Procedimento de Inspeção Visual de Solda
Procedimento de Inspeção Visual de Solda
PROCEDIMENTO DE
INSPEÇÃO
|
VISUAL E DIMENSIONAL
DE SOLDA
CONTROLE DE EMISSÃO
Rev. Descrição Data
00 Emissão Inicial 27/09/2014
1 OBJETIVO
2 CAMPO DE APLICAÇÃO
3 DOCUMENTOS PARA CONSULTA
3.1 DOCUMENTOS NACIONAIS
3.2 DOCUMENTOS INTERNACIONAIS
4 DEFINIÇÕES
5 RESPONSABILIDADES
6 PROCEDIMENTO
6.1 MÉTODO DE ENSAIO
6.2 CONDIÇÃO SUPERFICIAL E MÉTODO DE PREPARAÇÃO
6.3 CONDIÇÔES DE ILUMINAÇÃO
6.4 INSTRUMENTOS A SEREM UTILIZADOS
6.5 INSPEÇÃO
6.6 SEQÜÊNCIA DE ENSAIO
6.7 CRITÉRIOS DE ACEITAÇÃO
6.8 DEMONSTRAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO ENSAIO
6.9 REGISTRO DOS RESULTADOS
6.10 RELATÓRIO DE REGISTRO DOS RESULTADOS
6.11 QUALIFICAÇÃO DE PESSOAL
6.12 REQUISITOS DE SEGURANÇA E AMBIENTAIS
7 VALIDADE DESTE PROCEDIMENTO
8 REGISTROS
9 ANEXOS
1 OBJETIVO
Este procedimento estabelece as condições técnicas para a realização da inspeção visual, método direto
para a verificação de irregularidades superficiais em juntas soldadas, fundidos, forjados, laminados, preparo
de superfícies, verificação de deformações, avarias mecânicas, alinhamento de peças, acabamento bordas,
chanfros e preparação de juntas, evidências de vazamentos e identificação de estado de superfícies em
geral pela ISOTEC.
2 CAMPO DE APLICAÇÃO
Todos os setores envolvidos com as atividades para e/ou de inspeção.
4 DEFINIÇÕES
Não há termos não comuns que necessitem definições.
5 RESPONSABILIDADES
5.1 CABE AO INSPETOR:
Realizar a inspeção utilizando este Procedimento.
6 PROCEDIMENTO
6.1 MÉTODO DE ENSAIO
Deve ser empregado preferencialmente o método de ensaio visual direto conforme ASME Seção V, artigo 9,
parágrafo T-952, com as complementações e/ou exceções descritas a seguir. Para detecção de
descontinuidades com o método de ensaio visual direto, o ângulo de observação em relação à superfície a
ser ensaiada não deve ser inferior a 30°, e a distância do olho do observador ao local de inspeção não deve
ser maior que 600 mm. Quando não for possível o método direto, o método remoto será utilizado, com o
auxílio de espelhos côncavos ou convexos.
O método de preparação da superfície para o ensaio não deve conduzi-la a um grau inferior de acabamento
em relação ao original.
Na preparação de superfícies não devem ser empregados produtos ou métodos que possam contaminar de
forma prejudicial o material a ser ensaiado.
6.5 INSPEÇÃO
O ensaio visual deve possibilitar a detecção das seguintes descontinuidades:
6.5.3 Fundidos
Chapelim, rechupe (chupagem), crosta, desencontro, enchimento incompleto, gota fria, metal frio, inclusão
de areia, porosidade, queda de bolo, rabo de rato, rechupe, trinca de contração, veio.
6.5.4 Forjados
Dobras, inclusões não metálicas, lascas, segregação e cordões.
a) Verificar os chanfros em toda sua extensão quanto ao estado de limpeza e acabamento superficial (ver
item 6.2). Qualquer descontinuidade encontrada deve ser analisada e, caso necessário, ser reparada
conforme procedimento específico;
b) Verificar o ângulo do bisel com auxílio de gabarito de solda ou goniômetro;
c) Verificar altura da face da raiz (altura do nariz) com auxílio de gabarito de solda ou paquímetro;
d) Verificar a abertura da raiz com auxílio de gabarito de solda;
e) Verificar o alinhamento da junta com auxílio de gabarito de solda tipo "High-Low";
f) Registrar os resultados do ensaio e avaliar conforme desenho, IEIS ou norma aplicável.
a) Após o término da soldagem, o cordão de solda deve ser preparado com auxílio de escova de aço
rotativa ou manual
b) Verificar se a superfície está em condições de limpeza para ser inspecionada (ver item 6.2);
c) Avaliar a altura do reforço de solda, garganta convexidade e perna, o que for aplicável, com auxílio de
gabarito de solda;
d) Verificar a presença de descontinuidades (ver itens 6.5.1. e 6.5.2);
e) Verificar a existência do sinete do soldador adjacente ao cordão de solda;
RICARDO DA COSTA TEIXEIRA
SNQC – END 01189 – EV-N3
EMITIDO: 27/09/2014 FOLHA
ISOTEC – Iso Engenharia
REV: 00 7/44
f) Examinar os locais de remoção dos dispositivos de fixação (cachorros) ou soldas provisórias. A superfície
deve estar faceada e isenta de defeitos. Caso tenha havido deformação no metal de base, o mesmo deve
ser reparado conforme procedimento específico;
g) Registrar os resultados do ensaio e avaliar conforme norma aplicável. Nota: Os critérios de aceitação
para as dimensões ou descontinuidades devem ser definidos pelas normas ou procedimentos aplicáveis ao
empreendimento (ver item 3).
