CONHECENDO UM POUCO DA
INCONTINÊNCIA
URINÁRIA FEMININA
CONHECENDO UM POUCO DA
INCONTINÊNCIA URINÁRIA FEMININA
Produção:
Equipe da Coordenação de Projetos
de Extensão UnATI/UERJ
2020
UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Reitor
Prof. Dr. Ricardo Lodi Ribeiro
Vice-reitor
Prof. Dr. Mario Sergio Alves Carneiro
Pró-reitor de Graduação (PR1)
Prof. Dr. Lincoln Tavares Silva
Pró-reitor de Pós-Graduação e Pesquisa (PR2)
Prof. Dr. Luís Antônio Campinho Pereira da Mota
Pró-reitora de Extensão e Cultura (PR-3)
Profª. Dra. Cláudia Gonçalves de Lima
UNATI - Universidade Aberta da Terceira Idade
Diretor
Prof. Dr. Renato Peixoto Veras
Vice-diretor
Prof. Dr. Paulo de Tarso Veras Farinatti
Assessoria de Comunicação Social
Msc. Marcos Fernando Martins Teodoro
Programação Visual e Capa
Saulo Rodrigues Freitas
Produção textual
Msc. Ísis Simões Jardim Motta
Revisão
Dra. Andreia de Souza de Carvalho e Marcio Jardim
ÍNDICE
Apresentação ………...……….................................…………………………….............….... 05
Introdução ...…......................................………...……….………..………….....…….....……... 06
Proporção de casos de Incontinência
Urinária (IU) …...........................................................................................................… 07
Como acontece o ato de urinar? .…….........................….....……………..…… 08
.
Um pouco da anatomia das estruturas
envolvidas na IU ……………………………..…….........……………………….…………....…... 09
Fatores de risco para a IU ………….……..........……....................……..………..…... 11
Tipos de Incontinência Urinária …………………............…...……............…..…. 12
Incontinência Urinária e o envelhecimento …………..................….… 13
.
Prolapsos de órgãos pélvicos ……………………..................……................…… 14
Avaliação da IU ………….....................................…………………………………..…….……. 16
Fazendo um foco na fisioterapia / avaliação
Fisioterapêutica da IU……...….........................….......………………………………...…..17
Tipos de tratamento ………………........……….……..…..…….............................……... 18
Fisioterapia ………...........................................……………………………..……..……………... 18
Terapia Comportamental ……….........……………..…….......................………….... 20
Prevenção da IU …………......….................................…………………….……………….…. 21
Referências ………………………………......…................................………….…………………. 22
Telefones úteis …………………………………......….……..……...............................…….…. 23
APRESENTAÇÃO
A Cartilha que ora apresentamos é parte integrante do projeto
“Recursos Comunitários à Pessoa Idosa”, desenvolvido na Coor-
denação de Projetos de Extensão da UnATI, na UERJ. A produção
de materiais informativos, em formato de cartilhas, visa demo-
cratizar informações que ajudem a pessoa idosa a garantir a efe-
tivação de seus direitos.
Instrumentos como cartilhas de ações educativas facilitam a
disseminação de informações que podem mudar a vida de um
idoso ou idosa. Uma sociedade consciente é capaz de cobrar do
Estado a garantia e proteção dos direitos da pessoa idosa. So-
mente assim poderemos ter a possibilidade de uma sociedade
mais igualitária.
Apresentamos o lançamento da nossa décima cartilha - “Conhe-
cendo um pouco da incontinência urinária feminina”. As outras
nove foram: Idosos nos domicílios, pandemia e procedimentos
pós-abertura; Cartilha Rio de Janeiro para os idosos: opções de
arte, cultura e lazer; Cartilha de orientação de medicamentos
em pessoas idosas: direitos e cuidados; Cartilha de prevenção à
violência contra o idoso; Cartilha sobre acessibilidade para ido-
sos; Cartilha de procedimentos bancários para a pessoa idosa;
Cartilha do Cuidador de Idoso; Cartilha de Violação dos Direitos
da Pessoa Idosa e a Cartilha sobre instituições de Longa Perma-
nência para idosos. Essas cartilhas estão disponíveis no site da
UnATI (http://www.unatiuerj.com.br).
Equipe da Coordenação de Projetos
de Extensão da UnATI/UERJ.
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INTRODUÇÃO
Vamos abordar nesta Cartilha um problema de saúde, chamado
Incontinência Urinária, que passaremos a chamar de IU.
