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Técnicas Atraumáticas de Anestesia Odontológica

Este documento fornece instruções sobre técnicas anestésicas. Ele discute posicionamento do paciente, preparação do local, aspiração, injeção lenta e várias técnicas anestésicas específicas para a maxila e mandíbula.

Enviado por

Nicole
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Técnicas Atraumáticas de Anestesia Odontológica

Este documento fornece instruções sobre técnicas anestésicas. Ele discute posicionamento do paciente, preparação do local, aspiração, injeção lenta e várias técnicas anestésicas específicas para a maxila e mandíbula.

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TECNICAS ANESTÉSICAS

 Vamos usar:
o Seringa carpule (optamos por seringa com aspiração)
o Tubete anestésico
o Agulha
 Devemos buscar técnicas que seja mais atraumáticas possíveis  não cause dor
 Para fazer uma técnica atraumática  naturalmente vai haver um incômodo, devido a acidez
das soluções  gera uma ardência, queimação quando injeta o anestésico  para reduzir isso
vamos injetar lentamente o anestésico
 No momento anestésico so de usarmos o termo carpule ao invés de seringa pelo fato do
paciente não conhecer pode deixa-lo mais calmo
 POSICIONAMNETO DO PACIENTE

 Posição ideal do paciente supina  deitado  cabeça mais ao longo do eixo do corpo  no
mesmo eixo dos pés
o Por mais que no procedimento não usemos essa posição  para o momento da
anestesia é o ideal
o Por que para os pacientes as principais emergências que acontecem são as de ansiedade
 geram nicotina (mal estar com perca de consciência), sincope(de fato a perca de
consciência)  por falta de oxigenação cerebral  devido a isso, deixar o paciente em
posição supina é o ideal, porque ele já tem mantido uma oxigenação cerebral mais
adequada
 SECAGEM DO TECIDO e TRACIONAMENTO DO TECIDO

 Inicialmente devemos sempre pensar na colocação do anestésico tipo éster  anestésico


tópico  ele não funciona no meio úmido  por isso devemos secar bem o local e tracionar o
tecido  para em seguida aplica o anestésico tópico na ponta do cotonete
 Devemos sempre busca bons apoios
o No homem é possível apoiar o peito
o Apoio de dedo mínimo, outros apoios na carpule,
 O paciente não deve ter a visualização direta do dentista avançando com a agulha
 Devemos buscar fazer trajetos da carpule por detrás ou pela frente da visão do paciente  de
forma que ele não consiga visualizar

 Vamos testar a fluxo da carpule  porque as vezes a agulha por algum motivo pode estar
ocluída, impedindo o fluxa dp anestésico
 Tracionar bem o tecido
 ASPIRAÇÃO

 Devemos buscar na técnica a aspiração  verificar se quando penetramos no tecido e vamos


começar a injeção anestésica estamos dentro de um vaso, se a ponta da agulha penetrou algum
vaso sanguíneo  porque se colocarmos esse anestésico diretamente na corrente sanguínea
eles vai ser rapidamente absorvido e o paciente vai ter reações
 A aspiração é recomendada em dois planos  faz a aspiração  gira um pouco, faz dnv  ai
começa a anestesia

 INJEÇÃO LENTA
 Anestesia de 1 tubete por minuto
 Sempre devemos observar e comunicar o paciente  vendo a reação do paciente  sempre
buscando uma anestesia atraumática

 TÉCNICAS ANESTESICAS MAXILARES


 O nervo maxilar sai pelo forame redondo  cai na fossa pterigopalatina  caminhando já
solta o primeiro ramos formando a gânglio pterigopalatino  que dá origem aos nervos
palatinos (nasoplatino, palatino maior, palatin menor)
 Nervo alveolar superior anterior e nervo infraorbitário  tem uma certa proximidade  a
técnica de anestesia é a mesma para os dois
 Quando os ramos chegam perto da área do dentes  forma o plexo dentário (pequenas
ramificações dos dentes)

