Fundamentos da Administração Pública
Fundamentos da Administração Pública
1. Administração estadual direta- é exercida pelo o Governo. Ex: Governo é principal através
dos seus ministérios.
1. Administração pública orgânica ou subjetiva; tem a ver com os órgãos do Estado ou tem a
ver a organização de administração pública.
2. Administração pública material ou objetiva; tem a ver concretização das atividades que são
desenvolvidas pelas entidades do Estado.
Todos os serviços que são criados têm como a finalidade a satisfação de necessidades
coletivas.
Administração autónoma- tem a ver com as autarquias locais que visa satisfazer os interesses
da comunidade local. Aquilo o Estado é mero titular ou seja o Estado é que tutela, o Estado
não tem os poderes fortes
Administração pública- tem como a finalidade prossecução das necessidades coletivas. Todas
as necessidades coletivas são incumbidas a administração pública, excepto a justiça, isto é a
justiça é incumbida aos órgãos jurisdicionais através do poder judicial, neste caso os Tribunais.
Distinção entre administração pública e administração privada assenta- se nos critérios:
1. Objeto;
2. Meios;
3. Fins
2. Quanto aos fins, administração pública- prossegue fins de interesse coletivo e administração
privada- prossegue os fins de interesses particulares. Ex: um indivíduo que decide oferecer as
águas potáveis os moradores do bairro. Porque age com intuito de receber a contrapartida .
3. Quanto aos meios, administração privada prevalece o princípio da igualdade, por exemplo
na celebração de contratos, ao passo que administração pública incide na questão coletiva, por
exemplo o Estado pode expropriar o bem privado em nome da coletividade, no fundo o dispõe
de ius imper com a finalidade proteger interesse comum, através das suas normas imperativas.
Assenta na ideia de princípio de separação de poderes, porque dantes o rei é que fazia tudo...
Falar de separação de poderes é mesma coisa falar de funções de Estado uma vez que
preocupa satisfação dos interesses coletivos.
A função política- definir os interesses gerais da coletividade ao passo que a função no fundo
são as grandes opções ou rumo do Estado a função política influencia a função administração,
por exemplo, a Guiné Bissau está inserida nas Nações unidas e CEDAO por isso órgãos políticos
são primários os órgãos políticos são nomeados, ao passo que a função administrativa-
consiste na execução daquilo que definido pela função política. Os órgãos da função
administrativa são eleitos.
A função administrativa e função judicial, todos subordinam as leis (são órgãos secundários e
subordina os órgãos primários), administração pública é satisfazer os interesses coletivos ao
passo que a função judicial dirimir os litígios mediante aos casos concretos, ou seja consiste na
aplicação da lei. Quem exerce a função judicial são os juízes e quem exerce as funções
administrativas são órgãos administrativos. Os órgãos judicias são amoveis ao passo que os
órgãos administrativos são móveis, quer dizer, procura as informações junto a isso
coletividade.
Princípio de inquisitório
Estado Moderno- este período começa do século 15, foi um período longo que dura cinco
século, criou uma aliança com os nobres, tinha luta das de clero, nobres e povo, este é um
período de transição entre Estado Estamental e Estado absoluto nesta altura era monarquia
limitada, depois entramos no Estado absoluta em que o rei detinha todos os poderes, contra o
feudalismo" senhores feudais) e contra a igreja, a partir de séc 17 o rei venceu a guerra graças
apoio da Burguesia, rei assumia poder político e administrativo. Individualmente os cidadãos
não tinham direitos fase ao poder, são direitos de cariz coletiva. No final do século 17 o Rei
tornou absoluto já não existe direitos coletivos nem individuais. Nesta altura as instruções
religiosa perderam as forças. Estado Absoluto existia concentração de poderes nas mãos do
Rei,( poder legislativo, executivo, administrativo, judicial), no fundo não havia direitos
individuais, a sociedade era dividida em três classes: primeira era formada por Clero, segunda
classe era formada por nobres, e terceira classe era formada por povo, burguesia. O rei é
detentor da Felicidade coletiva, no fundo, não existia direitos liberdades garantias. Após
Revolução francesa, foram consagrados o princípio de separação de poderes, direitos
individuais, liberdade e igualdade de todos perante a lei, nisto a Burguesia é que se tinha o
poder econômico, quer dizer defendiam a liberdade da economia ou seja recusava não
intervenção do estado na economia, porque a burguesia quis prosperar do ponto de vista
econômico e político . Com a revolução francesa a burguesia tornou mais forte o monarca
deve ficar com o poder executivo, excepto o poder legislativo, judicial. Para uma boa
administração pública foi criada escolas as universidades. Depois de século XIX houve
revolução isso gerou a intervenção do Estado para defender o interesse da coletividade
( principalmente os pobres). Depois temos Estado fascista : Portugal de Antônio de Oliveira
Salazar. Estado nazista: Itália de Benito Musuline e Alemanha de Adolfo Hitler.
Sistemas administrativos
Sistema administrativo tradicional- vigorou durante do séc 17 à 18, onde vigora a monarquia
e assenta em dois pilares:
- Não existia direitos de liberdades e garantias aos particulares face administração pública
- havia as leis, mas leis avulsas que não conferiam direitos ao particulares, conferiam alguns
privilégios algumas classes; pode ser afastado por monarca quando bem entender;
Com a Revolução francesa, surgiu a separação de poderes, a função executivo ficou com o
monarca e função jurisdicional cabe os tribunais e função legislativa cabe Assembleia.
c) Descentralização, havia órgãos centrais, locais confere autonomia aos órgãos locais face aos
órgãos centrais;
d) Sujeição de administração pública aos tribunais comuns. Aqui os tribunais comuns têm
competência a dirigir todos os litígios. Não há especialização dos tribunais.
e) A execução judicial das decisões administrativas - aqui administração pública não pode
decidir que haja uma decisão favorável parte dos tribunais. Administração pública de uma
decisão prévia, porque antes de tomar uma decisão deve consultar e esperar uma decisão
favorável ao tribunal.
f) Garantias jurídicas dos particulares- são os mecanismos que a ordem jurídica dá aos
cidadãos para defender os seu direitos através dos tribunais.
1. Separação de poderes; com a revolução francesa surgiu a separação de poderes, não foi
como na Inglaterra ( era gradual) , mas em França foi rápida e radical;
3. Centralização - as autarquias locais não gozam de autonomia, quer dizer, o poder central
interferia nas circunscrições a França era dividido em oitenta departamentos. Foi na era de
Napoleão Bonaparte;
- Embora existe uma lei que previu a criação dos tribunais administrativos, mas até então está
resolvido.
Nem todos os Estados têm o Direito Administrativo. Para que haja direito administrativo, é
necessário que verifiquem duas condições: em primeiro, que a Administração pública e
atividade administrativa sejam reguladas por normas jurídicas propriamente ditas, isto é, por
normas de caráter obrigatório. Em segundo lugar, que essas normas jurídicas sejam sistema
que regulam as relações privadas dos cidadãos entre si.
Um ramo de direito público construído por um sistema de normas jurídicas que regula a
organização e funcionamento de administração pública bem como as relações por ela
estabelecidas com outros sujeitos de direito no exercício de atividade administrativa de
gestão pública.
Tendo em conta ao critério, por exemplo critério interesse, administração pública é um ramo
de Direito público.
1. Normas orgânica
2. Normas funcionais
3. Normas relacionais
As normas funcionais, e normas orgânicas eram internas, porque produzem os efeitos internos
e as normas relacionais eram normas externas, porque produzem os efeitos externos. Mas
hoje não funciona assim, porque as normas orgânicas e normas funcionais produzem os
efeitos externos.
Embora sejam distintas, mas têm um algo em comum que é de regular a organização da
administração pública.
Quando administração pública age vestido de poder autoridade estaria a proteger a gestão
pública, mas quando age despindo de poder da autoridade estaria a proteger a gestão privada.
No sistema Britânico se quiser apropriar da propriedade do privado tem que negociar com os
particulares se o particular recusar vai impor por via de força através da execução prévia.
Em primeiro lugar, aqui é concepção subjetiva ou estatutária que divide o direito em duas
espécies: direitos gerais e direitos estatutários
Direitos gerais- regulam atividades, quaisquer que seja sujeito que os praticam.
Direitos estatutários- são os que aplicam a uma certa classe dos sujeitos.
Tese: direito administrativo comum função não por ser estatutário o direito administrativo é
direito público há normas do direito privado que são específicos de administração pública. Ex:
regras sobre arrendamento do Estado de demais pessoas colectivas públicas . Direito
administrativo não único ramo aplicável há administração pública além dele aplicam também
administração pública o direito privado e direito privado administrativo. O direito privado
administrativo é direito específico dos sujeitos de direito público, sendo por um direito
estatutário, o âmbito de aplicação do direito administrativo se define objetivamente em
função de atividades administ-rativas de gestão pública e não subjetivamente em função
das pessoas colectivas públicas. A presença de administração pública não é condição
indispensável para existência da relação administração pública, por quanto o direito
administrativo poderá ser aplicável numa relação entre dois particulares.
Para Freitas Amaral entende que nenhum destas teses é suficiente, ele acha que a função do
direito administrativo consiste na harmonização destas teses...
Primeira tese:Visa conseguir o conceito do direito administrativo: a quem diga que, o serviço
público é conceito do direito público, porque é que explica a essência do sistema
administrativo, o serviço é chave do direito administrativo. No fundo o serviço público é noção
central do sistema administrativo.
Durante muito a doutrina consente que o serviço público é que essência... Mais tarde é ideia
foi posta em causa:
2° argumento, os serviços as vezes agem ao abrigo do âmbito do direito privado, ou seja, não
atua só âmbito público,mas também, atua no âmbito do direito privado.
A ideia de serviços trás a delimitação subjetiva para determinar os sujeitos do direito público,
ou seja, é identificar os serviços públicos e o que estão fora.
JEAN RIBERO
- o que explica o direito administrativo são as normas conferidas ou goza de poder, também
sujeição de deveres e restrições no sentido de limitar a sua atuação face aos particulares. Esta
tese foi contestada por Prospero ( francês), para ele o que explica a essência do direito
administrativo tem a ver com subordinação do direito administrativo das leis ou direito,
também prossegue ação administrativo de forma eficaz respeito .
Direito administrativo geral- tem a ver com as normas fundamentais, princípios gerais,
conceitos essenciais e as normas genéricas aplicáveis a todas as situações independentemente
da especificidade das características gerais, no fundo tem a ver com as garantias dos
particulares, são normas que regulam o funcionamento da administração e limita o poder do
direito administrativo
Direito administrativo especial- incide sobre sectores específicos que compõem administração
pública, segundo professor Freitas de Amaral divide: militar, cultura, social, econômico e
financeiro
Direito administrativo militar- tem a ver com as normas que regulam as forças armadas e
regime jurídico das instituições de caráter militar.
Direito administrativo cultural- tem a ver com as normas da defesa, acesso as universidades,
centro científica tecnológica, arte, indústria cultural, recreativas, são as normas que definem o
regime jurídico.
Direito administrativo social- tem a ver com as normas que regula e define o regime jurídico na
área social, proteção social, acesso a saúde, a integração social, proteção das crianças, das
mulheres.
Direito administrativo econômico- segundo Freitas aborda como sendo um direito mais
abrangente, depois temos direito econômico administrativo- regula a intervenção de direito
administrativo na economia, também entra a proteção do ambiente acaba por ser um direito
especial a direito administrativo.
Direito administrativo financeiro- tem a ver com as normas que regula as questões
orçamentais e contabilidade pública.
A ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA.
A ADMINISTRAÇÃO CENTRAL DO ESTADO.
O Estado tem várias acepções ou sentidos, das mais importantes são sentido internacional,
sentido constitucional e sentido administrativo:
Na segunda- sentido constitucional- surgi- nos Estado como comunidade de cidadão que, nos
termos do poder constituinte que si própria se atribui, assume uma determinada forma
política para prosseguir os seus fins nacionais.
Estado- é pessoa colectiva, porque não criado pelo o poder constituído diferente das outras
pessoas colectivas, por exemplo associações públicas ou institutos públicos etc. O Estado é
uma entidade única, não se pode confundir o Estado com os seus governantes, também os
funcionários e administração pública. Estado também é diferente das outras pessoas
colectivas, o Estado é criado pelo poder constituinte e as outras pessoas colectivas são pelos
poderes constituídos, também tem legisla sobre as gerais, o Estado tem personalidade jurídica.
Primeiro temos de saber distinguir entre administração central do estado e administração local
do estado.
Nem todos os órgãos e serviços do estado exercem a competência extensiva a todo o território
nacional, nem todos são, pois órgãos e serviços centrais. Há também órgãos e serviços locais
instalados em diversos pontos do território nacional e com competência limitada a certas
áreas ( circunscrições administrativas ). Num caso fala- se de administração central do estado;
no outro de administração local do estado.
- Presidente da República;
- Governo;
- Tribunais;
- Órgãos centrais- são aqueles que exercem a competência extensiva a todo o território
nacional
Órgão locais- são aqueles que exercem a competência limitada a certas áreas (ou
circunscrições).
