Funções Matemáticas: Definição e Exemplos
Funções Matemáticas: Definição e Exemplos
18
• n exercícios
1. Na tabela seguinte é dado o p r e ç o pago por a) Qual é o valor de r?
alguns clientes em função da quantidade de b) Como se exprime matematicamente o total
picanha adquirida em u m açougue: pago (y) por u m serviço de x horas de tra-
balho?
Quantidade (em quilos) Preço (R$)
3 . Para prestar serviços domiciliares, u m técnico que cada célula se subdivide em outras duas a
cada hora.
em informática cobra R$ 50,00 a visita e u m
adicional de r reais por hora de trabalho. Veja a) Partindo-se de uma única célula, iniciou-se
na tabela seguinte o preço total de serviço por uma experiência científica. Faça uma tabe-
n ú m e r o de horas trabalhadas. la para representar a quantidade de células
presentes nessa cultura após 1, 2, 3, 4, 5 e
Número de Preço total
I
6 horas do início da experiência.
noras <de trabalho de serviço (R$) b) Qual é o tempo m í n i m o de horas (comple-
94 tas) necessárias para que haja mais de 1 000
células na cultura?
116
c) Qual é a lei que relaciona o n ú m e r o de
160
células («) encontrado na cultura após r
226 horas do início da experiência?
Definição Nessa f u n ç ã o :
Em M a t e m á t i c a , se x e y s ã o duas v a r i á v e i s t a i s • para x = 5, v e m y = 2 • 5 = 1 0 .
que para cada valor atribuído a x existe, e m corres- Dizemos q u e f ( 5 ) = 10.
p o n d ê n c i a , u m único valor para y , d i z e m o s q u e y é • a i m a g e m de x = - 3 é f ( - 3 ) = 2 • ( - 3 ) = - 6 .
uma função d e x . • x = 11,5 c o r r e s p o n d e a y = 2 • ( 1 1 , 5 ) = 2 3 .
0 c o n j u n t o D de v a l o r e s q u e p o d e m ser atribuí-
• y = 2 é a i m a g e m de x = - y .
dos a x é c h a m a d o d o m í n i o da f u n ç ã o . A variável x é
c h a m a d a variável i n d e p e n d e n t e .
0 d o m í n i o e o c o n j u n t o i m a g e m dessa f u n -
0 valor de y , c o r r e s p o n d e n t e a d e t e r m i n a d o
ção s ã o iguais a U.
valor atribuído a x , é c h a m a d o i m a g e m de x pela f u n -
ção e é representado por f ( x ) . A variável y é c h a m a d a
v a r i á v e l d e p e n d e n t e porque y a s s u m e v a l o r e s q u e
exemplo 2
d e p e n d e m dos c o r r e s p o n d e n t e s v a l o r e s de x . A regra q u e associa a cada n ú m e r o n a t u r a l
0 c o n j u n t o Im f o r m a d o pelos v a l o r e s q u e y x o n ú m e r o y , s e n d o y o cubo de x , é y = x , ou 3
m a d o c o n j u n t o i m a g e m da f u n ç ã o . E s q u e m a t i c a - D=N
mente, temos:
D lm
Nessa f u n ç ã o :
domínio imagem
• para x = 2, v e m y = 2 = 8. Dizemos que f ( 2 ) = 8.
3
Trata-se de u m a f u n ç ã o de d o m í n i o e c o n j u n -
fórmulas to imagem contido e m r U
Existe u m i n t e r e s s e especial no e s t u d o de f u n -
e h m exercícios
ç õ e s e m q u e y pode ser calculado a p a r t i r de x por
meio de u m a f ó r m u l a ( o u regra, ou lei).
D=R lm = R
A B
20
11. Seja / uma função com d o m í n i o nos n ú m e r o s
reais definida pela lei f(x) = (3 + x) • (2 - x ) .