(sensibilidade pulpar)
 Quem da a sensibilidade do 3,2 e 1 molar são os ramos alveolares superiores posteriores 
EXETO a cúspide mesio vestibula (MV) do primeiro molar superior  entre 28 a 52 %
temos pacientes que não tem esse nervo (nervo alveolar superior médio)  nesse caso
teríamos a inervação completa dos molares superiores com NASP

o Quando tem o NASM a inervação dele é dos premolares e a cúspide MV do 1M 


quando não tem, os molares são inervados pelo NASP e os pré-molares pelo NASA
 Tecido mole por vestibular do dentes, região gengival por vestibular, vem da mesma
inervação da anestesia pulpar, são anestesiadas pelos mesmos nervos (NASA,NASM,NASP)
 Pelo palato, temos a presença de outros nervos
o Palatino menor quase não precisamos anestesiar  as vezes quando precisamos de uma
biópsia ou algo do tipo
o Nervo palatino maior  temos a sensibilidade de fibromucosa de pré-molares até o
terceiro molar superior
o Nervo nasopalatino (saindo do forame incisivo)  sensibilidade de canino a canino
o Anestesia dos nervos palatinos não vai trazer a sensibilidade pulpar  eles vão chegar
apenas no tecido mole  quando tiver que manipular esse tecido vamos precisar dessa
anestesia (cirurgia por exemplo), é uma anestesia mais traumática  a fibro mucosa
bastante aderida ao osso  não temos para onde estender quando vamos estender esse
tecido  o paciente vai se queixar de dor
o Técnicas palatinas são mais incômodas para o paciente

 SUPRAPERIOSTEAL/ INFILTRATIVA
 Acima do periósteo  é uma técnica que infiltramos próximo ao ápice do dente  buscando
chegar próximo ao plexo dentário
 Anestesia que abrange aproximadamente um dente  não pega grandes regiões  porque
deposita o anestésico na área próxima aquele ápice do dente que vou trabalhar e impedir o
impulso nervoso

 A maior parte das anestesias na maxila são supraperiosteais  porque a maxila tem o osso
menos denso  permitindo o anestésico difundir  vencer aquela barreira óssea  chegar na
região de plexo dentário  e bloquear o impulso nervoso (tamponando, fechando o canal de
sódio)
 Técnica simples  penetramos com a agulha no fundo do vestíbulo próximo ao ápice do
dente  vencer a barreira mucosa  traciona bem para diminuir a sensação de punção  e
faz o depósito do anestésico próximo ao ápice do dente

 NASP (reparos anatômicos)

 Devemos enxergar processo pterigoideo (pilar estrutural da face, de sustentação) e


tuberosidade da maxila  entre essas duas estrutura é a região alvo onde vamos depositar o
anestésico
 Estamos buscando uma anestesia trancular  estamos indo lá no nervo  mais próximo do
tronco nervoso  maior penetração da agulha  16mm (pode usar agulha curta mesmo 
observar o tamanho da face do paciente)
 Pegamos o fundo do vestíbulo (prega muco gengival)  na altura do segundo molar superior
 fazendo uma inclinação de frente para trás de 45 graus e do lado do longo do eixo do dente
de 45 graus tmb (45˚ antero posterior e latero lateral)  vai até o contato ósseo  faz o
contato ósseo  recua 1 mm  faz a aspiração (em dois planos  girando a agulha)
 Boca não é totalmente aberta, é levemente aberta  para tracionar bastante o tecido
 Faz praticamente 1 tubete  entre 1,2 ml a 1,8 ml

 NASM

 Presente em boa parte da população, mas não em todos


 Referência  prega muco vestibular acima do 2PMS
 Parece com a anestesia infiltrava  a diferença a diferença é que não vamos parar logo que
trapaceei que venci a parede da mucosa  vamos um pouco além dela
o Não faz muito próxima a tábua óssea, faz um pouco distante  mais ou menos 1 cm
o Paralelo ao pré-molar
 NASA/ INCISURA INFRA-ORBITÁRIA

