-Altos Felinos-
-Resumo da civilização-
(Visão do mundo sobre eles)
“Os Altos Felinos pertencem a uma espécie única conhecida como "High Felis Canibalis" na
ordem dos felinos. Compartilhando notáveis 95% de semelhança com o gato doméstico
comum, essas criaturas exibem uma peculiaridade cultural e preferências que refletem uma
espécie de mente coletiva. Diferentemente de outras criaturas inteligentes, sua
individualidade se manifesta por meio de ideias abstratas, ao invés de comportamentos e
preferências mais concretas. É notável que sejam considerados a espécie de inteligência
mais recentemente descoberta, apenas recentemente dando início a sua civilização,
enquanto os humanos e outras criaturas já tinham trilhado um longo caminho através das
eras.
Movidos por uma espécie de "mente coletiva" ou talvez uma extensão de seu instinto
natural, os Altos Felinos demonstram uma fascinação inata por padronização, organização
e manipulação da natureza. Como verdadeiros engenheiros por natureza, sua civilização
floresceu rapidamente, consolidando um notável poderio bélico e um domínio peculiar sobre
o ambiente natural - algo que, devo admitir, é complexo de descrever adequadamente.
Devido a seu passado e biologia distintos, essas criaturas de estatura não muito elevada
desenvolveram modelos tecnológicos próprios, divergentes do mundo exterior. Possuem um
conhecimento profundo dos mecanismos da natureza, e, de maneira literal, parecem
enxergar e interagir com o mundo por meio de complexas expressões matemáticas. Em
suas obras mais antigas, encontram-se detalhes minuciosos sobre estados da matéria e até
mesmo tabelas químicas.
Desde o momento de sua descoberta, os Altos Felinos mantiveram-se quase
completamente isolacionistas. Apenas chamaram a atenção de reinos vizinhos quando a
fumaça de suas locomotivas começou a se elevar acima das montanhas. Adotam uma
postura extremamente hostil em relação a estrangeiros, e qualquer um que se atreva a se
aproximar das estranhamente bem-mapeadas fronteiras do seu território pode esperar ser
confrontado e, muitas vezes, gravemente ferido ou até mesmo morto pelas forças vigilantes
dos felinos. Os únicos estrangeiros que parecem ter sucesso ao adentrar e sair do país são
os mercadores que seguem rotas monitoradas - embora muitas vezes isso também venha
com seus próprios riscos.
A população dos felinos é relativamente pequena, e problemas ainda não completamente
compreendidos frequentemente levam a desafios de despovoamento. Para enfrentar
possíveis invasores, que enfrentam uma população numericamente inferior, os felinos
empregam complexos mecanismos de ataque e defesa, incluindo armas de longo alcance e
canhões avançados.
Ainda que tenham algum contato com reinos vizinhos, os Altos Felinos continuam sendo um
enigma. É impossível para estrangeiros determinar completamente seu estilo de vida ou o
nível de sua tecnologia. Parte disso se deve à sua notável isolamento, mas também é
influenciado pelo complexo sistema logístico que adotam - algo que, segundo nações
estrangeiras, parece ser excessivamente meticuloso.” - Notas de um explorador do ano 80
Resumo de info extras
Se localizam em um continente polar/frio
Seu reino é chamado de “Alto Império Felino”
São liderados por apenas um indivíduo e raramente por parlamentos em governos de
transição
-Biologia/Evolução-
Naturais de regiões árticas e polares, os Altos Felinos são uma variante curiosa dos tigres
da região, ainda que sejam completamente diferentes em aparência; os Altos Felinos são
resultado de uma seleção genética descuidada dos humanos que habitaram a região
juntamente com algumas coincidências que serão citadas.
Em seus primórdios, os felinos originais eram grandes tigres com alta força física,
resistência e tamanho, criaturas pouco sociais que utilizavam sistemas de cavernas na
região como abrigo nos meses mais frios; até o chegada da humanidade, os felinos
dominavam o topo da cadeia alimentar da região, chegando ao seu pico pouco antes do
estabelecimento de uma aldeia humana nos polos.
O crescimento felino na área se tornou superpopuloso, se tornando uma criatura
extremamente comum e que era especialmente vulnerável à lanças e flechas simples,
rapidamente, os humanos da região iniciaram a caça contra esses animais abundantes de
carne macia. A carne do alto felino antigo se tornaria uma iguaria muito consumida nas
aldeias humanas da região que se seguiram, logo, a caça se tornou o principal método do
humano na região de se obter comida, os felino primordial se viu rapidamente encurralado e
seus números começam a cair drasticamente.