Órgãos primárias- são aqueles que têm o poder originário ou seja aqueles que exercem
competências originárias.
Órgãos representativos- são aqueles que exercem a competência a partir de uma eleição.
Órgãos não representativos- são aqueles que exercem a competência não via da eleição.
Órgãos consultivos- são aqueles que servem de consulta dos órgão ativos.
Órgão de controlo- são aqueles que fiscalizam os atos dos outros órgãos.
Diogo Freitas do Amaral assume a posição eclética- os órgãos são pessoas colectivas e o
centro institucional do poder.
QUESTÃO da LEGITIMIDADE.
1. Competências própria;
2. Competências delegada;
Competências própria- a competência própria é exercida pelo o órgão titular deste mesmo
poder.
Competência delegada- o órgão que exerce o poder exerce- ló por meio de delegação ou
concessão.
Competência conjunta- é aquela que pertence a dois ou mais órgãos diferentes e que têm
exercido por eles num único ato.
Competência dependente- quando o seu titular esteja integrado numa relação de hierarquia.
Competência explícita são situações em que a lei explica clara ou diz expressamente.
Competência reservada?
Um órgão é incompetente- quando pratica um ato que está fora do seu âmbito da sua
competência
Incompetência absoluta- ?
É positivo- quando são dois ou mais reclama a sua competência perante um caso ou ato em
concreto. É negativo- quando todos recusam exercer as sua competência perante uma
situação em concreto
Segundo a doutrina diz que a função depende do sistema, sistema constitucional ou regime
político, regime de cada país, por exemplo no regime ditatorial o Governo não tem função
administrativa nem política mas no regime democrático o Governo tem função administrativa
e política aqui vai variar de acordo com sistema constitucional de cada país.
FUNÇÕES DO GOVERNO.
1. O Governo tem como a função : Garantir a execução das leis 2. Assegurar o funcionamento
da administração pública e 3. promover a satisfação das necessidades coletivas (são as
principais funções do governo).
O governo exerce a suas funções de forma coletiva através do Conselho de Ministros, quer
dizer, o Conselho de Ministros é órgão colegial, porque a de decisão compete vários órgãos ou
seja não depende de um único órgão, nos termos de número 2 do artigo 100° CRB. Também o
governo exerce a função de forma individual excepto número 2 do artigo 100°CRGB .
ESTRUTURA DO GOVERNO.
O governo é composto pelo primeiro ministro, pelos ministros e pelos secretários de Estados, à
luz de artigo 97° de CRGB e artigo de CPA falou o mesmo.
Artigo 97° n° 2 e 3 mostrar as funções do chefe do governo, neste caso primeiro ministro. O
primeiro ministro tem função de chefia e função de coordenar, porque manda através do
Conselho dos ministros na nomeação dos ministros e dar orientações aos ministros, isto é, dar
diretivas , ou seja, dá as linhas mestras ou orientadoras aos ministros sobre as finalidades de
cada ministério, e cabe os ministros executar nos seus ministério. Também coordenar as
ações ou atuações dos ministros através do conselho de ministros ( órgão colegial).
Ainda tem função de gestão, no conselho de ministros, chefe do Governo exerce diversas
funções, quer dizer, ele gere as ações administrativas para prossecução do interesse coletivo.
Artigo 10° do decreto lei/ 2012 deve ser conjugado com artigo 97° n° 2 de CRGB.
Artigo 3° do mesmo decreto falou dos ministérios que integram ao Governo, artigo 4° do
mesmo artigo falou de secretaria de Estado e composição dos ministérios nos artigos seguintes
, artigo 12° fala das competências dos ministérios, artigo 30° do mesmo decreto falou sobre as
competências dos secretários de Estado.
Tribunal de contas trabalha com ministério das Finanças que tem como a função fiscalizar os
atos administrativos... A qualidade dos ministros são legalmente igual, mas na prática não
funciona, porque há ministros que são tratados de forma diferente, por exemplo Ministro das
Finanças, dos negócios estrangeiros, de interior, porque são chaves do país.
Estado incumbe as outras entidades para prosseguir os seus interesses. Ex: empresas públicas,
institutos públicos( APGB, FDB, AERN INEP etc).
Instituto público - são pessoas colectivas públicas criado pelo Estado com intuito de assegurar
o desempenho de determinadas funções administrativas não empresarial pertencentes ao
Estados ou pessoas colectivas.
Administração indireta- não têm várias finalidades, ou seja tem finalidades específicas,
diferente do Estado.
- fundações públicas;
- Serviços personalizados;
- Estabelecimentos públicos;
Fundações públicas - - são pessoas colectivas públicas cuja atividade assenta sobre a gestão de
patrimónios cujos rendimentos são investidos na prossecução de interesse social "tem como
substrato património".
Serviços personalizados - - são serviços públicos de carácter administrativo em que lei atribui a
personalidade jurídica e autonomia administrativa.
REGIME QUE SE APLICA AOS INSTINTOS PÚBLICOS. NÃO EXISTE FUNCIONAM ATRAVÉS DOS
SEUS ESTATUTOS.
Empresas de capitais públicos - decreto 55/ 93. Artigo 1° deste artigo fala empresas públicas.
As empresas públicas são criadas com propósito de atuar nos sectores estratégicos sector do
fornecedor da água. Por exemplo quando exista inflação no mercado, Estado intervém em
nome da coletividade para regular o mercado. Artigo 4° fala forma criação e funcionamento
das empresas de capitais públicos (são áreas estratégicas, setor da água). As empresas públicas
têm como a finalidade prosseguir os interessados públicos, também de certo modo visam
satisfazer os lucros. A quem diga que isso seria contraditório, também a quem diga que esses
lucros não são insignificantes, porque acaba por ser aplicado na satisfação dos interesses
coletivos, comparativamente as empresas públicas. Artigo 6° fala dos órgãos das empresas
públicas. Artigo 23 do mesmo de decreto fala sobre a competência da direção geral, 26 fala da
competência do conselho fiscal, 18° fala da competência reservada ao conselho da
administração. Consulte Diogo Freitas do Amaral, Filipe Falcão, Marcelo Caetano, Segredo
Dias.
São aquelas que recaí sobre as capitais de cidade, também aquele que faz fora do seu
território.
A ligeira diferença que existe entre administração preferida e administração autónoma, é que
administração periférica é estadual, enquanto que autónomo é está fora do estado, isto é,
administração autónomo trata das regiões autónomas onde funciona fora do âmbito estadual.
Administração periférica responde diretamente ao Estado.
Filipe Falcão- entende que as autarquias locais da Guiné são pobres, também as associações
que da Guiné são diferentes das outras partes. Por exemplo, artigo 7° da CRGB. No fundo a
descentralização tem a ver atribuições das repartições.
Associações públicas- varia de país para país, são diferentes de institutos públicos...
Segundo Freitas do Amara - Associações Públicas - são pessoas colectivas de tipo associativo
criado para prossecução de interesses públicos pertencente a grupo de pessoas que se
organizam para sua prossecução social segundo o seu substrato social.
Na verdade, associações públicas não tem um regime único, isto é, cada associação funciona
com o seu estatuto e regulamento.
- Dever de colaboração;
Administração local do Estado- é aquela que exerce a sua de forma restrita a certas áreas, por
exemplo Governador de Canchungo, governador de Cacheu, exercem as suas competências
naquele determinado território.
AUTARQUIAS LOCAIS.
AUTARQUIAS LOCAIS- são pessoas colectivas distintas do Estado que gozam da autonomia
financeira e administrativa. Por exemplo os órgãos das autarquias locais são eleitos pela
população local (não são funcionários do Estado). Ou seja as autarquias locais são pessoas
colectivas territoriais dotadas de órgãos representativos que visam a prossecução de
interesses de próprios da população respectivas.
Nota: os serviços centrais do Estado exercem competências a todo o território nacional, por
exemplo ministro de administração territorial exerce a sua competência a todo território
nacional, enquanto que os serviços locais exercem os competência limitadas a certas áreas ( ou
circunscrições administrativa) por exemplo nas regiões ou sectores exercem as competências
limitada, isto é, não pode ultrapassar a sua parcela do território, por exemplo o governador de
sector de Canchungo. Administração estadual indireta é exercida por institutos públicos e
empresas públicas.
No caso da Guiné Bissau a primeira ordem que surgiu é ordem dos advogados através do
decreto instituído pelo Governo... Outras sugiram graças algumas diretrizes de UEMOA, por
exemplo ordem dos médicos, dos engenheiros etc.
Os órgãos centrais estão instalados aqui em Bissau e outras estão nos outras localidade, por
exemplo serviços periféricos que exercem competência limitadas.
São pessoas colectivas distintas do Estado que gozam da autonomia financeira e administrativa
e com o seu corpo dos funcionários que prosseguem interesses de uma determinada
localidade. Que são diferente das circunscrições administrativas do Estado.
O território da Guiné Bissau é dividido em: 38 setores, oito regiões mais setor autónomo de
Bissau.
CONSTITUCIONAL, esta definição está prevista no artigo 105° CRGB, porém para prof. Diogo
Freitas do Amaral criticou este artigo porque não colocou as autarquias locais como pessoas
colectivas públicas ou seja a publicidade das autarquias locais.
- uma vez que fazem parte das administração autónoma, elegem os seus representantes
através das eleições.
1. Território
2. Agregado populacional
Interesse comum
- aqui as autarquias locais têm os direitos por exemplo, votar e deveres por exemplo
pagamento dos impostos;
Interesses comuns- é o fundamento para existência das autarquias locais, que é satisfazer os
interesses da população daquela localidade, por isso é um elemento essencial para a criação
das autarquias locais.
- Órgãos representativos...
As autarquias locais em África. A quem diga não funciona não no seu sentido real.
Cada autarquia local é diferente do estado, porque são pessoas colectivas distintas do estado
com a sua autonomia financeira e administrativa com o seu com o seu corpo de funcionários,
responde pelos seus próprios atos, apenas o Estado tem poder tutela ou controlo.
Segundo artigo 105° da CRGB, na verdade este artigo é enganadora, só temos as autarquias
locais de ponto de vista jurídico, mas não existe de ponto de vista político- administrativo,
porque não existe as autarquias locais na prática.
A nossa câmara municipal (não é uma verdadeira câmara, porque os seus órgãos são
nomeados demitidos pelo o governo, se tivéssemos as autarquias locais os órgãos da câmara
seriam eleitos pela população local) também não é uma autarquia local, embora se discuta
muito entre pessoas, porque não é uma verdadeira câmara se fosse os órgãos iriam ser eleitos,
mas os órgãos da câmara são nomeados pelo Governo, por isso para professor Nelson, a
câmara municipal de Bissau faz parte de administração estadual indireta, quer dizer, é uma
pessoa colectiva pública distinta do estado que tem a sua autonomia financeira com seu
funcionário próprio. Se houver um litígio entre a câmara e com outra pessoa, não é o Estado
que corresponde, mas é a primeira câmara... A federação de futebol da Guiné- é uma pessoa
colectiva privada embora seja da utilidade pública.
Nas autarquias locais populações locais é que elegem os seus governantes, onde têm direitos,
por exemplo votar e deveres, por exemplo pagamento de impostos. Em boa verdade, o
Interesse a prosseguir restringe naquela localidade.
Municípios secções, autárquicas juntas locais 👉 artigo 106°, 107°, 108°, 109°,110°,111°,
112° ,113°, 114° CRGB.
Seria mais vantajoso para o município passasse por um concessionário a uma empresa.
Consulte estes artigos da coletânea verde: 13°, 15°, 16, 17°, 19°, 20°,21, 23, 24°, 25°, 26°, 27°, 👉
Lei n° 5/ 97, de 2 de dezembro ( criação e extinção das autarquias locais).👉 Consulte os artigos
As pessoas colectivas- são criadas pelo estado, por exemplo Estado (Governo), institutos
públicos, empresa públicas são criados pelo estado embora sejam distintas do Estado mas
visam prosseguir interesses do Estado... Todas as pessoas prosseguem um fim, que é fim do
interesse público.
A capacidade jurídica das pessoas públicas... Quem age em nome das pessoas colectivas, na
verdade são os órgãos agem em nome das coletivas conforme a lei . Por exemplo O governo é
composto por ministérios...
Ainda os Serviços públicos- são organização uma que são criada para prossecução do
interesse.
Interna e externa.
Hierarquia administrativa Interna- é o que passa nos serviços públicos, aquilo que passa
dentro isso não reflete de forma externa, isto é, não atingem os particulares. No fundo, a
hierarquia tem a ver com a organização dos órgãos dos serviços que não interessa os
particulares. Aqui fica lá dentro.
Hierarquia administrativa externa - tem a ver com os atos praticados pelos órgãos das
pessoas colectivas que refletem na esfera jurídica dos particulares, ou seja, essas práticas
produzem efeitos na esfera jurídica dos particulares.
Instruções - Traduzem num Comando gerais e abstrato através dela o superior determina ao
subalterno adoção de certas condutas as situações previstas. As instruções por escrito
denominam circulares.
