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Relatório Enade 2016: Fonoaudiologia

Este relatório apresenta os resultados da avaliação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2016 para o curso de Fonoaudiologia. Inclui análises estatísticas da prova, distribuição dos conceitos obtidos e perfil dos estudantes e coordenadores.

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Clarice Monteiro
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Relatório Enade 2016: Fonoaudiologia

Este relatório apresenta os resultados da avaliação do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) de 2016 para o curso de Fonoaudiologia. Inclui análises estatísticas da prova, distribuição dos conceitos obtidos e perfil dos estudantes e coordenadores.

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DIRETORIA DE AVALIAÇÃO

DA EDUCAÇÃO SUPERIOR
Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior DAES

ENADE 2016
EXAME NACIONAL DE DESEMPENHO
DOS ESTUDANTES

RELATÓRIO SÍNTESE DE ÁREA


FONOAUDIOLOGIA
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP
Maria Inês Fini - Presidente

Diretoria de Avaliação da Educação Superior (DAES)


Rui Barbosa de Brito Junior - Diretor

Coordenação Geral de Controle de Qualidade da Educação Superior (CGCQES)


Renato Augusto dos Santos – Coordenador Geral

Coordenação Geral do Enade (CGENADE)


Alline Nunes Andrade – Coordenadora Geral

Equipes Técnicas
Ana Maria de Gois Rodrigues
André Luiz Santos de Oliveira
Atair Silva de Sousa
Davi Contente Toledo
Debora Carneiro Boucault
Evaldo Borges Melo
Fernanda Cristina dos Santos Campos
Henrique Correa Soares Junior
Janaina Ferreira Ma
Johanes Severo dos Santos
José Reynaldo de Salles Carvalho
Leandro de Castro Fiuza
Leticia Terreri Serra Lima
Luciana Fonseca de Aguilar Moraes
Marcelo Pardellas Cazzola – Consultor
Mariangela Abrão
Marina Nunes Teixeira Soares
Paola Matos da Hora
Paulo Roberto Martins Santana
Priscilla Bessa Castilho
Roberto Ternes Arrial
Robson Quintilio
Rubens Campos de Lacerda Junior
Suzi Mesquita Vargas
Ulysses Tavares Teixeira
Vanessa Cardoso Tomaz
SUMÁRIO
Apresentação .................................................................................................................... 1

Capítulo 1 – Diretrizes para o Enade/2016 ........................................................................ 6

1.1 - Objetivos ......................................................................................................... 6

1.2 - Matriz de avaliação ......................................................................................... 8

1.3 - Formato da prova.......................................................................................... 12

1.4 - Cálculo do conceito Enade ........................................................................... 13

1.5 - Outras convenções no âmbito do Enade ...................................................... 20

1.5.1 - Índice de facilidade ................................................................................. 20


1.5.2 - Correlação ponto-bisserial ...................................................................... 20
Capítulo 2 – Distribuição dos Cursos e dos Estudantes no Brasil.................................... 22

Capítulo 3 – Análise Técnica da Prova ............................................................................ 34

3.1 - Condição de Presença e Estatísticas Básicas da Prova ............................... 35

3.1.1 - Condição de Presença e Estatísticas Básicas Gerais............................. 35


3.1.2 - Estatísticas Básicas no Componente de Formação Geral ...................... 39
3.1.3 - Estatísticas Básicas do Componente de Conhecimento Específico........ 41
3.2 - Análise das Questões Objetivas ................................................................... 44

3.2.1 - Componente de Formação Geral ........................................................... 44


3.2.2 - Componente de Conhecimento Específico ............................................. 48
3.3 - Análise das Questões Discursivas ................................................................ 52

3.3.1 - Componente de Formação Geral ........................................................... 52


[Link] - Análise de Conteúdo da Questão Discursiva 1 do Componente de
Formação Geral ........................................................................................................ 55

[Link] - Comentários sobre a correção de Conteúdo das respostas à Questão


Discursiva 1 .............................................................................................................. 56

[Link] - Análise de Conteúdo da Questão Discursiva 2 do Componente de


Formação Geral ........................................................................................................ 59

[Link] - Comentários sobre a correção de Conteúdo das respostas à Questão


Discursiva 2 .............................................................................................................. 60

[Link] - Análise de Língua Portuguesa das Questões Discursivas do


Componente de Formação Geral .............................................................................. 64

i
[Link] - Comentários sobre a correção das respostas de Formação Geral com
respeito à Língua Portuguesa.................................................................................... 65

3.3.2 - Componente de Conhecimento Específico ............................................. 72


[Link] - Análise da Questão Discursiva 3 do Componente de Conhecimento
Específico.................................................................................................................. 73

[Link] - Comentários sobre as respostas à Questão Discursiva 3 ................ 75

[Link] - Análise da Questão Discursiva 4 do Componente de Conhecimento


Específico.................................................................................................................. 76

[Link] - Comentários sobre as respostas à Questão Discursiva 4 ................ 78

[Link] - Análise da Questão Discursiva 5 do Componente de Conhecimento


Específico.................................................................................................................. 80

[Link] - Comentários sobre as respostas à Questão Discursiva 5 ................ 82

3.3.3 - Considerações Finais ............................................................................. 83


Capítulo 4 – Percepção da Prova .................................................................................... 84

4.1 - Grau de dificuldade da prova ........................................................................ 85

4.1.1 - Componente de Formação Geral ........................................................... 85


4.1.2 - Componente de Conhecimento Específico ............................................. 87
4.2 - Extensão da prova em relação ao tempo total .............................................. 89

4.3 - Compreensão dos enunciados das questões ................................................ 91

4.3.1 - Componente de Formação Geral ........................................................... 91


4.3.2 - Componente de Conhecimento Específico ............................................. 93
4.4 - Suficiência das informações/instruções fornecidas ....................................... 95

4.5 - Dificuldade encontrada ao responder à prova ............................................... 97

4.6 - Conteúdos das questões objetivas da prova ............................................... 100

4.7 - Tempo gasto para concluir a prova ............................................................. 102

Capítulo 5 – Distribuição dos Conceitos ........................................................................ 105

5.1 - Panorama nacional da distribuição dos conceitos ....................................... 105

5.2 - Conceitos por Categoria Administrativa e Grande Região .......................... 107

5.3 - Conceitos por Organização Acadêmica e Grande Região .......................... 111

Capítulo 6 – Características dos Estudantes e Coordenadores e Impressões sobre


Atividades Acadêmicas e Extracurriculares........................................................................ 116

6.1 - Perfil do estudante ...................................................................................... 116

ii
6.1.1 - Características demográficas e socioeconômicas ................................ 116
6.1.2 - Características relacionadas ao hábito de estudo, acervo da biblioteca e
estudo extraclasse ...................................................................................................... 122
6.1.3 - Comparação do nível de discordância/concordância de estudantes e
Coordenadores com respeito às atividades acadêmicas e extraclasses ..................... 125
6.2 - Perfil do Coordenador ................................................................................. 129

Glossário de Termos Estatísticos utilizados nos Relatórios Síntese do Enade .............. 138

ANEXO I – Análise Gráfica das Questões ..................................................................... 146

ANEXO II – Tabulação das respostas do “Questionário da Percepção da Prova” por


Quartos de Desempenho e Grandes Regiões.................................................................... 182

ANEXO III – Tabulação das respostas do “Questionário do Estudante” segundo Sexo e


Quartos de Desempenho dos Estudantes.......................................................................... 192

ANEXO IV – Comparação da opinião dos Estudantes e Coordenadores com respeito às


Atividades Acadêmicas e Extraclasses .............................................................................. 262

ANEXO V – Questionário do Estudante ........................................................................ 283

ANEXO VI – Questionário do Coordenador de Curso ................................................... 292

ANEXO VII – Prova de Fonoaudiologia ......................................................................... 302

ANEXO VIII – Padrão de Resposta Questões Discursivas e Gabarito Definitivo das


Questões Objetivas – Fonoaudiologia ............................................................................... 335

ANEXO IX – Concepção e elaboração das Provas do Enade ....................................... 345

Convenções para as tabelas numéricas


Símbolo Descrição
0 Dado numérico igual a zero não resultado de arredondamento
0,0 Dado numérico igual a zero resultado de arredondamento
- Percentual referente ao caso do total da classe ser igual a zero
Os arredondamentos não foram seguidos de ajustes para garantir soma 100% nas tabelas

iii
APRESENTAÇÃO
Os resultados do Enade/2016, da Área de Fonoaudiologia, expressos neste
relatório, apresentam, para além da mensuração quantitativa decorrente do
desempenho dos estudantes na prova, a potencialidade da correlação entre indicadores
quantitativos e qualitativos acerca das características desejadas à formação do perfil
profissional pretendido.

O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) é um dos pilares


da avaliação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), criado
pela Lei no. 10.861, de 14 de abril de 2004. Além do Enade, os processos de Avaliação
de Cursos de Graduação e de Avaliação Institucional constituem o tripé avaliativo do
SINAES; os resultados destes instrumentos avaliativos, reunidos, permitem conhecer
em profundidade o modo de funcionamento e a qualidade dos cursos e Instituições de
Educação Superior (IES) de todo o Brasil.

Em seus treze anos de existência, o Enade passou por diversas modificações.


Dentre as inovações mais recentes, estão o tempo mínimo de permanência do
estudante na sala de aplicação da prova (por uma hora), adotado em 2013, a
obrigatoriedade de resposta ao Questionário do Estudante e a publicação do Manual do
Estudante, adotadas em 2014, e o curso como unidade de análise em 2015. Até 2015,
a unidade de análise era a combinação de Área IES e município. Ou seja, se a IES
oferecesse curso na Área em vários campi na mesma cidade, a nota era calculada de
forma agregada.

Os relatórios de análise dos resultados do Enade/2016 mantiveram, a princípio,


a estrutura adotada no Enade/2015 com as inovações então introduzidas. Dentre essas
destacamos: (i) um relatório específico sobre o desempenho das diferentes Áreas na
prova de Formação Geral; (ii) uma análise do perfil dos coordenadores de curso; (iii)
uma análise sobre a percepção de coordenadores de curso e de estudantes sobre o
processo de formação ao longo da graduação; (iv) uma análise do desempenho
linguístico dos concluintes, a partir das respostas discursivas na prova de Formação
Geral.

Essas medidas adotadas fazem parte de um amplo processo de revisão e


reflexão sobre os caminhos percorridos nestes treze primeiros anos do SINAES, a fim
de aperfeiçoar os processos, instrumentos e procedimentos de aplicação e, por
extensão, de qualificar a avaliação da educação superior brasileira, ampliando ainda
sua visibilidade e utilização de resultados.

1
O Enade, no ano de 2016, com base na Portaria nº 05/2016, foi aplicado para
fins de avaliação de desempenho dos estudantes dos cursos:

I - que conferem diploma de bacharel nas áreas de:

a) Agronomia;

b) Biomedicina;

c) Educação Física;

d) Enfermagem;

e) Farmácia;

f) Fisioterapia;

g) Fonoaudiologia;

h) Medicina;

i) Medicina Veterinária;

j) Nutrição;

k) Odontologia;

l) Serviço Social; e

m) Zootecnia.

II - que conferem diploma de tecnólogo nas áreas de:

a) Agronegócio;

b) Estética e Cosmética;

c) Gestão Ambiental;

d) Gestão Hospitalar; e

e) Radiologia

Essa edição do Enade foi aplicada, no dia 20 de novembro de 2016, aos


estudantes habilitados, com o objetivo geral de avaliar o desempenho desses em
relação aos conteúdos programáticos previstos nas diretrizes curriculares, às
habilidades e competências para a atualização permanente e aos conhecimentos sobre
a realidade brasileira, mundial e sobre outras Áreas do conhecimento.

O Enade foi aplicado aos estudantes concluintes dos cursos supracitados, ou


seja, aos. Esses estudantes responderam, antes da realização da prova, a um
questionário on-line (Questionário do Estudante, ver Anexo V), que teve a função de

2
compor o perfil dos participantes, integrando informações do seu contexto às suas
percepções e vivências, e investigou, ainda, a avaliação dos estudantes quanto à sua
trajetória no curso e na IES, por meio de questões objetivas que exploraram a oferta de
infraestrutura e a Organização Acadêmica do curso, bem como certos aspectos
importantes da formação profissional.

Os coordenadores dos cursos também responderam a um questionário


(Questionário do Coordenador de Curso, ver Anexo VI) com questões semelhantes às
formuladas para os estudantes e que permitiram uma comparação.

Estruturam o Enade dois Componentes: o primeiro, denominado Componente


de Formação Geral, configura a parte comum às provas das diferentes Áreas, avalia
competências, habilidades e conhecimentos gerais, desenvolvidos pelos estudantes, os
quais facilitam a compreensão de temas exteriores ao âmbito específico de sua
profissão e à realidade brasileira e mundial; o segundo, denominado Componente de
Conhecimento Específico, contempla a especificidade de cada Área, no domínio dos
conhecimentos e habilidades esperados para o perfil profissional.

ESTRUTURA DO RELATÓRIO
A estrutura geral do Relatório Síntese é composta pelos capítulos relacionados
a seguir, além desta Apresentação.

Capítulo 1: Diretrizes para o Enade/2016

Capítulo 2: Distribuição dos Cursos e dos Estudantes no Brasil

Capítulo 3: Análise Técnica da Prova

Capítulo 4: Percepção da Prova

Capítulo 5: Distribuição dos Conceitos

Capítulo 6: Características dos Estudantes e Coordenadores e Impressões sobre


Atividades Acadêmicas e Extracurriculares

O Capítulo 1 apresenta as diretrizes do Exame para a Área de Fonoaudiologia,


com um caráter introdutório e explicativo, abrangendo o formato da prova e a Comissão
Assessora de avaliação da Área. Além disso, dá a conhecer fórmulas estatísticas
utilizadas para o cálculo do conceito Enade.

O Capítulo 2 delineia um panorama quantitativo de cursos e estudantes


concluintes na Área, apresentando, em tabelas e mapas, a sua distribuição geográfica,

3
segundo Categoria Administrativa e Organização Acadêmica da IES. Para as tabelas,
utilizam-se dados nacionais por Grande Região e por Unidade Federativa. Os mapas
são apresentados por Unidade Federativa e por mesorregião, como definidas pelo
IBGE1.

O Capítulo 3 traz as análises gerais da prova quanto ao desempenho dos


estudantes no Enade/2016, expressas pelo cálculo das estatísticas básicas, além das
estatísticas e análises, em separado, sobre os Componentes de Formação Geral e
Conhecimento Específico. Nas tabelas, são disponibilizados os totais da população e
dos presentes, além de estatísticas das notas obtidas pelos estudantes: a média, o erro
padrão da média, o desvio padrão, a nota mínima, a mediana e a nota máxima. São
também disponibilizados histogramas das notas. Os dados foram calculados tendo em
vista agregações resultantes dos seguintes critérios: nível nacional e por Grande
Região, Categoria Administrativa e Organização Acadêmica. Nas Áreas que oferecem
cursos nas modalidades presenciais e a distância, estatísticas selecionadas são
também disponibilizadas considerando-se esta desagregação. Questões discursivas e
objetivas são analisadas também em separado. Como as questões discursivas de
Formação Geral foram avaliadas segundo dois critérios (língua portuguesa e conteúdo),
estes também são analisados em separado.

O Capítulo 4 trata das percepções dos estudantes quanto à prova Enade/2016,


as quais foram analisadas por meio de nove perguntas que avaliaram desde o grau de
dificuldade do exame até o tempo gasto para resolver as questões. Nesse capítulo,
objetivou-se a descrição desses resultados, relacionando os estudantes a quatro grupos
de desempenho (limitados pelos percentis: 25%; 50% ou mediana; e 75%), bem como
às Grandes Regiões onde os cursos estavam sendo oferecidos.

O Capítulo 5 expõe o panorama nacional da distribuição dos conceitos dos


cursos avaliados no Enade/2016, por meio de tabelas, gráficos e análises que articulam
os conceitos à Categoria Administrativa e à Organização Acadêmica, estratificadas por
Grande Região. Nas Áreas que oferecem cursos nas modalidades presenciais e a
distância, a informação dos conceitos é também disponibilizada considerando esta
desagregação.

O Capítulo 6 enfatiza as características dos estudantes, reveladas a partir dos


resultados obtidos no Questionário do Estudante (Anexo V). O estudo desses dados
favorece o conhecimento e a análise do perfil socioeconômico, a percepção sobre o

1IBGE, Divisão Regional do Brasil em Mesorregiões e Microrregiões Geográficas, 1990. Disponível em:
<[Link]/visualizacao/livros/liv2269_1.pdf>.

4
ambiente de ensino-aprendizagem e dos fatores que podem estar relacionados ao
desempenho dos estudantes, cujas características são articuladas ao seu desempenho
na prova, à Grande Região de funcionamento do curso e à Categoria Administrativa da
IES. Os questionários do estudante e o questionário do coordenador (Anexo VI)
apresentam algumas questões em comum. Num segundo conjunto, tabelas apresentam
uma comparação das impressões de estudantes e coordenadores sobre os programas
e projetos desenvolvidos no ambiente acadêmico (mais tabelas deste tipo estão
disponibilizadas no Anexo IV) utilizando essas questões em comum. Adicionalmente,
são apresentadas tabelas com características selecionadas dos coordenadores, obtidas
a partir dos resultados do Questionário de Coordenador do Curso (ver Anexo VI). Um
procedimento de Escalamento Ideal2, seguido de uma Análise Fatorial, é aplicado às
questões nas quais o Coordenador explicita graus de concordância/discordância a uma
série de asserções.

Complementarmente, são apresentados, ainda, 9 anexos e um glossário de


termos estatísticos. O Anexo I apresenta a Análise Gráfica das Questões, os Anexos II
e III apresentam, respectivamente, as tabulações das respostas do “Questionário da
Percepção da Prova” e do “Questionário do Estudante” por Quartos de Desempenho e
Grandes Regiões, o Anexo IV apresenta o cruzamento das informações
correspondentes aos questionários dos estudantes e dos coordenadores de curso, os
Anexos V e VI, respectivamente, a íntegra dos Questionários do estudante e do
coordenador, o Anexo VII, a íntegra da Prova de Fonoaudiologia, o Anexo VIII, o padrão
de respostas das questões discursivas e o gabarito das objetivas, e o Anexo IX, a
concepção e elaboração das provas do Enade.

Espera-se que as análises e os resultados aqui apresentados possam subsidiar


redefinições político-pedagógicas aos percursos de formação no cenário da educação
superior no país.

2Meulman, J.J. (1998). Optimal scaling methods for multivariate categorical data analysis. Disponível em:
<[Link]/rss/class/Jon/SPSS_SC/Module9/M9_CatReg/[Link]>.

5
CAPÍTULO 1 –
DIRETRIZES PARA O ENADE/2016
1.1 - OBJETIVOS
A Lei no 10.861, de 14 de abril de 2004, instituiu o Sistema Nacional de Avaliação
da Educação Superior (SINAES), com o objetivo de “...assegurar o processo nacional
de avaliação das instituições de educação superior, dos cursos de graduação e do
desempenho acadêmico de seus estudantes”. De acordo com o § 1o do Artigo 1o da
referida lei, o SINAES tem por finalidades:

“a melhoria da qualidade da educação superior, a orientação da expansão da


sua oferta, o aumento permanente da sua eficácia institucional e efetividade
acadêmica e social e, especialmente, a promoção do aprofundamento dos
compromissos e responsabilidades sociais das instituições de educação
superior, por meio da valorização de sua missão pública, da promoção dos
valores democráticos, do respeito à diferença e à diversidade, da afirmação da
autonomia e da identidade institucional”.
O Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), como parte
integrante do SINAES, foi definido pela mesma lei, conforme a perspectiva da avaliação
dinâmica que está subjacente ao SINAES. O Enade tem por objetivo geral aferir o
“desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos programáticos previstos nas
diretrizes curriculares da respectiva Área de graduação, suas habilidades para
ajustamento às exigências decorrentes da evolução do conhecimento e suas
competências para compreender temas exteriores ao âmbito específico de sua
profissão, ligados à realidade brasileira e mundial e a outras Áreas do conhecimento.”
A prova foi pautada pelas diretrizes e matrizes elaboradas pela Comissão Assessora de
Avaliação da Área de Fonoaudiologia e pela Comissão Assessora de Avaliação de
Formação Geral do Enade.

O Enade é complementado pelo Questionário do Estudante (com 68 questões,


preenchido on-line pelo estudante – ver Anexo V), o Questionário dos Coordenadores
de Curso (com 74 questões, preenchido on-line pelo coordenador – ver Anexo VI), as
questões de avaliação da prova (nove questões respondidas pelo estudante ao final da
prova - ver Anexo VII com a íntegra da prova de Fonoaudiologia) e os dados do Censo
da Educação Superior3.

3 [Link]

6
O Enade é aplicado periodicamente aos estudantes das diversas Áreas do
conhecimento que tenham cumprido os requisitos mínimos estabelecidos,
caracterizando-os como ingressantes ou concluintes. Em 2016, o Enade foi aplicado
somente aos estudantes concluintes, os que estavam com 80% da carga horária do
curso concluída.

A avaliação do desempenho dos estudantes de cada curso participante do


Enade é expressa por meio de conceitos, ordenados em uma escala com 5 (cinco)
níveis, tomando por base padrões mínimos estabelecidos por especialistas das
diferentes Áreas do conhecimento.

A Comissão Assessora de Avaliação da Área de Fonoaudiologia é composta


pelos seguintes professores, nomeados pela Portaria Inep nº 108, de 1º de março de
2016:

 Aline Domingues Chaves Aita, Faculdade Nossa Senhora de Fátima;

 Andréa Monteiro Correia Medeiros, Universidade Federal de Sergipe;

 Christiane Marques do Couto, Universidade Estadual de Campinas;

 Karina Mary de Paiva Vianna, Universidade Federal de Santa Catarina;

 Luciana Martins Zuliani, Pontifícia Universidade Católica de Goiás;

 Mabile Francine Ferreira Silva, Universidade do Ceuma; e

 Marcia Cavadas Monteiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro.

Fazem parte da Comissão Assessora de Avaliação da Formação Geral os


seguintes professores, designados pela mesma Portaria Inep nº 108, de 1º de março de
2016:

 Aline Rodrigues Feitoza, Universidade de Fortaleza;

 Fernanda Carla Wasner Vasconcelos, Centro Universitário UNA;

 Humberto de Sousa Fontoura, Universidade Estadual de Goiás;

 Luciano Marques de Jesus, Pontifícia Universidade Católica do Rio


Grande do Sul;

 Mariléia Silva dos Reis, Universidade Federal de Sergipe;

 Nedir do Espirito Santo, Universidade Federal do Rio de Janeiro; e

7
 Vilson Antonio Klein, Universidade de Passo Fundo.

1.2 - MATRIZ DE AVALIAÇÃO


As diretrizes para a elaboração da prova da Área de Fonoaudiologia estão
definidas na Portaria Inep no 293, de 8 de Junho de 2016.

A prova do Enade/2016, aplicada aos estudantes da Área de Fonoaudiologia,


com duração total de 4 (quatro) horas, apresentou questões discursivas e de múltipla
escolha, relativas a um Componente de avaliação da Formação Geral, comum aos
cursos de todas as Áreas, e a um Componente Específico da Área de Fonoaudiologia.

No Componente de avaliação da Formação Geral4, foram considerados os


seguintes elementos integrantes do perfil profissional:

“I - ético e comprometido com as questões sociais, culturais e ambientais;

II - humanista e crítico, apoiado em conhecimentos científico, social e cultural,


historicamente construídos, que transcendam o ambiente próprio de sua formação;

III - protagonista do saber, com visão do mundo em sua diversidade para


práticas de letramento, voltadas para o exercício pleno de cidadania;

IV - proativo, solidário, autônomo e consciente na tomada de decisões


pautadas pela análise contextualizada das evidências disponíveis;

V - colaborativo e propositivo no trabalho em equipes, grupos e redes,


atuando com respeito, cooperação, iniciativa e responsabilidade social.”

No Componente de Formação Geral, de acordo com o art. 6º da Portaria Inep nº


294, de 8 de junho de 2016, foram verificadas as seguintes competências:

“I. fazer escolhas éticas, responsabilizando-se por suas consequências;

II. ler, interpretar e produzir textos com clareza e coerência;

III. compreender as linguagens como veículos de comunicação e expressão,


respeitando as diferentes manifestações étnico-culturais e a variação linguística;

IV. interpretar diferentes representações simbólicas, gráficas e numéricas de um


mesmo conceito;

4 Art. 5o, Portaria Inep nº 294, de 8 de junho de 2016.

8
V. formular e articular argumentos consistentes em situações
sociocomunicativas, expressando-se com clareza, coerência e precisão;

VI. organizar, interpretar e sintetizar informações para tomada de decisões;

VII. planejar e elaborar projetos de ação e intervenção a partir da análise de


necessidades, de forma coerente, em diferentes contextos;

VIII. buscar soluções viáveis e inovadoras na resolução de situações-problema;

IX. trabalhar em equipe, promovendo a troca de informações e a participação


coletiva, com autocontrole e flexibilidade;

X. promover, em situações de conflito, diálogo e regras coletivas de convivência,


integrando saberes e conhecimentos, compartilhando metas e objetivos coletivos.”

De acordo com o Artigo art. 7º da Portaria Inep nº 294, de 8 de junho de 2016,


as questões do Componente de Formação Geral versam sobre os seguintes temas:

“I. Ética, democracia e cidadania;

II. Cultura e arte;

III. Globalização e política internacional;

IV. Processos migratórios;

V. Vida urbana e vida rural;

VI. Meio ambiente;

VII. Políticas públicas: educação, habitação, saneamento, saúde, transporte,


segurança, defesa e questões ambientais;

VIII. Responsabilidade social: setor público, privado e terceiro setor;

IX. Sociodiversidade e multiculturalismo: violência, tolerância/intolerância,


inclusão/exclusão, sexualidade, relações de gênero e relações étnico-raciais;

X. Relações de trabalho;

XI. Ciência, tecnologia e sociedade;

XII. Inovação tecnológica;

XIII. Tecnologias de Informação e Comunicação. “

O Componente de avaliação de Formação Geral do Enade/2016 foi composto


por 10 (dez) questões, sendo 2 (duas) questões discursivas e 8 (oito) de múltipla
escolha, abordando situações-problema e estudos de caso, simulações, interpretação

9
de textos, imagens, gráficos e tabelas. As questões discursivas do Componente de
Formação Geral buscaram investigar aspectos como clareza, coerência, coesão,
estratégias argumentativas, utilização de vocabulário adequado e correção gramatical
do texto.

A prova do Enade/2016, no Componente de Conhecimento Específico da Área


de Fonoaudiologia, avaliou se o estudante desenvolveu, no processo de formação, as
seguintes competências5:

“I. selecionar condutas fonoaudiológicas pautadas na realidade bio-psico-social,


epidemiológica e ambiental, considerando evidências científicas;

II. identificar determinantes de alterações fonoaudiológicas e desenvolver ações


de promoção da saúde, prevenção de agravos e redução de riscos e danos no campo
da Fonoaudiologia;

III. aplicar métodos e técnicas de avaliação, diagnóstico e intervenção


fonoaudiológica;

IV. demonstrar raciocínio clínico sobre os aspectos fonoaudiológicos;

V. produzir conhecimentos, à luz de métodos científicos, que subsidiem a prática


profissional;

VI. elaborar, avaliar, gerenciar e implementar projetos de investigação e


prestação de serviços no campo fonoaudiológico;

VII. intervir nos processos do campo fonoaudiológico, considerando os


determinantes biológicos, sociais, culturais, econômicos, ambientais e políticos dos
sujeitos sob seu cuidado;

VIII. gerenciar conflitos em equipes multiprofissionais nos campos da Saúde e


da Educação;

IX. realizar serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios
da bioética e biossegurança;

X. analisar a constituição humana nos diferentes ciclos da vida, como condição


para a compreensão dos processos da gênese e do desenvolvimento da comunicação,
bem como de alterações destes;

5 Art. 6o, Portaria Inep nº 293, de 8 de junho de 2016.

10
XI. avaliar e diagnosticar as alterações pertinentes ao campo fonoaudiológico e
elaborar conduta terapêutica, refletindo sobre possíveis prognósticos, orientações e
encaminhamentos;

XII. estabelecer procedimentos de aprimoramento da comunicação nos vários


campos de atuação da Fonoaudiologia.”

A prova do Enade/2016, no Componente Específico da Área de Fonoaudiologia,


teve como subsídio as Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação
em Fonoaudiologia, expresso nas Resolução CNE/CES nº 5, de 19 de fevereiro de 2002,
as normativas posteriores associadas e a legislação profissional, tendo tomado como
referência o seguinte perfil profissional:6

“I. generalista, apto a atuar nas áreas da Saúde e Educação com olhar integral
nas ações do cuidar em Fonoaudiologia;

II. humanista, resguardando direitos e valores da cidadania e dignidade humana


em sua prática fonoaudiológica e valorizando a comunicação neste processo;

III. ético-filosófico, com postura em consonância com valores que regem o


exercício profissional, tendo em conta que sua responsabilidade não se encerra com o
ato técnico;

IV. crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando inovações técnico-


científicas;

V. proativo ao atuar em equipe, valorizando e respeitando a fonoaudiologia e as


outras profissões;

VI. responsável por sua força de trabalho, recursos físicos e materiais


necessários para sua prática.”

A prova do Enade/2016, no Componente Específico da Área de Fonoaudiologia,


tomou como referencial os seguintes conteúdos curriculares 7:

“I. Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos


e sistemas, relacionados ao campo fonoaudiológico.

6 Art. 5o, Portaria Inep nº 293, de 8 de junho de 2016.


7 Art.7º, Portaria Inep nº 293, de 8 de junho de 2016.

11
II. Processos psico-socio-culturais, linguísticos e educacionais que auxiliam
a compreensão do desenvolvimento da comunicação humana e das alterações
fonoaudiológicas.

III. Ontogênese e desenvolvimento da audição, fala, linguagem (oral e


escrita), motricidade orofacial e voz.

IV. Métodos e procedimentos de avaliação, diagnóstico e tratamento das


alterações relacionadas a todas as áreas da Fonoaudiologia.

V. O Sistema Único de Saúde (SUS), nas suas dimensões política, conceitual


e técnica.

VI. Políticas públicas nos diversos ciclos da vida.

VII. Propostas Educacionais Brasileiras nas suas dimensões política,


conceitual e técnica, considerando as interfaces com a Fonoaudiologia.

VIII. Princípios e práticas da inclusão nas diferentes esferas sociais, com


base nas políticas públicas vigentes.

IX. Biossegurança em Fonoaudiologia.

X. Fundamentos e procedimentos para a utilização de recursos tecnológicos


em Fonoaudiologia.”

A parte relativa ao Componente de Conhecimento Específico da Área de


Fonoaudiologia do Enade/2016 foi elaborada atendendo à seguinte distribuição8: 30
(trinta) questões, sendo 3 (três) discursivas e 27 (vinte e sete) de múltipla escolha,
envolvendo situações-problema e estudos de casos.

1.3 - FORMATO DA PROVA


Como já comentado, a prova do Exame Nacional de Desempenho dos
Estudantes de 2016 foi estruturada em dois componentes: o primeiro, comum a todos
os cursos, e o segundo, específico de cada uma das Áreas avaliadas.

No Componente de Formação Geral, as 8 (oito) questões objetivas de múltipla


escolha e as 2 (duas) discursivas tiveram pesos, respectivamente, iguais a 60% e 40%.
As discursivas de Formação Geral foram corrigidas levando em consideração o
conteúdo, com peso igual a 80%, e aspectos referentes à Língua Portuguesa

8 Art. 4º, parágrafo único da Portaria Inep nº 293, de 8 de junho de 2016.

12
(ortográficos, textuais, morfossintáticos e vocabulares), com peso igual a 20%. No
Componente de Conhecimento Específico da Área de Fonoaudiologia, as 27 (vinte e
sete) questões objetivas de múltipla escolha e as 3 (três) discursivas tiveram pesos
iguais a, respectivamente, 85% e 15%. As notas dos dois Componentes, de Formação
Geral e de Conhecimento Específico, foram então arredondadas à primeira casa
decimal. Para a obtenção da nota final do estudante, as notas dos dois componentes
foram ponderadas por pesos proporcionais ao número de questões: 25,0% para o
Componente de Formação Geral e 75,0% para o Componente de Conhecimento
Específico. Esta nota foi também arredondada a uma casa decimal.

1.4 - CÁLCULO DO CONCEITO ENADE9


Até 2014, o Conceito Enade era calculado para cada Unidade de Observação,
constituída pelo conjunto de cursos que compõe uma área de avaliação específica do
Enade, de uma mesma Instituição de Educação Superior (IES) em um determinado
município. A partir de 2015, o Conceito Enade foi calculado para cada Curso de
Graduação avaliado, conforme enquadramento pelas Instituições de Educação Superior
em uma das áreas de avaliação elencadas no artigo 1º da Portaria Normativa do MEC
nº 5, de 9 de março de 2016 de acordo com a metodologia explicitada na Nota Técnica
nº 2/2017/CGCQES/DAES10.

A partir de 2008, o Conceito Enade passou a considerar em seu cálculo apenas


o desempenho dos alunos concluintes. Assim sendo, todos os cálculos descritos a
seguir consideram apenas os referidos estudantes, inscritos na condição de regular, que
compareceram ao exame, ou seja, os estudantes concluintes participantes do Enade
em 2016.

O passo inicial para o cálculo do Conceito Enade de um curso é a obtenção do


desempenho médio11 de seus concluintes no Componente de Formação Geral (FG) e
no Componente de Conhecimento Específico (CE). Para o cálculo do desempenho
médio do j-ésimo curso, no Componente de Formação Geral, utiliza-se a equação
seguinte.

9 Adaptado da Nota Técnica CGCQES/DAES/nº 2/2017.


10 Para a modalidade a distância (EAD), considera-se o município de funcionamento da sede do curso.
11 Os valores dos desempenhos médios no Componente de Formação Geral e no Componente de

Conhecimento Específico dos cursos com menos de 2 (dois) concluintes participantes são substituídos por
“missing” (vazio).

13
∑𝑁
𝑖=1 𝐹𝐺𝑘𝑗𝑖
𝐹𝐺𝑘𝑗 = (1)
𝑁𝑘𝑗

Onde:

𝐹𝐺𝑘𝑗 é a nota bruta no Componente de Formação Geral do j-ésimo curso da

área da avaliação k;

𝐹𝐺𝑘𝑗𝑖 é a nota bruta no Componente de Formação Geral do i-ésimo concluinte


do j-ésimo curso da área de avaliação k; e

𝑁𝑘𝑗 é o número de concluintes participantes do j-ésimo curso de área de

avalição k.

Para o cálculo do desempenho médio do curso j, no Componente de


Conhecimento Específico, utiliza-se a seguinte equação.

∑𝑁
𝑖=1 𝐶𝐸𝑘𝑗𝑖
𝐶𝐸𝑘𝑗 = (2)
𝑁𝑘𝑗

onde:

𝐶𝐸𝑘𝑗 é a nota bruta no Componente de Conhecimento Específico do j-ésimo

curso da área da avaliação k;

𝐶𝐸𝑘𝑗𝑖 é a nota bruta no Componente de Conhecimento Específico do i-ésimo

concluinte do j-ésimo curso da área de avaliação k; e

𝑁𝑘𝑗 é o número de concluintes participantes do j-ésimo curso de área de

avalição k.

O segundo passo é a obtenção da média nacional12 da área de avaliação k no


Componente de Formação Geral e no Componente de Conhecimento Específico. Para
o cálculo da média nacional da área de avaliação k no Componente de Formação Geral
,utiliza-se a equação subsequente.

∑𝑇
𝑗=1 𝐹𝐺𝑘𝑗
𝐹𝐺𝑘 = (3)
𝑇𝑘

12Os cursos com desempenho médio igual a zero não são consideradas no cálculo das médias e desvios-
padrão nacionais da área de avaliação.

14
Onde:

𝐹𝐺𝑘 é a nota média no Componente de Formação Geral da área da avaliação


k;

𝐹𝐺𝑘𝑗 é a nota bruta no Componente de Formação Geral do j-ésimo curso da

área de avaliação k; e

𝑇𝑘 é o número de cursos da área de avalição k.

Para o cálculo da média nacional da área de avaliação k no Componente


Específico, utiliza-se a seguinte equação.

∑𝑇
𝑗=1 𝐶𝐸𝑘𝑗
𝐶𝐸𝑘 = (4)
𝑇𝑘

Onde:

𝐶𝐸𝑘 é a nota média no Componente de Conhecimento Específico da área de


avaliação k;

𝐶𝐸𝑘𝑗 é a nota bruta no Componente de Conhecimento Específico do j-ésimo

curso da área de avaliação k; e

𝑇𝑘 é o número de cursos da área de avalição k.


Em seguida, calcula-se o desvio-padrão nacional de cada área de avaliação k
no Componente de Formação Geral e no Componente de Conhecimento Específico.
Para o cálculo do desvio-padrão nacional da área de avaliação k no Componente de
Formação Geral, utiliza-se equação subsequente.

2
∑𝑇
𝑗=1(𝐹𝐺𝑘𝑗 −𝐹𝐺𝑘 )
𝑆𝐹𝐺𝑘 =√ (5)
𝑇𝑘 −1

Onde:

𝑆𝐹𝐺𝑘 é o desvio-padrão no Componente de Formação Geral da área da

avaliação k;

𝐹𝐺𝑘𝑗 é a nota bruta no Componente de Formação Geral do j-ésimo curso da

área de avaliação k;

15
𝐹𝐺𝑘 é a nota média no Componente de Formação Geral da área de avaliação
k; e

𝑇𝑘 é o número de cursos da área de avalição k.

Para o cálculo do desvio-padrão nacional da área de avaliação k no Componente


de Conhecimento Específico, utiliza-se a equação seguinte.

2
∑𝑇
𝑗=1(𝐶𝐸𝑘𝑗 −𝐶𝐸𝑘 )
𝑆𝐶𝐸𝑘 = √ (6)
𝑇𝑘 −1

Onde:

𝑆𝐶𝐸𝑘 é o desvio-padrão no Componente de Conhecimento Específico da área

da avaliação k;

𝐶𝐸𝑘𝑗 é a nota bruta no Componente de Conhecimento Específico do j-ésimo

curso da área de avaliação k;

𝐶𝐸𝑘 é a nota média no Componente de Conhecimento Específico da área de


avaliação k; e

𝑇𝑘 é o número de cursos da área de avalição k.

O próximo passo consiste em se calcularem os afastamentos padronizados no


Componente de Formação Geral e Componente de Conhecimento Específico de cada
curso j da área de avalição k. Para o cálculo do afastamento padronizado no
Componente de Formação Geral, utiliza-se a equação subsequente.

𝐹𝐺𝑘𝑗 −𝐹𝐺𝑘
𝑍𝐹𝐺𝑘𝑗 = (7)
𝑆𝐹𝐺𝑘

Onde:

𝑍𝐹𝐺𝑘𝑗 é o afastamento padronizado no Componente de Formação Geral do j-

ésimo curso da área de avalição k;

𝐹𝐺𝑘𝑗 é a nota bruta no Componente de Formação Geral do j-ésimo curso da

área de avaliação k;

16
𝐹𝐺𝑘 é a nota média no Componente de Formação Geral da área de avaliação
k; e

𝑆𝐹𝐺𝑘 é o desvio padrão no Componente de Formação Geral da área de

avaliação k.

Para o cálculo do afastamento padronizado no Componente de Conhecimento


Específico, utiliza-se a seguinte equação.

𝐶𝐸𝑘𝑗 −𝐶𝐸𝑘
𝑍𝐶𝐸𝑘𝑗 = (8)
𝑆𝐶𝐸𝑘

Onde:

𝑍𝐶𝐸𝑘𝑗 é o afastamento padronizado no Componente de Conhecimento

Específico do curso j da área de avaliação k;

𝐶𝐸𝑘𝑗 é a nota bruta no Componente de Conhecimento Específico do j-ésimo

curso da área de avaliação k;

𝐶𝐸𝑘 é a nota média no Componente de Conhecimento Específico da área de


avaliação k; e

𝑆𝐶𝐸𝑘 é o desvio padrão no Componente de Conhecimento Específico da área

de avaliação k.

Para que todas os cursos tenham suas notas no Componente de Formação


Geral e no Componente de Conhecimento Específico numa escala de 0 a 5, efetua-se
a interpolação linear13, obtendo-se, assim, respectivamente, as Notas Padronizadas no
Componente de Formação Geral e no Componente de Conhecimento Específico de
cada curso j. No que se refere ao Componente de Formação Geral, utiliza-se a seguinte
equação:

13 Os cursos com afastamento padronizado menor que -3,0 e maior que +3,0 recebem nota padronizada
igual a 0 (zero) e 5(cinco), respectivamente, e não são utilizadas como mínimo ou máximo na fórmula, pelo
fato de terem valores discrepantes (outliers) dos demais.

17
𝑍𝐹𝐺𝑘𝑗 −𝑍𝐹𝐺𝑘 min
𝑁𝑃𝐹𝐺𝑘𝑗 = 5 ∙ ( ) (9)
𝑍𝐹𝐺𝑘 max − 𝑍𝐹𝐺𝑘 min

Onde:

𝑁𝑃𝐹𝐺𝑘𝑗 é a nota padronizada no Componente de Formação Geral do j-ésimo

curso da área de avaliação k;

𝑍𝐹𝐺𝑘𝑗 é o afastamento padronizado no Componente de Formação Geral do j-

ésimo curso da área de avaliação k;

𝑍𝐹𝐺𝑘 min é o afastamento padronizado mínimo no Componente de Formação


Geral da área de avaliação k; e

𝑍𝐹𝐺𝑘 max é o afastamento padronizado máximo no Componente de Formação


Geral da área de avaliação k.

Para a obtenção da nota padronizada do j-ésimo curso referente ao Componente


de Conhecimento Específico, utiliza-se a equação subsequente.

𝑍𝐶𝐸𝑘𝑗 −𝑍𝐶𝐸𝑘 min


𝑁𝑃𝐶𝐸𝑘𝑗 = 5 ∙ ( ) (10)
𝑍𝐶𝐸𝑘 max − 𝑍𝐶𝐸𝑘 min

Onde:

𝑁𝑃𝐶𝐸𝑘𝑗 é a nota padronizada no Componente de Conhecimento Específico do

j-ésimo curso da área de avaliação k;

𝑍𝐶𝐸𝑘𝑗 é o afastamento padronizado no Componente de Conhecimento

Específico do j-ésimo curso da área de avaliação k;

𝑍𝐶𝐸𝑘 min é o afastamento padronizado mínimo no Componente de

Conhecimento Específico da área de avaliação k; e

𝑍𝐶𝐸𝑘 max é o afastamento padronizado máximo no Componente de

Conhecimento Específico da área de avaliação k.

Por fim, a Nota dos Concluintes no Enade do j-ésimo curso (NCkj) da área de
avaliação k é a média ponderada das notas padronizadas do respectivo curso no

18
Componente de Formação Geral e no Componente de Conhecimento Específico, sendo
25% o peso do Componente de Formação Geral e 75% o peso do Componente de
Conhecimento Específico da nota final, como mostra a equação 11.

𝑁𝐶𝑘𝑗 = 0,25 ∙ 𝑁𝑃𝐹𝐺𝑘𝑗 + 0,75 ∙ 𝑁𝑃𝐶𝐸𝑘𝑗 (11)

Onde:

𝑁𝐶𝑘𝑗 é a nota dos concluintes no Enade do j-ésimo curso da área de avaliação


k;

𝑁𝑃𝐹𝐺𝑘𝑗 é a nota padronizada no Componente de Formação Geral do j-ésimo

curso da área de avaliação k; e

𝑁𝑃𝐶𝐸𝑘𝑗 é a nota padronizada no Componente de Conhecimento Específico do

j-ésimo curso da área de avaliação k.

O Conceito Enade é uma variável discreta que assume valores de 1 a 5,


resultantes da conversão do valor contínuo calculado conforme definido na Tabela 1.1.

Tabela 1.1 – Parâmetro de conversão do NCkj em


Conceito Enade – Enade/2016
Conceito Enade NCkj
(faixa) (Valor Contínuo)

1 0 ≤ NCkj < 0,945


2 0,945 ≤ NCkj < 1,945
3 1,945 ≤ NCkj < 2,945
4 2,945 ≤ NCkj < 3,945
5 3,945 ≤ NCkj ≤ 5
Fonte: MEC/Inep/Daes – Nota Técnica CGCQES/DAES nº 2/2017

Os cursos com menos de 2 participantes e também aqueles com desempenho


médio igual a zero não são considerados no cálculo das médias e dos desvios-padrão
nacionais da área de avaliação. Os cursos com menos de 2 (dois) concluintes
participantes no Exame não obtêm o Conceito Enade, ficando “Sem Conceito (SC)”.
Isso ocorre para preservar a identidade do estudante, de acordo com o exposto no § 9º
do artigo 5º da Lei nº 10.861, de 14 de abril de 200414. Os cursos com desempenho

14O texto oficial está assim enunciado: “Na divulgação dos resultados da avaliação é vedada a identificação
nominal do resultado individual obtido pelo aluno examinado, que será a ele exclusivamente fornecido em
documento específico, emitido pelo Inep”.

19
médio igual a zero tampouco recebem conceito, ficando igualmente “Sem Conceito
(SC)”.

1.5 - OUTRAS CONVENÇÕES NO ÂMBITO DO ENADE


1.5.1 - Índice de facilidade
As questões aplicadas na prova do Enade são avaliadas quanto ao nível de
facilidade. Para isso, verifica-se o percentual de acerto de cada questão objetiva. A
Tabela 1.2 apresenta as classificações de questões segundo o percentual de acerto,
considerado como índice de facilidade. Questões acertadas por 86% dos estudantes,
ou mais, são consideradas muito fáceis. No extremo oposto, questões com percentual
de acerto igual ou inferior a 15% são consideradas muito difíceis.

Tabela 1.2 - Classificação de questões


segundo Índice de Facilidade –
Enade/2016

Índice de Facilidade Classificação

 0,86 Muito fácil


0,61 a 0,85 Fácil
0,41 a 0,60 Médio
0,16 a 0,40 Difícil
 0,15 Muito difícil
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

1.5.2 - Correlação ponto-bisserial


As questões objetivas aplicadas na prova do Enade devem ter um nível mínimo
de poder de discriminação. Para ser considerada apta a avaliar os alunos dos cursos,
uma questão deve ser mais acertada por alunos que tiveram bom desempenho do que
pelos que tiveram desempenho ruim. Um índice que mede essa capacidade das
questões, e que foi escolhido para ser utilizado no Enade, é o denominado correlação

ponto-bisserial, usualmente representado por rpb . O índice é calculado para cada Área
de avaliação e, em separado, para o Componente de Formação Geral e de
Conhecimento Específico. A correlação ponto-bisserial para uma questão objetiva do
Componente de Formação Geral da prova dessa Área será calculada pela fórmula a
seguir:

20
C A  CT p
rpb  , (12)
DPT q

em que C A é a média obtida na parte objetiva de Formação Geral da prova pelos alunos
que acertaram a questão; C T representa a média obtida na prova por todos os alunos
da Área; DPT é o desvio padrão das notas nesta parte da prova de todos os alunos da
Área; p é a proporção de estudantes que acertaram a questão (número de alunos que
acertaram a questão dividido pelo número total de alunos que compareceram à prova),
e q  1  p é a proporção de estudantes que erraram a questão.

Este mesmo procedimento é realizado para as questões da parte objetiva de


Conhecimento Específico de cada Área.

A Tabela 1.3 apresenta a classificação de questões segundo o poder de


discriminação, utilizando-se, para tal, o índice de discriminação (ponto-bisserial).

Tabela 1.3 – Classificação de questões


segundo Índice de Discriminação
(Ponto-bisserial) – Enade/2016

Índice de Discriminação Classificação

 0,40 Muito Bom


0,30 a 0,39 Bom
0,20 a 0,29 Médio
 0,19 Fraco
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Questões com índice de discriminação fraco, com valores ≤ 0,19, são eliminadas
do cômputo das notas.

21
CAPÍTULO 2 –
DISTRIBUIÇÃO DOS CURSOS E DOS
ESTUDANTES NO BRASIL
Em 2016, o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes na Área de
Fonoaudiologia contou com a participação de estudantes de 69 cursos.

Considerando-se a Categoria Administrativa da IES, destaca-se a


predominância das Instituições Privadas de ensino, que concentraram 48 dos 69 cursos
de Fonoaudiologia, número correspondente a 69,6% dos cursos avaliados (Tabela 2.1).

Como mostra a Tabela 2.1, a região Sudeste foi a de maior representação,


concentrando 22 cursos, ou 31,9% do total nacional. A região Nordeste participou com
20 cursos, correspondendo a 29,0% do total de cursos. A região Sul teve 17 cursos
participantes, correspondendo a 24,6% do total. A região Norte participou com seis
cursos (8,7% do total). A região de menor representação foi a Centro-Oeste, com quatro
cursos ou 5,8% do total.

Considerando-se a distribuição dos cursos por Categoria Administrativa em cada


Grande Região, a região Nordeste é a que apresenta a maior proporção de cursos em
Instituições Públicas (40,0%). Em contrapartida, 100,0% dos cursos da região Norte são
em Instituições Privadas.

Nas demais regiões também se observa o predomínio de cursos em Instituições


Privadas: 68,2% na região Sudeste, 70,6% na região Sul e 75,0% na região Centro-
Oeste.

22
Tabela 2.1 – Distribuição absoluta e
percentual na linha de Cursos Participantes
por Categoria Administrativa, segundo a
Grande Região – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES
Grande Região Total Pública Privada
Brasil 69 21 48
100,0% 30,4% 69,6%
NO 6 0 6
100,0% 0,0% 100,0%
NE 20 8 12
100,0% 40,0% 60,0%
SE 22 7 15
100,0% 31,8% 68,2%
SUL 17 5 12
100,0% 29,4% 70,6%
CO 4 1 3
100,0% 25,0% 75,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A Tabela 2.2 disponibiliza o número de cursos de Fonoaudiologia por


Organização Acadêmica segundo as Grandes Regiões brasileiras. Dos 69 cursos de
Fonoaudiologia avaliados no exame, 41, equivalentes a 59,4% do total, eram oferecidos
em Universidades. As Faculdades, por sua vez, apresentaram 15 cursos (21,7% do
total), enquanto os Centros Universitários ofereceram 13, o que corresponde a 18,8%
do total de cursos.

Dentre as Grandes Regiões, a Sudeste apresentou quantitativo mais elevado de


cursos participantes (22) e maior quantitativo em Universidades (15) e Faculdades (5),
quando comparada às demais regiões. Essa região foi, também, a com maior proporção
de cursos de Universidades (68,2%) e menor proporção em Centros Universitários
(9,1%).

Na sequência de regiões que apresentaram maiores quantitativos, a Nordeste


figurou na segunda posição, com 20 cursos, dos quais 12 eram vinculados a
Universidades, cinco a Faculdades e três a Centros Universitários.

Já a região Sul contou com 10 cursos em Universidades, três cursos em


Faculdades e quatro em Centros Universitários, num total de 17 cursos.

A região Norte contou com dois cursos em Universidades, dois em Faculdades


e dois em Centros Universitários, num total de seis cursos. Foi a região com maior
percentual de cursos em Faculdades (33,3%) e o menor em Universidades (33,3%).

23
Como já mencionado, a região Centro-Oeste foi a com menor representação no
total nacional de cursos de Fonoaudiologia, quatro cursos, sendo que dois em
Universidades e dois em Centros Universitários. Foi a região com o maior percentual de
cursos em Centros Universitários (50,0%) e com nenhum curso vinculado a Faculdade.

Tabela 2.2 – Distribuição absoluta e percentual na linha de Cursos


Participantes por Organização Acadêmica, segundo a Grande
Região – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Organização Acadêmica da IES
Centros
Grande Região Total Universidades universitários Faculdades
Brasil 69 41 13 15
100,0% 59,4% 18,8% 21,7%
NO 6 2 2 2
100,0% 33,3% 33,3% 33,3%
NE 20 12 3 5
100,0% 60,0% 15,0% 25,0%
SE 22 15 2 5
100,0% 68,2% 9,1% 22,7%
SUL 17 10 4 3
100,0% 58,8% 23,5% 17,6%
CO 4 2 2 0
100,0% 50,0% 50,0% 0,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A distribuição dos cursos avaliados no Enade/2016, na Área de Fonoaudiologia,


por Unidade da Federação, é apresentada na Figura 2.1 e no Gráfico 2.1. Foram
avaliados cursos de Fonoaudiologia em 22 UF. As cinco UF sem cursos avaliados na
Área, e portanto representados por áreas brancas, foram Mato Grosso do Sul,
Tocantins, Amapá, Roraima e Acre. Na legenda, a notação x ┤y indica que o intervalo
não inclui x e inclui y. Pode-se observar que São Paulo e Paraná foram os estados com
maior representação, seguidos de Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. Os quatro
primeiros estados correspondem a 43,5% dos cursos de Fonoaudiologia avaliados no
Enade de 2016. No outro extremo, os estados com menor participação foram Pará,
Maranhão, Alagoas, Mato Grosso e Goiás, com participação de apenas um curso,
correspondendo a 7,2% dos cursos avaliados.

24
Figura 2.1 – Cursos Participantes por Unidade da Federação com indicação de
Grande Região – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

25
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

26
O número de estudantes inscritos e ausentes, bem como o de estudantes
presentes, no Enade/2016 de Fonoaudiologia por Categoria Administrativa é
apresentado na Tabela 2.3. Em todo o Brasil, inscreveram-se no exame 1.963
estudantes, sendo que destes, 1.836 estavam presentes (6,5% de ausências). A menor
taxa de absenteísmo aconteceu na região Centro-Oeste (4,4%) e a maior, na região
Norte (10,1%). O absenteísmo foi ligeiramente menor entre os estudantes de
Instituições Públicas (5,1%) do que entre os de Instituições Privadas (7,2%).

Paralelamente ao observado nas as regiões brasileiras (à exceção da região


Nordeste) quanto à distribuição dos cursos, a maioria dos estudantes estava vinculada
a cursos em Instituições Privadas. Tais instituições concentraram 65,2% dos estudantes
de Fonoaudiologia de todo o país inscritos no Enade/2016 (1.280 estudantes em IES
Privadas e 683, em IES Públicas).

A região Sudeste apresentou o maior número de estudantes inscritos, 616, dos


quais 383 (62,2%) estudavam em Instituições Privadas, enquanto 233 (37,8%), em
Instituições Públicas. Esse contingente correspondeu a 31,4% dos alunos inscritos na
área. O absenteísmo nessa região foi de 6,5%.

Na Região Nordeste, inscreveram-se 585 estudantes, correspondentes a 29,8%


em termos nacionais. Nessa região, a rede privada concentrou 288 inscritos (49,2% do
total regional) e as Instituições Públicas, 297 estudantes, o que correspondeu a 50,8%
do total regional, o maior percentual dentre as regiões. O absenteísmo nessa região foi
de 6,7%.

Na região Sul, a quantidade total de inscritos foi 345 alunos, correspondendo a


17,6% do total nacional. Desses, 204 (59,1%) estavam em IES Privadas e 141 (40,9%),
em Públicas.

A região Norte apresentou 237 estudantes inscritos na Área de Fonoaudiologia,


correspondendo a 12,1% do total nacional. Nessa região, a totalidade dos estudantes
era da rede privada.

A região Centro-Oeste apresentou a menor quantidade de estudantes na Área


de Fonoaudiologia, com 180 inscritos, correspondentes a 9,2% em termos de Brasil.
Destes, 168 eram alunos de Instituições Privadas e 12 de Públicas, respectivamente
93,3% e 6,7% do total regional.

27
Tabela 2.3 – Distribuição absoluta e percentual na linha de estudantes por
Categoria Administrativa, segundo a Grande Região e a Condição de
Presença – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES
Grande Região / Condição de Presença Total Pública Privada
Brasil Ausentes 127 35 92
100,0% 27,6% 72,4%
Presentes 1.836 648 1.188
100,0% 35,3% 64,7%
% Ausentes 6,5% 5,1% 7,2%
NO Ausentes 24 0 24
100,0% 0,0% 100,0%
Presentes 213 0 213
100,0% 0,0% 100,0%
% Ausentes 10,1% . 10,1%
NE Ausentes 39 18 21
100,0% 46,2% 53,8%
Presentes 546 279 267
100,0% 51,1% 48,9%
% Ausentes 6,7% 6,1% 7,3%
SE Ausentes 40 12 28
100,0% 30,0% 70,0%
Presentes 576 221 355
100,0% 38,4% 61,6%
% Ausentes 6,5% 5,2% 7,3%
SUL Ausentes 16 5 11
100,0% 31,3% 68,8%
Presentes 329 136 193
100,0% 41,3% 58,7%
% Ausentes 4,6% 3,5% 5,4%
CO Ausentes 8 0 8
100,0% 0,0% 100,0%
Presentes 172 12 160
100,0% 7,0% 93,0%
% Ausentes 4,4% 0,0% 4,8%
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A Tabela 2.4 mostra o número de estudantes inscritos, presentes e ausentes,


por Organização Acadêmica, segundo as Grandes Regiões. Dos 1.836 estudantes de
Fonoaudiologia inscritos e presentes para o exame de 2016 em todo o Brasil, 1.188
(64,7%) estudavam em Universidades, 391 (21,3%), em Centros Universitários e 257
(14,0%) estavam vinculados a Faculdades.

Dentre as Grandes Regiões, aquela que registrou o maior contingente de


participantes (estudantes inscritos e presentes) estudando em Universidades foi a
Sudeste, com 376, o que corresponde a 31,6% dos participantes nesse tipo de
Organização Acadêmica em todo o país. Também, na região Sudeste, foi encontrado o
maior contingente de participantes em Faculdades, 122 (correspondendo a 47,5% dos
participantes nesse tipo de Organização). Em Centros Universitários, a região com

28
maior contingente foi a Nordeste, com 140 participantes, correspondendo a 35,8% de
participantes presentes nesse tipo de Organização.

Considerando-se a distribuição intrarregional dos participantes presentes, a


região Sudeste apresentou o maior contingente de participantes, 576, dos quais 376
estavam em Universidades, 78, em Centros Universitários e 122, em Faculdades,
correspondendo a, respectivamente, 65,3%, 13,5% e 21,2%.

Já os 546 participantes da região Nordeste estavam principalmente em


Universidades (68,5%) e, com menor representatividade, em Faculdades (5,9%) e em
Centros Universitários (25,6%).

A região Sul apresentou o terceiro maior contingente de participantes. Nessa


região, dos 329 participantes, 243 estavam em Universidades, 52 em Centros
Universitários e 34, em Faculdades, correspondendo a, respectivamente, 73,9%, 15,8%
e 10,3% do total regional.

Dos 213 alunos participantes da região Norte, 42,7% estavam em Universidades,


24,9%, em Centros Universitários e 32,4%, em Faculdades, respectivamente, 91, 53 e
69 estudantes.

Na região Centro-Oeste, que apresentou o menor contingente de participantes,


além do menor contingente de inscritos, 104 participantes eram oriundos de
Universidades (60,5%) e 68, de Centros Universitários (39,5% do total regional).

29
Tabela 2.4 – Distribuição absoluta e percentual na linha de estudantes por Organização
Acadêmica, segundo a Grande Região e a Condição de Presença - Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Organização Acadêmica da IES
Centros
Grande Região / Condição de Presença Total Universidades universitários Faculdades
Brasil Ausentes 127 73 43 11
100,0% 57,5% 33,9% 8,7%
Presentes 1.836 1.188 391 257
100,0% 64,7% 21,3% 14,0%
% Ausentes 6,5% 5,8% 9,9% 4,1%
NO Ausentes 24 2 21 1
100,0% 8,3% 87,5% 4,2%
Presentes 213 91 53 69
100,0% 42,7% 24,9% 32,4%
% Ausentes 10,1% 2,2% 28,4% 1,4%
NE Ausentes 39 25 12 2
100,0% 64,1% 30,8% 5,1%
Presentes 546 374 140 32
100,0% 68,5% 25,6% 5,9%
% Ausentes 6,7% 6,3% 7,9% 5,9%
SE Ausentes 40 30 6 4
100,0% 75,0% 15,0% 10,0%
Presentes 576 376 78 122
100,0% 65,3% 13,5% 21,2%
% Ausentes 6,5% 7,4% 7,1% 3,2%
SUL Ausentes 16 10 2 4
100,0% 62,5% 12,5% 25,0%
Presentes 329 243 52 34
100,0% 73,9% 15,8% 10,3%
% Ausentes 4,6% 4,0% 3,7% 10,5%
CO Ausentes 8 6 2 0
100,0% 75,0% 25,0% 0,0%
Presentes 172 104 68 0
100,0% 60,5% 39,5% 0,0%
% Ausentes 4,4% 5,5% 2,9% .
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A Figura 2.2 apresenta a distribuição dos estudantes inscritos (presentes e


ausentes) no Enade/2016 na Área de Fonoaudiologia por mesorregião com indicação
da UF. Foram avaliados estudantes inscritos na maioria das UF (ver Gráfico 2.2) e em
quase um terço das mesorregiões (96 mesorregiões, 70,1%, não apresentaram alunos
e estão representadas por áreas brancas). Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro,
Minas Gerais e Amazonas, nesta ordem, foram os que contaram com maior número de
inscritos, somando 37,2% dos estudantes inscritos. No outro extremo, o estado com
menor participação de alunos inscritos foi Mato Grosso com uma participação muito
pequena, correspondendo a 0,4% dos estudantes inscritos. As dez mesorregiões com
o maior número de estudantes inscritos concentraram mais de metade dos cursos,
51,9%, e são mesorregiões ligadas principalmente aos municípios de grandes capitais
(Manaus, Rio de Janeiro, João Pessoa, São Paulo, Salvador, Goiânia, Belo Horizonte,

30
Teresina, Distrito Federal e Porto Velho). A mesorregião com maior número de inscritos
é a do Centro Amazonense, com 7,6% dos estudantes.

