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Este documento descreve as características e classificações de vias, incluindo: 1) Rodovias podem ser classificadas como federais, estaduais ou municipais dependendo do órgão responsável; 2) As características geométricas de rodovias incluem planta baixa, perfil longitudinal e seção transversal; 3) A classificação leva em conta a jurisdição, posição geográfica e função da via.
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Este documento descreve as características e classificações de vias, incluindo: 1) Rodovias podem ser classificadas como federais, estaduais ou municipais dependendo do órgão responsável; 2) As características geométricas de rodovias incluem planta baixa, perfil longitudinal e seção transversal; 3) A classificação leva em conta a jurisdição, posição geográfica e função da via.
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1.

Características das vias


VIA
• Lei N° 9.305/1997 CTB: “As vias rurais podem ser estradas ou rodovias, diferenciando-se pelo
fato da rodovia ser pavimentada e a estrada não”;
• As vias podem ser classificadas em federais, estaduais e municipais de acordo com o órgão que a
administra, sendo respectivamente:
• Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT;
• Departamentos de Estradas e Rodagens – DER’s;
• Departamentos Municipais.

2
1. Características das vias
Características geométricas das rodovias

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1. Características das vias
Características geométricas das rodovias
• Representações das rodovias – Planta baixa, perfil longitudinal e seção transversal.

4
1. Características das vias
Características geométricas das rodovias
• Representações das rodovias – Planta baixa, perfil longitudinal e seção transversal.

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1. Características das vias
Características geométricas das rodovias
• Representações das rodovias – Planta baixa, perfil longitudinal e seção transversal.

6
1. Características das vias
Classificação quanto a jurisdição
• RODOVIAS FEDERAIS - são em geral vias arteriais e interessam diretamente à Nação, quase sempre
percorrendo mais de um Estado. Mantidas pelo Governo Federal;

• RODOVIAS ESTADUAIS - ligam entre si cidades e a capital de um Estado. Atende às necessidades


de um Estado, ficando contida em seu território. Têm usualmente a função de arterial ou coletora;

• RODOVIAS MUNICIPAIS - são construídas e mantidas pelos governos municipais. São de interesse
de um município ou dos municípios vizinhos;

• RODOVIAS VICINAIS - são em geral estradas municipais, pavimentadas ou não, de uma só pista,
locais e de padrão técnico modesto. Promovem a integração demográfica e a territorial da região na
qual se situam e possibilitam a elevação do nível de renda do setor primário (Escoamento das safras).
7
1. Características das vias
Classificação das rodovias
• Quanto à posição geográfica: Definido pelo Plano Nacional de Viação (PNV).

8
1. Características das vias
Classificação das rodovias

Rodovias radiais

• Rodovias que partem da capital federal em


direção aos extremos do país;

• BR – 0XX
• 1° Algarismo – 0;
• 2° Algarismo – 5 a 95, segundo a razão
numérica 5 e sentido horário.

9
1. Características das vias
Classificação das rodovias

Rodovias Longitudinais

• Rodovias que cortam o país na direção Norte-Sul;


• BR – 1XX
• 1° Algarismo – 1;
• 2° Algarismo – A numeração varia de 00, no
extremo leste do País, a 50, na Capital, e de
50 a 99, no extremo oeste. O número de uma
rodovia longitudinal é obtido por interpolação
entre 00 e 50, se a rodovia estiver a leste de
Brasília, e entre 50 e 99, se estiver a oeste,
em função da distância da rodovia ao
meridiano da Capital Federal.

10
1. Características das vias
Classificação das rodovias

Rodovias Transversais

• Rodovias que cortam o país na direção Leste-


Oeste;
• BR – 2XX
• 1° Algarismo – 2;
• 2° Algarismo – A numeração varia de 00, no
extremo norte do país, a 50, na Capital
Federal, e de 50 a 99 no extremo sul. O
número de uma rodovia transversal é obtido
por interpolação, entre 00 e 50, se a rodovia
estiver ao norte da Capital, e entre 50 e 99, se
estiver ao sul, em função da distância da
rodovia ao paralelo de Brasília.

