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6 Introdução Ao Roteamento

O documento discute conceitos básicos de roteamento como encontrar caminhos, processamento de pacotes por roteadores, tabelas de roteamento e encaminhamento. Explica como os roteadores usam protocolos de roteamento internos e externos para trocar informações de rotas e encaminhar tráfego entre redes.
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6 Introdução Ao Roteamento

O documento discute conceitos básicos de roteamento como encontrar caminhos, processamento de pacotes por roteadores, tabelas de roteamento e encaminhamento. Explica como os roteadores usam protocolos de roteamento internos e externos para trocar informações de rotas e encaminhar tráfego entre redes.
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Curso BCOP

Introdução ao roteamento
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O que um roteador faz?

● Acha um caminho
● Envia pacotes
● Encontrar caminhos alternativos
● Envia pacotes
O que é roteamento?

● Roteamento (Routing)
○ Criar tabelas com possíveis caminhos
○ Enviar informações de caminhos

● Encaminhamento (Forwarding)
○ Mover os pacotes entre diferentes interfaces, de
acordo com as informações de caminhos
Como encontrar o caminho?
● O caminho é escolhido conforme informações
recebidas de um protocolo de roteamento
○ Elas são armazenadas na tabela de roteamento, ou RIB (Routing
Information Base)

● Várias alternativas podem existir


○ A melhor delas é armazenada na tabela de encaminhamento, ou FIB
(Forwarding Information Base)

● A decisão de qual é o melhor caminho pode mudar


com o tempo, baseada em mudanças de topologia e
outros fatores
○ Topologia, políticas, métricas (distância, filtros, delay, banda
disponível, etc)
Como o roteador processa a informação?
● Recebe o quadro ethernet
● Verifica o ethertype: v4 ou v6?
● Processa o cabeçalho e identifica o destino
● O endereço é de alguma de suas interfaces? Se não,
olha na tabela de encaminhamento.
Como o roteador processa a informação?

● Qual será a rede de destino?

? A

● Utiliza o Longest Lenght Prefix Match para escolher o


melhor caminho
○ O roteador enviará o pacote para a interface B. O caminho possível
com o prefixo mais longo, mais específico, com a máscara de rede
maior (no IPv4), é o escolhido.
A tabela de roteamento
● A RIB (Routing Information Base) é composta pela lista de todos
os destinos conhecidos e do caminho (next hop) a ser usado para
alcançá-lo.

show ipv6 route (Cisco)


ipv6 route print (Mikrotik)
show route table inet6 (Juniper)
A tabela de encaminhamento
● Através de mecanismos de otimização, as melhores rotas na RIB
são inseridas na FIB.
● A FIB é usada para efetivamente encaminhar os pacotes a seus
destinos
● Na FIB, além dos destinos e caminhos (next hop), há também
informação sobre a interface específica que deve ser usada

show ip(v6) cef (Cisco)


show route forwarding-table family inet(6) (Juniper)
FIB e RIB
Rota Default

● A rota default é uma informação de caminho


padrão que abrange todos os destinos
possíveis.
○ [Link]/0 ou ::/0
○ Última escolha no Longest Lenght Prefix Math

● Usada em servidores, estações de trabalho


e outros equipamentos que normalmente só
estão conectados a uma rede
Rota Default
Roteamento específico ou rotas default?
● Possíveis problemas em usar a rota default
○ Os pacotes são enviados mesmo para destinos potencialmente
inacessíveis
○ Não há como determinar o melhor caminho
○ Pode ocasionar loops de roteamento
○ Mesmo pacotes com destinos inválidos são encaminhados
● Usar apenas rota default
○ É simples e barato, mas há uma granularidade pequena
demais
● Roteamento específico (default free zone)
○ Complexo, granularidade grande (muitas rotas), custo alto
● Utilizar ambos em conjunto
○ Minimiza o custo
○ Permite uma granularidade suficiente para a engenharia de
tráfego
○ É preciso aplicar filtros
Tráfego de Saída

● Como os pacotes saem de sua rede

● Depende:
○ Caminhos disponíveis
■ Que informação os outros mandam pra você?

○ Filtros
■ O que você aceita (da informação) dos outros?

○ Políticas
■ Como você trata a informação dos outros?

○ Acordos de troca de tráfego e trânsito


Tráfego de Entrada

● Como os pacotes chegam à sua rede

● Depende:
● De que informação você envia, e para quem.
● Do plano de endereços que você implantou em seu
AS
● Da política que os outros implementam (o que eles
aceitam, da informação que você envia e como eles
tratam isso)
Fluxo de rotas e tráfego

● Para que exista comunicação


✓ AS 1 tem de anunciar para o AS 2
✓ AS 2 tem de aceitar a informação do AS 1

✓ AS 2 tem de anunciar para o AS 1


✓ AS 1 tem de aceitar a informação do AS 2
Roteamento Interno e Externo
● Interno (IGP - Interior Gateway Protocol):
Protocolos que distribuem as informações de rotas
dentro do Sistema Autônomo.
Exemplos: OSPF, IS-IS.
● Externo (EGP - Exterior Gateway Protocol):
Protocolo que distribui a informação de rotas entre
Sistemas Autônomos, na Internet.
Hoje utiliza-se apenas o BGPv4.
Roteamento Interno e Externo
● O IGP deve ser usado apenas para os endereços
usados na infraestrutura (comunicação entre
loopbacks).
● As tabelas no IGP tem de ser pequenas, para uma
operação eficiente e escalável.

● O EGP deve ser usado para as rotas dos clientes e


rotas da Internet.
● O EGP não depende da topologia interna do AS.
IGP e EGP
Roteamento Interno e Externo
Dúvidas?
Patrocínio Super Like
Apoio de Mídia
Obrigado !!!

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