segunda marcha. A troca teste rodoviário pode, em geral, diagnosticar unida-
para a posição OD cancela o modo Autostick e a des que deslizam. No entanto, a causa real do funci-
transmissão reassume a programação de troca de onamento incorreto pode não ser detectada.
marcha OD. Praticamente qualquer condição pode ser causada por
circuitos hidráulicos vazando ou válvulas aderentes.
DIAGNOSE E TESTE TESTES DE PRESSÃO HIDRÁULICA
DIAGNÓSTICO GERAL DA TRANSMISSÃO 41TE O teste de pressão é uma etapa muito importante
no procedimento de diagnóstico. Estes testes revelam,
ATENÇÃO: Antes de tentar qualquer conserto em geralmente, a causa da maioria dos problemas da
uma transmissão automática 41TE de quatro veloci- transmissão hidráulica.
dades, verifique os Códigos de Falha de Diagnós- Antes de executar os testes de pressão, verifique se
tico com a unida de diagnósticos DRBIII. Utilize o nível e a condição do fluido e os ajustes do cabo de
sempre o Manual de Procedimentos de Teste de mudança foram inspecionados e aprovados. O fluido
Diagnóstico de Força.
21 - 84 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
Posição da Alavanca de Mudança Início Calço de EMBREAGENS
Seguro Estacionamento
Underdrive Overdrive Marcha a Ré 2/4 Baixa/
Marcha a Ré
P — ESTACIONAMENTO X X X
R — INVERSÃO X
N — NEUTRA X X
OD — SOBREPOSTA
Primeira— X X
Segunda X X
Direta X X
Overdrive X X
3 — ENG. ACION.*
Primeira X X
Segunda X X
Direta X X
L — BAIXA*
Primeira X X
Segunda X X
Direta X X

*As velocidades de troca e de redução de marcha são aumentadas quando nestas posições do seletor.

ELEMENTOS EM USO EM CADA POSIÇÃO DA ALAVANCA DO SELETOR


deve estar na temperatura de operação (150 a 200 TESTE UM-SELETOR NA 1a. MARCHA
graus F.). (1) Conecte o indicador de pressão no ponto de
Instale um tacômetro no motor e levante o veículo ligação da embreagem baixa/marcha a ré.
em um guindaste para que as rodas dianteiras pos- (2) Mova a alavanca do seletor para a posição (L).
sam girar e posicione o tacômetro para que possa ser (3) Deixe que as rodas do veículo girem e aumente
lido. a abertura do estrangulador até atingir uma veloci-
Conecte indicadores de 150 psi nas portas necessá- dade indicada de 32 kmh (20 mph).
rias para a condução do teste. É necessário um indi- (4) A pressão da embreagem baixa/marcha a ré
cador de 300 psi (C-3293) para o teste de pressão da deve mostrar 115 a 145 psi.
marcha a ré. (5) Esse teste verifica a saída da bomba, a regula-
As localizações da porta de teste são mostradas na gem e a condição da pressão do circuito hidráulico da
(Fig. 4). embreagem baixa/marcha a ré e do programa de mar-
EMBREAGEM BAI-
chas.
TESTE DOIS-SELETOR NA 2a. MARCHA DE
EMBREAGEM SOBRE- CONVERSOR XA/INVERSA
POSTA DE TORQUE
DESLIGADO
ACIONAMENTO
AVISO: Esse teste verifica o circuito hidráulico da
embreagem underdrive assim como o programa de
marchas.

(1) Conecte o indicador no ponto de ligação da


embreagem underdrive.
(2) Mova a alavanca do seletor para a posição 3.
(3) Deixe que as rodas do veículo girem e aumente
a abertura do estrangulador até atingir uma veloci-
EMBREAGEM EMBREAGEM
INVERSA EMBREA- dade indicada de 48 kmh (30 mph).
(4) Na segunda marcha, a pressão da embreagem
UNDERDRIVE
GEM DE 2/4

underdrive deve mostrar 110 a 145 psi.


Fig. 4 Tampas de Pressão
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 85
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
TESTE 2A–SELETOR NA POSIÇÃO OD (3) Deixe que as rodas do veículo girem e aumente
a abertura do estrangulador até atingir uma veloci-
AVISO: Esse teste verifica o circuito hidráulico da dade indicada de 80 kmh (50 mph).
embreagem underdrive assim como o programa de
marchas. ATENÇÃO: Ambas as rodas devem girar na mesma
velocidade.
(1) Conecte o indicador no ponto de ligação da
embreagem UD. (4) A pressão da embreagem desaplicada do con-
(2) Mova a alavanca do seletor para a posição OD. versor de torque deve ser menor que 5 psi.
(3) Deixe que as rodas do veículo girem livremente (5) Este teste verifica o circuito hidráulico da
e aumente a abertura do estrangulador até atingir embreagem do conversor de torque.
uma velocidade indicada de 64 kmh (40 mph).
(4) A pressão da embreagem underdrive deve mos- TESTE SEIS-SELETOR NA POSIÇÃO DE
trar abaixo de 5 psi. Caso contrário, o conjunto do INVERSÃO
solenóide ou o TCM está com defeito. (1) Conecte o indicador no ponto de ligação da
embreagem LR.
TESTE TRÊS-VERIFICAÇÃO DA EMBREAGEM (2) Mova a alavanca do seletor para a posição de
SOBREPOSTA inversão.
(1) Conecte o indicador no ponto de ligação da (3) Leia a pressão da embreagem da marcha a ré
embreagem sobreposta. com a saída estacionária (pé no freio) e o estrangula-
(2) Mova a alavanca do seletor para a posição (Cír- dor aberto até atingir 1500 rpm.
culo D). (4) A pressão da embreagem da marcha a ré e LR
(3) Deixe que as rodas do veículo girem e aumente deve mostrar de 165 a 235 psi.
a abertura do estrangulador até atingir uma veloci- (5) Este teste verifica o circuito hidráulico da
dade indicada de 32 kmh (20 mph). embreagem da marcha a ré.
(4) A pressão da embreagem sobreposta deve mos-
trar de 74 a 95 psi. INDICAÇÕES DO RESULTADO DO TESTE
(5) Mova a alavanca do seletor para a posição (3) e (1) Se for encontrada pressão de linha correta em
aumente a velocidade indicada para 48 kph (30 mph). algum dos testes, a bomba e o regulador de pressão
(6) O veículo deverá ficar na segunda marcha e a estarão trabalhando corretamente.
pressão da embreagem sobreposta deverá ser menor (2) Baixa pressão em todas as posições indica uma
que 5 psi. bomba com defeito, um filtro entupido ou uma vál-
(7) Este teste verifica o circuito hidráulico da vula do regulador de pressão aderente.
embreagem sobreposta assim como o programa de (3) Vazamentos no circuito da embreagem são indi-
marchas. cados no caso das pressões não ficarem dentro das
faixas de pressão especificadas.
TESTE QUATRO-SELETOR NO ACIONAMENTO (4) Se a pressão da embreagem sobreposta for
CIRCULAR, MARCHA SOBREPOSTA maior que 5 psi na etapa 4 do Teste Três, um anel de
(1) Conecte o indicador no ponto de ligação da vedação gasto no eixo de reação ou um conjunto de
embreagem de 2/4. solenóide com defeito será indicado.
(2) Mova a alavanca do seletor para a posição (Cír- (5) Se a pressão da embreagem underdrive for
culo D). maior que 5 psi na etapa 4 do Teste 2A, um conjunto
(3) Deixe que as rodas dianteiras do veículo girem de solenóide com defeito ou o TCM será a causa.
e aumente a abertura do estrangulador até atingir
uma velocidade indicada de 48 kmh (30 mph). TESTES DE PRESSÃO DE AR DA EMBREAGEM
(4) A pressão da embreagem de 2/4 deve mostrar As embreagens inoperantes podem ser localizadas
de 75 a 95 psi. com o uso de uma série de testes substituindo-se a
(5) Este teste verifica o circuito hidráulico da pressão de ar pela pressão de fluido (Fig. 5) (Fig. 6).
embreagem de 2/4. As embreagens podem ser testadas aplicando-se pres-
são de ar às suas passagens respectivas. O corpo da
TESTE CINCO-SELETOR NO ACIONAMENTO válvula deve ser removido e a Ferramenta 6056 ins-
CIRCULAR, SOBREPOSTA talada. Para se fazer os testes de pressão de ar, con-
(1) Conecte o indicador no ponto de ligação de tinue com a seguir:
pressão da embreagem desaplicada do conversor de
torque. AVISO: O suprimento de ar comprimido deve ser
(2) Mova a alavanca do seletor para a posição (Cír- limpo e sem qualquer mistura. Utilize uma pressão
culo D). de 30 psi.
21 - 86 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
TODAS AS ESPECIFICAÇÕES DE PRESSÃO SÃO EM PSI
(NO IÇADOR, COM AS RODAS DIANTEIRAIS LIURES PARA RODAR)
Posição do Seletor de Marcha Real PONTOS DE PRESSÃO
Marcha
Embreagem Embreagem Embreagem Embreagem EMBREAGEM Embreagem
Underdrive Sobreposta Marcha a Ré Desaplicada DE 2/4 Baixa/
do Marcha a
Conversor Ré
de Torque
ESTACIONAMENTO * ESTACIONAMENTO 0-2 0-5 0-2 60-110 0-2 X
0 mph 115-145
INVERSA * INVERSA 0-2 0-7 165-235 50-100 0-2 165-235
0 mph
NEUTRA * NEUTRA 0-2 0-5 0-2 60-110 0-2 115-145
0 mph
L # PRIMEIRA 110-145 0-5 0-2 60-110 0-2 115-145
32 kph (20 mph)
3 # SEGUNDA 110-145 0-5 0-2 60-110 115-145 0-2
48 kph (30 mph)
3 # DIRETA 75-95 75-95 0-2 60-90 0-2 0-2
72 kph (45 mph)
OD # SOBREPOSTA 0-2 75-95 0-2 60-90 75-95 0-2
48 kph (30 mph)
OD # SOBREPOSTA 0-2 75-95 0-2 0-5 75-95 0-2
80 kph (50 mph) COM TCC
* Velocidade do motor: 1500 rpm
# ATENÇÃO: Os duas rodas dianteiras devem estar rodando na mesma velocidade.
ESPECIFICAÇÕES DE VERIFICAÇÃO DA PRESSÃO
Remova o cárter de óleo e o corpo da válvula. Con- FERRA-

sulte ‘‘Remoção do Corpo da Válvula’’.


MENTA
6056 BICO DE AR

FERRA-
MENTA
6056

Fig. 6 Teste da Embreagem Marcha a Ré


ACUMULADORES
para sua posição inicial quando a pressão de ar é
Fig. 5 Placa de Teste de Pressão de Ar removida.
EMBREAGEM SOBREPOSTA EMBREAGEM DE 2/4
Aplique pressão de ar na passagem de aplicação da Aplique pressão de ar no orifício de alimentação
embreagem sobreposta e observe o pistão de empur- localizado no retentor da embreagem de 2/4. Olhe na
rar/puxar mover-se para frente. O pistão deve voltar área onde o pistão de 2/4 entra em contato com a pri-
para sua posição inicial quando a pressão de ar é meira placa do separador e observe cuidadosamente o
removida. pistão de 2/4 mover-se para trás. O pistão deve voltar
EMBREAGEM INVERSA para sua posição inicial quando a pressão de ar é
Aplique pressão de ar na passagem de aplicação da removida.
embreagem marcha a ré e observe o pistão de empur-
rar/puxar mover-se para trás. O pistão deve voltar
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 87
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
EMBREAGEM BAIXA/INVERSA INDICADOR DE POSIÇÃO DE MARCHA
Aplique pressão de ar no orifício de alimentação da O sensor do alcance de transmissão (no corpo da
embreagem baixa/marcha a ré (parte de trás da válvula) envia um sinal ao TCM na posição da ala-
caixa, entre os 2 orifícios do parafuso). Olhe na área vanca da válvula manual da transmissão. O TCM
onde o pistão baixo/inverso entra em contato com a recebe o sinal do interruptor e processa os dados. O
primeira placa do separador e observe cuidadosa- TCM envia as informações da Posição da Alavanca de
mente o pistão mover-se para frente. O pistão deve Mudança (SLP) ao BCM através do condutor CCD. O
voltar para sua posição inicial quando a pressão de BCM contorna, então, com um quadrado, o indicador
ar é removida. de posição de marcha correto no conjunto de instru-
mentos.
EMBREAGEM UNDERDRIVE Se ocorrer um problema com o indicador de posição
Pelo fato desse pistão de embreagem não poder ser de marcha, consulte a tabela a seguir para obter
visto, sua operação é verificada pela função. A pres- informações sobre o diagnóstico. Se o funcionamento
são de ar é aplicada nas embreagens baixa/marcha a incorreto não puder ser corrigido com o uso da tabela,
ré e na de 2/4. Isso trava o eixo de saída. Utilize um consulte o manual de diagnóstico adequado.
pedaço de mangueira de borracha enrolada em volta Para substituir o indicador de posição de marcha,
do eixo de saída e um par de alicates de aperto para consulte o Grupo 8E, “Painel de Instrumentos e Indi-
girar o eixo de entrada. A seguir, aplique pressão de cadores”.
ar na embreagem underdrive. O eixo de saída não
deve girar com o torque manual. Libere a pressão de
ar e confirme se o eixo de entrada irá girar. PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO
VAZAMENTO DE FLUIDO-ÁREA DA ALOJAMENTO VERIFICAÇÃO DO NÍVEL E DA CONDIÇÃO DE
DO CONVERSOR DE TORQUE FLUIDO
(1) Verifique a fonte de vazamento.
(2) Uma vez que o vazamento de fluido perto da AVISO: A transmissão e o diferencial utilizam o
área do conversor de torque possa advir de um vaza- mesmo cárter de fluido, que requer o Fluido de
mento de óleo do motor, a área deve ser verificada de Transmissão Automática (ATF+3/Tipo 7176).
perto. O fluido abastecido na fábrica é um corante
vermelho e, portanto, pode ser distingüido do óleo do
motor. AVISO: O nível do fluido de transmissão deve ser
(3) Antes de remover a transmissão, execute as inspecionado pelo menos a cada seis meses.
seguintes verificações:
(4) Quando for determinado que o vazamento se VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE FLUIDO
origina da transmissão, verifique o nível do fluido O cárter de transmissão tem uma vareta de medi-
antes de removê-lo da transmissão e do conversor de ção similar à maioria das transmissões automáticas.
torque. Ela está localizada no lado esquerdo do motor. Certi-
(5) Um nível alto de óleo pode resultar em vaza- fique-se de limpar toda a sujeira da alça da vareta de
mento de óleo fora da ventilação do eixo manual. Se o medição antes de removê-la.
nível de fluido for alto, ajuste no nível adequado. O conversor de torque é enchido nas posições P
(6) Depois de executar esta operação, verifique se Park (Estacionamento) e N Neutral (Neutro). Colo-
há vazamento. Se o vazamento continuar, execute a que a alavanca do seletor na posição P Park para se
operação a seguir no veículo. Isto determinará se o certificar de que a verificação do nível de fluido seja
conversor de torque ou a transmissão está com vaza- precisa. O motor deve ficar ligado na marcha
mento. lenta por pelo menos um minuto, com o veículo
VAZAMENTO NO CONVERSOR DE TORQUE
em chão nivelado. Na temperatura de funciona-
mento normal (aproximadamente 82° C ou 180° F), o
As possíveis fontes de vazamento no conversor de nível de fluido estará correto quando na região HOT
torque são: (QUENTE) (área hachurada) no indicador do nível de
• Vazamentos na parte externa da solda do con- óleo (Fig. 7). O nível do fluido estará aproximada-
versor de torque (periférico). mente um quarto de polegada acima do orifício infe-
• Solda do cubo do conversor de torque. rior da vareta de medição na temperatura de 70° F.
AVISO: A solda do cubo fica na parte interna e não
pode ser vista. Não tente consertar. Substitua o
conversor de torque.
21 - 88 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
CONDIÇÃO CAUSA POSSÍVEL
TODAS AS LUZES DOS 1. Verifique a fiação e os VARETA DE MEDIÇÃO DA
TRANSMISSÃO
VISORES PRND3L conectores
“ACESAS” NAS
POSIÇÕES DE MARCHA
PEN
2. Defeito no sensor do
alcance de transmissão
3. Defeito na alavanca
manual
TODAS AS LUZES DOS 1. Verifique a fiação e os
VISORES “ACESAS” EM conectores
TODAS AS POSIÇÕES
DE MARCHA
2. Defeito no sensor do Fig. 7 Marcas da Vareta de Medição
alcance de transmissão
VERIFICAÇÃO DO NÍVEL DE FLUIDO USANDO
3. Defeito na alavanca
manual
DRB
4. Funcionamento de AVISO: O motor e a transmissão devem estar em
comunicação CCD uma temperatura de funcionamento normal antes
incorreto da execução desse procedimento.
5. Verifique o nível do
(1) Dê partida no motor e aplique o freio de esta-
óleo
cionamento.
TODAS AS LUZES DOS 1. Condição transiente (2) Segure a unidade de diagnósticos DRBIII e
VISORES “APAGADAS” normal entre as posições selecione a transmissão.
de marcha PeR e ReN (3) Selecione os sensores.
2. Verifique a ligação da (4) Leia o valor da temperatura de transmissão.
alavanca do eixo (5) Comparte o valor da temperatura do fluido com
3. Funcionamento
a tabela.
incorreto do controlador
(6) Ajuste o nível do fluido de transmissão mos-
da carroceria
trado na vareta de medição de acordo com o dia-
grama.
4. Verifique a fiação e os (7) Verifique se há vazamentos na transmissão.
conectores Se o nível do fluido estiver baixo poderão ocorrer
5. Conjunto com defeito várias condições, pois isso permite a entrada de ar na
TODAS AS LUZES DOS 1. Funcionamento de bomba junto com o fluido. Como em qualquer sistema
VISORES “APAGADAS” comunicação CCD hidráulico, bolhas de ar tornam o fluido poroso, por-
ACOMPANHADAS POR incorreto tanto, as pressões diminuirão e se desenvolverão len-
UMA MENSAGEM “SEM tamente.
CONDUTOR” O enchimento inadequado pode também elevar
muito o nível do fluido. Quando a transmissão tem
LUZES DO VISOR FORA 1. Verifique a fiação e os
muito fluido, as engrenagens fazem espuma e produ-
DE SEQÜÊNCIA NA conectores
zem as mesmas condições que ocorrem com o nível de
ALAVANCA DO EIXO
fluido baixo.
2. Defeito no sensor do Em ambos os casos, bolhas de ar podem causar
alcance de transmissão superaquecimento e/ou oxidação do fluido e enverni-
3. Defeito na alavanca zamento. Isso pode interferir no funcionamento nor-
manual mal da válvula, da embreagem e do acumulador. A
formação de espuma também resulta no escape de
4. Funcionamento de
fluido a partir da ventilação da transmissão, o que
comunicação CCD
pode ser confundido com um vazamento.
incorreto
Juntamente com o nível de fluido, é importante
verificar a sua condição. Quando o fluido cheira quei-
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 89
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)

Linha de Enchimento Nominal

Temperatura (°F)

Tabela de Temperatura do Fluido de Transmissão


mado e está contaminado por partículas de metal ou MANUTENÇÃO DE FLUIDO/FILTRO
de material de atrito, é necessário fazer um recondi- (RECOMENDADA)
cionamento completo da transmissão. Certifique-se de (1) Levante o veículo em um içador (Consulte
examinar bem o fluido na vareta de medição. Se hou- “Lubrificação”, Grupo 0). Coloque um recipiente seco
ver alguma dúvida sobre sua condição, drene uma com uma abertura grande sob o cárter de óleo da
amostra para uma dupla verificação. transmissão.
Após verificar o fluido, assente a vareta de medição (2) Solte os parafusos do cárter e bata levemente
completamente para vedar contra água e sujeira. em um dos cantos para soltá-lo, permitindo que o
fluido drene e, em seguida, remova o cárter de óleo.
MANUTENÇÃO DE FLUIDO E FILTRO — (3) Instale um novo filtro e O ring na parte infe-
TRANSMISSÃO rior do corpo da válvula e aperte os parafusos de
retenção com um torque de 5 N·m (40 pol -lb).
AVISO: Consulte o Grupo 0, “Lubrificação e Manu- (4) Limpe o cárter de óleo e o imã. Reinstale o cár-
tenção” ou o manual do proprietário do veículo, ter usando o novo vedador Mopar Silicone Adhesive.
para obter os intervalos de manutenção recomen- Aperte os parafusos do cárter de óleo com um torque
dados (troca de fluido/filtro) para essa transmissão. de 19 N·m (165 pol.-lb).
(5) Despeje 4,5 litros de Mopart ATF+3 (Fluido de
AVISO: Somente fluidos do tipo MoparT ATF+3 Transmissão Automática) Tipo 7176, através da aber-
(Fluido de Transmissão Automática) Tipo 7176 tura da vareta de medição do nível.
devem ser usados. A troca de filtro deve ser feita (6) Dê partida no motor e deixe-o ligado por pelo
no momento da troca do óleo de transmissão. O menos um minuto. Em seguida, com os freios de esta-
imã (dentro do cárter de óleo) também deve ser cionamento e serviço aplicados, mova a alavanca do
limpo com um pano limpo e seco. seletor momentaneamente em cada posição, finali-
zando na posição park (estacionamento) ou neutral
(neutro).
AVISO: Se por qualquer razão a transmissão for
(7) Verifique o nível de fluido da transmissão e adi-
desmontada, o fluido e o filtro devem ser trocados.
cione uma quantidade adequada de forma que o nível
21 - 90 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
fique 3mm (1/8 pol.) abaixo da marca “ADD (ADICI- MÉTODO DE SUCÇÃO DE FLUIDO DO TUBO DA VARETA DE
ONAR)” da vareta de medição (Fig. 8). MEDIÇÃO
(8) Verifique novamente o nível de fluido, após a (1) Ao executar o método de sucção de fluido, cer-
transmissão atingir a temperatura de funcionamento tifique-se de que a transmissão esteja na tempera-
normal (180°F). tura máxima de funcionamento.
(9) Para evitar a entrada de sujeira na transmis- (2) Para executar o método de sucção de fluido do
são, certifique-se de que a vareta de medição esteja tubo da vareta de medição, use um dispositivo de
completamente encaixada em sua abertura. sucção de fluido adequado (Vaculay ou equivalente).
(3) Insira a linha de sucção de fluido no tubo da
VARETA DE MEDIÇÃO DA
TRANSMISSÃO vareta de medição.
AVISO: Verifique se a linha de sucção está inserida
no ponto mais inferior do cárter de óleo da trans-
missão. Isso assegurará a evacuação completa do
fluido no cárter.

