Feroce
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BULA
FEROCE
COMPOSIÇÃO:
O,S-dimethyl acetylphosphoramidothioate (ACEFATO)..............................................850 g/kg (85% m/m)
2-methylbiphenyl-3-ylmethyl (Z)-(1RS,3RS)-3-(2-chloro-3,3,3-trifluoroprop-1- enyl)-2,2-dimethylcyclopropa-
necarboxylate (BIFENTRINA).....................................................................................30 g/kg (3% m/m)
Outros Ingredientes............................................................................................120 g/kg (12 % m/m)
GRUPO 1B INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
FORMULADOR:
Cerexagri B.V.
Tankhoofd 10- 3196 KE, Vondelingenplaat, Rotterdam - Holanda
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UPL Limited.
Unit 3 - Plot Nº 3101/3102, G.I.D.C., Ankleshwar - 393002, District - Bharuch, State - Gujarat - Índia
No do lote ou partida:
Data de fabricação: VIDE EMBALAGEM
Data de vencimento:
Indústria Brasileira
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INSTRUÇÕES DE USO:
FEROCE é uma combinação de inseticidas dos grupos 1B (Acefato) e 3A (Bifentrina) com ação sistêmica, de
contato e ingestão recomendado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo relacionadas.
PRAGAS DOSE
VOLUME DE NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE
CULTURA Nome comum Produto
CALDA APLICAÇÃO
(Nome científico) Comercial
(g/ha)
Iniciar as pulverizações no início do
Vaquinha-verde-amarela desenvolvimento da cultura, quando
(Diabrotica speciosa) do aparecimento da praga repetindo
BATATA com intervalo mínimo de 7 dias.
400 a 600 500 L/ha
Utilizar as maiores doses em
Pulgão-verde condições de altas infestações.
(Macrosiphum euphorbiae) Realizar no máximo 3 aplicações por
ciclo ou safra da cultura.
Iniciar as pulverizações no início do
desenvolvimento da cultura, quando
do aparecimento da praga repetindo
Cigarrinha-do-milho com intervalo mínimo de 5 dias.
MILHO 600 a 750 200 L/ha
(Dalbulus maidis) Alternar as aplicações com produtos
com outro modo de ação. Realizar no
máximo 3 aplicações por ciclo ou
safra da cultura.
Realizar monitoramento das áreas
semanalmente no período mais
Lagarta-falsa-medideira fresco do dia, de manhã ou à tarde,
800 a 1200
(Chrysodeixis includens) avaliando-se 1 metro linear de
plantas de um lado da fileira da
cultura, com o método de pano-de-
SOJA 200 L/ha batida. Iniciar as aplicações toda vez
que as pragas alcançarem o nível de
Percevejo-marrom dano econômico respeitando um
1000 a 1200 intervalo mínimo de 10 dias. Utilizar
(Euschistus heros)
a maior dose em altas infestações.
Realizar no máximo 3 aplicações por
ciclo ou safra da cultura.
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Preparo da calda:
Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam
devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de
50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador.
FEROCE é acondicionado em saco hidrossolúvel, que é totalmente dissolvido em contato com a água, não
havendo necessidade de abrir ou cortá-lo. A embalagem hidrossolúvel deve ser despejada diretamente no tanque
de preparo da solução.
Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador
até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente as embalagens
hidrossolúveis no tanque ou pré-misturador. Adicione a embalagem fechada e jamais corte ou abra a embalagem
hidrossolúvel. Mantenha a agitação totalmente ligada no tanque ou no pré-misturador por no mínimo 5 minutos
após a adição da última embalagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com
água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada,
respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-
misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da
aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque
do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda
parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do
pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais
de seção de barra.
Condições meteorológicas:
Limpeza do pulverizador:
Pulverizadores de barra:
1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20
minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água
contaminada;
2- Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais
abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4- Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas
as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na
bomba ao ser ligada novamente;
5- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos
em local apropriado de coleta de água contaminada.
Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue
a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos,
esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Bula 2022 04 04 – FEROCE
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Batata:..................................30 dias
Milho:....................................40 dias
Soja:.....................................30 dias
LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas;
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
GRUPO 1B INSETICIDA
GRUPO 3A INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida FEROCE pertence ao grupo 1B (Inibidores de Acetilcolinesterase – Organofosforado) e ao grupo 3ª
(Moduladores de canis de sódio – Piretróide) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo
grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do FEROCE como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é
necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 1B e 3A. Sempre rotacionar com produtos
de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar FEROCE ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação”
(janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de FEROCE podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de
aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do
FEROCE, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico Organofosforado e
Piretróide não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na
bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do FEROCE ou outros produtos dos Grupos 1B e 3A
quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem
controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas,
controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
Bula 2022 04 04 – FEROCE
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• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para
o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR
([Link]), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ([Link]).