A superfície a ser inspecionada normalmente não necessita sofrer uma preparação especial. Quando
necessário proceder como segue:
a) Caso a especificação da peça ou equipamento permita jateamento, executar jateamento SA-2,5
conforme norma ISO 8501-1;
b) Caso não seja permitido jateamento, executar limpeza com escova de aço rotativa ou manual em 100%
da peça ou equipamento;
c) Executar o ensaio visual classificando as descontinuidades conforme norma aplicável (por exemplo: MSS
SP 55);
d) Marcar com marcador industrial as irregularidades encontradas na superfície da peça
e) Registrar os resultados do ensaio e avaliar conforme norma aplicável.
6.7.4 Reexame
As áreas que não necessitarem soldagem devem ser reexaminadas após remoção dos defeitos e ser
examinadas pelo mesmo exame não destrutivo que detectou o defeito.
6.10.2 O formulário para relatório será conforme o apresentado no Relatório de Ensaio – Folha de Rosto &
Folha Complementar, podendo ser substituído por outro que atenda ao conteúdo mínimo citado em 6.10.1.
6.12.2 Antes do início dos trabalhos de inspeção dentro das instalações PETROBRAS, deve ser obtida uma
permissão de trabalho, conforme a norma PETROBRAS N-2162, onde são definidos os requisitos de
segurança para a execução dos trabalhos de inspeção. Em caso de não-conformidade, comunicar ao órgão
gestor da segurança industrial e meio ambiente.
6.12.3 Utilizar os EPI’s necessários para execução dos serviços de inspeção, conforme a norma
regulamentadora no 6 (NR-6).
6.12.6 O inspetor deve recolher todos os trapos sujos utilizados no ensaio e a destinação deste material
será conforme programa SMS da empresa para panos/trapos
7.2 A aplicação dos requisitos deste procedimento deve ser supervisionada por um profissional N3
qualificado como EV-N3 pelo SNQC/END – ABENDI.
7.3 Quaisquer divergências entre o conteúdo da descrição deste procedimento e o das normas
PETROBRAS, prevalecerão o de tais normas
8 REGISTROS
RELATÓRIO DE ENSAIO – FOLHA DE ROSTO
RELATÓRIO DE ENSAIO – FOLHA COMPLEMENTAR
9 ANEXOS
ANEXO I – GABARITO DE SOLDA PARA MEDIÇÕES EM GERAL
ANEXO II – GABARITO DIMENSIONAL PARA SOLDAS – HIGH LOW
ANEXO III – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – API 650
ANEXO IV – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – API 1104
ANEXO V – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – ASME I
ANEXO VI – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – ASME VIII – Divisão 1
ANEXO VII – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – ASME VIII – Divisão 2
ANEXO VIII – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – ASME B31.1
ANEXO IX – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – ASME B31.3
ANEXO X – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – ASME B31.4
ANEXO XI – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – ASME B31.8
ANEXO XII – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – AWS D1.1
ANEXO XIII – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – AWS D1.6
ANEXO XIV CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – BS-4515-1
ANEXO XV – CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – DNV-OS-C401
ANEXO XVI– CRITÉRIO DE ACEITAÇÃO – DNV-OS-F101
(a) Não existem trincas de cratera, outras trincas superficiais ou abertura de arco na adjacência
da junta soldada.
(b) A profundidade máxima permitida para mordeduras é de 0,4mm (1/64”) para juntas de topo na
posição vertical, acessórios permanentes orientados verticalmente, solda de bocais, bocas de
visita e soldas internas da carcaça para o fundo. Para juntas de topo horizontais, acessórios
permanentes orientados horizontalmente, e solda de topo de anéis, a profundidade máxima
permitida para mordeduras é de 0,8mm (1/32”).
(c) A frequência de porosidade na superfície não exceda a um agrupamento (um ou mais poros)
em qualquer 100 mm (4”) de comprimento, e o diâmetro de cada agrupamento não exceda a
2,5mm (3/32”).
(d) As margens de todas as soldas devem se fundir com a superfície da chapa com transição
suave.