(4) Siga o procedimento recomendado pelo fabri-


cante e evacue o fluido da transmissão.
(5) Remova a linha de sucção de fluido do tubo da
vareta de medição.
Fig. 8 Marcas da Vareta de Medição (6) Despeje 4,5 litros de Mopart ATF+3 (Fluido de
MÉTODOS DE MANUTENÇÃO ALTERNATIVOS Transmissão Automática) Tipo 7176, através da aber-
(SOMENTE PARA FLUIDO) tura da vareta de medição do nível.
(7) Dê partida no motor e deixe-o ligado por pelo
MÉTODO DO TROCADOR DE FLUIDO DA TRANSMISSÃO menos um minuto. Em seguida, com os freios de esta-
cionamento e serviço aplicados, mova a alavanca do
ATENÇÃO: Não se recomenda o uso de qualquer seletor momentaneamente em cada posição, finali-
trocador de fluido que introduza aditivos na trans- zando na posição park (estacionamento) ou neutral
missão. (neutro).
(8) Verifique o nível de fluido da transmissão e adi-
(1) Para executar a troca de fluido da transmissão, cione uma quantidade adequada de forma que o nível
esta deve estar na temperatura de funcionamento. fique 3mm (1/8 pol.) abaixo da marca “ADD (ADICI-
Dirija o veículo até ele alcançar a temperatura ONAR)” da vareta de medição (Fig. 8).
máxima de funcionamento. (9) Verifique novamente o nível de fluido após a
(2) Obtenha um trocador de fluido da transmissão transmissão atingir a temperatura de funcionamento
adequado e verifique se o tanque está limpo e seco. normal (180°F).
(3) Encha o tanque na capacidade de enchimento (10) Para evitar a entrada de sujeira na transmis-
recomendada com Mopart ATF+3 Tipo 7176. são, certifique-se de que a vareta de medição esteja
(4) Conecte a máquina ao veículo seguindo as ins- completamente encaixada em sua abertura.
truções do fabricante. Execute o procedimento de
troca seguindo as instruções fornecidas com a CONSERTO DE ROSCA DE ALUMÍNIO
máquina. Roscas danificadas ou gastas na caixa de transmis-
(5) Quando a máquina concluir a troca de fluido são de alumínio e no corpo da válvula podem ser con-
verifique o nível e a condição do fluido e encha até o sertadas pelo uso de Helicoidais, ou equivalente. Este
nível adequado com Mopart ATF+3 Tipo 7176. Con- conserto consiste na perfuração de roscas gastas
sulte “Verificação do Nível e da Condição do Fluido” danificadas. Bata levemente no orifício com uma tar-
neste grupo para obter o procedimento adequado raxa Helicoidal especial, ou equivalente, e instale um
para “enchimento” de fluido. inserto Helicoidal, ou equivalente, no orifício. Isso
trará o orifício para seu tamanho de rosca original.
AVISO: Verifique se as linhas do resfriador da As ferramentas e insertos Helicoidais, ou equiva-
transmissão estão apertadas segundo às especifi- lente, estão disponíveis na maioria dos fornecedores
cações adequadas. A especificação de torque das de peças automotivas.
linhas do resfriador é de 2 N·m (18 pol-lb).
LAVAGEM SOB PRESSÃO DOS RESFRIADORES E
TUBOS
Quando uma falha na transmissão contaminar o
fluido, o (s) resfriador (es) de óleo deverão ser lavados
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 91
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
sob pressão. A válvula de derivação do resfriador na (6) Conecte a linha de retorno TRANSPARENTE à
transmissão também deve ser substituída. O conver- linha do resfriador de ENTRADA (Para).
sor de torque também deve ser substituído com uma (7) Ligue a bomba durante dois ou três minutos
unidade de troca. Isso garantirá que partículas de para lavar sob pressão o (s) resfriador (es) e as
metal ou óleo queimado não sejam posteriormente linhas. Monitore as leituras de pressão e limpe as
retornadas para a transmissão recondicionada (ou linhas de retorno. As leituras de pressão devem esta-
substituída). bilizar abaixo de 20 psi. para veículos equipados com
O procedimento recomendado para lavagem sob um único resfriador e 30 psi para veículos equipados
pressão do resfriador da transmissão é a utilização de com dois resfriadores. Se o fluxo for intermitente ou
uma Ferramenta 6906A Irrigador do Resfriador. exceder estas pressões, substitua o resfriador.
(8) Desligue a bomba.
ADVERTÊNCIA: USE ÓCULOS PROTETORES QUE (9) Desconecte a linha de sucção TRANSPARENTE
ATENDAM OS REQUISITOS DE OSHA E ANSI do reservatório na placa da tampa. Desconecte a
Z87.1–1968. USE LUVAS DE BORRACHA DE linha de retorno TRANSPARENTE na placa da
PADRÃO INDUSTRIAL. tampa e coloque-a em um cárter de drenagem.
MANTENHA CIGARROS ACESSOS, FAÍSCAS, (10) Ligue a bomba durante 30 segundos para lim-
CHAMAS E OUTRAS FONTES INFLAMÁVEIS par a solução de lavagem sob pressão do resfriador e
LONGE DA ÁREA PARA IMPEDIR A INFLAMAÇÃO linhas. Desligue a bomba.
DE LÍQUIDOS E GASES COMBUSTÍVEIS. MANTE- (11) Coloque a linha de sucção TRANSPARENTE
NHA UM EXTINTOR DE INCÊNDIO DA CLASSE (B) em um recipiente de um quarto de fluido de trans-
NA ÁREA ONDE O IRRIGADOR SERÁ USADO. missão automática ATF PLUS 3 Mopart Tipo 7176.
MANTENHA A ÁREA BEM VENTILADA. (12) Ligue a bomba até que todo o fluido de trans-
NÃO DEIXE O SOLVENTE DE LAVAGEM SOB missão seja removido do recipiente de um quarto e
PRESSÃO EM CONTATO COM OS OLHOS OU das linhas. Isso remove qualquer solvente de limpeza
PELE: SE OCORRER CONTAMINAÇÃO DOS residual das linhas e do resfriador de transmissão.
OLHOS, LAVE-OS COM ÁGUA DURANTE 15 A 20 Desligue a bomba.
SEGUNDOS. REMOVA A ROUPA CONTAMINADA E (13) Desconecte os clipes do tipo jacaré da bateria.
LAVE A PELE AFETADA COM SABÃO E ÁGUA. Conecte novamente as linhas do irrigador à placa da
PROCURE ORIENTAÇÃO MÉDICA. tampa e remova os adaptadores de lavagem sob pres-
são das linhas do resfriador.
LAVAGEM SOB PRESSÃO DO RESFRIADOR VERIFICAÇÃO DO FLUXO DO RESFRIADOR
USANDO A FERRAMENTA 6906A Após a transmissão nova ou consertada ter sido
(1) Remova o bujão de enchimento da placa da instalada, encha no nível correto com fluido de trans-
tampa na Ferramenta 6906A. Encha de 1/2 a 3/4 missão automática Mopart ATF+ 3 (Tipo 7176). O
completo do reservatório com solução limpa de lava- volume deve ser verificado usando o seguinte proce-
gem sob pressão. Os solventes de lavagem sob pres- dimento:
são são soluções baseadas em petróleo geralmente (1) Desconecte a linha Do resfriador na trans-
usadas para limpar componentes da transmissão missão e coloque um recipiente de coleta sob a linha
automática. NÃO use solventes que contêm ácidos, desconectada.
água, gasolina ou qualquer outro líquido corrosivo.
(2) Reinstale o bujão de enchimento na Ferra- ATENÇÃO: Com o fluido ajustado no nível correto,
menta 6906A. a coleta de fluido não deve exceder um (1) quarto
(3) Verifique se o interruptor de força da bomba ou poderá ocorrer dano interno na transmissão.
está DESLIGADO. Conecte o clipe vermelho do tipo
jacaré ao polo positivo (+) da bateria. Conecte o clipe (2) Deixe o motor em funcionamento na veloci-
do tipo jacaré preto (-) a um bom estabelecimento de dade baixa normal, com o seletor de mudança de
terra. marcha na posição neutra.
(4) Desconecte as linhas do resfriador na transmis- (3) Se o fluxo do fluido for intermitente ou levar
são. mais de 20 segundos para coletar um quarto de ATF,
desconecte a linha Para Resfriador na transmissão.
AVISO: Quando lavar sob pressão as linhas e o (4) Reabasteça a transmissão no nível correto e
resfriador de transmissão, SEMPRE faça retrolava- verifique novamente o volume da bomba.
gem. (5) Se o fluxo estiver dentro dos limites aceitáveis,
(5) Conecte a linha de pressão AZUL à linha do substitua o resfriador. Em seguida, encha a transmis-
resfriador de SAÍDA (De). são no nível correto, usando fluido de transmissão
automática Mopart ATF+ 3 (Tipo 7176).
21 - 92 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
PROCEDIMENTOS DE MANUTENÇÃO (Continuação)
(6) Se o fluxo do fluido ainda estiver inadequado, A falha na execução deste procedimento causará
verifique a pressão da linha usando o procedimento uma condição No Speedometer Operation (Sem Fun-
Teste de Pressão Hidráulica da Transmissão. cionamento do Velocímetro).
(7) Verifique o resfriador quanto a fragmentos nas Este procedimento deve ser executado se o Módulo
superfícies externas. Limpe se necessário. de Controle de Transmissão tiver sido substituído.
Para ler ou reajustar corretamente o Fator do
PROCEDIMENTO DE APRENDIZAGEM RÁPIDA DE Pinhão, é necessário usar uma unidade de diagnósti-
TRANSMISSÃO cos DRBIII. Execute as etapas a seguir com a uni-
O procedimento de aprendizagem rápida requer o dade de diagnósticos DRBIII para ler ou reajustar o
uso da unidade de diagnósticos DRBIII. Fator do Pinhão:
Este programa permite que o sistema de transmis- (1) Encaixe a unidade de diagnósticos DRBIII no
são eletrônica seja auto recalibrado. Isso proporcio- conector do link de dados localizado sob o painel de
nará o melhor funcionamento possível da instrumentos.
transmissão. O procedimento de aprendizagem (2) Selecione o menu Transmission (Transmissão).
rápida deve ser realizado se qualquer um dos proce- (3) Selecione o menu Miscellaneous (Miscelânea).
dimentos a seguir for executado: (4) Selecione Pinion Factor (Fator do Pinhão). Em
• Substituição do Conjunto da Transmissão seguida, siga as instruções na tela da unidade de
• Substituição do Módulo de Controle de Trans- diagnósticos DRBIII.
missão
• Substituição do Pacote de Solenóide
• Substituição da Placa da Embreagem e/ou Veda-
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
ção CABO DA ALAVANCA DE MUDANÇA
• Substituição ou Recondicionamento do Corpo da
Válvula REMOÇÃO
Para executar o Procedimento de Aprendizagem (1) Remova a conexão do ilhó do cabo do pino da
Rápida, as seguintes condições devem ser atendidas: alavanca de operação da transmissão (Fig. 9).
• Os freios devem ser aplicados (2) Com o uso de alicates, repuxe as orelhas da
• A rotação do motor deve estar acima de 500 rpm conexão do conduite do cabo no suporte de montagem
• O ângulo do estrangulador (TPS) deve ter menos (Fig. 10) e empurre pelo orifício para removê-las (Fig.
de 3 graus 11).
• A posição da alavanca de câmbio deve permane- (3) Remova o silencioso debaixo do painel de ins-
cer até que seja instigado a mudar para Overdrive trumentos (Fig. 12). Consulte o Grupo 8E, “Painel de
• A posição da alavanca de câmbio deve permane- Instrumentos e Indicadores”, para obter mais infor-
cer em Overdrive até que o DRBIII indique que o mações.
procedimento está completo (4) Na conexão da coluna de direção, remova o ilhó
• A temperatura de óleo calculada deve estar da conexão do cabo do pino da alavanca de mudança.
acima de 60° e abaixo de 200° (5) Com o uso de alicates, repuxe as orelhas da
(1) Encaixe a unidade de diagnósticos DRBIII no conexão do cabo no suporte de montagem e, a seguir,
conector do link de dados. O conector está localizado empurre pelo orifício para removê-las.
sob o painel de instrumentos. (6) Desaperte o anel isolante do painel e remova o
(2) Vá para a tela Transmission (Transmissão). cabo do veículo.
(3) Vá para a tela Miscellaneous (Miscelânea).
(4) Selecione Quick Learn Procedure (Procedimen- INSTALAÇÃO
to de Aprendizagem Rápida). Siga as instruções da (1) Instale o cabo no suporte da conexão da coluna
DRBIII para executar o Procedimento de Aprendiza- da direção. Verifique se as orelhas do conduite estão
gem Rápida. encaixadas. Verifique se o cabo não está interferindo
com a atuação do pedal do freio.
PROCEDIMENTO DE FATOR DO PINHÃO (2) Conecte o ilhó da conexão do cabo no pino da
As leituras de velocidade do veículo para o velocí- alavanca do eixo.
metro são obtidas a partir do sensor de velocidade de (3) Insira a extremidade da transmissão do cabo
saída. O TCM deve ser calibrado para as diferentes pelo orifício do painel e fixe totalmente o anel iso-
combinações de equipamento disponíveis. Um proce- lante.
dimento chamado Fator do Pinhão foi desenvolvido. (4) Instale o silencioso do painel de instrumentos.
Ele permite que os técnicos ajustem a regulagem ini- Verifique se o cabo da alavanca de mudanças girou
cial do Módulo de Controle de Transmissão para que na fenda do silencioso.
as leituras do velocímetro sejam corretas.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 93
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
CABO DE
MUDANÇA

FENDA DO CABO
DA ALAVANCA DE
MUDANÇA

CABO DA ALA-
ALAVANCA VANCA DE
DA VÁL- MUDANÇA
VULA
MANUAL
SILENCIADOR DO
PAINEL DE INSTRU-
MENTOS

Fig. 9 Cabo da Alavanca de Mudança Fig. 12 Silenciador do Painel de Instrumentos


ATENÇÃO: Se houver falha na rotação adequada
do cabo no silencioso poderá haver interferência
ANEL ISOLANTE DO CABO
DE MUDANÇA no pedal do freio.

(5) Conecte a extremidade da transmissão do cabo


no suporte de montagem na transmissão. Assegure-se
de que as orelhas de conexão do conduite estejam
totalmente fixadas.
(6) Conecte o ilhó da conexão do cabo na alavanca
de operação da transmissão.
(7) Complete o ajuste utilizando o procedimento de
ajuste do cabo da alavanca de mudança.
AJUSTE
Levante e gire a alavanca manual de mudança na
posição de engate de estacionamento (P) e remova a
Fig. 10 Presilhas do Anel Isolante chave da ignição. Isso confirma que a alavanca de
mudança está na posição de engate de estaciona-
mento (P).
SUPORTE DO
CABO DE Depois de confirmar a posição de engate de estaci-
CABO DE
MUDANÇA
onamento, vire o interruptor da ignição. Se o motor
MUDANÇA
de arranque funcionar, a posição está correta. Mova a
alavanca de mudança para a posições neutra (N). Se
o motor de arranque operar nesta posição, a ligação
estará corretamente ajustada. Se falhar em alguma
das posições, será necessário ajustar a ligação.
(1) Estacione o veículo em um piso nivelado e apli-
que o freio de estacionamento.
(2) Coloque a alavanca de mudanças na posição de
engate de de estacionamento (P) e remova a chave.
(3) Solte o parafuso de ajuste do cabo na alavanca
de operação da transmissão (Fig. 13).
(4) Puxe a alavanca de operação da transmissão
completamente para frente, na posição dentada de
Fig. 11 Remoção do Cabo do Suporte estacionamento.
(5) Solte o freio de estacionamento e, a seguir,
balance o veículo para assegurar de que esteja tra-
vado na posição de estacionamento. Reajuste o freio
de estacionamento.
21 - 94 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(6) Aperte o parafuso de ajuste do cabo com um
torque de 8 N·m (70 pol.-lb.). O cabo da alavanca de ALAVANCA DA VÁLVULA

mudança deve estar corretamente ajustado agora.


MANUAL

(7) Verifique o ajuste utilizando o procedimento a


seguir.

AJUSTE DO CABO DE
MUDANÇA

CABO DE
MUDANÇA

Fig. 15 Alavanca da Válvula Manual (Alavanca de


Mudança)
INSTALAÇÃO
(1) Para a instalação, inverta o procedimento de
remoção.
Fig. 13 Cabo da Alavanca de Mudança
ALAVANCA MANUAL DA VÁLVULA (ALAVANCA DE CONJUNTO DO SOLENÓIDE-SUBSTITUIÇÃO
MUDANÇA) SENSOR DE VELOCIDADE
DE ENTRADA (TURBINA)

REMOÇÃO
(1) Remova o cabo de mudança da alavanca (Fig.
14).
(2) Solte o parafuso de montagem da alavanca
(Fig. 15). Não remova o parafuso (não é necessário).
(3) Levante a alavanca e remova.
CABO DE
MUDANÇA

Fig. 16 Remoção do Sensor de Velocidade de


Entrada
ALAVANCA
DA VÁL-
VULA
MANUAL

Fig. 14 Cabo de Mudança


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 95
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
CONJUNTO
DO SOLE- SENSOR DO ALCANCE DE TRANSMISSÃO
NÓIDE O sensor do alcance de transmissão está localizado
na transmissão. Para remover o TRS, o cárter de óleo
da transmissão e o corpo da válvula devem ser remo-
vidos.
REMOÇÃO
(1) Desconecte o cabo negativo da bateria.
(2) Remova o purificador de ar e o tubo de ar.
(3) Remova o cabo da alavanca de mudança (Fig.
20).
(4) Remova a alavanca da válvula manual.
(5) Desconecte o conector do sensor do alcance de
TAMPA DO SOM
transmissão.
CABO DE
Fig. 17 Remoção da Tampa de Som MUDANÇA

CHAVE DE
SOQUETE
PARAFUSOS DE
FIXAÇÃO

CONECTOR
DE 8 POSI-
ÇÕES

ALAVANCA
DA VÁL-
VULA
MANUAL
CONJUNTO DO
SOLENÓIDE

PLACA DE FIXAÇÃO DA Fig. 20 Cabo da Alavanca de Mudança e Alavanca


TAMPA DO SOM
da Válvula Manual
(6) Levante o veículo.
Fig. 18 Remoção dos Parafusos de Fixação (7) Remova cuidadosamente o cárter de óleo da
CONJUNTO transmissão e drene o fluido.
DO SOLE-
(8) Remova o filtro de óleo da transmissão. Deixe
que o óleo da transmissão drene completamente.
NÓIDE

(9) Remova os parafusos de fixação do corpo da


válvula.
(10) Extraia a haste de estacionamento do suporte
guia e remova o corpo da válvula da transmissão.
JUNTAS (11) Coloque o corpo da válvula em uma bancada
(Fig. 21).
(12) Remova o parafuso de fixação do TRS (Fig.
22).
(13) Remova a vedação do eixo manual (Fig. 23).
(14) Deslize o sensor do alcance de transmissão
PLACA DE FIXAÇÃO DA para cima do eixo manual e remova (Fig. 24).
TAMPA DO SOM

Fig. 19 Remoção do Conjunto do Solenóide


Para instalar o conjunto do solenóide, inverta o
procedimento de remoção. Aperte os parafusos com
um torque de 12 Nzm (105 pol.-lb.).
21 - 96 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
SENSOR DO
ALCANCE DE
TRANSMISSÃO

SENSOR DO
ALCANCE DE
TRANSMISSÃO

CORPO DA VÁL-
VULA CORPO
DA VÁL-
VEDAÇÃO DO EIXO VULA
MANUAL

Fig. 21 Corpo da Válvula C/TRS Fig. 24 Remoção do Sensor do Alcance de


Transmissão
INSTALAÇÃO
(1) Para a instalação, inverta o procedimento
SENSOR DO acima. Aperte o parafuso de fixação do TRS com um
ALCANCE DE
torque de 5 N·m (45 pol.-lb.). Faça uma nova vedação
para o cárter de óleo da transmissão utilizando RTV.
TRANSMISSÃO

SENSOR DE VELOCIDADE-ENTRADA
ATENÇÃO: Ao desconectar o conector do sensor
de velocidade, certifique-se de que a vedação não
caia ou permaneça no sensor antigo.

PARAFUSO DE O sensor de velocidade de entrada está localizado à


FIXAÇÃO DO TRS
esquerda da alavanca de mudança manual (Fig. 25).
Fig. 22 Remoção do Parafuso de Fixação
SENSOR DE VELOCIDADE
EIXO MANUAL DE ENTRADA (TURBINA)

VEDAÇÃO DO
EIXO MANUAL

PARAFUSO
DE FIXA-
ÇÃO DO
TRS

Fig. 25 Sensor de Velocidade de Entrada (Turbina)


SENSOR DE VELOCIDADE-SAÍDA
Fig. 23 Remoção da Vedação do Eixo Manual
ATENÇÃO: Ao desconectar o conector do sensor
de velocidade, certifique-se de que a vedação não
caia ou permaneça no sensor antigo.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 97
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
O sensor de velocidade de saída está localizado à
direita da alavanca de mudança manual (Fig. 26). MÓDULO DE CON-
TROLE DE
TRANSMISSÃO
SENSOR DE VELO-
CIDADE DE SAÍDA

CONECTOR DE 60 POSI-
ÇÕES DO MÓDULO DE
CONTROLE DE TRANS-
MISSÃO

Fig. 27 Afrouxamento do Parafuso do Conector

Fig. 26 Sensor de Velocidade de Saída


MÓDULO DE CONTROLE DE TRANSMISSÃO
MÓDULO DE CON-
TROLE DE TRANS-

Não troque os Módulos de Controle de Transmissão MISSÃO

por módulos de controle de transmissão anteriores.


Se um TCM do mesmo ano, de um veículo diferente,
estiver sendo utilizado, os seguintes procedimentos
deverão ser executados: PARAFUSOS DE
MONTAGEM DO
• Procedimento de Aprendizagem Rápida TCM

• Procedimento do Pinhão Eletrônico


O Módulo de Controle de Transmissão está locali-
zado no painel interno do pára-lama direito, no com-
partimento do motor. Ele se mantém fixo no lugar
através de quatro parafusos de montagem.
AVISO: Se o Módulo de Controle de Transmissão
tiver sido substituído, os seguintes procedimentos Fig. 28 Parafusos de Montagem
deverão ser executados:

• Procedimento de Aprendizagem Rápida: Este


procedimento permitirá que o módulo de controle da
transmissão aprenda as características do veículo.
• Procedimento do Fator do Pinhão Eletrônico:
Este procedimento reprogramará o TCM para com-
pensar os tamanhos diferentes de pneus e as relações
de acionamento finais.
MÓDULO DE CON-
TROLE DE TRANSMIS-
SÃO

REMOÇÃO
(1) Solte o parafuso de fixação de 60 posições, loca-
lizado no centro do conector de 60 posições (Fig. 27).
A seguir, desconecte o conector de 60 posições no
Módulo de Controle de Transmissão.
(2) Remova os parafusos de montagem do Módulo
de Controle de Transmissão e levante o módulo do Fig. 29 Módulo de Controle de Transmissão
veículo (Fig. 28) (Fig. 29).
INSTALAÇÃO
(1) Para instalar, inverta o procedimento de remo-
ção.
21 - 98 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
CORPO DA VÁLVULA CORPO DA VÁL-
VULA

REMOÇÃO
PARAFUSOS DE
FIXAÇÃO DO
CORPO DA VÁL-
VULA (18)
PARAFUSOS DO
CÁRTER DE
ÓLEO (USE O
RTV SOB AS
CABEÇAS DOS
PARAFUSOS)

Fig. 33 Remoção dos Parafusos de Fixação do


Corpo da Válvula
AVISO: Para remover facilmente o corpo da vál-
Fig. 30 Remoção dos Parafusos do Cárter de Óleo vula, gire a alavanca da válvula manual completa-
mente no sentido horário.
CÁRTER
DE ÓLEO ROLETES DO
1/8 DE POLEGADA DE
CALÇO DE
VEDAÇÃO RTV
ESTACIONA-
MENTO

SUPORTE
DO GUIA DO
CALÇO DE
ESTACIONA-
MENTO

FILTRO DE
ÓLEO

CHAVE DE
FENDA
Fig. 31 Remoção do Cárter de Óleo
Fig. 34 Remoção dos Roletes da Haste de
FILTRO DE Estacionamento do Suporte da Guia
ÓLEO
O RING
CORPO DA
VÁLVULA

Fig. 32 Remoção do Filtro de Óleo


Fig. 35 Remoção do Corpo da Válvula
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 99
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
SENSOR DO ALCANCE
CORPO DA DE TRANSMISSÃO CABO DE
VÁLVULA MUDANÇA

ALAVANCA
DA VÁL-
VULA
MANUAL

Fig. 36 Corpo da Válvula Removido Fig. 37 Articulação de Mudança na Alavanca da


INSTALAÇÃO Válvula Manual
Para instalar o corpo da válvula, inverta o procedi-
mento de remoção.
ANEL ISOLANTE DO CABO
DE MUDANÇA

ATENÇÃO: O piloto do eixo manual do corpo da


válvula pode torcer e ligar a válvula manual se o
corpo da válvula for manuseada de forma incorreta
ou abaixada.

AVISO: Para instalar facilmente o corpo da válvula,


gire a alavanca da válvula manual totalmente no
sentido horário.

Guie os roletes da haste de estacionamento no


suporte do guia, enquanto muda o conjunto da ala-
vanca manual para fora da posição de instalação.
TRANSMISSÃO Fig. 38 Presilhas do Anel Isolante
A remoção da transmissão NÃO requer remoção do
motor.
Consulte o Grupo 7, “Esfriamento” para drenar o CABO DE
SUPORTE DO
CABO DE
sistema de arrefecimento do motor e remover a MUDANÇA MUDANÇA

extensão de retorno do esfriamento (somente nos


motores 3.0).
A transmissão e o conversor de torque devem ser
removidos como um conjunto; caso contrário, a placa
de acionamento do conversor de torque, a bucha da
bomba ou a vedação do óleo podem ser danificadas. A
placa de acionamento não pode suportar carga; por-
tanto, não deixe que nenhum peso da transmissão
descanse na placa durante a remoção.
REMOÇÃO
(1) Desconecte o cabo negativo da bateria.
(2) Remova o duto do purificador de ar. Desconecte Fig. 39 Remoção do Cabo do Suporte
a articulação de mudança da transmissão na ala-
vanca da válvula manual (Fig. 37). (4) Remova o conector de suspensão de 16 posições
(3) Repuxe as presilhas do anel isolante e remova do motor do suporte do tubo da vareta de medição.
o cabo no suporte da transmissão (Fig. 38) (Fig. 39). Remova a porca do suporte do tubo da vareta de
21 - 100 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
medição no cabeçote do cilindro. Remova o tubo da
vareta de medição.
(5) Remova as linhas do resfriador da transmissão.
(6) Remova o conector no conjunto de solenóide da
transmissão.
(7) Remova os conectores de fiação do sensor de
velocidade de entrada e saída (Fig. 40) (Fig. 41).

SENSOR DE VELOCIDADE
DE ENTRADA (TURBINA)
FIXAÇÃO DO
MOTOR

Fig. 42 Fixação do Suporte do Motor


(15) Levante o veículo. Remova as rodas diantei-
ras. Consulte o Grupo 2, “Suspensão” para remover
as porcas do cubo da roda e os eixos de acionamento.
ATENÇÃO: A junta flexível do escapamento deve
ser desconectada do coletor do escapamento sem-
Fig. 40 Sensor de Velocidade de Entrada (Turbina) pre que o motor for abaixado. Se o motor for abai-
xado enquanto o canal flexível estiver conectado,
poderão ocorrer danos.
ALAVANCA DA
(16) Remova os parafusos que fixam a junta flexí-
vel do escapamento ao coletor do escapamento. Des-
VÁLVULA
MANUAL

conecte o cano do escapamento do coletor.


(17) Remova o protetor contra poeira do conversor
de torque para obter acesso aos parafusos do con-
versor de torque (Fig. 43).