Naturalmente, a caça em excesso levaria o felino primordial a extinção, porém, graças a
uma coincidência, na mesma época ocorriam alta incidência de raios solares nocivos,
graças a uma fase mais abrupta da estrela do sistema solar; A radiação abriu buracos nas
finas camadas de proteção magnética do planeta, sendo desviada até os pólos norte e sul.
Além das auroras boreais diárias, e a incidência recorde do câncer e do calor, criaturas
expostas a luz solar diretamente, como animais, sofreram graves anomalias genéticas e
problemas de gestação; A mutação frequente junto com a alta caça humana, criou um efeito
único de evolução artificial na espécie felina primordial, sem saber, os habitantes humanos
do pólo iniciaram o rápido desenvolvimento da espécie felina e seu aprimoramento para
sobreviver a um novo predador.
Neste período, diversas mutações surgiram e se extinguiram, até que a diminuição de
disponibilidade de rede de cavernas, pela exploração mineral do cobre e bronze, forçaram
abruptamente a espécie a se tornar mais social, compartilhando seu espaço com outros
iguais; no contexto, duas espécies passaram a dividir a raça felina, os “Baixos Felinos” e os
“Grandes Felinos”, os Grande felinos cresceram sua força a partir da resistência as armas
humanas, passaram a ter maiores músculos e uma estrutura corporal extremamente
grande, chegando até os 3 metros nos maiores exemplares, sua pele rígida e regeneração
a cortes rápida, permitiu que sobrevivesse a ataques de armas afiadas e até mesmo a
flechas de arcos pequenos. Por outro lado, os Baixos felinos seguiram o caminho evolutivo
contrário, sua estrutura corporal se tornou sapiente, tais criaturas evoluíram para uma forma
que se assemelha à humana, adquirindo a habilidade de fabricar pedras afiadas, lanças de
madeira e utilizar o equipamento humano roubado ou deixado para trás, naturalmente, dada
a complexidade necessária para a criação de equipamentos bons o suficiente para lutarem
contra espadas e armaduras, o Baixo felino se tornou extremamente inteligente,
rapidamente se igualando a raça humana mas não apenas isso, graças a suas mortes
contínuas no campo de batalha contra seu predador, apenas os Baixos Felinos mais
inteligentes foram capazes de sobreviver e se reproduzir; Na época, a incidência solar
passou a matar animais menores, e plantas comestíveis menos resistentes, diminuindo o
estoque de comida dos Baixos Felinos, rapidamente, sua principal atividade passou a ser a
caça de nativos humanos para o próprio consumo, utilizando de armadilhas complexas e
táticas de guerrilha que poderiam invejar até generais, os Baixos Felinos passaram a
consumir exclusivamente a carne humana.
A mudança repentina de dieta favoreceu o desenvolvimento cerebral, juntamente com a
maior disponibilidade de equipamento humano roubado causou a última e mais importante
mutação na espécie, o surgimento do felino moderno, chamado de “High Felis Canibalis”,
os felinos passarão a re utilizar parte das enzimas complexas localizadas no corpo humano,
incorporando como combustível celular mais eficiente que a gordura, seu cérebro passou a
utilizar um novo método para suprir a alta demanda de atividades complexas,
desenvolvendo uma parte mais esponjosa em seu interior, o cérebro do alto felino agora
poderia se expandir controlando o fluxo sanguíneo, gerando pelo período necessário, um
aumento drástico em todas as funções cognitivas e quando em repouso, poderia performar
atividades repetitivas facilmente; Estava criado o necessário para a reviravolta na história
destes animais, agora podem racionalizar e construir armas semelhantes a humanas até
mesmo do zero, utilizando longos processos de fundição de metal em suas cavernas,
escrita com o carvão e até mesmo métodos de expressar a matemática e equações.
Os Altos Felinos modernos, liderados pelo guerreiro mais inteligente, formaram sua própria
força expedicionária armada com seu próprio equipamento adaptado ou forjado em suas
cavernas, a tal força felina, utilizando a cobertura da neve, na noite do dia mais frio do
ano,faz um ataque com força total, cercando uma vila humana pequena; Os felinos utilizam
flechas banhadas a óleo para incendiar as raças humanas, em uma estratégia de vida ou
morte, e atacam em conjunto utilizando bestas e lanças de bronze, como resultado de sua
guerrilha, eles conquistam o primeiro posto humano e passam rapidamente para o próximo,
utilizando os sobreviventes da primeira batalha para adquirir informações humanas e até
mesmo, sua cultura e língua são catalogadas em um curto tempo.
