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Alga

O documento apresenta um índice de tópicos de álgebra linear. A lista inclui matrizes, determinantes, sistemas de equações lineares, operações elementares e características de matrizes. Há também exercícios propostos sobre esses tópicos no final do documento.

Enviado por

Nivaldo langa
Direitos autorais
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-I-

<1:
U
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'(jj
(J) :>
CCI

CCI
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CCI
COLEC<;AO MATEMATICA MANUEL ALBERTO M. FERREIRA

1 - INTEGRAlS MUL TIPLOS E EQUAQOES DIFERENCIAIS


2 - CALCULO DIFERENCIAL EM IA"
3 - PRIMITIVAS E INTEGRAlS
4 - FORMULARIO DE MATEMATICA
5 - ALGEBRA LINEAR Vol. 1 - Matrizes e determinantes

6 - ALGEBRA LINEAR Vol. 2 - Espayos vectoriais e geometria analftica


7 - PROGRAMAQAo MATEMATICA
8 - CALCULO INTEGRAL EM IR- PRIMITIVAS

,
9 - PRIMITIVAS E INTEGRAlS - Exercfcios
10 - SUCESSOES E SERIES

11 - ALGEBRA LINEAR - Exercfcios Vol. 1 - Matrizes e determinantes


12 - CALCULO DIFERENCIAL EM fR
ALGEBRA LINEAR
13 - CALCULO DIFERENCIAL EM fA" - Exercfcios

14 - ALGEBRA LINEAR - Exercfcios Vol. 2 - Espayos vectoriais e geometria analftica


Volume I
15 - SUCESSOES E SERIES - Exercfcios
16 - EQUAQOES DIFERENCIAIS E SERIES MATRIZES E DETERMINANTES
17 -INTEGRAlS MULTIPLOS E EQUAQOES DIFERENCIAIS - Exercfcios
18 - INTEGRAlS DUPLOS, TRIPLOS, DE L1NHA E DE SUPERFiclE
19 - FUNDAMENTOS DE ANALISE NUMERICA

o
~-,
:1
17
30
22
20
18 ; -,

l
E expressamente proibido reproduzir, no todo ou em parte, sob qualquer
meio ou forma, NOMEADAMENTE FOTOCOPIA, esta obra. As transgress6es
11
serao passfveis das penalizal(oes previstas na legislal(ao em vigor.

9 . I

fNDICE

1. MATRIZES

1.1. Defini90es e generalidades


1.2. Algebra das matrizes
1 .2.1. Adi9ao de matrizes
1.2.2. Multiplica9ao de uma matriz por um numero real
1.2.3. Multiplica9ao de matrizes
1.2.4. Multiplica9ao por blocos
1.3. Transposi9ao de matrizes. Matrizes simetricas

1.4. Dependencia e independencia lineares de filas paralelas


de uma matriz. Opera90es elementares.
Editor: Manuel Robalo
Caracterfstica de uma matriz 32

1.4.1. Dependencia e independencia Iineares de filas 49


102
77
37
99
105
97
FICHA TECNICA:
paralelas de uma matriz 32
103
j
Titulo: Algebra Linear Vol. 1 - Matrizes e Determinantes 1.4.2. Opera90es elementares. Caracterfstica de uma matriz
Autor: Manuel Alberto Martins Ferreira 1.5. Aplica9ao aos sistemas de equa90es lineares j I
© Edil(6es Sflabo, Lda. 1.6. Inversao de matrizes
6~ Edil(ao - 2~ Tiragem
Lisboa, Novembro de 2002
2. DETERMINANTES
Impressao e acabamentos: Gratica Rolo e Filhos, Lda.
Deposito Legal: 143271/99 2.1. Generalidades
ISBN: 972-618-210-7
2.1.1. Permuta90es de subconjuntos finitos de IN
2.1.2. Termo de uma matriz quadrada
EOf(;OES SfLABO, LOA.
R. Cidade de Manchester, 2 2.1.3. Determinante de uma matriz quadrada.
1170-100 Lisboa Defini9ao
Tell.: 218130345
Fax: 218166719 2.1.4. Propriedades dos determinantes
e-mail: [email protected]
www.silabo.pt
2.2. Teorema de Laplace. Aplicac;:6es 132
2.2.1. Menores complementares. Complementos algebricos 132
2.2.2. Teorema de Laplace 133
2.2.3. Aplicac;:ao do teorema de Laplace
ao calculo de determinantes 138
2.2.4. Inversao de matrizes 140

2.2.5. Determinac;:ao da caracterfstica de uma matriz


usando a teoria dos determinantes 143
2.3. Aplicac;:ao dos determinantes aos sistemas
de equac;:6es lineares.
Regra de Cramer. Teorema de Rouche 168

3. EXERCfclOS PROPOSTOS 191


1
3.1. Matrizes 193
3.2. Determinantes 207 MATRIZES
Soluc;:6es
3.1. Matrizes 219
3.2. Determinantes 231
l
\

1.1. Defini~6ese generalidades


MATRIZES

l
l Designa-se por matriz de numeros reais um quadro do tipo:

,
F
a11 a12 a1 n-1 a1n

I,
L
a21 a22 a2 n-1 a2n

am1 am2 amn-1 amn

ern que aij (i = 1, 2, ..., m; j = 1, 2, .." n) sac numeros reais.

Podemos distinguir, nesse quadro:


- filas horizontais, designadas por linhas;
- filas verticais, chamadas colunas.
I [

Os indices, que afectam os elementos do quadro indicado acima, dao a


posiyao deles na matriz:
- 0 primeiro indice (genericamente representado por i) indica a linha;
- 0 segundo (usual mente design ado por j) a coluna a que cada um dos
elementos da rnatriz pertence.

E importante, como e evidente, conhecer 0 numero de linhas e colunas duma


matriz. Assirn, diz-se que uma matriz e do tipo m x n (I€l-se m por n) se tern
m linhas e n colunas.

Se m ::f. n trata-se duma matriz rectangular, se m = n trata-se duma matriz


quadrada. Neste ultimo caso, em vez de se dizer que a matriz e do tipo
n x n, diz-se que e uma matriz quadrada de ordem n.

E costume designar uma matriz por uma letra maiuscula, e os elementos


pela correspondente letra minuscula afectada dos fndices convenientes.

Por
a2
amn-1
.. ,n-1a1n
...
a1
am2
a12
exemplo:
a11J
a2nJ
amn a22
r
11
am1
A = I a21
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MAffi/ZES

que tambem se representa por A = [ag] (i = 1•...• m; j = 1•...• n). Assim - Uma matriz. de qualquer tipo. cujos elementos sejam todos nulos diz-se
[ag] representa a matriz de elemento gene rico aij com i (Indice de Iinha) matriz-nu/a. Indica-se, geralmente. na forma Om x n. para evidenciar 0 tipo
variando de 1 a m e j (Indice de coluna) variando de 1 a n. Seja. por exemplo. de matriz-nula em causa.
a matriz - Duas matrizes sac iguais se sac do mesmo tipo e tem os elementos
2 0 hom610gos iguais (entendem-se por elementos hom610gos os que estao
1 -2 situ ados nas mesmas linha e coluna das duas matrizes).

a = r -1
1
~ 1 -1
2
n Repare-se que numa matriz quadrada se pode falar de duas diagonais.
Esquematicamente:
Trata-se duma matriz do tipo 4 x 4 (ou seja: quadrada de ordem 4 ou.
Diagonalsecundaria
ainda. quadrada de quarta ordem) em que.
Diagonal principal

all = 1. a12 = 2. a32 = 1. a24 = 4, a44 = O. etc.

Uma matriz que tenha apenas uma linha diz-se matriz-Iinha (e do tipo
x n) e e da forma:

A = [all a12 a13 ... aln-l aln]' Estao na diagonal principal todos os elementos tais que

i = j (all. a22. a33 ...).


Analogamente, uma matriz com uma coluna apenas e uma matriz-co/una
(tipo m x 1). Sera da forma Chamam-se os elementos principais da matriz.

b11 Chama-se matriz triangular superior uma matriz quadrada em que sao nulos
todos os elementos situados abaixo da diagonal principal.
~1
...
0a23
a13
a12
Sera a33
uma
a22
-1
0 n-l
a2n-l
ana3n-l
aln-l
... annan-ln da forma
a2n
aln
a3n
matriz
all
B = . b:31
r
00

bm-11 0
bml

Muitas vezes. por comodidade. escreve-se a matriz-coluna na forma


B = lbll ~1 b:31 ... bm-11 bm1/.

Este modo de escrever nao e amblguo porque. alem de se usarem chavetas


em vez de parentesis rectos, basta reparar que ao longo de uma linha nunca
Repare-se que. nesta definiyao. nada se diz acerca dos outros elementos
varia 0 primeiro Indice. enquanto que. ao longo de uma coluna. nunca varia 0
da matriz que podem ser quaisquer (nulos ou nao).
segundo.

12 13

~
ALGEBRA LINEAR - VOL 1
MATRIZES

Analogamente, chama-se matriz triangular inferior uma matriz quadrada em EXERCiclOS RESOLVIDOS .-'
que sao nulos todos os elementos situados acima da diagonal principal (sendo
os outros elementos quaisquer). o
an-1
an 0...0n-10 0
......an-1
0an3
a33
an2
22ann da forma
32
an-13
1. Dada a matriz A =
-1
0 1
-32
2
-I
Sera uma n-12
matriz
[-1 1
i]
a11 a) Indique 0 tipo desta matriz.
b) Indique na matriz os seguintes elementos: all, 8;!1 , a23, a24, a34. -1

RESOL!J9AO
1
Uma matriz quadrada significativa em que sao nulos todos os elementos
nao principais (nao situados sobre a diagonal principal), chama-se matriz dia-
a) A matriz A tem 3 Iinhas e 4 colunas, logo e uma matriz do tipo 3 x 4.

b) all = -1 (pois esta na 1! linha e na 1!coluna).


a23 = 2 (pois esta na 28 Iinha e na

a21
3B coluna).
= 0 (pois esta na 2· Iinha e na 1! coluna).
l
gonal.
a24 = 5 (pois esta na 2! Iinha e na 4. coluna).
Uma matriz diagonal tera, portanto, a forma:
a34 = 0 (pois esta na 3· Iinha e na 4. coluna).
0 n-l 0
0...
an-l
...
a11 a22
a330 ann
0
0 2. Diga que designa~o especial tem cada uma das seguintes matrizes:
0

Tambem se pode dizer que uma matriz diagonal e simultaneamente


- triangular superior,
- triangular inferior.

Finalmente, uma matriz diagonal em que todos os elementos principais sao


iguais e uma matriz escalar. Se, alem disso. torem iguais a 1 a matriz chama-se
matriz identidade.

Uma matriz identidade costuma designar-se pelo sfmbolo In em que n indica


a ordem da matriz identidade em causa.

14
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

RESOLU9AO 1.2. Algebra das matrizes


A = matriz quadrada de ordem 3 ou do tipo 3 x 3.
a= matriz coluna. Vamos, nesta sec<;:ao, tratar as opera<;:6es seguintes: adi<;:aode matrizes,
C = matriz linha. multiplica<;:ao de uma matriz por urn numero real e multiplicar;:ao de matrizes.
o = matriz triangular superior.
E = matriz triangular inferior.
F = matriz diagonal. 1.2.1. Adi~ao de matrizes
G = matriz diagonal.
H = matriz escalar. A adir;:ao (ou soma) de duas matrizes A e B de elementos genericos ajj e

1 = matriz identidade de ordem 4 = 14. bij , respectivamente, e uma nova matriz C de elemento gene rico

J = matriz diagonal. cij = aij + bjj•

Pode dizer-se, em face do modo como esta definida a adir;:ao de rnatrizes,


3. Determine os valores de a, b, C nas matrizes
que se somam matrizes somando os respectivos elementos linha por linha,
-1 coluna por coluna (ou seja: somando os elementos hom610gos das duas ma-
2 a= 0 b 0
A = [~
c
~] [a
o 0
0 0]
c trizes).

Por outro lado, s6 se podem somar matrizes do mesmo tipo (se as matrizes
de modo que:
a somar nao fossem do mesmo tipo, encarando 0 assunto dum ponto de vista
a) A seja uma matriz triangular superior. pratico. haveria elementos de uma e de outra para os quais nao existiria
b) a seja uma matriz diagonal. elemento hom610go) e 0 resultado e uma matriz com 0 mesmo tipo que as
c) a seja uma matriz escalar. parcelas.
d) a seja a matriz identidade.
A adir;:ao de duas matrizes A e B pode esquematizar-se do modo seguinte:

RESOLU9AO b1n
amn-l
aan-l
bmn-1
... -1
~n-l
...
...
am2
a12
a22
bm2
b12
~2 amn
aln
a2n
b2n
b1n
bmna2n-1
all 1+
J
a) Para que A seja triangular superior e necessario que s6 tenha zeros abaixo daa211~
~1
A + B +1 = I
aml bml
diagonal. Logo a = b = c = o. b11

b) Para que a seja uma matriz diagonal basta que algum dos elementos a, b, C seja
significativo. Logo a '# 0 v C '# O.

c) Para que a seja uma matriz escalar e preciso que alem de ser diagonal, tenha os
elementos principais todos iguais.
Logo, desde que a = b = c podem ser reais quaisquer diferentes de O.

d) Para que a seja a matriz identidade tem que ser uma matriz diagonal com os
elementos principais todos iguais a 1. Logo a = b = c = 1.

16 17
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
MATRIZES

'-I
811 + b11 812 + b12 81n-1+b1n-1 81n+b1n Assim, para se multiplicar uma matriz por urn numero real, multiplica-se cada
821 + ~1 822 + ~2 82n - 1 + ~n - 1 82n + ~n elemento da matriz por esse numero real, e a matriz obtida e do mesmo tipo
que a inicial. 'l
8m1 + bm1 8m2 + bm2 A multiplicayao de uma matriz por urn numero real goza das propriedades
8mn - 1 + bmn - 1 8mn + bmn que se seguem:

1)A.(A+B)=A.A+A.B.
i
A adiyao de matrizes do mesmo tipo goza das propriedades que se seguem
(decorrentes de id€mticas propriedades da adiyao dos numeros reais): 2) (A. + J..l)A = A.A + J..lA.

3) A.(J..lA) = (A.J..l)A . :-l


1) A + (B + C) = (A + B) + C (associatividade)
4) 1A = A.
2) A + B = B + A (comutatividade)
Todas estas propriedades se provam, facilmente, recorrendo as definiyoes
3) Existe uma matriz (que e, evidentemente, a matriznula do mesmo tipo
de adiyao de matrizes e de multiplicayao de uma matriz por urn numero real e
que a matriz A ), tal que A + 0 = A (dizendo de outro modo: a matriz
as propriedades da adiyao e multiplicayao de numeros reais (nas igualdades
Om x n e 0 elemento neutro para a adiyao de matrizes do tipo m x n ).
indicadas atras, A. e J..l sao numeros reais e A e B matrizes de numeros reais).

Chama-se m8triz simetric8 de uma matriz A , a matriz - A, ou seja: a matriz


1.2.2. Multiplica~aode uma matriz por um numero real simetrica de A obtem-se multiplicando todos os elementos de A por - 1 (A e
- A tern os elementos hom610gos simetricos).
A multiplicayao de uma certa matriz A , de elemento gene rico 8;j. por certo Como e evidente A + (- A) = 0 (em que 0 e a matriz nula com 0 mesmo
numero real A., e uma nova matriz de elementos gene rico A.8ij. Esquematica- tipo de A).
mente
Assim, a adiyao de matrizes tera uma quinta propriedade:
8mn-1
...
A.81n-l
A.82n-1
82n-1
A.8mn-l
81n-l
....81n
..
...
8m2
812 8mn
82n
811
A.822
A.812
A.8m2A.8mn 822
A.82n
A.81n 5) Para cada A, existe - A (dado por (- 1) x A, tal que A + (- A) = O.

A.811 Podemos, tambem, definir a sublrayao de duas matrizes A e B como a


ml
1 soma da matriz A com a matriz simetrica de B:

A - B = A + (- B).

E evidente que s6 se podem subtrair matrizes do mesmo tipo, e 0 resultado


e uma matriz com 0 mesmo tipo das matrizes operandas .

18
19
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

1.2.3. Multiplica~aode matrizes A . B sera do tipo 3 x 2 (3 = numero de Iinhas de A e 2 = numero de


colunas de B). AB obtem-se do seguinte modo:
Consideremos uma matriz A do tipo m x n e outra B do tipo P x q. Sera
A = [aq](i = 1. 2 •... , me j = 1. 2, .... n) e B = [bhkJ (h = 1. 2, ... , P
A.B= Ox1+1xO+Ox1 o x 2 + 1 x (- 1) + 0 x 0 =
e k = 1, 2, ...• q). Sendo n = p podera efectuar-se 0 produto da matriz A
2 x 1 + (- 2) x 0 + 0 x 1
[1X1+2XO+3X1 2 x1 2x +2 (-+ 2) (-1)1) +
2 xx (- + 0
3 xx 0
0]
pela matriz B e 0 resultado sera a matriz C = AB do tipo m x q e de elemento
r

generico e,k = L, ail b'k (fez-se j = h = I e n = p = r).


1=1

Resulta do exposto atras que se multiplicam matrizes multiplicando as Iinhas


=[ g -n
do primeiro factor pelas colunas do segundo.
E facil ver que 0 produto de matrizes (tal como foi definido) nao 13 comutativo.
Assim, para se obter 0 elemento e,k da matriz produto, multiplica-se a Iinha Basta reparar, em relagao ao exemplo dado atras. que A . B e posslvel e
i do primeiro factor pela coluna k do segundo factor do seguinte modo: B . A nao e.
multiplica-se 0 primeiro elemento de i pelo primeiro elemento de k, 0 segundo
Mas. mesmo quando 0 produto por ordem inversa 13 posslvel. nao 13 em
elemento de i pelo segundo elemento de k e, assim sucessivamente, somando
geral AB = BA.
no fim todos estes produtos parciais.
Quando acontece que, para duas matrizes C eD, se tem CD = DC diz-se
Portanto. uma Iinha do primeiro factor deve ter tantos elementos como uma
coluna do segundo factor. Como uma linha de uma matriz tern urn numero de que C e D sac matrizes permutaveis ou comutaveis.

elementos igual ao numero de colunas dessa matriz, tal como uma coluna tem A multiplicagao de matrizes a associativa, isto 13: (AB) C == A (BC) desde
tantos elementos quantas as Iinhas da matriz a que pertence, resulta que. para que os produtos indicados nesta igualdade sejam posslveis.
se efectuar 0 produto, tera que ser n = P. isto 13: numero de colunas do primeiro Tambem acontece que a multiplicagao de matrizes 13 distributiva relativamen-
factor igual ao numero de linhas do segundo. te a adigao:
Como nas multiplicagoes se faz «Iinhas por colunas», resulta que a matriz A (B + C) = AB + AC (note-se, por exemplo, que se A (B + C) 13 pos-
produto sera do tipo m x q, isto 13: tera tantas Iinhas como 0 primeiro factor e slvel, tambem sac posslveis AB e AC, porque B e C terao que ser do mesmo
tantas colunas como 0 segundo: tipo para se poder calcular B + C, do mesmo tipo que este ultimo).
Vejamos um exemplo: Podemos falar. agora. de potencia de ordem k duma matriz (k inteiro

2 positivo). Assim
Ak=AxAx ... xA
1 ,
Sejam as matrizes A = [ ~
-2 ~] e B=[~ -H k factores

Repare-se que A k s6 13 possivel se A for uma matriz quadrada.


Sendo A do tipo 3 x 3 (quadrada de terceira ordem) e B do tipo 3 x 2 0
produto A. B po de efectuar-se visto que 0 numero de colunas de A (tres) 13 Por definigao A 0 = In (sendo n a ordem da matriz A).
igual ao numero de Iinhas de B (tambem tres). A matriz-produto A x B ou

20 21
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

I-I
1.2.4. Multiplica~aopor blocos Conclus6es analogas se podem tirar considerando linhas e colunas suces-
sivas. respectivamente de A e B. sem comel(ar necessariamente nas primeiras.
Chama-se submatriz duma certa matriz A do tipo m x n, uma matriz Assim se ve que se podem multiplicar matrizes. multiplicando submatrizes -I
formada por r Iinhas e s colunas de A de forma que r + s < m + n. Eviden- em que elas estejam divididas. E este 0 metodo chamado de multiplical(ao por
temente que tal submatriz e do tipo r x s. blocos (como e evidente chamam-se blocos as submatrizes em que estao
2 o divididas as matrizes factores).
1 2 Portanto, para multiplicar por blocos as matrizes A e B (apos se verificar
Cons"erando po, exemplo a matnz [~
2 1
- r ], poderamos ron· a possibilidade de efectuar 0 produto) comel(aremos por dividir as matrizes A

2 o
e B em submatrizes, de modo a que tenhamos tantas colunas de submatrizes ,-I
2 1 em A como Iinhas de submatrizes em B.
siderar as duas submatrizes [ ~ ~] (constitufda pelas primeira e
A matriz C = AB vem. tambem, dada por submatrizes.

A submatriz que ocupa a Iinha i e a coluna j da matriz C (evidentemente


'-l
te"",ira iinhas), [~ !] (roostitu'da pelas prime'ea e segunda colunas),
que se trata aqui de Iinhas e colunas de blocos) resulta da multiplicava,o da
Iinha i de A pela coluna j de B (Iinhas e colunas de blocos). do seguinte
modo: multiplica-se 0 primeiro bloco de i pelo primeiro bloco de j. 0 segundo
[~ ~] (constitufda por elementos das duas primeiraslinhas e segunda e bloco de i pelo segundo bloco de j e assim sucessivamente. somando no fim
os diversos produtos resultantes.

Esquematicamente, sendo
terceira colunas). [ 6 _ ~ ] (constitufda por elementos das primeira e segunda
linhas e primeira e quarta colunas). A12
e B = B21 ~2
A = A21
[ A11
A22 A23
A13]
as elementos que constituem uma linha de uma submatriz tem que pertencer ~1
[Bll ~2
B12]
a mesma Iinha na matriz original. Do mesmo modo, os que constituem uma
coluna tem que pertencer a mesma coluna na matriz original. (as Aij (i = 1, 2, e j = 1. 2. 3) e os Bhk (h = 1. 2. 3 e k = 1. 2)
Sao. evidentemente, submatrizes duma matriz tipo m x n as suas linhas sac as diversas submatrizes em que A e B estao divididas) resulta que

(submatrizes do tipo 1 x n) e as suas colunas (submatrizes do tipo m x 1).


+ + 1
l
r A11 B11 + A12~1 + A13~1 A118,2 A12~2 A13~2
Vimos em 1.2.3. que se obtem 0 elemento gene rico Cik da matriz C
C = A. B = A21811 + A228:!1 + A23B:31 A21B12 + A22~ + A23B:32 J'
(produto da matriz A = [aij] pela matriz B = [bhk] com i = 1, 2, ... , m,
Repare-se, portanto, que. ao dividir as matrizes factores em blocos tem que
j = h = 1 = 1. 2 •... , re k= 1. 2 •...• q) pela formula L ail b,k. se atender a que os diversos produtos matriciais sejam tambem possfveis.
1=1
Finalmente note-se que a multiplical(ao por blocos tem sobretudo interesse
Fazendo i variar entre 1 e s (s :5; m) e k entre 1 e t (t :5; q) conclui-se que teorico porque, exceptuando casos evidentes. e mais rapido efectuar imediata-
a submatriz que ocupa as primeiras s Iinhas de C e as primeiras t colunas. se mente uma multiplical(ao usual do que uma multiplical(ao por blocos. devido a
obtem multiplicando a submatriz que ocupa as s primeiras linhas de A e todas dificuldade da divisao das matrizes facto res em blocos por se ter que atender
as colunas, pela que ocupa as t primeiras colunas de 8 e todas as suas linhas. a multiplos pormenores, como resulta da exposil(ao feita.

22 23 J
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
MATRIZES

EXERCiclOS RESOLVIDOS
3x2 2x3

3 =:[2 -2]:.
1. Dadas as matrizes A = [~
o
-15]. B =[ 3~ -~]. C=[6
~l 2B . 3A

o produto e portanto
[63 90 _15]
3 .

posslvel e a matriz produto sera do tipo 3 x 3.


calcule:
18+0 18
a)A. B+ C 2B. 3A = 24+12 36+0 60-12 = 36 36 48
36 + 18 54+0 90-18 54 54 72
b)2B. 3A + 12 [ 12 - 6 30+6] [6 36]
c) C3. e a matriz 1 neste caso tern que ser da mesma ordem que A. para que a soma seja
posslvel.

RESOLUf;AO Como 12 = 1 vem

o 18
a) A multiplicac;:ao de A por B e posslvel pais 0 numero de colunas de A e igual ao 36 48 + 0 1 37 48 .
numero de linhas de B. 54 54 72 0 o 73
2B . 3A + 12 =[ 366 1836] [1 ~]=[;6
1 54 54
36 ]

2 3 5 2 2.
Outro modo de resolver:
AXB=[1 0 -1]' [13 -1]
3
(2 x 3) (3 x 2) Como 2B . 3A = 6B . A pode-se efectuar 0 produto B . A e depois multiplicar
a matriz resultante pelo escalar 6.
A matriz produto sera portanto do tipo 2 x 2. Assim:

3
1+0-3
A.B=[2+6+15 -1+0-3-2
-2+6+15] = [23 ~:J. B.A=;
o
[1 -1] [~ -~]
~
(2 x 3)
(3 x 2)
-2 -4 0 2]
1 -2
A.B+C=[23 19 ] + [ 1 = [ 24 3~J.
3
6
b) 9
BA=[i 1~ ]
9
: . 3A=[~ o -3
15 ] 18 o 18
2B=[: -2] 36 1 37 48

pois, para multiplicar uma rnatriz por urn nurnero real, multiplica-se cada elemento dessa 6 . B . A+ 12 = [;6
54 54
:]+[6
72 0 o 1
g] 54
=[;6 54 73
36 ]
matriz pelo numero real.
que como se ve dci resultado identico ao anterior.

24 25
I
1 - 0
ALGEBRA

C) C2
~l
LINEAR

~] n·
2]_[1
2]_[1
= C. C =
- VOL.

[6
~][6[6
Tern que se ver agora se estes produtos de matrizes sac possiveis, isto
MAm/ZES

e, se a
:l
C2 • C= [6 decomposilfao foi bem feita. Efectivamente

81=[-102J
'l
., A, "[i] (1 x 3)

(3 X 1)

1 0 1e0a multiplicalfao
00
- 0 com 0 numero de colunas de Al igual ao numero de Iinhas de 81 0 produto A1 . 81 e
2. Utilizando 1 por blocos, calcule A . 8, sendo
0 possivel e tem-se
8 _ 1
~]
n [-' :1
A" [: A1 81 '" --32
[-1 0 2]
6..
4
(3x3) [

RESOLU~AO
Raciocinando analogamente para A2 e~, verifica-se que, como ambas sac matrizes

Para utilizar a multiplicalfaO por blocos, vamos decompor a matriz A, aproveitanto a identidade de ordem 3, e possivel efectuar 0 produto / x / = /2 = /.
I I
submatriz identidade que nela se encontra.
00
Portanto 0 0 0100
E 0 mesrno faremos a 8. -3 -31 0
o01 0~A2 000 0 0 1
A . 8", -2
n~]
:Hi
f
e matrizes teremos
2] A1 0 Somando as duas
1
0
0
0
A e 8 tomam assim a seguinte forma: ~]

:]""[~
8", 1 81'" [-1 """[i [-' A"+:
, I

"[i]
A,
[-' I I

, i

Neste caso, utilizando a multiplicalfaO por blocos, consegue-se reduzir 0 produto


A=[A1 A2]
8"'[~l duma matriz do tipo 3 x 4 por uma do tipo 4 x 3, ao produto duma matriz coluna
3 x 1 (A1 ) por uma matriz Iinha 1 x 3 (81 ) visto as outras matrizes, A2 e ~, serem
A passa portanto a ser uma matriz do tipo 1 x 2 e 8 uma matriz do tipo 2 x 1. matrizes identidade e 0 seu produto muito faeil de efectuar.
Pode-se entao efectuar 0 produto que darn, como ja foi dito, uma matriz 1 x 1.
Ii
A . 8 '" [A1 ~ + A2 ~ ] •

26 27 J
;I
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

3. Considere as matrizes e por uma das propriedades da multiplicavao de uma matriz por um escalar temos que
1 o X = 5A + 2C.
A = [~ ~] B = [~
2
~] C = [~
3 ~] Calculando
e determine
5
a) A matriz X do tipo 2 x 3 tais que 5
5A = 5[ ~ j] =[ 150 155 ]
1
2" (X + A) = 3 [X + (A - X)] + C. vem

5 o 5
b) X e Y, matrizes do tipo 2 x 3 tais que 3 ~]=[152
X = 5A + 2C =[ 150
5 155] + 2[ ~
11 i3}
X+Y=B-A'
{2X-Y=A-B b) Para resolver este problema, comeva-se por resolver 0 sistema do modo habitual,
visto que para a adil;:iio e subtrat;:iio de matrizes tudo se passa como para numeros
reals.
RESOLU9AO

a) Para resolver este exercfcio vamos utilizar as propriedades da algebra das matrizes X+Y=B-A'
{2X - Y= A - B
vistas anteriormente.
Somando as duas equav6es (metodo de reduviio) tem-se
Resolve-se a equaviio em ordem a X:
1
2" (X + A) = 3 [ X + (A - X)] + C {3X=A-B+B=A

(X + A) = 6 [X + (A - X)] + 2C. ou seja

Como a soma de matrizes e associativa tem-se logo X = 0 (matriz nula).


{3X=0
X + A = 6 (X + A - X) + 2C
Substitufndo agora este valor de X numa das equavOes do sistema, na 21 por
e como X - X = 0 (matriz nUla), tem-se exemplo, vem

X + A = 6 [0 + A I + 2C
Y=B-A
{X=O
e sendo 0 + A = A obtem-se

X + A = 6 . A + 2C logo ....•

1
e pelas propriedades das equavoes
Y= [~
2
~]-[~ ~]
X = 6 . A + 2C - A
e, portanto,
X = 6 . A - A + 2C
o
Y = [
-2
4
1
-11 ] '

28 29
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

:-,
Logo a solw;:aodo sistema e

x=o
y=[
-24 01 -1]l' B TAT = [qij]

= [Cji]
= [~bh

= [cI]
a[]

= (AB)
= [~bfi

T.
ajl] = [ ~ ajl bfi] = l
1.3. Transposi~ao de matrizes. 4) 0 produto de duas matrizes simetricas e uma matriz simetrica se e s6
'-I
Matrizes simetricas se os facto res comutam.

Consideremos entao duas matrizes A e B, ambas simetricas. Assim,


- Chama-se matriz transposta duma matriz A, e representa-se por A T, uma
matriz cujas colunas sac as Iinhas de A (pela mesma ordem) sendo, A = ATe B = B r. Vamos Ver em que condigoes temos (AB) T= AB, ou
melhor, em que condigoes 0 produto de A por B e uma matriz simetrica. Entao,
consequentemente, as suas Iinhas as colunas de A.
(AB) T = AB ~ B TAT = AB (porque a transposta do produtoe 0 produto
'l
Assim, se A tem por elemento gene rico aij' A T tera por elemento generico
das transpostas por ordem inversa). Mas, B TAT = AB ~ BA = AB (por-
aji. Simbolicamente sera: aJ = aji.
que A = ATe B = B T).
Se A e uma matriz do tipo m x n, A T sera do tipo n x m.
Portanto BA = AB, isto e: A e B sac necessariamente matrizes permutaveis
E evidente que 0 tipo de uma matriz quadrada nao e alterado pela operagao ou comutaveis.
de transposigao. Os seus elementos principais ficam fixos e os restantes sac
rodados de 1800 em torno da diagonal principal. Repare-se entao que se os
elementos igualmente afastados da diagonal principal forem iguais, uma matriz
EXERCiclOS RESOLVIDOS
quadrada coincide com a sua transposta.
1. Determine os valores de a, bee, para que as matrizes A e B sejam simetricas:
Uma matriz que coincide com a sua transposta diz-se simetrica e tera que
ser, como vimos atras, quadrada e «simetrica» em relagao a diagonal principal. A= a 3 2 a 1 .
Se A = - A T diz-se que A e anti-simetrica. Necessariamente, A tera que
o
[1 -1 c 1
b] soH c
2
0
b]
ser quadrada de elementos principais nul os.

Algumas propriedades de transposigao: RESOLU(:AO

1) (A + B) T = AT + B T. Para que A e B sejam simetricas os elementos opostos relativamente a diagonal


principal tem que ser iguais, logo, em A, dever-se-a ter a = - 1, b = 0 e c = 2.
2) (A Tl = A.
Em B sera b = 3, c = 1 e a, como esta na diagonal, pode tomar qualquer·valor.
3) (A . B ... C) T = C T ... B T . AT, isto e: a transposta do produto e
igual ao produto por ordem inversa das transpostas dos facto res. Com 2. Prove que a produto de uma matriz pela sua transposta e uma matriz simetrica.
apenas dois factores, A e B terfamos: I

_I
30 31
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
MATRIZES

RESOLU9AO Consideremos as suas m linhas

Para que 0 produto de A por A T seja uma matriz simetrica temos que provar que L1 = [a11 a12 a1nl,

(A . A Y = A . AT. L2 = [a21 a22 a2n ].

Partindo do 12 membro desta igualdade, lem-se (A . AT) T = (A T ) T . AT, pois a


transposta de urn produto e igual ao produta das lranspostas par ordem inversa. Lm = [am1 am2 ... amnl·

Mas pel a propriedade 2, (A T) T = A


Chamaremos combinar;80 linear das linhas de A a uma expressao do tipo
donde
A1L1 + "-2L2 + ... + AmLm em que 1..1, 1..2, ... , Am sac numeros reais quais-
(M T ) T = A . A T c.q.d. quer.

Repare-se agora no seguinte: se 1..1 = "-2 = ... = Am = 0, a combinayao


linear das linhas de A e a linha nula [0 0 ... 01 tipo 1 x n.

Entao, ha duas hip6teses: isso acontece apenas com A1 = A2 = ...