SENSOR DE
VELOCIDADE
DE SAÍDA

Fig. 41 Sensor de Velocidade de Saída


(8) Desconecte o conector elétrico do sensor do
CÁRTER DE
ÓLEO DO

alcance de transmissão.
PROTETOR CONTRA POEIRA MOTOR
DO CONVERSOR DE TORQUE

(9) Remova os parafusos superiores da carcaça em


forma de sino superior.
(10) Remova o parafuso de montagem do tubo do
aquecedor. CÁRTER DA

(11) Remova a fiação do sensor de velocidade do


TRANSMIS-
SÃO

veículo no sensor. Fig. 43 Remoção do Protetor Contra Poeira do


(12) Remova um parafuso de montagem do motor Conversor de Torque
traseiro da parte superior.
(13) Remova o parafuso de proteção de montagem (18) Gire o motor no sentido horário para obter
do motor traseiro. acesso aos parafusos do conversor de torque (Fig. 44).
(14) Instale o suporte de fixação do motor e apóie o Remova os parafusos de montagem do conversor de
motor (Fig. 42). torque.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 101
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
MANGUEIRA DO
RADIADOR INFERIOR

CONJUNTO DO
MOTOR DE
ARRANQUE

CÁRTER DE
ÓLEO
ROTAÇÃO DO
MOTOR NO
SENTIDO
HORÁRIO

Fig. 44 Rotação do Motor Fig. 46 Conjunto do Motor de Arranque


(19) Remova o isolador e o suporte de montagem
do motor dianteiro (Fig. 45). CAPA DO DIFE-
RENCIAL

MOTOR

SUPORTE DE
MONTAGEM
DO MOTOR
DIANTEIRO
MONTAGEM MACACO DA
DO MOTOR TRANSMISSÃO
DIANTEIRO

TRANSMISSÃO

Fig. 47 Posicionamento do Macaco da Transmissão


ATENÇÃO: Remova o sensor de posição do eixo
Fig. 45 Remoção da Montagem do Motor Dianteiro de manivela da carcaça em forma de sino antes da
(20) Remova o protetor de montagem do motor. remoção ou instalação da transmissão.
(21) Remova os parafusos e o suporte do suporte (27) Remova os parafusos da carcaça em forma de
de montagem do motor traseiro. sino inferior.
(22) Remova os parafusos do motor de arranque e (28) Abaixe cuidadosamente o conjunto da trans-
coloque o motor de lado. Não deixe que o motor fique missão do veículo.
pendurado no cabo da bateria (Fig. 46).
(23) Posicione o macaco da transmissão segura- INSTALAÇÃO
mente sob a transmissão (Fig. 47). (1) Para a instalação da transmissão, inverta o
(24) Remova a proteção contra borrifos do pára- procedimento acima.
lama esquerdo. (2) Verifique e/ou ajuste o cabo da alavanca de
(25) Com o macaco da transmissão na posição, mudanças.
remova a montagem da transmissão esquerda. (3) Reabasteça a transmissão com MOPARt ATF
(26) Abaixe a transmissão para obter acesso ao PLUS 3 (Fluido para Transmissão Automática) Tipo
sensor de posição do eixo de manivela, remova o sen- 7176.
sor de posição do eixo de manivela da carcaça em
forma de sino. Para obter o procedimento de instala-
ção, consulte a seção 8D deste manual de serviços.
21 - 102 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
VEDAÇÃO DA BOMBA DE ÓLEO DESMONTAGEM E MONTAGEM
REMOÇÃO RECONDICIONAMENTO DO CORPO DA VÁLVULA
FERRAMENTA C-3981–B
SENSOR DO ALCANCE PARAFUSO DE
DE TRANSMISSÃO FIXAÇÃO

VEDAÇÃO
DA BOMBA
DE ÓLEO

Fig. 48 Remoção da Vedação da Bomba de Óleo Fig. 50 Parafuso do Sensor do Alcance de


INSTALAÇÃO Transmissão
FERRAMENTA
C-4193

SENSOR DO
ALCANCE DE
TRANSMISSÃO

HASTE DO
CALÇO DE
ESTACIONA-
FERRAMENTA DE ALA-
MENTO
VANCA C-4171

PARAFUSO DE FIXA-
ÇÃO

Fig. 49 Instalação da Vedação da Bomba de Óleo Fig. 51 Sensor do Alcance de Transmissão


Removido
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 103
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
SENSOR DO ALCANCE DE PARAFUSOS PARAFUSOS DO
EIXO MANUAL CORPO DA VÁLVULA TRANSMISSÃO DO CORPO CORPO DA VÁL-
DA VÁLVULA VULA

PARAFUSOS
DO CORPO PARAFUSOS
DA VÁLVULA DO CORPO
DA VÁLVULA
CRISTA DE GALO PARAFUSO DE FIXAÇÃO

Fig. 52 Eixo Manual e Crista de Galo


Fig. 55 Parafusos do Corpo da Válvula
PLACA DE RETENÇÃO DO MOLA DETENTORA
ACUMULADOR 2–4 VÁLVULA DE RETENÇÃO POR ESFERA
DA EMBREAGEM SOBREPOSTA (N° 5) PLACA DO SEPARADOR

CORPO DA VÁLVULA PLACA DE TRANSFERÊNCIA

Fig. 53 Placa do Acumulador 2-4


Fig. 56 Corpo da Válvula e Placa de Transferência
TRS
EIXO MANUAL MOLA DETEN- VÁLVULA DE RETENÇÃO
CORPO DA VÁLVULA POR ESFERA DA EMBREA-
TORA
GEM SOBREPOSTA (N° 5)
PLACA DO SEPARADOR
VÁLVULA TÉRMICA

CRISTA DE PLACA DO MOLAS


GALO RETENTOR FILTRO
PISTÃO DO ACUMULADOR
2–4
PLACA DE TRANSFERÊNCIA

Fig. 54 TRS, Eixo Manual e Acumulador 2-4


Fig. 57 Placa de Transferência e Placa do
Separador
21 - 104 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(N° 4) LOCALIZAÇÃO DA
VÁLVULA DE RETENÇÃO (N° 2) LOCALIZAÇÃO DA
POR ESFERA VÁLVULA DE RETENÇÃO
POR ESFERA

RETENTOR

VÁLVULA COM
LIMITE T/C

(N° 3) LOCALIZAÇÃO DA
VÁLVULA DO INTERRUPTOR BAIXA/INVERSA VÁLVULA DE RETENÇÃO
POR ESFERA

Fig. 58 Localização da Válvula de Retenção por Esfera


ACUMULADOR 2–4
FERRA-
MENTA
ESPE-
CIAL 6301

VÁLVULA DO REGULADOR

VÁLVULA DO INTERRUPTOR DO SOLE-


NÓIDE
VÁLVULA MANUAL

VÁLVULA DE CONTROLE DO CONVERSOR DE


TORQUE

VÁLVULA DA EMBREAGEM DO CONVERSOR DE


TORQUE

Fig. 59 Remoção da Placa do Retentor Duplo Fig. 60 Localização das Molas e das Válvulas
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 105
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
PARAFUSOS DO
CÁRTER DE
ÓLEO (UTILIZE
RTV SOB AS
CABEÇAS DOS
PARAFUSOS)

CORPO DA VÁLVULA DO
VÁLVULA INTERRUPTOR
BAIXA/INVERSA

VÁLVULA COM LIMITE T/C

Fig. 61 Válvula do Interruptor Baixo/Inverso e Fig. 63 Remoção dos Parafusos do Cárter


Válvula com Limite T/C
CÁRTER
DESMONTAGEM DA TRANSMISSÃO DE ÓLEO
1/8 DE POLEGADA DE
VEDAÇÃO RTV

AVISO: Rotule todos os conjuntos de jogos da


embreagem, conforme são removidos, para identifi-
cação na remontagem.

ATENÇÃO: Não misture os discos ou as placas de


embreagem para evitar falha da unidade.
FILTRO DE

(1) Remova os sensores de rotação de entrada e


ÓLEO

saída.
(2) Remova o jogo de solenóide da transmissão
(Fig. 62).
CHAVE DE
SOQUETE
Fig. 64 Remoção do Cárter
PARAFUSOS DE
FIXAÇÃO
FILTRO DE
ÓLEO
CONECTOR O RING
DE 8 POSI-
ÇÕES

CONJUNTO DO
SOLENÓIDE

PLACA DE FIXAÇÃO DO
ABAFADOR DE RUIDO

Fig. 62 Remoção do Jogo do Solenóide


AVISO: Para remover facilmente o corpo da vál-
vula, vire a válvula manual completamente no sen- Fig. 65 Remoção do Filtro de Óleo
tido horário.

ATENÇÃO: Não puxe o corpo da válvula manual


para evitar danos.
21 - 106 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
CORPO DA VÁL-
PARAFUSOS DE
VULA SENSOR DO ALCANCE
FIXAÇÃO DO
CORPO DA VÁL- CORPO DA DE TRANSMISSÃO
VULA (18) VÁLVULA

Fig. 66 Remoção dos Parafusos de Fixação do Fig. 69 Corpo da Válvula Removido


Corpo da Válvula ACUMULADOR DA
ROLETES DO EMBREAGEM UNDER-
CALÇO DE DRIVE
ESTACIONA- ANEL DE VEDAÇÃO (2)
MENTO

SUPORTE
DO GUIA
DO
CALÇO DE ACUMULADOR DA
ESTACIO- EMBREAGEM SOBRE-
NAMENTO POSTA

MOLA DE RETORNO

CHAVE DE
FENDA
Fig. 70 Remoção dos Acumuladores
Fig. 67 Remoção dos Roletes da Haste de AVISO: Dependente da aplicação do motor, alguns
Estacionamento do Suporte da Guia acumuladores possuem duas molas e outros ape-
CORPO DA nas uma. As molas são codificadas em cores de
VÁLVULA acordo com a aplicação e o ano. Ao desmontar,
marque a localização da mola do acumulador para
montar facilmente.

Meça o jogo axial do eixo de entrada com a trans-


missão na posição vertical. Isso assegurará que a
medida será precisa.
Medir o jogo axial do eixo de entrada antes da des-
montagem indicará, em geral, quando será necessária
a mudança de uma placa de montagem #4. Esta
placa está localizada atrás do cubo da embreagem
sobreposta.
Conecte um indicador de mostrador na carcaça em
forma de sino da transmissão com seu êmbolo fixado
contra a extremidade do eixo de entrada (Fig. 77).
Fig. 68 Remoção do Corpo da Válvula Mova o eixo de entrada para dentro e para fora
para obter a leitura do jogo axial. As especificações
do jogo axial são de 0,13 a 0,64 mm (0,005 a 0,025
pol.).
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 107
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
MOLAS DE RETORNO ALICATES
AJUSTÁVEIS

PISTÃO DO ACUMULADOR
(UNDERDRIVE)

ANEL DE VEDAÇÃO

PLUGUE

ANEL DE VEDAÇÃO

Fig. 71 Acumulador (Underdrive) Fig. 74 Remoção do Plugue do Acumulador


MOLA DE RETORNO
Baixo/Inverso (Tampa)
FERRA-
MENTA
ANÉIS DE
ADEQUADA
VEDAÇÃO
PISTÃO DO ACUMULADOR
(SOBREPOSTO)

VASELINA
ANEL DE VEDAÇÃO PISTÃO

ANEL DE VEDAÇÃO
PISTÃO

Fig. 72 Acumulador (Overdrive)


ANEL DE Fig. 75 Remoção do Pistão do Acumulador
PRESSÃO
Baixo/Inverso
MOLAS DE
ANÉIS DE VEDA- RETORNO
ÇÃO

PISTÃO DO
ACUMULADOR

(OBSER-
VE O
ENCAIXE)

PLU-
GUE

Fig. 73 Remoção do Anel de Pressão do


Acumulador Baixo/Inverso
Fig. 76 Remoção do Acumulador Baixo/Inverso
21 - 108 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
INDICADOR ATENÇÃO: Certifique-se de que o sensor de veloci-
DE MOSTRA-
DOR dade de entrada seja removido antes da remoção
da bomba de óleo.

“EMPURRE” O EIXO DE
ENTRADA ENQUANTO
REMOVE A BOMBA

EIXO DE
ENTRADA

Fig. 77 Medida do Jogo Axial do Eixo de Entrada


Grave a leitura do indicador para referência ao
desmontar a transmissão.
Fig. 80 Remoção da Bomba de Óleo
PARAFUSOS
ALOJAMENTO DA DE FIXAÇÃO BOMBA DE
BOMBA DA BOMBA ÓLEO

JUNTA

Fig. 78 Remoção dos Parafusos de Fixação da


Bomba Fig. 81 Bomba de Óleo Removida

JUNTA DA
BOMBA

FERRAMENTA DO
TIPO PUXADOR
C-3752

BOMBA

Fig. 79 Instalação da Ferramenta C-3752 Fig. 82 Remoção da Junta da Bomba de Óleo


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 109
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
INSPEÇÃO DA BOMBA DE ÓLEO (9) Retire os parafusos e separe o alojamento uni-
Ao desmontar a transmissão, é necessário verificar dadosamente. Meça o Plastigage seguindo as instru-
se a bomba de óleo está danificada ou gasta. ções formecidas.
(1) Remova os parafusos de suporte do eixo de rea- (10) A folga entre a engrenagem externa e o
ção. suporte do eixo de reação deve ser de 0,020-0,046 mm
(2) Remova o suporte do eixo de reação do aloja- (0,008-0,0018 pol.). A folga entre o lado da engrena-
mento da bomba (Fig. 83). gem interna e o suporte do eixo de reação deve ser
ENGRENAGENS ALOJAMENTO
0,020-0,046 mm (0,008-0,0018 pol.).
DA BOMBA DA BOMBA

SUPORTE DO EIXO DE
REAÇÃO

VÁLVULA DE RETEN-
ÇÃO DO RESFRIA-
DOR
Fig. 83 Suporte do Eixo de Reação
(3) Remova as engrenagens da bomba e verifique Fig. 85 Remoção da Válvula de Retenção
se está gasta ou danificada. ATENÇÃO: A válvula de retenção do resfriador
(4) Instale as engrenagens e verifique as folgas. deve ser substituída se tiver ocorrido uma falha na
(5) Meça a folga entre a engrenagem externa e o transmissão. Não reutilize ou tente limpar a válvula
receptáculo da bomba (Fig. 84). A folga deve ser de antiga. Ao instalar a válvula de retenção, insira-a
0,045 a 0,141mm (0,0018 a 0.0056 pol.) com a extremidade do O ring em direção à parte de
trás da caixa.
RECEP-
ENGRENAGEM TÁCULO
ROLAMENTO DA NOTA: LADO DA
EXTERNA AGULHA PRESA #1 ESPIGA PARA
FORA

Fig. 84 Medida da Engrenagem Externa ao


Receptáculo Fig. 86 Remoção do Rolamento da Agulha Presa
(6) Coloque um pedaço apropriado de Plastigage ao
longo das duas engrenagems da bomba.
(7) Alinhe o Plastigage numa área plana do aloja-
mento do suporte do eixo de reação.
(8) Instale o eixo de reação no alojamento da
bomba. Aperte os parafusos com um torque de 27
Nzm (20 pol.-lb.).
21 - 110 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
CONJUNTO DO SUPORTE
CONJUNTO DE ROLAMENTO
DIANTEIRO E DA COROA
EMBREAGENS DE DA AGULHA #6
CIRCULAR TRASEIRA -
ENTRADA
BALANCE E PUXE OU
EMPURRE PARA REMOVER
OU INSTALAR).

ARRUELA DE
ESCORA #4

Fig. 90 Remoção do Conjunto do Suporte Dianteiro


e da Coroa Circular Traseira
Fig. 87 Remoção do Conjunto de Embreagens de
Entrada ROLAMENTO
DA AGULHA
#7
PLACA DE ENCOSTO #4
CONJUNTO DO MAIS FINA (SELEÇÃO)
EIXO SOBRE-
POSTO

3 CHAPADAS DE
VASELINA PARA
RETENÇÃO
ENGRENAGEM
SOLAR TRA-
SEIRA
Fig. 91 Remoção da Engrenagem Solar Traseira
AVISO: Verifique se a Ferramenta Miller 5058 está
Fig. 88 Placa de Encosto No. 4 centralizada corretamente no retentor da embrea-
CONJUNTO DA gem de 2/4 antes de pressionar a ferramenta.
ENGRENAGEM
SOLAR DIANTEIRA COMPRIMA O SUFICIENTE
PARA REMOVER OU INSTA- FERRAMENTA 5058
LAR O ANEL DE PRESSÃO

CHAVE DE FENDA
RETENTOR DA
EMBREAGEM
DE 2/4

ARRUELA DE ESCORA ANEL DE


#4 PRESSÃO

Fig. 89 Remoção do Conjunto da Engrenagem Solar


Dianteira Fig. 92 Remoção do Anel de Pressão do Retentor
da Embreagem de 2/4
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 111
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
PLACA DA DISCO DA EMBREAGEM (4)
EMBREAGEM
RETENTOR (4)
DA EMBREA-
GEM DE 2/4

ATENÇÃO: ROTULE E
IDENTIFIQUE OS
JOGOS DE EMBREA-
GEM PARA ASSEGU-
RAR UMA
SUBSTITUIÇÃO ORIGI-
NAL

Fig. 96 Remoção do Jogo de Embreagem de 2/4


Fig. 93 Remoção do Retentor da Embreagem de 2/4
CHAVE DE
RETENTOR FENDA
PLACA DE
DA EMBREA- REAÇÃO DA
GEM DE 2/4 EMBREAGEM
ANEL DE PRESSÃO
BAIXA/INVERSA
CÔNICO BAIXO/IN-
ETIQUETA VERSO (LADO CÔNICO
LONGA PARA CIMA)

SUPERFí-
CIE DO
CÁRTER
DE ÓLEO

MOLA DE RETORNO
DA EMBREAGEM
DE 2/4

Fig. 97 Remoção do Anel de Pressão Cônico


Fig. 94 Retentor da Embreagem de 2/4 PLACA DE REAÇÃO BAIXA/
INVERSA (LADO PLANO
MOLA DE PARA CIMA)
RETORNO DA
EMBREAGEM DE
2/4

Fig. 98 Remoção da Placa de Reação Baixa/Marcha


Fig. 95 Remoção da Mola de Retorno da a Ré
embreagem de 2/4
AVISO: Rotule o jogo de embreagem de 2/4 para
identificação na remontagem.
21 - 112 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
TAMPA TRASEIRA
UM DISCO DA EMBREAGEM PARAFUSOS DA
BAIXA/INVERSA TAMPA TRA-
SEIRA

UTILIZE VEDAÇÃO
NOS PARAFUSOS

Fig. 99 Remoção de Um Disco Fig. 102 Remoção dos Parafusos da Tampa Traseira
CHAVE DE ANEL DE PRESSÃO PLANO TAMPA TRASEIRA
FENDA DA PLACA DE REAÇÃO BAI-
XA/INVERSA 1/8 DE POLEGADA DE SELANTE ADE-
SIVO DE BORRACHA DE SILICONE
MOPAR, CONFORME MOSTRADO

NÃO RISQUE A PLACA DA


EMBREAGEM

Fig. 100 Remoção do Anel de Pressão da Placa de Fig. 103 Remoção da Tampa Traseira
Reação Baixa/Marcha a Ré ENGRENAGEM
DE SAÍDA
PLACAS DA EMBREAGEM DISCOS DA ENGRENAGEM DO EIXO DE
(5) EMBREAGEM TRANSFERÊNCIA
(5)

ATENÇÃO: ROTULE E IDEN- FERRA-


TIFIQUE OS JOGOS PARA MENTA
ASSEGURAR SUBSTITUI- ESPECIAL
ÇÃO ORIGINAL 6259
Fig. 104 Remoção da Porca da Engrenagem de
Fig. 101 Remoção do Jogo da Embreagem Transferência
Baixa/Marcha a Ré
AVISO: Rotule o jogo da embreagem baixa/marcha
a ré para identificação na remontagem.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 113
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
EIXO DE
TRANSFE- ALINHAMENTO DA
RÊNCIA LINGÜETA DE INDE-
XAÇÃO COM A
FENDA

ARRUELA
PORCA DE APERTO
RETENTOR DA CAPA DO
ROLAMENTO

Fig. 105 Porca da Engrenagem do Eixo de Fig. 108 Remoção do Retentor da Capa do
Transferência e Arruela Cônica Rolamento
ENGRENAGEM DO EIXO DE TRANSFERÊNCIA
FERRAMENTA ESPECIAL
L-4407–6
FERRAMENTA 5048
COM GARRAS FERRA-
CHAVES
MENTA 5048–2 E FER-
RAMENTA COM
BOTÃO L-4539–2

ENGRENA-
FERRAMENTA ESPECIAL GEM DO
L-4407 EIXO DE
TRANSFE-
RÊNCIA

Fig. 106 Remoção da Engrenagem do Eixo de Fig. 109 Remoção do Cone do Rolamento da
Transferência Engrenagem de Transferência
RETENTOR DA CAPA DO
ROLAMENTO FERRA-
ENGRENAGEM DO EIXO MENTA 6062
DE TRANSFERÊNCIA
CHAVES

RETENTOR DA
CAPA DO ROLA-
MENTO DO EIXO
CALÇO (SELE- DE TRANSFERÊN-
ÇÃO) CIA

Fig. 107 Remoção da Engrenagem do Eixo de Fig. 110 Remoção da Capa do Rolamento do Eixo
Transferência e do Calço (Seleção) de Transferência
21 - 114 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
ALICATES PARA ANEL DE PRESSÃO DO EIXO DE TRANS-
ANEL DE PRESSÃO ROLAMENTO DO EIXO DE FERÊNCIA
FERRAMENTA 6051 TRANSFERÊNCIA ARÍETE DE
PRENSA AUTO-
MÁTICA

FERRA-
MENTA
P-334

CONE DO
ROLA-
MENTO

EIXO DE TRANSFERÊNCIA

Fig. 111 Remoção do Anel de Pressão do Fig. 114 Remoção do Cone de Rolamento do Eixo
Rolamento do Eixo de Transferência de Transferência
AVISO: Ferramenta de Parafuso 5049-A no eixo de AVISO: Remoção do estribo da engrenagem de
transferência. Remova o eixo de transferência. saída e dos parafusos da correia.

Todas as transmissões utilizam um estribo e uma


EIXO DE TRANSFERÊNCIA

FERRAMENTA correia de retenção conectada à engrenagem de saída.


