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Funções Matemáticas: Definição e Exemplos

O documento discute o conceito de função e fornece exemplos de situações em que há uma relação entre duas grandezas mensuráveis. Duas funções são descritas: o preço de doces em função da quantidade comprada e o número de azulejos necessários para cobrir uma parede em função do tamanho dos azulejos.
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Funções Matemáticas: Definição e Exemplos

O documento discute o conceito de função e fornece exemplos de situações em que há uma relação entre duas grandezas mensuráveis. Duas funções são descritas: o preço de doces em função da quantidade comprada e o número de azulejos necessários para cobrir uma parede em função do tamanho dos azulejos.
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Nesse caso estão sendo medidas duas grandezas:

O que é função o n ú m e r o de doces c o n s u m i d o s e o respectivo preço.


No e s t u d o científico de qualquer fato s e m p r e pro- Acada quantidade de doces corresponde u m único pre-
c u r a m o s identificar grandezas m e n s u r á v e i s ligadas ço. Dizemos, por isso, que o preço é função do número
a ele e, e m seguida, estabelecer as relações e x i s t e n - de doces. Aqui é possível achar u m a fórmula que esta-
t e s entre essas grandezas. Vejamos, por exemplo, o belece a relação de interdependência entre o preço ( y )
caso de u m e s t a b e l e c i m e n t o comercial que oferece e o n ú m e r o de doces c o n s u m i d o s (x):
doces variados ao preço de R$ 1,50 cada u m .
y = 1,50 -x

Em u m a outra situação, u m pedreiro vai assentar


azulejos quadrados e m u m a parede de 6 m x 3 m. Ele
pode escolher os azulejos entre os s e g u i n t e s t a m a -
nhos: 10 c m x 10 c m , 15 cm x 15 c m , 20 c m x 20 c m ,
25 cm x 25 c m ou 3 0 c m x 3 0 c m . Por ser obrigado a
u s a r t o d o s os azulejos c o m a m e s m a medida, ele dese-
ja saber qual é o n ú m e r o de peças que deverá assen-
tar dependendo do t a m a n h o de azulejo que escolher.

Para achar o n ú m e r o de azulejos ( y ) , basta divi-


d i r a área da parede (18 m ) pela área de cada azule-
2

jo ( x ) , sendo x a medida do lado do azulejo, e m me-


2

Para não ter de fazer contas a t o d o m o m e n t o , a


t r o s . A f ó r m u l a que relaciona y c o m x é:
balconista da loja m o n t o u a s e g u i n t e tabela:
18
Número de doces Preço (R$)
1 1,50
Na tabela v e m o s os valores c o r r e s p o n d e n t e s de
2 3,00
xey:
3 4,50
4 6,00 Medida do lado Número de azulejos a
5 w> do azulejo (x) serem assentados (y)
G 9,00 0,10 1800
? 10,50 0,15 800
8 12,00 0,20 450
13,50 0,25 288
10 15,00 0,30 200

18
• n exercícios
1. Na tabela seguinte é dado o p r e ç o pago por a) Qual é o valor de r?
alguns clientes em função da quantidade de b) Como se exprime matematicamente o total
picanha adquirida em u m açougue: pago (y) por u m serviço de x horas de tra-
balho?
Quantidade (em quilos) Preço (R$)

0,5 7,00 4 . Dois pedreiros são capazes de executar a refor-


1,0 14,00 ma de uma sala comercial em 12 dias.
a) Faça uma tabela para representar o n ú m e -
1,5 21,00
ro de dias necessários para a realização
2,0 28,00
dessa reforma, se o serviço for feito por 1,
3,5 49,00 4, 6, 8 ou 12 pedreiros. Admita que a pro-
dutividade de trabalho de cada pedreiro
a) Quanto p a g a r á u m cliente que comprar
seja a mesma.
4,5 quilos de picanha?
b) Qual é a expressão matemática que relacio-
b) Dispondo-se de R$ 350,00, qual é a quan-
na o n ú m e r o de dias {d) necessários para a
tidade m á x i m a de picanha que pode ser
execução da reforma em função do n ú m e -
adquirida?
ro de pedreiros («)?
c) Qual é a lei que relaciona o preço (p) em
função da quantidade em quilos (n) com- 5. U m avião é capaz de manter uma velocida-
prada? de m é d i a de cruzeiro de aproximadamente
800 k m / h .
2. U m carro popular consome, na estrada, u m
l i t r o de gasolina a cada 12 q u i l ó m e t r o s r o - a) Qual é a distância percorrida pelo avião em
dados. 15 minutos, meia hora, 2 horas e 5 horas?
Represente em uma tabela.
a) Faça uma tabela que forneça a distância
b) Em quanto tempo o avião percorre
percorrida pelo v e í c u l o ao se c o n s u m i -
5 200 km?
rem: 0,5 €; 2 €; 3 €; 10 €; 20 í e 40 í de
c) Relacione, através de uma lei, a distância
gasolina.
percorrida {d) em função do tempo (f), em
b) Qual é a fórmula que relaciona a distância
horas.
percorrida (d) em função do n ú m e r o de l i -
tros {€) consumidos?
6 . Considere u m processo de divisão celular em

3 . Para prestar serviços domiciliares, u m técnico que cada célula se subdivide em outras duas a
cada hora.
em informática cobra R$ 50,00 a visita e u m
adicional de r reais por hora de trabalho. Veja a) Partindo-se de uma única célula, iniciou-se
na tabela seguinte o preço total de serviço por uma experiência científica. Faça uma tabe-
n ú m e r o de horas trabalhadas. la para representar a quantidade de células
presentes nessa cultura após 1, 2, 3, 4, 5 e
Número de Preço total

I
6 horas do início da experiência.
noras <de trabalho de serviço (R$) b) Qual é o tempo m í n i m o de horas (comple-
94 tas) necessárias para que haja mais de 1 000
células na cultura?
116
c) Qual é a lei que relaciona o n ú m e r o de
160
células («) encontrado na cultura após r
226 horas do início da experiência?
Definição Nessa f u n ç ã o :

Em M a t e m á t i c a , se x e y s ã o duas v a r i á v e i s t a i s • para x = 5, v e m y = 2 • 5 = 1 0 .
que para cada valor atribuído a x existe, e m corres- Dizemos q u e f ( 5 ) = 10.
p o n d ê n c i a , u m único valor para y , d i z e m o s q u e y é • a i m a g e m de x = - 3 é f ( - 3 ) = 2 • ( - 3 ) = - 6 .
uma função d e x . • x = 11,5 c o r r e s p o n d e a y = 2 • ( 1 1 , 5 ) = 2 3 .
0 c o n j u n t o D de v a l o r e s q u e p o d e m ser atribuí-
• y = 2 é a i m a g e m de x = - y .
dos a x é c h a m a d o d o m í n i o da f u n ç ã o . A variável x é
c h a m a d a variável i n d e p e n d e n t e .
0 d o m í n i o e o c o n j u n t o i m a g e m dessa f u n -
0 valor de y , c o r r e s p o n d e n t e a d e t e r m i n a d o
ção s ã o iguais a U.
valor atribuído a x , é c h a m a d o i m a g e m de x pela f u n -
ção e é representado por f ( x ) . A variável y é c h a m a d a
v a r i á v e l d e p e n d e n t e porque y a s s u m e v a l o r e s q u e
exemplo 2
d e p e n d e m dos c o r r e s p o n d e n t e s v a l o r e s de x . A regra q u e associa a cada n ú m e r o n a t u r a l
0 c o n j u n t o Im f o r m a d o pelos v a l o r e s q u e y x o n ú m e r o y , s e n d o y o cubo de x , é y = x , ou 3

a s s u m e , e m c o r r e s p o n d ê n c i a aos v a l o r e s d e x , é cha- f(x)=x . 3

m a d o c o n j u n t o i m a g e m da f u n ç ã o . E s q u e m a t i c a - D=N
mente, temos:

D lm

Nessa f u n ç ã o :
domínio imagem
• para x = 2, v e m y = 2 = 8. Dizemos que f ( 2 ) = 8.
3

• para x = 5, v e m y - 5 = 125. A s s i m , f ( 5 ) = 125.