O superior hierárquico não dispõe só o poder de direção, mas também o poder supervisão-
consiste na faculdade de revogar ou suspender os atos praticados pelo subalterno este poder
pode se exercida por avocação ou chamar a si ( pode revogar ou suspender) Também pode
exercido por recurso hierárquico. Também há poder disciplinar - consiste na faculdade de
superior punir ao subalterno mediante aplicação de sanções previstas na lei. Pode ser no
âmbito de queixa apresentado pelo particular ou pela denúncia do ato praticado pelo
subalterno, em caso de violar a lei, neste contexto o superior hierárquico irá disciplinar ao
subalterno. A punição é feita através de um processo disciplinar, isto é, investigar...
Conflitos de competência pode ser :Positivo quando dois órgãos reclamam competência.
Negativa quando dois órgãos rejeita de exercer a sua competência, aqui cabe o superior
hierárquico decidir.
Coloca a questão de saber se o subalterno pode acatar as ordens ou instruções dadas pelo
superior hierárquico mesmo sendo ilegal? Relativamente a esta questão foi dada duas
respostas distintas.
Se discuta na doutrina.
Corrente legalista- diz que o subalterno deve acatar as ordens se forem legais, ou conforme a
lei, no fundo, o que deve prevalecer é a legalidade, e deve recusar os que forem legais.
Direito de respeitosa representação? Aqui o subalterno não pode seja ilibado mesmo o ato
seja ilegal, aqui o subalterno entra com a petição para o superior hierárquico analisar o ato
(através da respeitosa representação).
A primeira situação que o subalterno deve cumprir as ordens do superior: o subalterno não
pode acatar as ordens ou instruções que carecem de crime (aqui o dever obediência cessa,
segundo artigo 10° de Estatuto dos funcionários públicos), também só pode ser
responsabilizado quando não exerça o direito da respeitosa representação, ou seja, se ato for
ilegal o subalterno deve cumprir, depois pode exercer o direito da respeitosa representação
aqui é pedir o superior hierárquico que conforme por escrito, só a partir disso que o
subalterno pode ser responsabilizado. Em boa verdade, antes de o subalterno cumprir com as
ordens dadas ao superior hierárquico, deve analisar a legalidade.
Segundo nossa lei.👉 Estatuto disciplinar dos funcionários. Página 279
Artigo 3° Alínea c) trata dos deveres dos funcionários públicos... Consulte os artigos seguintes
deste estatuto. Coloca a questão de saber se funcionário ou subalterno deve acatar todas
ordens das matérias, a resposta é não, porque se for uma ordem intrinsecamente ilegal, por
exemplo uma ordem de um indivíduo que não legítimo superior hierárquico.
O subalterno deve acatar as ordens e instruções das matérias legalmente de serviços, caso
contrário seria intrinsecamente ilegal.
Cessão do dever de obediência 👉 artigo 10° do estatuto dos funcionários, isto é , o dever de
obediência cessa, se o ato carecer de um.
Composição de governo.
Por exemplo, perante uma ordem ilegal, aqui chefe de reparação ( subalterno) aqui deve
reclamar a quem lhe deu a ordem ( através do direito respeitosa representação) e comunicar o
chefe de forma escrita antes de executar enquanto esperando a resposta ao superior
hierárquico, se for uma ordem imediato, o subalterno tem que cumprir as ordens mesmo que
seja ilegal, depois o subalterno pode exigir a confirmação por escrito da ordem.
CASO PRÁTICO.
Vamos admitir que o diretor geral das alfândegas deu a ordem ao chefe da primeira secção
para não permitir a saída de contentor de ovos. Será que deve obedecer. Resposta em
primeiro lugar é importante ver os requisitos de dever de obediência o subalterno deve
obedecer a ordem do superior hierárquico, aqui para que seja ilibado o subalterno pode
exercer o direito de respeitosa representação, isto é, chamando atenção de forma escrita das
futuras consequências.
Pressupostos de dever de obediência (base legal dos estatutos dos funcionários artigo 10º):
E por escrita
ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA" REVISÃO"
Concentração- por exemplo FDB, temos vários órgãos, Diretor geral, Diretor da Fdb, secretária,
finanças, a concentração já passa no interior da pessoa colectiva, isto é, dentro de uma pessoa
colectiva, teremos uma situação de concentração se o governo é que tem só competência. No
fundo na concentração só há único órgão que tem competência e os outros órgão auxiliam na
tomada decisão. Já na desconcentração é ao contrário onde existe vários órgãos há uma
reparação das competências entre diversos órgãos. Ex: FDB, temos diretor da fdb, secretária,
finanças aqui há repartição de competências a esses órgãos. Ao passo que na concentração só
um órgão que toma as decisões e os outros órgãos apenas auxiliam.
ESPÉCIE DA DESCONCENTRAÇÃO:
GRAU: absoluta e relativa; é absoluta quando existe total desconcentração dos órgãos, aqui
desaparece o poder da hierarquia. E relativa aqui mantém o poder da hierarquia, existe alguns
órgãos que tem decisão mas os outros funciona subalterno.
- Em primeiro lugar, é necessária uma lei que preveja expressamente a faculdade de um órgão
delegar poderes noutro (lei de habilitação), porque a competência é irrenunciável e
inalienável, só pode haver delegação de poderes com base na lei, segundo artigo 31° do CPA;
- Por último, é necessário a prática do ato de delegação propriamente dito, isto é, o ato pelo
qual o delegante concretiza a delegação dos seus poderes delegado, permitindo- lhe a prática
de certos atos na matéria sobre a qual é normalmente competente, ou seja, deve existir o ato
de delegação da competência- artigo do CPA e 34° do CPA.
A competência é irrenunciável e inalienável não é presumido isto é, para que um órgão delega
deve existir a lei da habitação.
Para que o ato de delegação seja válido e eficaz, a lei estabelece um certo número de
requisitos especiais, para além dos requisitos gerais exigível a todos os atos da Administração,
a saber:
a) Quanto ao conteúdo: no ato delegação deve o órgão delegante especificar as poderes que
são delegados ou os atos que o delegado pode praticar. É através desta especificação dos
poderes delegados que se fica saber se a delegação é ampla ou restrita, e genérica ou
específica (no sentido acima de sentido apontado)
ESPÉCIES DE HABILITAÇÃO:
- Genérica;
- Específica;
Habilitação genérica- é o tipo de habilitação em que lei permite sempre que é necessário, um
órgão delegue a um outro órgão a sua competência, aqui dá marche ao delegado, é o tipo que
não funciona os atos extraordinários só atos ordinários . Os atos de extraordinário- são atos
definitivos ou que sai fora do normal funcionamento enquanto que atos ordinários- são
aqueles recorrentes . Imaginemos que Ana é superior hierárquico a Joana, onde existe uma lei
de habilitação que lhe permite exercer a competência que quando for delegado" habitação
Habitação específica -É o tipo da habitação em que a lei permite a delegação para atos
específicos.
ESPÉCIES DE DELEGAÇÃO
É ampla quando delegante delegar grande parte do seu poder ao delegado. É restrito quando é
contrário, isto é, quando a delegação é pequena.
Quanto ao objeto, a delegação pode ser : genérica e específica. É genética quando abrange
uma pluralidade da prática dos atos . E é específico quando abrange menos atos.
Quando a lei que a competência permite o órgão que tem a competência originária delegue a
sua competência a outro órgão, esta é delegação do primeiro grau, isto . Já é segundo grau
quando órgão que não tem poder originário delegar outro órgão, no fundo, isso seria uma
subdelegação 👉 artigo 33° da CPA. Para o delegado delegar a sua competência a outro órgão
tem que pedir autorização ao órgão que tem a competência originária, é nosso regime.
- Quanto ao seu conteúdo: o ato de delegação tem que indicar de forma expressa os poderes
- Quanto à publicação; tem que indicar a lei de habilitação como a base do fundamento, isto é,
Efeito jurídico: O não cumprimento dos requisitos do conteúdo do ato a invalidade do ato da
delegação. O não cumprimento de ato de publicação do ato a ineficiência do ato.
A quem diga que, o delegante mesmo delegando a sua competência mas mantém o seu
poder" segundo prof Gonçalves" mas para o prof Freitas
Tem que existir a menção sempre expressão de que o ato que se está praticar está na base de
Aqui a nossa CPA não diz expressamente, mas podemos recorrer o direito comprado antigo
46° do CPA português.
Extinção da delegação 👉 37° do CPA número 1 e 2. Que pode ser por revogação ou caducidade.
Natureza da delegação:
Tese de alienação - delegando o poder ao órgão isso passa para o órgão delegado.
Tese autorização- consideram a delegado é um órgão competente sob condição, isto é,
quando for autorizado" Caetano e Gonçalves".
Se existe o estado como a única pessoa colectiva para prossecução dos interesses coletivos,
estamos perante centralização, se existir as pessoas colectivas além do estado que têm
personalidade jurídica, estamos perante a descentralização, por exemplo FDB, institutos
públicos, associações, ARN. A descentralização os fins que são concretizados pelas pessoas
colectivas não atribuído só o estado, também outras pessoas colectivas, por exemplo Câmara,
FDB, APGB, etc.
A Guiné Bissau é um estado descentralizado em sentido jurídico porque a luz do artigo 105° da
CRGB o poder local prevê a existência das autarquias locais, mas não se verifica de ponto de
vista prático, por isso não é uma descentralização em sentido político administrativo, porque
não existe as autarquias locais, mesmo que exista é necessário que os seus órgãos sejam
eleitos pela população local, o Estado não irá ter um poder exigente, apenas tem poder de
tutela.
ESPÉCIES DA DESCENTRALIZAÇÃO.
No caso da Guiné Bissau as pessoas colectivas, não gozam da autonomia política, como
Madeira e Açores, mas gozam apenas só dá autonomia administrativa e financeira. A Madeira
e Açores tem Parlamento e Governo, mas na Guiné Bissau as pessoas colectivas não têm os
parlamentos nem Governos.
Primeiro limite- são as situações em que a lei delimita as atribuições e competências das
autarquias locais .
TUTELA ADMINISTRATIVA.
-Hierarquia;
-Controlo jurisdicional;
-Referendo;
Critérios de distinção:
Quanto ao fim: a tutela pode ser: tutela da legalidade e tutela de mérito. A tutela de in
Tutela integrativa - é aquela que consiste no poder aprovar ou autorizar os atos praticados
pela entidade tutelada. E pode ser: a priori e a posteriori, tutela a priori- consiste em autorizar
a prática de atos ( o ato ocorre antes) Ex: Se Fdb quer praticar que carece da autorização, antes
de praticar tem que fazer projeto e pede autorização ao ministério da Educação, sob pena de
ser inválido, ou seja para que a entidade tutelada(fdb) praticar um ato tem pedir autorização
na entidade tutelar( Ministério da Educação) neste a posteriori- consiste no poder aprovar
atos da entidade tutelada( o ato ocorre depois). Ex: aqui a fdb tem poder de praticar o ato e o
ato é válido mas para que o ato produzir os efeitos jurídicos carece de ser aprovado por
ministério da Educação ou seja é necessário que o ministério da educação aprove o ato, isto é,
aprovação é condição da eficácia do ato ou para que o ato produzir os efeitos. Aprovação é
um poder mais forte de que autorização, porque autorização pode ser sanável, mas
aprovação é insanável.
Tutela sancionatória- consiste no poder de aplicar as sanções por irregularidades que tenha
sido detectadas na entidade tutelada.
Tutela do estado sobre as autarquias locais lei n° 3/ 97 de 7 abril. Artigo segundo deste
diploma fala de objetivo, aqui esta tutela é tutela da legalidade. Artigo 3° fala do conteúdo fala
de tutela inspetiva que funciona através da sindicância desenvolvida pela entidade tutelar. Só
temos tutela quando a lei disser, também está prevista a tutela sancionatória no seu artigo 8°
2. A tese da hierarquia enfraquecida - para esta tese a tutela administrativa é uma espécie da
hierarquia enfraquecida, diferentemente dos poderes que o superior hierárquico tem é
relação ao subalterno é muito forte, por exemplo poder de direção, poder disciplinar, poder de
supervisão, no fundo na tutela não há uma relação de dependência em relação a hierarquia,
porque as autarquias locais são distintas do estado, hoje esse argumento não funciona.
3. A tese do poder de controlo - tutela administrativa consiste no poder de controlo dos atos
ilegais. No fundo, a entidade tutelar tem poder de fiscalizar os atos praticados pela entidade
tutelada (esta posição é defendida por Diogo Freitas do Amaral).
Caso prático.
O ministro das Finanças ao abrigo da lei orgânica permite que o secretário de Estado do
orçamento e assuntos fiscais exerça todas as competências que lhes são conferidas por lei
mediante um despacho. Eugênia cunhada do ministro por ter completado 60 anos de idade
que é idade limite para aposentadoria entrou com um requerimento solicitando que lhe
afixado a sua pensão, o ministro sabendo da situação ordena o secretário do Estado para
atribuir a Eugenia a pensão máxima prevista na lei, tendo o secretário de estado em
consequência ignorado completamente as determinações do ministro este furioso revoga
imediatamente as decisões proferidas pelo secretário de estado atribuindo a sua pensão
máxima e ao mesmo tempo decide instaurar um processo disciplinar que culminou com uma
pena de suspensão de 90 dias.