O estribo evita que o parafuso de fixação da engrena-
ESPECIAL
5049–A

gem de saída gire e saia do suporte traseiro. A cor-


reia é utilizada para manter o estribo na engrenagem
de saída e para evitar que os parafusos de fixação do
estribo saiam.
CORREIRA DE RETENÇÃO

ENGRENAGEM
DE SAÍDA

Fig. 112 Remoção do Eixo de Transferência

CAPA DO ROLAMENTO CONE DO ROLAMENTO

ESTRIBO
O RING

Fig. 115 Afrouxamento dos Parafusos da Correia do


Estribo

EIXO DE TRANSFE-
RÊNCIA

ABAFADOR
DE ÓLEO

Fig. 113 Capa do Rolamento Removida


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 115
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

CORREIA DE ENGRENAGEM
RETENÇÃO DE SAÍDA

PARAFUSOS DA
CORREIA DE ESTRIBO
RETENÇÃO FERRA-
MENTA 6259

Fig. 116 Remoção dos Parafusos da Correia Fig. 119 Remoção do Parafuso da Engrenagem de
PARAFUSO DA Saída
ENGRENAGEM DE CORREIA DE
SAÍDA ENGRENAGEM DE SAÍDA
RETENÇÃO

ARRUELA
CÔNICA DE
APERTO

ESTRIBO

PARA-
FUSO

Fig. 117 Remoção da Correia do Estribo


Fig. 120 Parafuso e Arruela da Engrenagem de
Saída
ENGRENAGEM DE SAÍDA
FERRAMENTA COM
BOTÃO 6055

FERRAMENTA COM PARAFUSOS


L-4407–6
CHAVES

PARAFUSO DE
FIXAÇÃO DA
ENGRENAGEM DE ESTRIBO
SAÍDA

FERRAMENTA
Fig. 118 Remoção do Estribo L-4407

Fig. 121 Remoção da Engrenagem de Saída


21 - 116 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)

CONJUNTO
DO
SUPORTE FERRAMENTA 5048 COM
TRASEIRO GARRAS 5048–3 E BOTÃO
6055

CALÇO (SELEÇÃO)

CHAVES

CONJUNTO DO SUPORTE
TRASEIRO
ENGRENAGEM DE SAÍDA

Fig. 122 Engrenagem e Calço (Seleção) de Saída Fig. 125 Remoção do Rolamento Cônico do Suporte
Traseiro
FERRAMENTA 6057
FERRAMENTA 5048 COM
GARRAS 5048–5 E BOTÃO
L-4539–2

CHAVES

ENGRENA- FERRA-
GEM DE MENTA 5059
SAÍDA
FERRAMENTA
5058–3
Fig. 123 Remoção do Rolamento Cônico
CONJUNTO DO
Fig. 126 Ferramenta Compressora da Mola
SUPORTE Baixa/Marcha a Ré
TRASEIRO
MOLA DE RETORNO DA
EMBREAGEM BAIXA/IN- ANEL DE PRESSÃO (INSTA-
VERSA LADO CONFORME MOS-
TRADO)

FERRAMENTA 5058–3

FERRAMENTA 5059

Fig. 124 Remoção do Conjunto do Suporte Traseiro FERRA-


MENTA 6057

Fig. 127 Ferramenta Compressora em Uso


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 117
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
EIXO DA ÂNCORA EIXO DO PIVÔ
DO SUPORTE DO
A ABERTURA DO ANEL DE GUIA
PRESSÃO DEVE FICAR ENTRE ALICATES PARA
AS ALAVANCAS DA MOLA (CON- ANEL DE PRES-
FORME MOSTRADO) SÃO

PLUGUE DO
EIXO DA
ÂNCORA

FERRAMENTA 6057

Fig. 131 Remoção do Eixo e do Plugue da Âncora


Fig. 128 Remoção do Anel de Pressão EIXO DO PIVÔ DO
SUPORTE DO GUIA
MOLA DE RETORNO DO
PISTÃO BAIXO/INVERSO

PISTÃO
ALICATES

Fig. 132 Remoção do Eixo do Pivô do Suporte da


Fig. 129 Mola de Retorno do Pistão Baixo/Inverso Guia
MOLA ANTI- SUPORTE DO GUIA
MOLA ANTI- CATRACA
CATRACA

LINGÜETA
MARTELO

INSTRU-
MENTO DE
REMOÇÃO

SUPORTE
DO GUIA

EIXO DA ÂNCORA DO
SUPORTE DO GUIA DO
CALÇO DE ESTACIONA- EIXO DO PIVÔ
MENTO

Fig. 130 Saída do Eixo da Âncora Fig. 133 Eixo do Pivô e Suporte da Guia

ATENÇÃO: Ao instalar, certifique-se de que o


suporte do guia e a luva de divisão toquem a parte
de trás da caixa da transmissão.
21 - 118 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
SUPORTE RETENTOR DO PISTÃO DA
LINGÜETA CHAVE DE FENDA
DO GUIA EMBREAGEM BAIXA/IN-
VERSA

MOLA ANTICATRACA
(DEVE SER MONTADA CON-
FORME MOSTRADO)

PARAFUSOS TORX-LOC

Fig. 134 Suporte da Guia Fig. 137 Remoção dos Parafusos de Fixação do
LINGÜETA
Retentor do Pistão
SUPORTE DO GUIA
RETENTOR DO
PISTÃO DA
EMBREAGEM BAI-
XA/INVERSA

LUVA DE DIVISÃO

ANTICATRACA ESPAÇADOR ESCALO-


NADO
ESPAÇADOR
JUNTA

Fig. 135 Suporte da Guia Desmontado


PISTÃO DA
Fig. 138 Remoção do Retentor do Pistão
EMBREAGEM BAI-
XA/INVERSA
OS ORIFÍCIOS DA JUNTA DO RETENTOR DO
JUNTA DEVEM FICAR
ALINHADOS PISTÃO DA EMBREAGEM
BAIXA/INVERSA

VEDAÇÃO
DA BORDA

VEDAÇÃO DA
BORDA

Fig. 136 Remoção do Pistão da Embreagem


Baixa/Marcha a Ré Fig. 139 Remoção da Junta do Retentor do Pistão
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 119
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
EMBREAGENS DE ENTRADA-
CAPAS DO ROLAMENTO DE
SAÍDA (SUBSTITUA EM PARES)
RECONDICIONAMENTO
DESMONTAGEM
PLACA DE ENCOSTO #4
(SELEÇÃO)

MARTELO

PLACA DE REAÇÃO
DA EMBREAGEM
INVERSA
BATA NA PLACA DE REA-
ÇÃO DA EMBREAGEM
INSTRUMENTO INVERSA PARA REMOVER
DE REMOÇÃO OU INSTALAR O ANEL DE
EM BRONZE PRESSÃO
Fig. 140 Remoção da Capa Interna do Rolamento de
Saída
CONJUNTO DO RETENTOR
DAS EMBREAGENS DO
ATENÇÃO: Derive a capa do rolamento em toda a EIXO DE ENTRADA
volta.
FERRA-
Fig. 142 Batida na Placa de Reação
MENTA 6062

PLACA DE REA-
ÇÃO

CHAVE DE
FENDA

ANEL DE PRESSÃO DA
EMBREAGEM INVERSA
(SELEÇÃO)

Fig. 141 Remoção da Capa Externa do Rolamento


de Saída Fig. 143 Anel de Pressão da Embreagem Marcha a
Isso conclui a desmontagem da linha central da Ré
transmissão. Para desmontar o conjunto da embrea-
gem de entrada, consulte “Embreagens de Entrada-
Recondicionamento”.
21 - 120 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
AVISO: Rotule o conjunto da embreagem marcha a
PLACA DE REAÇÃO
DA EMBREAGEM
ré para identificação na remontagem.
CHAVE DE FENDA
INVERSA

PLACA DE
CHAVE DE FENDA
PRESSÃO
OD/INVERSA

ANEL DE PRESSÃO DA
PLACA DE PRESSÃO OD/IN-
VERSA

CHAVE DE FENDA

Fig. 144 Force a Placa de Reação da Embreagem


Marcha a Ré
Fig. 147 Anel de Pressão da Placa de Pressão
OD/Marcha a Ré
PLACA DE REA-
ÇÃO DA EMBREA-
GEM INVERSA PLACA DE
(INSTALE O LADO PRESSÃO
PLANO PARA OD/IN-
BAIXO) VERSA
(LADO
COM
DEGRAU
PARA
BAIXO)

Fig. 145 Placa de Reação da Embreagem Marcha a



Fig. 148 Placa de Pressão OD/Marcha a Ré
DISCO DA EMBREA-
PLACA INVERSA GEM INVERSA
DA EMBREAGEM ANEL DE PRESSÃO
ONDULADO DA
EMBREAGEM OD/IN-
VERSA
CHAVE DE FENDA

CONJUNTO
DO EIXO
SOBRE-
POSTO

ATENÇÃO:
ROTULE E IDENTI-
FIQUE OS JOGOS
DE EMBREAGEM
PARA ASSEGURAR
SUBSTITUIÇÃO
ORIGINAL

Fig. 146 Jogo da Embreagem Marcha a Ré


Fig. 149 Anel de Pressão Ondulado
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 121
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
CONJUNTO ARRUELA DE
PLACA DE ENCOSTO #3 ESCORA #3 (5 LIN-
DO EIXO
SOBRE- GÜETAS)
POSTO E
DO JOGO
DA EMBRE-
AGEM OD

ARRUELA DE ESCORA
#3

CONJUNTO DO
EIXO UNDER-
DRIVE

CONJUNTO DO
EIXO UNDER-
DRIVE

Fig. 153 Conjunto do Eixo da Underdrive


Fig. 150 Remoção do Jogo da Embreagem OD
ROLAMENTO #2 DA
PLACA DA AGULHA (OBSERVE
EMBREA- 3 LINGÜETAS)
GEM
SOBRE- ATENÇÃO: ROTULE E IDENTIFI-
POSTA QUE OS JOGOS DE EMBREAGEM
PARA ASSEGURAR SUBSTITUI-
ÇÃO ORIGINAL

DISCO DA EMBRE-
AGEM SOBRE- CONJUNTO DO
POSTA EIXO SOBREPOSTO

Fig. 154 Rolamento No. 2 da Agulha


AVISO: A Placa de Reação OD/UD, os Anéis de Pres-
Fig. 151 Jogo da Embreagem da Overdrive são e o Retentor das Embreagens de Entrada não
AVISO: Rotule o jogo de embreagem sobreposta são intercambiáveis com componentes 41TE de anos
para identificação na remontagem. anteriores. Os anéis de pressão são mais grossos e
a posição das saliências do anel mudaram.
PLACA DE PLACA DE
CONJUNTO ENCOSTO ANEL DE PRESSÃO
ENCOSTO #3 DO EIXO OD
(3 LINGÜE- #4 (3 FEN- CÔNICO DA PLACA DE REA-
TAS) DAS) ÇÃO DAS EMBREAGENS
SOBREPOSTAS/UNDER-
DRIVE
CHAVE DE FENDA (NÃO
RISQUE A PLACA DE REA-
ÇÃO)

ATENÇÃO:
NÃO REUTI-
LIZE O ANEL
DE PRESSÃO
CÔNICO

Fig. 152 Conjunto do Eixo Overdrive


Fig. 155 Anel de Pressão Cônico da Placa de
Reação OD/UD
21 - 122 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
AVISO: A placa de reação das embreagens OD/UD UM DISCO DA
EMBREAGEM
possui um degrau em ambos os lados. Instale o UD
PLACA DA
lado com degrau para cima. EMBREA-
GEM
PLACA DE
REAÇÃO DA
EMBREAGEM
OD/UD (LADO
COM
DEGRAU DISCO DA
PARA BAIXO) EMBREA-
GEM

ATENÇÃO:
ROTULE E
IDENTIFIQUE
OS JOGOS DE
EMBREAGEM
PARA ASSE-
GURAR SUBS-
TITUIÇÃO
ORIGINAL
Fig. 159 Jogo da Embreagem Underdrive
AVISO: Rotule o jogo da embreagem underdrive
para identificação na remontagem.

Fig. 156 Placa de Reação OD/UD


ATENÇÃO: Comprima a mola de retorno o sufici-
ente para remover ou instalar o anel de pressão.
UM DISCO DA
EMBREAGEM ARÍETE DE PRENSA AUTO-
UNDERDRIVE ALICATES PARA MÁTICA
ANEL DE PRES-
SÃO

FERRAMENTA
ESPECIAL ANEL DE PRESSÃO
5059A

Fig. 157 Remoção de Um Disco da Embreagem UD


Fig. 160 Anel de Pressão do Retentor da Mola UD
ANEL DE PRESSÃO PLANO ANEL DE
DA PLACA DE REAÇÃO DA PRES-
EMBREAGEM UNDERDRIVE SÃO
RETENTOR DA
MOLA UNDER-
DRIVE

CHAVE DE FENDA

VEDAÇÃO

MOLA DE
RETORNO
DO PISTÃO

Fig. 158 Anel de Pressão Plano da Embreagem UD


Fig. 161 Mola e Retentor de Retorno UD
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 123
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
CONJUNTO DO
EIXO DE RETENTOR DAS EMBREA-
ENTRADA E GENS DE ENTRADA
CUBO

PISTÃO

O RING VEDAÇÃO

PISTÃO SOBREPOSTO/INVERSO

Fig. 165 Cubo de Entrada Removido


Fig. 162 Pistão da Embreagem Underdrive PISTÃO SOBREPOSTO/
INVERSO RETENTOR DAS
EMBREAGENS DE
EIXO DE ANEL DE PRESSÃO ENTRADA
ENTRADA DO CUBO DE
ENTRADA (LADO
CÔNICO PARA CIMA
COM AS LINGÜETAS
NA CAVIDADE)

ALICATES
PARA ANEL
DE PRES-
SÃO

Fig. 166 Remoção do Retentor do Pistão


Fig. 163 Anel de Pressão Cônico do Cubo de ARÍETE DE PRENSA CHAVE DE FENDA
AUTOMÁTICA (COM-
Entrada PRIMA A MOLA DE
ANEL DE
RETORNO O SUFICI-
PRES-
ENTE PARA REMO-
SÃO
VER OU INSTALAR O
ANEL DE PRESSÃO)
CONJUNTO DO
EIXO DE ENTRADA
E CUBO

MOLA DE
RETORNO

FERRA-
MENTA
ESPECIAL
6057

PISTÃO OD/IN-
VERSO

MARTELO DE PLÁS-
Fig. 167 Remoção do Anel de Pressão
TICO

Fig. 164 Batida no Cubo de Entrada


21 - 124 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
CONJUNTO
ANEL
DE

Utilize vaselina em todas as vedações para facilitar


MOLA DE RETORNO PRESSÃO

PISTÃO a montagem dos componentes.


OD/INVERSO

EIXO DE ENTRADA
ARÍETE DE
PRENSA AUTO-
MÁTICA

CONJUNTO DO
CUBO DO EIXO DE
ENTRADA

O RING

Fig. 168 Anel de Pressão e Mola de Retorno


EIXO DE FERRAMENTA COM
ENTRADA PONTA AFIADA

Fig. 171 Instalação do Eixo de Entrada


VEDA-
ÇÕES EIXO DE CHAVE DE FENDA (NÃO
ENTRADA RISQUE A SUPERFÍCIE DO
ROLAMENTO)

O RINGS VEDAÇÕES
ANEL DE
PRESSÃO ANEL DE
PRESSÃO

O RINGS

Fig. 169 Remoção do Anel de Pressão do Eixo de


Entrada
ARÍETE DE
PRENSA
AUTOMÁTICA

EIXO DE
SOQUETE Fig. 172 Instalação do Anel de Pressão do Eixo de
ENTRADA Entrada
VEDAÇÃO ANEL
DE
VEDAÇÃO MOLA DE RETORNO PRESSÃO

CONJUNTO DO PISTÃO
CUBO DO EIXO DE O RINGS OD/INVERSO
ENTRADA

Fig. 170 Remoção do Eixo de Entrada

O RING

Fig. 173 Mola de Retorno e Anel de Pressão


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 125
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
ARÍETE DE PRENSA CHAVE DE FENDA EIXO DE
AUTOMÁTICA (COM- ENTRADA ANEL DE PRESSÃO DO
PRIMA A MOLA DE CUBO DE ENTRADA (LADO
RETORNO O SUFICI- ANEL DE
PRES- CÔNICO PARA CIMA COM
ENTE PARA REMO- AS LINGÜETAS NA CAVI-
VER OU INSTALAR O SÃO
DADE)
ANEL DE PRESSÃO)

MOLA DE
RETORNO

FERRA-
MENTA
ESPECIAL
6057
ALICATES
PISTÃO OD/IN- PARA ANEL
VERSO DE PRES-
SÃO

Fig. 174 Instalação do Anel de Pressão


Fig. 177 Instalação do Anel de Pressão Cônico do
EMPURRE PARA INSTALAR
O PISTÃO SOBREPOSTO/ Cubo de Entrada
INVERSO

PISTÃO

RETENTOR DAS
EMBREAGENS DE
ENTRADA

Fig. 175 Instalação do Pistão OD/Inverso


AVISO: A Placa de Reação OD/UD, os Anéis de Pres-
são e o Retentor das Embreagens de Entrada não são Fig. 178 Pistão da Embreagem Underdrive
intercambiáveis com componentes 41TE de anos ante-
FERRA-
riores. Os anéis de pressão são mais grossos e a MENTA
MOLA DE
posição das saliências do anel mudaram. RETORNO
ESPECIAL
5067
DO PISTÃO
EMPURRE PARA INSTALAR O
CONJUNTO DO CUBO DO
EIXO DE ENTRADA (GIRE
PARA ALINHAR AS RANHURAS)

CONJUNTO DO
RETENTOR DAS
PISTÃO
EMBREAGENS DO
OD/IN-
EIXO DE
VERSO
ENTRADA

Fig. 179 Ferramenta Especial Compressora de


Vedação 5067
Fig. 176 Instalação do Conjunto do Cubo do Eixo
de Entrada
21 - 126 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
ANEL DE
PRES-
SÃO ANEL DE PRESSÃO PLANO
RETENTOR DA DA PLACA DE REAÇÃO DA
MOLA UNDER- EMBREAGEM UNDERDRIVE
DRIVE

CHAVE DE FENDA
VEDAÇÃO

MOLA DE
RETORNO
DO PISTÃO

Fig. 180 Mola de Retorno e Retentor UD Fig. 183 Anel de Pressão Plano da Embreagem UD
ATENÇÃO: Comprima a mola de retorno o sufici-
ente para remover ou instalar o anel de pressão. UM DISCO DA
EMBREAGEM
UNDERDRIVE
ARÍETE DE ALICATES
PRENSA PARA ANEL
AUTOMÁTICA DE PRES-
SÃO
FERRAMENTA
5059A
FERRA-
MENTA ANEL DE PRES-
5067 SÃO

PISTÃO OD/IN-
VERSO Fig. 184 Instalação do Último Disco da Embreagem
UD
Fig. 181 Instalação do Retentor da Mola UD e do
PLACA DE
Anel de Pressão REAÇÃO DA
EMBREAGEM
UM DISCO DA OD/UD (LADO
EMBREAGEM COM
UD DEGRAU
PLACA DA PARA BAIXO)
EMBREA-
GEM

DISCO DA
EMBREA-
GEM

ATENÇÃO:
ROTULE E
IDENTIFIQUE
OS JOGOS DE
EMBREAGEM
PARA ASSE-
GURAR SUBS-
TITUIÇÃO Fig. 185 Placa de Reação OD/UD
A placa de reação das embreagens OD/UD possui
ORIGINAL

Fig. 182 Jogo da Embreagem Underdrive um degrau em ambos os lados. Instale o lado com
degrau cônico para cima.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 127
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
FERRAMENTA ESPECIAL 6311 FERRAMENTA
DE GANCHO
ANEL DE PRESSÃO
CÔNICO DA PLACA DE REA-
ÇÃO DAS EMBREAGENS
SOBREPOSTAS/UNDER-
DRIVE
CHAVE DE FENDA (NÃO
RISQUE A PLACA DE REA-
ÇÃO)

ATENÇÃO:
NÃO REUTI-
LIZE O ANEL
DE PRESSÃO
CÔNICO

Fig. 186 Anel de Pressão Cônico Fig. 189 Utilize a Ferramenta de Gancho para
AVISO: As extremidades do anel de pressão devem Levantar Um Disco da Embreagem
se localizar em um dedo do cubo da embreagem de A folga do jogo da embreagem underdrive
entrada. Certifique-se de que o anel de pressão seja deve ser de 0,91 a 1,47 mm (0,036 a 0,058 pol.).
totalmente fixado, empurrando-o com a chave de Selecione a placa de reação adequada para atingir as

fenda na junta do anel de pressão em toda sua volta. especificações:

ANEL DE PRESSÃO CÔNICO DA


PLACA DE REAÇÃO DAS EMBREA- ESPESURA DA PLACA DE REAÇÃO DA
GENS SOBREPOSTAS/UNDERDRIVE
UNDERDRIVE
6,03 mm (0,237 pol.)
CHAVE DE FENDA 6,34 mm (0,250 pol.)
6,65 mm (0,262 pol.)

JOGO DA
EMBREAGEM
SOBREPOSTA

ATENÇÃO: NÃO
RISQUE A
PLACA DE
REAÇÃO

Fig. 187 Fixação do Anel de Pressão Cônico

SELECIONE A PLACA DE FERRA-


REAÇÃO PARA OBTER UMA MENTA
FOLGA CORRETA NA ESPECIAL
EMBREAGEM UNDERDRIVE 6311

KIT DO INDICA-
DOR DE MOS-
TRADOR C-3339
Fig. 190 Instalação do Jogo da Embreagem
Sobrepasta

COMPRIMA O JOGO
DA EMBREAGEM COM
O DEDO ATÉ O INDI-
CADOR DE MOSTRA-
DOR ZERO

Fig. 188 Configuração do Indicador de Mostrador


para a Folga da Embreagem
21 - 128 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
ARÍETE FERRA-
ANEL DE PRESSÃO ONDU- DE MENTA
LADO DA PLACA DE REA- PRENSA 5059A
ÇÃO SOBREPOSTA AUTOMÁ-
TICA

ANEL DE
PRESSÃO
PLANO
ATENÇÃO:
PRESSIONE
PARA BAIXO
CHAVE DE FENDA
O SUFICI-
ENTE PARA
EXPOR A
JUNTA DO
ANEL DE
PRESSÃO

Fig. 194 Instalação do Anel de Pressão Plano


Fig. 191 Instalação do Anel de Pressão Ondulado
FERRAMENTA
DE GANCHO PLACA DE PRESSÃO
PLACA DE SOBREPOSTA/INVERSA
PRESSÃO
SOBREPOS-
TA/INVERSA

(LADO DO
DEGRAU
PARA
BAIXO) FERRA-
MENTA
ESPECIAL
6311

KIT DO INDI-
CADOR DE
MOSTRADOR
C-3339

Fig. 195 Verificação da Folga do Jogo da


Fig. 192 Placa de Pressão OD/Marcha a Ré Embreagem OD
A folga do jogo da embreagem sobreposta
PLACA DE PRESSÃO (OD) é de 1,07 a 2,44 mm (0,042 a 0,096 pol.). Se
SOBREPOSTA/INVERSA
não estiver dentro das especificações, a embreagem
não poderá ser montada corretamente. Não há ajuste
para a folga da embreagem OD.

Fig. 193 Placa de Pressão Instalada


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 129
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
PLACA DA DISCOS DA ANEL DE
EMBREA- EMBREA- CHAVE DE FENDA CHAVE DE FENDA
PRESSÃO
GEM GEM
INVERSA INVERSA

DEVE-SE
LEVANTAR A
PLACA DE
REAÇÃO
INVERSA PARA
LEVANTAR O
ANEL DE
PRESSÃO

Fig. 196 Instalação do Jogo da Embreagem Marcha


a Ré
Fig. 199 Fixação do Anel de Pressão para
Determinar a Folga da Embreagem Marcha a Ré
COMPRIMA O JOGO DA
EMBREAGEM COM O DEDO
PLACA DE ATÉ O INDICADOR ZERO
REAÇÃO DA
EMBREAGEM
INVERSA
(LADO PLANO
PARA BAIXO)

FERRAMENTA
ESPECIAL
6311

FERRA-
MENTA
DE GAN-
CHO

Fig. 197 Instalação da Placa de Reação Fig. 200 Verificação da Folga do Jogo da
ANEL DE PRES- CHAVE DE FENDA
Embreagem Marcha a Ré
SÃO DA EMBREA-
A folga do jogo da embreagem marcha a ré é
de 0,76 a 1,24 mm (0,030 a 0,049 pol.). Selecione o
GEM INVERSA
(SELEÇÃO)

anel de pressão correto da embreagem marcha a ré


para atingir as especificações:
ESPESSURA
1,56 mm (0,061 pol.)
1,80 mm (0,071 pol.)
2,05 mm (0,081 pol.)
PLACA DE
2,30 mm (0,090 pol.)
REAÇÃO DA
EMBREA-
GEM
INVERSA TABELA DO ANEL DE PRESSÃO DA EMBREAGEM
INVERSA
Fig. 198 Instalação do Anel de Pressão da Todas as folgas da embreagem no retentor da
Embreagem Marcha a Ré embreagem de entrada já foram verificadas e aprova-
das.
21 - 130 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
Para completar o conjunto do retentor da embrea- ARRUELA DE
gem de entrada, as embreagens marcha a ré e over- ESCORA #3 (OBSER-
VE 5 LINGÜETAS) CONJUNTO DO EIXO
drive devem ser removidas do retentor. UNDERDRIVE

ATENÇÃO: Não misture as peças da embreagem.


Mantenha-as exatamente na mesma ordem.

Agora, prossiga com a próxima fase do conjunto:


ROLAMENTO LINGÜETAS
DA AGULHA PARA CIMA
#2 (OBSERVE
3 LINGÜETAS
PEQUENAS)

Fig. 203 Instalação da Arruela de Escora No. 3

CONJUNTO
DO EIXO CHAPADAS DE VASELINA
SOBRE- (PARA RETENÇÃO)
POSTO

Fig. 201 Instalação do Rolamento da Agulha No. 2


CONJUNTO
DO EIXO
UNDERDRIVE

PLACA DE
ENCOSTO #3
(OBSERVE 3 LIN-
GÜETAS)

Fig. 204 Instalação da Placa de Encosto No. 3

PLACA DE ENCOSTO #3
ROLA- CONJUNTO
MENTO DO EIXO
DA SOBRE-
AGU- POSTO
LHA #2

Fig. 202 Instalação do Conjunto do Eixo da


Underdrive

ARRUELA DE
ESCORA #3

Fig. 205 Instalação do Conjunto do Eixo da


Overdrive
Reinstale as embreagens overdrive e marcha a ré,
conforme mostrado. A reverificação das folgas
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 131
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
dessas embreagens não é necessária, uma vez RETENTOR DO
que foram fixadas e aprovadas anteriormente. PISTÃO DA
EMBREAGEM BAI-
XA/INVERSA
CONJUNTO DO
EIXO SOBREPOSTO

CONJUNTO DA
EMBREAGEM
DE ENTRADA

JUNTA

Fig. 209 Instalação do Retentor do Pistão


RETENTOR DO PISTÃO CHAVE DE FENDA
DA EMBREAGEM BAIXA/
Fig. 206 Conjunto da Embreagem de Entrada INVERSA

MONTAGEM DA TRANSMISSÃO
CAPAS
CHAVES
DO ROLA-
MENTO
DE SAÍDA

PARAFUSOS TORX-LOC

Fig. 210 Instalação dos Parafusos de Fixação do


FERRAMENTA 5050 Retentor
RETENTOR DO PISTÃO DA
EMBREAGEM BAIXA/INVERSA

Fig. 207 Instalação das Capas do Rolamento de


Saída

OS ORIFÍCIOS DA JUNTA DO RETENTOR DO


JUNTA DEVEM FICAR PISTÃO DA EMBREAGEM
ALINHADOS BAIXA/INVERSA VEDAÇÃO
DA BORDA

VEDAÇÃO DA
BORDA

Fig. 211 Instalação do Pistão da Embreagem


Baixa/Marcha a Ré

Fig. 208 Instalação da Junta do Retentor do Pistão


21 - 132 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
EIXO DO PIVÔ DO
LINGÜETA SUPORTE DO GUIA
SUPORTE DO GUIA

LUVA DE DIVISÃO

ALICATES
MOLA ANTICATRACA ESPAÇADOR ESCALO-
NADO
ESPAÇADOR
Fig. 215 Instalação do Eixo do Pivô do Suporte da
Guia
Fig. 212 Suporte da Guia Desmontado
EIXO DA ÂNCORA EIXO DO PIVÔ
DO SUPORTE DO
LINGÜETA
GUIA
SUPORTE
DO GUIA

MOLA ANTICATRACA
(DEVE SER MONTADA CON-
FORME MOSTRADO) PLUGUE DO
EIXO DA
ÂNCORA

Fig. 216 Instalação do Eixo e do Plugue da Âncora


Fig. 213 Suporte da Guia ATENÇÃO: Ao instalar, certifique-se de que o
suporte do guia e a luva de divisão toquem a parte
MOLA ANTI- SUPORTE DO GUIA
CATRACA de trás da caixa da transmissão.