3

Funções definidas por • y = 6 4 é a i m a g e m de x = 4 .

Trata-se de u m a f u n ç ã o de d o m í n i o e c o n j u n -
fórmulas to imagem contido e m r U

Existe u m i n t e r e s s e especial no e s t u d o de f u n -

e h m exercícios
ç õ e s e m q u e y pode ser calculado a p a r t i r de x por
meio de u m a f ó r m u l a ( o u regra, ou lei).

?. Verifique, em cada caso, se o esquema define


exemplo 1 ou n ã o uma função de A em B:

A lei de c o r r e s p o n d ê n c i a q u e associa cada


n ú m e r o real x ao n ú m e r o y , s e n d o y o d o b r o de
x , é u m a f u n ç ã o d e f i n i d a pela f ó r m u l a y = 2x, o u
f(x) = 2x.

D=R lm = R

A B

20
11. Seja / uma função com d o m í n i o nos n ú m e r o s
reais definida pela lei f(x) = (3 + x) • (2 - x ) .
Calcule:
a) f(0),f(-2)ef(l);
b) o(s) valor(es) de x tal que f(x) = -14.

12. Sendo / uma função com d o m í n i o nos n ú m e -


ros naturais dada pela lei f (x) = - 2 x + 5, calcule
os valores de:
a) f(4) c) f(0) e) f(10)
b) f(l) d) f ( - l )

13. Em relação à questão anterior, determine o ele-


mento do d o m í n i o cuja imagem vale:
. Sendo A = {-1,0,1,2} e B - {-2, - 1 , 0 , 1 , 2 , 3 , 4 } ,
a) - 7 c) 1 e) -19
verifique em cada caso se a lei dada define uma
b) 0 d) 9
função de A com valores em B:
a) f ( x ) = 2x c) f ( x ) = 2x + 1
2
14. Considere a função f(x) = 5 + - ^ , definida
b) f(x) = x d) f(x)=-x
em IR - {-2}. Determine:
. Sejam os conjuntos A = { 0 , 2, 4, 6} e a) f ( - 5 )
B = {x G N | 0 x s£ 8}. Para cada esquema b) f ( l )
seguinte, determine uma possível lei da função c) o elemento do d o m í n i o cuja imagem é igual
que relaciona elementos de A a elementos de B: a-1.

15. Considerando/e g funções com d o m í n i o nos


2
n ú m e r o s reais dadas por f(x) = 3x - x + 5 e
g(x) = - 2 x + 9, faça o que se pede:

?
a) Qual é o valor de ^ ^ " ^

b) Determine o valor de x tal que f (x) = g(x).


c) Resolva a equação: g(x) = f ( - 3 ) + g ( - 4 ) .

16. (UE-RJ) Sabe-se que, nos pulmões, o ar atinge


a temperatura do corpo e que, ao ser exalado,
tem temperatura inferior à do corpo, já que é
resfriado nas paredes do nariz. Através de me-
dições realizadas em u m laboratório foi obtida
a função T = 8,5 + 0,75 x T , 12° *£ T « 30°,
E A A

em que T e T representam, respectivamente,


E A

a temperatura do ar exalado e a do ambiente.


Calcule:
a) a temperatura ambiente quando T = 25 °C; E

b) o maior valor que pode ser obtido para T . E

Considere/uma função com d o m í n i o real dada


17. O tempo t (em minutos) de desembarque de
2
por f (x) = 3x - x + 4. Calcule:
passageiros de u m navio usado para cruzeiros
a) f(l) c) f(0) e) f ( V 2 )
m a r í t i m o s é dado pela lei: t ( n ) = 70 + -—-, sen-
b) f ( - l ) d) f J_
2 do n o n ú m e r o de passageiros.

21
Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) 23. (UF-RJ) Cíntia, Paulo e Paula leram a seguinte
cada uma das afirmações seguintes: informação numa revista:
a) Em 2 horas desembarcam 750 passageiros.
Conhece-se, há mais de um século, uma fór-
b) O tempo necessário para o desembarque de mula para expressar o peso ideal do corpo hu-
600 passageiros é o dobro do tempo gasto mano adulto em função da altura:
por 300 passageiros.
c) U m acréscimo de 90 passageiros aumenta em P=( a - 1 0 0 ) - ( ^ )
mais de 5 minutos o tempo de desembarque.
em que P é o peso, em quilos; a é a altura, em
18. Seja / u m a f u n ç ã o que t e m a propriedade centímetros; k = 4, para homens, e k = 2, para
f ( x + l ) = 2 - f ( x ) + 1, para todo x £ IR. Saben- mulheres.
do que f ( l ) = - 5 , calcule:
a) Cíntia, que pesa 54 quilos, fez rapidamente
a) f(0) b) f(2) c) f(4)
as contas com k = 2 e constatou que, segun-
19. Seja/ uma função com d o m í n i o nos n ú m e r o s do a fórmula, estava 3 quilos abaixo do seu
reais que tem, para todo x real, a propriedade: peso ideal. Calcule a altura de Cíntia.
b) Paulo e Paula t ê m a mesma altura e ficaram
f ( m • x) = m • f(x) + 1, sendo m uma constante
felizes em saber que estavam ambos exata-
real n ã o nula. Se f(0) = - y , obtenha: mente com seu peso ideal, segundo a infor-
m a ç ã o da revista. Sabendo que Paulo pesa
a) o valor de m;
2 quilos a mais do que Paula, determine o
b) os valores de f(9) e f(81), supondo que
peso de cada u m deles.
f(3) = 2.

20.0 l u c r o L ( e m reais) de u m estabeleci-


mento comercial pode ser estimado pela lei

Domínio e contradomínio
2
L(x) = - x + 75x + q, sendo x o n ú m e r o de u n i -
dades vendidas e q uma constante real. Saben-
do que o lucro se anula quando são vendidas N o r m a l m e n t e , para que u m a f u n ç ã o / e s t e j a b e m
15 peças, determine: caracterizada, é necessário q u e se c o n h e ç a a lei de

a) o valor de q; c o r r e s p o n d ê n c i a que a s s o c i a x (variável i n d e p e n d e n -

b) o lucro obtido na venda de 20 peças. t e ) a y (variável d e p e n d e n t e ) , a l é m do d o m í n i o d e / .