(e) O reforço da solda em todas as soldas de topo em cada lado da chapa não exceda ao
seguinte:
Reforço Máximo Admitido
Espessura da Chapa
(polegadas (mm))
(polegadas (mm))
Juntas Verticais Juntas Horizontais
≤ ½ (13) 3/32 (2,5) 1/8 (3)
> ½ (13) a 1 (25) 1/8 (3) 3/16 (5)
> 1 (25) 3/16 (5) ¼ (6)
O reforço não pode ser removido, exceto na extensão que exceda ao valor máximo admitido ou se
for requerido pelo item 8.1.3.4 para o exame radiográfico.
Para soldas que requerem radiografia, a superfície acabada do reforço pode ser nivelada com a
chapa ou pode ter um reforço razoavelmente uniforme sem exceder os valores da tabela 12.
Espessura da Chapa Reforço Máximo Admitido
(polegadas (mm)) (polegadas (mm))
≤ ½ (13) 1/16 (1,5)
> ½ (13) a 1 (25) 3/32 (2,5)
> 1 (25) 1/8 (3)
6.7.4 Reexame
As áreas que não necessitarem soldagem devem ser reexaminadas após remoção dos defeitos e
ser examinadas pelo mesmo exame não destrutivo que detectou o defeito.
O exame visual (EV) será realizado em 100% da superfície do revestimento de acordo com o
Artigo 9 da Seção V. Qualquer indicação aberta à superfície deve ainda ser submetida a ensaio de
líquido penetrante (LP), em conformidade com o A-270 e da aceitação ou rejeição, baseado em A-
270.4. A porção de tubo bimetálico contendo defeitos rejeitáveis deve ser removido ou os defeitos
reparados de acordo com QW-44.9.
Defeitos confinados ao revestimento, revelado pelos exames ou encontrados de outra forma, que
não interferem com a espessura mínima de revestimento ou a espessura mínima da parede total
devem ser retirados por meios mecânicos e a área suavemente adoçada ao contorno adjacente.
Defeitos que reduzem a espessura mínima do revestimento ou a espessura mínima da parede
total serão reparados por solda de acordo com as partes aplicáveis do PW-41. Todas as áreas
reparadas devem ser posteriormente inspecionados com os requisitos do código e mostrar que
estão em conformidade com as normas de aceitação.
Método de exame. Todas as soldas em peças sob pressão deve ser examinada visualmente
Critérios de aceitação. As soldas que tenham indicações que excedam os critérios referidos na
Tabela 7.6 são inaceitáveis. Indicações inaceitáveis podem ser removidos ou reduzidos a uma
indicação de tamanho aceitável. Sempre que uma indicação for removida por lixamento ou
esmerilhamento sem subsequente reparação por solda, a superfície deve ser adoçada com o
restante da superfície, de modo a evitar entalhes, fendas, ou cantos. Onde a soldagem é
necessária após a retirada de indicações, o reparo deve ser feito em conformidade com o
parágrafo 6.2.7.
Inclusões (escória,
Não permitida quando
3 fluxo, óxido ou não ---
ocorre na superfície 2
metálica) (todas)
Falta de Fusão (todas)
4 Não permitidas
Falta de Penetração
(todas) Não permitida quando a
5 penetração completa for
solicitada
Mordedura
Consulte o parágrafo
6.2.4.1 (b) (2) para
mordedura aceitável.
Requisitos do parágrafo
6
7.5.3.2 para permitir a
adequada interpretação da
radiografia devem ser
satisfeitos.
Padrões de Aceitação.
NOTAS GERAIS:
(a) Para juntas de topo dupla, a limitação se aplica separadamente aos lados internos e externos da junta.
(b) Para juntas de topo simples, o limite do reforço só se aplica ao lado externo da junta.
(c) A espessura do reforço se baseia à espessura do material mais fino da junta soldada.
(d) As espessuras do reforço da solda serão determinadas a partir da superfície mais elevada envolvidas.
(e) O reforço da solda poderá ser removido se assim for desejado.
Falta de penetração (se aplica somente quando a superfície interior for acessível);
Porosidade superfícial com as indicações arredondadas que têm as dimensões maiores que 3/16”
(5.0 mm) ou quatro ou o mais indicações arredondadas separadas por 1/16”. (2.0 mm) ou menos
medido de borda à borda em qualquer sentido. As indicações arredondadas são as indicações
que são circulares ou elípticas com seu comprimento menor que três vezes sua largura.
PARTÍCULAS MAGNÉTICAS
LÍQUIDO PENETRANMTE
EM CHANFRO CIRCUNFERENCIAL
EM CHANFRO CIRCUNFERENCIAL
EM CHANFRO CIRCUNFERENCIAL
EM CHANFRO LONGITUDINAL (3)
RADIOGRAFIA
Imperfeições na solda
VISUAL
EM ÂNGULO (4)
EM ÂNGULO (4)
EM ÂNGULO (4)
Trincas A A A A A A A A A A X X X X
Falta de Fusão A A A A A A C A N/A A X X --- ---
Falta de Penetração B A N/A A A N/A C A N/A B X X --- ---
Porosidade Interna E E N/A D D N/A N/A N/A N/A N/A --- X --- ---
Inclusão de escória interna, inclusão
G G N/A F F N/A N/A N/A N/A N/A --- X --- ---
de tungstênio, ou inclusão alongada.