Calcule:
a) f(0),f(-2)ef(l);
b) o(s) valor(es) de x tal que f(x) = -14.
?
a) Qual é o valor de ^ ^ " ^
21
Classifique como verdadeira (V) ou falsa (F) 23. (UF-RJ) Cíntia, Paulo e Paula leram a seguinte
cada uma das afirmações seguintes: informação numa revista:
a) Em 2 horas desembarcam 750 passageiros.
Conhece-se, há mais de um século, uma fór-
b) O tempo necessário para o desembarque de mula para expressar o peso ideal do corpo hu-
600 passageiros é o dobro do tempo gasto mano adulto em função da altura:
por 300 passageiros.
c) U m acréscimo de 90 passageiros aumenta em P=( a - 1 0 0 ) - ( ^ )
mais de 5 minutos o tempo de desembarque.
em que P é o peso, em quilos; a é a altura, em
18. Seja / u m a f u n ç ã o que t e m a propriedade centímetros; k = 4, para homens, e k = 2, para
f ( x + l ) = 2 - f ( x ) + 1, para todo x £ IR. Saben- mulheres.
do que f ( l ) = - 5 , calcule:
a) Cíntia, que pesa 54 quilos, fez rapidamente
a) f(0) b) f(2) c) f(4)
as contas com k = 2 e constatou que, segun-
19. Seja/ uma função com d o m í n i o nos n ú m e r o s do a fórmula, estava 3 quilos abaixo do seu
reais que tem, para todo x real, a propriedade: peso ideal. Calcule a altura de Cíntia.
b) Paulo e Paula t ê m a mesma altura e ficaram
f ( m • x) = m • f(x) + 1, sendo m uma constante
felizes em saber que estavam ambos exata-
real n ã o nula. Se f(0) = - y , obtenha: mente com seu peso ideal, segundo a infor-
m a ç ã o da revista. Sabendo que Paulo pesa
a) o valor de m;
2 quilos a mais do que Paula, determine o
b) os valores de f(9) e f(81), supondo que
peso de cada u m deles.
f(3) = 2.
Domínio e contradomínio
2
L(x) = - x + 75x + q, sendo x o n ú m e r o de u n i -
dades vendidas e q uma constante real. Saben-
do que o lucro se anula quando são vendidas N o r m a l m e n t e , para que u m a f u n ç ã o / e s t e j a b e m
15 peças, determine: caracterizada, é necessário q u e se c o n h e ç a a lei de
22
• A função y = - + V~x s ó é d e f i n i d a p a r a 26. Determine o d o m í n i o das funções seguintes
Vx + 1
x - 1 ^ 0 e x ^ 0; então s e u domínio é a) y=Vx- 5 d) y =
x
D = { x £ R | x ^ 0 e x ^ 1}.
loVx
b) y = V 4x + 1 e) y=
Quando u m a f u n ç ã o é dada por u m a lei de cor-
r e s p o n d ê n c i a y = f(x), à s v e z e s n ã o é t ã o s i m p l e s
c) y=
estabelecer o s e u c o n j u n t o i m a g e m . Nesses casos, Vx-3
é c o m u m apresentar apenas o c o n j u n t o E, no qual po-
derão estar os valores de y . Esse c o n j u n t o E é cha- 2 ?» Estabeleça o d o m í n i o de cada uma das seguin-
a) h(x) = Vx~+V~5
b) f(x) = V 2 x - 1 + V x
c) g(x) = V - 3 x + 5 - V x - 1
x-1
Na f u n ç ã o / d a d a pela lei y , o domínio
28. Verifique qual é o d o m í n i o de:
é IR*, pois é n e c e s s á r i o x # 0; para cada x do
2x- 1
domínio, y é u m n ú m e r o real que pode a s s u m i r a) f(x) 2
c) 2
h(x) = V x + 5
4x - 3x
valores n ã o t ã o f a c i l m e n t e d e t e r m i n a d o s . Quan-
do isso ocorre, d i z e m o s q u e / é u m a f u n ç ã o de b) g(x) = 3
x - 4x
IR* e m IR. Esse IR é o c o n t r a d o m í n i o d e / e con-
t é m o conjunto imagem d e / . Indicamos:
f:R*^[R
2 3
O gráfico representa u m a f u n ç ã o : a cada país
c o r r e s p o n d e u m único valor do PIB. Entre os dez
exercícios
m a i s ricos, há dois países das A m é r i c a s , t r ê s da 29. Base instalada de câmeras digitais
no país (em milhares de unidades)
Ásia e cinco da Europa.