Muitas vezes se faz referência a u m a f u n ç ã o / d i -
2
21. A lei n ( t ) = at + b representa o n ú m e r o de zendo apenas qual é a lei de c o r r e s p o n d ê n c i a . Quan-
boxes vagos (indicado por n ( t ) ) existentes em do não é dado e x p l i c i t a m e n t e o d o m í n i o D d e / , deve-
uma galeria comercial a p ó s f meses de sua
se s u b e n t e n d e r que D é f o r m a d o p o r t o d o s o s n ú m e -
i n a u g u r a ç ã o ; a e b são constantes reais. Sabe-
ros reais q u e p o d e m s e r colocados no lugar de x na
se que u m m ê s a p ó s a i n a u g u r a ç ã o apenas
lei de c o r r e s p o n d ê n c i a y = f ( x ) , de m o d o que, e f e -
4 boxes haviam sido ocupados e que 5 meses
t u a d o s os cálculos, resulte u m y real.
a p ó s a i n a u g u r a ç ã o todos os boxes estavam
Vamos exemplificar:
ocupados. Qual é o n ú m e r o de boxes que es-
tavam em funcionamento três meses a p ó s a • 0 d o m í n i o da f u n ç ã o definida pela lei y = 3x + 4 é
i n a u g u r a ç ã o da galeria, sabendo-se que sua IR, pois, qualquer que seja o valor real atribuído a
capacidade é de 100 boxes? x, o n ú m e r o 3x + 4 t a m b é m é real.
x + 3
2 2. Seja/ uma função com d o m í n i o nos n ú m e r o s • 0 d o m í n i o da f u n ç ã o y = — — r - é IR - { 1 } , pois,
3 2
reais definida pela lei f(x) = - 2 x -I- ax + bx + c, x +3
sendo a, b e c constantes reais. Sabendo que para t o d o x real d i f e r e n t e de 1 , o n ú m e r o r- é
K
x - 1
f(0) = - 1 , f ( l ) = 2 e f ( - 2 ) = 29, determine: real.
a) os valores de a, b e c; • 0 domínio da função y = V x - 2 é D = { x G I R | x ^ 2 } ,
b) f(-l). pois V x - 2 só é real s e x - 2 S 0. 2

22
• A função y = - + V~x s ó é d e f i n i d a p a r a 26. Determine o d o m í n i o das funções seguintes

Vx + 1
x - 1 ^ 0 e x ^ 0; então s e u domínio é a) y=Vx- 5 d) y =
x
D = { x £ R | x ^ 0 e x ^ 1}.
loVx
b) y = V 4x + 1 e) y=
Quando u m a f u n ç ã o é dada por u m a lei de cor-
r e s p o n d ê n c i a y = f(x), à s v e z e s n ã o é t ã o s i m p l e s
c) y=
estabelecer o s e u c o n j u n t o i m a g e m . Nesses casos, Vx-3
é c o m u m apresentar apenas o c o n j u n t o E, no qual po-
derão estar os valores de y . Esse c o n j u n t o E é cha- 2 ?» Estabeleça o d o m í n i o de cada uma das seguin-

mado c o n t r a d o m í n i o d e / . tes funções:

a) h(x) = Vx~+V~5
b) f(x) = V 2 x - 1 + V x
c) g(x) = V - 3 x + 5 - V x - 1
x-1
Na f u n ç ã o / d a d a pela lei y , o domínio
28. Verifique qual é o d o m í n i o de:
é IR*, pois é n e c e s s á r i o x # 0; para cada x do
2x- 1
domínio, y é u m n ú m e r o real que pode a s s u m i r a) f(x) 2
c) 2
h(x) = V x + 5
4x - 3x
valores n ã o t ã o f a c i l m e n t e d e t e r m i n a d o s . Quan-
do isso ocorre, d i z e m o s q u e / é u m a f u n ç ã o de b) g(x) = 3
x - 4x
IR* e m IR. Esse IR é o c o n t r a d o m í n i o d e / e con-
t é m o conjunto imagem d e / . Indicamos:

f:R*^[R

De u m m o d o geral, a notação f : A —• B represen- Gráficos


ta u m a f u n ç ã o c o m domínio A e c o n t r a d o m í n i o B.
Vamos o b s e r v a r a l g u n s gráficos retirados de jor-
nais, a p a r t i r dos quais p o d e m o s descobrir a l g u m a s

mm exercícios cmmm propriedades das f u n ç õ e s que eles r e p r e s e n t a m .

24. E m cada caso, / é uma função de A em B. Obte-


nha o d o m í n i o ( D ) , o c o n t r a d o m í n i o (CD) e o exe mplo4
conjunto imagem (Im) de / . Observe:
a) A = { - 1 , 0 , 1,2},B = {0, l , 2 , 3 , 4 , 5 } e
2
Os mais ricos
f(x) = x + 1
Ranking dos maiores PIBs em 2004 (em trilhões de dólares)
b) A = { - 1 , 0, 1, 2}, B = {-3, - 2 , - 1 , 0, 1, 2, 3} e
1 EUA iiiiifiaiiiiii mmmmmmísm
f(x) = 2x - 1 2 Japão
3 Alemanha
c) A= í|,-4,-2,2],B = f-2,2,|,-|]e 4 Reino Unido
1 5 França
f(x) 6 Itália
T China
d) A = R , B = R e f ( x ) = 3x
8' Espanha
9' Canadá
2 5. Estabeleça o d o m í n i o de cada uma das funções
10' índia
seguintes: 11' Coreia do Sul
2 :
4 12' México
a) y = - 4 x + 3x - 1 d) y 13' Austrália
x- 1
14' Brasil
3 x + 11 1 1
b) y= e) y= 15' Rússia
2 x x- 2
Dados: Banco Mundial.
2x + 3 Fonte: O Estado de S. Paulo, 13/7/2005.
c) y=

2 3
O gráfico representa u m a f u n ç ã o : a cada país
c o r r e s p o n d e u m único valor do PIB. Entre os dez
exercícios
m a i s ricos, há dois países das A m é r i c a s , t r ê s da 29. Base instalada de câmeras digitais
no país (em milhares de unidades)
Ásia e cinco da Europa.
9300
Observe a grande diferença entre o PIB ameri-
cano e o PIB dos outros países: é preciso s o m a r os
PIBs dos próximos quatro países m a i s ricos para
obter, aproximadamente, o PIB americano (4,62 +
+ 2,21 + 2,14 + 2 , 0 0 = 11,42). Além disso, o PIB
americano é quase vinte vezes o PIB brasileiro. 2001 02 03 04 05 06* 2007*
* Previsão
Dados: IDC e empresas.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 7/6/2006.
exemplo 5
Com base no gráfico acima, julgue as afirmati-
O brasileiro na internet vas seguintes como verdadeiras (V") ou falsas (F):
Número de horas que os brasileiros que se 16 horas e
conectam à rede ficam ligados por mês 54 minutos i
a) A função representada é crescente.
b) O n ú m e r o de câmeras digitais em 2005 ex-
cede em 1 900 000 o n ú m e r o de câmeras
existentes em 2004.
c) A razão entre a quantidade de câmeras exis-
tentes em 2007 e a quantidade existente em
2006 é maior que 3 : 2.
d) A média dos valores correspondentes aos
três primeiros anos é menor que 180 000.

30.As Copas do M u n d o são u m dos principais


eventos esportivos mundiais. Elas são realizadas
de quatro em quatro anos. No gráfico abaixo, é
possível constatarmos o aumento do n ú m e r o
de TVs vendidas no ano da Copa da Alemanha
(2006) em relação ao ano anterior.

Evolução do mercado de TVs


maio jun. jul. ago. set. out. nov. dez. jan. fev. mar. abr. maio jun.
04 ' 05 (em milhões de unidades)
11,0*
Fonte: Folha de S. Paulo, 23/7/2005.