Mordedura H A H A A A I A H H X X --- ---
Porosidade superficial ou inclusão de
A A A A A A A A A A X --- --- ---
escória exposta (5)
Acabamento superficial N/A N/A N/A J J J N/A N/A N/A N/A X --- --- ---
Concavidade na raiz K K N/A K K N/A K K N/A K X X --- ---
Reforço na solda L L L L L L M M M M X --- --- ---
a) As imperfeições da solda são avaliadas por um ou mais dos tipos de métodos da inspeção dados,
como especificado nos parágrafos 341.4.1, 341.4.2, 341.4.3 e M341.4, ou pelo projeto de
engenharia.
b) N/A – O código não estabelece critérios da aceitação nem requer a avaliação deste tipo de
imperfeição para este tipo de solda
c) X – método da exame geralmente usado na avaliação deste tipo de imperfeição da solda
d) .... – método da exame geralmente NÃO usado na avaliação deste tipo de imperfeição da solda
Inspeções Necessárias
(1) A qualidade da solda deve ser verificada por inspeção visual e outros métodos não destrutivo
complementares ou removendo a solda concluída conforme selecionada e designada pelo
inspetor para ensaio destrutivo.
(3) Quando o gasoduto opera a uma pressão superior a 20% da tensão de escoamento do
material do tubo, as soldas circunferenciais devem ser inspecionadas aleatoriamente. Um mínimo
de 10% das soldas circunferenciais concluída a cada dia serão selecionadas aleatoriamente pela
empresa concessionária e inspecionada. A inspeção deve ser por radiografia ou outros métodos
não destrutivo volumétrico. Cada solda inspecionada será inspecionada em toda a sua
circunferência. Nos seguintes locais ou condições, toda a circunferência das soldas na tubulação
deve ser completamente controlada, no entanto, se algumas circunferências das soldas são
inacessíveis, um mínimo de 90% das juntas devem ser inspecionadas.
(a) Dentro de áreas povoadas, como área residencial, shopping centers, e áreas designadas
comerciais e industriais
(b) Rio, lago, riacho e cruzamentos dentro da área sujeita a frequentes inundações, e rio, lago,
riacho e travessias em pontes;
(1) O ensaio não destrutivo consistirá de inspeção visual e exame radiográfico ou outros métodos
não destrutivo aceitáveis e deverão estar de acordo com a norma API 1104 (ANEXO IV). Os
métodos utilizados deverão ser capazes de produzir indicações de possíveis defeitos que possam
ser interpretados e avaliados. As soldas devem satisfazer o critério de aceitação de
descontinuidades da norma API 1104, ou o critério de aceitação suplementar de soldas
circunferenciais do Apêndice A da API 1104.
(2) As soldas acabadas que foram removidas para análise destrutiva deve satisfazer os requisitos
da norma API 1104 para a Qualificação de Soldador por ensaio destrutivo. O Método de
Trepanação não pode ser utilizado.
Qualidade da Solda
(1) Solda em tubos usados em sistemas offshore também deverão ser avaliadas com base no
parágrafo A434.8.5(b).
(2) Os requisitos do parágrafo. 434.8.5 (a) (4) são substituídas pelas seguintes disposições. Todas
as soldas circunferenciais em sistemas de tubos offshore devem cumprir os requisitos do
parágrafo. 434.8.5 (a) para um oleoduto que opera a uma tensão circunferencial maior que 20%
do limite de escoamento mínimo especificado da tubulação, 100% das soldas de topo
circunferenciais em sistemas de dutos offshore é inspecionada de modo não destrutivo, se
possível, mas em nenhum caso inferior a 90% das soldas serão inspecionadas. A inspeção deve
cobrir 100% do comprimento de solda.
(1) Para as soldas em chanfro em sistemas de tubos offshore, um critério de aceitação alternativo
da descontinuidade pode ser baseado na análise da mecânica da fratura e adequação à finalidade
de critérios, como descrito por API 1104.
(2) Essas normas aceitação alternativas devem ser suportadas por análises de tensão
apropriadas, procedimentos de soldagem complementares, requisitos de teste, e os exames não
destrutivos além dos requisitos mínimos especificados neste documento. A precisão das técnicas
não destrutivas para a medição da profundidade da descontinuidade deve ser verificada.
SOLDAGEM E INSPEÇÃO
Inspeção de soldas em tubulação de sistemas destinados a funcionar a menos de 20% do Limite
de Escoamento Mínimo Especificado.
A qualidade da solda deve ser checada visualmente com base em padrões, soldas defeituosas
devem ser reparadas ou removidas da linha.