RESPOSTA.
(subalterno), o ministro enquanto legítimo superior tem poder de direção, isto é, dar ordens
ou instruções, além disso o superior hierárquico dispõe do poder disciplinar, nesta ordem de
ideia, se o subalterno (diretor geral do orçamento) não cumprir com a ordem dada, neste
contexto o superior hierárquico (ministro das Finanças) pode exercer o poder disciplinar, isto
quer dizer, pode formular um processo disciplinar contra o diretor geral das alfândegas. A
relação que existe entre é uma relação de subordinação.
Como é óbvio, o superior hierárquico tem poder de direção e o subalterno tem o dever de
obediência, mas as ordens e instruções devem obedecer os requisitos de dever de obediência,
se o subalterno contestar que a ordem proferida pelo o seu legítimo superior hierárquico é
intrinsecamente ilegal, pode lançar a mão ao expediente de Direito da respeitosa
representação, quer dizer, pedir ao superior hierárquico para confirmar de forma escrita a
legalidade do ato. O Direito respeitosa representação é documento escrito formulado pelo o
subalterno dirigido ao superior hierárquico como uma forma de chamar atenção ao superior
hierárquico das futuras consequências, para que o subalterno seja ilibado da responsabilidade
do ato praticado que pode ser disciplinar ou criminal (dependendo do ato) deve exercer o
Direito da respeitosa representação. O dever de obediência cessa se o ato carecer da prática
de um crime, nos termos do artigo 10° de estatuto de funcionários públicos.
Integração- é o sistema em que todos os interesses a prosseguir pelo estado ou pelas outras
pessoas colectivas de população e território são posto pela lei a cargo das próprias pessoas
colectivas a que pertence.
Teoria do princípio da separação de poderes - foi defendido por locke e depois Montesquieu,
antes todos os poderes eram concentrados mãos do rei... O rei é o supremo órgão
administrativo e supremo juiz. A teoria de separação foi pela primeira vez na conferência de
fidadefia em 1787 e depois foi aprovado na revolução francesa em 1789, a teoria de separação
de poderes tem influência na administração pública, com essa teoria o rei perdeu o poder
judicial ficava com o poder executivo... aqui temos três poderes: legislativo, executivo e
judiciário.
2. Segundo poder: o poder de decisão da administração pública não dita normas jurídicas,
perante problema entra A e B toma as decisões individuais e concretos, por exemplo pode
quer construir uma empresa pode retirar ou expropriar o particular, não precisa ir ao tribunal,
administração pública pode indeferir o pedido do particular, aqui administração pública goza
de supremacia ou poder de autoridade.
Quinto poder - Conjunto de poderes especiais de polícia- aqui o polícia aparece como
autoridade para repor a situação, ou seja impor a ordem pública, agem investido de poderes
de autoridade, são pessoas treinadas, a finalidade é para que haja paz entre os particulares.
PRINCÍPIOS GERAIS EM MATÉRIA ADMINISTRATIVA.
Princípio da prossecução do interesse público - a vários sentidos que dado sobre interesse
público de ponto de vista como é refere aquilo que da coletividade, por exemplo São Tomas da
Aquino, para ele, o interesse comum seria para que os homens vivam em harmonia para
alcançar a felicidade, o interesse público pode ser: primária e secundária. O critério a distinção
a quem compete ou órgão .Interesse público primário é definida pela lei, e compete aos
órgãos políticos. Enquanto que secundário é definida pela lei, e compete a admin diistração
pública como é óbvio que administração pública serve para executar aquilo que definido pela
política e legislação, isto é, a satisfação das necessidades coletividade. E justiça é incumbida
aos órgãos jurisdicionais, neste caso os tribunais.
A violação, por parte de administração pública, de qualquer destas sete categorias de normas
ou de atos implica violação da legalidade e constitui, por conseguinte, ilegalidade.
2. Reserva de lei (ou legalidade- fundamento) consiste em que nenhum ato de categoria
inferior a lei pode ser praticada sem fundamento no bloco de legalidade. No fundo, a lei é o
fundamento de atuação administração pública. Ex: Se o superior hierárquico quer fazer um
processo disciplinar, isso tem que estar conforme a lei, não deve presumir nem inventar.
Nota: se este atos forem ilegais pode haver outras sanções, por exemplo a responsabilidade
civil, pelo que lhe retira exceção ao princípio da legalidade.
Natureza jurídica. Discute se todos atos administrativos que são susceptíveis ao princípio da
legalidade, a quem diga nem todos os atos administrativos que susceptíveis ao princípio da
legalidade, porque as vezes administração pública atua de forma agressiva para satisfação dos
interesses coletivos, por exemplo nacionalização das empresas, expropriação etc.
Quando administração pública infringe o interesse do particular, tem que indemnizar. Por
exemplo...
Direito subjetivo e interesse legalmente protegido. Ex 1: imaginemos que a lei diz que militar
que não tem processo disciplinar durante cinco será produzido para ser Coronel, se chegar os
cinco anos se não for promovido como coronel, aqui aquele militar pode recorrer ao tribunal
para exigir o respeito do seu direito, Ex2. Imaginemos que a lei diz que todos os funcionários
tem ao direito ao subsídio de reforma, supúnhamos que Ana é funcionária pública reformada,
mas não recebe os subsídios, neste contexto pode recorrer ao tribunal, ( estes exemplos são
de direito subjetivo).
Ex: imaginemos que a lei diz que para trabalhar na Função pública só quem tem mestrado na
área de Direito Administrativo, concorrerem cinco pessoas, depois administração pública
acaba por selecionar a pessoa que não preencheu este requisito. Aqui os que preencher esses
requisitos podem requerer ao tribunal para exigir o respeito dos interesses públicos, aqui o
particular não recorre ao tribunal para exigir o cumprimento do seu direito, mas sim é recorrer
ao tribunal exigir para exigir administração pública respeitar o interesse público, aqui o
interesse do particular é protegido de forma indireta diferentemente no Direito subjetivo o
interesse do particular é protegido de forma direta ou imediata, isto é, mais forte... Ex: Na
Itália faz diferença entre Direito subjetivo e Interesse legalmente protegido, mas outros não
necessidade.
Atos tributários (Liquidação de imposto) - aqui legislador regula minuciosamente cada aspecto,
portanto administração deve aplicar de cordo que o legislador diz, ou seja, aplicação é
conforme a matemática, este exemplo não tem nada a ver com o poder discricionário da
administração pública, porque o legislador já contou quando que vai fazer a cobrança e órgão
que vai executar os impostos, a forma e valor de pagamento, atividade de administração
pública é mecânica, porque o legislador já explicou tudo. Outro exemplo: imaginemos que o
legislador prevê os critérios depois deixa administração pública tomar as decisões mediante
casos os concretos, no fundo, aqui legislador dá a possibilidade a administração pública para
resolver os problemas dos interesses públicos, ou seja, o poder discricionário consiste na
opção que administração pública faz dentre as opções." este exemplo é o poder discricionário
da administração pública". Por exemplo ato de nomeação.
No poder discricionário- vamos analisar o poder que a lei confere administração pública. Já ato
discricionário tem a ver com atividades de administração.
Para haver discricionariedade é necessário que a lei atribua administração o poder de escolha
entre várias alternativas de diferentes de decisão quer numa situação em que esteja perante
apenas duas decisões opostas considera... Numa relação que figure uma lista nominativa
2. Poder discricionário;
Em relação aos atos discricionários praticados a administração pública, esses atos carecem
avaliação de tribunal administrativo.
1. Limites Legais aqui a lei é que estabelece a forma de atuação administração pública.
2. Limites Auto vinculação- aqui a lei deixa administração pública a margem a administração
pública ou seja permite administração fixar os critérios ou regas e fazer cumprir essas regras,
caso contrário o ato de administração pública seria ilegal.
Razão prática- é quase impossível que legislador saiba das realidades práticas, por isso é
impossível que legislador conhece a situações da vida prática, por isso limite a prever os
critérios e deixa administração pública executar dentre as opções e escolher aquela mais
adequada, por isso o legislador não fundamenta minuciosa cada a solução que administração
pública deve tomar.
Razão jurídica- se não o legislador estaria a substituir administração pública, porque quem
conhece a situação da vida prática. Ex : Questão de aquecimento os gazes com efeito de
estufa, por exemplo engarrafamento crónico, o legislador não conhece estas situações
1. Momento da prática do ato; Ex: quando que administração pública vai começar a cobrança
de impostos, a cobrança coerciva começa geralmente no mês de março.
3. A forma do ato;
1.Controlo de legalidade- tem a ver com a fiscalização dos atos de administração pública, por
exemplo impugnação de um particular a administração pública. Este controlo é feita pelos
órgãos administração pública e os tribunais.
2.Controlo de mérito- tem a ver com aquela situação que administração pública, isto é,
averiguar se as decisões são oportunos de ponto de vista financeira, economia etc. Este
controlo só é feita pelos órgãos de administração pública não pelos órgãos judiciários
( tribunais).
Conceitos indeterminados- são conceitos cujo as suas extensões não se podem determinar.
Por exemplo, Brevemente, medidas adequadas. Os conceitos indeterminados têm as naturezas
distintas, por isso merece uma avaliação pela administração pública. Nem todos os conceitos
indeterminados carecem do princípio de discricionariedade, por exemplo um conceito pode
que carece da interpretação, mas a questão de valor social, isto é, dentre as soluções qual é
mais ideal. No fundo, os conceitos indeterminados poderão carecer de pode discricionário e
outros, mas isso se descobre mediante um caso concreto.
Por exemplo as remissões às normas técnicas, não se trata do poder discricionário, porque
nesta situação é necessário que a lei mostra a forma de resolução, por exemplo na área de
engenharia. Não o facto que a lei faz uma remissão que podemos afirmar que esta remissão
carece de discricionariedade.
Princípio da Justiça- sempre a humanidade preocupa com o ideal da justiça, isso varia do
tempo e espaço. Inicialmente o ideal da justiça consiste na repressão do mal e do crime por
forma a garantir a segurança e paz social a justiça surge com forma funções de esta e das leis, a
quem compete definir o que justo e não justo.
O primeiro pensador que trouxe o critério legal do princípio da justiça, é tratar as pessoas com
base na lei. Entretanto para Aristóteles, o justo seria para além que está definida na lei, o
respeito pelo princípio da igualdade. Platão abandona esta concepção da justiça defendo pelo
Aristóteles, para ele a justiça consiste na organização da sociedade. Por seu lado São Tomás de
Aquino com ideal da justiça super legal, uma justiça que orienta e elaboração das
constituições e das leis e caso não sejam respeitadas, habilita cidadãos a criticar, contexto- ló
ou procurar altera- ló assim temos três planos em que em que a ideia da justiça pode
funcionar:
1. Justiça enquanto valor ou conjunto de e valores indicados pela lei - isto corresponde a
justiça legal.
2. Justiça como critério ou conjunto de critério que obriga o homem a respeitar os valores
iguais- Justiça da igualdade.
3. Justiça como conjunto de valores que são anteriores e superiores a lei que prende a
elaboração das leis pelos governos permitir os cidadãos ataca- los discordam com a justiça
super legal.
a) A proibição de discriminação;
b) Obrigação da diferenciação. Por exemplo, idosas, crianças, deficientes devem ser tratados
de forma diferente em comparação...
Princípio da proporcionalidade- visa ajustar os meios que são empregues de órgãos de poder
político aos fins que visam prosseguir. No fundo evitar os excessos ou abusos aos órgãos de
administração pública, é ajustar os meios ou utiliza os meios adequados face aos fins coletivos.
Por exemplo Estado decide fechar o mercado de Bandim por causa de briga( esta medida é
excessiva). Princípio de proporcionalidade- está previsto no artigo oitavo do código de
procedimento administrativo tem três dimensões:
1. Adequado- significa que a medida administrativa deve ser ajustada aos fins que se pretende
atingir, colocando em confronto duas variáveis por lado o meio, instrumento, medida e por
outro objetivos ou finalidade
2 . Necessidade- não baste só os meios de instrumento se ajusta, significa que para além da
idoneidade dos meios e fins que se propõe alcançar a medida administrativa deve dentro do
universo das medidas abstractamente aquele em concreto lesa menor os interesses legítimos
dos particulares
Princípio da boa fé- é importado para direito privado assim para o direito administrativo, parte
de ideia que o estado é uma pessoa de bem, por isso os órgãos de administração pública não
devem atuar fora deste princípio. Este princípio é frequente nos contratos públicos, por
exemplo imaginemos que o estado decide recrutar as pessoas para oficial da justiça, mas
chegou a hora não toma essas pessoas durante 4 anos. Neste caso administração pública viola
o princípio da boa fé, administração pública não deve alimentar a expectativa aos candidatos
que conseguiram, isso acaba por lesar direitos dos particulares, no fundo, o princípio da boa,
significa que administração pública deve obedecer a boa fé na sua relação com os particulares,
contudo seja um princípio que elevado grau de abstração a sua concretização é possível, o
princípio da boa fé comporta dois sub princípios:
Princípio da imparcialidade- impõe administração pública na sua atuação que seja isenta,
obrigar os órgãos de administração pública que sejam isentas. Este princípio tem duas
vertente: negativa e positiva
Vertente negativa é obrigar que administração pública seja isenta, através de impedimento e
suspensão.