9300
Observe a grande diferença entre o PIB ameri-
cano e o PIB dos outros países: é preciso s o m a r os
PIBs dos próximos quatro países m a i s ricos para
obter, aproximadamente, o PIB americano (4,62 +
+ 2,21 + 2,14 + 2 , 0 0 = 11,42). Além disso, o PIB
americano é quase vinte vezes o PIB brasileiro. 2001 02 03 04 05 06* 2007*
* Previsão
Dados: IDC e empresas.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 7/6/2006.
exemplo 5
Com base no gráfico acima, julgue as afirmati-
O brasileiro na internet vas seguintes como verdadeiras (V") ou falsas (F):
Número de horas que os brasileiros que se 16 horas e
conectam à rede ficam ligados por mês 54 minutos i
a) A função representada é crescente.
b) O n ú m e r o de câmeras digitais em 2005 ex-
cede em 1 900 000 o n ú m e r o de câmeras
existentes em 2004.
c) A razão entre a quantidade de câmeras exis-
tentes em 2007 e a quantidade existente em
2006 é maior que 3 : 2.
d) A média dos valores correspondentes aos
três primeiros anos é menor que 180 000.
• e m o u t u b r o / 2 0 0 4 , os i n t e r n a u t a s brasileiros
se c o n e c t a v a m à i n t e r n e t 1 4 h l 6 m i n por m ê s ;
• e m j u n h o / 2 0 0 5 , os i n t e r n a u t a s brasileiros se
c o n e c t a v a m à i n t e r n e t 1 6 h 5 4 m i n por m ê s ;
• de f e v e r e i r o / 2 0 0 5 a j u n h o / 2 0 0 5 , o t e m p o das 1990 91 92 93 94 95 96 97 98 99 2000 01 02 03 04 05 06
c o n e x õ e s de brasileiros c o m a i n t e r n e t cres- * Previsão do mercado
Dados: Abinee, Eletros e projeções de mercado.
ceu ( o u s u b i u ) ;
Fonte: O Estado de S. Paulo, 5/6/2006.
• entre j a n e i r o / 2 0 0 5 e f e v e r e i r o / 2 0 0 5 , o t e m p o
Com base nesses dados, classifique como ver-
das c o n e x õ e s de brasileiros c o m a i n t e r n e t de-
dadeiras ( V ) ou falsas ( f ) as afirmações seguin-
c r e s c e u (ou c a i u ) .
tes e reescreva as sentenças falsas.
24
a) Em ano de Copa, o n ú m e r o de TVs vendi- Desempenho da balança comercial
(em bilhões de dólares)
das aumenta em relação à quantidade ven-
dida no ano anterior. exportações importações
25
No gráfico podemos ver o histórico do consu- Vejamos a l g u n s exemplos:
mo e da p r o d u ç ã o de petróleo.
