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Introdução A PPR

1) O documento discute próteses parciais removíveis, incluindo suas definições, indicações, contraindicações e classificações de Kennedy e Applegate. 2) As classificações de Kennedy e Applegate são usadas para planejar e comunicar sobre próteses parciais removíveis. 3) Componentes importantes de próteses parciais removíveis incluem apoios, selas, grampos e nichos nos dentes de suporte.
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Introdução A PPR

1) O documento discute próteses parciais removíveis, incluindo suas definições, indicações, contraindicações e classificações de Kennedy e Applegate. 2) As classificações de Kennedy e Applegate são usadas para planejar e comunicar sobre próteses parciais removíveis. 3) Componentes importantes de próteses parciais removíveis incluem apoios, selas, grampos e nichos nos dentes de suporte.
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INTRODUÇÃO CONTRA-INDICAÇÕES

Algumas nomenclaturas usadas para Prótese 1. Pacientes com problemas motores;


parcial removível são: 2. Maus hábitos de higiene;
a. Não seria uma contra-indicação,
 Ponte móvel mas devemos ter mais atenção a
 Aparelho parcial removível esses pacientes, pois eles já vêm
 Aparelho de Roach com histórico de falta de dentes,
devido à má higienização. E a PPR
O QUE É A PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL? precisa de uma boa higienização
para evitar cáries e infecções.
 Ela é uma estrutura metálica fundida para
b. Esses pacientes precisam de uma
suporte de dentes artificiais, e essa
boa orientação de higiene.
estrutura está sendo suportada por gengiva
e periodonto.
CLASSIFICAÇÃO DE KENNEDY (1925)
 Ela vai repor os dentes faltantes, estética e
função, por meio de uma peça protética
que pode ser removida e recolocada pelo
© Fernanda Fritzen Ferrazzo

paciente.

PONTOS IMPORTANTES NA
CONFECÇÃO DA PPR  Classe I: Edêntulo posterior bilateral (linha
 É de fundamental importância quando média precisa ter dente)
estivermos planejando a PPR que a gente  Classe II: Edêntulo posterior unilateral
faça primeiro o preparo de boca, que  Classe III: Edêntulo intercalar
consiste em adequar o paciente  Classe IV: Edêntulo anterior que cruza a
(exodontias, restaurações, endodontias) linha média.
 É muito importante a qualidade técnica na
confecção da prótese, que é confeccionar CLASSIFICAÇÃO DE APPLEGATE
nichos adequados na prótese, para que a Essa classificação utilizamos depois de determinar
prótese assente de maneira passiva na boca qual a classificação de Kennedy.
do paciente.
 E também ter bom senso na confecção de 1. Só devemos classificar após exodontias, ou
próteses, pois em alguns casos temos seja, após fazer as extrações que o paciente
limitações, ou seja, existem casos mais precisa;
complexos que outros. 2. Os 3 molares ausentes NÃO devem ser
incluídos na classificação;
INDICAÇÕES 3. Os 3 molares presentes fazem parte da
classificação;
1. Edêntulos posteriores uni e bilaterais;
4. As áreas mais posteriores regem a
2. Edêntulos intercalares;
classificação, ou seja, devemos olhar
3. Necessidade de colocação imediata de
dentes; sempre a parte posterior inicialmente;
5. Demais áreas presentes darão origem a
4. Próteses temporárias;
subclasses;
5. Questões econômicas;
6. A extensão da modificação não é OBS: NA CLASSIFICAÇÃO DE
considerada; APPLEGATE, ELE FALA QUE A PARTE
7. A classe IV não possui subclasse;
POSTERIOR QUE REGE A
8. A classe IV deve envolver a linha média;
CLASSIFICAÇÃO, ENTÃO PRIMEIRO
CLASSIFICAMOS A PARTE POSTERIOR E
QUAL O OBJETIVO DE CLASSIFICAR?
SE TIVER MAIS ALGUM ESPAÇO
 Ter uma nomenclatura única que facilita a EDÊNTULO DIZEMOS QUE SÃO
comunicação entre profissionais e técnicos MODIFICAÇÕES, QUE PODEM SER 1,2,
na área 3 OU MAIS MODIFICAÇÕES.

 Obter bases mecânicas de planejamento.


 Ser simples e de elaboração lógica para
que o usuário não dependa de
memorização para sua utilização
 Permitir a diferenciação imediata entre as

© Fernanda Fritzen Ferrazzo


PPRs.
Classe II de Kennedy com 2 modificações
EXEMPLOS:

Classe II de Kennedy com 2 modificações

Classe III, porque tem espaços intercalares OBS: QUANDO ESTIVER FALTANDO 2º
MOLAR JÁ CONTA COMO
DESDENTADO POSTERIOR UNILATERAL.

COMPONENTES DA PPR

1. RETENTORES

APOIOS
Tem como função transmitir adequadamente a
Classe IV, porque o espaço edêntulo cruzou a linha
carga ao longo eixo do dente. Geralmente feito na
média
oclusal ou cíngulo dos dentes.

