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Capítulo I A Relação Obrigacional

O documento discute os conceitos fundamentais da relação obrigacional, incluindo direitos subjetivos, deveres jurídicos, direitos potestativos e expectativas jurídicas. Apresenta exemplos de cada um desses conceitos no contexto de diferentes tipos de contratos como compra e venda e locação.

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Capítulo I A Relação Obrigacional

O documento discute os conceitos fundamentais da relação obrigacional, incluindo direitos subjetivos, deveres jurídicos, direitos potestativos e expectativas jurídicas. Apresenta exemplos de cada um desses conceitos no contexto de diferentes tipos de contratos como compra e venda e locação.

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Capítulo I

A relação obrigacional

1. Noção de relação obrigacional


A relação obrigacional traduz-se numa relação composta por um dever jurídico
imposto ao sujeito passivo (devedor) e por um direito conferido ao sujeito ativo
(credor).
As relações obrigacionais podem ser simples (traduzindo um crédito e um
débito) ou complexas (havendo um conjunto de vínculos jurídicos).
A corrente moderna tem vindo a entender que a relação obrigacional não
se esgota no dever de prestar e no direito a exigir (relação simples). Assim,
apresenta além dos deveres de prestação (principais ou secundários), um
conjunto de situações que compõe a chamada relação jurídica complexa.
“Exemplifique-se com a compra e venda: a relação que se estabelece entre
o vendedor e o comprador, a respeito do direito de exigir e do dever de entre-
gar o preço, diz-se una ou simples; porém, será complexa ou múltipla a relação
de compra e venda, enquanto abrange um conjunto de vínculos derivados
desse contrato”.1

2. Conteúdo da relação obrigacional


2.1. Direito subjetivo v. dever jurídico
Para Carlos Mota Pinto o direito subjetivo compreende o “poder de exigir
ou pretender de outrem um determinado comportamento positivo (ação) ou
negativo (abstenção ou omissão)”.2
1
Explica Almeida Costa, Direito das Obrigações, Almedina, 2011, 12ª ed., p. 74.
2
Teoria Geral do Direito Civil, Coimbra Editora, 1985, 3ª ed., p. 172.

7
MANUAL PRÁTICO DE DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

Para Ana Prata o direito subjetivo consiste no “poder conferido pela


ordem jurídica a um sujeito para tutela de um seu interesse juridicamente
relevante, isto é, merecedor da tutela do direito”.3
E para Menezes Cordeiro manifesta-se na “permissão normativa espe-
cífica de aproveitamento de um bem”.4
O direito subjetivo pode ser absoluto, quando impõe a todos os outros
sujeitos um dever geral de respeito, sendo assim oponível erga omnes.
Ou relativo, no caso em que só produz efeitos entre as partes (inter partes),
apenas podendo ser exercido perante o sujeito passivo (ao qual é imposto o
correspondente dever).
Ao direito subjetivo corresponde o dever jurídico da contraparte (positivo ou
negativo), o qual vincula o sujeito passivo (devedor) a realizar o comportamento
a que tem direito o titular ativo (credor) da relação jurídica.

2.1.1. Deveres principais de prestação


Os deveres principais de prestação reportam-se ao acatamento de determina-
da conduta que corresponde ao núcleo do estipulado entre as partes, a qual
se garante através de meios coercivos legalmente previstos.
Por exemplo, o dever principal de prestação no contrato de compra e venda
corresponde à entrega do bem, por uma das partes; e ao pagamento do preço
devido, pela outra.

2.1.2. Deveres secundários (ou meramente acessórios) sem prestação


autónoma
Os deveres secundários sem prestação autónoma visam apenas permitir o cumpri-
mento cabal dos deveres principais.
Por exemplo, os deveres secundários sem prestação autónoma no contra-
to de compra e venda correspondem ao dever de garantir a conservação e a
qualidade do bem até à respetiva entrega e proceder ao transporte do mesmo.

