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Metrologia 2019

O documento descreve diversos instrumentos básicos de medição direta como réguas, paquímetros, micrômetros e transferidores de ângulos. Detalha os principais tipos de cada instrumento, suas partes, como realizar leituras e medidas, e possíveis causas de erros.

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O documento descreve diversos instrumentos básicos de medição direta como réguas, paquímetros, micrômetros e transferidores de ângulos. Detalha os principais tipos de cada instrumento, suas partes, como realizar leituras e medidas, e possíveis causas de erros.

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• METROLOGIA II

Prof. Dr. Antonio Claudio Kieling 1


Instrumentos Básicos de leitura direta

- Escala de aço graduada ou régua


- Trena
- Paquímetro
- Micrômetro
- Transferidor de ângulos (Goniômetro)

2
RÉGUA

• Normalmente como uma lamina de aço ao carbono ou


aço inoxidável em dimensões variadas

3
RÉGUA GRADUADA

4
RÉGUA DE ENCOSTO INTERNO

5
RÉGUA SEM ENCOSTO

6
7
8
RÉGUA COM ENCOSTO

9
RÉGUA DE PROFUNDIDADE

10
RÉGUA DE DOIS ENCOSTOS

11
RÉGUA RÍGIDA DE AÇO AO CARBONO DE
SEÇÃO RETANGULAR

12
Leitura de polegada fracionária

13
TRENAS

14
TRENAS

15
TRENAS

DIGITAL
LASER

16
TRENAS

17
TRENAS

18
19
20
21
22
23
PAQUÍMETRO

24
25
26
Nônio
• A escala do cursor é chamada de nônio ou vernier,
em homenagem ao português Pedro Nunes e ao
francês Pierre Vernier, considerados seus inventores

27
28
. Essa diferença é de 0,2 mm entre o segundo traço
de cada escala; de 0,3 mm entre o terceiros traços e
assim por diante

29
RESOLUÇÃO

UEF = unidade da escala fixa


NDN = número de divisões do nônio

30
31
Leituras

32
Leituras

33
Leituras

34
Leituras

35
Leitura de polegada milesimal

• cada polegada da escala fixa divide-se em 40


partes iguais. Cada divisão corresponde a:

Como o nônio tem 25 divisões, a resolução desse


paquímetro é:

36
Leitura de polegada milesimal

37
NÃO DEIXE DE VER!!!!!!

• [Link]

38
Leitura de polegada milesimal

39
Leitura de polegada fracionária

40
Leitura de polegada fracionária

41
Leitura de polegada fracionária

42
Tipos de paquímetros

• Paquímetro universal com relógio

43
44
45
46
Paquímetro de profundidade

47
48
Paquímetro com bico móvel
(basculante)

49
Paquímetro para medir ranhuras
interiores

50
Paquímetro digital especial

51
Traçador de altura

52
ERRO DE LEITURA

1- Falta de habilidades do operador

2- Desgaste das superfícies de contato

3- Paralaxe: Dependendo do ângulo de visão do


operador, pode ocorrer o erro por paralaxe,
pois devido a esse ângulo,
aparentemente há coincidência entre um
traço da escala fixa com outro da móvel

53
54
55
4- Pressão de medição influenciada por jogo do cursor

56
Devem-se ajustar os parafusos de regulagem da
mola

57
Técnica de utilização do paquímetro

• 1- Seus encostos limpos;


• 2- A peça a ser medida deve estar posicionada
corretamente entre os encostos.

58
3- Nas medidas externas, a peça a ser medida deve ser
colocada o mais profundamente possível entre os
bicos de medição

59
4- Nas medidas internas, as orelhas precisam ser
colocadas o mais profundamente possível. o
paquímetro deve estar sempre paralelo à peça
que está sendo medida.

60
5- Para maior segurança nas medições de
diâmetros internos, as superfícies de
medição das orelhas devem coincidir com a
linha de centro do furo.