Classe I de Kennedy com 1 modificação


Os apoios funcionam como:

 Retenção direta: previne a movimentação


da sela para longe do dente suporte
 Retenção indireta: ocorre quando o nicho é
confeccionado sobre restaurações
prevenindo o deslocamento do apoio para
fora do dente

Porém, para os apoios preciso confeccionar nichos


nos dentes de suporte, esses nichos seriam a
“casinha” dos apoios.  Ação de pontas

SELA

Esses nichos evitam o movimento da prótese na Ele sai da sela e vai para a região vestibular.
região cervical e seu afundamento nos tecidos
© Fernanda Fritzen Ferrazzo

gengivas, e também auxilia no assentamento da


estrutura metálica da prótese, evitando que tenha
um contato prematura na região dos apoios.

CARACTERÍSTICAS DOS NICHOS

 Devem ter uma profundidade de 1,5 cm


 Em forma de concha
 Deve ficar em esmalte

GRAMPOS
São os principais responsáveis pela retenção da
PPR evitando que ela se desloque durante a
função.

 Circunferenciais PORQUE PRECISAMOS TER 2 BRAÇOS NOS


GRAMPOS, UM DE OPOSIÇÃO E UM DE
RETENÇÃO?

 O objetivo deles é proporcionar um


equilíbrio.
 O grampo de oposição está fazendo
oposição á forças contralaterais, isso
significa que de um lado tem um braço
empurrando (retenção) e do outro lado um
braço (oposição) neutralizando essas forças
Ele é circunferencial porque circunda  O braço de retenção fica por vestibular e
parcialmente o dente. de oposição fica por lingual ou palatina.
 É necessário ter o PRINCÍPIO DA Maxila:
RECIPROCIDADE – forças iguais, em
sentidos contrários, se anulando, para que
o grampo não gere deslocamentos
dentários.

O braço de retenção vai se alojar na área retentiva


do dente e o braço de oposição vai se alojar na
área expulsiva do dente.

No grampo circunferencial o os braços de


retenção e oposição saem do apoio. E no grampo
de ação de pontas, o braço de retenção sai da sela
e o braço de oposição sai do apoio.

PARTES DOS GRAMPOS

© Fernanda Fritzen Ferrazzo

Mandíbula:

Equador protético: diâmetro de maior


circunferência do dente.

A parte retentiva do dente fica abaixo desse


equador. Acima do equador é a parte expulsiva.

CONECTORES
o Maiores

Unem os elementos localizados de um lado a outro


da arcada, seu objetivo é oferecer rigidez
o Menores
estrutural, para adequada distribuição de forças.
Une os grampos a sela ou ao conector maior;
 Comparado a uma ponte, ele liga de um
lado ao outro da prótese.  Junto com os conectores maiores orientam
a entrada e saída – PLANOS GUIAS;
Cada conector será indicado para uma classe de
Kennedy, para que se adapte melhor e dê a
sustentação necessária
2. Definição dos retentores indiretos

Ao acharmos os retentores diretos, traça-se uma


linha imaginária entre eles para achar a linha de
FULCRO.

Conector menor

SELA

 Serve para montagem dos dentes;


 Ela que vai dar a função de transmissão das Na região anterior temos uma área de potência.
forças mastigatórias ao rebordo residual;
Na região posterior teremos uma área de
resistência.
© Fernanda Fritzen Ferrazzo

SELA Conector maior R>P: Biomecânica Favorável.

Traçamos uma outra linha na diagonal para


DENTES ARTIFICIAIS encontrar o apoio, onde será o retentor indireto,
Vai repor a estética e a função dos dentes que vai impedir a prótese de fazer movimentos
perdidos; rotacionais.

3. Definição dos nichos oclusais/cíngulo

Devem ser realizados nas cristas marginais mesiais


ou distais dos dentes.

4. Desenho dos grampos

 Os dentes são unidos a toda estrutura


metálica por acrílico.

DESENHO EM PPR
1. Definição dos retentores diretos

São aqueles dentes adjacentes ao espaço


protético. Impedem que a prótese se desloque no
seu longo eixo.
O braço de oposição tem desenho de um “rabo de
gato”, é mais quadradinho e vai ficar em cima do
equador protético.

O braço de retenção tem desenho de um “rabo de


rato”, mais pontudo e vai ficar acima do equador
protético, porém a ponta ativa do grampo vai ficar
abaixo do equador protético.

5. Largura do conector maior

Precisa estar afastado da margem gengival do


paciente pelo menos uns 3-4 mm para que não
tenha compressão e necrose da região.

Largura de no mínimo 3 mm;

6. Largura do conector menor

Afastado 2mm da cervical dos dentes, e deve


possuir 2mm de espessura;

7. Desenho da sela
© Fernanda Fritzen Ferrazzo

Vai suportar os dentes.

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