Regulamento- são conjuntos das normas jurídicas, em geral que vem desenvolver aquilo que
está previsto na lei. Ex: O governo no seu exército emana os regulamentos. Imaginemos que a
lei diz que para estudar deve ser submetido um teste, mas não explicou como, deixou para o
regulamento desenvolver.
2. Elemento da natureza orgânica- tem a ver com o órgão competente para emitir o
regulamento. Ex: provém do Governo ou pelo órgão de administração indireta, no fundo pelos
órgãos de
1. Que atende a sua dependência face a lei- a luz de deste duas espécies
Regulamentos de polícia- são aqueles que impõem a limitação da liberdade individual com
vista a evitar a produção dos danos sociais. Por exemplo Estado de emergência, calamidade,
ou estado de sítio. Por exemplo pode existir um regimento que diz
3. Que atende ao seu âmbito de aplicação. Quanto ao âmbito Geral, local e institucional
Institucional- são aqueles que emanam de institutos públicos e associações públicas para
terem a sua vigência limita aquela instituição.
Regulamentos internos- são aquelas produzem efeitos no interior de uma pessoa colectiva. E
externos- São aqueles que produzem efeitos Jurídicos a outros sujeitos de direito ou outras
pessoas colectivas.
Distinção entre a lei e regulamento, ambas são normas jurídicas com características de
generalizada e abstração. Forma de distinção:
1° Critério assenta que na diferença entre os princípios e pormenor, este critério foi afastado,
porque quer regulamento quer a lei fórmula ambas assentam na identidade material entre a
lei e regulamento.
2° critério: a diferença consiste no plano formal e orgânico, o regulamento e lei são normas
jurídicas de ponto vista material, em função da hierarquia dos órgãos emanadores. A lei pode
revogar o regulamento, se o regulamento dispuser ao contrário esse regulamento é ilegal,
porque de ponto de vista da hierarquia a lei está em acima. Este critério foi afastado com a
justificação de que se houver a diferença entre plano orgânica e formal também há diferença
no plano material.
3° critério: defendido pelo professor Marcelo Caetano- apesar de haver uma certa afinidade
entre ambos acusam algumas na medida em que ao regulamento falta novidade que é
característica da lei, os regulamentos complementar ou de execução são caracteristicamente
normas secundários que completam sem as quais não podem ser elaborados, apesar de dos
regulamentos independente não se destinem a desenvolver nenhuma lei, são editados para a
boa execução da lei, e por isso são inovadoras criam Direito materialmente em tudo idêntico a
lei.
Para Freitas considera que a diferença entre o regulamento e a lei assenta no seguinte: de
ponto de vista orgânico a lei provém do poder político ao passo o regulamento emana do
poder administrativo, de ponto de formal a lei está acima do regulamento, caso o
regulamento dispuser contrário o regulamento é ilegal, do ponto vista material a lei é ato
típico da função política e regulamento se insere na função administrativa a lei inovadora e
regulamento é executivo, a lei trás alteração a ordem administrativa e regulamento não. No
que tange aos regulamentos independentes considere em termos orgânico formal são
regulamentos, mas em termos materiais são leis.
É importante diferenciar o regulamento e lei, porque Regime jurídico entre regulamento e lei
são diferentes...
Quanto a impugnação...
2. Constituição
4. A Lei
5. Reserva da lei
7. Fundamentos
Ato unilateral- é um ato que provém de órgão de administração pública isto contrapõe os
contratos administrativos, porque no contrato administrativo contém duas partes enquanto
que ato unilateral apenas uma parte, e não precisa da vontade da outra, ou seja, para sua
eficácia não precisa de outra parte, mas há situações que carece da confirmação de outra
parte por exemplo nomeação a eficácia do ato depende aceitação.
Ato praticado no exercício de administração pública- Só são atos administrativos aqueles que
são normas que integra do direito público, quando administração pública atua investido de
poder de autoridade. Só atos administrativos os atos emanados por órgãos de administração
pública ( administração estadual direita, administração estadual indireta e administração
autónoma) os atos praticados pelas pessoas colectivas privadas não são atos administrativos,
salvo se administração pública permite o privado por concessão, por exemplo administração
pública pode permitir um privado que assuma a gerência de hospital Nacional Simão Mendes.
Também há momento a lei habilita um privado que funciona com base na utilidade pública,
por exemplo Ordem dos advogados, é pessoa colectiva privado mas de utilidade pública,
também A federação de futebol, é conferido estatuto de utilidade pública e pode praticar os
atos administrativos. A produção dos efeitos jurídicos individual e concreto- é quando
comando é destinada a uma única pessoa, mas generalidade e abstração é contrário. No ato
administrativo aplicação é individual e concreto. Ex: a lei diz que o presidente da república tem
direito ao subsídio,
3. Comando geral dirigido a uma pluralidade indeterminado das pessoas mas para terem
aplicação imediata numa única situação em concreto. Câmara municipal de Bissau por ter
acontecido a chuva torrencial decide criar uma lei diz que os moradores devem limpar a frente
das suas casas (essa situação é geral e concreto, mas não seria norma, esta suscita de dúvida
se ato ou norma)
Atos plurais- são aqueles em que administração pública toma uma decisão aplicável por igual a
várias pessoas diferentes. Ex: Um Despacho de ministro de Alfandega que nomeia 10
funcionários de alfândegas.
Atos coletivos são atos que têm um conjunto unificados de pessoas. Ex: dissolução de órgão
das autarquias. Por exemplo, é o que acontece que com presidente da república, por exemplo
o Presente da República pode dissolver o Governo, neste caso todos ministros passam a ser
dissolvido através de ato de dissolução.
Atos gerais- são aqueles atos que se aplicam de imediato a um grupo inorgânicos de cidadãos
todos bens determinado ou determinável de lugar. Ex: imaginemos que duas pessoas
pretendem ajustar contra foram para brigar no salão depois foram para assistir briga depois o
comandante mandou expulsar os cidadãos, neste caso isso refere só aqueles cidadãos em
concreto, por isso aqueles cidadãos são grupos inorgânicos determinados.
Coloca a questão de saber se ato é fenômeno: Relativamente a esta não há unanimidade entre
autores.
Primeira tese: Ato administrativo tem caráter de negócio jurídico e por isso deve ser
considerado uma espécie de gênero de negócio jurídico. Isto é, o negócio jurídico teria âmbito
público e privado.
Segunda tese: outros autores consideram que ato administrativo se situa e desempenha as
funções similares a da sentença judicial.
Terceira tese: considera que o ato administrativo não assimila nem o primeiro nem segunda
tese e defendem que ele tem uma natureza própria, particular e subgénero. O professor
Freitas do Amaral prefere esta terceira corrente , argumentando se olhamos para as
características do ato administrativo e pelo regime estabelecido na própria lei e adotado pala
jurisprudência, o ato administrativo não é suscetível de reconduzido ao regime de negócios e
nem ao regime da sentença judicial. Esta posição faz distinção entre o ato administrativo com
negócio jurídico e ato administrativo com a sentença judicial.
Em jeito de conclusão, o professor Diogo Freitas Amaral síntese a sua posição nos termos
seguintes:
b) Só outra coisa não resultar da sua natureza especial de ato administrativo podem aplicar
supletivamente. Aos atos predominante discricionário as regras próprias de negócios jurídicos
como ato intencional e indeterminado. Por exemplo em caso de lacuna se tratar de situação
discricionário, aqui administração pública tem poder, neste caso pode aplicar as regras de
negócio jurídico no caso de lacuna.
Por exemplo nomeação, administração pública pode nomear qualquer pessoa e ninguém pode
requerer ao tribunal para rejeitar aquela nomeação. Aqui pode aplicar as regras de negócio
jurídico. No fundo o ato administrativo não enquadrada negócio nem a sentença, mas
administração pública em caso de lacuna aplica as regras de negócio jurídico caso estejamos
na situação as regras do poder discricionário. Mas não é possível aplicar as regras de negócio
jurídico no caso de lei que se trata de tributação ou cobrança de impostos aqui não poder
discricionário, aqui administração pública deve seguir de acordo aquilo que a lei diz (é uma
atuação aplicação tucor da lei).
c) Com idêntica ressalva podem aplica- se aos atos predominante vinculados às regras próprias
da sentença com ato de aplicação de norma geral e abstracta a uma situação individual e
concreta.
ESTRUTURA DO ATO ADMINISTRATIVO
1. Elementos subjetivos- tem a ver com os sujeitos da relação jurídica administrativa. Por via
da temos autoridade administrativa e particular. Ex: expropriação, pensão de uma funcionária.
Ex: podemos ter duas empresas privadas habitadas para praticar atos administrativos. Aqui
dispõe de administrativo. São situações menos frequentes
2. Elementos formais- artigo 110° do código procedimento administrativo fala deste elemento
os atos devem ser praticado sob forma escrita e no concerne ao órgãos colegiais as
deliberações são em regras tomadas oralmente devem ser reduzida por escrito. Também
temos as formalidades que tem a ver com as exigências que a lei estabelece que devem ser
observadas antes da prática administrativa.
São todas as razões de agir que obriga que órgão a prática um ato administrativo ou adota- ló
de um determinado conduta os motivos podem ser: principal ou assessoria, próximo...
Quanto aos elementos- são as realidades que integram o próprio ato administrativo e dividem-
em elementos essenciais que são aqueles sem os quais o ato não existe ou não pode produzir
quaisquer efeitos e elementos assessórios- podem existir ou não. Isto é, sem eles o ato pode
existir.
Requisitos do ato administrativo- São as exigências que a lei formula em relação a cada um dos
elementos do ato administrativo para a garantia da legalidade e do interesse público ou para
proteção dos direitos subjetivos e interesses legítimos dos particulares.
Os atos primários- são aqueles que versam pela primeira vez sobre uma determinada situação
em concreta da vida. Ex: um indivíduo que requer à administração pública sobre a concessão
da licença. Administração pública pode aceitar ou não. Ex: pode ser um indivíduo pode pedir
sobre a fixação de pensão, porque é são aqueles que versam sobre ato primários
anteriormente prático e eles têm por objeto um ato primário pré existente. Ex: Revogação,
imaginemos que administração pública revoga...
Os atos primário dividem em dois grupos: atos impossitivos e atos permissivos. Atos
impossitivos- são aqueles que determinam alguém que adote uma certa conduta ou que
coloca o seu destinatário em situação de sujeição a um ou mais efeitos Jurídicos. Dentro deles:
há distinguir quatro espécies principais: os atos de comando, os atos punitivos, os atos
ablativos e juízos
Atos de comando- São aqueles que impõe a um particular adoção de uma conduta positiva ou
negativa. A conduta positiva corresponde às ordens e atos negativas são as proibições.
Atos punitivos- são aqueles que impõem a alguém ou indivíduo colectiva uma sanção de
caráter administrativo. Ex: Dever pontualidade, dever de acatar as ordens de administração, a
violação pode ocorrer a sanção.
Juízos- são os atos pelos os quais um órgão de administração qualifica segundo valor da justiça
ou critérios técnicos, pessoas, coisas ou atos submetidos a sua apreciação. Ex: imaginemos que
os particulares concorrem para a função pública, devem ser a avaliado com base em critérios
técnicos ou valores da justiça.
Atos permissivos- são aqueles que possibilitam alguém adoção de uma conduta ou omissão de
um comportamento que outro modo que lhe estaria vedado. Os atos permissivos dividem se
em dois grandes grupos: de lado os que conferem ou ampliam as vantagens e de outro os que
eliminem ou reduzem encargo. Dentro da primeira categoria dos que conferem as vantagens
há que considerar seis (06):
Licença- é o ato pelo qual o órgão de administração atribui alguém o direito de exercer uma
atividade privada que é proibida por lei. Ex: desflorestação é proibido por lei, mas
administração pública pode permitir o particular através de uma licença. Ex: é proibido caçar,
mas é permitido através de licença.
A concessão- é o ato pelo qual o órgão de administração transfere para uma entidade privada
o exercício de uma atividade pública que o concessionário desempenha por sua conta em risco
mas no interesse geral. Temos concessão de obras públicas e concessão de serviços públicos.
Administração pública na obras públicas funciona através de empreitada pública, o governo
dispõe os recursos. Ex: Arrisque. Mas na concessão de serviços públicos, aqui o governo não
dispõe dos seus recursos, mas chega a conclusão com uma empresa depois dividem as taxas.
Ex: o governo pode conceder ao hospital Simão Mendes ao particular para fazer manutenção
gere até um certo tempo Administração pública recupera o hospital
A Subvenção- é ato pelo qual um órgão de administração pública atribui um particular uma
quantia em dinheiro destinada a cobrir os custos inerentes a prossecução de uma atividade
privada reconhecida do interesse público. Ex o governo através de instituto de cinema, ou
governo decide financiar aos instintos para a promoção de livros e depois faz subvenção a
essas empresas.
