TECNICAS ANESTÉSICAS
Vamos usar:
o Seringa carpule (optamos por seringa com aspiração)
o Tubete anestésico
o Agulha
Devemos buscar técnicas que seja mais atraumáticas possíveis não cause dor
Para fazer uma técnica atraumática naturalmente vai haver um incômodo, devido a acidez
das soluções gera uma ardência, queimação quando injeta o anestésico para reduzir isso
vamos injetar lentamente o anestésico
No momento anestésico so de usarmos o termo carpule ao invés de seringa pelo fato do
paciente não conhecer pode deixa-lo mais calmo
POSICIONAMNETO DO PACIENTE
Posição ideal do paciente supina deitado cabeça mais ao longo do eixo do corpo no
mesmo eixo dos pés
o Por mais que no procedimento não usemos essa posição para o momento da
anestesia é o ideal
o Por que para os pacientes as principais emergências que acontecem são as de ansiedade
geram nicotina (mal estar com perca de consciência), sincope(de fato a perca de
consciência) por falta de oxigenação cerebral devido a isso, deixar o paciente em
posição supina é o ideal, porque ele já tem mantido uma oxigenação cerebral mais
adequada
SECAGEM DO TECIDO e TRACIONAMENTO DO TECIDO
Inicialmente devemos sempre pensar na colocação do anestésico tipo éster anestésico
tópico ele não funciona no meio úmido por isso devemos secar bem o local e tracionar o
tecido para em seguida aplica o anestésico tópico na ponta do cotonete
Devemos sempre busca bons apoios
o No homem é possível apoiar o peito
o Apoio de dedo mínimo, outros apoios na carpule,
O paciente não deve ter a visualização direta do dentista avançando com a agulha
Devemos buscar fazer trajetos da carpule por detrás ou pela frente da visão do paciente de
forma que ele não consiga visualizar
Vamos testar a fluxo da carpule porque as vezes a agulha por algum motivo pode estar
ocluída, impedindo o fluxa dp anestésico
Tracionar bem o tecido
ASPIRAÇÃO
Devemos buscar na técnica a aspiração verificar se quando penetramos no tecido e vamos
começar a injeção anestésica estamos dentro de um vaso, se a ponta da agulha penetrou algum
vaso sanguíneo porque se colocarmos esse anestésico diretamente na corrente sanguínea
eles vai ser rapidamente absorvido e o paciente vai ter reações
A aspiração é recomendada em dois planos faz a aspiração gira um pouco, faz dnv ai
começa a anestesia
INJEÇÃO LENTA
Anestesia de 1 tubete por minuto
Sempre devemos observar e comunicar o paciente vendo a reação do paciente sempre
buscando uma anestesia atraumática
TÉCNICAS ANESTESICAS MAXILARES
O nervo maxilar sai pelo forame redondo cai na fossa pterigopalatina caminhando já
solta o primeiro ramos formando a gânglio pterigopalatino que dá origem aos nervos
palatinos (nasoplatino, palatino maior, palatin menor)
Nervo alveolar superior anterior e nervo infraorbitário tem uma certa proximidade a
técnica de anestesia é a mesma para os dois
Quando os ramos chegam perto da área do dentes forma o plexo dentário (pequenas
ramificações dos dentes)
(sensibilidade pulpar)
Quem da a sensibilidade do 3,2 e 1 molar são os ramos alveolares superiores posteriores
EXETO a cúspide mesio vestibula (MV) do primeiro molar superior entre 28 a 52 %
temos pacientes que não tem esse nervo (nervo alveolar superior médio) nesse caso
teríamos a inervação completa dos molares superiores com NASP
o Quando tem o NASM a inervação dele é dos premolares e a cúspide MV do 1M
quando não tem, os molares são inervados pelo NASP e os pré-molares pelo NASA
Tecido mole por vestibular do dentes, região gengival por vestibular, vem da mesma
inervação da anestesia pulpar, são anestesiadas pelos mesmos nervos (NASA,NASM,NASP)
Pelo palato, temos a presença de outros nervos
o Palatino menor quase não precisamos anestesiar as vezes quando precisamos de uma
biópsia ou algo do tipo
o Nervo palatino maior temos a sensibilidade de fibromucosa de pré-molares até o
terceiro molar superior
o Nervo nasopalatino (saindo do forame incisivo) sensibilidade de canino a canino
o Anestesia dos nervos palatinos não vai trazer a sensibilidade pulpar eles vão chegar
apenas no tecido mole quando tiver que manipular esse tecido vamos precisar dessa
anestesia (cirurgia por exemplo), é uma anestesia mais traumática a fibro mucosa
bastante aderida ao osso não temos para onde estender quando vamos estender esse
tecido o paciente vai se queixar de dor
o Técnicas palatinas são mais incômodas para o paciente
SUPRAPERIOSTEAL/ INFILTRATIVA
Acima do periósteo é uma técnica que infiltramos próximo ao ápice do dente buscando
chegar próximo ao plexo dentário
Anestesia que abrange aproximadamente um dente não pega grandes regiões porque
deposita o anestésico na área próxima aquele ápice do dente que vou trabalhar e impedir o