Esta afecção é considerada uma das grandes Síndromes Geriá-
tricas. Tal condição pode trazer problemas de diferentes propor-
ções para as pessoas que a têm. Ela pode causar isolamento, ver-
gonha, constrangimento e até depressão, dependendo do tipo
de IU e do estado em que ela se encontra.
A Sociedade Internacional de Continência (ICS) definiu a IU
como “A perda Involuntária de Urina”. Quando perdemos urina
porque tossimos, porque não deu tempo de chegar ao banheiro
ou até sem sentir, perdemos urina sem querer, portanto, invo-
luntariamente.
Em todos os lugares do mundo onde se pesquisou a IU esta foi
encontrada. Entretanto, trabalhos apontam que, de uma forma
geral, o idoso pode levar em média até 8 anos para contar a al-
gum profissional de saúde que tem perda de urina sem querer.
Isso ocorre por vários motivos.
A IU não é uma alteração normal do envelhecimento. Se uma
pessoa idosa apresentar tal problema, esta deve relatar ao pro-
fissional de saúde que se sentir à vontade. Ele vai orientar e en-
caminhar esta idosa para os profissionais especializados nesta
afecção, para que a mesma seja tratada.
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PROPORÇÃO DE CASOS DE INCONTINÊNCIA
URINÁRIA (IU)
Há vários estudos que apontam o número de casos de IU num
determinado momento temporal. Destacamos o estudo de
Hunskaar e Melville, mostrando que os casos de IU aumentam
com a idade, acometendo jovens adultas em torno de 20% a 30%;
apresentando um pico em torno da meia-idade, 30% a 40% e um
aumento nas mulheres mais velhas, em torno de 30% a 50%. O
Pesquisador Oliveira, concluiu que, em mulheres idosas maiores
de 60 anos, com domicílio em São Paulo, o número de casos no-
vos de IU registrada por meio de entrevistas foi de 26,2%.
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COMO ACONTECE O ATO DE URINAR?
O ato de urinar é um evento complexo. Vamos começar falando
um pouco dos órgãos que compõem o sistema urinário.
O primeiro é o nosso cérebro. É através da perfeita coordenação
de complexas estruturas cerebrais, mandando e recebendo es-
tímulos para os órgãos ligados a micção propriamente dita que
esta começa e termina.
A Micção compreende a fase de armazenamento e a fase de co-
locar para fora a urina armazenada na bexiga.
Controle alto
da micção
Controle da Micção
ao nível da Medula
· Tóraco lombar
Controle da Micção ao
Nivel Medular · Sacro
Figura 1. Controle neurológico da micção
O ato de urinar compreende dois momentos: fase de armazena-
mento e fase de expulsão da urina. A uretra e a bexiga partici-
pam desta função de uma forma oposta.
Acima de tudo para que tenhamos a continência urinária fatores
anatômicos e constitucionais de órgãos ligados à micção preci-
sam estar coordenados.
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UM POUCO DA ANATOMIA DAS ESTRUTURAS
ENVOLVIDAS NA IU
Sistema Urinário
Rins - Temos dois. Eles são os principais órgãos responsáveis
pela limpeza interna do corpo;
Bexiga - É um órgão elástico que age fazendo uma reserva
temporária de urina. Em condições saudáveis a bexiga con-
segue armazenar de 200 a 300 ml de urina. Ela é revestida
pelo músculo detrusor que tem uma relação direta com o
armazenamento e esvaziamento da bexiga. A Bexiga pode
acumular, sem tanto desconforto de 400 a 500 ml de urina.
O primeiro desejo miccional pode surgir quando se acumu-
lou de 150 a 200 ml em média;
Uretra - Esta se liga a bexiga, sendo através dela que a urina
sai e é eliminada. Ela tem aproximadamente 5 cm na mu-
lher;
Esfíncter - É o conjunto de estruturas musculares que agem
com a função de conter a urina;
Pelve - Os órgãos da micção estão dentro de uma estrutura
chamada Pelve. Esta é como um anel, formada por ossos,
músculos, ligamentos e fáscias;
Assoalho pélvico - estruturas que dão suporte aos órgãos
abdominais e pélvicos.
A musculatura do assoalho pélvico tem um importante papel na
continência urinária proporcionando uma força oclusiva adicio-
nal na parede uretral.
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Abaixo, na figura 2 , ilustração de parte do Assoalho Pélvico:
Uretra
Vagina
Músculo
Reto
Elevador
do Ânus
Figura 2. Assoalho Pélvico
Os órgãos mais diretamente envolvidos na micção que estão
sob o assoalho pélvico são: bexiga, vagina, uretra e esfíncter.