Figura 2.2 – Estudantes por mesorregião com indicação de Unidade da Federação


– Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A percentagem de faltas no Brasil como um todo foi de 6,5%, mas os valores


foram bem diversificados segundo a mesorregião. Para mostrar essa diversidade, a
Figura 2.3 apresenta a percentagem de falta entre os alunos inscritos da área de
Fonoaudiologia, segundo mesorregião com indicação de UF.

As mesorregiões com maior percentual de ausentes foram Presidente Prudente,


com 12 alunos inscritos e seis ausentes (50,0% de ausentes) e o Centro Oriental
Paranaense, com 12 inscritos e quatro ausentes (33,3%).

31
Figura 2.3 – Percentual de estudantes ausentes por mesorregião com indicação
de Unidade da Federação – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

32
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

33
CAPÍTULO 3 –
ANÁLISE TÉCNICA DA PROVA
Este capítulo tem por objetivo apresentar o desempenho dos estudantes
concluintes de Fonoaudiologia no Enade/2016. Para isso, foram calculadas as
estatísticas básicas da prova em seu todo (seção 3.1.1), bem como as estatísticas
relacionadas aos Componentes de Formação Geral (seção 3.1.2) e de Conhecimento
Específico da Área (seção 3.1.3). Dadas as suas características, foram analisadas, em
separado, as questões objetivas (seção 3.2) e as questões discursivas (seção 3.3). Para
as questões objetivas, foram disponibilizados os índices de facilidade e de discriminação
ponto-bisserial, também em separado, para os Componentes de Formação Geral
(seção 3.2.1) e de Conhecimento Específico (seção 3.2.2). De cada componente, uma
das questões foi escolhida para exemplificar a análise gráfica, relacionando as
alternativas escolhidas pelos estudantes (inclusive o gabarito) com o número de acertos
no componente. O Anexo I apresenta a íntegra da análise gráfica para todas as
questões objetivas. Para cada uma das questões discursivas, os conteúdos dos tipos
mais comuns de respostas dos estudantes são apresentados e comparados com o
padrão de respostas esperado (ver Anexo VIII com o padrão de respostas). Tomando
como base as duas questões discursivas do Componente de Formação Geral, a seção
[Link] apresenta comentários sobre a correção das respostas com respeito à Língua
Portuguesa.

Nas Tabelas 3.1 e 3.3, são apresentados o tamanho da população inscrita,


ausente, presente e percentual de faltosos, respectivamente, por Grande Região e por
Categoria Administrativa e Organização Acadêmica da IES. As demais tabelas
apresentam as seguintes estatísticas das notas15: média do desempenho na prova, erro
padrão da média, desvio padrão, nota mínima, mediana e nota máxima para cada um
de seus componentes. Tais estatísticas contemplam o total de estudantes concluintes
da Área de Fonoaudiologia inscritos e presentes à prova do Enade/2016, tendo em vista
agregações, ou por Grandes Regiões e o país como um todo, ou por Categoria
Administrativa e Organização Acadêmica da IES.

Em relação aos gráficos de distribuição de notas, o intervalo considerado foi de


10 unidades, aberto à esquerda e fechado à direita, com exceção do primeiro intervalo,
[0; 10], fechado em ambos os extremos. Para os gráficos de distribuição das notas das

15 Uma definição dessas estatísticas pode ser encontrada no Glossário.

34
questões discursivas, foram consideradas mais duas categorias: questão em branco16
e nota zero.

3.1 - CONDIÇÃO DE PRESENÇA E ESTATÍSTICAS BÁSICAS DA PROVA


Esta seção apresenta a condição de presença, além das estatísticas
selecionadas e histogramas da nota geral (3.1.1) e de cada componente: Formação
Geral (3.1.2) e Conhecimento Específico (3.1.3). São também apresentadas estatísticas
selecionadas de subpopulações caracterizadas por Grande Região, Categoria
Administrativa e Organização Acadêmica.

3.1.1 - Condição de Presença e Estatísticas Básicas Gerais


A Tabela 3.1 apresenta a Condição de Presença na prova, por Grande Região,
dos estudantes concluintes de Fonoaudiologia. A população total de Inscritos foi de
1.963. Destes, 1.836 estiveram Presentes, sendo 6,5% o índice de não
comparecimento. A Região de maior ausência foi a Norte (10,1%) e a de menor
ausência foi a Centro-Oeste (4,4%).

Tabela 3.1 – Distribuição absoluta dos alunos por Grande Região, segundo a
Condição de Presença – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Condição de Presença Brasil NO NE SE SUL CO
Inscritos 1.963 237 585 616 345 180
Ausentes 127 24 39 40 16 8
Presentes 1.836 213 546 576 329 172
% Ausentes 6,5% 10,1% 6,7% 6,5% 4,6% 4,4%
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Já a Tabela 3.2 apresenta as Estatísticas Básicas da prova, por Grande Região,


dos estudantes concluintes de Fonoaudiologia. A Média das notas da prova como um
todo (nas seções seguintes serão analisados os Componentes de Formação Geral e de
Conhecimento Específico) foi 51,8, sendo que os alunos da região Centro-Oeste
obtiveram a Média mais baixa (47,1), e os da região Sudeste obtiveram a Média mais
alta (53,6). As demais médias foram: 47,6 na região Norte, 52,0 na região Nordeste,
53,5 na região Sul. O Desvio padrão para o Brasil como um todo foi 11,6, sendo o maior
Desvio padrão encontrado na região Sudeste (11,9) e o menor, na região Norte (10,7),
indicando uma dispersão um pouco menor das notas desta última região.

16 Nesse grupo estão incluídas também as respostas classificadas como nulas ou desconsideradas.

35
A região que obteve a maior nota Máxima foi a Sudeste (84,0), ao passo que
duas regiões atingiram a menor nota Máxima (73,7): Norte e Centro-Oeste. A Mediana
do Brasil como um todo foi 52,5, sendo a maior Mediana obtida na região Sul (54,3), e
a menor obtida na Centro-Oeste (46,3). A nota Mínima foi 0,0 na região Sudeste, nas
demais regiões a nota Mínima foi: 8,6 na região Norte, 12,9 na região Nordeste, 19,5 na
região Sul (a nota Mínima mais alta) e 17,5 na região Centro-Oeste.

Considerando-se as notas segundo Grande Região, observa-se que existe


diferença estatisticamente significativa ao nível de 95% entre a menor Média, obtida na
região Norte (38,0), e as três maiores médias, na ordem decrescente, das regiões:
Sudeste Sul e Nordeste17.

Tabela 3.2 – Estatísticas Básicas das Notas da Prova por Grande Região –
Enade/2016 – Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 51,8 47,6 52,0 53,6 53,5 47,1
Erro padrão da média 0,3 0,7 0,5 0,5 0,6 0,9
Desvio padrão 11,6 10,7 11,1 11,9 11,1 11,5
Mínima 0,0 8,6 12,9 0,0 19,5 17,5
Mediana 52,5 48,5 52,9 53,6 54,3 46,3
Máxima 84,0 73,7 82,2 84,0 79,5 73,7
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O comportamento das notas dos estudantes de todo o Brasil pode ser observado
no Gráfico 3.1 que apresenta um histograma com a distribuição das mesmas. Essa é
uma distribuição unimodal com a moda no intervalo (50; 60], seguido pelo intervalo
(40; 50].

17Todas as comparações deste capítulo utilizam os intervalos de 95%. Os erros-padrão da média


que possibilitam os testes estão disponíveis nas tabelas.

36
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A Tabela 3.3 apresenta informações referentes à Condição de Presença


desagregadas por Categoria Administrativa e por Organização Acadêmica. Da
população total de Inscritos, 1.280 são de IES Privadas e 683 de IES Públicas. Em
relação à Organização Acadêmica, a maior participação foi obtida por estudantes de
Universidades (1.261), seguido de Centros Universitários (434) e de Faculdades (268).
A Categoria Administrativa de maior ausência foi a Privada (7,2%), e entre as
Organizações Acadêmicas foi a dos Centros Universitários (9,9%), que ficou acima da
taxa de ausência nacional de 6,5%.

37
Tabela 3.3 – Distribuição absoluta dos alunos por Categoria Administrativa e por
Organização Acadêmica, segundo a Condição de Presença – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES Organização Acadêmica da IES
Centros
Condição de Presença Pública Privada Universidades universitários Faculdades
Inscritos 683 1.280 1.261 434 268
Ausentes 35 92 73 43 11
Presentes 648 1.188 1.188 391 257
% Ausentes 5,1% 7,2% 5,8% 9,9% 4,1%
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Já a Tabela 3.4 apresenta informações referentes à Média da nota final


desagregadas por Categoria Administrativa e por Organização Acadêmica. A Média das
notas da prova como um todo foi 51,8. Em relação à Categoria Administrativa, os
estudantes das IES Públicas obtiveram Média mais alta (56,3), e os das IES Privadas
obtiveram Média mais baixa (49,4), que a Média nacional. Observa-se que existe
diferença estatisticamente significativa entre as médias das notas das IES Públicas e
Privadas. A diferença entre as médias das regiões Sudeste e Centro-Oeste (6,5), a
maior e a menor Média, é um pouco menor do que a diferença entre IES Públicas e
Privadas (6,9), caracterizando uma diversidade administrativa um pouco maior do que
regional. O Desvio padrão para as IES Públicas (10,8) foi inferior ao do Brasil como um
todo (11,6), indicando uma dispersão um pouco menor das notas nesta Categoria
Administrativa.
No tocante à Organização Acadêmica, as Universidades obtiveram Média mais
alta que a nacional (53,0 e 51,8, respectivamente). A Média das Faculdades foi 50,9 e
dos Centros Universitários, 48,8. Constata-se que existe diferença estatisticamente
significativa ao nível de 95% entre as médias das notas dos estudantes de
Universidades e os outros dois tipos de Organização Acadêmica.

Tabela 3.4 – Estatísticas Básicas das Notas da Prova por Categoria Administrativa e
por Organização Acadêmica – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES Organização Acadêmica da IES
Centros
Estatísticas Básicas Pública Privada Universidades universitários Faculdades
Média 56,3 49,4 53,0 48,8 50,9
Erro padrão da média 0,4 0,3 0,3 0,6 0,7
Desvio padrão 10,8 11,3 11,7 11,1 10,8
Mínima 0,0 8,6 0,0 13,4 19,5
Mediana 56,9 49,8 54,0 48,5 51,9
Máxima 84,0 81,4 84,0 81,4 78,8
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

38
3.1.2 - Estatísticas Básicas no Componente de Formação Geral
A Tabela 3.5 apresenta as Estatísticas Básicas em relação ao componente da
prova que avalia a Formação Geral dos estudantes concluintes. Os alunos de todo Brasil
obtiveram desempenho médio de 46,3. Quanto à variabilidade, o Desvio padrão das
notas dos estudantes do Brasil, como um todo, foi 15,8. A maior Média foi obtida na
região Sudeste (49,1), e a menor, na região Norte (41,5). As demais médias foram: 45,4
na região Nordeste, 46,9 na região Sul e 44,6 na região Centro-Oeste e. Já o maior
Desvio padrão foi obtido na região Sudeste (16,3) e o menor, na região Norte (13,8). Os
demais desvios padrões foram: 15,5 na região Nordeste, 16,0 na região Sul e 15,6 da
região Centro-Oeste.

A maior nota no Componente de Formação Geral da prova do Enade/2016 foi


93,0, obtida por, pelo menos, um aluno na região Sudeste. A menor nota Máxima foi
obtida na região Norte (82,3). A Mediana do Brasil, como um todo, foi 46,2, sendo a
menor Mediana encontrada na região Norte (40,8), e a maior, encontrada na região
Sudeste (49,3). A nota Mínima nesta parte foi zero na região Sudeste. Nas regiões
Nordeste, Sul e Centro-Oeste a nota Mínima foi 7,5 e na região Norte foi 7,4.

Considerando-se as notas segundo Grande Região, observa-se que existe


diferença estatisticamente significativa entre a maior Média das notas do Componente
de Formação Geral, obtida na região Sudeste (49,1), e as médias das regiões Norte,
Nordeste e Centro-Oeste. O mesmo não ocorre em relação à região Sul.

Tabela 3.5 – Estatísticas Básicas das Notas do Componente de Formação


Geral por Grande Região – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 46,3 41,5 45,4 49,1 46,9 44,6
Erro padrão da média 0,4 0,9 0,7 0,7 0,9 1,2
Desvio padrão 15,8 13,8 15,5 16,3 16,0 15,6
Mínima 0,0 7,4 7,5 0,0 7,5 7,5
Mediana 46,2 40,8 44,9 49,3 48,9 44,4
Máxima 93,0 82,3 85,9 93,0 90,0 84,3
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.2 propicia a avaliação do desempenho dos estudantes do


Componente de Formação Geral, a partir do histograma da distribuição das notas
correspondentes. A distribuição é unimodal, com moda em (40; 50], enquanto na prova,
como um todo (Gráfico 3.1), a moda foi alcançada em um intervalo acima, intervalo
(50; 60]. Nota-se, ainda que, no Gráfico 3.2, as notas apresentam maior dispersão do

39
que no Gráfico 3.1 (distribuição das notas da prova), confirmado pela comparação dos
desvios padrões: 11,6 para a nota da prova como um todo e 15,8 para o Componente
de Formação Geral.

Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Na Tabela 3.6 são apresentadas as informações referentes ao desempenho dos


concluintes do Componente de Formação Geral, em diferentes agregações: Categoria
Administrativa e Organização Acadêmica.

Observa-se que existe diferença estatisticamente significativa entre as médias


dos tipos de Categoria Administrativa. A maior Média foi obtida por estudantes de IES
Públicas (51,3), com uma diferença estatisticamente significativa da obtida por
estudantes de IES Privadas (43,6).

40
Nota-se que também há diferença estatisticamente significativa entre as médias
das Universidades (47,7) e as duas outras Organizações Acadêmicas para as quais a
Média foi: 43,5 nos Centros Universitários e 43,8 nas Faculdades.

Tabela 3.6 – Estatísticas Básicas das Notas do Componente de Formação Geral por
Categoria Administrativa e por Organização Acadêmica – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES Organização Acadêmica da IES
Centros
Estatísticas Básicas Pública Privada Universidades universitários Faculdades
Média 51,3 43,6 47,7 43,5 43,8
Erro padrão da média 0,6 0,4 0,5 0,7 1,0
Desvio padrão 15,6 15,3 16,1 14,6 15,5
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 7,5
Mediana 51,6 43,6 48,1 43,7 44,8
Máxima 90,0 93,0 91,6 82,0 93,0
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

3.1.3 - Estatísticas Básicas do Componente de Conhecimento


Específico
A Tabela 3.7 apresenta as Estatísticas Básicas referentes ao Componente de
Conhecimento Específico da área de Fonoaudiologia. A Média do desempenho dos
alunos do Brasil, como um todo, foi 53,6. A maior Média foi obtida na região Sul (55,7),
e a menor, na região Centro-Oeste (47,9). As demais médias foram: 49,6 na região
Norte, 54,2 na região Nordeste, e 55,1 na região Sudeste. Quanto à variabilidade das
notas, o Desvio padrão do Brasil, como um todo, foi 12,8, sendo o maior Desvio padrão
observado na região Sudeste (13,3), e o menor, na região Norte (11,8). Os demais
desvios foram: 12,3 na região Nordeste, 11,9 na região Sul e 12,6 na região Centro-
Oeste.

A Mediana das notas dos estudantes de todo o Brasil foi 54,5. A maior Mediana
ocorreu na região Sul (56,5), e a menor, na região Centro-Oeste (46,6). As demais
medianas foram: 50,7 na região Norte, 55,0 na região Nordeste e 55,5 na região
Sudeste. A nota Máxima do Brasil, como um todo, foi 87,6, sendo obtida por, pelo
menos, um aluno na região Sudeste. As demais notas máximas foram: 76,6 na região
Norte, 85,8 na região Nordeste, 83,1 na região Sul e 80,6 na região Centro-Oeste. A
nota Mínima foi zero na região Sudeste e nas demais regiões foi: 9,0 na região Norte,
10,5 na região Nordeste, 18,9 na região Sul (a maior nota Máxima) e 15,2 na região
Centro-Oeste.

Observa-se que existe diferença estatisticamente significativa da menor Média


das notas do Componente de Conhecimento Específico da região Centro-Oeste (47,9)

41
em relação às médias das regiões Nordeste, Sudeste e Sul. O mesmo não ocorre entre
as médias das regiões Centro-Oeste e Norte.

Tabela 3.7 – Estatísticas Básicas das Notas do Componente de


Conhecimento Específico por Grande Região – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 53,6 49,6 54,2 55,1 55,7 47,9
Erro padrão da média 0,3 0,8 0,5 0,6 0,7 1,0
Desvio padrão 12,8 11,8 12,3 13,3 11,9 12,6
Mínima 0,0 9,0 10,5 0,0 18,9 15,2
Mediana 54,5 50,7 55,0 55,5 56,5 46,6
Máxima 87,6 76,6 85,8 87,6 83,1 80,6
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Assim como os Gráficos 3.1 e 3.2, o Gráfico 3.3, apresentado a seguir, permite
uma avaliação do desempenho de concluintes de Fonoaudiologia em relação ao
Componente de Conhecimento Específico com um histograma da distribuição das notas
correspondentes. Esta também é uma distribuição unimodal, e o grupo modal é o
(50; 60], o mesmo grupo modal da prova como um todo e superior ao grupo modal para
a Formação Geral.

42
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A Tabela 3.8 apresenta uma comparação dos resultados em relação à Categoria


Administrativa e à Organização Acadêmica, agora levando em conta o desempenho de
alunos do Componente de Conhecimento Específico da prova.

No que se refere à Organização Acadêmica, a maior Média foi das Universidades


(54,7), vindo a seguir a das Faculdades (53,3) e, depois, a dos Centros
Universitários (50,5). O maior Desvio padrão, o mesmo valor do Brasil como um todo,
foi o das Universidades (12,8). As Universidades também obtiveram as maiores notas
Máxima (87,6) e Mediana (55,6). Os Centros Universitários obtiveram nota Máxima igual
a 86,6 e as Faculdades obtiveram nota Máxima igual a 85,6. As medianas foram: 50,0
nos Centros Universitários e 54,5 nas Faculdades. A nota Mínima foi zero para as
Universidades, 10,5 para os Centros Universitários e 18,9 para as Faculdades. Observa-
se que existe diferença estatisticamente significativas ao nível de 95% no Componente
de Conhecimento Específico entre a menor e a maior média, obtidas, pelos Centros
Universitários e pelas Universidades, respectivamente.

43
Quanto à Categoria Administrativa, observa-se um comportamento semelhante
àquele da parte de Formação Geral e à prova como um todo, ou seja, existe diferença
estatisticamente significativa entre as médias das IES Públicas (57,9) e IES Privadas
(51,3). Neste caso, também, a maior Média foi obtida por alunos de IES Públicas de
ensino.

Tabela 3.8 - Estatísticas Básicas das Notas do Componente de Conhecimento


Específico por Categoria Administrativa e por Organização Acadêmica – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES Organização Acadêmica da IES
Centros
Estatísticas Básicas Pública Privada Universidades universitários Faculdades
Média 57,9 51,3 54,7 50,5 53,3
Erro padrão da média 0,5 0,4 0,4 0,6 0,8
Desvio padrão 11,9 12,6 12,8 12,6 12,2
Mínima 0,0 9,0 0,0 10,5 18,9
Mediana 58,7 51,7 55,6 50,0 54,5
Máxima 87,6 86,6 87,6 86,6 85,6
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

3.2 - ANÁLISE DAS QUESTÕES OBJETIVAS


Esta seção apresenta estatísticas selecionadas e histogramas das Questões
Objetivas de Formação Geral (3.2.1). São também apresentadas e comparadas as
médias das subpopulações caracterizadas por Grande Região.

3.2.1 - Componente de Formação Geral


A Tabela 3.9 apresenta as Estatísticas Básicas relativas às oito questões
objetivas do componente da prova que abrange a Formação Geral dos estudantes. A
Média do Brasil foi 39,4. A menor Média foi encontrada na região Norte (30,9), e a maior,
na região Sudeste (42,6). As demais médias foram: 39,2 na região Nordeste, 40,7 na
região Sul e 37,7 na região Centro-Oeste. O Desvio padrão do Brasil foi 19,7, sendo o
maior Desvio padrão encontrado na região Sudeste (20,1), e o menor, na região Norte
(18,2). Os demais desvios foram: 19,5 na região Nordeste, 19,4 na região Sul e 18,9 na
região Centro-Oeste.

As medianas do Brasil como um todo e de quatro das cinco regiões foi 37,5 - a
única região com Mediana diferente foi a Norte, com 25,0. A nota máxima 100,0 foi
alcançada nas regiões Sudeste e Sul. Nas outras três regiões a nota Máxima foi 87,5.
As notas mínimas (0,0) foram iguais para todas as regiões.

44
Tabela 3.9 – Estatísticas Básicas das Notas das Questões Objetivas do
Componente de Formação Geral por Grande Região – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 39,4 30,9 39,2 42,6 40,7 37,7
Erro padrão da média 0,5 1,2 0,8 0,8 1,1 1,4
Desvio padrão 19,7 18,2 19,5 20,1 19,4 18,9
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Mediana 37,5 25,0 37,5 37,5 37,5 37,5
Máxima 100,0 87,5 87,5 100,0 100,0 87,5
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A Tabela 3.10 apresenta o Índice de Facilidade e o Índice de Discriminação


(ponto-bisserial) para cada uma das questões objetivas do Componente de Formação
Geral. Quanto ao Índice de Facilidade, foram usadas as seguintes cores para diferenciar
o nível de dificuldade da questão:

 Azul para as questões classificadas com índice Muito fácil (>=0,86), verde
para as questões classificadas com índice Fácil (0,61 a 0,85), amarelo
para as questões classificadas com Médio (0,41 a 0,60), vermelho para
as questões classificadas com Difícil (0,16 a 0,40) e roxo para as
questões classificadas com Muito difícil (<=0,15).

Já quanto ao Índice de Discriminação, foram usadas as seguintes cores para


qualificar a questão:

 As questões classificadas com índice Fraco receberam a cor vermelho


(<=0,19), as classificadas com Médio receberam a cor amarelo (0,20 a
0,29), as classificadas com Bom receberam a cor verde (0,30 a 0,39) e
as classificadas com Muito bom (>=0,40) receberam a cor azul.

As questões objetivas do Componente de Formação Geral, segundo o Índice de


Facilidade, foram assim avaliadas: das oito questões, nenhuma teve o Índice de
Facilidade classificado como Muito fácil e uma questão foi tida como Fácil, por ter índice
de acertos 0,80. Três questões foram consideradas com índice de dificuldade Médio,
situando-se no intervalo entre 0,41 e 0,60 do Índice de Facilidade, ou seja, houve entre
41,0% e 60,0% de acertos, outras três questões foram classificadas na categoria Difícil,
situando-se no intervalo entre 0,16 e 0,40. Por fim, uma questão apresentou menos de
15% de acertos (9%), razão pela qual seria classificada como Muito difícil.

Como já comentado, para análise das questões objetivas, relativas à Formação


Geral, segundo o poder de discriminação, utilizou-se o Índice de Discriminação (ponto-
bisserial). Nesta análise, as questões foram assim avaliadas: seis das oito questões

45
apresentaram índice acima ou igual a 0,40 e, assim, foram classificadas com índice
Muito bom para esse grupo de estudantes. Uma questão teve Índice de Discriminação
Bom, com valor entre 0,30 e 0,39, e uma questão foi classificada com índice de
discriminação Médio (entre 0,20 e 0,29). Nenhuma questão teve nível Fraco de
discriminação para esse grupo de estudantes.

O Índice de Facilidade variou de 0,11 a 0,80, e o de Discriminação, de 0,29 a


0,55. As seis questões com Índice de Discriminação Muito bom figuraram entre níveis
de dificuldade Fácil, Médio e Difícil: uma classificada na categoria Fácil (questão 6) do
Índice de Facilidade, três, na categoria Médio (questões 1, 2 e 3) e duas na categoria
Difícil (questões 4 e 7). Em particular, a questão 2 foi a que apresentou o maior poder
discriminatório, com índice 0,55, e foi considerada Médio em termos de facilidade, com
uma proporção de 0,49 acertos. O máximo de acertos foi alcançado pela questão 6 com
um Índice de Facilidade de 0,80. A questão de número 8 apresentou um Índice de
Facilidade de 0,24 (Difícil), ou seja, menos do que um quarto dos estudantes conseguiu
resolvê-la, dentro do universo de participantes. Seu Índice de Discriminação foi Bom
(0,37). Já a questão 7 obteve Índice de Discriminação Muito bom, 0,45, e seu Índice de
Facilidade também foi Difícil (0,33).

Tabela 3.10 - Valor e Classificação dos Índices de Facilidade e de


Discriminação (Ponto-Bisserial) das Questões Objetivas do Componente de
Formação Geral, segundo o número da Questão – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Índice de Facilidade Índice de Discriminação (Ponto-Bisserial)
Questão
Valor Classificação Valor Classificação
1 0,46 Médio 0,45 Muito bom
2 0,49 Médio 0,55 Muito bom
3 0,53 Médio 0,53 Muito bom
4 0,21 Difícil 0,46 Muito bom
5 0,11 Muito difícil 0,29 Médio
6 0,80 Fácil 0,41 Muito bom
7 0,33 Difícil 0,45 Muito bom
8 0,24 Difícil 0,37 Bom
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.4, para exemplificar, analisa o comportamento da questão de número


2 de Formação Geral. Trata-se de uma questão considerada Médio, com relação à
facilidade, e a que obteve o maior Índice de Discriminação dessa parte da prova (0,55).

Neste gráfico, cada uma das cinco curvas representa o percentual de respostas
em determinada alternativa da questão, em função do número de acertos dos
estudantes nessa parte da prova (Formação Geral/Múltipla Escolha), antes de possíveis

46
eliminações pelo critério do ponto-bisserial. A curva em azul corresponde à alternativa
A, a alternativa correta para esta questão. Observa-se que entre os estudantes com
menor número de acertos, nessa parte do exame, a situação mais frequente foi a
escolha da alternativa E (em vermelho), incorreta. Por exemplo, entre os estudantes que
acertaram três questões, 26,5% escolheram a alternativa E, 22,6% escolheram a
alternativa B (em verde), 1,0% escolheram a alternativa C (preto) e 2,2% a D (roxo).
Entre os que acertaram três respostas entre as questões de múltipla escolha de
formação geral, 0,0% deixou a questão em branco e 0,2% marcou mais de uma
alternativa, invalidando a questão. À medida que o número de acertos aumenta,
indicando desempenho melhor nessa parte da prova, aumenta concomitantemente a
proporção de estudantes que selecionaram a alternativa correta A, atingindo 100% para
os estudantes com sete acertos. Essa análise permite verificar como a questão
discriminou os grupos de desempenho, justificando o alto índice obtido na questão.

Cumpre notar que não é possível inferir deste gráfico nem o índice de facilidade
(que seria uma média da proporção ponderada pela quantidade de alunos com cada
uma das notas), nem o índice de discriminação ponto-bisserial, por razão equivalente.
No caso extremo no qual a grande concentração dos acertos dos alunos fosse abaixo
de 4, o índice de facilidade seria obrigatoriamente abaixo de 40% (neste exemplo). Caso
a concentração fosse em 6 acertos ou mais, o índice seria obrigatoriamente acima de
60%.

Os gráficos relativos às demais questões de Formação Geral constam do


Anexo I.

47
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

3.2.2 - Componente de Conhecimento Específico


A Tabela 3.11 apresenta as Estatísticas Básicas em relação às questões
objetivas do Componente de Conhecimento Específico da prova de Fonoaudiologia por
Grande Região. Nessa parte da prova duas questões foram anuladas pela Comissão
Assessora da Área: questões 24 e 35. Além disso, como será discutido ainda nesta
seção, seis questões objetivas do Componente de Conhecimentos Específicos não
foram usadas no cômputo das notas por terem sido descartadas pelo critério do ponto-
bisserial. Assim, as notas dizem respeito ao resultado de 19 das 27 questões objetivas
dessa parte da prova.

A Média do Brasil deste componente foi de 52,8. A menor Média foi observada
na região Centro-Oeste (46,7), e a maior, na região Sul (55,1). O Desvio padrão de todo
o Brasil foi 13,9, sendo o menor Desvio padrão encontrado na região Sul (13,0), e o
maior, na região Sudeste (14,4).

A Mediana de todo o Brasil foi 52,6, a mesma encontrada em duas das regiões:
Nordeste e Sudeste. Nas regiões Norte e Centro-Oeste a Mediana foi menor (47,4) e na
região Sul, maior (57,9). A nota Máxima da prova foi 89,5, obtida nas questões objetivas
do Componente de Conhecimento Específico, por, pelo menos, um aluno nas regiões
Nordeste e Sudeste. Nas demais regiões, a nota Máxima da prova foi 84,2. Em três

48
regiões a nota Mínima foi zero (Norte, Nordeste e Sudeste) e nas regiões Sul e Centro-
Oeste a nota Mínima foi 15,8.

Tabela 3.11 – Estatísticas Básicas das Notas das Questões Objetivas do


Componente de Conhecimento Específico por Grande Região – Enade/2016
– Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 52,8 48,8 53,3 54,4 55,1 46,7
Erro padrão da média 0,3 0,9 0,6 0,6 0,7 1,0
Desvio padrão 13,9 13,3 13,5 14,4 13,0 13,6
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 15,8 15,8
Mediana 52,6 47,4 52,6 52,6 57,9 47,4
Máxima 89,5 84,2 89,5 89,5 84,2 84,2
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A Tabela 3.12 apresenta os Índices de Facilidade e Discriminação (ponto-


bisserial) das questões objetivas do Componente de Conhecimento Específico para os
estudantes de Fonoaudiologia. Para facilitar a diferenciação das questões, usaremos as
mesmas cores da Tabela 3.10 para as diferentes classificações dos Índices de
Facilidade e de Discriminação. Destaca-se que duas questões foram anuladas pela
CAA, restando 25 para essa análise.

A partir do Índice de Facilidade obtido, pode-se concluir que um pouco mais de


metade das questões objetivas da prova foi considerado, pelo menos, Difícil: 14 das 25
questões válidas. Dessas, 12 foram classificadas como Difícil e duas como Muito difícil.
Uma questão foi classificada como Muito Fácil, sete como Fácil e outras três
consideradas como Médio.

Já quanto aos índices de discriminação das questões objetivas do Componente


de Conhecimento Específico da prova, tem-se como resultado a seguinte classificação:
oito das 25 questões válidas foram consideradas como boas, enquanto nenhuma delas
teve Índice de Discriminação Muito bom. Assim, para 32% das questões – oito em 25 –
os Índices de Discriminação foram Bom. Dentre as demais, 11 delas foram classificadas
como Médio e outras seis como Fraco, sendo 17, por conseguinte, a quantidade de
questões nos dois patamares mais baixos de discriminação. Constata-se, assim, que a
prova – no que se refere ao Componente de Conhecimento Específico – possuía baixa
capacidade de discriminar entre aqueles que dominam ou não o conteúdo.

Dentre as questões que alcançaram os maiores índices de discriminação, uma


delas, a de número 18, foi classificada com Índice de Discriminação Bom, com valor
0,39, no limite superior desse intervalo (0,30 a 0,39) do índice. A questão 18 foi
classificada como Fácil, quanto ao Índice de Facilidade. A questão de número 16 foi a

49
mais difícil dentre as 25 questões específicas válidas, com baixo Índice de Facilidade,
apenas 4% de acertos. Essa questão apresentou poder discriminatório igualmente
baixo, 0,05, o que comprova ter sido esta questão a mais difícil para os estudantes.
Destaca-se, também, a questão 23, com Índice de Facilidade 0,12, o que, em termos
percentuais, corresponde a 12,0% de estudantes que responderam acertadamente. Já
0,15 foi o seu de Índice de Discriminação. Tais questões foram, portanto, pelo critério
ponto-bisserial, consideradas inadequadas. Por isso, as questões 16 e 23, além das
questões 9, 28, 29 e 30 foram eliminadas do cômputo da nota final.

Tabela 3.12 – Valor e Classificação dos Índices de Facilidade e de


Discriminação (Ponto-Bisserial) das Questões Objetivas do Componente
de Conhecimento Específico, segundo o número da Questão – Enade/2016
– Fonoaudiologia
Índice de Facilidade Índice de Discriminação (Ponto-Bisserial)
Questão
Valor Classificação Valor Classificação
9 0,33 Difícil 0,17 Fraco
10 0,55 Médio 0,26 Médio
11 0,40 Difícil 0,38 Bom
12 0,81 Fácil 0,29 Médio
13 0,65 Fácil 0,30 Bom
14 0,73 Fácil 0,34 Bom
15 0,64 Fácil 0,20 Médio
16 0,04 Muito difícil 0,05 Fraco
17 0,53 Médio 0,26 Médio
18 0,62 Fácil 0,39 Bom
19 0,38 Difícil 0,32 Bom
20 0,38 Difícil 0,24 Médio
21 0,71 Fácil 0,27 Médio
22 0,58 Médio 0,36 Bom
23 0,12 Muito difícil 0,15 Fraco
24 ANULADA
25 0,24 Difícil 0,25 Médio
26 0,24 Difícil 0,22 Médio
27 0,92 Muito fácil 0,25 Médio
28 0,36 Difícil 0,13 Fraco
29 0,17 Difícil 0,18 Fraco
30 0,25 Difícil 0,15 Fraco
31 0,33 Difícil 0,31 Bom
32 0,33 Difícil 0,22 Médio
33 0,38 Difícil 0,20 Médio
34 0,63 Fácil 0,36 Bom
35 ANULADA
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A título de exemplo das análises do comportamento das questões objetivas, o


Gráfico 3.5 analisa a questão 18 do Componente de Conhecimento Específico. Esta

50
questão foi considerada pelas respostas dos estudantes avaliados na prova como uma
questão com nível de facilidade Fácil, 0,62, ou seja, 62,0% dos estudantes assinalaram
acertadamente a opção D, correspondente ao gabarito. Seu Índice de Discriminação foi
igual a 0,39, classificado como Bom, também sendo esta questão a que apresentou o
maior valor de discriminação.

Neste gráfico, cada uma das cinco curvas representa o percentual de respostas
em determinada alternativa da questão 18, em função do número de acertos dos
estudantes nas 25 questões válidas nessa parte da prova, antes de possíveis
eliminações de questões pelo critério do ponto-bisserial. A alternativa correta D,
representada no gráfico pela curva em roxo, foi escolhida em maiores proporções pelos
alunos com desempenho melhor nessa parte da prova. Já as alternativas incorretas,
também denominadas distratores, foram selecionadas, principalmente, por aqueles com
notas mais baixas. Neste caso também, a soma não é sempre 100% por causa das
questões não respondidas ou com mais de uma opção marcada. Aqueles com nota zero,
na sua quase totalidade deixaram esta questão em branco ou marcaram mais de uma
alternativa, comportamento considerado inválido. A proporção de alunos que
selecionaram a resposta correta D aumenta gradativamente, chegando a atingir 100%
para 18 acertos ou mais, enquanto a proporção dos que escolheram alternativas
incorretas decai, a partir de quatro acertos, como função do número de acertos nessa
parte da prova. Destaca-se que 100% dos estudantes com 2 ou 3 acertos na prova
escolheram a opção C (em preto).

Os gráficos relativos às demais questões do Conhecimento Específico constam


do Anexo I.

51
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

3.3 - ANÁLISE DAS QUESTÕES DISCURSIVAS


Esta seção apresenta estatísticas selecionadas e histogramas das Questões
Discursivas de Formação Geral (3.3.1) e Conhecimento Específico (3.3.2). São também
apresentadas e comparadas as médias de subpopulações caracterizadas por
Grande Região.

3.3.1 - Componente de Formação Geral


As análises dos resultados de desempenho dos estudantes de Fonoaudiologia
nas duas questões discursivas relativas à Formação Geral encontram-se na Tabela 3.13
e no Gráfico 3.6.

Na Tabela 3.13, observa-se que a nota Média nesse conjunto de questões ficou
acima da obtida nas objetivas. Os estudantes, de todo o Brasil, obtiveram, em Formação
Geral, Média 39,4 nas questões objetivas e 56,6 nas questões discursivas. Pode-se
notar também que o Desvio padrão nesse conjunto de questões foi um pouco maior do
obtido nas objetivas, 19,7 nas questões objetivas e 21,1 nas questões discursivas. A
maior Média foi obtida na região Sudeste (58,8), e a menor, obtida na região Nordeste
(54,7).

52
A Mediana de todo o Brasil, neste componente, foi 62,0, a mesma obtida nas
regiões Norte e Sul. Nas regiões Nordeste e Centro-Oeste a Mediana foi menor, 60,5 e
59,5, respectivamente. Na região Sudeste foi maior que o valor para o Brasil (63,5). A
nota Máxima (92,5) foi obtida por, pelo menos, um estudante da região Sudeste. Nas
Grandes Regiões foi: 92,0 na região Norte, 91,5 na região Nordeste, 91,0 na região Sul
e 89,5 na região Centro-Oeste. A nota Mínima (0,0) foi a mesma em todas as regiões
do Brasil.

Tabela 3.13 – Estatísticas Básicas das Notas das Questões Discursivas do


Componente de Formação Geral por Grande Região – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 56,6 57,4 54,7 58,8 56,2 54,8
Erro padrão da média 0,5 1,3 0,9 0,9 1,2 1,6
Desvio padrão 21,1 18,5 21,6 20,8 21,9 20,9
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Mediana 62,0 62,0 60,5 63,5 62,0 59,5
Máxima 92,5 92,0 91,5 92,5 91,0 89,5
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.6 representa a distribuição das notas nas questões discursivas do


Componente de Formação Geral. A moda desta distribuição ocorre no intervalo (60; 70].
Destaca-se também o intervalo [0; 10] com distribuição próxima a 7% do total de notas,
sendo que no intervalo [0; 10] inclui-se, além da nota zero, a frequência de alunos que
deixaram este tipo de questão em branco.

53
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Na sequência, os resultados verificados para cada uma das questões discursivas


de Formação Geral serão apresentados, estabelecendo-se relações com os conteúdos
abordados em cada uma delas. Os comentários da Banca de docentes corretores, a
respeito do observado na correção das respostas dos estudantes, suas impressões e
conclusões serão apresentados junto à análise de cada questão.

Cumpre esclarecer que, tendo em vista que as questões discursivas de


Formação Geral são padronizadas, ou seja, constam de todas as provas, os
comentários da Banca são os mesmos para todas as carreiras acadêmicas, sendo
direcionados a todos os estudantes que participaram do Enade/2016.

A seguir, serão analisados os desempenhos da Área de Fonoaudiologia nas


duas questões discursivas de Formação Geral do Enade/2016, comparando-se os
resultados obtidos com comentários para cada questão.

54
[Link] - Análise de Conteúdo da Questão Discursiva 1 do Componente de
Formação Geral

Os dados de Fonoaudiologia, obtidos a partir das respostas à questão 1,


encontram-se na Tabela 3.14 e no Gráfico 3.7. Nessa questão – de melhor desempenho
dentre as duas de Formação Geral – os alunos, de todo o Brasil, tiveram Média 61,7. A
maior Média para a questão 1 foi obtida na região Sudeste (65,3), e a menor, na região
Centro-Oeste (58,5). Quanto à variabilidade das notas, o Desvio padrão de todo o Brasil
foi 30,4. O menor Desvio padrão foi obtido na região Norte (28,1), e o maior Desvio
padrão foi obtido na região Nordeste (31,6).

As medianas de todas as regiões e do Brasil como um todo, foram iguais (70,0).


As notas máximas e mínimas da questão discursiva 1 foram, sem exceção, as mesmas
para todas as regiões do Brasil, respectivamente, 100,0 e 0,0.

Tabela 3.14 – Estatísticas Básicas das Notas de Conteúdo da Questão


Discursiva 1 do Componente de Formação Geral por Grande Região –
Enade/2016 – Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 61,7 62,7 59,3 65,3 60,6 58,5
Erro padrão da média 0,7 1,9 1,4 1,2 1,7 2,3
Desvio padrão 30,4 28,1 31,6 29,3 31,5 29,6
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Mediana 70,0 70,0 70,0 70,0 70,0 70,0
Máxima 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.7 mostra a distribuição das notas na questão discursiva 1 do


Componente de Formação Geral. Observa-se que a maior frequência corresponde aos
alunos que obtiveram nota dentro do intervalo (70; 80], correspondendo à moda da
distribuição. Destacam-se, também, os alunos que deixaram a questão em branco com
aproximadamente 11% do total.

55
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

[Link] - Comentários sobre a correção de Conteúdo das respostas à


Questão Discursiva 1

A questão discursiva 1 alinha-se aos conteúdos programáticos previstos nas


diretrizes curriculares, quanto às habilidades e às competências para a atualização
permanente e aos conhecimentos sobre a realidade brasileira, mundial, tangenciando
outras áreas do conhecimento. O enunciado é claro e indica um tema de extrema
relevância, qual seja, as migrações humanas e todo o complexo de problemas que esse
movimento causa, quer na origem, quer no seu ponto de destino. A questão é
extremamente atual, maximizada pelos acompanhamentos midiáticos que
espetacularizam cenas dramáticas do processo de fuga de massas humanas das
guerras, como a morte de imigrantes.

Além do aspecto internacional, deve se ter em conta que o Brasil sofreu vários
influxos migratórios, desde o forçado, pela transferência de escravos da África, até o
incentivado, dos italianos, alemães e outros europeus para trabalhar na agricultura. Isso

56
sem considerar a própria colonização portuguesa originária e as migrações posteriores
dos mesmos portugueses.

Posteriormente, o Brasil tornou-se um país de emigrantes que foram aportar a


outros locais na busca de melhor situação econômica. Muitos migraram para a América
do Norte e para a Europa, principalmente.

Mais recentemente, por força do crescimento econômico pátrio, novas levas de


imigrantes desembarcaram no Brasil, muitos deles provenientes do Haiti, embora
tenhamos recebidos vizinhos latinos, como bolivianos, paraguaios, chilenos, argentinos,
venezuelanos, peruanos, colombianos que também vieram em busca de uma vida
melhor.

Como se verifica, a temática indicada no enunciado pertence à realidade


conhecida amplamente pelos estudantes, pois, também divulgada por todos os meios
de comunicação. Trata-se de tema geral que, normalmente, não se inclui nas grades
curriculares superiores, mas é de conhecimento geral e relacionado aos direitos
humanos, este sim, ponto de integração às diretrizes curriculares.

A linguagem utilizada foi clara, indicando a existência dos fatos vinculados aos
movimentos migratórios.

Por outro lado, o texto demanda uma reflexão sobre a realidade dos indivíduos
que são compelidos ao afastamento dos seus lares por motivos externos, como guerras,
conflitos civis, religiosos, perseguições das mais variadas, questões econômicas.

Como se trata de texto contendo uma ampla gama de possibilidades, é natural


que ocorram interpretações diversas das esperadas.

Do mesmo modo, a contemporaneidade do tema encaminha o enunciado para


ser qualificado como questão de média dificuldade, em comparação com as demais
questões apresentadas.

O padrão de resposta indicou possíveis interpretações do texto. No que concerne


ao grau de profundidade, mostrou a necessidade de conhecimento de vários itens
pertinentes à migração e que são refletidos nas várias possibilidades de resposta
previstas pelo padrão.

Pela análise das provas realizadas, constatou-se que muitos foram os que
identificaram os itens indicados no padrão de resposta. Essa circunstância poderia ser
justificada, tendo em vista que o tema vem sendo bastante difundido na mídia social,
gerando elementos naturais para a resposta, bem como da história do país, que,
intimamente, vincula-se ao processo migratório, quer ativo, remetendo pessoas para

57
outros países, quer passivo, na recepção de pessoas. Essa característica também
permite responder aos termos postos quanto aos Estados que recebem os migrantes.
Assim, a indicação dos aspectos positivos e negativos também é bastante difundida.

As respostas medianas e boas apreenderam o sentido do enunciado, e


indicaram os motivos expressos no padrão de respostas, como os ensejadores das
imigrações, notadamente, para a Europa, que seria o foco do texto. Por outro lado,
também identificaram os problemas dos imigrantes, no mesmo padrão indicado para as
respostas desejadas.

Alguns concluintes procuraram exemplos de comparação na realidade brasileira,


como os clássicos imigrantes italianos, alemães e de outras nacionalidades, bem como
os atuais haitianos e demais povos da América Latina.

Uma minoria não apreendeu o sentido do enunciado e, somente, apresentou


elementos da realidade nacional. Esses foram avaliados no conjunto de provas fracas.

As respostas demonstraram que o concluinte está atualizado, em regra, com o


tema da imigração, indicando os fundamentos dessa movimentação populacional que,
nos últimos tempos, tem se agravado pela incidência de conflitos armados em vários
países, ensejadores de reflexos na segurança dos habitantes desses locais, bem como
o surgimento de focos de doenças e ausência dos serviços públicos básicos, além da
fome, decorrente da impossibilidade de produzir alimentos ou mesmo comerciá-los.

Do ponto de vista dos Estados que recebem o fluxo de imigrantes, também


restou clara a percepção das dificuldades vinculadas à ausência de estrutura quanto
aos serviços públicos (saúde, educação, segurança, moradia, alimentação) para
receber um número expressivo de imigrantes.

Em época de recessão econômica, a presença de estrangeiros acarreta a


competição pela busca de empregos, gera movimentos xenofóbicos, bem como
choques culturais e políticos.

Deve-se ter em mira que esses movimentos têm um viés de insegurança, pelos
países receptores, diante da crise causada por movimentos considerados terroristas,
embora a imensa maioria não tenha qualquer vínculo com esses movimentos. Os
recentes atentados na Europa indicam que os seus autores têm origem em
comunidades de imigrantes, embora muitos já tenham nascido nos países da
comunidade europeia.

Essas características negativas, no entanto, paradoxalmente, convivem com


aspectos positivos, o que encaminha a questão para a necessidade dos jovens

58
imigrantes, que ocuparão postos de trabalho não desejados pelos habitantes locais,
bem como, compensarão os baixos índices de crescimento populacional.

Existe outro reflexo positivo que está relacionado ao sistema previdenciário, que
terá novos contribuintes nos trabalhadores estrangeiros que se integram ao sistema.

Esses pontos foram abordados e indicam que existe uma consciência dos
concluintes dos cursos universitários quanto aos principais itens relacionados ao tema
que foi posto para análise.

[Link] - Análise de Conteúdo da Questão Discursiva 2 do Componente de


Formação Geral

A Tabela 3.15 mostra que o desempenho médio dos estudantes na questão


discursiva 2 (média 48,8) foi inferior ao obtido na questão discursiva 1 (média 56,6). A
região Norte foi aquela cuja Média nessa questão foi maior (50,3), e a de menor Média
foi a região Nordeste (47,3). Quanto à variabilidade das notas, o Desvio padrão de todo
o Brasil foi 23,8, inferior ao obtido na questão discursiva 1 (30,4). O maior desvio nessa
questão foi obtido na região Nordeste (24,3), enquanto o menor foi obtido na região
Centro-Oeste (22,5).

A Mediana de todo o Brasil foi 50,0, a mesma de quatro das Grandes Regiões.
A exceção foi a Mediana da região Norte, que foi maior (60,0). As notas máximas foram
100,0 para todas as regiões, exceto para a região Centro-Oeste, onde foi 90,0. As notas
mínimas (0,0) foram as mesmas em todas as regiões, sem exceção.

Tabela 3.15 – Estatísticas Básicas das Notas de Conteúdo da Questão


Discursiva 2 do Componente de Formação Geral por Grande Região –
Enade/2016 – Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 48,8 50,3 47,3 49,9 48,5 48,3
Erro padrão da média 0,6 1,6 1,0 1,0 1,3 1,7
Desvio padrão 23,8 22,8 24,3 24,0 24,2 22,5
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Mediana 50,0 60,0 50,0 50,0 50,0 50,0
Máxima 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 90,0
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.8 mostra a distribuição das notas na questão discursiva 2 do


Componente de Formação Geral. Observa-se que a maior frequência corresponde aos
alunos que obtiveram nota dentro do intervalo (50; 60], pouco maior que a frequência
do intervalo maior e contíguo, (60; 70]. Destacam-se, também, os alunos que deixaram

59
a questão em branco e os alunos que obtiveram nota dentro do intervalor (30; 40],
caracterizando-se como máximos locais. Nota-se, ainda, que as notas ficaram mais
concentradas em comparação à questão discursiva de número 1. Isto pode ser
constatado também pela comparação do desvio padrão das notas da questão discursiva
2 (23,8) e da questão discursiva 1 (30,4).

Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

[Link] - Comentários sobre a correção de Conteúdo das respostas à


Questão Discursiva 2

A questão discursiva 2 tem seu conteúdo integrado às Diretrizes Curriculares,


uma vez que a proteção aos direitos humanos e às relações de gênero constituem
matrizes fundamentais para conhecimento dos profissionais de nível superior. O
enunciado é claro e indica um tema de extrema relevância, qual seja, a análise da
questão da mulher submetida a injustas agressões e os seus reflexos pessoais, sociais
e familiares. Também enfrenta a busca pela maior proteção no concernente às
agressões, com a instituição de um modelo legal mais repressivo e que foi gerado por

60
uma situação especifica de ataque à mulher, com consequências dramáticas para a
vítima, Maria da Penha, cuja lei levou seu nome.

Deve ser recordado que os conflitos vinculados às relações familiares sempre


foram circunscritos ao seu âmbito e, quando dele extravasavam, por força de agressões
contundentes à integridade física de um dos partícipes da relação, em geral a mulher,
raramente redundavam em punições relevantes, sendo comum o pagamento em cestas
básicas de alimentos, como sanção.

Após a edição da lei Maria da Penha (Lei no. 11.340, sancionada em 7 de agosto
de 2006), além das sanções sofrerem modificações, houve a criação de modelos de
proteção e atendimento especial para os casos de violência doméstica, procurando
proteger as mulheres agredidas antes de danos maiores, muitas vezes irreversíveis,
incluindo aí o feminicídio, também incluído no Código Penal, como circunstância
qualificadora do crime de homicídio, e incluí-lo no rol dos crimes hediondos.

A lei Maria da Penha busca realizar, como indicado no seu pórtico, a Convenção
sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e a
Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher.

No seu texto, várias são as formas de violência doméstica e familiar contra a


mulher, identificadas como sendo, entre outras: “a violência física, entendida como
qualquer conduta que ofenda sua integridade ou saúde corporal; a violência psicológica,
entendida como qualquer conduta que lhe cause dano emocional e diminuição da
autoestima ou que lhe prejudique e perturbe o pleno desenvolvimento ou que vise a
degradar ou controlar suas ações, comportamentos, crenças e decisões, mediante
ameaça, constrangimento, humilhação, manipulação, isolamento, vigilância constante,
perseguição contumaz, insulto, chantagem, ridicularização, exploração e limitação do
direito de ir e vir ou qualquer outro meio que lhe cause prejuízo à saúde psicológica e à
autodeterminação; a violência sexual, entendida como qualquer conduta que a
constranja a presenciar, a manter ou a participar de relação sexual não desejada,
mediante intimidação, ameaça, coação ou uso da força; que a induza a comercializar
ou a utilizar, de qualquer modo, a sua sexualidade, que a impeça de usar qualquer
método contraceptivo ou que a force ao matrimônio, à gravidez, ao aborto ou à
prostituição, mediante coação, chantagem, suborno ou manipulação; ou que limite ou
anule o exercício de seus direitos sexuais e reprodutivos; a violência patrimonial,
entendida como qualquer conduta que configure retenção, subtração, destruição parcial
ou total de seus objetos, instrumentos de trabalho, documentos pessoais, bens, valores
e direitos ou recursos econômicos, incluindo os destinados a satisfazer suas

61
necessidades; a violência moral, entendida como qualquer conduta que configure
calúnia, difamação ou injúria.” (Conforme texto extraído do artigo sétimo da referida lei).

Também se buscam medidas de integração entre os vários órgãos públicos,


abrangendo repressão, proteção, conscientização, bem como utilização de equipes
multidisciplinares, tendo em vista os graves danos, de variados matizes, que redundam
das práticas agressivas.

Nessa linha, também existe na lei a previsão de locais de atendimento específico


(centros de atendimento integral e multidisciplinar para mulheres e respectivos
dependentes em situação de violência doméstica e familiar; casas-abrigo para mulheres
e respectivos dependentes menores em situação de violência doméstica e familiar;
delegacias, núcleos de defensoria pública, serviços de saúde e centros de perícia
médico-legal especializados no atendimento à mulher em situação de violência
doméstica e familiar; programas e campanhas de enfrentamento da violência doméstica
e familiar; centros de educação e de reabilitação para os agressores).

O Poder Judiciário, também, deve especializar o seu atendimento para aplicar


as medidas de restrição ao agressor de forma mais eficiente.

A linguagem utilizada na questão foi clara, indicando a grave violação dos


direitos das mulheres injustamente agredidas e a luta pela busca de sanções adequadas
aos agressores e de proteção pessoal e para os de sua família. Ademais, o tema não
está circunscrito ao Brasil, mas o país possui um número muito expressivo de atos que
compõem esse cenário.

Por outro lado, o texto demanda uma reflexão sobre a realidade, e abarca
diversos segmentos da sociedade, pois as situações de agressão não se restringem às
camadas mais populares.

Como se trata de texto contendo uma ampla gama de possibilidades, é natural


que ocorram interpretações diversas das esperadas.

O padrão de resposta identifica a projeção do elaborador na resposta a ser


apresentada pelo estudante. Está em linguagem correta e indica possíveis
interpretações do texto. Suas opções foram bastante amplas, abrangendo a maior parte
das respostas encontradas.

No que concerne ao grau de profundidade, o padrão de resposta indicou a


necessidade de conhecimento de lei especial que regula a violência doméstica, o que
exige ou qualificação da área de Direito ou que os currículos dos cursos dos
participantes desse ciclo do Enade tenham oferecido alguma disciplina introdutória da

62
área jurídica. Ao analisar as provas realizadas, constatamos que, na primeira parte,
houve maior facilidade em responder aos itens indicados no padrão de resposta, pois
atinentes, não só à formação profissional, mas, também, ao conhecimento da realidade,
pois, infelizmente, a violência doméstica está disseminada na sociedade e nos vários
pontos do país. Mas, verificou-se que as respostas vieram, no mais das vezes,
desorganizadas, dificultando a correção.

Apesar disso, restou claro que a maioria esmagadora das respostas confluiu
para as indicações do padrão apresentado, sendo relevante indicar que o tema remeteu
para a luta em relação à igualdade de gênero, temática candente em especial para as
concluintes do sexo feminino. Diversos textos se apresentaram de forma concatenada,
fundamentada e, muitas vezes, lamentando que, nos dias atuais, ainda se discuta a
necessidade de proteger as mulheres dessa espécie de violência.

Em muitos casos, também, os concluintes fizeram um liame entre o acesso à


educação e a melhora das relações entre homens e mulheres, ao permitir que a
conclusão de maior grau de educação formal conduzisse à diminuição do índice de
violência contra a mulher.

Foram identificadas respostas consoantes com o padrão apresentado, indicando


os itens que nele constam em relação aos reflexos pessoais, na família e na sociedade.

As respostas dos estudantes raramente faziam referência à organização


protetiva instituída pela Lei Maria da Penha, como esperado pelo padrão de resposta. A
respeito de tal aspecto o padrão indicava como uma das possibilidades de respostas
(item ‘b’): a criação de casas de refúgio ou casa-abrigo, para acolher mulheres vítimas
de violência doméstica; reforço às Delegacias de Atendimento à Mulher; inclusão da
vítima em programas assistenciais do governo, programas de proteção à vítima e à
testemunha, transferência de local de trabalho, se a vítima for servidora pública.

Como paradigma, indicaram-se as Delegacias da Mulher que são organizadas,


com a quase integralidade dos seus membros de policiais do sexo feminino, e
especializadas no atendimento a mulheres submetidas a situações de violência. Essa
preocupação gerencial tem por escopo bloquear os preconceitos que acompanham
essas dramáticas histórias de violência, o que gera uma incompreensão e uma
ineficiência na rede de proteção.

As respostas demonstram que os concluintes têm ciência do problema, da sua


gravidade, do vínculo com a questão de gênero e com a submissão da mulher como
efeito da sociedade patriarcal, ainda que tratado de forma superficial, com base na mídia
e, algumas vezes, com apoio de experiências pessoais.

63
Identificou-se uma generalizada compreensão de que o problema está sendo
enfrentado e que ainda existe um longo caminho no percurso para a sua resolução.

[Link] - Análise de Língua Portuguesa das Questões Discursivas do


Componente de Formação Geral

Os dados de Fonoaudiologia, obtidos a partir das respostas às questões


discursivas do Componente de Formação Geral, no que tange à Língua Portuguesa,
encontram-se na Tabela 3.16 e no Gráfico 3.9. Nesse aspecto, os alunos, de todo o
Brasil, tiveram Média 61,9. A maior Média com respeito à Língua Portuguesa foi obtida
na região Sudeste (63,8), e a menor, na região Nordeste (60,3). Quanto à variabilidade
das notas, o Desvio padrão de todo o Brasil foi 20,4. O maior Desvio padrão foi obtido
na região Nordeste (21,7) e o menor Desvio padrão foi obtido na região Norte (16,1).

A Mediana das notas de Língua Portuguesa foi 67,5 para o Brasil como um todo.
A maior Mediana com respeito à Língua Portuguesa foi obtida nas regiões Sudeste e
Sul (70,0), e a menor, na região Norte (65,0). A nota Máxima para todo o Brasil foi de
92,5, com, pelo menos, um aluno tirando essa nota nas regiões Nordeste e Sudeste.
Além disso, a nota Mínima foi zero em todas as regiões do país.

Tabela 3.16 – Estatísticas Básicas das Notas de Língua Portuguesa das


Questões Discursivas do Componente de Formação Geral por Grande
Região – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 61,9 60,8 60,3 63,8 62,6 60,5
Erro padrão da média 0,5 1,1 0,9 0,8 1,2 1,5
Desvio padrão 20,4 16,1 21,7 19,7 21,4 20,3
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Mediana 67,5 65,0 67,5 70,0 70,0 67,5
Máxima 92,5 87,5 92,5 92,5 87,5 90,0
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.9 mostra a distribuição das notas de Língua Portuguesa do


Componente de Formação Geral. Observa-se que a maior frequência (quase 35%)
corresponde aos alunos que obtiveram nota no intervalo (60; 70]. Destaca-se, também,
os alunos que deixaram ambas as questões em branco representando em torno de 6%
do total, caracterizando-se como máximo local.

64
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

[Link] - Comentários sobre a correção das respostas de Formação Geral


com respeito à Língua Portuguesa

Na avaliação do desempenho linguístico dos participantes foram consideradas


quatro competências distintas, de modo a permitir um mapeamento detalhado do
domínio dos recursos disponíveis na Língua Portuguesa para a comunicação escrita
formal. Nessa situação comunicativa, as exigências para o desenvolvimento desse tipo
de texto dizem respeito: à adequação da seleção vocabular, ao desenvolvimento do
conteúdo, à estruturação sintática dos períodos, à organização lógica das ideias, à
utilização de procedimentos de encadeamento textual e de referenciação, à obediência
às exigências morfossintáticas próprias da modalidade escrita da norma-padrão, ao
respeito às regras ortográficas e às regras de acentuação gráfica.