Os gatos logo derrotam seus predadores, porém passam a lidar com a extinção também da
sua fonte de comida principal; como recurso, os felinos passam a utilizar técnicas de
química em humanos, na tentativa e erro, até que, adquirem o conhecimento para fabricar
drogas capazes de diminuir o intelecto humano, e até mesmo, transformar a carne de outros
animais em uma que pode ser consumida.
Os Altos Felinos possuem um corpo baixo e consideravelmente fraco em comparação ao
humano, sua estatura média é de 1,45
Os felinos são altamente inteligentes, possuindo um q.i médio de 135 em comparação com
humanos, são categorizados como gênios felinos com q.i de 180+, que compunham cerca
de 35% da população, sendo apenas 1% dela considerada com retardo, ou q.i abaixo de
90-100
Sua população possui um crescimento baixo, devido a heranças genéticas e sua evolução
precoce, a maior parte dos felinos nasceram precoces ou simplesmente não sobrevivem até
a idade adulta
A população dos gatos é altamente afetada por doenças mentais, fruto da sua altíssima
criatividade, os Altos Felinos são extremamente paranóicos, possuem alta taxa de
esquizofrenia e depressão.
-Governos e Engenharia-
Nome: katrin Von
Meowburg
Ano de posse: 0
Katrin Von Meowburg, ou simplesmente "K", foi
uma líder de importância crucial para os Altos
Felinos, governando com firmeza desde o ano 0 até o ano 80, quando deixou o cargo de
forma abrupta. O poder foi temporariamente delegado ao conselho intelectual felino até a
chegada de "Artoshi Schnurr" em 90, assumindo o posto de novo líder da nação.
K foi a pioneira que liderou a força expedicionária felina para fora das cavernas,
conquistando os primeiros territórios da nação. Sua infância transcorreu nas profundezas
das cavernas até os 5 anos, quando se tornou adulta de pleno direito e se integrou a um
grupo de caça humano. K não apenas possuía habilidades excepcionais em batalha e
liderança, mas também vislumbrava um futuro onde os felinos não precisariam mais se
esconder nas entranhas das montanhas gélidas. Ascendeu pelos rankings felinos,
passando de caçadora a engenheira, e sua excelência e conhecimento abrangiam todas as
áreas imagináveis. A conquista da liderança felina aos 7 anos veio após o desenvolvimento
da besta t-2, uma arma capaz de rivalizar com os humanos e suas armaduras da época.
Assim, a história prosseguiu após a fundação da primeira cidade felina e a derrota dos
humanos, marcando o início do ano 0 dos gatos.
Após assumir o cargo como imperatriz e comandante felina, Katrin enfrentou breves
problemas de saúde que a alertaram sobre a fragilidade da vida. A líder passou a viver sob
o espectro constante da ansiedade e do medo de sua própria morte e da extinção de sua
raça, sentindo-se responsável por ambos os destinos. Em questão de dias, Katrin concebeu
um plano que moldaria o curso da história felina mais uma vez. A decisão tomada no ano 2
ditava que os felinos não se revelariam aos humanos até que estivessem prontos para lutar
por sua própria sobrevivência.
O medo de K se difundiu entre a população, desencadeando um enorme esforço de guerra
e desenvolvimento nacional por parte dos gatos. Foi então que Katrin emitiu sua primeira
ordem aos guerreiros mais hábeis de sua época, dando início à operação "PhantomSwarm".
Esta ousada ação consistiu na infiltração de espiões felinos por todo o continente polar.
Com sucesso, os felinos se infiltraram em novos países, e o governo dos gatos não mais
permaneceu ignorante sobre sua situação mundial. Em poucos anos, os Altos Felinos se
enraizaram em outras sociedades, camuflados como demi-humanos, ocupando posições de
influência em diversos ramos mundo afora.