impulso nervoso
A maior parte das anestesias na maxila são supraperiosteais porque a maxila tem o osso
menos denso permitindo o anestésico difundir vencer aquela barreira óssea chegar na
região de plexo dentário e bloquear o impulso nervoso (tamponando, fechando o canal de
sódio)
Técnica simples penetramos com a agulha no fundo do vestíbulo próximo ao ápice do
dente vencer a barreira mucosa traciona bem para diminuir a sensação de punção e
faz o depósito do anestésico próximo ao ápice do dente
NASP (reparos anatômicos)
Devemos enxergar processo pterigoideo (pilar estrutural da face, de sustentação) e
tuberosidade da maxila entre essas duas estrutura é a região alvo onde vamos depositar o
anestésico
Estamos buscando uma anestesia trancular estamos indo lá no nervo mais próximo do
tronco nervoso maior penetração da agulha 16mm (pode usar agulha curta mesmo
observar o tamanho da face do paciente)
Pegamos o fundo do vestíbulo (prega muco gengival) na altura do segundo molar superior
fazendo uma inclinação de frente para trás de 45 graus e do lado do longo do eixo do dente
de 45 graus tmb (45˚ antero posterior e latero lateral) vai até o contato ósseo faz o
contato ósseo recua 1 mm faz a aspiração (em dois planos girando a agulha)
Boca não é totalmente aberta, é levemente aberta para tracionar bastante o tecido
Faz praticamente 1 tubete entre 1,2 ml a 1,8 ml
NASM
Presente em boa parte da população, mas não em todos
Referência prega muco vestibular acima do 2PMS
Parece com a anestesia infiltrava a diferença a diferença é que não vamos parar logo que
trapaceei que venci a parede da mucosa vamos um pouco além dela
o Não faz muito próxima a tábua óssea, faz um pouco distante mais ou menos 1 cm
o Paralelo ao pré-molar
NASA/ INCISURA INFRA-ORBITÁRIA
Quando fazemos essas técnicas tronculares buscamos a anestesia de segmentos de vários
dentes logo só justifica usarmos essas técnicas quando formos trabalhar em vários dentes
Primeiramente vamos palpar o rebordo infraorbitário vamos identificar uma região que
parece um defeito na região se chama incisura infra orbitária nossa referência para
achar o forame infra orbitário para conseguir através dele achar o nervo infraorbitário a
agulha vai em direção a essa região da incisura infraorbitária
Na altura do primeiro molar, 1 cm de distância da tábua óssea acha a incisura mantém o
polegar e insere a agulha tendo esse ponto de referência externa vai penetrar a agulha até
como se eu quisesse chegar lá ponta do meu dedo
Faz um tremor com a mão para diminuir a punção diminuir a tensão da entrada da agulha
NERVO PALATINO MAIOR
Na anestesia sempre vamos buscar referência
Nossa referência linha média e a distal do segundo molar superior
o Aproximadamente 1 cm ao lado da linha média encontramos o nervo palatino maior
o Tmb pode ir palpando com o dedo ou com um cotonete e encontrar uma fissura uma
fenestração
Precisamos da máxima abertura bucal
Encontra a região faz uma pressão de mais ou menos 1min para gerar uma isquemia e
não ter tanto icômodo na hr da anestesia a intensão não é penetrar o forame chega até perto
mas não vai penetrar o forame
NERVO NASOPALATINO
Referência forame incisivo
Faz a pressão, a isquemia insere a agulha na lateral da papila, não faz na papila mesmo pq
incomoda muito
TÉCNICAS ANESTESICAS
MANDIBULARES
A minha área alvo é próxima do nervo onde estamos anestesiando
Nervo mandibular é motor e sensitivo
NAI
o Anestesia pulpar de todos os dentes inferiores do lado anestesiado
o Lábio inferior (vai até a região de primeiro/ segundo pré-molar)
o 2/3 da anteriores da língua porque na mesma técnica/ boqueio do NAI temos do
nervo lingual praticamente de forma altomática
o Periodonto por lingual
Nossa referência é a rafe pterigopalatino junção do músculos bucinador e constritor
superior da faringe observar essa saliência na mucosa
Depois vamos palpar a maior concavidade do ramo da mandíbula a fossa coronóide por
que temos essa referência óssea e temos a rafe mais medial é no meio desse caminho que
vamos fazer a anestesia
O problema que temos é a crista do temporal que é uma extensão do coronóide
o Muitas vezes erramos a anestesia porque estamos tocando nesse osso colocamos a
agulha e tocamos esse osso, quando tocamos esse osso não penetramos e não chegamos
lá atrás onde queremos estamos parando muito antes não chegamos com a
anestesia
1 cm acima do plano oclusal e dois terços nessa distância entre a fossa coronóide e a a rafe
A minha área alvo é essa região do sulco do colo do côndilo temos que depositar o
anestésico ai antes da entrada da mandíbula
Porque não fazemos técnica supraperiostial na mandíbula? Já vamos lançando mão do NAI ?