A avaliação foi realizada considerando-se os textos das respostas às duas


questões de Formação Geral e os resultados obtidos em cada uma delas, como seria
de se esperar, foram semelhantes. As competências avaliadas podem ser sintetizadas
nos aspectos descritos a seguir.

65
Aspectos textuais - estruturação textual condizente com o gênero discursivo e o
modo de organização textual expositivo/argumentativo adequado ao gênero – essa
competência envolve: a estruturação sintática condizente com o padrão da modalidade
escrita formal da Língua Portuguesa de modo a garantir a clareza necessária; a
distribuição do conteúdo do texto em parágrafos, de modo a garantir a sua organização
temática; a utilização de operadores discursivos que contribuam para a progressão
temática do texto, estabelecendo relações lógicas entre as ideias apresentadas, tanto
do ponto de vista intrafrasal, como do interfrasal; a utilização de procedimentos de
referenciação lexical e pronominal que permitam a retomada de referentes textuais; o
respeito às regras de pontuação como fator de estruturação do período.

Aspectos morfossintáticos - domínio dos diferentes aspectos morfossintáticos


próprios da modalidade escrita formal da norma-padrão da Língua Portuguesa – essa
competência envolve: a concordância nominal, a concordância verbal, a regência
nominal, a regência verbal, a flexão nominal, a flexão verbal, a correlação entre os
tempos verbais, a colocação pronominal e a utilização de sinais de pontuação que
contribuam para a organização lógica da frase e do texto.

Aspectos vocabulares - seleção vocabular adequada à modalidade escrita formal


da Língua Portuguesa, exigida pela situação comunicativa – essa competência envolve
a precisão na seleção/utilização do vocabulário relacionado à temática solicitada pela
questão; a ausência de marcas da oralidade, como termos de sentido muito genérico
(“coisa”, “negócio”, “você”) e termos de registros mais informais (como gírias, jargões,
frases feitas, ditados populares, termos regionais). Assim, espera-se que o participante
respeite a adequação vocabular não usando gírias ou expressões coloquiais, evite
repetição desnecessária de palavras e utilize um vocabulário mais formal, como
solicitado por um texto dissertativo.

Aspectos ortográficos - respeito às convenções ortográficas da norma-padrão da


Língua Portuguesa – essa competência envolve o domínio das regras de acentuação
gráfica e da grafia padrão das palavras (com ausência de abreviaturas próprias da
linguagem da internet), de acordo com as convenções estabelecidas pela legislação em
vigor e consubstanciadas no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa, editado
pela Academia Brasileira de Letras. (Vale notar que, nessa edição de 2016, não será
aceita a legislação anterior, no caso das regras relativas ao uso do hífen e da
acentuação gráfica).

A escolha dessas competências para subsidiar o processo de avaliação apoia-


se na concepção de que, no desempenho dos graduandos, a modalidade escrita tem

66
apresentado uma intensa simplificação, originada no padrão da modalidade oral da
Língua Portuguesa. No caso do texto de base dissertativa, inscrito em um registro
formal, a distância entre as duas modalidades é ainda maior, o que provoca situações
de hipercorreção (desvios provocados pela incorporação indevida de uma regra da
norma-padrão) e de truncamentos sintáticos (estruturas frasais incompreensíveis devido
à complexidade sintática própria da modalidade escrita).

Para efeito de pontuação, o critério aprovado pelo Inep, e já utilizado na


avaliação do desempenho linguístico nas edições do Enade desde 2013, reúne as
competências acima descritas em três grupos da seguinte forma: aspectos textuais
(40%), aspectos morfossintáticos e vocabulares (40%) e aspectos ortográficos (20%).

A seguir, analisam-se qualitativamente os resultados da avaliação de cada um


dos aspectos avaliados nos textos de resposta das questões discursivas 1 e 2 de
Formação Geral.

Aspectos textuais

Esta competência é a que se revelou como a mais problemática entre os


participantes, porque são muitos os desvios observados.

Em relação à estrutura formal do texto produzido pelos participantes,


observaram-se relações linguísticas quase agramaticais, como as estabelecidas pela
sequência de gerúndios sem o apoio de um ponto de partida para a organização das
informações gramaticais e semânticas, ou seja, sem oração principal.

Observou-se que uma grande parte dos participantes não organizou as ideias
em parágrafos, talvez devido ao pequeno número de linhas disponibilizadas para a
resposta da questão ou, quem sabe, pela suposição de que não seria necessária essa
divisão por não se tratar de um texto no modelo de uma redação dissertativo-
argumentativa, como solicitado nos vestibulares.

Quanto à utilização dos mecanismos de referenciação, deve-se destacar a


ocorrência, em uma parte dos textos, de repetições de palavras ou expressões sem a
utilização de termos sinônimos ou pronomes, como seria adequado. Outro aspecto
relevante a ser destacado é a quase total ausência de operadores argumentativos, tanto
intrafrasais como interfrasais, repercutindo uma tendência atual da mídia escrita.

A respeito do uso dos sinais de pontuação, observaram-se vários desvios nos


textos analisados, com a ocorrência, inclusive, de parágrafos sem marca interna de
pontuação para separar os períodos. São os seguintes os tipos de problemas
encontrados, que se caracterizam como desvios ao estabelecido pela norma-padrão:

67
a) uso inadequado de vírgula:
• ocorrência entre o sujeito e o predicado, o que é considerado
inadequado por interromper a sequência natural da frase;
• ocorrência de apenas uma das vírgulas para intercalar uma
palavra, uma expressão ou uma oração encaixada, quando o correto seria a
demarcação com uma vírgula antes e uma depois do termo encaixado na
frase;
• ocorrência da vírgula no lugar do ponto para separar ideias que
constituem períodos distintos;
b) uso inadequado de ponto e vírgula para separar elementos que deveriam
ser separados por vírgula, por estarem dentro do mesmo período;

c) ausência de ponto final para separar períodos.

Vale observar que não foi penalizada a ausência de vírgula para destacar
locuções ou adjuntos adverbiais de pequena extensão deslocados de posição na frase,
por ser um uso opcional.

Os problemas relativos à estruturação textual geram, portanto, os seguintes tipos


de desvios:
• sequência justaposta de ideias sem encaixamentos sintáticos;
• redução de estruturas subordinadas, ao lado do aumento na frequência
de estruturas coordenadas e absolutas;
• redução no uso de conectores para expressar relações lógicas essenciais
à construção do texto;
• emprego inadequado de operadores que não estabelecem relações
lógicas coerentes entre ideias do texto;
• repetição de termos sem a utilização de procedimentos mais sofisticados
de substituição (hiperonímias, hiponímias, nominalizações, expressões
metafóricas);
• frases fragmentadas que comprometem a estrutura lógico-gramatical;
• frases formadas apenas por oração subordinada, sem oração principal.
Aspectos morfossintáticos e vocabulares

Os resultados relativos aos aspectos morfossintáticos (concordância, regência,


colocação de pronomes, flexão nominal e verbal) evidenciam desvios recorrentes no
desempenho dos participantes, relacionados ao seu processo de formação e,
principalmente, a hábitos da oralidade, marcados pela informalidade. Apesar de
exemplificarem processos de mudança em curso na Língua Portuguesa, esses desvios
foram penalizados por não atenderem às exigências da norma-padrão relativas ao texto
escrito em situação formal, como deveria ser o texto dissertativo solicitado no Enade.

O desvio mais frequente, em relação à regência, é a falta do sinal indicativo da


crase – isso revela que o usuário não tem consciência de que, sob a forma do termo “a”,

68
existe a presença de uma preposição “a”, exigida pela regência do termo anterior,
combinada a um artigo definido (por exemplo: “Devido as grandes guerras que estão
acontecendo...”)

Outros problemas relacionados à regência verbal e à nominal foram identificados


em alguns textos dos participantes: (a) a ausência de preposição ou seu uso indevido
antes de pronome relativo (por exemplo: “a região que eles moram não oferece
condições de segurança”); (b) o uso indevido do pronome relativo (por exemplo: “não
pensam na cidade para que eles vão”); (c) utilização de pronome “onde” deslocado de
sua função locativa).

Esses processos refletem hábitos da modalidade oral da língua, em situações


de registro informal. Apesar da possibilidade de que essa alteração de regência se
generalize no padrão escrito da Língua Portuguesa, como já está ocorrendo até em
textos jornalísticos, a ausência da preposição foi penalizada neste processo de
avaliação.

Outro desvio observado nos textos diz respeito aos processos de concordância
verbal e de concordância nominal. Quanto à concordância de número, além das
ocorrências já conhecidas de falta da marca de plural em verbos ou adjetivos, em função
da ocorrência de substantivo plural na função de sujeito, observaram-se dois tipos de
desvio já registrados nas pesquisas linguísticas: (a) a ausência de marca de plural com
sujeito posposto (por exemplo: “Foi expulso do país os imigrantes que entraram sem
autorização da polícia”); (b) o uso indevido da marca de plural para estabelecer
concordância com o plural da locução adjetiva, apesar de o substantivo que funciona
como núcleo do sintagma nominal estar no singular (por exemplo: “A proteção das
mulheres que sofrem violência foram garantidas pela Lei Maria da Penha”). Uma
ocorrência generalizada foi a ausência de acento circunflexo na forma plural do presente
do indicativo do verbo “ter”, que foi considerada como um desvio na concordância verbal
e não meramente de acentuação gráfica. Quanto à concordância de gênero, alguns
casos foram observados, normalmente no âmbito de sintagmas nominais longos, em
que o adjetivo está afastado do substantivo.

Quanto à questão da colocação pronominal, foram poucos os desvios


observados. Apesar de serem aspectos relacionados à oralidade, observou-se que a
maioria dos participantes já incorporou regras como a não introdução da frase por um
pronome oblíquo e a próclise na presença de um termo atrator. Não se adotou,
entretanto, o padrão excessivamente formal descrito pelas gramáticas normativas em
relação à posição do pronome oblíquo em locuções verbais, já que esse uso está muito

69
distante da prática cotidiana, até em textos mais formais.

Quanto aos aspectos vocabulares (precisão semântica do vocabulário utilizado


e adequação ao registro formal exigido pelo tipo de texto solicitado no enunciado),
podem ser destacados os seguintes tipos de desvios: expressões da oralidade, seleção
vocabular incompatível com o contexto, gerando situações de falta de inteligibilidade;
falta de domínio de vocabulário mais abstrato e de maior complexidade, essencial ao
desenvolvimento do texto de base dissertativa. Não se observou presença de palavras
de baixa calão, ao contrário do exame de 2015, em que o tema “funk” gerou a utilização
desse tipo de vocabulário.

Várias marcas de oralidade foram identificadas, embora não em alta frequência:


o uso do pronome relativo “onde” como relativo universal, falta de artigo definido antes
de substantivo, repetição de palavras por falta de vocabulário, reduções como “tá”, “pra”,
“pro”, “prum”, expressões informais.

Aspectos ortográficos:

O desempenho dos participantes revelou uma diferença muito grande nos dois
aspectos de caráter ortográfico analisados neste item: grafia e acentuação. Observou-
se a ocorrência de baixo índice de desvios na grafia das palavras e grande índice de
desvios no uso dos sinais de acentuação gráfica. Em vários casos, ocorre ausência
completa de acentuação.

Os resultados revelam que existe uma tendência crescente entre os


universitários brasileiros de eliminação da acentuação gráfica, talvez motivada pelos
hábitos relacionados às redes sociais ou devido a um conhecimento ainda superficial
sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990.

Os casos mais sistemáticos de eliminação do acento indicador da sílaba tônica


são:
• palavras proparoxítonas (por exemplo: “proximos”, “politicos”, “publica”,
“fisica”, “psicologica”);
• palavras paroxítonas terminadas em ditongo crescente (por exemplo:
“necessario”, “noticiarios”, “individuo”, “dependencia”, “varios”, “propria”,
“violencia”, “ocorrencia”, “suicidio”);
• palavras oxítonas (por exemplo: “ate”, “tambem”, “mes”);
• palavras paroxítonas terminadas em ditongo nasal (por exemplo: “orgão”,
“orfão”).
Quanto ao domínio das convenções relativas à grafia das palavras, pode-se
concluir que os desvios estão majoritariamente relacionados a questões relativas à
oralidade:

70
• hipercorreção pela escolha de “e” no lugar de “i” ou de “i” no lugar de “e”,
por influência de hábitos da oralidade: por exemplo, “inviado” (no lugar de
“enviado”), “entervenção” (no lugar de “intervenção”), “empedimento” (no lugar de
“impedimento);
• eliminação do “r” marcador do infinitivo verbal: por exemplo, “esta” (no
lugar de “estar”), “estuda” (no lugar de “estudar”), “migra” (no lugar de “migrar”);
• utilização de “s” no lugar de “c”: por exemplo, “mensionado” (no lugar de
“mencionado”); “insentivou” (no lugar de “incentivou”);
• utilização de “s” no lugar de “x”: por exemplo, “espectativa” (no lugar de
“expectativa”, devido à confusão com o verbo “esperar”); e a situação contrária,
“x” no lugar de “s”, “expantoso” (no lugar de “espantoso”);
• utilização de “ss” no lugar de “ç”: por exemplo, “gerassões” (no lugar de
“gerações”);
• uso de “am” no lugar de “ão” na forma de terceira pessoa do singular do
presente e do pretérito perfeito do indicativo: por exemplo, “estam” (no lugar de
“estão”);
• utilização de “l” no lugar de “u” em final de sílaba: por exemplo, “tralma”
(no lugar de “trauma”);
• outros casos de desvios de grafia relacionados à variação diastrática
podem ser observados em “estrupo” (no lugar de “estupro”), “subjulgadas” (no
lugar de “subjugadas”), “precoseito” (no lugar de “preconceito”), “soubre” (no lugar
de “soube”), “vecendo” (no lugar de “vencendo”), “indesencia” (no lugar de
“indecência”), “apolojia” (no lugar de “apologia”), “fulga” (no lugar de “fuga”).
• inadequação no uso da maiúscula para destacar determinadas palavras-
chave do texto, como “Violência”, “Brasileiros”. Destaque-se, também, a
ocorrência de participantes que grafam os textos inteiramente em caixa alta.
Vale observar que, ao contrário do esperado, não apareceram abreviaturas
próprias do “internetês”, relacionadas ao uso de redes sociais e de e-mails. Sua
influência, portanto, parece se restringir à ausência dos acentos gráficos.

Em relação aos aspectos textuais, observa-se dificuldade na estruturação


textual, o que resulta em truncamentos sintáticos e prejuízo da compreensão do texto,
e desrespeito a regras essenciais de pontuação, principalmente pela dificuldade em
identificar as relações lógicas que se estabelecem entre as unidades frasais. Em relação
aos aspectos morfossintáticos, domínio das regras de concordância nominal e verbal,
mas desrespeito às regras de regência nominal e verbal, principalmente no que diz
respeito ao uso do sinal indicativo da crase. Em relação aos aspectos vocabulares,
reduzida utilização de palavras de uso mais formal e abstrato, adequado à construção
do texto de base dissertativa. Em relação às convenções ortográficas, domínio da grafia
das palavras, mas falta de atendimento à maioria das regras de acentuação gráfica.

71
3.3.2 - Componente de Conhecimento Específico
Na parte da prova relativa às questões discursivas do Componente de
Conhecimento Específico (Tabela 3.17), observa-se que a Média foi um pouco mais alta
do que para as questões discursivas do Componente de Formação Geral. Enquanto no
Componente de Formação Geral a Média para estudantes de Fonoaudiologia de todo o
Brasil foi 56,6, na parte de Conhecimento Específico a Média foi 58,1. A maior Média
deste componente foi obtida pelos estudantes da região Nordeste (59,4), e a menor,
pelos da região Norte (54,2). Quanto à variabilidade das notas, o Desvio padrão de todo
o Brasil foi 16,4. O maior Desvio padrão foi encontrado na região Centro-Oeste (17,1),
e o menor, na região Nordeste (15,7).

A maior nota Máxima, 95,0, foi obtida em três regiões: Nordeste, Sul e Centro-
Oeste. Nas demais regiões a nota Máxima foi mais baixa: 88,3 na região Norte e 93,3
na região Sudeste. Além disso, a nota Mínima (0,0) foi obtida por pelo menos um aluno
em quatro regiões do Brasil. A exceção foi a região Sul, que teve nota Máxima igual a
13,3. A Mediana do Brasil como um todo foi 60,0, a mesma das regiões Sudeste e Sul.
A maior Mediana foi obtida na região Nordeste (61,7), e a menor, nas regiões Norte e
Centro-Oeste (56,7).

Tabela 3.17 – Estatísticas Básicas das Notas das Questões Discursivas do


Componente de Conhecimento Específico por Grande Região – Enade/2016
– Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 58,1 54,2 59,4 59,0 58,7 54,8
Erro padrão da média 0,4 1,1 0,7 0,7 0,9 1,3
Desvio padrão 16,4 16,7 15,7 16,9 15,8 17,1
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 13,3 0,0
Mediana 60,0 56,7 61,7 60,0 60,0 56,7
Máxima 95,0 88,3 95,0 93,3 95,0 95,0
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.10 representa a distribuição das notas nas questões discursivas no


Componente de Conhecimento Específico. A moda desta distribuição ocorre no
intervalo (50; 60], com frequência pouco superior à do intervalo seguinte (60; 70]. Esses
dois intervalos concentram praticamente 50% dos estudantes.

A análise de cada uma destas questões será feita a seguir.

72
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

[Link] - Análise da Questão Discursiva 3 do Componente de Conhecimento


Específico

Na questão 3, cujos resultados aferidos se encontram descritos na Tabela 3.18,


a Média dos estudantes de todo o Brasil foi 65,3. A menor Média nessa questão foi
obtida pelos alunos da região Centro-Oeste (59,0), enquanto a maior Média foi obtida
na região Norte (66,9). Quanto à variabilidade das notas, o Desvio padrão de todo o
Brasil foi 23,1. O maior Desvio padrão foi obtido na região Norte (24,0), enquanto o
menor foi obtido na região Centro-Oeste (21,8).

A nota Máxima, 100,0 pontos, foi alcançada por, pelo menos, um aluno de todas
as regiões. A Mediana do Brasil como um todo foi 60,0, a mesma para todas as regiões.
A nota Mínima (0,0) também foi a mesma para todas as regiões do Brasil.

73
Tabela 3.18 – Estatísticas Básicas das Notas da Questão Discursiva 3 do
Componente de Conhecimento Específico por Grande Região – Enade/2016
– Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 65,3 66,9 65,5 65,3 67,1 59,0
Erro padrão da média 0,5 1,6 1,0 1,0 1,3 1,7
Desvio padrão 23,1 24,0 23,2 22,9 23,0 21,8
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Mediana 60,0 60,0 60,0 60,0 60,0 60,0
Máxima 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.11 mostra a distribuição das notas na questão discursiva 3, do


Componente de Conhecimento Específico da área de Fonoaudiologia. Observa-se que
poucos estudantes deixaram a questão em branco ou receberam nota zero e que essa
distribuição apresenta intervalos sem notas por conta dos critérios de pontuação. A
distribuição é unimodal com moda no intervalo (50; 60].

Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

74
[Link] - Comentários sobre as respostas à Questão Discursiva 3

A questão apresenta enunciado claro, descrevendo um caso de forma direta e


simples. O conteúdo da questão discursiva 3 adequa-se às Diretrizes Curriculares
Nacionais para o curso de graduação em Fonoaudiologia. Além disso, a temática da
ética profissional é bastante relevante nos dias de hoje frente às mudanças ocorridas
no Brasil e no mundo.

A questão apresentou um nível baixo de dificuldade, exigindo conhecimentos de


conduta ética-profissional, necessários para a formação do fonoaudiólogo. Todavia, há
que ser considerado que o enunciado gerou mais de uma interpretação adotada pelos
estudantes, por deixar de mencionar se houve ou não autorização por escrito do cliente
para a divulgação das imagens.

No item ‘a’, em que se questionaram os princípios da conduta ética, a maior parte


dos alunos afirmou que houve erro pela exposição da imagem do paciente, mas sem
explicitar a razão do erro e, principalmente, sem citar a necessidade da autorização por
escrito por parte do paciente. Alguns estudantes consideraram, também, que o fato de
terem sido expostos o antes e o depois, poderia induzir outras pessoas a se iludirem
com falsos resultados, já que cada caso é um caso único, com resultados diferentes.
Alguns alunos também citaram a falta de ética na exposição do tratamento para o
público em geral, já que somente o fonoaudiólogo é habilitado a realizar terapia
fonoaudiológica.

Com relação ao item ‘b’, as respostas dos estudantes apresentaram uma enorme
variedade de sugestões de estratégias, eticamente corretas, para aumentar a clientela
e valorizar a profissão. Dentre algumas sugestões podemos citar: colocação de tarja
preta para não haver identificação do paciente; solicitação de autorização prévia
assinada pelo paciente ou responsável; solicitação aos pacientes que façam
depoimento a respeito do tratamento em mídias; entrevistas com pacientes divulgadas
em meios de comunicação; realização de triagens em escolas e empresas; criação de
canal no YouTube onde o fonoaudiólogo daria explicações e palestras a respeito de
distúrbios fonoaudiológicos, prevenção e tratamentos; divulgação da fonoaudiologia
como um todo em mídias sociais, sem usar um caso específico; realização de momentos
de perguntas e respostas (chats) para a população, para ajudar a divulgar a
fonoaudiologia; melhoria da formação profissional (especialização, cursos, pós, etc.)
com divulgação; criação de folders divulgando a fonoaudiologia / prevenção; produção
de marketing pessoal em jornais e revistas; divulgação do trabalho da fonoaudiologia
em outras clínicas, hospitais e para outros profissionais; elaboração de aplicativo para

75
monitorar o tratamento do paciente; produção de um desenho animado, contando um
caso real da paciente, sem expô-la; produção de vídeos com aulas para a população;
criação de site com divulgação do serviço; divulgação por meio do cartão de visitas.
Muitos afirmaram que a realização de um bom trabalho é o mais importante, já que
acarreta indicações de “boca em boca”.

Os estudantes apresentaram um desempenho mediano nesta questão, mais da


metade obteve notas acima de 50 pontos. A maioria mostrou ter um mínimo de
conhecimento com relação às questões éticas, e a grande maioria deu sugestões de
promoção utilizando mídias digitais, muito presentes na geração atual.

As notas fracas foram atribuídas àqueles que não justificaram a conduta ética do
profissional, somente indicando se o fato foi ético ou não, e não fornecendo estratégias
que pudessem ser consideradas eticamente corretas, como, por exemplo, oferecer
descontos em escola para tratamentos.

A resposta encontrada com maior frequência nesta questão foi a de que o


profissional cometeu um erro ético na divulgação de imagem sem prévia autorização
por escrito. No entanto, muitos relataram que o erro foi devido à exposição do paciente,
sem citar a falta da autorização do mesmo.

Com relação ao aumento da clientela e divulgação da fonoaudiologia, não houve


uma resposta mais frequente. Foram diversas as sugestões, muitas extremamente
criativas. A maioria incluía redes sociais e outros tipos de mídias digitais.

Nesta questão, como nas outras, foi observada uma enorme dificuldade de o
estudante elaborar um texto dissertativo que fosse assertivo e tivesse estrutura
consistente. Alguns alunos não souberam interpretar o que estava sendo solicitado e
escreveram respostas totalmente fora do padrão esperado. Mas, de forma geral, os
alunos souberam responder de forma correta. Não foi observada nenhuma lacuna em
relação ao conteúdo da área específica.

[Link] - Análise da Questão Discursiva 4 do Componente de Conhecimento


Específico

A Tabela 3.19 contém as informações relativas à questão 4 do conjunto de


questões do Componente de Conhecimento Específico. O desempenho dos estudantes
nessa questão foi inferior ao das questões 3 e 5. A Média geral do Brasil foi 44,5, sendo
a menor Média registrada na região Norte (36,8), e a maior, na região Nordeste (48,7).

76
A nota Máxima (100,0) foi atingida por, pelo menos, um concluinte de todas as
regiões. A Mediana em todo o Brasil foi 50,0, o mesmo valor foi obtido nas regiões
Nordeste e Sudeste. Nas demais regiões, a Mediana foi menor: 35,0 nas regiões Norte
e Centro-Oeste e 40,0 na região Sul. As notas mínimas foram zero em todas as regiões.

Tabela 3.19 – Estatísticas Básicas das Notas da Questão Discursiva 4 do


Componente de Conhecimento Específico por Grande Região – Enade/2016
– Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 44,5 36,8 48,7 46,4 42,1 38,8
Erro padrão da média 0,6 1,6 1,0 1,1 1,3 1,8
Desvio padrão 24,7 22,9 23,4 26,2 23,8 24,0
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Mediana 50,0 35,0 50,0 50,0 40,0 35,0
Máxima 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.12 representa a distribuição de notas da questão discursiva 4, do


Componente de Conhecimento Específico. Essa distribuição é multimodal com moda
principal no intervalo (30; 40], seguida de perto pelos alunos que obtiveram nota no
intervalo (50; 60]. Observam-se ainda outros máximos locais: o intervalo (80; 90], na
parte superior da escala de notas, e, no lado oposto, tanto o intervalo (10; 20] quanto a
frequência dos que deixaram a resposta em branco.

77
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

[Link] - Comentários sobre as respostas à Questão Discursiva 4


O enunciado da questão era claro, com informações suficientes, apresentadas
de forma simples e com linguagem adequada ao tema. O enunciado não permitia
interpretação diferente da esperada. O conteúdo abordado é bastante atual e pertinente
em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de graduação em
Fonoaudiologia.

O aumento dos casos de microcefalia é um tema bastante relevante para o país


e vem sendo muito divulgado nos meios acadêmicos e na mídia em geral. A questão
apresentou um nível médio de dificuldade, pois exigia conhecimentos básicos de
fundamentos de saúde pública e epidemiologia, necessários para a formação do
fonoaudiólogo.

A questão apresentou-se adequada em relação ao tempo de prova, não exigindo


muito para que o estudante elaborasse uma resposta compatível com o espaço para
sua redação. Apesar disso, a maioria dos respondentes utilizou por completo o espaço

78
de resposta, deixando, no máximo, uma ou duas linhas sem uso.

Para a primeira parte do comando do item ‘a’, identificação da região com maior
número de casos notificados, só havia uma resposta correta: a região Nordeste. Essa
resposta poderia ser complementada, afirmando-se, por exemplo, “em especial o estado
de Pernambuco” ou “em especial a região litorânea do Nordeste”. Poucos alunos
apresentaram respostas diferentes.

Ainda no item ‘a’, com relação às sugestões de ações que pudessem ser
desenvolvidas na atenção básica, houve uma diversidade grande de respostas, como,
por exemplo: informar às futuras mães, ou grupos de gestantes, sobre a importância do
pré-natal; orientar quanto a métodos anticoncepcionais enquanto houver surto de zika;
atuar na atenção básica, investigando as causas da microcefalia; orientar as gestantes
sobre como se proteger da zika; orientar a respeito dos riscos da gravidez em casos de
ser infectado pelo vírus da zika; oferecer palestras sobre a atuação da fonoaudiologia
na atuação da microcefalia; orientar quanto ao uso de preservativo, já que existe forte
indício de que o contágio pode ocorrer também por via sexual; organizar mutirões de
limpeza para combate ao Aedes aegypti e participar deles, mobilizando escolas, igrejas,
comunidades; dar orientação às gestantes sobre as consequências que a microcefalia
pode trazer para o neonato, do ponto de vista motor e cognitivo.

No item ‘b’, com relação às propostas de ações que possam ser desenvolvidas
na atenção especializada, com crianças até 2 anos, houve também uma boa diversidade
de sugestões que poderiam ser desenvolvidas. Por exemplo: encaminhar para atenção
terciária, se necessário; oferecer palestras para os pais a respeito das alterações que a
microcefalia pode causar; montar grupos onde mães possam aprender sobre como será
o desenvolvimento da criança com microcefalia e orientá-las sobre a estimulação do
que estiver alterado; distribuir cartazes e informativos sobre a patologia, suas sequelas
e complicações em UBS e UPAS, bem como incentivar a busca por acompanhamento
multidisciplinar.

O padrão de respostas para os dois itens era bastante abrangente, possibilitando


considerar-se a diversidade de respostas encontradas. No entanto, as respostas
apresentadas pelos estudantes para os itens ‘a’ e ‘b’ possibilitaram observar que eles
têm dificuldade para diferenciar o que é atenção básica de saúde do que é atenção
especializada, que um fonoaudiólogo pode desenvolver.

A linguagem e os termos técnicos adotados pelos alunos foram adequados, do


ponto de vista dos termos específicos da Área, apesar da dificuldade de redação.

Os estudantes apresentaram um desempenho de mediano para fraco nesta

79
questão. Esta foi a questão discursiva específica na qual os estudantes apresentaram
maior dificuldade.

A maioria dos estudantes acertou a resposta para o questionamento da região


com maior número de casos notificados - região Nordeste. Com relação às sugestões
de propostas de ações na atenção básica, das respostas consideradas corretas, as que
foram encontradas com maior frequência foram: orientação para cuidados com a
contaminação com o vírus da zika; campanhas para combater o mosquito Aedes
aegypti; e campanhas para prevenção através de repelentes e vestimentas fechadas,
principalmente as grávidas.

Quanto às sugestões para atenção especializada, não foi observado um padrão


de respostas mais frequente. As sugestões oferecidas pelos estudantes foram bastante
variadas.

[Link] - Análise da Questão Discursiva 5 do Componente de Conhecimento


Específico

A Tabela 3.20 contém as informações relativas à questão 5 do conjunto do


Componente de Conhecimento Específico. O desempenho dos estudantes de todo o
Brasil nesta questão foi mais elevado do que o da questão 4 e um pouco inferior ao da
questão discursiva 3. A nota Média dos estudantes de todo o Brasil foi 64,6. A maior
Média foi registrada na região Sul (66,8), enquanto a menor Média foi registrada na
região Norte (59,0). Quanto à variabilidade das notas, o Desvio padrão dos alunos do
Brasil, como um todo, foi 23,8. Enquanto o maior desvio foi encontrado na região Centro-
Oeste (26,8), o menor foi encontrado na região Sul (21,5).

A Mediana para o Brasil foi 65,0, a mesma das regiões Norte e Nordeste. Nas
demais regiões apresentaram uma Mediana mais alta que a do Brasil como um todo:
70,0 na região Sudeste e 75,0 nas regiões Sul e Centro-Oeste. Para o conjunto de
alunos de Fonoaudiologia do Brasil, a nota Máxima foi 100,0, e a nota Mínima (0,0). Os
mesmos limites foram encontrados em todas as regiões

80
Tabela 3.20 – Estatísticas Básicas das Notas da Questão Discursiva 5 do
Componente de Conhecimento Específico por Grande Região – Enade/2016
– Fonoaudiologia
Estatísticas Básicas Brasil NO NE SE SUL CO
Média 64,6 59,0 63,9 65,4 66,8 66,7
Erro padrão da média 0,6 1,7 1,0 1,0 1,2 2,0
Desvio padrão 23,8 24,9 23,9 23,3 21,5 26,8
Mínima 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0 0,0
Mediana 65,0 65,0 65,0 70,0 75,0 75,0
Máxima 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0 100,0
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O Gráfico 3.13 representa a distribuição das notas da questão discursiva 5 do


Componente de Conhecimento Específico. Essa distribuição tem moda principal no
intervalo (80; 90], a maior moda na comparação com as demais questões discursivas
da prova. Observa-se que o intervalo (60; 70] e a frequência de estudantes que
deixaram esta questão em branco são máximos locais.

Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

81
[Link] - Comentários sobre as respostas à Questão Discursiva 5

O enunciado da questão era claro na apresentação de um caso de forma direta


e simples. Os comandos também não deixavam margem a interpretações equivocadas.
A temática é adequada em relação às Diretrizes Curriculares Nacionais para o curso de
graduação em Fonoaudiologia. A questão apresentou um nível médio de dificuldade,
por exigir conhecimentos básicos para a formação do fonoaudiólogo na área de voz.

A questão apresentou-se adequada em relação ao tempo de prova, mas o


espaço para apresentação da solução pareceu pequeno para os que deram respostas
boas. A maioria dos respondentes utilizou o espaço destinado à resposta por completo,
deixando, no máximo, uma ou duas linhas em branco.

No item ‘a’, a maioria dos estudantes relacionou apenas o trabalho vocal do


fonoaudiólogo, na atuação com o telejornalista. Raros mencionaram a atuação em
relação à expressão facial, esquecendo que o fonoaudiólogo é um profissional da
comunicação, que deve atuar, também, com postura corporal. Alguns alunos
apontaram, também, como trabalho fonoaudiológico, o desenvolvimento da
espontaneidade na comunicação e a realização de um trabalho preventivo e de
aprimoramento do bem-estar do profissional, para evitar o aparecimento de disfonias.

No item ‘b’, foi observada uma diversidade enorme de estratégias terapêuticas,


algumas erradas, para o objetivo específico do trabalho. No entanto, a maioria das
estratégias apresentadas estava correta. As mais citadas foram: trabalhar com letras de
música, para identificar a fala; direcionar o fluxo aéreo na fala, usando sons graves e
demonstrando as diferenças, orais e nasais, através de bolinhas de isopor; trabalhar
com técnicas de articulação exagerada e adequar para que fique mais natural; através
de leitura de textos, com símbolos, pedir para o paciente diminuir a velocidade sempre
que aparecer um determinado símbolo; velocidade da fala: uso de exercícios com trava-
línguas.

No item ‘c’, também foi observada uma enorme diversidade de respostas para
orientação relacionada à Saúde Vocal. Seguem alguns exemplos: colocar roupas
confortáveis que não apertem a região do pescoço e abdome; realizar repouso vocal;
não falar alto, nem gritar; evitar abuso vocal; ingerir maçã periodicamente, para limpeza
das cordas vocais; evitar o choque térmico; evitar pigarrear, tossir; evitar ambientes com
ar-condicionado ou ventilador, para evitar ressecamento das cordas vocais; uso de
microfone para não realizar abuso vocal; beber água em temperatura ambiente; dormir,
pelo menos, 8 horas por noite; hábitos de alimentação saudável. Nesta questão, com

82
conteúdo possível de ser abordado pela maioria de profissionais de saúde ou, até
mesmo, de profissionais da voz, tivemos respostas erradas ou incompletas.

A linguagem e os termos técnicos adotados pelos alunos foram adequados, do


ponto de vista da Área, apesar da dificuldade no uso da língua portuguesa escrita,
identificada nas respostas das três questões discursivas.

A resposta encontrada com maior frequência foi no sentido de afirmarem que a


principal atuação do fonoaudiólogo no telejornalismo é no trabalho da saúde vocal,
esquecendo da importância do trabalho corporal como um todo. Em relação às
sugestões de estratégias terapêuticas, foram sugeridos exercícios bem variados, não
sendo observado um padrão mais frequente. Quanto às orientações sobre saúde vocal,
as mais citadas foram: hidratar sempre e muito, realizar repouso vocal e realizar
exercícios para aquecimento e desaquecimento vocal antes e depois do uso intensivo
da voz.

No geral, os alunos souberam responder de forma correta, algumas vezes com


respostas incompletas, mas sem demonstrar desconhecimento em relação ao conteúdo
da área específica. Apesar disso, observou-se que alguns alunos, provavelmente por
dificuldade de interpretação, escreveram respostas totalmente fora do foco do que havia
sido perguntado.

3.3.3 - Considerações Finais


Conclui-se que a maior dificuldade revelada pelas respostas foi em relação à
área de Saúde Pública, tema da questão que apresentou o maior número de erros. Nas
outras duas questões, os alunos enfrentaram adequadamente os temas previstos, com
restrições quanto à habilidade de expressão escrita e, por vezes, quanto ao conteúdo
técnico pertinente à área de Fonoaudiologia.

83
CAPÍTULO 4 –
PERCEPÇÃO DA PROVA
As análises feitas neste capítulo tratam das percepções dos concluintes da Área
de Fonoaudiologia sobre a prova aplicada no Enade/2016. Estas percepções foram
mensuradas por meio de nove questões que avaliaram desde o grau de dificuldade da
prova até o tempo gasto para concluí-la. As percepções sobre a prova foram
relacionadas com o desempenho dos estudantes e com a Grande Região de
funcionamento do curso. O questionário de percepção da prova encontra-se ao final do
Anexo VII, que traz a reprodução da prova.

O desempenho dos estudantes foi classificado em quatro quartos. Para tanto,


esse desempenho foi ordenado de forma ascendente. O percentil 25, P25, também
conhecido como primeiro quartil, é a nota de desempenho que deixa um quarto (25%)
dos valores observados abaixo e três quartos acima. A Figura 1 apresenta uma
ilustração deste conceito. O quarto inferior de desempenho é composto pelas notas
abaixo do primeiro quartil. Já o percentil 75, P75, também conhecido como terceiro
quartil, é o valor para o qual há três quartos (75%) dos dados abaixo e um quarto acima
dele. O quarto superior de desempenho é composto pelas notas iguais ou acima do
terceiro quartil. O percentil 50, P50, também conhecido como mediana, é o valor que
divide as notas em dois conjuntos de igual tamanho. O segundo quarto inclui valores
entre o primeiro quartil (P25) e a mediana. O terceiro quarto contém os valores entre a
mediana (P50) e o terceiro quartil (P75). Vale ressaltar que percentis, quartis e medianas
são pontos que não obrigatoriamente pertencem ao conjunto original de dados, ao
passo que os quartos são subconjuntos dos dados originais.

Figura 1 – Ilustração esquemática de quartis e quartos

84
A seguir, serão apresentados gráficos com resultados selecionados, relativos às
nove questões avaliadas por grupos de estudantes. Os gráficos apresentam nas barras
o percentual de alunos que assinalaram uma das opções ou a soma das porcentagens
daqueles que assinalaram duas (ou três) delas. Por exemplo, para as questões 1 e 2,
os gráficos apresentam a porcentagem total de participantes que assinalaram as opções
(D) Difícil e (E) Muito difícil. Em cada barra foram assinalados também os extremos do
intervalo de confiança de 95% como linhas verticais unidas por uma linha horizontal na
forma da letra H maiúscula.

As Tabelas no Anexo II apresentam os valores absolutos e a distribuição


percentual18 das alternativas válidas das nove questões, segundo o mesmo recorte de
desempenho dos alunos e Grande Região de funcionamento do curso.

4.1 - GRAU DE DIFICULDADE DA PROVA


4.1.1 - Componente de Formação Geral
Ao avaliarem “Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Formação
Geral?” (Questão 1), 25,9% do grupo de inscritos e presentes optaram pelas alternativas
Difícil ou Muito difícil. Entretanto, para quase dois terços dos estudantes (65,9%), o
Componente de Formação Geral da prova foi considerado com grau de dificuldade
Médio (Gráfico 4.1, Gráfico 4.2 e, no Anexo II, a Tabela II.1).

O percentual de estudantes que consideraram a prova como Difícil ou Muito


difícil foi maior na região Sul, onde a proporção foi de 31,7%, enquanto a de menor
incidência foi a Nordeste, com 19,9%. No Gráfico 4.1, é possível observar que as
diferenças entre a região Nordeste e as regiões Centro-Oeste e Sul são estatisticamente
significativas. Nas Grandes Regiões, a proporção de presentes à prova que
consideraram o Componente de Formação Geral como sendo de grau de dificuldade
Médio esteve entre 61,1% na região Centro-Oeste e 68,8% na região Nordeste.

18Cumpre lembrar uma das convenções para tabelas numéricas (pág. iii) sobre a possibilidade de a soma
das partes não resultar em 100% por questões de arredondamento.

85
Gráfico 4.1 – Percentual de estudantes que avaliaram “o grau de dificuldade desta
prova na parte de Formação Geral” como Difícil ou Muito difícil por Grande Região
– Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

O percentual de alunos que consideraram a prova Difícil ou Muito difícil foi


decrescente em função dos quartos de desempenho: 28,5% no primeiro quarto e 21,9%
no quarto, grupo de melhor desempenho na prova. Nos quartos de desempenho
intermediários, a proporção de alunos que consideraram a prova Difícil ou Muito difícil
foi de 27,6% no segundo quarto e 25,7% no terceiro quarto. As diferenças entre os
quartos não são estatisticamente significativas. Para todos os quartos de desempenho,
a alternativa modal para esta pergunta foi Médio, com 64,9% e 66,7% dos respondentes
nos quartos extremos, primeiro e quarto, respectivamente.

86
Gráfico 4.2 – Percentual de estudantes que avaliaram “o grau de dificuldade desta
prova na parte de Formação Geral” como Difícil ou Muito difícil por Quartos de
Desempenho – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

4.1.2 - Componente de Conhecimento Específico


Ao responderem à Questão 2 – “Qual o grau de dificuldade desta prova na parte
de Componente Específico?” – 27,0% do grupo de estudantes classificaram-na como
Difícil ou Muito difícil. Além disso, o Componente de Conhecimento Específico da prova
foi considerado com grau de dificuldade Médio por 67,4% dos alunos (Gráfico 4.3,
Gráfico 4.4, e, no Anexo II, a Tabela II.2).

A análise das respostas dos estudantes quanto ao grau de dificuldade do


Componente de Conhecimento Específico da prova, agregado por Grande Região,
mostra que a diferença entre a maior e a menor proporções de alunos que a avaliaram
como Difícil ou Muito difícil é estatisticamente significativa: a maior na região Sul (32,4%) e
a menor proporção na região Nordeste (19,5%). O percentual de alunos que classificaram

87
o grau de dificuldade como Médio, no Componente de Conhecimento Específico, variou de
63,8% a 72,8%, para as regiões Sul e Nordeste, respectivamente.

Gráfico 4.3 – Percentual de estudantes que avaliaram “o grau de dificuldade desta


prova na parte de Componente Específico” como Difícil ou Muito difícil por Grande
Região – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Considerando-se a avaliação da dificuldade das questões do Componente de


Conhecimento Específico da prova, de acordo com o desempenho dos estudantes,
observa-se que não há diferença estatisticamente significativa dos resultados entre os
quartos de desempenho. A proporção dos que classificaram a parte específica como
Difícil ou Muito difícil variou de 26,5% (último quarto) a 27,5% (primeiro quarto). A alternativa
modal para a Questão 2 foi o grau Médio, com 68,3% do quarto inferior e 66,4% do superior
optando por esta resposta.

88
Gráfico 4.4 – Percentual de estudantes que avaliaram “o grau de dificuldade desta
prova na parte de Componente Específico” como Difícil ou Muito difícil por
Quartos de Desempenho – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

4.2 - EXTENSÃO DA PROVA EM RELAÇÃO AO TEMPO TOTAL


Indagados quanto à extensão da prova, em relação ao tempo total oferecido para
a sua resolução (Questão 3), os estudantes apontaram, com maior incidência, a
alternativa que considerava a extensão adequada, para todas as agregações
consideradas (Gráfico 4.5, Gráfico 4.6, e, no Anexo II, a Tabela II.3).

O percentual de alunos que responderam ser a extensão da prova adequada foi


de 53,2%. Já 39,8% dos inscritos presentes consideraram que a prova foi longa ou muito
longa, e 6,9% a avaliaram como curta ou muito curta.

Entre as Grandes Regiões, a proporção daqueles que avaliaram a prova como


longa ou muito longa em relação ao tempo total destinado à sua resolução variou de

89
28,0% na região Norte até 42,8% na região Sudeste. A diferença entre a região Norte e
as demais (exceto região Centro-Oeste) é estatisticamente significativa.

Gráfico 4.5 – Percentual de estudantes que avaliaram “a extensão da prova, em


relação ao tempo total” como longa ou muito longa por Grande Região –
Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Considerando-se o desempenho dos alunos, nota-se ainda que 52,0%


consideraram a extensão da prova adequada no quarto de desempenho inferior e 53,9%
no de melhor desempenho (quarto superior). Nos quartos intermediários, esta proporção
foi 53,4% no segundo quarto e 53,6% no terceiro.

No Gráfico 4.6, pode-se constatar que há pequena variação na proporção de


estudantes que consideraram a prova longa ou muito longa em função dos quartos de
desempenho, não sendo observada diferença estatisticamente significativa entre eles.

90
Gráfico 4.6 – Percentual de estudantes que avaliaram “a extensão da prova, em
relação ao tempo total” como longa ou muito longa por Quartos de Desempenho
– Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

4.3 - COMPREENSÃO DOS ENUNCIADOS DAS QUESTÕES


4.3.1 - Componente de Formação Geral
Com relação aos enunciados das questões do Componente de Formação Geral
(Questão 4), as opiniões foram positivas, já que 75,4% dos alunos avaliados
consideraram todos ou a maioria dos enunciados das questões “claros e objetivos”
(Gráfico 4.7, Gráfico 4.8, e, no Anexo II, a Tabela II.4).

Na análise regional, a percentagem de estudantes que avaliaram que todos ou


a maioria dos enunciados das questões do Componente de Formação Geral estavam
“claros e objetivos” variou de 74,2% na região Nordeste a 81,3% na região Norte, não
sendo esta diferença estatisticamente significativa.

91
A análise das percepções dos estudantes sobre a clareza e objetividade dos
enunciados permite afirmar que todos, ou a maioria dos enunciados de questões
relativas ao Componente de Formação Geral, foram considerados “claros e objetivos”
para a maior parte dos respondentes (maior ou igual a 74,2% em todas as regiões e
maior ou igual a 72,7% para todos os quartos de desempenho).

Gráfico 4.7 – Percentual de estudantes que consideraram que todos ou a maioria


dos “enunciados das questões da prova na parte de Formação Geral estavam
claros e objetivos” por Grande Região – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Segundo o desempenho, observa-se que a proporção dos que emitiram esta


opinião, grosso modo, cresce conforme o desempenho aumenta, sem diferenças
estatisticamente significativas entre os quartos de desempenho. No quarto superior, a
clareza e objetividade de todos ou da maioria dos enunciados das questões foi
percebida por 77,5%.

92
Gráfico 4.8 – Percentual de estudantes que consideraram que todos ou a maioria
dos “enunciados das questões da prova na parte de Formação Geral estavam
claros e objetivos” por Quartos de Desempenho – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

4.3.2 - Componente de Conhecimento Específico


Com relação aos enunciados das questões do Componente de Conhecimento
Específico da prova, para 84,0% dos estudantes avaliados da Área de Fonoaudiologia,
a clareza e a objetividade (Questão 5) estavam presentes em todas ou na maioria das
questões (Gráfico 4.9, Gráfico 4.10, e no Anexo II, a Tabela II.5).

A maioria dos estudantes de todas as Grandes Regiões brasileiras considerou


“claros e objetivos” todos ou a maioria dos enunciados das questões do Componente
de Conhecimento Específico da prova, percentual sempre maior ou igual a 81,7%. As
diferenças entre as Grandes Regiões não são estatisticamente significativas.

93
Gráfico 4.9 – Percentual de estudantes que consideraram que todos ou a maioria
dos “enunciados das questões da prova na parte de Componente Específico
estavam claros e objetivos” por Grande Região – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

A proporção de estudantes que consideraram os enunciados das questões


“claros e objetivos” apresenta uma tendência crescente em relação ao aumento de
desempenho: mais elevada no quarto superior (88,1%) se comparada ao quarto inferior
de desempenho (79,8%). A diferença entre estes quartos de desempenho é
estatisticamente significativa.

94
Gráfico 4.10 – Percentual de estudantes que consideraram que todos ou a maioria
“enunciados das questões da prova na parte de Componente Específico estavam
claros e objetivos” por Quartos de Desempenho – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

4.4 - SUFICIÊNCIA DAS INFORMAÇÕES/INSTRUÇÕES FORNECIDAS


Ao avaliarem as informações/instruções fornecidas para a resolução das
questões (Questão 6), 90,0% dos respondentes da Área de Fonoaudiologia de todo o
Brasil afirmaram que estas eram até excessivas ou “suficientes” em todas ou na maioria
das questões (Gráfico 4.11, Gráfico 4.12, e, no Anexo II, a Tabela II.6).

Quanto à distribuição de respondentes pelas Grandes Regiões, observa-se que a


proporção de estudantes que consideraram as informações/instruções fornecidas até
excessivas ou “suficientes” em todas ou na maioria das questões foi sempre igual ou
superior a 86,5%, chegando a 90,9% na região Norte. A diferença entre o maior percentual,
obtido na região Norte, e o menor, da região Centro-Oeste (86,5%) não é estatisticamente
significativa.

95
Gráfico 4.11 – Percentual de estudantes que consideraram como até excessivas
ou “suficientes” em todas ou na maioria das questões “informações/instruções
fornecidas para a resolução das” mesmas por Grande Região – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Levando-se em conta o desempenho dos participantes, notam-se poucas


diferenças estatisticamente significativas entre as opiniões de estudantes por quartos de
desempenho, como mostra o Gráfico 4.12. O percentual de participantes que avaliaram “as
informações/instruções” como até excessivas ou “suficientes” em todas ou na maioria das
questões foi mais elevado no terceiro quarto (92,8%), percentual superior à média nacional
(90,0%). Já no quarto inferior, a suficiência das informações/instruções declarada como até
excessiva, em todas ou na maioria das questões foi percebida por 85,9% dos respondentes.
Há diferença estatisticamente significativa entre o primeiro e o terceiro quartos de
desempenho.

96
Gráfico 4.12 – Percentual de estudantes que consideraram como até excessivas
ou “suficientes” em todas ou na maioria das questões “informações/instruções
fornecidas para a resolução das” mesmas por Quartos de Desempenho –
Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

4.5 - DIFICULDADE ENCONTRADA AO RESPONDER À PROVA


Questionados sobre as dificuldades com as quais depararam ao responder à
prova (Questão 7), 10,6% dos estudantes apontaram o Desconhecimento do conteúdo.
Para 49,2%, a Forma diferente de abordagem do conteúdo foi indicada como
dificuldade. Já a Falta de motivação para fazer a prova foi a dificuldade apontada por
10,0% dos respondentes.

Considerando-se todo o Brasil, 23,0% dos respondentes afirmaram que não


tiveram qualquer tipo de dificuldade para responder à prova (Tabela II.7 no Anexo II).

97
Os Gráficos 4.13 e 4.14 apresentam os percentuais de estudantes que
apontaram o Desconhecimento do conteúdo como dificuldade percebida ao responder
à prova.

Na análise por Grandes Regiões, o percentual de inscritos e presentes que


apontaram o Desconhecimento do conteúdo como dificuldade ao responder à prova não
superou 14,7%. Os percentuais variaram de 7,7% na região Nordeste a 14,7% na
Centro-Oeste, não sendo esta diferença significativa estatisticamente.

A Forma diferente de abordagem do conteúdo foi a escolha modal dos


estudantes, com percentuais que variaram de 44,2% (região Centro-Oeste) a 57,3%
(Sul). O percentual de alunos que citaram a Falta de motivação como dificuldade variou
de 6,4% (região Sul) a 13,1% (região Nordeste). Os que declararam não ter qualquer
tipo de dificuldade para responder à prova variaram de 20,7% na região Sul a 27,6% na
Nordeste.

98
Gráfico 4.13 – Percentual de estudantes que consideraram o Desconhecimento do
conteúdo como a principal “dificuldade ao responder à prova” por Grande Região
– Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Com relação aos quartos de desempenho, o Desconhecimento do conteúdo foi


a opção escolhida por 11,5% dos estudantes do quarto superior e 9,9% do quarto
inferior. A alternativa modal para os alunos, quando agregados pelos quartos de
desempenho, foi que a dificuldade encontrada foi causada pela Forma diferente de
abordagem do conteúdo: 48,3% em ambos os quartos extremos, inferior e superior,
assim o responderam.

99
Gráfico 4.14 – Percentual de estudantes que consideraram o Desconhecimento do
conteúdo como a principal “dificuldade ao responder à prova” por Quartos de
Desempenho – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

4.6 - CONTEÚDOS DAS QUESTÕES OBJETIVAS DA PROVA


Ao analisar os conteúdos das questões objetivas da prova (Questão 8), um
percentual muito pequeno dos estudantes avaliados, apenas 1,2%, afirmou que não
estudou ainda a maioria desses conteúdos (Gráficos 4.15, Gráfico 4.16, e a Tabelas II.8
no Anexo II). A maioria (83,1%) afirmou ter estudado e aprendido muitos ou todos os
conteúdos avaliados.

Na análise por Grande Região, a proporção de respondentes que escolheram a


opção não estudou ainda a maioria desses conteúdos foi pequena. Observa-se que nas
regiões Centro-Oeste (3,9%) e Norte (1,6%), apesar de pequenas, as proporções foram
maiores do que a média nacional (1,2%). Não se observa diferença estatisticamente
significativa entre as regiões.

100
Em todas as regiões, a maioria dos presentes afirmou ter estudado e aprendido
muitos ou todos os conteúdos, com proporções variando entre 75,8% na região Norte e
85,7% na Sul.

Gráfico 4.15 – Percentual de estudantes que informaram que não estudaram ainda
a maioria desses conteúdos por Grande Região – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Considerando-se separadamente as opiniões de estudantes dos quatro quartos


de desempenho, observa-se que, no quarto inferior, 2,5% ofereceram como resposta
que não estudou ainda a maioria desses conteúdos, sendo 0,2% os do quarto superior
com a mesma resposta. A diferença entre os alunos que optaram por este motivo de
dificuldade entre o primeiro e último quartos de desempenho é estatisticamente
significativa.

101
Tendo em conta o quarto superior, 90,8% dos alunos afirmaram ter estudado e
aprendido muitos ou todos os conteúdos. No outro extremo, no primeiro quarto, 74,2%
optaram pelas mesmas categorias. As proporções são crescentes com o desempenho.

Gráfico 4.16 - Percentual de estudantes que informaram que não estudaram ainda
a maioria desses conteúdos por Quartos de Desempenho – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

4.7 - TEMPO GASTO PARA CONCLUIR A PROVA


Ao responderem sobre o tempo de conclusão da prova (Questão 9), a maioria
dos estudantes (82,3%) afirmou ter gasto Entre duas e quatro horas (Gráfico 4.17,
Gráfico 4.18 e, no Anexo II, a Tabela II.9).

Considerando-se as cinco Grandes Regiões brasileiras, o percentual dos que


utilizaram Entre duas e quatro horas para finalizar a prova nas regiões Centro-Oeste

102
(80,4%) e Nordeste (79,4%) foi inferior ao percentual nacional. Nas demais Grandes
Regiões, o percentual de alunos que dispensaram Entre duas e quatro horas para
concluir a prova ficou igual ou acima de 82,8%, como mostra o Gráfico 4.17.

Gráfico 4.17 – Percentual de estudantes que perceberam que gastaram de duas a


quatro horas “para concluir a prova” por Grande Região – Enade/2016 –
Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Uma vez sendo analisadas as alternativas escolhidas pelos estudantes que se


situam nos diferentes quartos de desempenho, não se observa nenhuma tendência de
variação, ainda que uma maior proporção de participantes no quarto superior tenha
declarado ter gasto Entre duas e quatro horas “para concluir a prova” quando
comparadas com os dos quartos inferiores. Também não foram observadas diferenças
estatisticamente significativas entre os quartos de desempenho.

103
Gráfico 4.18 – Percentual de estudantes que perceberam que gastaram de duas a
quatro horas “para concluir a prova” por Quartos de Desempenho – Enade/2016
– Fonoaudiologia
Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

104
CAPÍTULO 5 –
DISTRIBUIÇÃO DOS CONCEITOS
5.1 - PANORAMA NACIONAL DA DISTRIBUIÇÃO DOS CONCEITOS
O Conceito Enade é um indicador de qualidade que avalia o desempenho dos
estudantes a partir dos resultados do Enade. Os valores possíveis vão de 1 (pior
situação) a 5 (melhor situação). As Unidades de Observação com apenas um ou sem
nenhum concluinte participante não obtêm o Conceito Enade, ficando Sem Conceito
(SC).

A Tabela 5.1 apresenta a quantidade e a distribuição de cursos de


Fonoaudiologia participantes do Enade/2016, por faixa de conceito e Grande Região.
Enfatiza-se, mais uma vez, que a diferença entre os cursos tabulados neste capítulo e
no capítulo 2 corresponde aos cursos sem conceito, ou seja, àqueles, em princípio, sem
alunos concluintes que houvessem participado da prova ou àqueles que tivessem tão
somente um aluno concluinte19.

Observando-se os dados da Tabela 5.1, nota-se que, dos 69 cursos


participantes, 24 (34,8%) classificaram-se com conceito 3, o valor modal. Esse foi
também o conceito modal em quase todas as regiões: Nordeste (40,0%), Sudeste
(36,4%) e Sul (35,3%). Na região Centro-Oeste os quatro cursos avaliados foram
alocados aos conceitos 1, 2, 3 e 4 (um curso cada). Na região Norte, a moda foi o
conceito 2, atribuído a 66,7% dos cursos da região. O conceito 2 foi o segundo mais
frequente em nível nacional (27,5%, correspondendo a 19 cursos) e o conceito 4, o
terceiro (20,3%, correspondendo a 14 cursos). Houve, ainda, dois cursos (2,9%) que
receberam conceito 5 e dez cursos (14,5%) que receberam conceito 1. Dos 69 cursos
de Fonoaudiologia, nenhum curso ficou sem conceito (SC).

19 Estes cursos com somente um concluinte não foram considerados no capítulo 2.

105
Tabela 5.1 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Cursos Participantes por
Grande Região, segundo o Conceito Enade – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Grande Região
Conceito Brasil NO NE SE SUL CO
Enade N % N % N % N % N % N %
Total 69 100,0 6 100,0 20 100,0 22 100,0 17 100,0 4 100,0
SC 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0
1 10 14,5 1 16,7 4 20,0 3 13,6 1 5,9 1 25,0
2 19 27,5 4 66,7 5 25,0 4 18,2 5 29,4 1 25,0
3 24 34,8 1 16,7 8 40,0 8 36,4 6 35,3 1 25,0
4 14 20,3 0 0,0 3 15,0 5 22,7 5 29,4 1 25,0
5 2 2,9 0 0,0 0 0,0 2 9,1 0 0,0 0 0,0
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

A região Norte participou com seis cursos ou 8,7% do total nacional. Desses,
quatro cursos receberam o conceito 2, o que equivale a 66,7% do total regional, além
de ser o conceito modal na região, como já comentado. Outros dois cursos ficaram com
conceito 1 e 3 (um curso, cada). Nenhum curso ficou sem conceito (SC) ou com conceito
4 ou 5 nessa região.

A região Nordeste participou com 20 cursos ou 29,0% do total nacional. Nessa


região, oito cursos (40,0% em termos regionais) obtiveram conceito 3, o conceito modal
para a região, como já comentado. Os conceitos 1 e 2 foram atribuídos,
respectivamente, a quatro e a cinco cursos (20,0% e 25,0%, respectivamente). Ainda
nessa região, três cursos (15,0%) foram avaliados com o conceito 4. Nenhum curso
ficou sem conceito (SC) ou recebeu conceito 5.

Dos 22 cursos participantes da região Sudeste (31,9% do total nacional), o


conceito 3 foi o conceito modal, como já anteriormente assinalado, tendo sido obtido por
oito cursos (36,4%). O conceito 1 foi atribuído a três cursos (13,6%) e o conceito 2, a
quatro cursos (18,2%). Receberam os conceitos 4 e 5, respectivamente, cinco cursos
(22,7%) e dois cursos (9,1%). Nessa região, nenhum curso ficou sem conceito (SC).

Os 17 cursos da região Sul corresponderam a 24,6% do total nacional. Como já


indicado, houve predominância do conceito 3, atribuído a 35,3% dos cursos da região
(conceito modal), ou seja, atribuído a seis dos 17 cursos participantes na região Sul. Os
conceitos 2 e 4 foram atribuídos a dez cursos (cinco cursos, cada). Além disso, um curso
recebeu conceito 1. Nenhum curso recebeu conceito 5 ou ficou sem conceito (SC) na
região Sul.

Já dos quatro cursos participantes na região Centro-Oeste (5,8% do total


nacional) ficaram distribuídos entre os conceitos 1, 2, 3 e 4 (um curso, cada), como já
comentado. Nessa região, nenhum curso ficou sem conceito (SC) ou com conceito 5.

106
O Gráfico 5.1 apresenta a distribuição do Conceito Enade segundo Grande
Região: poligonais mais à esquerda representam Grandes Regiões com pior
distribuição, e poligonais mais à direita, Grandes Regiões com melhores conceitos. A
região Norte (linha azul) apresenta os cursos com conceitos mais baixos, ao passo que
as regiões Sudeste (linha vermelha) e Sul (linha roxa) apresentam as distribuições com
valores maiores. Cursos em IES situadas nas regiões Nordeste (linha verde) e Centro-
Oeste (linha preta) apresentam uma situação intermediária.

Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

5.2 - CONCEITOS POR CATEGORIA ADMINISTRATIVA E GRANDE


REGIÃO
A Tabela 5.2 apresenta a distribuição dos cursos participantes do Enade/2016
de Fonoaudiologia, por Categoria Administrativa, de acordo com os conceitos por eles
alcançados, segundo as Grandes Regiões brasileiras. Dos 69 cursos participantes, 21

107
(30,4%) eram ministrados em Instituições Públicas e 48 (69,6%), em Instituições
Privadas.

De acordo com as informações da Tabela 5.2, em termos nacionais, observa-se


que, dos dois cursos avaliados com conceito 5, um era oferecido em IES Públicas e um
em IES Privadas. Dos 21 cursos participantes de IES Públicas, o conceito 3 foi o valor
modal, atribuído a dez cursos (47,6%). Entre os demais cursos de Instituições Públicas
participantes, três cursos foram avaliados com conceitos 1, 2 e 5 (um curso, cada) e oito
receberam conceito 4. Nenhum curso ficou sem conceito (SC).

Na rede privada, o conceito modal foi 2, atribuído a 18 cursos, o correspondente


a 37,5% dos 48 cursos da categoria. Entre os demais cursos participantes, nove (18,8%)
receberam conceito 1, e 14 (29,2%), conceito 3. O conceito 4 foi atribuído a seis cursos
(12,5%) e o conceito 5, a um curso (2,1%). Nenhum curso ficou sem conceito (SC).

108
Tabela 5.2 – Total de Cursos Participantes por Categoria
Administrativa, segundo a Grande Região e o Conceito
Enade – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES
Grande Região / Conceito Enade Total Pública Privada
Brasil 69 21 48
SC 0 0 0
1 10 1 9
2 19 1 18
3 24 10 14
4 14 8 6
5 2 1 1
NO 6 0 6
SC 0 0 0
1 1 0 1
2 4 0 4
3 1 0 1
4 0 0 0
5 0 0 0
NE 20 8 12
SC 0 0 0
1 4 0 4
2 5 1 4
3 8 5 3
4 3 2 1
5 0 0 0
SE 22 7 15
SC 0 0 0
1 3 1 2
2 4 0 4
3 8 3 5
4 5 2 3
5 2 1 1
SUL 17 5 12
SC 0 0 0
1 1 0 1
2 5 0 5
3 6 2 4
4 5 3 2
5 0 0 0
CO 4 1 3
SC 0 0 0
1 1 0 1
2 1 0 1
3 1 0 1
4 1 1 0
5 0 0 0
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Na análise por região, observa-se que, na região Norte, todos os seis cursos
eram de Instituições Privadas (100,0% do total regional – proporção mais elevada do
que a registrada nas demais regiões brasileiras), nenhum dos quais ficou sem conceito
(SC) ou recebeu conceitos 4 ou 5. O conceito modal para as Instituições Privadas na
região foi 2, atribuído a quatro cursos, correspondendo a 66,7% dessa categoria na

109
região. Outros dois cursos foram avaliados com conceitos 1 e 3 (um curso, cada). As
Instituições Públicas não tiveram participação na região Norte.

Na região Nordeste, a rede privada concentrou 12 dos 20 cursos participantes,


o equivalente a 60,0% do total da região, a menor das proporções desta categoria entre
as regiões. Dentre os cursos oferecidos por IES Privadas no Nordeste, nota-se que tais
cursos apresentaram distribuição bimodal, uma vez que as maiores frequências se
concentraram em dois conceitos, os conceitos 1 e 2, atribuídos, cada qual, a quatro
cursos. Três cursos obtiveram conceito 3 e um curso recebeu conceito 4. Nessa
combinação de categoria e região, nenhum curso ficou sem conceito (SC) ou recebeu
conceito 5. As Instituições Públicas da região Nordeste participaram com oito cursos
(40,0% do total da região), a maior das proporções desta categoria nas regiões. Desses,
cinco obtiveram conceito 3, o valor modal, seguidos por outros dois cursos, que
receberam conceito 4. Um curso obteve conceito 2. Nenhum curso ficou sem conceito
(SC) ou recebeu conceito 1 ou 5 nessa região.

Na região Sudeste, a proporção de cursos da rede privada foi 68,2%,


correspondendo a 15 dos 22 cursos participantes. Nessa categoria e região, o conceito
modal foi 3, atribuído a cinco cursos. Nenhum curso ficou sem conceito (SC). Os demais
foram avaliados com conceito 1 (dois cursos), conceito 2 (quatro cursos), conceito 4
(três cursos) e conceito 5 (um curso). Entre os sete cursos oferecidos por Instituições
Públicas na região Sudeste, o conceito modal, também, foi 3, atribuído a três cursos. Os
demais cursos receberam os conceitos 1 (um curso), 4 (dois cursos) e 5 (um curso). Na
região Sudeste, nesta categoria, nenhum curso ficou sem conceito (SC) ou recebeu
conceito 2.

As Instituições Privadas concentraram 12 dos 17 cursos participantes da região


Sul, 70,6% do total regional. Desses, cinco obtiveram conceito 2, o conceito modal.
Nesta combinação de Categoria Administrativa e Grande Região, os conceitos 1 e 3
foram atribuídos a um e a quatro cursos, respectivamente. Dois cursos receberam
conceito 4, e nenhum curso recebeu conceito 5 ou ficou sem conceito (SC). As
Instituições Públicas na região Sul participaram com cinco cursos, dos quais três ficaram
com conceito 4, conceito modal, e dois cursos obtiveram conceito 3.

Na região Centro-Oeste, três dos quatro cursos participantes eram de


Instituições Privadas (75,0% em termos regionais), os quais ficaram alocados nos
conceitos 1, 2 e 3 (um curso, cada). Quanto ao único curso oferecido por Instituições
Públicas na região Centro-Oeste (25,0% do total regional), nota-se que tal curso obteve
conceito 4.

110
O Gráfico 5.2 apresenta a distribuição do Conceito Enade segundo a Categoria
Administrativa da IES. Os cursos em IES Públicas (linha azul) apresentam uma poligonal
mais à direita do que os em IES Privadas (linha verde) e, consequentemente, uma
distribuição de Conceitos Enade com valores maiores.

Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

5.3 - CONCEITOS POR ORGANIZAÇÃO ACADÊMICA E GRANDE


REGIÃO
Na Tabela 5.3, encontra-se a distribuição dos conceitos atribuídos aos cursos
participantes do Enade/2016 na Área de Fonoaudiologia, por Organização Acadêmica,
segundo as Grandes Regiões brasileiras. Dos 69 cursos de Fonoaudiologia
participantes, 41 eram oferecidos em Universidades, 13 em Centros Universitários e 15
em Faculdades. Esta distribuição corresponde a, respectivamente, 59,4%, 18,8% e
21,7% dos cursos.

111
De acordo com os dados apresentados, os dois cursos avaliados com conceito
5 eram vinculados a Universidades. Os cursos vinculados a esse tipo de Organização
Acadêmica tiveram o conceito 3 como conceito modal, atribuído a 16 cursos (39,0%).
Os demais cursos vinculados a Universidades receberam os conceitos 1 (quatro
cursos), 2 (nove cursos), 4 (dez cursos) e conceito 5 (dois cursos, como já mencionado).
Ficaram sem conceito (SC), nenhum curso.

Entre os cursos em Centros Universitários, o conceito modal foi 2, atribuído a


seis cursos (46,2%). Nenhum curso vinculados a esse tipo de Organização Acadêmica
ficou sem conceito (SC) ou com conceito 4 ou 5, e os outros cursos receberam os
conceitos 1 (três cursos) e 3 (quatro cursos).

Dos 15 cursos mantidos por Faculdades, nota-se que tais cursos apresentaram
distribuição multimodal, uma vez que as maiores frequências se concentraram em três
conceitos, os conceitos 2, 3 e 4, atribuídos, cada qual, a quatro cursos. Três cursos
ficaram com conceito 1 e nenhum curso ficou sem conceito (SC) ou com conceito 5.

112
Tabela 5.3 – Total de Cursos Participantes por Organização Acadêmica,
segundo a Grande Região e o Conceito Enade – Enade/2016 – Fonoaudiologia
Organização Acadêmica da IES
Centros
Grande Região / Conceito Enade Total Universidades universitários Faculdades
Brasil 69 41 13 15
SC 0 0 0 0
1 10 4 3 3
2 19 9 6 4
3 24 16 4 4
4 14 10 0 4
5 2 2 0 0
NO 6 2 2 2
SC 0 0 0 0
1 1 1 0 0
2 4 1 1 2
3 1 0 1 0
4 0 0 0 0
5 0 0 0 0
NE 20 12 3 5
SC 0 0 0 0
1 4 1 1 2
2 5 2 2 1
3 8 7 0 1
4 3 2 0 1
5 0 0 0 0
SE 22 15 2 5
SC 0 0 0 0
1 3 2 1 0
2 4 2 1 1
3 8 6 0 2
4 5 3 0 2
5 2 2 0 0
SUL 17 10 4 3
SC 0 0 0 0
1 1 0 0 1
2 5 3 2 0
3 6 3 2 1
4 5 4 0 1
5 0 0 0 0
CO 4 2 2 0
SC 0 0 0 0
1 1 0 1 0
2 1 1 0 0
3 1 0 1 0
4 1 1 0 0
5 0 0 0 0
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Considerando-se separadamente as regiões brasileiras, verifica-se que, na


região Norte, as Universidades participaram com dois dos seis cursos participantes,
sendo que um recebeu conceito 1 e outro conceito 2.

113
Os Centros Universitários da região Norte foram representados, também, por
dois cursos, dos quais um ficou com conceito 2 e outro com conceito 3. As Faculdades
participaram com dois, estes receberam conceito 2.

Na região Nordeste, as Universidades participaram com 12 dos 20 cursos da


Área de Fonoaudiologia oferecidos na região, nenhum dos quais ficou sem conceito
(SC) ou com conceito 5. O conceito modal foi 3, atribuído a sete cursos, enquanto os
conceitos 2 e 4 foram atribuídos a quatro cursos (dois cursos, cada). Obtiveram o
conceito 2 dois cursos. Nenhum curso oferecido por Universidades no Nordeste recebeu
conceito 1.

Os Centros Universitários contaram com três cursos participantes na região


Nordeste. Esses obtiveram conceitos 2 (dois cursos, conceito modal) e 1 (um curso). As
Faculdades foram representadas por cinco cursos na região Nordeste, dois dos quais
obtiveram, o conceito modal, 1. Outros três cursos ficaram com conceitos 2, 3 e 4 (um
curso, cada).

Na região Sudeste, as Universidades concentraram 15 dos 22 cursos de


Fonoaudiologia da região. Entre os cursos em Universidades, nessa região, o conceito
modal foi 3, atribuído a seis cursos. Os demais cursos receberam os conceitos 1, 2 e 5
(dois cursos, cada) e 4 (três cursos). Nenhum curso ficou sem conceito (SC).

Os Centros Universitários participaram com dois cursos na região Sudeste, dos


quais um ficou com conceito 1 e o outro com conceito 2. Já as Faculdades foram
representadas por cinco cursos na região Sudeste, nenhum dos quais ficou sem
conceito (SC) ou recebeu conceito 1 ou 5. Aos demais cursos foram atribuídos os
conceitos modais 3 e 4 (dois cursos, cada) e 2 (um curso, cada).

Dos 17 cursos da região Sul, dez eram de Universidades, para os quais o


conceito modal foi 4, atribuído a quatro cursos. Nesse tipo de organização, nenhum
curso ficou sem conceito (SC) ou recebeu conceitos 1 ou 5. Os demais cursos
receberam os conceitos 2 e 3 (três cursos, cada).

Dos quatro cursos participantes de Centros Universitários da região Sul, dois


cursos ficaram com conceito 2 e outros dois com conceito 3. Os três cursos vinculados
a Faculdades na região Sul ficaram com conceitos 1, 3 e 4 (um curso, cada).

Na região Centro-Oeste, dois dos quatro cursos eram de Universidades. Um


recebeu conceito 2 e outro, conceito 4.

114
Os Centros Universitários da região Centro-Oeste contaram com somente dois
cursos, que obtiveram os conceitos 1 e 3, um curso cada. As Faculdades na região
Centro-Oeste não tiveram participação.

O Gráfico 5.3 apresenta a distribuição do Conceito Enade segundo a


Organização Acadêmica da IES. Os cursos em Universidades (linha azul) apresentam
uma poligonal mais à direita do que as demais, denotando uma melhor distribuição de
Conceitos Enade. No outro extremo, temos os cursos oferecidos em Centros
Universitários (linha verde) com a poligonal mais à esquerda e, consequentemente, uma
distribuição de Conceitos Enade com menores valores. IES de Faculdades (linha
vermelha) apresentam uma situação intermediária.

Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

115
CAPÍTULO 6 –
CARACTERÍSTICAS DOS ESTUDANTES E
COORDENADORES E IMPRESSÕES
SOBRE ATIVIDADES ACADÊMICAS E
EXTRACURRICULARES
Neste capítulo, serão apresentadas características dos estudantes e dos
coordenadores da Área de Fonoaudiologia. A primeira seção tratará dos estudantes e
de algumas comparações nas opiniões de estudantes e coordenadores. A segunda
seção tratará dos coordenadores que responderam o questionário pertinente. A íntegra
das tabelas desagregadas ainda por quartos de desempenho e sexo dos estudantes
está disponível no Anexo III. O Anexo IV apresenta o cruzamento das informações
correspondentes dos questionários dos estudantes e dos coordenadores de cursos. Os
Anexos V e VI apresentam, respectivamente, a íntegra dos questionários do estudante
e do coordenador.

6.1 - PERFIL DO ESTUDANTE


Para o levantamento das características dos estudantes de Fonoaudiologia que
participaram do Enade/2016, o universo foi constituído por 1.836 inscritos que
compareceram à prova e responderam ao “Questionário do Estudante” na página do
Inep. É possível que alguns estudantes não tenham respondido integralmente o
questionário e em algumas tabelas, a população analisada não será de todos os
participantes. Nesta seção, serão apresentadas tabelas com informações selecionadas
do questionário, além das informações de sexo e idade fornecidas pela IES. Algumas
impressões dos estudantes e dos coordenadores sobre o funcionamento do curso são
cotejadas nesta seção.

6.1.1 - Características demográficas e socioeconômicas20


A Tabela 6.1 apresenta a distribuição por sexo dos respondentes segundo o
Grupo etário, e a Média e o Desvio padrão das idades. As percentagens que

20Cumpre lembrar uma das convenções para tabelas numéricas (pág. iii) sobre a possibilidade de a soma
das partes não resultar em 100% por questão de arredondamento.

116
representam as participações de uma dada combinação de sexo e grupo etário somam
100% para cada modalidade. Tabelas equivalentes às encontradas nesta seção, mas
que consideraram percentagens que somam 100% nas colunas, estão disponíveis no
Anexo III.

Constatou-se que os estudantes da Área de Fonoaudiologia eram, em sua maior


parte, do sexo Feminino (90,1%) e do segmento mais jovem, até 24 anos (66,3%). A
proporção de estudantes nos grupos etários diminui com o aumento da idade para os
estudantes em ambos os sexos.

Para ambos os sexos, o grupo etário que apresentou a segunda maior frequência
de estudantes foi o entre 25 e 29 anos, com 17,0% do total: 14,7% sendo do sexo
Feminino nesse grupo etário e 2,3% do sexo Masculino.

Em 2016, a Média das idades dos concluintes do sexo Masculino de


Fonoaudiologia foi maior do que a do sexo Feminino, respectivamente 26,3 e 24,7 anos.
Já o Desvio padrão das idades foi menor para os estudantes do sexo Feminino (6,0) do
que para os do sexo Masculino (7,2).

Tabela 6.1 - Distribuição percentual do total de


estudantes por Sexo, segundo o Grupo etário, a Média e
o Desvio padrão das idades - Enade/2016 -
Fonoaudiologia
Sexo
Grupo etário Total Feminino Masculino
até 24 anos. 66,3% 60,8% 5,4%
entre 25 e 29 anos. 17,0% 14,7% 2,3%
entre 30 e 34 anos. 7,9% 7,0% 0,9%
entre 35 e 39 anos. 4,4% 4,0% 0,4%
entre 40 e 44 anos. 2,7% 2,4% 0,3%
acima de 45 anos. 1,7% 1,2% 0,5%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Média 24,9 24,7 26,3
Desvio padrão 6,1 6,0 7,2
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

A Tabela 6.2 ilustra a distribuição dos inscritos segundo a sua Cor ou raça por
sexo e Indicação de Ingresso por Política de Ação Afirmativa ou Inclusão Social. Entre
os concluintes, 49,2 % dos estudantes se declararam de Cor ou raça Branca (45,6% do
sexo Feminino e 3,6% do sexo Masculino). Os que se declararam de Cor ou raça Parda
corresponderam a 34,9% do total de estudantes (30,8% do sexo Feminino e 4,1% do
sexo Masculino). Já os que declararam Preta representam 10,2% do universo: 8,6% do
sexo Feminino e 1,7% do sexo Masculino. Além disso, 4,0% declararam-se como

117
Amarela, 0,5% como Indígena e 1,1% dos estudantes não declarou sua Cor ou raça
(Não quero declarar).

Já quando se considera também o Ingresso por política de ação afirmativa ou


inclusão social, é maior a proporção dos que se declararam brancos ou amarelos entre
os que não ingressaram por alguma política de ação afirmativa ou inclusão social. A
situação inversa se observa para os que se declararam pretos, pardos ou indígenas.

Tabela 6.2 - Distribuição percentual de estudantes por Sexo e Indicação de Ingresso por
Política de Ação Afirmativa ou Inclusão Social, segundo a Cor ou raça - Enade/2016 -
Fonoaudiologia
Ingresso por Política de Ação Afirmativa ou Inclusão Social
Total Não Sim
Sexo Sexo Sexo
Cor/raça Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino Total Feminino Masculino
Branca. 49,2% 45,6% 3,6% 52,1% 48,3% 3,8% 40,4% 37,4% 3,0%
Preta. 10,2% 8,6% 1,7% 8,5% 7,0% 1,5% 15,4% 13,3% 2,2%
Amarela. 4,0% 3,7% 0,3% 4,4% 3,9% 0,4% 3,0% 3,0% 0,0%
Parda. 34,9% 30,8% 4,1% 33,5% 30,1% 3,4% 39,1% 33,0% 6,1%
Indígena. 0,5% 0,4% 0,1% 0,5% 0,4% 0,1% 0,4% 0,4% 0,0%
Não quero declarar. 1,1% 1,0% 0,1% 1,0% 0,9% 0,1% 1,5% 1,3% 0,2%
Total 100,0% 90,1% 9,9% 100,0% 90,7% 9,3% 100,0% 88,5% 11,5%
Fonte MEC/Inep/Daes - Enade/2016

Com relação à faixa de renda mensal familiar declarada pelos estudantes de


Fonoaudiologia, a Tabela 6.3 detalha os resultados obtidos. A faixa de renda familiar
mensal modal para os estudantes foi a De 1,5 a 3 salários mínimos (R$ 1.320,01 a R$
2.640,00): 32,0%, sendo 29,0% para o sexo Feminino e 3,0% para o sexo Masculino.

A segunda faixa de renda de maior frequência para o total de estudantes (21,2%)


foi a imediatamente anterior, Até 1,5 salário mínimo (até R$ 1.320,00). Já a terceira faixa
de renda em ordem de frequência para ambos os sexos foi De 3 a 4,5 salários mínimos
(R$ 2.640,01 a R$ 3.960,00), com 18,5% do total de estudantes (16,6% do sexo
Feminino e 1,9% do sexo Masculino).

Somando-se os percentuais totais das três faixas de renda mais elevadas (acima
de 6 salários mínimos ou R$ 5.280,01), obtém-se o correspondente a 14,3% dos
estudantes, 12,8% para o sexo Feminino e 1,5% para o sexo Masculino. No extremo
oposto da renda familiar, respectivamente, 21,2%, 18,7% e 2,5% dos estudantes
declararam que a renda familiar era de Até 1,5 salário mínimo (até R$ 1.320,00).

118
Tabela 6.3 - Distribuição percentual do total de estudantes por Sexo, segundo a
Faixa de renda mensal familiar - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Sexo
Faixa de renda mensal familiar Total Feminino Masculino
Até 1,5 salário mínimo (até R$ 1.320,00). 21,2% 18,7% 2,5%
De 1,5 a 3 salários mínimos (R$ 1.320,01 a R$ 2.640,00). 32,0% 29,0% 3,0%
De 3 a 4,5 salários mínimos (R$ 2.640,01 a R$ 3.960,00). 18,5% 16,6% 1,9%
De 4,5 a 6 salários mínimos (R$ 3.960,01 a R$ 5.280,00). 14,0% 13,0% 1,0%
De 6 a 10 salários mínimos (R$ 5.280,01 a R$ 8.800,00). 9,3% 8,4% 0,9%
De 10 a 30 salários mínimos (R$ 8.800,01 a R$ 26.400,00). 4,6% 4,0% 0,6%
Acima de 30 salários mínimos (mais de R$ 26.400,00). 0,4% 0,4% 0,0%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

A Tabela 6.4 apresenta a distribuição dos estudantes com respeito à existência


de renda e sustento. Entre os concluintes, a alternativa modal foi: Não tenho renda e
meus gastos são financiados pela minha família ou por outras pessoas (59,6%), sendo
55,0% do sexo Feminino e 4,5% do sexo Masculino. A alternativa Tenho renda, mas
recebo ajuda da família ou de outras pessoas para financiar meus gastos correspondeu
a 17,2% dos estudantes, 15,4% do sexo Feminino e 1,7% do sexo Masculino. Em
contrapartida, agrupando as três últimas categorias que marcam a independência do
estudante quanto à renda, aqueles que declararam ter renda própria e não precisar de
ajuda, ter renda e contribuir para o sustento da família ou ser o principal responsável
pelo sustento da família não passaram de 11,6% dos estudantes, 9,5% do sexo
Feminino e 2,1% do sexo Masculino.

Agrupando as três primeiras categorias, já que todas se referem a indivíduos que


dependem de outros para o seu sustento, constata-se que este grupo constitui 88,4%
dos alunos concluintes dos cursos da Área de Fonoaudiologia.

Tabela 6.4 - Distribuição percentual do total de estudantes por Sexo, segundo a


Situação de renda e o sustento da família - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Sexo
Situação de renda e sustento Total Feminino Masculino
Não tenho renda e meus gastos são financiados por programas 11,7% 10,2% 1,5%
governamentais.
Não tenho renda e meus gastos são financiados pela minha família ou 59,6% 55,0% 4,5%
por outras pessoas.
Tenho renda, mas recebo ajuda da família ou de outras pessoas para 17,2% 15,4% 1,7%
financiar meus gastos.
Tenho renda e não preciso de ajuda para financiar meus gastos. 3,1% 2,3% 0,8%
Tenho renda e contribuo com o sustento da família. 6,6% 5,8% 0,8%
Sou o principal responsável pelo sustento da família. 2,0% 1,4% 0,6%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

119
A distribuição por Sexo dos estudantes concluintes do curso de Fonoaudiologia
quanto ao Grau de escolaridade do pai, pode ser verificada na Tabela 6.5. O grupo
modal para todos os estudantes foi Ensino Médio, nas proporções de 37,7% para o total
de concluintes, 34,3% do sexo Feminino e 3,3% do sexo Masculino. Agregando-se as
três últimas categorias de maior escolaridade (Ensino Médio, Graduação e Pós-
graduação) constata-se que um pouco mais da metade (55,3%) dos estudantes de
Fonoaudiologia têm pai com escolaridade de pelo menos Ensino Médio, sendo 51,0%
do sexo Feminino e 4,3% do sexo Masculino.

A segunda alternativa de resposta com maior frequência foi Ensino


Fundamental: 1º ao 5º ano (1ª a 4ª série), com 24,9% dos concluintes, 22,1% do sexo
Feminino e 2,8% do Masculino). Para os que afirmaram que o pai cursou o Ensino
Fundamental do 6º até o 9º ano, a percentagem foi de 15,4% do total de estudantes
(13,5% do sexo Feminino e 1,9% do sexo Masculino). Quanto aos estudantes que
declararam que o pai cursou o Educação Superior – Graduação, a porcentagem foi de
13,2% (12,8% do sexo Feminino e 0,4% do sexo Masculino). No extremo oposto, estão
aqueles que afirmaram que a escolaridade do pai era Nenhuma com, respectivamente,
4,4%, 3,6% e 0,8%, para total de estudantes, sexo Feminino e Masculino.

Tabela 6.5 - Distribuição percentual do total de estudantes por Sexo ,


segundo o Grau de escolaridade do pai - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Sexo
Grau de escolaridade do pai Total Feminino Masculino
Nenhuma. 4,4% 3,6% 0,8%
Ensino Fundamental: 1º ao 5º ano (1ª a 4ª série). 24,9% 22,1% 2,8%
Ensino Fundamental: 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série). 15,4% 13,5% 1,9%
Ensino Médio. 37,7% 34,3% 3,3%
Educação Superior - Graduação. 13,2% 12,8% 0,4%
Pós-graduação. 4,5% 3,9% 0,6%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Quanto à escolaridade da mãe, a Tabela 6.6 revela situação semelhante ao da


escolaridade do pai: 36,1% dos estudantes (33,1% do sexo Feminino e 2,9% do sexo
Masculino) declararam ter mãe com Ensino Médio. Agregando-se este percentual à
Educação Superior – Graduação e Pós-graduação, tem-se que 64,0% dos estudantes
(58,5% do sexo Feminino e 5,5% do sexo Masculino) têm mães com pelo menos Ensino
Médio.

A escolaridade da mãe, quando comparada à declarada para o pai, foi


ligeiramente superior para ambos os sexos do estudante: uma proporção menor de
mães do que de pais está declarada como sem nenhuma escolaridade. No outro

120
extremo, a proporção de mães com pelo menos Ensino Médio é mais elevada que a de
pais.

Tabela 6.6 - Distribuição percentual do total de estudantes por Sexo,


segundo o Grau de escolaridade da mãe - Enade/2016 -
Fonoaudiologia
Sexo
Grau de escolaridade da mãe Total Feminino Masculino
Nenhuma. 2,3% 1,9% 0,4%
Ensino Fundamental: 1º ao 5º ano (1ª a 4ª série). 18,7% 16,6% 2,2%
Ensino Fundamental: 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série). 15,0% 13,2% 1,7%
Ensino médio. 36,1% 33,1% 2,9%
Educação Superior - Graduação. 17,1% 15,5% 1,5%
Pós-graduação. 10,8% 9,8% 1,0%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

A respeito do tipo de curso concluído no Ensino Médio, cujos resultados estão


expostos na Tabela 6.7, verifica-se que a maior parte dos estudantes realizou o Ensino
Médio tradicional, 85,9% (77,8% do sexo Feminino e 8,2% do sexo Masculino). Já
aqueles que declararam ter frequentado cursos Profissionalizante técnico (eletrônica,
contabilidade, agrícola, outro) representaram 6,3% do total de concluintes de
Fonoaudiologia (5,8% do sexo Feminino e 0,5% do sexo Masculino) e os oriundos da
EJA (Educação de Jovens e Adultos) constituíram 3,9% (3,2% do sexo Feminino e 0,7%
do sexo Masculino).

Tabela 6.7 - Distribuição percentual do total de estudantes por Sexo, segundo o Tipo
de curso concluído no Ensino Médio - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Sexo
Tipo de curso de Ensino Médio Total Feminino Masculino
Ensino médio tradicional. 85,9% 77,8% 8,2%
Profissionalizante técnico (eletrônica, contabilidade, agrícola, outro). 6,3% 5,8% 0,5%
Profissionalizante magistério (Curso Normal). 3,5% 3,2% 0,3%
Educação de Jovens e Adultos (EJA) e/ou Supletivo. 3,9% 3,2% 0,7%
Outro modalidade. 0,4% 0,2% 0,2%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

A Tabela 6.8 apresenta a distribuição do tipo de escola cursada no Ensino Médio,


segundo a Categoria Administrativa da Instituição frequentada no Ensino Superior e o
sexo dos estudantes concluintes de cursos de Fonoaudiologia. O percentual de
estudantes que se graduavam em IES Públicas e cursaram todo o Ensino Médio em
escolas públicas foi de 51,4%. As percentagens correspondentes, quando
desagregadas por sexo, são respectivamente 57,1% e 50,8% para o sexo Masculino e
para o sexo Feminino. Dos que se graduavam em IES Privadas, 69,6% fizeram o Ensino

121
Médio em escolas públicas, sendo 70,4% entre os do sexo Masculino e 69,5% entre os
do sexo Feminino.

Cursaram todo o Ensino Médio em escolas privadas 40,4% daqueles que se


graduavam em IES Públicas, e 20,1% daqueles que se graduavam em IES Privadas.
Dentre os que estavam estudando em IES Públicas e eram do sexo Masculino, 39,3%
provinham de escolas privadas; dentre os do sexo Feminino, 40,5% tinham a mesma
procedência.

Tais resultados mostram uma tendência nos cursos de Ensino Superior: alunos
provenientes de escolas públicas realizam cursos superiores, em maior medida, em IES
Privadas, ao passo que estudantes que frequentaram escolas privadas no Ensino
Médio, têm maior probabilidade de realizar a educação superior em IES Públicas,
conforme pode ser verificado na Área de Fonoaudiologia. Esta observação é
corroborada por um teste qui-quadrado realizado para verificar se a distribuição de tipo
de escola cursada no segundo grau foi a mesma para os estudantes graduando-se em
IES Públicas e Privadas.

Tabela 6.8 - Distribuição percentual na coluna de estudantes por Sexo e Categoria


Administrativa da IES, segundo o Tipo de escola cursada no Ensino Médio - Enade/2016
- Fonoaudiologia
Sexo
Total Masculino Feminino
Categoria Administrativa da Categoria Administrativa da Categoria Administrativa da
IES IES IES
Tipo de escola cursada Pública Privada Pública Privada Pública Privada
Todo em escola pública. 51,4% 69,6% 57,1% 70,4% 50,8% 69,5%
Todo em escola privada 40,4% 20,1% 39,3% 15,2% 40,5% 20,7%
(particular).
Todo no exterior. 0,0% 0,1% 0,0% 0,0% 0,0% 0,1%
A maior parte em escola 3,5% 5,5% 1,8% 6,4% 3,7% 5,4%
pública.
A maior parte em escola 4,6% 4,5% 1,8% 8,0% 4,9% 4,1%
privada (particular).
Parte no Brasil e parte 0,0% 0,2% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2%
no exterior.
Total 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0% 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

6.1.2 - Características relacionadas ao hábito de estudo, acervo da


biblioteca e estudo extraclasse
Com relação aos hábitos de estudo, no tocante às Horas de estudo fora das
aulas, o grupo modal para os estudantes de Fonoaudiologia afirmou estudar de quatro
a sete horas por semana, correspondendo a 33,4% dos estudantes (30,3% do sexo
Feminino e 3,1% do sexo Masculino). Logo em seguida, em frequência, estudaram uma

122
a três horas por semana 32,9% dos concluintes (29,3% do sexo Feminino e 3,7% do
sexo Masculino).

A declaração de que estudaram de oito a doze horas semanais foi dada por
16,7% do total de estudantes concluintes (15,3% do sexo Feminino e 1,5% do sexo
Masculino). Os valores correspondentes para os que declararam estudar mais de doze
horas semanais foi 15,7% (14,3% do sexo Feminino e 1,4% do sexo Masculino). A
Tabela 6.9 apresenta os resultados relativos a esse quesito de forma mais detalhada.

Tabela 6.9 - Distribuição percentual do total de estudantes


por Sexo, segundo as Horas de estudo semanais fora das
aulas - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Sexo
Horas de estudo Total Feminino Masculino
Nenhuma, apenas assisto às aulas. 1,2% 1,0% 0,2%
De uma a três. 32,9% 29,3% 3,7%
De quatro a sete. 33,4% 30,3% 3,1%
De oito a doze. 16,7% 15,3% 1,5%
Mais de doze. 15,7% 14,3% 1,4%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Algumas questões propostas no “Questionário do Estudante” pedem que seja


manifestado um grau de discordância/concordância numa escala numérica ordinal de 6
níveis que podem ser descritos como: Discordo totalmente, Discordo, Discordo
parcialmente, Concordo parcialmente, Concordo e Concordo totalmente. As questões
analisadas no restante da Seção são desse tipo por sexo e modalidade de ensino.

Com relação à assertiva “A biblioteca dispôs das referências bibliográficas que


os estudantes necessitaram”, 51,5% do total de estudantes (46,1% do sexo Feminino e
5,4% do sexo Masculino) optaram pelo nível mais alto de concordância, Concordo
totalmente, a alternativa modal (ver Tabela 6.10).

Como já comentado, existe um gradiente entre as respostas e nota-se que,


depois da classe modal, há uma queda nas proporções com as escolhas que se
distanciam de concordância plena.

A segunda classe de concordância/discordância mais mencionada foi o nível


contíguo, Concordo, indicada por 22,7% do total de estudantes (20,6% do sexo
Feminino e 2,0% do sexo Masculino). Já 11,8% do total de estudantes concordaram
parcialmente com essa declaração (10,6% do sexo Feminino e 1,2% do sexo
Masculino).

123
Os estudantes que optaram pelo nível de concordância/discordância seguinte,
Discordo parcialmente, foram 6,7% (6,4% do sexo Feminino e 0,4% do sexo Masculino).
Apenas 4,6% do total de estudantes optaram pelo nível Discordo (4,1% do sexo
Feminino e 0,5% do sexo Masculino). Finalizando, no extremo de total discordância do
gradiente, encontram-se 2,7 % do total de estudantes (2,4% do sexo Feminino e 0,3%
do sexo Masculino). Tais dados podem ser contemplados na Tabela 6.10.

Tabela 6.10 - Distribuição percentual do total de


estudantes por Sexo, segundo o Nível de
Discordância/Concordância com a assertiva "A
biblioteca dispôs das referências bibliográficas que os
estudantes necessitaram" - Enade/2016 -
Fonoaudiologia

Nível de Discordância / Sexo


Concordância Total Feminino Masculino
Discordo totalmente. 2,7% 2,4% 0,3%
Discordo. 4,6% 4,1% 0,5%
Discordo parcialmente. 6,7% 6,4% 0,4%
Concordo parcialmente. 11,8% 10,6% 1,2%
Concordo. 22,7% 20,6% 2,0%
Concordo totalmente. 51,5% 46,1% 5,4%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Os resultados referentes aos níveis de discordância/concordância, com respeito


à assertiva “A instituição contou com biblioteca virtual ou conferiu acesso a obras
disponíveis em acervos virtuais” que os estudantes de Fonoaudiologia, segundo sexo,
utilizam ou utilizaram durante o curso, estão apresentados na Tabela 6.11. Nota-se que
56,9% do total de estudantes (51,2% do sexo Feminino e 5,7% do sexo Masculino)
concordaram totalmente com esta declaração (alternativa modal).

Para essa questão, também, nota-se que, depois da classe modal, há uma
queda nas proporções com os níveis que se distanciam de concordância plena, com um
ligeiro crescimento no outro extremo, o da discordância plena.

O nível seguinte de discordância/concordância, Concordo, foi indicado por


18,3% do total de estudantes, (16,8% do sexo Feminino e 1,5% do sexo Masculino). Já
9,9% do total de respondentes (8,8% do sexo Feminino e 1,1% do sexo Masculino)
concordaram parcialmente com essa declaração.

O nível mais leve de discordância, Discordo parcialmente, foi escolhido por 5,2%
do total de estudantes (4,9% do sexo Feminino e 0,2% do sexo Masculino). Apenas
4,7% do total de estudantes afirmaram discordar da assertiva (4,0% do sexo Feminino
e 0,7% do sexo Masculino). Finalizando, no extremo de total discordância do gradiente,

124
encontram-se 5,0% dos estudantes (4,4% do sexo Feminino e 0,6% do sexo Masculino),
valor acima do observado para o nível anterior.

Tabela 6.11 - Distribuição percentual do total de


estudantes por Sexo, segundo o Nível de
Discordância/Concordância com a assertiva "A
instituição contou com biblioteca virtual ou conferiu
acesso a obras disponíveis em acervos virtuais" -
Enade/2016 - Fonoaudiologia

Nível de Discordância / Sexo


Concordância Total Feminino Masculino
Discordo totalmente. 5,0% 4,4% 0,6%
Discordo. 4,7% 4,0% 0,7%
Discordo parcialmente. 5,2% 4,9% 0,2%
Concordo parcialmente. 9,9% 8,8% 1,1%
Concordo. 18,3% 16,8% 1,5%
Concordo totalmente. 56,9% 51,2% 5,7%
Total 100,0% 90,1% 9,9%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

6.1.3 - Comparação do nível de discordância/concordância de


estudantes e Coordenadores com respeito às atividades acadêmicas
e extraclasses
Os questionários do estudante (Anexo V) e o questionário do coordenador
(Anexo VI) apresentam algumas questões em comum. Para cotejar a opinião do aluno
e do coordenador, foram tabuladas as respostas de ambos para essas questões em
comum. Nesta seção são comparadas as questões relativas às atividades acadêmicas
utilizando-se tabelas com frequências relativas. No Anexo IV, as tabelas para todas as
comparações possíveis (questões em comum) são disponibilizadas em números
absolutos. Como cada coordenador de curso corresponde a um conjunto de alunos, a
informação do coordenador é obrigatoriamente repetida para aquele conjunto. Em cada
tabela, a última coluna (Total) apresenta a distribuição das respostas dos alunos, e a
última linha (Total), a distribuição das respostas dos coordenadores ponderada pelo
número de alunos do seu curso. Idealmente, no caso de total afinamento de opiniões
(alunos e coordenador de cada curso escolhendo o mesmo nível de
concordância/discordância), os dados estariam concentrados na diagonal descendente.

Os resultados da Tabela 6.12 comparam os graus de discordância/concordância


dos estudantes da área de Fonoaudiologia e coordenadores dos cursos, com relação à
assertiva “São oferecidas condições para os estudantes participarem de eventos
internos e/ou externos à instituição”. Idealmente, no caso de total afinamento de
opiniões, os dados estariam concentrados na diagonal descendente.

125
Coordenadores são mais otimistas que os seus estudantes: a distribuição
marginal desses coordenadores aponta para uma maior proporção dos níveis mais altos
de concordância. Em linhas gerais, podemos dizer que, para um dado nível de
discordância/concordância do estudante (uma linha da tabela), as proporções dos
coordenadores são crescentes com o nível de concordância. Esse comentário serve
também para a distribuição marginal dos coordenadores: a proporção aumenta com o
nível de concordância com a assertiva.

O simétrico é também válido, pelo menos para os três níveis de concordância


dos coordenadores: para um dado nível (uma coluna da tabela), as proporções dos
estudantes são crescentes com o nível de concordância. Para os níveis de discordância
do coordenador com a assertiva, os poucos dados não permitem reconhecer um padrão:
3,4% dos coordenadores optou pelos níveis de discordância. Para a distribuição
marginal dos estudantes, os valores são crescentes com a proximidade da concordância
total.

Tabela 6.12 - Distribuição percentual do total de estudantes por Nível de


Discordância/Concordância do Coordenador com a assertiva "São oferecidas
condições para os estudantes participarem de eventos internos e/ou externos à
instituição", segundo a mesma informação para o Estudante - Enade/2016 -
Fonoaudiologia
Coordenador
Discordo Discordo Concordo Concordo
Estudante totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,1% 0,2% 0,5% 0,8% 1,5%
Discordo. 0,0% 0,1% 0,1% 0,2% 1,4% 1,7% 3,4%
Discordo parcialmente. 0,0% 0,0% 0,3% 0,3% 1,2% 2,0% 3,9%
Concordo parcialmente. 0,0% 0,2% 0,2% 0,8% 2,5% 6,6% 10,4%
Concordo. 0,0% 0,4% 0,8% 1,0% 3,8% 13,4% 19,3%
Concordo totalmente. 0,0% 0,3% 1,0% 1,5% 7,5% 51,2% 61,5%
Total 0,0% 1,0% 2,4% 4,0% 16,9% 75,7% 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Os resultados da Tabela 6.13 comparam os níveis de discordância/concordância


dos estudantes da área de Fonoaudiologia e coordenadores dos cursos, com relação à
assertiva “São oferecidas regularmente oportunidades para os estudantes participarem
de projetos de iniciação científica e de atividades que estimulam a investigação
acadêmica”.

Estudantes são menos otimistas que os seus coordenadores: a distribuição


marginal desses estudantes aponta para uma menor proporção de concordância. Em
particular, apenas 63,1% dos alunos concordam plenamente com a asserção por
oposição a 80,9% dos coordenadores (lembrar que é um valor ponderado pelo número

126
de concluintes do curso). Grosso modo, podemos dizer que, para um dado nível de
discordância/concordância do coordenador (coluna da tabela), as proporções dos
estudantes são crescentes com o nível de concordância. Esse padrão só é notável para
os níveis de concordância dos coordenadores. Níveis de discordância apresentam
poucos dados e nenhum padrão notável: 5,2% dos coordenadores optaram pelos
mesmos.

O simétrico é também válido: para um dado nível de concordância do estudante


(linha da tabela), as proporções dos coordenadores são crescentes com nível de
concordância. O padrão é bem claro para todos os níveis de concordância do estudante.

Tabela 6.13 - Distribuição percentual do total de estudantes por Nível de


Discordância/Concordância do Coordenador com a assertiva "São oferecidas
regularmente oportunidades para os estudantes participarem de projetos de iniciação
científica e de atividades que estimulam a investigação acadêmica", segundo a mesma
informação para o Estudante - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Coordenador
Discordo Discordo Concordo Concordo
Estudante totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Discordo totalmente. 0,2% 0,3% 0,0% 0,1% 0,4% 1,8% 2,8%
Discordo. 0,0% 0,2% 0,0% 0,2% 0,8% 2,4% 3,5%
Discordo parcialmente. 0,1% 0,3% 0,0% 0,0% 0,6% 3,4% 4,4%
Concordo parcialmente. 0,3% 0,8% 0,0% 0,3% 2,0% 7,3% 10,7%
Concordo. 0,3% 0,8% 0,0% 0,6% 1,5% 12,3% 15,5%
Concordo totalmente. 0,1% 1,8% 0,0% 2,2% 5,2% 53,8% 63,1%
Total 1,0% 4,2% 0,0% 3,3% 10,5% 80,9% 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Os resultados da Tabela 6.14 comparam os graus de discordância/concordância


dos estudantes da área de Fonoaudiologia e coordenadores dos cursos, com relação à
assertiva “O curso disponibiliza monitores ou tutores para auxiliar os estudantes”.

Também para essa assertiva, coordenadores de cursos presenciais são mais


otimistas que os seus estudantes: a distribuição marginal desses coordenadores aponta
para uma maior proporção dos níveis mais altos de concordância. A quase totalidade
dos coordenadores (93,3%) opta por algum nível de concordância por oposição a 88,0%
dos estudantes. De forma geral, podemos dizer que, para qualquer nível de
concordância do estudante (uma linha da tabela), as proporções dos coordenadores são
crescentes com nível de concordância. Esse comentário serve também para distribuição
marginal dos coordenadores: a proporção aumenta com o nível de concordância com a
assertiva, exceto para o nível Discordo parcialmente do coordenador.

O simétrico é também válido, pelo menos para os níveis mais altos de


concordância dos coordenadores: para um dado nível de discordância/concordância do

127
coordenador (uma coluna da tabela), as proporções dos estudantes são crescentes com
o nível de concordância (o grupo Discordo totalmente dos alunos é uma exceção). Para
os níveis de discordância do coordenador com a assertiva, os poucos dados não
permitem reconhecer um padrão: estes níveis apresentam poucos dados e nenhum
padrão notável — apenas 6,7% dos coordenadores opta por algum nível de
discordância. Para a distribuição marginal dos estudantes, os valores são crescentes
com a proximidade da concordância total.

Tabela 6.14 - Distribuição percentual do total de estudantes por Nível de


Discordância/Concordância do Coordenador com a assertiva "O curso disponibiliza
monitores ou tutores para auxiliar os estudantes", segundo a mesma informação para
o Estudante - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Coordenador
Discordo Discordo Concordo Concordo
Estudante totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Discordo totalmente. 0,0% 0,6% 0,2% 0,6% 0,8% 1,1% 3,3%
Discordo. 0,0% 0,3% 0,2% 0,7% 0,9% 1,8% 3,9%
Discordo parcialmente. 0,0% 0,0% 0,1% 0,7% 1,2% 2,7% 4,8%
Concordo parcialmente. 0,0% 0,3% 0,4% 1,5% 2,7% 6,0% 10,8%
Concordo. 0,0% 1,3% 0,3% 2,0% 3,9% 11,6% 19,1%
Concordo totalmente. 0,0% 2,6% 0,4% 3,5% 4,5% 47,1% 58,2%
Total 0,0% 5,1% 1,6% 9,0% 13,9% 70,4% 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Os resultados da Tabela 6.15 comparam os níveis de discordância/concordância


dos estudantes da área de Fonoaudiologia e coordenadores dos cursos, com relação à
assertiva “Foram oferecidas oportunidades para os estudantes participarem de
programas, projetos ou atividades de extensão universitária”.

Estudantes são mais pessimistas que os seus coordenadores: a distribuição


marginal desses estudantes aponta para uma menor proporção de concordância. Em
particular, um pouco menos de dois terços dos alunos optaram pela concordância total,
ao passo que, entre os coordenadores, a proporção equivalente é 79,8. Grosso modo,
podemos dizer que, para um dado nível de discordância/concordância do coordenador
(coluna da tabela), as proporções dos estudantes são crescentes com o nível de
concordância. Esse padrão é notável, sobretudo, para os dois níveis mais elevados de
concordância dos coordenadores (colunas mais à direita). Níveis de discordância
apresentam poucos dados: apenas 1,4% dos coordenadores optou por alguma destas
alternativas.

128
Tabela 6.15 - Distribuição percentual do total de estudantes por Nível de
Discordância/Concordância do Coordenador com a assertiva "Foram oferecidas
oportunidades para os estudantes participarem de programas, projetos ou atividades
de extensão universitária", segundo a mesma informação para o Estudante -
Enade/2016 - Fonoaudiologia
Coordenador
Discordo Discordo Concordo Concordo
Estudante totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Discordo totalmente. 0,0% 0,4% 0,0% 0,0% 0,5% 0,9% 1,8%
Discordo. 0,0% 0,1% 0,0% 0,0% 0,8% 1,2% 2,2%
Discordo parcialmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,0% 3,7% 4,7%
Concordo parcialmente. 0,0% 0,1% 0,0% 0,0% 2,4% 5,9% 8,5%
Concordo. 0,0% 0,5% 0,0% 0,0% 4,4% 12,7% 17,6%
Concordo totalmente. 0,0% 0,2% 0,0% 0,0% 9,6% 55,4% 65,2%
Total 0,0% 1,4% 0,0% 0,0% 18,8% 79,8% 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

6.2 - PERFIL DO COORDENADOR


Outro fator importante é o coordenador do curso. Nas tabelas que se seguem,
são apresentadas algumas características destes. A Tabela 6.16 apresenta a
distribuição por sexo e idade dos coordenadores21. Nos cursos de Fonoaudiologia, esta
posição é ocupada principalmente por mulheres (53 em 58 cursos). A distribuição etária
é mais velha para os coordenadores do sexo Feminino. O grupo etário modal para os
homens é o de 31 a 35 anos, enquanto para as mulheres é o de 46 a 50 anos. O baixo
número de coordenadores é um obstáculo para a análise etária.

21É possível que o número total de coordenadores seja inferior ao de cursos, pois nem todos
coordenadores responderam ao questionário, e mesmo quando responderam não
obrigatoriamente responderam todas as questões.

129
Tabela 6.16 - Distribuição absoluta e percentual dos
coordenadores por Sexo, segundo o Grupo etário - Enade/2016
- Fonoaudiologia
Sexo
Masculino. Feminino.
Grupo etário N % da coluna N % da coluna
Menos de 25 anos. 0 0,0% 0 0,0%
25 a 30. 0 0,0% 1 1,9%
31 a 35. 3 60,0% 9 17,0%
36 a 40. 0 0,0% 11 20,8%
41 a 45. 0 0,0% 8 15,1%
46 a 50. 0 0,0% 12 22,6%
51 a 55. 2 40,0% 5 9,4%
56 a 60. 0 0,0% 4 7,5%
Mais de 60. 0 0,0% 3 5,7%
Total 5 100,0% 53 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Segundo os dados disponibilizados na Tabela 6.17, a quase totalidade dos


coordenadores possui área de formação na graduação em Ciências da Saúde, com
98,3% (alternativa modal). O único coordenador de outra área é de Ciências Biológicas
(1,7%) e encontra-se vinculado à uma Faculdade Privada.

Tabela 6.17 - Distribuição absoluta e percentual na coluna dos coordenadores por Categoria
Administrativa e por Organização Acadêmica, segundo a Área de Formação na graduação -
Enade/2016 - Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES Organização Acadêmica da IES
Centro
Total Pública Privada Universidade universitário Faculdade
% na % na % na % na % na % na
Área de Formação N coluna N coluna N coluna N coluna N coluna N coluna
Ciências Exatas e da Terra. 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0%
Ciências Biológicas. 1 1,7% 0 0,0% 1 2,4% 0 0,0% 0 0,0% 1 9,1%
Engenharias. 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0%
Ciências da Saúde. 57 98,3% 16 100,0% 41 97,6% 33 100,0% 14 100,0% 10 90,9%
Ciências Agrárias. 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0%
Ciências Sociais Aplicadas. 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0%
Ciências Humanas. 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0%
Linguística, Letras e Artes. 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0%
Outras. 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0%
Total 58 100,0% 16 100,0% 42 100,0% 33 100,0% 14 100,0% 11 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

A Tabela 6.18 apresenta a distribuição do nível mais alto de titulação dos


coordenadores de Fonoaudiologia segundo a Área de formação. Nota-se que a
totalidade dos coordenadores possui algum curso de pós-graduação. A situação mais
frequente é a de Mestrado (30), seguida de Doutorado (19) e de Pós-Doutorado (5).
Além desses, quatro declaram ter uma especialização. As áreas de formação nos cursos

130
de pós-graduação são mais diversificadas do que na graduação: 77,6% dos
coordenadores têm a formação de mais alto nível em Ciências da Saúde, 8,6%, em
Ciências Humanas, 3,4% em Ciências Biológicas, 3,4% em Linguística, Letras e Artes,
1,7% em Ciências Sociais Aplicadas e 3,4% em Outras áreas.

Tabela 6.18 - Total de coordenadores por Nível mais elevado de titulação, segundo a
Área de Formação - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Nível mais elevado de titulação
Programa de
Área de Formação Graduação. Especialização. Mestrado. Doutorado. Pós-Doutorado.
Ciências Exatas e da Terra. 0 0 0 0 0
Ciências Biológicas. 0 0 1 1 0
Engenharias. 0 0 0 0 0
Ciências da Saúde. 0 4 23 15 3
Ciências Agrárias. 0 0 0 0 0
Ciências Sociais Aplicadas. 0 0 1 0 0
Ciências Humanas. 0 0 3 1 1
Linguística, Letras e Artes. 0 0 0 2 0
Outras. 0 0 2 0 0
Não se aplica. 0 0 0 0 1
Total 0 4 30 19 5
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

A Tabela 6.19 apresenta a distribuição do nível mais alto de titulação dos


coordenadores por Categoria Administrativa e Organização Acadêmica. A situação
modal para IES Públicas, bem como para Universidades é o Doutorado. Nas IES
Privadas, assim como nos Centros Universitários e Faculdades, a titulação modal é o
Mestrado. Em todas as categorias das desagregações podem ser observados
coordenadores com Pós-Doutorado e com Especialização, a exceção, neste último
caso, das IES Públicas.

Tabela 6.19 - Distribuição absoluta e percentual na coluna dos coordenadores por


Categoria Administrativa e por Organização Acadêmica, segundo o Nível mais elevado
de titulação - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Categoria Administrativa da IES Organização Acadêmica da IES
Centro
Total Pública Privada Universidade universitário Faculdade
% na % na % na % na % na % na
Titulação N coluna N coluna N coluna N coluna N coluna N coluna
Graduação. 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0% 0 0,0%
Especialização. 4 6,9% 0 0,0% 4 9,5% 1 3,0% 1 7,1% 2 18,2%
Mestrado. 30 51,7% 1 6,3% 29 69,0% 14 42,4% 8 57,1% 8 72,7%
Doutorado. 19 32,8% 12 75,0% 7 16,7% 15 45,5% 4 28,6% 0 0,0%
Programa de 5 8,6% 3 18,8% 2 4,8% 3 9,1% 1 7,1% 1 9,1%
Pós-Doutorado.
Total 58 100,0% 16 100,0% 42 100,0% 33 100,0% 14 100,0% 11 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

131
Um pouco mais de um terço dos coordenadores (34,5%) tem 1 ano de atuação
na sua IES. A proporção de coordenadores por tempo de atuação tipicamente é
decrescente com o tempo, porém nesta Área isso não é verificado uma vez que a classe
de coordenadores apresenta um crescimento de frequência de dois para três anos de
tempo de atuação. Porém, o aparente aumento entre 4 anos e a classe De 5 a 9 anos
é explicado pelo aumento da amplitude da classe. Ver Tabela 6.20 para a informação
cruzada de Tempo de atuação na IES e de Mandato da posição de Coordenador. O
mandato modal é de 2 anos.

Tabela 6.20 - Distribuição absoluta e percentual dos coordenadores por Tempo de


atuação como coordenador deste Curso, segundo o tempo de Mandato - Enade/2016 -
Fonoaudiologia
Tempo de atuação
Mais de
1 2 3 4 De 5 a 9 De 10 a 14 De 15 a 20 20 Total
% da % da % da % da % da % da % da % da
Mandato N linha N linha N linha N linha N linha N linha N linha N linha N
1 1 33,3 0 0,0 1 33,3 1 33,3 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 3
2 13 65,0 4 20,0 2 10,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 1 5,0 0 0,0 20
3 0 0,0 0 0,0 2 50,0 0 0,0 2 50,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 4
4 3 30,0 1 10,0 1 10,0 2 20,0 3 30,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 10
De 5 a 9 2 28,6 2 28,6 0 0,0 1 14,3 2 28,6 0 0,0 0 0,0 0 0,0 7
De 10 a 14 0 0,0 0 0,0 1 20,0 0 0,0 2 40,0 2 40,0 0 0,0 0 0,0 5
De 15 a 20 0 0,0 0 0,0 0 0,0 0 0,0 1 50,0 0 0,0 1 50,0 0 0,0 2
Mais de 20 1 14,3 0 0,0 1 14,3 1 14,3 3 42,9 1 14,3 0 0,0 0 0,0 7
Total 20 34,5 7 12,1 8 13,8 5 8,6 13 22,4 3 5,2 2 3,4 0 0,0 58
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Quando se considera a distribuição de tempo anterior de experiência em


coordenação de cursos, 70,7% dos coordenadores declararam não ter nenhuma
experiência prévia, conforme Tabela 6.21.

132
Tabela 6.21 - Distribuição
absoluta e percentual dos
coordenadores segundo o Tempo
de experiência anterior na
coordenação de cursos de
graduação - Enade/2016 -
Fonoaudiologia
Tempo N % da coluna
0 41 70,7%
1 2 3,4%
2 6 10,3%
3 1 1,7%
4 1 1,7%
De 5 a 9 5 8,6%
De 10 a 14 1 1,7%
De 15 a 20 0 0,0%
Mais de 20 1 1,7%
Total 58 100,0%
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

A Tabela 6.22 apresenta a informação de Coordenação concomitante com outro


curso de graduação, segundo a informação de experiência de coordenação em outra
Área. A maioria dos coordenadores não coordenou cursos de graduação em outra área
(94,8%), e poucos coordenam concomitantemente mais de um curso de graduação
(5,2%).

Tabela 6.22 - Total de coordenadores por Coordenação concomitante com outro curso
de graduação, segundo a Coordenação de cursos de graduação em outra Área -
Enade/2016 - Fonoaudiologia
Coordena concomitantemente
Sim. De 2 a 3 Sim. De 4 a 5 Sim. Mais de 5
Coordenação outra Área Não. cursos. cursos. cursos. Total
Sim. 2 1 0 0 3
Não. 55 0 0 0 55
Total 57 1 0 0 58
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

Além disso, os coordenadores responderam a um questionário (Anexo III) com


55 assertivas para as quais deveriam explicitar algum grau de concordância segundo
uma escala que variava de 1 (discordância total) a 6 (concordância total). Considerando-
se essas informações em uma escala Likert, foi aplicado um procedimento de
Escalamento Ideal (que quantifica a escala Likert), seguido de uma Análise Fatorial (que
realiza uma redução de dimensionalidade). Todas as 55 questões (numeradas de 20 a
74 no questionário) foram consideradas na análise. Delas foi possível extrair 12 fatores
que explicam 90,7% da variabilidade do conjunto. Nota-se que a grande maioria dos

133
coordenadores apresentou altos graus de concordância com as asserções (todas
positivas).

A Tabela 6.23 apresenta a Matriz de componentes rotacionada (o método


Varimax foi utilizado) das questões e dos fatores latentes identificados. Para facilitar a
leitura, os valores com módulo abaixo de 0,5 estão grafados em cor mais clara. O
glossário contém uma explicação sobre Análise Fatorial e a matriz rotacionada. A Tabela
6.24 lista os fatores latentes reconhecidos.

