Semio de Grandes
Semio de Grandes
Animais
Quando a pessoa se localiza atrás do ponto de balanço o animal
se direciona para FRENTE e, quando a pessoa se localiza na
frente do ponto de balanço o animal RECUA.
A contenção é dividida em: contenção física e contenção É importante avaliar as condições do animal, se ele está a
química. A contenção física é a principal ferramenta utilizada campo, em piquetes ou nas baias. Caso seja necessário pegar
na semiologia, enquanto que, a contenção química é utilizada na um equino no pasto ou em piquetes grandes, chegar com
anestesiologia. ração, caminhando calmamente, se preciso, assoviar para o
animal ir te conhecendo, assim como, conversar.
importante para a proteção do examinador, da equipe e do Após isso, você pode pegar esse equino pela escápula ou,
animal (número de acidentes e a sua proporção são maiores tentar jogar uma corda -> cavalo na baia é mais fácil por estar
em grandes animais). Proporcionar a restrição de movimentos, em um local restrito (IMPORTANTE: nunca fechar
facilitar manejos e procedimentos, além de, evitar fugas. completamente a baia).
Importante que no momento da contenção, o examinador faça Além disso, avaliar a linguagem corporal, prestar atenção na
uma abordagem do animal e, logo após, inicie a contenção. É orelha, ficar atento se ele começar a abaixar, avaliar se o olho
necessário saber o motivo da contenção, se é para vacinar o está ficando arregalado e se a narina está dilatada –
animal, coletar sangue e entre outros procedimentos, para ofegante-.
que assim, seja utilizado o melhor método de contenção.
Ademais, é importante saber a abordagem que será realizada
em cada espécie animal. Existem alguns métodos e instrumentos para contenção,
sendo eles:
1. precisa ser adequado ao
tamanho do animal, tem que promover a segurança do
Cada equídeo reage de um jeito, tratar de forma particular animal e do examinador. O pé direito do tronco de
cada animal. contenção precisa ser alto.
Percussão
7 cm de profundidade.
Lesões 5 cm ou mais.
'‘Ensinar o olho a ver, as mãos a sentir, e o ouvido a ouvir”. Delimitar e comparar.
Inspeção: observa o animal. Dígito-digital, martelo-pleximétrica, digital.
Palpação. Direta/ Indireta.
Percussão.
Auscultação.
Olfação.
Inspeção
Procurar sempre o melhor local, com um ambiente iluminado e Valor limitado em grandes animais.
de preferência, o ambiente de origem. Sons obtidos: claro, timpânico, maciço.
Para uma boa inspeção, deve-se treinar o olho e sempre
descrever o que está vendo. Analisar se é panorâmico ou Olfação
localizado e pode ser realizada diretamente ou indiretamente
(com o auxílio de equipamentos, como ultrassons). Identificação de odores anormais.
Cavidades naturais e mucosas.
Superfície externa.
Punção.
Biópsia.
Exames Laboratoriais.
Inoculação.
Reações alérgicas.
Outros.
Resenha
Hidratação.
Realiza a identificação do animal, preenchido com espécie,
raça, sexo, idade, pelagem, peso e etc.
Anamnese
Exame Físico
Frequência Respiratória.
Pode ser geral ou específico.
1. avaliar e monitorar o estado de saúde, sempre
seguir um cronograma, há exceções.
Nível de consciência: normal, ausente, diminuída ou
aumentada.
Condição corporal: Movimentos ruminais/cecais.
TPC/mucosas.
Postura.
Leucose.
LINFADENOPATIA SECUNDÁRIA
É uma reação de resposta a um estímulo antigênico, causa
As mucosas analisadas são: conjuntiva, nasal, oral, vulvar, uma hiperplasia.
prepucial e anal. Deve ser observado a coloração, se há 1. abaixo da articulação mandibular, drenam a
hemorragia, secreções (serosa, catarral, purulenta, parte superior da cabeça, palpação com os dedos em
sanguinolenta). DEVEM ESTAR LISAS, BRILHANTES, forma de garra, logo abaixo da orelha.