E x a m i n a n d o o gráfico, p o d e m o s dizer que:

• e m o u t u b r o / 2 0 0 4 , os i n t e r n a u t a s brasileiros
se c o n e c t a v a m à i n t e r n e t 1 4 h l 6 m i n por m ê s ;
• e m j u n h o / 2 0 0 5 , os i n t e r n a u t a s brasileiros se
c o n e c t a v a m à i n t e r n e t 1 6 h 5 4 m i n por m ê s ;
• de f e v e r e i r o / 2 0 0 5 a j u n h o / 2 0 0 5 , o t e m p o das 1990 91 92 93 94 95 96 97 98 99 2000 01 02 03 04 05 06
c o n e x õ e s de brasileiros c o m a i n t e r n e t cres- * Previsão do mercado
Dados: Abinee, Eletros e projeções de mercado.
ceu ( o u s u b i u ) ;
Fonte: O Estado de S. Paulo, 5/6/2006.
• entre j a n e i r o / 2 0 0 5 e f e v e r e i r o / 2 0 0 5 , o t e m p o
Com base nesses dados, classifique como ver-
das c o n e x õ e s de brasileiros c o m a i n t e r n e t de-
dadeiras ( V ) ou falsas ( f ) as afirmações seguin-
c r e s c e u (ou c a i u ) .
tes e reescreva as sentenças falsas.

24
a) Em ano de Copa, o n ú m e r o de TVs vendi- Desempenho da balança comercial
(em bilhões de dólares)
das aumenta em relação à quantidade ven-
dida no ano anterior. exportações importações

b) O aumento percentual do n ú m e r o de TVs 14


13 13,622
vendidas em 2006, comparado a 2005, é su-
12 /
perior a 25%.
11 ^
c) A sequência formada pela quantidade de
10
TVs vendidas em anos de Copa é crescente.
9
d) A média aritmética do n ú m e r o de TVs ven-
8 / 7,9 84
didas em anos de Copa, nesse p e r í o d o de
7
17 anos, é inferior a 6 milhões.
6
5 «
31 . Observe o gráfico abaixo.
4
População rural e urbana (2005/2030) JAN. F M A M J A S O N D JAN. F M A M J J
(em bilhões) 2005 2006
• rural urbana Dados: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
(MDIC).
5,0
Fonte: O Estado de S. Paulo, 2/8/2006.
4,0 Com base no gráfico, classifique como verda-

3,0 •I deiras (V) ou falsas (P) as proposições seguintes:


a) Em cinco meses do p e r í o d o considerado, as
2,0 H
• importações nacionais superaram o volu-
me de sete bilhões de dólares.
1,0
b) O gráfico das exportações define uma função
crescente no primeiro semestre de cada ano.
0
2005 2030 2005 2030 2005 2030 2005 2030 2005 2030 2005 2030
c) O saldo comercial no último trimestre de
Europa América África Ásia América Oceania 2005 foi superior ao saldo do primeiro t r i -
do Norte Latina
e Caribe mestre de 2006.
Dados: ONU. d) Nos meses de fevereiro de 2005 e de 2006, o
Fonte: O Estado de S. Paulo, 17/6/2006. saldo comercial foi praticamente o mesmo.
e) Comparando o saldo da balança comercial
Classifique como verdadeiras ( V ) ou falsas (F)
em julho de 2006 com o saldo do mesmo
as seguintes proposições:
mês do ano anterior, registrou-se u m au-
a) E m 2005, menos de quinhentos milhões de mento percentual inferior a 10%.
pessoas viviam em cidades na África.
b) No mundo todo, o processo de urbaniza- 33 . Em 2006, o Brasil praticamente atingiu a auto-
ção deve aumentar até 2030. suficiência em petróleo, isto é, a produção passou
a suprir as necessidades internas do consumo.
c) Em 2030, na África, haverá equilíbrio entre
a população urbana e a rural. Produção e consumo nacional de petróleo
d) A população urbana na Ásia, em 2030, em (em bilhões de litros, ao ano)
c o m p a r a ç ã o a seu valor em 2005, estará consumo 93,6 98,7

mais de 50% maior. produção

e) De 2005 a 2030, a população rural na A m é -


rica Latina e no Caribe ficará praticamente
constante.

32. O desempenho da balança comercial brasileira


OCVJ-^-COCOOCVJTrcOCOOOJ-sJ-CDCOOCNJ ^ LO
pode ser avaliado pelo saldo comercial, isto é, a C 3 0 > 0 0 0 ) O i O i C 3 5 0 ) 0 ) 0 ) 0 1 0 > 0 5 0 > 0 0
T - T - ^ i - i - i - i - T - T - i - i - T - t - i - t - C v J C V J
O O
CMCM

diferença entre o volume das exportações e o * Dados preliminares


das importações. Fonte: Veja, 1?/2/2006.

25
No gráfico podemos ver o histórico do consu- Vejamos a l g u n s exemplos:
mo e da p r o d u ç ã o de petróleo.
• ( 1 , 3 ) é o par ordenado e m que o primeiro e l e m e n -
a) Em três períodos a p r o d u ç ã o de petróleo
to é 1 e o s e g u n d o é 3.
ficou praticamente estável. Identifique-os e,
em seguida, para cada u m desses períodos, • ( 3 , 1 ) é o par ordenado e m que o primeiro elemen-

indique u m n ú m e r o inteiro que represente to é 3 e o s e g u n d o é 1 .


a p r o d u ç ã o correspondente.
Note que o s p a r e s ( 1 , 3 ) e ( 3 , 1 ) d i f e r e m entre si
b) E m que p e r í o d o s o consumo interno de
pela ordem de s e u s e l e m e n t o s .
petróleo diminuiu?
Existe u m a maneira g e o m é t r i c a para represen-
c) Indique os três anos em que o país ficou
mais p r ó x i m o de atingir a auto-suficiência. t a r m o s o par ordenado (a, b ) :

d) Indique os dois anos em que a p r o d u ç ã o 1?) D e s e n h a m o s dois eixos p e r p e n d i c u l a r e s e usa-


de petróleo ficou mais distante do consu-
m o s a s u a i n t e r s e ç ã o 0 c o m o origem para cada
mo interno.
u m deles.
e) Quantos bilhões de litros o país teve que i m -
portar em 1990? E em 2002? 2?) Marcamos no eixo horizontal o ponto P lt corres-
p o n d e n t e ao valor de a.
34. (Unicamp-SP) O gráfico abaixo mostra o total
3°) Marcamos no eixo vertical o ponto P , c o r r e s p o n -
2
de acidentes de trânsito na cidade de Campinas
e o total de acidentes sem vítimas, por 10 000 dente ao valor de b.

veículos, no p e r í o d o entre 1997 e 2003. 4°) T r a ç a m o s p o r P t u m a r e t a r p a r a l e l a ao e i x o

• total de acidentes -•- - acidentes sem vítimas vertical.


600
521 5?) Traçamos p o r P u m a reta s paralela ao eixo hori-
487 486
2

500
CD «^426 zontal.
o 400 378
o 427 404 401* ^334 6?) Destacamos a i n t e r s e ç ã o das retas res chaman-
350"" _296
o 300
311 ' do-a de P, que é o ponto que representa grafica-
274"" 245
200
m e n t e o par ordenado (a, b ) .

y 1

1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003


ano
Adaptado de: Sumário Estatístico da Circulação em
Campinas 2002-2003. Campinas: Emdec, 2004, p. 12. f o

Sabe-se que a frota da cidade de Campinas era


composta por 500 000 veículos em 2003 e era o Pi
Pi
4% menor em 2002.
a) Calcule o n ú m e r o total de acidentes de trân- 0 eixo horizontal (Ox) é o eixo das abscissas.
sito ocorridos em Campinas em 2003.
0 eixo vertical (Oy) é o eixo das ordenadas.
b) Calcule o n ú m e r o de acidentes com vítimas
0 ponto 0 ( i n t e r s e ç ã o de Ox c o m Oy) é a o r i g e m .
ocorridos em Campinas em 2002.
0 plano que c o n t é m Ox e Oy é o plano c a r t e s i a n o .

