Ambiente
1 - Portfolio História A
2021/2022
Ana Margarida nº 4
Mariana Sous nº 5
Surgida ainda nos anos 60, a consciência ecológica[1] progride ao longo das décadas seguintes,
prestando redobrada atenção aos problemas do ambiente. A economia do século XIX e da primeira
metade do século XX foi mais agressivamente poluente que a da segunda metade do século XX,
basta lembrar o tóxico e multissecular “fog” londrino [imagem 1]. O ambientalismo [2] constitui uma
questão incontornável do nosso tempo e um desafio ater em conta no futuro. A degradação do
planeta acelerou-se no último século devido ao crescimento demográfico e das transformações
económicas experimentadas pela Humanidade.
2 - Imagem 1- O Nevoeiro de 1952, conhecido também como "fog l ondrino", foi um período de severa poluição atmosférica,
entre os dias 5 e 9 de dezembro de 1952 que encobriu a cidade de Londres. O fenômeno foi considerado como um dos
piores impactos ambientais até então, sendo causado pelo crescimento incontrolado da queima de combustíveis
fósseis na indústria e nos transportes. Acredita-se que o nevoeiro tenha causado a morte de 12.000 londrinos, e deixado
outros 100.000 doentes.
Organizações ambientais, partidos políticos, cimeiras internacionais e até mesmo protestos,
sensibilizam a opinião pública, agitam a sociedade e pressionam governos para que a destruição da
terra acabe, algumas das consequências das ações humanas existentes atualmente são:
Desflorestações
Alterações climáticas
Animais em Ameaça
Chuvas ácidas
Desflorestação
A desflorestação é a destruição de florestas tropicais, um dos efeitos do crescimento demográfico e
da busca de recursos [imagem 2]. Com elas morreram ecossistemas de animais e plantas,
fundamentais para o equilíbrio atmosférico e para a sobrevivência de tribos indígenas [3].
Uma floresta degradada é o resultado de um processo de degradação que afeta negativamente as
características estruturais e funcionais da floresta. A degradação florestal resulta de atividades
humanas, das quatro causas principais de degradação florestal, duas estão diretamente relacionadas
com a desflorestação: a fragmentação florestal e os efeitos de orla florestal. As outras duas causas
principais da degradação das florestas são os incêndios florestais e a exploração madeireira seletiva
de grande impacto (ou seja, não sustentável), ambas com origem na intervenção humana [imagem
3].
3 - Imagem 2- [imagens Sentinel] 2 anos antes (2019, à esquerda) e depois (2020, à direita) da desflorestação — perto de
Apuí, no sul do Estado do Amazonas. As áreas desflorestadas desta região transformam-se em pastagens de gado. Largura
da imagem: cerca de 7 km.
4 - Imagem 3- Principais causas da degradação florestal na Amazónia (da esquerda para a direita): exploração madeireira
seletiva, incêndios florestais e fragmentação/efeitos de orla florestal.
Alterações climáticas
“Estamos aqui porque o mundo está a enfrentar uma grave crise climática. A rutura do clima está
a acontecer agora e está a acontecer com todos nós. Estamos numa batalha pelas nossas vidas.
Mas é uma batalha que ainda podemos vencer”, declarou António Guterres, durante
a Reunião do Clima de Abu Dhabi , em junho de 2019.
As alterações climáticas são uma das actuais ameaças, pondo em causa não apenas os equilíbrios
naturais, mas também a segurança de uma grande parte da população. As principais causas das
alterações climáticas centram-se no aumento das concentrações de um conjunto de gases emitidos
pela actividade humana, que interferem com os padrões normais de troca de energia por radiação,
entre a Terra e o espaço exterior, fenómeno este chamado ‘efeito de estufa’.
Efeito de estufa/ Aquecimento global
O efeito estufa ocorre naturalmente, fazendo com que o calor irradiado pela Terra se mantenha na
superfície e não seja libertado para o espaço. Desta forma, o planeta mantém os seus limites ideais
para a existência da vida terrestre. No entanto, o aumento da emissão de gases de efeito estufa tem
provocado um agravamento deste fenómeno, tornando-o numa ameaça para a natureza. Isto ocorre
porque há maior retenção do calor na atmosfera, o que compromete ecossistemas e provoca
mudanças climáticas.
Consequências do agravamento do efeito de estufa:
5 - Imagem 4- Espécies ameaçadas pelo aumento das temperaturas.
6 - Imagem 5- Subida do nível médio da água do mar.
7 - Imagem 6- Cheias.
8 - Imagem 7- O degelo das calotas polares.