1.4. Dependencia e independencia lineares ... = Am = 0, e as linhas de A dizem-se linearmente independentes. ou, alem
de filas paralelas de uma matriz. de acontecer nesse caso, acontece tambem com algum dos A diferente de zero,
e as linhas de A dizem-se linearmente dependentes.
Opera~oes elementares.
De modo analogo, chamaremos combinar;80 linear das colunas de A a uma
Caracterlstica de uma matriz expressao do tipo
a11 a12
a21 a22
1.4.1. Dependencia e independencia Iineares de A1C1 + "-2~ + ... + Ancn = A1 I + "-2 . I +
filas paralelas de uma matriz
am1 I I am2
Consideremos a matriz
a1n
a11 a12 a1n a2n
a21 a22 a2n + ... +An , (1..1, "-2, ... , An E IR)
A=
amn
am1 am2 ... amn
e tambem consideraremos dois casos: ou se obtem a coluna de zeros (tipo
do tipo m x n. m x 1) apenas com 1..1 = 1..2 = ... = An = 0, e as colunas de A dizem-se
linearmente independentes ou, alem de se obter essa coluna nesse caso,

32 33
ALGEBRA LINEAR - VOL 1 MATRIZES

:-1
obtem-se tambem com algum dos A diferente de zero. dizendo-se entao que
as colunas de A sac lineannente dependentes.
o estudo
sistemas de equagoes
da dependelncia linear das linhas e colunas de A conduz-nos aas
2) Se algumas das linhas Ll,
Se. por exemplo, Ll'
L1 + "-2L2 + ... + ApLp = 0 com algum dos
1..1
L2' .",

L2' ... , Lp (p <

representa, como e evidente, uma linha de zeros). Basta, entao, fazer os


Lm saa dependentes todas

m) saa dependentes, teremos que


Ai diferente de zero (0
0 sao.

l I
+ Am aml = 0 Ai correspondentes as outras linhas nulas. para termos uma combinagao , I
I
Al a12 + A2 a22 + . + Amam2 = 0 linear de L1' L2 •...• Lm igual a linha nula sem que todos os Ai sejam
·· ... (para Iinhas)
· nulos (podemos. como facilmente se campreende, raciocinar de modo

j Al aln
A1 all +
+ A2 a2n
A2 a21 +
+ .... + Am amn = 0 analogo se as p linhas dependentes naa farem nem as primeiras. nem
sucessivas).
,l
e
3) Se as linhas L1, L2 •... , Lio , Lm saa Iinearmente dependentes tam-
+ A2 a12 + + An aln = 0
bem 0 sac as Iinhas L1' L2, , L: .... Lm em que L: = aLi (a e um
Al a21 + A2 a22 + + An a2n = 0
(para colunas). numero real nao nulo).
I
1 A1
Al aml
all + A2 am2 + ... + An amn = 0 De facto, se A1Ll + A2L2 + ... + AiLi + ." + AmLm = 0 tambem se
veri fica
i I
o ~stabelecimento destas equagoes decorre, directamente, das definigoes
Al ,
de produto de um numero real por uma matriz, soma de matrizes e igualdade Al L1 + "-2L2 + + -
a aLi + ... + AmLm = 0 ~
de matrizes.
A'
No casa das linhas trata-se de um sistema de n equagoes a m incognitas. ~ A1L1 + A2L2 + + _Ia L: + ... + AmLm = O.
e no das colunas. de um sistema de m equagoes a n incognitas (as incognitas
sao, num e noutro caso, os Ai ) .
• Ai .• Ai
Se = 0, sera - = 0; se O. ter-se-a. tambem, - O.
Trata-se de sistemas sempre possfveis (admitem sempre a solugao nula).
Ai
a Ai :t-
a :t-

Serao determinados (apenas uma soluyao em que todos os A sejam zero se


4) Se as linhas L1, L2' ... , Li' ... , Lk' ... , Lm sac dependentes. tambem 0
verifica) no caso de as filas em causa serem linearmente independentes. e
sac L1' L2' .... Li + Lk' ...• Lk' ...• Lm·
indeterminados (alem da solugao nula, existem outras em que pelo menas um
dos A e diferente de zero) no caso de serem dependentes. Repare-se que a
A1L1 + "-2L2 + ... + AiLi + ... + AkLk + ... + AmLm = 0
Vejamos agora algumas propriedades da dependencia linear de linhas de
matrizes: pode dar-se a forma
A1Ll + "-2L2 + ... + AiLi + ... aLk + A;Lk + ... + AmLm = 0
1) Se uma das linhas L1' L2' ... , Lm e constitufda integralmente por zeros.
as linhas sac linearmente dependentes. (com a + Ai = Ak)'

Basta fazer a Ai correspondente a essa linha diferente de zero, podenda Finalmente, ter-se-a
todas os outros ser nulos, para que tenhamos uma combinagao linear
A1Ll + "-2L2 + ... + Ai(Li + Lk) + + aLk + .. , + AmLm = O.
dessas linhas igual a linha nula (do mesmo tipo) sem que todos os Ai

sejam nulos. 3) e 4) Podem sintetizar-se na proposigaa:


.1
34 35
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

5) As Iinhas Ll •... , Lm sao dependentes se e sO se 0 mesmo sucede as que Trata-se de urn sistema de n equar;:6es a m- 1 incognitas (al•...•ai-l.
se obtem somando a uma delas uma combina~o linear das restantes. ai+ 1, ... , am)'

Finalmente. note-se que: Todas as seis propriedades enunciadas atms para linhas tern validade para
colunas. como e facil compreender (as demonstrar;:6es sao perfeitamente analogas).
6) Se as linhas L1 ••••• Lm saD dependentes, algumas delas podem escre-
ver-se como combina~o linear das restantes.

De facto, tendo
1.4.2. Opera~6es elernentares.
A1Ll + ... + Ai-1Li-l + AiLi + Ai+1Li+1 + ... + AmLm = 0 Caracterfstica de urna rnatriz

podemos escrever aquela igualdade da seguinte forma:


Em funr;:ao do estudo efectuado na secr;:ao anterior, podemos concluir que
AiLi = -A1Ll - ... -Ai-1Li-l - Ai+1Li+l - ... - AmLm· a dependencia ou independe!ncia linear das Iinhas ou colunas de uma matriz

Sendo Ai "1= 0, teremos que nao e alterada pelas seguintes operar;:6es:

1.1 Ai-l Ai+ 1 1) Troca entre si de duas filas paralelas (duas linhas ou colunas) da matriz.
Li = --L1 -
- --1..- --m
Am L =
Ai I Li-1 - -, "'I.-Li+1 - Ai 2) Multiplica~o de uma fila (linha ou coluna) por urn numero real diferente
de zero.
= alLl + '" + ai-l Li-l + ai+1 Li+l + ... + amLm·
3) Substituir;:ao de uma fila pela que se obtem somando-Ihe outra, multipli-
A determinar;:ao dos ai (com vista a exprimir a linha i como combinar;:ao cada por urn numero real qualquer (operar;:ao de Jacobi).
linear das restantes) pode fazer-se com urn sistema de equar;:6es. Exemplifi-
As tres operar;:6es descritas saD as chamadas operar;:6es elementares.
quemos com Iinhas de n elementos:
Vejamos agora a seguinte propriedade:
[ail ai2 .. · ain] = <Xl x [all a12 .. · aln]+", +
As Iinhas de uma matriz triangular superior de elementos principais signifi-
+ <Xj_1 x [a;-ll a;-12 8i-ln] + cativos saD Iinearmente independentes.
an-l 0 n-1
a1n-l
+ <X;+ 1 x [a;+ 11 a;+ 12 8; + 1n 1 + ... +
...
.. .a2n-1
0...
812 ann81n
Considerando
822 a2n
an-ln
uma matriz triangular superior de ordem n
00
+ am x [aml am2 ... 8mnl. 811
0
Recorrendo as definir;:6es de soma de matrizes e de produto de uma matriz
por um escalar tem-se:

+ aj-l a;-ll + a;+ 1 aj+ 11 + + aml = a;l


am
<Xl 812 + . + aj -1 a; -12 + ai + 1 a; + 12 + + am am2 = a;2

o estudo da dependencia ou independencia linear das suas linhas conduz-nos


al 81n ++
j<X1811 .. + aj-1 ai-1n + ai+l aj+ln + + am 8mn = ain
ao sistema de equar;:6es:

36 37
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

'-1
Al all = 0 - Colunas de uma matriz que passem por uma sua submatriz triangular
1..1 a12 + 1..2 a22 = 0 superior, de elementos principais significativos, sao linearmente inde-
Al a13 + ~ a23 + Aa a33 = 0 pendentes. :-1
...
a2n-
aln-l 1
.... amn
a22
am2
a12 aln amn-l
a2n
'-I
Consideremo$ entao a matriz A do tipo m x n
Al aln-l + ~a2n-l + Aaa3n-l + '" + An-l an-ln-l = 0
a21
Al al n +~ a2n + Aa a3n + ... + ...+ An ann = 0
An - 1 an - 1n all
aml

Como os elementos principais sao significativos (diferentes de zero) temos:


o
1..1 = -- = O.
al1
Substituindo na segunda equagao viria
o Se all #: 0 (se all = 0 podemos, trocando linhas ou colunas, colocar na
~ a22 = 0 ¢::> ~ = -- = 0 (porque a22 #: 0). sua posigao urn elemento significativo), multiplicando a primeira Iinha por
Bz!

Da terceira equagao tirarfamos - --a21 e soman d'0 a segun d a, mu It'Ip I'lean d 0 a pnmelra
.. I'In ha por - --a31 e
all all
o
Oa13 + Oa23 + Aa a33 = 0 ¢::> Aa = -- = O.
a33 somando a terceira, em suma, multiplicando a primeira linha por - aml e
all
Do mesmo modo, concluirfamos que 4= As = ... = An-l = An =0. somando a m - esima (e efectuando esta operagao para todas as linhas da
Assim, a unica solugao que verifica 0 sistema anterior e a solugao nula matriz a partir de m = 2) obtemos uma nova matriz da forma:
(1..1 = ~ = ... = An = 0) pelo que as Iinhas SaD linearmente independentes.
81n-l
8mn-l
82n-l 8ml
821
...
-8,2
81n-l
-- .,.81n-l
... 81n-l
~.. ,all 811
Tambem se pode demonstrar, do mesmo modo, que: a12
bm2 alnb2n-1
bmn
~n bmn-1 81n
8ml
821
811 8ml
8mn
all --
811
821
82n ---- 81n
81n
8m2
8:!2 - -- 8128,1
812 811

Sa A e da forma [Al I A2 ], sendo A1 uma submatriz


elementos principais significativos, as linhas de A saoA'=I
0 triangular superior de A, de
linearmente independentes.
0
, 0
0
Pode entao concluir-se 0 seguinte: linhas de uma matriz que passam por
uma sua submatriz triangular superior de elementos principais significativos,
SaD Iinearmente independentes .
Os resultados anteriores sao, tambem, validos para colunas.
Assim:

- As colunas de uma matriz triangular superior de elementos principais


significativos sao linearmente independentes.

- Se A e da forma [ ~: ] , sendo A1 uma submatriz triangular superior de

l
A de elementos principais significativos, as colunas de A SaD linearmente
independentes.

38 39
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 .....
·..0a"0....
...
.. ......
·...
a00
m2k
m2n
mlk
mln
mkk
mkn
...
...
~2 ~
rTlJ3.
1TI:3k
1TI:3n ..
"'-12
m133
....
MATRIZES

...
M= I mll
A all (ou ao elemento significativo que for
E assim colocado no seu
sucessivamente, ate lugar) chama-
obtermos uma matriz de forma
remos redutor. Repare-se que as operayoes indicadas fjcarao muito simplifica-
das se 0 redutor for 1, 0 que se pode conseguir sempre dividindo a primeira
linha de A por all (ou pelo elemento significatico que for colocado no seu lugar,
caso seja diterente de 1).

Podemos agora efectuar exactamente as mesmas operayoes para a sub-


matriz
bmn-1
81n-l
b-zn-l
C:3n-l
~n-l
0...
a... a
...
a12
Cn13 81n
Cmn
b-z3b-zn
813
«33
b-z2 C:3n Cmn-l
...

ma nova matriz da forma all


bm2 Nao podemos agora continuar as operayoes anteriores, visto que as linhas
l:] B=[ ~ situadas abaixo de mkk nao tem elementos significativos (repare-se que
mll, ~2, ... mkk sac todos diferentes de zeto).

A matriz M foi obtida da matriz A por operayoes que nao alteram a depen-
dencia ou independencia das linhas de A (as chamadas operayoes elementa-
res). Assim, 0 numero maximo de linhas Iinearmente independentes de A e
igual ao numero maximo de linhas linearmente independentes de M.
Repare-se que esse numero e k (de facto passam k linhas de M pela
submatriz triangular superior de ordem k de M) porque nao poderemos consi-
derar nenhuma das linhas que ficam abaixo de mkk.

Repare-se que se b-z2 = 0, teremos que colocar na sua posiyao urn ele- o modo como obtivemos M a partir de A chama-se condensayao vertical.
mento diferente de zero atraves de troca de linhas ou colunas de A' (de qualquer Poder[amos obter a partir de M uma nova matriz, usando uma condensayao
modo a primeira coluna de /( fica fixa). horizontal (perfeitamente analoga a vertical, mas agora aplicada a colunas), do
tipo
Proceder[amos, agora, do mesmo modo para 0...
......
....0
...
0..
...0...
mkk
...
..
m33
fT122 . ml1 .. .
0 0
C3n-l 0..
M' = I ...

c=[~cm3 Cmn-l Cmn


c;n 1 .

Chegamos, assim, a conclusao de que 0 numero maximo de colunas inde-


pendentes de A e tambem k (igual ao numero maximo de linhas linearmente
independentes).

40 41
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
MATRIZES

'-I

l
Sintetizando: a) Determine as respectivas caracterfsticas.
- 0 numero maximo de Iinhas linearmente independentes de uma matriz b) Que pode concluir, em face dos resultados da alinea anterior, acerca da depen-
e igual ao numero maximo de colunas Iinearmente inde pen dentes (esse dencia au independencia linear das filas de A, 8 e C?
numero e a caracterfstica de matriz e designa-se por r) e, portanto, tanto
se pode calcular esse numera por Iinhas como por colunas.
RESOLU9AO -)
- 0 numero maximo de filas paralelas Iinearmente independentes de uma
I

l
matriz (ou seja: a caracterfstica dessa matriz) obtem-se condensando-a, a)
isto e: dando-I he uma forma, usando apenas as operag6es elementares,
em que figura uma submatriz triangular superior de elementos principais
-2 2 3 1 ~ o ® -1 ~ 0 3 -1 .
1[CD
-1 -30 21] 1[10 -30 31] [10 00 21]
significativos da maior ordem posslve!.
- A ordem dessa submatriz da, precisamente, a caracterfstica. Assim, ao ten tar integrar na matriz A uma submatriz triangular superior da maior -J
- Tanto faz usar a condensagao vertical como horizontal, embora a primeira ordem possivel, usando as opera{:oes elementares, verificamos que a sua ordem e igual I
]

a de A, pelo que rA = 3.
I
seja a mais frequente.
-1
-1
-2 30120-2
-1-3
11
12-2
-4
CD 0210-02o 13-1
202 631-1 020-1
0 -2 15-2 0®
-1
1-3
-1CD
3CD 23 0-1
~ ~ 0
Temos, assim, um metoda expedido
o- 1para
1 1o determinar
-1 11 3 1 se as Iinhas 20 -1
-2 <=>ou colunas
01 0
de uma matriz SaD ou nao linearmente dependentes:
fC =fa 3.= 2.
pelo que
sendo -111
logo fa = 3. ~]
~] [~
;] '],[~
-1]~
~ - 2
[<D
CD -2 [~
'] ['
Seja, entao, uma matriz A do tipo m x n, de caracterfstica r (determinada
por condensagao). Temos assim:
~1
~i]r!~2 -,rg2
[<D
3j

1) m > r: as Iinhas de A SaD linearmente dependentes. r'


2) m = r: as linhas de A SaD linearmente independentes.

3) n > r: as colunas de A SaD linearmente dependentes.

4) n = r: as colunas de A SaD linearmente independentes.

(Repare-se que r nunca pode exceder 0 menor dos valores de men).

-11 2
-2-3 -22 0 1 633 1
-1EXERCiclOS RESOLVIDOS:
~]
i]-l]
1. Considere B =
as [i
matrizes:
Jj A" [ :

0= ri

43 J
:~~'
MATRIZES
ALGEBRA LINEAR· VOL. 1

b) a numero maximo de filas independentes de A e 3. Assim, quer as Iinhas (3) quer 3. Prove que as linhas 11 = [1 2 3]. ~ = [0 - 1 5] e 13 = [- 2 - 5 - 1 ] sac li-
as colunas (3) de A sao Iinearmente independentes. nearmente dependentes:

a numero maximo de filas independentes de Be dois, pelo que quer as linhas (3) a) Utilizando a defini~o de dependencia linear.
quer as colunas (3) de B sao Iinearmente dependentes.
b) Utilizando a n~ao de caracteristica duma matriz.
a numero maximo de fUas independentes de C e 3, peloque as Iinhas de C (3) sao c) Escreva 1:3 como combina~o linear de 11 e ~.
linearmente independentes e as colunas de C (4) linearmente dependentes.

As linhas da matriz 0 sao Iinearmente dependentes, sendo as suas colunas Iinear-


mente independentes pois 0 numero maximo de filas Iinearmente independentes 6 3.
RESOi..U~Ao

a) Vamos, portanto, verificar em que coodiyoes se tern


2. Por simples observa~o apenas, justificando 0 que afirmar, indique quais das matrizes
1..111+ A2~ + 1..313= 0 (AI, A2 e A3 sac numeros reais).
que se seguem tem Iinhas ou colunas Iinearmente dependentes:
Para este caso concreto temos:
2 0217
2 3 13 4
201

~]
n~]
-~]
-~]
A"Ii 0" [l[i
,g] F"
B "[~
Al . [12 3] + ~

Esta igualdade matricial conduz-nos


. [0 - 1 5] + ~ . [- 2 - 5 - 1 ] = [0 0 0].

ao seguinte sistema de equayoes:

- 2
- 3 I21..1 - ~
31..1 + 1..1
- 5~
51..2- - 2A3
A3 == 00
= 0 ~
5 I+ 51..2
- A2 - 1..3 = 0
Al -+ 2A3
51..3 =
= 00
~

(somou-se as duas outras equayoes a primeira depois de multiplicada por numeros reais
convenientes: - 2 e - 3)

~ {AI ~ =
-A2 - - 2A3 = 0
0

(como facilmente se ve, a terceira equayao 6 equivalente a segunda). Portanto


As Iinhas de A sao linearmente dependentes porque uma delas 6 integralmente
constituida por zeros.
As Iinhas de B sac Iinearmente dependentes porque a ultima resulta de adivao da A2=-A3'
{ A1 = 2A3
primeira com a segunda (ou seja: uma das Iinhas e composi~o linear das outras).
A sotu~o do sistema e (2A3, - A3, A3)·
As Iinhas de C sao linearmente dependentes porque a ultima e a subtravao da 2g
da 19.
Assim, al6m de solu~o nuta (1..1 = 1..2 = A3 = 0) hci outras, por exemplo:
A ultima Iinha de 0 obtem-se somando 0 dobro da primeira com a segunda, pelo
(2, -1, 1).0 sistema e indeterminado, pelo que as linhas sao linearmente dependentes.
que as Iinhas de 0 sao Iinearmente dependentes.
A primeira e a terceira Iinhas de E sao iguais, pelo que as linhas de E sac linearmente b) Formando, com as linhas dadas, a matriz
dependentes.
2
As colunas de F sac Iinearmente dependentes porque a terceira 6 0 dobro da -1
primeira.
[J -5 J]
45
44
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

l
detenninemos

o
-2 -52 -1;]
2[CD
a sua caracterfslica:

-1
=>
0EJ)5
-1 [10 -12 53]
=> 0 -1
[10 o
2

~l
o que nos conduz ao estudo do sistema:

).,2

).,3=0
1).,1 = 0
= 0 l
-\
Sendo f= 2, inferior ao numero de Iinhas em causa (3), as linhas sao lineannente que, como e evidente, apenas admite a solu~ao nula, pelo que as colunas sac Iinear-
dependentes. mente independentes.

c) Sendo as Iinhas Iinearmente dependentes, alguma delas podeni exprimir-se como b)


combina~ao linear das outras.
Tentemos, como e pedido, exprimir /3 como combina~ao linear de /1 e ~: Fonnemos, com as colunas dadas, a malriz 0
o
1
0
0
1
que, como se va, tem 1
!:l = <Xl/1

Teremos assim
+ 0.2 ~ (=}

0 sistema:
[- 2 - 5 - 1] = <Xl [1 2 3] + <X2[0 - 1 5 J.
caracterislica
independentes.
[1 0 0]
3, igual ao numero de colunas em causa, pelo que elas sac Iineannente l I

2
20.1-0.2=-5 (=}
<Xl =-2 -1
13<Xl<Xl= +-25 0.2 = - 1 -4-0.2=-5
-6+5lX2=-1
j<Xl=-2 (=}
{ 0.2=1' 5. Dol""";",, k "'" loon ••
mente dependenles.
q••• M '.hM <famatri, A e [ ;
1
-i] ";am """".
(Quer a segunda quer a terceira equa~ao dao 0.2 = 1).

RESOLUfAO
Sera, portanto, !:l =- 2/1 + k.
2 2
4. Prove que as colunas
-3 3 -1
-1 [60
G -7
k-2
-4 [CD
4 1
2 -~]
k
=>
-7 k-20
-1~] => [60 o
-1~].
tera que ser f < 3.
e [H c, em,
Para que as Iinhas de A sejam linearmente dependentes,
C, CO" [n Para tanto k - 2 = 0 (=} k = 2.

sac Iinearmente independentes:


6. Prove aplicando a defini~ao de dependancia linear, que as matrizes
a) Usando a defini~o de dependencia linear.
b) Usando a no~ao de caracteristica de uma matriz.
Al = [~ -n A2 = [~ n A3=[; 6]
sac Iinearrnente dependentes.
RESOLUfAO

a)
Vejamos entao, em que circunsmncias se lera

J
k, c, + "0, + ~~ eO ~ k'[ g] + ,,[!] +k'[~H 11

46 47 J
MATRIZES
ALGEBRA LINEAR - VOL 1

b) 0 mimero maximo de filas independentes de A e 3. Assim, quer as linhas (3) quer 3. Prove que as linhas 11 = [1 2 3 j, ~ = [0 - 1 5] e 13 = [- 2 - 5 - 1] sac li-
as colunas (3) de A sac Iinearmente independentes. nearmente dependentes:

o numero maximo de filas independentes de 8 e dais. pelo que quer as linhas (3) a) Utilizando a definicao de dependencia linear.
quer as colunas (3) de 8 sac Iinearmente dependentes.
b) Utilizando a n~ao de caracteristica duma matriz.
o numero maximo de filas independentes de C e 3, pelo que as linhas de C (3) sac c) Escreva 1:3 como combinacao linear de 11 e ~.
linearmente independentes e as colunas de C (4) linearmente dependentes.

As linhas da matriz 0 sac Jinearmente dependentes, sendo as suas colunas linear-


RESOLUt;AO
mente independentes pois 0 numero maximo de filas Iinearmente independentes e 3.

a) Vamos, portanto, verificar em que condir,;6es se tem


13 4210 justificando 0 que afirmar, indique quais das matrizes
02712 3 observac§oapenas,
2. Por2simples
1..1/1 + A2~ + 1..3/3 = 0 (1..1, 1..2 e 1..3 sac numeros reais).

~]
H
que se seguem tem Iinhas ou colunas linearmente dependentes:
-~]
f] ]
-~
,g] S~ ~[~[i
o F~ [: Para este caso concreto temos:

A ~ [~ 1..1 • [1 2 3] + ~ . [0 -1 5] + ~ . [- 2 - 5 - 1 ] = [0 0 0].

Esta igualdade matricial conduz-nos ao seguinte sistema de equar,;6es:

- 2 21..1 - 1..2 - 5~ = 0 <=) - 1..2- ~ = 0 <=)

- 3 1 31..1 + 5~ - - 21..3
1..1 1..3 =
= 00 5 1+ 51..2
1..1 -+ 51..3
21..3 =
= 00

(somou-se as duas outras equar,;6es a primeira depois de multiplicada por numeros reais
convenientes: - 2 e - 3)

<=)
{
-1..2 - ~ = 0
1..1 - 21..3 = 0

(como facilmente sa ve, a terceira equar,;ao e equivalente a segunda). Portanto


As Iinhas de A sac Iinearmente dependentes porque uma delas e integralmente
constituida por zeros.
As linhas de 8 sao Jinearmente dependentes porque a ultima resulta de adir,;ao da 1..2=-1..3'
{ 1..1 = 21..3
primeira com a segunda (ou seja: uma das Iinhas e composicao linear das outras).
A solucao do sistema e (21..3, - 1..3, 1..3).
As Iinhas de C sac Jinearmente dependentes porque a ultima e a subtrar,;ao da 2@
da 1@.
Assim, a1em de solucao nul a (1..1 = 1..2 = 1..3 = 0) ha outras, por exemplo:
A ultima Iinha de 0 obtem-se somando 0 dobro da primeira com a segunda, pelo
(2, -1, 1).0 sistema e indeterminado, pelo que as linhas sac linearmente dependentes.
que as Iinhas de 0 sac linearmente dependentes.
A primeira e a terceira Iinhas de E sao iguais, pelo que as linhas de E saa linearmente b) Formando, com as Iinhas dadas, a matriz
dependentes.
2
As calunas de F sac linearmente dependentes porque a terceira e 0 dobro da -1
primeira.
[j -5 J]
44 45
ALGEBRA

detenninemos
LINEAR - VOL. 1

a sua caracteristica; o que nos conduz ao estudo do sistema:


MATRIZES

l
Sendo
o
-2 -52 -1;] ~
2[CD

r=
-1 08)5
-1 [10 -12 53]

2, inferior ao numero de Iinhas em causa (3), as Iinhas sac lineannente


~
[10
0 -1
2

o
~l A2

1Al
A3

que, como
=
=
=

e
0

00

evidente, apenas admite a solu~ao nula, pelo que as colunas sac linear-
-1

--j
dependentes. mente independentes.

c) Sendo as Iinhas Iinearmente dependentes, alguma delas podera exprimir-se como b)


combjna~ao linear das outras.
Tentemos, como e pedido, exprimir /3 como combina~ao linear de /1 e k: Fonnemos, com as colunas dadas, a matriz 0
001
1 0 que, como se ve, tem 1
fa = <Xl/I

Teremos assim
+ <X2

0
k ¢:>

sistema:
[- 2 - 5 - 1] = <Xl [1 2 3] + <X2 [0 - 1 5].
caracteristica
independentes.
[1 0 0]
3, igual ao numero de colunas em causa, pelo que elas sac lineannente l I

123 <Xl = -+- 25<X2<X2= =- -5 1


<Xl
<Xl

(Quer a segunda quer a terceira equa~ao dao


¢:> 4 =-+ -5
-- 6
j<Xl
<X2<X2= =
2 - -5 1

<X2
¢:>

= 1).
{
<Xl

<X2
-

= 1
-
- 2
• 5. Det•• mln.k po< loon •• q'" "
mente dependentes.
IIn'" da m.w A = [ ~
-1
2

1
-i],~""
""""
RESOLUi;AO
Sera, portanto, fa = - 2/1 + k.
2 2
-3 3 -1 0J -7
4. Prove que as colunas
-4 [CD
4 1
2 -~]
k
~ -1 0[~ -7
-1:] ~ [~0
k-20 o k-2
-1:] .
Para que as Iinhas de A sejam Iinearmente dependentes, tera que ser r < 3.
C'=[H CF[!]' C'=[~] Para tanto k - 2 = 0 ¢:> k = 2.
sac Iinearmente independentes;
6. Prove aplicando a defjni~ao de dependencia linear, que as matrizes
a) Usando a defini~o de dependencia linear.
b) Usando a n~ao de caracteristica de uma matriz.
Al = [~ -n A2 = [; n A3=[; ~]
i' RESOLUi;AO
sac Iinearmente dependentes.

a)
Vejamos entao, em que circunsmncias se tera

J
~~ +"~+"c,=O ~ ,.[g]+,,[!]+,,[~]=[g]

46 47 J
i J

ALGEBRA LINEAR - VOl.. t MATRIZE/2

1-1
Um sistema de equay6es pode ser: Obtemos entao uma matriz na forma [ C I 0] , representativa de um sistema

1) Posslvel, quando tem pelo menos uma soluyao, isto e: ha pelo menos
um conjunto de n numeros reais (cada um correspondente a uma incog-
CY = 0, em que C e uma matriz condensada.
Este sistema e equivalente ao proposto (e impossivel se 0 proposto for Il
nita) que transforma, simultaneamente, todas as equa~6es em propos i- impossivel, e possivel se ele for possivel, tendo as mesmas solu~6es) e de
~oes verdadeiras. Caso 0 sistema tenha apenas uma solu~ao, diz-se estudo bastante simples porque e de forma:
determinado. Caso tenha mais do que uma, diz-se indeterminado.
r Cll Yl + C12 Y2 + C13 Y3 + + cln-l Yn-l + Cln Yn = dl
I~l
2) Imposslvel, quando nao tem nenhuma solu~ao, isto e: nenhum conjunto ~2 Y2 + ~3 Y3 + + ~n-l Yn-l + ~n Yn = ~
~
de n numeros reais (um por cada incognita) transforma todas as equa- C33 Y3 + + C:3n-l Yn-l + C:3n Yn = d3
~6es, simultaneamente, em proposi~6es verdadeiras. As equa~6es sao, l !--t
enmo, incompatfveis.

Em resumo:
Note-se que:

1) Nao usamos as operay6es elementares multiplica~ao de uma coluna por


,l
um escalar e substituiyao de uma coluna pela que se obtem somando-Ihe
outra multiplicada por um escalar, porque nao tem nenhum significado

Sistema de equa~oes ... indeterminados em face dos princfpios de equivalencia para sistemas de equayoes. Ao
1Imposslvels
possiveis { determinados fim e ao cabo, pretende-se obter um sistema de equa~6es equivalente
ao inicial, mas de estudo mais simples, actuando sobre ele de forma
Para fazer 0 estudo (e determinar a soluyao, caso 0 sistema seja possivel) ordenada e sistematica, respeitando sempre os principios de equivalencia.
de um sistema de equa~oes lineares, utilizando a teoria das matrizes, deve
2) 0 facto de representarmos agora as incognitas por Y1, Y2, ... Yn, visa
actuar-se sobre a matriz [A I B] (matriz ampliada do sistema) de forma a
apenas frisar que, eventualmente, as incognitas no sistema final podem
condensar, verticalmente, a matriz A (matriz dos coeficientes do sistema).
surgir por uma ordem diferente da que apareciam no sistema inicial (alias
Podemos usar as seguintes opera~6es elementares: deve assinalar-se, sempre que se trocam colunas, a nova ordem por que
1) Troca de Iinhas de [ A I B] (corresponde a mudar a ordem das equay6es aparecem as incognitas).
do sistema).
Designando por r a caracteristica de C, por m 0 numero de equa~6es (igual
2) Multiplica~ao de qualquer linha de [ A I B] por um numero real diferente ao numero de linhas de [ C I 0] e n0 numero de incognitas (igual ao numero
de zero (corresponde a multiplicar uma equa~ao do sistema por um de colunas de C) teremos, basicamente, tres situayoes:
numero diferente de zero).

3) Substitui~ao de uma linha de [A I B] pela que se obtem somando-Ihe 1) r= m = n


outra multiplicada por um numero real qualquer (corresponde a substituir A matriz [ C I 0] tera, entao, a forma
uma equa~ao do sistema pela que se obtem somando-Ihe outra multipli-
cada por um numero qualquer). C12 CJn-l Cln
~2 ~n-l ~n
4) Troca de colunas de [A I B] com excep~ao da coluna B (corresponde a
mudar a ordem das incognitas).
[":' o o Cnn
;1
dn

50 51
J
i)
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

RESOLU9AO
1.5. Aplica~ao aos sistemas de equa~oes
Escrevendo uma combina~ao linear destas matrizes, e obrigando-a a ser nuta,
lineares
tem-se,

l
1..1A1 + Ae A2 + 1..3As = 0 (matriz nula do tipo 2 x 2)
Consideremos 0 sistema de equayaes
+ aln-l Xn-l + alnXn = bl
1..1[ ~ - ~] + 1..2[ ~ ~] + 1..3[ ; ~] = [ ~ ~ a21 Xl + a22 X2 + + ~n -1 Xn- 1 + a2n Xn = ~

E efectuando as oper~oe$ do 1 membro vem Q

1aml Xl ++ a12
all Xl X2++ ... +
am2X2 amn- 1 Xn- 1 + amn Xn = bm

onde Xl, X2, .••• Xn sao as incognitas, agU = 1, ..., m e j = 1, ...• n) os


[·21..1+
1..1+ 23Ae
1..2+
+ 351..3
Aa - 01..1+
1..1+ 1..2+
1..2+ 01..3]
1..3 = [00 O'
0]
respectivos coeficientes e b1• ~ •... bm os termos independentes.
Pela igualdade de matrizes tem-se: Trata-se de urn sistema de equayaes d01 Q grau (tambem chamadas equa-
Qoes Iineares).
Tal sistemapode escrever-se na chamada forma matricial (recorde-se a

i
I
21..1 +
A2+A3=0~
31..2
r 1..1+2Ae+3Aa=0
L
+ 51..3= 0
-A.l+Ae=O
_
A2+~=0
1..1+ 1..2= 0
1-1..2-1..3=0
~ { 1..1=1..2
1..2 = -1..3
multiplicaQao de matrizes)

all a12 aln-l aln Xl b1

ou seja 1..1= Ae = -~, e 0 sistema e posslvel e indeterminado. a21 a22 a2n-l ~n X2 ~


Assim poderemos encontrar combinaifoes lineares nulas sem que os A. i sejam todos
nulos desde que obedeifam a solUifao do sistema (- 1..3,- 1..3,1..3), aml am2 a/1Jl-l amn Xn bm

Por exemplo com 1..3= 1 vem 1..1= -1 e 1..2= ,.-1.


ou. abreviadamente, AX = B. A e a matriz simples do sistema ou matriz dos
coeficientes. X e a matriz coluna das inc6gnitas e B a matriz coluna dos termos
-[~ -n-[~ n + [; o -2-3+5
1]=[-1-2+3 1-1+0
0-1+1]=[0 0 ~] independentes.
Para fazer urn estudo do sistema usa-se, sobretudo. a matriz
e uma combina~ao linear nula com os A i nao nulos. logo as matrizes sac Iinearmente
dependentes. all a12 aln-l aln b1

a2l a22 a2n-l a2n ~


[AI B] =

aml am2 amn-l amn bm

chamada matriz ampliada do sistema. ou matriz comp/eta. que se obtem, como


facilmente se percebe. ampliando a matriz dos coeficientes com a coluna dos
termos independentes.