61
6- No caso de medidas de profundidade, apóia-se o
paquímetro corretamente sobre a peça,
evitando que ele fique inclinado

62
7- Nas medidas de ressaltos, coloca-se a parte do
paquímetro apropriada para ressaltos
perpendicularmente à superfície de referência
da peça

63
Calibração de paquímetros

• A NBR 6393/1980 é a norma brasileira que regulamenta


procedimentos, tolerâncias e demais condições para a
calibração dos paquímetros

64
65
MICRÔMETRO

66
MICRÔMETRO

67
Resolução

68
Leitura no sistema métrico
• Micrometro sem nônio:

• 1º passo - leitura dos milímetros inteiros na


escala da bainha.
• 2º passo - leitura dos meios milímetros, também
na escala da bainha.
• 3º passo - leitura dos centésimos de milímetro na
escala do tambor.

69
Leitura sistema métrico

70
Leitura sistema métrico

71
Leitura micrometro com nônio

Quando no micrômetro houver nônio, ele indica o valor


a ser acrescentado à leitura obtida na bainha e no
tambor

72
Leitura sistema métrico com nônio

• 1º passo - leitura dos milímetros inteiros na escala da


bainha.

• 2º passo - leitura dos meios milímetros na mesma


escala.

• 3º passo - leitura dos centésimos na escala do tambor.

• 4º passo -leitura dos milésimos com o auxílio do nônio


da bainha, verificando qual dos traços do nônio
coincide com o traço do tambor.

73
Leitura sistema métrico com nônio

74
Leitura sistema métrico com nônio

75
Leitura sistema inglês

76
Leitura sistema inglês

77
Leitura sistema inglês com nônio

78
Tipos de micrômetros

Micrometro externo digital

79
80
81
82
83
84
Micrômetro duplo

85
86
87
88
89
90
91
92
Micrômetro de profundidade

93
94
Micrômetro interno de três contatos

95
Micrometro de interno de três contatos

96
Micrometro interno de três contatos com
pontas intercambiáveis

97
Micrômetro interno tubular

98
99
Posicionamento do micrometro tubular

100
Micrômetro tipo paquímetro

101
102
103
104
Calibração de micrometros
norma brasileira NBR 6670/1981

105
Calibrador interno de micrômetros

106
Valores padrões para a calibração dos micrometros

107
Causas de erros ao medir com
micrômetro

• Erro do origem do zero

• Erros do passo do parafuso micrométrico e


nas divisões do tambor.

• Falta de paralelismo dos topes do tambor

108
109
Instrumentos para medições
angulares
• Nível de bolha

110
111
• Nível de bolha digital

112
Transferidor de ângulos

113
Transferidor de ângulos
• Resolução do instrumento
a
R
n
• Onde:
• a = Menor divisão da escala móvel
• n = Número de divisões da escala fixa.

114
Transferidor de ângulos universal

115
Transferidores de ângulos

116
117
118
119
MEDIÇÕES INDIRETAS. INSTRUMENTOS

Régua de seno

120
121
Blocos padrões para formar comprimentos de
precisão

122
123
124
125
126
Blocos padrões para formar comprimentos de
precisão

127
128
129
130
131
132
133
134
135
136
137
138
139
140
141
142
143
144
[Link]
sen 
hipotenusa

145
Mesa de seno

146
147
Medição com mesa de senos

148
Mesa de granito - Desempeno

149
Mesa de senos com contrapontas

150
Medição com mesa de senos com
contrapontas

151
Mesa de senos para pequenos ângulos

152
CONTROLE TRIGONOMÉTRICO

153
Exemplo de peças complementares

154
Esferas e cilindros calibrados

155
156
Exemplos de medições com dificuldades

157
158
Calcular

159
Medição de encaixes rabos de andorinha
externa

160
Medição de encaixes rabos de andorinha
interna

161
162
163
MEDIÇÕES POR COMPARAÇÃO. UTILIZAÇÃO DE

PADRÕES, CALIBRADORES E COMPARADORES.

• Em 1898, Johanson solicitou a patente de blocos-


padrão: peças em forma de pequenos
paralelepípedos, padronizados

• Os blocos padrão são muito utilizados como


padrão de referencia na industria moderna, desde
o laboratório até a oficina,

164
165
166
167
Jogo de blocos-padrão, contendo 114 peças

• 2 - blocos-padrão protetores de 2,00 mm de espessura;

• 1 - bloco-padrão de 1,0005 mm;

• 9 - blocos-padrão de 1,001; 1,002; 1,003 .......1,009mm;

• 49 - blocos-padrão de 1,01; 1,02; 1,03 ...... 1,49mm;

• 49 - blocos-padrão de 0,50; 1,00; 1,50; 2,00..........24,5mm;

• 4 - blocos-padrão de 25; 50; 75 e 100 mm.