Inspeção e Ensaios para o controle da qualidade de soldas em tubulação de sistemas destinadas
a funcionar em 20% ou mais do Limite de Escoamento Mínimo Especificado.
(a) A qualidade da solda deve ser checada por ensaio não destrutivo. Inspeção não destrutiva
pode ser constituída por exame radiográfico. Ensaio por Partículas Magnéticas, ou outros métodos
aceitáveis. O método de trepanação não destrutivo é proibido.
(b) Os seguintes números mínimos, de soldas de topo de campo devem ser selecionados de
forma aleatória pela companhia operadora em cada dia de construção para exame. Cada solda
assim selecionada será examinada em toda a sua circunferência ou então o comprimento
equivalente de soldas serão examinadas se a companhia operadora optar por examinar apenas
parte da circunferência de cada uma. O dobro da porcentagem deve ser ensaiada nas soldas
interrompidas e terminadas no estaleiro.
(1) 10% das soldas da Classe 1
(2) 15% das soldas da Classe 2
(3) 40% das soldas da Classe 3
(4) 75% das soldas da Classe 4
(5) 100% das soldas em estação de compressor e nas travessias principais ou rio navegável,
travessias de rodovia principal. e cruzamentos de ferrovias. se prático. mas em nenhum caso,
inferior a 90%. Toda solda de tie-in não submetida ao teste hidrostático deve ser examinada.
(c) Todas as soldas que são inspecionadas devem cumprir os padrões de aceitabilidade da API
1104 (ANEXO VI) ou ser devidamente reparado e reinspecionada. Os resultados da inspecção
devem ser usados para o controle da qualidade da solda.
(d) Quando o exame radiográfico é empregado, um procedimento que satisfaça as exigências de
APl 1104 (ANEXO VI) deve ser seguido.
(e) Quando a dimensão do tubo é inferior a NPS 6. ou quando o projeto envolve a construção de
um número limitado de soldas que o ensaio não destrutivo seria impraticável, e o tubo está
previsto para funcionar a 40% ou menos do Limite de Escoamento Mínimo Especificado, então o
disposto em (a). (b). e (c) acima não são obrigatórios, desde que a solda seja visualmente
inspecionada e aprovada por um inspetor de solda qualificado.
(f) Além às exigências da inspeção não destrutiva; acima esboçada, a qualidade da solda será
controlada continuamente por pessoal qualificado.
OBS.: Texto traduzido da norma ASME B31.8.
Em caso de dúvida, consultar o texto original.
Nota: Um "X" indica aplicabilidade para o tipo de conexão, uma área sombreada indica não aplicabilidade.
Para perfis desejados, aceitos e inaceitáveis em soldas de topo e filete ver Figuras 5.4 (A – H) e Tabelas 5.9 e 5.10
5.11.1 O tamanho, comprimento e localização das soldas deverá estar especificado nos requerimentos de
projeto e desenhos de detalhe. Caso não esteja especificado no projeto nem por contrato, a tolerância
dimensional para as soldas deverá ser: -0, +25% ou 6”. (50 mm), o que for menor, desde que o
subdimensionamento da solda não cause interferência com outras partes. Todas as soldas deverão estar
livres de trincas, sobreposições, e outros perfis inaceitáveis mostrado na figura 5.2. As mordeduras não
deverão exceeder aos requerimentos de 6.28 e 6.29.
5.11.2 Solda de filete. O perfil da solda de filete pode ser ligeiramente convexo, plano ou ligeiramente
côncavo. A convexidade em solda de filete por passe simples ou multi-passes pode existir desde que a
solda esteja livre de reentrâncias, vales e variações brutas na seção, e o ângulo da reentrância na solda de
filete não é menor que 90°.
5.11.3 As figures 5.2(A) e (B) mostram exemplos típicos de perfis de soldas de filete.A figura 5.2(C) mostra
o exemplo típico de perfis inaceitáveis para soldas de filete. A medida do tamanho da solda de filete sera
determinado pela perna nas soldas convexas, e pela garganta teórica para as soldas côncovas.
5.11.4 As pernas das soldas de filete poderão ser iguais ou desiguais, conforme especificado no projeto ou
desenho de detalhe. Soldas com pernas desiguais, onde o projeto indicar pernas iguais são aceitáveis (caso
a perna mínima especificada seja atendida) se não for proibida ou cause interferência com outras partes.
5.11.5 Solda de chanfro. As soldas em chanfro devem ser feitas com um reforço mínimo caso não seja
especificado. O reforço não deve exceder a 1/8”. (3 mm) em altura e deve ter uma transição gradual com a
superfície do metal de base adjacente. Soldas com passes simples ou multi-passes deverão ter a transição
entre-passes para garantir que não haja, reentrâncias, vales e variação bruta na seção. A figura 5.2(D)
mostra perfis típicos de soldas em chanfro. A figura 5.2(E) mostra perfis inaceitáveis para soldas em
chanfro.