MOLA DE RETORNO DO
LINGÜETA PISTÃO BAIXO/INVERSO

PISTÃO
EIXO DO PIVÔ

Fig. 214 Eixo do Pivô e Suporte da Guia


Fig. 217 Instalação da Mola de Retorno do Pistão
Baixo/Inverso
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 133
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
FERRAMENTA 6057 ARÍETE DE FERRAMENTA 6053
PRENSA
AUTOMÁTICA

CONE NOVO DO
ROLAMENTO
FERRA-
MENTA 5059 CONJUNTO DO
SUPORTE TRA-
FERRAMENTA
SEIRO
5058–3

Fig. 218 Ferramenta Compressora da Mola Fig. 221 Instalação do Cone de Rolamento do
Baixa/Marcha a Ré Suporte Traseiro
MOLA DE RETORNO DA
CONJUNTO DO
EMBREAGEM BAIXA/IN- ANEL DE PRESSÃO (INSTA- SUPORTE
VERSA LADO CONFORME MOS- TRASEIRO
TRADO)

FERRAMENTA 5058–3

FERRAMENTA 5059

FERRA-
MENTA 6057

Fig. 219 Ferramenta Compressora em Uso Fig. 222 Instalação do Conjunto do Suporte
Traseiro
ALICATES PARA
A ABERTURA DO ANEL DE PRESSÃO DEVE ANEL DE PRES-
FICAR ENTRE AS ALAVANCAS DA MOLA
(CONFORME MOSTRADO) SÃO

ARÍETE DE
ALAVANCA
PRENSA AUTO-
C-4171
MÁTICA

FERRAMENTA
5052

FERRAMENTA 6057 ENGRENA-


GEM DE
SAÍDA

Fig. 220 Instalação do Anel de Pressão


Fig. 223 Instalação do Cone do Rolamento da
Engrenagem de Saída
21 - 134 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
AJUSTE DO ROLAMENTO DA ENGRENAGEM FERRAMENTA L-4432
DE SAÍDA
INDICADOR DE MOSTRA-
DOR

(1) Com a engrenagem de saída removida: instale


um calço de medição de 4,50 mm (0,177 pol.) no cubo
do conjunto do suporte traseiro, utilizando graxa
para manter o calço no lugar.
(2) Utlizando a Ferramenta 6259, instale o con-
junto da engrenagem de saída e do rolamento. Ajuste
com um torque de 271 N·m (200 pés-lb.).
Para medir o jogo axial do rolamento:
(3) Conecte a Ferramenta L-4432 na engrenagem.
(4) Empurre e puxe a engrenagem enquanto faz a FERRAMENTA COM PARA-
rotação para frente e para trás para assegurar a fixa- FUSOS ESPECIAIS 6260

ção dos roletes do rolamento.


(5) Utilizando um indicador de mostrador, montado ENGRENAGEM DE
na caixa da transmissão, meça jogo axial da engrena- SAÍDA

gem de saída (Fig. 224). Fig. 224 Verificação do Jogo Axial dos Rolamentos
(6) Consulte a tabela de calço de rolamento da da Engrenagem de Saída
engrenagem de saída para obter o ajuste de rola-
mento adequado.

TABELA DE CALÇO DE ROLAMENTO DA ENGRENAGEM DE SAÍDA


Número da Calço
Jogo Axial Calço Necessário Jogo Axial Número da Peça
Peça Necessário
0,05mm 0,002 4,42mm 0,174 0,53mm 0,021 3,94mm 0,155
4412830 4412818
pol. pol. pol. pol.
0,08mm 0,003 4,38mm 0,172 0,56mm 0,022 3,90mm 0,154
4412829 4412817
pol. pol. pol. pol.
0,10mm 0,004 4,38mm 0,172 0,58mm 0,023 3,90mm 0,154
4412829 4412817
pol. pol. pol. pol.
0,13mm 0,005 4,34mm 0,171 0,61mm 0,024 3,86mm 0,152
4412828 4412816
pol. pol. pol. pol.
0,15mm 0,006 4,30mm 0,169 0,64mm 0,025 3,82mm 0,150
4412827 4412815
pol. pol. pol. pol.
0,18mm 0,007 4,30mm 0,169 0,66mm 0,026 3,82mm 0,150
4412827 4412815
pol. pol. pol. pol.
0,20mm 0,008 4,26mm 0,168 0,69mm 0,027 3,78mm 0,149
4412826 4412814
pol. pol. pol. pol.
0,23mm 0,009 4,22mm 0,166 0,71mm 0,028 3,74mm 0,147
4412825 4412813
pol. pol. pol. pol.
0,25mm 0,010 4,22mm 0,166 0,74mm 0,029 3,74mm 0,147
4412825 4412813
pol. pol. pol. pol.
0,28mm 0,011 4,18mm 0,165 0,76mm 0,030 3,70mm 0,146
4412824 4412812
pol. pol. pol. pol.
0,30mm 0,012 4,14mm 0,163 0,79mm 0,031 3,66mm 0,144
4412823 4412811
pol. pol. pol. pol.
0,33mm 0,013 4,14mm 0,163 0,81mm 0,032 3,66mm 0,144
4412823 4412811
pol. pol. pol. pol.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 135
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
Número da Calço
Jogo Axial Calço Necessário Jogo Axial Número da Peça
Peça Necessário
0,36mm 0,014 4,10mm 0,161 0,84mm 0,033 3,62mm 0,143
4412822 4412810
pol. pol. pol. pol.
0,38mm 0,015 4,10mm 0,161 0,86mm 0,034 3,62mm 0,143
4412822 4412810
pol. pol. pol. pol.
0,41mm 0,016 4,06mm 0,160 0,89mm 0,035 3,58mm 0,141
4412821 4412809
pol. pol. pol. pol.
0,43mm 0,017 4,02mm 0,158 0,91mm 0,036 3,54mm 0,139
4412820 4412808
pol. pol. pol. pol.
0,46mm 0,018 4,02mm 0,158 0,94mm 0,037 3,54mm 0,139
4412820 4412808
pol. pol. pol. pol.
0,48mm 0,019 3,98mm 0,157 0,97mm 0,038 3,50mm 0,138
4412819 4412807
pol. pol. pol. pol.
0,51mm 0,020 3,94mm 0,155
4412818
pol. pol.

(7) Utilize a Ferramenta 6259 para remover o


parafuso e a arruela de fixação. Para remover a
engrenagem de saída, utilize a Ferramenta L-4407.
(8) Remova o calço de medição e instale o calço CHAVES

apropriado (Fig. 225). Utilize graxa para segurar o FERRAMENTA 6261 COM PINO

calço no lugar. Instale o conjunto da engrenagem de


saída e o rolamento (Fig. 226).
CONJUNTO
DO
SUPORTE
TRASEIRO

ENGRENAGEM DE SAÍDA

CALÇO (SELEÇÃO)
Fig. 226 Instalação da Engrenagem de Saída
ENGRENAGEM DE SAÍDA

ENGRENAGEM DE SAÍDA

Fig. 225 Engrenagem de Saída e Calço (Seleção)


ATENÇÃO: Utilize sempre um parafuso de fixação
novo, o antigo não pode ser reutilizado.
ARRUELA

(9) Instale o novo parafuso e arruela de fixação


CÔNICA DE
APERTO

(Fig. 227). Aperte com um torque de 271 N·m (200


pés-lb.) (Fig. 228).
(10) Utilizando uma chave de torque de uma pole- PARA-

gada-libra, verifique o torque de giro (Fig. 229). O


FUSO

torque deve ficar entre 3 e 8 polegadas-libras.


Se o torque de giro for muito alto, instale um calço Fig. 227 Instalação do Parafuso e Arruela da
mais grosso com 0,04mm (0,0016 pol.). Se for muito Engrenagem de Saída
baixo, instale um calço mais fino com 0,04 mm
21 - 136 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
ENGRENAGEM DE SAÍDA CHAVE DE
TORQUE

200 PÉS LB.

FERRAMENTA 6259

PARAFUSO DE
FIXAÇÃO DA
ESTRIBO
ENGRENAGEM DE
SAÍDA

Fig. 228 Aperto da Engrenagem de Saída com um Fig. 230 Estribo do Parafuso de Fixação da
torque de 271 N·m (200 pés-lb.) Engrenagem de Saída (Lado Dentado para Fora)
PARAFUSO DA
ENGRENAGEM DE CORREIA DE
SAÍDA RETENÇÃO

CHAVE DE TORQUE DE
UMA POLEGADA-LIBRA

ESTRIBO

ENGRENAGEM DE SAÍDA

Fig. 229 Verificação do Torque de Giro dos Fig. 231 Correia do Estribo (Alinhe os Orifícios da
Rolamentos da Engrenagem de Saída Correia com os Orifícios da Engrenagem Cônica)
(0,0016 pol.). Repita até que o torque de giro correto CORREIA DE

atinja de 3 a 8 polegadas-libras. RETENÇÃO

AVISO: Instale os parafusos do estribo e da correia


da engrenagem de saída.

Todas as transmissões utilizam um estribo e uma


correia de retenção conectada à engrenagem de saída.
O estribo evita que o parafuso de fixação da engrena-
gem de saída gire e saia do suporte traseiro. A cor-
reia é utilizada para manter o estribo na engrenagem
de saída e para evitar que os parafusos de fixação do
estribo saiam.
PARAFUSOS DA
CORREIA DE ESTRIBO
RETENÇÃO

Fig. 232 Instalação dos Parafusos da Correia


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 137
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
FERRAMENTA 6052
CORREIA DE
RETENÇÃO
GIRO NO SENTIDO HORÁ-
RIO

ARÍETE DE PRENSA AUTO-


MÁTICA CONE NOVO DO ROLA-
MENTO

EIXO DE
GIRO NO SENTIDO TRANSFERÊN-
HORÁRIO CIA
ESTRIBO

Fig. 236 Instalação do Cone de Rolamento do Eixo


Fig. 233 Giro do Estribo no Sentido Horário Contra de Transferência
as Partes Lisas do Parafuso de Fixação da
Engrenagem de Saída CAPA DO ROLAMENTO CONE DO ROLAMENTO

CORREIA DE RETENÇÃO

O RING

EIXO DE TRANSFE-
RÊNCIA

ABAFADOR
DE ÓLEO
ESTRIBO
Fig. 237 Instalação da Capa do Rolamento ao Eixo
Fig. 234 Aperto dos Parafusos da Correia do
AVISO: Ferramenta de Parafuso 5049-A no eixo de
Estribo com um Torque de 23 N·m (200 pol.-lb.)
transferência. Instale o eixo de transferência.
LINGÜETAS DA CORREIA CORREIA DE RETENÇÃO
DE RETENÇÃO EIXO DE TRANSFERÊNCIA

FERRAMENTA
ESPECIAL 5049–A

ESTRIBO
ENGRENAGEM
DE SAÍDA
Fig. 235 Curvatura das Lingüetas na Correia para
Cima nas Partes Lisas dos Parafusos Fig. 238 Instalação do Eixo de Transferência
21 - 138 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
ALICATES PARA
ANEL DE PRESSÃO DO ROLA-
ANEL DE PRESSÃO MENTO DO EIXO DE TRANSFE- ARÍETE DE
FERRAMENTA 6051 RÊNCIA PRENSA ALAVANCA C-4171
AUTOMÁ-
TICA

FERRAMENTA
5052

CONE NOVO DO ROLAMENTO

ENGRENAGEM
DO EIXO DE
EIXO DE TRANSFERÊNCIA TRANSFERÊN-
CIA

Fig. 239 Instalação do Anel de Pressão do Fig. 242 Instalação do Cone do Rolamento da
Rolamento do Eixo de Transferência Engrenagem de Transferência
ALAVANCA C-4171 ROLAMENTO DO EIXO DE TRANSFERÊNCIA
ARÍETE DE
(1) Instale um calço de medição de 4,66 mm (0,184
pol.) no eixo de transferência.
PRENSA AUTO-
MÁTICA

(2) Instale o conjunto da engrenagem do eixo de


transferência e do rolamento e ajuste a porca com um
FERRAMENTA 6061 torque de 271 N·m (200 pés-lb.).
Para medir o jogo axial do rolamento:
• Prenda uma Ferramenta L-4432 na engrenagem
de transferência.
• Monte uma bola de aço com graxa na extremi-
dade do eixo de transferência.
UTILIZE A CAPA REMOVIDA
• Empurre e puxe a engrenagem durante a rota-
ção, para frente e para trás, para assegurar fixação
DO ROLAMENTO PARA
RETENTOR DA CAPA
SUSTENTAR O RETENTOR
DO ROLAMENTO DO
EIXO DE TRANSFE-
dos roletes do rolamento.
• Utilizando um indicador de mostrador, meça o
RÊNCIA

jogo axial do eixo de transferência.


Fig. 240 Instalação da Capa do Rolamento do Eixo
de Transferência no Retentor

ALINHE A LINGÜETA
DE INDEXAÇÃO NA
FENDA

RETENTOR DA CAPA DO
ROLAMENTO

Fig. 241 Instalação do Retentor da Capa do


Rolamento
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 139
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
TABELA DE CALÇO DO ROLAMENTO DO EIXO DE TRANSFERÊNCIA
Número da Calço
Jogo Axial Calço Necessário Jogo Axial Número da Peça
Peça Necessário
0,05mm 0,002 4,66mm 0,183 0,76mm 0,030 3,94mm 0,155
4505588 4412818
pol. pol. pol. pol.
0,08mm 0,003 4,62mm 0,182 0,79mm 0,031 3,90mm 0,154
4412835 4412817
pol. pol. pol. pol.
0,10mm 0,004 4,58mm 0,180 0,81mm 0,032 3,90mm 0,154
4412834 4412817
pol. pol. pol. pol.
0,13mm 0,005 4,58mm 0,180 0,84mm 0,033 3,86mm 0,152
4412834 4412816
pol. pol. pol. pol.
0,15mm 0,006 4,54mm 0,178 0,86mm 0,034 3,82mm 0,150
4412833 4412815
pol. pol. pol. pol.
0,18mm 0,007 4,50mm 0,177 0,89mm 0,035 3,82mm 0,150
4412832 4412815
pol. pol. pol. pol.
0,20mm 0,008 4,50mm 0,177 0,91mm 0,036 3,78mm 0,149
4412832 4412814
pol. pol. pol. pol.
0,23mm 0,009 4,46mm 0,175 0,94mm 0,037 3,74mm 0,147
4412831 4412813
pol. pol. pol. pol.
0,25mm 0,010 4,46mm 0,175 0,97mm 0,038 3,74mm 0,147
4412831 4412813
pol. pol. pol. pol.
0,28mm 0,011 4,42mm 0,174 0,99mm 0,039 3,70mm 0,146
4412830 4412812
pol. pol. pol. pol.
0,30mm 0,012 4,38mm 0,172 1,02mm 0,040 3,66mm 0,144
4412829 4412811
pol. pol. pol. pol.
0,33mm 0,013 4,38mm 0,172 1,04mm 0,041 3,66mm 0,144
4412829 4412811
pol. pol. pol. pol.
0,36mm 0,014 4,34mm 0,171 1,07mm 0,042 3,62mm 0,143
4412828 4412810
pol. pol. pol. pol.
0,38mm 0,015 4,30mm 0,169 1,08mm 0,043 3,62mm 0,143
4412827 4412810
pol. pol. pol. pol.
0,41mm 0,016 4,30mm 0,169 1,12mm 0,044 3,58mm 0,141
4412827 4412809
pol. pol. pol. pol.
0,43mm 0,017 4,26mm 0,168 1,14mm 0,045 3,54mm 0,139
4412826 4412808
pol. pol. pol. pol.
0,46mm 0,018 4,22mm 0,166 1,17mm 0,046 3,54mm 0,139
4412825 4412808
pol. pol. pol. pol.
0,48mm 0,019 4,22mm 0,166 1,19mm 0,047 3,50mm 0,138
4412825 4412807
pol. pol. pol. pol.
0,50mm 0,020 4,18mm 0,165 1,22mm 0,048 3,46mm 0,136
4412824 4412806
pol. pol. pol. pol.
0,53mm 0,021 4,18mm 0,165 1,24mm 0,049 3,46mm 0,136
4412824 4412806
pol. pol. pol. pol.
0,56mm 0,022 4,14mm 0,163 1,27mm 0,050 3,42mm 0,135
4412823 4412805
pol. pol. pol. pol.
0,58mm 0,023 4.10mm 0.161 1,30mm 0,051 3,38mm 0,133
4412822 4412804
pol. pol. pol. pol.
21 - 140 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
Número da Calço
Jogo Axial Calço Necessário Jogo Axial Número da Peça
Peça Necessário
0,61mm 0,024 4,10mm 0,161 1,32mm 0,052 3,38mm 0,133
4412822 4412804
pol. pol. pol. pol.
0,64mm 0,025 4,06mm 0,160 1,35mm 0,053 3,34mm 0,132
4412821 4412803
pol. pol. pol. pol.
0,66mm 0,026 4,02mm 0,158 1,37mm 0,054 3,34mm 0,132
4412820 4412803
pol. pol. pol. pol.
0,69mm 0,027 4,02mm 0,158 1,40mm 0,055 3,30mm 0,130
4412820 4412802
pol. pol. pol. pol.
0,71mm 0,028 3,98mm 0,157 1,45mm 0,057 3,26mm 0,128
4412819 4412801
pol. pol. pol. pol.
0,74mm 0,029 3,94mm 0,155 1,47mm 0,058 2,22mm 0,127
4412818 4505570
pol. pol. pol. pol.

(4) Consulte a “Tabela de Calços do Rolamento de


Transferência” para obter a combinação correta de
calço para um ajuste correto do rolamento.
(5) Utilize a Ferramenta 6259 para remover a
FERRAMENTA ESPECIAL 6261

porca e a arruela de retenção. Remova a engrenagem


do eixo de transferência utilizando a Ferramenta
L-4407. CHAVES

(6) Remova o calço de medição e instale o calço cor-


reto (Fig. 243). Instale o conjunto da engrenagem de ENGRENAGEM DE SAÍDA

transferência e rolamento (Fig. 244). ENGRENA-


GEM DO EIXO
RETENTOR DA CAPA DE DE TRANSFE-
ENGRENAGEM DO EIXO ROLAMENTO RÊNCIA
DE TRANSFERÊNCIA

Fig. 244 Instalação da Engrenagem do Eixo de


Transferência
ATENÇÃO: A porca de retentor original não pode
ser reutilizada. Utilize sempre uma porca nova ao
remontar.

(7) Instale porca e arruela de retenção novos e


ajuste com um torque de 271 N·m (200 pés-lb.) (Fig.
245). Meça o jogo axial do eixo de transferência;
CALÇO (SELE-
ÇÃO)

o jogo axial deve ser de 0,05 a 0,10 mm (0,002 a


Fig. 243 Engrenagem do Eixo de Transferência e
Calço (Seleção) 0,004 pol.).
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 141
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
200 PÉS LB. CHAVE DE TORQUE

ENGRENAGEM DO EIXO TAMPA TRASEIRA


PARAFUSOS DA
DE TRANSFERÊNCIA TAMPA TRA-
SEIRA

FERRAMENTA
ESPECIAL
6259

UTILIZE VEDAÇÃO
NOS PARAFUSOS

Fig. 245 Aperto da Porca com um Torque de 271


N·m (200 pés-lb.) Fig. 247 Instalação dos Parafusos da Tampa
Traseira
(8) Meça o jogo axial do rolamento, conforme des-
crito na etapa 3. O jogo axial deve ter entre 0,05 mm PLACAS DA EMBREAGEM (5) DISCOS DA

e 0,10 mm (0,002 a 0,004 pol.).


EMBREAGEM
(5)

AVISO: Se o jogo axial for muito alto, instale um


calço mais fimo com 0,04mm (0,0016 pol.). Se for
muito baixo, instale uma combinação de calço mais
grossa com 0,04 mm (0,0016 pol.). Repita até que
obtenha um jogo axial de 0,05 a 0,10 mm (0,002 a
0,004 pol.).
TAMPA TRASEIRA
1/8 DE POLEGADA DE SELANTE ADE-
SIVO DE BORRACHA DE SILICONE
MOPAR, CONFORME MOSTRADO

ATENÇÃO: ROTULE E IDEN-


TIFIQUE OS JOGOS PARA
ASSEGURAR SUBSTITUI-
ÇÃO ORIGINAL

Fig. 248 Instalação do Jogo de Embreagem


Baixa/Marcha a Ré
CHAVE DE ANEL DE PRESSÃO PLANO
FENDA DA PLACA DE REAÇÃO BAI-
XA/INVERSA

NÃO RISQUE A PLACA DA


EMBREAGEM

Fig. 246 Instalação da Tampa Traseira

Fig. 249 Instalação do Anel de Pressão da Placa de


Reação Baixa/Marcha a Ré
21 - 142 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
ANEL DE
PRESSÃO
UM DISCO DA EMBREAGEM CHAVE DE FENDA CÔNICO (INS-
BAIXA/INVERSA TALE CON-
FORME
MOSTRADO)

Fig. 252 Anel de Pressão Instalado


Fig. 250 Instalação de Um Disco
AVISO: Instalação da placa de reação baixa/marcha
UTILIZE A FERRAMENTA DE INDICADOR DE
a ré com o lado do degrau para cima. GANCHO PARA LEVANTAR MOSTRADOR
UM DISCO DA EMBREAGEM
VISTA DA CARCAÇA EM FORMA DE SINO DO
EXTREMIDADES
ANEL DE PRESSÃO CONICO
DO ANEL DE
PRESSÃO
CÔNICO ENTRE EXTREMIDADE DO
9:00 E 10:00 ANEL DE PRESSÃO
PLANO ENTRE 2:00
E 300

FERRAMENTA PON-
TIAGUDA COM
MOSTRADOR

PLACA DE REAÇÃO
BAIXA/INVERSA

COMECE A PRES- FERRAMENTA DE


SIONAR NO GANCHO
ENCAIXE AQUI
Fig. 253 Verificação da Folga da Embreagem
Baixa/Marcha a Ré
Pressione para baixo o jogo da embreagem com o
SEQUÊNCIA DA INSTALAÇÃO dedo e zere o indicador de mostrador. A folga do
jogo da embreagem Baixa/Marcha a Ré é de 0,89
DE A ATÉ NÃO REUTILIZE O ANEL DE
PRESSÃO
a 1,04 (0,035 a 0,042 pol.).
UM H DE PASSAGEM

SUPERFíCIE DO CÁRTER DE ÓLEO DA CAIXA DA TRANSMISSÃO Selecione a placa de reação baixa/marcha a ré cor-
reta para alcançar as especificações:
Fig. 251 Instruções do Anel de Pressão Cônico TABELA DA PLACA DE REAÇÃO BAIXA/
INVERSA
NÚMERO DE PEÇA ESPESSURA
4799846 5,88 mm (0,232 in.)
4799847 6,14 mm (0,242 in.)
4799848 6,40 mm (0,252 in.)
4799849 6,66 mm (0,262 in.)
4799855 6,92 mm (0,273 in.)
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 143
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
PLACA DA DISCO DA EMBREAGEM (4)
EMBREA-
GEM (4)
OBSERVE A POSIÇÃO
MOLA DE
RETORNO

ATENÇÃO: ROTULE E
IDENTIFIQUE OS
JOGOS DE EMBREA-
GEM PARA ASSEGU-
RAR SUBSTITUIÇÃO
ORIGINAL

RETENTOR DA EMBREA-
GEM DE 2/4
Fig. 254 Instalação do Jogo de Embreagem de 2/4
AVISO: Ao instalar as placas e discos de embrea-
gem de 2-4, a orientação deverá ser alternada para Fig. 257 Orientação Correta do Retentor e da Mola
que as almofadas piloto das placas adjacentes não da Embreagem de 2/4
fiquem alinhadas. Consulte a (Fig. 255). RETENTOR
DA EMBREA-
GEM DE 2/4

MOLA DE RETORNO
DA EMBREAGEM
DE 2/4
ALMOFADAS PILOTO ALÇAS

Fig. 258 Instalação do Retentor da Embreagem de


Fig. 255 Escalonamento das Almofadas da Placa da
2/4
Embreagem de 2/4
AVISO: Verifique se a Ferramenta Miller 5058 está
MOLA DE
RETORNO DA centralizada corretamente no retentor da embrea-
EMBREAGEM DE
2/4 gem de 2/4 antes de pressionar a ferramenta.

Fig. 256 Instalação da Mola de Retorno da


Embreagem de 2/4
21 - 144 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
COMPRIMA O SUFICIENTE
PARA REMOVER OU INSTALAR ROLAMENTO
FERRAMENTA 5058 DA AGULHA
O ANEL DE PRESSÃO
#7

CHAVE DE
FENDA
RETENTOR DA
EMBREAGEM
DE 2/4

ANEL DE ENGRENAGEM
PRESSÃO SOLAR TRA-
SEIRA

Fig. 259 Instalação do Retentor do Anel de Pressão Fig. 261 Instalação da Engrenagem Solar Traseira
da Embreagem de 2/4
ROLAMENTO
DA AGULHA #6 CONJUNTO DO SUPORTE DIANTEIRO E
DA COROA CIRCULAR TRASEIRA (BALAN-
INDICADOR DE MOSTRADOR CE E PUXE OU EMPURRE PARA REMO-
VER OU INSTALAR).