9 - Imagem 8- Problemas de saúde provocados pela poluição do ar e pelo aumento das temperaturas.
10 - Imagem 9- Perdas nas colheitas e na pesca.
Animais em ameaça
Atualmente, observamos um processo de extinção acelerado decorrente das ações antrópicas [4],
principalmente relacionadas ao aquecimento global e destruição da camada de ozono, o que limita o
processo evolutivo e causa a extinção de muitos animais, como já nomeado anteriormente.
Consideram-se ameaças aos animais tudo o que pode ocasionar diretamente a sua retirada da
natureza ou a destruição de seu habitat.
Alguns destes animais são:
11 - Imagem 10- boto-cor-de- rosa (quase extinto devido a contaminação).
12 - Imagem 11- pinguim africano (algumas das suas causas de extinção são os frequentes derrames de petróleo que
ocorrem naquela área).
13 - Imagem 12- Macaco-prego-galego (em vias de extinção devido a poluição e expansão urbana em áreas de mato entre
outros).
14 - Imagem 13- urso polar (quase extintos devido as mudanças climáticas causando o derretimento de gelo marítimo).
https://sway.office.com/UuKK1xNdren5cQ73#content=4OXX3BwE0rWSv4
Chuvas Ácidas
A emissão de gases poluentes na atmosfera, tem causado grandes problemas ambientais, sendo um
deles as chuvas ácidas[5]. As chuvas já são naturalmente ácidas, pois mesmo em zonas não poluídas,
na atmosfera há, por exemplo, dióxido de carbono (CO2), que é um óxido ácido que reage com a
água da chuva e gera o ácido carbónico, um ácido fraco, conforme mostrado abaixo:
CO2(g) + H2O(l)→ H2CO3(aq)
Esse tipo de chuva naturalmente ácida possui pH em torno de 5,6 e não é considerada nociva.
Entre os impactos ambientais que a chuva ácida causa, temos:
15 - Imagem 14- Morte de peixes em rios e lagos.
16 - Imagem 15- Destruição de folhas, árvores e galhos.
17 - Imagem 16- Alteração química do solo, o que provoca o envenenamento das plantações e a redução das colheitas.
18 - Imagem 17- Contaminação das águas subterrâneas.
19 - Imagem 18- Degradação de prédios, estruturas metálicas, bem como a corrosão de monumentos feitos de calcário,
cimento, mármore e outros materiais.
Cronologia de preocupações ambientais (1978-2011)
20 - Imagem 20- 1978, evacuação da comunidade de Love ca nal (Chicago, EUA), devido à acumulação de resíduos químicos
perigosos.
21 - Imagem 21- 1979, 28 março, fusão parcial de um reator nuclear em Ha rri sburg (Pensilvânia, EUA).
22 - Imagem 22- 1984, maior crime industrial da história, negligência da multinacional Uni on Ca rbide (Bhopal, Índia),
libertação de um gás tóxico, causando mais de 60 mil vítimas até aos dias de hoje.
23 - Imagem 23- 1985, descoberta do "buraco do ozono" sobre a Antártida.
24 - Imagem 24- 1986, acidente nuclear catastrófico, ocorrido entre 25 e 26 de abril de 1986 no 4º reator nuclear, da Usina
Nuclear de Chernobyl, perto da cidade de Pripyat, no norte da Ucrânia Soviética, próximo da fronteira com a Bielorrússia,
chegada de nuvens radioativas à Polónia, Alemanha, Suécia, Noruega e Finlândia.
25 - Imagem 25- 1989, colisão do navio Exxon Valdez, a 24 de março, com rochas submersas, derramando milhões de
galões de óleo, afetando a fauna e a flora marinha local, na Baía do Prince William Sound no Alasca.
26 - Imagem 26- 1991, despejo pelo Iraque, de mais de um milhão de toneladas de petróleo no Golfo Pérsico, durante a
Guerra do Golfo.
27 - Imagem 27- 1992, explosão do poço terrestre situado no Vale da Fergana, Poço de petróleo Fergana Valley,
Uzbequistão em março, lançou cerca de 285 mil toneladas de óleo, contaminado áreas de agricultura da região.
28 - Imagem 28- 2000, derrame de mais de um milhão de litros de óleo na baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, Brasil, a
18 de janeiro, afetando a fauna e a flora marítima.
29 - Imagem 29- 2002, naufrágio do petroleiro Pres ti ge, ao largo das costas da Galiza em Espanha, a 13 de novembro,
cerca de 150 mil pássaros foram afetados e afetando por sua vez a fauna e a flora marítima local.
