Exemplos para o trabalho de Biologia:
Reprodução medicamente assistida:
Contra:
O desenvolvimento psicossocial de crianças nascidas após tratamentos de fertilidade: o que já
se sabe
Há evidências consistentes de que o risco de maus resultados no nascimento é maior
para crianças resultantes de reprodução medicamente assistida do que por crianças
resultantes de gravidez natural principalmente devido á alta prevalência após
tratamentos de fertilidade de nascimentos múltiplos, que estão associados a riscos
aumentados de baixo peso ao nascer e prematuridade (Ludwig et al., 2006, Piston et
al., 2015). No entanto, os estudos que examinaram a saúde física e o desenvolvimento
cognitivo de crianças em idades mais avançadas descobriram que, em média, as
crianças resultantes de reprodução medicamente assistida e resultantes de gravidez
natural apresentam resultados semelhantes.
A favor:
https://cnnportugal.iol.pt/gravidez/mulheres/engravidar-aos-55-anos-pode-acontecer-
mas-em-portugal-seria-praticamente-impossivel/
20221002/63342b8a0cf26256cd37d524
Á medida que a idade avança torna-se mais difícil engravidar. “A idade mais fértil das mulheres
situa-se entre os 22 e os 30 anos, decrescendo rapidamente a partir dos 35 anos”, explica à
CNN Portugal o médico Miguel Raimundo, ginecologista e obstetra especialista em medicina
reprodutiva. Segundo os dados mais recentes do Conselho Nacional de Procriação
Medicamente Assistida (CNPMA), em 2018 nasceram em Portugal 2.733 crianças como
resultado do uso das várias técnicas de PMA.
Barrigas de aluguel:
Contra: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-47232817
Em junho de 2018, 33 mulheres grávidas foram presas e confinadas numa vila em Phnom Penh,
capital do Camboja. Todas eram barrigas de aluguel de clientes estrangeiros. A maioria das
33 mulheres já havia dado à luz uma criança pelo menos uma vez.
Cada quarto era ocupado por cinco mulheres ao mesmo tempo. “Os
quartos eram tão pequenos que não havia espaço para andar”, relata
Thida. As saídas eram restritas.
Porém, em junho de 2018, a polícia encontrou o local e prendeu os
funcionários da empresa de barriga de aluguel. Depois, as mulheres
grávidas também foram denunciadas e presas – exceto uma mulher
tailandesa, que foi deportada.
Todas as mulheres grávidas detidas junto com Thilda receberam uma
imposição, ficarem com as crianças até fazerem 18 anos. Ficou claro
que todas elas seriam monitoradas constantemente, para garantir que
ficariam com as crianças.
A favor: https://vittoriavita.com/pt/story/victoria-e-paul/
Paul e Victoria tentavam engravidar á 20 anos, contudo, como Victoria apresenta a síndrome
de Asherman, tal não foi possível, e optaram por ter um filho através de uma barriga de
aluguel, numa entrevista com Victoria, foi dito o seguinte sobre o programa:
“Nunca nos arrependemos do programa de maternidade de substituição. Tivemos uma
experiência positiva de barriga de aluguel. Na VittoriaVita, tudo é organizado para que você se
sinta envolvido na gravidez. Eles constantemente enviam resultados de testes de ultrassom.
Você sempre pode conversar com uma mãe de aluguel. Durante o tempo em que estávamos na
Ucrânia após o nascimento, nos sentimos quase em casa.”
Preservação de gâmetas:
Contra: https://expresso.pt/sociedade/2022-05-06-Polemica-com-inseminacao-pos-morte-
mulheres-so-podem-recorrer-a-um-tratamento-com-baixa-taxa-de-sucesso-e-querem-mais-
418611a6
Fez três anos em março que Hugo faleceu. Passado este período de tempo, o teste de gravidez
de Ângela Ferreira revelou-se positivo, logo após a primeira tentativa de juntar o sémen
criopreservado do companheiro com os seus óvulos recém-estimulados. Mas rapidamente foi
contrariado pelos exames sanguíneos, logo no dia 3 daquele mês. E aqui nasceu um imbróglio.
No centro onde realiza os tratamentos de procriação medicamente assistida (PMA), disseram-
lhe que não era possível tentar mais nenhum tipo de tratamento que não a inseminação
artificial, e então Ângela preferiu desistir temporariamente visto que a taxa de sucesso era
muito baixa.
A inseminação artificial acarreta uma taxa de sucesso de 15% a 20%,
esclarece Sónia Sousa, a médica responsável pelo caso de Ângela Ferreira.
Outros tratamentos, como a fertilização in vitro (FIV) sobem aos 35% a 40%
de probabilidades de êxito.
No entanto, diz a clínica, “enquanto a lei não for clarificada e regulamentada,
o único tratamento que podemos realizar é a inseminação intra-uterina”. Isto
porque, “quando se faz qualquer tratamento de PMA, é necessário assinar
o consentimento apropriado, que já existe para a inseminação pós-morte
mas não para FIV pós-morte”.
A favor: https://www.publico.pt/2023/08/16/sociedade/noticia/nasceu-bebe-portugal-recurso-
inseminacao-posmorte-2060419
Nasceu o primeiro bebé em Portugal com recurso a inseminação pós-morte
Em Fevereiro deste ano, após dois tratamentos que falharam, Ângela anunciou que estava
grávida do marido, que morrera com cancro em Março de 2019. Hugo deixara escrito que
autorizava Ângela a utilizar o sémen que criopreservou antes de iniciar os tratamentos
oncológicos. E ela conseguiu engravidar através de uma fecundação in vitro.
Vantagens do uso da inseminação post mortem: o esperma pode ser armazenado por
pacientes antes de entrar em quimioterapia
Homens diagnosticados com câncer às vezes armazenam seus espermatozóides antes da
quimioterapia ou do tratamento com radiação (Ahuja et al., 1997). Num caso amplamente
discutido em França, a viúva do paciente com cancro Alain Parpalaix obteve a aprovação de um
tribunal para ser inseminada com os seus espermatozóides após a sua morte, argumentando
que ele queria que os seus espermatozóides fossem utilizados desta forma.