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Anatomia Funcional

Este documento descreve a anatomia funcional do sistema urinário feminino, incluindo rins, ureteres, bexiga e uretra. Detalha as funções do assoalho pélvico na sustentação dos órgãos pélvicos, continência urinária e sexualidade.

Enviado por

Marta Andrade
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Este documento descreve a anatomia funcional do sistema urinário feminino, incluindo rins, ureteres, bexiga e uretra. Detalha as funções do assoalho pélvico na sustentação dos órgãos pélvicos, continência urinária e sexualidade.

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Anatomia Funcional
Este Material é apenas um roteiro de aula, não devendo ser em hipótese alguma utilizado
como único material de estudo.

Ft. Neyla Siqueira

Genitália Feminina

Sistema Urinário
Trato Urinário Superior

Rins
•Dois órgãos glandulares em forma de feijão – 12/6cm- 150 g. Cada;
•Situados entre as últimas vértebras dorsais e as primeiras lombares;
•Situam-se fora do peritônio;
•Filtram o sangue e coletam urina no parênquima.

Ureteres
•Levam a urina de forma contínua até a bexiga;
•25 cm de comprimento, de 3-5 mm de diâmetro;
•Possuem motilidade;
•Descem verticalmente (4cm) e depois em diagonal na bexiga (2cm), possuem válvulas.

Trato Urinário Inferior

Bexiga
✓ Órgão sacular, oco, músculo-membranoso;
✓ Infraperitoneal;
✓ Dupla função;
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✓ Localização:
➢ Anterior ao espaço pelviperitoneal;
➢ Acima do Assoalho Pélvico (AP);
➢ Atrás da sínfise púbica / Supra-púbica;
➢ Na frente da vagina, apoiando o útero;

• Parede vesical – Três túnicas:


➢Adventícia conjuntiva;
➢Motor vesical – M. Detrusor;
➢Mucosa vesical;
o Epitélio de transição;
o Inferior – Trígono vesical demarcado por três oríficios
o Ligamentos pubovesicais e umbilical mediano;
o Suprimento sanguíneo:
➢Artérias vesicais superior, média e inferior;
➢Artérias ilíacas internas;
o Complexo venoso - plexo de Santorini;
o Lifonodos ilíacos internos, externos e pré-sacrais;
o Capacidade vesical – 300 a 600 ml ( 2l).

✓ Músculo detrusor – fibras musculares lisas

BEXIGA – Detrusor;
DOMO OU CALOTA – parte mole, móvel e expansiva
BASE - porção compacta, colo vesical e ureteres que formam o trígono (contração em funil)
3

Uretra
•Tubo fibro muscular – 3 - 4cm, 8mm de diâmetro;
•Divisão
•Músculo liso – esfíncter uretral interno – uretra proximal (colo vesical);
•Músculo estriado – esfíncter uretral externo – uretra média

✓ Meato Uretral interno – Trígono vesical


✓ Meato Uretral externo – vestíbulo vulvar
✓ Posterior á sínfise púbica e anterior a parede vaginal
✓ Ligamentos pubo-uretrais
✓ Epitélio estratificado escamoso
✓ Epitélio de transição

Uretra
Esfíncter interno (liso): fibras longitudinais detrusorianas e camada externa circular oblíquo
Responsável pelo fechamento do colo em repouso – continência passiva
Ligamentos Pubouretrais – atuam na continência passiva
Esfíncter externo (estriado) – responsável pela continência ativa

Órgãos Pélvicos

Bexiga
Útero
Reto

Região Lombopélvica
• Colunar lombar:
- 05 (cinco) vértebras
- 04 (quatro) semelhantes
- 01 (uma) com variações estruturais

• Cintura Pélvica ou Cíngulo dos MMII:


- 02 ossos do Quadril
- Sacro
- Cóccix
- Pelve
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•Pelve Maior ou Pelve “Falsa”


–Cavidade Abdominal
–Vísceras abdominais
–Limites:
•Anterior: parede abdominal e sínfise púbica;
•Lateral: Fossas Ilíacas;
•Posterior: Vértebras L5 a S1.

•Pelve Menor ou Pelve “Verdadeira”


–Pelve Obstétrica
–Aparelho Urogenital e a porção terminal do tubo digestório
–Limites:
•Inferior: Diafragma pélvico;
•Anterior: sínfise púbica e ramos isquiopúbicos;
•Lateral: faces pélvicas dos ossos ílios e ísquios;
•Posterior: faces pélvicas do sacro e cóccix.

