0% acharam este documento útil (0 voto)
273 visualizações22 páginas

Bula - Stone

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
273 visualizações22 páginas

Bula - Stone

Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

FMC Química do Brasil Ltda.

Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150


1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

STONE®
Herbicida

Registrado no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA sob nº 1116

COMPOSIÇÃO
2',4'-dichloro-5'-(4-difluoromethyl-4,5-dihydro-3-methyl-5-oxo-1H-1,2,4-triazol-1-yl)methanesulfonanilide
(SULFENTRAZONA) ...............................................................................................175,00 g/L (17,50% m/v)
3-(3,4-dichlorophenyl)-1,1-dimethylurea
(DIURON)................................................................................................................350,00 g/L (35,00% m/v)
1,2-ethanediol..............................................................................................................65,70 g/L (6,57% m/v)
Outros ingredientes..................................................................................................619,30 g/L (61,93% m/v)

GRUPO E HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA

CONTEÚDO: Vide rótulo.

CLASSE: Herbicida pré-emergente, seletivo condicional de ação sistêmica

GRUPO QUÍMICO: Sulfentrazone: Triazolona


Diuron: Uréia
1,2-ethanediol: Álcool glicólico

TIPO DE FORMULAÇÃO: Suspensão Concentrada (SC)

TITULAR DO REGISTRO (*):


FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150 - 1o andar CEP: 13091-611 - Campinas/SP
CNPJ: 04.136.367/0001-98 - Fone/Fax: (19) 2042-4500
Número de registro do estabelecimento no Estado: 423 - CDA/SP
(*) IMPORTADOR DO PRODUTO FORMULADO

FABRICANTE DO PRODUTO TÉCNICO:


Sulfentrazone Técnico - Registro MAPA nº 07395
FMC Corporation
1701 East Patapsco Avenue, Baltimore, Maryland 21226 - Estados Unidos da América
Jiangsu Baozong & Baoda Pharmachem Co., Ltd.
Nº 10 Yuejiang Road, Changjiang Town, Rugao, Jiangsu 226532 - China

Boral Técnico - Registro MAPA nº 07606


Zhejiang Lianhe Chemical Technology Co.
Sanjiang RD, Huangyan, Zhejiang - China
Jiangsu Lianhe Chemical Technology Co., Ltd.
Weisan RD, Chenjiagang, Xiangshui, Jiangsu - China
Shanghai Baoda Veterinary Pharmaceutical Co., Ltd.
7738, Hutai Road, Baoshan Distict, 201908, Shanghai - China

Sulfentrazone Técnico Tagros - Registro MAPA nº 40218


Tagros Chemicals India Private Limited
A-4/1&2, Sipcot Industrial Complex, Pachayankuppam, 607 005 Cuddalore, Tamil Nadu - Índia

SNT Técnico - Registro MAPA nº 37818


Oriental (Luzhou) Agrochemicals Co., Ltd.
B. Xinle Town, Naxi District, Luzhou City 646300 Sichuan Province - China

Página 1 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

Diurom Técnico Consagro - Registro MAPA nº 12811


Jingma Chemicals Co., Ltd.
Nº 50 Baota Road, Longyou, Zhejiang 324400 - China

Zemaster Técnico - Registro MAPA nº 14912


Jiangsu Kuaida Agrochemical Co., Ltd.
2 Jianshe Road Matang Town, 226401 - China
Jingma Chemicals Co., Ltd.
Nº 50 Baota Road, Longyou, Zhejiang 324400 - China

Diuron Técnico Proventis - Registro MAPA nº 10215


Ningxia Ruitai Technology Co., Ltd.
Fine Chemical Park, Zhongwei Industry Complex, 755000 Ningxia - China

Diurom Técnico Wynca - Registro MAPA nº 11615


Ningxia Wynca Technology Co., Ltd.
Taisha Industrial Park, 753401 Pingluo, Ningxia - China

Diuron Técnico 970 BR - Registro MAPA nº 002194


Adama Brasil S.A.
Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76
Du Pont do Brasil S.A.
Rua Oxigênio, 748 - Copec - CEP: 42810-270 - Camaçari/BA
CNPJ: 61.064.929/0021-12

Diurex Agricur Técnico - Registro MAPA nº 01768702


Adama Agan Ltd.
Haashlag Street, 3, P.O. BOX 262, 77102, Northern Industrial Zone, Ashdod - Israel

Diurom Técnico Hailir - Registro MAPA nº 05214


Jiangsu Kuaida Agrochemical Co., Ltd.
Nº 2 Jianshe Road, Matang Town, Jiangsu Province - China

FORMULADOR:
FMC Química do Brasil Ltda.
Avenida Antônio Carlos Guillaumon, 25 - Distrito Industrial III - CEP: 38001-760 - Uberaba/MG
CNPJ: 04.136.367/0005-11 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 210 - IMA/MG

Adama Brasil S.A.


Rua Pedro Antônio de Souza, 400 - Parque Rui Barbosa - CEP: 86031-610 - Londrina/PR
CNPJ: 02.290.510/0001-76 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 003263 - SEAB/PR

Adama Brasil S.A.


Av. Júlio de Castilhos, 2085 - CEP: 95860-000 - Taquari/RS
CNPJ: 02.290.510/0004-19 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 1047/99 - SEAPA/RS

Indústrias Químicas Lorena Ltda.


