Circuitos Elétricos
Prof. Douglas Soprani
Instituto Federal do Espírito Santo – campus Vitória
Conteúdo programático
1-Grandezas elétricas e elementos de circuitos;
2-Circuitos resistivos;
3-Técnicas de análise de circuitos;
4-Indutância e capacitância;
5-Resposta de circuitos RL e RC de primeira ordem;
6-Respostas de circuitos RLC;
7-Circuitos de corrente alternada;
8-Potência em corrente alternada;
9-Noções de Transformada de Laplace em circuitos elétricos – Tópicos de
aplicação;
10-Noções de Transformada de Fourier e processamento de sinais –
Tópicos de Aplicação;
11-Noções de Filtros em circuitos elétricos – Tópicos de Aplicação.
Bibliografia
1. NILSSON, J.; RIEDEL, S. A. - Circuitos Elétricos –
10/8/6 ed., São Paulo, Pearson, 2008.
2. DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. - Introdução aos Circuitos
Elétricos - Rio de Janeiro, LTC, 2003.
3. ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. - Fundamentos de
Circuitos Elétricos - São Paulo, BookMan, 2000.
Avaliação prevista
Prova 1 – 25 pontos;
(Tópicos 1 a 3)
Prova 2 – 25 pontos;
(Tópicos 4 a 7)
Prova 3 – 25 pontos;
(Tópicos 8 a 11)
Trabalho de aplicação – 25 pontos.
Circuitos Elétricos
Por que fazer esse curso?
Sistema Elétrico de Potência
Diagrama Unifilar - SEP
ONS – Operador Nacional do Sistema;
SIN – Sistema Interligado Nacional;
ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica;
MME – Ministério de Minas e Energia.
Sistema de Geração
Sistema de Geração
Sistemas de Transmissão
Sistemas de Transmissão
Sistemas de Transmissão
Cabos
Sistemas de Distribuição
Sistemas de Distribuição
Sistemas de Distribuição – Diagrama Unifilar
Transformador de Potência
Modelo Atômico Atual
Cargas elétricas
● A carga é bipolar;
● Existe em quantidades discretas
(1,6 x 10-19C);
● Efeitos elétricos atribuídos ao
movimento de cargas e separação.
Modelo Atômico Atual
● O deslocamento dos prótons não é usual:
○ Elétrons livres: quando o átomo recebe energia e ela
ultrapassa um certo valor, alguns elétrons abandonam as
suas órbitas, passando a orbitar átomos vizinhos;
● A corrente elétrica é o movimento ordenado desses
elétrons livres.
Modelo Atômico Atual
● De acordo com o número de elétrons livres à temperatura ambiente,
podemos classificar os materiais em três grupos:
○ Condutores: elétrons livres circulam com a aplicação de pouca energia (ex:
prata, cobre etc.);
○ Isolantes: elétrons apresentam dificuldade de circular mesmo com muita
aplicação de energia (ex: borracha e papel);
○ Semi-condutores: são materiais que estão no intermediário dessas duas
classificações (ex: silício e germânio.).
Carga elétrica
● Unidade de carga elétrica
● Carga acumulada em um corpo
Potencial Elétrico
● Cargas positivas -> potencial maior;
● Cargas negativas -> potencial menor.
Potencial Elétrico
● A unidade de medida de potencial elétrico é o Volt
[V];
● A diferença de potencial entre dois pontos é igual à
diferença entre o potencial elétrico dos dois pontos;
● A diferença de potencial (ddp) também é chamada de
tensão;
∆V = VA - VB
Tensão e corrente elétrica
O movimento das cargas dá origem a um fluxo elétrico (corrente).
Convenções de polaridade
Potência e energia
Potência e energia
Exemplo (Exercício 1.15)
Quando a bateria de um carro está descarregada, muitas vezes é
possível fazê-lo dar a partida conectando os terminais de sua
bateria aos da bateria de outro carro. Os terminais + e - de uma
bateria são ligados aos terminais + e - da outra, respectivamente.
34
Elementos básicos ideais de circuitos
Temos cinco elementos básicos ideais:
● Fontes de tensão;
● Fontes de corrente;
● Resistores;
● Indutores;
● Capacitores.