11
1. Características das vias
Classificação das rodovias

Rodovias Diagonais

• Estas rodovias podem apresentar dois modos de


orientação: Noroeste-Sudeste ou Nordeste-Sudoeste.
• BR – 3XX
• 1° Algarismo – 3;
• 2° Algarismo – A numeração dessas rodovias
obedece ao critério especificado abaixo:
Diagonais orientadas na direção geral NO-SE: A
numeração varia, de 00, no extremo Nordeste do
país, a 50, em Brasília, e de 50 a 98, no extremo
Sudoeste. Diagonais orientadas na direção geral
NE-SO: A numeração varia, de 01, no extremo
Noroeste do país, a 51, em Brasília, e de 51 a 99, no
extremo Sudeste.

12
1. Características das vias
Classificação das rodovias

Pontos específicos
• Rodovias de ligação: Apresentam-se em qualquer direção, ligando rodovias federais a cidades ou
pontos importantes;
• BR-4XX (varia entre 00 e 50, se a rodovia estiver ao norte do paralelo da Capital Federal, e entre 50 e 99, se
estiver ao sul desta referência)

• Quilometragem das rodovias: Não é cumulativa de uma unidade de federação para outra. Toda
rodovia que se inicia dentro de um novo estado, sua quilometragem zera.
• Rododovias Radiais – o sentido de quilometragem vai do Anel Rodoviário de Brasília em direção aos
extremos do país;
• Rodovias Longitudinais – o sentido de quilometragem vai do norte para o sul.
• Rodovias Tranversais – o sentido de quilometragem vai do leste para o oeste.
• Rodovias Diagonais – a quilometragem se inicia no ponto mais ao norte da rodovia indo em direção ao ponto
mais ao sul;
• Rodovias de Ligação – a contagem da quilometragem segue do ponto mais ao norte da rodovia para o ponto
mais ao sul. No caso de ligação entre duas rodovias federais, a quilometragem começa na rodovia de maior
importância.

13
1. Características das vias
Classificação funcional
• Para fins de execução de projetos, há uma conveniência de se
dispor de uma classificação diretamente relacionada com o nível
de qualidade dos serviços que a rodovia se propõe a prestar;
• Essa classificação se relaciona diretamente com as
características geométricas necessárias para atender seus
objetivos, além das restrições de custos condicionadas pelo
relevo do solo;
• Cada um dos estágios de movimentos é atendido por uma via com
características específicas para sua função;
• Principal objetivo: atender a demanda específica de cada uma
das vias existentes em uma região.

14
1. Características das vias
Classificação funcional
• Sob o ponto de vista funcional, considerando as características sócio-econômicas, demográficas,
territoriais, político administrativas, o DNIT classificou as rodovias em 3 grandes sistemas funcionais,
que possuem 2 funções principais:

• Mobilidade: Atender à demanda do tráfego de passagem pela região atravessada. É proporcionar


fluidez no deslocamento de uma atividade à outra;

• Acessibilidade: Atender à demanda do tráfego local e de propriedades ou instalações lindeiras.


Acesso a uma atividade ou uso do solo (trabalho, compras, escola, residências).

• A maior parte das vias urbanas e rurais é usada simultaneamente para as duas finalidades.

15
1. Características das vias
Classificação funcional
• Sistema arterial: Proporcionam um alto nível de
mobilidade para atender grandes volumes de tráfego.
Sua principal função é atender ao tráfego de longa
distância, seja interestadual ou internacional;

• Sistema coletor: Atendem núcleos populacionais ou


centros geradores de tráfego de menor vulto, não
servidos pelo sistema arterial. A função deste sistema é
proporcionar mobilidade e acesso dentro de uma área
específica;

• Sistema local: Constituídas geralmente por rodovias de


pequena extensão, destinadas basicamente a
proporcionar acesso ao tráfego intramunicipal de áreas
rurais e de pequenas localidades às rodovias mais
importantes.