5.11.6 A altura do acabamento das soldas em chanfro em materiais com espessuras maiores ou igual a
1/8”. (3 mm) uma redução na altura do acabamento não poderá ser maior que 1/32”. (1 mm) ou 10%, o que
for menor. Em materiais com espessura menor que 1/8”. (3 mm), nenhuma redução que exceda a 10% será
permitida.
5.11.7 O acabamento superficial das soldas e os requerimentos estruturais deverão ser especificados no
contrato ou nos desenhos de detalhes.
6.28.1 Inspeção Visual. Todas as soldas inspecionadas por ensaio visual, estarão aceitas se as seguintes
condições forem satisfeitas:
6.28.1.2 Exista a fusão completa entre camadas adjacentes de metal de solda e entre o metal de solda e o
metal de base.
6.28.1.3 As crateras deverão estar preenchidas completamente em toda a seção transversal da solda, com
exceção de os fins de soldas de filete fora de seu comprimento eficiente.
6.28.1.4 Os perfis da solda deverão estar de acordo com 5.11. (Figuras da AWS D1.1)
6.28.1.6 Em soldas de tubulações, a soma dos diâmetros das porosidades visíveis, com dimensão 1/32”. (1
mm) ou maior em soldas de filete não excederá 3/8”. (10 mm) em qualquer polegada linear de solda e nem
poderá exceder a 3/4”. (20 mm) em qualquer 12”. (300 mm) de comprimento de solda.
Nota: Em tubulação, devido à corrosão, a porosidade visível, não pode ser aceitável nem ser considerada
pela necessidade de um exame de estanqueidade.
6.28.1.7 A solda de filete em único passe pode ser menor que o tamanho especificado de filete por até
1/16”. (2 mm) sem correção, desde que a porção da solda sub-dimensionada não exceda 10% do
comprimento da solda. Em soldas de flange, o tamanho da solda de filete menor que o tamanho
especificado será proibido para um comprimento igual a duas vezes a largura do flange.
6.28.1.8 Soldas de chanfro com penetração completa em soldas transversais à direção de tensão calculada
não poderá ter nenhuma porosidade visível. Para todas as outras soldas de chanfro, a soma de diâmetros
das porosidades visíveis com dimensão maior ou igual a 1/32”. (1 mm) não poderá exceder a 3/8” (10 mm)
em qualquer polegada linear de solda e não poderá exceder a 3/4” (20 mm) em qualquer 12” (300 mm)
comprimento de solda.
6.28.1.9 A inspeção Visual de soldas em todos os aços pode começar imediatamente depois que as soldas
esteja na temperatura ambiente.
Tabela D 4 Critério de Aceitação para ensaio visual en soldas e outros métodos de ensaios superficiais. 1) 2)
Ensaio Visual
As soldas devem ter um acabamento regular e concordar suavemente com o
material de base e não devem se estender além da preparação, original da junta por
Perfil externo
mais que 3 mm (6 mm para soldas SAW).
Soldas de filete devem ter as dimensões especificadas e serem de forma regular
Soldas externas: Para t < 13 mm: máx. 3.0 mm. O offset radial de HFW
Altura do reforço de face e Para t ≥ 13 mm: máx. 4.0 mm gasodutos não deve reduzir a
raiz (Soldas longitudinais) Soldas internas: máx. 3.5 mm espessura a ser soldada a
menos de tmin.
O reforço externo deve ser essencialmente alinhado com a superfície do tubo.
O reforço interno não deve se estender além do contorno do tubo por mais de 1.5
Reforço da solda (somente mm.
soldas longitudinais HFW) A remoção não deve reduzir a espessura da parede abaixo de tmin. e o formato
resultante da remoção deve ter uma transição suave com o metal base sem
entalhes e a profundidade deve ser no máximo de 0.3 mm + 0.05*t.
Altura do reforço de face e
Altura < 0.2 t ou 4 mm o que for menor
raiz (Soldas bilaterais)
Reforço de face (Soldas por
Altura < 0.2 t ou 4 mm o que for menor
um lado apenas)
Penetração da raiz (Soldas Altura < 0.2 t ou 3 mm o que for menor. Comprimento da penetração excessiva: máx
por um lado apenas) 25 mm
Concavidade da face Não permitida
Concavidade na raiz Em nenhum ponto a espessura da solda pode ser inferior a tmin.