Rua 01 esquina com Rua 06, s/n° - Distrito Industrial - CEP: 12580-000 – Roseira/SP
CNPJ: 48.284.749/0001-34 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 266 - CDA/SP

Lanxess Indústria de Poliuretanos e Lubrificantes Ltda.


Avenida Brasil, 5333 - Distrito Industrial - CEP: 13505-600 - Rio Claro/SP
CNPJ: 68.392.844/0001-69 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 235 - CDA/SP

Nortox S.A.
Rodovia BR 369, km 197 - CEP: 86700-970 - Arapongas/PR
CNPJ: 75.263.400/0001-99 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 000466 - SEAB/PR

Página 2 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

Nortox S. A.
Rodovia BR 163, km 116 - CEP: 78740-275 - Rondonópolis/MT
CNPJ: 75.263.400/0011-60 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 183/06 - INDEA/MT

Sumitomo Chemical Brasil Indústria Química S.A.


Av. Parque Sul, 2138 - Distrito Industrial I - CEP: 61939-000 - Maracanaú/CE
CNPJ: 07.467.822/0001-26 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 565/2015 - SEMACE/CE

Prentiss Química Ltda.


Rodovia PR 423 Km 24,5 - Jardim das Acácias - CEP: 83.603-000 - Campo Largo/PR
CNPJ: 00.729.422/0001-00 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 002669 - ADAPAR/PR

Servatis S.A.
Rodovia Presidente Dutra, Km 300,5 - Parque Embaixador - CEP: 27537-000 - Resende/RJ
CNPJ: 06.697.008/0001-35 - Número de registro do estabelecimento/Estado: FE009203 - FEEMA/RJ

Sipcam Nichino Brasil S.A.


Rua Igarapava, 599 - Distrito Industrial III - CEP: 38044-755 - Uberaba/MG
CNPJ: 23.361.306/0001-79 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 2.972 - IMA/MG

Tagma Brasil Indústria e Comércio de Produtos Químicos Ltda.


Av. Roberto Simonsen, 1459 - Bairro Recanto dos Pássaros - CEP: 13148-030 - Paulínia/SP
CNPJ: 03.855.423/0001-81 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 477 - CDA/SP

UPL do Brasil Indústria e Comércio de Insumos Agropecuários S.A.


Rodovia Sorocaba-Pilar do Sul, km 122 - Salto de Pirapora/SP - CEP:18160-000
CNPJ: 02.974.733/0010-43 - Número de registro do estabelecimento/Estado: 4153 - CDA/SP

No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:

ANTES DE USAR O PRODUTO LEIA O RÓTULO, A BULA E A RECEITA AGRONÔMICA E


CONSERVE-OS EM SEU PODER.

É OBRIGATÓRIO O USO DE EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. PROTEJA-SE.

É OBRIGATÓRIA A DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA.

AGITE ANTES DE USAR.

Indústria Brasileira (Dispor este termo quando houver processo industrial no Brasil, conforme previsto
no Art. 4º do Decreto nº 7.212 de 15 de junho de 2010).

CLASSIFICAÇÃO TOXICOLÓGICA: CATEGORIA 4 - PRODUTO POUCO TÓXICO

CLASSIFICAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE AMBIENTAL: CLASSE II - MUITO


PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE

Página 3 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

INSTRUÇÕES DE USO
O herbicida STONE® pertence à classe pré-emergente, seletivo condicional de ação sistêmica,
recomendado para o controle de plantas infestantes, conforme recomendações abaixo:

Dose de No máximo de
Plantas infestantes Volume
Culturas

produto Época e Intervalo de aplicação por


Nome comum / de Calda
comercial aplicação ciclo da
científico (L/ha ) (1)
(L/ha) cultura

Beldroega, Aplicação Terrestre


Bredo-de-porco Aplicação em pré ou pós-
(Portulaca oleracea) emergência inicial das
plantas daninhas e da cultura
em cana planta e cana soca.
Capim-Brachiária
(Brachiaria decumbens) Usar maior dose em solo com
alto teor de matéria orgânica
e/ou argila e alta pressão de
Capim-carrapicho
plantas daninhas. Usar as
(Cenchrus echinatus) menores doses em solos
arenosos e em menores
infestações.
Capim-colchão
CANA–DE–AÇÚCAR

(Digitaria horizontalis) O herbicida Stone® deve ser


aplicado antes da
100–300 emergência da cultura ou até
4,0 - 5,0 1
Capim-marmelada (Terrestre) no máximo, início da fase de
(Brachiaria plantaginea) esporão, por serem estas, as
fases em que a cana-de-
açúcar é mais tolerante aos
Capim-pé-de-galinha herbicidas.
(Eleusine indica)
No caso de aplicação
terrestre em pós-emergência
Caruru de Mancha da cultura, para aumentar a
(Amaranthus viridis) seletividade a cultura e
reduzir os sintomas de
fitotoxicidade, aplicar em jato
dirigido com pingente visando
boa cobertura do solo e
Caruru Roxo
evitando o contato do produto
(Amaranthus hybridus) com as folhas da cana-de-
açúcar.