Dispensa- é o pelo ato o órgão administrativo que permite alguém nos termos da lei o não
cumprimento de uma obrigação geral, pode abranger duas modalidades: a isenção e escusa.
Isenção é concedida pela administração ao particular para prossecução do interesse público
relevante. A escusa é concedida por um órgão de administração a outro órgão de
administração a fim de garantir a imparcialidade. Ex:
Pré decisões- compreendem duas modalidades: atos prévios e atos parciais. Atos prévios- são
os atos administrativos pelos quais administração resolve as questões isoladas que depende a
posterior decisão da pretensão autorizatória ou licenciatória formulada pelo particular. Ex:
concessão de construção, administração pública pode decidir previamente autorizar ao
particular
Atos parciais- são os atos administrativos pelos os quais administração decide
antecipadamente uma parte da questão final a decidir mais tarde em relação ao ato
permissivo.
Atos secundários compreendem várias categorias: atos integrativo- são os que visam
completar os atos administrativos anteriores, dentre atos integrativo temos a distinguir quatro
espécies; aprovação, o visto, o ato confirmativo, ratificação
Aprovação- É ato pelo qual o órgão de administração exprime concordância com ato pré
existente já praticado por outro órgão administrativo e lhe confere a eficácia. Ex: FDB pode
praticar um ato, aqui é válido mas irá produzir efeitos quando o ministério da Educação aprova
esse ato, por isso a eficácia é condição da aprovação.
Homologação - é quando órgão competente pede parecer ou proposta ao outro órgão e órgão
competente encara essa decisão como sua.
Visto- é ato pelo qual o órgão competente declara ter tomar conhecimento de outro ato ou
documento sem se pronunciar sobre seu o conteúdo (visto é meramente cognitivo) ou declara
não ter objeção de legalidade ou de mérito sobre o ato examinado e por isso lhe confere
eficiência visto volitivo. Ex: Tribunal de contas coloca visto sobre questão de orçamental se há
verbas para os funcionários sem analisar o conteúdo, já no segundo momento analisa a
legalidade e mérito do ato (isso já trata de visto volitivo)
Ato confirmativo- é o ato pelo qual o órgão de administração reitera e mantém em vigor o ato
administrativo anterior. Ex: se o subalterno indeferir o pedido do particular e depois se
descontentar pode recorrer ao superior e superior hierárquico pode confirmar mais o ato
praticado por subalterno.
Ratificação confirmativo- é o ato pelo qual o órgão normalmente Compete para dispor sobre
certa matéria exprime a sua concordância relativamente aos atos praticados em circunstâncias
extraordinárias por órgão excepcionalmente competente. Ex: Presidente da Câmara
independente da sua competência, numa situação de inundação, pode exercer as
competências de evacuar as pessoas, mas a validade desse ato precisa a confirmação"
ratificação confirmava da decisão" da planária da câmara, essas competências pertencem a
câmara, mas o presidente exerce essas competências nas situações excepcionais.
Atos instrumentais- constituem aquelas pronuncia administrativa que não envolve uma
decisão de autoridade, antes são auxiliares relativamente aos atos administrativos incluem se
nessa categoria duas modalidades: as declarações de conhecimento e os atos opinativos.
Atos opinativos- são atos pelos quais um órgão de administração emite o seu ponto de vista
acerca de uma situação técnica ou jurídica, incluem se nessa categoria três modelos: as
informações Burocráticas recomendações e pareceres.
Os Pareceres- são atos opinativos elaborados por peritos especializados em certo ramos de
saber ou por órgãos colegiais de natureza consultiva. Os pareceres precisam de uma análise
técnico- jurídico" são assuntos muito complexo". Ex: Pode consultar a FDB para emitir um
parecer sobre um determinado assunto.
Atos simples São aqueles que provem de um só órgão administrativo. Atos complexas são
aqueles em cuja a feitura provém de dois ou mais órgãos administrativos. Ex:
Ato administrativo com de direito privado- trata se de atos administrativos que fazem
aplicação de normas de direito privadas a questão regulado por este. Ex: atos notariais
públicas cópias autenticadas de documentos oficiais.
Ato administrativo com duplo conteúdo ( de direito administrativo e direito privado)- trata se
de atos administrativos em que para puder tomar uma decisão da sua competência legal um
órgão de administração tem de simultaneamente fazer aplicação de normas de direito
administrativo e de direito privado, porque o tema a decidir é composto de questão de
natureza administrativa e de natureza civil, comercial ou de trabalho.
Atos de execução instantânea- aquele cujo cumprimento se esgota num só momento através
de um ato ou de facto isolado. Ex: ordem para acabar com prédio que provoca ruína ou dano.
Atos positivos e negativos. Atos positivos- são aqueles que produzem uma alteração numa
ordem jurídica. Ex: nomeação. Atos negativos- aqueles que consiste na recusa de introduzir
uma alteração na ordem jurídica. Ex: omissão de comportamento divido, o silêncio voluntário
perante um pedido apresentado e indeferimento expresso.
Ato definitivo vertical- são atos praticados pelos órgãos que ocupam a posição superior numa
hierarquia ou por um órgão independente Ex: em relação ao ministério: temos ministro,
diretor geral e chefes de sessões. Só são verticalmente definitivos os atos praticados por órgão
superior, neste caso ministro.
Atos executores são aqueles que são simultaneamente exequíveis e eficazes, cuja a execução
coerciva e permitida por lei.
Atos não executores- são atos secundários e permissivos cujo o conteúdo não integra nenhum
comando dirigido ao destinatário, que por incumprimento voluntário este e possa ser imposta
pela força.
Nota: todos os atos definitivos são executores, contudo temos duas exceção. Primeira
exceção: casos de atos definitivos e não executores. Ex: atos que precisam de de vistos ou
confirmação.
Segunda exceção caso de ato de atos executores e não definitivos. Ex: atos preparatórios
executores não definitivos.
PROCEDIMENTO ADMINISTRATIVO.
Quarto objetivo- Assegurar a participação dos cidadãos na formação das decisões que lhes
dizem respeito ( artigo 49° CPA).
Segunda tese: são espécies de diferentes géneros, porque o procedimento são prática...
Mas para professor Freitas do Amaral defende a tese processualista, mas considera a segunda
tese é verdadeiro, mas são duas espécies diferentes do mesmo gênero.
normais gerais do procedimento administrativo está no artigo 44 CPA, e seguintes, este artigo
fala do princípio da legalidade procedimental.
Artigo 45° fala do princípio inquisitório- obriga administração pública agir em nome do
interesse público, toma a iniciativa, relativamente ao pedido o particular pode pedir e
administração pública pode decidir ao contrário em nome do interesse coletivo" diferente do
âmbito civil em que as partes gozam da liberdade total . Artigo 46° fala do princípio da não
sujeição ao pedido. Artigo 47° fala de princípio de celeridade- administração pública deve criar
os serviços mais próximos aos particulares, para evitar os custos para os particulares. Artigo
48° fala do princípio de contraditório- no procedimento administrativo antes de tomar
decisões, administração deve fazer audiência para o particular e os interessados para defender
o seu direito, é permitir os particulares trazer os motivos da suas pretensões. Artigo 49° fala do
princípio de participação- tem a ver com consiste na audiência dos interessados, porque
administração pública é obrigada a dar informações ao particulares. Tradicionalmente
administração pública não informava aos particulares, mas hoje o particular pode requerer
para pedir informações à administração pública. Também podemos falar de outro o carácter
escrito do procedimento administrativo- obriga todas as decisões de administração pública
devem ser escrito, por causa da prova justificativa ao longo do tempo, para salvaguardar a
memória de administração pública, se fosse por via oral seria impossível de lembrar daquilo
que se passou, mas for escrito se tornaria, embora não está expressa no código procedimento
administrativo mas é princípio específico do procedimento administrativo. Princípio de
simplificação de formalismo- tem a ver com a formalização, excessivo formalismo põe em
causa ao princípio de celeridade. Princípio da colaboração- administração pública deve
recolher as opiniões dos particulares. Princípio de gratuidade.
b) segunda fase: Direção da instrução👉 artigo 68° do CPA até 83°. É designada fase crucial,
porque é momento que o órgão administrativo vai tomar a decisão.
c) Terceira fase: Audiência dos interessados👉 artigo 84° do CPA até 89°.
Primeira fase- iniciativa, quanto a primeira fase do procedimento temos artigo 60° CPA e
seguintes
Outras classificações de procedimento administrativo. Artigo 61° fala dos elementos que deve
encontrar num requerimento. Ex: Na prática o particular entrega, depois recebe ata ou recibo
como justificação e outra fica para administração pública. Artigo 62° dá atenção ao carácter
escrito. Artigo 63° aqui o particular tem que dirigir o seu requerimento para secretaria de
administração pública, artigo 64°, nesta fase inicial o requerimento de conter... Artigo 65° aqui
o requerimento pode carecer de deficiência, há deficiência que pode ser suprido, mas o
requerimento que não tem identificação, esse indeferido liminarmente. Artigo 66° caso o
requerimento for entregue no serviço que não devia entregar, o serviço deve enviar para o
órgão competente, artigo 67° normalmente quando entra o requerimento passa órgão
competente e aqui competente pode nomear um instrutor para decidir.
Segunda fase: é a fase crucial, porque é a fase de decisão por meio de prova documental, mas
é possível também que seja por testemunha. Administração pública deve ver o prazo, a
legitimidade 👉68° aqui o órgão competente pode delegar o instrutor. Artigo 69°... Artigo 70°-
órgão competente que tenha vários processos pode pedir intervenção dos outros órgãos.
Artigo 71° aqui administração pública faz de tudo para ouvir os interessados. 72° fala de
medidas provisórias, por exemplo sanção de um particular. 73° essas medidas provisórias não
devem ser permanente, por exemplo se a pessoa for sancionada por um período de 20 dias, a
sua sanção cessa na data prevista. 74°... No fundo, esta fase de tomada de decisão, é fase de
averiguação dos factos para tomada de decisão através de provas. Ex: o particular diz que o
terreno é e outro diz também. Artigo 76°- administração pode indicar o perito e particular
indicar também. 77° depois de administração elabora o seu processo o particular pode ser
notificado, particular é permitido usar o princípio de contraditório. Artigo 79°... 80°
administração pública deve procurar as provas antes da tomada de decisão. 81° administração
pública pode fazer antecipação da prova que é claro para todos. 82°é fase essencial, porque
administração pública para tomar decisão, administração faz audiência dos interessados, quer
dizer, o particular traz os elementos novos para debater com administração, isso pode levar
administração mudar de ideia, porque administração pública possa rejeitar a posição do
particular na fase, já na fase de audiência dos interessados o particular vai trazer todos
elementos até elementos novos como forma de convencer administração. Artigo 85°
normalmente no fim da instrução deve haver projeto de notificação e entregue ao particular
para formular a sua tese (princípio de contraditório) para afirma a sua pretenção. Artigo 86°-
na prática ausência dos interessados não funciona, porque é fase muito crucial. 87° aqui
audiência dos interessados pode ser dispensado se o projeto de decisão beneficie ao
particular. 90° fase de decisão final, cessa com ato administrativo, que pode ser por
regulamento ou.. a decisão pode ser favorável ou desfavorável ao particular. 92° o particular
pode desistir do processo através do novo requerimento, administração pública pode recusar
se for de interesse público. 95° produção de ato tácito, se administração pública não disser
durante 90 dias (r emeteu- se o silêncio), salvo se lei disser expressamente, o ato passa a
beneficiar o particular (chama-se deferimento tácito), caso contrário o silêncio de
administração representa indeferimento tácito.
Quanto ao objeto Decisório ou executório. Decisório pode ser de primeiro grau e segundo
grau.
Validade do ato administrativo- é aptidão intrínseca do ato administrativo para produzir todos
os seus efeitos jurídicos correspondente ao tipo legal a que pertence em consequência da sua
conformidade com a ordem jurídica. No fundo ato é válido se estiver em conformidade com a
lei, caso contrário o ato não produzirá efeitos. Ex: a concessão da licença por órgão
competente (esse ato é legal) se for órgão incompetente (esse ato é ilegal).
Eficácia do ato administrativo - é a efetiva produção dos efeitos jurídicos pelo ato a projeção
na realidade da vida dos efeitos jurídicos que integra o conteúdo do ato administrativo.
Ex: ato de nomeação ( aqui ato é válido) mas só produzirá os seus efeitos se pessoa aceitar a
proposta de administração pública.
Os requisitos da validade do ato administrativo: São as exigências que a lei faz relativamente a
cada um dos elementos deste para que o ato possa ser válido e esse elementos são sujeitos, a
forma e formalidades, conteúdo, objeto e fim. Um ato que não preenche estes requisitos o ato
é inválido. O artigo 115° fala de validade do ato administrativo.
Pressupostos do ato do respeito a situação de facto ou de direito exteriores ao ato de cuja
ocorrência depende da possibilidade jurídica de praticar um ato administrativo ou de ditar de
um certo de determinado conteúdo.