Para t ≤ 15 mm: máx. 1.3 mm Para soldas em material cladeado/revestido
Offset of strip/plate edges Para 15 mm < t ≤ 25 mm: máx. 0.1*t o offset não deve reduzir a espessura
(Longitudinal welds) Para t > 25 mm: máx. 2.0 mm efetiva do cladeado/revestimento na região
da raiz
Para t ≤ 15 mm: máx. 1.3 mm Para soldas em material cladeado/revestido
High/low no lado da raiz em Para 15 mm < t ≤ 25 mm: máx. 0.1*t o offset não deve reduzir a espessura
soldas de topo unilaterais. Para t > 25 mm: máx. 2.0 mm efetiva do cladeado/revestimento na região
da raiz
Desalinhamento transversal
Para t ≤ 20 mm: máx. 3.0 mm
do cordão em soldas
Para t > 20 mm: máx. 4.0 mm
bilaterais
Ondulação (desvio do cordão
máx. 0.2 t ou 4 mm o que for menor
de solda da linha reta)
Mordedura individual Comprimento acumulado de
mordeduras em qualquer 300
Profundidade d Comprimento permitido
mm de comprimento de solda
Mordedura d > 1,0 mm Não permitido Nenhum
1,0 mm ≥ d ≥ 0,5 mm 50 mm
< 4t, máx 100 mm
0,5 mm ≥ d ≥ 0,2 mm 100 mm
d < 0,2 mm Ilimitado Ilimitado
Mordeduras
5011
1.7 contínuas e
5012
intermitentes
Convexidade
h < 1 mm + h < 1 mm + h < 1 mm +
1.10 503 excessiva > 0,5
0,25b, máx 5 0,15b, máx 4 0,1b, máx 3
Solda de filete
Penetração
1.11 504
excessiva
- solda de chanfro
α1 > α
α2 > α
1.13 506 Sobreposição 0,5 h < 0,2 b Não permitida Não permitida
1.15 510 Perfuração - > 0,5 Não permitida Não permitida Não permitida
Solda de
h < 2 mm + h < 2 mm + h < 1,5 mm +
1.16 512 filete > 0,5 0,2 a 0,15 a 0,15 a
assimétrica
Concavidade
1.17 515
na raiz Pequenas Pequenas Pequenas
imperfeições imperfeições imperfeições
>3 h < 0,2 t, máx h < 0,1 t, máx h < 0,05 t, máx
2 1 0,5
Espessura de
h < 1 mm + h < 1 mm +
1.21 5214 garganta > 0,5 Ilimitada
0,2 a, máx 4 0,15 a, máx 3
excessiva
Permitido, se
as
Abertura de propriedades
1.22 601 - > 0,5 do metal
Não permitida Não permitida
arco
original não
são afectados.
A aceitação depende da aplicação, por exemplo,
1.23 602 Respingo - > 0,5 material, proteção contra a corrosão
Sem metal de
3
adição
Bordas 111
1.1 <2 − − − −
elevadas 141
512
3
1.2.1 <4 ≅t 111 −
141
Chanfro 6≤b≤8
3<t − − − 13
reto
aplicáv
el com
≅t 141c
Onde
<8
back
1.2.2
≤1
d
< 15 52
0
Chanfro
1.2.3 reto com
back
< 100 − − − − 51 −
Chanfro
1.2.4 reto com
back
40° ≤ α ≤ 60°
3
3 < t < 10
111
Chanfro
1.3 ≤2 −
em “V”
6° ≤ α ≤ 8°
8 < t <12
d
− 52
5° ≤ β ≤ 20°
Com back
5 ≤ b ≤ 15
Chanfro
111
1.4 > 16 em “V” − −
13
com back
5 < t < 40
1≤b≤4
2≤c≤4
α ≅ 60°
Chanfro 111
1.5 em “V” − 13 −
com raiz 141
Dimensões
Espessura Processo
Símbolo Altura da Profundidade
Tipo de Ânguloa Gapb raiz de preparação recomendado
Nº Ref preparação (Acordo ISO Seção transversal (Acordo com
Ilustração Obs
t mm 2553) c ISO 4063)
α, β b mm h mm
mm
60° ≤ α ≤ 90
Chanfro
8° ≤ β ≤ 12
6≤R≤9
1≤b≤3
em “U” 111
1.6 > 12 raiz − ≅4 13
preparada 141
em “V”
60° ≤ α ≤ 90
Chanfro
10° ≤ β ≤ 15
2≤b≤4
em “V” 111
1.7 > 12 raiz >2 − 13 −
preparada 141
em “V”
8° ≤ β ≤ 12°
111
Chanfro
1.8 > 12 ≤4 ≤3 − 31 −
em “U”
141
1.9.1
35° ≤ β ≤ 60°
3 < t <10
2≤b≤4
1≤c≤2
111
Chanfro
− 31 −
em ½ “V”
141
1.9.2
8 ≤ b ≤ 12
111
15° ≤ β ≤ 60°
Com back
Chanfro
1.10 > 16 em ½ “V” − −
com back
13
≅ 12
141
10° ≤ β ≤ 20°
2≤b≤4
1≤c≤2
111
Chanfro
1.11 > 16 − 13 −
em ½ “J”
141
Dimensões
Espessura Processo
Símbolo Altura da Profundidade
Tipo de Ânguloa Gapb raiz de preparação recomendado
Nº Ref preparação (Acordo ISO Seção transversal (Acordo com
Ilustração Obs
t mm 2553) c ISO 4063)
α, β b mm h mm
mm
≤ 15 52
Sem
1.12 -e − − − − −
chanfro
≤ 100 51
≤ 15 52
Sem
1.13 -e − − − − −
chanfro
≤ 100 51
a Ângulos também são maiores e/ou assimétricos para a soldagem na posição PC de acordo com a ISO 6947 (posição horizontal).
b Dimensões fornecidos aplicam-se à condição pregado.
c A indicação do processo de soldagem, não significa que ela é aplicável para toda a faixa de espessuras de peças.
d Com enchimento de metal.
e Símbolo e número ainda não padronizado em ISO 2553: 1992.