o Porque temos um osso denso, resistente que não deixa uma difusão adequada do
anestésico local vencer essa cortical óssea por isso temos que anestesiar mais a
distância
É mais próximo da rafe porém não é na rafe
A inclunação da carpule vem do prémolar do outro lado contralateral
Usa a agulha longa não vamos encostar o canhão da agulha no tecido
Quando penetra quase nada a agulha tambem ta errado estamos tocando na crista do
temporal não conseguimos chegar lá no sulco do colo do côndilo
NERVO BUCAL
Da a sensibilidade apenas de tecidos moles por vestibular, não da anestesia pulpar
relacionado ao 1M, 2M, 3M
Usa quando for manipular esses tecidos de uma forma mais abrangente formos manipular
Tem refrências que falam que podemos usar a mesma técnica do NAI, porém como estamos
aprendnedo a agulha faz uma curvaura, podemos quebrar ela
Vamos na altura do plano oclusal do paciente dedo indicador vai tracionar bastante o tecido
, não vai ficar parado na fossa coronóide praticamente vamos estar anestesiando a borda
anterior do ramo da mandíbula porque o nervo bucal vai estar passando de medial, de
dentro para fora
o Usamos pouco anestésico para esse nervo (0,3ml)
NERVO MENTONIANO
Nervo mentoniano emerge logo abaixo a coroa do 2 pre-molar inf mas varia, então nossa
técnica escolha ponto de punção entre os pré- molares
o Anestesia lábio e periodonto da região anterior inferior por vestibular
Anestesia tecido mole (nevo mentoniano não da anestesia pulpar) o que vai dar é a
continuidade do nervo alveolar inferior que vai ser chamado de nervo incisivo
o Nervo mentoniano vai bifurcar e continuar como nervo incisivo(vai dento da
mandíbula)
Posição antero-posterior
Agulha curta traciona bem a mucosa boca semi-aberta vamos entre os prémolares
(pode ser ao longo do eixo ou anteroposterior) usamos (0,6 ml) não precisa de muito
anestésico
NERVO INCISIVO
Nervos incisio semelhante a mesma técnica do mentoniano
A diferença entre fazer o bloqueio só do nervo mentoniano e o nervo mentoniano e incisivo
é que logo depois que terminar a injestão do anestésico vamos pressionar a área para que
haja uma maior difusão do anestésico pelo forame mentoniano
TÉCNICAS SUPLEMENTARES
Técnicas que complementam as técnicas principais para dar uma melhor anestesia caso não
tenha uma tecnica inicial
INTRALIGAMENTAR
Dentro do ligamento periodontal a ideia é anestesiar um elemento dental infiltrando pelo
sulco gengival penetrando no espaço do LP fazendo com que o anesgtésico caminhe lá
para dentro
Fazemos essa técnica antes de uma anestesia supraperiosteal no caso da maxila ou antes do
alveolar inferior ou bucal no caso da mandíbula
o Porque é muito traumática e icomoda bastante e não tem essa efetividade toda como
a interligamentar pura vamos usar para completar
INTRASEPTAL
Dentro do septo vamos chegar com a agulha próximo da região da papila entre os dentes
para pegar o septo ósseo
Anestesia voltada para manipulação do tecido mole daquele osso, região adjacente usada
simplismente para complementar alguma técnica ou para periodontia por exemplo para
raspagem (não retira a sensibilidade pulpar)]
o É bastante traumática
INTRAÓSSEA
A ideia é penetrar no osso e depositar o anestésico no interior do osso
o No superior, na maxila não precisamos disso porque o anestésico consegue penetrar,
mas na mandíbula os osso é denso
Temos uma perfuração da cortical óssea para ali conseguir depositar o anestésico na região
Usada na endondontia porque temos as pupites reversíveis o processo inflamatório
atrapalha temos essa condição, uma anestesia para complementar outra técnica, aumentar a
potÊncia do anestésico
INTRAPULPAR
Precisaríamos vencer toda a estrutura dentária para que a polpa estivesse exposta fazemos
para complemetar a anestesia no tratamento endodontico por exemplo ou em uma exodontia
que não temos sucesso com a técnica base