Nesse mesmo período, as terras do Alto Reino Felino testemunharam uma explosão de
inovações tecnológicas, provenientes de ideias e informações coletadas pelos espiões da
operação P.S. O mundo se encolhia, mas os felinos se fortaleciam em sua união. Suas
habitações evoluíram de simples cabanas de madeira para grandiosos edifícios erguidos
sobre estruturas de pedra e madeira, sustentados por cabos de aço. O temor de um
iminente ataque inimigo compelira a população felina a se unir em centros urbanos de
densidade sem precedentes. As fazendas inteligentes passaram a produzir alimentos para
sustentar uma população em constante crescimento, e os humanos remanescentes foram
incorporados como mineradores, juntamente com os jovens felinos. A necessidade de mais
materiais para construção culminou na criação do primeiro motor a vapor, o "m-22", utilizado
junto aos trilhos para extrair grandes blocos de pedra e abrir novos túneis nas cavernas
congeladas.
A era do vapor havia chegado com força total, impulsionando o desenvolvimento ferroviário
e as indústrias. Os trilhos se estendiam como veias pela cidade felina, transportando
materiais e pessoas, moldando a paisagem urbana de forma rápida e irrevogável. Ruas
agora abraçavam os suportes dos trilhos, e trens civis se tornavam a espinha dorsal da
mobilidade da população.
A sede de inovação de Katrin a conduziu a uma obsessão com as novas tecnologias. A
noção de produção em massa entrelaçou-se com visões de aplicações militares, e a líder
felina mergulhou em projetos e experimentos incessantes.
No ano 10 felino, os espiões trouxeram a K uma série de conceitos inovadores em
armamento. Entre eles, destacava-se o Rifle de pólvora, uma invenção que prometia
revolucionar as forças felinas. Katrin, determinada a compreender completamente o
potencial da arma, testou-a pessoalmente. A pederneira, capaz de disparar uma única
munição, logo passou a ser produzida em massa, embora problemas crônicos de produção
se apresentassem como um desafio constante. A falta de eficiência em campo de batalha
era evidente, mas a imperatriz estava inabalável em sua convicção de que aquela seria a
arma definitiva. Sua persistência culminou na criação da primeira versão funcional de um
mosquete até então, batizado de "k-900". Este se tornou o equipamento padrão e marcou o
ano em que o primeiro exército felino foi formalmente estabelecido.
A manufatura felina permitiu uma padronização precisa do equipamento, cada soldado
portava o essencial e um kit médico individual. As fábricas, tanto civis quanto militares,
adaptaram-se rapidamente para atender à demanda da nova arma, espalhando-se
estrategicamente ao longo de extensas linhas férreas. Essa dispersão não apenas
dificultava a espionagem nos métodos de fabricação, mas também protegia contra possíveis
interceptações pelo inimigo.
Prototipo apresentado para K Design final felino
Os Altos Felinos avançaram na padronização de seu exército, desenvolvendo uniformes
universais que ofereciam proteção em qualquer ambiente, além de canhões que podiam ser
manejados com eficácia em campo de batalha. A coesão e a disciplina se tornaram pilares
fundamentais para a eficácia das forças felinas.
Até meados do ano 40, a magia permaneceu um território inexplorado para os felinos, dada
a sua ausência natural de afinidade com tal habilidade. No entanto, uma mina rica em
elementos mágicos foi descoberta dentro do território felino. A exploração e extração foram
conduzidas de forma célere, mesmo sem aplicações práticas para a magia naquele
momento. Isso mudou com o desenvolvimento do primeiro trem movido a vapor por núcleo
instável mágico, uma inovação que revolucionaria o transporte e a indústria dos felinos.
O novo meio de transporte, alimentado pela energia instável e mágica, provou ser mais
rápido e confiável, e logo passou a ser produzido em massa. Paralelamente, os felinos se
dedicaram a estudar as diversas aplicações da magia para fins bélicos, abrindo portas para
um potencial ainda inexplorado.
Antes de encerrar seu governo, K, no ano 80, convida líderes de várias nações próximas
para um desfile militar felino; O Alto Império Felino é revelado ao mundo e propriamente
criado, após Katrin quebrar sua lei solene de isolacionismo, ficou claro, ao menos para ela,
que deveria se aposentar juntos com seus preciosos rifles de pólvora a qual ela era
fascinada, que já eram substituídos por versões de agulha, assim como ela, K deixa o
governo no fim de sua vida, com uma sociedade felina praticamente industrial, que teria
alcançado seu prometido feito, de se igualar e superar os humanos, seus inimigos naturais.