16
1. Características das vias
Classificação funcional

17
1. Características das vias
Classificação quanto às condições técnicas
• De acordo com as diversas características técnicas aqui apresentadas, cada rodovia teria um padrão
diferente de projeto, de acordo com as peculiaridades de cada situação;

• Com isso, surgiu a necessidade de padronizar as características técnicas das rodovias, agrupando-as
em CLASSES DE PROJETO;

• Principal parâmetro considerado: VMD (Volume médio diário) – Quantidade de veículos/dia que
passam pela rodovia;
• Adota-se o volume de tráfego do 10° ano após sua abertura ao tráfego (geralmente 15 anos da
data atual);

• VELOCIDADE DIRETRIZ – é definida como a maior velocidade com que um trecho viário pode ser
percorrido com segurança, mesmo com o pavimento molhado, quando o veículo estiver submetido
apenas as limitações impostas pelas características geométricas.

18
1. Características das vias
Classificação quanto às condições técnicas

Classe Características Critério de classificação técnica


0 Via expressa Decisão administrativa
Quando o VMD previsto propicia nível de serviço
A Pista Dupla
I muito baixo para pista simples
B Pista Simples VMD > 1400 V.C/dia
II Pista Simples VMD – 700 a 1400 V.C/dia
III Pista Simples VMD – 300 a 700 V.C/dia
A Pista Simples VMD – 50 a 300 V.C/dia
IV
B Pista Simples VMD < 50 V.C/dia

19
1. Características das vias
Classificação quanto às condições técnicas
• A topografia da região influi sensivelmente no custo da construção das rodovias;
• Tem-se 3 tipos de regiões, que são diferenciadas pelas diferenças de cotas por km
percorrido:
Região Diferença de cota
Plana Até 10 m/km
Ondulada 10 a 40 m/km
Montanhosa > 40 m/km

• Quanto mais suave for a topografia da região, menor o custo da construção da


estrada.

20
1. Características das vias
Classificação quanto às condições técnicas

Classe de Velocidade diretriz


projeto Plana Ondulada Montanhosa
0 120 100 80
I 100 80 60
II 100 70 50
III 80 60 40
IV 80-60 60-40 40-30

21
1. Características das vias
Relação entre classe funcional e classe de projeto

Sistema Características Critério de classificação técnica


Principal Classes 0 e I
Arterial Primário Classe I
Secundário Classes I e II
Primário Classes II e III
Coletor
Secundário Classes III e IV
Local Local Classes III e IV

22
2. Características dos usuários
• São considerados como usuários:
• Pedestres e motoristas
PEDESTRES
• Objeto de grande preocupação por
parte dos técnicos e engenheiros de
tráfego:
• Elementos mais frágeis que se
deslocam na via pública;
• Padrões de deslocamento
caracterizados pela irregularidade
no trajeto e mudanças bruscas de
direção e velocidade.

23
2. Características dos usuários
PEDESTRES
• Preferem caminhar no mesmo nível, evitando passagens subterrâneas e passarelas, por mais bem
projetadas e seguras que sejam.

24
2. Características dos usuários
PEDESTRES
• São menos previsíveis que os motoristas. Não costumam obedecer as leis de trânsito e é muito comum
que não sejam forçados a isso.

25
2. Características dos usuários
PEDESTRES
• Velocidade de locomoção: de 0,8 a 1,8 m/s (idosos na
faixa inferior);

• Em calçadas o fluxo de pedestres tem velocidade de


1,5 m/s;

• De acordo com as características físicas da via, a


velocidade também varia;

• É necessário levar em consideração iniciativas como:


• Calçadas corretamente dimensionadas;
• Sinalização apropriada e eficiente;
• Restrições físicas à travessia de pedestres em
áreas perigosas;
• Travessias subterrâneas ou aérea, quando
necessário.