(eixo das v

ordenadas)

Noções básicas de
plano cartesiano O
(origem) (eixo das
abscissas)
Usa-se a notação (a, b) para indicar o par ordena-
do e m que o é o primeiro e l e m e n t o e b é o s e g u n d o .

26
Cada u m a das q u a t r o p a r t e s e m que fica d i v i d i - 3 ?. Encontre xey que determinam a igualdade:
do o p l a n o p e l o s e i x o s c a r t e s i a n o s chama-se a) (x,y)= (2,-5)
q u a d r a n t e . A n u m e r a ç ã o dos q u a d r a n t e s é feita no b) (x + 4 , y - l ) = ( 5 , 3 )
sentido anti-horário, a contar do quadrante corres- c) (x + y , x - 3 y ) = (3,7)

p o n d e n t e aos p o n t o s que p o s s u e m a m b a s a s coor-


denadas positivas. 38. E m cada caso, é dada uma i n f o r m a ç ã o sobre a
localização do ponto P no plano cartesiano. De-
yt
termine o valor de m que verifica tal condição:

a) P ( m + 2,4) percente ao eixo y.


29 quadrante 1? quadrante b) 2
P(-2, m - 16) pertence ao eixo x.
(II) (I)
c) P(m, - 3 ) pertence ao 3° quadrante.

O d) P(m, 2) pertence ao 1° quadrante.


3? quadrante 49 quadrante e) P(-2, m ) pertence ao 4° quadrante.
(III) (IV)
f) P ( - m , 1) pertence ao 2° quadrante.

2
39.0 ponto A ( m - 2 m - 15, - 2 ) pertence ao eixo y
2
e o ponto B(3, m - 7m + 10) pertence ao eixo x.

u exercícios
Qual é o valor de m ?

33,mm

Distribua em u m plano cartesiano os pontos

Construção de gráficos
A(3, 1); B ( - 4 , 2); C(5, - 3 ) ; D ( - l , - 1 ) ; E(2, 0)
3
F(0, - 2 ) ; G(0, 0); H ( - 4 , 0); 1(0, 4); J( - - f , -4
Como p o d e m o s c o n s t r u i r o gráfico de u m a f u n -

L(V2,2);M(-2, y ) ; N Í 3 , - - | ção c o n h e c e n d o a sua lei de c o r r e s p o n d ê n c i a y = f (x)


e seu d o m í n i o D?
0 m é t o d o m a i s usual é o s e g u i n t e :
36 . Forneça as coordenadas de cada ponto assina-
1?) C o n s t r u í m o s u m a tabela na q u a l a p a r e c e m o s
lado no plano cartesiano abaixo:
v a l o r e s de x (variável i n d e p e n d e n t e ) e o s v a l o -
y
res do c o r r e s p o n d e n t e y , calculados a t r a v é s da
B c leiy = f(x).
O

2?) R e p r e s e n t a m o s cada par ordenado (a, b) da t a -


E bela por u m ponto do plano c a r t e s i a n o .
4'
3°) Ligamos o s p o n t o s c o n s t r u í d o s no i t e m anterior

A por meio de u m a c u r v a , que é o próprio gráfico


1c da f u n ç ã o y = f ( x ) .

F 1 H
-5 -4 -3 0 4 5 X
exerfi
Vamos c o n s t r u i r o gráfico da f u n ç ã o y = 2x

3 c o m d o m í n i o IR.
C
1?) Damos a x alguns valores inteiros ( - 3 , - 2 , - 1 ,
0 , 1 , 2 e 3, por exemplo) e a l g u n s v a l o r e s fra-
-5 D

—Da
'G cionáriosf-y. — \ ' \ \' P
e orexem
P j>e
lo

c a l c u l a m o s y = 2x. Teremos a tabela a seguir:


smplo ?
-3 -6
-2 Vamos c o n s t r u i r o g r á f i c o da f u n ç ã o y = 3
-4
para t o d o x real:
-1 -2
0 0 Ponto
1 2 A
-3
2 4 -2 B
3 6 -1 C
3
-3 —=r 3 D
2
E
1 0
-1 F
2 1
G
1 V2
1 2 H
2
3 _5_
2 3 2

2?) R e p r e s e n t a m o s os p a r e s ordenados que es-


y
t ã o nessa tabela por p o n t o s , a saber: C D E F G H I J

A = (-3, - 6 ) y
G
B = (-2,-4)
6
C= (-l,-2)
F
D = (0, 0) -•
4 K
E = (l,2) 1

3 1 3 El
F = (2,4) * I
-1 _ 1 1 V2 2 1 3 x
JI 2 2
G = ( 3 , 6) —» i i
-3 - 2 \ - l \ D| 1 Esse é u m exemplo de f u n ç ã o c o n s t a n t e , pois

)
H = ( - | , - 3 \1 \2 3 x
' i * - a cada x é associado s e m p r e o m e s m o valor de y .
! ; I
! *--- Trata-se de u m a f u n ç ã o cujo gráfico é u m a reta
'=( I c
4 -3 2 paralela ao eixo das a b s c i s s a s .
H
4- -4
J = B
exe
/3 ,\ A

-6
Vamos construir o gráfico da função y = x - 4 2

y = 2x c o m d o m í n i o R:
3?) D e s e n h a m o s a c u r v a
"provável" que c o n t é m Ponto

-3 5 A
os p o n t o s que satisfa-
-2 0 B
z e m a lei y = 2x. Nes-
-1 -3 C
se caso, é u m a reta.
0 -4 D

1 -3 E

2 0 F

3 5 G

-1,5 -1,75 H

-0,5 -3,75 I

0,5 -3,75 J

1,5 -1,75 K

2Q
exercícios
40 . Construa o gráfico de cada uma das seguintes
funções, com d o m í n i o real:
a) y=x c) y = 3
b) y = - x + 1 d) y = 2x

41 . Construa o gráfico de cada uma das funções


seguintes, com D = IR:
2 2
a) y = 2 x c) y = ( - l ) - x
2
b) y = - 2 x

42. Quais dos gráficos seguintes não representam


funções de d o m í n i o real? Explique.

a) y e)

0 X

f)
12
Vamos construir o gráfico da f u n ç ã o y =

no d o m í n i o IR*:

X y Ponto
-12 -i A
-6 -2 B c) g)
-4 -3 C
-3 -4 D
-2 -6 E
-1 -12 F d)
1 12 G
2 G H
3 4 1 y,
12
4 3 J
2 K
43 , Abaixo está representado o gráfico da função / ,
12 1 L
de d o m í n i o real.

-3 0 4 x

Calcule:
Essa c u r v a é c h a m a d a hipérbole.
a) f ( - 4 ) b) f ( - 3 )

29
c) f(2) Agora v a m o s a n a l i s a r os g r á f i c o s j á a p r e s e n t a -
d) f(3) dos e o b s e r v a r os c o m p o r t a m e n t o s das r e s p e c t i v a s
e) f(4) funções.

f) o n ú m e r o de elementos do d o m í n i o cuja

imagem vale -y-;


g) o n ú m e r o de elementos do d o m í n i o cuja O b s e r v e m o s a s e g u i r o g r á f i c o da f u n ç ã o
imagem vale 5; y = 2x.
h) o n ú m e r o de elementos do d o m í n i o cuja y
/i
imagem vale - 4 .
4
ê
/
44. (U. F. Ouro Preto-MG) Uma piscina está cheia
com 10 000 í de água. Abre-se no fundo u m ralo, 2 ---/ |
/ ] ]
pelo qual escoam 100 € de água por minuto.
-2 -1 / ]
Pede-se: I í °/ 1 2 x
a) determinar a função que relaciona o volu-
-2
me V de água na piscina, r minutos após o
ralo ser aberto;
-4
b) determinar depois de quantos minutos a y= 2x/
piscina estará totalmente vazia;
Já v i m o s que esse gráfico é u m a reta.
c) fazer u m gráfico de V como função de r.
Quanto maior o valor dado a x, maior será o

45 , Construa o gráfico de cada uma das funções v a l o r do c o r r e s p o n d e n t e y = 2x. D i z e m o s , p o r

seguintes, com D = Z : isso, que essa f u n ç ã o é c r e s c e n t e .