48 49
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MAmlZES

equivl1lente a Yr•...• Yn a tornara proposiyao verdadeira) e 0 sistema sera imposslvel (a :-\


r Yl = el - flm+l Ym+l - - flnYn conjunyao de uma condiyao qualquer com uma condiyao imposslvel e uma
condiyao imposslvel).
~ Y2 = f2m+l Ym+l - - f2nYn
&.! -
I······························· . Repare-se final mente que teremos apenas dr + 1 = dr + 2 = ... = dm = 0 -t
lYm = em - fmm+l Ym+l - ... - fmnYn
se a caracterlstica de [ C I 0] for igual a de C ou. como e evidente. se a
... de A for igual a de [A I B]. 0 que nos conduz ao seguinte
I...
..
I0.r 0...
0.... caracterlstica
...0
3) rdr+
dm
dr
dl
d2
·....
I<·IC.0.n
clr
cln
crr
cm
...
..0
c12
1m
22
resultado importante:
..
A matriz [ CcllI 0] ten:! a forma
TEOREMA DE ROUCHE

E condiyao necessaria e suficiente para que um sistema de equayoes


-I
lineares seja posslvel que a matriz dos coeficientes e a matriz completa tenham
igual caracteristica.
--1
Finalmente repare-se que um sistema do tipo

+ a12 X2 + + al n - 1 Xn - 1 + al n Xn = 0
a2l Xl + a22 X2 + + a2n - 1 Xn - 1 + B1n Xn = 0
porque nao podemos continuar a condensayao da matriz para alem da Iinha r.
visto que as restantes m - r Iinhas de C sac constituidas por zeros. j aml Xl
all Xl + am2x2 + ... + amn-l Xn-l + amnXn = 0

Teremos duas situayoes: (ou seja, da forma AX = 0 em que 0 e a co luna nula do tipo m x 1). chamado

a) dr+l = dr+2 = ... = dm = O. sistema homogeneo. e sempre possivel (a soluyao Xl = X2 = ... = xn = 0


verifica sempre 0 sistema). Pode, no entanto. ser determinado (admite uma s6
As ultimas m - r Iinhas de [C I 0] representarao condiyoes universais
soluyao que e nula) ou indeterminado (ten:! outras soluyoes alem da nula).
(terao a forma OY1 + OY2 + .,. + OYr + ... + OYn = 0 e serao satisfeitas
quaisquerquesejamosvaloresassumidosporYl. Y2•...• Yr•... , Yn)epoderao
EXERCiclOS RESOLVIDOS
ser excluidas do sistema (recorde-se que um sistema de equayoes e uma
conjunyao de condiyoes, e a conjunyao de qualquer condiyao com uma condi-
1. Estude e resolva, quando forem posslveis. os seguintes sistemas de equayoes:
yao universal e equivalente a essa condiyao).

Assim, r = m (contanto apenas as linhas de C com algum elemento signi-


ficativo) e 0 sistema ficara num dos casas 1) ou 2). a) -3x-y+z+t=-2
-x+y-z+t=O
5x + 2y + 3z - 8t = 2
j2X+Y+Z+t=5
b) dr+ 1 -:f. 0 v d'+2 -:f. 0 v ... v dm -:f. O.

Entao, pelo menos uma das m - r ultimas linhas de [ C I 0] representara


uma condiyao impossivel (sera da forma OYl + OY2 + ... + OYr + ... + b) 2x + Y + Z + 3t = 5
x+3y+z-t=-2
jX-Y+2Z+t=5
+ OYn = k, com k -:f. O. nenhuma sequencia de valores para Yl. Y2•...•

54 55
J
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 MATRIZES

todos OS Cii (i = 1, 2, ..., n) diferentes de zero, que corresponde ao sistema 2) r = m < n

Cll Yl + c12 Y2 + + cln-l Yn-l + ClnYn = dl A matriz [ C I D] tera a forma


G:!2.Y2 + + C:!n-1Yn-l + G:!nYn = ck
C12 Clm C1n
G:!2 G:!m C:!n

Teremos Yn = _n_.
d
cnn
Substituindo na equayao anterior, sera
CnnYn = dn

correspondendo-Ihe
l: 0 sistema
o Cmm Cmn
;1
dm

dn + ClmYm + + ClnYn = d1
Cn-l n-l Yn-l + Cn-ln -- = dn-l
Cnn
G:!2 Y2 + + G:!m Ym + + 0n Yn = ck
pelo que
dn 1Cll Yl + C12 Y2 + CmmYm + __. + CmnYn = dm
dn~l
- Cn-ln Cnn
Yn-l =
Cn-l n-l (os Cjj, com i= 1, 2, ..., m, continuam a ser diferentes de zero).

E assim poderemos determinar sucessivamente Yn-2, ... , Y2, Yl' Podemos resolver a ultima equayao em ordem a Ym, donde,

Este e0 Metodo de Triangulayao de Gauss para a resoluyao de sistemas. dm - Cmm+l Ym+l - --- - cmnYn
=
o sistema e, portanto, possivel e determinado.
Ym
cmm

Podemos ainda dar a [ C I D] a forma


Ym vem em funyao das n - m incognitas Ym+ 1, Ym+2, ... , Yn'
o Continuando 0 mesmo esquema de resoluyao usado no caso anterior,
1
obteremos Yl, Y2, ... , Ym como funyao das n - m inc6gnitas Ym+ 1,

condensando-a,
l: o 1 I
~ :~] In

agora, de baixo para cima e da direita para a esquerda, e


Ym+2,

o
... , Yn que ficam arbitrarias (incognitas nao principais).

sistema e, portanto, indeterminado de grau de indeterminayao


d = n - m (ou d = n - r visto que r = m).
dividindo as linhas pelos escalares convenientes de modo a obterem-se «1»
na diagonal da matriz dos coeficientes. 0 sistema ficara entao na forma
o sistema tambem se pode resolver por diagonalizayao (de forma analoga
a descrita atras), obtendo-se

Y2=/2 o 0 If1n ...1


emIf2m+
f1m+1 f2n
fmn
0 1
fmm+l
1Yn =
= In
Yl 11
rt o
;1
Quer dizer, na coluna dos termos independentes figura a soluyao do sistema.
E este 0 chamado metodo de resoluyao de sistemas por diagonalizayao de Jordan.

52 53
-7
Z z-S
-3
-1
-17
ALGEBRA 3YIy1t 241LINEAR
I-1-2
-7
10 <D
1-1~VOL.
1=)22-1
-1 0 11 43
x
b)
-~]
-;]5]
"' [i
=) [~
2[~ [0) -1

Estamos no caso em que r = m = 3 e n = 4 (r = m < n). Assim, 0 sistema e


possivel e indeterminado do 1~ grau (d = n - r = 4 - 3 = 1, portanto vem uma
incognita arbitraria). A sua solu~o vem:

7z - 17 7 17
10y-7z=-17<=>10y=7z-17<=>y= 10 =lOZ-1O·

3
t+3Y-3z=-S <=> t=3z-3y-S <=> t=3z--(7Z-17)-S
10 <=>

21 Sl 9 1
<=> t=3z-lOz+1O-s <=> t=lOz+1O·

x+t-y+2z=S <=> x=-t+y-2z+S <=>

9 1 7 17 20 SO
<=> x = -lOZ -10 + lOz -10 -WZ + 10 <=>

22 32
<=> x=-1OZ+lO.

A soluyao sera
-
-lOz
(22
+ ro'
32
lOz
7
- ro' lOz + ro'
17 9 1
Z
)
,como se

va inteiramente dependente de z (outra qualquer das incognitas poderia ficar arbitreina).


Por exemplo, com Z = 1 vem, para solu~ao do sistema (1, - 1, j, 1), com z = 2

(_~
s' -10'
3
10'
19 )
2 ,etc.

58
ALGEBRA UNEAR - Va. , MATRIZES

Estarnos no caso em que:


r = m = n = 4.

- x + 2y + 3z = - 3 Portanto 0 sistema e possrvel e determinado.


C) x2X.+- 2y3Y. ++12z
IX+Y+Z=l 5z -19
== - 14
A sua solu~o sera:
t= 1 (equa~o corresponde a ultima linha).

d) !xx3x-+- 2y++2zz4z=
y3y+ 59
= =2 Da penUitimaIinha tiramos4z + 3t = 7. Mas, comot = 1. vem 4z + 3 = 7 pelo
que z = 1.

Da finha seguinte vem


e)
I - x + 3y - 2z + 3t = 9
2x - y. -+ Zz -2t
3x+y-t=7
x +2y + t ==8- 1
, x - 2z - 2t = - 3 ~

Finalmente, da primeira Iinha. vem


y= 2x + z + t = 5 ~
x = - 3 + 2z + 2t ~

Y = 5 - 2x - z - t ~
x = - 3 + 2 + 2 = 1.

Y = 5 - 2 - 1 - 1" =1.
Assim, a solu~o do sistema e:
f) x-y+3z=3.
3x - y+ 8z = 15
jX+Y+2z=4
Y = 1
z= 1.
RESOLU~AO = 11
Ix t =

a) A. sol~ao tambem se cia muitas vezes a forma (x, y, z, t). 0 que neste caso
Formando a matJizcompleta do sistema resultara em (1, 1, 1, 1).
x y z t y zt 1
x -8
3
-1
1
-3
-15 Vamos resolver 0 sistema por diagonaliza~aoe confirmar a solu~ao encpntrada:
2
1 -1 I -2

~r
-2 .Y-3-11-2-2
II01
-20
-2
0 I7
4
124
0
13I x-3
z0 00 1 <D
0 01
0010
-3
-1
-1
1-1
... 1 1
1 -1 11 I 0 ~
CDI
(i) I2
=>=> =>
01
001 0 1 0

nT ['
[2 5 21 2-8
1 1 5J
.~.~ 02
-2[CD II 2
5]donde (1, 1, 1, .1).
-~]~[! 2 0
57
-5II
II1
-8-2
-8
-1
-140
4
41
41
-2
373 1.=>
I 52-6
1I 3 2 4% 0
00 -10 I 23 I -6
-8 -82 -53
II -14
[!
~ [![~
I
0 =>
0
0 -3 1 1 -22 14 -10
E» 0

2
2
56 ~]
-~
5] [~
[' [' 2 21 11, I 5]
~
ALGEBRA LINEAR - VOl.. 1 MATRIZES

A soluc;ao sera dada por rx+y+2z+t=O

+z-t+8 b) 12X - y + 5z + 2t = 0
I 3x + 7z + 3t = 0
~ l-x+2y-3z-t=O
-5Y+3z-4t=-17 ~ -3z+4t-17
{X + 2y - z + t = 8 1y= ----5-
x = - 2 4t - :~ - 17

RESOLU(:Ao
x'" ) -5 a)
~ -3z + 4t - 17 ~
y= Trata-se de um sistema homogeneo sendo, portanto, sempre possive!. 0 seu estudo
1 -8' +-5
6<+ 34 - 5, + 5' - 40 destina-se a verificar se sera determinado ou indeterminado.

Assim,

x = 5 4I61,z y2x 1I 1 12 3 @2
3
~ -3z + 4t -17 -1 2 1-2 -2 1 -3 0
1Y = -3t +-5
z- 6 ~] 1[i
n ~
[G) 1
-3z ~ [i17 ,
+ 4t -
z,
A sol~ao vem assim dada por _ 5
3t + z - 6
' -5
(- t), com
2 variaveis arbitrarias, z e t (variaveis nao principais).

f) Temos r = m = n = 3, pelo que 0 sistema e possive' e determinado. Logo a sua


uniea soluyao e a nula. Vemos eonfirma-Io resolvendo 0 sistema por diagonalizayao:
2I0zxy1
15 -2 30I ,o-42@ 1
12 I 8
-2 0
z0I1I6,IIxICD
-!]
-1]
;]~~ [ 1 1 2
~0
-3
o 0 J
z=O
00)-1 2yI111 0 ~0
3o I ; 0
0
1 01
2
[G) 1
pelo que
0 CD
~]
~]~~ (i
y = o.
W
[i
[" l' = 0

A ultima Iinha representa evidentemente uma eondiyoo impossivel, pelo que 0 sis-
tema proposto e impossive/.

2. Estude e resolva os seguintes sistemas de equayOes lineares:

a) x - 2y + 3z = 0
-2x + y + 2z = 0
jx+y+z=O

62 63
ALGEBRA UNEAR - va.. 1 MATRIZES

Retirando a ultima linha (8 uma linha de zeros t:orrespondente a uma cond~ao Sera enta~ r = m = 2 menores que n =3 (0 sistema e possiveleindeterrninado
universal), podemos estudar 0 sistema com a matriz do 111grau: d = n - r = 3 - 2 = 1) ou simplesmente indeterrninado. Diagonalizando,
1 vem
II ~ ~....:2
o 1 11
1 I :-20.. ~ @zI-1
3-2
-17I-5
-3
-4
-1I
1 03yII1z
Izxy-2 ot 123
0 ~ 5-5
139-1
4 I
0.072 -1
0 CD x01 3I
y. 3 - 3y)
[1 o 0
1 I -21] 3 -1-3 01 1
0 1 0-103-5 3 - ]
z ~]-1
=~3 - 3y
2]
~.~~.
x~
[1 1 -2
P -2
e)pelo
Sera enta~ r = m = n = 3, .pelo que 0 sistema 8 possivel e detenninado.
[~
que
2 -1
-'~]
A solu~o sera (5y - 1,
I {-x 8]8] == 5y-1.

I
I011
1zI1z1y1 -2 ~ [<D
31 0 0
y01
Diagonalizando
z y=-2
-20
CDI
=2 x-11
-2
.
2 ovem0 G)
0 1~ 4
-2 oeD 3 0
1
.. u [' 2

elo que
[~-2
[<D
x
~]
H
J]..-,[~
']"' [" (1,
Ad)solu~o 8, portanto, 2,0- 2).
r= ,
~ 2
-2
3]-1
~

~]..
Retirando as duas ultimas Iinhas, por nao terem nenhum elemento significativo,
faremos 0 estudo do sistema a partir de

[1o -52 -13 -41 II -178] .


Tal como no exemplo anterior, e pelas mesmas razoos, podemos excluir a ultima
linha.
Teremos que r = m = 2, menor que n = 4.

o sistema 8 indeterrninado de grau 2 (d = n - r = 4 - 2 = 2) ou duplamente


indeterrninado.

60 61
8-- 3 -1
-1551350
1-2
08-17 51I241
0I-
II I LINEAR,
ALGEBRA 551 0
I => VOL. 1
3
-2
01 0
0
1 ']
-J~

Chegados a esta fase, repare-se que a caracteristica do sistema esta dependente


do valor de 8,

Entao sera:

1) 8- 341 '" 0 ~ 8 '" 341


r = m = n = 4, pelo que 0 sistema e possivel e determinado.

2) 8- 341 = 0 ~ 8 =
41
3'
A ultima Iinha da matriz dos coeficientes representa uma condi~ao impossivel Neste caso, tudo depende do valor do termo independente correspondente a ultima linha.
Assim:

(ox + Oy + Oz + Of = - 5~ ) pelo que 0 sistema e impossive!. 7 7


a} 3" (b + 5) - 9 '" 0 ~ 3" (b + 5) '" 9 <=> 7b + 35 '" 27 ~

RESUMINDO: 8
~ 7b '" -8 ~ b '" -7'
1) 8 = - 3:
41. t .•
SIS ema ImpoSSlve .
I Entao a ultima Iinha representa uma condi~ao impossivel,
e impossive!.
pelo que 0 sistema

8 '"
2) ~1 : sistema possivel e determinado.
b) b =--87
Neste caso a ultima linha e integralmente constiluida por zeros, representando
assim uma condi~ao universal, pelo que pode ser excluida do estudo do sistema.

Portanto r = m = 2 menor que n = 3, sendo 0 sistema possivel e indetermi-


nado do 19 grau.

66
67

i I
ALGEBRA LINEAR - VOL 1
~. MATRIZES

-3 0
0fI1-123
b) I2 -1 z => 1 -3
Iyf1
x
Q
0 -3120 10o750 01 3-1 1
Tal como 0 anterior, este e um

n
sistema homogeneo. Assim

[® 1
~] [ 1 1 2
b)
I ax - y + 3z = 6
2x+y-
x + 2y + zz=b
= 5

x+y+z=1
c) 2x - y + 4z = 9
x + ay + 3z = a
2x+y+az=a
j3X + 2y - 2z = 3

~ d) x + ay + z a .
Ii
=
Excluindo as duas ultimas Iinhas (representativas de condi~oes universais) temas x+y+az=a2
jax+y+z=1
que r = m =. 2 < n = 4. Assim, 0 sistema e indeterminado do 22 grau

I (d = n - r = 4 - 2 = 2): duplamente indeterminado.


RESOLU~AO
I, z0I2I1f yY1 1
~]
Resolvendo
x ~]-2 [1
=>
=>

2
x 0 -3
1 CD
0 0sistema por diagonaliza~ao:
1 Note-se que nestes sistemas ha parametros, ou seja: coeficientes variaveis. A ca-
I racteriza~ao dos sistemas vais pois depender dos diversos val ores que esses parametros
tomarem. No entanto, a metodologia a utilizar para 0 seu estudo e, basicamente, identica
11
a aplicada para os sistemas de coeficientes constantes.

I 1

1
=> [6
x z
o
1 -3
y
7 1
0 ~l 3 2 1
a)
z-2

j]
f1
Iffy2768
-2
Vejamos:

-; ]
x
3fIf 12 =>
a1 =>1
1 1 -1

[ ®
1o
-2 212

1
3

j
Portanto, [-~
Ij
{X z == 3y
-7y - f.
1

I. As diversas solu~oes vem dadas por (-7y - f, y, 3y, f). Note-se final mente
(Esta passagem troca a 21 com a 41 linha, justifica-se por haver todo 0 interesse em
que os parametros do sistema nao entrem nas contas, se possivel)
que a solu~o nula esm aqui contida: basta lazer y = 0 e f = O.
i
I 3. Estude os seguintes sistemas de equa~oes, para os diferentes valores dos parametros
ae b. =>
-1 oeD
0 1
-1
1 -2
5
3
I -3 [ 01 31
2
2 8-2 ~]
~

I J
r x + y + z - 2f = 1
- x + 2y + Z + af = -
i
a) y + 2z + 3f = 6
1

l2x + 3y + z + f = 7
I
64
65
~,
ALGEBRA

Falta-nos
LINEAR -

entao
VOL 1

0 caso em que a = ~ . Voltando a ultima forma da matriz do


Temos assim:
MAmlZES

l
sistema valida para a = ~ temos
1) _a2 _ a +2 =0 ~ a2 + a _ 2 = 0 ~
-1 ± 3
a= -1 ± {"1T8
2 ~ 1
~ a = 2 ~ a = 1 v a = -2 ~

0 -1 I030-5
22
I02717 I 5 <=> a = - 2 (porque a '# 1). -j
5 5
I
0
0 Portanto:

a)a = 1 1
1 1
o 0
[i o 0 g] -1
sendo 0 sistema ainda impossfvel porque a penultima Iinha representa uma condiyao
impossive!. pelo que 0 sistema e passivel e indeterminado do 2lI grau (r = m = l.porexc'usao
das duas ultimas Iinhas, e n = 3)
Entao qualquer que seja 0 valor de a, 0 sistema e sempre impossive'

d) b)a =-2
x y Z Z Y x 1 -2
-3 3
a ~ -1 1 a [i o 0 -i]
u' a a2
1] -a [CD
a 1 a :]~
a2 pelo que 0 sistema e impossive!.

a-1 0 1-a
a2_1 Ia,I11-a
, 1-a2
-a2-a+2
a2_a 0
Ia1-a
1 I 2) - a2

o
-

sistema
a +2 '#

e possivel
0 ~ a '#

e determinado.
1 1\ a*-- 2

a~'1 ]]
a~ ,U
0>

~ RESUMINDO:

1) a = 1

Sistema possivel e indeterminado do 22 grau.

2) a = -2
Sistema impossive!.

3) a '# 1 1\ a '# - 2

Sistema possivel e determinado.

70 71
f
ALGEBRA LINEAR - VOl.. 1 MATRIZES

RESUMINDO:
Sendo - 5a + 7 "# 0 ~ a"# ~ a matriz completa pode tomar a forma
1) a "# 4

'I
Sistema poSSIVel e determinado.

2) a = -4 -10 I17
-5a
0 a-2 I0-5
Ia+3
+ 7Ia-1
07 (a-1)
-5a+7

I
I
8 00
I a) b"# --
7
Sistema imposslve!.

I I b) b = --:-7
8

Sistema posslvel e indeterminado do 1g grau.

I
Entao,
[ I 3a1IZy=>
c) a91-2 42 -1
-2
-3 231 a1 a341
-12-2 a + 3
x 1) a - 2 - '"_ "7 (a - 1) = 0 ~

I I
[!
;j
3j ~ [~1 ~

~
(a - 2) (- 5a + 7) - (a + 3) (a - 1) = 0 ~
--,---~--------'--~"----'-
-5a + 7

(a - 2) (- 5a + 7) - (a + 3) (a - 1) = 0 ~ (recorde-se que

a-1
i I I

-1 00 0-10 0
a-2
-5a+
a-1
G I17
-3II1
II70a+3
Ia-2 I1-5
-5 1I2-1Ia-l
.7
2-301=> ~ -5a2 + 7a + lOa - 14 - a2 + a - 3a + 3 = 0 ~
-5a+ 7"# 0)

I (

1
1
j1['
~ _ 6a2 + 15a _ 11 = 0 ~. a = -15 ± -.J-12

~ equayao imposslve!.
225 - 264 ~

~r~ [
Portanto 0 sistema
imposslve!.
e imposslvel porque a ultima linha representa uma condiyao

"

!
i
I

68 69

~
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 0I-2
o I-22
15
73
c
CDIAa
70-30-30
1~
3c 2031I6
I32
-1
c+14
A3
A2 -61CI2377+14
'-14
-215
52c-4 1ICII0I00 =>
I35-6
-12
-3 30000-250101050 -3
-252 MATRIZES
OJ

=> =>
5Al - 2'-2 - 2A3 + ~ =-5
=> 3 105-1 1
-20 2CD-3-2 0-25
-3 I2Al - 3'-2 + CAa (ver
= 0
o-l1 -1
n
-1

[~
-1

~]
sistema
+ 5'-2a -estudar
2A3 + 2 ~secyao
= O· anterior) e

Com b= ~6
Al
Vejamos entao este caso extremamente simples: Al
podemos excluir a ultima Iinha do estudo do sistema pelo que vem
~]~H
~]
:]<-2)
~]~ [~
A sua matriz completa e
l~ ~~
~~
, = m = 2 < n =
= 3 -2 = 1).

Tern-seenmo
r
3. Assim 0 sistema vem indeterminado
+210+34=0 -5[~
-15l~
do 12 grau (d = n - , =
[-!
[G) 0

3z + 5y
{X+Z+2Y=O = 0
(=) ! - -a-Y
Z- 5
x - ; y + 2y = 0
Z _
~!x=-~y 5
- -a-Y

sendo portanto a solu~ao (- f. y, - ; y).

Note-se que a solu~ao nula esm lei contida: basta fazer y = o.

6. Diga, usando a defjni~o de dependencia linear, para que valores de c as Iinhas da


matriz A sao Iinearmente dependentes e Iinearmente independentes.

2 -1

A = l~ -3
o
5
c -2 -2 .
2
-~1
1

RESOLUPAO

Como vimos no capitulo anterior, 0 estudo da dependencia e indepenooncia linear


de filas de uma matriz usando a defjni~ao, conduz it resolu~o de urn sistema homo-
geneo. Se esse sistema for determinado (apenas a solu~ao nula serve) as filas sao
linearmente independentes, sa for indeterminado (servem outras solu~Oes alem da nula)
as filas sao Iinearmente dependentes.

Quando temos mais de tres filas em estudo, somas conduzidos a sistemas com mais
de 3 equa~Oes e mais de tres incognitas que, a nao ser que sejam extremamente o sistema sera determinado se c #. 1 (n = m = , = 4). sera indeterminado se
simples, so com tecnicas das do tipo agora estudado se rasolvem e estudam rapida- c = 1 (r = m = 3 < n = 4).
mente.

Portanto:

1) c = 1: as Iinhas de A sao linearmente dependentes.

2) c #. 1: as Linhas de A sao Iinearmente independentes.

74 75
ALGEBRA UNEAR - VOL. 1 MAmlZES

4. Determine b de forma que 0 sistema de equa~es que se segue seja POSS!,,,, palo que
Determine ainda, para esse valor de b, a soI~o do sistema.

x- 2y + Z = 1 Ixz=2
Y = 1-
= 1
I.x2x+y-z=1
+y+2z=6
l2x - 3y + 3z = b
5. Determine b por forma a que 0 sistema seguinte tenha soluc;:oes nlio nulas:

II
I 3I-2
b-5
b-12
b-7 5I-5
114
0-5
-11
RESOLU9AO
14
I Iy1Yz11)1
I(123J-5
-5 -3
-1

x
~
0I-5
0 .1 2~2 '""1 100I2 00I0
21~03-1
-3 I
Ix
x+by+3z=0.
-x+ +2y3y+ +z 2z
= 0= 0

! i] ~ [~['['
6]]]
6]
I
66
['
[CO 2
1 1
RESOLU9AO

I Trata-se de urn sistema homogeneo. Temsempre a solu~o(O, 0, 0) qualquerque


seja b. Se queremos que ele tenha soluc;:Oes nlio nulas (ou seja: mais soluc;:oes para
~ alem de (0, 0, 0»)temos que calcular b de modo a que 0 sistema venha indeterminado.
Assim:
f

22I5....2-0/'3
I3b-2-..!Q.
oxyz2 1yZ .~ b2 03
b3 G) 5
2 b-2 I
1 I
h
:1
3
~ 1-1-1 12 3 b 3
x 3
0 ~]~H ['
0] ~ 1 2
[-1
[C01
:]
Para que 0 sistema seja posslvel, tern que ser b - ~5 =[: 0 ~ b = 5.

Podemos enUio excluir a ultima linha do estudo do sistema, que sera. posslvel e

r
determinado (r = m = n = 3).
5z3I -3I I I I
101y 2 ~0 ~por 0 10
o0 diagonaliza~o,
(1)

;r
Resolvendo 0 sistema resultante,
1 0

[~
x
~] [12 0

Para que 0 sistema seja indeterminado tern que ser r < 3. Tera. entlio que ser

_ 0 ~ b=2+J.Q...
b-2-3-10 3 ~ b=...!§...
3 .

72 --------------------------:;;;73

~--
I;

MATRIZES
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1

Concluindo: Dando ao sistema a forma matricial vem


'l
- Para que uma matriz A seja invertrvel (isto e: exista a sua inversa A-1)
tem, para ja, que ser quadrada, e A-1 sera tambem quadrada da mesma a21 a22 a23 b:!1 = 0 . 1
ordem que A. a31 832 a33
a13]
b:31
[ b11] [
01 ]
[all a12

Por outro lado, e evidente que se K 1 e inversa de A, a inversa de A- 1 e


Para determinar a sua solu~o podemos proceder como em 1.5. Formando
A (repare-se que, em toda a discussao anterior se podem trocar os papeis de
entao a matriz ampliada do sistema
A e A-1). Isto e:

(A-1)-1 = A.
Vamos agora ver como se determina a matriz inversa duma certa matriz
821
a31
[all
a22
a32
a12
a23
a33
a13
I 0
II 0
1]
I
quadrada A.
vem, se 0 sistema for determinado (0 que obriga a que r = m = n)
Por simplicidade, vamos tratar 0 caso da inversao de uma matriz quadrada 1
de terceira ordem (facilmente generalizavel a uma matriz quadrada de qualquer o
ordem): 1 o I ~1
r o
Seja entao a matriz [~ o1 II b:31
b11]

01b:!2
a23
a33
a22
a32 0 b:32
b12 .=
b:32
b:!3
b:33
a12 xa22 b:31
b:!1
b:!2
0b12
a31
b:31 ap6s resolu~o por diagonaliza~o (repare-se que as inc6gnitas correspondem
A = a21
oa A-1
sua inversa
de =
inversa,
b:!1 tem-se ~]~3= ]~
813] aos elementos desconhecidos da primeira coluna de A- \
['[~1 [ 811
Jogando com a segunda e terceira colunas de '3, serramos conduzidos a
[ 811 [ ~1
sistemas cujo estudo se faria atraves, respectivamente, das matrizes ampliadas

a21 a22 a23 I 1 e a21 a22 a23 I 0 .


831
[all
a32
a12
S33
a13 II 0]
0 a31
[all
a32
a12
a33
a13 II 0]
1

Determinando a sua soluyao pelo metodo de diagonaliza~o (caso eles


sejam possrveis e determinados) vem

o o
I1 o b:!2 1 o I b:!3
o
Recordando 0 modo como se efectua 0 produto de matrizes, facilmente se o 1 I
[~ o I b:32
b12] [~ o1 II b:33
b13]
percebe que a primeira coluna de 13 se obtem fazendo
respectivamente.
all b11 + a12 b:!1 + a13 b:31 = 1
a21 b11 + a22 b:!1 + a23 b:31 = 0

a31 b11 + a32 b:!1 + a33 b:31 = O.

78 79

i
~.{------------------------------ ,I
I I
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
f
%
MAmlZES

I I
7. Para um valor de c que
linear das outras (A ea
0 tome possivel, escreva a ultima Iinha de A como combina~ao
matriz referida no exercicio 6).
Entao
1 0 lX3
I
II001
= 1
lX2=1.
n·~
0

[~
I
1
RESOLU~AO r = 1

Evidentemente tera que ser c = 1 (s6 nesse caso as linhas de A serao Iinearmente
1

I dependentes,

A expressao
e poderemos

14
escrever alguma como combina~ao

= lXl 11 + lX2~ + lX313 leva-nos ao sistema


linear das outras).

Portanto '4 = '1 + ~ + '3, isto e: a quarta Iinha e a soma das outras tres, como
-14II
I-6
I-1IX:!0IlX3
5215-12
rlXl+2lX3=3 I
I0 0 ~ -1I -2
502-3 I -3
20 -2 510o1 I E:D I facilmente se pode verificar.
I 1 0
l5lXl
I -n
- 2lX2 - 2lX3 = 1

i]:]
Temos entao:
[~
-lXl +lXl5 IX:!- 2lXJ = 2'
~] 3]~.[~
{ 2 lXl - ~3~lX2 + lX3 = 0

! [® 0 1.6. Inversao de matrizes

I Chama-se matriz inversa de uma matriz A, a matriz B tal que


AB = BA = I (1- matriz identidade).

,I B, quando existe, costuma designar-se· por A - 1.


A igualdade anterior toma entao a forma
i

I Repare-se no seguinte:
AA-1 = A-1A = I.

I
(
1) Para efectuar 0 produto de A por A- 1 tera que ser: numero de colunas de

A igual ao numero de Iinhas de A-I (designemos este numero por n).


2) Por outro lado, 0 numero de linhas de A tem que ser igual ao numero de
colunas de A- 1 , porque 0 resultado do produto e uma matriz quadrada
II (designemos este numero por m).

I 3) Sera, entao possivel efectuar-se A-I A (como exigido pela definiyao)


Excluindo a ultima Iinha (completamente constituida por zeros) 0 sistema vem
J
possivel e determinado (r = m = n = 3).
porque 0 numero de colunas de A-1 e igual ao numero de linhas de A
como resulta de 2).
Resolvendo-o por diagonalizayao vem:
4) 0 resultado do produto de A- 1 por A sera uma matriz quadrada de ordem
lXl IX:! lX3
2 n porque 0 numero de linhas de A-1 e igual ao numero de colunas de
o 1 1 21:::>010 A, igual a n, (como resulta de 1).
o
[1
0
0 8> -13]2 [10 0
0 -10 -1 ~]~ 5) Como tem que se verificar AA-1 = A- 1A, sera m = n.

76 77
MATRIZES
ALGEBRA LINEAR - VOL. I

Note-se que: 2) (AB r 1 = B-1 A- 1, isto e: a inversa do produto e 0 produto das inversas
1) Todos os sistemas tem a mesma matriz dos coeficientes que e a matriz A. por ordem inversa (desde que A e B sejam ambas invertiveis).

2) Em relayao a todos eles foi feita a hip6tese de serem possfveis e deter- De facto
minados, 0 que obriga a que r = m (caracteristica de A iguaJ ao numero AB . B-1 A-l = A (BB-1) A-1 = A I A-1 = (A I) A-l = A A-1 = I,
de Iinhasde A. Jei tinhamos visto atras que, para A, m = n).
e
Podemos entao afirmar que uma matriz apenas e invertfvel se for quadrada,
de caracterfstica igual it orOOm. B-1 A-1 AB = B-1 (A-1 A)B = B-l,B = B-1 (lB) = B-1 B = I.

As matrizes que verificam as condi(:oes indicadas acima dizem-se regula res,


3) Generalizando a propriedade anterior para qualquer numero de facto res
caso contrario dizem-se singulares.
invertfveis vem:
Podemos estudar os sistemas dados atras simultaneamente (todos tem a
matriz A por matriz dos coeficientes) vindo (A. B. C .. .r1 = ". C-1. B-1. A-1.

II01 0a32
b11b12
b:31 a22
a23
a13
a33
0.1 b:33
b:32
0.3
0.2 1 01
a12 I.0 4) (Ak)-1 = (K1)k.
0
a21 a31
n
1
multaneamente, por diagonaliza(:ao vem
b" ] Repare-se que nao e mais do que a propriedade anteior para k matrizes
[ a"
iguais:
[~ A1 = A2 = ... = Ak = A.

5) (A T)- 1 = (A - 1) T .

De facto

Note-se que ao condensar as matrizes ampliadas dos sistemas (simultanea- AT. (A-1) T = (A- 1 . A) T = IT = I e
mente), devemos evitar a opera(:ao troca de colunas para que obtenhamos no
(A-1{ . AT = (AA-1{ = IT = I.
fim, do lade direito da matriz ampliada, precisamente A- 1 (uma troca de colunas
leva it troca de ordem das incognitas que acarreta uma troca das Iinhas de
Finalmente atente-se no seguinte: um sistema de equa(:oes possivel e
A-1 no resultado final).
determinado tem uma matriz dos coeficientes A, tal que r = m = n.
Concluindo:
Em suma, para esses sistemas, A e regular podendo determinar-se A- 1.
- Dada uma matriz regular A, se transformarmos (A I I] em [ liB] por Isso permite resolver esses sistemas atraves do chamado metoda de explici-
operayCies elementares apenas sobre linhas, teremos que B = A- 1. tayao.