2.1.3. Deveres secundários com prestação autónoma


Os deveres secundários com prestação autónoma manifestam-se como sucedâneos
do dever principal (“o caso da indemnização resultante da impossibilidade

3
Dicionário Jurídico, Almedina, 2008, 5ª ed, p. 46.
4
Tratado de Direito Civil Português, vol. I, Tomo I, Almedina, 2005, 3ª ed., p. 127.

8
A RELAÇÃO OBRIGACIONAL

culposa da prestação originária, que substitui esta”5) ou coexistentes com


este (“o caso da indemnização por mora ou cumprimento defeituoso, que
acresce à prestação originária”).6

2.1.4. Deveres laterais7


Os deveres laterais emanam do princípio da boa-fé (art. 762º, nº 2, CC8) e
englobam os deveres de cuidado e proteção, aviso, informação e notificação,
cooperação, previdência e segurança, declaração e participação, relativos à
pessoa e ao património da contraparte, para concretização da finalidade do
contrato.9
“Por hipótese, o locatário, cujo dever principal de prestação consiste no
pagamento da renda ou aluguer (art. 1038º, al. a)), tem ainda, além de outros,
o dever lateral de logo avisar o locador, sempre que cheguem ao seu conheci-
mento vícios da coisa, ou saiba que a ameaça algum perigo ou que terceiros
se arrogam direitos sobre ela, quando o facto seja ignorado pelo locador (art.
1038º, al. b)). Do mesmo modo, ao operário, que tem como dever principal
a perfeita realização da tarefa definida no contrato de trabalho, compete o
dever lateral de velar pela boa conservação dos maquinismos com que atua.

5
Almeida Costa, op. cit., p. 77.
6
Loc. cit..
7
Também designados por deveres acessórios, deveres acessórios de conduta, deveres de conduta, outros
deveres de conduta, deveres de proteção e deveres de tutela.
8
O Código Civil Português foi aprovado a 25 de novembro de 1966, e entrou em vigor a 1 de
junho de 1967, revogando o primeiro Código Civil, elaborado pelo Visconde de Seabra, que
entrara em vigor em Portugal em 1868 (denominado Código de Seabra). O CC foi redigido por
uma equipa de Professores de Direito presidida pelo Professor Antunes Varela (motivo pelo
qual é frequente ser conhecido por Código de Varela). Participaram na equipa Vaz Serra, Pires
de Lima, Ferrer Correia, Labo Xavier e Rui de Alarcão, da Universidade de Coimbra e Gomes
da Silva e Galvão Telles, da Universidade de Lisboa.
9
I – O princípio da boa-fé impõe o nascimento de deveres pré-contratuais de informação quando a adoção
de uma posição de reticência perante o erro da contraparte viola a obrigação de facto positivo de impedir
que a outra parte sofra danos em consequência da sua falta de esclarecimento. II – Tendo a vendedora,
deliberadamente, ocultado à compradora a situação de apreensibilidade da viatura objeto do contrato
de compra e venda, a sua atuação encontra-se ferida de dolo omissivo, consubstanciado na abstenção do
cumprimento da obrigação pré-contratual de informar, o que viciou o consentimento genuíno do credor
e de informação (réticense dolosive). III – Compete ao lesante provar que o lesado se teria comportado de
igual modo ainda que tivesse cumprido os seus deveres de informação, o que justifica a inversão do ónus
da prova de causalidade do dever de informação em relação ao dano.[Ac. STJ, de 18 de outubro de
2016 in CJ, Ano XXIV, T. III/2016, p. 79]

9
MANUAL PRÁTICO DE DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

Reciprocamente, poderá falar-se de um dever de proteção e cuidado da en-


tidade patronal, enquanto lhe cabe criar as condições de segurança para os
seus trabalhadores, ou de um dono de um estabelecimento de comércio em
relação aos clientes”.10

