Bula - Stone
Bula - Stone
STONE®
Herbicida
COMPOSIÇÃO
2',4'-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)methanesulfonanilide
(SULFENTRAZONA) ...............................................................................................175,00 g/L (17,50% m/v)
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea
(DIURON)................................................................................................................350,00 g/L (35,00% m/v)
1,2-ethanediol..............................................................................................................65,70 g/L (6,57% m/v)
Outros ingredientes..................................................................................................619,30 g/L (61,93% m/v)
GRUPO E HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA
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Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
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FORMULADOR:
FMC Química do Brasil Ltda.
Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-760 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 210 - IMA/MG
Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 000466 - SEAB/PR
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Nortox S. A.
Rodovia BR 163, km 116 - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 183/06 - INDEA/MT
Servatis S.A.
Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ
CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Número de registro do estabelecimento/Estado: FE009203 - FEEMA/RJ
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).
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INSTRUÇÕES DE USO
O herbicida STONE® pertence à classe pré-emergente, seletivo condicional de ação sistêmica,
recomendado para o controle de plantas infestantes, conforme recomendações abaixo:
Dose de No máximo de
Plantas infestantes Volume
Culturas
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Dose de No máximo de
Plantas infestantes Volume de
Culturas
(Terrestre
(Digitaria insularis) 1,4 - 2,0 daninhas. Aplicar em 1
Jato
lavouras com cafeeiros
Trapoeraba Dirigido)
adultos (a partir de 3,0 anos
(Commelina
de idade).
benghalensis)
Capim-braquiária Aplicação em pré-
(Brachiaria emergência das plantas
decumbens) daninhas, em pré ou pós-
plantio das mudas.
EUCALIPTO
Corda-de-viola
(Ipomoea hederifolia) 200 A aplicação pré-plantio das
1,8 - 2,5 1
(Terrestre) mudas deve ser realizada
em faixa sobre a linha de
Trapoeraba plantio. E em pós-plantio,
(Commelina através de jato dirigido,
benghalensis) evitando-se a parte aérea
das plantas.
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Dose de No máximo de
Plantas infestantes Volume de
Culturas
Capim-braquiária, (Terrestre
(Brachiaria 1,5 - 2,8 1
Jato Usar maior dose em solo
decumbens) Dirigido) com alto teor de matéria
Capim-carrapicho, orgânica e/ou argila e alta
(Cenchrus echinatus) pressão de plantas
infestantes. Usar as menores
Picão-preto, doses em solos arenosos e
(Bidens Pilosa) em menores infestações.
Capim-amargoso,
(Digitaria insularis)
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
Aplicação Terrestre
Buva É recomendada a utilização
(Conyza bonariensis) de herbicida Stone® para
aplicação em pré-emergência
Capim-colchão da cultura da soja, em
(Digitaria horizontalis) sistema de plantio
100 – 200
0,7 - 1,4 convencional e em plantio
(Terrestre)
Capim-amargoso direto. Sua utilização tem
(Digitaria insularis) como objetivo o controle pré-
SOJA
MODO DE APLICAÇÃO:
®
O herbicida Stone pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizador manual costal e tratorizado,
sendo rapidamente absorvido pela raiz das plantas infestantes e o grau de controle e a duração do efeito
®
variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo. O herbicida Stone precisa
de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar
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uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas
devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-
se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias
de aplicação que ofereçam uniformidade da calda e boa cobertura do solo. Siga sempre as boas práticas
para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro
Agrônomo responsável.
Na cultura do Citros é recomendado a aplicação terrestre. O volume recomendado para obter a melhor
cobertura é de 200 litros por hectare. O controle das plantas infestantes deve ser realizado em pré
emergência e com boa umidade do solo para garantir a correta eficiência do produto. É recomendada 1
aplicação por ciclo de cultivo.
Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado
e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao
meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade
preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador
com água até atingir o volume de calda recomendado.
Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com
o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece
perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da
temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum
vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte.
Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as
inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A
formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente,
há indicação de um bom movimento vertical do ar.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo
e as orientações do equipamento de aplicação.
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Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor
possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de
gotas.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
⋅ Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
⋅ Umidade relativa do ar acima de 50%.
⋅ Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
⋅ As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.
Aplicação Aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições
constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre
consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.
Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do
alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo
e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.
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Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
- As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as
mais recomendadas.
As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.
LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo
de segurança para cada cultura.
- Não aplicar, exceto quando recomendado para uso em cultura, ou drenar, ou lavar, equipamentos de
pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em local
onde o produto químico possa ser lavado ou posto em contato com as raízes das mesmas. Não usar em
gramados, alamedas, parques ajardinados ou áreas similares. Evitar a deriva da pulverização sobre
plantas úteis.
- Deve-se determinar a tolerância de novas variedades de cana-de-açúcar antes de aplicar o herbicida
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Stone .
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- Após a aplicação do herbicida Stone , em pré-emergência do cultivo da soja, deve-se aguardar períodos
mínimos de intervalo para execução do plantio dos cultivos subsequentes, conforme descrição abaixo:
Fitotoxicidade:
- Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas
registradas.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos E e C2 para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
[Link]), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
(HRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
[Link]).