Página 4 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

Dose de No máximo de
Plantas infestantes Volume de
Culturas

produto Época e Intervalo de aplicação por


Nome comum / Calda
comercial aplicação ciclo da
científico (L/ha ) (1)
(L/ha) cultura
Guanxuma-branca,
Malva-guaxima
Aplicação Aérea
(Sida glaziovii) Aplicação em pré ou pós-
Guanxuma, Mata- emergência inicial das
pasto plantas daninhas e da cultura
(Sida rhombifolia) 4,0 - 5,0 em cana planta e cana soca.
Picão-preto
(Bidens Pilosa) Usar maior dose em solo
CANA–DE–AÇÚCAR

com alto teor de matéria


Trapoeraba orgânica e/ou argila e alta
(Commelina pressão de plantas
benghalensis) 10 - 40 daninhas. Usar as menores
(Aérea) doses em solos arenosos e 1
Corda-de-viola,
Campainha em menores infestações.
(Ipomoea grandifolia)
Corda-de-viola, O herbicida Stone® deve ser
aplicado antes da
Campainha emergência da cultura ou até
(Ipomoea nil) 4,5 - 5,0 no máximo, início da fase de
Corda-de-viola, esporão, por serem estas, as
Corriola fases em que a cana-de-
(Ipomoea hederifolia) açúcar é mais tolerante aos
Tiririca herbicidas.
(Cyperus rotundus)
Buva Aplicação nas entrelinhas da
(Conyza bonariensis) cultura, em jato dirigido e em
200
Capim-amargoso pré-emergência das plantas
CAFÉ

(Terrestre
(Digitaria insularis) 1,4 - 2,0 daninhas. Aplicar em 1
Jato
lavouras com cafeeiros
Trapoeraba Dirigido)
adultos (a partir de 3,0 anos
(Commelina
de idade).
benghalensis)
Capim-braquiária Aplicação em pré-
(Brachiaria emergência das plantas
decumbens) daninhas, em pré ou pós-
plantio das mudas.
EUCALIPTO

Corda-de-viola
(Ipomoea hederifolia) 200 A aplicação pré-plantio das
1,8 - 2,5 1
(Terrestre) mudas deve ser realizada
em faixa sobre a linha de
Trapoeraba plantio. E em pós-plantio,
(Commelina através de jato dirigido,
benghalensis) evitando-se a parte aérea
das plantas.

Página 5 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

Dose de No máximo de
Plantas infestantes Volume de
Culturas

produto Época e Intervalo de aplicação por


Nome comum / Calda
comercial aplicação ciclo da
científico (L/ha ) (1)
(L/ha) cultura
Capim-colchão,
(Digitaria horizontalis)
Capim-marmelada,
Aplicação nas entrelinhas da
(Brachiaria cultura, em jato dirigido e em
plantaginea) pré emergência das plantas
Buva, daninhas em pomares
(Conyza bonariensis) adultos (acima de 3,0 anos
200 de idade).
CITROS

Capim-braquiária, (Terrestre
(Brachiaria 1,5 - 2,8 1
Jato Usar maior dose em solo
decumbens) Dirigido) com alto teor de matéria
Capim-carrapicho, orgânica e/ou argila e alta
(Cenchrus echinatus) pressão de plantas
infestantes. Usar as menores
Picão-preto, doses em solos arenosos e
(Bidens Pilosa) em menores infestações.

Capim-amargoso,
(Digitaria insularis)
Trapoeraba
(Commelina
benghalensis)
Aplicação Terrestre
Buva É recomendada a utilização
(Conyza bonariensis) de herbicida Stone® para
aplicação em pré-emergência
Capim-colchão da cultura da soja, em
(Digitaria horizontalis) sistema de plantio
100 – 200
0,7 - 1,4 convencional e em plantio
(Terrestre)
Capim-amargoso direto. Sua utilização tem
(Digitaria insularis) como objetivo o controle pré-
SOJA

emergente das plantas 1


Capim-pé-de-galinha daninhas.
(Eleusine indica)
10 - 40
(Aéreo) Usar maior dose em solo com
Amendoim-bravo
alto teor de matéria orgânica
(Euphorbia
heterophylla) e/ou argila e alta pressão de
plantas daninhas. Usar as
Caruru-roxo
menores doses em solos
(Amaranthus
arenosos e em menores
hybridus)
1,0 - 1,4 infestações.
Caruru-de-mancha
(Amaranthus viridis)
(1) O volume indicado poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento de
aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
®
O herbicida Stone pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizador manual costal e tratorizado,
sendo rapidamente absorvido pela raiz das plantas infestantes e o grau de controle e a duração do efeito
®
variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo. O herbicida Stone precisa
de uma quantidade mínima de umidade no solo para sua ativação. Na ausência desta, deve-se aguardar

Página 6 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

uma chuva leve (maior que 10mm). Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas
devem ser eliminadas através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-
se o movimento intenso do solo para manter o produto na camada superficial. Utilize sempre tecnologias
de aplicação que ofereçam uniformidade da calda e boa cobertura do solo. Siga sempre as boas práticas
para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento. Consulte sempre o Engenheiro
Agrônomo responsável.
Na cultura do Citros é recomendado a aplicação terrestre. O volume recomendado para obter a melhor
cobertura é de 200 litros por hectare. O controle das plantas infestantes deve ser realizado em pré
emergência e com boa umidade do solo para garantir a correta eficiência do produto. É recomendada 1
aplicação por ciclo de cultivo.

Preparo da Calda:
Ao preparar a calda, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item
“Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Antes de preparar a calda, verifique se o equipamento de aplicação está limpo, bem conservado, regulado
e em condições adequadas para realizar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao
meio ambiente.
Adicione o produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade
preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado. Complete o volume do tanque do pulverizador
com água até atingir o volume de calda recomendado.