0 c o n j u n t o i m a g e m dessa f u n ç ã o é Im = IR.
a) y = 2x + 1 b) y = - 3 x
N o t a m o s t a m b é m que f ( 1 ) = 2 e f ( - 1 ) = - 2 ;

46 . Estabeleça o d o m í n i o de cada função e, em se- f ( 2 ) = 4 e f ( - 2 ) = - 4 ; etc.

guida, construa o gráfico: De m o d o geral, f (x) = 2x e f ( - x ) = 2 • ( - x ) =


= - 2 x ; p o r t a n t o , f ( - x ) = - f (x) para t o d o x. Isso
a) y = - b) y = 7 - T
faz c o m que o gráfico seja s i m é t r i c o e m relação
ao ponto 0 ( o r i g e m ) . Dizemos, e n t ã o , q u e / é u m a

4?. Determine o d o m í n i o de cada função e, depois, f u n ç ã o ímpar.


construa o gráfico:
a) y = V x b) y = V x - 2
exemplo 11 ]
Observemos o gráfico da f u n ç ã o y = x - 4 . 2

Análise de gráficos / y=x - 42

Muitas i n f o r m a ç õ e s a respeito do c o m p o r t a m e n -
- 2 \ -1 1 12
to de u m a f u n ç ã o p o d e m ser obtidas a p a r t i r do s e u ©A i o 1 x

gráfico. %\ i
IA
" i 1
i
Por meio dele, p o d e m o s t e r u m a v i s ã o do cresci-
V i
1

'
Ai
-í\'J
oy ti\j
m e n t o ( o u d e c r e s c i m e n t o ) da f u n ç ã o , d o s v a l o r e s
m á x i m o s (ou m í n i m o s ) que ela a s s u m e , de e v e n t u a i s -4
^^mínimo
s i m e t r i a s , do c o m p o r t a m e n t o para v a l o r e s de x m u i -
Já v i m o s que esse gráfico é u m a parábola.
to grandes, etc.

30
Para x 2= O, q u a n t o m a i o r o valor dado a x , Já v i m o s que esse gráfico é u m a hipérbole.
maior será o valor do c o r r e s p o n d e n t e y = x - 4 . 2
Para x > 0 essa f u n ç ã o é d e c r e s c e n t e , e para
Por o u t r o lado, para x =S 0, q u a n t o maior o v a - x < 0 ela t a m b é m é d e c r e s c e n t e .
lor dado a x , m e n o r será o valor do c o r r e s p o n d e n - Observe que f ( 1 ) = 12 e f ( - 1 ) = - 1 2 ; f ( 2 ) = 6
te y = x - 4 . 2

e f ( - 2 ) = - 6 ; f ( 3 ) = 4 e f ( - 3 ) = - 4 , etc.
Dizemos, e n t ã o , que:
12 12
De m o d o geral, f ( - x ) = :-f( ).
X

• para x 2= 0, essa f u n ç ã o é c r e s c e n t e ;
• para x 0, essa f u n ç ã o é d e c r e s c e n t e . A s s i m / é u m a f u n ç ã o ímpar e seu gráfico é

Quando x = 0, t e m o s y = - 4 , e q u a n d o x + 0, s i m é t r i c o e m relação à o r i g e m .

t e m o s y > - 4 . Dizemos, por isso, que x = 0 é u m


ponto de m í n i m o da f u n ç ã o .
Observe que I m = { y E IR | y 5= - 4 } .
Para v a l o r e s dados a x cada vez m a i o r e s e po-
s i t i v o s , o s v a l o r e s de y = x - 4 c r e s c e m ilimita- 2 exemplo 13
d a m e n t e , e y pode tornar-se maior que qualquer
Veja o gráfico s e g u i n t e que representa u m a
n ú m e r o e m que se pense.
f u n ç ã o / c o m d o m í n i o real:
Quando os v a l o r e s dados a x s ã o cada v e z
m e n o r e s e n e g a t i v o s , o s v a l o r e s de y = x - 4 2

c r e s c e m i l i m i t a d a m e n t e , e y pode tornar-se maior


que qualquer n ú m e r o e m que se pense.
Notamos t a m b é m que f ( l ) = - 3 e f ( - l ) =
= - 3 ; f ( 2 ) = 0 e f ( - 2 ) = 0; f ( 3 ) = 5 e f ( - 3 ) = 5; etc.
De modo geral, f(x) = x - 4 e f ( - x ) = ( - x ) - 4 =
2 2

= x - 4 ; p o r t a n t o , f ( x ) = f ( - x ) para t o d o x. Isso
2

faz c o m que o gráfico seja s i m é t r i c o e m relação


ao eixo y . Dizemos, e n t ã o , q u e / é u m a f u n ç ã o par.

exemplo 121 Vamos e s t u d a r o sinal dessa f u n ç ã o .


Isso significa que é preciso d e t e r m i n a r os va-
O b s e r v e m o s a b a i x o o g r á f i c o da f u n ç ã o
lores de x para os quais y é p o s i t i v o o u negativo.
12
u = — , com x 0. Os p o n t o s do gráfico s i t u a d o s acima do eixo
V
A i y = - Ox a p r e s e n t a m ordenadas y > 0, ou seja, suas
y
12 - 1 x
11 - abscissas x 0 a c a r r e t a m f ( x ) > 0 . Isso o c o r r e
0

10 •
9- quando-3<x<2 ou x > 5.
8-
7 . \ decrescente Já os p o n t o s do gráfico s i t u a d o s abaixo do
6-
5- eixo Ox a p r e s e n t a m ordenadas y < 0, ou seja,
4-
3
suas a b s c i s s a s x a c a r r e t a m f ( x ) < 0. Isso ocor-
D 0
2

- 1 2 - 1 1 - 1 0 - 9 - 8 - 7 - 6 - 5 - 4 - 3 - 2 -1 1
1 re q u a n d o x < - 3 ou 2 < x < 5.
12 ' ' ' ' ' ' ' o. . 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 X

-2
Os p o n t o s de i n t e r s e ç ã o d o g r á f i c o c o m o
y X
-3
-4
eixo Ox a p r e s e n t a m o r d e n a d a s y = 0, o u s e j a ,
-5
-6 suas abscissas x 0 s ã o t a i s q u e f ( x ) = 0. Es-
0

decrescente \ -7
-8 sas a b s c i s s a s x s ã o o s z e r o s o u raízes da f u n -
0

-9
-10 ção/.
•-11
•-12 As raízes d e / s ã o - 3 , 2 e 5.

31
exercícios
48. E m cada caso, o gráfico representa uma função 51. ( U . F. Viçosa-MG) O gráfico abaixo ilustra a
de IR em IR. Especifique os intervalos em que a evolução da temperatura T (°C), em uma re-
função é crescente, decrescente ou constante: gião, ao longo de u m período de 24 horas.

24 t

Determine:
y a) os h o r á r i o s em que a temperatura atinge
0°C;
2 / b) o intervalo de variação da temperatura ao
0 ^ X
longo das 24 horas;
c) os intervalos de tempo em que a tempera-
tura é positiva.

