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Análise do Perfil Lipídico e Riscos Cardiovasculares

O documento discute vários aspectos relacionados ao perfil lipídico, incluindo frações de colesterol, triglicerídeos e lipoproteínas. Aborda os níveis de referência desses marcadores e suas implicações para o risco cardiovascular.
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O documento discute vários aspectos relacionados ao perfil lipídico, incluindo frações de colesterol, triglicerídeos e lipoproteínas. Aborda os níveis de referência desses marcadores e suas implicações para o risco cardiovascular.
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Perfil lipídico – colesterol total e suas Apenas LDL-c aumentada –

RISSCfrações (conteúdo na HDL-c, hipercolesterolemia isolada


VLDL-c, LDL-c) e triglicerídeos. Não está
Apenas triglicerídeos aumentados –
se entregando resultados sobre as
hipertrigliceridemia isolada.
lipoproteínas, mas o conteúdo de colesterol
presente nelas. Hiperlipidemia mista – LDL-c e
triglicerídeos aumentados.
Eletroforese de lipoproteína (princípios
biofísicos, tipos e falar um pouco de COLESTEROL TOTAL – se usa
eletroforese de proteínas, ácido nucleicos 200mg/dL, mas não se olha mais. Isso
e lipoproteínas) – pergunta para o porque muitas vezes a pessoa está com o
portfólio. colesterol total nos valores de referência e
a qualidade das lipoproteínas é que gera
Cuba com solução tampão e submete a um
um risco de arteriosclerose alto.
campo elétrico com um polo + e um -.
Menores demoram mais para atravessar de As lipoproteínas no sangue podem se ligar
um polo a outro. à diversas coisas que estão lá na corrente
sanguínea também. Essas lipoproteínas
Colesterol alto não turva a amostra, assim
podem ser oxidadas, superoxidadas,
como o soro de aparência “normal”.
glicosiladas, hidroxiladas etc. Lipídios são
Sociedade brasileira de cardiologia – facilmente oxidados, por isso dosa LDL-
diretrizes brasileiras de dislipidemias. ox, por exemplo, indicando risco de
formação de placas ateroscleróticas. Os
Antes de olhar qualquer resultado, olhar
monócitos sofrem diapedese e entram no
HDL-c. O ideal é ele estar alto em relação
vaso onde a lipoproteína está modificada –
ao ponto de corte.
ligação ao receptor “coveiro”. Lá, eles se
Para mulher – 50 transformam em macrófago e começa a
Para homem – 40 adicionar mais radicais livres a ele para
tentar matá-lo, e vai fagocitando, se
Se ele estiver diminuído, a dislipidemia é enchendo de lipídios, mas não consegue e
HDL-c baixo. Se só for ele, dizemos que é entram em apoptose. Esse processo
isolada. continua acontecendo, pois continuam
Depois disso, podemos verificar chamando mais e mais células do sistema
triglicerídeos e LDL. imune. Essas células começam a liberar
citocinas inflamatórias e, por fim,
LDL-c > ou = a 160mg/dL (ELEVADO) começam a fibrar, adicionar cálcio etc,
Hipercolesterolemia para imobilizá-la. Placa dura e estável.
Fatores de necrose elevado e as células
Triglicerídeo > ou = 150 começam a morrer, liberando cada vez
Hipertrigliceridemia mais citocinas. Isso deixa a placa instável e
ela se rompe, há um sangramento e a
Os três juntos: HDL-c baixo associado à cascata de coagulação começa a agir,
Hipercolesterolemia e formando trombos na luz do vaso, ocluindo
Hipertrigliceridemia. o vaso – isquemia levando à necrose –
infarto.
LDL small densit ANTIOXIDANTES PARA MELHORAR
HDL.
Alta quantidade de triglicerídeos também é
um grande fator para aterosclerose.
Existem lipoproteínas que possuem mais
Castelli I
Equação para calcular o LDL-c/VLDL-c =
Castelli II calcula com triglicerídeos no máximo
400mg/dL. Só nesse caso olha colesterol
Triglicerídeos altos com baixo HDL –
total, se tiver maior que 200 dizemos que
indicativo de resistência à insulina.
ela tem hipercolesterolemia.
ApoB/ApoA1
Não-HDL = tudo menos HDL pode ser
Scores de risco (Frahminhang, de risco usado como meta terapêutica.
cardiovascular geral,
De 5 a 10% risco intermediário p mulher
Maior que 20% para homem é risco alto de
evento arterocoronariano
HISTÓRIA FAMILIAR PREMATURA,
SINDROME METABOLICA, PCR
ELEVADA, SCORE DO CÁLCIO
CORONARIANO ETC. JÁ É FATOR DE
RISCO, AGRAVA TIRANDO DO
INTERMEDIÁRIO PARA ALTO RISCO.
LPasinha – melhor não ter. Lipoproteína
que tem uma ApoB-100, muito parecida
com o LDL, inclusive a função. Ela é
proateroesclerótica. Nós, brasileiros,
herdamos o gene e expressamos. Fora a
ApoB-100, ela tem outra apoproteina,
Apoasinha que não é igual ao do HDL.
Parece muito com a molécula de
plasminogênio. O plasminogênio é uma
molécula que é a plasmina ativa, a
plasmina ajuda a dissolver os coágulos
quebrando redes fibrinas. Como a
Apoasinha é parecida com o
plasminogênio, ela se liga ao invés dele,
impedindo que o trombo se quebre.
POTENCIALIZA O PROBLEMA.
CASCAS DE FRUTAS ESCURA,
VERMELHA, VIOLETA, RICA EM
ANTICIANINA QUE SÃO

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