Cuidados durante a aplicação:


Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda
deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento
aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água,
criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de
pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independente do equipamento
utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com
o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas
diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece
perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da
temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum
vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte.
Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as
inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A
formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma
inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente,
há indicação de um bom movimento vertical do ar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:

Aplicação Terrestre
Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo
e as orientações do equipamento de aplicação.

Página 7 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste da barra: ajuste a barra de forma a obter uma distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas. Todas as pontas da barra deverão ser mantidas à mesma
altura em relação ao topo das plantas ou do alvo de deposição. Regule a altura da barra para a menor
possível a fim de obter uma cobertura uniforme e reduzir a exposição das gotas à evaporação e ao vento.
Faixa de deposição: utilize distância entre pontas na barra de aplicação de forma a permitir maior
uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou sobreposição.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Pressão: Selecionar a pressão de trabalho do equipamento em função do volume de calda e da classe de
gotas.
Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
⋅ Temperatura ambiente abaixo de 30oC.
⋅ Umidade relativa do ar acima de 50%.
⋅ Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
⋅ As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as mais
recomendadas.

Aplicação Aérea
Realize a aplicação aérea com técnicas de redução de deriva (TRD) e utilização do conceito de boas
práticas agrícolas, evitando sempre excessos de pressão e altura na aplicação. Siga as disposições
constantes na legislação municipal, estadual e federal concernentes às atividades aeroagrícolas e sempre
consulte o Engenheiro Agrônomo responsável.

Utilizar somente aeronaves devidamente regulamentadas para tal finalidade e providas de barras
apropriadas. Regular o equipamento visando assegurar distribuição uniforme da calda, boa cobertura do
alvo desejado. Evitar a falha ou sobreposições entre as faixas de aplicação.

Classe de gotas: a escolha da classe de gotas depende do tipo de cultura, alvo e tipo de equipamento
utilizado na aplicação. Independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores
mais importantes para evitar a deriva e, portanto, aplique com o maior tamanho de gota possível, sem
prejudicar a cobertura e eficiência do produto.
Verifique as orientações quanto ao Gerenciamento de Deriva e consulte sempre um Engenheiro Agrônomo
e as orientações do equipamento de aplicação.
Ponta de pulverização: a seleção da ponta de pulverização (ou outro tipo de elemento gerador de gotas)
deverá ser realizada conforme a classe de gota recomendada, assim como os parâmetros operacionais
(velocidade, largura da faixa e outros). Use a ponta apropriada para o tipo de aplicação desejada e,
principalmente, que proporcione baixo risco de deriva.
Ajuste de barra: ajuste a barra de forma a obter distribuição uniforme do produto, de acordo com o
desempenho dos elementos geradores de gotas.
Altura do voo: de 3 a 4 metros em relação do topo das plantas ou do alvo de deposição, garantindo
sempre a devida segurança ao voo e a eficiência da aplicação.
Faixa de deposição: A faixa de deposição efetiva é uma característica específica para cada tipo ou
modelo do avião e representa um fator de grande influência nos resultados da aplicação. Observe uma
largura das faixas de deposição efetiva de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa
cobertura.
Faixa de segurança: durante a aplicação, resguarde uma faixa de segurança adequada e segura para as
culturas sensíveis. Consulte o Engenheiro Agrônomo responsável pela aplicação.
Volume de calda: 10 a 40L/ha ou conforme recomendação do tipo de aeronave utilizada.

Página 8 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para aplicação, tais como indicado abaixo. Os valores
apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
- Temperatura ambiente abaixo de 30ºC.
- Umidade relativa do ar acima de 50%.
- Velocidade média do vento entre 3 e 10km/hora.
- As aplicações pela manhã (até as 10:00 horas) e à tarde (após as 15:00/16:00 horas) são as
mais recomendadas.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas


indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação do Engenheiro
Agrônomo.

As recomendações para aplicação poderão ser alteradas à critério do Engenheiro Agrônomo responsável,
respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e
tecnologia de aplicação empregada.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:


Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de
proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.
Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na
região da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo entre a última aplicação e a colheita):


Culturas Intervalo em dias
Cana-de-açúcar Não determinado, devido à modalidade de emprego.
Café 130
Citros 200
Eucalipto Uso não alimentar
Soja Não determinado, devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:


Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24
horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de
proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Uso exclusivamente agrícola.
- Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
- O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado, respeitando o intervalo
de segurança para cada cultura.
- Não aplicar, exceto quando recomendado para uso em cultura, ou drenar, ou lavar, equipamentos de
pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em local
onde o produto químico possa ser lavado ou posto em contato com as raízes das mesmas. Não usar em
gramados, alamedas, parques ajardinados ou áreas similares. Evitar a deriva da pulverização sobre
plantas úteis.
- Deve-se determinar a tolerância de novas variedades de cana-de-açúcar antes de aplicar o herbicida
®
Stone .