134
Tabela 6.23 - Matriz de componentes rotacionada (continua)
Componente
Questão
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Q20 0,337 0,449 0,101 0,466 0,226 -0,038 0,029 -0,156 -0,020 0,074 0,486 0,057
Q21 0,287 0,263 0,126 0,526 0,261 0,021 0,093 -0,142 0,108 0,476 0,431 0,009
Q22 -0,021 -0,048 0,112 0,416 0,821 0,192 0,162 -0,054 0,037 0,074 0,154 -0,074
Q23 -0,096 0,171 0,730 -0,126 0,414 0,158 0,236 -0,140 0,167 -0,053 0,030 -0,146
Q24 0,178 0,462 0,644 0,204 0,264 -0,079 0,143 0,039 0,009 0,170 -0,023 0,086
Q25 -0,051 0,123 0,158 0,857 0,209 0,112 0,244 0,112 0,158 0,091 0,097 0,095
Q26 -0,036 0,059 0,423 0,638 0,161 0,050 0,450 -0,005 0,251 0,237 0,030 -0,056
Q27 0,143 0,283 0,738 0,204 0,246 0,054 0,046 0,244 0,176 0,245 0,028 -0,012
Q28 -0,068 0,050 0,239 0,346 0,403 -0,049 0,329 0,038 0,691 0,028 -0,050 0,175
Q29 -0,072 0,331 0,190 0,221 0,368 -0,038 0,320 0,115 0,278 -0,569 0,028 0,287
Q30 -0,064 0,231 0,395 0,262 0,625 0,028 0,396 -0,102 -0,220 -0,086 0,074 -0,186
Q31 0,361 0,088 0,479 -0,120 0,246 0,181 -0,008 -0,099 0,127 -0,445 0,384 0,202
Q32 0,159 0,330 0,292 0,219 0,090 0,134 -0,073 0,108 -0,039 0,036 0,692 0,140
Q33 0,386 0,134 0,143 0,755 0,187 0,048 0,097 0,067 0,112 0,114 0,067 0,111
Q34 -0,086 0,100 0,006 0,156 0,273 0,375 0,109 0,726 0,008 0,006 -0,140 0,204
Q35 0,277 0,334 0,776 0,252 0,010 0,055 0,078 0,115 0,098 -0,081 0,087 0,143
Q36 -0,157 0,403 0,322 0,199 0,076 0,216 0,071 0,164 0,126 0,095 0,380 0,553
Q37 -0,001 0,059 -0,006 0,828 0,080 0,287 0,231 0,177 0,115 -0,306 0,037 0,089
Q38 -0,066 0,195 0,064 0,289 0,089 0,753 0,278 0,153 -0,081 -0,031 0,176 0,054
Q39 -0,055 0,145 0,085 -0,002 0,288 0,695 0,452 0,151 0,128 -0,100 -0,043 0,170
Q40 0,270 0,500 0,295 0,321 -0,084 0,144 0,348 0,239 -0,057 -0,294 0,260 -0,149
Q41 0,325 0,245 0,058 0,183 0,046 0,152 0,441 0,219 0,072 -0,095 0,044 0,596
Q42 0,333 0,425 0,268 0,058 0,112 0,124 0,248 0,192 0,074 -0,183 0,118 0,602
Q43 0,480 0,196 0,087 0,326 -0,028 0,117 0,094 0,282 0,616 -0,128 -0,170 0,031
Q44 0,299 0,389 0,123 0,378 0,067 0,099 0,152 0,056 0,588 0,302 0,114 0,153
Q45 0,219 0,293 0,201 0,446 0,608 -0,043 0,017 -0,009 0,204 -0,077 -0,112 0,066
Q46 -0,044 -0,086 0,159 0,038 0,797 0,078 0,206 0,250 0,137 0,207 0,188 0,237
Q47 -0,138 0,322 0,196 0,535 0,504 0,047 0,096 0,377 -0,112 0,029 0,098 0,211
Q48 0,186 0,393 0,317 0,141 0,381 -0,004 -0,059 -0,047 0,124 0,686 0,144 -0,032
Q49 0,451 0,130 0,020 0,061 0,672 0,431 -0,005 0,138 0,055 -0,177 -0,175 -0,009
Q50 0,397 0,050 0,330 0,439 0,457 0,397 -0,073 -0,077 -0,116 0,234 0,122 0,092
Q51 0,368 -0,062 0,578 0,160 0,289 0,336 -0,091 -0,012 -0,084 0,285 0,016 0,137
Q52 0,364 0,367 -0,021 0,453 0,298 0,405 0,014 0,249 0,177 0,167 0,093 -0,039
Q53 0,374 0,057 0,314 0,116 -0,132 0,089 0,185 0,732 0,172 -0,146 0,154 -0,055
Q54 0,071 -0,145 0,462 0,188 0,006 0,544 0,039 -0,148 0,126 -0,145 0,185 0,413
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

135
Tabela 6.23 - Matriz de componentes rotacionada (conclusão)
Componente
Questão
1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12

Q55 0,220 0,075 0,720 -0,044 0,031 0,019 0,024 0,292 -0,086 0,036 0,458 0,133
Q56 0,297 0,408 0,234 0,251 0,118 -0,155 0,170 0,594 0,131 0,030 0,203 0,222
Q57 0,348 0,458 0,345 0,589 0,133 -0,125 0,111 0,199 0,018 -0,089 0,026 -0,065
Q58 0,332 0,807 0,177 0,225 0,093 0,227 0,027 0,018 0,084 -0,004 0,153 0,148
Q59 0,295 0,837 0,224 0,095 0,071 0,162 0,067 0,122 0,190 0,062 0,119 0,037
Q60 -0,039 0,044 0,047 0,337 0,155 0,109 0,803 0,184 0,065 0,101 0,079 0,119
Q61 0,003 0,052 0,102 0,171 0,244 0,197 0,834 0,046 0,236 -0,187 -0,092 0,091
Q62 0,284 0,672 0,316 0,083 -0,020 0,322 0,258 -0,058 -0,017 -0,017 -0,090 0,297
Q63 0,893 0,347 0,137 0,051 0,063 0,075 0,054 0,067 0,009 0,078 -0,019 0,053
Q64 0,357 0,354 0,142 -0,009 -0,066 0,403 0,279 0,045 0,556 -0,193 0,150 -0,086
Q65 0,752 0,180 0,160 0,241 0,068 0,299 0,097 0,153 0,201 -0,003 0,225 -0,018
Q66 0,951 0,205 0,062 0,049 0,027 -0,008 -0,013 0,034 0,081 0,058 0,075 0,054
Q67 0,966 0,146 0,026 0,037 0,033 -0,035 -0,030 0,034 0,039 0,032 0,061 0,051
Q68 0,960 0,161 0,073 0,031 -0,016 0,058 -0,004 0,009 0,011 -0,003 0,040 0,036
Q69 0,423 0,448 0,065 0,000 -0,077 0,626 -0,144 -0,056 0,090 0,032 0,049 0,054
Q70 0,261 0,388 0,123 0,029 0,335 0,630 0,122 0,206 0,107 0,231 -0,104 -0,064
Q71 0,400 0,367 0,399 0,268 -0,065 0,166 0,531 0,085 0,071 -0,039 -0,153 0,228
Q72 -0,098 0,294 0,817 0,274 0,001 0,092 0,108 0,113 0,108 -0,105 0,079 0,140
Q73 0,318 0,705 0,166 0,218 0,034 -0,009 0,330 0,174 0,133 0,084 0,234 0,075
Q74 0,296 0,724 0,323 0,040 0,129 0,356 -0,184 0,126 0,093 0,026 0,060 0,084
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

136
Tabela 6.24 - Fatores Latentes
1. Infraestrutura das aulas é adequada; e a coordenação conta com espaço físico adequado e
com apoio institucional.
2. Servidores suficientes e qualificados; infraestrutura sanitária e de refeição é adequada;
promoção de atividades de cultura, de lazer e de interação social; e formação pedagógica
para docentes.
3. Atividades acadêmicas possibilitam reflexão, convivência e respeito à diversidade; ofertas
de oportunidades para superação de dificuldades no processo de formação; metodologias
de ensino e aprendizagem inovadora desenvolvem a capacidade e competências críticas e
reflexivas; professores possuem habilidades didáticas adequadas; e avaliações adequadas.
4. Desenvolvimento de consciência ética e da capacidade de trabalhar em equipe; coordenação
com disponibilidade para orientação acadêmica; planos de ensino adequados; uso de TIC's
no ensino; e as disciplinas e o TCC contribuem para a formação integral, cidadã e
profissional.
5. Conteúdo abordados favorecem a iniciação profissional; experiências diversas com estágio
supervisionado; estudantes participam de avaliações sobre o curso; desenvolvimento da
capacidade de se atualizar; e atividades práticas adequadas.
6. Ofertas de extensão universitária e iniciação científica; biblioteca suficiente; espaço físico
destinado aos professores é adequado; e professores dominam os conteúdos abordados.
7. Plano de carreira para docentes e servidores; e acesso adequado a periódicos.
8. Professores com disponibilidade para atendimento extraclasse e participam de atividades
acadêmicas/eventos; e referências bibliográficas adequadas.
9. Desenvolvimento da capacidade cognitiva; ofertas de participação em colegiados; boa
articulação teoria-prática; e disponibilização de monitores.
10. Acompanhamento de egressos; e conteúdo atual.
11. Professores são determinantes para que os estudantes concluam o curso.
12. Ofertas de intercâmbios e/ou estágios; e nível de exigência adequado.
Fonte: MEC/Inep/Daes – Enade/2016

137
GLOSSÁRIO DE TERMOS ESTATÍSTICOS
UTILIZADOS NOS RELATÓRIOS SÍNTESE
DO ENADE

138
A
 análise fatorial – A análise fatorial tem como objetivo principal descrever a
variabilidade original de um conjunto de p variáveis aleatórias, em termos de um
número menor m de variáveis aleatórias, chamadas de fatores comuns (supostos não
observáveis diretamente) e que estão relacionadas com o conjunto original através de
um modelo linear. Neste modelo, parte da variabilidade do conjunto original é atribuída
aos fatores comuns, sendo o restante da variabilidade do conjunto original atribuído
ao erro aleatório. (MINGOTI, Sueli Aparecida. Análise de Dados através de métodos
de estatística multivariada: uma abordagem aplicada. Belo Horizonte: UFMG,
2005. p. 99.). O resultado da análise fatorial se dá através da matriz de componentes.
Esta matriz por sua vez, é composta pelas cargas fatoriais de todas as p variáveis em
cada fator (o modelo linear). As cargas fatoriais são os pesos das variáveis originais
nos fatores, e são a chave para entender e interpretar a natureza de um fator em
particular. No entanto, os fatores gerados seguem uma ordem de magnitude na
variância e a interpretação dos fatores pode não ser trivial e, para tanto, se faz
necessária uma rotação de eixo. Essa rotação, é um processo de manipulação ou
ajuste dos eixos dos fatores para alcançar uma solução de fator mais simples e
pragmaticamente mais significativa e interpretável. O caso mais simples de rotação é
a ortogonal, onde os fatores são extraídos de forma que seus eixos sejam mantidos a
90º um do outro, ou seja, cada fator é independente ou ortogonal aos demais fatores.
Para interpretar a matriz de componentes e seus respectivos fatores, usualmente
considera-se que as cargas fatoriais com módulo maior ou igual a 0,5 são
significativas. A partir daí, verifica-se se uma determinada variável possui carga fatorial
em um dos fatores encontrados. (HAIR, J. F. et al. Mutivariate data analysis. 2010.)
Caso a rotação seja necessária, e de fato realizada, tem-se então a matriz de
componentes rotacionada.

C
 cartograma – Esquema representativo de informações quantitativas e qualitativas, de
eventos geográficos, cartográficos e socioeconômicos em uma superfície ou parte
dela. (IBGE. Glossário Cartográfico. Disponível em
<[Link]
[Link])>. Acesso em: 18 de maio de 2015).

139
D
 desvio padrão – Medida de dispersão em torno da média aritmética, que é definida
como a raiz quadrada da variância. (BUSSAB, Wilton de O, MORETTIN, Pedro A.
Estatística Básica. São Paulo: Saraiva, 2002. P.39)

 distribuição de frequência – Maneira de dispor um conjunto de um conjunto de


resultados, para se ter uma ideia global sobre uma variável estatística. (BUSSAB,
Wilton de O, MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. São Paulo: Saraiva, 2002. p.
11 e 12)

 distribuição marginal de frequência – Em uma tabela envolvendo duas variáveis, a


linha de totais fornece a distribuição de uma das variáveis e a coluna de totais fornece
a distribuição da outra. As distribuições assim obtidas são chamadas tecnicamente de
distribuições marginais. (BUSSAB, Wilton de O, MORETTIN, Pedro A. Estatística
Básica. São Paulo: Saraiva, 2002. p. 71)

 distribuição unimodal – Distribuição de frequência que apresenta apenas uma moda.

E
 erro padrão da média – Medida de precisão para o estimador da média de uma dada
população. Isto fica evidente quando obtemos uma amostra qualquer de tamanho n, e
calcula-se a média aritmética populacional. Ao se realizar uma nova amostra aleatória,
a média aritmética, muito provavelmente, será diferente daquela da primeira amostra.
Portanto, a estatística erro-padrão da média corrige a variabilidade entre as médias
populacionais realizadas em cada amostra. (BUSSAB, Wilton de O, MORETTIN,
Pedro A. Estatística Básica. São Paulo: Saraiva, 2002. p. 309)

 escala de Likert – Valores numéricos e/ou sinais atribuídos a respostas para refletir a
força e a direção da reação do entrevistado à declaração. As declarações de
concordância devem receber valores positivos ou altos enquanto as declarações das
quais discordam devem receber valores negativos ou baixos. (BAKER, 1995).
(CAMPOS, Jorge de Paiva; GUIMARÃES, Sebastião. Em busca da Eficácia em
Treinamento. São Paulo: Associação Brasileira de Treinamento e Desenvolvimento,
2009. p. 87 Disponível em
<[Link]
BR#v=onepage&q&f=true>. Acesso em: 18 de maio de 2015).

140
 escalamento ideal (optimal scaling) – Procedimento que gera variáveis quantitativas
intervalares a partir de variáveis nominais ou ordinais tendo uma função objetivo como
meta.

A ideia básica do Escalamento Ideal é atribuir valores numéricos às categorias de cada


uma das variáveis em estudo. Para atribuir valores às categorias de cada uma das
variáveis, recorre-se a um processo interativo de mínimos quadrados alternados, no
qual, depois que uma quantificação é usada para encontrar uma solução, ela é
adaptada usando aquela solução. Tal adaptação da quantificação é então usada para
encontrar uma nova solução, que é usada para readaptar as quantificações, e assim
por diante, até que algum critério indique a parada do processo. (BELTRÃO, Kaizô I;
MANDARINO, Mônica C. F. Escolha de carreiras em função do nível
socioeconômico: Enade 2004 a 2012. Relatório Técnico Fundação Cesgranrio, Rio
de Janeiro. n. 01, p. 23-24, 2014).

F
 frequência absoluta – Número de ocorrências em cada classe ou categoria de uma
variável. (ZENTGRAF, Roberto. Estatística Objetiva. Rio de Janeiro: ZTG, 2001. p.
24).

 frequência modal – Frequência associada ao valor modal de uma variável, que é


definido como a realização mais frequente de um conjunto de dados. (BUSSAB, Wilton
de O, MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. São Paulo: Saraiva, 2002. p.35)

 frequência relativa (proporção) – Proporção da frequência absoluta de cada classe


ou categoria da variável em relação ao número total de observações. Em particular,
as frequências relativas são estimativas de probabilidades de ocorrência de certos
eventos de interesse. (BUSSAB, Wilton de O, MORETTIN, Pedro A. Estatística
Básica. São Paulo: Saraiva, 2002. p. 12 e 103).

H
 histograma – Gráfico de barras contíguas, com as bases proporcionais aos intervalos
das classes e área de cada retângulo proporcional à respectiva frequência. (BUSSAB,
Wilton de O, MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. São Paulo: Saraiva, 2002. p.
18-19)

141
I
 intervalo de confiança – O Intervalo de Confiança é um estimador intervalar para um
dado parâmetro, ou seja, diz-se que o parâmetro estimado para um certo coeficiente
de confiança (e.g. 95%) deve estar contido no intervalo apresentado em 95% das
vezes (ZENTGRAF, Roberto. Estatística Objetiva. Rio de Janeiro: ZTG, 20001. p.
329). Usando o Teorema Central do Limite, o intervalo de confiança para a média de
um dado grupo pode ser calculado como
𝑠
𝑋 ± 𝑡,025;𝑛−1
√𝑛
Onde:
𝑋 é a média do grupo
𝑛 é o tamanho do grupo
s é o desvio padrão das observações do grupo
𝑡,025;𝑛−1 é o valor associado a uma probabilidade acumulada de 2,5% de uma
distribuição t de Student com n-1 graus de liberdade.

M
 máximo de um conjunto – Se X é um conjunto ordenável, diz-se que o conjunto X
possui um máximo (maior elemento) 𝑠0 se: 𝑠0 ∈ X e para cada 𝑥 ∈ X: 𝑥 ≤ 𝑠0. Notação:
𝑠0 = máx(X).

Nota: que um conjunto X tem elemento máximo esse elemento é o supremo.


(GONÇALVES, M B; GONÇALVES D. Elementos de Análise. Florianópolis: UFSC,
2012)
 máximo de uma função – Dada uma função 𝑓(𝑥) e 𝑥0 ∈ Domínio de 𝑓, diz-se que
f(𝑥0 ) é o máximo da função 𝑓(𝑥), se 𝑓(𝑥0 ) ≥ 𝑓(𝑥), ∀𝑥 ∈ Domínio de 𝑓 .

 média – É calculada através da soma de todos os valores numéricos observados para


uma variável em um conjunto de dados e posterior divisão deste total pelo número de
observações envolvidas:
∑𝑛𝑖=1 𝑋𝑖
𝑋=
𝑛
Onde:
𝑋 é a média
𝑛 é o número de observações ou tamanho da amostra
𝑋𝑖 é a i-ésima observação da variável X
∑𝑛𝑖=1 𝑋𝑖 é o somatório de todos os valores Xi na amostra

142
(LEVINE, David M. et al. Estatística - Teoria e Aplicações Usando o Microsoft Excel
em Português. Rio de Janeiro: LTC, 2005. p. 99-100)

 média ponderada – Dado um conjunto de n valores observados, onde são atribuídos


pesos a cada valor numérico observado. É calculada através do somatório dos
produtos entre valores e pesos divididos pelo somatório dos pesos.

∑𝑛𝑖=1 𝑤𝑖 𝑋𝑖
𝑋̂ =
∑𝑛𝑖=1 𝑤𝑖

(HOFFMANN, Rodolfo. Estatística para Economistas. 4ª ed rev. e ampl. São Paulo:


Pioneira Thomson Learning, 2006. p. 41)

 mediana – é o valor central em uma sequência ordenada de dados, ou seja, é o valor


para o qual 50% das observações são menores e 50% das observações são maiores.
(LEVINE, David M. et al. Estatística - Teoria e Aplicações Usando o Microsoft Excel
em Português. Rio de Janeiro: LTC, 2005. p. 102)

 mínimo de um conjunto – Se X é um conjunto ordenável, diz-se que o conjunto X


possui um mínimo (menor elemento) 𝑖0 se: 𝑖0 ∈ X e para cada 𝑥 ∈ X: 𝑥 ≥ 𝑖0 . Notação:
𝑖0 = mín(X).

Nota: Sempre que um conjunto X tem elemento mínimo esse elemento é o ínfimo.
(GONÇALVES, M B; GONÇALVES D. Elementos de Análise. Florianópolis: UFSC,
2012)
 mínimo de uma função – Dada uma função 𝑓(𝑥) e 𝑥0 ∈ Domínio de 𝑓, diz-se que
f(𝑥0 ) é o mínimo da função 𝑓(𝑥), se 𝑓(𝑥0 ) ≤ 𝑓(𝑥), ∀𝑥 ∈ Domínio de 𝑓.

 moda – é a categoria ou classe que aparece mais frequentemente em um conjunto de


dados; (LEVINE, David M. et al. Estatística - Teoria e Aplicações Usando o
Microsoft Excel em Português. Rio de Janeiro: LTC, 2005. p. 103)

N
 nível de confiança – Equivalente a probabilidade a priori de que um intervalo de
confiança contenha o verdadeiro parâmetro populacional a estimar, sendo usualmente
representada por (1-α). (ZENTGRAF, Roberto. Estatística Objetiva. Rio de Janeiro:
ZTG, 2001. p. 329).

 nota padronizada – A padronização é obtida através da subtração da média (da


amostra ou da população) e o resultado obtido, dividido pelo desvio padrão

143
correspondente. (ZENTGRAF, Roberto. Estatística Objetiva. Rio de Janeiro: ZTG,
2001. p. 169).

P
 percentil – O percentil α de um conjunto é a estatística de posição que separa um
conjunto de dados em duas partes com aproximadamente α% e (1-α)% dos pontos.

 probabilidade – Razão entre o número de casos favoráveis e o de casos possíveis


de resultados. (LEVINE, David M. et al. Estatística - Teoria e Aplicações Usando o
Microsoft Excel em Português. Rio de Janeiro: LTC, 2005. p. 105).

Q
 quartil – São as estatísticas que dividem os dados ordenados em quatro partes iguais.
Onde Q1 representa o primeiro quartil ou quartil inferior, e equivale ao Percentil 25. Já
Q2 representa o segundo quartil ou mediana, e equivale ao Percentil 50. E Q 3
representa o terceiro quartil ou quartil superior, e equivale ao Percentil 75. (LEVINE,
David M. et al. Estatística - Teoria e Aplicações Usando o Microsoft Excel em
Português. Rio de Janeiro: LTC, 2005. p. 104).

 quartos – Representa uma das quatro partes do conjunto de dados dividida pelo
quartis. (LEVINE, David M. et al. Estatística - Teoria e Aplicações Usando o
Microsoft Excel em Português. Rio de Janeiro: LTC, 2005. p. 104).

T
 tabela de duas entradas ou tabela de contingência ou tabela cruzada – Quando
as variáveis são qualitativas ou discretas, os dados são apresentados em tabelas de
dupla entrada (ou de contingência), onde apareceram as frequências absolutas ou
contagem de indivíduos que pertencem simultaneamente a categorias de uma e outra
variável. (BUSSAB, Wilton de O, MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. São Paulo:
Saraiva, 2002. p. 70).

 teste estatístico de intervalo de confiança da média – Quando se comparam dois


grupos, os parâmetros estão associados ao Intervalo de Confiança correspondenteSe
não existe uma interseção entre os Intervalos de Confiança, podemos afirmar que

144
existe uma diferença estatisticamente significativa entre eles. (BUSSAB, Wilton de O,
MORETTIN, Pedro A. Estatística Básica. São Paulo: Saraiva, 2002. p. 304 e 305)

 teste estatístico qui-quadrado – Avalia diferenças potenciais entre a proporção de


sucessos em qualquer número de populações. Para uma tabela de contingência que
possui ℓ linhas e c colunas, o teste 𝜒 2 pode ser generalizado como um teste de
independência nas respostas combinadas para duas variáveis categóricas. (LEVINE,
David M. et al. Estatística - Teoria e Aplicações Usando o Microsoft Excel em
Português. Rio de Janeiro: LTC, 2005. p. 453).

V
 variância – Soma das diferenças entre os valores observados e a média aritmética de
uma variável em uma amostra, elevada ao quadrado e dividida pelo tamanho da
amostra menos um:

∑𝑛𝑖=1(𝑋𝑖 − 𝑋̅)2
𝑆2 =
𝑛−1

(LEVINE, David M. et al. Estatística - Teoria e Aplicações Usando o Microsoft Excel


em Português. Rio de Janeiro: LTC, 2005. p. 109).

145
ANEXO I – ANÁLISE GRÁFICA DAS
QUESTÕES

146
147
148
149
150
151
152
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155
156
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165
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169
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178
179
180
181
ANEXO II – TABULAÇÃO DAS
RESPOSTAS DO “QUESTIONÁRIO DA
PERCEPÇÃO DA PROVA” POR QUARTOS
DE DESEMPENHO E GRANDES REGIÕES

182
Como uma pequena parte dos estudantes não responderam todas as questões referentes ao Questionário de Percepção da Prova, o somatório dos

percentuais das colunas não obrigatoriamente somam 100,0%.

Tabela II.1 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 1 “Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Formação Geral?”
por Grande Região e Quarto de Desempenho, segundo o grau de dificuldade – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Região / Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.705 100,0 184 100,0 507 100,0 538 100,0 319 100,0 157 100,0 407 100,0 424 100,0 436 100,0 438 100,0
Muito fácil. 15 0,9 2 1,1 3 0,6 8 1,5 0 0,0 2 1,3 5 1,2 2 0,5 3 0,7 5 1,1
Fácil. 125 7,3 7 3,8 54 10,7 40 7,4 14 4,4 10 6,4 22 5,4 24 5,7 34 7,8 45 10,3
Médio. 1.124 65,9 126 68,5 349 68,8 349 64,9 204 63,9 96 61,1 264 64,9 281 66,3 287 65,8 292 66,7

Difícil. 400 23,5 47 25,5 91 17,9 126 23,4 91 28,5 45 28,7 104 25,6 107 25,2 102 23,4 87 19,9
Muito difícil. 41 2,4 2 1,1 10 2,0 15 2,8 10 3,1 4 2,5 12 2,9 10 2,4 10 2,3 9 2,1

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

183
Tabela II.2 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 2 “Qual o grau de dificuldade desta prova na parte de Componente
Específico?” por Grande Região e Quarto de Desempenho, segundo o grau de dificuldade – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Região / Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.705 100,0 186 100,0 507 100,0 537 100,0 318 100,0 157 100,0 407 100,0 425 100,0 435 100,0 438 100,0
Muito fácil. 13 0,8 3 1,6 5 1,0 3 0,6 1 0,3 1 0,6 3 0,7 3 0,7 3 0,7 4 0,9
Fácil. 82 4,8 6 3,2 34 6,7 23 4,3 11 3,5 8 5,1 14 3,4 21 4,9 20 4,6 27 6,2
Médio. 1.150 67,4 128 68,8 369 72,8 343 63,9 203 63,8 107 68,2 278 68,3 278 65,4 303 69,7 291 66,4
Difícil. 429 25,2 46 24,7 94 18,5 155 28,9 94 29,6 40 25,5 103 25,3 119 28,0 100 23,0 107 24,4
Muito difícil. 31 1,8 3 1,6 5 1,0 13 2,4 9 2,8 1 0,6 9 2,2 4 0,9 9 2,1 9 2,1

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

184
Tabela II.3 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 3 “Considerando a extensão da prova, em relação ao tempo total, você
considera que a prova foi:” por Grande Região e Quarto de Desempenho, segundo a adequação do tempo de prova – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Região / Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.700 100,0 186 100,0 506 100,0 535 100,0 317 100,0 156 100,0 404 100,0 425 100,0 435 100,0 436 100,0
Muito longa. 186 10,9 14 7,5 61 12,1 62 11,6 34 10,7 15 9,6 47 11,6 41 9,6 53 12,2 45 10,3
Longa. 491 28,9 38 20,4 148 29,2 167 31,2 94 29,7 44 28,2 118 29,2 123 28,9 122 28,0 128 29,4
Adequada. 905 53,2 111 59,7 259 51,2 275 51,4 174 54,9 86 55,1 210 52,0 227 53,4 233 53,6 235 53,9
Curta. 94 5,5 21 11,3 31 6,1 26 4,9 9 2,8 7 4,5 23 5,7 25 5,9 20 4,6 26 6,0
Muito curta. 24 1,4 2 1,1 7 1,4 5 0,9 6 1,9 4 2,6 6 1,5 9 2,1 7 1,6 2 0,5

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

185
Tabela II.4 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 4 “Os enunciados das questões da prova da parte de Formação Geral
estavam claros e objetivos?” por Grande Região e Quarto de Desempenho, segundo a alternativa de resposta – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Região / Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.701 100,0 187 100,0 507 100,0 534 100,0 317 100,0 156 100,0 407 100,0 424 100,0 434 100,0 436 100,0
Sim, todos. 347 20,4 53 28,3 108 21,3 95 17,8 61 19,2 30 19,2 86 21,1 85 20,0 87 20,0 89 20,4
Sim, a maioria. 936 55,0 99 52,9 268 52,9 305 57,1 178 56,2 86 55,1 210 51,6 236 55,7 241 55,5 249 57,1
Apenas cerca da 256 15,0 25 13,4 81 16,0 76 14,2 48 15,1 26 16,7 62 15,2 66 15,6 68 15,7 60 13,8
metade.
Poucos. 149 8,8 10 5,3 43 8,5 54 10,1 28 8,8 14 9,0 44 10,8 37 8,7 34 7,8 34 7,8
Não, nenhum. 13 0,8 0 0,0 7 1,4 4 0,7 2 0,6 0 0,0 5 1,2 0 0,0 4 0,9 4 0,9

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

186
Tabela II.5 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 5 “Os enunciados das questões da prova da parte de Componente
Específico estavam claros e objetivos?” por Grande Região e Quarto de Desempenho, segundo a alternativa de resposta – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Região / Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.698 100,0 185 100,0 505 100,0 536 100,0 316 100,0 156 100,0 406 100,0 423 100,0 433 100,0 436 100,0
Sim, todos. 389 22,9 62 33,5 118 23,4 105 19,6 66 20,9 38 24,4 96 23,6 100 23,6 100 23,1 93 21,3
Sim, a maioria. 1.037 61,1 95 51,4 310 61,4 333 62,1 208 65,8 91 58,3 228 56,2 246 58,2 272 62,8 291 66,7
Apenas cerca da 181 10,7 21 11,4 50 9,9 63 11,8 30 9,5 17 10,9 49 12,1 57 13,5 43 9,9 32 7,3
metade.
Poucos se 84 4,9 7 3,8 25 5,0 32 6,0 12 3,8 8 5,1 31 7,6 19 4,5 14 3,2 20 4,6
apresentam.

Não, nenhum. 7 0,4 0 0,0 2 0,4 3 0,6 0 0,0 2 1,3 2 0,5 1 0,2 4 0,9 0 0,0

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

187
Tabela II.6 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 6 “As informações/instruções fornecidas para a resolução das questões
foram suficientes para resolvê-las?” por Grande Região e Quarto de Desempenho, segundo a alternativa de resposta – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Região / Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.697 100,0 186 100,0 506 100,0 534 100,0 316 100,0 155 100,0 405 100,0 424 100,0 432 100,0 436 100,0
Sim, até excessivas. 65 3,8 10 5,4 25 4,9 17 3,2 8 2,5 5 3,2 26 6,4 11 2,6 15 3,5 13 3,0
Sim, em todas elas. 619 36,5 66 35,5 187 37,0 200 37,5 115 36,4 51 32,9 143 35,3 156 36,8 164 38,0 156 35,8
Sim, na maioria 844 49,7 93 50,0 245 48,4 264 49,4 164 51,9 78 50,3 179 44,2 216 50,9 222 51,4 227 52,1
delas.
Sim, somente em 160 9,4 16 8,6 45 8,9 52 9,7 29 9,2 18 11,6 55 13,6 37 8,7 29 6,7 39 8,9
algumas.

Não, em nenhuma 9 0,5 1 0,5 4 0,8 1 0,2 0 0,0 3 1,9 2 0,5 4 0,9 2 0,5 1 0,2
delas.

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

188
Tabela II.7 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 7 “Você se deparou com alguma dificuldade ao responder à prova? Qual?”
por Grande Região e Quarto de Desempenho, segundo o tipo de dificuldade – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Região / Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.694 100,0 186 100,0 504 100,0 534 100,0 314 100,0 156 100,0 406 100,0 423 100,0 432 100,0 433 100,0
Desconhecimento 180 10,6 21 11,3 39 7,7 69 12,9 28 8,9 23 14,7 40 9,9 46 10,9 44 10,2 50 11,5
do conteúdo.
Forma diferente de 833 49,2 94 50,5 227 45,0 263 49,3 180 57,3 69 44,2 196 48,3 218 51,5 210 48,6 209 48,3
abordagem do
conteúdo.
Espaço insuficiente 123 7,3 16 8,6 33 6,5 35 6,6 21 6,7 18 11,5 32 7,9 27 6,4 31 7,2 33 7,6

para responder às
questões.
Falta de motivação 169 10,0 16 8,6 66 13,1 55 10,3 20 6,4 12 7,7 40 9,9 36 8,5 43 10,0 50 11,5

para fazer a prova.


Não tive qualquer 389 23,0 39 21,0 139 27,6 112 21,0 65 20,7 34 21,8 98 24,1 96 22,7 104 24,1 91 21,0
tipo de dificuldade

para responder à
prova.

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

189
Tabela II.8 – Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 8 “Considerando apenas as questões objetivas da prova, você percebeu
que:” por Grande Região e Quarto de Desempenho, segundo o grau de apreensão dos conteúdos – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Região / Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.694 100,0 186 100,0 504 100,0 535 100,0 314 100,0 155 100,0 407 100,0 423 100,0 428 100,0 436 100,0
Não estudou ainda 21 1,2 3 1,6 5 1,0 5 0,9 2 0,6 6 3,9 10 2,5 8 1,9 2 0,5 1 0,2
a maioria desses
conteúdos.
Estudou alguns 97 5,7 12 6,5 29 5,8 27 5,0 18 5,7 11 7,1 41 10,1 27 6,4 13 3,0 16 3,7
desses conteúdos,
mas não os

aprendeu.
Estudou a maioria 169 10,0 30 16,1 44 8,7 52 9,7 25 8,0 18 11,6 54 13,3 51 12,1 41 9,6 23 5,3
desses conteúdos,

mas não os
aprendeu.
Estudou e aprendeu 1.199 70,8 125 67,2 377 74,8 369 69,0 220 70,1 108 69,7 249 61,2 289 68,3 319 74,5 342 78,4

muitos desses
conteúdos.
Estudou e aprendeu 208 12,3 16 8,6 49 9,7 82 15,3 49 15,6 12 7,7 53 13,0 48 11,3 53 12,4 54 12,4

todos esses
conteúdos.

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

190
Tabela II.9- Distribuição absoluta e percentual na coluna de Respostas Válidas dos estudantes à Questão 9 “Qual foi o tempo gasto por você para concluir a prova?” por Grande
Região e Quarto de Desempenho, segundo o tempo gasto – Enade/2016 – Fonoaudiologia

Grande Região Quartos de Desempenho

Brasil NO NE SE SUL CO 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto

Região / Grupo Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº % Nº %

Total 1.686 100,0 184 100,0 501 100,0 534 100,0 314 100,0 153 100,0 401 100,0 421 100,0 430 100,0 434 100,0
Menos de uma hora. 7 0,4 0 0,0 3 0,6 2 0,4 2 0,6 0 0,0 2 0,5 3 0,7 2 0,5 0 0,0
Entre uma e duas 167 9,9 6 3,3 55 11,0 49 9,2 33 10,5 24 15,7 38 9,5 36 8,6 46 10,7 47 10,8
horas.
Entre duas e três 516 30,6 57 31,0 128 25,5 171 32,0 99 31,5 61 39,9 138 34,4 124 29,5 125 29,1 129 29,7
horas.
Entre três e quatro 871 51,7 98 53,3 270 53,9 280 52,4 161 51,3 62 40,5 185 46,1 226 53,7 223 51,9 237 54,6

horas.
Quatro horas e não 125 7,4 23 12,5 45 9,0 32 6,0 19 6,1 6 3,9 38 9,5 32 7,6 34 7,9 21 4,8
consegui terminar.

Fonte : MEC/Inep/Daes - Enade/2016

191
ANEXO III – TABULAÇÃO DAS
RESPOSTAS DO “QUESTIONÁRIO DO
ESTUDANTE” SEGUNDO SEXO E
QUARTOS DE DESEMPENHO DOS
ESTUDANTES

192
Neste Anexo estão tabuladas as respostas válidas dadas às perguntas dos estudantes de Fonoaudiologia ao “Questionário do Estudante”. Os dados estão

apresentados segundo sexo e quartos de desempenho dos Estudantes. O universo, considerado é o de regularmente inscritos e presentes à prova. As

informações da Categoria Administrativa, Organização Acadêmica, Sexo e Idade foram tabuladas para o mesmo universo.

Tabela III.1 - Distribuição dos estudantes que participaram do Enade/2016, segundo Categoria Administrativa das IES, por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da
coluna) - Enade/2016 – Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria Administrativa 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Pública 8,0% 28,6% 40,5% 48,9% 30,9% 19,0% 28,9% 42,4% 52,7% 35,8%
Privada 92,0% 71,4% 59,5% 51,1% 69,1% 81,0% 71,1% 57,6% 47,3% 64,2%
Total 50 42 42 47 181 411 415 415 414 1.655

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

193
Tabela III.2 - Distribuição dos estudantes que participaram do Enade/2016, segundo Organização Acadêmica das IES, por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da
coluna) - Enade/2016 – Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Organização Acadêmica 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Universidade 48,0% 59,5% 64,3% 61,7% 58,0% 57,9% 59,5% 69,4% 74,9% 65,4%
Centro universitário 48,0% 21,4% 19,0% 25,5% 29,3% 26,3% 26,7% 15,2% 13,5% 20,4%
Faculdade 4,0% 19,0% 16,7% 12,8% 12,7% 15,8% 13,7% 15,4% 11,6% 14,1%
Total 50 42 42 47 181 411 415 415 414 1.655

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela III.3 - Distribuição dos estudantes que participaram do Enade/2016, segundo


Sexo, segundo Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 – Fonoaudiologia

Quartos de Desempenho

Sexo 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Masculino 10,8% 9,2% 9,2% 10,2% 9,9%

Feminino 89,2% 90,8% 90,8% 89,8% 90,1%


Total 461 457 457 461 1.836

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

194
Tabela III.4 - Distribuição dos estudantes que participaram do Enade/2016, segundo Idade, por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 –
Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Idade 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

até 24 anos. 38,0% 52,4% 54,8% 76,6% 55,2% 57,9% 63,1% 71,8% 77,1% 67,5%
entre 25 e 29 anos. 26,0% 23,8% 28,6% 14,9% 23,2% 17,5% 19,5% 13,0% 15,2% 16,3%
entre 30 e 34 anos. 12,0% 14,3% 9,5% 2,1% 9,4% 9,5% 9,6% 6,5% 5,3% 7,7%
entre 35 e 39 anos. 8,0% 4,8% 2,4% 0,0% 3,9% 8,3% 3,1% 5,1% 1,4% 4,5%
entre 40 e 44 anos. 6,0% 2,4% 2,4% 2,1% 3,3% 5,1% 3,4% 1,4% 0,7% 2,7%
acima de 45 anos. 10,0% 2,4% 2,4% 4,3% 5,0% 1,7% 1,2% 2,2% 0,2% 1,3%
Total 50 42 42 47 181 411 415 415 414 1.655
Média 29,3 26,3 25,2 24,0 26,3 26,3 25,0 24,3 23,3 24,7
Desvio padrão 8,3 6,9 5,6 6,4 7,2 6,9 6,0 6,1 4,2 6,0

Fonte: MEC/Inep/Daes - Enade/2016

195
Tabela III.5 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 1 (Qual o seu estado civil?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 -
Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Solteiro(a). 80,0% 73,8% 83,3% 91,5% 82,3% 72,2% 79,8% 79,3% 84,5% 79,0%
Casado(a). 16,0% 21,4% 16,7% 6,4% 14,9% 22,7% 18,3% 15,9% 13,5% 17,6%
Separado(a) 2,0% 2,4% 0,0% 2,1% 1,7% 1,5% 1,0% 3,1% 0,2% 1,5%
judicialmente/divorciado(a).
Viúvo(a). 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,1%
Outro. 2,0% 2,4% 0,0% 0,0% 1,1% 3,7% 1,0% 1,7% 1,4% 1,9%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

196
Tabela III.6 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 2 (Como você se considera?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 -
Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Branca. 34,0% 31,0% 31,0% 48,9% 36,5% 42,7% 48,9% 51,8% 58,7% 50,5%
Preta. 14,0% 21,4% 21,4% 12,8% 17,1% 11,7% 8,4% 7,5% 10,4% 9,5%
Amarela. 6,0% 2,4% 0,0% 4,3% 3,3% 7,1% 3,9% 4,3% 1,2% 4,1%
Parda. 44,0% 45,2% 42,9% 34,0% 41,4% 36,1% 38,3% 34,0% 28,5% 34,2%
Indígena. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 1,0% 0,2% 0,5% 0,2% 0,5%
Não quero declarar. 0,0% 0,0% 4,8% 0,0% 1,1% 1,5% 0,2% 1,9% 1,0% 1,1%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela III.7 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 3 (Qual a sua nacionalidade?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016
- Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Brasileira. 100,0% 100,0% 97,6% 100,0% 99,4% 98,0% 99,0% 98,6% 100,0% 98,9%
Brasileira naturalizada. 0,0% 0,0% 2,4% 0,0% 0,6% 1,7% 1,0% 1,2% 0,0% 1,0%
Estrangeira. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,0% 0,2% 0,0% 0,1%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

197
Tabela III.8 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 4 (Até que etapa de escolarização seu pai concluiu?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da
coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Nenhuma. 14,0% 9,5% 4,8% 4,3% 8,3% 5,9% 5,8% 2,4% 1,9% 4,0%
Ensino Fundamental: 1º ao 5º ano 26,0% 33,3% 31,0% 23,4% 28,2% 28,5% 27,2% 23,9% 18,6% 24,5%
(1ª a 4ª série).
Ensino Fundamental: 6º ao 9º ano 18,0% 14,3% 19,0% 25,5% 19,3% 14,1% 15,2% 15,2% 15,2% 14,9%
(5ª a 8ª série).
Ensino Médio. 30,0% 35,7% 33,3% 36,2% 33,7% 37,8% 36,1% 37,8% 40,6% 38,1%
Educação Superior - Graduação. 4,0% 4,8% 2,4% 6,4% 4,4% 11,0% 10,8% 15,9% 18,8% 14,1%
Pós-graduação. 8,0% 2,4% 9,5% 4,3% 6,1% 2,7% 4,8% 4,8% 4,8% 4,3%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

198
Tabela III.9 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 5 (Até que etapa de escolarização sua mãe concluiu?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (%
da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Nenhuma. 8,0% 2,4% 2,4% 4,3% 4,4% 3,9% 1,9% 1,7% 0,7% 2,1%
Ensino Fundamental: 1º ao 5º ano 26,0% 31,0% 16,7% 14,9% 22,1% 22,9% 17,6% 19,3% 13,8% 18,4%
(1ª a 4ª série).
Ensino Fundamental: 6º ao 9º ano 16,0% 14,3% 19,0% 21,3% 17,7% 15,9% 16,9% 12,3% 13,8% 14,7%
(5ª a 8ª série).
Ensino médio. 24,0% 26,2% 33,3% 36,2% 29,8% 36,1% 37,6% 38,1% 35,3% 36,8%
Educação Superior - Graduação. 16,0% 14,3% 11,9% 19,1% 15,5% 13,7% 16,6% 15,2% 23,4% 17,2%
Pós-graduação. 10,0% 11,9% 16,7% 4,3% 10,5% 7,6% 9,4% 13,5% 13,0% 10,9%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

199
Tabela III.10 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 6 (Onde e com quem você mora atualmente?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da
coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Em casa ou apartamento, sozinho. 12,0% 19,0% 11,9% 10,6% 13,3% 8,3% 7,2% 6,0% 8,5% 7,5%
Em casa ou apartamento, com pais 50,0% 54,8% 52,4% 66,0% 55,8% 50,7% 60,2% 61,0% 63,0% 58,8%
e/ou parentes.
Em casa ou apartamento, com 22,0% 19,0% 19,0% 8,5% 17,1% 29,5% 21,2% 19,0% 16,2% 21,5%
cônjuge e/ou filhos.
Em casa ou apartamento, com 16,0% 4,8% 14,3% 14,9% 12,7% 10,2% 10,1% 13,0% 10,9% 11,1%
outras pessoas (incluindo
república).
Em alojamento universitário da 0,0% 2,4% 2,4% 0,0% 1,1% 0,7% 0,2% 0,5% 0,7% 0,5%
própria instituição.

Em outros tipos de habitação 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,5% 1,0% 0,5% 0,7% 0,7%
individual ou coletiva (hotel,
hospedaria, pensão ou outro).

Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

200
Tabela III.11 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 7 (Quantas pessoas da sua família moram com você? Considere seus pais, irmãos, cônjuge, filhos e outros
parentes que moram na mesma casa com você.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Nenhuma. 16,0% 23,8% 19,0% 21,3% 19,9% 11,2% 13,3% 11,6% 16,2% 13,1%
Uma. 10,0% 4,8% 19,0% 10,6% 11,0% 15,1% 14,2% 11,6% 13,0% 13,5%
Duas. 16,0% 23,8% 9,5% 23,4% 18,2% 19,8% 23,9% 24,3% 22,0% 22,5%
Três. 24,0% 19,0% 23,8% 29,8% 24,3% 20,5% 22,9% 28,2% 24,6% 24,1%
Quatro. 18,0% 19,0% 14,3% 10,6% 15,5% 17,6% 14,2% 14,0% 13,5% 14,8%
Cinco. 6,0% 9,5% 11,9% 2,1% 7,2% 10,5% 7,2% 7,0% 8,2% 8,2%
Seis. 4,0% 0,0% 0,0% 2,1% 1,7% 3,4% 1,7% 1,9% 1,9% 2,2%
Sete ou mais. 6,0% 0,0% 2,4% 0,0% 2,2% 2,0% 2,7% 1,4% 0,5% 1,6%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

201
Tabela III.12 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 8 (Qual a renda total de sua família, incluindo seus rendimentos?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de
Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Até 1,5 salário mínimo (até R$ 22,0% 23,8% 28,6% 27,7% 25,4% 24,1% 23,6% 20,0% 15,2% 20,7%
1.320,00).
De 1,5 a 3 salários mínimos (R$ 34,0% 35,7% 26,2% 25,5% 30,4% 35,6% 36,6% 28,4% 28,3% 32,2%
1.320,01 a R$ 2.640,00).
De 3 a 4,5 salários mínimos (R$ 16,0% 19,0% 21,4% 19,1% 18,8% 17,1% 15,4% 19,0% 22,2% 18,4%
2.640,01 a R$ 3.960,00).
De 4,5 a 6 salários mínimos (R$ 12,0% 7,1% 11,9% 8,5% 9,9% 13,9% 11,6% 14,7% 17,4% 14,4%
3.960,01 a R$ 5.280,00).
De 6 a 10 salários mínimos (R$ 10,0% 11,9% 7,1% 8,5% 9,4% 6,6% 8,7% 11,1% 10,9% 9,3%
5.280,01 a R$ 8.800,00).

De 10 a 30 salários mínimos (R$ 6,0% 2,4% 4,8% 10,6% 6,1% 2,4% 3,6% 5,8% 6,0% 4,5%
8.800,01 a R$ 26.400,00).
Acima de 30 salários mínimos (mais 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,5% 1,0% 0,0% 0,4%

de R$ 26.400,00).
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

202
Tabela III.13 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 9 (Qual alternativa abaixo melhor descreve sua situação financeira (incluindo bolsas)?), por Sexo dos
Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Não tenho renda e meus gastos são 10,0% 9,5% 19,0% 21,3% 14,9% 11,2% 12,3% 11,8% 9,9% 11,3%
financiados por programas
governamentais.
Não tenho renda e meus gastos são 46,0% 47,6% 38,1% 51,1% 45,9% 58,0% 59,8% 60,5% 65,9% 61,1%
financiados pela minha família ou
por outras pessoas.
Tenho renda, mas recebo ajuda da 12,0% 21,4% 21,4% 17,0% 17,7% 15,6% 18,3% 16,9% 17,6% 17,1%
família ou de outras pessoas para
financiar meus gastos.
Tenho renda e não preciso de ajuda 16,0% 9,5% 2,4% 2,1% 7,7% 2,4% 1,9% 3,6% 2,2% 2,5%

para financiar meus gastos.


Tenho renda e contribuo com o 12,0% 4,8% 9,5% 4,3% 7,7% 11,0% 6,0% 5,8% 3,1% 6,5%
sustento da família.

Sou o principal responsável pelo 4,0% 7,1% 9,5% 4,3% 6,1% 1,7% 1,7% 1,4% 1,2% 1,5%
sustento da família.
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

203
Tabela III.14 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 10 (Qual alternativa abaixo melhor descreve sua situação de trabalho (exceto estágio ou bolsas)?), por Sexo
dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Não estou trabalhando. 54,0% 47,6% 59,5% 78,7% 60,2% 72,4% 78,8% 77,6% 81,4% 77,6%
Trabalho eventualmente. 4,0% 11,9% 11,9% 8,5% 8,8% 5,4% 2,9% 5,5% 4,8% 4,7%
Trabalho até 20 horas semanais. 10,0% 7,1% 4,8% 0,0% 5,5% 5,1% 3,9% 5,8% 5,1% 5,0%
Trabalho de 21 a 39 horas 8,0% 7,1% 9,5% 4,3% 7,2% 6,6% 5,5% 4,6% 4,8% 5,4%
semanais.
Trabalho 40 horas semanais ou 24,0% 26,2% 14,3% 8,5% 18,2% 10,5% 8,9% 6,5% 3,9% 7,4%
mais.
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

204
Tabela III.15 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 11 (Que tipo de bolsa de estudos ou financiamento do curso você recebeu para custear todas ou a maior parte
das mensalidades? (No caso de haver mais de uma opção, marcar apenas a bolsa de maior duração)), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) -
Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Nenhum, pois meu curso é gratuito. 6,0% 28,6% 35,7% 44,7% 28,2% 17,8% 28,2% 40,7% 51,0% 34,5%
Nenhum, embora meu curso não 38,0% 11,9% 11,9% 10,6% 18,8% 20,7% 16,9% 15,7% 13,8% 16,7%
seja gratuito.
ProUni integral. 6,0% 11,9% 11,9% 17,0% 11,6% 2,7% 5,5% 6,3% 8,2% 5,7%
ProUni parcial, apenas. 2,0% 0,0% 2,4% 2,1% 1,7% 0,7% 2,9% 1,9% 1,0% 1,6%
FIES, apenas. 18,0% 19,0% 21,4% 10,6% 17,1% 29,8% 26,7% 14,9% 11,4% 20,7%
ProUni Parcial e FIES. 4,0% 7,1% 7,1% 0,0% 4,4% 2,7% 1,7% 1,9% 1,7% 2,0%
Bolsa oferecida por governo 4,0% 11,9% 0,0% 6,4% 5,5% 10,2% 7,7% 5,8% 2,9% 6,7%
estadual, distrital ou municipal.

Bolsa oferecida pela própria 16,0% 7,1% 4,8% 8,5% 9,4% 11,5% 6,5% 8,9% 6,3% 8,3%
instituição.
Bolsa oferecida por outra entidade 4,0% 0,0% 4,8% 0,0% 2,2% 2,2% 2,9% 2,9% 2,9% 2,7%

(empresa, ONG, outra).


Financiamento oferecido pela 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 1,7% 1,0% 0,7% 1,0% 1,1%
própria instituição.

Financiamento bancário. 0,0% 2,4% 0,0% 0,0% 0,6% 0,0% 0,0% 0,2% 0,0% 0,1%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

205
Tabela III.16 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 12 (Ao longo da sua trajetória acadêmica, você recebeu algum tipo de auxílio permanência? No caso de haver
mais de uma opção, marcar apenas a bolsa de maior duração.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Nenhum. 88,0% 85,7% 76,2% 78,7% 82,3% 89,5% 89,9% 81,2% 84,5% 86,3%
Auxílio moradia. 2,0% 0,0% 7,1% 2,1% 2,8% 1,2% 1,0% 2,2% 1,0% 1,3%
Auxílio alimentação. 0,0% 2,4% 2,4% 4,3% 2,2% 1,2% 2,2% 4,3% 4,6% 3,1%
Auxílio moradia e alimentação. 2,0% 2,4% 4,8% 4,3% 3,3% 0,2% 0,2% 2,7% 1,7% 1,2%
Auxílio Permanência. 0,0% 4,8% 7,1% 8,5% 5,0% 3,2% 2,9% 5,3% 4,6% 4,0%
Outro tipo de auxílio. 8,0% 4,8% 2,4% 2,1% 4,4% 4,6% 3,9% 4,3% 3,6% 4,1%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

206
Tabela III.17 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 13 (Ao longo da sua trajetória acadêmica, você recebeu algum tipo de bolsa acadêmica? No caso de haver mais
de uma opção, marcar apenas a bolsa de maior duração.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Nenhum. 94,0% 69,0% 69,0% 66,0% 75,1% 83,9% 75,9% 62,4% 52,9% 68,7%
Bolsa de iniciação científica. 2,0% 4,8% 9,5% 17,0% 8,3% 3,4% 7,0% 15,4% 22,0% 12,0%
Bolsa de extensão. 2,0% 4,8% 11,9% 2,1% 5,0% 3,9% 7,2% 9,9% 8,9% 7,5%
Bolsa de monitoria/tutoria. 2,0% 4,8% 2,4% 8,5% 4,4% 1,7% 3,1% 6,7% 8,0% 4,9%
Bolsa PET. 0,0% 4,8% 2,4% 6,4% 3,3% 0,7% 2,4% 2,7% 4,3% 2,5%
Outro tipo de bolsa acadêmica. 0,0% 11,9% 4,8% 0,0% 3,9% 6,3% 4,3% 2,9% 3,9% 4,4%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

207
Tabela III.18 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 14 (Durante o curso de graduação, você participou de programas e/ou atividades curriculares no exterior?), por
Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Não participei. 98,0% 97,6% 100,0% 93,6% 97,2% 98,8% 98,6% 99,3% 94,9% 97,9%
Sim, Programa Ciência sem 0,0% 2,4% 0,0% 2,1% 1,1% 0,5% 1,2% 0,0% 2,7% 1,1%
Fronteiras.
Sim, programa de intercâmbio 0,0% 0,0% 0,0% 2,1% 0,6% 0,0% 0,0% 0,0% 0,5% 0,1%
financiado pelo Governo Federal
(Marca; Brafitec; PLI; outro).
Sim, programa de intercâmbio 0,0% 0,0% 0,0% 2,1% 0,6% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%
financiado pelo Governo Estadual.
Sim, programa de intercâmbio da 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 0,5% 0,0% 0,2% 1,2% 0,5%
minha instituição.

Sim, outro intercâmbio não 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,2% 0,5% 0,7% 0,4%
institucional.
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

208
Tabela III.19 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 15 (Seu ingresso no curso de graduação se deu por meio de políticas de ação afirmativa ou inclusão social?),
por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Não. 80,0% 73,8% 61,9% 66,0% 70,7% 75,6% 77,3% 75,2% 73,4% 75,4%
Sim, por critério étnico-racial. 2,0% 7,1% 2,4% 8,5% 5,0% 2,4% 1,7% 1,2% 1,7% 1,8%
Sim, por critério de renda. 4,0% 2,4% 4,8% 6,4% 4,4% 9,3% 6,5% 5,3% 5,8% 6,7%
Sim, por ter estudado em escola 6,0% 4,8% 19,0% 10,6% 9,9% 8,0% 8,2% 9,9% 13,5% 9,9%
pública ou particular com bolsa de
estudos.
Sim, por sistema que combina dois 6,0% 9,5% 9,5% 8,5% 8,3% 2,4% 5,3% 6,7% 4,8% 4,8%
ou mais critérios anteriores.
Sim, por sistema diferente dos 2,0% 2,4% 2,4% 0,0% 1,7% 2,2% 1,0% 1,7% 0,7% 1,4%
anteriores.

Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

209
Tabela III.20 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 16 (Em que Unidade da Federação você concluiu o ensino médio?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de
Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia
Sexo
Masculino Feminino
Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho
Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total
AC 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,2% 0,1%
AL 0,0% 7,1% 2,4% 4,3% 3,3% 0,5% 1,0% 1,7% 1,2% 1,1%
AM 12,0% 11,9% 4,8% 6,4% 8,8% 11,2% 5,5% 4,8% 3,1% 6,2%
AP 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 0,2% 0,0% 0,0% 0,0% 0,1%
BA 8,0% 2,4% 11,9% 12,8% 8,8% 4,4% 5,5% 8,4% 9,7% 7,0%
CE 6,0% 7,1% 2,4% 4,3% 5,0% 1,2% 1,7% 2,7% 2,9% 2,1%
DF 8,0% 2,4% 9,5% 2,1% 5,5% 4,4% 2,7% 2,7% 1,2% 2,7%
ES 0,0% 0,0% 0,0% 4,3% 1,1% 1,0% 0,7% 2,2% 2,9% 1,7%
GO 8,0% 0,0% 2,4% 2,1% 3,3% 9,3% 3,4% 3,6% 2,9% 4,8%
MA 2,0% 2,4% 0,0% 4,3% 2,2% 4,6% 2,4% 1,4% 1,2% 2,4%
MG 8,0% 11,9% 11,9% 6,4% 9,4% 6,6% 9,4% 9,4% 11,4% 9,2%
MS 0,0% 0,0% 0,0% 2,1% 0,6% 0,2% 0,0% 0,0% 0,0% 0,1%
MT 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,0% 0,7% 0,5% 0,7% 0,7%
PA 2,0% 2,4% 4,8% 2,1% 2,8% 2,7% 1,9% 3,4% 1,4% 2,4%
PB 2,0% 0,0% 4,8% 8,5% 3,9% 5,6% 6,3% 5,5% 4,6% 5,5%
PE 2,0% 2,4% 4,8% 4,3% 3,3% 2,9% 3,6% 5,8% 1,9% 3,6%
PI 12,0% 0,0% 2,4% 2,1% 4,4% 4,1% 4,6% 1,7% 2,4% 3,2%
PR 2,0% 2,4% 4,8% 0,0% 2,2% 9,8% 8,0% 7,2% 4,6% 7,4%
RJ 2,0% 14,3% 4,8% 10,6% 7,7% 7,8% 10,6% 6,3% 7,5% 8,0%
RN 2,0% 7,1% 2,4% 2,1% 3,3% 1,5% 3,1% 3,6% 1,9% 2,5%
RO 2,0% 2,4% 2,4% 0,0% 1,7% 4,1% 3,9% 2,9% 1,4% 3,1%
RR 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%
RS 4,0% 4,8% 2,4% 12,8% 6,1% 4,4% 5,5% 8,0% 11,8% 7,4%
SC 2,0% 2,4% 4,8% 0,0% 2,2% 2,0% 2,9% 4,1% 5,3% 3,6%
SE 2,0% 7,1% 9,5% 0,0% 4,4% 3,2% 2,9% 2,4% 1,7% 2,5%
SP 12,0% 9,5% 7,1% 8,5% 9,4% 6,8% 13,5% 10,8% 17,6% 12,2%
TO 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,0% 0,5% 0,2% 0,2%
Não se aplica 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,2% 0,2% 0,0% 0,2%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

210
Tabela III.21 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 17 (Em que tipo de escola você cursou o ensino médio?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho
(% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Todo em escola pública. 66,0% 71,4% 61,9% 66,0% 66,3% 73,4% 66,3% 59,0% 52,7% 62,8%
Todo em escola privada (particular). 16,0% 21,4% 26,2% 27,7% 22,7% 15,9% 23,1% 32,8% 39,4% 27,8%
Todo no exterior. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,0% 0,0% 0,0% 0,1%
A maior parte em escola pública. 6,0% 4,8% 4,8% 4,3% 5,0% 6,1% 6,5% 4,3% 2,2% 4,8%
A maior parte em escola privada 12,0% 2,4% 7,1% 2,1% 6,1% 4,1% 4,1% 3,6% 5,8% 4,4%
(particular).
Parte no Brasil e parte no exterior. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,0% 0,2% 0,0% 0,1%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

211
Tabela III.22 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 18 (Qual modalidade de ensino médio você concluiu?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (%
da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Ensino médio tradicional. 76,0% 85,7% 76,2% 93,6% 82,9% 84,9% 84,1% 86,0% 90,1% 86,3%
Profissionalizante técnico 4,0% 4,8% 7,1% 4,3% 5,0% 6,1% 7,0% 7,7% 4,8% 6,4%
(eletrônica, contabilidade, agrícola,
outro).
Profissionalizante magistério (Curso 4,0% 0,0% 7,1% 0,0% 2,8% 3,9% 3,9% 3,1% 3,4% 3,6%
Normal).
Educação de Jovens e Adultos 14,0% 4,8% 9,5% 0,0% 7,2% 5,1% 5,1% 2,7% 1,4% 3,6%
(EJA) e/ou Supletivo.
Outro modalidade. 2,0% 4,8% 0,0% 2,1% 2,2% 0,0% 0,0% 0,5% 0,2% 0,2%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

212
Tabela III.23 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 19 (Quem lhe deu maior incentivo para cursar a graduação?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de
Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Ninguém. 18,0% 9,5% 21,4% 12,8% 15,5% 17,3% 10,8% 11,1% 8,9% 12,0%
Pais. 64,0% 69,0% 61,9% 70,2% 66,3% 64,6% 76,6% 73,7% 76,6% 72,9%
Outros membros da família que não 10,0% 9,5% 11,9% 6,4% 9,4% 9,8% 6,0% 8,9% 7,5% 8,0%
os pais.
Professores. 0,0% 2,4% 0,0% 8,5% 2,8% 1,2% 1,7% 3,1% 2,2% 2,1%
Líder ou representante religioso. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 0,5% 0,0% 0,0% 0,0% 0,1%
Colegas/Amigos. 6,0% 7,1% 4,8% 2,1% 5,0% 2,4% 2,4% 2,7% 3,6% 2,8%
Outras pessoas. 0,0% 2,4% 0,0% 0,0% 0,6% 4,1% 2,4% 0,5% 1,2% 2,1%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

213
Tabela III.24 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 20 (Algum dos grupos abaixo foi determinante para você enfrentar dificuldades durante seu curso superior e
conclui-lo?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Não tive dificuldade. 20,0% 21,4% 28,6% 25,5% 23,8% 28,5% 24,3% 23,9% 23,7% 25,1%
Não recebi apoio para enfrentar 6,0% 4,8% 4,8% 4,3% 5,0% 4,1% 2,9% 1,4% 1,4% 2,5%
dificuldades.
Pais. 44,0% 52,4% 35,7% 42,6% 43,6% 46,8% 52,0% 53,5% 52,9% 51,3%
Avós. 2,0% 0,0% 9,5% 2,1% 3,3% 1,2% 1,7% 2,2% 2,7% 1,9%
Irmãos, primos ou tios. 8,0% 4,8% 0,0% 2,1% 3,9% 2,7% 2,9% 1,9% 2,4% 2,5%
Líder ou representante religioso. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,5% 0,2% 0,0% 0,2%
Colegas de curso ou amigos. 8,0% 14,3% 4,8% 4,3% 7,7% 4,4% 5,3% 6,7% 6,3% 5,7%
Professores do curso. 10,0% 0,0% 7,1% 10,6% 7,2% 3,2% 5,3% 3,9% 2,9% 3,8%
Profissionais do serviço de apoio ao 0,0% 0,0% 2,4% 4,3% 1,7% 0,2% 0,2% 0,2% 0,7% 0,4%

estudante da IES.
Colegas de trabalho. 0,0% 2,4% 0,0% 0,0% 0,6% 0,5% 0,0% 0,2% 1,2% 0,5%
Outro grupo. 2,0% 0,0% 7,1% 4,3% 3,3% 8,0% 4,8% 5,8% 5,8% 6,1%

Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

214
Tabela III.25 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 21 (Alguém em sua família concluiu um curso superior?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho
(% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Sim. 68,0% 69,0% 73,8% 55,3% 66,3% 64,1% 66,0% 70,4% 72,2% 68,2%
Não. 32,0% 31,0% 26,2% 44,7% 33,7% 35,9% 34,0% 29,6% 27,8% 31,8%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela III.26 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 22 (Excetuando-se os livros indicados na bibliografia do seu curso, quantos livros você leu neste ano?), por
Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Nenhum. 14,0% 4,8% 9,5% 10,6% 9,9% 9,3% 7,2% 8,0% 12,6% 9,3%
Um ou dois. 28,0% 35,7% 28,6% 25,5% 29,3% 38,0% 33,0% 35,4% 34,8% 35,3%

De três e cinco. 32,0% 38,1% 40,5% 34,0% 35,9% 29,0% 32,3% 29,2% 31,9% 30,6%
De seis e oito. 10,0% 14,3% 9,5% 17,0% 12,7% 12,2% 12,3% 11,8% 9,2% 11,4%
Mais de oito. 16,0% 7,1% 11,9% 12,8% 12,2% 11,5% 15,2% 15,7% 11,6% 13,5%

Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

215
Tabela III.27 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 23 (Quantas horas por semana, aproximadamente, você dedicou aos estudos, excetuando as horas de aula?),
por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Nenhuma, apenas assisto às aulas. 0,0% 2,4% 7,1% 0,0% 2,2% 1,5% 1,2% 1,2% 0,5% 1,1%
De uma a três. 50,0% 38,1% 28,6% 29,8% 37,0% 43,4% 34,7% 27,5% 24,4% 32,5%
De quatro a sete. 30,0% 19,0% 42,9% 34,0% 31,5% 32,2% 35,9% 34,5% 31,9% 33,6%
De oito a doze. 4,0% 26,2% 14,3% 17,0% 14,9% 11,7% 14,5% 18,8% 22,7% 16,9%
Mais de doze. 16,0% 14,3% 7,1% 19,1% 14,4% 11,2% 13,7% 18,1% 20,5% 15,9%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

216
Tabela III.28 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 24 (Você teve oportunidade de aprendizado de idioma estrangeiro na Instituição?), por Sexo dos Estudantes e
Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Sim, somente na modalidade 6,0% 9,5% 21,4% 25,5% 15,5% 13,4% 14,0% 19,3% 19,3% 16,5%
presencial.
Sim, somente na modalidade 4,0% 2,4% 2,4% 2,1% 2,8% 4,9% 3,6% 2,4% 3,1% 3,5%
semipresencial.
Sim, parte na modalidade 6,0% 0,0% 4,8% 4,3% 3,9% 2,0% 5,1% 5,3% 7,0% 4,8%
presencial e parte na modalidade
semipresencial.
Sim, na modalidade a distância. 6,0% 16,7% 7,1% 10,6% 9,9% 6,6% 7,5% 8,7% 7,5% 7,6%
Não. 78,0% 71,4% 64,3% 57,4% 68,0% 73,2% 69,9% 64,3% 63,0% 67,6%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

217
Tabela III.29 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 25 (Qual o principal motivo para você ter escolhido este curso?), por Sexo dos Estudantes e Quartos de
Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Inserção no mercado de trabalho. 34,0% 14,3% 26,2% 17,0% 23,2% 19,3% 15,7% 14,5% 10,9% 15,1%
Influência familiar. 12,0% 11,9% 2,4% 6,4% 8,3% 12,7% 11,3% 8,4% 6,8% 9,8%
Valorização profissional. 14,0% 16,7% 11,9% 8,5% 12,7% 12,2% 9,9% 6,0% 7,2% 8,8%
Prestígio Social. 0,0% 2,4% 0,0% 2,1% 1,1% 1,7% 1,0% 0,5% 0,7% 1,0%
Vocação. 22,0% 26,2% 31,0% 36,2% 28,7% 27,3% 34,9% 39,5% 46,4% 37,1%
Oferecido na modalidade a 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0%
distância.
Baixa concorrência para ingresso. 2,0% 2,4% 2,4% 4,3% 2,8% 2,9% 2,9% 4,6% 2,9% 3,3%
Outro motivo. 16,0% 26,2% 26,2% 25,5% 23,2% 23,9% 24,3% 26,5% 25,1% 25,0%
Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

218
Tabela III.30 - Distribuição das respostas dos estudantes à questão 26 (Qual a principal razão para você ter escolhido a sua instituição de educação superior?), por Sexo dos
Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Gratuidade. 2,0% 23,8% 19,0% 25,5% 17,1% 10,5% 15,7% 21,2% 21,5% 17,2%
Preço da mensalidade. 8,0% 0,0% 2,4% 2,1% 3,3% 7,8% 5,1% 3,1% 2,7% 4,7%
Proximidade da minha residência. 10,0% 7,1% 7,1% 4,3% 7,2% 12,2% 7,5% 9,2% 5,8% 8,6%
Proximidade do meu trabalho. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,7% 0,0% 0,0% 0,2%
Facilidade de acesso. 4,0% 9,5% 0,0% 4,3% 4,4% 5,1% 5,5% 3,4% 2,4% 4,1%
Qualidade/reputação. 52,0% 31,0% 42,9% 55,3% 45,9% 30,7% 42,2% 40,5% 51,7% 41,3%
Foi a única onde tive aprovação. 2,0% 4,8% 2,4% 0,0% 2,2% 1,5% 1,0% 1,7% 0,7% 1,2%
Possibilidade de ter bolsa de 12,0% 9,5% 14,3% 6,4% 10,5% 13,9% 9,9% 10,6% 8,9% 10,8%
estudo.
Outro motivo. 10,0% 14,3% 11,9% 2,1% 9,4% 18,0% 12,5% 10,4% 6,3% 11,8%

Total 50 42 42 47 181 410 415 415 414 1.654

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

219
Tabela III.31 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 27 (As disciplinas cursadas contribuíram para sua formação integral, como cidadão
e profissional.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 2,4% 0,0% 0,0% 0,6% 0,5% 0,5% 0,0% 0,0% 0,2%
Discordo. 2,1% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 0,2% 0,0% 0,5% 0,7% 0,4%
Discordo parcialmente. 4,2% 0,0% 0,0% 2,1% 1,7% 3,5% 1,2% 1,0% 1,7% 1,8%
Concordo parcialmente. 6,3% 0,0% 7,1% 2,1% 3,9% 5,2% 6,0% 4,8% 8,3% 6,1%
Concordo. 25,0% 21,4% 19,0% 34,0% 25,1% 16,6% 14,3% 18,6% 23,5% 18,3%
Concordo totalmente. 62,5% 76,2% 73,8% 61,7% 68,2% 73,9% 78,0% 75,1% 65,8% 73,2%
Total 48 42 42 47 179 403 414 414 412 1.643

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

220
Tabela III.32 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 28 (Os conteúdos abordados nas disciplinas do curso favoreceram sua atuação em
estágios ou em atividades de iniciação profissional.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 2,4% 0,0% 0,0% 1,1% 1,0% 0,7% 0,2% 0,5% 0,6%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,5% 0,2% 0,0% 0,5% 0,3%
Discordo parcialmente. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 3,4% 0,7% 1,4% 1,7% 1,8%
Concordo parcialmente. 4,1% 9,5% 4,8% 8,5% 6,7% 5,7% 6,0% 5,8% 7,3% 6,2%
Concordo. 22,4% 26,2% 28,6% 29,8% 26,7% 18,5% 17,1% 22,9% 20,6% 19,8%
Concordo totalmente. 69,4% 61,9% 66,7% 61,7% 65,0% 70,9% 75,1% 69,6% 69,4% 71,3%
Total 49 42 42 47 180 406 414 414 412 1.646

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

221
Tabela III.33 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 29 (As metodologias de ensino utilizadas no curso desafiaram você a aprofundar
conhecimentos e desenvolver competências reflexivas e críticas.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,7% 0,5% 0,2% 0,5% 0,5%
Discordo. 2,1% 0,0% 0,0% 2,1% 1,1% 0,5% 1,0% 0,7% 1,9% 1,0%
Discordo parcialmente. 2,1% 0,0% 2,4% 2,1% 1,7% 2,7% 3,4% 2,7% 4,1% 3,2%
Concordo parcialmente. 12,5% 9,5% 7,1% 17,0% 11,7% 9,2% 5,1% 9,4% 10,4% 8,5%
Concordo. 22,9% 23,8% 35,7% 29,8% 27,9% 19,1% 20,7% 24,1% 24,7% 22,2%
Concordo totalmente. 60,4% 66,7% 54,8% 48,9% 57,5% 67,7% 69,3% 62,9% 58,4% 64,6%
Total 48 42 42 47 179 403 411 415 413 1.642

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

222
Tabela III.34 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 30 (O curso propiciou experiências de aprendizagem inovadoras.), por Sexo dos
Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 0,0% 2,4% 0,0% 1,1% 1,2% 0,7% 0,0% 1,0% 0,7%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,2% 0,7% 0,7% 1,7% 1,1%
Discordo parcialmente. 0,0% 2,4% 2,4% 4,3% 2,2% 3,2% 1,0% 2,9% 2,9% 2,5%
Concordo parcialmente. 12,0% 11,9% 7,1% 14,9% 11,6% 7,4% 5,8% 8,0% 10,9% 8,0%
Concordo. 24,0% 19,0% 23,8% 21,3% 22,1% 16,2% 21,0% 23,6% 25,2% 21,5%
Concordo totalmente. 62,0% 66,7% 64,3% 59,6% 63,0% 70,8% 70,8% 64,7% 58,3% 66,1%
Total 50 42 42 47 181 407 414 411 412 1.644

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

223
Tabela III.35 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 31 (O curso contribuiu para o desenvolvimento da sua consciência ética para o
exercício profissional.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,7% 1,0% 0,2% 0,2% 0,5%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,5% 0,5% 0,0% 1,0% 0,5%
Discordo parcialmente. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 1,5% 1,2% 1,7% 1,2% 1,4%
Concordo parcialmente. 4,1% 4,8% 4,8% 4,3% 4,4% 4,9% 2,4% 3,4% 4,9% 3,9%
Concordo. 12,2% 9,5% 21,4% 21,3% 16,1% 11,5% 12,8% 14,9% 19,2% 14,6%
Concordo totalmente. 81,6% 85,7% 73,8% 74,5% 78,9% 80,9% 82,1% 79,8% 73,5% 79,1%
Total 49 42 42 47 180 408 413 415 412 1.648

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

224
Tabela III.36 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 32 (No curso você teve oportunidade de aprender a trabalhar em equipe.), por Sexo
dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 0,0% 2,4% 0,0% 1,1% 0,7% 1,0% 0,2% 0,2% 0,5%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,2% 0,2% 0,7% 0,4%
Discordo parcialmente. 0,0% 0,0% 2,4% 2,1% 1,1% 1,7% 0,7% 0,7% 1,2% 1,1%
Concordo parcialmente. 8,0% 2,4% 7,1% 6,4% 6,1% 4,2% 2,2% 2,7% 5,3% 3,6%
Concordo. 20,0% 21,4% 11,9% 14,9% 17,1% 13,5% 11,4% 14,9% 18,9% 14,7%
Concordo totalmente. 70,0% 76,2% 76,2% 76,6% 74,6% 79,6% 84,5% 81,2% 73,6% 79,7%
Total 50 42 42 47 181 406 414 415 413 1.648

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

225
Tabela III.37 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 33 (O curso possibilitou aumentar sua capacidade de reflexão e argumentação.), por
Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,5% 0,0% 0,2% 0,2%
Discordo. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 0,7% 0,5% 0,2% 0,7% 0,5%
Discordo parcialmente. 4,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,1% 2,2% 1,2% 1,7% 1,9% 1,8%
Concordo parcialmente. 6,0% 2,4% 4,8% 14,9% 7,2% 3,4% 2,9% 4,8% 6,6% 4,4%
Concordo. 28,0% 21,4% 19,0% 17,0% 21,5% 19,5% 15,0% 19,8% 21,8% 19,0%
Concordo totalmente. 60,0% 76,2% 76,2% 68,1% 69,6% 73,9% 80,0% 73,4% 68,7% 74,0%
Total 50 42 42 47 181 406 414 414 412 1.646

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

226
Tabela III.38 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 34 (O curso promoveu o desenvolvimento da sua capacidade de pensar
criticamente, analisar e refletir sobre soluções para problemas da sociedade.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 1,0% 0,7% 0,0% 0,7% 0,6%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,5% 1,0% 0,7% 1,2% 0,9%
Discordo parcialmente. 2,0% 0,0% 0,0% 6,4% 2,2% 2,2% 1,0% 1,7% 2,2% 1,8%
Concordo parcialmente. 8,2% 0,0% 7,1% 8,5% 6,1% 6,7% 2,9% 8,0% 8,3% 6,5%
Concordo. 26,5% 21,4% 33,3% 19,1% 25,0% 18,5% 19,1% 17,5% 23,0% 19,5%
Concordo totalmente. 61,2% 78,6% 59,5% 66,0% 66,1% 71,1% 75,3% 72,1% 64,5% 70,8%
Total 49 42 42 47 180 405 413 412 409 1.639

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

227
Tabela III.39 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 35 (O curso contribuiu para você ampliar sua capacidade de comunicação nas
formas oral e escrita.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 2,1% 0,6% 0,7% 0,5% 0,0% 0,5% 0,4%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,5% 0,2% 0,0% 0,2% 0,2%
Discordo parcialmente. 2,0% 0,0% 2,4% 2,1% 1,7% 2,0% 0,0% 0,2% 0,5% 0,7%
Concordo parcialmente. 4,1% 0,0% 0,0% 2,1% 1,7% 2,2% 3,4% 3,4% 3,9% 3,2%
Concordo. 24,5% 19,0% 33,3% 17,0% 23,3% 17,0% 11,8% 16,4% 17,7% 15,7%
Concordo totalmente. 69,4% 81,0% 64,3% 76,6% 72,8% 77,6% 84,1% 80,0% 77,2% 79,7%
Total 49 42 42 47 180 407 415 414 412 1.648

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

228
Tabela III.40 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 36 (O curso contribuiu para o desenvolvimento da sua capacidade de aprender e
atualizar-se permanentemente.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,5% 0,2% 0,0% 0,2% 0,2%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 2,1% 0,6% 0,5% 0,2% 0,2% 0,7% 0,4%
Discordo parcialmente. 2,0% 0,0% 0,0% 2,1% 1,1% 2,5% 1,0% 0,7% 2,7% 1,7%
Concordo parcialmente. 6,0% 2,4% 7,1% 4,3% 5,0% 4,4% 5,6% 5,8% 7,0% 5,7%
Concordo. 32,0% 16,7% 23,8% 19,1% 23,2% 19,2% 20,4% 22,0% 21,5% 20,8%
Concordo totalmente. 60,0% 81,0% 69,0% 72,3% 70,2% 72,9% 72,6% 71,2% 67,8% 71,1%
Total 50 42 42 47 181 406 412 413 413 1.644

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

229
Tabela III.41 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 37 (As relações professor-aluno ao longo do curso estimularam você a estudar e
aprender.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 2,4% 0,0% 0,6% 2,5% 1,9% 1,0% 1,5% 1,7%
Discordo. 2,0% 0,0% 4,8% 0,0% 1,7% 2,0% 1,2% 1,0% 1,9% 1,5%
Discordo parcialmente. 6,0% 4,8% 0,0% 4,3% 3,9% 3,5% 3,4% 3,2% 3,9% 3,5%
Concordo parcialmente. 10,0% 7,1% 9,5% 14,9% 10,5% 8,9% 10,9% 9,0% 16,3% 11,3%
Concordo. 24,0% 26,2% 21,4% 29,8% 25,4% 23,5% 21,5% 27,9% 27,3% 25,0%
Concordo totalmente. 58,0% 61,9% 61,9% 51,1% 58,0% 59,8% 61,0% 58,0% 49,1% 57,0%
Total 50 42 42 47 181 405 413 412 411 1.641

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

230
Tabela III.42 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 38 (Os planos de ensino apresentados pelos professores contribuíram para o
desenvolvimento das atividades acadêmicas e para seus estudos.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,7% 0,2% 0,5% 1,0% 0,6%
Discordo. 0,0% 0,0% 4,8% 4,3% 2,2% 0,7% 1,5% 1,7% 1,2% 1,3%
Discordo parcialmente. 4,0% 7,1% 4,8% 2,1% 4,4% 2,5% 2,4% 2,9% 3,9% 2,9%
Concordo parcialmente. 10,0% 0,0% 4,8% 14,9% 7,7% 11,6% 6,8% 8,2% 15,0% 10,4%
Concordo. 30,0% 31,0% 33,3% 27,7% 30,4% 20,7% 25,2% 28,5% 29,0% 25,9%
Concordo totalmente. 56,0% 61,9% 52,4% 51,1% 55,2% 63,8% 63,8% 58,2% 50,0% 58,9%
Total 50 42 42 47 181 406 412 414 414 1.646

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

231
Tabela III.43 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 39 (As referências bibliográficas indicadas pelos professores nos planos de ensino
contribuíram para seus estudos e aprendizagens.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 0,7% 0,5% 0,2% 0,5% 0,5%
Discordo. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 1,5% 1,4% 0,0% 0,7% 0,9%
Discordo parcialmente. 4,0% 0,0% 0,0% 2,1% 1,7% 2,5% 0,7% 1,7% 1,5% 1,6%
Concordo parcialmente. 4,0% 7,1% 14,3% 10,6% 8,8% 6,4% 6,8% 4,8% 9,0% 6,7%
Concordo. 14,0% 19,0% 21,4% 25,5% 19,9% 20,1% 18,4% 25,1% 25,7% 22,3%
Concordo totalmente. 74,0% 73,8% 64,3% 61,7% 68,5% 68,9% 72,2% 68,1% 62,6% 68,0%
Total 50 42 42 47 181 408 414 414 409 1.645

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

232
Tabela III.44 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 40 ( Foram oferecidas oportunidades para os estudantes superarem dificuldades
relacionados ao processo de formação.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 4,8% 2,1% 1,7% 3,5% 3,4% 2,2% 3,2% 3,1%
Discordo. 2,1% 0,0% 4,8% 6,4% 3,4% 3,8% 3,4% 3,9% 5,9% 4,3%
Discordo parcialmente. 8,5% 7,1% 9,5% 6,4% 7,9% 5,3% 5,4% 3,9% 7,1% 5,4%
Concordo parcialmente. 12,8% 19,0% 4,8% 12,8% 12,4% 15,1% 8,8% 18,1% 19,1% 15,3%
Concordo. 23,4% 16,7% 28,6% 21,3% 22,5% 21,4% 24,4% 28,2% 24,7% 24,7%
Concordo totalmente. 53,2% 57,1% 47,6% 51,1% 52,2% 50,9% 54,5% 43,6% 40,1% 47,3%
Total 47 42 42 47 178 397 409 408 409 1.623

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

233
Tabela III.45 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 41 (A coordenação do curso promoveu ações de mediação em situações eventuais
de conflito ocorridas na relação professor-aluno.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 4,8% 0,0% 1,1% 3,2% 1,9% 0,7% 1,7% 1,9%
Discordo. 4,1% 0,0% 2,4% 0,0% 1,7% 3,5% 2,7% 3,1% 2,4% 2,9%
Discordo parcialmente. 4,1% 4,8% 4,8% 4,3% 4,4% 6,5% 5,3% 5,3% 4,6% 5,4%
Concordo parcialmente. 10,2% 9,5% 14,3% 19,1% 13,3% 7,2% 8,2% 8,0% 14,8% 9,6%
Concordo. 16,3% 26,2% 21,4% 10,6% 18,3% 14,4% 17,1% 24,5% 20,7% 19,2%
Concordo totalmente. 65,3% 59,5% 52,4% 66,0% 61,1% 65,3% 64,7% 58,4% 55,7% 61,0%
Total 49 42 42 47 180 403 414 413 411 1.641

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

234
Tabela III.46 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 42 (O curso exigiu de você organização e dedicação frequente aos estudos.), por
Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,5% 0,5% 0,0% 0,2% 0,3%
Discordo. 0,0% 0,0% 2,4% 0,0% 0,6% 0,2% 0,0% 0,0% 0,2% 0,1%
Discordo parcialmente. 2,0% 0,0% 2,4% 4,3% 2,2% 1,7% 0,2% 1,0% 1,2% 1,0%
Concordo parcialmente. 6,0% 2,4% 2,4% 8,5% 5,0% 4,9% 2,2% 2,4% 3,4% 3,2%
Concordo. 18,0% 23,8% 16,7% 12,8% 17,7% 13,5% 14,0% 14,3% 12,3% 13,5%
Concordo totalmente. 74,0% 73,8% 76,2% 74,5% 74,6% 79,2% 83,1% 82,4% 82,6% 81,8%
Total 50 42 42 47 181 408 414 414 413 1.649

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

235
Tabela III.47 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 43 ( Foram oferecidas oportunidades para os estudantes participarem de
programas, projetos ou atividades de extensão universitária.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 8,2% 4,8% 2,4% 2,1% 4,4% 2,5% 1,5% 0,2% 1,9% 1,5%
Discordo. 4,1% 0,0% 0,0% 0,0% 1,1% 3,2% 2,0% 2,7% 1,7% 2,4%
Discordo parcialmente. 2,0% 2,4% 4,8% 8,5% 4,4% 6,5% 2,0% 1,9% 5,8% 4,0%
Concordo parcialmente. 8,2% 14,3% 9,5% 12,8% 11,1% 6,5% 7,4% 10,4% 8,5% 8,2%
Concordo. 14,3% 14,3% 31,0% 10,6% 17,2% 16,2% 15,7% 20,1% 18,5% 17,6%
Concordo totalmente. 63,3% 64,3% 52,4% 66,0% 61,7% 65,2% 71,6% 64,6% 63,5% 66,2%
Total 49 42 42 47 180 402 408 413 411 1.634

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

236
Tabela III.48 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 44 (Foram oferecidas oportunidades para os estudantes participarem de projetos de
iniciação científica e de atividades que estimularam a investigação acadêmica.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 6,0% 4,8% 4,8% 2,1% 4,4% 3,0% 2,2% 1,7% 3,4% 2,6%
Discordo. 6,0% 4,8% 2,4% 2,1% 3,9% 3,8% 3,7% 3,6% 2,9% 3,5%
Discordo parcialmente. 4,0% 4,8% 7,1% 0,0% 3,9% 6,0% 3,2% 3,1% 6,1% 4,6%
Concordo parcialmente. 12,0% 9,5% 19,0% 19,1% 14,9% 9,3% 8,4% 12,6% 9,0% 9,8%
Concordo. 10,0% 14,3% 9,5% 14,9% 12,2% 16,0% 17,4% 18,2% 16,8% 17,1%
Concordo totalmente. 62,0% 61,9% 57,1% 61,7% 60,8% 61,9% 65,1% 60,8% 61,8% 62,4%
Total 50 42 42 47 181 399 407 413 411 1.630

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

237
Tabela III.49 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 45 (O curso ofereceu condições para os estudantes participarem de eventos
internos e/ou externos à instituição.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 4,1% 2,4% 2,4% 0,0% 2,2% 2,2% 1,4% 0,5% 1,7% 1,5%
Discordo. 4,1% 7,1% 2,4% 4,3% 4,4% 3,2% 2,4% 2,7% 3,2% 2,9%
Discordo parcialmente. 2,0% 2,4% 4,8% 2,1% 2,8% 5,4% 3,6% 2,2% 5,1% 4,1%
Concordo parcialmente. 8,2% 4,8% 14,3% 12,8% 10,0% 9,9% 7,7% 12,3% 11,9% 10,5%
Concordo. 20,4% 14,3% 14,3% 23,4% 18,3% 17,3% 15,7% 23,9% 23,1% 20,0%
Concordo totalmente. 61,2% 69,0% 61,9% 57,4% 62,2% 62,0% 69,1% 58,5% 55,1% 61,2%
Total 49 42 42 47 180 405 414 414 412 1.645

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

238
Tabela III.50 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 46 (A instituição ofereceu oportunidades para os estudantes atuarem como
representantes em órgãos colegiados.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 10,4% 2,6% 5,1% 2,2% 5,3% 3,9% 4,5% 2,3% 3,6% 3,6%
Discordo. 6,3% 2,6% 5,1% 2,2% 4,1% 6,5% 1,3% 3,4% 3,4% 3,6%
Discordo parcialmente. 2,1% 12,8% 2,6% 2,2% 4,7% 7,0% 4,8% 5,5% 5,4% 5,7%
Concordo parcialmente. 8,3% 7,7% 7,7% 13,3% 9,4% 12,2% 9,8% 15,1% 12,9% 12,5%
Concordo. 18,8% 17,9% 20,5% 28,9% 21,6% 17,9% 21,2% 20,8% 22,0% 20,5%
Concordo totalmente. 54,2% 56,4% 59,0% 51,1% 55,0% 52,5% 58,3% 53,0% 52,7% 54,2%
Total 48 39 39 45 171 385 396 385 387 1.553

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

239
Tabela III.51 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 47 (O curso favoreceu a articulação do conhecimento teórico com atividades
práticas.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,2% 0,0% 0,5% 0,2%
Discordo. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 1,5% 0,7% 0,7% 0,7% 0,9%
Discordo parcialmente. 2,0% 0,0% 0,0% 2,1% 1,1% 2,9% 2,2% 2,7% 1,5% 2,3%
Concordo parcialmente. 6,0% 2,4% 4,8% 6,4% 5,0% 6,9% 4,8% 8,9% 9,7% 7,6%
Concordo. 26,0% 28,6% 42,9% 25,5% 30,4% 21,1% 18,9% 19,6% 21,8% 20,3%
Concordo totalmente. 64,0% 69,0% 52,4% 66,0% 63,0% 67,3% 73,1% 68,1% 65,9% 68,6%
Total 50 42 42 47 181 407 413 414 413 1.647

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

240
Tabela III.52 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 48 (As atividades práticas foram suficientes para relacionar os conteúdos do curso
com a prática, contribuindo para sua formação profissional.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 2,2% 1,0% 1,4% 1,9% 1,6%
Discordo. 2,0% 0,0% 0,0% 2,1% 1,1% 3,5% 1,5% 1,2% 2,4% 2,1%
Discordo parcialmente. 4,0% 0,0% 4,8% 6,4% 3,9% 3,7% 3,2% 5,1% 5,8% 4,4%
Concordo parcialmente. 8,0% 11,9% 11,9% 12,8% 11,0% 8,4% 11,2% 12,3% 14,8% 11,7%
Concordo. 24,0% 33,3% 38,1% 31,9% 31,5% 23,0% 26,7% 28,7% 28,3% 26,7%
Concordo totalmente. 62,0% 54,8% 45,2% 46,8% 52,5% 59,2% 56,6% 51,2% 46,7% 53,4%
Total 50 42 42 47 181 404 412 414 413 1.643

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

241
Tabela III.53 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 49 (O curso propiciou acesso a conhecimentos atualizados e/ou contemporâneos
em sua área de formação.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,0% 1,2% 0,2% 0,2% 0,7%
Discordo. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 1,0% 0,7% 0,2% 0,2% 0,5%
Discordo parcialmente. 0,0% 0,0% 4,8% 2,1% 1,7% 2,9% 0,5% 1,9% 0,7% 1,5%
Concordo parcialmente. 8,2% 2,4% 9,5% 8,5% 7,2% 9,3% 5,4% 6,3% 9,9% 7,7%
Concordo. 18,4% 31,0% 21,4% 19,1% 22,2% 22,4% 24,3% 23,2% 24,9% 23,7%
Concordo totalmente. 71,4% 66,7% 64,3% 70,2% 68,3% 63,4% 67,9% 68,1% 63,9% 65,8%
Total 49 42 42 47 180 407 411 414 413 1.645

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

242
Tabela III.54 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 50 (O estágio supervisionado proporcionou experiências diversificadas para a sua
formação.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 4,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,1% 1,0% 0,5% 0,5% 0,2% 0,5%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,2% 0,7% 0,2% 1,2% 0,9%
Discordo parcialmente. 0,0% 0,0% 2,4% 4,3% 1,7% 2,2% 1,5% 1,0% 1,2% 1,5%
Concordo parcialmente. 6,0% 7,1% 7,1% 6,5% 6,7% 3,9% 2,4% 5,6% 5,9% 4,4%
Concordo. 28,0% 14,3% 21,4% 15,2% 20,0% 17,2% 15,3% 16,7% 20,5% 17,4%
Concordo totalmente. 62,0% 78,6% 69,0% 73,9% 70,6% 74,4% 79,6% 76,1% 70,9% 75,3%
Total 50 42 42 46 180 407 411 414 409 1.641

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

243
Tabela III.55 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 51 (As atividades realizadas durante seu trabalho de conclusão de curso
contribuíram para qualificar sua formação profissional.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,5% 0,5% 0,7% 0,5% 0,8%
Discordo. 2,0% 0,0% 4,9% 2,2% 2,2% 1,5% 1,0% 1,2% 0,7% 1,1%
Discordo parcialmente. 0,0% 0,0% 2,4% 2,2% 1,1% 1,5% 0,5% 0,5% 2,2% 1,2%
Concordo parcialmente. 10,0% 0,0% 7,3% 8,7% 6,7% 5,2% 4,4% 6,1% 4,9% 5,2%
Concordo. 16,0% 17,1% 12,2% 15,2% 15,2% 18,8% 16,8% 16,4% 21,5% 18,3%
Concordo totalmente. 72,0% 82,9% 73,2% 71,7% 74,7% 71,6% 76,9% 75,1% 70,1% 73,4%
Total 50 41 41 46 178 405 411 409 405 1.630

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

244
Tabela III.56 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 52 (Foram oferecidas oportunidades para os estudantes realizarem intercâmbios
e/ou estágios no país.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 17,1% 15,0% 17,1% 11,1% 14,9% 17,2% 16,5% 16,0% 15,8% 16,4%
Discordo. 4,9% 7,5% 2,9% 17,8% 8,7% 9,0% 9,0% 6,7% 10,2% 8,7%
Discordo parcialmente. 4,9% 12,5% 8,6% 17,8% 11,2% 6,2% 7,3% 10,4% 11,0% 8,7%
Concordo parcialmente. 9,8% 15,0% 8,6% 6,7% 9,9% 11,6% 12,9% 14,6% 13,6% 13,2%
Concordo. 17,1% 2,5% 28,6% 4,4% 12,4% 11,3% 11,8% 14,3% 14,1% 12,9%
Concordo totalmente. 46,3% 47,5% 34,3% 42,2% 42,9% 44,6% 42,6% 37,9% 35,3% 40,1%
Total 41 40 35 45 161 354 357 356 354 1.421

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

245
Tabela III.57 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 53 ( Foram oferecidas oportunidades para os estudantes realizarem intercâmbios
e/ou estágios fora do país.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 26,3% 21,4% 16,7% 11,1% 18,6% 20,3% 19,5% 17,3% 12,3% 17,3%
Discordo. 2,6% 2,4% 8,3% 15,6% 7,5% 8,6% 8,2% 9,2% 9,5% 8,9%
Discordo parcialmente. 2,6% 14,3% 13,9% 11,1% 10,6% 6,9% 6,2% 7,8% 12,6% 8,4%
Concordo parcialmente. 13,2% 14,3% 16,7% 15,6% 14,9% 15,1% 12,2% 14,8% 15,1% 14,3%
Concordo. 10,5% 4,8% 13,9% 11,1% 9,9% 9,1% 11,9% 12,6% 14,2% 12,0%
Concordo totalmente. 44,7% 42,9% 30,6% 35,6% 38,5% 40,0% 41,9% 38,3% 36,3% 39,1%
Total 38 42 36 45 161 350 353 358 358 1.419

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

246
Tabela III.58 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 54 (Os estudantes participaram de avaliações periódicas do curso (disciplinas,
atuação dos professores, infraestrutura).), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 4,1% 4,8% 9,5% 2,2% 5,1% 2,3% 1,0% 1,7% 3,7% 2,2%
Discordo. 2,0% 4,8% 2,4% 2,2% 2,8% 3,5% 3,0% 1,7% 3,9% 3,0%
Discordo parcialmente. 0,0% 7,1% 2,4% 4,4% 3,4% 2,8% 3,5% 2,7% 3,9% 3,2%
Concordo parcialmente. 8,2% 7,1% 7,1% 17,8% 10,1% 9,3% 6,4% 7,1% 8,6% 7,8%
Concordo. 26,5% 16,7% 16,7% 13,3% 18,5% 14,8% 17,0% 19,1% 18,4% 17,3%
Concordo totalmente. 59,2% 59,5% 61,9% 60,0% 60,1% 67,4% 69,1% 67,6% 61,5% 66,4%
Total 49 42 42 45 178 399 405 408 408 1.620

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

247
Tabela III.59 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 55 (As avaliações da aprendizagem realizadas durante o curso foram compatíveis
com os conteúdos ou temas trabalhados pelos professores.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,2% 0,5% 0,5% 0,4%
Discordo. 4,0% 0,0% 2,4% 0,0% 1,7% 2,0% 1,2% 1,0% 1,5% 1,4%
Discordo parcialmente. 0,0% 0,0% 2,4% 4,3% 1,7% 3,0% 1,7% 2,9% 1,5% 2,3%
Concordo parcialmente. 4,0% 11,9% 4,8% 8,5% 7,2% 6,5% 6,1% 7,2% 11,4% 7,8%
Concordo. 32,0% 23,8% 28,6% 36,2% 30,4% 20,1% 22,3% 23,9% 31,6% 24,5%
Concordo totalmente. 60,0% 64,3% 61,9% 51,1% 59,1% 68,2% 68,4% 64,5% 53,5% 63,6%
Total 50 42 42 47 181 402 412 414 411 1.639

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

248
Tabela III.60 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 56 (Os professores apresentaram disponibilidade para atender os estudantes fora
do horário das aulas.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 2,0% 2,4% 0,5% 1,2% 1,5%
Discordo. 4,0% 0,0% 7,1% 4,3% 3,9% 4,9% 2,7% 2,7% 3,4% 3,4%
Discordo parcialmente. 12,0% 9,5% 9,5% 4,3% 8,8% 7,4% 3,4% 6,1% 5,8% 5,7%
Concordo parcialmente. 10,0% 19,0% 14,3% 14,9% 14,4% 11,6% 10,9% 12,4% 14,6% 12,4%
Concordo. 18,0% 16,7% 21,4% 17,0% 18,2% 15,6% 22,6% 27,0% 26,7% 23,0%
Concordo totalmente. 54,0% 54,8% 47,6% 59,6% 54,1% 58,5% 57,9% 51,3% 48,3% 54,0%
Total 50 42 42 47 181 405 411 411 412 1.639

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

249
Tabela III.61 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 57 (Os professores demonstraram domínio dos conteúdos abordados nas
disciplinas.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,2% 0,2% 0,0% 0,0% 0,1%
Discordo. 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 1,2% 1,0% 0,7% 0,5% 0,8%
Discordo parcialmente. 4,0% 0,0% 7,1% 4,3% 3,9% 2,0% 0,7% 0,7% 1,2% 1,2%
Concordo parcialmente. 4,0% 7,1% 2,4% 6,4% 5,0% 5,9% 5,1% 4,1% 7,3% 5,6%
Concordo. 18,0% 21,4% 23,8% 21,3% 21,0% 18,5% 15,7% 22,2% 25,7% 20,5%
Concordo totalmente. 74,0% 71,4% 66,7% 68,1% 70,2% 72,2% 77,2% 72,2% 65,4% 71,8%
Total 50 42 42 47 181 410 413 414 413 1.650

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

250
Tabela III.62 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 58 (Os professores utilizaram tecnologias da informação e comunicação (TICs)
como estratégia de ensino (projetor multimídia, laboratório de informática, ambiente virtual de aprendizagem).), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da
coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 0,5% 1,0% 0,2% 0,2% 0,5%
Discordo. 2,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,6% 1,2% 0,7% 1,0% 0,7% 0,9%
Discordo parcialmente. 4,0% 2,4% 0,0% 0,0% 1,7% 4,4% 0,7% 1,2% 0,7% 1,8%
Concordo parcialmente. 8,0% 7,1% 9,5% 6,4% 7,7% 7,1% 4,1% 4,8% 5,9% 5,5%
Concordo. 16,0% 11,9% 26,2% 12,8% 16,6% 16,4% 15,7% 17,1% 20,2% 17,4%
Concordo totalmente. 68,0% 78,6% 64,3% 80,9% 72,9% 70,3% 77,7% 75,6% 72,2% 74,0%
Total 50 42 42 47 181 408 413 414 410 1.645

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

251
Tabela III.63 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 59 (A instituição dispôs de quantidade suficiente de funcionários para o apoio
administrativo e acadêmico.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 0,0% 2,4% 4,3% 2,2% 2,7% 3,2% 2,9% 3,7% 3,1%
Discordo. 2,0% 2,4% 2,4% 0,0% 1,7% 2,2% 2,7% 2,9% 3,7% 2,9%
Discordo parcialmente. 0,0% 2,4% 11,9% 8,7% 5,6% 5,7% 3,7% 4,2% 7,1% 5,2%
Concordo parcialmente. 14,0% 21,4% 2,4% 19,6% 14,4% 11,7% 10,5% 11,0% 12,5% 11,4%
Concordo. 24,0% 16,7% 23,8% 15,2% 20,0% 15,5% 20,1% 24,2% 22,5% 20,6%
Concordo totalmente. 58,0% 57,1% 57,1% 52,2% 56,1% 62,1% 59,8% 54,8% 50,6% 56,8%
Total 50 42 42 46 180 401 408 409 409 1.627

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

252
Tabela III.64 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 60 (O curso disponibilizou monitores ou tutores para auxiliar os estudantes.), por
Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,1% 2,5% 4,8% 8,5% 4,5% 3,8% 4,0% 2,5% 2,9% 3,3%
Discordo. 4,2% 2,5% 4,8% 6,4% 4,5% 3,5% 4,0% 2,9% 4,9% 3,8%
Discordo parcialmente. 6,3% 2,5% 9,5% 2,1% 5,1% 6,8% 3,0% 5,1% 6,1% 5,3%
Concordo parcialmente. 12,5% 12,5% 11,9% 17,0% 13,6% 9,1% 9,9% 10,8% 13,7% 10,9%
Concordo. 20,8% 17,5% 19,0% 10,6% 16,9% 17,9% 16,3% 23,3% 23,5% 20,3%
Concordo totalmente. 54,2% 62,5% 50,0% 55,3% 55,4% 58,9% 62,9% 55,4% 48,9% 56,5%
Total 48 40 42 47 177 397 404 408 409 1.618

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

253
Tabela III.65 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 61 (As condições de infraestrutura das salas de aula foram adequadas.), por Sexo
dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 4,8% 2,4% 4,3% 2,8% 4,2% 3,9% 4,8% 5,1% 4,5%
Discordo. 2,0% 2,4% 4,8% 0,0% 2,2% 5,7% 3,6% 3,6% 7,2% 5,0%
Discordo parcialmente. 6,0% 2,4% 4,8% 17,0% 7,7% 7,4% 6,3% 8,0% 7,7% 7,4%
Concordo parcialmente. 20,0% 19,0% 14,3% 12,8% 16,6% 9,9% 11,6% 14,0% 18,6% 13,6%
Concordo. 20,0% 11,9% 33,3% 23,4% 22,1% 21,3% 21,5% 24,6% 20,5% 22,0%
Concordo totalmente. 52,0% 59,5% 40,5% 42,6% 48,6% 51,5% 53,0% 44,9% 40,8% 47,5%
Total 50 42 42 47 181 404 413 414 414 1.645

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

254
Tabela III.66 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 62 (Os equipamentos e materiais disponíveis para as aulas práticas foram
adequados para a quantidade de estudantes.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 6,0% 4,8% 4,8% 6,4% 5,5% 4,7% 3,6% 3,9% 6,1% 4,6%
Discordo. 4,0% 0,0% 4,8% 6,4% 3,9% 5,9% 4,9% 4,1% 6,3% 5,3%
Discordo parcialmente. 0,0% 7,1% 4,8% 8,5% 5,0% 6,7% 6,1% 8,0% 10,9% 7,9%
Concordo parcialmente. 20,0% 21,4% 23,8% 14,9% 19,9% 10,1% 12,9% 15,9% 16,2% 13,8%
Concordo. 18,0% 11,9% 19,0% 21,3% 17,7% 18,2% 19,7% 22,9% 22,0% 20,7%
Concordo totalmente. 52,0% 54,8% 42,9% 42,6% 48,1% 54,4% 52,8% 45,2% 38,5% 47,7%
Total 50 42 42 47 181 406 411 414 413 1.644

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

255
Tabela III.67 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 63 (Os ambientes e equipamentos destinados às aulas práticas foram adequados ao
curso.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 2,0% 2,4% 2,4% 6,4% 3,3% 3,2% 2,9% 2,7% 3,9% 3,2%
Discordo. 0,0% 0,0% 2,4% 4,3% 1,7% 4,7% 4,4% 3,2% 4,8% 4,3%
Discordo parcialmente. 0,0% 4,8% 9,5% 4,3% 4,4% 6,9% 3,4% 5,8% 7,7% 6,0%
Concordo parcialmente. 14,0% 19,0% 14,3% 17,0% 16,0% 10,6% 14,1% 12,4% 18,4% 13,9%
Concordo. 26,0% 23,8% 23,8% 23,4% 24,3% 17,8% 18,0% 24,8% 21,1% 20,5%
Concordo totalmente. 58,0% 50,0% 47,6% 44,7% 50,3% 56,7% 57,1% 51,1% 44,1% 52,2%
Total 50 42 42 47 181 404 410 411 413 1.638

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

256
Tabela III.68 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 64 (A biblioteca dispôs das referências bibliográficas que os estudantes
necessitaram.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 4,0% 2,4% 2,4% 4,3% 3,3% 3,2% 2,2% 2,2% 3,2% 2,7%
Discordo. 4,0% 2,4% 7,1% 8,5% 5,5% 4,7% 4,4% 2,4% 6,6% 4,5%
Discordo parcialmente. 4,0% 4,8% 2,4% 4,3% 3,9% 5,6% 5,1% 6,1% 11,4% 7,1%
Concordo parcialmente. 6,0% 14,3% 11,9% 17,0% 12,2% 8,8% 10,9% 14,0% 13,1% 11,7%
Concordo. 16,0% 16,7% 26,2% 23,4% 20,4% 20,8% 23,3% 25,4% 22,1% 22,9%
Concordo totalmente. 66,0% 59,5% 50,0% 42,6% 54,7% 56,9% 54,1% 49,9% 43,7% 51,1%
Total 50 42 42 47 181 408 412 413 412 1.645

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

257
Tabela III.69 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 65 (A instituição contou com biblioteca virtual ou conferiu acesso a obras
disponíveis em acervos virtuais.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 9,8% 9,5% 7,0% 6,4% 4,1% 5,1% 4,8% 5,3% 4,8%
Discordo. 6,5% 7,3% 11,9% 4,7% 7,6% 5,4% 3,8% 3,3% 5,1% 4,4%
Discordo parcialmente. 2,2% 2,4% 0,0% 4,7% 2,3% 6,2% 3,6% 4,3% 7,9% 5,5%
Concordo parcialmente. 8,7% 14,6% 7,1% 14,0% 11,0% 7,5% 10,4% 9,7% 11,7% 9,8%
Concordo. 19,6% 9,8% 19,0% 11,6% 15,1% 16,5% 17,3% 21,9% 18,8% 18,6%
Concordo totalmente. 63,0% 56,1% 52,4% 58,1% 57,6% 60,4% 59,8% 56,0% 51,3% 56,9%
Total 46 41 42 43 172 389 393 393 394 1.569

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

258
Tabela III.70 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 66 (As atividades acadêmicas desenvolvidas dentro e fora da sala de aula
possibilitaram reflexão, convivência e respeito à diversidade.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 0,0% 0,0% 2,4% 0,0% 0,6% 1,7% 0,5% 0,5% 0,2% 0,7%
Discordo. 4,0% 0,0% 4,8% 4,3% 3,3% 1,5% 1,2% 1,5% 0,7% 1,2%
Discordo parcialmente. 2,0% 0,0% 4,8% 2,1% 2,2% 2,5% 1,5% 1,5% 2,2% 1,9%
Concordo parcialmente. 10,0% 9,5% 2,4% 8,5% 7,7% 7,9% 5,1% 5,8% 10,2% 7,3%
Concordo. 24,0% 21,4% 23,8% 17,0% 21,5% 17,7% 17,6% 18,7% 20,7% 18,7%
Concordo totalmente. 60,0% 69,0% 61,9% 68,1% 64,6% 68,8% 74,1% 72,0% 65,9% 70,2%
Total 50 42 42 47 181 407 409 411 410 1.637

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

259
Tabela III.71 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 67 (A instituição promoveu atividades de cultura, de lazer e de interação social.), por
Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 8,2% 2,4% 2,4% 0,0% 3,4% 5,6% 2,2% 3,4% 2,2% 3,3%
Discordo. 4,1% 7,1% 9,8% 4,3% 6,1% 2,5% 4,4% 5,7% 6,1% 4,7%
Discordo parcialmente. 2,0% 11,9% 9,8% 10,6% 8,4% 4,5% 5,4% 6,4% 12,2% 7,2%
Concordo parcialmente. 12,2% 7,1% 9,8% 14,9% 11,2% 11,4% 10,3% 12,3% 14,9% 12,2%
Concordo. 24,5% 7,1% 17,1% 25,5% 19,0% 17,9% 17,9% 21,6% 19,1% 19,1%
Concordo totalmente. 49,0% 64,3% 51,2% 44,7% 52,0% 58,1% 59,7% 50,6% 45,5% 53,4%
Total 49 42 41 47 179 396 407 407 409 1.619

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

260
Tabela III.72 - Distribuição do nível de Discordância/Concordância dos estudantes à assertiva 68 (A instituição dispôs de refeitório, cantina e banheiros em condições adequadas
que atenderam as necessidades dos seus usuários.), por Sexo dos Estudantes e Quartos de Desempenho (% da coluna) - Enade/2016 - Fonoaudiologia

Sexo

Masculino Feminino

Quartos de Desempenho Quartos de Desempenho

Categoria de Respostas 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total 1 quarto 2 quarto 3 quarto 4 quarto Total

Discordo totalmente. 6,0% 9,8% 7,1% 12,8% 8,9% 4,4% 7,8% 5,6% 10,7% 7,1%
Discordo. 0,0% 7,3% 9,5% 8,5% 6,1% 6,4% 4,1% 7,3% 8,0% 6,5%
Discordo parcialmente. 4,0% 7,3% 4,8% 2,1% 4,4% 7,9% 4,1% 9,2% 9,2% 7,6%
Concordo parcialmente. 14,0% 7,3% 9,5% 14,9% 11,7% 12,3% 12,4% 11,9% 16,7% 13,4%
Concordo. 16,0% 7,3% 23,8% 17,0% 16,1% 12,8% 20,2% 20,9% 17,2% 17,8%
Concordo totalmente. 60,0% 61,0% 45,2% 44,7% 52,8% 56,0% 51,3% 45,1% 38,1% 47,6%
Total 50 41 42 47 180 405 411 412 412 1.640

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

261
ANEXO IV – COMPARAÇÃO DA OPINIÃO
DOS ESTUDANTES E COORDENADORES
COM RESPEITO ÀS ATIVIDADES
ACADÊMICAS E EXTRACLASSES

262
Neste Anexo estão tabuladas comparações das respostas de estudantes e coordenadores a quesitos sobre o ambiente acadêmico, bem como sobre
atividades acadêmicas e extraclasses.

Tabela IV.1 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As disciplinas cursadas contribuíram para a formação
integral do Estudante, como cidadão e profissional - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 1 0 2 3
Discordo. 0 0 0 0 2 5 7
Discordo parcialmente. 0 0 0 1 5 26 32
Concordo parcialmente. 0 0 0 1 17 71 89
Concordo. 0 0 0 4 38 230 272
Concordo totalmente. 0 0 0 17 94 958 1.069
Total 0 0 0 24 156 1.292 1.472

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

263
Tabela IV.2 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Os conteúdos abordados nas disciplinas do curso
favorecem a atuação dos estudantes em estágios ou em atividades de iniciação profissional - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 4 4 8
Discordo. 0 0 0 0 2 4 6
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 7 21 28
Concordo parcialmente. 0 0 0 0 24 73 97
Concordo. 0 0 0 0 55 238 293
Concordo totalmente. 0 0 0 0 134 907 1.041
Total 0 0 0 0 226 1.247 1.473

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.3 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As metodologias de ensino utilizadas no curso desafiam
os estudantes a aprofundar conhecimentos e a desenvolver competências reflexivas e críticas - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 1 0 4 5
Discordo. 0 0 0 0 7 10 17
Discordo parcialmente. 0 0 0 6 11 31 48
Concordo parcialmente. 0 0 0 10 45 76 131
Concordo. 0 0 0 22 80 234 336
Concordo totalmente. 0 0 0 28 142 763 933
Total 0 0 0 67 285 1.118 1.470

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

264
Tabela IV.4 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O curso propicia experiências de aprendizagem
inovadoras - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 2 0 2 10 14
Discordo. 0 0 1 2 8 5 16
Discordo parcialmente. 0 0 5 4 13 12 34
Concordo parcialmente. 0 0 11 13 38 67 129
Concordo. 0 0 28 20 96 154 298
Concordo totalmente. 0 0 35 52 188 708 983
Total 0 0 82 91 345 956 1.474

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.5 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O curso contribui para os estudantes desenvolverem
consciência ética para o exercício profissional - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 1 6 7
Discordo. 0 0 0 0 1 5 6
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 1 17 18
Concordo parcialmente. 0 0 0 0 7 49 56
Concordo. 0 0 0 0 24 206 230
Concordo totalmente. 0 0 0 0 74 1.083 1.157
Total 0 0 0 0 108 1.366 1.474

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

265
Tabela IV.6 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O curso propicia oportunidades aos estudantes para
aprender a trabalhar em equipe - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 1 1 6 8
Discordo. 0 0 0 0 1 5 6
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 2 15 17
Concordo parcialmente. 0 0 0 2 11 46 59
Concordo. 0 0 0 6 31 182 219
Concordo totalmente. 0 0 0 24 81 1.062 1.167
Total 0 0 0 33 127 1.316 1.476

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.7 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O curso favorece o desenvolvimento da capacidade de
pensar criticamente, analisar e refletir sobre soluções para problemas da sociedade - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 1 0 3 6 10
Discordo. 0 0 0 1 3 8 12
Discordo parcialmente. 0 0 2 0 10 15 27
Concordo parcialmente. 0 0 0 4 32 57 93
Concordo. 0 0 5 6 94 199 304
Concordo totalmente. 0 0 16 13 193 802 1.024
Total 0 0 24 24 335 1.087 1.470

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

266
Tabela IV.8 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O curso contribui para ampliar a capacidade de
comunicação oral e escrita dos estudantes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 1 6 7
Discordo. 0 0 0 0 0 4 4
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 2 12 14
Concordo parcialmente. 0 0 0 0 4 42 46
Concordo. 0 0 0 0 22 230 252
Concordo totalmente. 0 0 0 0 52 1.100 1.152
Total 0 0 0 0 81 1.394 1.475

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.9 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As relações professor-aluno ao longo do curso estimulam
o estudante a estudar e aprender - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 2 5 17 24
Discordo. 0 0 0 0 5 17 22
Discordo parcialmente. 0 0 0 2 13 40 55
Concordo parcialmente. 0 0 0 7 40 119 166
Concordo. 0 0 0 11 68 286 365
Concordo totalmente. 0 0 0 31 83 727 841
Total 0 0 0 53 214 1.206 1.473

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

267
Tabela IV.10 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Os planos de ensino apresentados nas disciplinas
contribuem para o desenvolvimento das atividades acadêmicas e para os estudos dos discentes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 4 6 10
Discordo. 0 0 0 3 8 10 21
Discordo parcialmente. 0 0 0 2 6 31 39
Concordo parcialmente. 0 0 0 5 38 120 163
Concordo. 0 0 0 10 80 284 374
Concordo totalmente. 0 0 0 9 104 758 871
Total 0 0 0 29 240 1.209 1.478

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.11 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As referências bibliográficas indicadas pelos
professores nos planos de ensino contribuem para os estudos e a aprendizagens dos estudantes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 3 0 5 0 8
Discordo. 0 0 1 1 11 0 13
Discordo parcialmente. 0 0 6 1 16 0 23
Concordo parcialmente. 0 0 12 17 74 0 103
Concordo. 0 0 27 48 257 0 332
Concordo totalmente. 0 0 50 76 869 0 995
Total 0 0 99 143 1.232 0 1.474

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

268
Tabela IV.12 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "São oferecidas oportunidades para os estudantes
superarem dificuldades relacionadas ao processo de formação - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 6 14 24 44
Discordo. 0 0 0 5 16 44 65
Discordo parcialmente. 0 0 0 10 17 54 81
Concordo parcialmente. 0 0 0 10 39 174 223
Concordo. 0 0 0 6 70 266 342
Concordo totalmente. 0 0 0 3 66 628 697
Total 0 0 0 40 222 1.190 1.452

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.13 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "A coordenação do curso tem disponibilidade de carga
horária para orientação acadêmica dos estudantes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 2 0 0 3 25 30
Discordo. 0 1 0 0 10 36 47
Discordo parcialmente. 0 1 0 0 8 64 73
Concordo parcialmente. 0 4 0 0 10 131 145
Concordo. 0 6 0 0 14 243 263
Concordo totalmente. 0 8 0 0 20 861 889
Total 0 22 0 0 65 1.360 1.447

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

269
Tabela IV.14 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Há oferta contínua de programas, projetos ou atividades
de extensão universitária para os estudantes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 6 0 0 8 13 27
Discordo. 0 2 0 0 12 18 32
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 15 53 68
Concordo parcialmente. 0 2 0 0 36 89 127
Concordo. 0 7 0 0 65 186 258
Concordo totalmente. 0 3 0 0 140 811 954
Total 0 20 0 0 276 1.170 1.466

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.15 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Foram oferecidas oportunidades para os estudantes
participarem de projetos de iniciação científica e de atividades que estimularam a investigação acadêmica - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 3 4 0 1 6 27 41
Discordo. 0 3 0 3 11 35 52
Discordo parcialmente. 1 5 0 0 8 49 63
Concordo parcialmente. 4 13 0 4 30 107 158
Concordo. 4 11 0 9 25 179 228
Concordo totalmente. 2 26 0 31 75 786 920
Total 14 62 0 48 155 1.183 1.462

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

270
Tabela IV.16 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O curso ofereceu condições para os estudantes
participarem de eventos internos e/ou externos à instituição - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 1 3 8 11 23
Discordo. 0 1 1 3 20 24 49
Discordo parcialmente. 0 0 5 4 18 29 56
Concordo parcialmente. 0 3 3 13 37 99 155
Concordo. 0 6 11 14 57 197 285
Concordo totalmente. 0 5 14 23 108 754 904
Total 0 15 35 60 248 1.114 1.472

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.17 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "São oferecidas oportunidades para os estudantes
atuarem como representantes em órgãos colegiados - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 3 3 6 3 40 55
Discordo. 0 0 1 5 1 45 52
Discordo parcialmente. 0 0 1 12 3 58 74
Concordo parcialmente. 0 5 1 13 8 139 166
Concordo. 0 5 1 14 18 243 281
Concordo totalmente. 0 1 0 21 19 718 759
Total 0 14 7 71 52 1.243 1.387

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

271
Tabela IV.18 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O curso favorece a articulação do conhecimento teórico
com atividades práticas - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 1 4 5
Discordo. 0 0 0 3 6 5 14
Discordo parcialmente. 0 0 0 3 6 24 33
Concordo parcialmente. 0 0 0 13 18 88 119
Concordo. 0 0 0 17 26 263 306
Concordo totalmente. 0 0 0 13 55 932 1.000
Total 0 0 0 49 112 1.316 1.477

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.19 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As atividades práticas são suficientes para relacionar os
conteúdos do curso com a área de atuação, contribuindo para a formação profissional dos estudantes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 2 10 11 23
Discordo. 0 0 0 2 15 16 33
Discordo parcialmente. 0 0 0 7 43 21 71
Concordo parcialmente. 0 0 0 13 69 88 170
Concordo. 0 0 0 24 135 229 388
Concordo totalmente. 0 0 0 28 149 611 788
Total 0 0 0 76 421 976 1.473

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

272
Tabela IV.20 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O estágio supervisionado proporciona aos estudantes
experiências diversificadas de formação - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 4 6 10
Discordo. 0 0 0 0 2 9 11
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 2 22 24
Concordo parcialmente. 0 0 0 0 9 70 79
Concordo. 0 0 0 0 48 212 260
Concordo totalmente. 0 0 0 0 129 956 1.085
Total 0 0 0 0 194 1.275 1.469

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.21 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As atividades realizadas durante o trabalho de conclusão
de curso contribuem para a formação profissional dos estudantes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 3 9 12
Discordo. 0 0 0 0 3 15 18
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 8 10 18
Concordo parcialmente. 0 0 0 0 24 64 88
Concordo. 0 0 0 0 62 200 262
Concordo totalmente. 0 0 0 0 180 880 1.060
Total 0 0 0 0 280 1.178 1.458

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

273
Tabela IV.22 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "São oferecidas oportunidades para os estudantes
realizarem intercâmbios e/ou estágios no país - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 13 16 20 0 74 82 205


Discordo. 2 9 11 0 31 47 100
Discordo parcialmente. 0 10 12 0 35 50 107
Concordo parcialmente. 0 8 11 0 52 76 147
Concordo. 1 12 9 0 45 80 147
Concordo totalmente. 5 8 13 0 93 396 515
Total 21 63 76 0 330 731 1.221

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.23 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "São oferecidas oportunidades para os estudantes
realizarem intercâmbios e/ou estágios no exterior - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 29 24 10 14 44 101 222


Discordo. 5 11 9 4 28 40 97
Discordo parcialmente. 6 10 12 10 23 38 99
Concordo parcialmente. 8 7 9 13 38 62 137
Concordo. 9 7 4 12 40 59 131
Concordo totalmente. 6 5 12 13 99 396 531
Total 63 64 56 66 272 696 1.217

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

274
Tabela IV.24 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Os estudantes participam de avaliações periódicas do
curso (disciplinas, atuação dos professores, infraestrutura) - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 2 22 13 7 44
Discordo. 0 0 4 9 13 19 45
Discordo parcialmente. 0 0 1 7 17 24 49
Concordo parcialmente. 0 0 3 13 20 75 111
Concordo. 0 0 16 15 26 177 234
Concordo totalmente. 0 0 25 34 58 852 969
Total 0 0 51 100 147 1.154 1.452

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.25 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As avaliações de aprendizagem realizadas durante o
curso são compatíveis com os conteúdos ou temas trabalhados pelos professores - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 3 3 6
Discordo. 0 0 0 0 6 16 22
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 9 24 33
Concordo parcialmente. 0 0 0 0 32 83 115
Concordo. 0 0 0 0 84 274 358
Concordo totalmente. 0 0 0 0 116 822 938
Total 0 0 0 0 250 1.222 1.472

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

275
Tabela IV.26 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Os professores apresentam disponibilidade para atender
os estudantes fora do horário de aula - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 1 0 5 16 22
Discordo. 0 0 1 0 11 35 47
Discordo parcialmente. 0 0 5 0 19 66 90
Concordo parcialmente. 0 0 2 0 45 134 181
Concordo. 0 0 4 0 87 240 331
Concordo totalmente. 0 0 2 0 112 687 801
Total 0 0 15 0 279 1.178 1.472

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.27 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Os professores demonstram domínio dos conteúdos
abordados nas disciplinas - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 0 2 2
Discordo. 0 0 0 0 1 9 10
Discordo parcialmente. 0 0 0 0 0 24 24
Concordo parcialmente. 0 0 0 0 3 82 85
Concordo. 0 0 0 0 11 291 302
Concordo totalmente. 0 0 0 0 14 1.043 1.057
Total 0 0 0 0 29 1.451 1.480

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

276
Tabela IV.28 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Os professores utilizaram tecnologias da informação e
comunicação (TIC) como estratégia de ensino (projetor multimídia, laboratório de informática, ambiente virtual de aprendizagem) - Enade/2016 –
Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 1 0 8 9
Discordo. 0 0 2 3 1 7 13
Discordo parcialmente. 0 0 1 11 1 14 27
Concordo parcialmente. 0 0 9 14 6 59 88
Concordo. 0 0 22 32 13 176 243
Concordo totalmente. 0 0 54 63 22 931 1.070
Total 0 0 88 124 43 1.195 1.450

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

277
Tabela IV.29 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "A instituição dispõe de quantidade suficiente de
servidores para o apoio administrativo e acadêmico - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 3 8 2 7 11 18 49
Discordo. 2 7 1 3 6 18 37
Discordo parcialmente. 7 8 1 9 24 31 80
Concordo parcialmente. 16 4 8 28 44 82 182
Concordo. 31 6 2 14 57 165 275
Concordo totalmente. 25 2 12 15 108 678 840
Total 84 35 26 76 250 992 1.463

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.30 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "O curso disponibiliza monitores ou tutores para auxiliar
os estudantes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 10 3 8 11 18 50
Discordo. 0 4 3 11 13 25 56
Discordo parcialmente. 0 0 2 11 17 40 70
Concordo parcialmente. 0 4 5 21 38 88 156
Concordo. 0 18 4 29 55 168 274
Concordo totalmente. 0 39 6 50 65 680 840
Total 0 75 23 130 199 1.019 1.446

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

278
Tabela IV.31 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As condições de infraestrutura das salas de aula são
adequadas - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 12 1 6 15 12 28 74
Discordo. 5 2 5 4 21 33 70
Discordo parcialmente. 6 1 15 5 35 45 107
Concordo parcialmente. 19 6 9 8 79 75 196
Concordo. 8 2 9 2 129 149 299
Concordo totalmente. 3 8 4 1 146 567 729
Total 53 20 48 35 422 897 1.475

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.32 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Os equipamentos e materiais disponíveis para as aulas
práticas são adequados para a quantidade de estudantes - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 6 2 1 18 18 33 78
Discordo. 5 1 2 12 22 39 81
Discordo parcialmente. 6 4 2 12 29 51 104
Concordo parcialmente. 17 6 2 28 58 90 201
Concordo. 19 8 1 16 76 159 279
Concordo totalmente. 12 3 0 12 113 592 732
Total 65 24 8 98 316 964 1.475

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

279
Tabela IV.33 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "Os ambientes e equipamentos destinados às aulas
práticas são adequados ao curso - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 6 3 1 11 8 25 54
Discordo. 2 1 3 12 9 39 66
Discordo parcialmente. 3 2 1 20 16 42 84
Concordo parcialmente. 22 8 2 25 47 99 203
Concordo. 19 5 0 21 56 166 267
Concordo totalmente. 13 4 1 23 96 659 796
Total 65 23 8 112 232 1.030 1.470

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.34 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "A biblioteca possui quantidade de livros (exemplares
físicos e digitais) suficiente para atender às necessidades dos estudantes e professores - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 1 6 0 10 8 10 35
Discordo. 1 7 0 18 15 25 66
Discordo parcialmente. 3 11 0 20 15 37 86
Concordo parcialmente. 1 15 0 26 31 89 162
Concordo. 3 21 0 44 64 193 325
Concordo totalmente. 3 20 0 34 132 614 803
Total 12 80 0 152 265 968 1.477

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

280
Tabela IV.35 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "As atividades acadêmicas desenvolvidas dentro e fora
da sala de aula possibilitam reflexão, convivência e respeito à diversidade - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 0 0 0 5 7 12
Discordo. 0 0 0 2 3 18 23
Discordo parcialmente. 0 0 0 2 9 18 29
Concordo parcialmente. 0 0 0 5 25 81 111
Concordo. 0 0 0 7 46 217 270
Concordo totalmente. 0 0 0 8 121 894 1.023
Total 0 0 0 24 209 1.235 1.468

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

Tabela IV.36 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "A instituição promove com regularidade atividades de
cultura, de lazer e de interação social - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 0 3 7 8 7 28 53
Discordo. 0 4 5 13 14 36 72
Discordo parcialmente. 0 4 13 15 22 49 103
Concordo parcialmente. 0 9 13 20 33 102 177
Concordo. 0 6 16 13 53 186 274
Concordo totalmente. 0 9 21 36 64 646 776
Total 0 35 75 105 193 1.047 1.455

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

281
Tabela IV.37 - Distribuição das respostas dos coordenadores e estudantes à questão: "A instituição dispõe de refeitório, cantina e banheiros em
condições adequadas que atendem às necessidades dos seus usuários - Enade/2016 – Fonoaudiologia."