30 - Imagem 30- 2010, explosão da plataforma petrolífera Deepwater Horizon, no golfo do México a 20 de abril, deixando
11 funcionários desaparecidos, pessoas feridas, afetando também a flora e a fauna marítima local.
31 - Imagem 31- 2011, acidente na central nuclear de Fukushima, no Japão, a 11 de março, na sequência de um tsunami;
libertação de toneladas de radioatividade no mar e no ar.
Tentativas de resolução
A Conferência de Tbilisi, realizada pela UNESCO [imagem 32] em 1977 na ex-URSS é considerada o
marco conceitual da educação ambiental, apresenta uma visão da realidade bastante crítica,
demonstrando que as origens da atual crise ambiental estão no sistema cultural da sociedade
industrial.
Em 1992, uma conferência da ONU, para o ambiente e desenvolvimento a “Cimeira da Terra”( no
Rio de Janeiro) lançou um conjunto de propostas para a gestão de recursos do planeta, de forma a
proteger as gerações futuras
O objectivo desta cimeira, era conciliar desenvolvimento e ambiente. A Conferência do Rio
consagrou o conceito de desenvolvimento sustentável e reconheceu, por um lado, a
responsabilidade dos países desenvolvidos no danos ambientais e, por outro, a necessidade dos
países em desenvolvimento receberem apoio financeiro e tecnológico para avançarem na direcção
do desenvolvimento sustentável.Estiveram representados 176 países e deste encontro resultaram
documentos reconhecidos internacionalmente, como convenções sobre biodiversidade,
desertificação e alterações climáticas, aDeclaração do Rio e a Agenda 21.A Declaração do Rio sobre
Ambiente e Desenvolvimento, reúne as conclusões da Cimeira da Terra, que reafirmam as questões
levantadas na Conferência de Estocolmo e promovem a cooperação internacional. Ao longo de 27
princípios essenciais à protecção do ambiente e ao desenvolvimento sustentável, a Declaração do
Rio engloba questões como:
• A erradicação da pobreza;
• As necessidades dos países em desenvolvimento;
• As responsabilidades dos países desenvolvidos;
• O intercâmbio de conhecimentos e a transferência de tecnologias;
• O desenvolvimento económico e a gestão de problemas ambientais transfronteiriços;
• O combate à exportação de actividades ou substâncias nocivas ao ambiente ou à saúde.
Conferência de Estocolmo
O conceito de desenvolvimento sustentável é antigo, mas foi na conferência das Nações Unidos em
Estocolmo, que a comunidade internacional analisou, pela primeira vez, em conjunto os conceitos
de desenvolvimento económico e ambiente.A Declaração de Estocolmo definiu os princípios de
preservação do ambiente e destacou a necessidade de apoiar as pessoas neste processo. Uma das
decisões da Declaração de Estocolmo foi a formação do Programa Ambiental das Nações Unidas
(UNEP).
Conferência das Partes
A primeira revisão da adequação dos compromissos dos países desenvolvidos foi conduzida, como
previsto, na primeira sessão da COP-1 [imagem 33], que ocorreu em Berlim, em 1995. As Partes
decidiram que o compromisso dos países desenvolvidos de voltar suas emissões para os níveis de
1990, até o ano 2000, era inadequado para se atingir o objetivo de longo prazo da Convenção, que
consiste em impedir “uma interferência antrópica [4] perigosa no sistema climático”.
Ministros e outras autoridades responderam com a adoção do “Mandato de Berlim” e com o início
de um nova fase de discussões sobre o fortalecimento dos compromissos dos países desenvolvidos.
O grupo Ad Hoc sobre o Mandato de Berlim (AGBM) foi então formado para elaborar o esboço de
um acordo que, após oito sessões, foi encaminhado à COP-3 para negociação final.
Assim, em 1997, na cidade de Quioto no Japão, contando com representantes de 159 nações, foi
então realizada a terceira Conferência das Partes – COP3, que culminou na adoção, por consenso,
do Protocolo de Quioto, que ficou como um dos marcos mais importantes desde a criação da
Convenção no combate à mudança climática.
O Acordo de Paris refere-se a um termo assinado em Paris, França, por 196 países a 12 de dezembro
de 2015. O ato decorreu como parte da 21ª Conferência das Partes – COP21 (em inglês Conference
of the Parties). Tem como objetivo principal o combate ao aumento das temperaturas
terrestres provocada pelo aquecimento global. Para isso, orienta as nações a estabelecerem
determinadas metas e a substituírem as fontes emissoras de gases que intensificam o efeito de
estufa. O acordo entrou em vigor a 04 de novembro de 2016.