-4
52. (EEM-SP) Na figura abaixo estão representa-
das as medidas de sensibilidade auditiva (em
49 . Estude o sinal de cada uma das funções cujos decibéis - dB), em função da frequência, para
gráficos estão representados a seguir. Forneça os ouvidos direito e esquerdo de uma pessoa.
t a m b é m a(s) raiz(es): Quanto menor o nível em decibéis, mais efi-
ciente é a audição.

frequência (Hz)
o o o o
o o o o o o o
o m o o o o o
•t
CM
LO T- CM co
30-
s i • i t i

-o
40-
aud ição

50-
"O

> 60-

70- • esquerdo direito

50. É dada uma condição sobre a função de d o m í -


nio real em cada item. Faça u m gráfico possível a) Determine as frequências e os níveis de deci-
de uma função que verifique tal condição: béis para os quais a sensibilidade auditiva
a) / é sempre decrescente; nos dois ouvidos é igual.
b) / é crescente se x 3= 2 e decrescente se x 2; b) Para que frequências a sensibilidade do ou-
c) fé constante se x < 1 e decrescente se x 3= 1. vido direito é superior à do esquerdo?

32
53 , Estabeleça P para função par, I para função í m p a r e 0 para função que n ã o é par nem ímpar:

de vestibulares
1. (PUC-MG) Por mês, certa família tem uma renda de 5. (Enem-MEC) No gráfico estão representados os gois
r reais, e o total de seus gastos mensais é dado pela marcados e os gois sofridos por uma equipe de fute-
função g(r) = 0,7r + 100. Num mês em que os gastos bol nas dez primeiras partidas de um determinado
atingiram RS 3 600,00, pode-se estimar que a renda campeonato.
dessa família foi de:
a) R$4 000,00 c) R$ 5 500,00
b) R$ 5 000,00 d) R$ 6 000,00

2. (UF-PI) A tabela abaixo mostra alguns valores de


uma função y = f(x).

0 1 2 3 4 5 6
-1 0 3 8 15 24 35
28/1 4/2 11/2 18/2 25/2 4/3 11/3 18/3 25/3 1?/4
Essa função é definida pela expressão: data da partida
2
a) f(x) = x - l d) 2
f(x) = - x + 1 Considerando-se que, nesse campeonato, as equipes
2
b) f(x)=x +l e) 2
f (x) = 2x - 1 ganham 3 pontos para cada vitória, 1 ponto por
2
c) f(x)=-x -l empate e 0 ponto em caso de derrota, a equipe em
questão, ao final da décima partida, terá acumulado
um número de pontos igual a:
1+
3. (PUC-MG) Sendo f(x) = • -, o valor f(2) + 1 é a) 15 c) 18 e) 24
_ J_ b) 17 d) 20
x
igual a: 6. (FEI-SP) A função f : R — R é tal que, para todo
x G R, temos f(2x) = 2 f(x). Se f(4) = 28, então:
a, | b) c) 2 d) 4
a) f(D = 7
b) f(l) = 8
4. (UE-PA) Com vistas à reforma agrária, uma fazenda c) f(l)=9
foi desapropriada pelo Governo Federal e dividida d) f ( l ) = 10
em 100 lotes, todos de forma quadrada e de mesma e) f (1) não pode ser calculada.
área, para distribuição entre os "sem-terra". A lei
P. (UF-RN) Embora o Brasil tenha uma das maiores
matemática que expressa a área z do terreno em fun-
jazidas de sal do mundo, sua produção anual em mi-
ção da medida x do lado de cada lote é:
lhões de toneladas ainda é inferior à da Alemanha, à
a) z = lOOx d) z = 100 da Austrália, à do Canadá, à da China, à dos EUA, à
2 2
b) z = lOOx e) z = x + 100 da França, à da índia e à do México. O gráfico a se-
2
c) z=x guir mostra a produção de sal nesses países, no ano
2
(Dado: área do quadrado = (medida do lado) .) 2000.
Produção mundial de sal em 2000

I. Se x < 0, então f(x) < 0.


II. f ( l ) + f(3) = f(4).
III. A imagem de / é o intervalo [-4,3].
É correto afirmar que:
Considerando esses principais países produtores, a
melhor aproximação do percentual de participação do a) apenas III é verdadeira.
b) apenas I e I I são verdadeiras.
Brasil na produção mundial de sal em 2000 foi de:
c) apenas I e III são verdadeiras.
a) 4% b) 5% c) 6% d) 11%
d) apenas I I e III são verdadeiras.
1 1 e) todas as sentenças são verdadeiras.
8. (PUC-MG) Considere as funções f(r) = - r + —e
r-r 12 . (Enem-MEC) O número de atletas nas Olimpíadas
2
g(r) = V r + 5. É correto afirmar:
vem aumentando nos últimos anos, como mostra o
a) f ( 2 ) < g ( 2 ) c) f ( 2 ) > g ( 2 ) gráfico. Mais de 10 000 atletas participaram dos Jo-
b) f(2) = g(2) d ) 4 ^ > 0 gos Olímpicos de Sydney, em 2000.
1(2)
12000
10624 1 0 321
9. (U. E. Londrina-PR) Seja f(n) uma função definida 9/121JSL364

para todo n inteiro tal que:


f(2) = 2 -'6434— 6 6 5 9
6416
f(p + q) = f(p) • f(q)
4738 4457**80 48344265 24g8_^ ™39K
em que p e q são inteiros. O valor de f(0) é: 2 000 610 683 7814-299- 1088 2705
'Ji
a) -1 c) 1 e) 2 1 251 1498
0
1960 1964 1968 1972 1976 1980 1984 1988 1992 1996 2000
b) 0 d) <2
ano
10 . (UF-PI) Na figura abaixo estão representados os grá- total • - homens • - mulheres
ficos das funções reais, de variável real, / e g.
Nas últimas cinco Olimpíadas, esse aumento ocorreu
devido ao crescimento da participação de:
^f(x)
a) homens e mulheres, na mesma proporção.
b) homens, pois a de mulheres vem diminuindo a
cada Olimpíada.
c) homens, pois a de mulheres praticamente não
se alterou.
d) mulheres, pois a de homens vem diminuindo a
cada Olimpíada.
e) mulheres, pois a de homens praticamente não
se alterou.
Decorrente da análise da figura, é correto afirmar que:
13 . (Mackenzie-SP) Se os números reais a e b sao tais que
a) f(x) • g(x) > 0 para todo 2 < x < 4.
r . „ . a + bx + 4
b) f(x) > g(x) para todo x < 3. a função t(x) tem domínio IR - {-2} e
ax - 2b
c) f(x) • g(x) < 0 para todo x > 3.
f ( l ) = -2, então a • b é igual a:
d) f(x) + g(x) < 0 para todo x < 3.
e) f(x) < g(x) para todo x > 3.
" y
11 . (Mackenzie-SP) Considere as sentenças a seguir,
relativas à função y = f(x), definida no intervalo <• 4

' e representada, graficamente, na figura.