PRECAUÇÕES GERAIS
- Produto para uso exclusivamente agrícola;
- O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado;
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas;
- Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados;
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da
especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante;
- Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de
criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e
procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance
de crianças e animais;
- Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão,
botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas;
- Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de
limpeza, conservação e descarte do EPI danificado.
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Nocivo se ingerido
ATENÇÃO
Pode ser nocivo se inalado
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Exposição cutânea: o contato com a pele, pode causar irritação com ardência e
vermelhidão.
Exposição respiratória: a inalação de grandes quantidades de acefato também
pode causar manifestações clínicas constituídas pelas síndromes muscarínica,
nicotínica e/ou neurológica.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação, com ardência e
vermelhidão.
Exposição oral: a ingestão pode resultar no mesmo quadro clínico constituído pelos
efeitos muscarínicos, nicotínicos e do sistema nervoso central.
Efeitos crônicos: os principais efeitos da exposição ao acefato, tanto aguda quanto
repetida, são decorrentes da inibição da acetilcolinesterase. Os organosfosforados
são rapidamente biotransformados e excretados, e a intoxicação subaguda ou
crônica são raras. No entanto, intoxicações agudas ou a exposição crônica podem
levar a efeitos adversos tardios. Como a reversibilidade da inibição da
acetilcolinesterase ocorre de forma lenta para os organofosforados, pode haver um
acúmulo deste efeito. Assim, um indivíduo pode experimentar uma inibição
progressiva da acetilcolinesterase até atingir níveis críticos que geram sinais e
sintomas que se assemelham aos produzidos pela exposição aguda. A interrupção
da exposição normalmente resulta em recuperação completa do indivíduo.
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Bifentrina: a exposição aguda a bifentrina, pelas vias oral, dérmica e inalatória, pode
causar efeitos tóxicos característicos de intoxicação por piretroides como efeitos no
sistema nervoso central (dor de cabeça, tonturas, convulsões e coma) e no sistema
nervoso periférico (parestesia). O contato com a pele pode causar sensibilização
dérmica. Reações de hipersensibilidade respiratória são raras em intoxicações por
piretroides tipo I, mas podem ocorrer em indivíduos susceptíveis.
Exposição cutânea: em contato com a pele pode causar parestesia (sensação de
coceira e queimação ou formigamento na pele), irritação com vermelhidão e
ressecamento além de dermatite de contato em indivíduos susceptíveis. Sintomas
sistêmicos conforme descritos em exposição oral também podem ocorrer em caso
de absorção da substância pela via dérmica.
Exposição respiratória: se inalada, a substância pode causar efeitos irritantes no
trato respiratório caracterizados por tosse, ardência no nariz e na garganta. Pessoas
sensíveis podem apresentar reações de hipersensibilidade manifestadas por espirros,
respiração ofegante, broncoespasmos, rinite, faringite, bronquite e pneumonite.
Sintomas sistêmicos conforme descritos em exposição oral também podem ocorrer
em caso de exposição a grandes quantidades da substância pela via inalatória.
Exposição ocular: em contato com os olhos, pode causar irritação com dor,
lacrimação, ardência e vermelhidão.
Exposição oral: se ingerida, pode causar irritação no trato gastrointestinal,
manifestada por sensação de queimação na boca, laringe e faringe, náusea, vômito
e diarreia. A exposição oral a grandes quantidades de bifentrina também pode causar
efeitos tóxicos sistêmicos manifestados por parestesia (sensação de coceira e
queimação ou formigamento na pele), dores de cabeça, tremores, salivação,
tonturas e, em casos mais graves, podem ocorrer convulsões e coma.
Efeitos crônicos: o sistema nervoso foi identificado como o principal alvo de
toxicidade da bifentrina em estudos em animais de experimentação. O sintoma mais
frequentemente relatado nos estudos de exposição ocupacional é a parestesia,
caracterizada por dormência, coceira, queimação ou formigamento da pele.
DIAGNÓSTICO O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de
quadro clínico compatível.
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Proteção das vias aéreas: Garantir uma via aérea patente. Sucção de secreções
orais se necessário. Administrar oxigênio conforme necessário para manter
adequada perfusão tecidual. Em caso de intoxicação severa, pode ser necessária
ventilação pulmonar assistida.
Exposição oral:
- Em caso de ingestão do produto, a indução do vômito não é recomendada.
Entretanto, também não é indicada a sua inibição, caso ele ocorra de forma
espontânea em pacientes intoxicados.
- Lave a boca com água em abundância. Em caso de vômito espontâneo, mantenha
a cabeça abaixo do nível dos quadris ou em posição lateral, se o indivíduo estiver
deitado, para evitar aspiração do conteúdo gástrico.