Vejamos, fina/mente, algumas propriedades da inversao de matrizes: Vejamos:


AX = B ~ A-1AX = A-1B ~ IX = A-1B ~ X = A-lB.
1)(A-1)-1=A
Ja vista atras.

81
80

------------
ALGEBRA LINEAR· VOL. t

2
:::)
o 2 -13
1 3-10 E]) :::) 010
L
8-1
<D
L
21 2
0= I 0
2
C e Assim
I0I1-1
@ -2
-2
10610111 1 1
4o0125220102<D
0 0 23-11
-162:::)
J...j
:::) 2211
I-4214 3 :::)
:::)

1
I2 0-143 -1
1 0
1
l
I
1
1 I MATRIZE§.

Concluindo:
00 2

:::) 10 Iineares,
2
2
:::) 10

0
quadrada
-n
de quarta ordem.

-~j ~Jj[j
-~1
-~j
J...1-2
1 01
Determinemos a sua caracterfstica:

- Urn sistema de equayoes possivel e determinado, pode resol-


ver·se multiplicando a inversa da matriz dos coeficientes pela coluna dos [® 2
termos independentes (metodo de explicita{:iio). .[:

EXERCiclOS RESOLVIDOS

1. Das matrizes que se seguem, inverta as que forem invertiveis:


2
63
1 531 222
-12
-1 12
0
c=
-i]
:] [i
RESOLU9AO -n
A = [; B =

A (matriz do tipo 3 x 4) nlio e invertivel porque nlio e uma matriz quadrada.

8 e uma matriz quadrada de terceira ordem. Vejamos se tern caracteristica igual a


ordem:

o 1 0:::) 0 1
-1 1
[<D
2
2 -1
1] [10 20 ~].
-2

De facto r = 3. Portanto 8 e invertivel por ser uma matriz quadrada de caracterfstica


igual a ordem.

Vamos enmo determinar 8-1:

1 2 1 1 o
o 1 o o 1 0 :::) 0 1 0 o 1
-1 1 2
[<D 2
-1 o
1 0
0 1
0]
0
[1
o -2 -1 o
~] ~

82 83

::;r
MATRIZES
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1

Note-se que: 2) (A8 r 1 = 8 - 1A- 1, isto e: a inversa do produto e 0 produto das inversas
1) Todos os sistemas tem a mesma matriz dos coeficientes que e a matriz A. por ordem inversa (desde que A e 8sejam ambas invertiveis).

2) Em relayao a todos eles foi feita a hip6tese de serem possiveis e deter- De facto
minados, 0 que obriga a que r = m (caracteristica de A igual ao numero A8 . 8-1 A- 1 = A (88-1) A-1 = A I A-1 = (A I) A- 1 = A A-1 = I,
de Iinhasde A. Ja tinhamos visto atras que, para A, m = n).
e
Podemos entao afirmar que uma matriz apenas e invertivel se for quadrada,
de caracteristica igual a orOOm. 8-1 A-1 A 8 = 8-1 (A-1 A) 8 = 8-1 18 = 8-1 (18) = 8-1 8 = I.
As matrizes que verificam as condic;:6es indicadas acima dizem-se regula res,
3) Generalizando a propriedade anterior para qualquer numero de facto res
caso contrario dizem-se singulares.
invertiveis vem:
Podemos. estudar os sistemas dados atras simultaneamente
matriz A por matriz dos coeficientes) vindo
(todos tem a
(A . 8 . C ... r 1 = ... C-1 • 8- 1 . A-1•

I01 0a32 01 1
a12 I. 0
ba1ba2
b11
~1 a33
baa
a22
a23
a13
~a
~2
b12
4) (A k)-1 = (K Y.
0
n
a21 1
a31

simultaneamente, por diagonalizac;:ao vem Repare-se que nao e mais do que a proprledade anteior para k matrizes
~3 ] [ a"
iguais:
[~ A1 = A2 = ... = Ak = A .

5) (A Tr 1= (A -1{.
De facto

Note-se que ao condensar as matrizes ampliadas dos sistemas (simultanea- AT. (A-1) T = (A- 1 . A) T = ,T = I e
mente), devemos evitar a operac;:ao troca de colunas para que obtenhamos no
(A-1{ • AT = (AA-1{ = ,T = I.
fim, do lade direito da matriz ampliada, precisamente A- 1 (uma troca de colunas
leva a troca de ordem das inc6gnitas que acarreta uma troca das linhas de
Finalmente atente-se no seguinte: um sistema de equa<;:oes possivel e
A-1 no resultado final).
determinado tem uma matriz dos coeficientes A, tal que r = m = n.
Concluindo:
Em suma, para esses sistemas, A e regular podendo determinar-se A-1.

I - Dada uma matriz regular A, se transformarmos [A I I] em [ II 8] por Isso permite resolver esses sistemas atraves do chamado metodo de explici-

operay6es elementares apenas sobre Iinhas, teremos que 8 = A- 1. tayao.

Vejamos, finalmente, algumas propriedades da inversao de matrizes: Vejamos:


AX = 8 (:::} A- 1AX = A- 18 (:::} IX = A- 18 ¢:> X = A- 18 .
1) (A-1)-1 = A
Ja vista atras.

81
80

.----------------
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1

00 2
2
...!..1-2
~
1 3-10 8)
o 2 -13
~loCDo
0
L L
21 2
8-1 = I 0
2
C e Assim
quadrada
114111111 1~ 1 4
I01-1
@o6-4
00 12
02
-2
2002CD
005
0 3
de quarta ordem.
126~22~
-11
...!..I
2-11 241 33-1~I 00 -1
I-4
1
1
Determinemos 1
l
I
a sua caracteristica:
1
d)
I I MATRIZES

Concluindo: 2
2
~ 10

0
-~J
~[j
1 ~jj0]
-~1
-~]
- Um sistema ~ 10 Iineares,
de equar;6es possfvel e determinado, pode resol-
ver-se multiplicando a inversa da matriz dos coeficientes pela coluna dos [® 2
termos independentes (metodo de explicita9iio). .[:

EXERC[CIOS RESOLVIDOS

1. Das matrizes que se seguem, inverta as que forem invert[veis:

3-1 1 222 2
1 53
6-12 12
0
c=
RESOLU~AO
~]
-i]
-H [i
A = B = [i

A (matriz do tipo 3 x 4) nao e invertlvel porque nao e uma matriz quadrada.

8 e uma matriz quadrada de terceira ordem. Vejamos se tern caracterfstica igual a


ordem:

o 1 0 ~ 0 1
-1 1
[CD
2
2
-1
1]
0
[1
0
2 ~].
-2

De facto r = 3. Portanto 8 e invertlvel par ser uma matriz quadrada de caracteristica


igual a ordem.

Vamos entao determinar 8-1:

1 1 0 2 1 1 o
o 1 o o 1 1 0 o 1
-1 [CD1 2
2
-1 o 0
~]~ [: o -2 -1 o
~]~

82 83
31 -
I1-2
I(1)1001oo21I==> 0111
ALGEBRA LINEAR· VOL. 1
003
200
01
10 01
o21
_.1.. 12311-1
0101010 1==>
1-1
1-1 •I I: 2 1 2 2==> MATRIZES

-4
==> ==>
2 2 2 I 0
1 44 2 110. 3
-11010 1CD 1 ==> I0 0 ==> I0 2 a)
~]~11-12]
o -1 2 -4 RESOLU~AO
H 0
0
0
Para detenninar (A T)- 1 faremos:
o
A'=H
CD 0

==>
[1o0 02 12
01 - 11
00] .

Portanto r= 3, palo que C nao e invertrvel.

2. Determine a e b de forma que as matrizes

II 2

I~ A = [:
-2
a
1
83 -10]
5 e B= 2 -1
[1-1 0b
1
0
1]
\
sejam invertrveis.

I:

RESOLU~AO
\

A matriz A nunca sera invertfvel. qualquer que seja 0 valor de a, porque nao e
quadrada (tipo 3· x 4).
Quando a matriz B:

1-1
b-1
-1 1==> 10 0 0 E])
1 -1
b
b -1 0
[Q)
o'] ] i]~[~
0 -!] ~
[' 1

Para que B seja invertrvel, tem que ser a caracteristica 3 Ogual a ordem), 0 que
implica, b - 1 '*- 0 <=> b '*- 1.

3. Dadas as matrizes

A= 0 1 1 e B= 0 -1 2
[2203-1 0] [1
1 4 6
3 5]
verifique que:

a) (AT )-1 = (A-I) T

b) (AB )-1 = B-1 A-I

84 85

I,
\

~---"----------'-_._---. --------
..
-- -1100
I001
I01°
312-1
--
0 ~ 13 18 12 1 4 2 :i;f 0(A-l)T 1 I 'I
04 I 0
I 2°3
~
3<DI
23
1 1
0-~
-4" 01013
24111~1 2J1 -1
211732 CD 33 -.)2 1 2