Página 9 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

®
- Após a aplicação do herbicida Stone , em pré-emergência do cultivo da soja, deve-se aguardar períodos
mínimos de intervalo para execução do plantio dos cultivos subsequentes, conforme descrição abaixo:

Intervalo mínimo para plantio após aplicação de


Culturas Subsequentes
Stone® em pré-emergência da soja
Algodão 180 dias
Sorgo 120 dias
Milho 90 dias
Feijão 90 dias
Aveia 90 dias
Cevada 90 dias
Trigo 90 dias

Fitotoxicidade:
- Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas
registradas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:


VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:


VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA


EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO,


TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE


PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:


O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode
contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação,
levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.

Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência,
seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos E e C2 para o controle do
mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e,
ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD:
[Link]), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas
(HRAC-BR: [Link]), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA:
[Link]).

GRUPO E HERBICIDA
GRUPO C2 HERBICIDA

Página 10 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

®
O produto herbicida STONE é composto por Sulfentrazona e Diurom, que apresentam mecanismos de
ação dos Inibidores da Protox e Inibidores da fotossíntese no Fotossistema II, pertencentes aos Grupos E
e C2, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS INFESTANTES:


Deve-se sempre utilizar as técnicas de manejo integrado das plantas infestantes. Como exemplo, a adoção
da rotação de culturas, a qual permite a utilização de diferentes métodos de controle além do uso de
herbicidas. Outros métodos também devem ser utilizados dentro de um manejo integrado, como o controle
mecânico, manual ou através de roçadas e a limpeza de máquinas.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES DA BULA.


PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
− Produto para uso exclusivamente agrícola;
− O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
− Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
− Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
− Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)
recomendados;
− Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas
com a boca;
− Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil
fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
− Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e
áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
− Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe
do alcance de crianças e animais;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
− Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à
forma de limpeza, conservação e descarte do EPI danificado;

PRECAUÇÕES DURANTE A PREPARAÇÃO DA CALDA:


− Utilize Equipamento de Proteção Individual Recomendado (EPI): macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das
calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado
(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P3), óculos de segurança com
proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila;
− Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados;
− Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos;
− Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros
socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


− Evite o máximo possível o contato com a área tratada;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
− Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada entrem na área em que estiver
sendo aplicado o produto;
Página 11 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

− Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, respeitando as
melhores condições climáticas para cada região;
− Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar em contato, ou permitir que outras
pessoas também entrem em contato, com a névoa do produto;
− Utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão com tratamento hidrorrepelente com
mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas,
botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores
orgânicos e filtro mecânico classe P3), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas
de nitrila.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO DO PRODUTO:


− Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA.” e manter os
avisos até o final do período de reentrada;
− Evite o máximo possível o contato com a área tratada. Caso necessite entrar na área tratada com o
produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os Equipamentos de Proteção Individual
(EPI) recomendados para o uso durante a aplicação;
− -Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa entrem em áreas tratadas logo após a
aplicação;
− Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo
de tempo entre a última aplicação e a colheita);
− Antes de retirar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar
contaminação;
− Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais;
− Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas;
− Lave as roupas e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) separados das demais roupas da
família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis;
− Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação;
− Não reutilizar a embalagem vazia;
− No descarte de embalagens utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão
hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha;
− Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte
ordem: touca árabe, óculos de segurança, avental, botas, macacão, luvas e máscara;
− A manutenção e a limpeza do EPI devem ser realizadas por pessoa treinada e devidamente protegida;
− Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação
em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.

Pode ser nocivo se ingerido


ATENÇÃO
Nocivo se inalado

Página 12 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

PRIMEIROS SOCORROS: procure imediatamente um serviço médico de emergência levando a


embalagem, rótulo, bula, folheto informativo e/ou receituário agronômico do produto.
• Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito, exceto quando houver indicação médica. Caso o
vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
• Olhos: Em caso de contato, retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em
abundância durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de
lavagem entre no outro olho.
• Pele: Em caso de contato, tire a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc.)
contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos.
• Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por
exemplo.

INTOXICAÇÕES POR
-STONE®-
Herbicida

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico SULFENTRAZONA: triazolona; DIUROM: ureia; 1,2-ETHANEDIOL: álcool


glicólico.
Classe
Categoria 4 - Produto Pouco Tóxico.
toxicológica
Vias de Dérmica e inalatória.
exposição Outras vias potenciais de exposição, como oral e ocular, não são esperadas
considerando a indicação de uso do produto e dos EPIs apropriados.
Toxicocinética Sulfentrazona: em ratos, a substância foi rápida e amplamente absorvida pelo trato
gastrointestinal após administração oral, com quase todo o material radiomarcado
recuperado na urina. A meia vida de eliminação plasmática foi de 12 e 48 horas
na menor e maior dose, respectivamente.
A sulfentrazona foi extensivamente metabolizada, com menos de 2% do composto
inalterado recuperado na urina. O principal metabólito identificado foi o 3-hidroxi-
metil-sulfentrazona, do qual apenas uma pequena quantidade foi posteriormente
metabolizada em ácido 3-carboxílico-sulfentrazona. A eliminação foi rápida, com
84-104% da dose administrada excretada pela urina, fezes (<6%) e ar expirado
(<0,01%) dentro de 72 horas após o tratamento. Não foram encontradas
diferenças importantes relacionadas ao sexo no padrão cinético da substância.
Não houve evidência de bioacumulação nos tecidos.