Coordenador Discordo Discordo Concordo Concordo


totalmente. Discordo. parcialmente. parcialmente. Concordo. totalmente. Total
Estudante

Discordo totalmente. 27 13 30 6 2 39 117


Discordo. 14 7 24 8 2 39 94
Discordo parcialmente. 15 6 13 13 11 41 99
Concordo parcialmente. 15 11 30 17 19 87 179
Concordo. 15 9 29 18 30 142 243
Concordo totalmente. 2 12 45 24 66 590 739
Total 88 58 171 86 130 938 1.471

Fonte: MEC / Inep / Daes - Enade/2016

282
ANEXO V – QUESTIONÁRIO DO
ESTUDANTE

283
Ministério da Educação
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Diretoria de Avaliação da Educação Superior
Coordenação-Geral do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes

QUESTIONÁRIO DO ESTUDANTE 2016

Caro (a) estudante,

Este questionário constitui um instrumento importante para compor o perfil socioeconômico e


acadêmico dos participantes do Enade e uma oportunidade para você avaliar diversos aspectos do seu curso e
formação.
Sua contribuição é extremamente relevante para melhor conhecermos como se constrói a qualidade
da educação superior no país. As respostas às questões serão analisadas em conjunto, preservando o sigilo da
identidade dos participantes.
Para responder, basta clicar sobre a alternativa desejada. No final de cada página, ao pressionar um
dos botões “Próximo” ou “Anterior”, o sistema gravará a resposta no banco de dados, que poderá ser
modificada a qualquer tempo. O questionário será enviado ao Inep apenas quando, na última página, for
acionado o botão "Finalizar”, indicando o preenchimento total do questionário. Ao final, será possível visualizar
seu local e horário da prova.

Agradecemos a sua colaboração!

1. Qual o seu estado civil?


A ( ) Solteiro(a).
B ( ) Casado(a).
C ( ) Separado(a) judicialmente/divorciado(a).
D ( ) Viúvo(a).
E ( ) Outro.

2. Qual é a sua cor ou raça?


A ( ) Branca.
B ( ) Preta.
C ( ) Amarela.
D ( ) Parda.
E ( ) Indígena.
F ( ) Não quero declarar.

3. Qual a sua nacionalidade?


A ( ) Brasileira.
B ( ) Brasileira naturalizada.
C ( ) Estrangeira.

4. Até que etapa de escolarização seu pai concluiu?


A ( ) Nenhuma.
B ( ) Ensino Fundamental: 1º ao 5º ano (1ª a 4ª série).
C ( ) Ensino Fundamental: 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série).
D ( ) Ensino Médio.
E ( ) Ensino Superior - Graduação.
F ( ) Pós-graduação.

5. Até que etapa de escolarização sua mãe concluiu?


A ( ) Nenhuma.
B ( ) Ensino fundamental: 1º ao 5º ano (1ª a 4ª série).

1
C ( ) Ensino fundamental: 6º ao 9º ano (5ª a 8ª série).
D ( ) Ensino médio.
E ( ) Ensino Superior - Graduação.
F ( ) Pós-graduação.

6. Onde e com quem você mora atualmente?


A ( ) Em casa ou apartamento, sozinho.
B ( ) Em casa ou apartamento, com pais e/ou parentes.
C ( ) Em casa ou apartamento, com cônjuge e/ou filhos.
D ( ) Em casa ou apartamento, com outras pessoas (incluindo república).
E ( ) Em alojamento universitário da própria instituição.
F ( ) Em outros tipos de habitação individual ou coletiva (hotel, hospedaria, pensão ou outro).

7. Quantas pessoas da sua família moram com você? Considere seus pais, irmãos, cônjuge, filhos e outros
parentes que moram na mesma casa com você.
A ( ) Nenhuma.
B ( ) Uma.
C ( ) Duas.
D ( ) Três.
E ( ) Quatro.
F ( ) Cinco.
G ( ) Seis.
H ( ) Sete ou mais.

8. Qual a renda total de sua família, incluindo seus rendimentos?


A ( ) Até 1,5 salário mínimo (até R$ 1.320,00).
B ( ) De 1,5 a 3 salários mínimos (R$ 1.320,01 a R$ 2.640,00).
C ( ) De 3 a 4,5 salários mínimos (R$ 2.640,01 a R$ 3.960,00).
D ( ) De 4,5 a 6 salários mínimos (R$ 3.960,01 a R$ 5.280,00).
E ( ) De 6 a 10 salários mínimos (R$ 5.280,01 a R$ 8.800,00).
F ( ) De 10 a 30 salários mínimos (R$ 8.800,01 a R$ 26.400,00).
G ( ) Acima de 30 salários mínimos (mais de R$ 26.400,00).

9. Qual alternativa a seguir melhor descreve sua situação financeira (incluindo bolsas)?
A ( ) Não tenho renda e meus gastos são financiados por programas governamentais.
B ( ) Não tenho renda e meus gastos são financiados pela minha família ou por outras pessoas.
C ( ) Tenho renda, mas recebo ajuda da família ou de outras pessoas para financiar meus gastos.
D ( ) Tenho renda e não preciso de ajuda para financiar meus gastos.
E ( ) Tenho renda e contribuo com o sustento da família.
F ( ) Sou o principal responsável pelo sustento da família.

10. Qual alternativa a seguir melhor descreve sua situação de trabalho (exceto estágio ou bolsas)?
A ( ) Não estou trabalhando.
B ( ) Trabalho eventualmente.
C ( ) Trabalho até 20 horas semanais.
D ( ) Trabalho de 21 a 39 horas semanais.
E ( ) Trabalho 40 horas semanais ou mais.

11. Que tipo de bolsa de estudos ou financiamento do curso você recebeu para custear todas ou a maior parte
das mensalidades? No caso de haver mais de uma opção, marcar apenas a bolsa de maior duração.
A ( ) Nenhum, pois meu curso é gratuito.
B ( ) Nenhum, embora meu curso não seja gratuito.
C ( ) ProUni integral.
D ( ) ProUni parcial, apenas.
E ( ) FIES, apenas.
F ( ) ProUni Parcial e FIES.
G ( ) Bolsa oferecida por governo estadual, distrital ou municipal.

2
H ( ) Bolsa oferecida pela própria instituição.
I ( ) Bolsa oferecida por outra entidade (empresa, ONG, outra).
J ( ) Financiamento oferecido pela própria instituição.
K ( ) Financiamento bancário.

12. Ao longo da sua trajetória acadêmica, você recebeu algum tipo de auxílio permanência? No caso de haver
mais de uma opção, marcar apenas a bolsa de maior duração.
A ( ) Nenhum.
B ( ) Auxílio moradia.
C ( ) Auxílio alimentação.
D ( ) Auxílio moradia e alimentação.
E ( ) Auxílio permanência.
F ( ) Outro tipo de auxílio.

13. Ao longo da sua trajetória acadêmica, você recebeu algum tipo de bolsa acadêmica? No caso de haver mais
de uma opção, marcar apenas a bolsa de maior duração.
A ( ) Nenhum.
B ( ) Bolsa de iniciação científica.
C ( ) Bolsa de extensão.
D ( ) Bolsa de monitoria/tutoria.
E ( ) Bolsa PET.
F ( ) Outro tipo de bolsa acadêmica.

14. Durante o curso de graduação você participou de programas e/ou atividades curriculares no exterior?
A ( ) Não participei.
B ( ) Sim, Programa Ciência sem Fronteiras.
C ( ) Sim, programa de intercâmbio financiado pelo Governo Federal (Marca; Brafitec; PLI; outro).
D ( ) Sim, programa de intercâmbio financiado pelo Governo Estadual.
E ( ) Sim, programa de intercâmbio da minha instituição.
F ( ) Sim, outro intercâmbio não institucional.

15. Seu ingresso no curso de graduação se deu por meio de políticas de ação afirmativa ou inclusão social?
A ( ) Não.
B ( ) Sim, por critério étnico-racial.
C ( ) Sim, por critério de renda.
D ( ) Sim, por ter estudado em escola pública ou particular com bolsa de estudos.
E ( ) Sim, por sistema que combina dois ou mais critérios anteriores.
F ( ) Sim, por sistema diferente dos anteriores.

16. Em que unidade da Federação você concluiu o ensino médio?


( ) AC ( ) DF ( ) MT ( ) RJ ( ) SE
( ) AL ( ) ES ( ) PA ( ) RN ( ) SP
( ) AM ( ) GO ( ) PB ( ) RO ( ) TO
( ) AP ( ) MA ( ) PE ( ) RR ( ) Não se aplica
( ) BA ( ) MG ( ) PI ( ) RS
( ) CE ( ) MS ( ) PR ( ) SC

17. Em que tipo de escola você cursou o ensino médio?


A ( ) Todo em escola pública.
B ( ) Todo em escola privada (particular).
C ( ) Todo no exterior.
D ( ) A maior parte em escola pública.
E ( ) A maior parte em escola privada (particular).
F ( ) Parte no Brasil e parte no exterior.

18. Qual modalidade de ensino médio você concluiu?


A ( ) Ensino médio tradicional.

3
B ( ) Profissionalizante técnico (eletrônica, contabilidade, agrícola, outro).
C ( ) Profissionalizante magistério (Curso Normal).
D ( ) Educação de Jovens e Adultos (EJA) e/ou Supletivo.
E ( ) Outra modalidade.

19. Quem lhe deu maior incentivo para cursar a graduação?


A ( ) Ninguém.
B ( ) Pais.
C ( ) Outros membros da família que não os pais.
D ( ) Professores.
E ( ) Líder ou representante religioso.
F ( ) Colegas/Amigos.
G ( ) Outras pessoas.

20. Algum dos grupos abaixo foi determinante para você enfrentar dificuldades durante seu curso superior e
concluí-lo?
A ( ) Não tive dificuldade.
B ( ) Não recebi apoio para enfrentar dificuldades.
C ( ) Pais.
D ( ) Avós.
E ( ) Irmãos, primos ou tios.
F ( ) Líder ou representante religioso.
G ( ) Colegas de curso ou amigos.
H ( ) Professores do curso.
I ( ) Profissionais do serviço de apoio ao estudante da IES.
J ( ) Colegas de trabalho.
K ( ) Outro grupo.

21. Alguém em sua família concluiu um curso superior?


A ( ) Sim.
B ( ) Não.

22. Excetuando-se os livros indicados na bibliografia do seu curso, quantos livros você leu neste ano?
A ( ) Nenhum.
B ( ) Um ou dois.
C ( ) De três a cinco.
D ( ) De seis a oito.
E ( ) Mais de oito.

23. Quantas horas por semana, aproximadamente, você dedicou aos estudos, excetuando as horas de aula?
A ( ) Nenhuma, apenas assisto às aulas.
B ( ) De uma a três.
C ( ) De quatro a sete.
D ( ) De oito a doze.
E ( ) Mais de doze.

24. Você teve oportunidade de aprendizado de idioma estrangeiro na Instituição?


A ( ) Sim, somente na modalidade presencial.
B ( ) Sim, somente na modalidade semipresencial.
C ( ) Sim, parte na modalidade presencial e parte na modalidade semipresencial.
D ( ) Sim, na modalidade a distância.
E ( ) Não.

25. Qual o principal motivo para você ter escolhido este curso?
A ( ) Inserção no mercado de trabalho.
B ( ) Influência familiar.
C ( ) Valorização profissional.

4
D ( ) Prestígio Social.
E ( ) Vocação.
F ( ) Oferecido na modalidade a distância.
G ( ) Baixa concorrência para ingresso.
H ( ) Outro motivo.

26. Qual a principal razão para você ter escolhido a sua instituição de educação superior?
A ( ) Gratuidade.
B ( ) Preço da mensalidade.
C ( ) Proximidade da minha residência.
D ( ) Proximidade do meu trabalho.
E ( ) Facilidade de acesso.
F ( ) Qualidade/reputação.
G ( ) Foi a única onde tive aprovação.
H ( ) Possibilidade de ter bolsa de estudo.
I ( ) Outro motivo.

5
A seguir, leia cuidadosamente cada assertiva e indique seu grau de concordância com cada uma delas, segundo a escala que varia de 1 (discordância total) a 6 (concordância
total). Caso você julgue não ter elementos para avaliar a assertiva, assinale a opção “Não sei responder” e, quando considerar não pertinente ao seu curso, assinale “Não se
aplica”.
Discordo Totalmente Concordo Totalmente
ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO-PEDAGÓGICA/INFRAESTRUTURA E
INSTALAÇÕES FÍSICAS/OPORTUNIDADES DE AMPLIAÇÃO DA 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
FORMAÇÃO ACADÊMICA E PROFISSIONAL
27. As disciplinas cursadas contribuíram para sua formação ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
integral, como cidadão e profissional. ( ) Não se aplica
28. Os conteúdos abordados nas disciplinas do curso favoreceram
( ) Não sei responder
sua atuação em estágios ou em atividades de iniciação 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
profissional.
29. As metodologias de ensino utilizadas no curso desafiaram
( ) Não sei responder
você a aprofundar conhecimentos e desenvolver 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
competências reflexivas e críticas.
30. O curso propiciou experiências de aprendizagem inovadoras. ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
31. O curso contribuiu para o desenvolvimento da sua consciência ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
ética para o exercício profissional. ( ) Não se aplica
32. No curso você teve oportunidade de aprender a trabalhar em ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
equipe. ( ) Não se aplica
33. O curso possibilitou aumentar sua capacidade de reflexão e ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
argumentação. ( ) Não se aplica
34. O curso promoveu o desenvolvimento da sua capacidade de
( ) Não sei responder
pensar criticamente, analisar e refletir sobre soluções para 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
problemas da sociedade.
35. O curso contribuiu para você ampliar sua capacidade de ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
comunicação nas formas oral e escrita. ( ) Não se aplica
36. O curso contribuiu para o desenvolvimento da sua capacidade ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
de aprender e atualizar-se permanentemente. ( ) Não se aplica
37. As relações professor-aluno ao longo do curso estimularam ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
você a estudar e aprender. ( ) Não se aplica
38. Os planos de ensino apresentados pelos professores
( ) Não sei responder
contribuíram para o desenvolvimento das atividades 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
acadêmicas e para seus estudos.

6
39. As referências bibliográficas indicadas pelos professores nos
( ) Não sei responder
planos de ensino contribuíram para seus estudos e 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
aprendizagens.
40. Foram oferecidas oportunidades para os estudantes
( ) Não sei responder
superarem dificuldades relacionadas ao processo de 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
formação.
41. A coordenação do curso esteve disponível para orientação ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
acadêmica dos estudantes. ( ) Não se aplica
42. O curso exigiu de você organização e dedicação frequente aos ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
estudos. ( ) Não se aplica
43. Foram oferecidas oportunidades para os estudantes
( ) Não sei responder
participarem de programas, projetos ou atividades de 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
extensão universitária.
44. Foram oferecidas oportunidades para os estudantes
( ) Não sei responder
participarem de projetos de iniciação científica e de 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
atividades que estimularam a investigação acadêmica.
45. O curso ofereceu condições para os estudantes participarem ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
de eventos internos e/ou externos à instituição. ( ) Não se aplica
46. A instituição ofereceu oportunidades para os estudantes ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
atuarem como representantes em órgãos colegiados. ( ) Não se aplica
47. O curso favoreceu a articulação do conhecimento teórico com ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
atividades práticas. ( ) Não se aplica
48. As atividades práticas foram suficientes para relacionar os
( ) Não sei responder
conteúdos do curso com a prática, contribuindo para sua 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
formação profissional.
49. O curso propiciou acesso a conhecimentos atualizados e/ou ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
contemporâneos em sua área de formação. ( ) Não se aplica
50. O estágio supervisionado proporcionou experiências ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
diversificadas para a sua formação. ( ) Não se aplica
51. As atividades realizadas durante seu trabalho de conclusão de ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
curso contribuíram para qualificar sua formação profissional ( ) Não se aplica
52. Foram oferecidas oportunidades para os estudantes ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
realizarem intercâmbios e/ou estágios no país. ( ) Não se aplica
53. Foram oferecidas oportunidades para os estudantes ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
realizarem intercâmbios e/ou estágios fora do país. ( ) Não se aplica
54. Os estudantes participaram de avaliações periódicas do curso ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
(disciplinas, atuação dos professores, infraestrutura). ( ) Não se aplica

7
55. As avaliações da aprendizagem realizadas durante o curso
( ) Não sei responder
foram compatíveis com os conteúdos ou temas trabalhados 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
pelos professores.
56. Os professores apresentaram disponibilidade para atender os ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
estudantes fora do horário das aulas. ( ) Não se aplica
57. Os professores demonstraram domínio dos conteúdos ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
abordados nas disciplinas. ( ) Não se aplica
58. Os professores utilizaram tecnologias da informação e
comunicação (TICs) como estratégia de ensino (projetor ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
multimídia, laboratório de informática, ambiente virtual de ( ) Não se aplica
aprendizagem).
59. A instituição dispôs de quantidade suficiente de funcionários ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
para o apoio administrativo e acadêmico. ( ) Não se aplica
60. O curso disponibilizou monitores ou tutores para auxiliar os ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
estudantes. ( ) Não se aplica
61. As condições de infraestrutura das salas de aula foram ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
adequadas. ( ) Não se aplica
62. Os equipamentos e materiais disponíveis para as aulas ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
práticas foram adequados para a quantidade de estudantes. ( ) Não se aplica
63. Os ambientes e equipamentos destinados às aulas práticas ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
foram adequados ao curso. ( ) Não se aplica
64. A biblioteca dispôs das referências bibliográficas que os ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
estudantes necessitaram. ( ) Não se aplica
65. A instituição contou com biblioteca virtual ou conferiu acesso ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
a obras disponíveis em acervos virtuais. ( ) Não se aplica
66. As atividades acadêmicas desenvolvidas dentro e fora da sala
( ) Não sei responder
de aula possibilitaram reflexão, convivência e respeito à 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
diversidade.
67. A instituição promoveu atividades de cultura, de lazer e de ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
interação social. ( ) Não se aplica
68. A instituição dispôs de refeitório, cantina e banheiros em
( ) Não sei responder
condições adequadas que atenderam as necessidades dos 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
seus usuários.

8
ANEXO VI – QUESTIONÁRIO DO
COORDENADOR DE CURSO

292
Ministério da Educação
Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira
Diretoria de Avaliação da Educação Superior
Coordenação-Geral do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes

QUESTIONÁRIO DO COORDENADOR DE CURSO 2016

Caro(a) Coordenador(a),

O Inep vem buscando aprimorar a busca de informações quanto à dinâmica de funcionamento dos cursos
de graduação no Brasil. Sugerimos que seu preenchimento seja feito com a participação do Núcleo Docente
Estruturante (NDE) e também, no caso de recente troca de gestão, com a contribuição do Coordenador anterior.
Os resultados serão analisados em conjunto com outros dados considerados relevantes, a serem
apresentados no Relatório de Área do Enade e, é importante destacar, preservando-se o sigilo da identidade dos
respondentes. Tendo isso em vista e considerando a importância da percepção dos gestores – coordenador e NDE
– para a construção da qualidade da educação superior no país, solicitamos responda sem receios o questionário a
seguir.
Agradecemos sua valiosa colaboração.

1. Sexo:
A ( ) Masculino.
B ( ) Feminino.

2. Idade: ______ (anos completos). OBS: Será em formato combo


Menos de 25
25 a 30
31 a 35
36 a 40
41 a 45
46 a 50
51 a 55
56 a 60
Mais de 61

3. Qual é a sua cor ou raça?


A ( ) Branca.
B ( ) Preta.
C ( ) Amarela.
D ( ) Parda.
E ( ) Indígena.
F ( ) Não quero declarar.

4. Qual a sua nacionalidade?


A ( ) Brasileira.
B ( ) Brasileira naturalizada.
C ( ) Estrangeira.

1
5. Qual a remuneração/gratificação recebida exclusivamente para exercer a função de coordenador de curso?
A ( ) Nenhuma.
B ( ) Até 1,5 salário mínimo (R$ 1.320,00).
C ( ) De 1,5 a 3 salários mínimos (de R$ 1.320,01 a R$ 2.640,00).
D ( ) De 3 a 6 salários mínimos (R$ 2.640,01 a R$ 5.280,00).
E ( ) De 6 a 8 salários mínimos (R$ 5.280,01 a R$ 7.040,00).
F ( ) De 8 a 10 salários mínimos (R$ 7.040,01 a R$ 8.800,00).
G ( ) Acima de 10 (mais de R$ 8.800,00).

6. A sua área de formação na graduação é:


A ( ) Ciências Exatas e da Terra.
B ( ) Ciências Biológicas.
C ( ) Engenharias.
D ( ) Ciências da Saúde.
E ( ) Ciências Agrárias.
F ( ) Ciências Sociais Aplicadas.
G ( ) Ciências Humanas.
H ( ) Linguística, Letras e Artes.
I ( ) Outras.

7. Você possui pós-graduação? (indique o nível mais alto alcançado até o momento)
A ( ) Não possui.
B ( ) Especialização.
C ( ) Mestrado.
D ( ) Doutorado.
E ( ) Programa de Pós-Doutorado.

8. No caso de possuir pós-graduação, o nível mais alto foi obtido:


A ( ) Todo no Brasil.
B ( ) Todo no exterior.
C ( ) A maior parte no Brasil.
D ( ) A maior parte no Exterior.
E ( ) Metade no Brasil e Metade no exterior.
F ( ) Não se aplica.

9. No caso de possuir pós-graduação, indique a área em que obteve o nível mais elevado:
A ( ) Ciências Exatas e da Terra.
B ( ) Ciências Biológicas.
C ( ) Engenharias.
D ( ) Ciências da Saúde.
E ( ) Ciências Agrárias.
F ( ) Ciências Sociais Aplicadas.
G ( ) Ciências Humanas.
H ( ) Linguística, Letras e Artes.
I ( ) Outras.
J ( ) Não se aplica.

10. Há quanto tempo atua na Educação Superior?


Atuo há ___________ ano(s). Obs: Será em formato combo.
1
2
3
4
5
6
7
8
2
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Mais de 20

11. Há quanto tempo atua nesta IES?


Atuo há ___________ ano(s). Obs: Será em formato combo.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Mais de 20

12. Há quanto tempo atua como coordenador deste curso?


Atuo há _______ ano (s). Obs: Será em formato combo.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17

3
18
19
20
Mais de 20

13. Tempo de mandato estabelecido pela IES para esta função:


___________ ano(s) . Obs: Será em formato combo.
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Mais de 20

14. Qual a carga horária semanal destinada à Coordenação do curso?


A ( ) de 0 a 10 horas.
B ( ) de 11 a 20 horas.
C ( ) de 21 a 30 horas.
D ( ) mais de 30 horas.

15. Já coordenou curso(s) de graduação em outra área?


A ( ) Sim.
B ( ) Não.

4
16. Experiência anterior na coordenação de curso de graduação (nesta ou em outra IES):
Experiência de ________ ano(s). Obs: Será em formato combo.
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
Mais de 20

17. Coordena concomitantemente outro(s) curso(s) de graduação?


A ( ) Não.
B ( ) Sim. De 2 a 3 cursos.
C ( ) Sim. De 4 a 5 cursos.
D ( ) Sim. Mais de 5 cursos.

18. O curso sob sua coordenação é


A ( ) presencial e localizado na sede da IES.
B ( ) presencial e localizado fora da sede da IES.
C ( ) EaD e ofertado em polos de apoio presencial.

19. Tem experiência docente na Educação Básica?


A ( ) Sim.
B ( ) Não.

5
A seguir, leia cuidadosamente cada assertiva e indique seu grau de concordância com cada uma delas, segundo a escala que varia de 1 (discordância total) a 6
(concordância total). Caso você julgue não ter elementos para avaliar a assertiva, assinale a opção “Não sei responder” e, quando considerar não pertinente ao seu curso,
assinale “Não se aplica”.

Discordo Totalmente Concordo Totalmente


20. O Núcleo Docente Estruturante (NDE) acompanha
( ) Não sei responder
continuamente a efetivação do projeto pedagógico do 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
curso.
21. As disciplinas do curso contribuem para a formação ( ) Não sei responder
integral, cidadã e profissional dos estudantes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
22. Os conteúdos abordados nas disciplinas do curso
( ) Não sei responder
favorecem a atuação dos estudantes em estágios ou em 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
atividades de iniciação profissional.
23. As metodologias de ensino utilizadas no curso desafiam os
( ) Não sei responder
estudantes a aprofundar conhecimentos e a desenvolver 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
competências reflexivas e críticas.
24. O curso propicia experiências de aprendizagem ( ) Não sei responder
inovadoras. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
25. O curso contribui para os estudantes desenvolverem ( ) Não sei responder
consciência ética para o exercício profissional. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
26. O curso propicia oportunidades aos estudantes para ( ) Não sei responder
aprender a trabalhar em equipe. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
27. O curso favorece o desenvolvimento da capacidade de
( ) Não sei responder
pensar criticamente, analisar e refletir sobre soluções para 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
problemas da sociedade.
28. O curso contribui para ampliar a capacidade de ( ) Não sei responder
comunicação oral e escrita dos estudantes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
29. O curso propicia acesso a conhecimentos atualizados e/ou ( ) Não sei responder
contemporâneos na área de formação. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
30. O curso contribui para os estudantes desenvolverem
( ) Não sei responder
autonomia para aprender e atualizar-se 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
permanentemente.

6
31. As relações professor-aluno ao longo do curso estimulam o ( ) Não sei responder
estudante a estudar e aprender. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
32. Os professores são determinantes para os estudantes ( ) Não sei responder
superarem dificuldades durante o curso e conclui-lo. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
33. Os planos de ensino apresentados nas disciplinas
( ) Não sei responder
contribuem para o desenvolvimento das atividades 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
acadêmicas e para os estudos dos discentes.
34. As referências bibliográficas indicadas pelos professores
( ) Não sei responder
nos planos de ensino contribuem para os estudos e a 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
aprendizagens dos estudantes.
35. São oferecidas oportunidades para os estudantes
( ) Não sei responder
superarem dificuldades relacionadas ao processo de 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
formação.
36. O nível de exigência do curso contribui significativamente
( ) Não sei responder
para a dedicação aos estudos e a aprendizagem dos 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
estudantes.
37. A coordenação do curso tem disponibilidade de carga ( ) Não sei responder
horária para orientação acadêmica dos estudantes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
38. Há oferta contínua de programas, projetos ou atividades ( ) Não sei responder
de extensão universitária para os estudantes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
39. São oferecidas regularmente oportunidades para os
( ) Não sei responder
estudantes participarem de projetos de iniciação científica 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
e de atividades que estimulam a investigação acadêmica.
40. São oferecidas condições para os estudantes participarem ( ) Não sei responder
de eventos internos e/ou externos à instituição. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
41. São oferecidas oportunidades para os estudantes ( ) Não sei responder
realizarem intercâmbios e/ou estágios no país. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
42. São oferecidas oportunidades para os estudantes ( ) Não sei responder
realizarem intercâmbios e/ou estágios no exterior. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
43. São oferecidas oportunidades para os estudantes atuarem ( ) Não sei responder
como representantes em órgãos colegiados. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
44. O curso favorece a articulação do conhecimento teórico ( ) Não sei responder
com atividades práticas. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
45. As atividades práticas são suficientes para relacionar os
( ) Não sei responder
conteúdos do curso com a área de atuação, contribuindo 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
para a formação profissional dos estudantes.

7
46. O estágio supervisionado proporciona aos estudantes ( ) Não sei responder
experiências diversificadas de formação. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
47. As atividades realizadas durante o trabalho de conclusão
( ) Não sei responder
de curso contribuem para a formação profissional dos 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
estudantes.
48. O curso acompanha a trajetória de seus egressos de forma ( ) Não sei responder
sistemática. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
49. Os estudantes participam de avaliações periódicas do ( ) Não sei responder
curso (disciplinas, atuação dos professores, infraestrutura). 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
50. As avaliações de aprendizagem realizadas durante o curso
( ) Não sei responder
são compatíveis com os conteúdos ou temas trabalhados 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
pelos professores.
51. As avaliações aplicadas ao longo do curso contribuem para ( ) Não sei responder
a aprendizagem dos estudantes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
52. Os resultados dos relatórios da Comissão Própria de
( ) Não sei responder
Avaliação (CPA) e de avaliação externa são utilizados para 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
a melhoria das condições de oferta do curso.
53. Os professores apresentam disponibilidade para atender ( ) Não sei responder
os estudantes fora do horário de aula. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
54. Os professores demonstram domínio dos conteúdos ( ) Não sei responder
abordados nas disciplinas. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
55. Os professores têm as habilidades didáticas necessárias ( ) Não sei responder
para o ensino dos conteúdos das disciplinas. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
56. Os professores do curso participam regularmente de
( ) Não sei responder
atividades acadêmicas/eventos em nível nacional e 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
internacional.
57. Os professores utilizaram tecnologias da informação e
comunicação (TIC) como estratégia de ensino (projetor ( ) Não sei responder
1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
multimídia, laboratório de informática, ambiente virtual de ( ) Não se aplica
aprendizagem).
58. A instituição dispõe de quantidade suficiente de servidores ( ) Não sei responder
para o apoio administrativo e acadêmico. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
59. A instituição dispõe de servidores qualificados para dar ( ) Não sei responder
suporte às atividades de ensino. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
60. A instituição conta com um plano de carreira que promove ( ) Não sei responder
efetivamente a ascensão profissional dos docentes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica

8
61. A instituição conta com um plano de carreira que promove
( ) Não sei responder
efetivamente a ascensão profissional dos servidores 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
técnicos.
62. A instituição conta com um programa ou atividades ( ) Não sei responder
sistemáticas de formação pedagógica para os docentes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
63. A coordenação conta com o necessário apoio institucional ( ) Não sei responder
para o desenvolvimento de suas atribuições. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
64. O curso disponibiliza monitores ou tutores para auxiliar os ( ) Não sei responder
estudantes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
65. As condições de infraestrutura das salas de aula são ( ) Não sei responder
adequadas. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
66. Os equipamentos e materiais disponíveis para as aulas ( ) Não sei responder
práticas são adequados para a quantidade de estudantes. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
67. Os ambientes e equipamentos destinados às aulas práticas ( ) Não sei responder
são adequados ao curso. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
68. O espaço destinado ao coordenador é adequado ao ( ) Não sei responder
trabalho de coordenação. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
69. O espaço destinado aos professores (gabinetes, sala de ( ) Não sei responder
professores) atende as demandas dos seus usuários. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
70. A biblioteca possui quantidade de livros (exemplares
( ) Não sei responder
físicos e digitais) suficiente para atendar às necessidades 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
dos estudantes e professores.
71. A instituição garante o acesso a periódicos de acordo com ( ) Não sei responder
as demandas do curso. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
72. As atividades acadêmicas desenvolvidas dentro e fora da
( ) Não sei responder
sala de aula possibilitam reflexão, convivência e respeito à 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
diversidade.
73. A instituição promove com regularidade atividades de ( ) Não sei responder
cultura, de lazer e de interação social. 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
74. A instituição dispõe de refeitório, cantina e banheiros em
( ) Não sei responder
condições adequadas que atendem às necessidades dos 1⃝ 2⃝ 3⃝ 4⃝ 5⃝ 6⃝
( ) Não se aplica
seus usuários.

9
ANEXO VII – PROVA DE
FONOAUDIOLOGIA

302
07

2016
07
Novembro/2016
Fonoaudiologia

LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.


1. Verifique se, além deste caderno, você recebeu a Folha de Respostas, destinada à transcrição das respostas
das questões objetivas de múltipla escolha, das questões discursivas e do questionário de percepção
07 da prova.
2. Confira se este caderno contém as questões discursivas (D) e objetivas de múltipla escolha, de formação
geral e do componente específico da área, e as relativas à sua percepção da prova. As questões estão
assim distribuídas:

Número das Peso das Peso dos


Partes questões questões no componentes no
componente cálculo da nota
Formação Geral/Discursivas D1 e D2 40%
25%
Formação Geral/Objetivas 1a8 60%
Componente Específico/Discursivas D3 a D5 15%
75%
Componente Específico/Objetivas 9 a 35 85%
Questionário de Percepção da Prova 1a9 ____ ____

3. Verifique se a prova está completa e se o seu nome está correto na Folha de Respostas. Caso contrário, avise
imediatamente um dos responsáveis pela aplicação da prova. Você deve assinar a Folha de Respostas no
espaço próprio, com caneta esferográfica de tinta preta.
4. Observe as instruções de marcação das respostas das questões objetivas de múltipla escolha (apenas uma
resposta por questão), expressas na Folha de Respostas.
5. Use caneta esferográfica de tinta preta, tanto para marcar as respostas das questões objetivas quanto para
escrever as respostas das questões discursivas.
6. Responda cada questão discursiva em, no máximo, 15 linhas. Qualquer texto que ultrapasse o espaço
destinado à resposta será desconsiderado.
7. Não use calculadora; não se comunique com os demais estudantes nem troque material com eles; não
consulte material bibliográfico, cadernos ou anotações de qualquer espécie.
8. Você terá quatro horas para responder às questões objetivas de múltipla escolha e discursivas e ao
questionário de percepção da prova.
9. Quando terminar, entregue sua Folha de Respostas ao responsável pela aplicação da prova.
10. Atenção! Você deverá permanecer, no mínimo, por uma hora, na sala de aplicação das provas e só poderá
levar este Caderno de Prova após decorridas três horas do início do Exame.

*R0720161*
2016
FORMAÇÃO GERAL
QUESTÃO DISCURSIVA 1
No primeiro trimestre de 2015, chegaram à Europa, de modo irregular, cerca de 57 300 imigrantes, número
que corresponde, aproximadamente, ao triplo do verificado no mesmo período de 2014, ano em que todos
os recordes haviam sido quebrados. Nesse cálculo, não foram incluídos os imigrantes que naufragaram
no Mediterrâneo ao serem transportados em barcos precários, superlotados e inseguros, fretados por
mercadores que cobram cerca de 2 mil dólares por passageiro.
Disponível em: <[Link]>. Acesso em: 4 ago. 2016 (adaptado).

Considerando essas informações, elabore um texto dissertativo, posicionando-se a respeito dos referidos
movimentos migratórios. Em seu texto, apresente quatro argumentos, sendo dois na perspectiva de quem
migra e dois na perspectiva dos países que recebem os imigrantes. (valor: 10,0 pontos)

RASCUNHO
1

10

11

12

13

14

15

Área Livre

2
*R0720162* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO DISCURSIVA 2
Para a Organização das Nações Unidas (ONU), a violência contra mulheres é uma grave violação dos direitos
humanos que gera impactos físicos e psicológicos. A Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) aponta que,
no Brasil, de janeiro a outubro de 2015, 38,72% das mulheres em situação de violência sofreram agressões
diárias e 33,86%, agressões semanais. A violência doméstica é o tipo mais comum de violência contra a
mulher e, para se tipificar essa violência como crime, foi promulgada, em agosto de 2006, a Lei Maria da
Penha (Lei n. 11.340/2006), resultado de mobilizações para garantir justiça às vítimas e reduzir a impunidade
de crimes cometidos contra as mulheres.
A partir dessas informações, redija um texto dissertativo sobre o impacto da Lei Maria da Penha no quadro
de violência contra a mulher no Brasil. Em seu texto, aborde os seguintes aspectos:
• impacto da violência doméstica na vida da mulher, na família e na sociedade;
• mudanças nos mecanismos de proteção à mulher decorrentes da Lei Maria da Penha.
(valor: 10,0 pontos)

RASCUNHO
1

10

11

12

13

14

15

Área Livre

3
FONOAUDIOLOGIA *R0720163*
2016
QUESTÃO 01 QUESTÃO 02
Em janeiro de 2016, entrou em vigor a Lei Brasileira Inserir-se na sociedade da informação não significa
de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI), apenas ter acesso às Tecnologias de Informação
instrumento que garante mais direitos às pessoas
com deficiência e prevê punições para atos de e Comunicação (TIC), mas, principalmente, saber
discriminação. A Lei destaca a importância de utilizar essas tecnologias para a busca e a seleção de
estratégias de inclusão e de superação de barreiras informações que permitam a cada pessoa resolver
oriundas de deficiência. problemas do cotidiano, compreender o mundo
Um exemplo de superação e inclusão é a atuação e atuar na transformação de seu contexto. Assim,
do atleta paralímpico Daniel Dias. O nadador, que o uso das TIC com vistas à criação de uma rede de
nasceu no dia 24 de maio de 1988, sem partes de conhecimentos favorece a democratização do acesso à
alguns membros, conquistou, aos 28 anos de idade, informação, a troca de informações e de experiências, a
sua 24ª medalha, das quais 14 de ouro, sendo nove
conquistadas nas Paralímpiadas do Rio de Janeiro. compreensão crítica da realidade e o desenvolvimento
Orgulho para os brasileiros. humano, social, cultural e educacional.
Disponível em: <[Link]>.
Acesso em: 30 jul. 2016 (adaptado).

Com base no texto apresentado, conclui-se que


A a inserção de um indivíduo nas relações sociais e
virtuais contemporâneas exige mais que inclusão
digital técnica.
B o domínio de recursos tecnológicos de acesso à
internet assegura ao indivíduo compreender a
informação e desenvolver a capacidade de tomar
decisões.
C a solução para se democratizar o acesso à
informação no Brasil consiste em estendê-lo a todo
Disponível em: <[Link]
Acesso em: 9 set. 2016. o território, disponibilizando microcomputadores
nos domicílios brasileiros.
Considerando o texto apresentado, avalie as
afirmações a seguir, relativas à inclusão de pessoas D o compartilhamento de informações e
com deficiência. experiências mediado pelas TIC baseia-se no
I. O esporte, para ser inclusivo, requer prática pressuposto de que o indivíduo resida em centros
orientada para cada tipo de deficiência. urbanos.
II. Na prática esportiva orientada, metas e E os avanços das TIC vêm-se refletindo globalmente,
objetivos são estabelecidos como ferramentas de modo uniforme, haja vista a possibilidade de
motivacionais a fim de promover ganhos comunicação em tempo real entre indivíduos de
motores e cognitivos à pessoa com deficiência. diferentes regiões.
III. A LBI foi fundamental para a inclusão de
Daniel Dias, que se tornou o melhor nadador Área Livre
paralímpico da história.
É correto o que se afirma em
A II, apenas.
B III, apenas.
C I e II, apenas.
D I e III, apenas.
E I, II e III.
4
*R0720164* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 03
A inovação tecnológica pode ser caracterizada como um processo multifacetado que envolve a integração de
várias funções da empresa e de atores externos, conforme ilustra o diagrama a seguir.

Processo de Inovação Tecnológica

CUSTOS DA INOVAÇÃO
Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), Recursos Humanos (RH), (Licenciamento, Aquisição),
(Invesmento Produvo), Markeng (MKT)

EMPRESA
Leis e Polícas
Cienfica e
Fontes de informação e P&D
Tecnológica
cooperação tecnológica:
(Governo)
- Clientes
- Fornecedores PRODUÇÃO
- Universidades Financiamento
- Concorrentes da inovação
- Instutos Públicos (instuições
e Privados de Pesquisa MARKETING
financeiras)

INOVAÇÃO TECNOLÓGICA
Produto Processo
Impactos Econômicos

ORGANIZAÇÃO PARA COOPERAÇÃO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO. Manual de Oslo:


Diretrizes para coleta e interpretação de dados sobre inovação. Brasília: FINEP, 2006.

Com base nas relações estabelecidas no diagrama, avalie as afirmações a seguir, concernentes ao processo
de inovação tecnológica.
I. A inovação tecnológica é alicerçada por atividades realizadas nas empresas, tais como esforços
de P&D, contratação de mão de obra qualificada, licenciamento e aquisição de tecnologias,
investimento produtivo e ações de marketing.
II. A empresa deve interagir com fontes externas de informação e cooperação tecnológica, tais como
clientes, fornecedores, universidades, concorrentes e institutos públicos e privados de pesquisa.
III. Cabe à empresa não só propor a implantação de leis e políticas científicas e tecnológicas, mas também
buscar financiamento específico para processos inovadores nas instituições financeiras.
IV. A geração de resultados efetivos de inovação tecnológica, tanto de produto quanto de processo,
impacta economicamente a própria capacidade de uma empresa para futuras inovações.
É correto apenas o que se afirma em
A I e IV.
B II e III.
C III e IV.
D I, II e III.
E I, II e IV.
5
FONOAUDIOLOGIA *R0720165*
2016
QUESTÃO 04 QUESTÃO 05
O plágio é daqueles fenômenos da vida acadêmica
a respeito dos quais todo escritor conhece um caso,
sobre os quais há rumores permanentes entre as
comunidades de pesquisa e com os quais o jovem
estudante é confrontado em seus primeiros escritos.
Trata-se de uma apropriação indevida de criação
literária, que viola o direito de reconhecimento
do autor e a expectativa de ineditismo do leitor.
Como regra, o plágio desrespeita a norma de
atribuição de autoria na comunicação científica, viola
essencialmente a identidade da autoria e o direito
individual de ser publicamente reconhecido por uma
criação. Por isso, apresenta-se como uma ofensa
à honestidade intelectual e deve ser uma prática
enfrentada no campo da ética.
Na comunicação científica, o pastiche é a forma
mais ardilosa de plágio, aquela que se autodenuncia
pela tentativa de encobrimento da cópia. O copista
é alguém que repete literalmente o que admira.
O pasticheiro, por sua vez, é um enganador, aquele Disponível em: <[Link]
que se debruça diante de uma obra e a adultera Acesso em: 9 set. 2016.
para, perversamente, aprisioná-la em sua pretensa
autoria. Como o copista, o pasticheiro não tem voz A partir das ideias sugeridas pela charge, avalie as
própria, mas dissimula as vozes de suas influências asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
para fazê-las parecer suas.
I. A adoção de posturas de consumo sustentável,
DINIZ, D.; MUNHOZ, A. T. M. Cópia e pastiche: plágio na
comunicação científica. Argumentum, Vitória (ES), com descarte correto dos resíduos gerados,
ano 3, v. 1, n.3, p.11-28, jan./jun. 2011 (adaptado). favorece a preservação da diversidade biológica.
Considerando o texto apresentado, assinale a
PORQUE
opção correta.
A O plágio é uma espécie de crime e, portanto, deve II. Refletir sobre os problemas socioambientais
ser enfrentado judicialmente pela comunidade
resulta em melhoria da qualidade de vida.
acadêmica.
B A expectativa de que todo escritor acadêmico A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
reconheça a anterioridade criativa de suas fontes
é rompida na prática do plágio. A As asserções I e II são proposições verdadeiras,
C A transcrição de textos acadêmicos, caso não seja e a II é uma justificativa correta da I.
autorizada pelo autor, evidencia desonestidade B As asserções I e II são proposições verdadeiras,
intelectual.
D Pesquisadores e escritores acadêmicos devem ser mas a II não é uma justificativa correta da I.
capazes de construir, sozinhos, sua voz autoral, C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é
a fim de evitar a imitação e a repetição que
caracterizam o plágio. uma proposição falsa.
E O pastiche se caracteriza por modificações D A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma
vocabulares em textos acadêmicos, desde que
proposição verdadeira.
preservadas suas ideias originais, bem como
sua autoria. E As asserções I e II são proposições falsas.
6
*R0720166* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 06 QUESTÃO 07
A Lei n. 8.213/1991 assegura a contratação de A articulação indígena-quilombola vem-se consolidando
pessoas com deficiência tanto no serviço público em Oriximiná, no Pará, desde 2012, com o objetivo de
como em empresas privadas que empreguem cem incentivar a parceria entre índios e quilombolas frente a
trabalhadores ou mais. Todavia, ainda não é tão novos desafios comuns.
simples a inserção dessas pessoas no mercado de
trabalho, como ilustra a figura abaixo. A aliança possibilitou, em 2015, a reaproximação
entre índios da Terra Indígena Kaxuyana-Tunayana
e os quilombolas da Terra Quilombola Cachoeira
Porteira, cujas relações, no processo de regularização
de suas terras, haviam assumido ares de conflito.
Reunidos no Quilombo Abuí, escolhido como local
neutro e livre de influências externas, em maio de
2015, lideranças indígenas e quilombolas de ambas
as terras, com a mediação de lideranças quilombolas
de outras comunidades, acordaram os limites
territoriais para fins de regularização fundiária.
O acordo foi oficializado junto ao Ministério Público
Federal e ao Ministério Público Estadual.
Disponível em: <[Link]
Acesso em: 29 ago. 2016 (adaptado).

Disponível em: <[Link]>. A análise dessa situação evidencia a importância da


Acesso em: 30 jul. 2016.
A autodeterminação dos povos tradicionais na
A respeito da inserção, no mercado de trabalho, de definição de seus limites territoriais.
pessoas com deficiência, avalie as afirmações a seguir.
B intervenção prévia do Estado em situações de
I. Assegurada por lei, a contratação de potencial conflito entre povos tradicionais.
profissionais com deficiência é cada vez
mais frequente no serviço público, contudo C urgência de regularização das terras quilombolas e
a regulamentação de cotas para esses indígenas, priorizando-se áreas isentas de conflitos.
profissionais não abrange as empresas D definição, por atores externos, dos desafios comuns
privadas. a serem enfrentados pelos povos tradicionais.
II. As pessoas com deficiência passaram a ter E participação do Ministério Público nas negociações
mais chances de inserção no mercado de de limites territoriais entre quilombolas e indígenas.
trabalho, mas, em geral, elas ainda enfrentam
Área Livre
preconceito nos locais de trabalho.
III. Um dos maiores empecilhos para a inserção
de profissionais com deficiência no mercado
de trabalho é de natureza cultural e envolve
estereótipos e discriminação.
É correto o que se afirma em
A I, apenas.
B II, apenas.
C I e III, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.
7
FONOAUDIOLOGIA *R0720167*
2016
QUESTÃO 08
A figura a seguir ilustra a apresentação do teatro de bonecos do grupo Riso do Povo, do mestre Zé Divina,
de Pernambuco. Esse tipo de teatro, denominado mamulengo, está intimamente ligado ao contexto histórico,
cultural, social, político, econômico, religioso e educativo da região Nordeste do Brasil.
Apresentado em praças, feiras e ruas, em linguagem provocativa e irreverente, com repertórios inspirados
diretamente nos fatos do cotidiano popular, o mamulengo ganha existência nos palcos por meio do
movimento das mãos dos atores que manipulam os bonecos, narram as histórias e transcendem a realidade,
metamorfoseando o real em momentos de magia e sedução.

Disponível em: <[Link] Acesso em: 22 ago. 2016.

A partir dessas informações, avalie as afirmações a seguir.


I. O mamulengo dá vida ao objeto e à matéria e permite jogo cênico divertido em que os atores de carne
e osso cedem às formas animadas o lugar central da comunicação teatral.
II. No mamulengo, os bonecos são os próprios agentes da ação dramática, e não simples adereços
cenográficos.
III. No mamulengo, os atores interagem com o público de forma a transportá-lo para a mágica
representação cênica.
É correto o que se afirma em
A I, apenas.
B III, apenas.
C I e II, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.
Área Livre

8
*R0720168* FONOAUDIOLOGIA
2016
COMPONENTE ESPECÍFICO
QUESTÃO DISCURSIVA 3
Um fonoaudiólogo, com o objetivo de divulgar seus serviços e atrair clientes, criou uma página em
rede social onde compartilha informações gerais à população sobre alterações fonoaudiológicas e seus
tratamentos. Nas últimas semanas, ele tem compartilhado fotos que tirou junto com os clientes durante
os atendimentos, além de montagens fotográficas, que mostram a situação do cliente antes e depois do
tratamento fonoaudiológico, o que aumentou significativamente o número de visitas feitas à página.
Com base nesse caso, faça o que se pede nos itens a seguir.
a) Avalie a conduta ético-profissional do fonoaudiólogo no que diz respeito ao uso da rede social. (valor: 6,0 pontos)
b) Apresente duas estratégias que podem ser implementadas pelo fonoaudiólogo para aumentar
a sua clientela e valorizar a profissão e que estejam de acordo com o respectivo código de ética.
(valor: 4,0 pontos)
RASCUNHO
1

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11

12

13

14

15

Área Livre

9
FONOAUDIOLOGIA *R0720169*
2016
QUESTÃO DISCURSIVA 4

O informe epidemiológico sobre o monitoramento dos casos de microcefalia do Ministério da Saúde retrata
que, no Brasil, até 25 de junho de 2016, 8 165 casos foram notificados. Desse total, 3 061 casos ainda estavam
em investigação em julho do mesmo ano e, dos 5 104 investigados e classificados, 1 638 foram confirmados
para microcefalia e/ou alteração do sistema nervoso central sugestivos de infecção congênita, e 3 466,
descartados.

BRASIL. Ministério da Saúde. Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública sobre Microcefalias. Informe epidemiológico n. 14:
monitoramento dos casos de microcefalia no Brasil. Inf. Epidemiol. v. 14, n. 7, p. 1-4 , 2016 (adaptado).

Com base nas informações e nos dados do mapa apresentados, faça o que se pede nos itens a seguir.
a) Identifique a região com maior número de casos notificados de microcefalia e proponha três ações que
possam ser desenvolvidas nessa região por um fonoaudiólogo integrante de uma unidade de atenção
básica à saúde. (valor: 6,0 pontos)
b) Apresente duas propostas de ação a serem desenvolvidas pelo fonoaudiólogo envolvido na atenção
especializada de crianças com até 2 anos de idade com microcefalia. (valor: 4,0 pontos)

10
*R07201610* FONOAUDIOLOGIA
2016
RASCUNHO
1

10

11

12

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14

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Área Livre

11
FONOAUDIOLOGIA *R07201611*
2016
QUESTÃO DISCURSIVA 5
Um jornalista com 35 anos de idade foi contratado por uma emissora de TV para apresentar o jornal
local. Dado que nunca havia trabalhado como telejornalista, ele procurou um fonoaudiólogo para
aprimorar a técnica vocal. Na avaliação, o fonoaudiólogo constatou: presença de sotaque, velocidade de
fala aumentada, ressonância nasal, articulação travada e intensidade de voz diminuída.
Considerando o caso clínico apresentado, faça o que se pede nos itens a seguir.
a) Discorra sobre a atuação do fonoaudiólogo no telejornalismo nos dias atuais. (valor: 3,0 pontos)
b) Apresente quatro estratégias terapêuticas a serem propostas pelo fonoaudiólogo, no que se refere aos
aspectos constatados na avaliação. (valor: 4,0 pontos)  
c) Cite três orientações sobre saúde vocal a serem dadas pelo fonoaudiólogo ao cliente. (valor: 3,0 pontos)
RASCUNHO
1

10

11

12

13

14

15

Área Livre

12
*R07201612* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 09 QUESTÃO 10
Os sistemas gráficos foram desenvolvidos para Na agenda das equipes de Saúde da Família, as
facilitar a comunicação dos usuários que apresentam ações de matriciamento devem priorizar o diálogo
distúrbios na linguagem. Os símbolos são uma entre os profissionais da rede básica, para identificar
coleção de imagens gráficas que apresentam demandas dos serviços. A partir dessa discussão, as
características comuns entre si e foram criados para equipes definem em conjunto as situações-objeto
responder a diferentes exigências ou necessidade de intervenção do Apoio Matricial, em relações
dos usuários. dialógicas e horizontalizadas.
MENEZES, C. et al. Comunicação Suplementar a Alternativa: Considerando essas informações e a atuação do
avaliação e princípios terapêuticos. In: MARCHESAN, I. Q. et al.
Tratado das Especialidades em Fonoaudiologia. fonoaudiólogo na promoção da saúde do trabalhador,
1 ed. São Paulo: Guanabara Koogan, 2014 (adaptado). avalie as afirmações a seguir.
A partir das informações apresentadas, avalie as I. O fonoaudiólogo deve atuar na organização
afirmações a seguir, acerca do uso de símbolos em da atenção básica e na Rede de Atenção
terapias fonoaudiológicas. Integral à Saúde dos Trabalhadores,
I. Os símbolos devem estar relacionados aos restrigindo sua atuação a procedimentos de
seus significados convencionais. baixa complexidade.