II
-1
010
-1 120 20 -104Assim, 13 0 = CD
''4~ 2 I
201 I1
~• ~ b) 1
I
11

-"22 -~ 0100J :1= 0


2 (ATr1. 11 1-I
J] !H~
~~ I.
~]=[:
~ j-1
-1
~ALGEBRA UNEAR - ~VOL. 1 ~] ;1
e
AB = [~
A-'=r_1 ~l:
MAmlZES

86 87

I I
-- -2I -1105I13o12 -42~3I18 1-- 8I6 I I2toi~Idetenninado
- - - - 3I
10
1-2 II0
- I 3-30-100
01 35
-5
0-8
1-2
-1 80201
I-2
1-1
1010-228
12
CDI 5208113 1031733-124o3o13281-5
12 12117-3
3 2~35- -1Ja 3Detenninemos
1 :
~~~
18 12 05
-5
Para detenninaroa) (AB
B- em 1
CD
8
que r -8taremos:
,:;J
41 o -1
-1 1 ~431
A-1 3 0 CDI
1-1= 4
MATRIZES
(ABr1 =5
0 3
Assim, ~ I4 2
8>
3

~]
~]~ ~]~
~ ,[:, ~]
ALGEBRA

[0)[!
LINEAR - VOL.

~
t
1
I [~ I
~ or [13 • ~
I
~ [:

88 89
MATRIZES

4. Dadas as matrizes

A =
[10 -1]
1 B = [; ~] C = [~ ~] -\

determine as matrizes X e Y que verifiquem as condicOes:

a} AXT = BC - C2

b}YB=CT-A2.

RESOLU~AO

a} Consideremos enmo a igualdade


AXT = BC _ C2,

Multiplicando ambos os membros, a esquerda, por A - I, leremos:

(A - 1A ) X T = A-I (BC - C2).


sera entao:

IXT = A-1(BC-C2) ¢:) XT = A-1(BC-C2) ¢:) X= [A-1(BC_C2)]T.

passando aos calculos:

BC=[; ~]x[6 ~]=[~ ~]


C2 = cc= [10 0]
8 x
[10 0]
8 = [10 64
0] .

Para determinar A- I, faremos

o 1

[1o -1CD101:=)0
I 1 0]1 [1
1 o ~]
pelo que

A-1=[6 n·

91
I .~

_I .1

wJ
~ : I
MAffilZES
ALGEBRA LINEAR - VOL. ,
~
I Vira entao, Entao

-24
nr = ([ =
x = ([ 6 ~] x ([ ~ ~~] - [6 6~ 6 ~] x [ ~ 24])T

B-1 = l ~-;]
_ J....
7
2'
"'7

= [2
1 - 24
O]T
= [2° - 241] . Finalmente sera,

Portanto

x = [~ -2~

b) Procedendo tal como na alinea anterior, mas multiplicando a direita por B-


l 1, sera:
y"([: ~H6 -~]J'l-! -n·

~Jl!-n°
y(BB-1)=(CT_A2)B-1 <=> y/=(cT_A2)B-1 <=>

<=> Y = (C T _ A 2) B- 1 . =[~
Passando ao calculos:

C = 08 =C
T [1 0]
como matriz simetrica que e.
l~H
5. Caso seja passlvel, resolva 0 sistema de equayoes que se segue utilizando 0 metodo
[1° -1]
I
A 2 =AxA= 1 x
[10 1
-1] = [10 -2]
l' de explicita¢o:

I
x+2z=3
Com vista a determinar B- 1 faremos:
jxx +- 2y -2= 2
3y -= Z
I 3 1 o
[~ 5 o 1
0] => -2 2
[CD
35 1
6] =>
RESOLU9AO

1 7-
°1I 7I 5 -
0 0 5 A matriz dos coeficientes do sistema e
1 1
-~] => 0 CD I
J5 ~ [, 5 I
~~j o 2.
A = [i -3
2 0
-1]

~----
93

1
~11'
ALGEBRA LINEAR - Va.. 1 MATRIZES
4.
Detenninemos a sua caracterlstica:
13 2
13 - 13
13
I<D 26313 2
10
-1"3
016_~I
-1"3
-13513
-~1-2
150
3 I13
2413
3 1 ~
2
13 13
-
1
-1"3
13 13 3
~L100 A-1 = I
L 3 6

-1 1 2
2
o ~ 0@ -2
Logo

3.
0
0
Sera entiio:
A soluyiio do sistema e (1,1,1). x[-~Hn
-1 [CD
1 -3 o
3 ~ o [~]=U'B=
-1] - % 0 -' 5
[1 2 -1] 1
o O-~
[1 2 2
-.1]
A sua caracterfstica e 3, palo que, para este sistema temos r = m = n = 3. Ele e,
portanto, posslvel e determinado, podendoser resolvido por explicitay8o.

Determinemos entiio A-1: j


10 I
I01I-10
01 0-1
-11 1 2
3
010
-11-1 o 1 0-5-3
0·-2
~]
~]
[G) ~~ 2

[' 2

-~
-1
1-1I-2"
I 01-5 I
210 1
2
2
5 0
1

~
~]
[: ~

2 2 --~
1~ I-2"
00I-1
o I-1
-~ 0
1~
21 12I6 -2"
~ 12-~15
I 013
2
2 2
13 CD o II ~- 1;~
20
2
6. Se uma matriz quadrada A se fragmenta ern quatro submatrizes, de forma que

A = [~ ~] e se define a rnatriz B = Q - PM-1 N (sando Me B matrizes quadra-


das regulares) mostre-se que

A-I = [M-1 (I_B-1PM-1


+ NB-1pM-1) B-1
- M-1NB-1]

constitui urn metodo pratico para inverter matrizes, denominado inversao por blocos.

95

_____ l
I
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
J.

1 RESOLU9AO

Para se demonstrar 0 pedido atras, basta verificar que AA - 1 = A - 1A = I.

Verificaremos apenas que AA - 1 = 1 (A - 1A = 1 obtam-se de modo inteiramente


anaJogo).

Para tal, teremos que recorrer a multiplica~ao por blocos (quer A quer A - 1 estao
dadas por blocos) e repare-se que 0 resultado vem dado tambam por blocos (neste
caso 4 blocos: 2 x 2):

C C:!1
[C11 C:!2
== CI2].

sera assim,

Cll = MM~I(1 + NB-1pM-1) _ NB-1PM-1 = 2


= 1(1+ NB-1pM-1) - NB-1PM-1 = 1+ NB-1PM-1 _ NB-1PM-1 = I.

C12 = - MM- 1NB- 1 + NB- 1 = ~ INB-1 + NB- 1 = -NB-1 + NB- 1 = °.


Determinantes
G.!1 = PM-1 (I + NB-1pM-1) '- QB-1PM-1 =
= PM-1 + PM-1NB-1PM-1 _ QB-1PM-1 =

= PM-1 + (PM-IN _ Q) B-1pM-1.

Ii
Recordando que B = Q - PM- 1N , teremos

C:!1 = PM- 1 - BB- 1PM-1 = PM-1 _ IPM-1 = PM-1 _ PM- 1 = 0.

Finalmenle, usando de novo B = Q - PM- 1N:

C:!2 = -PM-1NB-1 + QB-1 = (-PM-IN + Q) B-1 = BB-1 = I.

Vira assim

C = [I
o 1
0]
= I.

~-
96
I
ALGEBRA LINEAR· VOL 1

!
I RESOLur;Jio
\
1
Para se demonstrar 0 pedido atms, basta verificar que AA - 1 = A-I A = I.
! Verificaremos apenas que AA - 1 = 1 (A - 1A = 1 obtam-sa de modo inteiramente
ana/ego).

Para tal, teremo$ que recorrer a multiplicayao por blocos (quer A quer A - 1 esUio
dadas por blocos) e repare-se que 0 resultado vem dado tambam por blocos (neste
caso 4 blocos: 2 x 2):

1
C= [ ~1
Cll ~2
C12].

Sera assim,

1
Cll = MM-1(1 + NB-1pM-1) _ NB-1PM-1 =
2
= 1(1+ NB-1pM-1) - NB-1PM-1 = 1+ NB-1PM-1 _ NB-1PM-1 = I.
Determi nantes
]1 C12 = -MM-1NB-1 + NB-1 = ~/NB-l + NB-1 = -NB-1 + NB-1 = o.

G.!1 = PM-1 (1 + NB-1pM-1) '- OB-1pM-1 =


= PM-1 + PM-1NB-1PM-1 _ OB-1PM-1 =

= PM-1 + (PM-1N _ 0)B-1pM-1•

1i
Recordando que B = 0 - PM- 1 N • teremos

~1 = PM-1 - BB-1PM-1 = PM-1 - IPM-1 = PM-1 _ PM-1 = o.

Finalmente, usando de novo B = 0 - PM- 1N:

~2 = -PM-1NB-1 + OB-1 = (-PM-1N+ 0)B-1 = BB-1 = I.

Vira assim

C= [6 ~] = I.

96

~-
2.1. Generalidades
DETERMINANTES

l
Antes de abordarmos propriamente a teoria dos determinantes, teremos que 1
nos deter no estudo das permuta~6es de subconjuntos finitos de IN.

2.1.1. Permuta~oes de subconjuntos finitos de IN

Dado 0 subconjunto de IN A ={ 1, 2, 3, ..., n} tem-se # A = n.

Chama-se permutay80 de A a qualquer aplicayao bijectiva de A em si pr6prio.


Logo, para toda a permutayao de A, podemos concluir que:

a) Os seus dominio e contradominio sac A.

b) A elementos diferentes de A correspondem imagens diferentes em A.

c) Todo 0 elemento de A sera imagem de um e s6 um elemento de A.


d) 0 numero de permuta~6es posslveis sera n! (sendo n, como esta indicado
atras, 0 cardinal de A).

31 31
22 ~}
Exemplo:

Seja A = {1, 2,
2

~) =f36 fA,
= (~f5 =
f2 = (~
3}.
P Teremos como permuta~6es de A:

f1 = (~
f4 = (~

nao sendo possivel determinar outras diferentes destas. Temos assim, 3! = 6


permuta~6es possiveis.

Sendo A um conjunto ordenado (0 que e sempre posslvel, neste caso,


porque A c fN) e. estando convencionado que os domlnios das diversas
permuta~6es de A sac dados de forma ordenada, cada uma delas ficara
perfeitamente indicada pela forma que toma 0 respectivo contradomlnio.

99

••• -
II
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 DETERMINANTES

E assim que, em relayao ao conjunto {1, 2, 3} do exemplo dado atras, f4 = (3, 2, 1) tem tres invers6es (3 faz inversao com 2 ~ com 1, e 2 faz
podemos indicar as suas permutayoes atraves dos temos ordenados: inversao com 1) sendo portanto uma permutayao impar.

f1 = (1, 2, 3), f2 = (1, 3, 2), f3 = (3, 1, 2), f5 = (2, 1, 3) tem uma inversao (2 faz inversao com 1) sendo portanto,
uma permutayao impar.
f4 = (3, 2, 1), f5 = (2, 1, 3) e f6 = (2, 3, 1)
f6 = (2,3, 1) tem duas inversoes (2 faz inversao com 1 e 3 faz inversao
estando suposto que 0 dominie (comum a toOOs) e dado na forma (1, 2, 3r tambem com 1) sendo assim uma permutayao par.
..;:
I
Consideremos entao conjuntos de forma { 1, 2, 3, 000' n}, estando os do-
Notemos dois pormenores:
minios das suas permutayoes dados sempre na forma (1, 2, "0' n) (isto e:
ordenados com a relayao de ordem "menor que", habitual para numeros natu- 1) De entre seis permutayoes possiveis, tres sao pares e tres sac impares.
rais).
Generalizando: De entre as n! permutayoes possiveis num conjunto de
Chama-se permuta{:8o principal a dada pela
(1, 2, ..., n), que e a aplicayao identidade no conjunto {1, 2, ... , n}.
sequencia ordenada
I
n e emen os,
t
2n!_
sac pares e 2n!-.
sao Impares.

Dois elementos duma certa permutayao de { 1, 2, 0", n} fazem uma per- 2) Podemos, por exemplo, obter f2 = (1, 3, 2) trocando 3 com 2 em
manencia se se encontram nela na mesma ordem que na permutayao prindpal.
f1 = {1, 2, 3} (fazendo portanto uma troca em f1). f3 = (3, 1, 2) ob-
Caso se encontrem em ordem inversa, em relayao a permutayao principal,
tem-se de f1 trocando por exemplo 1 com 3 primeiro e depois 2 com 1
diz-se que fazem, uma inversao.
(fazendo portanto duas trocasem f1). Repare-se ainda que f2 e impar e
Poderemos assim, em relayao a cada permutayao de um certo conjunto,
f3 e par. Do mesmo modo, poderiamos obter f4 {imparl efectuando tres
contar 0 numero de inversoes que cada um dos seus elementos faz com os
trocas em f1, f5 (impar) com uma troca e f6 (par) com duas trocas. Em
seguintes. So man do todas as inversoes contadas para cada elemento da
suma: uma permutayao de { 1, 2, ..., n} e par ou impar conforme e par
permutayao, poderemos obter um numero par (e a permutayao diz-se pal') ou
ou impar 0 numero de trocas necessarias para a obter a partir de
impar (e a permutayao diz-se impal').
{1,2, ...,n}.
Exemplo:
E entao facil aceitar, como consequencia do resultado indicado acima, 0
Consideremos de novo as permutayoes de { 1, 2, 3}. Teorema de Bezout :
Entao Toda a permutayao muda de paridade quando se trocam, entre si, dais
quaisquer dos seus elementos.
f1 = (1, 2, 3) tern zero inversoes pelo que se trata de uma permutayao par
(como e evidente, a permutayao principal e sempre par). Exemplo:
f2 = (1, 3, 2) tern uma inversao (3 faz inversao com 2) pelo que e uma f2 = (1, 3, 2) e uma permutayao impar, como vimos atras. Trocando, por
permutayao impar.
exemplo 1 com 3 obtemos f3 = (3, 1, 2) que e uma permutayao par.
f3 = (3, 1, 2) tern duas inversoes (3 faz inversao com 1 e com 2) pelo que
se trata de uma permutayao par.

I )

100 101
ALGEBRA LINEAR - VOL 1
DETERMINANTES

2.1.2. Termo de uma matriz quadrada Um termo sera parse a soma das inversoes da permutayao dos seus indices
de Iinha com as da permutayao dos seus indices de coluna for um numera par.
Evidentemente que sera fmpar se a soma referida atras for impar.
Chama-se termo de uma matriz quadrada a qualquer praduto de elementos
dessa matriz em que entre apenas um elemento de cada Iinha e um elemento Repare-se que a traca da ordem de dois elementos quaisquer de um termo
de cada coluna.
nao altera a paridade desse termo. Basta pensar, recorrendo ao Teorema de

Seja, por exemplo, uma matriz quadrada de segunda ordem Bezout, que essa troca altera, simultaneamente, as paridades das permutayoes
dos indices de linha e de coluna, nao alterando portanto, a paridade da soma
das inversoes da permutayao dos indices de linha com as da permutayao dos
A = a2l
[a11 a22
a12] indices de coluna.

an a22 e um termo (termo principal) de A; all representa, no termo, a coluna Entao, a forma mais facil de determinar a paridade de um termo, e ordenando
1 e a Iinha 1 de A: portanto, nesse termo, nao pode entrar mais nenhum os seus facto res por forma a que os indices de linha fiquem dispostos segundo
elemento da primeira linha nem da primeira coluna pelo que apenas pOdemos a permutayao principal. A paridade da permutayao resultante para os indices
considerar, para 0 completar, 0 elemento a22 (representativo da 2~ linha e da de coluna dara a paridade do termo.

2~ coluna). Temos assim representadas todas as linhas e todas as colunas (sem Por exemplo, 0 termo de matriz B, bll ~3 bJ2 e impar enquanto que
repetiyao) de A no termo considerado.
b13 ~1 b:32 e par, visto que (1, 3, 2), e uma permutayao impar e (3, 1, 2) e
o outro termo de A sera a12 a21 ( a12 representa a primeira Iinha e a segunda uma permutayao par.
coluna de A, e a21 a segunda linha e a primeira coluna).

Portanto, no termo de uma matriz nao h8. repetiyao de indices de Iinhas nem
de cOlunas, embora eles la estejam todos representados.
2.1.3. Oeterminante de uma matriz quadrada
Assim, uma maneira de formar todos os termos possiveis de uma matriz
Oefini~ao
quadrada de ordem n, e ordenar os indices de linha segundo a sua permutayao
principal (1, 2, ..., n), e combina-Ia com as diversas permutayoes dos indices
Determinante de uma matriz quadrada e a soma de todos os termos distintos
de coluna (que ao fim e ao cabo sao as permutayoes de ( 1, 2, ..., n}). dessa matriz, sendo os pares afectados do sinal «mais" e os impares de sinal
Percebe-se assim que uma matriz de ordem n tem n! termos. "menos".
Seja, por exemplo, uma matriz quadrada de terceira ordem $eja, por exemplo, uma matriz quadrada de segunda ordem

B = ~1 ~2 ~3 .
A = [ a21
a11 a22
a12] .
[
b:31
b11 ~2 b:33
b12 b13]
o determinante de A, que designaremos por qualquer dos simbolos: det A,
Temos entao 3! = 6 termos:

b11 ~2 b:33 (termo principal), bl1 ~3 b:32' b13 ~1 ~2. b13· ~2 b:31' I A I, I aijl (i = 1, 2; j = 1, 2) e I a21
a11 a22
a121 e dado pela expressao
b12 ~1 b:31 e b12 ~3 ~l· Como se pode verificar, os indices de Iinha sao
a11 a22 - a12 a21 visto que A tem 2! = 2 termos, sendo al1 a22 0 termo
dados sempre pela permutayao principal de (1, 2, 3) enquanto que, para os par e a12 a21 0 termo impar.
de coluna, temos as 6 permutayoes possiveis de { 1, 2, 3}.

102
103
I ALGEBRA UNEAR - VOL. 1
DETERMINANTES

] Para a rnatriz quadrada de terceira ordern

b12
~2 ~3
* * *
B= b:3l
~l b:32
**~* *
b:3a
[ bll b13]
*'*
terernos
I Se tentarmos agora 0 ca.lculo de urn determinante de quarta ordem, usando
I
detB=IBI = ~l ~2 ~3= a defini~o, teremos que comeQar por formar 4! = 24 termos etc.

[ b:31
bll b:32
b12
b:33
b13] Em suma, 0 calculo de determinantes de ordem superior a terceira, usando
1 :
a defini~o, toma-se fastidioso.
I!
= (bll ~2 b:33 + b13 bzl b:32 + b12 ~3 b:3l) - Por essa razao, estudaremos adiante outros modos de calcular determinan-

- (b13 ~2 b:3l + b11 ~3 b:32 + b12 ~1 b:33) . tes. ComeQaremos, para ja, na secQao seguinte, por estudar algumas proprie-
dades das determinantes que nos facilitarao 0 seu calculo.
De facto temos 3! = 6 termos sendo, como 13 facil, embora fastidioso,
verificar, b11 ~2 b:33' b13 ~1 b:32' b12 ~3 b:3l' os termos parese b13 ~2 b:3l'
bll ~3 b:32' b12 ~l b:33, os termos fmpares.
]' 2.1.4. Propriedades dos determinantes
Existe um modo simples de determinar os termos de uma matriz quadrada
de terceira ordem, devido a Sarrus: bll ~2 b:33 13 constitufdo pela diagonal Comecemos por notar que um determinante de uma matriz quadrada de
principal (13 0 chamado termo principal como ja foi ditoatras); ~1 b:32 b13 e
ordem n 13 uma soma de n! expressoes do tipo (-1)0/ al~1 a2~2 ... an(3n (os
b12 ~3 b:31 sac constitufdos porelementos que se dispoem nos vertices de
termos da matriz multiplicados por - 1 se 'V e fmpar e por 1 se 'V e par) em
triangulos isosceles de bases paralelas a diagonal principal.
que 'Ve 0 numero de invers5es da permutaQao (Pl' P2' ..., Pn) dos fndices das
Podemos assim determinar os tres termos pares de uma matriz quadrada colunas.
t-- de terceira ordem seguindo 0 esquema:
Vamos enta~ ver algumas propriedades dos determinantes:

1) Se a matriz A (quadrada) tem uma fila nula, det A = O.

* * * Basta notar, para sa aceitar esta propriedade, que todos os termos de A


tem que ter um, e urn so, elemento dessa fila, pelo que sac todos nulos.
**~* * ** Evidentemente sera det A = O.

2) Se multiplicarmos (ou dividirmos) uma fila de um determinante por um


Para os termos fmpares: b13 ~2 b:3l e constitufdo pelos elementos da dia-
numero (que tera que ser diferente de zero no caso de divisao) 0 deter-
gonal secundclria da matriz, e os outros do is pelos elementos que se dispoem minante vem multiplicado (ou dividido) por esse numero.
nos vertices de triangulos isOsceles de basl'ls paralelas a essa diagonal. 0
esquema para os termos fmpares sera, portanto

~------
-.

104
105
I
~
.:-~

ALGEBRA LINEAR· VOL , DETERMINANTES

Inicialmente 0 determinante da matriz seria uma soma de express6es da o novo termo tern a mesma paridade que 0 inicial (a permutayao dos indices 1
forma:
das Iinhas do novo termo e identica a das colunas do inicial e a das colunas a
(-1)0/ 81~1 82~2 ... 8n1ln' das Iinhas, pelo que a soma das invers6es e idemtica) e 0 mesmo valor, pelo
que det AT = det A.
Se todos os elementos de uma fila forem multiplicados por urn certo factor
A consequencia mais importante desta propriedade e a de justificar, imedia-
e (nao esque~mos que todos os termos da matriz tern que ter urn, e urn s6,
tamente, a aplicayao a colunas (linhas) de todas as propriedades demonstradas
elemento dessa fila) os termos da matriz tomarao a forma: e81~1 ... 8n1ln'
para linhas (colunas).
Sendo 0 determinante a soma de todos os termos (multiplicados por 1 ou
- 1 conforme forem pares ou impares), podemos par cern evidencia, pelo que 4) Urn determinante muda de sinal quando se trocam entre si duas filas
o determinante vem multiplicado por· e. paralelas.

Em relayao a divisao basta notar que os termos, ap6s a divisao, tomam a Consideremos urn termo gene rico de uma matriz quadrada de ordem n,
forma

831e
811
e
--~
a33ea21
811
= a23
813
a12
813
812
ca22
822
833
832
833
823
832 C I (c #. 0).
cC 1 2 831 n822
C823
1821
1 al~l 82~2'" 8ij3j .... 8IPj ... 8n~n'
831
C
- 82~ ... 8n~ a32
81~ 813 (c #. 0),
sendo as conclus6es analogas. Se trocarmos as linhas i e j da matriz, 0 termo da nova correspondente ao da
812
811
Esta propriedade justifica, por exemplo, passagens do tipo:
anterior, b1~, ~P2 b'll;'" bIPj'" bnlln tera 0 mesmo valor que al ~, 82~2 ...

... alP; ... aij3j an~n da matriz inicial.

Mas, bl~l ~~2 ... blj3j ... blPj ... bn~n tera paridade antag6nica de

81 ~1 a2132 ... alP; ... aij3j ... anlln (repare-se que os indices de linha i e j estao
trocados e recorde-se tambem 0 Teorem8 de Bezout, enquanto que os indices
de coluna estao na mesma posiyao).

Temos assim que os termos da matriz resultante da inicial por troca de Iinhas,
sac identicos aos desta mas com paridade diferente, pelo que, na soma que
da 0 determinante, vem com 0 sinal trocado.

Po rtanto , 0 determinante que resulta do inicial, por troca de Iinhas (ou de


colunas, como resultada propriedade 3) vem com 0 sinal trocado.

Esta propriedade justifica passagens do tipo:

3) det A = det AT all a12 813 831 832 a33


a21 a22 a23 821 822 823

Sendo 81 ~1 82~2 ... 8n~n urn termo de A, entao a~11 a~22 ... a~nn sera termo a31 a32 a33 811 a12 a13

de AT .

. 106 107
l ALGEBRA LINEAR - Vat.. t
DETERMINANTES

ou Consideremos um termo de uma matriz A, quadrada de ordem n:

an a12 a13 all a13 a12 al~1a21l:1 ... ai~i ... an~n'
a2l a22 a23 a2l a23 a22
a3l a32 a33 a3l a33 a32 Se, por exemplo, a Iinha i (0 problema das colunas e identico) de A tiver os
seus elementos decompostos em 2 parcelas, teremos ai ~i = bi ~i + Ci ~i .

5) Se na matriz A (quadrada) existem duas filas paralelas iguais I A I = o. Entao

Se A tiver duas filas paralelas iguais. a matriz B que resulta de A por troca alp, a21l:1 .. ' aiPi anPn = alP1 . a2P2 ... (bipi + CiPi) ... anPn =
dessas duas filas sera identica a A.
= alP1 . a21l:1 biPi ... anPn + alP1 . CiPi ... anPn'
Por essa razao teremos
det A = det B. Mas. alP1 + a2P2 .. , aiPi .'. an~n sera termo de uma matriz que se obtem

Por outro lado. como na passagem de A para Bhouve troca de filas paralelas, de A substituindo os elementos da linha i pelas suas primeiras parcelas ai Pi •
sera
e alP1 a2P2... CiPi .. ' anPnsera termo da matriz que se obtem de A substi-
detA = -detB. tuindo os elementos da linha i pelas suas segundas parcelas CiPr Designando

Resulta das duas igualdades anteriores que det A = - det A 0 que s6 se a primeira matriz por B e a segunda por C teremos
verifica se det A = O. C2l =a13
+
a2l
lJ.zl
+
~b:32
032
ba2
~2 + =a13
a:Jl
222all
a12
a13 all
a3l
a3lall
C12+ C23
032
a3l +
a32
a33
~+C22
a33
b12
C12
a32
C
~3
~2
a33
a23 a33
a12
a32
a13
a33
a23
lJ.z3
lJ.z2 ~ IAI =IBI ICI.
I
+
~l a3l
a3lC2l
a2l ou
Por exemplo. tem-se:
6) Se na matriz A (quadrada) existem duas filas paralelas proporcionais all all
det A = O.

Se C (evidentemente C :# 0) for uma constante de proporcionalidade, pode-


mos, multiplicando a fila conveniente por c, tomar a matriz A noutra A' com
duas filas paralelas iguais.
Teremos assim:

I A' I = C I A I (propriedade 2) e

I A' I = 0 (propriedade 5).

Das duas igualdades anteriores vem

c IA I = 0 <=> I A I = 0 (porque c :# 0). Esta propriedade pode estender-se a filas cujos elementos estejam decom-
postos num numero qualquer de parcel as, sendo 0 determinante inicial dado
7) Se cada elemento de uma fila de um determinante e soma de duas por uma soma de p determinantes dele resultantes pela substituir;:ao dessa fila
parcelas, 0 determinante e igual a soma dos determinantes que dele se pelas primeiras. segundas, ...• p-esimas parcelas, sucessivamente, em que
obtem substituindo os elementos daquela fila, sucessivamente, pelas estao decompostos os elementos dessa fila.

\! primeiras e pelas segundas parcelas e deixando as restantes filas inalte-


radas.

109
108

l---··---·-
L:
I'
'11

ALGEBRA LINEAR - VOL 1


....
a1l
atl
at2
a1i
a21
ani
..
ann
an2·.....,.
·..
<l22
<l21
<l2n
aln
atn..
....
...
a2n
~ 1+

~llAI
+1 a12
an2
a22 1 DETERMINANTES
= c. 0 =1
+1 att (veja-se
(veja-se 7}) 2» ==
+1
8) Nilo se altera 0 valor dum detenninante quando al1
C I
= anl
a uma fila se junta 0
<l2t
a2t
a2l
B21
a21
1
I
~n
ant
anl
(veja-se 5» =
ant
an alt a11
produto de outra, paralela, por urn factor (opera/Yiio de Jacobi).
a1i
... + ani
~1:i+a1l
...
a21
a2n
ann
aln
ani
a1n
can2
~2+a21 .... ~ 0 detenninante
..
<l22
an2
a12
Consideremos
provemos que e i~ntico a
all all

que resulta de I A I por adi/Yiio da segunda cOluna, multiplicada' por urn factor
c a coluna i. Entao,
..
=1 <l2n
can2
ann
ca12
aln
...
ca22
can2+ani a1i...
•...
... + ca22
<l21
anl
all <l22
a22
a12
an2 a2n +
2l
n" _____ ._

all

E evidente que 0 facto de tennos usado a segunda coluna nao tira genera-
Ildade a demonstrayao. Eta faz-se, de modo inteiramente an810go, para qualquer
outra Ilnha ou coluna.

110
111

III
J
l
. ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
DETERMINANTES

aa I'
brr
/J-;,r
bm
blr
~r
bln
/J-;,n
...
• a..
...
brr+
b12
blr+
~r+ aa. ...
...
... ...a11 sua caracteristica
Esta propriedade pode generalizar-se, como facilmente se compreende, do
L
/J-;,2
~2
Sendo
bl1
0."
- podemos, por condensatyao, dar-Ihe a forma:
r,

modo seguinte: aa a
com bll
B'=I a
a
9) Nao se altera um determinante juntando a uma filaBuma I
= combinatyao linear
de outras filas paralelas.

Como consequencia desta propriedade temos:

10) E nulo 0 determinante de uma matriz quadrada cuja caracteristica e


inferior a ordem.
Repare-se que se a caracteristica da matriz considerada for inferior a ordem,
entao as suas filas (Iinhas ou colunas) sao Iinearmente dependentes.
Pensemos, pois, emlinhas (0 raciocinio para colunas e identico): sendo
assim, as linhas da matriz Iinearmente dependentes, uma delas e combinatyao
linear das outras. Podemos juntar-Ihe uma combinatyiio linear das outras, sime-
trica dela (operatyao que nao altera 0 valor do determinante, segundo 9),
obtendo-se assim uma Iinha nula para a matriz, sendo, como consequencia, 0
determinante que Ihe esta associado nulo.
matriz triangular superior de elementos principais significativos.
11) A caracteristica de uma matriz(nao nula) e a mais alta ordem dos
EfacilperceberquedetB' = ~l b12 ... brr(odeterminantedeumamatriz
determinantes (de submatrizes quadradas) significativos que nessa ma-
triangular superior de elementos principais significativos e igual ao seu termo
triz se contem.
principal porque todos os outros termos tem pelo menos um elemento nulo).
Seja ......
a2n
a2r
amn
amr
alr
aln
arr
am
uma .... matriz tlpo m x n:
..
...
a22
a12
am2
at2 B' resultou de
a11
r all a12 ." alr
ar1
a21 a22 .., a2r

arl ar2 ... arr

atraves de operatyOes elementares.

Assim, se det B' :f. a, tambem

all a12 ... alr

a2l a22 2r
:f. a

ar1 at2 ... arr

113
112

~
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 DETERMINANTES

(supomos que em [aij] i, j = 1 ... r estao inclufdas todas as filas paralelas tem-se

Iinearmente independentes de A. Se nao, podemos te-Ias la atraves de uma


troca de Iinhas ou colunas, sendo as conclusoes identicas). ce+ dg cf+ dh
AB = [ae+bg af+ bh]
Em suma:
e
- se 0 determinante de maior ordem, diferente de zero, encontrado em
A tiver ordem r. a caracterfstica de A sera, precisamente, r. Isto porque
ce++ dg cf+ dh
qualquer determinante que engloba r + 1 Iinhas e r + 1 colunas de A det AB = I ae bg af+ bh I =
pode, atraves das opera¢es elementares, sertransformado noutro com
pelo menos uma Iinha· inteiramente constitufda por zeros que sera,
portanto, nulo se a caracterfstica de A for r, sendo 0 inicial, tambem, ce cf++ dh dg cf+ dh
I ae af bh I + I bg af+bhl
nulo.

Note-5e que:
dh
= ·1
ce
ae cf ce
af I + I ae dh+dg
bh \. I bg cf
afl +Ibgdg bh I.
- Muitas vezes se faz referencia a operayoes elementares aplicadas a
determinantes. Recorrendo as propriedades ja demonstradas, vamos Todas estas passagens saD justificadas pela propriedade 7. Continuando,
fazer uma sumula das consequencias da aplicayao dasoperayoes teremos:
elementares a determinantes:

a) Multiplicayao (divisao) de uma fila por um factor diferente de zero: det AB = ef I ~ ~I + eh I ~ ~I + gf I~ ~I + gh I ~ ~I


o determinante vem multiplicado (dividido) por esse factor.
em yjrtude da propriedade 2.
b) Troca de duas filas paralelas:
Mas
o determinante muda de sinal.
e
c) Operayao de Jacobi:
Nao altera 0 valor do determinante.
I ~ ~I = 0 I~ ~I= 0
porque ambos tem duas colunas iguais.
Assim, se um determinante e nulo, qualquer outro que dele se
obtenha por aplicayao das operayoes elementares e, tambem, nulo. Entao vira:

- Na demonstrayao da propriedade 11 fizemos referencia a uma outra


que convem evidenciar: det AB = eh I ~ ~I + gf I ~ ~I eh I ~ ~I-gfl ~ ~I
12) 0 determinante de uma matriz triangular superior de elementos princi- pela propriedade 4.
pais significativos e igual ao seu termo principal.
Finalmente,
Dadas duas matrizes quadradas de 21 ordem:

e det AB = (eh - gf) I ~ ~ I = det B . det A = det A . det B.


A = [~ ~] B=[~ h]
114 115

I
( L,
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
DETERMINANTES

E evidente que estes calculos se poderiam efectuar (embora fossem mais Confirmando, por outro lado:
trabalhosos) com qualquer numero de matrizes facto res (quadradas da mesma
1) Em f1 b faz inversao com a. Com apenas uma inversao, f1 e impar.
ordem), qualquer que fosse a sua ordem.
I
Somos assim, conduzidos a: 2) Em f2 b faz inversao com a e d com c. Com duas invers6es f2 e par.

II 3) Em f3 b faz inversao com a e d com a e c. Com Ires inversoes f3 e impar.


13) 0 determinante de um produto de matrizes da mesma ordem e igual ao
produto dos determintes das matrizes facto res.
2. Considere
834
833
824
832
842
844
823
813
843
812
. a matriz
822

Por outro lado, (sendo A regular): AA - 1 = I. 831


841
A = 821

Mas, em virtude de 13), det A . det A - 1 = det I. E evidente que


8" 1
det 1 = 1 (Basta notar, por exemplo, que 1 e uma matriz triangular superior de
elementos principais significativos e aplicar 12)): r 811
Podemos assim, concluir que: a) Diga, justificando, quais dos produtos indicados a seguir, sac termos de A:
all a12 a23; a12 Cl:!3a31 B44; all a22 a33 B44; B41 ~2 a23 a14; all a21 a12 a33
14) Se A
.
e regular det A = __ 1
detA-
1

b) De entre os produtos considerados em a), que sao termos de A, quais sao pares
e quais sao impares?
EXERCiclOS RESOLVIDOS

RESOLU9AO
1. Considere 0 conjunto {a, b, c, d}.

a) Quantas permulayOesdele se podem formar? a) all a12 a23 nao e termo de A, porque sendo ela quadrada de 4! ordem, urn termo
b) Depois de escolher uma delas para principal, indique duas permutayoes pares e seu tern que ter quatro e s6 quatro elementos.
duas impares.
j a12 a23 a31 B44 e, de facto, termo de A porque tern qualro elementos e nele figuram
todos os indices de Iinha e de coluna.

RESOLU9AO all a22 B33 B44 tamMm e termo de A.


I i
841 832 a23 a14 tambem e lermo de A.
a) Sendo # {8, b, C, d) '= 4, podem formar-se 4! '= 24 permulay6es.