Diurom: a substância foi rápida e quase totalmente absorvida em ratos pela via
oral (>95%). Na dose baixa de 10 mg/kg, foi absorvida e excretada dentro de 24
horas após o tratamento. Enquanto na dose de 400 mg/kg, o diurom foi excretado
dentro de 48 horas. A biotransformação, após administração oral, ocorreu
extensivamente via N-demetilação e hidroxilação do anel fenil. O principal
metabólito encontrado na urina foi o 3,4-diclorofenilureia (DCPU); também foram
identificados, em pequenas quantidades, outros hidroxi-compostos tanto na forma
de conjugados com ácido glicurônico, ácido sulfúrico ou na forma livre. A excreção
ocorreu principalmente pela urina (80-91%), seguida pelas fezes (8-15%), na qual
apenas uma pequena quantidade de diurom foi identificado na forma inalterada
(<1,6%).
Não houve evidência de bioacumulação nos tecidos nem diferenças entre os
sexos no comportamento cinético da substância em ratos expostos pela via oral e
inalatória.

Página 13 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

1,2-ethanediol: a substância é rapidamente absorvida e distribuída após


administração pelas vias oral e inalatória. Em ratos, a absorção gastrointestinal foi
cerca de 90-100%, com pico de concentração plasmática entre 1-4 horas,
enquanto a absorção pela via inalatória foi cerca de 60%, com pico de
concentração plasmática dentro de 1 hora. A absorção pela via dérmica foi menos
extensa em ratos (20-30%), e ocorreu mais lentamente.
Em animais e em humanos, a biotransformação do 1,2-ethanediol ocorre através
de uma série de reações de oxidação sucessivas gerando, primeiramente,
glicoaldeído (em uma reação catalisada pela enzima álcool-desidrogenase) e, em
seguida, o ácido glicólico, que é convertido em ácido glioxílico e é transformado
em ácido oxálico, o mais tóxico metabólito do 1,2-ethanediol. Além do ácido
oxálico, o ácido glioxílico também é metabolizado rapidamente em uma série de
produtos como malato, ácido fórmico e glicina. A quebra da glicina e do ácido
fórmico gera dióxido de carbono, que é o principal metabólito do 1,2-ethanediol.
Na urina foram identificados o 1,2-ethanediol, ácido glicólico, oxalato de cálcio e
glicina (e seus conjugados).
O 1,2-ethanediol é excretado principalmente como dióxido de carbono (no ar
exalado) e, na urina, como 1,2-ethanediol inalterado, ácido glicólico e ácido
oxálico, este último em menor extensão. O tempo de meia vida de eliminação, em
humanos e animais, foi cerca de 1-4 horas, após administração pela via oral.
Toxicodinâmica Sulfentrazona: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade
desta substância em humanos. O mecanismo de ação herbicida da sulfentrazona
nas plantas alvo está relacionado com a inibição da enzima protoporfirinogênio
oxidase (PPO) na via biossintética da clorofila. Em animais de experimentação, o
sistema hematopoiético foi identificado como alvo de toxicidade em estudos de
exposição repetida, evidenciado por sinais de anemia e aumento nos níveis de
porfirina sanguínea, consistente com a inibição da PPO presente na cadeia de
biossíntese do grupamento heme das hemoglobinas.

Diurom: não são conhecidos os mecanismos específicos de toxicidade desta


substância em humanos. Em estudos de toxicidade repetida em animais de
experimentação, o sistema sanguíneo foi identificado como alvo de toxicidade do
diurom. Considera-se que este mecanismo esteja relacionado com a presença de
metabólitos anilínicos, que possuem propriedades oxidantes sobre a hemoglobina,
resultando em contagem reduzida de eritrócitos e concentrações aumentadas de
metahemoglobina.

1,2-ethanediol: os mecanismos de toxicidade são considerados multifatoriais, e


envolvem a formação de metabólitos tóxicos, a formação de cristais de oxalato de
cálcio, o aumento da acidose metabólica e/ou desregulação osmótica, e efeito
citotóxico direto.

Sintomas e sinais Não são conhecidos sintomas específicos do produto formulado em humanos.
clínicos Em estudos em coelhos, o produto foi considerado não irritante para a pele e olhos.
O produto também não causou sensibilização dérmica em cobaias.

Sulfentrazona: não são conhecidos sintomas específicos em humanos. Com base


em estudos em animais, por causar inibição da enzima protoporfirinogênio oxidase
(PPO), a exposição crônica ou a exposição aguda oral a grandes quantidades da
substância pode levar à redução de eritrócitos e, em casos mais graves, anemia.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.

Página 14 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com


vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia.
Efeitos crônicos: Não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos.

Diurom: a intoxicação por herbicidas da classe das ureias substituídas pode


ocorrer após a exposição por via oral de grandes quantidades.
Exposição cutânea: em contato com a pele, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição respiratória: quando inalado, pode causar irritação do trato
respiratório, com tosse, ardência do nariz, boca e garganta.
Exposição ocular: em contato com os olhos, o produto pode causar irritação, com
ardência e vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode causar irritação do trato gastrointestinal, com
vômito, náuseas, dor abdominal e diarreia. Em casos raros pode ocorrer
metemoglobinemia, que dependendo da sua gravidade pode gerar sintomas como
dor de cabeça, fadiga, fraqueza, tontura, síncope, taquicardia dispneia, evoluindo
para convulsões, disritmias cardíacas, coma e parada cardiorrespiratória.
Efeitos crônicos: não são conhecidos efeitos de toxicidade após exposição
crônica em humanos. Em animais, a exposição repetida ao diurom provocou
anemia hemolítica.