População durante o governo de Katrin, pico: 20 milhões
População militar durante seu governo: 5% -> 15% -> 85% (sob emergência)
Intelecto geral Katrin Von Meowburg: 135, sob pressão, 185
Nome: Artoshi Schnurr
Ano de posse: 90
Com o advento da ascensão de Lorde Artoshi ao trono, o Alto Império Felino testemunhou
uma transformação de proporções monumentais. Artoshi, um líder ímpar, não só herdou um
reino estruturado e industrializado de sua antecessora, Katrin, mas também imbuído de uma
visão ousada de se tornar o soberano absoluto do conhecimento no mundo.
O império se viu imerso em um crescimento demográfico sem precedentes, uma explosão
populacional que, para ser controlada, demandou engenhosidade e solidez. A utilização
estratégica de cimento e concreto em projetos de construção civil, aliada à implementação
de um eficiente sistema de linhas férreas e bondes elétricos, não apenas redefiniu a
infraestrutura das cidades, mas também proporcionou o suprimento básico necessário para
sua população em franca expansão. A edificação de majestosos apartamentos, cujas peças
pré-moldadas eram empilhadas meticulosamente por imponentes guindastes em linhas
ferroviárias urbanas, tornou-se um símbolo da prosperidade e do avanço técnico do império.
A eletricidade, outrora uma raridade, agora fluía abundantemente, alimentada por colossais
reatores de núcleo instável, impulsionando o progresso das novas cidades através de
intrincados sistemas de cabos aéreos e subterrâneos, fornecendo energia vital para as
fábricas de importância crítica. Os arsenais do exército foram modernizados, com o rifle de
ferrolho tornando-se o equipamento padrão, enquanto armas mágicas ganhavam
reconhecimento e espaço nas estratégias militares.
A política mundial também passou a sentir a influência sutil dos felinos. A operação
PhantomSwarm, com seus espiões habilmente posicionados ao redor do globo, tornou-se a
extensão das mãos de Artoshi na manipulação dos jogos políticos internacionais. O poderio
militar foi ampliado de forma exponencial, com a criação das temíveis infantarias cobra, uma
resposta às novas demandas de guerra, tanto em termos de táticas quanto de poder de
fogo.
O transporte ferroviário, personificado pelo renomado trem elétrico tre-34, não apenas
serviu como espinha dorsal da mobilidade no império, mas também desempenhou um papel
vital na mitigação da poluição desenfreada que assolava as cidades, uma herança sombria
deixada pela governante anterior, K.
Enquanto a superfície do império florescia com desenvolvimento e inovação, nas entranhas
das cavernas de mineração, indústrias consolidadas prosperavam, mantendo intacto o
antigo design de proteção a todo custo.
Neste ponto da história, há várias direções que a narrativa pode tomar. Novos elementos
podem ser introduzidos, como personagens intrigantes, conflitos políticos internos ou
externos, descobertas científicas surpreendentes ou reviravoltas inesperadas. O destino do
império felino está nas mãos do autor que se propõe a explorá-lo, com um vasto território de
possibilidades à sua disposição.
-Como escrever felinos-
Para criar histórias do Alto Império Felino ou da raça que se descreve, algumas regras são
recomendadas:
- foco na explicação detalhada dos mecanismos; ainda que esse resumo não tenha este pre
requisito, é extremamente recomendável que não sejam abertas lacunas na tecnologia geral
usada pelos felinos, sendo ela, de 0-40 pré industrial ou steampunk, de 40-80 o industrial e
de 80+ indústria moderna ou semi moderna.
- Histórias de guerra, que se passam no império ou seus arredores são interessantes,
trailers de espionagem são recomendados para felinos fora do império central, porém, é
importante lembrar que essa civilização apenas tem sua densidade em um único país, não
existindo outros países felinos conhecidos.
- A personalidade felina normalmente é fria e impiedosa, porém, pode se mostrar muito
gentil, é importante explorar os líderes do país ou personagens dessa raça como
personagens tridimensionais (e com vários problemas mentais)
- Os felinos são uma raça desconectada das tecnologias naturais do mundo, então, não se
limita a ser descrita como um punk específico, podendo ser steampunk, dieselpunk,
industrial ou até mesmo cyberpunk se for necessário.
- Na história felina, o impacto sempre é recomendado, cenas impactantes ou de atrocidades
são sim relevantes na história pelo contexto da civilização, normalmente, os felinos podem
ser considerados antagonistas ou vilões supremacistas, porém, suas visões devem ser
justificadas com algo mais do que “genocidio é legal”.