• ( 1 , 3 ) é o par ordenado e m que o primeiro e l e m e n -
a) Em três períodos a p r o d u ç ã o de petróleo
to é 1 e o s e g u n d o é 3.
ficou praticamente estável. Identifique-os e,
em seguida, para cada u m desses períodos, • ( 3 , 1 ) é o par ordenado e m que o primeiro elemen-
500
CD «^426 zontal.
o 400 378
o 427 404 401* ^334 6?) Destacamos a i n t e r s e ç ã o das retas res chaman-
350"" _296
o 300
311 ' do-a de P, que é o ponto que representa grafica-
274"" 245
200
m e n t e o par ordenado (a, b ) .
y 1
(eixo das v
ordenadas)
Noções básicas de
plano cartesiano O
(origem) (eixo das
abscissas)
Usa-se a notação (a, b) para indicar o par ordena-
do e m que o é o primeiro e l e m e n t o e b é o s e g u n d o .
26
Cada u m a das q u a t r o p a r t e s e m que fica d i v i d i - 3 ?. Encontre xey que determinam a igualdade:
do o p l a n o p e l o s e i x o s c a r t e s i a n o s chama-se a) (x,y)= (2,-5)
q u a d r a n t e . A n u m e r a ç ã o dos q u a d r a n t e s é feita no b) (x + 4 , y - l ) = ( 5 , 3 )
sentido anti-horário, a contar do quadrante corres- c) (x + y , x - 3 y ) = (3,7)
2
39.0 ponto A ( m - 2 m - 15, - 2 ) pertence ao eixo y
2
e o ponto B(3, m - 7m + 10) pertence ao eixo x.
u exercícios
Qual é o valor de m ?
33,mm
Construção de gráficos
A(3, 1); B ( - 4 , 2); C(5, - 3 ) ; D ( - l , - 1 ) ; E(2, 0)
3
F(0, - 2 ) ; G(0, 0); H ( - 4 , 0); 1(0, 4); J( - - f , -4
Como p o d e m o s c o n s t r u i r o gráfico de u m a f u n -
F 1 H
-5 -4 -3 0 4 5 X
exerfi
Vamos c o n s t r u i r o gráfico da f u n ç ã o y = 2x
3 c o m d o m í n i o IR.
C
1?) Damos a x alguns valores inteiros ( - 3 , - 2 , - 1 ,
0 , 1 , 2 e 3, por exemplo) e a l g u n s v a l o r e s fra-
-5 D
—Da
'G cionáriosf-y. — \ ' \ \' P
e orexem
P j>e
lo
A = (-3, - 6 ) y
G
B = (-2,-4)
6
C= (-l,-2)
F
D = (0, 0) -•
4 K
E = (l,2) 1
3 1 3 El
F = (2,4) * I
-1 _ 1 1 V2 2 1 3 x
JI 2 2
G = ( 3 , 6) —» i i
-3 - 2 \ - l \ D| 1 Esse é u m exemplo de f u n ç ã o c o n s t a n t e , pois
)
H = ( - | , - 3 \1 \2 3 x
' i * - a cada x é associado s e m p r e o m e s m o valor de y .
! ; I
! *--- Trata-se de u m a f u n ç ã o cujo gráfico é u m a reta
'=( I c
4 -3 2 paralela ao eixo das a b s c i s s a s .
H
4- -4
J = B
exe
/3 ,\ A
•
-6
Vamos construir o gráfico da função y = x - 4 2
y = 2x c o m d o m í n i o R:
3?) D e s e n h a m o s a c u r v a
"provável" que c o n t é m Ponto
-3 5 A
os p o n t o s que satisfa-
-2 0 B
z e m a lei y = 2x. Nes-
-1 -3 C
se caso, é u m a reta.
0 -4 D
1 -3 E
2 0 F
3 5 G
-1,5 -1,75 H
-0,5 -3,75 I
0,5 -3,75 J
1,5 -1,75 K
2Q
exercícios
40 . Construa o gráfico de cada uma das seguintes
funções, com d o m í n i o real:
a) y=x c) y = 3
b) y = - x + 1 d) y = 2x
a) y e)
0 X
f)
12
Vamos construir o gráfico da f u n ç ã o y =
no d o m í n i o IR*:
X y Ponto
-12 -i A
-6 -2 B c) g)
-4 -3 C
-3 -4 D
-2 -6 E
-1 -12 F d)
1 12 G
2 G H
3 4 1 y,
12
4 3 J
2 K
43 , Abaixo está representado o gráfico da função / ,
12 1 L
de d o m í n i o real.
