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Herman Hertberger havia nos perguntado,héimultos ans: "transparénca, cantilever. quanto mals podomos continuarrepetindo a mesma cols. Rowe Slutzky havin nos revelado, a om 1963, itagbos de uma ransparncia Ira baseada apenas naprbpriatranspartncia da matéra is Em seu ‘amosa artigo, destacaramn 0 maior interessa@safitiengto de uma ‘ransparenciafenoménica, basenda na intencionadadisposcaa dos lementos de arquttura no espa70. No cendriocontemporaneo, a transporéncia tral um lugar comum que somente adquire Interesse quando € caper de desmatetaizaroediicio, como fazem ACR, ou quando # profuncidade da vise écondlonsda, mesmo que ado mertompla completamente. transparincia fenomnica Talver, apenas uma das categeias possivets de uma transparéncia mais adieal que a cultvada pelo Movimento Mederno.O radicalism estas novas trangpartncing reside na possibilidade de superpore| Intarpr formas na profundidace do campo visual, em tomar os limites apenas planes virtusis, no velad tanto quanto no transicide, na rigger tanto quanto no reflexo. € nesta radiclizagao que as obras desta sopdo desatiam aimaginagio edo sentido para.uma nova transparenca Na Biblioteca de Vasconcelos, de Alberto Kalach, a transpartnca Iara em dragto ao parquetarna-sesurpreendentementefenaménica rnointeror. © exterior de canerto ne f2 magia um terioe leve de ao, onde as fugnsbaxialmente aa longa e através da sucessao 4eplanos des prateleas mulilicam-se. 0 fete caeidoscapicoé scentuado nas intencionadasfotogratias de Yoshihite Koln que registra. os funclonérios da biblioteca ceulando modladamente com suas vestimentesvermelhas, © co movimento converte-se em uma “performance” data, Na “Granja de vido do MR transparfnca aprece vinculada a sistemas de projeta ede petcapeao da cultura igtal, um comentario irico sobre 0 "tencerizado” eo “sco ta fi" Em chove venturana, ‘a2 uma homenagem 8 arquitetura vernaculay, que oediicio leva Impress0 sobre sua superficle de vido uma “granatipico", mesmo sue sobredimensionads, Lembrando-nos da “indiferenga 3 fungGo" 4a qual aldo Ross fale, ipelogia da ganja abriga agora fungoes| totalmente diferentes restaurantes, loins cometcinieaté un cestdcio de yoga #berm-estar. Porm, 2 “Granja de Vier” também transparenteno sentido de que dixa em vide Foi pensada ¢ projetada.O revestimento (dro “Tundido") mostra-se lem todo seu carter iuséro. As paredestrenslicdas esto decoradas elas paredeso janeas da propria grana sobredimensionada, ‘easverdadeiras janes so reas onde oimpresso desaparece As janes aparecem como barrses daimagem impress, permitindo| ocasionalmente ver através do vdeo impresso, uma operacao de ‘ronspartncie que svbinhaa translucidez das parades, que, Permitinds vero verdadero efcos do entome, irniza sobre 3 Falsa genie. O pavildo Entre Catedrals" de Compo Baoze esi revestido no ‘material mais wansparete de todos, ot. NZo por dio deixade ser eto: melhor maneita de torar aig transparente& 0 deixar vazi, cima das escavages protegidas e sabre a avenidaveculat, 0 pavihao dein se atravessar pelo a en diana luz de Cz sem que entra bareiainterponha-se.Coloca em laze ceros ajetose blogusia outros. Aobratorna-se completamente transparent para as catedrais que coloca em didlogo:etetsimente opacaem elayio 0s \oiculos da avenida que invadem visual esonoramenteopasselo costo. transpartncla ent, soletva: um pavilao etéreo para ontemplar oma as eatedrais,¢ uma plataforma contundente para protager as excavacdes e aullaroscaros. Pormeiadestasattudes rdieis, a tansparénia consegue ampli _concepcao do espaco como continudade visual esensoil. Estas obras sugerem-nas ques tantastransparéacias quanto arquiteturas possivels. Transparéncia como possiblidade de "ver através de"; luensparéncle como linguagem didatica, que ersina como as colsas| este feltas:ransparéncla pare conectar certosespagos ¢bloquear| ‘ult, Tevez, apenas algumas das posibiidades racials da teansparEnct ainda por explora. | ROWE, Colne SLUTZKY, Robert: *Transparencaliterly fenomenal* em ROWE, Colin. aniensmo,Argultectura Moderna yorosensayes. Barclons: Gustave Gil, 6 Reps, 2999. summarise 1 HORTONTALES ¥VERTIALES “4 APROFONOWADE DO ESPAGO a lad tet or “4 moRessbes be UNA GRAN feoaewin va coranhegranjchamatomente obredimenstonads sce nthe citer ates 22 AmMseDavisT elds pracobire protege unsmportanse tonsegie ce emartobom steve dewmrte 90 Abeswavennuacio DAARQUTETURA SS ee 24 kes ies eoma ened 40 Peis ty cto ns ratte 50 eta esa ees cpg a ete 650 Homose veRriens 52 PeRMEABIUDADE MTD (5 Foun come UMA MENSAGEN DE toms menage de rnsyorencs ttn "A ovARAPERNEABIUDADE COMO UM (queans casts DesUTAVEL avi as BRAM 70 Sequence cuB0s PARA MONTAR us Que ey, ates ‘0a Tmansranéeua aa noice orn (4 armawsonntncn os ures Fs eps, empires (se dotaltonae ola: poco cONCRETOETRANSPARENCA: ABACARD WAS MERICAS 102 anes. tena DeARQUTETURR Deven 2014| is Tus angus, sears dose sricas| Masao PARAS SEO. ramets dedsoesce cess ADIHMES DE AGE tenis de adem ae nights. rear comaronas MSMUAGE. ands ates DSQUSKGES. aod den: ene site AEEAGES. Ua ranbiem ee TTR. eos as asm ease orn essa ua pa ease oaca oace “esparssentseohoe faa? nesuduirnies visio munca ¢ de todo Interrompida garente da biblloteca, sempre épossve! ver mats alm. Para cima, para dentro ou parafora, ais 0 espaco | | Ee al? a InreRONS DIAS ves 2Oo0c SOOeac YOOOO Oc ata grt ate ongtta 6 summasise ‘snr sano toric ost sont. ay dept: arte, rac lin nae nas Rees, tra, Soba ‘a hin ane, ete On, Roan Dee sms 8.00 Lakai: ee, ones 8 © prajeto negra a biblioteca com um jadi otic. Hi quatra consideragnes fundamentals que sustentam eta posta um cided comodo México, com um Context una contaminadoe apessvo, © constugéo de eiciospiblicosdoverla aproveltarse como uma oportunidede para No context espectcono qua biblioteca est patente uma matcads arise urbana. projet tena, assim, grarum polode renovagao eolégicaectadina que adie seus efeitos sobre una exten zona, Abbblotcad, emi mesma, una tentative de reunirasoma dos conecinentas eda cultura humana. ofan botdniko que a complementard contra xing compreensva da fora do vale do México # do pts.cultura eraturra, tio requertemente enentads, formar aqu ‘uma imbise onde as uses encontarda ‘umdmbto para reconcil os prnelpal feores «que conformam sus esac, (0 projteaforec a0 usuario a opotuniace de experiment letra no contato deo com tum stdin, com rucoo que iss0 representa como vivdnea ancora ‘biblioteca, como uma grande rca, que navega imovel elas etardes eos anes, envlts num Iaveimqve sempre €o mesmo e sempre gout

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