Artigo 108° fala de conteúdo, todo ato administrativo tem o seu sujeito e o seu destinatário.
Um ato administrativo pode ser validado e ineficaz. Ex: imaginemos que uma pessoa foi
nomeado, depois não aceitou a nomeação ( esse ato é válido, mas é ineficaz).
Invalidade do ato administrativo- significa o valor jurídico negativo que afeta o ato
administrativo em virtude da sua inaptidão intrínseca para a produção dos efeitos jurídicos
que devia produzir.
A ilegalidade foi durante muito tempo um único vício ou única fonte da invalidade, mas hoje, a
ilegalidade deve ser entendida no sentido mais amplo: ato desconformes a constituição, o
regulamento, contratos etc.
Usurpação de poder seria um vício equiparado com a incompetência- é quando um órgão que
pertence uma pessoa colectiva pratica um ato administrativo de uma outra pessoa colectiva.
Ex: A marcação das eleições compete ao Presidente da República, imaginemos que o Primeiro
Ministro marque as leis, essa situação é usurpação. No fundo, Usurpação de poder É vício que
consiste na prática por órgão administrativo de ato incluído nas atribuições do poder
legislativo, do poder moderador ou poder judicial e portanto excluído das atribuições do poder
executivo. Ex: A comissão para a revisão constitucional criado pelo presidente da república,
essa competência compete a Assembleia, isto significa que o Presidente usurpou o poder da
Assembleia. A usurpação viola o princípio da separação dos poderes.
Um ato de usurpação tem como a consequência a inexistência nos termos do artigo 117°.
Nas incompetência absoluta tratamos de violação das atribuições, porque existe duas pessoas
colectivas, ao passo que a incompetência relativa trata de violação de incompetência, porque
trata da mesma pessoa colectiva, mas órgãos diferentes, onde um órgão exerça a competência
de outro órgão.
Vício de forma - É vício que consiste na preterição das formalidades essênciais ou na carecia de
forma legal, comporta três formalidades:
c) carência de forma legal. Ex: na Guiné- Bissau emite a resolução através comunicação.
Desvio do poder para fim do interesse público e desvio de poder para fim do interesse privado.
Desvio do poder para o fim do interesse público- quando agente público pratica uma ação que
o poder discricionário não lhe confere, mas que visa prosseguir interesse público.
Desvio do poder para o fim do interesse privado- quando favorece o interesse privado.
O desvio do poder a sua consequência nulidade, nos termos do artigo 118° alínea e) do CPA.
Acumulação dos vícios: significa que um ato administrativo pode ter vários vícios.
Outras formas de invalidade:
a) Ilicitude;
b) Vício de vontade.
O CPA não diz expressamente destes vícios, mas podem ser considerado invalidade.
Primeiro caso: situação em que o ato administrativo viola um interesse legítimo do particular
ou o seu direito subjetivo
Segundo caso: situação em que o ato administrativo viola um contrato não administrativo
Terceiro caso: o ato administrativo ofenda a ordem pública ou aos bons costumes.
Quarto caso : situação em que o ato administrativo contenha uma forma de usura.
Estes atos são ilícitos mas não são ilegais, porque não viola diretamente a lei, possa violar o
princípio da boa fé. De ponto vista geral todos ilícitos são atos ilegais, mas há exceções que
atrás referimos segundo Freitas.
Segundo professor Freitas Amaral: o particular pode achar que a decisão de administração
pública não é oportuno.
1. Inexistência;
2. Nulidade;
3. Anulabilidade
4. ou irregularidade.
Atos de irregulares estão previstos no artigo 120° do CPA. Tem uma consequência menos
grave em relação aos outros.
a) Caducidade;
b) Revogação;
A revogação que visa a distribuição total dos atos administrativos, é aquele revogação produz
efeitos não só pra o futuro, mas também anula todos efeitos produzidos anteriormente pelo
próprio ato. Assim sendo temos duas teses:
a)
b)
Regime jurídico.
Atos administrativos constitutivo de direito tem um regime mais apertado, em princípio são
revogáveis que pode ser: atos constitutivos de direito válido e atos constitutivos inválido. A
primeira são em regra irrevogáveis salvo se os particulares concordarem ou se for desfavorável
aos particulares. Segunda podem ser revogáveis mas antes deve analisado que tipo de vício.
Atos administrativos não constitutivos de direito pode ser também: Válidos e inválidos. A
primeira são revogáveis.
Os atos que não podem ser revogados: atos inexistentes, atos anuláveis, atos nulos, e atos que
já foram revogados salvo se a lei disser.
ratificação- sanação: é o ato pelo qual o órgão administrativo competente decide sanar um
ato inválido anteriormente praticado, suprindo a ilegalidade que o vicia, tornando o ato válido.
Reforma- é o ato administrativo pelo qual se conserva de um ato anterior a parte não ferida
pela ilegalidade. Ex: imaginemos que a fdb diz que quem conclui o curso com 15 valores vai
conseguir a docência efetiva e os de 14 vão ser docentes temporários, agora se atribuir um
aluno de 14 valores, aqui pode fazer a reforma, não revogação.
Conversão-?
Retificação- tem a ver com correção dos erros cometidos no ato administrativo. Ex: erro na
escrita, erro na formação da vontade. Os erros refiticados produzem efeitos desde do início da
sua vigência.
CONTRATO ADMINISTRATIVO.
Historicamente os meios utilizados para travar a administração pública ........ hoje temos várias
formas de providencia cautelares para evitar a consumação de danos causados pela
administração pública
A administração pública não pode por via unilateral impor um particular que realize obras de
interesses públicos aplicando de forma abusiva os termos do contrato.
Aqui temos uma situação de que a administração pública que tenha o poder da autoridade e
ao mesmo tempo tenha obrigações então se olhamos o artigo 142 tipos de contratos
administrativos não são só estes numerados, mas são todos aqueles que são materialmente
previstos neste artigo. A enumeração é exemplificativa, também existem outros que também
comungam o mesmo sentido, o professor Freitas de Amaral
Temos que ver as regras quanto a formação, os regimes jurídicos dos contratos administrativos
Artigo 143 princípio da legalidade contratual, a celebração de contrato tem que respeitar a
ilegalidade
Na esfera privada, ninguém me obriga a celebrar contrato com a ou b mas nos contratos
públicos a um conjuntos de exigências, voltados de um concurso público baseado na igualdade
e oportunidade e a transparência
Fiscalizar e dirigir o contrato, a administração pública tem que proteger o interesse público e
não se compadece
Hoje temos uma uniformização das regras do contrato, a administração pública no ambiente
das atividades reguladas pelo direito público celebrava contratos públicos
2da parte
Na maioria das vezes a administração pública atua por via de atos unilaterais, mas há
saturações em que é desaconselhável o recurso ao ato unilateral nomeadamente atos
administrativos regulamentos administrativos, então a administração pública precisa chegar
um acordo com os particulares, probando as condições através de ..... aprovação dos
particulares e a administração pública.
Vimos as tipologias de contratos, fizemos referências aos dois casos de 1902 e 1910 em que
ficou confirmado que a administração pública goza dos poderes nomeadamente de alterar ou
modificar os conteúdos de prestação
A administração pública está também sujeita a deveres de assegurar o equilíbrio financeiro do
contrato.
Vimos os poderes que administração pública tem na formação, modificação extinção dos
Vimos que por força de integração no quadro de uemoa, onde existe uma diretiva e essa
diretiva para vigorar na guine Bissau, tinha que fazer uma transposição do ordenamento
comunitário para ordenamento nacional
As legislações contratuais entre particulares e públicos vimos que por força da nossa
integração no quadro a uemoa por uma houve uma diretiva de 2004 e 2005 sobre a passaçao
do mercado, vimos que esta diretiva para vigorar na guiné Bissau tinha que ser transposta de
ordenamento comunitária para ordenamento da Guiné-Bissau, isso aconteceu em dois de
2002 com a lei 20/2002, então nessa lei o que temos houve uma mudança se quisermos de
paradigma porque vimos que a administração pública para relacionar com os particulares tinha
que ser por via de particular. Temos uma situação que é num âmbito de atividades da gestão
de administração pública do contrato administrativo mas no âmbito da gestão privada é
desaconselhável o uso de poderes exorbitante de ius império então administração pública se
associa aos particulares nos termos dos contratos privados e contratos comerciais, basta que
administração pública seja parte nos termos do contrato, vimos que seja a parte contratante e
que regem a contratação pública artigo 3º 6º e 7º vimos quem são as autoridades contratantes
e vimos até que seja autoridades privadas desde que atuem em nome da autoridade pública
podem ser autoridades contratantes.
Artigo 12º estabelece os lineares dos limites por que exigem aplicação das regras
Para os contratos em que os valores são da ordem de 10.000.000 ou mais, a partir de dez
milhões ativa-se .... vimos que o artigo 11º também exclui no âmbito de aplicação deste
condição determinadas necessidades que são necessidades na área de defesa e segurança,
que assume que são incompatíveis com as situações de publicidade já vimos que temos que
estar atentos e analisar bem os conteúdos da necessidades que administração pública está a
levar para o mercado, se for para compra de serviços para alimentação dos militares não faz
sentido dizer que isso interfere na segurança, agora se for para compra de equipamentos
militares podemos excluir a publicidade.
Então vimos que no âmbito do contrato há duas formas previsto no código de administração
pública uma pessoa pode se tornar um funcionário público através deste código, para
provimento de vagas na administração pública e este contrato é regido nos termos dos
estatutos dos pessoais da administração pública. Através das regras previstas no código
Mas si vimos também por outro lado são fundamentais que num contrato há prazo para
abertura de concursos depois de ingressadas devem adquirir um caderno de encargo antes do
lançamento do concurso para percebemos da publicidade que acompanha as órgãos da
comunicação social a lei obriga que se cria uma comissão de abertura de envelopes e de
apreciação das propostas, as propostas normalmente são de dois tipos as propostas:
1. Propostas técnicas e
2. financeiras
depois temos exceção em relação aos contratos dos consultores, mais o importnete é que
temos aqueles contratos cujos os valores se situam abaixo dos limites previstos no artigo 32/4.
Artigo 32º diz nos que os contratos podem ser através dos concurso públicos abertas como por
ajusto direto, mas vimos que artigo 32/4. Diz nos que abaixo dos limites previstos, a partir de
menos de dez milhões para baixo a autoridade contratante não é exigido escolher
aleatoriamente a outra parte com o qual vai celebrar o contrato, a lei exige que se consulta
pelo menos 3 prestadores de serviços para avaliar as propostas, o objetivo é fazer com que a
administração pública consiga estar próximo do universo real, por isso é necessário avaliar
vários proposta para depois escolher o melhor proposta no ponto de vista financeiro e no
critério é o critério do preço mais baixo. Mas também, dependendo também do contrato, por
vezes pode escolher outro critério que economicamente mais vantajoso.
Uma proposta pode ser de ponto de vista mais cara mais de tudo que envolve pode ser muito
mais vantajosa.
Uma empresa pode apresentar uma proposta mais cara, mas com aplicação de tecnologias
amigo do ambiente pode ser economicamente mais vantajosa.
Importante é que a lei exige a execução do contrato deve acontecer no ambiente de igualdade
da transparência por aí fora.
O concurso é lançado e abrange todas desde que a pessoa não seja restringida pelos
21(conflito de interesse) e 22 (insolvência, para não frustrar a expetativa), do resto desde que
as outras concorrentes prestação as condições previstas no caderno de encargo.
A necessidade de construção de uma ponte tem uma necessidade relativamente complexa não
está em alcance de qualquer empresa, não são restrito mas aberto, mas para evitar as
situações de frustração obriga por passar por verificação de pré-qualificações, as empreses que
demostram condições para execuções daqueles contratos
A autoridade contratante deve enviar carta ou convite ao número reduzido das empresas
neste caso três, mas não se escolhe este tipo de procedimento só por escolher a regrar e
concurso aberta outros procedimentos são exceções. Existes aqueles contratos que exigem um
especificidades que não está na disponibilidade de qualquer empresa então aqui só um
número limitado de empresas que estão em condições de fazer aquele trabalho então a lei
obriga aqui que se faça, e a escolha deste método deve ser motivado ou fundamentado junto
da direção geral de concursos públicos
Recursos aos contratos por ajuste direito, aqui não há concurso a autoridade contratante
desencadeia negociação com uma empresa com o qual celebra contato, é diferente do artigo
11º onde afasta se a aplicação do código aqui é o próprio código que permite
Pressupostos:
Caso em que alguém inventou uma coisa e se celebra o contrato só com esta pessoas ou por
uma razão técnico ou artístico.
Artigo 31. Todas as entidades devem elaborar uma lista de densidade anual e devem ser
incorporados no orçamento geral do estado
Nos 3 4 5 8 (em determinada zona não há maternidade não há hospital e o estado lança um
concurso quem tiver capital e controle um hospital e vai explorar por um período depois passa
para o estado) 10º (essa empresa é paga em função do seu desempenho na função)
GARANTIAS ADMINISTRATIVAS.