34
14 . (Enem-MEC) Os gráficos a seguir mostram, em mi- b) quando predominava a população rural, as mu-
lhões de reais, o total do valor das vendas que uma lheres tinham em média três vezes menos filhos
empresa realizou em cada mês, nos anos de 2004 e do que hoje.
2005, respectivamente. c) a diminuição relativa da população rural coin-
cide com o aumento do número de filhos por
Vendas em 2004 Vendas em 2005
8,0 8,0 mulher.
-75
2 7,0
o) 6,5 1 7,5
/ d) quanto mais aumenta o número de pessoas mo-
2 7,0 rando em cidades, maior passa a ser a taxa de
O) 5,5 o 6,5
2 5,0 fecundidade.
<u 5,5
14,5 S 5,0 e) com a intensificação do processo de urbaniza-
4,0
J FMAMJ J ASOND J FMAMJ J ASOND
ção, o número de filhos por mulher tende a ser
meses meses
menor.
Como mostra o primeiro gráfico, durante o ano de
2004, houve, em cada mês, crescimento das vendas 16 . (Enem-MEC) Após a ingestão de bebidas alcoólicas,
em relação ao mês anterior. A diretoria dessa empre- o metabolismo do álcool e sua presença no sangue
sa, porém, considerou muito lento o ritmo de cresci- dependem de fatores como peso corporal, condições
mento naquele ano. Por isso, estabeleceu como meta e tempo após a ingestão.
mensal para o ano de 2005 o crescimento das vendas O gráfico mostra a variação da concentração de ál-
em ritmo mais acelerado que o de 2004. Pela análise cool no sangue de indivíduos de mesmo peso que
do segundo gráfico, conclui-se que a meta para 2005 beberam três latas de cerveja cada um, em diferentes
foi atingida em: condições: em jejum e após o jantar.
a) janeiro, fevereiro e outubro.
b) fevereiro, março e junho.
c) março, maio e agosto. 1,0 em jejum
"\
d) abril, agosto e novembro. _ 0,9 \
após o jantar
\
e) julho, setembro e dezembro. TO 0,8
\

15 . (Enem-MEC) Ao longo do século XX, as caracte- D) 0,7 \


\
0 6
rísticas da população brasileira mudaram muito. Os
gráficos mostram as alterações na distribuição da
I '0,5 \

s
"%
população da cidade e do campo e na taxa de fecun- 0,4
didade (número de filhos por mulher) no período 0,3
entre 1940 e 2000. 0,2
População urbana e rural no Brasil (%) 0,1

1 2 3 4 5 6
tempo após ingestão (h)
Fonte: Pesquisa Fapesp, n.57, set. 2000.

Tendo em vista que a concentração máxima de álcool


no sangue permitida pela legislação brasileira para
motoristas é 0,6 g/€, o indivíduo que bebeu após o
1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000 jantar e o que bebeu em jejum só poderão dirigir após,
Taxa de fecundidade no Brasil aproximadamente:
a) uma hora e uma hora e meia, respectivamente.
b) três horas e meia hora, respectivamente.
c) três horas e quatro horas e meia, respectivamente.
d) seis horas e três horas, respectivamente.
e) seis horas, igualmente.

1?. (Enem-MEC) O excesso de peso pode prejudicar o


desempenho de um atleta profissional em corridas
1940 1950 1960 1970 1980 1990 2000
de longa distância como a maratona (42,2 km), a
Fonte: IBGE.
meia-maratona (21,1 km) ou uma prova de 10 km.
Comparando-se os dados dos gráficos, pode-se con- Para saber uma aproximação do intervalo de tempo
cluir que: a mais perdido para completar uma corrida devido
a) o aumento relativo da população rural é acom- ao excesso de peso, muitos atletas utilizam os dados
panhado pela redução da taxa de fecundidade. apresentados na tabela e no gráfico a seguir.

35
Fórmula A: y = (t + 1) • a

Fórmula B: y = -^y- t • a

em que a denota a dosagem de adulto em miligra-


mas era idade da criança em anos.
Assinale a alternativa que apresenta a idade da
criança na qual as duas fórmulas especificam a
mesma dosagem.
a) 2 anos
b) 6 anos
c) 7 anos
d) 8 anos
e) 10 anos
Tempo x peso
20. (Enem-MEC) No primeiro semestre de 2006, o Mo-
(Modelo Wilmore e Benke)
tempo perdido vimento Global pela Criança, em parceria com o
(minutos) Unicef, divulgou o relatório Salvando vidas: o direito
das crianças ao tratamento de HIVeAids. Nesse rela-
maratona tório, conclui-se que o aumento da prevenção pri-

/
mária ao vírus deverá reduzir o número de novos
1,33
casos de infecção entre jovens de 15 a 24 anos de ida-
yi meia-maratona de, como mostra o gráfico a seguir.
0,67 —•— com maior prevenção
/l^'^^--' P r o v a
de 10 km
—•— com a prevenção atual
0,32 ^í^*t—
peso acima 3000T 1
do ideal (kg)

Usando essas informações, um atleta de ossatura


grande, pesando 63 kg e com altura igual a 1,59 m,
que tenha corrido uma meia-maratona, pode esti-
mar que, em condições de peso ideal, teria melho-
rado seu tempo na prova em:
a) 0,32 minuto E
b) 0,67 minuto 0 1
1 1 1 1 1 1—•
c) 1,60 minuto 2005 2006 2007 2008 2009 2010
d) 2,68 minutos Com base nesses dados, analise as seguintes afir-
e) 3,35 minutos mações.
I . Ações educativas de prevenção da transmissão
18. (PUC-RJ) A função f(x) = —^-5- - -^: do vírus HIV poderão contribuir para a redução,
z
2+x 6 em 2008, de mais de 20% dos novos casos de
a) é sempre positiva. infecção entre os jovens, em relação ao ano
b) pode assumir qualquer valor real. de 2005.
c) pode assumir o valor I I . Ações educativas relativas à utilização de preser-
vativos nas relações sexuais reduzirão em 25%
d) pode assumir o valor - ao ano os novos casos de Aids entre os jovens.
6 III. Sem o aumento de medidas de prevenção pri-
e) pode assumir o valor —. mária, estima-se que, em 2010, o aumento de
novos casos de infecção por HIV entre os jovens
será, em relação ao ano de 2005,50% maior.
19 . (U. E. Londrina-PR) Os produtos farmacêuticos de-
vem especificar as dosagens recomendadas para uso É correto apenas o que se afirma em:
de adultos e de crianças. As fórmulas a seguir são a) I d) I e II
utilizadas para modificar a dosagem de uso dos adul- b) I I e) II e III
tos para a dosagem de uso por crianças (y). c) I I I
(Fuvest-SP) Uma função/satisfaz a identidade f(ax) = af(x) para todos os números reais aex. Além disso,
sabe-se que f(4) = 2. Considere ainda a função g(x) = f(x - 1) + 1 para todo número real x.
a) Calcule g(3).
b) Determine f(x), para todo x real.
c) Resolva a equação g(x) = 8.

Sejam/e g funções de domínio real. Para cada x G IR, define-se h(x) = Vf(x)-g(x). Obtenha, em cada caso,
o domínio da função h, sendo dados os gráficos das funções/e g:
a) . y\ c) y

V 0
*>
x -2
i \
1 ^
-Ti
/
^
3 x
.f
a

V \
/ff
2

/
(U. F. Viçosa-MG, adaptado) Há diversas maneiras de calcular a dose infantil de um medicamento se co-
nhecida a para adultos. Entre outras, existe a fórmula de Young, dada, em função da idade da criança (em
anos), por:

dose infantil = idade da criança— x j o s e ^ q a c j i


u t 0

idade da criança +12


Para André e seu irmão Paulo, cinco anos mais novo, são calculadas as doses infantis de um dado medica-
mento por meio dessa fórmula. Sabendo que a dose para André é o dobro da dose para seu irmão, determine:
a) a idade de Paulo;
b) a dose desse medicamento recomendada a um adulto, considerando que André deve ingerir uma dose
com 16 gotas desse medicamento.

3?

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