2.2. Direitos potestativos v. sujeições


Para Carlos Mota Pinto os direitos potestativos “são poderes jurídicos de,
por um ato livre de vontade, só de per si ou integrado por uma decisão judicial,
produzir efeitos jurídicos que inevitavelmente se impõem à contraparte”.11
Para Ana Prata o direito potestativo consiste num “direito que se carac-
teriza por o seu titular o exercer por sua vontade exclusiva, desencadeando
efeitos na esfera jurídica de outrem independentemente da vontade deste”.12
Para Menezes Cordeiro trata-se do “poder de alterar, unilateralmente,
através de uma manifestação de vontade, a ordem jurídica”.13
As sujeições correspondem ao lado passivo dos direitos potestativos, tradu-
zindo-se numa “situação inelutável de suportar na esfera jurídica própria as
consequências do exercício de um direito dessa natureza”.14
Os direitos potestativos constitutivos possuem o poder de constituir efeitos
jurídicos; os modificativos, de os modificar; e os extintivos, de os extinguir.

3. Ónus jurídicos
Os ónus jurídicos correspondem ao encargo de adotar certa conduta em pro-
veito próprio.15
Por exemplo, quem compra um imóvel tem o ónus de o registar, a fim de
tornar a aquisição oponível a terceiros.

10
Explica Almeida Costa, op. cit., p. 77-80.
11
Op. cit., p. 174.
12
Loc. cit..
13
Loc. cit..
14
Almeida Costa, op. cit., p. 66.
15
Menezes Leitão, Direito das Obrigações, vol. I, 2010, 9ª ed., p. 14 e Almeida Costa, op. cit.,
p. 66.

10
A RELAÇÃO OBRIGACIONAL

4. Expectativas jurídicas
Como bem refere Menezes Cordeiro as expectativas “constituem uma par-
ticular categoria de posições ativas, marcadas por acentuada imprecisão”.16
“A expectativa de facto traduz-se numa mera aspiração ou previsão de
certo facto ou efeito jurídico. A expectativa de facto corresponde ao sen-
tido vulgar da palavra e não beneficia de qualquer proteção jurídica (…).
A expectativa jurídica, ao invés, é uma posição de expectação, à qual o direito
confere proteção, designadamente através de permissões atribuídas ao sujeito
expectante, em ordem à defesa da probabilidade de efetivação do seu desejo”,
elucida Maria Raquel Rei.17
A expectativa jurídica corresponde à posição do sujeito jurídico que lhe
permite prever e antecipar ser titular provável de um direito.18
Por exemplo, quem faz uma proposta tem a expectativa de ser contratante.
Para CARLOS Mota Pinto a expectativa jurídica corresponde a uma
“situação ativa, juridicamente tutelada, correspondente a um estádio dum
processo complexo de formação sucessiva de um direito. É uma situação em
que se verifica a possibilidade, juridicamente tutelada, de aquisição futura
de um direito, estando já parcialmente verificada a situação jurídica (o facto
jurídico) complexa, constitutiva desse direito.
É o caso do comprador sob condição suspensiva: enquanto se não verificar
a condição não adquire o direito à entrega da coisa, nem o direito de proprie-
dade sobre ela; tem, porém, uma expectativa jurídica – não uma mera expec-
tativa de facto – pois a lei protege já, em determinados termos, a sua posição
(cfr. art. 273º). É o caso do herdeiro legitimário em vida do seu hereditando
(cfr. art. 242º, nº 2), do beneficiário da substituição fideicomissária (art. 2286º),
do achado de animal ou coisa móvel perdida”19.