35
Fontes de tensão e corrente
Uma fonte ideal de tensão é um elemento de circuito que mantém
uma tensão prescrita em seus terminais, independentemente da
corrente que flui por eles.
36
Fontes de tensão e corrente
De modo análogo, uma fonte ideal de corrente é um elemento de
circuito que mantém uma corrente prescrita em seus terminais,
independentemente da tensão entre eles.
37
Fontes de tensão e corrente
Uma fonte independente estabelece uma tensão ou corrente em
um circuito sem depender de tensões ou correntes existentes em
outros pontos do circuito.
38
Fontes de tensão e corrente
Uma fonte dependente estabelece uma tensão ou corrente cujo
valor depende do valor de uma tensão ou corrente em outro ponto
do circuito.
39
Elementos passivos e ativos
Um elemento ativo é aquele que modela um dispositivo capaz de
gerar energia elétrica.
Elementos passivos modelam dispositivos físicos que não podem
gerar energia elétrica. Resistores, indutores e capacitores são
exemplos de elementos passivos de circuito.
40
Resistência elétrica
Resistência é a capacidade dos materiais de impedir o fluxo de
corrente ou, mais especificamente, o fluxo de carga elétrica. O
elemento de circuito usado para modelar esse comportamento é o
resistor.
● Efeito Joule
● Resistência mensurável
● Condutores de cobre e
alumínio
41
Lei de Ohm
A lei de Ohm é a relação algébrica entre tensão e corrente para um
resistor. Em unidades do SI, a resistência é medida em ohms. A
letra grega ômega (Ω) é o símbolo padrão para o ohm.
42
Potência nos resistores
Podemos calcular a potência nos terminais de um resistor de várias
maneiras.
43
Exemplo 2.3
Em cada circuito da Figura 2.8, o
valor de v ou de i é desconhecido.
a) Calcule os valores de v e i.
b) Determine a potência
consumida em cada resistor.
44
Resposta
a) va = 8V vc = -20V
ib = 10A id = -2A
a) pa = 8W pc = 20W
pb = 500W pd = 100W
45
Resistência elétrica
Condutores de cobre possuem pequena resistência, por isso,
utilizamos cabos e fios de cobre em instalações elétricas.
46
● Curto-circuito
Construção de um ● Circuito aberto
modelo de circuito ● Modelo de
circuito
● Leis de Kirchhoff
47
Curto-circuito e circuito aberto
As vezes é necessária a representação de valores extremos como o
curto-circuito (R = 0) e circuito aberto (R =∞).
Limitação de
corrente!
48
Construção de um modelo de circuito
Construa um modelo de circuito para
uma lanterna.
49
Construção de um modelo de circuito
Construa um modelo de circuito para
uma lanterna.
50
Exemplo 2.5
A tensão e a corrente são medidas nos terminais do dispositivo
ilustrado na Figura 2.13(a) e os valores de vt e it estão tabulados na
Figura 2.13(b). Construa um modelo de circuito do dispositivo que
está dentro do quadrado.
51
Resposta
O dispositivo pode ser modelado como um resistor de resistência
4Ω.
52
Leis de Kirchhoff
Um nó é um ponto no qual dois ou mais elementos de circuito se
unem.
53
Leis de Kirchhoff
Uma malha é definida da seguinte maneira: começando em um nó
escolhido arbitrariamente, traçamos um caminho fechado
percorrendo um trajeto que passa pelo circuito e retorna ao nó
original sem passar por qualquer nó intermediário mais de uma
vez.
54
Lei de Kirchhoff das correntes (LKC)
55
Lei de Kirchhoff das correntes (LKC)
A corrente é a mesma para elementos em série!
56
Lei de Kirchhoff das tensões (LKT)
57
Exemplo
a) Use as leis de Kirchhoff e a lei de Ohm para determinar io no
circuito mostrado na Figura.
b) Teste a solução para io verificando se a potência total gerada é
igual à potência total dissipada.
58
Análise de um circuito com fontes dependentes
Como podemos fazer para descobrir vo do circuito abaixo?
59
E neste caso?