26
2. Características dos usuários
MOTORISTAS
• Diferentes pessoas apresentam diferentes graus
de habilidade para ver, ouvir, avaliar e reagir a
informações;
• O processo humano de ação em uma rodovia
resulta da avaliação e reação às informações
recebidas através da audição e visão. Estas
informação são processadas de acordo com cada
motorista.
• Reação a estímulos externos:
• Percepção – O motorista vê um sinal, objeto,
pessoa. A sensação é recebida pelos sentidos,
transmitida ao cérebro e reconhecida;
• Identificação/compreensão – Tempo até
compreender a informação;
• Decisão/emoção – O motorista decide que
ação tomar;
• Reação – O motorista executa a ação.

27
2. Características dos usuários
MOTORISTAS

• TPR – varia em função das condições da rodovia, tipo de estímulo, pessoa envolvida;
• Limitações físicas (idade, habilidade);
• Limitações mentais (habilidade, conhecimento);
• Limitações emocionais (nervosismo, impaciência).

• Utilizado para determinar: Distâncias mínimas de parada, visibilidade e ultrapassagem, tempos de


sinalização de trânsito, velocidade de segurança.

• Para fins de projeto – TPR recomendado é de 2,5 s. Situações críticas (interseções, rodovias de alta
velocidade) podem exigir valores de TPR superiores.

28
2. Características dos usuários
Distância de visibilidade de parada
• Distância mínima que um motorista médio, dirigindo com a velocidade V um carro médio em
condições razoáveis de manutenção, trafegando em uma rodovia pavimentada adequadamente
conservada, em condições chuvosas, necessita para parar com segurança após avistar um
obstáculo na rodovia.
• Finalidade:
• Fornecer dados para o cálculo do comprimento da curva de concordância vertical;
• Fornecer elementos para marcação de banquetas de visibilidade dos cortes em curva;
• Fornecer elementos para sinalização das rodovias.

29
2. Características dos usuários
Distância de visibilidade de parada
• Cálculo D1 (1)
D1 = V x T D1 – Distância de percepção e reação (m)
v – Velocidade do veículo (m/s)
t – tempo de percepção e reação (s)
D1 = V x 2,5 (1)
(2)
D1 = V x 0,7 (2)
D1 – Distância de percepção e reação (m)
v – Velocidade do veículo (Km/h)

• Cálculo D2 – Energia cinética do veículo deve ser anulada pela força de atrito

ΔEC = τfA D2 – Distância de frenagem (m)


V –Velocidade (Km/h)
𝑉2 F – Coeficiente de atrito longitudinal
𝐷2 =
255 𝑥 𝑓 pneu/pavimento.

30
2. Características dos usuários
Distância de visibilidade de parada
• Quando o trecho da estrada está em rampa ascendente, a distância de frenagem será menor que a
determinada pela equação anterior e maior no caso de descida.
D2 – Distância de frenagem (m)
𝑉2 V – Velocidade (Km/h)
𝐷2 =
255 𝑥 (𝑓 + 𝑖) F – Coeficiente de atrito longitudinal
pneu/pavimento.
I – greide, em m/m (+, se ascendente;
- se descendente)
• Distância de visibilidade de parada
𝑉2
𝐷𝑝 = 0,7 𝑥 𝑉 +
255 𝑥 (𝑓 + 𝑖)

Dp – Distância de visibilidade de parada (m)


V – Velocidade (Km/h)
f – Coeficiente de atrito longitudinal pneu/pavimento.
i – greide, em m/m (+, se ascendente; - se descendente)

31
2. Características dos usuários
Coeficiente de atrito longitudinal pneu/pavimento
• Considera-se a velocidade diretriz da rodovia:

V diretriz (km/h) 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120


F = fL 0,40 0,37 0,35 0,33 0,31 0,30 0,29 0,28 0,28 0,27

• Em condições chuvosas, pode-se adotar um valor médio inferior.