16
Op. cit., p. 137.
17
Da Expectativa Jurídica, vol. I, ROA,1994, pp. 149 e ss.
18
A expectativa jurídica ao contrário da esperança, que tem mero conteúdo psicológico ou quando muito
económico – é um simples esperar, prever ou admitir acontecimento futuro como mais ou menos provável,
não possuindo conteúdo jurídico porque a lei não a rodeia de tutela especial, não adotando providências
tendentes a assegurar a sua efetivação –, é uma esperança fortalecida pela intervenção do legislador que
procura abrir-lhe caminho criando condições para que se torne realidade.
[Ac. da RP, de 24 de julho de 2006 in [Link] (Proc. nº 0632167)]
19
Op. cit., p. 181.

11
ÍNDICE

CAPÍTULO I – A RELAÇÃO OBRIGACIONAL . . . . . . . . . . . . . . . . . 7

1. Noção de relação obrigacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7


2. Conteúdo da relação obrigacional . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
2.1. Direito subjetivo v. dever jurídico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7
2.1.1. Deveres principais de prestação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
2.1.2. Deveres secundários (ou meramente acessórios)
sem prestação autónoma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8
2.1.3. Deveres secundários com prestação autónoma . . . . . . . . . . . 8
2.1.4. Deveres laterais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9
2.2. Direitos potestativos v. sujeições . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
3. Ónus jurídicos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10
4. Expectativas jurídicas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11

CAPÍTULO II – ESTRUTURA DA OBRIGAÇÃO . . . . . . . . . . . . . . . . 13

1. Sujeitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
1.1. Pessoas singulares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13
1.2. Pessoas coletivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2. O objeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 20
2.1. Objeto imediato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 21
2.2. Objeto mediato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 22
3. Vínculo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
4. Facto jurídico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 25
5. Garantia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 27

455
MANUAL PRÁTICO DE DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

CAPÍTULO III – CLASSIFICAÇÃO DAS OBRIGAÇÕES . . . . . . . . . . . 29

1. O conceito obrigação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 29
2. Classificação das obrigações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
2.1. Quanto ao vínculo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
2.2. Quanto ao sujeito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
2.2.1. Obrigações de sujeito indeterminado ou determinado . . . . . . . 31
2.2.2. Obrigações plurais ou singulares . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 31
2.3. Quanto ao objeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 33
3. Classificação das prestações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 35

CAPÍTULO IV – FONTES DAS OBRIGAÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . 39

1. Contrato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
1.1. Classificação do contrato . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 39
1.2. Direitos obrigacionais e direitos reais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 42
1.3. Contrato-promessa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 44
1.3.1. Forma do contrato-promessa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 46
1.3.2. Efeitos do contrato-promessa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 47
1.3.3. Não cumprimento do contrato-promessa . . . . . . . . . . . . . . . 48
1.3.4. Sinal e antecipação do cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . 52
1.3.5. O regime do sinal no incumprimento definitivo da obrigação . . . 53
1.4. Pacto de preferência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 55
1.4.1. Requisitos de forma e de substância . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
1.4.2. Exercício do direito de preferência . . . . . . . . . . . . . . . . . . 56
1.4.3. Preferência legal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 57
1.4.4. Eficácia real do pacto de preferência . . . . . . . . . . . . . . . . . 58
1.4.5. Violação do direito de preferência . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 59
1.5. Contrato a favor de terceiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 61
1.6. Contrato para pessoa a nomear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 62
1.7. Cessão da posição contratual
(ou cessão do contrato ou assunção de contrato) . . . . . . . . . . . . . 64
2. Negócios unilaterais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66
3. Gestão de negócios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 66
3.1. Aprovação e ratificação da gestão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 68
3.2. Gestão representativa ou não representativa . . . . . . . . . . . . . . . 69
3.3. Gestão culposa ou não culposa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 70
3.4. Gestão de negócio alheio julgado próprio . . . . . . . . . . . . . . . . . 70