all a21 a12 B33 nao e termo de A porque, entre outras raz6es, falta, quer nos indices
b) Tomando para principal a permutayao fo = (a, b, c, d) (que e par) teremos de linha, quer nos de eoluna 0 numero 4.
f1 = (b, a, c, d) (impar), f2 = (b, a, d, c) (par} e '3 = (b, d, a, C) {imparl.
b) Consideremos como permutayao principal de { 1, 2, 3, 4) fo = (1, 2, 3, 4).
Vejamos porque:
Vamos entao, quando necessario, ordenar os factores dos termos de modo a que
o Teorema de Bezout afirma que a troca de dois elementos de uma permutayao os indices de Iinha formem a permutayao principal. Consequenlemente, a paridade da
altera a sua paridade. Assim, f1 (impar), obtem-se de fo (par) por troea de a com b. permutayao dos indices de coluna dara a paridade do lermo.
f2 (par), obtem-se de f1 (impar) por troea de C e d. f3 (impar) obtem-se de f2 (par) por
troca de a e d.
)

116 117
ALGEBRA LINEAR - VOL 1 DETERMINANTf'S

o.
. "I,!
'.·1.' ... 1.:.· •./

Assim, 3 ' determinantes


5. Calcule os seguintes de 2;1ordem:
' -3 o -~
~I;I'\6I;I ~ 2
811 822 833 a.w e um termo par visto que a permutalYao dos fndices de coluna ~I·
c) e)
-31'
1 QI6
b) ~ 1 ;

(1, 2, 3, 4) e a principal (e portanto, par).


a) 16
d) 1 ~
8.t 1 832 823 814 = 814 823 832 8.t 1 e tamoom par porque a permutalYao dos fndices de

coluna (4, 3, 2, 1) e par (ha nela, ao todo, 6 inversoes em relalYao a principal).

812 823 831 a.w e tambem um termo par, visto (2, 3, 1, 4) ser uma permuta~o par
(2 inversoes em reialYao a principal).

RESOLU9AO
3. Diga qual 0 valor de i em 811 82; 832, de modo a que este produto possa ser um
termo de uma matriz de 31ordem, indicando a sua paridade.
a)

RESOLU9AO
16 -~ I = 1 . (-2) - 1 .0 = -2
,.
f1'

b)
Falta apenas 0 numero 3 nos fndices de coluna. Logo i = 3.

Entao, 811 823832 e um termo fmpar visto que (1, 3, 2) e uma permutalYao fmpar, 1-; ~I = 2 . 4 - (- 3) = 8 + 3 = 11
sendo a principal (1, 2, 3).
c)
4. Diga quais os valores de ie j que tomam 812 8e ajl 834 um termo fmpar de uma
matriz quadrada de 41 ordem. 16 ~1=1.3-0.0=3

d)
RESOLU9AO
4 0 = 0 . 0 - 4 (- 3) = 12
10 -31
Tanto i como j apenas podem tomar os valores 2 e 4 (unicos numeros que faltam
nos fndices de Iinha). e)

Fayamos por exemplo, i= 2 e j = 4.


I~ ~ I = 1 . 3 - 1 . 3 =3 - 3 = 0
Assim, 812823 8.tl 834 = 812823834 8.tl e um termo fmpar visto que (2, 3, 4, 1 ) e
uma permuta9ao fmpar (3 invers6es).
f)
Repare-se que se fizessemos i= 4 e j = 2 obterfamos urn termo par (basta
16 ~ I = 1 . 0 - 2 . 0 = o.
pensar no Teorem8 de Bezout).

De qualquer modo, para responder ao problema proposto, a resposta correcta sera


i=2ej=4 6. Usando a regra de S8rrus, calcule os determinantes de 3;1 ordem:

1 0 1 1 2 -1 1 2 1
a) 12 - 3 4 b) 13 4 5 c) 1-2 5 4
o 1 -1 2 2 6 o 9 6

118 119
I ALGEBRA LlNEAR - VO!.. 1
DETERMINANTES

0531 22 1 4.,0 1 1
gJl 01
d) I~
-: ~I;
~I;I;Q'~ /
e) -1
1 2
,0

7. Diga, justificando e sem efectuar quaisquercalculos, qual 0 valor dos determinantes:

20-1 1 13 1 .1 7•0

i
-1 (---3 -31
......
2 473847
11361
2251 308,4-0-1
2004-6
-1 7-14 •.
g)j) 2o-2
4 0 1
e) I 5 1 -1
RESOLU~AO h) 12X?'
1
a}l 01'
a} ~I;I-~1:I; f)
1 ;
il;
b)
0'.
e)11I1~
~=,. 0
d)1II~~
i}11
0
a} RESOLU~AO
1 0 1
2 -3 41 = 3 + 2 + 0- (0 + 0 +4) = 5 - 4 = 1
o 1 -1
b)
1 2 -1
23 24 651=24+20-6-(-8+36+10)=38_38=0

c)
1 2 1
-254/=30-18+0-(0+36-24)=12_12=0
096

d) 52o-5
01 201
1-
3 I = 05 841
0I -104 I1 31 1
+ 0= +24024+- -0(0(-- +040-- +10
(20)+=3)
5 =+ 24
60 0) += 720=- 3162 = - 42
f)
e)
Pode justificar-se de dois modos: ou notanda que a primeira e segunda colunas sac
iguais, ou que a segunda Iinha e proporcional a primeira.

b)

2 1 -
10 01- 0

E evidente porque a primeira Iinha e integralmente constituida por zeros.

e)

I~ ~,= 0

porque todos os elementos sao nulos.

120
121
ALGEBRA UNEAR • VOL. 1 8
13
26
-1 340
10 DETERMINANTES

2 0 5
iI1 = 0
1
d) j)
-1
1
Ii -2 ~ I = 0

pOl'Que a ten:eira Iinha e proporcional a primeira.


porque a 3A coluna e a combinayao finear das duas primeiras (e igual a primeira mais
o dobra da segunda).
e)
2 5 8. Dadas as matrizes
o 71 = 0
I-~ -6 9
e
B= [24781 31 0]
2
porque a segurida coluna e proporcional a primeira. A= [2o3 2
1 81
47]
calcule det A e det B, justificando os resultados obtidos.
f)
o 1 4
2181=0
000 RESOLU~AO
porque a terceira Iinha e integral mente nula. 2 4 7
detA=13 1 81 = 2 + 42 + 0 - (0 + 32 + 12) = 44 - 44 = 0
g) o 2 1
4 5
4 71 =0
Ii 8 12 3 o
1 2\ = 2 + 0 + 42 - (0 + 32 + 12) = 44 - 44 = O.
porque a ten:eira Iinha e uma combina~o
se pode obter a terceira Iinha somando a primeira com a segunda).
linear das duas primeiras (basta notar que
detS = I~ 8 1

Em primeiro lugar, note-se queteriamos que ter det A == det B porque B = AT.
h) Por outro lado, repare-se que I B I = 0 porque, par exemplo, a ultima linha de B e
102
2761=0 combinayao linear das duas primeiras (multiplicando a primeira por ~ e a segunda por
3 7 8

porque a terceira Iinha ea soma das duas primeiras. t, somando as Iinhas obtidas, determina-se a terceira).

Note-se, finalmente, que a rela~o encontrada para as Iinhas de Be valida para as


i)
1 4 5 colunas de A porque A = B T.
4 7 181 = 0
2 -1 8
9. Justifique as igualdades seguintes:

porque a ten:eira Iinha e combinayao linear das duas primeiras (pode obter-se multipli-
4 1 3
1 2 3
cando a primeira Iinha por - 2 e somando 0 resultado a segunda). o 1 -1
a) 10 1 -1
4 1 3 1 2 3

122 123

'1i

••••
i i
=
3945811 2123 20210LINEAR
7
20
ALGEBRA =2 1 0222-02VOL.
1.+ -214, DETERMfNANTES

-1
02 1

1 il-:1I"~I ~II~I~
-1 II = ~I
-!
-11 /1 +
=
21I ~

I~ b) I ~

RESOLU9AO

a)
10. Justifique que:
1 2 3 4 1 3
o 1 -1 o 1 -1
4 1 3 1 2 3 a d e
a) I i j kI = 0
a d e
(propriedade 4 aplicada as primeira e terceira Iinhas).

26-3 a b c d
b) -2 4224/(propriedade
0(propriedade
31 12 CD -1
8)0 8)
00 i j k /
CD 2 =0
1 -! I= 1 b) I a+ i
m
b+j
n
c+ k
o
d+/
p

hebbh e c ,
j

d) I g
d d - b
c) I~ ~\
bl _ \ a
a
1\ = -I ~ 125

124

~
'~I~
ALGEBRA kbh I, * o.
cf LINEAR
b k k - VOL. 1e
he 9
:1
; 'ii
I
I
= _I : a

I;

RESOLU~AO

a)

i j k =0
I aa del
d e (pioprieclade 5)

b)
=
a j +ai kjbnk/0cbai /m
pd nkc c0Idmp n 05)pI
aidcbj b(propriedade
(propriedade 7)
k d+/
=0
+ 0

c)

I ~ ~I = I ~ ~I (propriedade 3)

d)
a b c a c b
d e f d f e
9 h 9 i h I (propriedade 4)

l-I:
bkhcfi I
e) ehb(propriedadek e
2)
9 a

126 127
r
S 0w
ALGEBRA , t vII LINEAR
euctv(propriedade
O/=act: u 0 v- VOL.
qp2)
3)
4) 1 DETERMINANTES

pS
=-Ci
a.
0
:
pqb
d w

b)
~I
I~
a
=I~
RESOLU~AO
nl 1/ do 1 0 -1

~I
" '~I
det A = I 2
4

1
1
5

o
31 = 1 - 10 + 0 - (- 4 + 15 + 0) = - 9 - 11 = - 20
1

-1
j'it
F' detB=IO 1 21 = 0+ 0 + 0 - (- 1 + 6 + 0) = - 5
1 3 0
{il
'Jij
23o68
-3-1 0158
l'01=. =31010 40 + 0 - (- 50 + 0 - 90) '"
-3 - 10
I
1 5 detAB = 515 -40 + 140 100
fIr
.U
; ~~r
..
l'm.,.1
~ 0 AS
=
= -~]
-'][~ ['[0
-1]
=

(Tal como acontece com urn determinante associado a urna rnatriztriangular superior,
tarnbern 0 associado a uma triangular inferior sereduz ao termo principal).

d) 0c01
ad
= -abed.
Portanto, detA x detB = (-5) x (-20) = 100 = detAB.
0b 0
13. Corisidere as rnatrizes

A= 2 1 3 e B= 0 1 2 .
3 1 2 157
o unico termo significativo e, evidentemente, a bed. Resta ver se se trata de urn [1 0 -1] [1 4 1]
termo par ou irnpar;
a)Calcule IAI e IBI
Designando os elementos da rnatriz a que esta associado 0 determinante em causa
por aij(i, j = 1, 2, 3, 4), temos que 0 terrno considerado e da forma a12 821 a33 a44' b) Que pede afirmar acerea das caracteristicas de A e de B.

Os indices de Iinha esmo ordenados segundo a permutayao principal.


Na permutacao dos indices de coluna existe apenas urna inversao (dois com urn), RESOLU~AO
pelo que 0 termo e irnpar, vindo por isso afectado do sinal - no caJculo do determinante,

a)
12. Dadas as rnatrizes 1 o -1
IAI=12 1 3\ = 2 - 2 + 0 - (- 3 + 3 + 0) = 0
3 1 2
A= 2 1 3 e 1 2
[14 50 -'1]
1
B = [i 3
o
0
-1] 1 4 1
f verifique que det A x det B = det AB , I BI = 10 1 21 = 7 + 0 + 8 - (1 + 10 + 0) = 15 - 11 = 4
1 5 7

f

------------------------11~29

~-'--
l,t 128
, ;~
I
11

I
~·I
Ii
f
ALGEBRA LINEAR· VOL 1 ~ DETERMINANTES
'jI
!

b)
I-I1111122
0 202 1
11
11
0
A caracterfstica de A e interior a sua ordem (tres) porque I A I = O. -"2
2
0
A caracterfstica de B e igual a t~s, ordem de B, porque I B I * O. => 10

1
14. Dada a matriz

[11 011 -1
A=.2 0 EnUio,
-1]
veritique que detA . datA"'-l = 1. 1 1 ..!..

detA-1 = 1-1
21 0
"2
1 =0-4+4- 4+4 - 2"
RESOLU9AO 1 - 21
1 1 1.( 1 1 ) __ ..!..
2 "2 -"2
1 o -1
detA=12
1 1
1 -10 I = - 1- 2 + 0 - (- 1 + 0 + 0) = - 3 + 1 '= - 2
Portanto, detA x detA-1 = (-2) x (-+ ) = 1.
000I-1
-2
-1 -I1
0-1I
1-.1 I1 1I0211I 0 0o-1 <D
I01<D
20 -10I 1 I0
0=>
[)eterminemos 0 IA-I:
1,0 01 2 2
n~
~]
~][~
:]~ ~~
15. Sendo A uma matriz anti-simetrica de ordem impar. prove que det A = O.

~ -J [® 0 RESOLU9AO

Sando A anti-simetrica, tem-se A T = - A e, portanto, I A T I = I - A I.

ComoIAT, = IAI e I-AI = (-1)nIAl.ondeneaordemdeA,sentorimpar


resulta
I A I = - I A I¢:>2 I A I = 0 ¢:> I A I = O.

130
131

i I
ALGEBRA LINEAR - VOL. t
DETERMINANTES

2.2 Teorema de Laplace. AplicaQOes ... a2n


a1n-1
ann-1
a2n-1
a~3
an3
an2
a13
a23
a12 ann a22a22
a1n
a112.2.2 Teorema de Laplace
I
a11
e 0 determinante que Ihe esta associado,
2.2.1. Menores complementares. an1 Seja a matriz quadrada de ordem n:
IA I = I
Complementos algebricos
A" l:'
a~1

Consideremos uma matriz quadrada A de ordem n. e 0 determninante que


Ihe esta associado. I A I.
I
Chamaremos menor complementar do elemento aij de A ao determinante
I
da submatriz que se obtem de A suprimindo a linha i e a coluna j. Designa-Io-
-emos por Mij.

I Chamaremos complemento algebrico de aij. e designa-Io-emos por Aij. ao


produto doseu menor complementar por (_ 1)i + i.

Sera entao.
I: A1/.. -- (_1)i+j M··1/'

Dada por exemplo a matriz


Sabemos que I A I = L (-1)'" a1lil a21l2 ... antin' em que 0 somat6rio se

estende as n! permutayOes dos Indices de colunas (~1, ~2' ..., ~n) sendo 'I' a
A = ~1 a22 a23 soma das inversoes de cada uma.
aa1 a32 a33
[ a11 a12 a13]
j Considere-se agora um somat6rio em que entrem apenas as parcelas que
teremos que: contem a11:

! L (-1)'" a11a2132 ... antin = a11 L (-1)'" a2132 ... antin'


M12 = I a31
a21 a33
a231 = a21 a33 - a23 a31
Neste casa 0 somat6rio estende-se as (n - 1!) permutayoes (~2. ~3'
e
... , ~n)'

Repare-se ainda que 'I' e 0 numero de inversoes de (~, ~3' ..., ~n)' porque,
A12 = (~1)1 +2 ~2 = -(a21 aa3 - a23 %1) = a23 a31 - a21 a33'
sendo 1 a primeiro elemento de (1. P2' ...• ~n)' nao taz inversoes com nenhum
dos outros elementos, pelo que a sua exclusao da permutayao nao altera a
numero das suas inversoes.

132
133

L _
ilri
d DETERMINANTES
" ALGEBRA LINEAR· VOl.. 1 , 1
"
i I
\

.t..•
~...•••
ai+ ..
...
aln-1
a;n-1
...
ai-1n-1
ann-1...
..1n-1
...
...8;+
..1iI11
1iI;+lj-l
a1j-1
aij-l
ai-1j-l
8nj-l ... ... \

II liIn
ai+11
ai+12
a12
ai:"'11
ai-12
a22
Bf2
arQ
a21
an1
Do mesmo 81n
8i+1n
a;-1n
ann
a;n
82n
81j+
8nj+
82j+
8li-j+1
Bij+ 1 1iI2n-1
lj+
a2j-11
1modo, trocando alinha i, sucessivamente, com as i - 1 linhas
Assim,

ai+
a2j a22
a1j 1}
a;-1j ... anteriores, obtem-se IAI = (_1)U-I)+(i-I)
Ir
a23 a2n-1 a2n
anj
a32 a33 a3n-1 B3n
aij 1
I. (-1)11' a21l2 •.• an~n =

arQ an3 ann-1 ann

13 0 coeficiente de a11 em I A I.

Determinemos agora 0 coeficiente dealj em I A I. Temos entao que,


;I
I
I
a11 a12 aln-l aln
I alj-l alj alj+l
a21 a22 B2j-'-l B2j a2j+ 1 B2n-l a2n
; ,
:1
'~
ai-II ai-12 ai~lj-l ai-lj ai-lj+l ai-ln-l ai-In
IAI =
ail ai2 aij-l aij aij+l ain-l ain
j ai+ll ai+12, ai+lj-l Bi+ lj ai+ lj+ 1 ai+ln-l ai+ In Notando que (_1)U-1)+(i-1) = (_1);+j-2 = (-1/+j, vem, para coeficien-
te do desenvolvimento de aij em I A I
11
I anI an2 anj-l anj anj+ 1 aoo-l ann
j
..
a1n-1
anj-1.
a2n-1....
...
ai+1n-1
8i-1n-1
ann-l
a2j-1
S;+1j-1
al-1j-1
alj-l
arQ...8nj+
....322
aj+12
a12 ...
a2n
8nn
ai+
81n 11n
ai-1n
82j+
8;-1j+
8;j+
8i+1j+1
a11 1 1

a21 11
ai+
Levemos, por frocas sucessivas de Iinhas e colunas, ij para a posiyao de aj-12
a11 : Assim, trocando a coluna j as j -II 1ai~colunas
com(-11+ an1
11 anteriores (e recordando
que cada troca de filas paralelas acarreta uma troca do sinal do determinante)
vem:

ai-In-I
aln-l
a2n-1
ann-l
8k1-1
ai+ln-l
...
......
alj-l
aa ...
...alj+l
aij-'-1
8i+
ai-lj-l
anj-l
a2j-llj-l
all
ail
an2
ai-12
anI
8i+ll
ai+12
a22
a12
a21 ...
ain
ann
aln
ai+ln
ai-In
a2n 1 1a1j ai-II
ai-lj+l
anj+
a2j+
aij+l
ai+lj+

Faltam portanto neste desenvolvimento a linha i e a coluna j de I A I. Assim,

o coeficiente Bijem I A I toma a forma (-1/+jM;j = Aij, isto 13: 13 0 complemento


algebrico de aij .

Dada portanto uma expressao da forma 8;1 Aj 1 + aj2 Ai2 + ... + ain Ain

(sendo i, fndice de linha fixo), conclufmos que cada uma das n parcelas aij Aij
(i fixe e j = 1, 2, ..., n) da (n - 1)! termos de A e com 0 sinal que devem
ter em I A I.

134 135

~ ;j
Il:~ ALGESRA UNEAR •

Alem
va.. I

do mais, sac todos distintos e 0 seu total 13 em numero de Como sabemos I B I = 0 (visto que B tem duas linhas iguais). Por outro
DETERMINANTES

l'!
n (n .;.. 1)! = n! pelo que lado:

I A I = ail An + Af2 + ... + ain Ain (i fixo). I BI = ail Bjl + ai2 Bj2 + ,.. + ain Bjn
r TamMm se podia concluir que:
a/2

= ail Ajl + ai2 Aj2 + ... + ain Ajn·

(por aplica~o do Teorema de Laplace a B, pela linha j, e notando que


I A I = alj Alj + a2j A2j + ... + anj Anj (com j, fndice de coluna fixo).
L Bjk = Aj/(, k = 1, 2, ..., n, porque A e B, apenas diferem na Iinha j) ..
j

Conclusiio:
Podfamos esquematizar 0 mesmo raciociniopara as colunas pelo que:

- 0 determinante de uma matriz 13 igual Ii soma algebrica dos produtos Corolario:


Ij dos elementos de uma fila pelos respectivos complementos algebricos.
_ Num determinante, e igual a zero a soma dos produtos dos elementos
j - Estamos em presenya do Teorema de Laplace .
.de uma fila pelos complementos algebricos dos elementos homologos
Ii aln
r ann
ain
...
ajn
'"
a12
an2
ai2
aj2
Consideremos agora .a matriz quadrada de ordem n: de outra filaflaralela.
.. all
.
ai2
A = I ail o Teorema de Laplace e 0 seu corohlrio atras enunciado, podem conden~
anl
h sar-se na formula (para Iinhas)
n

f:l! L. akjAij = OldI A I


f'f j= 1

em que aki e 0 sfmbolo do Kronecker:

ak/. = { 0,
1, se k *-
se k. = ii .
aln
ain
ann
...
a12
an2resulta, por substitui~o
ai2
e a que da Iinha j pela Iinha i Basta reparar que, se no somatorio indicado for k = i, ele se transforma em
anl
.. n
I a,1 all
a/1 L aij Aij = I A I (pelo Teorema de Laplace),
j=l

se k '* i, sera
n

L aljAij = 0 (I *- i) pelo corolario indicado.


j=l

136
137

. "
"
ALGEBRA LINEAR· VOL, t DETERMtNANTES
~Ul
~.:.ii'!.,."
L,i!l.. .
. .i Ii"
Para colunas temos, de modo ana/ogo, Exemplo 1:
n
210
.L a,n Aij == 0hj IA I com IAI=I-4 211=4+0+3-0+4+2=13
i= 1 °hj = {10: se h
h=jif:. j . 3 -1 1
usando a regra de Sarrus.

2.2.3. Aplica~ao do teorema de Laplace Aplicando 0 Teorema de Laplace a primeira coluna, temos

ao calculo de determinantes
i -~~'-
I A I = 21_ ~ ~ 1- (- 4) 1- ~ ~ I + 31 ~ ~ I
I
I Consideremos, por exemplo, um determinante de terceira ordem
1
= 2 (2 + 1) + 4 . 1 + 3 . 1 = 6 + 4 + 3 =
I all a12 a13
I = 13.
d
i I AI = I a21 a22 a23
I .3:31 .3:32 33
Finalmente, aplicando 0 Teorema de Laplace com os cuidados atras indica-
dos, obtemos ainda:
I J Ja vimos atras um modo de calcu/ar I A I atraves da regra de Sarrus.
-82
1
5
-11 21 -1 03 1
1
11

I
Mas, aplicando 0 Teorema de Laplace a 1@linha tem-se: .

IA I all I a32 a33


- 12
a31
+ a13
IAI = 1-43
1
0 0
! 2
-I-~
~ I = - -2\~I =~ - -~
(- 8 - 5) = 13.
==
a22 a23/ a /B21 a33
a23/ I a31
a21 ~21
c3:32 •

Por este exemplo se ve como se pode reduzir 0 calculo de um determinante


de terceira ordem ao de tres de segunda ordem, mais simples como e evidente.

Mais geralmente pode-se, usando 0 Teorema de Laplace (aplicado a uma


E facil perceber que, no calculo de determinantes de ordem superior a
fila qualquer), reduzir 0 calculo de um determinante de ordem n ao de n
determinantes de ordem n - 1. terceira, este e 0 unico metodo expedito.
=0
Repare-se, no entanto, na simplificayao que traria ao calculo de um deter- =-1
307513
-2
Exemplo 3221
0
3 020 101
20
112:
3
minante 0 facto de nele existir uma fila com apenas um -1 1 significativo.2
0 -2
o
desenvolvimento desse determinante, aplicando-Ihe
elemento
IBI= 01 1-1
-212
Teorema
CD
de Laplace ~~I = I; _~1=-5.
CD

e usando essa fila, conduzira ao calcu/o de apenas um determinante de ordem 139


imediatamente inferior.

No entanto, mesmo que essa fila nao exista no determinante, pode-se,


utilizando a tecnica da condensayao, transforma-Io noutro em que uma das filas
tenha apenas um elemento significativo e os restantes todos nu/os (veja-se a
prop6sito, a referencia as operayoes elementares da secyao 2.1.4.).

138

.__t
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 DETERMINANTES

Como se ve, ter-se-a que aplicar, eventualmente, 0 matodo mais do que Mas,
uma vez.
n n
Repare-se finalmente, num metodo rapido para determinar 0 sinal que afecta
os complementos algabricos (reparando-se que esse sinal depende apenas da
L aijAIj = ~
£... aij AjiT = ai1 AT1i + a/2 A2iT + ... + aln ATni
j= 1 j= 1
posi~o do elemento cujo complemento algebrico se esta a determinar).
e, evidentemente 0 produto da linha i da matriz
I
Exempllfiquemos com um determinante de terceira ordem:
"

a11 a12 a1n


(_1)1+1 (_1)1 +2 (_1)1+3 + - +
(_1)2+1 + a21 822 a2n
(_1)2+2 (_1)2+3
I
I (_1)3 +1 ("'-1)3+2 (_1)3+3
+ - +
i
ai 1 a/2 ... ain
Basta, por assim dizer,construir um tabuleiro de xadrez tendo 0 cuidado de
come~r com + no canto supeior esquerdo.
j an1 an2 ... ann

Ann
A2n
Am
An2
.. . A1n
...
A22
A12
An2
A2l
A22
A2n
pela coluna A12
i de
2.2.4. Inversao de matrizes An
A2l
All
Vimos atras que uma matriz e regular (isto a:Am
caracterfstica igual a ordem .
admite inversa) se tem
A" r
Ora (basta pensar na propriedade 11) uma matriz tem caracterfstica igual a
ordem se 0 determinante que Ihe esta associ ado for diferente de zero.

Portanto, podemos enunciar 0 seguinte: uma matriz quadrada e regular se


o determinante que Ihe esta associado for diferente de zero. A esta matriz, que se obtam de A substitufndo cada um dos seus elementos

Vejamos agora, como determinar a inversa de uma matriz: pelo respectivo complemento algebrico
A e transpondo-a,
• chama-sa matriz adjun-
\
ta de A, e representa-se por A.
Vimos em 2.2.2. que
n Por outro lado, se k :f. i,

L akjAij = 5kll A I n n
+ =
j= 1 L akj Aij = L akj Aft = ak1 ATI + a/(2 AIl +
aknA~1 O.

'j=l j=1
sendo A uma matriz quadrada de ordem n.

Fazendo k = i temos entao,


n

L aijAIj = I AI.
j= 1

140 141

..
ALGEBRA LINEAR - VOL. t DETERMINANTES

1\

Assim, quando efeetuamos 0 produto A . A obtemos uma matriz em que 2.2.5. Determina~ao da caracterlstica de uma matriz
os elementos de diagonal (k = i) valem I A I os outros (k * i) zero. Portanto: usando a teoria dos determinantes.
IAI 0 o
Vimos atms (propriedade 11 dos determinantes) que a earaeterfstiea de uma
o
A.A='O IAI I A 1/ matriz e igual a maior ordem dos determinantes (de submatrizes quadradas)
signifieativos que nessa matriz se eontem.
o 0 IAI Podemos assim, determinar a caraeterfstiea de uma matriz, pesquisando a
maior ordem dos determinantes signifieativos, associ ados a submatrizes qua-
(sendo / a identidade de ordem n). dradas dessa matriz.
Tal metoda leva-nos, no entanto, ao ealeulo de urn grande numero de
Temos entao que
A determinantes, 0 que toma 0 metoda fastidioso.
A
Podemos, no entanto, reduzir substaneialmente a quantidade de ealeulos a
A IAT = /, se I A I * O. efeetuar se tivermos em eonta 0 seguinte teorema que nao demonstraremos:

Tambem se obteria Uma matriz tern caraeterfsticas igual a " se e 56 se eontem pelo menDs
A uma submatriz quadrada de ordem " tal que 0 determinante que Ihe esta
AA=IIAI assoeiado e diferente de zero, e se anulam todos os determinantes assoeiados

pelo que a submatrizes quadradas de ordem ,+ 1 que se obtem da primeira, orlando-a


1\ eom uma linha e uma coluna da matriz:
A
lATA = /, com IAI * O. =
842
822
844
814
833
812
813
824
842
823
832
834
84300,I . =822
e812
~1
Consideremos
811 f
0,
O.
~1 831
811
841
por exemplo uma matriz 4 x 4:
~1 831
841 ~1
841
831 812\ "# O.
A = 821
Conclui-se assim que 811 Entao, para que a caraeterfstiea de A seja 2, basta que

A-1 _ 1 1\
Imaginemos por exemplo que, I 811 a" j
-lATA.
[ a"
Isto e:

- Obtem-se a inversa de uma matriz, multiplicando a sua adjunta pelo


inverso do determinante que Ihe esta assoeiado. Note-se que 56 existe
a inversa de uma matriz se 0 seu determinante for diferente de zero.
o que se verifiea sempre que a matriz em causa seja regular.

142 143

, t
ALGEBRA UNEAR - Va.. 1
l;1f
uti
DETERMINANTES

0
0=155-52165 65 3=55 ~1
-10 5 1
If
1
Se nao tivessemos em conta este teorema, terfamos quecalcular os dezas. '15 23
seisdeterminantes 43
de terceira ordem possfveis (associadosa 15 de
submatrizes
21-%
A) e verificar que eram nulos. Oeste modo apenas calculamos quatro.

I)
0-122345-1 1 2

I.
1
~~II~!
EXERCiclOS
b) detenninantes
1 os
1. Calcu/e
RESOLVIDOS
1

=-5(-;5 +~)=-5X ~~ =-~ =-8.


II
'f
2= - 4 -2
~1
b) ~
= 03-11
00-3 30112 13 -519
- 23_~
5-1
5
-2
-2-1
-24 -2
-5-1
--21 2-5
-2
2-1
--1 -8
24365-8
102 -1 40521~2
362010
-1 -3
-2
-1
10401=1CD
011003~2
50-1 -5
-1
-1
0 00 I 4= 10 6 -10
= 114=- 50 - =3314.
100 = 17.
I-~~
CD 0
];
[
,
531204311 2
-1
-6 60
-3 03 -1
-212
-1 11
2 01 -2
31-3
1
-111 c) -~ -~i 1-51-3
16\
-~
41 I
ill
=!
-51
2 CD -2
I ==I=119 -10I-~
I=~ I -31 -2

c) I 032
1
0
-2
~1 41 1 1 ill -515

[(
,

i
~
1
'1
RESOLU~AO
r
a)
t CD 0 2

-4
-3/3 4 1 -15 o~ 1
~ __~1=11
9 1 -11
- 9 =- 9 + 1 = - 8.

r Confinnemos aste resultado:


;
a,} Usando a regra de Sarrus:

f 1 0 2
3
4 1 -1
1 5 I=- 1 + 6 + 0 - (8 + 0 + 5) = 5 - 13 = - 8.

&,z} Usando 0 Teorema de Laplace doutros modos:


1 0 2
3 ill 5
3110 01 -62111
5 = 1 -621=-6-2=_8
4 1 -11-1

= - (6 + 2) = - 8
Ic
3
41 ill01 5 - 1=
-121
- 1
11 4
0
01
6 = -
-121
_
11 1 6
21

:~--------
144 145
I,
. t
<'
ALGEBRAIJNEAR - VOL. 1 DETERMINIINreS

2. Calcule os seguintes detenninantes: = (b + c)(ac + a2 + be + ba - be) + 2abc - a2b - ab2 - ae2 - a2c =
b+c a a
=abc + a2b + b2a + ac2 + a2c + cba + 2abe - a2b - ab2- ac2_ a2c=
a) I b c+a b
c c a+b ~"
Sc
.!f,

'~'.

x a1 <i2 a3
x x b1 ~ if
b) x x x C1
x x X X
~
a b+c
c) b a+c
1I2-B3
r
;0.
c a+b
-1
x2xn+1
a2+x2
1xn
a2+z2
.~
=
xl~
-1
X-a1
X-a1
X-82
·bJ-a2
X-82
C1-B3
X-a3
xax
Ibxn+2
lay a2+1y2
d) az
e) C
~-<i2 ~-b.3
a = xI 0
X-a1 x-82-bJ+82 C1 - + 8:3
8:3 - ~
o X-82-~+82 X-8:3-~+ 8:3

= x(X - a1) I. X-bl


X- bl x-~
Cj-~I=
= x(x - a1)[(x - b1) (x - lI2) - (x - ~)(C1 - ~)] =
RESOLU9AO
= x(x - a1) (x - b1) (x - ~ - C1 + b2) == x(x -- a1)(x -b1) (x -- Cl)'
a)
b+c a a
b c+a b c)
c c a+b CD a b+c 1 a b+c
b a+c o b-a a+c-b-e
c-a a-c
-1 1 c
-111 a+b o c-a a+b-b-c =Ib-a a-bl=o

=(b+C)lc+a
c a+b
b I-alb
c a+b
b I+alb
c c
c+al= porque a primeira e segunda colunas sao proporcionais (mais concretamente, simam-
cas).
= (b + c)[(a + b)(c + a) - be] - a[b(a + b) - be] +
+a[be-c(c+a)]=

= (b + c)(a + b)(c + a) - bc(b + c) - ab(a + b) + abc +


+ abe - ac(c + a) = f

!1
146 147

I j
ALGEBRA LINEAR - VOl. 1
-1121
4-1
-3
0 02 01 DETERMINANTES

.~~ -1 aa2+z2_a2_x2
-1
a2+x2
d) = a2+z2
2 21 42
1 -101 24associado
-~]
-:j]
]
~] for diferente de zero.

sz-ax
a2+y2 12a2+
ay-ax
G) axx2
+ y2
1 _ a02 _ x2 a) Uma matriz quadrada admite inversa se e sa sa 0 determinante que 100 asta
ax b) B = [~ RESOLU~AO
dfD=[l
l}
e)E
e)C ~
= [;
[:
QF=[i

-_I a(z-x)
a(y-x)'I-x21 z2_x2 =

= a(y - X)(Z2 - X2) - a(z - X)(y2 _ X2) ;"

= a(y - x)(z + x)(z - x) - a(z- x)(y - x)(y + X)=

=a(y - x) (z - x) (z + x - y - x) =

= a(y - x) (z - x)(z - y).


e)
a
b x
o
xn+1
a 1 xn

C x2 xn+2 -: = I b-ax
-xc-ax2 0 0 I = -I c-ax2
b-ax 0I= 0

porque a segunda coluna e integralmente constituida por zeros. Repare-se, alias, que
podiamos de imediato concluir que 0 valor do determinante dado e nulo, porque a
segunda e terceira colunas sao proporcionais.

0
00cb
3. Digad0c qual
~I
eb0 valor
=-ablg
0 ~I -abed.
do determinante:
==

a
a
~I ~ _I g
Como

IAI=I~ ~1=4-4=O
A nao e invertivel.

b)

h] IBI = I~ ; I = 5 - 0 = 5 "* 0
,. 4. Em relacao a cada uma das matrizes que se seguem, determine quais admitem
inversa, invertendo as que forem invertiveis. pelo que existe B- 1. Passemos ao seu caJculo:

-1
qH."

alA = [~ :]
B
1
="TBTB.
1\

II 148 149
"I ..
: Jij •.~

~
\
\ DETERMINANTES
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1

-1
1\
Assim,
Para determinar B, temos que comet;:ar par calcular os complementos algElbricos dos
elementos de B.

1) Complemento algebrico de dll = 2: I: ~I = 8 - 12 = -4


Atendendo a regra dos sinais I ~" : I teremos:

1) Complemento algebrico de bll = 1 : 15 I = 5 2) Complemento algebrico de ~2 = 0 : -I ~ ~I = - (2 - 15) = 13

2) Complemento algebrico de ~2 = 2 : - I0 I = 0

3) Complemento algebrico de b.!1 = 0 : -I 2 I = - 2 3) Complemento algebrico de d13 = -1 : I~ : I = 4 - 20 = -16


4) Complemento algebrico de b.!2 = 5 : 11 I = 1.

Entao,
4) Complemento algebrico de ~1 = 1 : -I ~ - ~I = - (0 + 4) =- 4
1,

B-1 = 5 -25
J...[ 15010
1 - 5) Complemento algebrico de .~. = 4 : I ~ - ~I = 4 + 5 = 9
0]T=J...[5 _2]=[1 - ~.]
5

c) 6) Complemento algebrico de ~3 = 3 : -I ~ ~I = - (8 - 0) = - 8

I CI = -4 4 2
-3 ICD
3 20 -3
- 1
21
= 00 220 --921
11
9 = 2
12 -91
_ 9. = 0,
7) Complemento algebrico de £tJl = 5 : I~ - ~I = 0 + 4 = 4
Nao existe portanto C-1•

d) 8) Comp/emento algebrico de ~ = 4 : -I ~ - ~I = - (6 + 1) = - 7
o -8 -7
I DI = CD 4 3
-5
-212 5 4
0 -12 o1 -164 -1331-- - 1-8
-16 -71
-13
9) Complemento algebrico de ~ = 2 : I ~ ~I = 8 - 0 = 8.

= -(104 - 112) = -(-8) = 8"# O. Portanto,

Passemos ao calculo de D- 1. A regra de sinais a ter em conta e, agora -1 _"_1_ D = J... -4 9 -8


D = I DI 8 4
[-4
-7
13 _16]T
8
+ - +
- + - 9 82
1-1
2 78
1 -4 9 1
+ + +

= 8 _~~ -8 -2

1 [ -,
-~]=r-1
150 151
-3
-2
-1
ALGEBRA 1o121 0
-2014 2=
10LINEAR
-10 -2 -6
-7
- VOL. 1 0 4
DETERMINANTES

2 2
~l e)
-~
-il=-I=~
'1
<D
1
0
I~ =1 =I ~-(-28 + 42)=
4) Complemento algebrico de 614 = 1:

l - -10
3 cD 2~ ~ =-
1\ 10~ - 2~ - ~1\ = - 12- 5 - 12 = - (- 4 + 5) = - 1.
.I
, te,
I

,II
1/ 5) Complemento algebricode 8:21 = 0:

J -·0 -1 1 o -1 1
<D 1 0
l~t = -14 *- O.
-212 1-1 1
0-1 1 -101=1-1-1 -11\ =1+1=2.
+ ~_.

Existe assim E- 1. 6) Complemento algebrico de &z2 = 2:

1. 1 -1 1
Tomandoem conta a regra de sinais <D -1 1
+ - + - -313
-1 1 11-1 0 o 42 -2.
-3 \ = 142 -3\
-2 =-8+6=-2.
- + - +
+ - + -
- + - + 7) Complemento algebrico de &z3 == 1:

1 0 1
somos concJuzidos aos complementos a1gebricos:
-3 3 1 0
-1-\1(j) 02 -11 o 21 -3\
_ 2 =_11 2 -3\
- 2 = - (- 2 + 6) = - 4.
1) Complemento algebrico de 611 = 1:

-21 2 1 1 o -1 1 8) Complemento a1gebrico de 8:24 = 1:


<D1 0
-212 1 -1 o1L -1· -101 =_1-1-1uu_1 11 = -(1 + 1) = -2.
-1 1 201 - 11-
- 313<D 1 =-U\1
00 201 - 24\
1 = I~ ~I = 2 - 8 = - 6.
2) Complemento algebrico de 612 = 0:

-3-103 11 01 9) Complemento algebrico de 8:31 = 3:


- 2 3 = - _2 3
<D 1 -1
o
o1 1
1-1 11 11 1\ = - (3 + 2) = - 5.
o -1 1
2 1 (j) -1 2 2 0 = 2 2
3) Complemento algebrico de 613 =- 1: 2 1-1 1 12o -10 01I \2 0 I = 0 - 4 = - 4.

o 2 1 021
-313 1 0 10) Complemento algebrico de 9.32 = 1:
<D 2 -1 o1 -52 -131 = I -52 311 = 6 + 5 = 11.
-·1 -1 1 1 -1 1
o 1 1
-11(1) 1 -1 o 21 _ 211=_11 2 - 1\
1 = - (- 2 - 2) = 4.

152 153
j (

ALGEBRA UNIEAR - vOl.. 1


7
-4-273
21
-6 1
43172 -2
02 -411
5 1414 ----1!E..TERMINANTES

1 -1
-5 1
14
-14
11) Complemento algebrico de El33 == 1:
= 11
1 -~1 =
J I
(-2
11
-111<l? 2~ -1~ I = 160 2~ -2~ = 1~ - ~ I = - 4 - I 2 = - 6.

12) Complemento algebrico de &J4 = 0: 11

-.(1)
o
0
2
__1
1 o 2 1 = _ 21 f) -1
-203
4
2-10+-2
--21
-2 1
21
-3 -- -
2023130210151-3114-3
7~4
-5 1-1
91
2
-1 1-10
01-1
-1~
2
102-3
0(1) 2
5
-111 2 1 1 0
02 -1
I FI2 1 = 11
03
0
112 21 0= - (4 - 2) = - 2. -2
= -I 00 -
+ 1
= CD
21-2 2
CD
-~I
4
0 i\ =-I-~
1-4
+ \I
1 = - (- 14Existe
+ 5) portanto
= 9 "# o.
1 -4 F- 1. A regra de sinais a ter em conta agora e:
13) Complemento algebrico de 641 . = 1:

I 1

- .2 1 01 - 1 = -
o1 1
- 1 (1)1 I 021 2 0 = - 1 1 = o.
-11 01., 12 21

1 I
14) Complemento algebrico de 642 = 2:

(1) -1 1 1 -1 1
011 1 I
-313 1 0 o 41 _ 311=11 4 -311 = - 7.

15) Complemento a1gebrico de 843 = 1:

';';'-'(1) 0 1
021
-313 1 0 o
o10
21 -3111 = - 121 -31 = I 7.

16) Complemento algebrico de e.w = 1:

(1) 0 -1
o 2 1
o 2 1 - 1 4
-313 1 1 o1 01 - 41 I _12 1 1 = 8 - 1 = 7.

Portanto,

-5 11
E-1 = _1_~ = _1_ 2 -24 -4 -6
-6 -2 _J
lEI -14-~
[-2 -7 7 -17 ]T
154 155
J

j,j
; ;J
j (

-"7
-4 21734317227-2
-2
-6
0 5 -414
1411 ~TERMINANTES
17
ALGEBRA UNEAR -vOl.. 1
,i .\ 14
pIg··
'\ ..
.
' 1-1
-5
11) Complemento algoorico de &J3 '= 1:
= -14" 11
1 -~1 =
J 1

(-'
11
-111~ 2 -1~ I = 160
~
2 -2~ = 1~ - ~ I = - 4 -
~ 1 2 = - 6.

12) Complemento algebrico de &J4 = 0: 11

-.(1)
o
0
2
__1
1 o 2
1 = _ .21 f) -103-2
2-1 + -- -
4--21
1121207321~41
=-2
0-2
-3 01
20
-5 9-1
151-3114-3
201-1
-1 102-2
12-10 0<D 2
-3
5
-111 2 1 I FI2 = 1130112 021
1 0 -1
02 0 0= - (4 - = - 2. --2 -, 0 -+ 1
CD
21-2
-1~
2
CD 4
0
1 2)
i\ =-I-~
-~I + \I
1 1 = - (- 14Existe
+ 5) portanto 1-4
= 9 '" o.F- 1. A regra de sinais a ter em conta agora e:
-4
13) Complemento algebrico de 641 = 1:

I I
=- 121 1
21 = o.
1
- . o2 -11 <DI
01
1 - 1= - 102 -121 0
1
1 I
14) Complemento algebrico de 642 = 2:

!lii
(1) -1 1 1 -1 1
o 1 1 1 I
ifF -313 1 0 o 41 _ 311=11 4 -311 = - 7.
-!i
i<l

15) Complemento a1gebrico de 643 = 1:

';';'-'(1) 0 1 10 1
021
-313 1 0 02
o 1 -311=_12 1 -311 = 7.

16) Complemento a1gebrico de e.w = 1:

<D 0 -1
o 2 1 o 2 1 = 2 1
-313 1 1 o1 01 -11
4 11 41 = 8 - 1 = 7.

-6--4
711
2-5
-6
Portanto,7 4 -2
-7
= _1_
-14-~ 2
-']' _J

[-'
154
155
J

;J
ALGEBRA UNEAR - va.. 1 oETERMINANTES

-
-1
01CD
4 -2
-12
-1 4 511 3
0-1
-4
2
-2 -2 3algebrico de
Temos que calcular 25 compJementosalgebricos: 4) Complemento '14 = - 1:
0
1
1) CompJementoalgebrico de (,1 =2: 3

CD 4 0 1 1 4 0 1
\. j
o o 2 1 o 0 2 1 o 2 CD
r:
2 1 1 o 6 1 2
-11\-1 1 1 2 -1 o -3 2 -2 -36 21 -221-2 2 =
0--1
0--1
42 652
10-2 2000
02-1
1
-2 -1
1=-1-11-2
+
2 21 -61 -1 -2
'f -1= 0+
111-2
CD 3 _63-2= -(-1) 8> -4
-1
~-t o 2 1 -31.3
=- -1\ +cp : I -~2 1= o.
5) Complemento a1gebricode '15 = 1:
_ 63 -36 001=16 - 3 -31
6 = 36 - 9 = 27.
1..:,
,~
1..
'I,
2) Complemento algebrico de '12 = 1:
340 CD 3 4 0
1 0 2 -2 -4 2 21-2
" 1 2 1 -2 -2 1 o~.11-2
=+ -2-2 CD
1 -1
o 1 2 -11 1-11 3 5 2 o 3 -4
5 21-2
o 6 -7 = _ 6 -7
o1 -34 -61
8 1-3 81 = (48 - 21) = -27.
2 0 0
=+
-27 90
-211=-/201 79 =-(18-0)=.-18.
6) CompJementoaJgebricode '21 = 3:

-1
0 -2
63
=
11 3
CD o -1 1
-2
-2
-211CD
-2 0
21-1
-2 -1 -2
-2
3) Complemento 2
7 =3 -algebrico
CD de '13 = 0: o 021 o 0 2 1 = _ -2 2 0 2
211 2 -10
I~
3~I == -9.~ 1=
= 12 - 21 -11 1-11 1 2-1
o1
o 0
1 3-2 21\ CD
10 32 -21

o -6 6 =_ 2 1
Wi.:!
• ;il'
o1 23 11
_3 1- 6 61 = - (12 + 6) = - 18.

0-1
2
-1 3210-3
112
-2
o 1-1
7) Complemento
CD -2
1CD2-1-1 -1=02 algebrico de '22 = 1:
02 1o = -(-15) = 15.
10 - -,-5 2
-7
31-3
2 ~l'I
-~-31
g =-=-I=~
1-1

l
iill:f,

ij!'
: 1.

156 157

~
:I
,I
'I"
ji
ALG£8RA LINEAR - VOL. 1

-1
-1
-1 -1
0
-11
02 311
12
-1
01
10
-2
2

~I
-~
-- 2-1
CD
8) Complemento -1 -6 -6
2algebrico
cD -2 = -~
2-1 31-3
= 1 -71
=~ 1-7
2 = 4:
-7=de.42#.!3
3 7.
- 35 =
01
-1
-1
400
2
-2
-1112012CD
12)Complemento

2
1=--12
-1
2 1
12 algebrico de '32 = 0:
DETERMINANTES

l
=11-~ ~H=
1

j\
1-·
= 2
-1
-1--1
=
-1011CD
0
-2
o1
4
4-12
-3
12
-7
0 01
2 1
1
-2
1040
4
6 2
-0=-
13
013
-22
2
0
1CD -1
-12-1
1-11
2-2 23212
1--2 1 01 0
3
0 3 CD =-3 -20 0o 2 2 2 02
01 14
3 0
11-1
-31-2 3 -3
1=<D-(-45 + 22) = 23. 14) 13)
Complemento
-11
algebrico
Complemento
JI2~II=
-1~
2-~I=I-~
de =
de f:w
alg9brico
_~I
_~I
= -1-1~
-I-~
I-~
_~-1~
I= =-6
=
=- 1\-CP -~
'33 2:
= 0:
I- =(2-
14 6)===2.
-+ 12
21 15.
4.

15) Complemento algebrico de ~ = 1:


3 0 2\ I 3
9) Complementoalgebrico de #.!4 = 0:

2 -1
01
-1 120 1--1
-1
02
CD-2 2-1 2
~ =- -~ -~ <t1-2=
'I 1-' -, 0

= - 02 0
=
-52 0 I -1
-1
0 -~
-oo-1
-1 01
112
4-5
2
13 1
02
-~ _~
-1
1
2-2
1
2
12
0 -1
00
-1220-1410 22
1-1
0 -1 0
0 CD
2
1 7 = 16 + 6 = 20.
= g - 1 -63 =-6+5=-1.
-21-3
"
v

1
=~
10) Complemento ~114CD
ICD= I -~
2~I=-I=~
algebrico 11
-51 de 0
-11
61
#.!S =0 1:
plemento algebrico de '31 = 1:
J
i
f~'f
i

i
j

r•.

4 1 0 f

-112 0 -221 =-1 -112 -221 = -(-4 + 22) = -18.

158 159

- -
lJ
0
--1
-413
-21CD
ALGEBRA 201 1LINEAR
01 0 - Va.. 1
241 3
-1 1 2 DETERMINANTEs

jj =-I~
01 CD 0
16) Complemento algebrico de 41 = 1:
3
4 Q)
o2a-103120
20) 20
32 CD
2=- 45 3 1 2algebrico
Complemento 41-4 de '45 = 1:
0 1
~I = -I:
2

= 0
-1 1
04aa210120a2123-11
-21-2 a1-1-13
10
1 2 2 = -(-26 + 55) = -29.
0 -1 4 5 CD
4~ 1
~ 6
01 = + 141 71/ = + (28 - 1) = 27.
0
~Hi
~I
-11 I
CD= _1-1~
21) Complemento algebrico de '51 = 0:

17) Complemento algebrico de 42 = - 1:

01 0 -1
-5
0
40622
-1
() -10
-212 3 4
-3 1 -2
-1 -1
0 2 1 -~ 1= -4 ® ~~
CD
o 1 2-1 -, I" -,
= 1 4
2
0
-1a-6-2
-1
1
-1 31a-1
-4 1o 02-1
a-2
1CD 312 14-1
3-1 11=-
-1
-1 1-1
1-12 -122 -22

!
31 31 CD 3 1
1 3 2
- -, a a 0 a 2a ~ = 1 -1 a
oo1 -14
- 2-1 2
5 -1/
=
I--14
5
2
- 11 = _ 10 _ 14 = _ 24. ~I = 12
_~I - 24
~ I = --(-16= -12.
(- 3 +- 8)2)==- 18.
5.
11
=1:
2:I=-I=~ 2~ -I ~
11I = - 1I I-<F
1= CD 4 - ~
22) Complemento algebrico
23) Complemento algebrico de '53 = 1: de '52 = 1:
01010
=
-1 1
2-1 01-12
2 18)-1
0 303CD
1=-
Complemento -1 12 2 algebrico de '43 = 2:
_~ = 2
21 I _~I
1-1 = 1 - 8 = - 7.
emento algebrico de '44 = 1:

o 1 0 -1
-212 3 1 4
-3 0 1
CD 0 0 1 1 0 0 1 = -1 1 4 -2
o 1 1 -1 oo1 41 -1
1 -2/ 1 0
-1 ICD -1
1 -1

oo10-1/4
1 -10 =
/4
1 0
-1/=0+1=+1.

160
161

Ilj
-1-1
ALGEBRA 2-1
11<D
4o01 0-2 -1
-1
~ = 1 -1 -1
2
11
1 - va.. 21 40 2
-UNEAR
1.,..1-2

24) Complemento
IG) 0
algebrico de ~ = 2: 5. Detennine a rela~o entre a e b,que garante que a matriz
DETERMINANTES

l
1
A=.ab a+b 1
b2
[a2 2b
2a 1
1]
tern inversa.
40-12
-1
--2 =
102100-1 -1=
1 4
001 2
11-1
=10 -1-51 -1-6 2
0 : = -2
=~I 1-1 deJ<D
41a1gebrico
25). Complemento-212
:I
= -6+8 = 2.
'55 =- 0 1; RESOLU~AO

Para que A-I exista (sendo A quadrada de 31ordem), basta que I A I '" 0
Entiio

a2 2a CD a2 2a 1
IAI = lab a+b ab-a2 b-a 0
b2 2b 11-1
1 -1 tl-a2 2b--2a 0

o 4 -1 = 4 1
o1 02 -51
_6 12 - 61 = - 24 - 2 = - 26.
= I (b+a)(b-a)
ab-a2 2(b-a)
b-a I=

-18
-0 918
27939
229323
-12
-24
-1
-29
-26
-29
-2
Portanto,-9
120
-7-5 -2 15
23
-26
-18
-5
725
-130220
-7
5472-9 112
-18 8526
793429120
227
15 15 7 15
3-24
=
-1 = a(b - a}2(b- a) - (b + a)(b - a)(p -a) =

~~r
-18-18
= 2a(b _a)2 - (b + a)(b _ a)2 =

~18] = (b - a)2 (2a - b - a) =

[~ [ ~
=(b - a)~(a - b) =

= - (b - a)3 ; (b - a)3 =0 ¢:) b = a.

Portanto, para existir A-I, tern que ser b '" a.

6. Detennine as caracteristicas das matrizes que se seguem, usando 0 metoda descrito


em 2.2.5.
i
!
d) 0 -1 5
a) [~ ~] b) [~ ~] c)
[10 -52 64]
~; j
[ -22 -21 23]

fi
r

.. 162 163 J
Li
L: i
"l
II 'lJ
ALGEBRA LINEAR - VOl. 1 DETERMINANTES

01
31531231 011 1
420--10 30 3
1 02
;to.l~ : I =4 -4= o -1 5 = 0 -1 51 = o.

i][ ~g)[![~
:].111=1 O.

ESOLU~AO
a} [~
-!]
:]
"~]
e) Q
I
1 -2
® -21 231 12
0-1 1 5

Portanto r = 2.

e)

_~ -~ ~ .121=2;tO·o -1 =-2;tO
[ 2 1 3] 12 11

1-2
[ ~ - 0~ 4~] = I 0~ -~1 ~I=21-~ ~I = 2 (-7 - 5) = - 24 ;t O.

Obviamenter = 3.

r = 1 porque 0 ooico determinante diferente de zero s6 pode ser de 19 ordem. 0


f) 241 1
unico que se podeobter dele por ampti~o (de 210rdem) e 0010. 1 03 ~1=2;tO
b)
I~ "~]
[~
121 = 2<0

P ~]. 111;t 0 .1~ ~I = 5 - 10 = - 5 ;t O.


Logo r= 2.

Doutro modo:
214 I® 1 4
-1'- . .-
'., .jf"r
012 o 1 21 = o.
[15 5
2] . I 51 ;t O. 5
11
5
2\ = - 5 ;t O.
. -112 0 2 o -1 -2
ill1 portanto r = 2.

[, Podemos obter outro determinante de terceira ordem, ampliando I~ ~ I,domodo


., ','I
c) seguinte:
j:
I® 1 3 2 1 3
[1o _ 52 64] . 11 I = 1 ;t O. 0
11
_ 5 = - 5 ;t O.
21 10 1 5 o 1 51 = O.
-1120-2 o -1 -5
r = 2 porque 000 e possivel formar determinantes de ordem superior a segunda.
Podemos afirmar ainda:
d)

o 1 2 = 0
-214® 31
[ -22 -21 3]
0-1 52 .121=2;t0.1~ _~1=-2;t0 1
4/ /20 jl=21~ _~1=2(-7-2)=-18;t0

164 165
DETERMINANTES
ALGEBRA LINEAR - VOL 1

w·n
-1 21
-0211G)~1
-6
113oulros
-1= 2-8
=-3
-2O.
16 021 -3
1 3OOterminantes
-8
!i -2
Vejamos 001
36
-3 -2 3 -6de terceira ordem:
Obtivemoseste determinante do seguinte modo:
6
24 -16 1 -31 -1
64 2=
1 22 0
ii--r-4-: 3
6
~I
~ =0
1 =01
201CPI ~ =I =
~ I1~
~ 1-1
4 *
-1-1:
= 12
O.
41orOOm:
~Q__ L_?~ 5 Orlando este ultimo determinanle, podemos obler dois de
2 0 2 -2
~4:==3==)~ 2 = -1-: I: 12 CD

o unico que podemos obter dele por amplia~ao com a Iinha e uma coluna e 0 de
4lordem:

i
=
-0512124-1-2
420-1
-7 351402®031=
-5
5, 0 1 1
0 -18 0=-18+15=-3",,0.
I
1 0 -1~ = 3. = ~
Portanto r ~1=3-4=-1*0
I = I~I -151
g)
-151
-!]- 131 =,. 0

I~-313 [~

j;'
,j,'
f
1
, ".(\,".1,.,1
11'
i
"

!
li
1
2 @30--1
-1
-10 1-2
211
13
-2
-1
-21 -1
=2 o.24 0110 0
01=-2
l 4
26 1 -2
~ =3-112 _~1=31~
1, ®
I

31121301
h) -1
-0 22
1-2 1 =0
2 -1 2 ~ = O.
~I = 2 - 4 = -2"" 0
-11 Como nao ha possibilidaOO de mais determinantes da 41 ordem, r = 3.

I~ [i
i]"21=UO

12<D-'

11::

~
-I

~l
11
r

166 167
~il
L."

~,,!', ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 DETERMINANTES

r
2.3. Aplica~ao dos determinantes aos sistemas All. A21 ••.. , An1 sao os complementos algebricos relativos a primeira coluna
de A e pensar no teorema de Laplace.
de equa~oes lineares. Do mesmo modo A12. A22 •...• An2 sao os complementos algebricos rela-
Regra de Cramer. Teorema de Rouche. tivos a segunda coluna de A pelo que 0 parElntesis. no caso de X2. representa
o determinante que se obtem de I A I substituindo a segunda coluna por B.

Consideremos entao um sistema de equayoes Iineares escrito na forma Em resumo:


AX= B,
ja vista em 1.5. - Para calcular 0 valor de xi basta multiplicar I~ I pelo determinante

que se obtem de I A I substituindo a coluna i por B.


Tal Como em 1.5 .• temos de novo tres casos:
Em slntese temos:
1) r= m = n: Sistema posslvel e determinado.
I - Todo 0 sistema de n equayoes lineares com n incognitas, em que
Sera, entao, I A I "* 0, senao vejamos: m = n pelo que A e quadrada;
I A I "* O. e posslvel e determinado; 0 valor de cada incognita obtem-se
podendo falar-se de I A I e. sendo r igual a ordem de A. teremos I A I "* O.
dividindo por I A I 0 determinante que dele resulta substituindo os
A matriz A e regular pelo que podemos determinar a soluyao do sistema coeficientes dessa incognita pelos termos conhecidos passados ao
usando 0 metodo de explicitayao. segundo membra.
Entao,
- 0 resultado do enunciado atras e a regra de Cramer.
I:
-~B=- A21
A22 I A1n
A12
- , A I designa-se determinante principal do sistema.
A2n IAI IAI
1 xn I 1 Xl I I All An1
An2 II A2
b1
2) r= m < n: Sistema posslvel e indeterminado.

Consideremos 0 sistema na forma:


Ann II bn
+ a12x2 + + a2mXm + a2m+l Xm+l + .. , + alnXn = b1
j
r1 a21 Xl + a22X2 + + a2mXm + a2m+1Xm+l + ... + a2nXn = ~
Teremos:

J,

; i
1
Xl = !AI(A11
1
~ + A:!1 ~ + ... + An1bn) I aml Xl
all Xl
+ am2 X2 + .., + amm xm + amm + 1 Xm + 1 + '" + amn Xn = bm

x2 = !AI (A12 ~ + A:!2 ~ + ... + An2 bn) Podemos dar-Ihes a forma equivalente:

1 + a12x2 + ... + almXm = bl - alm+l Xm+l - aln Xn

xn = !AI (A1n b1 + A:!n ~ + + Ann bn)


a21 Xl + a22 x2 + .,. + a2m Xm = ~ - a2m + 1 Xm + 1 - - a2n Xn

Assim por exemplo, 0 parentesis relativo a Xl. representa


que se obtem de I A I substitulndo a primeira coluna por B. Basta notar que
0 determinante
I aml XlXl + am2
all x2 + + amm xm = bm - 8mm + 1 Xm + 1 - ... - amn Xn

j1
168 169

,.

~:j
..,::::·
t1'
~!
ALGEBRA LINEAR - VOl.. 1
DETERMINANTES

tal que
Consideremos agora 0 sistema formado pelas equa~6es:
all a12 alm

a21 a22 a2m


IA'I 'I: O. a21 Xl + a22 X2 + + a2n Xn = ~
.. ..
aml am2 amm arl X1 + +
ar2 X2 + ... ++ arnXn = br
la11 Xl + a12x2 alnXn = bl

I A' I e agora, 0 determinante principal. As incognitas abarcadas por ele SaD


Este sistema estara numa das situa~6es anteriores: se r = n, possivel e
as incognitas principals (e evidente que nao SaD necessariamente as m primei-
determinado, se r < n, possivel e indeterminado.
ras; se fossem outras m, quaisquer, bastaria fazer um reordenamento sendo 0
estudo subsequente perfeitamente analogo). o determinante principal do sistema inicial sera, assim, de ordem r (com
r < m).
Pode determinar-se a solu~ao do sistema recorrendo ainda a regra de
As incOgnitas abarcadas pelo determinante principal SaD as incOgnitas prin-
Cramer. I A' I faz 0 papel de I A I em 1) e a coluna dos termos independentes
sera cipais e as equa~6es que la figuram, as equa~6es principais, que nao SaD
necessariamente as r primeiras, podendo, eventualmente, ser outras r quais-
1
2m b' = ~ quer (bastaria entao, reordena-Ias sendo 0 estudo seguinte analogo).
b1 -- a2m
bm amm++11Xm
a1m Xm++11- - ...... - - a2n
amnXnXn
a1n
b'
b' Resta entao verificar se podemos excluir ou nao as m - r equa~6es nao
principais do nosso estudo.

Consideremos uma dessas equa~6es,

as1 X1 + as2 x2 + ... + asn xn = bs


o sistema e. evidentemente, indeterminado de grau de indetermina~ao
d = n - r (ou n - m), vindo as m incognitas principais fun~ao das n - r e formemos 0 determinante
restantes.
b1
!:1
3) r < m /::;.s =
----------. ~
Seja entao 0 sistema de equa~6es lineares:
~ ~ ... ~ ~
r a11 X1 + a12x2 + ... + a1nxn = b1
I . que se obtem do determinante principal !:1 , orlando-o com os coeficientes das
I incognitas principais da equa~ao dada e com os termos independentes
~ ar1 x1 + ar2x2 + ... + arnxn = br
I b1, ... , br• bs·

l
I
am1 X1 + am2 X2 + ... + amn xn = bm /::;.S designa-se por determinante caracteristico relativo a equa~o.

170
171
" DETERMINANTES
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1

,~,
: ; ~I
,
Por operayoes elementares sobre Iinhas podemos levar ds a forma
t 3) Nao existindo esses determinantes, ou sendo todos nulos, resolve-se 0
,,~q
I:: ;i
Ii II
j\ ':!
-I b'1
sistema constituido pelas equayoes principais em reJayao as incognitas
principais pela regra de Cramer, tendo em ateny1io as diferenyas das
d formas assumidas nos dois casos possiveis.
d's = b~ d.
________
b'r J 4) Se pelo menos urn dos determinantes caracterfsticos for diferente de zero
o 0 ...0 b's o sistema e impossive!.
Rnalmente, recorde-se que urn sistema homogeneo e sempre possivel
Entao, a semelhanya do que acontecia quando fizemos 0 mesmo estudo pelo que, quando fazemos 0 seu estudo, usando a teoria dos determi-
por matrizes, podemos excluir a equay1io s do nosso estudo se b~ = 0, sendo nantes, somos conduzidos a uma de duas situa<;:oes:

assim 8~ = 8s = O.
1)IAI*O
Nao 0 podemos fazer se b~ of. 0, ou seja, se 8 ~ of. 0 (visto d of. 0 por
Entao r = m = n pelo que 0 sistema em causa e possivel e determinado,
definiyao de determinante principal), sendo tambem ds of. O.
admitindo apenas uma solu<;:ao:a solu<;:aonula.
Ha assim, m - r determinantes caracteristicos no sistema (tantos quantas
as equayoes nao principais). Se algum desses determinantes for diferente de 2) I A' I *0
zero (significa isso que podemos, atraves dos principios de equivalemcia validos Entao r = m < n pelo que 0 sistema e possivel e indeterminado (grau de
para sistemas de equayaes, transformar 0 sistema noutro equivalente com uma
indetermina<;:ao d = n - r) admitindo outras solu<;:oes,para alem da nula, que
equayao impossivel) 0 sistema e impossive!. Se todos os caracteristicos forem
podemos determinar pela regra de Cramer.
nulos, 0 sistema sera equivalente ao constituido pelas r equayaes principais
(as equayaes correspondentes aos caracteristicos, podem, por transformayaes
de equivalencia, dar lugar a identidades), que estara entao, no caso 1) ou no EXERCiclOS RESOLVIDOS
caso 2).
Sera agora facil aceitar 0 1. Resolva os sistemas:

Teorema de RoucM:

- Um sistema de equayoes lineares sera possivel se e s6 se nao existirem a) x - Y + Z = 2


2x + Y + 3z = 3
!X+Y-Z=1
determinantes caracterfsticos ou, caso existam, sejam todos nulos.

POdemos, na pratica, adoptar a seguinte metodologia:


b) 3x + 2y + z = 0
1) Determinar uma submatriz quadrada de A (matriz dos coeficientes) da
maior ordem possivel tal que 0 determinante que Ihe esta associado nao jx ++2y4y - - 3z5z ==8 14
2x

seja nulo, seguindo a metodologia indicada em 2.2.5.


Teremos, entao, determinado 0 determinante principal do sistema d, e a
caracteristica r, de A. c) 2x + 2y - 3z + 6t - u = - 1
x + 2y - z + 4t = 1
2) Formar os m - r determinantes caracteristicos do sistema se m > r. 3x + y - 4z
\X-y-Z+t=1 + 7t - u = 0

172 173
1 DETERMINANTES
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
-8 8 -2-2 22 31 -2 ~~ == -- 8
8(-3 +-1 1
(5 2- 2) 1)= =-
8
8
8'. 0 1

'i
~ = -8 g -1
1 I 11 -1
~ I 1=3--1-16
1 11

i
I
I
IT:1i
, I
I!!
d) x - y + z = 0 z= _1_ -1 ICf - ~
m Y = -""- -, Icv
j3X 3y +
2x -+ 2y 12z==10
- 5z
IIi!i'l
::1

RESOLU~AO

a)
Para este sistema sera
ill
(II
(II· ti:
~i.i.

e
R: (~ ,- :' +}
A = 1 -1 1
,Ii
[1
213
1 -1] 8 = [i] b)
Procedendo como em a) teremos:
I' Assim,
11 I = 1 "# O.
A= 3 2 1 e
i~1 [12 24 -3]
-5 8 = [,H
:il
f! 11
1 -11 I = - 1 - 1 = - 2 * O. Assim,
111=1*0.

-1 1 -1 1 = 0 -2
-2 ICD
2 11 -1 3 110-1 1
I -11
~ = 1 = 21 21
5 = -10 + 2 = -8 * O.
1 ~ ~ I = 2 -6 = -4 * O.
Podemos entao concluir que a caracteristica de A e 3.
2 -3 <D
Para este sistema sera r = m = n = 3 (pelo que e posslvel e determinado) sendo o -4 10 = 1-40 \0 I = -4 * O.
o seu determinante principal
-2 2 24 -51
-313 001
1 2 -31
1 1 -1
1 -1 1I = -8. Tambem neste caso sera r = m = n = 3 (sistema possivel e determinado) com
2 1 3
1 2 -3
3 2 1 I = - 4 determinante principal.
Atendendo ao exposto atras, podemos fazer: 2 4 -5

Com-3 14
-5-5 1 =-1-
2 4 -2 2008 4
1 =a4detenninayao
14
-1-2 02 8
x = _ 8
1
- 2
32
-3 ICD - 1
1
1
31
- 1 I
x=-
= (repare que, oeste caso, B =
-4 14 0 2
3
[ 1]
)
vista

-31
-3\
~ -8
12 I@
da soluyao faremos:

1 1 -1 1 I 8
1
8
o
o
-3
-2
3
6
8 -2
=_-1-1-3 631 = -8(-18
1 + 6) = a - 3R - 2'
= 4"
1 . 2 I-a
_ 2 1
41
= 21 . 0 = O.

174 175
" DETERMINANTES
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1

Por operac;:6es elementares sobre linhas podemos levar ds a forma


1 3) Nao existindo esses determinantes, ou sendo todos nulos, resolve-se 0
, il
. ~,
" II
'Il'!il.~,! ' sistema constituldo pelas equac;:6es principais em relac;:ao as incognitas
0 ..0 I
.b' b'
b'
d'5 ________ d I J051 r =1 I I• I = b' d.5 principais pela regra de Cramer, tendo em atenc;:ao as diferenc;:as das
formas assumidas nos dois casoS possiveis.

4) Se pelo menos urn dos determinantes caracterlsticos for diferente de zero


o sistema e imposslve!.
Rnalmente, recorde-se que urn sistema homogeneo e sempre possivel
Entao, a semelhanc;:a do que acontecia quando fizemos 0 mesmo estudo pelo que, quando fazemos 0 seu estudo, usando a teoria dos determi-
por matrizes, podemos excluir a equac;:ao 5 do nosso estudo se b; = 0, sendo nantes, somos conduzidos a uma de duas situac;:6es:

assim d; = ds = O.
l)IAI1=O
Nao 0 podemos fazer se b; 1=0, ou seja, se d; 1=0 (visto d 1=0 por
Entao r = m = n pelo que 0 sistema em causa e posslvel e determinado,
definic;:ao de determinante principal), sendo tambem ds 1=O.
admitindo apenas uma soluc;:ao: a soluc;:ao nula.
Ha assim, m - r determinantes caracterlsticos no sistema (tantos quantas
as equac;:6es nao principais). Se algum desses determinantes for diferente de 2) I A' I 1= 0
zero (significa isso que podemos, atraves dos principios de equivalencia validos Entao r = m < n pelo que 0 sistema e possivel e indeterminado (grau de
para sistemas de equac;:6es,transformar 0 sistema noutro equivalente com uma
indeterminac;:ao d = n - r) admitindo outras soluc;:6es, para alem da nula, que
equac;:ao imposslvel) 0 sistema e imposslve!. Se todos os caracterlsticos forem
podemos determinar pela regra de Cramer.
nulos, 0 sistema sera equivalente ao constituldo pelas r equac;:6es principais
(as equac;:6es correspondentes aos caracterlsticos, podem, por transformac;:6es
de equivalencia, dar lugar a identidades), que estara entao, no caso 1) ou no EXERC{CIOS RESOLVIDOS
caso 2).
Sera agora facil aceitar 0 1. Resalva os sistemas:

Teorema de Rouche:

- Urn sistema de equac;:6eslineares sera posslvel se e s6 se nao existirem a) x - Y + Z = 2


2x+y+3z=3
!X+Y-Z=1
determinantes caracteristicos ou, caso existam, sejam todos nulos.

Podemos, na pratica, adoptar a seguinte metodologia:

1) Determinar uma submatriz quadrada de A (matriz dos coeficientes) da


b) 3x + 2y + z= 0
maior ordem posslvel tal que 0 determinante que Ihe esta associado nao j x ++2y4y - - 3z5z==8 14
2x

seja nulo, seguindo a metodologia indicada em 2.2.5.


Teremos, entao, determinado 0 determinante principal do sistema d, e a
caracterlstica r, de A. c) 2x + 2y - 3z + 6t - u = - 1
x + 2y - z + 4t = 1
2) Formar os m - r determinantes caracterlsticos do sistema se m > r. 3x + y - 4z + 7t - u = 0
jX-y_Z+t=1

172 173
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 DETERMINANTES

=
-3 3 -1
0
1 -3
-4
Por -1
0 4-1
3
o
-1-1
-
-'-1
0
outro 1=lado,
100-102-1
1
0
0 -1
-4 -2
-3 23
y= __1._
1
ICD
14
o
8 -51
-31 = - -4 0 - -2
24 10
-212 8 -31
111 1 = _ ~4-2I 24 1~ I
= I~
CD
-11
-1

= -4(-24+ 20) = 1.
(atenda que a primeira e terceira Iinha sac iguais).

o = -- 0 -4 -24 e
= -~ 4 1-40 -2 Podemos assim concIuir que r = 3 e 0 determinante principal
Z = - ~4 -.
-231Cf2 4
~ 14
81 4111 0 02 -28 -241
/
1 -1 -1
_ 1 2 2 -31 = 3.
--"4.(+8)=-2. 1 2-1

-1
-346-1
-47 1 2R: Hci uma equacao cujos coeficientes nao figuram no detenninanteprincipal:
-1 (0, 1, -2).
- 31 2 Neste caso teremos
111 = 1 ~ O. 3x +y- 4z + 7t ~ u =. O.
c) -~] =
Tern os quecalcularo determi nantecaracterfstico que Iheestaassociado:

A-P I "?
0 -3
-4
-1
-34-1
043 010 0--1
o-31 21- 0 .1 -1
-1 CD
-3 3
-212

h]
porque as segunda e quarta linhas sao iguais.

• B =

Como 0 caracteristico e nulo, podemos excluir a equayao a que ele respeita do


estudo do sistema.

Assim, r = m = 3 < n = 5 pelo que 0 sistema e posslvel e indetenninado do 22

= 2 + 2 = 4 ~ O. grau (d = 5 - 3 = 2).
/12 -12 I
As equayoes principais sac as 3 primeiras, e as inc6gnitas principais x, y e z (sao
=
4 _ 3 0
0-36
-3
-47
-1
-1 3
0CD=
41 01 -1
40
-1 031-1
-211 as equayOes e incognitas cujos coelicientes figuram no determinante principal).
= 3 ~ O.
= 0 4+ 3-1
3 o- 43-1
3 0 ~I = 0 (atendendo a Iinha oola). Podemos detenninar x, y e z como funyOes de t e u, usando a regra de Cramer.
=i
11
I ~I@ -1
I = -11
Reparando que a coluna dos termos independentes toma a forma
CD -1

-1 - 6t + u
1 - 4t
[.1-t ]
temos:

-1 -1
'i:
o -5
X=+1-1-6t+U
1-
1-t4t @22 -11 22 =+
-3
-1
1-8t+u
11-t3 - 6t o -3 f
j

176 177

.J
1I
-I ALGEBRA LINEAR - VOt.. 1
DETERMINAN7ES

fl!l
Portanto, r = 2 e 0 determinante principal pode ser
= -(-1)3111-at+U
3-6t -3 - 3
-51--1-(-3+24t-3U+15-30t)=
It I I~ -1 21 = -5.
tlli
Ii
!:
= 3(-
1
6t - 3u + 12) = - 2t - U + 4.
Ha urn determinante caracterfstico cujo valor vamos calcular:

3 2
1-t -1 1 -1
-3 -4t+ -1 o - 1 -121
i~1 y = -1-
3 __ 212
1 CD _6t4t +
1 _ 1 1-1-t U -1
- 3
_ 1 I 3 1100
= -1- 0-3t
U
0
2 -3 o1 1_13 = _ 5 ;t o.

'I',:, o sistema e impossivel porque tern urn determinante caracterfstico nao nulo.

.'
.l~:!
'1
n
3 -3t
= 1 1-3-4t+U 0 = l(-3t)
-11 3 =-t. 2. Calcule
determinado.
os valores de a e b, que tomam 0 sistema que se segue possivel e

illf
1 -1 1-t Para esses valores, determine a solU9aO do sistema.
-1-6t+u =-1- 0 4 -3-4t+ U
1 -21®1
z = ~ -1 2 11-t
-4t I 3 0
11-1 3 -3t
x+y=b
~+~=~+~
x+~=a+b-1
\~-~=a
= ~ I~ -3t
-3-4t+UI 3
= -1-(-12t+ 9 + 12t- 3u) = -u + 3.

RESOLU9Ao
~~ R: (- 2t - u + 4, - t, - u + 3, t, u).
:~i
Para que 0 sistema seja passivel e determinado, tern que"ser r = m = n.
d)
Temos neste caso Ora, n = 2 (temes 2 inc6gnitas: x e y).

2 Sendo
-1 e
A =[; -1 el!] B=[H
A = e 131=3;t0 e
51 31 I~ - ~ I = 3 + 7 = 10 ~ O.
Entao, [31 -7]
2

131=3~O'I~ _~I =-3-2=-5~O Portanto tamoom e r = 2, sendo

e
3 2 -12 CD -1 1
5 -15
I~-~1=10
1 -1 1 -12 o
2 -3 -2 2 -3
5 =--3132 5 -1
o1 -1 31 I o determinante principal.

= -1_ ~ -1~ I = 0 (as duas Iinhas sac proporcionais).

179
178
DETERMINANTES
ALGEBRA LINEAR· voc. 1

Imediatamente se v6 que hli dais determinanteS caracterfstlcos: palo que vem:

1) x=lO1 1 =10(2+28)=3
124 -71 1
3 -7 a G) 1 b 1 1 b
1 1 b o -10 a-3b
5 3 5a+2b = - -3\35 -73
-5 a
5a+2b o "':2 5a-3b
Y= 10
1 \31 4· = _1_.(12
21· 10 - 2) = 1.

R: Para que 0 sistema seja possivel e detenninado tem que ser a = 2 e b = 4.


=....; -2
\-10 a-3b
5a-3b I = -(-50a + 30b + 2a - 6b) = 48a - 24b. .
E a sua soluy80 e (3, 1).

21 b
2) a+b-1 =--33-7
-11 b a-1
a+b-l
2 0 1a-3b 3. Estude <> sistema
3 -7
a I ~ . 1I =-I~
I<D -1~
. a

.ax + y.- z = 2 -
x+ay-z=-a
!x+y-az=O 2
__ \-101 a-3bl
- a-1 = -(-lOa + 10 -a + 3b) = 11a.;..3b - 10. no qual a e um parametroreal.

Para que 0 sistema seja possivel tem que ser ambos nulos. Isso conduz-nClS ao
RESOLU~AO
sistema

Neste caso e
-1
-1
a 2-~ e
B= 1 2 0
11a - 3b - 10 = 0 ~ {2a-b=0
{48a-24b=0 . ---- ~ 11a - 6a - 10= 0 ~
{b=2a
1 1-a
-a]
<=> ~ • A = [~
{ Sa = 10 b =
{a=2 4

Nestas circunstancias, a = 2 e b = 4. Podemos excluir as dUBS (dtimas equac;:oes


Investiguemos em que circunstancias I A I pode ser determinante principal.
do estudo do sistema palo que teremos m = 2.
Entao
Entao sera r = m = n = 2, pelo que 0 sistema e passivel e determinado.
<D 1 -a 1 1 -a
Quanto as soluyOes, comecemos por notar que 0 sistema toma a tonna o 1-a a2_1
IAI = -1
-ala 1 a1 -1
-1 o a-1 a-1
a-1
11-a a-1
a2_11

x+y=4
{3X - 7y = 2. = (1 - a)(a - 1) - (a - 1)(a2 - 1) =
Terernos assim,
= - (a - l)(a - 1) - (a - l)(a - 1)(8 + 1) =
e
I A' I = P - ~I = 10 B = [:} = (a - 1)2(-1 - a - 1) = (a - 1)2(-a - 2).

180 181
DETERMINANTES
ALGEBRA LINEAR - Va.. 1

Para que 1A I seja 0 determinante principal do sistema, tern que ser Logo r = 2. Hci entao urn caracteristico:

(a-1)2(-a-2)"'O ~ (a-1)2~O 1\ (-a-2)2",O ¢:) o

~ a", 1 1\

Assim, com a '" 1 1\ a '" - 2 temas r = m = n = 3, pelo que


sivel e detenninado.
a",-2

0 sistema e pos-
-2
-2
2- -2
2
2
2 -2
-1 I ill
1-2 1
1
iI Ii
=
1
3
-3
o
3
2 I-~ ~I=

= 6 + 9 = 15 '" 0
Vejamos agora as situa~Oes a = 1 e a =- 2.

pelo qua 0 sistema e impassive!.


1) a = 1

sera agora Resumindo:

1) a '" 1 1\ a '" - 2
~1
A = [:
-1
-. 1.]
Sistema possivel e detenninado.

Sendo as tres iguais, apenas podernos ter 11 I = 1 '" O. Em consequencia sera 2) a = 1 v a=-2
r = 1.Temos entao2caracteristicos: Sistema impossive!.

o o 4. Estude 0 sistema
3 e
1 3 - 2 I~ -1° I = -1.
2-2 2
x-y+mz=2
mx + 2y +
jX+Y+Z=O Z = 1
Como ambos sao diferentes de zero (repare-se que bastava urn ser diferente de
zero) 0 sistema e impossive!.
RESOLU9AO
2) a= 2
Ternos naste caso,
Agora vem
1 1 1 1
1 -1 IAI=11 -1 m 1 -1 1 m

A = [-~
-21 -12] m 2 1 -22m
I ill 1
1

Temos por exemplo, 1 1 1


o 2 m+1
-1
I-~ ~I = 1 + 2 = 3 '" O.
o m-2 -1 = -I m-~ m+11

= -(-2 - m2 + 2m - m + 2) = m2 - m

,\
183
182 I
ALGEBRA LINEAR - VOl.. 1
DETERMINANTES
ij

Desde que m2 - m", 0 ~ m(m - .' 1) *0 ~ m", 0 1\ m '" 1, I AI pode 5. Resolva os sistemas:

sar 0 detenninante principal do siste~-Temos neste caso r = m = (J = 3, pelo que


o sistema dado e possivel e determinado.
Vejamos 0 caso m = 0:
I a)3x x - +y y- +z3z
jX~Y-2Z-1=0 - +
51 I==00
':/

A = . 1 -1 e
[1o 2
1 fj,ll=hO I ~ -11 I. = - 1 - 1 = - 2 '" O.
x-y+Z-W+l=O
b){ x.+ Y + z + w + 1=0
•,
Entao, I ~ _~I pode ser 0 detenninante principal, pelo que temos r= 2.
)
Ha, portanto, um caracteristico: j
2x+y-z=O
c) .x.+
5x +Sy 2z==0 0
4y - - 2z

<D 1 0
~111 -1 2
1
o 2 1 o .,..2 2 =
o1 .12 °1
1
1 =-2-4=-6"'0
1-22 21 d) x-y+z=O
j3X 3y -+
2x -+2y 12Z==00
5z

sendo, em consequencia, 0 sistema lmpossfvel.


\ Finalmente temos m = 1: RESOLU~J.O
1
Repare-se que os sistemas em causa, silo toclos homogeneos. Temos sempre
-1 1.
i~
',/
A = [1 2 1
1] o
Tal como atras
o
B=

1 p _~I = - 2 '" 0 (sendo r = 2)


o

~ pelo que hi! tamham um detenninante caracteristico: Portanto sao sistemas com pelo menos uma sol~ao: a nula.

<D 1 0 Teriio mais do que uma os indetenninados. Vejamos os casos postos neste problema:
)

,j
-1/1 1
-1 -12 21 ~
1 - ~
1 ~
01 = I - 21 1
21 = - 2 - 2 = - 4 '" O. a)

o sistema e portanto impossfvel. A = 3 1 3 1.


[11 -1
-1 -1
-2 -5
-1]
Em resumo:

1) m '" 0 Am", 1
11 I = 1 '" O. 3 1 = 1 + 3 =. 4 '" O.
,J
Sistema possivel e detenninado.
11 -11
J
2) m = 0 v m= 1 <D -1 -2 1 -1 -2
"
I Sistema impossivel. -1