ÚMIDAS, MACIAS E RÓSEAS.
2. sentido caudodorsal ao teto da
faringe, drenam a linfa da parte inferior da cabeça e
normalmente não são palpados.
3. lateralmente à faringe, drenam a
metade inferior da cabeça, palpação com os dedos em
forma de garra.
4. um pouco mais
altos e cranialmente à articulação do ombro, drenam a
Temperatura: importante por causa da região da orelha, do pescoço, do peito e da espádua,
termorregulação – hipotálamo – “termostato”. palpação pressionando-se com certa força com a ponta
dos dedos a borda anterior da espádua e empurrando-os
O animal pode apresentar três tipos: normotermia, cranialmente.
hipertermia e hipotermia, além da síndrome febre.
5. terço inferior do abdome, a
A síndrome febre é um importante indicativo de doença
meia distância da prega do flanco e da tuberosidade ilíaca,
subjacente, ela é benéfica por faz a produção de
drenam a parte posterior do tronco e do segmento
anticorpos para a defesa, possui alguns efeitos nocivos e
craniolateral da coxa, palpação pressionando a ponta dos
temos a febre séptica, febre asséptica e neurogênica.
dedos cranialmente e para dentro e mais facilmente
examinados em animais ruminantes.
6. 2 nódulos de cada lado, entre assoalho da pelve
e porção caudal do úbere e drenam úbere, posterior da
coxa.
7. medial e lateral ao corpo do pênis, centro
linfático para os órgãos genitais masculinos externos.
2. 8.
Semiologia do Sistema
É um importante centro de defesa do organismo e são
Respiratório
palpáveis. Deve-se observar as suas características.
LINFONODOS NORMAIS: tenso-elástico, não aderidos,
uniformes, lisos e indolores.
ALTERAÇÕES: linfadenomegalia, assimetria, dor, irregularidade
na superfície, aderência, abscesso e fístula.
LINFADENOPATIA PRIMÁRIA A troca gasosa é a principal função exercida pelo sistema
É um processo inflamatório ou neoplásico: respiratório. A hematose é a troca de oxigênio por gás
carbônico.
Tuberculose.
Para que ocorra a troca gasosa precisa ter o alvéolo pulmonar
Garrotilho. próximo de um capilar sanguíneo para ter a captação de
Linfadenite caseosa. oxigênio e a devolução de gás carbônico.
É IMPORTANTE PELA OXIGENAÇÃO DO SANGUE E
ELIMINAÇAÕ DO GÁS CARBÔNICO.
Faz parte do equilíbrio ácido-basico, em quadros de alcalose
metabólica o animal entra em taquipneia para tentar
compensar com o gás carbônico, da mesma forma da acidose
metabólica que tenta conservar a PO2 (pressão de oxigênio).
Realiza a metabolização de substâncias, como anestésicos.
Respiração
problema na inspiração e
expiração, pode acontecer em casos de pneumonia.
ALTERAÇÕES CLÁSSICAS
inspiração o tórax e
abdominal não expande, ele vai para dentro, na
expiração o abdome e tórax expandem, realizam o
movimento inverso.
ausência de respiração.
.
.
Medianamente profunda. :
Sem sinais de esforço ou dificuldade.
geralmente processo
inflamatório em vias aéreas superiores.
inspiração ativa e expiração passiva. ex. pneumonia.
dificuldade respiratória. :
dificuldade em durante a inspiração.
inspirar, acontece em processos de vias aéreas
superiores. deslocamento de palato
dificuldade para mole, durante a expiração.
expirar, mais comum em problemas de via aérea
narinas
1. direta e indireta.
inspeção direta (no caso dos equinos a porção cranial) e
indireta (endoscopia).
2. indireta com a sonda.