Segundo o Acordo, cada país é responsável por criar as suas metas e ações para conter o
aquecimento global. Além disso, não existem quaisquer sanções às nações que não as cumprirem.
No entanto, o Acordo de Paris estabeleceu alguns pontos principais e orientações que deverão
nortear as práticas de cada país. São eles:
• Concentrar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5ºC.
• Estimular o suporte financeiro e tecnológico por parte dos países desenvolvidos aos menos
desenvolvidos.
• Promover o desenvolvimento tecnológico e a transferência de tecnologia para adaptação às
mudanças climáticas.
• Proporcionar a cooperação entre a sociedade civil, o setor privado, as instituições
financeiras, cidades, comunidades locais e os povos indígenas, a fim de mobilizar uma ação
climática mais forte.
• Registar e divulgar as atividades de proteção ao clima e os dados sobre a emissão dos gases
potencializadores do efeito de estufa.
Cada um dos países que assinou o Acordo de Paris teve de criar e apresentar um documento com as
suas próprias metas. Este documento é denominado NDC, que significa Contribuição Nacionalmente
Determinada, e cada nação teve 5 anos para apresentá-lo, entre 2015 e 2020
32 - Imagem 32- UNESCO, ( United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization/Organização das Nações
Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) é uma agência especializada das Nações Unidas (ONU) com sede em Paris,
fundada a 16 de novembro de 1945 com o objetivo de contribuir para a paz e segurança no mundo mediante
a educação, ciências naturais, ciências sociais/humanas e comunicações/informação.
33 - Imagem 33- Conferência das Partes (COP – Conference of the Parties) é o órgão supremo da Convenção-Quadro das
Nações Unidas sobre Mudança do Clima, adotada em 1992. É uma associação de todos os países membros (ou “Partes”)
signatários da Convenção, que, após sua ratificação em 1994, passaram a se reunir anualmente a partir de 1995, por um
período de duas semanas, para avaliar a situação das mudanças climáticas no planeta e propor mecanismos a fim de
garantir a efetividade da Convenção.
Notas:
[1]- Consciência ecológica é a habilidade de compreender o meio ambiente em que vivemos e os
impactos causados pela ação do homem na natureza.
[2]-
1. Estudo das relações dos seres humanos com o seu meio ambiente natural, no sentido de o preserv
ar.
2. Movimento de defesa do meio ambiente relativamente à intervenção humana.
"ambientalismo", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021
[3]- Mais de metade das florestas tropicais encontram-se na superpovoada América Latina. Na
Amazónia, organizações ambientalistas e religiosas procuram defender os índios da depradação que
os madeireiros causam ao seu habitat
[4]- 1. Relativo ao ser humano ou à sua acção.
"antrópica", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2021
[5]- O termo “chuva ácida” foi usado pela primeira vez pelo químico e climatologista inglês Robert
Angus Smith ao descrever a precipitação ácida que ocorreu sobre a cidade de Manchester no início
da Revolução Industrial.
Webgrafia:
- https://dicionario.priberam.org/antr%C3%B3pica [consultado em 11-05-2022; 20:47].
- https://www.youtube.com/watch?v=OM8I5-sxOvQ [consultado em 11-05-2022; 21:02].
- https://www.iberdrola.com/sustentabilidade/chuva-acida [consultado em 11-05-2022; 21:17].
- https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/quimica/o-que-e-chuva-acida.htm [consultado em 11-05-
2022; 21:22].
- https://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Nevoeiro_de_1952 [consultado em 11-05-2022; 23:11]
-, https://dicionario.priberam.org/ambientalismo [consultado em 11-05-2022; 23:23].
- https://unric.org/pt/mundo-espera-solucao-para-alteracoes-climaticas-diz-ban-ki-moon-7/
[consultado em 12-05-2022; 00:06]
- https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC7527213/ [consultado em 12-05-2022; 00:36]
- https://treinamento24.com/library/lecture/read/775046-o-que-foi-a-conferencia-de-tbilisi
[consultado em 13-05-2022; 19:16]
- https://static.nuso.org/media/articles/downloads/2183_1.pdf [consultado em 13-05-2022; 19:29]
- https://www.consilium.europa.eu/pt/policies/climate-change/paris-agreement/ [consultado em
13-05-2022; 19:58]
- https://cetesb.sp.gov.br/proclima/conferencia-das-partes-cop/ [consultado em 13-05-2022; 20:39]
Bibliografia:
- Manual Porto Editora, Um novo tempo da história, Parte 3, História A, 12º ano