1,2-ethanediol: a intoxicação sistêmica é esperada somente após exposição a


grandes quantidades desta substância.
Exposição cutânea: o 1,2-ethanediol apresenta baixo potencial irritativo para a
pele, no entanto, a exposição repetida pode causar dermatite alérgica em
indivíduos susceptíveis.
Exposição respiratória: o risco de inalação é pequeno em função do 1,2-
ethanediol apresentar uma baixa pressão de vapor em temperatura ambiente. No
entanto, se inalado, pode ocorrer irritação do trato respiratório superior, com tosse,
irritação na garganta e cefaleia. Nos casos de inalação de vapores com
concentrações elevadas do produto podem ocorrer intoxicações com sintomas
semelhantes aos observados por ingestão.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência
e vermelhidão.
Exposição oral: inicialmente (período de 1-4 horas após exposição) podem
ocorrer náuseas, vômitos, depressão do SNC (ataxia, fadiga, sonolência, vertigem,
nistagmo, convulsões) e acidose metabólica leve a grave. Após 24 horas podem
ocorrer sintomas cardio-pulmonares como dispneia, hiperventilação, taquicardia,
elevação da pressão arterial e edema pulmonar. Após 24-36 horas podem ocorrer
lesões importantes nos rins, com insuficiência renal (necrose tubular e depósito de
cristais de oxalato de cálcio). Em casos mais graves, os sintomas podem levar a
morte.
Efeitos crônicos: o principal órgão-alvo é o rim.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
Sulfentrazona: em pacientes com suspeita de porfiria devem ser observados
hemograma completo, enzimas hepáticas, perfil metabólico básico, urinálise e
níveis de porfirina no soro.
Diurom: realizar a dosagem de metahemoglobina em pacientes com cianose.
1,2-ethanediol: a dosagem sérica de 1,2-ethanediol pode auxiliar na confirmação
da exposição. Níveis séricos maiores que 25 mg/dL estão normalmente
associados à toxicidade significativa.
Tratamento CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros: Evitar aplicar
respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto. A pessoa que

Página 15 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

presta atendimento ao intoxicado, especialmente durante a adoção das medidas


de descontaminação, deverá estar protegida por equipamento de segurança, de
forma a não se contaminar com o agente tóxico.

Tratamento geral e estabilização do paciente: As medidas gerais devem estar


orientadas à estabilização do paciente com avaliação de sinais vitais e medidas
sintomáticas e de manutenção das funções vitais (frequência cardíaca e
respiratória, além de pressão arterial e temperatura corporal). Estabelecer via
endovenosa. Avaliar estado de consciência.
- Monitorar os níveis de eletrólitos séricos e a função renal em casos de intoxicação
pelo 1,2-ethanediol.

Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.

Medidas de Descontaminação e tratamento:


O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental
impermeáveis.

Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo,
mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o
indivíduo estiver deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em casos
de intoxicação por sulfentrazona e diurom. Avaliar a necessidade de administração
de carvão ativado. Se necessário, administrar uma suspensão de carvão ativado
em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25
a 100 g; crianças 25 a 50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: lavagem gástrica geralmente não é recomendada. Somente
cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da substância em uma
quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser realizada logo após a
ingestão (geralmente dentro de 1 hora).

Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.

Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos.
Lavar a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por, pelo menos, 15 minutos. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou
fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
específico.

Página 16 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

ANTÍDOTO: não existe antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático e


de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais.

Medidas sintomáticas e de manutenção:


- Em caso de metemoglobinemia sintomática (geralmente em concentrações
acima de 20 e 30%), tratar com azul de metileno por via intravenosa e
oxigenoterapia.
- Considerar a administração de inibidores da enzima álcool desidrogenase (ADH)
como etanol e fomepizol em casos de intoxicação por 1,2-ethanediol para inibir a
formação de metabólitos tóxicos. O regime de dose a ser aplicado deve ser
avaliado pelo médico de acordo com a gravidade do caso clínico.
- Em casos de acidose metabólica grave, considerar a realização de hemodiálise
após a administração de inibidores de ADH.
Contraindicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
A lavagem gástrica é contraindicada em casos de perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não intubados;
pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
Efeitos das Não disponível.
interações
químicas
ATENÇÃO Para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e
tratamento, ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001. Rede Nacional de
Centros de Informação e Assistência Toxicológica (RENACIAT/ANVISA/MS).
As intoxicações por Agrotóxicos e Afins estão incluídas entre as Doenças e
Agravos de Notificação Compulsória.
Notifique o caso no sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Notifique no Sistema de Notificação em Vigilância Sanitária (Notivisa).
Telefone de Emergência da Empresa: 0800 3435450 e (34) 3319-3019 (24
horas)
Endereço eletrônico da empresa: [Link]

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:


“Vide item Toxicocinética” e “Vide item Toxicodinâmica”.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos:
DL50 oral em ratos: >2000 mg/kg p.c.
DL50 dérmica em ratos: >2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória em ratos (4 horas): não determinada nas condições do teste (>4,623 mg/L).
Corrosão/irritação cutânea em coelhos: o produto aplicado na pele de coelhos causou eritema em 3/3 dos
animais. Todos os sinais de irritação foram completamente revertidos em 72 horas após o tratamento. Nas
condições de teste, o produto foi classificado como não irritante para a pele.
Corrosão/irritação ocular em coelhos: o produto aplicado nos olhos dos coelhos produziu hiperemia na
conjuntiva em 3/3 olhos testados. Todos os sinais de irritação foram completamente revertidos dentro de
24 horas após a aplicação. Não foram observados efeitos na córnea ou na íris dos animais. Nas condições
de teste, o produto foi classificado como não irritante para os olhos.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.
Mutagenicidade: o produto não demonstrou potencial mutagênico no teste de mutação gênica reversa em
bactérias (Teste de Ames) nem no teste de micronúcleo em medula óssea de camundongos.