Avalia se está com um aumento de temperatura, tônus e a
consistência da narina. Seios paranasais
Traqueia
externa na região cervical, verifica aumento de volume,
presença de lesão e traumas.
internamente através da endoscopia, avalia formato,
anéis cartilaginosos, secreções e etc.
cervical, reflexo da tosse.
.
claro.
som maciço/submaciço indica
preenchimento de líquido ou massas sólidas, como
pneumonia, grande abscesso, edema e etc.
em casos de enfisema
pulmonar, aparece quando tem uma câmara dilatada por
ar, enfisema pulmonar os alvéolos tem ruptura da parede
dos alvéolos formando uma câmara.
: em tuberculose e hérnia diafragmática.
líquido solto na cavidade, diferencia no SONS PATOLÓGICOS
animal em plano inclinado para ver se muda a linha de 1. : os sibilos podem ser em decorrência de um
percussão. estreitamento da via respiratória, parecido com assobio.
a) Sibilos de tom graves.
. b) Sibilos de tom agudo.
2. :
Na auscultação pode fazer algumas manobras para aumentar a) Crepitação grossa: pode auscultar na traqueia e
e avaliar bem os ruídos pulmonares, pode colocar o animal para pulmão, aumento de líquido.
fazer exercício, utilizar saco plástico e etc. b) Crepitação fina: parece quando está estourando
: exercício, inibição da respiração, utilizar saco várias bolinhas de plástico bolha, frequente em edema
plástico. pulmonar.
3. : som mais grave, quando acontece por vibração e
secreção mais viscosa são sibilos, já quando temos uma
secreção menos viscosa é ronco.
4. : pode sugerir abscesso.
5. : aderência entre as pleuras parietal e
visceral.
Exames complementares
.
Sons normais: laringotraqueal (que é a vibração do ar
.
passando), traqueobrônquico (ausculta no primeiro terço do
tórax e é o ar passando pelos brônquios maiores) e .
broncobronquiolar dois terços finais, ar passando pelos .
brônquios e bronquíolos menores.
: radiografia e ultrassonografia.
: aumento da intensidade dos ruídos
respiratórios normais e diminuição da intensidade dos ruídos RADIOGRAFIA
respiratórios normais.
:
Finalidades: terapêutica, diagnóstica.
Local: Equinos: 6° EIC lado esquerdo ou 5° EIC lado
direito do tórax.
Ruminantes e suínos. 5º EIC lado esquerdo ou 4º EIC
lado direito.
.
.
: cultura
e antibiograma, citologia.
Deve-se sempre analisar o tipo de alimento oferecido, a
oferta (se é no cocho ou no chão) e o preparo.
: apetite normal.
: apetite diminuído.
: apetite aumentado.
: inapetência.
: apetite depravado.
Ingestão de água
Constituído pelo tubo digestivo e glândulas anexas.
Centro da sede hipotálamo.
Separado de equinos pois os exames são bem diferentes.
Avaliar a ingestão de água, o hipotálamo que controla o
Os ruminantes, anatomicamente, possuem o tubo digestivo
centro da sede, a ingestão de água varia com a
que é dos lábios até o ânus, e conjunto a eles, possuem as
temperatura ambiente, com o tipo de trabalho, com a
glândulas anexas.
quantidade de água nos alimentos e a idade do animal irá
influenciar no seu consumo hídrico.
Pré-estômagos
Variações na ingestão de água: temperatura
Os pré-estômagos possuem uma capacidade variável, ambiente, tipo de trabalho, quantidade de água nos
porém, é até 150 litros. alimentos, idade.
: 10 a 15 litros.
1. 38 – 45L/dia.
2. 4L/litro de leite/dia.
.
: aumento do consumo de água.
: diminuição do consumo de água.
.
Ingestão de alimento
Atitude do animal.
Manifestação de dor.
Andar vagaroso, dorso arqueado, pescoço estendido.