Na verdade, administração pública expreme a sua vontade através de atos unilaterais por
exemplo, através do regulamento, atos administrativos. Portanto atuação de administração
pública poderá ser abusivo, nisto o Direito Administrativo permite dá as garantias aos
particulares para exigir o respeito dos direitos subjetivos e interesses legítimos dos particulares
perante abuso feita pela administração pública. Ex: imaginemos que Administração pública
decida combater os animais
Garantias -são os meios jurídicos criados pela autoridades com a finalidade de evitar ou de
sancionar quer a violação dos direitos subjetivos e dos interesses legítimos dos particulares
pela Administração Pública. E podem ser:
1. Garantias preventivas;
2. Garantias repressivas;
Podem ser também de legalidade ou dos particulares consoante tenham por objetivo
primordial defender a legalidade objetivo contra o atos ilegais de administração ou defender
os direitos subjetivos e interesses legítimos dos particulares contra as atuações de
administração pública as violem. As linhas de diferenciação não é muito forte porque a base
dessas garantias são também garantia da legalidade, ou seja, as garantias da legalidade
objetivo é base das outras garantias.
1. Garantias políticas
2. Garantias graciosas
3. Garantias contenciosas
O critério da distinção, é do órgão a quem compete para efetivação dessas garantias. Se trata
de uma para efetivar através dos órgãos políticos estamos perante as garantias políticas, se
tratar de uma garantia que ser efetivar por órgãos administrativos estamos perante as
garantias graciosas ou administrativas, se for aos órgãos jurisdicionais, estamos perante
garantias contenciosas.
Garantias políticas
Pela sua natureza não são seguras nem suficiente ou eficaz dos direitos subjetivos e interesses
legítimos dos particulares, porque os órgãos competentes para efetivação dessas garantias são
órgãos políticos, portanto não é fácil que atendam os interesses dos particulares, porque uma
análise política ou do critério da convivência política que irá favorece o Governo. Aínda por
causa da situação terrível, isto é, a queda do Governo ou dissolução da Assembleia poderá ser
tragédia para o país.
São mais eficazes em comparação com as garantias políticas, porque são executadas pelos
órgãos administrativos, com intuito prosseguir os interesses públicos, e legalidade de uma boa
administração e dever de boa administração. Também as garantias administrativas ou
graciosas não tão suficiente ou não são completamente eficazes, porque os órgãos
administrativos interessa mais com a prossecução do interesse não se preocupe as vezes e
E agrupam- se em três:
Garantias petitorias tem por uma petição. Quando um particular entra com uma petição à
administração pública. Direito de petição, direito de representação, direito de queixa, direito
de denúncia, direito da oposição administração.
Direito de denúncia- é quando particular leva a ato ilegal ao órgão competente para fazer
investigação. Toda a queixa assenta sobre uma denúncia, mas nem toda denúncia corresponde
a queixa, porque abrange outras realidades, ex: apanhar em fraglante delito a matar alguém,
neste caso o particular pode denunciar.
Garantias impugnatória- tem por base a impugnação. Quando o particular ataca o ato
praticado por um órgão administração. Tem por base ataque ao ato praticado pela
administração perante o autor do ou seu superior ou quem tutela. E pode ser: reclamação,
recurso hierárquico, recurso improrio e
Reclamação- quando o ato é atacado o autor do ato. Ex: Braima arou na nota do aluno e aluno
pode reclamar perante o Braima.
Recurso hierárquico- é quando o particular ataca outro órgão da mesma pessoa colectiva.
Recurso hierárquico impróprio- é quando o particular ataca ato perante um órgão que não tem
relação de hierarquia. Ex: um ministro entra com recurso de ministro perante conselho de
ministros.
Recurso tutelar - aqui existe duas pessoas colectivas. Ex: imaginemos que um particular ataca
um ato praticado pela FDB perante o ministério da educação.
No recurso temos: requerente, autoridade que tomou a decisão ( chamado akoa) e autoridade
de recurso ou que vai decidir recurso( e chamado adkem)
No recurso hierárquico ( não temos recurso hierárquico sem relação de hierarquia entre dois
órgãos), isto é, o subalterno e superior
Aceitação- é quando órgão análise o fundo de questão para ver se o particular tem a razão ou
a culpa, se for favorável dá razão ao particular, aqui órgão pode revogar ou substituir.
3. Confirmação- é quando órgão superior confirma um ato praticado pelo subalterno, aqui a
decisão é nagativa ou desfavorável ao partícular.
O recurso de revisão - é ato administrativo praticado pelo o subalterno. Ex: imaginemos que o
diretor de serviço toma uma decisão e particular entre com o recurso ao superior hierárquico
( neste caso diretor geral), aqui diretor achar que o particular tem a razão vai revogar o ato
depois cabe a ao subalterno a decidir novamente no sentido de dar razão ao particular.
O recuso de reexame - enquanto que aqui cabe ao superior hierárquico reapreciar e tomar a
decisão a favorável.
Recurso hierárquico 👉 159° é dirigido ao seu máximo superior hierárquico, porque é a relação
de hierarquia é o fundamento.
Prazo de interposição de recurso hierárquico 👉160°, o prazo de acordo vária de caso a caso. O
prazo de recurso hierárquico é o mesmo para recurso ao tribunal. Ex: se for 3 meses para
interposição ao recurso ao tribunal é mesmo para recurso hierárquico. Isso significa que
recurso hierárquico é facultativa. Se prazo for de 3 meses, se particular entrar com processo ao
recurso hierárquico não esperar até terminar 3 meses para recorrer ao tribunal, deve aguardar
pelo menos dois meses se houver a resposta o particular pode recorrer ao tribunal, isto é, não
deve esperar até cessar três meses, pode recorrer recurso contencioso.
No recurso hierárquico impróprio não existe relação hierarquia. Para haver um recurso
hierárquico impróprio é necessário que prevê especialmente por isso é recurso excepcional...
No recurso tutelar estamos na presença de duas pessoas colectivas, por exemplo FDB, e
Ministério da Educação, também o recurso tutelar é excepcional porque é possível quando a
lei prevê. Por exemplo se FDB praticar um ato e se o particular atacar esse ato perante
ministério da Educação.
Artigo 164° do CPA prevê recurso hierárquico impróprio. Artigo 165° do CPA prevê recurso
tutelar.
PROVEDOR DA JUSTIÇA.
O termo varia do país para país, por exemplo na Inglaterra comissário da justiça, em França
mediador, em Portugal é designado é providor da justiça. Surgiu nos nordicos com o nome de
m' pusiman.
O provedor tem grande prestígio para o país da justiça é eleito por parlamento por dois terços
votos favorável, o provedor é uma entidade independente dos órgãos da soberania ele é
defensor do povo, é uma figura com mandado conforme a lei prever e renovável, o provedor
não tem poder de decisão, mas recebe queixas dos cidadãos, análise e depois faz
recomendação a administração pública e tentar tomar decisão que vai em conformidade com
o interesse público. Não vai revogar os atos praticados pela entidades administrativas, mas dá
apelo ou recomendação de acordo com o problema do particular, em regra o provedor da
justiça tem estatuto de ministros. A posição de provedor da justiça intervém exatamente na
questão de boa administração, a questão de mérito da decisão, de boa administração. Em caso
as entidades administrativas ou órgãos políticas não seguem as orientações ou recomendações
pelo respeito de interesses públicos, aqui convoca a conferência de imprensa para mostrar a
opinião pública para lutar contra a decisão e depois faz relatório dirige ao parlamento.
Portanto quando emite recomendação as entidades administrativas acatam porque é pessoa
que estuda a causa mérito, boa administração, porque é um defensor verdadeiro do povo.
Será na nossa realidade se existisse o provedor da justiça a opinião dele seria acatada? A
resposta é não, porque...
R: autarquias locais (base territorial) associações públicas e privadas com utilidade pública
(sem base territorial)
autarquia local?
R: segundo o numero 2 do artigo 105º da CRGB, são pessoas coletivas territoriais, dotadas de
órgãos representativos, que visam a prossecução de interesses próprios das comunidades
locais, não se subtraindo à estrutura unitária do Estado. A definição criticada pelo professor
Freitas de Amaral, falando na ausência da publicidade destas pessoas coletivas.
Tutela?
Tutela integrativa - é aquela que consiste no poder aprovar ou autorizar os atos praticados
pela entidade tutelada (e podem ser apriori e pospriori).
Tutela sancionatória- consiste no poder de aplicar as sanções por irregularidades que tenha
sido detectadas na entidade tutelada.
Tutela do estado sobre as autarquias locais lei n° 3/ 97 de 7 abril. Artigo segundo deste
diploma fala de objetivo, aqui esta tutela é tutela da legalidade. Artigo 3° fala do conteúdo fala
de tutela inspetiva que funciona através da sindicância desenvolvida pela entidade tutelar. Só
temos tutela quando a lei disser, também está prevista a tutela sancionatória no seu artigo 8°
Princípio de legalidade?
A Administração pública está subordinada ao Direito. É assim em todo o mundo democrático.
A luz do artigo 8° da CRGB, todos os atos da administração pública devem ser baseados na
legalidade.
Conflitos de atribuições?
Atribuições seria o ato de imputar, conferir e na atuação da administração pública os
agentes podem entrar em conflitos quando concorrem para satisfazer o mesmo fim, e
pode ser positivo quando todos concorrem para atribuídos a responsabilidade de o fazer
e seria negativo quando todos dizem que não faz parte das suas atribuições.
Integração: o estado e outras pessoas colectivas de população e território (as autarquias
locais), o interesse público definido seria integrado nessas pessoas coletivas.
Quais são os atos da administração pública que não são atos administrativos?
Regulamentos
Atos administrativos
Contratos administrativos
Operações materiais
Quais os atos políticos do governo?
Não podem ser tomados em considerações
Quais são os critérios para que uma pessoa seja considerada público?
Iniciativas de criação de pessoa coletiva
Finalidade prosseguido
Capacidade jurídica
Quais são os atos da administração?
Os atos primários- são aqueles que versam pela primeira vez sobre uma determinada situação
em concreta da vida. (atos impositivos = (espécies principais: os atos de comando, os atos
punitivos, os atos ablativos e juízos) e atos permissivos = (espécies: autorização, licença,
concessão, delegação, a demissão e a subvenção.))
O que é um parecer?
Os Pareceres- são atos opinativos elaborados por peritos especializados em certos ramos de
saber ou por órgãos colegiais de natureza consultiva. Os pareceres precisam de uma análise
técnico- jurídico" são assuntos muito complexo".
incompetência relativa- ocorre dentro pessoa colectiva com outros órgãos diferentes.
Vício de forma- É vício que consiste na preterição das formalidades essênciais ou na carecia de
forma legal, comporta três formalidades:
Desvio de poder?
Desvio do poder- é quando um órgão desvia da sua finalidade, no âmbito do poder
discricionário. Nós estaremos perante um desvio: 1. Conhecer a finalidade. 2. Fim real do ato
em concreto. 3. Se o fim real coaduna com a lei.
Recurso hierárquico impróprio- é quando o particular ataca ato perante um órgão que não tem
relação de hierarquia. Ex: um ministro entra com recurso de ministro perante conselho de
ministros.
1. Garantias preventivas;
2. Garantias repressivas;
Garantias políticas
R: quando estas garantias foram efetivadas através dos órgãos políticos.
Garantiras graciosas?
R: quando estas garantias foram efetivadas através dos órgãos Administrativos (legalidade
ou de mérito).
Garantias contenciosa?
R: quando estas garantias foram efetivadas através dos órgãos jurisdicionais.
Espécies de garantias impugnatórias?
R: Garantias impugnatórias estão previsto no artigo 150° e seguintes do CPA, os particulares
podem requerer a modificação ou a revogação dos atos praticados pelos órgãos
administrativos.
Concessão administrativo?
A concessão- é o ato pelo qual o órgão de administração transfere para uma entidade privada
o exercício de uma atividade pública que o concessionário desempenha por sua conta em
risco, mas no interesse geral. Temos concessão de obras públicas e concessão de serviços
públicos.
Aprovação?
É ato pelo qual o órgão de administração exprime concordância com ato pré existente já
praticado por outro órgão administrativo e lhe confere a eficácia.
Homologação
é quando órgão competente pede parecer ou proposta ao outro órgão e órgão competente
encara essa decisão como sua.
Autorização?
é um ato pelo qual o órgão de administração permita alguém exercício de um direito de uma
competência pré existente.
Licença?
é o ato pelo qual o órgão de administração atribui alguém o direito de exercer uma atividade
privada que é proibida por lei.
Enquanto que direito administrativo são as normas conferidas ou goza de poder, também
sujeição de deveres e restrições no sentido de limitar a sua atuação face aos particulares. Esta
tese foi contestada por prospero (francês), para ele o que explica a essência do direito
administrativo tem a ver com subordinação do direito administrativo das leis ou direito,
também prossegue ação administrativo de forma eficaz respeito.
Quarto objetivo- Assegurar a participação dos cidadãos na formação das decisões que lhes
dizem respeito (artigo 49° CPA).
2. Administração pública material ou objetiva; tem a ver concretização das atividades que são
desenvolvidas pelas entidades do Estado.