-3 0 4 x
Calcule:
Essa c u r v a é c h a m a d a hipérbole.
a) f ( - 4 ) b) f ( - 3 )
29
c) f(2) Agora v a m o s a n a l i s a r os g r á f i c o s j á a p r e s e n t a -
d) f(3) dos e o b s e r v a r os c o m p o r t a m e n t o s das r e s p e c t i v a s
e) f(4) funções.
f) o n ú m e r o de elementos do d o m í n i o cuja
Muitas i n f o r m a ç õ e s a respeito do c o m p o r t a m e n -
- 2 \ -1 1 12
to de u m a f u n ç ã o p o d e m ser obtidas a p a r t i r do s e u ©A i o 1 x
gráfico. %\ i
IA
" i 1
i
Por meio dele, p o d e m o s t e r u m a v i s ã o do cresci-
V i
1
'
Ai
-í\'J
oy ti\j
m e n t o ( o u d e c r e s c i m e n t o ) da f u n ç ã o , d o s v a l o r e s
m á x i m o s (ou m í n i m o s ) que ela a s s u m e , de e v e n t u a i s -4
^^mínimo
s i m e t r i a s , do c o m p o r t a m e n t o para v a l o r e s de x m u i -
Já v i m o s que esse gráfico é u m a parábola.
to grandes, etc.
30
Para x 2= O, q u a n t o m a i o r o valor dado a x , Já v i m o s que esse gráfico é u m a hipérbole.
maior será o valor do c o r r e s p o n d e n t e y = x - 4 . 2
Para x > 0 essa f u n ç ã o é d e c r e s c e n t e , e para
Por o u t r o lado, para x =S 0, q u a n t o maior o v a - x < 0 ela t a m b é m é d e c r e s c e n t e .
lor dado a x , m e n o r será o valor do c o r r e s p o n d e n - Observe que f ( 1 ) = 12 e f ( - 1 ) = - 1 2 ; f ( 2 ) = 6
te y = x - 4 . 2
e f ( - 2 ) = - 6 ; f ( 3 ) = 4 e f ( - 3 ) = - 4 , etc.
Dizemos, e n t ã o , que:
12 12
De m o d o geral, f ( - x ) = :-f( ).
X
• para x 2= 0, essa f u n ç ã o é c r e s c e n t e ;
• para x 0, essa f u n ç ã o é d e c r e s c e n t e . A s s i m / é u m a f u n ç ã o ímpar e seu gráfico é
Quando x = 0, t e m o s y = - 4 , e q u a n d o x + 0, s i m é t r i c o e m relação à o r i g e m .
= x - 4 ; p o r t a n t o , f ( x ) = f ( - x ) para t o d o x. Isso
2
10 •
9- quando-3<x<2 ou x > 5.
8-
7 . \ decrescente Já os p o n t o s do gráfico s i t u a d o s abaixo do
6-
5- eixo Ox a p r e s e n t a m ordenadas y < 0, ou seja,
4-
3
suas a b s c i s s a s x a c a r r e t a m f ( x ) < 0. Isso ocor-
D 0
2
- 1 2 - 1 1 - 1 0 - 9 - 8 - 7 - 6 - 5 - 4 - 3 - 2 -1 1
1 re q u a n d o x < - 3 ou 2 < x < 5.
12 ' ' ' ' ' ' ' o. . 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 X
-2
Os p o n t o s de i n t e r s e ç ã o d o g r á f i c o c o m o
y X
-3
-4
eixo Ox a p r e s e n t a m o r d e n a d a s y = 0, o u s e j a ,
-5
-6 suas abscissas x 0 s ã o t a i s q u e f ( x ) = 0. Es-
0
decrescente \ -7
-8 sas a b s c i s s a s x s ã o o s z e r o s o u raízes da f u n -
0
-9
-10 ção/.