-313 1 -11 -13 o 40 91=14
1 0 ~I = 4 '" O.

184 185
'J

I
..~
ALGEBRA LINEAR - va.. t DETERMINANTES

o determinante principal pode ser Nota: Vamos aproveitar este exercicio para exemplificar urn modo de resolver siste-
-1 mas por determinantes, apenas aplicavel a sistemas homogeneos indetermi-
1 nados do 19 grau.

I~ -13
-1 -21 = 4.

Comecemospor formar, a partir de A, 0 determinante auxiliar.


Entao, r = m == 3 < n= 4.
-1 -2 -1
o sistema e assim possivel e indeterminado do 19 grau (d = 4 - 3 = 1). As inc6g- 1 3 1
nitas principais sac x, y; e z, cujos valores, como funyao de t, podemos determinar IDI=I xyzfAI=I~ 1 -1 -1 -5
x Y z t

Baseados em que rium sistema homogeneo simplesmente indeterminado (indeter-


_rrendo. _ de c",me, ",lando .". B 10m" fonna [ 5:] msu_ da pao- minado do 19 grau) osvalores das inc6gnitas sac proporcionais aos respectivos com-
sagem para 0 segundo membra dos mon6mios que contem a incOgnita nao principal t.
plementos algebricos em I D I, podemos escrever:
11 -1
3-1 = --
Vini assim, 4t4
-1
--(-1) 1 1
-1= -4(-4t)
-1 1 4t 3t5t
'-1
-2 =-t. =
= -1
-11 -1
-1
31
-5
3 x-1
1-1-3-5
-1
3
-2 11 -1
3 z-
3y-3
-21 -'I 11 1 01 I 1I
lED -1 -1 @ -2 -1 -1
CD 1 = A. (A. arbitnirio).

x =~ I-~ 1I 1
f
-313
- ~I --~I
~I
ICD -2

4 19 - -14 44t4t
-4t-1t .. 4 = 0- 0 0
4t 31 Se algum dos denominadores for nulo, faz-se a incOgnita que figura no respective
= -(-4t-
4-:~ 36t)
= 4 = 0-lOt.
-4t 4t1 ~~ = 4
91
~ numerador igual a zero.
t 1 1 - 14
- 2\ _ ~ 1_
1 t I ICD 121I 1 = z-
= 4t.
-1
11 11
= -2 -1
1
Podemos-1
-1-1
-4 04 01 4 0a expressao
1 0simplificar
9-2
0 =A. y anterior obtendo:
CD -1
00
t
1 00
Ii
x

R: (- t, -10t, 4f, f). Como se ve, todas as soluyoes sao funyOes de t.


f I

186 187 I )
ALGEBRA UNEAR - VQC. 1 DETERMINANTES

Continuando: 8--2
c) -1411 -5-15
=4 - -2-36825 41-1
-2 =- 0 e
1 8
x .l
1
!. 2
=-- =A.
: = - -15
-2.151=5*0,
:j=4O-4=36*0
-21
~2] 1-36ICD ~I-21
8 I~ 11

I~-~I J~ -:/ I: -:/ /: ~I 5 A = [!


Para obter finalmente:

-L= -1-= ~ = .l. = A


-4 -40' -16 4 .

Verifiquemos finalmente, que esta sol~lio e ~nticaa obtida atras. = - (~108 + 120)= - 12 *"O.
Temos entao que par x, y e z como fun~Oes de t. ASsim:
Assim r = 3. Logo r :: m = n = 3 sendo 0 sistema dado passivel e determinado.
x t
--
-4 =-
4 ~ x=-t A unica solu~o ea nula: (0,0, 0).

-1-
-40 =.l.4 ~ y = _ lOt
d)
2
-1 1 -12. e
__ z_
-16 ="4 ~ z
t
= 4t.
A = [! -3 -12]
~.131=3*"O, 13 I.' =- 3 - 2 = - 5 *°

b) 3 -1
-32 51 = - -1
-3
-2 23 -32 -15
1 1 1 2
A =p -1 -1 n e
(as segunda e ten:eira linhas sao proporcionais).
B = [g].
-12\.
-li I = O. ICD-l-li I = -I ~
Assim,

111=1*0 e
I~ _~I == ~ 2 * O.
r = 2 e r=
lR grau
m = 2
(nlio vale a pena calcular
< n= 3, palo que
0
0
caracteristico
sistema e possivel e indeterminado
visto ele ser nulo de certeza, em
do

pelo que r = 2. Como eevidente, r = m =2 < n = 5, pelo que 0 sistema e indeter- virtude de a coJuna dos termos independentes ser integralmente canstiturda por zeros).
minado do 32 grau. Alias, nem outra coisa seria de esperar, par um sistema homogeneo ser sempre
possivel como vimos.
Podemos obter as inc6gnitas principais, xe y, como fun¢es de z, wet. Vejamos:
Usando 0 metodo visto na a1inea anterior a) temos:

x = ---2 -11 I = -(Z + w+ t+ z- w + t) = -z - t 3 2 -12


1 1--z+w-t
z-'- w- t
21
101 = 11 -1 1
x Y z

y -21
=_1_11 -z+w-t
-z-w-tl =-2(-z+w-t+z+w+t)=-w
1

R: (- z - t, - w, z. w, t). fill
,
188 189

,I

J
va. 1

,I
ALGEBRA LINEAR -

Vem entao:
X z
! -~
= A ~

-12 1 1
I -121 I ~ -1~ I I ~ -~ I
i,
Ii
~
-10 - L=~=A.
_X
15 -5
A soluyao pode tomar a forma:

_X_ z
-10 = ~5 ~ x = 2z - L_~
15 - -5 ~ y=3z
com x e y funyOes de z.

R: (2z, 3z, z). 3


6. Detennine a de .forma que 0 sistema dado tenha mais do que uma soluyao.
Exerclcios propostos
jX+Y-Z=O
3x+- 2y
2X. ay++ 2z=
3z = 0O.

RESOLU9AO

Trata-se de um sistema homogeneo, sempre possive!. Para que tenha mais do que
1 1 -1
uma soluyao temos que evitar que I2 ;;.;2 31 possa ser 0 detenninante principal.
3 a 2

Se nao 0 sistema selia possivel e detenninado (r = m = n = 3).

Entao

CD 1 -1 1 1
31 =0 ~ o -4 5 = 0 ~ -4 5
-2123 -2a
-3 2 o a-3 -11
5 I a-3 51 = 0 ~

~ -20 - 5a + 15 = 0 ~ -5a = 5 ~ a = -1.

R:a=-1.
I
f'
190 i j

'J'1.
EXERClclOS PROPOSTOS - MA TRIZES

3.1. Matrizes

3 1 23 as seguintes
1. Considere
- 0
3 1 matrizes: 3
01 ~] E=P]:] 4]
A= [ 1
-12
n-;] [1
B _
F= [:

0=[1
j C = [~

IJ
a) Classifique-as quanta ao tipo.

b) Identifique os seguintes elementos:


811. 812. b:!3. b:!1. b13. 042. £::32.C\1. C22. d12• d14. ell. ~1. '22. '33. '13·

c) Se algumasdelas tiverem designayoes especiais. indique-as.

2. Dadas a matrizes
01
01 002 10 20 21
0 -1 0
00
2 2
a) Que designayao ~]
~]
-~]
-;] F= [i
b) Para cada uma delas determine a matriz transposta e a simetrica.
H
especial tern cada uma delas?E
A=U [1
= [~
CB=H

D = [:

3. Dadas as matrizes

o5 7 1 -13 2]
5 .
j
A = [~ 21 25] B =
[-12 2] c=[O

r
193
j
ALGEBRA UNEAR

calcule:
a)A + 8 + C
- VOL. 1

l a) Calcular --2-
A+B
- 3C.
EXERC{CIOS PROPOSTOS - MATRIZES

b)Calcular Xdo lipo 2 x 3 tal que


b)A + 8 - C
c)A + 28 - 3C 2X-A_B+C=0
22'

d) - 5A + 38 - -2 C
1

I
,
7. Dadasas matrizes

-1
e) A T

4. Sendo
- 8 T + C T.

t! A=[i :]
B = [~
3 ~l

i
3 a) Calcule AB e BA
b) Calcule 2A 3B T

A = 14 5
c) Calcule (A + B T) (A T - 8).
1
2
8. Dadas as matrizes:
calcule {2 . A. o
A= 1 3 5 8t.= 2 0 3
5. Sendo
[-1
o
2
-1 3
21 01
5
5
[1 -12
o
1
~1 C =
[-1~ 5 n
A = [1 ~] 8=[5 o 21 ~] C = [~
34'
o 0] determine
determine os resultados das seguintes opera~s: a)A.8
a)2A - 8 + C
t b)A. C
b)2 (A - 8 + C)

c)3A + 8- C
I c)C.8
d)A. cT

e) c2
d) 3 (A - + 8) + C.
f)8.A+CT
6. Dadas as matrizes: g)[ 8A - 4/ + C) T

h)[(A. 8)2 - 4/]T


2 3 5 2
A= 1 8= 1 2 C= .
2
[..!.. -5..!.. 4]
1 2" "3
[-1 3~]-1 [10 01 -1
..!..]
,i~
,
194 ; 195
II
Ii

~ I
-5 ,
-2 LINEAR
ALGEBRA 0 - VOL. 1
1-2 3-16 EXERCiclOS PROPOSTOS - MA TRIZES

-~]
-1]~]C= matrizes
9. Dadas Bas =[: [:
e) X + AT = (B . B T + C) T
A = [i
f) X T = (A T . B T + C)
1
g) (A + X) T = B . C + A 2

mostre que: . h)(A - 3X)T = 2C2 - 4BI.


1
f a) (A + B) . C = A . C + B . C
13. Calcule
b)(A • B / = BT . AT.
2 -1
I.: -7 1
10. Dadas as matrizes:
1 1 5'
[i 4 -3
-~].r-~ ~1
3 1

A = [1
o -1 2J
B.- 0
14. Dadas as matrizes:
-~
r 2
"

determine: A = [
-12 ~] B=[l
2 -35] .

a)A. B
a) CaiculeA 2 e A3
b)B. A
b) Calcule A 2B.
c) Das duas alineas anteriores que pode concluir quanta a certa propriedade no
produto de matrizes?

l
15. Determine todas as matrizes que comutam com A, sendo

11. Mostre que se A = [~ ~ A 2 - 6A + 51 = O.


A=.O [1
o 011. 1
1 0]
12. Dadas as matrizes A. B e C:
16. Seja
d 2 o
~l
li [1
A= -1 2 3 -1 -3 1 , A =
:~i 012
[i -1 -~] c= 2 5
'I~:
..
:~I [ 1 2 0] B= - 2]
Determine todas as matrizes B "" 0 de ordem 2, tais que AB = O. Indique 0 valor
~~. de k para 0 qual 0 problema e possive!.
determinar a matriz X tal que:
11
I,

t;
a) A + X T = B T + C
17. Verifique, aplicando a definic,:ao, que as colunas da matriz
,V
i· b)(A + B) T + X = B _ CT
~tt
~'l'.'·.I"' i'ji
..

A = -1 - 2 3 1
F c) X + AB = CT. A -1 - 1 2 1
~ [-1 2 1 4]
d) X + B2 - IA = 21 + C
~ sac Iinearmente dependentes.
tt

,
196 197

l
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
EXERCiclOS PROPOSTOS - MA TRIZES

18. Verifique aplicando a definic;:ilo que as matrizes -1


21. 1
25
200
13
0001 1 a caracteristica
Determine da matriz
A = 1102 6
3

A, = [~j A, = [ 1~]
silo Iinearmente dependentes.

19. Verifique se as matrizes seguintes silo Iinearmente dependentes


22. Determine a caracteristica de casa uma das seguintes matrizes:
a)
1 3524-11 0 22 0= 01
a) 4012
-7
-3
-4 - 1
-2
1 -61 2 3

A'"U] A,=[!] '"=[~] c=[-i


2 -~~]
-; ]
A = [~
B = [:

b) ~ = 2 -5 .
325 2 -1 [n
A3 = ~=[3 [1
A2=[_n 4]
-3]
A1
A1 = [~ ] n
A =[1 -3]

2
-4 -10 -2
6 15 3
E=H 5 1]

b) Quais das matrizes da alfnea anterior tem as Iinhas Iinearmente independentes?

20. Determine sem efectuar calculos as caracteristicas das seguintes matrizes c) Para cada uma destas matrizes diga qual 0 numero maximo de linhas Iinearmente
independentes.
0
-1
-1
-3 -1
k42 40 1 -1-10 1 a caracteristica
23. Determine k por forma a que 29 da matriz
0 ~] ~]
~] B = [~
seja igual a 3.

n~j
A = [:

r~

198
199
ALGEBRA LINEAR· VOL. 1 EXERCiclOS PROPOSTOS· MATRIZES

24. Prove que a caracteristica da matriz


c) AX-1 = B
2 -1
4 o d) (AX)T = B

[-: o -2
-!] e)AXB = AB

e 2 e exprima a terceira e a quarta colunas como composi~ao linear das duas primeiras. f)AXB = BA

25. Calcule as inversas das matrizes: g)[(AXfl B( = C.


~]
-:~]
] d)b)[~[~
29. Dadas as matrizes
a) [;
-1
3 B [1 2 3].
A=[-i 2
~]
determine a matriz X tal que:

eJ [~ H ATX-BT=[~l

30. Mostre que uma matriz quadrada A que verifica a igualdade

A2 + A + 1= 0

(Imatriz identidade) admite uma matriz inversa A - 1; exprima esta em fun~o de A e


de I.

31. Sendo 1 + A matriz regular, prove que (J + A r 1 e permutavel com 1 - A.

32. Sendo A a matriz do tipo m x n de caracteristica n, prove que 0 sistema


AX = B tern quando muito uma solu~ao.

33. Se 5e T SaD matrizes quadradas da mesma ordem e 5 e invertivel mostre que

(5 + T) 5-1 (5 - T) = (5 - T) 5-1 (5 + T).

34. Seja B do tipo m x n com m < n uma matriz de caracteristica r ~ meA uma

28. Sendo A, B e C matrizes invertfveis, resolva as equa~6es: matriz quadrada regular de ordem m.

a)XA = B Mostre que a caracteristica de A B e igual a r.

b) X-1 A = B
,:1 J'

200 201

J
ALGEBRALINEAR- VOL., - MA TRIZES
EXERCiclOSPROPOSTOS

35. Duas matrizes A e B do mesmo lipo m x n dizem-se equivalentes se existirem 37. Dado 0 sistema
duas matrizes regulares P e Q respeclivamente de ordem men lais que B = PAQ.
Mostre que esta relac;:ao e uma relac;:aode equivah~ncia entre as matrizes.
2Xl ++ x2
2X3+ = 10
- =X4 20
X3 - ~
1-X2
Xl + 2X2 = 10
36. Resolva pelo metoda de triangulac;:ao de Gauss os seguintes sistemas:

a) b) a) Escreva a equac;:ao matricial do sistema.


b) Qual a matriz completa ?

y-z=2 2Xl + x2 + 2x3 = - 4 c) Resolva-o.

!x3x+y+z=4
+ z = 2 j 2Xl
xl ++2X2
2X2++2X3
x3 = 20
1
d) De uma soluc;:ao de modo que Xl e X4 nao excedam 0 valor 10.

38. Resolva 0 sistema de equac;:5es


c) d)
x-y+z-t+u=-1
-2x+ 3y- 3u= 2
Xl - 3X2 + X4 =- 1 .

. Xl+2x2+3x3=1
z+2u=1 j. 2X2
2Xl +
+3X3+2X4-3xs=4
X3 - Xs = 2

j 3Xl+X2=2
Xl - X2 - 7X3 = - 1 -x-y+ t= 1
39. Resolva os sistemas de equac;:5es
2x - 3y + Z + t + 3u = 0
a)
e) f)
x+y-z=2
-x-y+2z=5
12X-y-.3Z=1
2xl - 3x2 + 6X3=2 x2-x3-X4=2
3Xl - x2 + 5X:3
jXl+2X2-X3=1 = 3 j 3Xl+X2+X3-~=4
Xl + +
X3 = 2 X4 b)

g) h) 3x-2y-z+u=-2
4x - 7y + 3z - 2u = 3
!X-y-U=1
r x + 2y + z = 1
c)
-y+2z=-3
2Xl - x2 - x3 = 0
3x - 2y + 2z = 0 3Xl -2X3 =
jXl+X2-X:3=1 5 2x-y-z=1
3x-2z=6
12x - 3y - Z = 2
2x + 2y + Z = 1.
6x +
j4X - y 5z==2 4
Y -- z
i) j)
40. Indique os valores de 8 que tomam 0 sistema posslvel e determinado:

Xl - 3X2 + 7X3 = 1 - x + 3y + 5z = 2.
2y + Z = -1 x-y+2z=O
2Xl - X2 + 6X3
jXl+2x2-X3=1 =4
6y + 8z = 2
!X+Y+2Z=1 X+Z=8

2x+y+sz=1
jax+y=1 J!I

202 203

___________________ J - 11
1

¥i':
~ ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 EXERC;CIOS PROPOSTOS - MA TRIZES

41. Discutir os sistemas de equac;:6eslineares para os valores reais dos parametros a e b: 44. Estabele~a uma rela~ao entre a, b e c de modo a que 0 sistema
a) b)

4x + 2y + bz == 2
!
-ax+2z==2
2y - 4t == 10 j x + 2y + az
-2x+6y+cz==0 == 1
-2x+3z==-7
2x-Y-3z==-b
jX+Y+Z==-1
-x+2y+at==b seja:
!X-3Z+t==3
a) posslveledeterminado

42. Discuta 0 sistema de equa~6es para os val ores reais de k: b) imposslvei.

45. Determine uma rela~ao entre a, b, c e d de modo que 0 sistema

! Xl + 2X2 + 3X1 == 0
XI-kx2+X3+X4==
XI-2x2+2x3-Xl==k k.
Xl + X2 + X3 + kx4 ==0

! 4X2 + b~
2Xl ++2X2
Xl x2 +
0
==

c~
+ aX3 ==
==.
d1
43. Discuta os seguintes sistemas:
seja:
a) b) a) passlvel e determinada

~, b) passlvel e indeterminada
- 5x + 2y - 3z == 2 -x- 2y+ 3z== 1
c) impassive!.
j -2x7x+ +3y5y- +z az
== 1 b == 2x + 3y - 2z
jx+y+aZ==b == a
46. Determine k de forma que 0 sistema de equa~5es lineares tenha uma salu~aa naa
b) d) nula:

2x-y+3z==0 2x+y+3z==0
+ +
!
2Xl 3X2 kx3 == 0 .
3x - 3y
(X+y+Z==2 + az == b j x+az==b
2x + 2y + 2z == 1 3Xl
Xl ++ 2X2
kx2 - + X3
(2k +a 1) x3 == 0
==

e) f) Resalva a sistema para a menor valor de k.

47. Determine k de forma que 0 sistema tenha uma salu~aa nao nula:

!-X2
-2X2
2Xl
+ ax3 ==

+ +x22ax3
+ aX3
==
1
b== b
!
Xl + x2

xl
Xl +
+
+
X2 +
X2 - (a2
X3
x3 ==

==-
2
25) X3 == a
XI+X2-X3==0

g) kxl+2x2+2x3+2x4==0

j 9Xl
4Xl +
+ 4X2 -+ 3X3
9X2 k~ +
+ 3X4
XI == == a0
2x1 + X2 - X3 == - 1
Xl +3X2+2x3==2 .
Rasalva 0 sistema para maior valor de k encantrada.

I2x1
Xl
Xl +
+ 4X2 +
X2 -+ 4X3
3X3

X3 ==== 1C
== 3
iil

204 205

J
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1 EXERCiclOS PROPOSTOS - DETERMINANTES

48. Discuta e resolva 0 sistema b) Ulilizando e- 1 ache a solu~o do sistema ex = d com a matriz coluna

Xl + 2X2 - xa + 4X4 = 2 .
Xl +- 7x2
j2xl 4xa ++X411=~ 2 =
- xa
X2 + k d- [-!]
49. Discuta 0 seguinte sistema de equa~Oes e resolva-o para 0 caso de possivel e 53. Resolva por explicita~ao 0 sistema
indeterminado:

2Xl - X2 = 1
2x-y+z=1
Xl
j2Xl ++x2X2 ++ 3xa
xa =
= 01
y+2z=O

lax+ Y -
x+z+t=b
z + t= 0

50. Ache a condi~ao a que devem salisfazer Yl, Y2. Ya. Y4. para que as equa~Oes: 3.2. Determinantes

2Xl + x2 - 2X4 - Xs = Y2 1. Diga se sao ou nao termos de uma matriz os seguintes produtos e em caso afirmalivo
diga qual a sua paridade.

I Xl + 2x2 +

Xl -+ X3
x2 X3 + 5~ +
+ 3~
2xa

+ 6xs = Y4
Xs = Yl
+ 4xs = Ya

a) 811 .3:12

b) 811 a12
sejam compativeis.
c) 81a .3:1a c3al

51. Determine a, ~, y por forma que 0 sistema d) 812 .3:11 c3aa

e) 811 .3:14 c3a4 8:32

2xl + X2 + X3 = ~ f) 812 a21 8:3a B44·

X2 +
Xl - +2X2
j4Xl + 3xa =
3xa = y a
2. Determine os valores de ie j par forma a que sejam pares os termos:
seja equivalente ao sistema
a) 812 .3:1i ajl

b) .3:12 ai3 all <4j


xl - x2 + 2xa = 1 .
c) 81i c3a2 <4j .3:1s asa·
jXlXl+X3=2
+ X2 = 3

52. 3. Calcule os determinantes das seguintes matrizes:

a) Ache a matriz inversa de b)


a)
-1
2 [~ ~] [-~ ~]
-: ]
I'"

1
c=[:

206 207
l .MGEBRA LINEAR - VOL. 1

EXERCfclOS PROPOSTOS - DETERMINANTES

c) -6
d) -2
-3-I
-5
1- 0f 6. Prove, enunciando as propriedades que utilizou, que
-1.]
[~~ n f) [ -4]
2;
a)
[! a+ kb b c a b c
e) al +kbl ~ Cl al b1 Cl
~+k~ ~ C:! a2 ~ C:!
1 0 1
2 1 0
[2 3 5] b)
a b c a+b+c b c
g) h) b c a a+b+c c a
-2 cab a+b+c a b
3 -1 3 1 .
[j o
r] 240
[ 1 2 0] 7. Considere os seguintes determinantes:

a
1 3cb
11 10 a
- 3 b+1
c+1 a
A _ I1
01
~I ~I
-~I
8=E=I~:
/2
c= a+1

0= I g

Identifique 0 valor de cada urn, junstificando.

1 10da56 3 1 1243
-a
42
b-a
a+b
d-1 01 21 b 05
42 1 I'
n!
12
5 3
8. Aplicando as propriedades dos deterrninantes,
I'" diga, justificando, que relat;:ao existe
84121323 3os determinantes associados as rnatrizes:
entre 5
I- B=I~
8-410
-12
021
2~ 201324
-1 01
0
01 8= 451
b) Comente a dependencia linear das filas das rnatrizes anteriores.
b)
9. Indican do as propriedades que usar, rnostre que:
~1-!/
a)II
:] Ig
==I r[i

5.
a) Calcule justificando os deterrninantes:
1
nte a dependencia linear das filas das rnatrizes anteriores. h[ ~

208
209

------
I - \

-- _
EXERC{CIOS PROPOSTOS - DETERMINANTES
ALGEBRA LINEAR· VOL. ,

5-3
4baSem
10. -1
21
1 42k os a resolver, ae recorrendo
200 2 a1 as propriedades dos determinantes, determine a
14. Considere a igualdade
1 92
1~1entre A e B, A e C, C e B, BeD.
relar,:ao

~] = I I~~
BD=

A = I~ [~
Y
z
X
3y+2x
3z+2x
3x+2y
X
X
XI
= 2 Y
IX
z
X
X
X
X
X
YI
+ X

e verifique que X = O. baseando-se nas propriedades dos determinantes.

15. Considere a igualdades

X+ y X Z
y+ t z X
zt
t+ w t t wt X
t +X
y Z XI

e determine 0 valor de X baseando-se, para tal, nas propriedades dos determinantes.

16. Determine p de modo a que a matriz B tenha 0 determinante nulo:


a) Determine k por forma a que 0 seu determinante seja nulo. 1 -1 1
b) Que pode afirmar sobre a depenooncia linear das filas da matriz? Justifique. IBI= 12 2 o
1 2p2+ 1 p2
12. Determine k, de forma a que 0 determinante
1 2 1 17. Determine, aplicando a teoria dos determinantes, 0 valor de k que toma nuto 0
1 k 3 determinante:
k k 0
1 2 3
seja nulo. A = I 1 k2 9
-1 2k2-4 3
13. Prove, enunciando todas as propriedades que aplicou:

a) 18. Determine sem calcular 0 determinante, a solur,:ao da equar,:ao:


1 2xl
Xl2:...
...
...
2xn
xn
Xn
x2
X2
I = Xl X2 X3 ••• Xn
x2 1 3x 2 2
1 1 2 4 4
: o o X
41
1
= o.
o o 1 1

19. 2 2c
2a
2Prove
2b que:
a c
b
z-c
y-b
a)x-a
\I= I~
I b) 0b0acd1 = o.
0d 0
210
I"

211

~ J
l ALGEBRA LINEAR - vOt.. , EXERCiclOS PROPOSTOS - DETERMINANTES

I b) b)
ax a2+x2 ax ax2 a 1
ay a2+y2 y y2 2 1
az a2+z2 Z Z2
1 3 = (n - 1)!.

20. Determine, aplicando 0 teorema de Laplace, os seguintes determinantes: n


-dc201
-1
-0-3
-4-2
a)3 b021243
0 20
112510 42 a 23. Considere a matriz:
e 0 seguinte determinte: a a a a
1 1 1 1
o 0 -1 2
o 2 -1 0

a) Qual 0 valor do determinante associ ado a esta matriz?


b) Que conclui sabre a relac;:ao de dependencia ou independencia linear das filas da
matriz? Justifique.
c) Forme uma submatriz B de A, pela exclusao da 11 linha e da 11 coluna. Calcule,
aplicando 0 teOTema de Laplace, 0 determinante de B.

24.
a) Calcule 0 determinante da matriz

o 1
a 0
1 -1
22. Demonstre que: A = [f a 0 -~]
a) b) Quais os valores de a para os quais as Iinhas da matriz sac linearmente depen-
I 1 dentes?

1 1 + Xl =
-1-1 -1
c0x0 c X2
0b0 a+bx
-1
25. d+x
d+xX
Mostre que:
1 1 1+ x2 = Xl . X2 ... xn x
0 a
a)X
r
0

1 + xn

212 213

1 -
I
.......:
EXERC;CIOS PROPOSTOS - DETERMINANTES
= 1
2ya+xl
a
ALGEBRA0z1+x
a z2 ay-2x
com a2 a * O.
020a LINEAR - VOL 1
x
a
29. Considere 0 determinante:
b)
181 = 0 -1 1
a 2 1
11 2 31

a) Calcule I 8 I aplicando a teorema de Laplace.


b) Determine 0 valor de a tal que a matriz 8, a que 0 determinantes esta associado,
26. Prove justificando que: tenha todas as filas linearmente dependentes.

a)
30. Considere a matriz
8z
-1
o
x
al
-1
0 I = 8zx 2 + \ -1
~x al ~I a
1
-1
a
1

b)
A = [i
o
2 -1 ~]
a+b a
a) Qual 0 valor do determinante associ ado a esta matriz ?
a a+b
a a a+b: I = ab2 + b I a+b
a a:b I· b) Que conclui sobre a relalfao de dependencia ou independencia linear das varias
filas? Justifique.

-1
0 -3
-1
-4 22 1 . - 31 3 c) Que pode dizer sabre a matriz A-I? Justifique.
321 a2teoria dos determinantes,
5
- 1
~]~]
27. Aplicando

t] c=E -[i[~
-1]
[-2
inverta as matrizes:
d) Forme
Calcule
a matriz S, sub-matriz de A, pel a exclusao da
B-
11 Iinha e da 1i!coluna.

A=[
-~] 1
1.

31. Dada a matriz

3
1

A = [! ~] a

28. 00 13 as matrizes:
Considere
-1 a) Qual 0 determinante de A?
23 b) 8, de 8-
~]~]
C = [ 1 Forme uma sub-matriz A, de determinante nao nulo, e calcule 1.

i]
a) Calcule I A I, I 8 I e I C I.B = [l 32. 0 b
1Considere
b+1
1 1 0 os determinantes: 10

A = [1
lei = I a+1 ~I
-~II ~I ~
181 =
c:11 101 =
IAI = I ~
a

b) De acordo com os valores encontrados, conclua quanta a dependencia ou inde-


pendencia Iineares das filas das matrizes anteriores.
c) Qual a caracteristica de cada uma delas?
d) Inverla as matrizes susceptiveis de inversao.

215
214

I I

________ J 1
EXERCiclOS PROPOSTOS - SOLUCOES
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1

41. Discuta 0 sistema:


SOLUCOES

x-y+3z=4. 3.1. Matrizes


j 4x
5x + y
+ 13 b
2y+- z 2z= =
42. Seja 0 sistema linear: 1.
a)A(2 x 2); 8(2 x 3); C(4 x 3); 0(1 x 4); E(3 x 1); F(3 x 3)
3x + 4y - z + 3t = 3.
j 2x+y+az+t=b
x + 3y + 4z + 2t = 1 b) all = 1; a12 = 3; l>.!3 = 7; l>.!1 = 0; b13 = 2; C42 = 0; CJ2 = 1; C41 = 7;

Cz2 = 3; d12 = 2; d14 = 4; ell = 1; ~1 = 5; '22 = 3; '33 = 7; '13 = 0


Recorrendo a teoria dos determinantes, calcule a e b, de modo a que 0 sistema seja:

a) Impossive!. c) A = matriz quadrada de ordem 2


b) Indeterminado. o
= matriz Iinha
E = matriz coluna
Resolva-o para a = - 5 e b = 2.
F = matriz simetrica.

43. Considere 0 sistema:


2.
a) A = triangular superior
x + 3y + z - 2t = 5 . 8 = triangular inferior
Ix2x++2y5y- +3zaz- - 4t6t==3 b C= diagonal
0= escalar
Recorrendo a teoria dos determinantes, calcule a e b, de modo a que 0 sistema seja:
E = identidade de ordem 4
a) Impossive!. F= simetrica
b) Indeterminado.
-3
1 -2
0 0 -2
-1-1
-2 -2 0
b)
Resolva-o para b = 8 = - 4a. -8-0
-C
-A= == 6 g
31
2 00
~]~]
j]
nJ]
-1]
AT'[l
[-1
[-1
[-2
[-1

CT,[~
8T=[~OT=[~

219
218
18
323
0
1 o46
52
78
44
19
47
25
50
88
20
10
-1
-29
-420
16
91
3928
73
23
64
434351
1635
511
-3
07
4312
3
2 .0319
2150
245
2881
1921
4348
1618
20 800
2. . 1-1
. -17 22-
1 18
3128
12 34f)h)0-22 67
30 10 6. 291b)
-5e)
4 17
4
5
10
ALGEBRA16
1
0
54
-2520
7
11
3{2
5{2 4-1
0013
LINEAR1 VOL c)
4
-F=
b) -1b)b) 35
BA= -E _
30 17 d)3b)
a) ~]
22 17 30
~]
n
~] [-~
[~
-1
47
25
21 34 0
3
2 c) -13
-7 7
a)
30 8.g) 12
a)
19 221
EXERCiclOS PROPOSTOS - SOWC;;OES

~]
~]
j]~]
1~]- 2]
"]
27]
]-]
12]
24]
:1
-2]
5:;]
1~]
18]-3 ]
5i]
-20] [[J
[i['i
A+B-C=[~
[-'
-!].
[~'
,:X"[~
[-8
[-~ 7.

[- : [ -4 ["
d)

[~ A8_[
[- ~ :
[-1
----------------
EXERCicIOS PROPOSTOS . SOLUt;OES

ALGEBRA LINEAR· VOL. 1

h)
10. 8
3 3
a) b)
o -7 -2
A . B = [9]
B.A=[
-1
3
~
o
o
o -3
-2
o
1 -2
6
4]
0

X = +[A - (2C2 - 4B)/] = l:


27
3
16
3
-20
16 I
c) Nao e valida a propriedade comutativa para 0 produto de matrizes. 13.

12.
-4 -~].
[-; -8
a)

-2 14.
X=[BT+C-A]T=
-1 -63
[ 1
-35 2]
0
a)
A2B = 62 -155 .
b) -8 3~ ]
- 51
A3 = [ -2
202
51 ] b) [19 _ 9]
A2 = [ 3
1 0
X = (B - C T) - (A + B) T =
[-2
- ~ -71 -1
-7 ] 15. Sao todas as matrizes triangulares superiores do tipo

c) o a b
o 0 a
[a b C]
X = CT. A - AB = 1 3 1
- 5 6 17 ou seja:
[- 2 7 3]
a11 = a12 = a13 = a
d)
b12 = ~1 = b.
2 12
-33 1
X = 2/ + C + A - B2 =[ -1 -4] 16.
e)
4
1
[-3: -3~]
17 a 0 v b 0; k = 12.
X= (B . B T + C{ - AT
-4
= [- ~
1
-1] t:- t:-

f) 17. C1 + 3G.! + 3~ - 2C4 = o.

X = (A T B T + C) T = 1 - 3 3
o -29 -49] 18.3A1 - A2 = o.
[0
19.
g)
b) 5A1 + 3A2 - 7 A3 = 0
c) Sao independentes.
a) Sao independentes
10 -2
20 -135]
11 -5
X = (BC + A2)T - A =[ ~
223

222
q
r:i
Ii
l; ALGEBRA

20.

21.
LINEAR - VOL. 1

rA = 1; ra = 0; rc = 1; rD = 3.

rA = 3.
E-1 = I
411
60
2011
-4592120303721591107313011410
-10
EXERCiclOS PROPOSTOS - SOLUCOES

22.
a) rA = 3; ra = 3; rc = 3; rD = 3; rE = 1 b)A, B, C

c) 3 para A, B, C, 0 e 1 para E.
28.
23. k = 2 v k = - 6. a) X = BA-1 b) X = (BA-1rl c)X = B-1 A d) X = A-l BT
I

24. Ca = 2C1 - 23 C:!; C4 = -7C1 + 5C:!.


e) X = f f) X = A - 1 B . AB- 1 g)X = A-l . B. (CTrl.

29.
I 25.
5
a) b) c) 2
X= I 3

n -i]
2
[ -52 -1.]
3
[-r !] o

36.
d) e)
a) b) c)

o 1 o . (-2, 6, 4) 5' 5' 5 23'-23'23


-1 -21 -2]
3 (~ .E!. _~) (18 8 7)
[_ 31
~1 - 31~ ] [ 1
d) e)
26.
-19' 19' ~, ~, 19
( 7 9 17 21 1) (1 - ; x3, ~ X3, X3)

[-! -H f)
r Xl = 2 + 5 JI4
g)
Sistema impassivel
h)
Sistema impassivel
IX2=-6J14
- 27.5 -121
45 5 -3 1
01
{
7
l
IX3=-2-7J14
JI4= JI4
B-'+~ -2~] i) j)
Sistema impassivel (0, - 1, 1).

C- 1 naa existe; 0- 1 naa existe.


I
225
j 224

J----
ALGEBRA LINEAR - VI1.f EXERCIclOS PROPOSTOS. - SOUJCOEs

37. b) a "# - 3 1\ b E IRsistema possivel e determinado.


a) b) a =- 3 1\ b = 6 sistema possivel e incleterminado de grau 1:

2 o -1
1 2 1 1 -2 10
[i
-1 o
[1
-12 2 0 20 y = 2t + 5
~
o -~
-1] . ~
[Xl] = [ ~g
10]
10 ]
!X=t+4
z=~t+..!..
L 3 3
c)
a = - 3 1\ b= 6 .sistema impassive!.

x2 = 8 .
lXl = -6
x3 = 14 +~ 42. k "# 0 e k "# 1, 0 sistema possivel e determinado
1
k = 0, sistema possfvel e indeterminado de ~rcu 1:
38. Sistema POSSIVeiindeterminado·grau 3:

Xl = - -3. X3 - ~ + ~3 Xs +2 X3 = 4X2
r
1Xl~ == X2
5X'.2

= -- + -2 + 1
1 x2
~.
2 X3
1
Xs
2 k = 1, sistemapossfvel e indeterminado do 1g grau:

39.
1 - 3
a) b) c) 1
4 Sistema imposslvel
x£= -"3
31 1
x=3
4
x=z-7
3 Ix X3=2~-"3
- ~ -. 3~
y= -"3 y=z-7
8 43.
z=7
u = --=r
a) a"# - ;~ 1\ b e IR sistema posslvel e delerminado.
40. a = -2 ± {G.
a = - \~ 1\ b = ~~ sistema posslvel indeterminado de grau 1:

41.
x= 20
a) a
a = 3
"# 3 1\
1\
b E IR sistema possfvel. e determinado
b = 1 sistema possivel e incleterminado de grau 1:
I y=
11z + 9
43z10
- 17

- 2 b
5
a =- W
104
1\ "# 19
73 . t .• I
SISema ImposslVe .

IX-~X+1
Y=-2"X-2

a = 3 1\ b"# 1 sistema impassive!.

226 227
; j

J._ "- ... - J


l ALGEBRA UNEAR - VOL. 1 EXERC;CIOS PROPOSTOS -.SOLUCOES

b) a '# 1 A b E fR sistema possivel e determinado. g) c = - 4 sistema possivel e determinado: (0, 0, 1).


a = 1 A b = 1 sistema possivel e indeterminado de grau 1: c '# - 4 sistema impossivel.

44.
y = -2
{X=3-SZ + 4z
a) b)
a = 1 A b '# 1 sistema impossivel. Sb + 3c Sb + 3c
a'# a=
14 14

c) a '# S A b E fR sistema possivel e determinado.


45.
a = S A b = - 2 sistema possivel e indeterminado de grau 1:
a) b)
3 a = 2c - ~ bAd = ~
a". 2c - 4b 4 2
4 1
Y="3 -"3z
lX=~-~Z c)
3 1
a = 5 A b '# - 2 sistema impossivel. a = 2c - 4 bAd '# 2.
d) a '# 2 A b E fR sistema possivel e determinado. 46. k = - 2 v k = 4.

a = 2 b = - + sistema possivel e indeterminado de grau 1:


47. k = -6 v k = 2
Xl = -x2

x3 = 0
jxy=1+z
= -+ + 2z X4 = O.

a = 2 A b '# - + sistema impossivel.


48. k '# 4 sistema impossivel
k = 4 sistema possivel e indeterminado de grau 2:
e) b = 2 sistema possivel e indeterminado de grau 1:

S S S

b '# 2
xl =
jX2=-1+ax3 2- 3

sistema impossivel.
ax3
a E fR

I x2 =
Xl = ~ 5
2 3
~ X3 -- ~5.\4
-+ 5X3 X4
7

f) a = 2 sistema possivel e indeterminado de grau 1:

{XlX3 =
= 02 - X2

a '# 2 sistema impossivel.

228 229
ALGEBRA LINEAR - VOL t EXERC(CIOS PROPOSTOS - SOLUCOES

49. a * -; sistema possfvel e detenninado


3.2. Determinantes
1. II
a .= -; 1\ b = ~ sistema possfvel e indetenninado de grau 1:
a) E par b) Niio e c) Niio e d) E fmpar e) Niio e f) E fmpar.

2.

Y = -2z a) j = 3, i = 3 b) i = 3; j = 4 c) i = 1; j = 4.
t=2._-Lz
Ix 6= ~ -2 ~ z 3.
5 b 4 . t .• I a)-2 b)6 c) 31 d)3-i e)9 f)-18 g)17 h)O.
a = -""3. 1\ *""3 SIS ema Imposslve .

4.
50'Yl + Y3 = Y2 + Y4· a) A = 0; 8 = 0; C = 0; 0 =0.
51. IX = - 9, ~ = 5, "( = O. 7.
a) A = 6; 8 = 0; C = 0; 0 = 1; E = O.
52.
a) b) 8.IAI = 2181.
1 3 1
2 10 10
1 1 3 10.A = 8; C = 2A; C = -28; 8 = D.
C-1 =
2 10 10
1 1 1 x=[-ll 11.
2 -2 2
a) k = 2 b) Uneannente dependentes.

53. 12. k = 0 v k = 4.

(:'t, -~)- 15.


x x z
x= Iy z x
t t t

16.p=0.

17. k = O.

2
18. x = 1 v x = ""3'

230 231

____________ 1 I
~ ALGEBRA LINEAR - VOL. 1
EXERCiclOS PROPOSTOS • SOLUCOES

20. d)
a) 275 b)O.

21. abed. 1 .
C-, "[~ -+]
4
23.
29.
a)O b) Lineannente dependenles. c) 8. 3
a) 181 = 5a - 3 b) a = -s.
24.
1 30.
a) (-a + 1)(2a - 1)
b)a = 1 v a = 2. a) b)
I AI = 0 As filas sac Iineannente dependentes
27.
c) d)
2 1 3
A-' "H -n 8-1 = [- 13
1~3 ~]
13
Nao existe porque I A I = 0

8-1 =
8
4
8
-82
8
8
2
8
--s136
-11
7-25
-16
-13 171123
3-4
930
-10
51119 955 4 3 161192--s
119 519 2 3 1
0-1 = 8 8 8
28. a) I A I = 0, I 8 I = 0, I C I = 4
31.

a) I AI = O.

32.
a) b)
I A I = 6; I 8 I = 0; I C I = 0; I 0 I = 1
3{3 0
0'= [3{3
~ o
o 3{3
0]
c)

A -, = [i !] D-' = D
b) As fjlas de A e de 8 sac lineannente dependentes, as de C sac Iinearmente inde-
pendentes.

c) A tern caracterfslica 2 e Clem caraclerfslica 2.

232
233

I I
EXERC(CIOS PROPOSTOS - SOLUCOES
ALGEBRA LINEAR - VOL. 1

33. -7-3
3 b) 31 c)31 31
- - - 38. a '" 1 sistema possivel e determinado.

-31 A -1 = - -k - ~~ ~
3f-3"1 a = 1 1\ b = 1 sistema possivel e indeterminado do 29 grau: x = - 1 - Y - z
a)
-3] 4 28 [-. 3 a = 1 1\ b '" 1 sistema impossive!.

[' . , 39. k = 2.

z 2
40.y = 3" - t 1\ X = -3z.
34.
b) 41. Se b = 9 sistema passivel e indeterminadodo 19 grau, se b '" 9 sistema impossive!.
a)
IAI = 0 181=0 ICI=-1
C = 2
[-5 -no 42.

a) a = - 5 1\ b '" 2
35.

a) I A I = 0 b) Nao existe. b) a = - 5 1\ b = 2

5 - -t
19 1
36.
x=-z 5 + 1

a) b) 13 3
k = 1 -~1
6
1
2
Y = -sz - st.
1 1
12 4 43.
1 1 a) b)
A-' : [ ~ 4 -"4
a = -2 1\ b", 8 = -2 1- +2t8t- +4z11z .
b = 8; {Xy =
37.
j a = _2 1\

!
a) a '" - 5 sistema passivel e determinado; 1
I
a = - 5 1\ b = - 3 possivel e indeterminado; •

a = - 5 1\ b '" - 3 impassive!.

b) a '" 3 sistema possivel e determinado;


a = 3 1\ b = - 1 sistema possivel e indeterminado;
a = 3 1\ b '" - 1 sistema impossive!.

c) a '" 2 sistema passivel e determinado;

a = 2 1\ b = - f sistema possivel e indeterminado do 19 grau.

Se a = 2 1\ b '" - -} sistema impassive!.

235
234

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