V diretriz (km/h) 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120


V média (km/h) 30 38 46 54 62 71 79 86 92 98
F = fL 0,40 0,38 0,36 0,34 0,32 0,31 0,30 0,30 0,30 0,30

32
2. Características dos usuários

33
2. Características dos usuários
Distância dupla de visibilidade de parada
• Distância mínima que dois veículos podem parar quando vão de encontro um ao outro na mesma faixa
de tráfego;
• Utilizado no projeto de curvas verticais convexas de concordância, através da expressão:

𝑉2
𝐷𝑝 = 2 𝑥 (0,7 𝑥 𝑉 + )
255 𝑥 (𝑓+𝑖)

34
2. Características dos usuários
Distância de visibilidade para tomada de decisão
• As distâncias de visibilidade de parada são normalmente suficientes para permitir que motoristas
executem paradas de emergência em condições ordinárias;
• Porém, quando há dificuldades de percepção ou manobras súbitas e pouco comuns são
necessárias, essas distâncias podem se revelar insuficientes;
• Nessas circunstâncias, a Distância de visibilidade para tomada de decisão fornece o comprimento
adequado às necessidades dos motoristas;
• Distância de visibilidade para tomada de decisão:
• Distância necessárias para que um motorista tome consciência de uma situação potencialmente
perigosa, inesperada ou difícil de perceber, avalie o problema encontrado, selecione o caminho a
seguir e a velocidade a empregar e execute a manobra necessária com eficiência e segurança.

35
2. Características dos usuários
Distância de visibilidade de ultrapassagem
• Distância que deve ser proporcionada ao veículo, numa pista simples e de mão dupla para que,
quando estiver trafegando atrás de um veículo mais lento, possa efetuar a manobra de ultrapassagem
em condições aceitáveis de segurança e conforto.

36
2. Características dos usuários
Distância de visibilidade de ultrapassagem
• Onde:
• D1 – distância percorrida durante o tempo de percepção, reação e aceleração inicial.
• D2 – distância percorrida pelo veículo 1 enquanto ocupa a faixa oposta.
• D3 – distância de segurança entre o veículo 1 e 3,no final da manobra.
• D4 – distância percorrida pelo veículo 3, que trafega no sentido oposto.
• Du – distância de visibilidade de ultrapassagem

𝐷𝑢=𝑑1+𝑑2+𝑑3+𝑑4

37
2. Características dos usuários
Distância de visibilidade de ultrapassagem
• Expressões para cálculo de DU:
𝑎 𝑥 𝑡1
• 𝑑1 = 0,278 𝑥 𝑡1 (𝑉1 − 𝑚 + )
2

• 𝑑2 = 0,278 𝑥 𝑉1 𝑥 𝑡2
• 𝑑3 = 𝑇𝑎𝑏𝑒𝑙𝑎𝑑𝑜 30 𝑎 90 𝑚
2 𝑥 𝑑2
• 𝑑4 =
3

• V1 – Velocidade média de ultrapassagem


• T1 – Tempo de manobra inicial;
• T2 – Tempo de ocupação da faixa oposta;
• a – Aceleração média (km/h/s)
• m – Diferença entre a velocidade média de
ultrapassagem e a velocidade do veículo que
é ultrapassado. Adotado 15 km/h.

38
2. Características dos usuários
Distância de visibilidade de ultrapassagem

• A frequência e a extensão destes trechos é restringida pelos custos de construção;

• É recomendado que devam existir trechos com visibilidade de ultrapassagem a cada 1,5 a 3,0 km e tão
extenso quanto possível;

• Distâncias superiores aumentam as oportunidades de ultrapassagem, assim como o número de


veículos que a realizam de cada vez;

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