Circuitos Elétricos
Circuitos resistivos simples
Introdução
Conhecendo os elementos básicos de circuito, podemos analisar
circuitos com vários resistores. Entretanto, há maneiras de
simplificar o problema. Nesta aula, veremos técnicas utilizadas para
simplificar circuitos resistivos.
62
Resistores em série
Quando apenas dois elementos estão ligados a um único nó, eles
estão em série. Elementos de circuito ligados em série conduzem
a mesma corrente.
63
Resistores em série
De modo geral, se k resistores estão ligados em série, o resistor
único equivalente tem uma resistência igual à soma das k
resistências.
Observe que a resistência do resistor equivalente é sempre maior do que a do maior
resistor na ligação em série.
64
Resistores em paralelo
Quando dois elementos estão ligados a um único par de nós, diz-se
que estão em paralelo. Elementos de circuito ligados em paralelo
têm a mesma tensão em seus terminais.
65
Resistores em paralelo
Para k resistores ligados em paralelo:
66
Resistores em paralelo
Para o caso de termos apenas 2 resistores ligados em paralelo:
67
Resistores em paralelo
Para o caso de termos apenas 2 resistores ligados em paralelo:
68
Exemplo 3.1
Determine is, i1 e i2 no circuito mostrado na Figura 3.9.
69
Resposta
is = 12A
i1 = 4A
i2 = 8A
70
● Circuitos
divisores de
Circuitos divisores tensão
● Circuitos
divisores de
corrente
Nilsson (10ª edição) - Cap. 3.3 e 3.4
71
Circuitos divisores de tensão
Às vezes — especialmente nos circuitos eletrônicos — é necessário
existir mais de um nível de tensão a partir de uma única fonte de
alimentação. Um modo de fazer isso é utilizar um circuito divisor
de tensão.
72
Circuitos divisores de tensão
Às vezes — especialmente nos circuitos eletrônicos — é necessário
existir mais de um nível de tensão a partir de uma única fonte de
alimentação. Um modo de fazer isso é utilizar um circuito divisor
de tensão.
73
Circuitos divisores de tensão
74
Circuitos divisores de tensão
75
Circuitos divisores de tensão
Exemplo prático: alimentação de um módulo de Wi-Fi no Arduino.
76
Circuitos divisores de tensão
Exemplo prático: alimentação de um módulo de Wi-Fi no Arduino.
77
Circuitos divisores de tensão
-
78
Circuitos divisores de tensão
Adição de uma carga
A carga, para qualquer circuito, consiste em um ou mais elementos
que drenam potência do circuito.
79
Circuitos divisores de tensão
Adição de uma carga
A carga, para qualquer circuito, consiste em um ou mais elementos
que drenam potência do circuito.
80
Circuitos divisores de tensão
Adição de uma carga
Contanto que RL >> R2, a razão de tensões vo/vs permanece, em
essência, inalterada pelo acréscimo da carga no divisor.
81
Exemplo 3.2
Determine a tensão vo.
82
Circuitos divisores de corrente
O circuito divisor de corrente mostrado na Figura 3.15 consiste em
dois resistores ligados em paralelo a uma fonte de corrente.
83
Circuitos divisores de corrente
O circuito divisor de corrente mostrado na Figura 3.15 consiste em
dois resistores ligados em paralelo a uma fonte de corrente.
84
Circuitos divisores de corrente
O circuito divisor de corrente mostrado na Figura 3.15 consiste em
dois resistores ligados em paralelo a uma fonte de corrente.
85
Exemplo 3.3
Determine a potência dissipada no resistor de 6 ohms mostrado na
Figura 3.16.
86
Divisão de tensão e de corrente
Generalizando...
87
Divisão de tensão e de corrente
Generalizando...
88
Exemplo 3.4
Use a divisão de corrente para determinar a corrente io e a divisão
de tensão para determinar a tensão vo para o circuito da Figura
3.20.
89
Resistência ● Resistência específica
elétrica ● Resistividade
● Resistência e
temperatura
90
Resistência específica
Sabemos que a resistência elétrica pode ser descoberta pela
divisão da tensão pela corrente. Entretanto, quais fatores
influenciam no valor da resistência no condutor?