Tipos de Pelve
• Antropóide – forma oval, diâmetro sagital superior ao transverso;
• Platipilóide – diâmetro transverso maior que o sagital;
• Andróide – amplo diâmetro transverso;
• Ginecóide – diâmetro transverso se sobrepõe ao sagital.

• Miologia
Ótima função – integração da musculatura (anterior, posterior - coluna, da pelve e dos quadris)

ASSOALHO PÉLVICO
Músculos do Assoalho Pélvico
 Estão dispostos em três planos:
 Profundo;
 Médio
 Superficial
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PLANO PROFUNDO:
Diafragma pélvico:
❖M. Elevadores do ânus;
❖M.Isqueococcígeos (coccígeos);
✓ Atuam na continência anal passiva e ativa
✓ Sustentação das vísceras pélvicas

Diafragma Pélvico
➢ Coccígeo:
➢ Espinha do ísquio X Porção anterior do cóccix e de S4;
➢ Ramos ventrais dos nervos sacros 4 e 5;
➢ Flexiona o cóccix e ajuda a estabilizar o sacro;

➢ Elevador do ânus – divide-se em 2 ramos:


➢ Pubococcígeo
➢ Iliococcígeo

Elevador do Ânus
➢ M. Iliococcígeo – Ramo púbico e ligamento do arco - cóccix
➢ M. Pubococcígeo – face interna do púbis, espinha isquiática - cóccix e ligamento
anococcígeo;
➢ M. Pubovaginal: Posterior do púbis - corpo perineal e nas paredes vaginais;
➢ M. Puborretal: Púbis e fáscia obturadora interna – ao redor da junção anorretal.

Inervação :
Ramo retal inferior do pudendo de S2 a S4 e retais de S2 a S4
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Resumindo-
PLANO PROFUNDO:
 Diafragma pélvico:
❖ M. Elevadores do ânus;
 Parte anterior (esfincteriana): pubovaginal e puborretal;
 Parte látero-posterior → feixes pubococcígeo e iliococcígeo.

❖ M.Isqueococcígeos (coccígeos).
A função mais importante dos E.A. na I.U é sua ação na junção cérvico-uretral aplicando a
uretra proximal e o colo vesical contra a sínfese púbica durante o esforço.

PLANO MÉDIO:
 M. transverso profundo do períneo
 M. transverso superficial do períneo
 Esfíncter externo da uretra

PLANO SUPERFICIAL
Região perineal separada em duas zonas:
 Trígono Urogenital ou Triângulo anterior: mm. bulboesponjoso e mm.isqueocavernosos
(constrictores da vulva)
 Trígono Anal ou Triângulo posterior: esfíncter externo do ânus

Obs:. O conjunto destes mm. não intervém na continência urinária


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FUNÇÕES DO ASSOALHO PÉLVICO


✓ Sustentação
✓ Esfincteriana
✓ Sexual

Sustentação: Apoio aos órgãos pélvicos


o Evitar prolapsos ou protrusão dos órgãos pélvicos;
o A musculatura perineal (fibras tônicas) são mais importantes que os ligamentos pélvicos.
(DeLancey e Richardson, 1992)

A Estática Pélvica
A manutenção das vísceras é assegurada por;
 MM. do assoalho pélvico;
 Fáscia parietal (fixa o conjunto na estrutura osteomuscular) e visceral (une as vísceras
entre si);
 Ligamentos;
 Articulação sacro-coccigeana;
o Esfincteriana
o Sexual

Dinâmica Visceral
 A partir da contração do m. pubovaginal, o N.F.C.P se desloca p/ cima e p/ frente;
 O deslocamento é limitado pela tensão do transverso profundo;
 O Pubo-vaginal exerce uma tração sobre as paredes da vagina e da uretra tornando-se um
verdadeiro esfíncter;
 No esforço, as vísceras se deslocam para baixo e para trás e são amortecidas pelos MAP.

Esficteriana
Manter a pressão de fechamento uretral maior que a vesical - fibras fásicas ao esforço e
fibras tônicas ao repouso. (Hall e Brody, 1999)

Sexual
Sensibilidade proprioceptiva; maior atrito, pois apresenta menor diâmetro e facilita o
prazer. (Hall e Brody, 1999)
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BIOMECÂNICA
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BIOMECÂNICA
• Caps cinético
• Time Proprioceptivo
(Grosse & Sengler, 2002)

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