Passe de selagem é
≅ 60° ≤2
3 < t < 40
indicado
111
Chanfro
2.2 ≤ 3° − 141
em “V”
40° ≤ α ≤
13
60°
2≤c≤4
Chanfro
2.3 > 10 em “V” −
com raiz
40° ≤ α ≤ 60°
13
111
≅ 60°
141
2
1≤b≤4
2≤c≤6
Chanfro
2.4 > 10 duplo “V” −
40° ≤ α ≤
com raiz
60°
13
Dimensões
Espessura Processo
Símbolo Ânguloa
b Altura da Profundidade
Tipo de Gap raiz de preparação recomendado
Nº Ref preparação (Acordo ISO Seção transversal (Acordo com Ilustração Obs
t mm 2553) c ISO 4063)
α, β b mm h mm
mm
111
≅ 60°
141
Chanfro
≅ t/2 −
40° ≤ α ≤
2.5.1
duplo “V”
60°
13
1≤b≤3
> 10 ≤6
111
≅ 60°
141
Chanfro
≅ t/3 −
40° ≤ α ≤
2.5.2 duplo “V”
assimétrico
60°
13
Passe de selagem é
1≤b≤3
111
8° ≤ β ≤ 12
13
indicado
Chanfro
2.6 > 12 ≅5 −
em “U”
≤3 141c
111
Chanfro
2.7 > 30 ≤3 ≅3 ≅ 13
duplo “U” 2 141c
35° ≤ β ≤ 60°
selagem é
3 < t < 40
Passe de
1≤b≤3
Chanfro ½
111 indicado
2.8 ≤2 − 13
“V”
141c
Este tipo de preparação também pode ser
produzida de forma assimétrica de uma
maneira semelhante à preparação
2.9.1
assimétrica do duplo V
35° ≤ β ≤ 60°
≅ t/2
1≤b≤4
Chanfro 111
> 10 em duplo ≤2 ου 31
“K” ≅ t/3 141
2.9.2
Dimensões
Espessura Processo
Símbolo Altura da Profundidade
Tipo de Ânguloa Gapb raiz de preparação recomendado
Nº Ref preparação (Acordo ISO Seção transversal (Acordo com
Ilustração Obs
t mm 2553) c ISO 4063)
α, β b mm h mm
mm
1≤b≤3
111
Chanfro
2.10 > 16 ≥2 − 13
em “J”
141c
assimétrica do duplo V
10° ≤ β ≤ 20° 2
Chanfro 111
2.11 > 30 em duplo ≤3 13
“J” 141c
<2 ≅ t/2
≤ 25 52
Sem
2.12 -d − − − − −
chanfro
≤ 170 51
a Ângulos também são maiores e/ou assimétricos para a soldagem na posição PC de acordo com a ISO 6947 (posição horizontal).
b Dimensões fornecidos aplicam-se à condição pregado.
c A indicação do processo de soldagem, não significa que ela é aplicável para toda a faixa de espessuras de peças.
d Símbolo e número ainda não padronizado em ISO 2553: 1992.
3
t1 > 2 Chanfro 111
3.1.1 70° ≤ α ≤ 100 ≤2
t2 > 2 reto 13
141
3
t1 > 2 Chanfro 111
3.1.2 ≤2
t2 > 2 reto 13
141
3
t1 > 2 Chanfro 111
3.1.3 60° ≤ α ≤ 120 ≤2
t2 > 2 reto 13
141
a A indicação do processo de soldagem não significa que ela é aplicável para toda a gama de espessura da peça
b símbolo é aplicável apenas para α = 90 °
3
t1 > 3 Chanfro 111
4.1.1 70° ≤ α ≤ 100 ≤2
t2 > 3 reto 13
141
3
t1 > 2 Chanfro 111
4.1.2 60° ≤ α ≤ 120 −
t2 > 5 reto 13
141
2 ≤ t1 ≤ 4
≤2
2 ≤ t2 ≤ 4
3
Chanfro 111
4.1.3 −
reto 13
141
t1 > 4
−
t2 > 4
a A indicação do processo de soldagem não significa que ela é aplicável para toda a gama de espessura da peça
b símbolo é aplicável apenas para α = 90 °