 Quando fazemos essas técnicas tronculares  buscamos a anestesia de segmentos de vários


dentes  logo só justifica usarmos essas técnicas quando formos trabalhar em vários dentes
 Primeiramente vamos palpar o rebordo infraorbitário vamos identificar uma região que
parece um defeito na região  se chama incisura infra orbitária  nossa referência para
achar o forame infra orbitário  para conseguir através dele achar o nervo infraorbitário  a
agulha vai em direção a essa região da incisura infraorbitária
 Na altura do primeiro molar, 1 cm de distância da tábua óssea  acha a incisura mantém o
polegar e insere a agulha tendo esse ponto de referência externa  vai penetrar a agulha até
como se eu quisesse chegar lá ponta do meu dedo
 Faz um tremor com a mão para diminuir a punção  diminuir a tensão da entrada da agulha

 NERVO PALATINO MAIOR

 Na anestesia sempre vamos buscar referência

 Nossa referência  linha média e a distal do segundo molar superior


o Aproximadamente 1 cm ao lado da linha média  encontramos o nervo palatino maior
o Tmb pode ir palpando com o dedo ou com um cotonete e encontrar uma fissura uma
fenestração
 Precisamos da máxima abertura bucal
 Encontra a região  faz uma pressão de mais ou menos 1min  para gerar uma isquemia e
não ter tanto icômodo na hr da anestesia a intensão não é penetrar o forame  chega até perto
 mas não vai penetrar o forame
 NERVO NASOPALATINO

 Referência  forame incisivo


 Faz a pressão, a isquemia  insere a agulha na lateral da papila, não faz na papila mesmo pq
incomoda muito

 TÉCNICAS ANESTESICAS
MANDIBULARES
 A minha área alvo é próxima do nervo onde estamos anestesiando
 Nervo mandibular é motor e sensitivo
 NAI 
o Anestesia pulpar de todos os dentes inferiores do lado anestesiado
o Lábio inferior (vai até a região de primeiro/ segundo pré-molar)
o 2/3 da anteriores da língua  porque na mesma técnica/ boqueio do NAI temos do
nervo lingual  praticamente de forma altomática
o Periodonto por lingual

 Nossa referência é a rafe pterigopalatino  junção do músculos  bucinador e constritor


superior da faringe  observar essa saliência na mucosa

 Depois vamos palpar a maior concavidade do ramo da mandíbula  a fossa coronóide  por
que temos essa referência óssea e temos a rafe mais medial  é no meio desse caminho que
vamos fazer a anestesia
 O problema que temos é a crista do temporal  que é uma extensão do coronóide
o Muitas vezes erramos a anestesia porque estamos tocando nesse osso  colocamos a
agulha e tocamos esse osso, quando tocamos esse osso não penetramos e não chegamos
lá atrás onde queremos  estamos parando muito antes  não chegamos com a
anestesia
 1 cm acima do plano oclusal  e dois terços nessa distância entre a fossa coronóide e a a rafe

 A minha área alvo é essa região do sulco do colo do côndilo  temos que depositar o
anestésico ai antes da entrada da mandíbula
 Porque não fazemos técnica supraperiostial na mandíbula? Já vamos lançando mão do NAI ?
o Porque temos um osso denso, resistente que não deixa uma difusão adequada do
anestésico local vencer essa cortical óssea  por isso temos que anestesiar mais a
distância
 É mais próximo da rafe  porém não é na rafe

 A inclunação da carpule vem do prémolar do outro lado  contralateral

 Usa a agulha longa  não vamos encostar o canhão da agulha no tecido


 Quando penetra quase nada a agulha tambem ta errado  estamos tocando na crista do
temporal  não conseguimos chegar lá no sulco do colo do côndilo
 NERVO BUCAL