GRUPO E HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA
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O produto herbicida STONE é composto por Sulfentrazona e Diurom, que apresentam mecanismos de
ação dos Inibidores da Protox e Inibidores da fotossíntese no Fotossistema II, pertencentes aos Grupos E
e C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).
PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola;
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
− Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado;
− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas
de nitrila.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
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INTOXICAÇÕES POR
-STONE®-
Herbicida
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Diurom: a substância foi rápida e quase totalmente absorvida em ratos pela via
oral (>95%). Na dose baixa de 10 mg/kg, foi absorvida e excretada dentro de 24
horas após o tratamento. Enquanto na dose de 400 mg/kg, o diurom foi excretado
dentro de 48 horas. A biotransformação, após administração oral, ocorreu
extensivamente via N-demetilação e hidroxilação do anel fenil. O principal
metabólito encontrado na urina foi o 3,4-diclorofenilureia (DCPU); também foram
identificados, em pequenas quantidades, outros hidroxi-compostos tanto na forma
de conjugados com ácido glicurônico, ácido sulfúrico ou na forma livre. A excreção
ocorreu principalmente pela urina (80-91%), seguida pelas fezes (8-15%), na qual
apenas uma pequena quantidade de diurom foi identificado na forma inalterada
(<1,6%).
Não houve evidência de bioacumulação nos tecidos nem diferenças entre os
sexos no comportamento cinético da substância em ratos expostos pela via oral e
inalatória.
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Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em estudos em coelhos, o produto foi considerado não irritante para a pele e olhos.
O produto também não causou sensibilização dérmica em cobaias.
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Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos
de intoxicação por sulfentrazona e diurom. Avaliar a necessidade de administração
de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado
em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25
a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Somente
cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma
quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a
ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.
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Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>4,623 mg/L).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema em 3/3 dos
animais. Todos os sinais de irritação foram completamente revertidos em 72 horas após o tratamento. Nas
condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia na
conjuntiva em 3/3 olhos testados. Todos os sinais de irritação foram completamente revertidos dentro de
24 horas após a aplicação. Não foram observados efeitos na córnea ou na íris dos animais. Nas condições
de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (Teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.
Efeitos crônicos:
Sulfentrazona: em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos com o produto técnico (Sulfentrazona) em
cães, camundongos e ratos, os principais efeitos observados foram alterações nos parâmetros
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hematológicos, tais como a diminuição dos valores de hemoglobina e hematócrito. Não apresentou
potencial carcinogênico. Estudos subcrônicos e crônicos em camundongos e cães identificaram o sistema
hematopoiético como órgão alvo da sulfentrazona. A inibição da Protoporfirinogênio oxidase pode resultar
em desregulação da síntese de heme em mamíferos. Estudos conduzidos em células procariontes (in vitro)
e eucariontes (in vivo) demonstram que a sulfentrazona não apresentou potencial genotóxico. Estudos
toxicológicos sobre o desenvolvimento em ratos mostraram LOEL materno de 50mg/kg/dia baseado em
aumento relativo do peso baço e hematopoiese extramedular esplênica. O NOEL materno é 25mg/kg/dia.
O LOEL para desenvolvimento fetal é 25mg/kg/dia baseado na diminuição do peso fetal e retardo no
desenvolvimento esquelético e diminuição no número de vértebras caudais e locais de ossificação do
metacarpo.
Diurom: ratos tratados com diurom por 20 semanas mostraram necrose celular e hiperplasia urotelial. Em
ratos tratados com diurom por 7 ou 3 semanas mostraram diminuição na contagem de eritrócitos e
aumento de metahemoglobina. Estudos em ratos e cachorros por 2 anos mostram retardo no crescimento,
anemia leve, aumento na eritropoiese e hemosiderose no baço.
1,2-ethanediol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses superiores
a 950 mg/kg p.c/dia, em ratos machos, e 3100 mg/kg p.c./dia, em ratos fêmeas, em estudo de 90 dias)
promoveu efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e
deposição de cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. O 1,2-ethanediol não
apresentou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos conduzidos em ratos
e camundongos, o 1,2-ethanediol causou aumento da mortalidade fetal e da incidência de alterações
externas e esqueléticas. No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a ingestão ou inalação de altas
concentrações desta substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via oral; em camundongos,
NOAEL de 150 mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória (corpo total) e 1000 mg/m³/6h/dia
(1,0 mg/L/6h/dia) após exposição exclusivamente inalatória (nose only)]. Não foram observados efeitos
adversos em coelhos. A formação do metabólito ácido glicólico, pode estar envolvido no mecanismo de
ação para estes efeitos. Doses seguras de exposição foram estabelecidas.
SINTOMAS DE ALARME:
Dificuldade respiratória (dispneia), náusea, tontura, fraqueza, dores de cabeça, taquicardia e/ou cianose.
Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.
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LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
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Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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