91
Resistência específica
A resistência de um material depende de:
● Características físicas;
● Tipo de material;
● Temperatura;
OBS: para os próximos exemplos, vamos inicialmente considerar a
temperatura ambiente constante.
92
Resistência específica
Primeiro teste: aplicar a mesma tensão V a 3 condutores de
mesma área S e comprimentos diferentes:
93
Resistência específica
Primeiro teste: aplicar a mesma tensão V a 3 condutores de
mesma área S e comprimentos diferentes:
94
Resistência específica
Primeiro teste: aplicar a mesma tensão V a 3 condutores de
mesma área S e comprimentos diferentes:
95
Resistência específica
Segundo teste: aplicar a mesma tensão V a 3 condutores de
mesmo comprimento L e áreas diferentes:
96
Resistência específica
Segundo teste: aplicar a mesma tensão V a 3 condutores de
mesmo comprimento L e áreas diferentes:
97
Resistência específica
Segundo teste: aplicar a mesma tensão V a 3 condutores de
mesmo comprimento L e áreas diferentes:
98
Resistência específica
Ou seja:
Para uma proporcionalidade se tornar uma igualdade, adiciona-se
uma constante ρ: resistividade específica.
99
Resistência específica
Unidades:
100
Resistividade
A resistividade é uma
constante que
depende do material.
101
Resistência e temperatura
↑ temperatura = ↑ agitação dos elétrons = ↑ número de colisões
= ↓ mobilidade = ↑ resistência a passagem de corrente!
102
Medição de tensão e corrente
A tensão é medida pelo voltímetro e a corrente pelo amperímetro.
103
Medição de tensão e corrente
O voltímetro ideal possui resistência infinita e o amperímetro ideal,
resistência zero. O amperímetro é colocado em série com o ramo
que se deseja medir a corrente e o voltímetro, em paralelo.
104
Circuitos equivalentes Estrela-Triângulo (Y-Δ)
Os resistores interligados podem ser reduzidos a um único resistor
equivalente por meio de um circuito equivalente triângulo-estrela
(Y-Δ).
105
Circuitos equivalentes Estrela-Triângulo (Y-Δ)
106
Circuitos equivalentes Estrela-Triângulo (Y-Δ)
Transformação Δ-Y
107
Circuitos equivalentes Estrela-Triângulo (Y-Δ)
Transformação Y-Δ
108
Exemplo 3.7
Determine a corrente fornecida pela fonte de 40 V no circuito
mostrado na Figura 3.32.
109
Resposta
110
Resposta
111
Resposta
112
Resposta
113
Circuitos Elétricos
Técnicas de análise de circuitos
Introdução
Nesta aula, veremos duas técnicas de análise de circuitos eficazes
para a resolução de circuitos mais complexos: o método das
tensões de nó e o método das correntes de malha. Além disso,
veremos outras formas de simplificar circuitos: transformações de
fontes e circuitos equivalentes de Thévenin e Norton.
116
● Terminologia
Terminologia ● Descrição de um
circuito
Nilsson (10ª edição) - Cap. 4.1 11
7
Terminologia
Circuitos planares: aqueles que podem ser desenhados sobre um
plano, sem cruzamento de ramos.
118
Terminologia
Circuitos planares: aqueles que podem ser desenhados sobre um
plano, sem cruzamento de ramos.
119
Descrição de um circuito - o vocabulário
120
Exemplo 4.1
No circuito da Figura 4.3, identifique:
a) todos os nós.
b) todos os nós essenciais.
c) todos os ramos.
d) todos os ramos essenciais.
e) todas as malhas.
f) dois caminhos que não são laços nem ramos essenciais.
g) dois laços que não são malhas.
121
Resposta
a) Os nós são a, b, c, d, e, f e g.
b) Os nós essenciais são b, c, e e g.
c) Os ramos são v1, v2, R1, R2, R3, R4, R5, R6, R7 e I.
d) Os ramos essenciais são v1 - R1, R2 - R3, v2 - R4, R5, R6, R7 e I.