456
ÍNDICE

4. Enriquecimento sem causa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71


4.1. Requisitos positivos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 71
4.2. Requisitos negativos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 72
4.3. Obrigação derivada do enriquecimento sem causa . . . . . . . . . . . . 75
4.4. Agravamento da obrigação do enriquecido . . . . . . . . . . . . . . . . 79
4.5. Obrigação de restituir no caso de alienação gratuita . . . . . . . . . . . 79
4.6. Prescrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80
5. Responsabilidade civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 80
5.1. Classificações da responsabilidade civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 81
5.2. Responsabilidade civil por culpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 82
5.2.1. Prova da culpa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 88
5.2.2. Causas de exclusão de ilicitude . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 89
5.2.3. Ofensa ao crédito ou ao bom nome . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92
5.2.4. Conselhos, recomendações ou informações . . . . . . . . . . . . . 92
5.2.5. Danos causados por incapazes . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 92
5.2.6. Danos causados por edifícios ou outras obras . . . . . . . . . . . . 93
5.2.7. Danos causados por coisas, animais ou atividades . . . . . . . . . . 93
5.2.8. Indemnização a terceiros em caso de lesão ou morte
de animal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 95
5.2.9. Indemnização a terceiros em caso de morte ou lesão
corporal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 96
5.2.10. Danos não patrimoniais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 97
5.2.11. Regime de responsabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
5.2.12. Prescrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
5.2.13. Concurso de responsabilidade contratual
e extracontratual . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 98
5.3. Responsabilidade pelo risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99
5.3.1 Responsabilidade do comitente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 99
5.3.2. Responsabilidade do Estado e demais pessoas coletivas . . . . . . 100
5.3.3. Danos causados por animais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 101
5.3.4. Acidentes causados por veículos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 102
5.3.5. Exclusão da responsabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 107
5.3.6. Colisão de veículos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 112
5.3.7. Responsabilidade solidária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 116
5.3.8. Limites da responsabilidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117
5.3.9. Energia elétrica ou gás . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 117

457
MANUAL PRÁTICO DE DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

CAPÍTULO V – CUMPRIMENTO E NÃO CUMPRIMENTO


DAS OBRIGAÇÕES . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119

1. O regime jurídico do cumprimento das obrigações . . . . . . . . . . . . . . 119


1.1. Noção de cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
1.2. Princípios do cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 119
1.3. Requisitos do cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 121
1.4. Quem pode realizar a prestação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 122
1.5. A quem pode ser feita a prestação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
1.6. Lugar da prestação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 124
1.7. Prazo da prestação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 125
1.8. Perda de benefício do prazo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 126
1.9. Imputações do cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 129
1.10. Prova do cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 130
1.11. Direito à restituição do título ou à menção do cumprimento . . . . . 131
2. O regime jurídico do incumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 131
2.1. Modalidades do não cumprimento quanto à causa . . . . . . . . . . . . 132
2.1.1. Impossibilidade do cumprimento e mora não imputáveis
ao devedor (arts. 790º a 797º, CC) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 132
2.1.2. Impossibilidade temporária . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 133
2.1.3. Impossibilidade parcial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134
2.1.4. Commodum da representação (ou comodo representativo
ou de sub-rogação) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 134
2.1.5. Contratos bilaterais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 137
2.1.6. Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 139
2.1.7. Falta de cumprimento e mora imputáveis ao devedor . . . . . . . . . 143
2.2. Modalidades do não cumprimento quanto ao efeito . . . . . . . . . . . 145
2.2.1. Impossibilidade culposa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 145
2.2.2. Impossibilidade parcial . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151
2.2.3. Commodum de representação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 151
2.4. Mora do devedor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 152
2.5. Risco . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 154
2.6. Conversão da mora em incumprimento definitivo . . . . . . . . . . . . 154
2.7. Cláusula penal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 155
2.8. Mora do credor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 157
2.9. Cumprimento defeituoso . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 159