Na fase de enchimento, a bexiga permanece relaxada e o seu
esfíncter contraído. Na fase de micção propriamente dita a be-
xiga se contrai e seu esfíncter relaxa, colocando para fora o con-
teúdo urinário.
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FATORES DE RISCO PARA A IU
Destacaremos alguns dos muitos fatores de risco:
· Idade;
· Estado hormonal;
· Raça/etnia;
· Tipos de partos (normal, fórceps e cesarianas);
· Peso do maior do recém-nascido;
· Utilização de episiotomia (“corte” na região do períneo para
facilitar o parto);
· Diabetes mellitus;
· Constipação intestinal;
· História de asma brônquica e ou doença pulmonar
obstrutiva crônica.
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TIPOS DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA
Existem tipos diferentes. Destacaremos neste trabalho 3 tipos:
IU de Esforço - Ocorre quando há perda de urina ao tossir, pegar
peso, espirrar e outras ações nas quais a pressão de dentro do
abdome é maior que a pressão do interior da bexiga sem o au-
mento proporcional da pressão de dentro da uretra. Neste caso
há uma fraqueza da musculatura pélvica;
IU por Bexiga Hiperativa - Caracteriza-se pela associação de al-
guns sintomas: urgência urinária, com ou sem incontinência as-
sociada, geralmente acompanhada de aumento de frequência e
nictúria (incontinência urinária noturna);
IU Mista - É o somatório dos tipos de IU acima descritos.
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INCONTINÊNCIA URINÁRIA E O ENVELHECIMENTO
A IU é muito comum na população idosa uma vez que o pro-
cesso de envelhecimento está associado a várias alterações no
trato urinário inferior. Abaixo descreveremos algumas:
· Diminuição da sensibilidade da bexiga;
· A capacidade de contrair e a de adiar a micção estão geralmente
diminuídas;
· Diminuição da pressão de fechamento da uretra;
· Diminuição do hormônio antidiurético;
· Nictúria - Eliminação de volume urinário aumentado durante a
noite. O paciente se levanta várias vezes para urinar;
· O volume de urina que permanece na bexiga após a micção au-
menta com a idade;
· Na mulher a mucosa uretral torna-se hipotrófica em função da
diminuição do estrogênio que vem com a menopausa;
· O comprimento da uretra e a sua pressão de fechamento dimi-
nuem com a idade;
· Há uma tendência ao aumento das contrações involuntárias do
músculo detrusor tanto na mulher quanto no homem;
· A capacidade máxima da bexiga tende a diminuir com o passar
dos anos, o que pode trazer consequências, tais como: urgência
urinária (uma vontade imensa de urinar), aumento na frequência
das micções, entre outras;
· Na mulher a posição da bexiga é alterada pela fragilidade da mus-
culatura e por determinadas estruturas que sustentam a pelve, sur-
gindo prolapsos (descida de órgãos) dos diversos compartimentos.
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PROLAPSOS DE ÓRGÃOS PÉLVICOS
Prolapso é a descida dos órgãos pélvicos pela vagina quando há
fraqueza das estruturas de suporte pélvico.
O prolapso ocorre com alguma frequência e, apesar de não ofe-
recer risco à vida, pode afetar intensamente à qualidade de vida
da mulher.
O prolapso acontece, com mais frequência, em mulheres que
tiveram muitos filhos, como também na mulher idosa por conta
de uma série de alterações que vão acontecendo com o passar
dos anos. A deficiência de estrogênio pós-menopáusica, pode
acarretar uma atrofia genital que propicia o prolapso.
O envelhecimento e algumas de suas alterações fisiológicas e/ou
patológicas também pode ser a origem do prolapso. Obesidade,
tosse crônica, a diminuição fisiológica do colágeno, são outros
fatores que desencadeiam tal disfunção.
Os órgãos que podem prolapsar (descer pela vagina) são: Bexiga
(Cistocele), Uretra (Uretrocele), Intestino delgado (Enterocele),
Reto (Retocele) e Prolapso da vagina..
O prolapso pode estar associado à IU ou não.
O tratamento para o prolapso pode ser conservador ou cirúrgico.
Nos graus leves ou quando a mulher espera a cirurgia, o trata-
mento fisioterápico é indicado objetivando fortalecer a muscu-
latura pélvica.