•-11
•-12 As raízes d e / s ã o - 3 , 2 e 5.
31
exercícios
48. E m cada caso, o gráfico representa uma função 51. ( U . F. Viçosa-MG) O gráfico abaixo ilustra a
de IR em IR. Especifique os intervalos em que a evolução da temperatura T (°C), em uma re-
função é crescente, decrescente ou constante: gião, ao longo de u m período de 24 horas.
24 t
Determine:
y a) os h o r á r i o s em que a temperatura atinge
0°C;
2 / b) o intervalo de variação da temperatura ao
0 ^ X
longo das 24 horas;
c) os intervalos de tempo em que a tempera-
tura é positiva.
-4
52. (EEM-SP) Na figura abaixo estão representa-
das as medidas de sensibilidade auditiva (em
49 . Estude o sinal de cada uma das funções cujos decibéis - dB), em função da frequência, para
gráficos estão representados a seguir. Forneça os ouvidos direito e esquerdo de uma pessoa.
t a m b é m a(s) raiz(es): Quanto menor o nível em decibéis, mais efi-
ciente é a audição.
frequência (Hz)
o o o o
o o o o o o o
o m o o o o o
•t
CM
LO T- CM co
30-
s i • i t i
-o
40-
aud ição
50-
"O
> 60-
32
53 , Estabeleça P para função par, I para função í m p a r e 0 para função que n ã o é par nem ímpar:
de vestibulares
1. (PUC-MG) Por mês, certa família tem uma renda de 5. (Enem-MEC) No gráfico estão representados os gois
r reais, e o total de seus gastos mensais é dado pela marcados e os gois sofridos por uma equipe de fute-
função g(r) = 0,7r + 100. Num mês em que os gastos bol nas dez primeiras partidas de um determinado
atingiram RS 3 600,00, pode-se estimar que a renda campeonato.
dessa família foi de:
a) R$4 000,00 c) R$ 5 500,00
b) R$ 5 000,00 d) R$ 6 000,00
0 1 2 3 4 5 6
-1 0 3 8 15 24 35
28/1 4/2 11/2 18/2 25/2 4/3 11/3 18/3 25/3 1?/4
Essa função é definida pela expressão: data da partida
2
a) f(x) = x - l d) 2
f(x) = - x + 1 Considerando-se que, nesse campeonato, as equipes
2
b) f(x)=x +l e) 2
f (x) = 2x - 1 ganham 3 pontos para cada vitória, 1 ponto por
2
c) f(x)=-x -l empate e 0 ponto em caso de derrota, a equipe em
questão, ao final da décima partida, terá acumulado
um número de pontos igual a:
1+
3. (PUC-MG) Sendo f(x) = • -, o valor f(2) + 1 é a) 15 c) 18 e) 24
_ J_ b) 17 d) 20
x
igual a: 6. (FEI-SP) A função f : R — R é tal que, para todo
x G R, temos f(2x) = 2 f(x). Se f(4) = 28, então:
a, | b) c) 2 d) 4
a) f(D = 7
b) f(l) = 8
4. (UE-PA) Com vistas à reforma agrária, uma fazenda c) f(l)=9
foi desapropriada pelo Governo Federal e dividida d) f ( l ) = 10
em 100 lotes, todos de forma quadrada e de mesma e) f (1) não pode ser calculada.
área, para distribuição entre os "sem-terra". A lei
P. (UF-RN) Embora o Brasil tenha uma das maiores
matemática que expressa a área z do terreno em fun-
jazidas de sal do mundo, sua produção anual em mi-
ção da medida x do lado de cada lote é:
lhões de toneladas ainda é inferior à da Alemanha, à
a) z = lOOx d) z = 100 da Austrália, à do Canadá, à da China, à dos EUA, à
2 2
b) z = lOOx e) z = x + 100 da França, à da índia e à do México. O gráfico a se-
2
c) z=x guir mostra a produção de sal nesses países, no ano
2
(Dado: área do quadrado = (medida do lado) .) 2000.