 Da a sensibilidade apenas de tecidos moles por vestibular, não da anestesia pulpar 


relacionado ao 1M, 2M, 3M
 Usa quando for manipular esses tecidos de uma forma mais abrangente  formos manipular
 Tem refrências que falam que podemos usar a mesma técnica do NAI, porém como estamos
aprendnedo a agulha faz uma curvaura, podemos quebrar ela

 Vamos na altura do plano oclusal do paciente  dedo indicador vai tracionar bastante o tecido
, não vai ficar parado na fossa coronóide  praticamente vamos estar anestesiando a borda
anterior do ramo da mandíbula  porque o nervo bucal vai estar passando de medial, de
dentro para fora
o Usamos pouco anestésico para esse nervo (0,3ml)
 NERVO MENTONIANO
 Nervo mentoniano emerge logo abaixo a coroa do 2 pre-molar inf  mas varia, então nossa
técnica escolha ponto de punção entre os pré- molares
o Anestesia lábio e periodonto da região anterior inferior  por vestibular
 Anestesia tecido mole (nevo mentoniano  não da anestesia pulpar)  o que vai dar é a
continuidade do nervo alveolar inferior que vai ser chamado de  nervo incisivo
o Nervo mentoniano vai bifurcar e continuar como nervo incisivo(vai dento da
mandíbula)

 Posição antero-posterior
 Agulha curta  traciona bem a mucosa  boca semi-aberta  vamos entre os prémolares
(pode ser ao longo do eixo ou anteroposterior)  usamos (0,6 ml) não precisa de muito
anestésico

 NERVO INCISIVO
 Nervos incisio  semelhante a mesma técnica do mentoniano
 A diferença entre fazer o bloqueio só do nervo mentoniano e o nervo mentoniano e incisivo
 é que logo depois que terminar a injestão do anestésico vamos pressionar a área para que
haja uma maior difusão do anestésico pelo forame mentoniano

 TÉCNICAS SUPLEMENTARES
 Técnicas que complementam as técnicas principais  para dar uma melhor anestesia caso não
tenha uma tecnica inicial

 INTRALIGAMENTAR

 Dentro do ligamento periodontal  a ideia é anestesiar um elemento dental infiltrando pelo


sulco gengival  penetrando no espaço do LP  fazendo com que o anesgtésico caminhe lá
para dentro
 Fazemos essa técnica antes de uma anestesia supraperiosteal no caso da maxila  ou antes do
alveolar inferior ou bucal no caso da mandíbula
o Porque é muito traumática e icomoda bastante e não tem essa efetividade toda  como
a interligamentar pura  vamos usar para completar

 INTRASEPTAL
 Dentro do septo  vamos chegar com a agulha próximo da região da papila entre os dentes
para pegar o septo ósseo
 Anestesia voltada para manipulação do tecido mole  daquele osso, região adjacente usada
simplismente para complementar alguma técnica ou para periodontia  por exemplo para
raspagem (não retira a sensibilidade pulpar)]
o É bastante traumática

 INTRAÓSSEA

 A ideia é penetrar no osso e depositar o anestésico no interior do osso


o No superior, na maxila não precisamos disso porque o anestésico consegue penetrar,
mas na mandíbula os osso é denso
 Temos uma perfuração da cortical óssea  para ali conseguir depositar o anestésico na região
 Usada na endondontia  porque temos as pupites reversíveis  o processo inflamatório
atrapalha  temos essa condição, uma anestesia para complementar outra técnica, aumentar a
potÊncia do anestésico

 INTRAPULPAR

 Precisaríamos vencer toda a estrutura dentária para que a polpa estivesse exposta  fazemos
para complemetar a anestesia no tratamento endodontico por exemplo ou em uma exodontia
que não temos sucesso com a técnica base

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