458
ÍNDICE

CAPÍTULO VI – CAUSAS DE EXTINÇÃO DAS OBRIGAÇÕES . . . . . . . 161

1. Dação em cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 161


2. Consignação em depósito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 163
3. Compensação legal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 166
3.1. Pressupostos da compensação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 167
3.2. Causas de exclusão da compensação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 170
4. Novação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 171
4.1. Requisitos da novação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 172
4.2. Efeitos da extinção da antiga obrigação . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173
4.3. Meios de defesa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173
5. Remissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 173
5.1. Obrigações solidárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 174
5.2. Obrigações indivisíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 175
5.3. Eficácia em relação a terceiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176
5.4. Renúncia às garantias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 176
6. Confusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177
6.1. A confusão nas obrigações solidárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177
6.2. A confusão nas obrigações indivisíveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 177
6.3. Eficácia em relação a terceiros . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178
6.4. Patrimónios separados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 178
6.5. Cessação da confusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179
7. Prescrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 179

CAPÍTULO VII – GARANTIA GERAL DAS OBRIGAÇÕES . . . . . . . . . 181

1. Princípio geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 181


2. Concurso de credores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 185
3. Meios conservatórios de garantia patrimonial . . . . . . . . . . . . . . . . . 186
3.1. Declaração de nulidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 186
3.2. Sub-rogação do credor ao devedor (ou ação sub-rogatória indireta) . 187
4. Impugnação pauliana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 190
4.1. Requisitos da impugnação pauliana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 192
4.2. Transmissões posteriores ou constituição posterior de direitos . . . . 195
4.3. Do registo da ação de impugnação pauliana . . . . . . . . . . . . . . . . 196
4.4. Créditos não vencidos ou sob condição suspensiva . . . . . . . . . . . 196
4.4. Atos impugnáveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 197
4.5. Efeitos da impugnação pauliana em relação ao credor . . . . . . . . . 198
4.6. Efeitos da pauliana em relação ao devedor e ao terceiro adquirente . 200

459
MANUAL PRÁTICO DE DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

4.7. Caducidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 200


5. Arresto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 201
5.1. Requisitos do arresto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 202
5.2. Tramitação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203
5.3. Limitações ao arresto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203
5.4. Efeitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 203

CAPÍTULO VIII – GARANTIAS ESPECIAIS DAS OBRIGAÇÕES . . . . . 205

1. Prestação de caução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 205


1.1. Falta de prestação de caução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207
2. Fiança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 207
2.1. Proximidade com o aval . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209
2.2. Características: . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 209
2.2.1. Natureza acessória (art. 627º, nº 2, CC) . . . . . . . . . . . . . . . . 209
2.2.2. Algumas das manifestações da acessoriedade . . . . . . . . . . . . 210
2.2.3. Benefício da (prévia) excussão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 213
2.2.4. Subfiança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 214
2.2.5. Relações entre o credor e o fiador . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 215
2.2.6. Relações entre o devedor e o fiador . . . . . . . . . . . . . . . . . . 217
2.2.7. Meios de defesa oponíveis ao credor pelo fiador . . . . . . . . . . 219
2.2.8. Caso julgado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 220
2.2.9. Prescrição . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221
2.2.10. Pluralidade de fiadores . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 221
2.2.11. Extinção da fiança . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 223
3. Consignação de rendimentos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 223
3.1. Espécies . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 225
3.2. Prazo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226
3.3. Modalidades . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226
3.4. Extinção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 226
3.5. Disposições remissivas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227
4. Penhor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 227
4.1. Características . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 229
4.2. Legitimidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 230
4.3. Penhor de coisas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231
4.4. Direitos do credor pignoratício . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 231
4.5. Deveres do credor pignoratício . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233
4.6. Venda antecipada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 233
4.7. Execução do penhor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234