- Carvão ativado: os benefícios do carvão ativado não são conhecidos em caso de
intoxicação por acefato ou bifentrina. Avaliar a necessidade de administração de
carvão ativado. Se necessário, quando a ingestão for recente e paciente ainda
assintomático, administrar uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de
água/30 g de carvão). Dose usual - adultos/adolescentes: 25 a 100 g; crianças 25 a
50 g (1 a 12 anos) e 1 g/kg (menos de 1 ano de idade).
- Lavagem gástrica: a lavagem gástrica não é recomendada devido ao risco de
aspiração. Somente cogitar a descontaminação gastrintestinal após ingestão da
substância em uma quantidade potencialmente perigosa à vida e se puder ser
realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora).
Exposição inalatória:
Remover o paciente para um local arejado. Monitorar quanto a alterações
respiratórias e perda de consciência. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória,
avaliar quanto à irritação do trato respiratório, edema pulmonar, bronquite ou
pneumonia. Administrar oxigênio e auxiliar na ventilação, conforme necessário.
Exposição dérmica:
Remover as roupas e acessórios contaminados e proceder descontaminação
cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios), unhas e cabelos. Lavar
a área exposta com água em abundância e sabão. Se a irritação ou dor persistirem,
o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição ocular:
Lavar os olhos expostos com grande quantidade de água à temperatura ambiente
por, pelo menos, 15 minutos. Em caso de produto sólido, assegurar que todas as
partículas tenham sido removidas com a lavagem. Evitar que a água de lavagem
contamine o outro olho. Se irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia
persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
ANTÍDOTO:
Acefato: atropina - antagonista dos efeitos muscarínicos, a atropina não age sobre
os efeitos nicotínicos. Dose de 1,0-4,0 mg em fase de ataque (adultos), e 0,01 a
0,05 mg/kg em crianças, por via EV, diluída em soro fisiológico na proporção de 1:2.
Repetir, se necessário, a cada 5 a 10 minutos. As preparações de atropina disponíveis
no mercado têm, normalmente, a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/mL.
O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico e se baseia
na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorreia e na constatação do
desaparecimento da fase hipersecretora, ou no aparecimento de sintomas de
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Efeitos crônicos:
Acefato: Após a administração oral crônica de Acefato, foram observadas: inibição da atividade da enzima
acetilcolinesterase eritrocitária e plasmática (ratos e camundongos); hepatotoxicidade; toxicidade pulmonar;
rinite (camundongos) e alterações comportamentais.
Bifentrina: O sistema nervoso é o principal alvo da toxicidade repetida da bifentrina. Os principais efeitos
neurotóxicos observados em cães, camundongos e ratos após exposição pela via oral foram tremores e
convulsões. Em estudos de 2 anos em ratos, LOAEL de 100 ppm (equivalente a 4,7 mg/kg p.c. dia em machos e
6,1 mg/kg p.c./dia em fêmeas) e NOAEL de 50 ppm (equivalente a 2.3 mg/kg p.c. dia em machos e 3 mg/kg
p.c./dia em fêmeas). Em cães, LOAEL de 3 mg/kg p.c./dia e NOAEL de 1,5 mg/kg p.c./dia em estudo de 52
semanas. Em estudo de toxicidade repetida (21 dias) pela via dérmica, em ratos, o NOAEL estabelecido foi de 50
mg/kg p.c. para os efeitos sistêmicos (tremores, marcha cambaleante e flexão exagerada do membro posterior).
Em estudo em camundongos foi observado aumento da incidência de tumores, estatisticamente relevante apenas
na maior dose testada de 600 ppm (92 mg/kg p.c./dia). Em ratos, no entanto, não foi observado aumento na
incidência de tumores. A relevância para humanos destes achados observados em camundongos é desconhecida,
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mas, devido à ausência de tumores em ratos e ausência de potencial genotóxico da bifentrina em estudos in vitro
e in vivo, níveis seguros de exposição foram estabelecidos.
Em estudo de toxicidade para a reprodução, não foram observados efeitos tóxicos sobre os parâmetros
reprodutivos em ratos. Em estudos em ratos e coelhos, não foram observadas evidências de potencial
teratogênico.
• Este produto é:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
X Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir
principalmente águas subterrâneas;
• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para peixes;
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o
produto no período de maior visitação das abelhas.
• Evite a contaminação ambiental – Preserve a Natureza;
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a
contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do
ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos)
metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamento de animais e vegetação suscetível
a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades
aeroagrícolas.
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• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos
protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado
devidamente. O produto derramado não deverá ser maisutilizado. Neste caso consulte o registrante através
do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima;
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão
ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas
dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do
vento para evitar intoxicação.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
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TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -
modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações,
animais e pessoas.
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