II. Os símbolos devem ser incorporados em II. A triagem e o encaminhamento para


situações contextualizadas nas terapias avaliação e diagnóstico audiológicos de
fonoaudiológicas. perda auditiva induzida por níveis de pressão
sonora elevados, no Centro de Referência
III. Os símbolos selecionados para o trabalho em Saúde do Trabalhador, são atribuições do
terapêutico devem atender às necessidades fonoaudiólogo.
comunicativas individuais do cliente.
III. A organização dos fluxos de referência e
É correto o que se afirma em contrarreferência na rede de saúde, de modo
A I, apenas. a garantir o cuidado resolutivo e de qualidade,
B III, apenas. faz parte da atuação do fonoaudiólogo.
C I e II, apenas. IV. Cabe ao fonoaudiólogo desenvolver ações de
D II e III, apenas. promoção e proteção da saúde, de vigilância
E I, II e III. e assistência, preservando o vínculo do
trabalhador com a equipe de referência. 
Área Livre
É correto apenas o que se afirma em
A I.
B III e IV.
C I, II e III.
D I, II e IV.
E II, III e IV.
Área Livre

13
FONOAUDIOLOGIA *R07201613*
2016
QUESTÃO 11 QUESTÃO 12
Pessoas idosas têm procurado, cada vez mais, Um recém-nascido pré-termo, com 32 semanas de
o atendimento na Otoneurologia, tanto para idade gestacional e peso de 1 330 g, foi encaminhado
diagnóstico como para reabilitação das alterações do ao setor de alto risco na UTI neonatal e entubado,
equilíbrio. As queixas de vertigem e/ou tontura, além em razão de problemas respiratórios. Após 20 dias,
dos relatos de quedas, são frequentes nesse grupo. superadas as dificuldades respiratórias, o
A respeito desse tema, avalie as afirmações a seguir. recém-nascido foi transferido para o setor de risco
intermediário, em uso de sonda orogástrica para
I. As alterações e as doenças metabólicas, a alimentação. Na avaliação fonoaudiológica,
vasculares e ortopédicas podem ser causas manteve-se sonolento, com reflexo de busca
das queixas labirínticas pelos idosos. inconsistente, sucções irregulares e língua
II. O decréscimo fisiológico do controle do posteriorizada.
equilíbrio é um fator predisponente às quedas Nesse caso, a conduta fonoaudiológica a ser adotada é
e refere-se à perda gradual das funções
envolvidas nos processos centrais e sensitivos A introduzir alimentação por via oral e reduzir o
de propriocepção, visão e vestibulares nos complemento por sonda orogástrica.
idosos. B encaminhar o recém-nascido a videodeglutograma,
III. A demência vascular, a hidrocefalia com antes de iniciar a intervenção fonoaudiológica.
pressão normal e as síndromes parkinsonianas C incentivar o aleitamento materno para melhorar
associam-se a alterações da marcha, que são o padrão de sucção e o posicionamento da língua.
responsáveis pelas quedas dos idosos. D incentivar o aleitamento materno para garantir
IV. A reabilitação vestibular ativa em idosos que o recém-nascido se mantenha em estado de
costuma ter baixa efetividade devido ao alerta.
processo fisiológico de envelhecimento e à E realizar estimulação oral por intermédio da
ausência de neuroplasticidade. sucção não-nutritiva, com dedo enluvado ou
mama vazia.
É correto apenas o que se afirma em
Área Livre
A I e II.
B II e III.
C III e IV.
D I, II e IV.
E I, III e IV.
Área Livre

14
*R07201614* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 13 QUESTÃO 14
Um menino com 9 anos de idade, aluno do 4º ano Um homem com 27 anos de idade, professor do
do ensino fundamental, foi levado pela mãe para ensino fundamental há cinco anos, foi encaminhado
avaliação fonoaudiológica. Ela relata que o filho é ao fonoaudiólogo pelo médico otorrinolaringologista,
muito desastrado, costuma esbarrar nos objetos, que diagnosticou nódulos vocais bilaterais
queixa-se de dores de cabeça ao estudar e não gosta e fenda triangular do tipo médio-posterior.
de escrever. Na avaliação fonoaudiológica, observou- Na consulta com o fonoaudiólogo, ele relatou
se leitura silabada, trocas na escrita por traço de rouquidão; falhas na voz; fadiga vocal; perda de
sonoridade, espelhamento de letras, inversão de potência da voz, principalmente no final da semana;
letras nas sílabas e de sílabas nas palavras, dificuldade dores na região cervical; e 5 episódios de afonia.
na organização de ideias para formar um texto e
Com base nesses dados conclui-se que
trocas na fala, como gato /‘Katu/, bolo /‘polu/,
zebra /‘seba/ e janela /¿a’nεla/. A as estratégias terapêuticas devem promover
a adequação do comportamento vocal e a
Com relação a esse caso, avalie as condutas descritas reabsorção da lesão nodular.
a seguir, a serem adotadas pelo fonoaudiólogo.
B o desenvolvimento de nódulos vocais, alteração
I. Encaminhar o menino para avaliação neurológica, prevalente no sexo masculino, resultou do
oftalmológica e otorrinolaringológica, a fim de se exercício de profissão considerada como fator de
investigar possíveis alterações. risco: o magistério.
II. Trabalhar os processos de dessonorização, C a presença da fenda triangular médio-posterior,
fazendo correspondência fonema-grafema. causada pela tensão ou esforço à fonação,
III. Orientar a família a incentivar a leitura e a evidencia tratar-se de um caso de disfonia
escrita fora do contexto escolar. funcional.
D a reabilitação mediante o uso de técnicas de
É correto o que se afirma em
relaxamento corporal é suficiente, uma vez que
A I, apenas. o tipo de lesão apresentada resultou de tensão
B III, apenas. associada à fonação.
C I e II, apenas. E as técnicas de força-empuxo e ataques vocais
D II e III, apenas. bruscos devem ser utilizadas para a coaptação
E I, II e III. glótica.
Área Livre Área Livre

15
FONOAUDIOLOGIA *R07201615*
2016
QUESTÃO 15 QUESTÃO 16
A Resolução n. 492/2016, do Conselho Federal de Uma mulher com 33 anos de idade foi atendida em um
Fonoaudiologia, dispõe sobre a atuação do profissional Serviço Ambulatorial de Saúde Auditiva para adaptação
fonoaudiólogo diante de casos de disfagia, como, por de aparelhos de amplificação sonora individual (AASI).
exemplo, a realização de aspiração das vias aéreas
Ela tem grande dificuldade de reconhecer a fala em
antes, durante ou após a execução de procedimentos
ambientes ruidosos e se queixa de leve zumbido de
fonoaudiológicos, quando necessário.
pitch agudo bilateral. Na avaliação audiológica inicial,
A partir das informações apresentadas, avalie as evidenciou-se perda auditiva sensorioneural bilateral
asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
de configuração descendente, os limiares variaram de
I. Durante a realização de aspiração das vias 35 dB em 250 Hz a 90 dB em 8 000 Hz à direita e de
aéreas é necessário e suficiente o uso 40 dB em 250 Hz a 85 dB em 8 000 Hz à esquerda.
dos seguintes equipamentos de proteção
A cliente relatou já ter feito uso de AASI intracanal,
individual: luvas estéreis, capote, gorro,
que apresentava eco no som amplificado, o que a
óculos e máscara.
levou a desistir de usá-lo. Atualmente, trabalha como
PORQUE recepcionista em uma empresa e teme perder o
II. A aspiração de vias aéreas superiores é emprego devido à sua condição auditiva. Relata, ainda,
um procedimento invasivo que deixa o sentir muita vergonha de usar o AASI, pela questão
fonoaudiólogo susceptível ao contato com estética e por receio de ser discriminada.
secreções do indivíduo.
A partir das informações apresentadas, avalie as
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
A As asserções I e II são proposições verdadeiras, e
a II é uma justificativa correta da I. I. O AASI selecionado deverá ser do tipo
retroauricular com receptor no canal.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras,
mas a II não é uma justificativa correta da I. PORQUE
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é II. O aparelho retroauricular com receptor no
uma proposição falsa.
canal possui flexibilidade nos parâmetros de
D A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma amplificação e recursos tecnológicos, além de
proposição verdadeira.
atender às necessidades estéticas pelo seu
E As asserções I e II são proposições falsas.
tamanho reduzido.
Área Livre
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
A As asserções I e II são proposições verdadeiras, e
a II é uma justificativa correta da I.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras,
mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é
uma proposição falsa.
D A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma
proposição verdadeira.
E As asserções I e II são proposições falsas.
16
*R07201616* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 17 QUESTÃO 18
As habilidades auditivas são essenciais para o Um homem com 40 anos de idade que trabalha,
desenvolvimento da linguagem oral e escrita. Nos há aproximadamente 20 anos, em uma usina de
últimos anos, a avaliação dessas habilidades, por cana-de-açúcar, procurou a Unidade Básica de Saúde
meio dos testes de processamento auditivo, tem (UBS) de sua região com queixa de zumbido e
contribuído para a intervenção fonoaudiológica nas dificuldade para compreender a fala em ambientes
diferentes fases do ciclo de vida. ruidosos.
Considerando a influência do processamento Nessa situação, a conduta a ser adotada pelo
auditivo na aprendizagem escolar, avalie as fonoaudiólogo da UBS é
afirmações a seguir. A encaminhar o trabalhador à Vigilância Epidemiológica
I. O baixo desempenho escolar de crianças com do município para a notificação do caso, pois trata-se
transtorno de processamento auditivo está de perda auditiva relacionada ao trabalho.
relacionado às dificuldades de interpretação B encaminhar o trabalhador a um serviço de saúde
do que elas ouvem, principalmente em ocupacional do município, por intermédio de guia
ambientes com sons competitivos e ruidosos. de referência e contrarreferência.
II. Crianças com transtorno de processamento C realizar triagem auditiva na UBS para caracterizar
auditivo têm dificuldade para identificação a Perda Auditiva Induzida por Níveis de Pressão
da ideia principal de um enunciado e baixa Sonora Elevados.
capacidade de interpretação de palavras, D realizar acolhimento na UBS e encaminhar o
frases, anedotas, metáforas, trocadilhos e trabalhador para o Centro de Referência em
analogias. Saúde do Trabalhador, por intermédio de guia de
III. A avaliação do processamento auditivo surgiu referência e contrarreferência.
como um meio de esclarecer manifestações E realizar acolhimento do trabalhador na UBS
auditivas que os testes convencionais não e preencher a ficha de investigação de Perda
conseguiam explicar, pois, na maioria das Auditiva Induzida por Níveis de Pressão Sonora
vezes, apesar dos resultados dos testes Elevados.
convencionais serem compatíveis com a Área Livre
normalidade, persistiam queixas relativas ao
uso funcional e eficiente da audição.
É correto o que se afirma em
A I, apenas.
B II, apenas.
C I e III, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.
Área Livre

17
FONOAUDIOLOGIA *R07201617*
2016
QUESTÃO 19 QUESTÃO 20
Um fonoaudiólogo elaborou proposta de atuação Uma menina com 6 anos de idade, disfônica há 3
para uma escola de Educação Infantil. Após a meses, foi encaminhada ao serviço de fonoaudiologia
pelo otorrinolaringologista, com diagnóstico de
apresentação da proposta, surgiram demandas
lesão nas pregas vocais compatível com disfonia
da equipe pedagógica e dúvidas acerca das organofuncional, conforme imagem abaixo. Na
competências atribuídas ao fonoaudiólogo em consulta, sua voz foi avaliada por meio da análise
ambiente escolar. perceptivo-auditiva e da análise acústica da voz,
métodos que fornecem pistas valiosas a respeito
Considerando essa situação e o disposto na das características vocais e contribui no follow up do
Resolução n. 387/2010 do Conselho Federal de tratamento.
Fonoaudiologia, avalie as afirmações a seguir,
A imagem a seguir mostra a laringe da criança.
relativas à atuação do fonoaudiólogo educacional.
I. As ações do fonoaudiólogo na escola
devem ser independentes do planejamento
educacional, para não interferirem no
cronograma curricular.
II. A partir das demandas da escola, cabe ao
fonoaudiólogo propor intervenções nas
turmas em que há alunos com dificuldades
fonológicas, para adequação dos processos
alterados.
 
III. Compete ao fonoaudiólogo propor ações de Disponível em: <[Link]
saúde e cuidado vocal para os professores Acesso em: 30 jul. 2016.
da escola, tais como o ensino de técnicas de Com base no quadro clínico e na imagem, avalie as
relaxamento muscular da cintura escapular afirmações a seguir.
e cervical, para aqueles com queixa de
I. Na análise vocal perceptivo-auditiva dessa
rouquidão. cliente, com utilização da escala GRBASI,
IV. Diante de queixas sobre o barulho intenso no os parâmetros roughness (rugosidade) e
espaço escolar, o fonoaudiólogo deve propor breathness (soprosidade) podem destacar-se.
melhorias no ambiente físico, como, por II. Na análise vocal perceptivo-auditiva dessa
exemplo, adequações acústicas. cliente, com utilização da escala GRBASI, o
parâmetro asteny (astenia) pode destacar-se.
É correto apenas o que se afirma em
III. Na análise acústica da voz realizada no início
A I e IV. do tratamento, o jitter e shimmer podem estar
B II e III. diminuídos.
C III e IV. IV. A análise acústica da voz e a análise perceptivo-
auditiva são ferramentas confiáveis, de fácil
D I, II e III. utilização, rápidas e indolores para a cliente.
E I, II e IV.
É correto apenas o que se afirma em
Área Livre A I e II.
B I e IV.
C II e III.
D I, III e IV.
E II, III e IV.
18
*R07201618* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 21
Um recém-nascido sem indicadores de risco de perda auditiva falhou na triagem auditiva neonatal (TAN),
realizada na maternidade com emissões otoacústicas evocadas por estímulos transientes. Quinze dias
depois, no reteste, o resultado se repetiu. A timpanometria, realizada aos 3 meses de idade, revelou curva
timpanométrica do tipo B na orelha esquerda e do tipo A na direita. As emissões otoacústicas evocadas
por estímulos transientes estavam ausentes na orelha esquerda e presentes na orelha direita. O registro do
potencial evocado auditivo de tronco encefálico com cliques é apresentado a seguir.

 
Os valores obtidos na pesquisa da integridade da via auditiva, em 80 dBnNA, são apresentados abaixo.
Lado esquerdo Lado direito
Onda I: 3,51 ms Onda I:1,55 ms
Onda III: 5,56 ms Onda III: 4,00 ms
Onda V: 7,44 ms Onda V: 6,45 ms
Interpico I-III: 2,05 ms Interpico I-III: 2,45 ms
Interpico III-V: 1,88 ms Interpico III-V: 2,45 ms
Interpico I-V: 3,98 ms Interpico I-V: 4,90 ms
Esses resultados indicam
A audição normal em ambas as orelhas.
B alteração do tipo condutiva em ambas as orelhas.
C alteração do tipo condutiva na orelha esquerda e audição normal na orelha direita.
D alteração do tipo retrococlear na orelha esquerda e do tipo condutiva na orelha direita.
E alteração do tipo condutiva na orelha esquerda e do tipo sensorioneural coclear na orelha direita.
19
FONOAUDIOLOGIA *R07201619*
2016
QUESTÃO 22 QUESTÃO 23
A Resolução do Conselho Federal de Fonoaudiologia Apresenta-se, a seguir, amostra da fala espontânea
n. 387/2010 dispõe sobre as atribuições e de um homem com 25 anos de idade.
competências do profissional especialista em
Fonoaudiologia Educacional. O documento “situações /emocionais em que eu /dava uma
descreve as formas de atuação no ambiente escolar, importância grande né fatalmente eu acho que eu
abrangendo todas as etapas e modalidades de ficava nervoso né hã // hoje em dia muito menos
ensino, assim como todos os envolvidos no processo porque com o passar dos anos né eu fui criando
educacional. segurança né então né eu fui ganhando hã hã é
Com base nessa resolução, avalie as afirmações a segurança pessoal, auto confiança // não aparece
seguir, a respeito da atuação do fonoaudiólogo em sempre sempre sempre // em situações que eu
ambiente escolar.
não que eu não tenho o domínio né quando eu não
I. Um dos pressupostos do trabalho domino uma situação // quando eu não tô senhor de
fonoaudiológico é a valorização da figura do mim ou quando eu ou quando eu tô emocionalmente
professor em sala de aula como elemento
abalado né ou quando as circunstâncias meme
capaz de ajudar o aluno a desenvolver e
aperfeiçoar sua comunicação verbal pela deixam inseguro né ou quando eu vou ser eu vou
linguagem oral e escrita. ser testado vamos supor com plateia nova né se eu
tenho aí né éééé uma reunião né e é um público que
II. O fonoaudiólogo tem o compromisso de
orientar os professores na avaliação de já me conhece eu vou muito bem né e normalmente”
seus alunos de acordo com protocolos Considerando os tipos de ruptura involuntárias do
padronizados, com o objetivo de identificar, fluxo de fala, evidenciados nessa amostra, avalie as
na linguagem espontânea e na nomeação
afirmações a seguir.
de figuras trabalhadas em sala de aula, a
ocorrência de distorções, omissões ou trocas I. A amostra de fala espontânea contém rupturas
de fonemas. comuns e rupturas gagas.
III. O fonoaudiólogo deve incentivar o professor II. Na amostra de fala espontânea verificam-se
a elaborar atividades que priorizem a
rupturas comuns que são classificadas como
comunicação direta entre professor e
alunos, por meio de exercícios de pronúncia interjeição, hesitação, repetição de palavra e
de fonemas e de exercícios dos órgãos repetição de segmentos.
fonoarticulatórios. III. Rupturas gagas classificadas como bloqueio
IV. O trabalho do fonoaudiólogo deve englobar e repetição de sílabas estão presentes na
não só aspectos preventivos nas áreas de amostra de fala espontânea.
comunicação oral e escrita dos alunos,
como também inserir aspectos preventivos IV. Prolongamentos e pausas, que são rupturas
relacionados à saúde vocal dos professores, gagas, são observados nessa amostra.
por meio de programas de orientação vocal.
É correto apenas o que se afirma em
É correto apenas o que se afirma em A I e II.
A I e III.
B I e IV.
B I e IV.
C III e IV.
C II e III.
D I, II e IV. D I, II e III.
E II, III e IV. E II, III e IV.
20
*R07201620* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 24

Na charge a seguir, Cebolinha conta ao Dinofauro, um simpático dinossauro azul sem mandíbula, seu sonho
de ser o dono da rua.

Disponível em: <[Link] Acesso em: 9 jul. 2016 (adaptado).

Considerando o desenvolvimento da linguagem oral e a conversa entre os personagens dessa charge, avalie
as afirmações a seguir.
I. Ao substituir o fonema /r/, da palavra “rua”, pelo /l/, Cebolinha realiza o processo fonológico
denominado simplificação da fricativa velar, comum em crianças com até 4 anos de idade.
II. Ao substituir o fonema /r/, da palavra “queria”, pelo /l/, Cebolinha realiza o processo fonológico
denominado simplificação de líquida, comum em crianças com até 4 anos de idade. 
III. Ao substituir o fonema /g/, da palavra “amigo”, pelo /f/, Dinofauro realiza o processo fonológico
denominado ensurdecimento de fricativa, o qual não é esperado no desenvolvimento de crianças.
IV. Ao substituir o fonema /t/, da palavra “entendo”, pelo /f/, Dinofauro realiza um desvio fonético não
esperado no desenvolvimento de crianças.
É correto apenas o que se afirma em
A I e III.
B II e IV.
C III e IV.
D I, II e III.
E I, II e IV.
Área Livre

21
FONOAUDIOLOGIA *R07201621*
2016
QUESTÃO 25
Uma mulher com 52 anos de idade, com diagnóstico de diabetes melito tipo II e hipertensão arterial sistêmica,
foi atendida por otorrinolaringologista com queixa de sensação de flutuação, crises de vertigem eventuais,
sensação de plenitude auricular e desconforto a sons intensos.
Foi solicitada avaliação otoneurológica e os resultados obtidos na audiometria tonal liminar e na
logoaudiometria estão representados a seguir. Na imitanciometria foram verificadas curvas timpanométricas
do tipo A e reflexos acústicos ipsi e contralaterais, presentes bilateralmente.
AUDIOMETRIA TONAL

250 500 1k 2k 3k 4k 6k 8k (Hz) 250 500 1k 2k 3k 4k 6k 8k (Hz)


−10

10 X X
20 X
30 X
X
40

50 X X X
60

70

80

90

100

110

120

(dB)
Logoaudiometria

LRF Orelha direita 35 dB Orelha esquerda 40 dB

ÍNDICE DE RECONHECIMENTO DE FALA


% dB MASC.
Orelha Mon 76% 70 dB ---
direita Diss 80% 70 dB ---
Orelha Mon 76% 75 dB ---
esquerda Diss 80% 75 dB ---

Com base nesse caso, avalie as afirmações a seguir, relativas aos resultados esperados da vectoeletronistagmografia.
I. Na calibração, espera-se encontrar traçado irregular dos movimentos oculares.
II. Na prova de rastreio pendular, espera-se encontrar curva sinusoidal do tipo I.
III. Na prova calórica com ar, espera-se que ocorra hiperreflexia ou preponderância direcional.
IV. Na prova de pesquisa do nistagmo semiespontâneo, espera-se encontrar nistagmo multidirecional.
V. Na prova de pesquisa do nistagmo espontâneo, de olhos abertos e fechados, espera-se presença do nistagmo.
É correto apenas o que se afirma em
A I e II.
B I e IV.
C II e III.
D III e V.
E IV e V.
22
*R07201622* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 26 QUESTÃO 27
O Plano Nacional dos Direitos da Pessoa com Um fonoaudiólogo do Núcleo de Apoio à Saúde
Deficiência – Viver sem Limite, instituído pelo da Família (Nasf), com base em um levantamento
Decreto n. 7.612/2011, ressaltou o compromisso epidemiológico, verificou elevado número de
do Brasil com as prerrogativas da Convenção gestantes em sua região. Elaborou e apresentou,
sobre os Direitos das Pessoas com Deficiências então, para as equipes de saúde, um projeto
da Organização das Nações Unidas. O Brasil tem de orientação sobre o aleitamento materno.
avançado na implementação dos apoios necessários Alguns profissionais da equipe manifestaram-se
contrariamente à realização do projeto, alegando
ao pleno e efetivo exercício da capacidade legal por
que esse trabalho não compete ao fonoaudiólogo,
todas as pessoas com deficiência e na equiparação
mas, sim, aos enfermeiros.
de oportunidades para que a deficiência não seja
utilizada como impedimento à realização de sonhos, Nessa situação, considerando o processo de trabalho
desejos e projetos. em equipe interdisciplinar e o código de ética
profissional, a conduta adequada do fonoaudiólogo é
Disponível em: <[Link]
Acesso em: 8 jul. 2016 (adaptado).
A repassar o projeto ao enfermeiro da equipe,
Considerando essas informações e a perspectiva da para que ele oriente as gestantes quanto ao
inclusão plena das pessoas com deficiência em todas posicionamento do recém-nascido durante a
as esferas da vida social, avalie as afirmações a seguir. amamentação, pois essa função é restrita aos
profissionais de enfermagem.
I. Unidades Básicas de Saúde são locais de acesso
B discutir com a equipe as competências do
prioritário à pessoa com deficiência, dada sua
fonoaudiólogo e dos demais membros do Nasf,
proximidade geográfica e sociocultural com a salientando que esse trabalho deve ser realizado
comunidade que a circunda. em conjunto.
II. Programas educacionais especiais para pessoas C capacitar o enfermeiro da equipe quanto
com deficiência proporcionam redução da a práticas fonoaudiológicas relacionadas
segregação desses indivíduos na sociedade ao aleitamento materno para garantir um
produtiva e devem ser implementados de atendimento integral às gestantes.
maneira complementar ou suplementar ao D reportar-se diretamente ao gestor e solicitar
ensino regular. a remoção dos profissionais que se opuseram
à realização do projeto, por sua conduta
III. Articulação intersetorial é fundamental inadequada à postura esperada dos integrantes
para ampliar o alcance das ações nas áreas de uma equipe interdisciplinar.
de educação, saúde, trabalho e emprego,
E concordar com os profissionais que se opuseram
lazer, cultura, transporte e moradia, além de à realização do projeto e assumir o seu papel
potencializar o desenvolvimento da pessoa específico no Nasf, que é o de realizar a intervenção
deficiente. quando a criança apresenta hábitos deletérios,
É correto o que se afirma em decorrentes da substituição do aleitamento
materno pelo uso da mamadeira.
A I, apenas.
B II, apenas. Área Livre

C I e III, apenas.
D II e III, apenas.
E I, II e III.
23
FONOAUDIOLOGIA *R07201623*
2016
QUESTÃO 28 QUESTÃO 29
A prática fonoaudiológica expõe profissionais e A solicitação de avaliação fonoaudiológica em UTI
clientes ao contato com microrganismos. Uma forma neonatal para início da transição da alimentação
segura e eficaz de evitar a contaminação é a utilização para via oral em prematuros, deve observar alguns
de equipamentos de proteção individual, tais como critérios, como estabilidade clínica, manutenção
jaleco, gorro, óculos, luvas, entre outros. estável de saturação de oxigênio e aceitação da
A respeito do uso do jaleco, assinale a opção correta. dieta enteral.
A O jaleco de tecido, após ser utilizado, deve ser RIBEIRO, F. G. S. M. Protocolo para transição da alimentação para via
oral em prematuros. In: FURKIM, A. M.; RODRIGUES, K. A. Disfagia
retirado do local de atendimento e colocado em nas Unidades de Terapia Intensiva. São Paulo: Roca, 2014 (adaptado).
sacos de plástico para ser transportado.
Considerando esse contexto, avalie as afirmações
B O jaleco descartável deve ser utilizado pelo
a seguir.
profissional quando há suspeita de que o indivíduo
a ser atendido tem doença infectocontagiosa. I. O termo disfagia funcional é adequado à
C O jaleco descartável é de uso restrito às áreas de descrição do quadro de prematuridade, pois
trabalho, visto que essa é uma medida de proteção o que ocorre é uma imaturidade de caráter
própria para o indivíduo em atendimento. transitório.
D O jaleco de tecido deve ser descontaminado antes II. O estímulo digital oferecido com dedo
de ser lavado. enluvado favorece a adequação do padrão
E O jaleco de tecido deve ser trocado ou lavado e da força de sucção do prematuro, além
semanalmente, para se evitar contaminações. do controle oral de volume de alimento
Área Livre introduzido.
III. A transição para via oral pode ser feita
diretamente no seio materno, com o apoio
de técnicas de relactação ou pelo uso de
utensílios.
É correto o que se afirma em
A II, apenas.
B III, apenas.
C I e II, apenas.
D I e III, apenas.
E I, II e III.
Área Livre

24
*R07201624* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 30 QUESTÃO 31
O fonoaudiólogo que atua na área de estética facial Uma adolescente com 13 anos de idade participa,
reeduca as funções orofaciais para gerar efeitos desde os seus nove anos, de atividades de teatro
positivos sobre a musculatura da região e, assim, e canto coral desenvolvidas pela prefeitura do
suavizar rugas, sulcos e flacidez, por exemplo. município em que vive. Tanto no teatro quanto no
coral, sempre se destacou por sua facilidade em se
Considerando a atuação do fonoaudiólogo e
expressar, embora apresentasse uma voz rouca na
o processo de envelhecimento facial, avalie as
fala, notada pelo regente do coral. Ultimamente,
asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
ela começou a sentir dificuldades no canto, como
I. Por meio da intervenção terapêutica, o incapacidade para emitir os sons mais agudos
fonoaudiólogo atua nos músculos envolvidos e “quebras” na voz; além disso, devido ao seu
na formação de cada ruga, respeitando a aumento de peso, tem evitado papéis de destaque
correlação entre os grupos musculares dos no teatro. Comenta que não percebe mudanças
terços da face, reorganizando a dinâmica da na sua voz falada, mas conta que, quando fala ao
mímica facial e adequando as funções de telefone, as pessoas a confundem com sua mãe.
mastigação, de deglutição e de fala. Considerando o caso descrito, avalie as asserções a
PORQUE seguir e a relação proposta entre elas.
II. Quando se contraem, os músculos da I. As atividades de promoção de arte e cultura
face movimentam a pele, provocando durante o processo de crescimento dos
depressões caracterizadas por linhas ou indivíduos são válidas para o desenvolvimento
fossas perpendiculares à direção das fibras da comunicação infantil, e o fonoaudiólogo
musculares que, com o tempo e a repetição deve participar de projetos dessa natureza
desses movimentos, transformam-se em rugas. com o objetivo de promover a saúde vocal
dos sujeitos envolvidos e prestar assistência
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
às crianças que começarem a apresentar
A As asserções I e II são proposições verdadeiras, e alterações vocais ou de comunicação.
a II é uma justificativa correta da I.
PORQUE
B As asserções I e II são proposições verdadeiras,
mas a II não é uma justificativa correta da I. II. As atividades de teatro e de canto coral
promovem o abuso vocal; portanto, se a
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é
disfonia funcional apresentada pela aluna
uma proposição falsa. tivesse sido tratada quando ela era mais
D A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma nova, não teria evoluído para seu agravo na
proposição verdadeira. adolescência.
E As asserções I e II são proposições falsas. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
Área Livre A As asserções I e II são proposições verdadeiras,
e a II é uma justificativa correta da I.
B As asserções I e II são proposições verdadeiras,
mas a II não é uma justificativa correta da I.
C A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II
é uma proposição falsa.
D A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma
proposição verdadeira.
E As asserções I e II são proposições falsas.
25
FONOAUDIOLOGIA *R07201625*
2016
QUESTÃO 32 QUESTÃO 33
A norma de atenção humanizada ao recém- A avaliação audiológica de uma criança deve ser vista
nascido de baixo peso: método canguru como um processo e não como avaliação isolada.
(MC) é uma política pública que foi instítuida Muitas vezes, são necessárias diversas visitas da
pela Portaria n. 693/2000, do Ministério da criança à clínica para que o profissional obtenha as
Saúde. Essa norma, em complemento aos informações e os resultados dos testes que permitam
avanços tecnológicos, reúne a humanização e a a conclusão do quadro .
integralidade na assistência dirigida ao recém-
nascido e sua família. Considerando a realização de audiometria tonal e
de logoaudiometria em uma criança de quatro anos,
Considerando essas informações e as ações avalie as afirmações a seguir.
fonoaudiológicas no MC, avalie as afirmações a
seguir. I. O estímulo sonoro deve ser apresentado à
criança através do campo sonoro, em vez de
I. A avaliação semanal da mamada e a atuação
se iniciar diretamente pelos fones, porque
no manejo clínico da amamentação integram
permite que a criança conheça o som e
as ações fonoaudiológicas do MC.
aprenda a responder à sua apresentação,
II. O desenvolvimento de ações educativas de além de oferecer ao examinador um rápido
promoção e proteção à saúde em geral e da levantamento da extensão da perda auditiva
comunicação humana é uma das ações do MC. da criança.
III. Entre as várias ações previstas no MC, II. O estímulo acústico deve ser variado – ruído de
incluem-se o manejo clínico da amamentação banda larga, tom modulado, sons ambientais
e a intervenção em disfunções orais dos
filtrados e estímulos vocais –, escolhendo-se o
recém-nascidos.
mais significativo para a criança.
IV. Incluem-se entre as ações do MC o incentivo
III. A audiometria lúdica infantil com fones permite
e a assistência para a amamentação exclusiva
a obtenção de respostas comportamentais
até um ano de idade e sua prolongação até
dois anos, acompanhada da introdução da da criança a estímulos acústicos em situação
dieta complementar. controlada, mediante uso de brinquedos
simples, como os de encaixe.
V. A identificação e a correção de possíveis
disfunções orais dos recém-nascidos e a IV. A pesquisa do nível de alerta da fala é
capacitação da mãe e da família para controle e realizada com técnica ascendente em campo
intervenção são ações contempladas pelo MC. sonoro e depois, com fones, determinando-
se a menor intensidade para a qual a criança
É correto apenas o que se afirma em
apresente reação de alerta, expressa por
A I e II. alguma mudança no seu comportamento ao
B I, III e IV. receber o estímulo.
C I, IV e V.
É correto o que se afirma em
D II, III e V.
A I, II e III, apenas.
E II, III, IV e V.
B I, II e IV, apenas.
Área Livre
C I, III e IV, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E I, II, III e IV.
26
*R07201626* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTÃO 34

Um homem com 35 anos de idade sofreu acidente automobilístico e ficou hospitalizado por dois meses,
com diagnóstico de traumatismo cranioencefálico. Após a alta hospitalar, foi encaminhado para avaliação
fonoaudiológica, em que se constatou Afasia de Broca. Na avaliação, apresentou dificuldade em encontrar as
palavras desejadas; fala lenta, com muitas interrupções e consciência de seus erros; compreensão preservada;
consciência de suas dificuldades; e estado depressivo.
A partir desse caso, avalie as afirmações a seguir.
I. O fonoaudiólogo deverá investigar a extensão da lesão, a motivação do cliente e suas condições gerais
de saúde, pois esses fatores interferem no sucesso do tratamento fonoaudiológico.
II. O fonoaudiólogo deverá iniciar a terapia fonoaudiológica semanal com o cliente, estimulando a
linguagem oral, valendo-se da plasticidade do sistema nervoso central.
III. A utilização da comunicação suplementar e alternativa deverá ser indicada pelo fonoaudiólogo,
pois houve lesão ao sistema nervoso central do cliente.
IV. O cliente deverá ser encaminhado para tratamento psicoterápico antes da realização da intervenção
fonoaudiológica, pois a depressão poderá impedir o progresso da fala.
É correto apenas o que se afirma em
A I e II.
B I e III.
C II e IV.
D I, III e IV.
E II, III e IV.
Área Livre

27
FONOAUDIOLOGIA *R07201627*
2016
QUESTÃO 35
Algumas alterações craniofaciais presentes na síndrome do respirador oral podem ser observadas no
personagem apresentado na figura a seguir: crescimento craniofacial predominantemente vertical, dimensões
faciais estreitadas, protrusão da maxila e retrognatismo mandibular.

Disponível em: <[Link] Acesso em: 8 jul. 2016.

Considerando-se uma criança com as mesmas características craniofaciais desse personagem, e que
apresente síndrome do respirador oral, avalie as afirmações a seguir, a respeito das possíveis alterações a
serem encontradas na sua avaliação fonoaudiológica.
I. A criança pode apresentar mastigação ineficiente acompanhada de hipotonia e hipofunção dos
músculos elevadores da mandíbula.
II. É possível que a criança apresente alteração de tônus com hiperfunção dos lábios e bochechas.
III. Na avaliação dessa criança podem constar deglutição com ruído acompanhada de projeção anterior
da língua, contração exagerada de orbicular e movimentos de cabeça.
IV. A criança pode apresentar alteração dos fonemas labiodentais /f/ e /v/, dada a dificuldade de contato
do lábio inferior com os dentes incisivos superiores.
É correto o que se afirma em
A IV, apenas.
B I e II, apenas.
C I e III, apenas.
D II, III e IV, apenas.
E I, II, III e IV.
28
*R07201628* FONOAUDIOLOGIA
2016
QUESTIONÁRIO DE PERCEPÇÃO DA PROVA
As questões abaixo visam levantar sua opinião sobre a qualidade e a adequação da prova que você acabou de realizar.

As informações/instruções fornecidas para a resolução


Formação Geral?
A Muito fácil. A Sim, até excessivas.
B Fácil. B Sim, em todas elas.
C Médio. C Sim, na maioria delas.
D D Sim, somente em algumas.
E E Não, em nenhuma delas.

Você se deparou com alguma dificuldade ao responder


à prova. Qual?
A Muito fácil. A Desconhecimento do conteúdo.
B Fácil. B Forma diferente de abordagem do conteúdo.
C Médio. C
D D
E E
à prova.

Considerando a extensão da prova, em relação ao tempo


total, você considera que a prova foi
A muito longa. você percebeu que
B longa. A não estudou ainda a maioria desses conteúdos.
C adequada. B estudou alguns desses conteúdos, mas não os aprendeu.
D curta. C estudou a maioria desses conteúdos, mas não os aprendeu.
E muito curta. D estudou e aprendeu muitos desses conteúdos.
E estudou e aprendeu todos esses conteúdos.

Os enunciados das questões da prova na parte de


Qual foi o tempo gasto por você para concluir a prova?
A Sim, todos. A Menos de uma hora.
B Sim, a maioria. B Entre uma e duas horas.
C Apenas cerca da metade. C Entre duas e três horas.
D D Entre três e quatro horas.
E Não, nenhum. E Quatro horas, e não consegui terminar.

Os enunciados das questões da prova na parte de

A Sim, todos.
B Sim, a maioria.
C Apenas cerca da metade.
D
E Não, nenhum.

29
FONOAUDIOLOGIA *R07201629*
2016
Área Livre

30
*R07201630* FONOAUDIOLOGIA
2016
Área Livre

31
FONOAUDIOLOGIA *R07201631*
07

2016
07

32
*R07201632* FONOAUDIOLOGIA
ANEXO VIII – PADRÃO DE RESPOSTA
QUESTÕES DISCURSIVAS E GABARITO
DEFINITIVO DAS QUESTÕES OBJETIVAS –
FONOAUDIOLOGIA

335
Formação Geral

PADRÃO DE RESPOSTA

O estudante deve elaborar um texto dissertativo a respeito dos movimentos migratórios


para o continente europeu.

 A respeito dos argumentos na perspectiva de quem migra, o estudante deve


contemplar dois dos aspectos listados a seguir.
o Fuga das atrocidades de guerra, fome, doenças (epidemia).
o Fuga por causas político-ideológicas e religiosas.
o Procura por emprego.
o Procura por estabilidade.
o Procura por novas perspectivas de vida.
 A respeito dos argumentos na perspectiva dos países que recebem os
imigrantes, o estudante deve contemplar dois dos aspectos listados a seguir.
o Argumentos contrários à migração:
 sobrecarga da infraestrutura do Estado (educação, saúde,
moradia, alimentação, segurança);
 competição por empregos;
 choques culturais e de costumes (xenofobia);
 rompimentos políticos.
o Argumentos favoráveis à migração:
 países europeus precisam de imigrantes para enfrentar o
problema demográfico (revitalização das cidades) e têm meios de
responder à demanda oriunda do fluxo migratório;
 imigrantes ocupam postos de trabalho não valorizados pelos
cidadãos dos países europeus.

336
PADRÃO DE RESPOSTA

A violência tem consequências negativas não somente para as mulheres, mas também
para suas famílias e para a sociedade.

Para a mulher, as consequências são: físicas, podendo chegar a lesões incapacitantes;


psicológicas, podendo gerar traumas, baixa autoestima, dependência psicológica do
agressor; cerceamento de direitos individuais; estéticas.

Para a família são: ruptura da estrutura familiar; desestabilidade emocional;


naturalização da violência contra a mulher para as gerações futuras; desvalorização da
figura materna.

Para a sociedade são: disseminação da violência contra a mulher; a violência tem


enormes custos, desde gastos com saúde e despesas legais a perdas de produtividade.

As mudanças decorrentes da Lei Maria da penha são: criminalização da violência


doméstica/sexual; aumento das notificações de violência doméstica, apesar de
continuar alta a incidência de mulheres agredidas; garantia legal de proteção à mulher
contra a violência doméstica, independentemente de sua orientação sexual, ou seja,
protege-se também a mulher homossexual vítima de ataque perpetrado pela parceira;
possibilidade de prisão preventiva no caso de crimes de violência doméstica, embora
ainda se verifique morosidade no julgamento do crime; criação de casas de refúgio ou
casa-abrigo, para acolher mulheres vítimas de violência doméstica; reforço às
Delegacias de Atendimento à Mulher, embora ainda insuficientes; inclusão da vítima em
programas assistenciais do governo, programas de proteção à vítima e à testemunha,
transferência de local de trabalho, se a vítima for servidora pública.

337
Padrão de avaliação do desempenho linguístico
TEXTUAIS
MORFOSSINTÁTICOS
ORTOGRÁFICOS Estratégias da produção do
/VOCABULARES
ASPECTOS Ortografia: grafia de vogais e texto. Relação lógica entre as
Domínio da norma-padrão da
A SEREM consoantes; maiúsculas e orações. Articulação dos
Língua Portuguesa: adequação
AVALIADOS minúsculas; emprego do hífen; períodos e dos parágrafos.
vocabular, concordância,
acentuação gráfica. Processos de referenciação.
regência, colocação.
Pontuação.
VALOR NA
NOTA 20% 40% 40%
FINAL
Texto bem articulado,
demonstrando domínio:

 no emprego de conectores Ausência de desvios de norma-


para expressar a relação padrão. Vocabulário formal,
lógica entre as ideias; próprio do padrão escrito, com
Total domínio das regras  no emprego de marcas de ausência de traços de oralidade
100%
ortográficas. referenciação; ou traços discretos eventuais
(gírias e marcadores
 na articulação lógica entre os
conversacionais não são
parágrafos;
admitidos neste nível).
 na organização interna dos
parágrafos.
 na pontuação.

Texto com articulação Pequeno índice de desvios de


Domínio das regras
comprometida por eventual norma-padrão: concordância,
75% ortográficas, com desvios
falha no emprego de um regência, colocação.
pontuais.
recurso coesivo. Vocabulário informal,
inadequado ao padrão escrito.

Índice considerável de desvios


Pouca articulação das partes do
de norma-padrão:
texto, com alguns problemas no
Domínio parcial das regras concordância, regência,
emprego de recursos coesivos.
50% ortográficas, com desvios colocação. Vocabulário
Paragrafação inadequada,
eventuais. informal, inadequado ao padrão
inclusive parágrafo único.
escrito. Presença de traços de
Pontuação inadequada.
oralidade.
Problemas graves de coesão:
frases siamesas ou
Grande índice de desvios de
fragmentadas; emprego
norma-padrão. Vocabulário
Domínio precário das regras inadequado ou ausência de
inadequado ao uso padrão da
25% ortográficas, com desvios conectores; tópico/comentário
língua, com passagens
recorrentes ou escrita caótica. sem proveito textual; oração
marcadas pela oralidade (gírias
subordinada sem oração
e marcadores conversacionais).
principal. Muitos desvios de
pontuação.

338
Fonoaudiologia

PADRÃO DE RESPOSTA PARA PUBLICAÇÃO

a) A avaliação da adequação ou não da conduta do fonoaudiólogo deve ser pautada na


obtenção da autorização por escrito dos clientes para o uso de suas imagens em mídias
sociais. Caso não tenha havido a autorização prévia dos clientes, a conduta do
fonoaudiólogo terá sido inadequada, considerando-se os princípios de conduta ética do
fonoaudiólogo, por expor a privacidade dos clientes em rede social, sem sua (ou de seu
responsável) autorização por escrito para publicação de suas fotos em atendimento.
Aspectos relacionados à privacidade do cliente e a infrações éticas com relação ao sigilo
profissional estão previstos no código de ética da profissão.

Adicionalmente, além de destacar a necessidade da autorização para a publicação das


imagens, o estudante pode avaliar que a conduta do fonoaudiólogo em relação ao uso
da imagem do antes e depois pode configurar uma maneira de induzir o público leigo a
respeito de benefícios que extrapolam a realidade específica de cada caso.

b) O estudante pode elencar propostas como: palestras e orientações à comunidade, a


instituições educacionais e religiosas, bem como a profissionais em geral; fazer uso das
redes sociais e/ou meios de comunicação para publicação de conteúdos informativos
de sua autoria, com base científica, em linguagem acessível, para promover e valorizar
a profissão; divulgar, em mídias e/ou redes sociais, informações, textos e campanhas
da área do fonoaudiólogo elaborados por sociedades científicas; colocar vídeos com
tarja preta para não haver identificação do cliente; solicitar autorização prévia assinada
pelo cliente ou responsável quando for usar algum vídeo; solicitar aos clientes que
façam depoimento a respeito do tratamento; dar entrevistas a meios de comunicação;
realizar triagens em escolas e empresas; criar canal no youtube onde o fonoaudiólogo
dará explicações e palestras a respeito de distúrbios fonoaudiológicos, prevenção e
tratamentos; divulgar a fonoaudiologia na mídia social como um todo, sem usar um caso
específico; realizar um bom trabalho, que acabará tendo a indicação de “boca em boca”;
realizar momentos de perguntas e respostas (chats) para população, para ajudar a
divulgar a fonoaudiologia; melhorar a formação profissional (especialização, cursos,
pós, etc.) e divulgar; criar folders divulgando a fonoaudiologia/ prevenção; divulgar a
fonoaudiologia em outras clínicas, hospitais e para outros profissionais; elaboração de
aplicativos para monitorar o tratamento do cliente; ao invés de expor o cliente, fazer um
desenho animado, contando um caso real; fazer vídeos/aulas para população.

339
PADRÃO DE RESPOSTA

a) A região Nordeste é a que apresenta maior número de casos confirmados de


microcefalia. Diante disso, o fonoaudiólogo que trabalha na atenção básica nessa região
poderá desenvolver estratégias de promoção à saúde com objetivo de diminuir o número
de pessoas infectadas por esse vírus, já que pode haver uma relação das mães
infectadas pelo vírus Zika e o nascimento de crianças com microcefalia. Algumas
estratégias/ações são:
 Ações de prevenção juntamente com as equipes de saúde, baseadas em
necessidades do território, que envolvam a adoção de medidas para reduzir a
presença do mosquito Aedes aegypti, como a eliminação de criadouros;

340
organizar mutirões e participar deles quanto à limpeza para combate ao Aedes
Aegypti, mobilizando escolas, igrejas, comunidades;
 Ações de educação em saúde para orientar a população quanto à medidas de
proteção individual que as auxiliem a proteger-se da exposição de mosquitos,
como manter portas e janelas fechadas ou teladas, usar calça comprida e
camisa de manga longa e utilizar repelentes específicos, especialmente para
gestantes.
 Ações de promoção da saúde, como programação de palestras para as
gestantes, assim como educação permanente para as equipes de saúde, como
forma de identificação precoce de grupos de risco.
 Atuar na atenção básica, investigando as causas da microcefalia;
 Conscientizar, por meio de grupos de gestantes, sobre a importância do pré-
natal;
 Orientar as gestantes como se proteger da Zika e a respeito dos riscos da
gravidez em casos de contaminação, contemplando aspectos relacionados a
contracepção;
 Orientar as gestantes sobre as consequências da microcefalia do ponto de
vista motor e cognitivo.
 Proferir palestras sobre a atuação da fonoaudiologia em casos de diagnóstico
de microcefalia;
 Orientar quanto ao uso de preservativo, já que há indícios de que o contágio
pode ser também por via sexual.

b) Possibilidades de propostas que o estudante pode apresentar:


 incentivar e orientar o aleitamento materno;
 monitorar e acompanhar o desenvolvimento da alimentação;
 avaliar os órgãos fonoarticulatórios e as funções estomatognáticas;
 diagnosticar e intervir nos distúrbios relacionados à motricidade orofacial e
linguagem;
 intervir e acompanhar quando houver necessidade de vias alternativas da
alimentação;
 acompanhar vias alternativas de alimentação;
 propor estimulação precoce da audição, da função motora orofacial, das
habilidades cognitivas e sociais, da linguagem e da motricidade orofacial;
 criar grupos de estimulação em que os responsáveis possam aprender sobre o
desenvolvimento da criança com microcefalia e receber orientações sobre
aspectos alterados;
 monitorar e acompanhar o desenvolvimento da função auditiva;
 realizar o diagnóstico audiológico;
 selecionar e adaptar dispositivos eletrônicos de amplificação, quando
necessário.

341
PADRÃO DE RESPOSTA

a) O fonoaudiólogo atualmente tem como objetivo trabalhar a qualidade vocal do


telejornalista, a expressão facial, os gestos, a postura, tendo em vista uma comunicação
mais natural, que aproxime o profissional do seu público.

b) Não será exigido um exercício específico para cada um dos problemas apresentados
pelo jornalista (sotaque, ressonância, velocidade de fala, articulação e intensidade). O
estudante pode apresentar estratégias como:
 Sotaque: exercícios de consciência e domínio dos sons nas palavras, trabalho
articulatório, leitura com gravação para identificação dos fonemas.
 Ressonância: exercícios essenciais de ressonância, tais como: humming, voz
salmodiada e exercícios do copo no nariz ou na boca. Observar os tipos de
ressonância (oral, nasal, cabeça ou peito). Trabalhar a produção dos diferentes
tipos de ressonância e projeção da voz.
 Velocidade de fala: marcar e riscar pontos de respiração em um texto lido em
voz alta. Articulação exagerada durante leitura e pausas em pontos
determinados; uso de exercícios com trava línguas. Trabalhar com leitura de
textos com símbolos, pedindo para o cliente diminuir a velocidade sempre que
aparecer um determinado símbolo;
 Articulação e intensidade: exercícios de sobrearticulação e consciência
articulatória (ponto e modo articulatórios) e projeção.
Outras possibilidades são:
- Direcionar o fluxo aéreo na fala usando sons graves e demonstrando a
diferença, quando oral e quando nasal, através de bolinhas de isopor;
- Trabalhar com técnicas de articulação exagerada e adequar para que fiquem
mais naturais.

c) Tendo em vista que o cliente utiliza a voz como instrumento de trabalho, é necessário
orientá-lo quanto a cuidados como: ingerir bastante água ao longo do dia; realizar
exercícios de aquecimento e desaquecimento vocal antes e depois do uso intenso da
voz; evitar o consumo de alimentos derivados do leite, chocolates e alimentos
condimentados, preferindo os mais leves como legumes e verduras; evitar o tabagismo
e uso de álcool; evitar sprays e pastilhas anestésicas.

342
Outras possibilidades:
- Colocar roupas confortáveis que não apertem a região do pescoço e
abdomem;
- Realizar repouso vocal;
- Evitar pigarrear e tossir;
- Usar microfone para não realizar abuso vocal;

343
 

  GABARITO DEFINITIVO DAS QUESTÕES DE MÚLTIPLA ESCOLHA
 
  FONOAUDIOLOGIA
  ITEM GABARITO
  1 C
  2 A
  3 E
  4 B
  5 C
  6 D
  A
7
 
8 C
 
9 D
 
10 E
 
11 A
 
  12 E
  13 E
  14 A
  15 A
  16 D
  17 E
  18 D
  19 C
  20 B
  21 C
  22 B
  23 A
  ANULADA
24
 
25 C
 
26 E
 
27 B
 
28 A
 
  29 D
  30 B
  31 C
  32 D
  33 C
  34 A
  35 ANULADA
 
 
 
344
ANEXO IX – CONCEPÇÃO E ELABORAÇÃO
DAS PROVAS DO ENADE

345
O processo de construção das provas de cada edição do Enade tem início com a
elaboração de diretrizes de prova para cada área a ser avaliada e para o componente de
Formação Geral. As diretrizes de prova são elaboradas, sob orientação de servidores da
Daes/Inep, pelas Comissões Assessoras do Enade (Comissão Assessora de Formação Geral
e Comissões Assessoras de Área) nomeadas pela Presidência do Inep, compostas por
professores de Instituições de Educação Superior (IES) públicas e privadas de todas as
regiões do País.

Subsidiam a elaboração das diretrizes de prova: as Diretrizes Curriculares Nacionais


dos cursos de graduação (aprovadas ou em fase de aprovação pelo Conselho Nacional de
Educação), o Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia e outros documentos
oficiais relevantes (como a legislação profissional, por exemplo). Compõem as diretrizes de
prova: o perfil profissional do egresso da área, as competências e habilidades (Recursos) que
devem ter sido desenvolvidas pelo egresso durante o curso e os conteúdos curriculares
(Objetos de conhecimento).

A partir das diretrizes de prova, as Comissões Assessoras do Enade, sob a orientação


dos servidores da Daes/Inep, articulam as características de perfil, os recursos e os objetos
de conhecimento a cada um dos itens da prova, construindo a matriz de prova. Dessa
maneira, cada item de prova está associado a uma característica de perfil, a um recurso e a
até três objetos de conhecimento, compreendidos conforme o quadro a seguir:

CARACTERÍSTICA(s) DE PERFIL
Conjunto de características do egresso do curso.
CONJUNTO DE RECURSOS
Uma expansão do termo competências, que compreende a mobilização de conhecimentos, saberes,
escolhas éticas e estéticas, habilidades, posturas, entre outros, para permitir agir eficazmente em um
determinado tipo de situação, apoiado em conhecimentos, mas sem limitar-se a eles.
OBJETO(S) DE CONHECIMENTO
São os conteúdos que devem ser mobilizados por meio dos recursos (competências e habilidades) pelo
profissional dotado do perfil esperado.
Algumas vezes o item solicita a utilização de dois ou três objetos de conhecimento. Neste caso, o item deve
ser capaz de articular todos os conteúdos.

São apresentados a seguir os cruzamentos de características de perfil, recursos e


objetos de conhecimento que correspondem a cada um dos itens da prova da área de
Fonoaudiologia do Enade/2016.

346
nº da questao encomenda

Perfil: P 01: Generalista, atuante nas áreas da Saúde e Educação, com olhar integral nas ações do cuidar em Fonoaudiologia
Recurso: R 01: Selecionar condutas fonoaudiológicas pautadas na realidade bio-psico-social, epidemiológica e ambiental,
Discursiva 04
considerando evidências científicas
OC's: OC 05: O Sistema Único de Saúde (SUS), nas suas dimensões política, conceitual e técnica

Perfil: P 03: Ético-filosófico e político, com postura em consonância com valores que regem o exercício profissional, tendo em conta
que sua responsabilidade não se encerra com o ato técnico
Recurso: R 07: Valorar sua força de trabalho e gerenciar sua carreira com empreendedorismo
Discursiva 03
OC's: OC 04: Métodos e procedimentos de avaliação, diagnóstico e tratamento das alterações relacionadas a todas as áreas da
Fonoaudiologia

Perfil: P 01: Generalista, atuante nas áreas da Saúde e Educação, com olhar integral nas ações do cuidar em Fonoaudiologia
Discursiva 05 Recurso: R 13: Estabelecer procedimentos de aprimoramento da comunicação nos vários campos de atuação da Fonoaudiologia
OC's: OC 02: Processos psico-socio-culturais, linguísticos e educacionais que auxiliam a compreensão do desenvolvimento da
comunicação humana e das alterações fonoaudiológicas

Perfil: P 04: Crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando inovações técnico-científicas


Recurso: R 01: Selecionar condutas fonoaudiológicas pautadas na realidade bio-psico-social, epidemiológica e ambiental,
Questão 09 considerando evidências científicas
OC's: OC 10: Fundamentos e procedimentos para a utilização de recursos tecnológicos em Fonoaudiologia

Perfil: P 01: Generalista, atuante nas áreas da Saúde e Educação, com olhar integral nas ações do cuidar em Fonoaudiologia
Recurso: R 02: Identificar determinantes de alterações fonoaudiológicas e desenvolver ações de promoção da saúde, prevenção de
Questão 10 agravos e redução de riscos e danos no campo da Fonoaudiologia
OC's: OC 04: Métodos e procedimentos de avaliação, diagnóstico e tratamento das alterações relacionadas a todas as áreas da
Fonoaudiologia OC 06: Políticas públicas nos diversos ciclos da vida

Perfil: P 02: Humanista, resguardando direitos e valores da cidadania e dignidade humana em sua prática fonoaudiológica e
valorizando a comunicação neste processo
Recurso: R 02: Identificar determinantes de alterações fonoaudiológicas e desenvolver ações de promoção da saúde, prevenção de
Questão 11 agravos e redução de riscos e danos no campo da Fonoaudiologia
OC's: OC 01: Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos e sistemas, relacionados ao campo
fonoaudiológico

347
nº da questao encomenda
Perfil: P 05: Proativo ao atuar em equipe, valorizando e respeitando a fonoaudiologia e as outras profissões
Recurso: R 02: Identificar determinantes de alterações fonoaudiológicas e desenvolver ações de promoção da saúde, prevenção de
agravos e redução de riscos e danos no campo da Fonoaudiologia
Questão 12
OC's: OC 04: Métodos e procedimentos de avaliação, diagnóstico e tratamento das alterações relacionadas a todas as áreas da
Fonoaudiologia OC 06: Políticas públicas nos diversos ciclos da vida

Perfil: P 01: Generalista, atuante nas áreas da Saúde e Educação, com olhar integral nas ações do cuidar em Fonoaudiologia
Recurso: R 03: Aplicar métodos e técnicas de avaliação, diagnóstico e intervenção fonoaudiológica
Questão 13 OC's: OC 02: Processos psico-socio-culturais, linguísticos e educacionais que auxiliam a compreensão do desenvolvimento da
comunicação humana e das alterações fonoaudiológicas OC 03: Ontogênese e desenvolvimento da audição, fala, linguagem (oral e
escrita), motricidade orofacial e voz

Perfil: P 03: Ético-filosófico e político, com postura em consonância com valores que regem o exercício profissional, tendo em conta
que sua responsabilidade não se encerra com o ato técnico
Recurso: R 03: Aplicar métodos e técnicas de avaliação, diagnóstico e intervenção fonoaudiológica
Questão 14 OC's: OC 01: Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos e sistemas, relacionados ao campo
fonoaudiológico OC 02: Processos psico-socio-culturais, linguísticos e educacionais que auxiliam a compreensão do
desenvolvimento da comunicação humana e das alterações fonoaudiológicas

Perfil: P 04: Crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando inovações técnico-científicas


Recurso: R 03: Aplicar métodos e técnicas de avaliação, diagnóstico e intervenção fonoaudiológica
Questão 15
OC's: OC 09: Biossegurança em Fonoaudiologia

Perfil: P 04: Crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando inovações técnico-científicas


Recurso: R 04: Demonstrar raciocínio clínico sobre os aspectos fonoaudiológicos
Questão 16
OC's: OC 10: Fundamentos e procedimentos para a utilização de recursos tecnológicos em Fonoaudiologia

Perfil: P 01: Generalista, atuante nas áreas da Saúde e Educação, com olhar integral nas ações do cuidar em Fonoaudiologia
Questão 17 Recurso: R 04: Demonstrar raciocínio clínico sobre os aspectos fonoaudiológicos
OC's: OC 10: Fundamentos e procedimentos para a utilização de recursos tecnológicos em Fonoaudiologia

Perfil: P 04: Crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando inovações técnico-científicas


Recurso: R 03: Aplicar métodos e técnicas de avaliação, diagnóstico e intervenção fonoaudiológica
Questão 21 OC's: OC 01: Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos e sistemas, relacionados ao campo
fonoaudiológico OC 06: Políticas públicas nos diversos ciclos da vida

348
nº da questao encomenda
Perfil: P 04: Crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando inovações técnico-científicas
Recurso: R 04: Demonstrar raciocínio clínico sobre os aspectos
Questão 20 fonoaudiológicos
OC's: OC 10: Fundamentos e procedimentos para a utilização de recursos tecnológicos em Fonoaudiologia

Perfil: P 03: Ético-filosófico e político, com postura em consonância com valores que regem o exercício profissional, tendo em conta
que sua responsabilidade não se encerra com o ato técnico
Recurso: R 06: Elaborar, avaliar, gerenciar e implementar projetos de investigação e prestação de serviços no campo
Questão 22 fonoaudiológico
OC's: OC 07: Propostas educacionais brasileiras nas suas dimensões política, conceitual e técnica, considerando as interfaces com a
Fonoaudiologia

Perfil: P 05: Proativo ao atuar em equipe, valorizando e respeitando a fonoaudiologia e as outras profissões
Recurso: R 06: Elaborar, avaliar, gerenciar e implementar projetos de investigação e prestação de serviços no campo
Questão 18 fonoaudiológico
OC's: OC 05: O Sistema Único de Saúde (SUS), nas suas dimensões política, conceitual e técnica

Perfil: P 02: Humanista, resguardando direitos e valores da cidadania e dignidade humana em sua prática fonoaudiológica e
valorizando a comunicação neste processo
Recurso: R 02: Identificar determinantes de alterações fonoaudiológicas e desenvolver ações de promoção da saúde, prevenção de
Questão 19 agravos e redução de riscos e danos no campo da Fonoaudiologia
OC's: OC 02: Processos psico-socio-culturais, linguísticos e educacionais que auxiliam a compreensão do desenvolvimento da
comunicação humana e das alterações fonoaudiológicas

Perfil: P 01: Generalista, atuante nas áreas da Saúde e Educação, com olhar integral nas ações do cuidar em Fonoaudiologia
Recurso: R 08: Intervir nos processos do campo fonoaudiológico, considerando os determinantes biológicos, sociais, culturais,
Questão 24
econômicos, ambientais e políticos dos sujeitos sob seu cuidado
OC's: OC 03: Ontogênese e desenvolvimento da audição, fala, linguagem (oral e escrita), motricidade orofacial e voz

Perfil: P 02: Humanista, resguardando direitos e valores da cidadania e dignidade humana em sua prática fonoaudiológica e
valorizando a comunicação neste processo
Recurso: R 08: Intervir nos processos do campo fonoaudiológico, considerando os determinantes biológicos, sociais, culturais,
econômicos, ambientais e políticos dos sujeitos sob seu cuidado
Questão 23
OC's: OC 01: Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos e sistemas, relacionados ao campo
fonoaudiológico OC 02: Processos psico-socio-culturais, linguísticos e educacionais que auxiliam a compreensão do
desenvolvimento da comunicação humana e das alterações fonoaudiológicas

349
nº da questao encomenda
Perfil: P 04: Crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando
inovações técnico-científicas
Recurso: R 08: Intervir nos processos do campo fonoaudiológico, considerando os determinantes biológicos, sociais, culturais,
Questão 25 econômicos, ambientais e políticos dos sujeitos sob seu cuidado
OC's: OC 01: Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos e sistemas, relacionados ao campo
fonoaudiológico

Perfil: P 03: Ético-filosófico e político, com postura em consonância com valores que regem o exercício profissional, tendo em conta
que sua responsabilidade não se encerra com o ato técnico
Questão 26 Recurso: R 09: Gerenciar conflitos em equipes multiprofissionais nos campos da Saúde e da Educação
OC's: OC 08: Princípios e práticas da inclusão nas diferentes esferas sociais, com base nas políticas públicas vigentes

Perfil: P 05: Proativo ao atuar em equipe, valorizando e respeitando a fonoaudiologia e as outras profissões
Recurso: R 09: Gerenciar conflitos em equipes multiprofissionais nos campos da Saúde e da Educação
Questão 27
OC's: OC 05: O Sistema Único de Saúde (SUS), nas suas dimensões política, conceitual e técnica

Perfil: P 02: Humanista, resguardando direitos e valores da cidadania e dignidade humana em sua prática fonoaudiológica e
valorizando a comunicação neste processo
Questão 28
Recurso: R 10: Realizar serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da bioética e biossegurança
OC's: OC 09: Biossegurança em Fonoaudiologia

Perfil: P 04: Crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando


inovações técnico-científicas;
Questão 29 Recurso: R 10: Realizar serviços dentro dos mais altos padrões de qualidade e dos princípios da bioética e biossegurança
OC's: OC 01: Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos e sistemas, relacionados ao campo
fonoaudiológico

Perfil: P 01: Generalista, atuante nas áreas da Saúde e Educação, com olhar integral nas ações do cuidar em Fonoaudiologia
Recurso: R 11: Analisar a constituição humana nos diferentes ciclos da vida, como condição para a compreensão dos processos da
Questão 31
gênese e do desenvolvimento da comunicação, bem como de alterações <br>destes
OC's: OC 03: Ontogênese e desenvolvimento da audição, fala, linguagem (oral e escrita), motricidade orofacial e voz

350
nº da questao encomenda
Perfil: P 02: Humanista, resguardando direitos e valores da cidadania e dignidade humana em sua prática fonoaudiológica e
valorizando a comunicação neste processo
Recurso: R 11: Analisar a constituição humana nos diferentes ciclos da vida, como condição para a compreensão dos processos da
Questão 32
gênese e do desenvolvimento da comunicação, bem como de alterações destes
OC's: OC 06: Políticas públicas nos diversos ciclos da vida

Perfil: P 01: Generalista, atuante nas áreas da Saúde e Educação, com olhar integral nas ações do cuidar em Fonoaudiologia
Recurso: R 12: Avaliar e diagnosticar as alterações pertinentes ao campo fonoaudiológico e elaborar conduta terapêutica, refletindo
Questão 33 sobre possíveis prognósticos, orientações e encaminhamentos
OC's: OC 04: Métodos e procedimentos de avaliação, diagnóstico e tratamento das alterações relacionadas a todas as áreas da
Fonoaudiologia

Perfil: P 02: Humanista, resguardando direitos e valores da cidadania e dignidade humana em sua prática fonoaudiológica e
valorizando a comunicação neste processo
Recurso: R 12: Avaliar e diagnosticar as alterações pertinentes ao campo fonoaudiológico e elaborar conduta terapêutica, refletindo
Questão 34 sobre possíveis prognósticos, orientações e encaminhamentos
OC's: OC 02: Processos psico-socio-culturais, linguísticos e educacionais que auxiliam a compreensão do desenvolvimento da
comunicação humana e das alterações fonoaudiológicas

Perfil: P 03: Ético-filosófico e político, com postura em consonância com valores que regem o exercício profissional, tendo em conta
que sua responsabilidade não se encerra com o ato técnico
Recurso: R 12: Avaliar e diagnosticar as alterações pertinentes ao campo fonoaudiológico e elaborar conduta terapêutica, refletindo
sobre possíveis prognósticos, orientações e encaminhamentos
Questão 35
OC's: OC 01: Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos e sistemas, relacionados ao campo
fonoaudiológico OC 04: Métodos e procedimentos de avaliação, diagnóstico e tratamento das alterações relacionadas a todas as
áreas da Fonoaudiologia

Perfil: P 04: Crítico-reflexivo na prática fonoaudiológica, incorporando inovações técnico-científicas


Recurso: R 13: Estabelecer procedimentos de aprimoramento da comunicação nos vários campos de atuação da Fonoaudiologia
Questão 30
OC's: OC 01: Processos biológicos normais e alterados, estruturas e funções de órgãos e sistemas, relacionados ao campo
fonoaudiológico

351

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