460
ÍNDICE

4.8. Cessão da garantia . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 234


4.9. Extinção do penhor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 235
4.10. Princípios gerais do penhor . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 236
4.11. Penhor de direitos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 238
4.12. Forma e publicidade . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 239
4.13. Conservação do direito empenhado . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240
4.14. Relações entre o obrigado e o credor pignoratício . . . . . . . . . . . 240
4.15. Cobrança de créditos empenhados . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 240
5. Hipoteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 241
5.1. Noção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242
5.2. Registo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 243
5.3. Objeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244
5.4. Princípios gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 246
5.5. Penhora dos bens . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 248
5.6. Defesa do dono da coisa ou do titular do direito . . . . . . . . . . . . . 249
5.7. Hipoteca e usufruto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249
5.8. Administração da coisa hipotecada . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 249
5.9. Substituição ou reforço da hipoteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250
5.10. Seguro . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 250
5.11. Espécies de hipotecas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251
5.12. Hipotecas legais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 251
5.12.1. Credores com hipoteca legal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 252
5.12.2. Substituição da hipoteca por outra caução . . . . . . . . . . . . . 253
5.12.3. Objeto . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253
5.13. Hipotecas judiciais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 253
5.14. Hipotecas voluntárias . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254
5.14.1. Noção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254
5.14.2. Segunda hipoteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254
5.14.3. Forma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254
5.14.4. Legitimidade para hipotecar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254
5.14.5. Hipoteca geral . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 254
5.14.6. Hipoteca constituída por terceiro . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255
5.14.7. Redução da hipoteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 255
5.15. Expurgação da hipoteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 256
5.15.1. Expurgação no caso de revogação de doação . . . . . . . . . . . . 257
5.15.2. Direitos dos credores quanto à expurgação . . . . . . . . . . . . . 257
5.15.3. Direitos reais que renascem pela venda judicial . . . . . . . . . . 258
5.15.4. Exercício antecipado do direito hipotecário
contra o adquirente . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 258
5.15.5. Benfeitorias e frutos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259

461
MANUAL PRÁTICO DE DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

5.16. Transmissão autónoma da hipoteca (ou hipoteca da hipoteca


ou subhipoteca) . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 259
5.17. Cessão do grau hipotecário . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 260
5.18. Extinção da hipoteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 260
5.19. Renúncia à hipoteca . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262
6. Privilégios creditórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 262
6.1. Espécies . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 263
6.2. Privilégios mobiliários gerais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 264
6.3. Privilégios mobiliários especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 267
6.4. Privilégios imobiliários . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 268
6.5. Graduação dos créditos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 269
6.6. Concurso entre privilégio e direitos de terceiros . . . . . . . . . . . . . 274
6.7. Extinção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 276
7. Direito de retenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 277
7.1. Forma . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278
7.2. Requisitos da figura . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278
7.3. Requisitos da coisa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278
7.4. Caso especiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 279
7.5. Exclusão do direito de retenção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280
7.6. Inexigibilidade e iliquidez do crédito . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280
7.7. Retenção de coisas móveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 280
7.8. Retenção de coisas imóveis . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281
7.9. Transmissão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281
7.10. Extinção . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 281

BIBLIOGRAFIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 283

ANEXO – CASOS PRÁTICOS RESOLVIDOS . . . . . . . . . . . . . . . . . . 285

Classificação das obrigações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 287


Classificação da obrigação quanto ao objeto: obrigação indivisível . . . . . . . 291
Contrato para pessoa a nomear . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 293
Contratos reais quoad effectum . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295
Promessa pública . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 297
Contrato-promessa . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 299
Direito de preferência (exame de admissão OSAE – 2012/2013) . . . . . . . . 321
Gestão de negócios e Enriquecimento sem causa . . . . . . . . . . . . . . . . . 331
Responsabilidade civil . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 341

462
ÍNDICE

Cumprimento. Lugar da prestação. Prazo da prestação.


Prova do cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 365
Não cumprimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 369
Cumprimento das obrigações. Venda a prestações. . . . . . . . . . . . . . . . . 401
Causas extintivas das obrigações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 405
Impugnação pauliana . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 411
Garantias especiais das obrigações . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 419
Privilégios creditórios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 445

463

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