FERRAMENTA DE GAN-
CHO

FERRAMENTA
PONTIAGUDA
COM MOSTRA-
DOR
Fig. 262 Instalação do Conjunto do Suporte
Dianteiro e da Coroa Circular Traseira
Fig. 260 Verificação da Folga da Embreagem de 2/4 CONJUNTO DA

Pressione para baixo o jogo da embreagem com o


ENGRENAGEM
SOLAR DIANTEIRA

dedo e zere o indicador de mostrador. A folga do


jogo da embreagem de 2/4 é de 0,76 a 2,64 (0,030
a 0,104 pol.). Se não ficar dentro das especificações,
a embreagem não será montada corretamente. Não
há ajuste para a folga da embreagem de 2/4.
DETERMINAÇÃO DA ESPESSURA DA PLACA
DE ENCOSTO No. 4 —JOGO AXIAL DO EIXO
DE ENTRADA
Para determinar a espessura correta da placa de
montagem No. 4, selecione a placa No. 4 mais fina.
Utilizando vaselina (Fig. 264) para manter a placa na
posição, instale o conjunto da embreagem de entrada. ARRUELA DE ESCORA #4

Certifique-se de que o conjunto da embreagem de


entrada esteja completamente assentado (Fig. 265). Fig. 263 Instalação do Conjunto da Engrenagem
Solar Dianteira
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 145
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
PLACA DE ENCOSTO #4 Remova o O ring da bomba de óleo (Fig. 266). Será
CONJUNTO DO
MAIS FINA (SELEÇÃO)
muito fácil instalar e remover a bomba de óleo e a
EIXO SOBRE-
junta para selecionar a placa de montagem No. 4
adequada.
POSTO

AVISO: Utilize cavilhas de aparafusamento ou cha-


ves de fenda phillips para alinhar a bomba na caixa.

ATENÇÃO: Certifique-se de reinstalar o O ring na


bomba de óleo depois de selecionar a placa de
3 CHAPADAS DE montagem No. 4 correta.
VASELINA PARA
RETENÇÃO
Meça o jogo axial do eixo de entrada com a trans-
missão na posição vertical. Isso assegurará que a
medida será precisa.
EIXO DE ENTRADA
Fig. 264 Seleção da Placa de Encosto No. 4 Mais UTILIZE UM PARAFUSO
PEQUENO
Fina

ORIFÍCIO DO SENSOR DE
VELOCIDADE DE ENTRADA
(TURBINA)

BOCAIS DE ÓLEO DO RES-


FRIADOR

INDICADOR DE MOSTRA-
RETENTOR DAS DOR
EMBREAGENS DE
ENTRADA
UTILIZE 2 PARAFU-
SOS PARA SEGU-
RAR A BOMBA NO
LUGAR

Fig. 267 Medida do Jogo Axial do Eixo de Entrada


AVISO: O jogo axial do eixo de entrada deve ficar
Fig. 265 Vista Através do Sensor de Velocidade de entre 0,005 a 0,025 polegadas.
Entrada
Por exemplo, se a leitura do jogo axial for 0,055
ATENÇÃO: Se a vista através do orifício do sensor polegadas, selecione a Placa de Encosto No. 4 que é
de velocidade de entrada não for conforme mos- de 0,071 a 0,074 mais grossa. Isso fornecerá uma lei-
trado acima, o conjunto de embreagens de entrada tura do jogo axial do eixo de entrada de 0,020 pole-
não será fixado adequadamente. gadas que está dentro das especificações.
Consulte a tabela para selecionar a placa de mon-
CONJUNTO DA BOMBA
DE ÓLEO
tagem N°4 correta.

O RING

Fig. 266 Remoção do O Ring da Bomba de Óleo


21 - 146 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
TABELA DA PLACA DE ENCOSTO NO. 4 ROLAMENTO DA
OBSERVE:
LADO ESPI-
GADO PARA
AGULHA PRESA #1
FORA
NÚMERO DE PEÇA ESPESSURA
4431662 0,91mm (0,036 pol.)
4431663 1,14mm (0,045 pol.)
4431664 1,37mm (0,054 pol.)
4431665 1,60mm (0,063 pol.)
3836237 1,73mm (0,068 pol.)
4431666 1,80mm (0,071 pol.)
3836238 1,96mm (0,077 pol.)
4431667 2,03mm (0,080 pol.)
3836239 2,16mm (0,085 pol.)
4431668 2,24mm (0,088 pol.)
Fig. 269 Instalação do Rolamento da Agulha Presa
3836240 2,39mm (0,094 pol.)
4431669 2,46mm (0,097 pol.)
3836241 2,62mm (0,103 pol.)
4446670 2,67mm (0,105 pol.)
4446671 2,90mm (0,114 pol.)
4446672 3,15mm (0,124 pol.)
4446601 3,38mm (0,133 pol.)

Reinstale o conjunto de embreagens de entrada


com a placa de montagem selecionada.
CONJUNTO DE VÁLVULA DE RETEN-
EMBREAGENS DE ÇÃO DO RESFRIA-
ENTRADA DOR

Fig. 270 Instalação da Válvula de Retenção

JUNTA DA
BOMBA

ARRUELA DE
ESCORA #4

Fig. 268 Instalação do Conjunto de Embreagens de


Entrada
ATENÇÃO: A válvula de retenção do resfriador
deve ser substituída se houver uma falha na trans-
missão. Não reutilize ou tente limpar a válvula Fig. 271 Instalação da Junta da Bomba de Óleo
antiga. Ao instalar a válvula de retenção, insira uma
extremidade do O ring em direção à parte de trás
da caixa.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 147
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
BOMBA DE
ÓLEO ALICATES
AJUSTÁVEIS

PLUGUE

JUNTA
Fig. 275 Instalação do Plugue do Acumulador
Fig. 272 Instalação da Bomba de Óleo Baixo/Inverso (Tampa)
ANEL DE
PARAFUSOS PRESSÃO
ALOJAMENTO DA
DE FIXAÇÃO
BOMBA
DA BOMBA

PLU-
GUE

Fig. 276 Instalação do Anel de Pressão do


Fig. 273 Instalação dos Parafusos de Fixação da Acumulador Baixo/Inverso
Bomba AVISO: Dependente da aplicação do motor, alguns
ANÉIS DE
acumuladores possuem duas molas e outros, ape-
ACUMULADOR VEDAÇÃO nas uma. As molas são codificadas em cores de
acordo com a aplicação e o ano.
(OBSERVE O
ENCAIXE)
MOLAS DE RETORNO
MOLAS
DE
RETORNO
PISTÃO DO ACUMULADOR
(UNDERDRIVE)

ANEL DE VEDAÇÃO

Fig. 274 Instalação do Acumulador Baixo/Inverso


ANEL DE VEDAÇÃO

Fig. 277 Acumulador (Underdrive)


21 - 148 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
SENSOR DO ALCANCE
CORPO DA DE TRANSMISSÃO
MOLA DE RETORNO
VÁLVULA

PISTÃO DO ACUMULADOR
(SOBREPOSTO)

ANEL DE VEDAÇÃO

ANEL DE VEDAÇÃO
Fig. 280 Instalação do Corpo da Válvula
Fig. 278 Acumulador (Overdrive) CORPO DA VÁLVULA PARAFUSOS DE
FIXAÇÃO DO
MOLA DE CORPO DA VÁL-
RETORNO VULA (18)
ACUMULADOR DA EMBREA-
GEM UNDERDRIVE

ANEL DE VEDA-
ÇÃO (2)

ACUMULADOR DA EMBREA-
GEM SOBREPOSTA
Fig. 281 Instalação de Parafusos de Fixação do
Fig. 279 Instalação dos Acumuladores Corpo da Válvula

AVISO: Para uma instalação fácil do corpo da válvula, FILTRO DE


gire a válvula manual completamente no sentido horá- ÓLEO
O RING
rio.

ATENÇÃO: Não manuseie o corpo da válvula


manual para evitar danos.

Fig. 282 Instalação do Filtro de Óleo


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 149
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(2) Instalação dos sensores de rotação de entrada e
saída.
CÁRTER
Isso conclui a montagem da linha central da trans-
missão.
DE ÓLEO
1/8 DE POLEGADA DE
VEDAÇÃO RTV

CONSERTO DO DIFERENCIAL
AVISO: O diferencial pode ser consertado como um
conjunto. As únicas peças que podem ser conser-
tadas dentro do diferencial são as capas de rola-
mento do diferencial e os cones. Se qualquer outra
FILTRO DE
ÓLEO peça falhar dentro do diferencial, você deverá subs-
tituir o conjunto do diferencial junto com o eixo de
transferência.

DESMONTAGEM
O eixo de transferência deve ser removido para o
Fig. 283 Instalação do Cárter conserto do diferencial e para verificação do torque
de giro do rolamento.
(1) Remova os parafusos e a tampa do diferencial
PARAFUSOS DO
CÁRTER DE
ÓLEO (UTILIZE
RTV SOB AS (Fig. 286) (Fig. 287).
CABEÇAS DOS
PARAFUSOS)

CAPA DO DIFERENCIAL
Fig. 284 Instalação dos Parafusos do Cárter
PARAFUSOS DA CAPA DO
(1) Instalação do jogo de solenóide da transmissão DIFERENCIAL

(Fig. 285).
Fig. 286 Parafusos da Tampa do Diferencial
CHAVE DE CONJUNTO DO DIFEREN-
SOQUETE 1/8 DE POLEGADA DE SELANTE ADE-
CIAL
PARAFUSOS DE SIVO DE BORRACHA DE SILICONE
FIXAÇÃO MOPAR

CHAVE DE
SOQUETE DE
8 POSIÇÕES

CONJUNTO DO
SOLENÓIDE

PLACA DE FIXAÇÃO DA
TAMPA DO SOM

CAPA DO DIFERENCIAL
Fig. 285 Instalação do Jogo de Solenóide
Fig. 287 Remoção da Tampa do Diferencial
21 - 150 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(2) Remova o retentor e os parafusos do rolamento
do diferencial (Fig. 288) (Fig. 289). FERRAMENTA
ESPECIAL L-4539-2

PARAFUSOS DO RETEN- FERRAMENTA


TOR DO DIFERENCIAL ESPECIAL 5048

FERRAMENTA
ESPECIAL
5048-4

Fig. 290 Posição da Ferramenta Button e Collets no


Diferencial e no Rolamento (Lado da Coroa)
Fig. 288 Parafusos do Retentor do Diferencial
FERRAMENTA
RETENTOR DO ROLA- ESPECIAL 5048
MENTO DO DIFERENCIAL

DIFERENCIAL

FERRAMENTA
ESPECIAL
5048-4

FERRAMENTA
L-4435 Fig. 291 Posição da Ferramenta 5048 sobre a
Fig. 289 Remoção do Retentor do Rolamento Ferramenta Button e Collets no Rolamento do
Diferencial (Lado da Coroa)
(3) Utilizando um martelo de plástico, remova a
caixa de extensão/placa adaptadora do lado direito da FERRAMENTA
transmissão. ESPECIAL 5048

COROA

ADVERTÊNCIA: SEGURE O CONJUNTO DO DIFE-


RENCIAL PARA EVITAR QUE ROLE PARA FORA DA
CAIXA.

(4) Utilize a Ferramenta Especial Miller 5048,


5048-3 Collets e a L-4539-2 Button para remover o
cone do rolamento do diferencial do lado da caixa de
extensão.
(5) Utilize a Ferramenta Especial Miller 5048,
5048-4 Collets e a L-4539-2 Button para remover o
cone do rolamento do diferencial do lado do retentor
do rolamento (Fig. 290) (Fig. 291) (Fig. 292).
(6) Utilizando a Ferramenta Especial Miller
L-4518, remova a pista do rolamento do diferencial Fig. 292 Remoção do Cone do Rolamento do
da caixa de extensão. Diferencial (Lado da Coroa)
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 151
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(7) Utilizando a Ferramenta Especial Miller FERRAMENTAS DE MANUTENÇÃO DO
6062A, remova a pista do rolamento do diferencial do DIFERENCIAL
retentor do rolamento (Fig. 293) (Fig. 294).
COMPONENTE REMOVEDOR INSTALADOR
FERRAMENTA
ESPECIAL
Rolam. Dif. no 5048, 5048-4 5052, C-4171
6062A Lado do Collets,
Retentor L-4539-2
Button
Rolam. Dif. no 5048, 5048-3 L-4410, C-4171
Lado Caixa Ext. Collets,
L-4539-2
Button
Pista Dif. no 6062-A 6061, C-4171
Lado Retentor
RETENTOR DO ROLA- Pista Dif. no L-4518 L-4520, C-4171
MENTO DO DIFERENCIAL Lado Caixa Ext.
Vedação da 7794-A, C-637 L-4520, C-4171
Caixa de Slide Hammer
Fig. 293 Posição da Ferramenta Removedora da Extensão
Capa do Rolamento no Retentor
Vedação do 794-A, C-637 L-4520, C-4171
Retentor do Slide Hammer
Rolamento
FERRAMENTA
ESPECIAL
6062A

FERRAMENTA ESPECIAL
C-4996 (OBSERVE A POSI-
ÇÃO)
CONJUNTO DO
INDICADOR DE
MOSTRADOR

MOVA A ENGRENA-
RETENTOR DO GEM PLANETÁRIA
ROLAMENTO DO PARA CIMA E PARA
DIFERENCIAL BAIXO

Fig. 294 Remoção da Capa do Rolamento


VERIFICAÇÃO DO JOGO AXIAL DA
ENGRENAGEM PLANETÁRIA ENGRE-

Verifique o jogo axial da engrenagem planetária NAGEM


PLANETÁ-
sempre que o diferencial for removido para manuten-
CONJUNTO DO DIFEREN-
RIA CIAL

ção.
Fig. 295 Verificação do Jogo Axial da Engrenagem
Planetária (Lado da Caixa de Extensão)
AVISO: O jogo axial da engrenagem planetária deve
ficar ENTRE 0,001 e 0,013 pol.
21 - 152 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
CAPA DO ROLA-
MENTO DO DIFE-
RENCIAL
FERRAMENTA ESPECIAL
C-4996 (OBSERVE A POSI-
ÇÃO)

CONJUNTO DO
INDICADOR DE
MOVA A ENGRE- MOSTRADOR
NAGEM PLANETÁ-
RIA PARA CIMA E
PARA BAIXO

RETENTOR DO ROLA-
MENTO DO DIFERENCIAL

CONJUNTO DO
DIFERENCIAL
Fig. 298 Retentor do Rolamento do Diferencial
Fig. 296 Verificação do Jogo Axial da Engrenagem (4) Utilizando a Ferramenta Especial Miller
Planetária (Lado do Retentor do Rolamento) L–4520 e a C-4171, instale o rolamento do diferencial
MONTAGEM na caixa de extensão.
AJUSTE DA PRÉ-CARGA DO ROLAMENTO DO
AVISO: Utilize a Selante Adesivo de Borracha de
Silicone MoparT, ou equivalente, no retentor e na DIFERENCIAL
caixa de extensão/placa adaptadora para vedar a
AVISO: Execute todas as medidas de pré-carga do
caixa.
rolamento do diferencial com o eixo de transferên-
(1) Utilizando a Ferramenta Especial Miller cia e a engrenagem removidos.
L-4410 e a C-4171, instale o rolamento do diferencial
no diferencial (lado da caixa de extensão) (Fig. 297). AJUSTE DA PRÉ-CARGA DO ROLAMENTO DO DIFERENCIAL
UTILIZANDO CALÇO EXISTENTE
(1) Posicione o conjunto da transmissão vertical-
mente no suporte, com o lado do retentor do rola-
mento do diferencial para cima.
(2) Instale a Ferramenta L-4436A no diferencial e
no eixo de correspondência do pinhão (Fig. 299).
CONJUNTO DO
DIFERENCIAL

ROLAMENTO DO FERRAMENTA ESPECIAL


DIFERENCIAL L-4436–A

CHAVE DE TORQUE

Fig. 297 Posição do Cone do Rolamento no RETENTOR DO ROLA-


Diferencial MENTO DO DIFERENCIAL

(2) Utilizando a Ferramenta Especial Miller 5052 e


a C-4171, instale o rolamento do diferencial no dife-
rencial (lado do retentor do rolamento).
(3) Utilizando a Ferramenta Especial Miller 6061 e
a C-4171, instale a pista do rolamento do diferencial Fig. 299 Ferramenta L-4436 e Chave de Torque
no retentor do rolamento (Fig. 298). (3) Gire o diferencial no mínimo uma volta com-
pleta para assegurar que os rolamentos cônicos do
rolete estejam completamente fixados.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 153
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
(4) Utilizando a Ferramenta L-4436A e uma chave (c) Remova o calço existente debaixo da capa.
de torque de uma polegada-libra, verifique o torque (d) Meça o calço existente.
de giro do diferencial (Fig. 300). O torque deve
ficar entre 5 e 18 polegadas-libras. AVISO: Se o torque de giro era muito alto quando
medido, instale um calço de 0,05 mm (0,002 pol.)
mais fino. Se era muito baixo, instale um calço de
0,05 mm (0,002 pol.) mais grosso. Repita até que
FERRA-
MENTA um torque de 5 a 18 polegadas-libras seja obtido.
ESPECIAL
L-4436–A
Não é necessária a instalação de um defletor de
óleo ao fazer a seleção do calço.

(e) Instale o calço correto sob a capa do rola-


mento. Certifique-se de que o defletor de óleo seja
instalado adequadamente no retentor do rola-
CHAVE DE TORQUE
mento, abaixo do calço e da capa do rolamento.
(f) Instale o retentor do rolamento do diferencial
utilizando a Ferramenta 5052 e C-4171. Vede o
retentor na caixa com o Selante Adesivo MOPARt
e ajuste os parafusos com um torque de 28 N·m
(250 pol.-lb.).
(7) Utilizando a Ferramenta L-4436A e uma chave
Fig. 300 Verificação do Torque de Giro dos de torque de uma polegada-libra, verifique nova-
Rolamentos do Diferencial mente o torque de giro do diferencial (Fig. 300). Ele
(5) Se o torque de giro estiver de acordo com as deve ficar entre 5 e 18 polegadas-libras.

especificações, remova as ferramentas. O ajuste está A espessura do calço precisa ser determinada
completo. somente se alguma das seguintes peças for substitu-
(6) Se não estiver, continue com as etapas a seguir. ída:
(a) Remova o retentor do rolamento do diferen- • Caixa da transmissão
cial da caixa de transmissão. • Suporte do diferencial
(b) Remova a capa do rolamento do retentor do • Retentor do rolamento do diferencial
rolamento do diferencial utilizando a Ferramenta • Caixa de extensão
6062A. • Capas e cones do rolamento do diferencial
21 - 154 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
TABELA DE CALÇO DO ROLAMENTO DO DIFERENCIAL
NÚMERO DE PEÇA CALÇO ESPESSURA
MM POLEGADAS
4659257 0,980 0,0386
4659258 1,02 0,0402
4659259 1,06 0,0418
4659260 1,10 0,0434
4659261 1,14 0,0449
4659262 1,18 0,0465
4659263 1,22 0,0481
4659264 1,26 0,0497
4659265 1,30 0,0512
4659266 1,34 0,0528
4659267 1,38 0,0544
4659268 1,42 0,0560
4659269 1,46 0,0575
4659270 1,50 0,0591
4659271 1,54 0,0607
4659272 1,58 0,0623
4659273 1,62 0,0638
4659274 1,66 0,0654
4659275 1,70 0,0670
4659283 2,02 0,0796
4659284 2,06 0,0812

AJUSTE DA PRÉ-CARGA SEM O CALÇO (7) Conecte um indicador de mostrador à caixa e


(1) Remova a capa do rolamento do retentor do zere o mostrador. Coloque a ponta na extremidade da
rolamento do diferencial utilizando a Ferramenta Ferramenta Especial L-4436-A.
Especial Miller 6062A. (8) Coloque uma chave de fenda grande de cada
(2) Remova o calço existente debaixo da capa do lado da coroa e levante. Verifique a quantidade de
rolamento. jogo axial no indicador de mostrador.
(3) Reinstale a capa do rolamento no retentor uti-
lizando a Ferramenta Especial Miller 6061 e a ATENÇÃO: Não danifique a caixa da transmissão
C-4171. e/ou superfície de vedação do retentor do diferen-
cial.
AVISO: Não é necessária a instalação de um defle-
tor de óleo ao fazer o cálculo do calço. (9) Utilizando a medida do jogo axial que foi deter-
minada, acrescente 0,18mm (0,007 pol.). Isso deve
(4) Instale o retentor do rolamento na caixa. Ajuste fornecer entre 5 e 18 polegadas-libras de pré-carga de
os parafusos com um torque de 28 Nzm (250 pol.-lb.). rolamento. Consulte “Tabela de Calço do Rolamento
(5) Posicione o conjunto da transmissão vertical- do Diferencial” para determinar qual calço deve ser
mente no suporte e instale a Ferramenta Especial utilizado.
Miller L-4436-A no retentor do rolamento. (10) Remova o retentor do rolamento do diferen-
(6) Gire o diferencial no mínimo uma volta com- cial. Remova a capa do rolamento.
pleta para assegurar que os rolamentos cônicos do (11) Instale o defletor de óleo. Instale a combina-
rolete estejam completamente fixados. ção de calço apropriada sob a capa do rolamento.
(12) Instale o retentor do rolamento do diferencial.
Vede o retentor na caixa com o Selante Adesivo de
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 155
DESMONTAGEM E MONTAGEM (Continuação)
Borracha de Silicone Mopart. Ajuste os parafusos de arranque funcionar, a posição de engate de estaci-
com um torque de 28 Nzm (250 pol.-lb.). onamento está correta. Mova a alavanca de mudança
(13) Utilizando a Ferramenta Especial Miller para a posição neutra (N). Se o motor de arranque
L-4436-A e uma chave de torque de uma polegada-li- funcionar nesta posição, a ligação está ajustada cor-
bra, verifique o torque de giro do diferencial (Fig. retamente. Se o motor falhar em alguma das posi-
300). O torque deve ficar entre 5 e 18 polegadas-li- ções, será necessário ajustar a ligação.
bras. (1) Estacione o veículo em um piso nivelado e apli-
que o freio de estacionamento.
AVISO: Se o torque de giro for muito alto, instale (2) Coloque a alavanca de mudança na posição de
um calço mais grosso com 0,05mm (0,002 pol.). Se engate de estacionamento (P) e remova a chave.
for muito baixo, instale um calço mais fino com (3) Solte o parafuso de ajuste do cabo na alavanca
0,05 mm (0,002 pol.). Repita até que o torque de de operação da transmissão (Fig. 301).
giro correto atinja de 5 a 18 polegadas-libras. (4) Empurre a alavanca de operação da transmis-
são totalmente para frente na posição detentora de
estacionamento.
LIMPEZA E INSPEÇÃO (5) Solte o freio de estacionamento e, a seguir,
balance o veículo para assegurar de que esteja tra-
LIMPEZA DO CORPO DA VÁLVULA vado no lugar. Reaplique o freio de estacionamento.
Antes de remover qualquer peça da transmissão, (6) Aperte o parafuso de ajuste do cabo com um
conecte todas as aberturas e limpe a unidade, prefe- torque de 8 N·m (70 pol.-lb.). O cabo da alavanca de
rivelmente com vapor. A limpeza através da monta- mudança deve ser ajustado corretamente agora.
gem e desmontagem completa não pode ser super (7) Verifique o ajuste utilizando o procedimento a
enfatizada. Ao desmontar, cada peça deve ser lavada seguir:
em um solvente adequado, depois seque com ar com-
primido. Não limpe as peças com toalhas de loja.
Todas as superfícies correspondentes das transmis- AJUSTE DO CABO DE
sões são usinadas precisamente, portanto, cuidado ao MUDANÇA

manusear todas as peças para evitar entalhes ou


rebarbas.
AVISO: Rotule todas as molas, conforme forem
sendo removidas, para identificação na remonta-
gem. CABO DE
MUDANÇA

AJUSTE
AJUSTE DO CABO DA ALAVANCA DE MUDANÇA
Levante e gire a alavanca manual de mudança na
posição de engate de estacionamento (P) e remova a Fig. 301 Ajuste do Cabo da Alavanca de Mudança
chave de ignição. Isto confirma que a alavanca de
mudança está na posição de engate de estaciona-
ESQUEMAS E DIAGRAMAS
mento (P). ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE
Depois de confirmar a posição de engate de estaci-
onamento, gire o interruptor de ignição. Se o motor
ESTACIONAMENTO/NEUTRA
VELOCIDADE INFERIOR A 13 KPH (8 MPH)

LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4 21 - 156


UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
RESFRIADOR AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

RETENÇÃO INTERRUPTOR LR

DESLI-
Q
GADO
LIGADO U
E
N
INTERRUPTOR CC T F
E R
I
O

DES-
SOL VÁLVULA LIGADO
LIGADO
DESLI-
GADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

REG TC

TEMP RESERVATÓRIO
DE VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA

FILTRO SOLENÓIDES ENERGIZADOS


BOMBA PRESSÃO (PSI) EM
CC DESLIGADO 1500 RPM
LINHA CC LIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
NS/GS

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


NEUTRA
VELOCIDADE ACIMA DE 13
KPH (8 MPH)
LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4
UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA NS/GS
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
RESFRIADOR AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