Efeitos crônicos:
Sulfentrazona: em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos com o produto técnico (Sulfentrazona) em
cães, camundongos e ratos, os principais efeitos observados foram alterações nos parâmetros
Página 17 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

hematológicos, tais como a diminuição dos valores de hemoglobina e hematócrito. Não apresentou
potencial carcinogênico. Estudos subcrônicos e crônicos em camundongos e cães identificaram o sistema
hematopoiético como órgão alvo da sulfentrazona. A inibição da Protoporfirinogênio oxidase pode resultar
em desregulação da síntese de heme em mamíferos. Estudos conduzidos em células procariontes (in vitro)
e eucariontes (in vivo) demonstram que a sulfentrazona não apresentou potencial genotóxico. Estudos
toxicológicos sobre o desenvolvimento em ratos mostraram LOEL materno de 50mg/kg/dia baseado em
aumento relativo do peso baço e hematopoiese extramedular esplênica. O NOEL materno é 25mg/kg/dia.
O LOEL para desenvolvimento fetal é 25mg/kg/dia baseado na diminuição do peso fetal e retardo no
desenvolvimento esquelético e diminuição no número de vértebras caudais e locais de ossificação do
metacarpo.

Diurom: ratos tratados com diurom por 20 semanas mostraram necrose celular e hiperplasia urotelial. Em
ratos tratados com diurom por 7 ou 3 semanas mostraram diminuição na contagem de eritrócitos e
aumento de metahemoglobina. Estudos em ratos e cachorros por 2 anos mostram retardo no crescimento,
anemia leve, aumento na eritropoiese e hemosiderose no baço.

1,2-ethanediol: em ratos, a exposição oral repetida a doses muito altas desta substância (doses superiores
a 950 mg/kg p.c/dia, em ratos machos, e 3100 mg/kg p.c./dia, em ratos fêmeas, em estudo de 90 dias)
promoveu efeitos nos rins (lesões microscópicas, hiperplasia, nefrite, necrose, hematúria, fibrose e
deposição de cristais em túbulos renais) e depressão do sistema nervoso central. O 1,2-ethanediol não
apresentou potencial cancerígeno em estudos em ratos e camundongos. Em estudos conduzidos em ratos
e camundongos, o 1,2-ethanediol causou aumento da mortalidade fetal e da incidência de alterações
externas e esqueléticas. No entanto, estes efeitos ocorreram apenas após a ingestão ou inalação de altas
concentrações desta substância [em ratos, NOAEL 250 mg/kg p.c./dia pela via oral; em camundongos,
NOAEL de 150 mg/m³/6h/dia (0,15 mg/L/6h/dia) por exposição inalatória (corpo total) e 1000 mg/m³/6h/dia
(1,0 mg/L/6h/dia) após exposição exclusivamente inalatória (nose only)]. Não foram observados efeitos
adversos em coelhos. A formação do metabólito ácido glicólico, pode estar envolvido no mecanismo de
ação para estes efeitos. Doses seguras de exposição foram estabelecidas.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS:


Por não ser produto com finalidade terapêutica, não há como caracterizar efeitos adversos em humanos.

SINTOMAS DE ALARME:
Dificuldade respiratória (dispneia), náusea, tontura, fraqueza, dores de cabeça, taquicardia e/ou cianose.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO


AMBIENTE:

Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (Classe I).
(X) Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II).
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (Classe IV).

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo
atingir principalmente águas subterrâneas;
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas;
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a
contaminação da água.

Página 18 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água


e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500
(quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento
público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas,
agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às
atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E


PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou
outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o
recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação
Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:


- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - Telefone
de emergência 0800-3435450 ou (34) 3319-3019.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha,
óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma
pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais
utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o
órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem
adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da
quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando
a favor do vento para evitar intoxicação

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E


DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA
UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos
de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Página 19 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu
esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição
vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:


Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes
procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a
boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão,
direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada
com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.

Página 20 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um
ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas medicamentos, rações,
animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as
embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA


É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde for adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS


A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada
pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O


FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA


EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO


Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação,
equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:


O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui
o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não
podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Página 21 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022
FMC Química do Brasil Ltda.
Av. Dr. José Bonifácio Coutinho Nogueira, 150
1º A. Jd Madalena - Galleria Plaza
13.091-611 Campinas - SP - Brasil
+ 55 19 2042 4500
[Link]
[Link]

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL


OU MUNICIPAL
Observe as restrições e/ou disposições constantes na legislação estadual e/ou municipal concernentes às
atividades agrícolas.

FMC e Stone são marcas comerciais da FMC Corporation e/ou de uma afiliada. © 2017-2022 FMC
Corporation. Todos os direitos reservados.

Página 22 de 22
BL Herbicida Stone – Adequação Bula – 20out2022

Você também pode gostar