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Oriki Osun

Este poema é uma oração dedicada à divindade Oxum no candomblé. Ele descreve Oxum como a deusa das águas, cuja água flui sem parar e invade as casas dos traidores. O poema saúda Oxum por sua grande potência e graça, e afirma que os filhos de Oxum não são preguiçosos.

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Janaina Amaral
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Oriki Osun

Este poema é uma oração dedicada à divindade Oxum no candomblé. Ele descreve Oxum como a deusa das águas, cuja água flui sem parar e invade as casas dos traidores. O poema saúda Oxum por sua grande potência e graça, e afirma que os filhos de Oxum não são preguiçosos.

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AWOFA OLUMOKO SANGOGBEMI

Oriki Osun.

Osun siginsi!

Omi o siri,

Omi o gbegbe lulu,

Omi a wowo ma da,

Osun, omi a san rere wole odale,

Omi ya,

Omi yu,

Onimale odo,

Olade-kolu,

Osun gbinnikungbinnikun,

Lo la ile dele alafojudi,

Olowo jarara wokun,

O san rere Wole odale,

Kare o!

A fi ilu gba ase,

Agbaja obinrin,

A bimo maa bi ole,

Ori Yeye o!

Ase!
AWOFA OLUMOKO SANGOGBEMI

Tradução:

Oxum Siginsi!

A água não flui para trás,

O rio caudaloso nos ensina que é infinita a quantidade de


água na terra,

Água que flui sem transbordar,

Oxum, a água que flui e invade a casa dos traidores,

Água prá lá,

Água prá cá,

Oxum, a divindade das águas,

A riqueza veio de encontro à divindade,

Oxum, com sua grande potência,

Abriu caminho até a casa do irreverente,

Água que escorre até o mar,

Correnteza d’água que se arrasta até a casa do traidor,

Saudações à graciosa Mãe Oxum!

Você, que recebe oferendas ao som dos tambores,

A mulher que protege a si mesma,

Quem é filho d’Oxum não é preguiçoso,

Oh, graciosa mãe Oxum!

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