INTERRUPTOR LR
RETENÇÃO

DESLIGADO Q
LIGADO U
E
N
F
INTERRUPTOR CC T
R
E
I
O

SOL VÁLVULA DESLI-


GADO
LIGADO
DES-
LIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC

REG TC

TEMP
RESERVATÓRIO DE
VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA


TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

SOLENÓIDES ENERGIZADOS
FILTRO
BOMBA PRESSÃO (PSI) EM 1500
CC DESLIGADO CC LIGADO RPM
LINHA RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
21 - 157

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


INVERSA

LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4


UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
CC =CONVERSOR CL.
21 - 158
AC =ACUMULADOR
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
RESFRIADOR S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

RETENÇÃO INTERRUPTOR LR

DESLIGADO
LIGADO Q
U
E
N F
INTERRUPTOR CC T R
E I
O

SOL VÁLVULA DESLI-


GADO LIGADO

DESLI-
GADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

REG TC

TEMP
RESERVATÓRIO DE VENTI-
LAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA

FILTRO SOLENÓIDES ENERGIZADOS


BOMBA PRESSÃO (PSI) EM
CC DESLIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO 1500 RPM
LINHA CC LIGADO
NS/GS

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


BLOCO INVERSO
MUDANÇA PARA INV. C/VELOCIDADE
ACIMA DE 13 KPH (8 MPH)
LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4 NS/GS
UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
RESFRIADOR
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

RETENÇÃO INTERRUPTOR LR

Q
DESLIGADO U
LIGADO E
N F
INTERRUPTOR CC T R
E I
O

SOL VÁLVULA DESLIGADO


LIGADO

DESLIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC

REG TC

TEMP RESERVATÓRIO
DE VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA


TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

BOMBA FILTRO SOLENÓIDES ENERGIZADOS


PRESSÃO (PSI) EM 1500
RPM
LINHA CC DESLIGADO CC LIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
21 - 159

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


PRIMEIRA MARCHA

LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4


UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR 21 - 160
AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
RESFRIADOR S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

RETENÇÃO INTERRUPTOR LR

DESLIGADO
Q
LIGADO U
E
N F
INTERRUPTOR CC R
T
E I
O

SOL VÁLVULA
DESLIGADO
LIGADO

DESLIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

REG TC

TEMP
RESERVATÓRIO
DE VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA

BOMBA FILTRO
PRESSÃO (PSI) EM 1500 SOLENÓIDES ENERGIZADOS
RPM
LINHA CC DESLIGADO CC LIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
NS/GS

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


SEGUNDA MARCHA

LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4 NS/GS


UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
RESFRIADOR AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

RETENÇÃO INTERRUPTOR LR

DESLIGADO
LIGADO Q
U
E F
INTERRUPTOR CC N R
T I
E O

SOL DESLIGADO
VÁLVULA LIGADO

DESLIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC

REG TC

TEMP
RESERVATÓRIO
DE VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA


TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

BOMBA FILTRO SOLENÓIDES ENERGIZADOS


PRESSÃO (PSI) EM
CC DESLIGADO LUBRIFICAÇÃO 1500 RPM
LINHA CC LIGADO RESÍDUO SUCÇÃO
21 - 161

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


SEGUNDA MARCHA
EMCC
LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4 21 - 162
UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
RESFRIADOR
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

RETENÇÃO INTERRUPTOR LR

DESLIGADO
Q
LIGADO U
E
N F
INTERRUPTOR CC T R
E I
O

DESLIGADO
SOL VÁLVULA LIGADO

DESLIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

REG TC

TEMP
RESERVATÓRIO DE
VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA

BOMBA FILTRO SOLENÓIDES ENERGIZADOS


PRESSÃO (PSI) EM 1500
RPM
LINHA CC DESLIGADO CC LIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO MOD
NS/GS

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


MARCHA DIRETA

LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4 NS/GS


UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
RESFRIADOR AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

INTERRUPTOR LR
RETENÇÃO

DESLIGADO Q
LIGADO U
E
N
INTERRUPTOR CC
F
T
R
E
I
O

DESLIGADO
SOL VÁLVULA
LIGADO
DESLIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC

REG TC

TEMP
RESERVATÓRIO
DE VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA


TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

SOLENÓIDES ENERGIZADOS
FILTRO
BOMBA PRESSÃO (PSI) EM
LUBRIFICAÇÃO
1500 RPM
LINHA CC DESLIGADO CC LIGADO RESÍDUO SUCÇÃO
21 - 163

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


MARCHA DIRETA
EMCC
LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4 21 - 164
UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
RESFRIADOR AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

RETENÇÃO INTERRUPTOR LR

DESLIGADO
LIGADO Q
U
E
N F
INTERRUPTOR CC R
T
E I
O

VÁLVULA DESLIGADO
SOL
LIGADO
DESLIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

REG TC

TEMP RESERVATÓRIO DE
VENTILAÇÃO

REGULADOR VÁLVULA
MANUAL

FILTRO SOLENÓIDES ENERGIZADOS


BOMBA PRESSÃO (PSI) EM
1500 RPM
CC DESLI- CC LIGADO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
LINHA GADO RESÍDUO MOD
NS/GS

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


MARCHA DIRETA NS/GS
CC LIGADO
LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4
UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
RESFRIADOR R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

INTERRUPTOR LR
RETENÇÃO

DESLIGADO Q
LIGADO U
E
N F
T R
INTERRUPTOR CC
E I
O

DESLIGADO
VÁLVULA
SOL
LIGADO
DESLIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC

REG TC

TEMP RESERVATÓRIO DE
VENTILAÇÃO
VÁLVULA
MANUAL
REGULADOR
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

SOLENÓIDES ENERGIZADOS
FILTRO PRESSÃO (PSI) EM
BOMBA 1500 RPM
LINHA CC DESLIGADO CC LIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
21 - 165

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


SOBREPOSTA

LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4


21 - 166
UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
RESFRIADOR AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

INTERRUPTOR LR
RETENÇÃO

Q
DESLIGADO
U
LIGADO E
N F
T R
INTERRUPTOR CC
E I
O

SOL DESLI-
VÁLVULA GADO
LIGADO
DESLIGADO
LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC

LUBRIFICAÇÃO DA
CORRENTE
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

REG TC

TEMP RESERVATÓRIO DE
VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA

FILTRO SOLENÓIDES ENERGIZADOS


BOMBA PRESSÃO (PSI)
EM 1500 RPM
LINHA CC DESLIGADO CC LIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
NS/GS

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


SOBREPOSTA
EMCC
NS/GS
LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4
UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
RESFRIADOR AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

INTERRUPTOR LR
RETENÇÃO

DESLI- Q
GADO LIGADO U
E
N F
T R
INTERRUPTOR CC
E I
O

SOL VÁLVULA DESLI-


LIGADO
GADO
DESLI-
GADO LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC

REG TC

TEMP
RESERVATÓRIO
DE VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA


TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

FILTRO SOLENÓIDES ENERGIZADOS


BOMBA PRESSÃO (PSI) EM
1500 RPM MOD
LINHA CC DESLIGADO CC LIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
21 - 167

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


SOBREPOSTA
CC LIGADO 21 - 168
LR =BAIXA INVERSA 24 =EMBREAGEM 2-4
UD =UNDERDRIVE OD =SOBREPOSTA
RESFRIADOR R =INVERSA SW =INTERRUPTOR
AC =ACUMULADOR CC =CONVERSOR CL.
PT =PONTO DE PRESSÃO D =GOTEJADOR
S =SOLENÓIDE V =VENTILAÇÃO

INTERRUPTOR LR
RETENÇÃO

DESLI-
GADO LIGADO Q
U
E
N F
INTERRUPTOR CC T R
E I
O

VÁLVULA DESLI-
SOL
GADO LIGADO

DESLI-
GADO LIGADO
ESQUEMAS E DIAGRAMAS (Continuação)

CONT CC

LUBRIFICAÇÃO DA
CORRENTE
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

REG TC

TEMP
RESERVATÓRIO
DE VENTILAÇÃO

REGULADOR MANUAL VÁLVULA

BOMBA SOLENÓIDES ENERGIZADOS


FILTRO
PRESSÃO (PSI)
EM 1500 RPM
LINHA CC DESLIGADO CC LIGADO RESÍDUO LUBRIFICAÇÃO SUCÇÃO
NS/GS

ESQUEMA HIDRÁULICO DA TRANSMISSÃO 41TE


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 169

ESPECIFICAÇÕES Eixo de Entrada


Jogo Axial . . . . . 0.127–0.635mm (0,005–0,025 pol.)
TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA 41TE Folgas da Bomba
Tipo . . . . . . . . . . Totalmente adaptável, controlada Engrenagem Externa ao
eletronicamente, quatro velocidades automáticas Receptáculo . 0,045-0,141mm (0,0018-0,0056 pol.)
com conversor de torque e diferencial integral Folga Lateral da Engrenagem
Diâmetro do Conversor de Torque . . 241 milímetros Externa . . . . 0,020-0,046mm (0,0008-0,0018 pol.)
(9,48 pol.) Folga Lateral da Engrenagem
Capacidade de Óleo . . . . . . 8,6 Litros (18,25 pintas) Interna . . . . 0,020-0,046mm (0,0008-0,0018 pol.)
Tipo de Óleo . . . . . Mopart ATF PLUS 3 Tipo 7176 ESPECIFICAÇÕES DE TORQUE DA 41TE
Método de Esfriamento . . Trocador do Aquecimento
de Água e/ou trocador do aquecimento DESCRIÇÃO TORQUE
de ar para óleo Conexões da Linha do Resfr. . . 12 N·m (105 pol.-lb.)
Lubricação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Bomba Capa do Diferencial . . . . . . . . 19 N·m (165 pol.-lb.)
(tipo de engrenagem interna-externa Coroa do Diferencial . . . . . . . . . 95 N·m (70 pés-lb.)
Retentor. Rolam. do Diferencial . . . . . . . . . . 28 N·m
Relação de Transmissão (21 pés-lb.)
Transmissão Placa Acion. ao Eixo Maniv. . . . . . . . . . . . . 95 N·m
Primeira Marcha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,84 (70 pés-lb.)
Segunda Marcha . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,57 Placa Acion. ao Conv. Torque . . 75 N·m (55 pés-lb.)
Marcha Direta . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1,00 Con. Solenóide de Oito Posições . . . 4 N·m (35 pol.-lb.)
Marcha Overdrive . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 0,69 Caixa da Extensão . . . . . . . . . . 28 N·m (21 pés-lb.)
Marcha Marcha a Ré . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,21 Sensor de Velocidade de Entrada . . . . . . . . 27 N·m
Relação Geral da Marcha Superior 20 pés-lb.)
3,8 Litros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,38 Retentor da Embreagem L/R . . . 5 N·m (45 pol.-lb.)
3,3 Litros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,49 Cárter à Caixa Trans. . . . . . . . 19 N·m (165 pol.-lb.)
2,4 Litros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2,69 Parafuso da Engr. de Saída . . 271 N·m (200 pés-lb.)
Retentor do Estribo da Eng. Saída . . . . . . . 23 N·m
Precarregamento do Rolamento (17 pés-lb.)
Conjunto do Diferencial . . . . . . . . . . 5 to 18 in. lbs. Sensor de Velocidade de Saída . . . . . . . . . . 27 N·m
Torque de Arrasto (20 pés-lb.)
Cubo de Saı́da . . . . 3 to 8 in. lbs. Torque de Arrasto Tampas de Pressão . . . . . . . . . . . 5 N·m (45 pol.-lb.)
Eixo de Transferência . . . . . . . . . 0.002 to 0.004 in. Parafusos da Bomba à Caixa . . 27 N·m (20 pés-lb.)
Jogo Axial Parafusos do Eixo de Reação . . . 27 N·m (20 pés-lb.)
Arrasto Geral no Cubo de Saı́da . . . . 3 to 16 in. lbs. Tampa da Extremidade Traseira . . . . . . . . . 19 N·m
Drag Torque (14 pés-lb.)
Folgas do Jogo da Embreagem Conector de Sessenta Posições . . 4 N·m (35 pol.-lb.)
Embreagem Baixa/Inv (Selecione a Placa Conj. do Solenóide à Caixa . . . 12 N·m (105 pol.-lb.)
de Reação) . . . . . 0,89-1,04mm (0,035-0,042 pol.) Sensor do Alcance de Transmissão . . . . . . . . 5 N·m
Embreagem Dois/Quatro (45 pol.-lb.)
(Sem Seleção) . . . 0,76-2,64mm (0,030-0,104 pol.) Porca da Eng. de Transf. . . . . 271 N·m (200 pés-lb.)
Embreagem Marcha a Ré (Selecione o Anel de Placa de Transf. à Caixa . . . . . 12 N·m (105 pol.-lb.)
Pressão) . . . . . . . 0,76-1,24mm (0,030-0,049 pol.) Parafusos do Corpo da Válvula à Caixa . . . 12 N·m
Embreagem Sobreposta (Sem (105 pol.-lb.)
Seleção) . . . . . . . . 0,96-2,26mm (0,038-0,089 pol.) Parafusos do Corpo da Válvula . . 5 N·m (45 pol.-lb.)
Embreagem Underdrive (Selecione a Placa de Conjunto de Ventilação . . . . . . 12 N·m (105 pol.-lb.)
Pressão) . . . . . . . 0,91-1,47mm (0,036-0,058 pol.)
Jogo Axial da Transmissão . . . . . . . . . 0,12-0,63mm
(0,005-0,025 pol.)
21 - 170 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS

FERRAMENTAS ESPECIAIS
TRANSMISSÃO AUTOMÁTICA 41TE

Extrator de Bomba de Óleo C-3752

Extrator C-637

Extrator de Vedação C-3981B

Indicador de Pressão (Baixo) C-3292

Alavanca Universal C-4171

Indicador de Pressão (Alto) C-3293SP

Instalador de Vedação C-4193A

Indicador de Mostrador C-3339


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 171
FERRAMENTAS ESPECIAIS (Continuação)

Adaptador C-4996 Placa de Verificação da Engrenagem L-4432

Kit Removedor L-4406 Extrator do Rolamento L-4435

Extrator de Engrenagem L-4407A Ferramenta do Diferencial L-4436A

Instalador do Rolamento L-4410 Conjunto de Garras Especiais L-4518


21 - 172 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
FERRAMENTAS ESPECIAIS (Continuação)

Instalador L-4520 Removedor/Instalador 5049-A

Botão de Encosto L-4539-2 Instalador 5050A

Secionador de Rolamento P-334 Instalador 5052

Conjunto de Extrator 5048 Compressor 5058A


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 173
FERRAMENTAS ESPECIAIS (Continuação)

Compressor 5059-A Instalador 6053

Instalador 5067 Botão 6055

Alicates 6051 Placa 6056

Instalador 6052 Disco 6057


21 - 174 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
FERRAMENTAS ESPECIAIS (Continuação)

Instalador 6061 Instalador 6261

Removedor 6062-A Ponta 6268

Suporte 6259 Removedor/Instalador 6301

Parafuso 6260 Removedor/Instalador 6302


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 175
FERRAMENTAS ESPECIAIS (Continuação)

Instalador 6536-A Escoador do Resfriador 6906A

Extrator 7794-A
21 - 176 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS

UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA


ÍNDICE
página página

INFORMAÇÕES GERAIS VEDAÇÃO DA TAMPA DO EIXO DE


UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA . . 176 ENTRADA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185
DIAGNOSE E TESTE VEDAÇÃO DE SAÍDA DA UNIDADE DE
DIAGNÓSTICO DE VAZAMENTO DO TRANSFERÊNCIA DE FORÇA . . . . . . . . . . . . 183
FLUIDO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178 VEDAÇÃO DO EIXO DE ENTRADA . . . . . . . . . 181
IDENTIFICAÇÃO DA VEDAÇÃO . . . . . . . . . . . . 178 VEDAÇÃO DO SUPORTE DO DIFERENCIAL . . 182
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO VEDAÇÃO INTERNA DA METADE DO EIXO . . . 187
O RING DA TAMPA TRASEIRA . . . . . . . . . . . . . 183 AJUSTE
ROLAMENTO ESFÉRICO DA TAMPA DA SELEÇÃO DO CALÇO DO FLANGE DE
EXTREMIDADE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190 SAÍDA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192
UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA ESPECIFICAÇÕES
(P. T. U.) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179 TORQUE . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192
VEDAÇÃO DA EXTREMIDADE DO EIXO DE FERRAMENTAS ESPECIAIS
ENTRADA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 189 UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA
VEDAÇÃO DA METADE DO EIXO EXTERNO . . 190 SDP . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192
VEDAÇÃO DA TAMPA DA EXTREMIDADE . . . . 180

INFORMAÇÕES GERAIS seiras através de um conjunto de coroa hipóide e


pinhão.
UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA A Unidade de Transferência de Força é vedada na
A Unidade de Transferência de Força (P. T. U.) é transmissão e possui seu próprio cárter de óleo. A
conectada a uma caixa de transmissão automática Unidade utiliza um lubrificante de engrenagem SAE
modificada onde a caixa de extensão da metade do 85W-90 e tem uma capacidade para 1,15 litros (1,22
eixo direito estaria normalmente localizada. A Uni- quartos).
dade de Transferência fornece a energia às rodas tra-
ROLAMENTO CÔNICO
ANEL DE VEDAÇÃO DO ROLETE
ROLAMENTO ESFÉRICO ANEL DE VEDA- ENTRADA DO EIXO-PTU
NS/GS
ÇÃO
ANEL DE PRESSÃO
ANEL DE VEDAÇÃO
TAMPA-PTU ENGRENAGEM-
ANEL DE VEDAÇÃO EXTREMIDADE PARAFUSO ANEL-PTU
DA CAIXA DE CABEÇA
ROLAMENTO CÔNICO
SEXTAVADA
ARRUELA PLANA DO ROLETE
CANAL-PTU (DIREITO.)
CALÇO
CANAL-PTU (ESQUERDO.) O RING
TUBO DO FLANGE-PTU-
BUJÃO PINHÃO-PTU CONJUNTO DE SAÍDA

TAMPA-PTU
ROLAMENTO CÔNICO
PARTE DE TRÁS DA
DO ROLETE
CAIXA
PARAFUSO DE
CABEÇA SEXTA-
VADA
CALÇO
PARAFUSO COM
CABEÇA SEXTAVADA CAIXA- PORCA DE
PTU APERTO-
O RING FLANGE SEX-
IMÃ
TAVADO
CAVILHA PLACA DO RETENTOR
O RING
O RING
ABASTECIMENTO E INSPE- SUPORTE-PTU À
INFORMAÇÕES GERAIS (Continuação)

CONJUNTO DA
ÇÃO DO BUJÃO CAIXA DE TRANS- ARRUELA DE
MISSÃO ESCORA
ENGRENAGEM
ANEL DE VEDAÇÃO PLANETÁRIA
CONE DO DIFERENCIAL
R. H. DIANTEIRO DO CON- ANEL DE VEDAÇÃO ROLAMENTO
JUNTO DO EIXO CÔNICO DO
ENGRENAGEM
ROLETE
DE ACIONA-
PINHÃO DO MENTO FINAL
DIFERENCIAL
DO EIXO PINO DIFERENCIAL
DO PINHÃO
PINHÃO DO DIFERENCIAL
DIFEREN- DA ARRUELA
CIAL DA
CAIXA

ROLAMENTO DO DIFEREN-
CIAL DO RETENTOR
ROLAMENTO CÔNICO CALÇO
LIMPADOR DE ÓLEO DO ROLETE

ANEL DE VEDAÇÃO
TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA

L. H. DIANTEIRO DO CONJUNTO DO EIXO


COM ANEL DE FREIO ANTIBLOCANTE

Componentes da Unidade de Transferência de Força


21 - 177
21 - 178 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
INFORMAÇÕES GERAIS (Continuação)
O bujão de abastecimento da Unidade de Transfe-
rência de Força está localizado na tampa da extremi-
EIXO DE ENTRADA

dade (Fig. 1). Não confunda o bujão de inspeção


preto de plástico localizado na caixa do P. T. U.
CAIXA DO
P. T. U.

com o bujão de abastecimento. TAMPA TRASEIRA

VENTILAÇÃO
BUJÃO DE INSPEÇÃO
TAMPA DA
EXTREMIDADE COROA
EIXO DE
ENTRADA

IMÃ

EIXO DE VEDAÇÃO DA
SAÍDA EXTREMIDADE DO
EIXO DE ENTRADA

CAIXA DO Fig. 2 Localização da Vedação


P. T. U.
TAMPA TRASEIRA TAMPA DA EXTREMIDADE

BUJÃO DE ABAS-
TECIMENTO

Fig. 1 Localização do Bujão de Abastecimento


A manutenção da Unidade de Transferência de
Força está limitada a:
• Vedações
• Juntas
• Um rolamento esférico
• Flange de saída VEDAÇÃO DA
Se a coroa e o pinhão, quaisquer rolamentos côni- METADE DO

cos do rolete, caixa, tampas ou suporte do pinhão


EIXO EXTERNO

falharem, toda a unidade deverá ser substituída.


CAIXA DO P. T. U.
VEDAÇÃO DE SAÍDA DO P. T. U.

DIAGNOSE E TESTE Fig. 3 Localização da Vedação


IDENTIFICAÇÃO DA VEDAÇÃO EIXO DE

Para obter um diagnóstico de vedação preciso, o ENTRADA

nome e a localização da vedação do conserto é deci- EIXO DE

sivo. Consulte a (Fig. 2), a (Fig. 3), a (Fig. 4) e a (Fig.


SAÍDA

5) para obter o nome e a localização de vedação cor-


retos.
DIAGNÓSTICO DE VAZAMENTO DO FLUIDO
Ao diagnosticar vazamentos de fluido na Unidade
de Transferência de Força, dois orifícios de goteja- VEDAÇÃO DO

mento são fornecidos para a diagnóstico de certos


EIXO DE
ENTRADA

vazamentos de vedação. Esses orifícios estão localiza-


dos na parte inferior do conjunto (Fig. 6).
Se um vazamento de fluido for detectado de algum
dos orifícios de gotejamento, será necessária a subs- TAMPA

tituição da vedação. Não tente consertar o vaza-


CAIXA DO P. T. U. TRASEIRA

mento vedando os orifícios de gotejamento, eles Fig. 4 Localização da Vedação


devem manter-se sem vedações para uma operação
de vedação correta. qual vedação precisa ser substituída. Se o vazamento
Se estiver vazando fluido do orifício de gotejamento de fluido for vermelho (fluido da transmissão) é por-
A, (Fig. 6) o tipo de vazamento de fluido determinará que o suporte do diferencial da transmissão precisa
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 179
DIAGNOSE E TESTE (Continuação)
VISÃO INTERNA vazamento é facilmente confundido com um vaza-
DA TAMPA DA
EXTREMIDADE mento na Unidade de Transferência de Força.
DO P. T. U.

REMOÇÃO E INSTALAÇÃO
UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA
VEDAÇÃO
INTERNA DA (P. T. U.)
METADE DO EIXO

REMOÇÃO
(1) Levante o veículo e remova as rodas dianteiras.
ATENÇÃO: Uma certa quantidade de óleo escoará
VEDAÇÃO DA da transmissão quando o eixo propulsor for remo-
TAMPA DO EIXO
DE ENTRADA DO vido.
P. T. U.

Fig. 5 Localização da Vedação (2) Remova o eixo propulsor dianteiro direito. Ins-
tale um plugue no orifício de vedação do eixo propul-
CÁRTER DE sor direito. Consulte o Grupo 2, “Suspensão”, para
ÓLEO DO
MOTOR remover ou instalar a porca do cubo da roda e o eixo
propulsor direito.
ORIFÍCIO DE GOTEJA-
MENTO “A” (3) Marque o flange dianteiro da árvore de trans-
missão.
(4) Separe a árvore de transmissão do conjunto do
P. T. U. (Fig. 7).

FLANGE DO EIXO
PROPULSOR

CAIXA DA TRANSMISSÃO
ORIFÍCIO DE GOTE- P. T. U.
JAMENTO “B”

Fig. 6 Localizações dos Orifícios de Gotejamento


ser substituído. Se o vazamento de fluido for marrom
claro (lubrificação da engrenagem) é porque a veda-
ção de entrada da Unidade de Transferência de Força
precisa ser substituída. Para a substituição dessas
vedações, consulte “Procedimentos de Serviço da Uni-
dade de Transferência de Força”.
Se estiver vazando fluido do orifício de gotejamento Fig. 7 Flange do Eixo Propulsor
B, (Fig. 6) o tipo de vazamento de fluido determinará
qual vedação precisa ser substituída. Se o vazamento ATENÇÃO: Não deixe a árvore de transmissão pen-
de fluido for vermelho (fluido da transmissão) é por- durada para evitar danos ao eixo.
que a vedação da extremidade do eixo de entrada (5) Suspenda a árvore de transmissão na parte de
precisa ser substituída. Se o vazamento de fluido for baixo da carroceria do veículo.
marrom claro (lubrificação da engrenagem) é porque (6) Remova a placa da armação (Fig. 8).
a vedação interna da metade do eixo e a vedação da (7) Remova os parafusos do suporte de montagem
tampa do eixo de entrada do P. T. U. precisam ser da Unidade de Transferência de Força na parte de
substituídos. Para a substituição dessas vedações, trás da unidade (Fig. 9).
consulte “Procedimentos de Serviço da Unidade de (8) Remova os parafusos e o suporte externo
Transferência de Força”. direito, próximos do semi-eixo da direita.
Antes de condenar qualquer vedação ou junta, cer- (9) Remova os quatro parafusos de montagem do P.
tifique-se de que a tampa do braço do balancim no T. U. (Fig. 10) e (Fig. 11).
motor não seja a causa do vazamento de óleo. Este (10) Remova o conjunto do P. T. U. do veículo.
21 - 180 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
PARAFUSOS DE MONTAGEM
SUPERIORES DO P. T. U.
P. T. U.