168
Exemplo de empilhamento de blocos
padrão plano-paralelos

169
Classes de blocos padrão

170
Materiais

171
Erros admissíveis

172
EXEMPLO DE USO

Qual a medida máxima e qual a mínima??. Quantos


montagens de blocos seriam??

173
174
EXEMPLO DE USO

175
EXEMPLO DE USO

176
EXEMPLO DE USO

177
EXEMPLO DE USO

178
Calibradores
A  30 00,,55
0

lado-passa
“lado de refugo”
lado-não-passa
179
Calibradores

180
Calibrador passa não passa

181
Calibradores "passa não passa" ajustáveis

182
Calibradores de boca fixos "passa
não passa"

183
Calibradores de boca ajustáveis

184
Anéis de referência

185
Calibrador para furos pequenos CSE N9 60-B

• Calibrador para furos CSE N9 60-F

186
Tolerância de fabricação de calibradores

• Calibradores de oficina se fabricam com o 20% da


tolerância das peças e 10% em calibradores de
inspeção

187
Calibrador de roscas

188
Instrumentos de comparação

Como se trabalha??

189
Relógio comparador

190
Controle da centragem de um furo com
relógio indicador

191
Pontas de apalpadores para medição de
superfícies planas

192
Pontas de apalpadores para
medições especiais

193
Pontas de apalpadores para
medições de cilindros

194
Pontas de apalpadores para
medições de esferas

195
Tipos de comparadores

• - Comparadores de amplificação mecânica

• - Comparadores de amplificação óptica

• - Comparadores de amplificação óptico-mecânica

• - Comparadores de amplificação elétrica

• - Comparadores de amplificação elétrico-mecánlca

• - Comparadores de amplificação pneumático

• - Comparadores de amplificação interferométricos.


196
Comparadores Mecânicos

• a) Alavanca simples

• b) Combinação de alavancas

• c) Alavancas, cremalheira e pinhão

• d) Mola e alavancas.

197
Comparador mecânico de alavanca

Relação amplificação

L
A
a

198
Indicador de alavanca, cremalheira e
engrenagens

Relação de
amplificação

2L Z 2
A .
M Z1

199
Comparador de alavanca, cremalheira e
engrenagens

200
Comparador de faixa enrolada

201
Comparadores pneumático de baixa pressão

202
Comparadores pneumático de alta pressão

203
204
205
Para verificação de
cilindros internos de
precisão

206
Para verificação de
superfícies (erros de
forma)

207
Calibragem de relógios comparadores

A NBR 6388/1983 é a norma brasileira que regulamenta


procedimentos, tolerâncias e demais condições para a
calibração dos relógios comparadores

208
METROLOGIA OPTICA

D   .E B   .H
E como campo elétrico   Permeabilidade Magnética
  Permeabilidade elétrica
B densidade magnética
D densidade elétrica H como campo magnético

A velocidade de propagação da onda magnética é dada por

1 1
 luz se propaga no vácuo c 
 
0 0

c 
n 

índice de refração
 0 209
Principio de alavanca de reflexão

210
Microscópios

211
Projetor de perfis

212
Sistemas de projeção

213
214
Projeção diascópica

215
Projeção episcópica

216
Ambas projeções

217
218
219
Obtenção do padrão de franjas de
interferência

220
Padrão de franjas de interferência para uma
superfície convexa


P  .n
2

221
222
Interferômetro para verificação de medidas
plano-paralelas

223
Holografia

224
Métodos de avaliação da circularidade

LSC (Centro de los mínimos cuadrados)

MIC (Máximo círculo inscripto)

225
MCC (Mínimo círculo circunscripto)

MZC (círculos de zona mínima)

226
Maquinas de medicao da circularidade

227
228
Medição de camadas

229
230
231
Maquina de medição universal

232
233
234
Medidores de Contorno

235
Medidores de Contorno

236
237
Controle estatistico

238
239
240
241
242

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