Nos demais graus, o médico especialista avalia a indicação de cirurgia.
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Abaixo, na figura 3 , dois tipos de Prolapso de Órgãos Pélvicos:
Cistocele
Retocele
Figura 3. Prolapso de Órgãos Pélvicos
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AVALIAÇÃO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA
A avaliação da IU é composta de muitos itens. Dependendo da
Instituição de saúde nem todos os tópicos podem ser avaliados,
razão pela qual abordaremos os mais importantes na nossa ex-
periência clínica e em consonância com a literatura.
História clínica - Itens são levantados por meio de perguntas
feitas à paciente sobre a história que envolve a IU.
Entre outros itens que compõem a história clínica, destacamos o
Diário Miccional por sua relevância.
Neste diário anota-se por 2 a 3 dias e noites a ingestão líquida, as
micções feitas, os episódios de perda e de urgência.
Levantamento da Qualidade de Vida. – A IU não é uma doença
que leve a morte. Entretanto é uma condição que pode trazer
consequências físicas, psicológicas e econômicas, comprome-
tendo a qualidade de vida.
Há questionários que aferem a qualidade de vida de quem tem IU.
Exame Físico - Neste exame o fisioterapeuta observa e toca o
assoalho pélvico da paciente e as regiões anatômicas próximas
objetivando avaliar as possíveis alterações que estejam contri-
buindo para a IU.
Estudo Urodinâmico - É um exame importante, realizado pelo
médico urologista objetivando, através de técnicas próprias fa-
zer um estudo funcional da bexiga e uretra Ele afere se existe ou
não uma IU, o tipo desta afecção e outros pontos importantes
para a compreensão da IU.
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FAZENDO UM FOCO NA FISIOTERAPIA
A avaliação da IU é composta de muitos itens. Dependendo da
Instituição de saúde nem todos os tópicos podem ser avaliados,
razão pela qual abordaremos os mais importantes na nossa ex-
periência clínica e em consonância com a literatura.
AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DA IU
· Exame neurológico;
· Avaliação funcional do assoalho Pélvico;
· Avaliação da força dos músculos do assoalho pélvico;
· Biofeedbck- Aparelho utilizado tanto na avaliação como no tra-
tamento e nas reavaliações do tratamento. Com este recurso se
afere a força desta região de uma forma que o paciente possa
ver e ouvir, conforme ilustra a figura abaixo.
fig 4. Avaliação Manual do Assoalho Pélvico.
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TIPOS DE TRATAMENTO
A IU pode ser tratada com remédios, fisioterapia, associação dos
dois recursos e cirurgia. O que vai determinar o limite do tra-
tamento fisioterapêutico é o grau da IU. O tratamento medica-
mentoso ou cirúrgico será uma escolha do médico especialista
dependendo de alguns fatores.
A FISIOTERAPIA
A Fisioterapia dispõe de recursos que serão utilizados dependen-
do do tipo e do grau da IU, das doenças que o paciente apresenta
(comorbidades), dos recursos que o Serviço de Saúde dispõe.
Em qualquer tipo de IU o exercício terapêutico, denominado cine-
sioterapia, é um recurso de excelência, com resultados positivos.
Nem todas as pessoas que apresentam IU conseguem, de início,
exercitar o assoalho pélvico, por ser uma região que não se treina
habitualmente.
Depois da avaliação fisioterapêutica é traçada a conduta. O Fi-
sioterapeuta planeja um programa, elegendo recursos fisioterá-
picos, a saber: eletroterapia, cones vaginais, laserterapia e a cine-
sioterapia, recurso utilizado SEMPRE. Abaixo temos 2 exemplos
de exercício terapêutico para IU.
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O exercício terapêutico, cinesioterapia, objetiva fortalecer a mus-
culatura pélvica.
Pode ser feito de pé, deitado, usando Bolas Suíças (bola de Pila-
tes), ou com outros artefatos. O tempo de tratamento vai variar
conforme o tipo e o grau da incontinência.
De acordo com a literatura a resposta da fisioterapia é muito
boa, quando corretamente indicada.
Fig 5. Eletroterapia na IU
Fig 6. Biofeedback na IU
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TERAPIA COMPORTAMENTAL
É um recurso que o Fisioterapeuta também utiliza. A terapia
comportamental consiste em um conjunto de técnicas que ob-
jetivam minimizar ou até mesmo eliminar a IU através de mu-
danças de hábitos de vida das pacientes acometidas (MORENO).