PLACA DA
ARMAÇÃO

Fig. 11 Parafusos de Montagem Superiores do P. T. U.


Fig. 8 Placa da Armação
INSTALAÇÃO
(1) Para instalar, inverta o procedimento de remo-
SUPORTE DE MONTAGEM DO P. T. U.
ção. Verifique o fluido da transmissão e o fluido do
P. T. U. e abasteça até o nível.
(2) Consulte a seção “Especificações” para obter as
especificações de torque corretas.
VEDAÇÃO DA TAMPA DA EXTREMIDADE
A Unidade de Transferência de Força deve ser
removida do veículo para executar esta operação.
Consulte “Remoção da Unidade de Transferência de
Força” nesta seção para obter os procedimentos.
(1) Remova os parafusos da tampa da extremidade
do P. T. U. (Fig. 12).
P. T. U. UNIDADE DE BUJÃO DE ABAS-
TRANSFERÊNCIA TECIMENTO
DE FORÇA

Fig. 9 Remoção dos Parafusos do Suporte da Parte


de Trás do P. T. U.

P. T. U.

PARAFUSOS DE EIXO DE SAÍDA


MONTAGEM DO
P. T. U.

TAMPA DA EXTRE-
Fig. 10 Parafusos de Montagem Inferiores do P. T. U. MIDADE

Fig. 12 Parafusos da Tampa da Extremidade do P. T. U.


NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 181
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(2) Bata levemente nas orelhas da tampa da extre-
midade com um martelo para separar a tampa da
extremidade da caixa (Fig. 13).
ORELHAS DA
TAMPA DA EXTRE-
MIDADE

MARTELO

UNIDADE DE Fig. 14 Seqüência de Aperto do Parafuso


TRANSFERÊNCIA
DE FORÇA BUJÃO DE ABAS-
UNIDADE DE TECIMENTO
TRANSFERÊNCIA
Fig. 13 Remoção da Tampa da Extremidade DE FORÇA

(3) Limpe e verifique as superfícies das vedações.


(4) Aplique Mopart Gasket Maker, Loctite Gasket
Eliminator No.518 ou equivalente nas superfícies de
vedação.
(5) Reinstale a tampa e aperte os parafusos com
um torque de 28 N·m (250 pol.-lb.) na seqüência mos-
trada na (Fig. 14). Reaperte o primeiro parafuso
depois que todos os outros já tiverem sido apertados.
ATENÇÃO: Quando a tampa da extremidade estiver
instalada, cuidado para não danificar a Vedação da
Tampa do Eixo de Entrada do P. T. U.

(6) Reinstale o P. T. U. no veículo.


(7) Verifique e abasteça os fluidos, conforme neces-
sário. EIXO DE SAÍDA

VEDAÇÃO DO EIXO DE ENTRADA TAMPA DA EXTRE-

A Unidade de Transferência de Força deve ser MIDADE

removida do veículo para consertar a vedação. Con- Fig. 15 Parafusos da Tampa da Extremidade do P. T. U.
sulte “Remoção da Unidade de Transferência de (4) Remova o eixo de entrada e a coroa da caixa
Força” nesta seção para obter os procedimentos. (Fig. 18).
REMOÇÃO (5) Utilize a Ferramenta Especial No. 7794-A
(1) Remova os parafusos da tampa da extremidade (extrator de vedação) para remover a vedação (Fig.
do P. T. U. (Fig. 15). 19).
(2) Bata levemente nas orelhas da tampa da extre- INSTALAÇÃO
midade para separar a tampa da caixa (Fig. 16). (1) Limpe e verifique a área de vedação.
(3) Remova a passagem de óleo da coroa (Fig. 17).
21 - 182 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
ORELHAS DA UNIDADE DE TRANSFERÊN-
TAMPA DA EXTRE- CIA DE FORÇA
MIDADE

COROA

Fig. 18 Remoção do Eixo de Entrada e da Coroa


MARTELO
UNIDADE DE TRANSFERÊN-
CIA DE FORÇA

UNIDADE DE
TRANSFERÊNCIA
DE FORÇA

Fig. 16 Remoção da Tampa da Extremidade


PASSAGEM DE ÓLEO

FERRAMENTA ESPECIAL
7794–A

Fig. 19 Remoção da Vedação


e reinstale. Aperte os parafusos com um torque de 28
N·m (250 pol.-lb.)
ATENÇÃO: Quando a tampa da extremidade for ins-
talada, cuidado para não danificar a Vedação da
UNIDADE
DE TRANS- Tampa do Eixo de Entrada do P. T. U..
FERÊNCIA
DE FORÇA
(6) Reinstale o conjunto do P. T. U. no veículo.
(7) Verifique e abasteça os fluidos, conforme neces-
sário.
Fig. 17 Passagem de Óleo VEDAÇÃO DO SUPORTE DO DIFERENCIAL
(2) Deite a caixa na bancada e instale uma veda- A Unidade de Transferência de Força deve ser
ção nova com o acionador de vedação C-4657 e com a removida do veículo para substituir esta vedação.
alavanca C-4171 (Fig. 20). A vedação deve ser insta- REMOÇÃO
lada com o lado da mola de frente para a coroa. Aci- (1) Remova o P. T. U. do veículo.
one a vedação até que chegue no fundo da caixa. (2) Utilize uma barra de alavanca para remover a
(3) Instale o eixo de entrada. vedação da placa do retentor (Fig. 21). Tome cuidado
(4) Instale a passagem de óleo. para não danificar o mancal de vedação ao remover a
(5) Aplique Mopart Gasket Maker ou equivalente vedação.
nas superfícies de vedação da tampa da extremidade
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 183
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
MARTELO
O RING DA TAMPA TRASEIRA
REMOÇÃO
(1) Levante o veículo em um guindaste.
(2) Remova os parafusos de fixação da tampa tra-
seira (Fig. 22).
VEDAÇÃO
FERRAMENTA DO
ESPECIAL FLANGE
C-4171 DE SAÍDA

EIXO DE
SAÍDA

FERRAMENTA
UNIDADE DE ESPECIAL
TRANSFERÊNCIA C-4657
DE FORÇA
TAMPA TRASEIRA

Fig. 22 Parafusos da Tampa Traseira


(3) Indexe a tampa traseira na caixa para remon-
tagem posterior (Fig. 23).
TAMPA EIXO
TRA- DE
SEIRA SAÍDA
Fig. 20 Instalação da Vedação
CAIXA DA VEDAÇÃO DO SUPORTE DO
TRANSMISSÃO DIFERENCIAL

MARCA
DE
TINTA

Fig. 23 Marcação da Tampa Traseira


(4) Empurre a tampa traseira para fora da caixa
PLACA DO
RETENTOR

do P. T. U. (Fig. 24).
Fig. 21 Vedação do Suporte do Diferencial da (5) Remova o O Ring da tampa traseira (Fig. 25).
Transmissão
INSTALAÇÃO INSTALAÇÃO
(1) Utilizando um soquete grande, instale com cui- (1) Para instalar, inverta o procedimento de remo-
dado a nova vedação. O lado da mola da vedação ção.
deve ficar de frente para o diferencial da transmis- VEDAÇÃO DE SAÍDA DA UNIDADE DE
são.
(2) Reinstale o P. T. U. no veículo. TRANSFERÊNCIA DE FORÇA
(3) Verifique e abasteça os fluidos, conforme neces- A unidade de transferência de força deve ser remo-
sário. vida do veículo para substituir esta vedação.
21 - 184 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
CONJUNTO DA UNI- TAMPA TRASEIRA VEDAÇÃO
DADE DE TRANSFE-
DO
RÊNCIA DE FORÇA
FLANGE
DE SAÍDA

TAMPA
TRASEIRA

EIXO DE SAÍDA
O Ring

Fig. 24 Remoção da Tampa Traseira Fig. 26 Parafusos da Tampa Traseira


TAMPA ENGRENAGEM TAMPA EIXO
TRA- DO PINHÃO TRA- DE
SEIRA SEIRA SAÍDA

MARCA
DE
TINTA

O RING

Fig. 25 Remoção do O ring Fig. 27 Marcação da Tampa Traseira


REMOÇÃO CONJUNTO DA UNI- TAMPA TRASEIRA
(1) Levante o veículo em um guindaste. DADE DE TRANSFE-

(2) Remova o árvore de transmissão.


RÊNCIA DE FORÇA

(3) Remova os parafusos de fixação da tampa tra-


seira (Fig. 26).
(4) Indexe a tampa traseira na caixa para remon-
tagem posterior (Fig. 27).
(5) Puxe a tampa traseira para fora da caixa do P.
T. U. (Fig. 28).
(6) Remova a porca do flange de saída (Fig. 29).
(7) Indexe o pinhão no flange (Fig. 30).
(8) Utilizando uma prensa hidráulica, pressione o
flange de saída para fora do pinhão.
(9) Utilize um martelo e um formão para remover
a vedação de saída (Fig. 31). O RING

ATENÇÃO: Se for preciso substituir o flange de Fig. 28 Remoção da Tampa Traseira


saída, será necessário um calço novo. Consulte o
procedimento “Seleção do Calço do Flange de INSTALAÇÃO
Saída” nesta seção para determinar os requisitos (1) Instale a nova vedação com o Instalador de
de calço corretos. Vedação 5049 (Fig. 32).
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 185
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
FLANGE
DE SAÍDA

MORSA TAMPA
TRA-
SEIRA VEDAÇÃO DO
FLANGE DE SAÍDA

TAMPA
Fig. 29 Porca do Flange de Saída TRASEIRA

MARCA
FLANGE DE DE
SAÍDA TINTA

PINHÃO

Fig. 31 Remoção da Vedação


MARTELO

PINHÃO

Fig. 30 Marcação do Flange e do Eixo


(2) Se for utilizar o flange original, alinhe as mar-
cas do índice e pressione o flange no pinhão. Se for
utilizar um flange novo, desconsidere as marcas de
alinhamento no pinhão e pressione o flange no
pinhão.
(3) Instale a porca do flange e aperte com um tor- FERRAMENTA

que de 244 N·m (180 pés-lb.).


ESPECIAL
5049

(4) Instale a tampa traseira. Cuidado para não cor-


tar o O Ring da tampa traseira ao instalar a tampa
traseira na caixa do P. T. U.
(5) Instale os parafusos de fixação da tampa tra-
seira e aperte-os com um torque de 28 N·m (250 pol.-
lb.).
(6) Instale a árvore de transmissão.
(7) Verifique e abasteça os fluidos, conforme neces- TAMPA
TRA-
sário. SEIRA

VEDAÇÃO DA TAMPA DO EIXO DE ENTRADA Fig. 32 Instalação da Vedação


A vedação da tampa do eixo de entrada da unidade midade. A capa do rolamento do diferencial deve ser
de transferência de força é a maior das duas veda- removida para consertar esta vedação.
ções localizadas na parte interna da tampa da extre-
21 - 186 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
A Unidade de Transferência de Força deve ser (3) Utilize a ferramenta especial No. 6514 e
removida do veículo para executar esta operação. remova a pista do rolamento do diferencial localizada
na tampa da extremidade (Fig. 35). A pista deve ser
REMOÇÃO removida para se obter acesso à vedação.
(1) Remova os parafusos da tampa da extremidade
do P. T. U. (Fig. 33).
BUJÃO DE ABASTECI-
UNIDADE DE MENTO
TRANSFERÊNCIA
DE FORÇA

FERRAMENTA
ESPECIAL
No. 6514

TAMPA DA
EXTREMIDADE

Fig. 35 Remoção da Pista do Rolamento


(4) Utilize a ferramenta especial No. 7794-A para
remover a vedação (Fig. 36).
EIXO DE SAÍDA
TAMPA DA
EXTREMIDADE

TAMPA DA EXTRE- FERRAMENTA


MIDADE ESPECIAL
7794–A
Fig. 33 Parafusos da Tampa da Extremidade do P. T. U.
(2) Bata levemente nas orelhas da tampa da extre-
midade para separar a tampa da caixa (Fig. 34).
ORELHAS DA TAMPA MORDENTE
DA EXTREMIDADE DE TORNO
LEVE

MARTELO DESLIZANTE

Fig. 36 Remoção da Vedação


INSTALAÇÃO
(1) Limpe e verifique a área de vedação.
(2) Utilize a ferramenta especial No. MD998803 e
instale a vedação (Fig. 37). Ao instalar a vedação, o
lado da mola da vedação deve ficar de frente para a
ferramenta especial.
(3) Reinstale a pista e o calço originais do rola-
MARTELO
mento utilizando a ferramenta especial No. 6522
(Fig. 38) e (Fig. 39).
UNIDADE DE
TRANSFERÊNCIA
DE FORÇA
ATENÇÃO: O calço original deve ser instalado
atrás da capa do rolamento para manter uma pré-
Fig. 34 Remoção da Tampa da Extremidade carga adequada do rolamento.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 187
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
(5) Coloque a tampa da extremidade na caixa do P.
MARTELO T. U. e coloque os parafusos. Aperte-os com um tor-
que de 28 N·m (250 pol.-lb.) na seqüência mostrada
na (Fig. 40). Reaperte o primeiro parafuso depois que
os outros já tiverem sido apertados.
FERRAMENTA
ESPECIAL
No. MD998803 ATENÇÃO: Quando a tampa da extremidade for ins-
talada, cuidado para não danificar a Vedação da
Tampa do eixo do P. T. U.
TAMPA DA
EXTREMIDADE

Fig. 37 Instalação da Vedação


PISTA DO
ROLAMENTO

CALÇO

TAMPA DA Fig. 40 Seqüência de Aperto do Parafuso


EXTREMIDADE
(6) Reinstale o conjunto do P. T. U. no veículo.
Fig. 38 Calço e Pista do Rolamento (7) Verifique e abasteça os fluidos, conforme neces-
sário.
MARTELO

VEDAÇÃO INTERNA DA METADE DO EIXO


ALAVANCA
A vedação interna da metade do eixo da unidade de
transferência de força é a menor das duas vedações
4171

localizadas na parte interna da tampa da extremi-


dade.
REMOÇÃO
(1) Remova a unidade de transferência de força do
FERRAMENTA
ESPECIAL
No. 6522
TAMPA DA veículo.
(2) Remova os parafusos da tampa da extremidade
EXTREMIDADE

(Fig. 41).
(3) Bata nas orelhas da tampa da extremidade
para separar a tampa da caixa (Fig. 42).
(4) Retire a vedação com um martelo ou um for-
mão pequeno (Fig. 43).
Fig. 39 Instalação da Pista do Rolamento
(4) Aplique Mopart Gasket Maker, Loctite Gasket INSTALAÇÃO
Eliminator No. 518 ou equivalente para vedar as (1) Limpe e verifique a área de vedação.
superfícies da tampa da extremidade. (2) Instale a vedação com um soquete de 1 1/16
polegadas (Fig. 44). A vedação deve ser instalada com
21 - 188 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
BUJÃO DE ABASTE- TAMPA DA EXTREMIDADE
UNIDADE DE CIMENTO
TRANSFERÊNCIA
DE FORÇA

EIXO DE SAÍDA

TAMPA DA EXTRE-
MIDADE

Fig. 41 Parafusos da Tampa da Extremidade


VEDAÇÃO DA
ORELHAS DA TAMPA TAMPA DA
DA EXTREMIDADE EXTREMIDADE

VEDAÇÃO DO
SEMI-EIXO

Fig. 43 Remoção da Vedação


TAMPA DA
SOQUETE
EXTREMIDADE

MARTELO

UNIDADE DE
TRANSFERÊNCIA
DE FORÇA

Fig. 42 Remoção da Tampa da Extremidade


o lado da mola da vedação de frente para o rolamento
esférico da tampa da extremidade. A vedação assen-
tará no batente usinado na tampa.
(3) Limpe as superfícies de vedação da tampa da
extremidade e da caixa do P. T. U. Aplique um pouco
MARTELO

de Mopart Gasket Maker, Loctite Gasket Eliminator Fig. 44 Instalação da Vedação


No. 518 ou equivalente.
(4) Coloque a tampa da extremidade na caixa do P. um torque de 28 N·m (250 pol.-lb.) na seqüência mos-
T. U. e instale os parafusos. Aperte os parafusos com trada na (Fig. 45). Reaperte o primeiro parafuso
depois de ter apertado os outros.
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 189
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
BUJÃO DE ABAS-
UNIDADE DE TECIMENTO
TRANSFERÊNCIA
DE FORÇA

EIXO DE SAÍDA

TAMPA DA EXTRE-
MIDADE

Fig. 45 Seqüência de Aperto do Parafuso Fig. 46 Parafusos da Tampa da Extremidade


(5) Reinstale o conjunto do P. T. U. ORELHAS DA TAMPA DA

(6) Verifique e abasteça os fluidos, conforme neces- EXTREMIDADE

sário.
VEDAÇÃO DA EXTREMIDADE DO EIXO DE
ENTRADA
A vedação da extremidade do eixo de entrada está
localizada na extremidade do eixo de entrada.
REMOÇÃO
(1) Remova a unidade de transferência de força do
veículo.
(2) Remova os parafusos da tampa da extremidade
(Fig. 46).
(3) Bata nas orelhas da tampa da extremidade
para separar a tampa da extremidade da caixa (Fig.
47).
(4) Retire a vedação com uma barra de alavanca
MARTELO

(Fig. 48).
UNIDADE DE
INSTALAÇÃO TRANSFERÊNCIA

(1) Limpe e verifique a área de vedação.


DE FORÇA

(2) Remova o eixo de entrada da caixa e coloque Fig. 47 Remoção da Tampa Planetária
em um bloco macio de madeira. Instale a vedação da (5) Coloque a tampa da extremidade na caixa do P.
extremidade do eixo de entrada com o instalador de T. U. e instale os parafusos. Aperte os parafusos com
vedação 5065 e a alavanca C-4171. um torque de 28 N·m (250 pol.-lb.) na seqüência mos-
(3) Lubrifique a borda da vedação depois de insta- trada na (Fig. 49). Reaperte o primeiro parafuso
lar a vedação no eixo de entrada. depois de ter apertado os outros.
(4) Limpe as superfícies de vedação da tampa da
extremidade e da caixa do P. T. U. Aplique um pouco ATENÇÃO: Quando a tampa da extremidade estiver
de Mopart Gasket Maker, Loctite Gasket Eliminator instalada, cuidado para não danificar a Vedação da
No. 518 ou equivalente. Tampa do Eixo de Entrada do P. T. U.
21 - 190 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
UNIDADE DE (3) Remova a vedação com um formão ou um mar-
telo (Fig. 50).
TRANSFERÊNCIA
DE FORÇA

MARTELO

TAMPA DA
EXTREMIDADE

VEDAÇÃO BARRA DE
ALAVANCA
FORMÃO
Fig. 48 Remoção da Vedação

VEDAÇÃO DA METADE
DO EIXO EXTERNO

Fig. 50 Remoção da Vedação


INSTALAÇÃO
(1) Limpe e verifique a área de vedação.
(2) Instale uma nova vedação com o instalador de
vedação MD998334 (Fig. 51).
ALICATES PARA ANEL DE
ROLAMENTO PRESSÃO

Fig. 49 Seqüência de Aperto do Parafuso


(6) Reinstale o conjunto do P. T. U.
(7) Verifique e abasteça os fluidos conforme neces-
sário. ANEL DE PRES-
SÃO DO ROLA-

VEDAÇÃO DA METADE DO EIXO EXTERNO


MENTO

A vedação da metade do eixo externo está locali- Fig. 51 Instalação da Vedação


zada na parte externa da tampa da extremidade. O P. (3) Reinstale a metade do eixo dianteiro direito.
T. U. não tem que ser removido para substituir esta (4) Verifique e abasteça os fluidos, conforme neces-
vedação. sário.
REMOÇÃO ROLAMENTO ESFÉRICO DA TAMPA DA
(1) Levante o veículo em um guindaste.
(2) Remova a metade do eixo dianteiro direito do EXTREMIDADE
veículo. O rolamento esférico da tampa da extremidade
pode ser removido e instalado sem a remoção da Uni-
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 191
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
dade de Transferência de Força do veículo. Ao subs- TAMPA DA EXTREMIDADE
tituir o rolamento, a vedação de saída deve ser P. T. U.

removida para que se obtenha acesso ao rolamento.


REMOÇÃO
(1) Levante o veículo em um guindaste.
(2) Remova metade do eixo dianteiro direito do veí-
culo.
(3) Remova a vedação de saída com um martelo e
um formão (Fig. 52).

FERRAMENTA ESPECIAL
MARTELO MD998346

TAMPA DA
EXTREMIDADE Fig. 54 Remoção do Rolamento
INSTALAÇÃO
(1) Utilize o acionador de rolamento L-4530 e a
alavanca C-4171-2 para instalar o rolamento (Fig.
55).
FERRAMENTA FERRAMENTA
ESPECIAL ESPECIAL
FORMÃO L-4530 C-4171

VEDAÇÃO DA METADE DO
EIXO EXTERNO

Fig. 52 Remoção da Vedação Externa


(4) Remova o anel de pressão de retenção do rola-
mento (Fig. 53).
ROLAMENTO ALICATES PARA ANEL DE PRESSÃO

Fig. 55 Instalação do Rolamento


(2) Instale o anel de pressão de retenção do rola-
mento.
ATENÇÃO: Ao instalar o anel de pressão de reten-
ção do rolamento, certifique-se de indexar o anel de
pressão para que não obstrua a passagem de óleo
do rolamento.

(3) Instale uma nova metade de eixo externo utili-


zando o instalador de vedação MD998334 (Fig. 56).
ANEL DE PRESSÃO
Não reutilize a vedação antiga.

(4) Reinstale metade do eixo dianteiro direito.


DO ROLAMENTO

(5) Verifique e abasteça com fluidos, conforme


Fig. 53 Anel de Pressão do Rolamento necessário.
(5) Utilize o extrator de rolamento MD998346 para
remover o rolamento (Fig. 54).
21 - 192 TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA NS/GS
REMOÇÃO E INSTALAÇÃO (Continuação)
TAMPA DA
EXTREMI-
DADE P. T. U. BORDA RETA

MARTELO
CALÇO

MEÇA ESTA
DIMENSÃO

O Ring

FERRAMENTA
ESPECIAL
MD998334 FLANGE DE
SAÍDA

Fig. 56 Instalação da Nova Vedação


AJUSTE
SELEÇÃO DO CALÇO DO FLANGE DE SAÍDA
Este procedimento é utilizado quando o flange de
saída é substituído. A substituição do flange de saída
necessita da instalação do tamanho correto de calço Fig. 57 Medida do Calço do Flange de Saída
para manter a pré-carga do rolamento. O calço deve ESPECIFICAÇÕES
se projetar no novo flange de saída à mesma
distância da projeção do calço original, no TORQUE
flange original.
(1) Coloque o flange de saída original na extremi- DESCRIÇÃO TORQUE
dade com o lado do calço apontando para cima. Tampa Final . . . . . . . . . . . . . . 28 N·m (250 pol.-lb.)
(2) Coloque o calço original no encaixe na parte Plugue de Abastecimento . . . . 27 N·m (240 pol.-lb.)
superior do flange.
(3) Coloque uma borda reta cruzando o calço. Porca do Flange . . . . . . . . . . . 162 N·m (120 pés-lb.)
(4) Utilizando um calibrador de lâminas, meça a Plugue de Inspeção . . . . . . . . . 20 N·m (180 pol.-lb.)
distância entre a borda reta e a parte superior do Tampa Traseira . . . . . . . . . . . 28 N·m (250 pol.-lb.)
flange (Fig. 57). Grave esta medida. Coroa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 94 N·m (70 pés-lb.)
(5) Repita as etapas 1 a 4 utilizando o flange
novo e o calço original. Grave esta medida. FERRAMENTAS ESPECIAIS
(6) Se as medidas não forem iguais, utilize um
calço novo que se projete do novo flange de saída. UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA SDP
Certifique-se de que a parte projetada seja igual.
(7) Por Exemplo: O calço original se projeta 0,075
polegadas do flange de saída original. Coloque o
calço original no flange de saída. A projeção do
calço no flange novo é de 0,085 polegadas. Isto indica
que o calço precisa ficar 0,010 polegadas mais fino
para manter a projeção original.
(8) Instale o flange de saída e ajuste a porca do
flange com um torque de 244 N·m (180 pés-lb.).
(9) Verifique o torque de giro do pinhão antes de
instalar a tampa traseira no P. T. U. O torque de giro
deve ficar entre 2,0 N·m e 2,5 N·m (17 pol.-lb. e 22 Extrator de Vedação 5049-a
pol.-lb.).
NS/GS TRANSMISSÃO E UNIDADE DE TRANSFERÊNCIA DE FORÇA 21 - 193
FERRAMENTAS ESPECIAIS (Continuação)

Instalador de Rolamento 5065


Removedor de Rolamento 7794-a

Removedor de Rolamento 6514 Alavanca C-4171

Removedor de Rolamento 6522


Extensão da Alavanca C-4171-2

Instalador de Vedação C-4657

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