122
Resposta
e) As malhas são v1 - R1 - R5 - R3 - R2, v2 - R2 - R3 - R6 - R4, R5 - R7
- R6 e R7 - I.
f) R1 - R5 - R6, e v2 - R2.
g) v1 - R1 - R5 - R6 - R4 - v2, e I - R5 - R6.
123
● Introdução
Método das ● Fontes
tensões de nó dependentes
● Casos especiais
● Supernó
Nilsson (10ª edição) - Cap. 4.2 a 4.4 12
4
Método das tensões de nó
1. Desenhar um diagrama do circuito de modo a não haver
interseção de ramos e a marcar claramente, nesse diagrama, os
nós essenciais do circuito (ne);
2. (ne-1) equações das tensões de nó para resolver o circuito;
3. Selecionar um dos três nós essenciais como o de referência (nó
com o maior número de ramos costuma ser uma boa escolha);
4. Definir as tensões de nó no diagrama do circuito: a tensão de
nó = a elevação de tensão entre o nó de referência e outro nó.
125
Método das tensões de nó
126
Método das tensões de nó
127
Exemplo 4.2
Use o método das tensões de nó para determinar as correntes de
ramo ia, ib e ic no circuito mostrado na Figura 4.8.
128
Resposta
129
Exemplo 4.3 com fontes dependentes
Use o método das tensões de nó para determinar a potência
dissipada no resistor de 5 Ω do circuito mostrado na Figura 4.10.
130
Resposta
131
Exercício 4.4
132
Método das
correntes de ● Introdução
malha ● Fontes
dependentes
● Casos especiais
Nilsson (10ª edição) - Cap. 4.5 a 4.7 13
3
Lembrando do vocabulário
134
Método das correntes de malha
Quantidade de equações que descrevem o circuito no método das
correntes de malha: be-(ne-1) equações.
1. be: número de ramo essencial com corrente desconhecida;
2. ne: número de nós essenciais.
135
Método das correntes de malha
Uma corrente de malha é a corrente que existe somente no
perímetro de uma malha.
Nem sempre é possível identificar uma corrente de malha em
termos de uma corrente de ramo.
136
Método das correntes de malha
iR6↓ = i1 - i2
NEM SEMPRE A CORRENTE ENCONTRADA É A
CORRENTE REAL DO RAMO!
137
Exemplo 4.5 com fontes dependentes
Use o método das correntes de malha para determinar a potência
dissipada no resistor de 4Ω no circuito mostrado na Figura 4.23.
138
Resposta
139
Teorema da
superposição ● Princípio da
superposição
Nilsson (10ª edição) - Cap. 4.13 14
0
Princípio da superposição
Um sistema linear obedece ao princípio de superposição, segundo
o qual sempre que ele é excitado, ou alimentado, por mais de uma
fonte independente de energia, a resposta total é a soma das
respostas individuais.
141
Princípio da superposição
Princípio de superposição: a resposta total é a soma das respostas
individuais.
142
Princípio da superposição
Princípio de superposição: a resposta total é a soma das respostas
individuais.
143
Princípio da superposição
Princípio de superposição: a resposta total é a soma das respostas
individuais.
144
Exemplo 4.13
Use o princípio da superposição para determinar vo no circuito
mostrado na Figura 4.66.
145
Resposta
146
Bibliografia
1. NILSSON, J.; RIEDEL, S. A. - Circuitos Elétricos - 8 ed., São
Paulo, Pearson, 2008.
2. DORF, R. C.; SVOBODA, J. A. - Introdução aos Circuitos Elétricos -
Rio de Janeiro, LTC, 2003.
3. ALEXANDER, C. K.; SADIKU, M. N. O. - Fundamentos de Circuitos
Elétricos - São Paulo, BookMan, 2000.
4. Apostila de Eletricidade do IFES.
5. ALMONFREY, D. Slides das aulas de Eletricidade. IFES campus
Vitória.
6. HERINGER, N. Slides das aulas de Circuitos Elétricos. IFES.
Campus Linhares.
7. AMIGO, B. Slides das aulas de Circuitos Elétricos. IFES. Campus
Guarapari.
8. ASSIS. L. Slides das aulas de Circuitos Elétricos. IFES. Campus
Guarapari
147