É um treinamento da bexiga, a saber: Urinar em tempos deter-
minados aumentando o espaço entre as micções de 15 a 30 mi-
nutos, conforme a mulher conseguir manter. Tal prática objeti-
va aumentar a capacidade vesical de forma progressiva e leva a
mulher a conseguir urinar em um intervalo de 2 a 3 horas entre
as micções.
O Diário miccional, já mencionado acima pode servir de base
para esta terapia.
20
PREVENÇÃO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA
A prática de exercícios terapêuticos para a região pélvica é de
suma importância para mulheres que entram na menopausa,
período onde há um acentuado declínio do estrogênio. Este hor-
mônio está presente em quase todas as estruturas dos órgãos
envolvidos com a micção, razão pela qual, níveis baixos de estro-
gênio podem propiciar o aparecimento da IU. O trabalho profi-
lático é importantíssimo. É uma prática comum o exercício de
músculos dos braços, das pernas, mas, os músculos da região
pélvica necessitam de um aprendizado para contração. O Fisio-
terapeuta pélvico está habilitado para este ensinamento.
Ninguém tem que viver com incontinência urinária, Ela interfere
na qualidade de vida intensamente. Há tratamentos e toda ido-
sa deve falar ao médico, no momento da consulta, ou para outro
profissional de saúde, que está com este problema.
Viver é muito bom, mas viver seca é essencial.
Vamos tratar da Incontinência Urinária?
21
REFERÊNCIAS
HORST, W; SILVA, J.C. Prolapsos de órgãos pélvicos : Revisando a
literatura; Arq.Catarinen Med. 2016, abr-jun;45(2): 91-101.
HUNSKAAR, S; LOSE, G; SYKES, D; VOSS, S. The prevalence of uri-
nary incontinence in women in four European countries. BJU Int.
2004;93(3):324-30.
MELVILLE, J.L; KATON, W; DELANEY, K; NEWTON, K. Urinary in-
continence in us women a population-based study. Arch Intern
Med. 2005;165(14):538-42.
MORENO, AL. fisioterapia em uroginecologia, 2.ed. Rev. e ampl.,
Barueri, SP: Manole, 2009.
OLIVEIRA E, ZULIANI LMM,ISHICAVA J. Avaliação, fatores relacio-
nados à ocorrência da incontinência urinária, faculdade de me-
dicina do abc, departamento de obstetrícia e ginecologia disci-
plina de ginecologia patológica e reprodução humana setor de
uroginecologia e cirurgia vaginal, rev assoc med bras 2010; 56(6):
688-90 Santo André, SP.
RUBISTEINS, I. Clínicas Brasileiras de Urologia, Incontinência uri-
naria na mulher, v.1, São Paulo, SP, Atheneu, 200.
-----------------------------------------------------------------------------------------------------------
Ilustrações da apostila: J.L.Maniouloux - Extraídas da publicação
Clinical Manual Of Incontinence in Womem (ABRAMS P. ARTIBA-
NI W, CARDOZZO L - Based on the Reportsss of the Terceiro Inter-
ntional Consultation on Incontinence – Health Publications , 2005)
22
TELEFONES ÚTEIS
Ambulância: 192
Associação Brasileira Beneficiente de Reabilitação - ABBR:
(21) 3528-6363
Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) - Regional RJ:
(21) 2717-6868
Associação de Parentes e Amigos de Pessoas com Alzheimer
(APAZ): (21) 2223-0440
Corpo de Bombeiros: 193
Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, temos o
NEAPI (Núcleo Especial de Atendimento à Pessoa Idosa):
(21) 2332-6342 / (21) 2332-6343 / WhatsApp: (21) 998800924
Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro: Atendimento
ao cidadão: 129 ou (21) 2332-6224 (Sede)
Defesa Civil: 199
Delegacia Especial de Atendimento à Pessoa de Terceira
Idade (DEAPTI): (21) 2333-9272 / (21) 2333-9273 / (21) 2333-9274
(21) 2333-9275 / (21) 2333-9276 / (21) 2333-9277 / (21) 2333-9260
23
Direitos da Pessoa Idosa: (21) 2333-0190
Disque Direitos Humanos (Denúncias): 100
Ouvidoria do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro: 127
Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia: (21) 2285-8115
(21) 3734-5568 / WhatsApp: (21) 984858026
UNATI - Universidade Aberta da Terceira Idade: (21) 2334-0168
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(21) 2334-0168, ramal 8
24
Universidade Aberta
da Terceira Idade