Produção mundial de sal em 2000
34
14 . (Enem-MEC) Os gráficos a seguir mostram, em mi- b) quando predominava a população rural, as mu-
lhões de reais, o total do valor das vendas que uma lheres tinham em média três vezes menos filhos
empresa realizou em cada mês, nos anos de 2004 e do que hoje.
2005, respectivamente. c) a diminuição relativa da população rural coin-
cide com o aumento do número de filhos por
Vendas em 2004 Vendas em 2005
8,0 8,0 mulher.
-75
2 7,0
o) 6,5 1 7,5
/ d) quanto mais aumenta o número de pessoas mo-
2 7,0 rando em cidades, maior passa a ser a taxa de
O) 5,5 o 6,5
2 5,0 fecundidade.
<u 5,5
14,5 S 5,0 e) com a intensificação do processo de urbaniza-
4,0
J FMAMJ J ASOND J FMAMJ J ASOND
ção, o número de filhos por mulher tende a ser
meses meses
menor.
Como mostra o primeiro gráfico, durante o ano de
2004, houve, em cada mês, crescimento das vendas 16 . (Enem-MEC) Após a ingestão de bebidas alcoólicas,
em relação ao mês anterior. A diretoria dessa empre- o metabolismo do álcool e sua presença no sangue
sa, porém, considerou muito lento o ritmo de cresci- dependem de fatores como peso corporal, condições
mento naquele ano. Por isso, estabeleceu como meta e tempo após a ingestão.
mensal para o ano de 2005 o crescimento das vendas O gráfico mostra a variação da concentração de ál-
em ritmo mais acelerado que o de 2004. Pela análise cool no sangue de indivíduos de mesmo peso que
do segundo gráfico, conclui-se que a meta para 2005 beberam três latas de cerveja cada um, em diferentes
foi atingida em: condições: em jejum e após o jantar.
a) janeiro, fevereiro e outubro.
b) fevereiro, março e junho.
c) março, maio e agosto. 1,0 em jejum
"\
d) abril, agosto e novembro. _ 0,9 \
após o jantar
\
e) julho, setembro e dezembro. TO 0,8
\
s
"%
população da cidade e do campo e na taxa de fecun- 0,4
didade (número de filhos por mulher) no período 0,3
entre 1940 e 2000. 0,2
População urbana e rural no Brasil (%) 0,1
1 2 3 4 5 6
tempo após ingestão (h)
Fonte: Pesquisa Fapesp, n.57, set. 2000.
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Fórmula A: y = (t + 1) • a
Fórmula B: y = -^y- t • a
/
mária ao vírus deverá reduzir o número de novos
1,33
casos de infecção entre jovens de 15 a 24 anos de ida-
yi meia-maratona de, como mostra o gráfico a seguir.
0,67 —•— com maior prevenção
/l^'^^--' P r o v a
de 10 km
—•— com a prevenção atual
0,32 ^í^*t—
peso acima 3000T 1
do ideal (kg)
Sejam/e g funções de domínio real. Para cada x G IR, define-se h(x) = Vf(x)-g(x). Obtenha, em cada caso,
o domínio da função h, sendo dados os gráficos das funções/e g:
a) . y\ c) y
V 0
*>
x -2
i \
1 ^
-Ti
/
^
3 x
.f
a
V \
/ff
2
/
(U. F. Viçosa-MG, adaptado) Há diversas maneiras de calcular a dose infantil de um medicamento se co-
nhecida a para adultos. Entre outras, existe a fórmula de Young, dada, em função da idade da criança (em
anos), por:
3?