DOR. Identificada pela atitude do animal (bovino que vive em
rebanho normalmente se afasta do rebanho), como
manifestação da dor, começa a andar mais devagar, dorso
arqueado e pescoço estendido, também pode ter vocalização
ao andar ou ao forçar a região do abdome.
Auscultação + percussão.
Balotamento (auscultação e percussão) mais feita em
casos de suspeitas de deslocamento de abomaso.
Local que começa a ocorrer o processo de absorção de água,
minerais e ácidos graxos. Um dos principais quadros que pode
ocorrer, é a compactação. Terço distal do abdome (7º-11º EIC).
Mais comum achar problemas apenas durante a necropsia. Som submaciço.
Se estiver no seu local anatômico tem som submaciço, pois
é mais compacto que o rúmen.
Intestinos
Fígado
Tricotomia.
Antissepsia.
Agulha 40x12/ trocarte/ cânula mamária.
Pontos de colheita
acidose ruminal, refluxo abomasal.
decomposição alimentar.
alcalose ruminal.
Consistência
Levemente viscosa.
Avaliação física: cor, consistência, odor,
sedimentação e flutuação.
contaminação com saliva,
Avaliação microbiológica: protozoários (densidade, timpanismo espumoso.
atividade e contagem global) e bactérias (Gram e contagem inatividade microbiana, jejum
global). prolongado, acidose.
Cor Sedimentação e flutuação
Varia com a alimentação. 4-8 minutos.
Partículas grossas flutuam.
bezerros com refluxo abomasal, falha do pH
sulco reticular.
acidose rumenal. Oscila entre 5,5 – 7.
putrefação da ingesta, estase Fitas de pH
ruminal.
timpanismo, inatividademicrobiana,
indigestão simples, saliva.
> jejum prolongado, ingestão de ureia
e/ou outras fontes nitrogenadas (alcalose).
< ingestão excessiva de carboidratos
Odor (acidose), refluxo abomasal (obstrução intestinal, lesão
vagal).
Aromático, não repulsivo.
Prova do azul de metileno
Avaliação microscópica de
protozoários
Volume.
Coloração.
Consistência.
Composição: tamanho das fibras, grãos. Lábios.
Odor. Bochecha.
Gengiva.
Palato duro.
Língua.
Palato mole.
Glândulas salivares (parótida, mandibular e sublingual), não
é comum problemas em glândulas salivares nos equinos.
A dentição em equinos é muito importante, a mandíbula nos
equinos é menor que a maxila (anisognata – diferença entre
mandíbula e maxila).
24 menores, mais brancos,
forma de concha.
: 40-42.
Éguas 36-38 (ausência dos caninos).
Macho apresenta os caninos, égua pode não
apresentar.
Incisivos.
Caninos.
Pré-molares e molares.
Avaliação da idade
A submucosa é mais espessa.
Curvatura menor.
Curvatura maior.
Margo plicatus.
9 a 10% do total do trato gastrointestinal.
Dividido em porção aglandular e glandular, na glandular
temos a secreção de ácido clorídrico (HCl) e mecanismos
de defesa, como secreção de muco, ocupa 2/3 do 6. flexura diafragmática.
estômago. 7. cólon dorsal direito.
Cólon transverso: 15-20cm.
Cólon menor: 2-3m.
Reto.
Ânus.
Ceco: 1m.
33l.
Cólon maior: 3-4m.
30l.
Segmentos do cólon maior
1. cólon ventral direito.
2. flexura esternal.
3. cólon ventral esquerdo (tem saculações).
4. flexura pélvica.
5. cólon dorsal esquerdo.
doenças infecciosas ou pelo manejo, quadro de cólica
avalia a dor, quadros de torção tem o início da dor
subitamente, se é uma dor continua ou intermitente.
Quadros de enterolitias resulta em quadros
Importante dados relacionados a origem pois alguns lugares intermitentes de cólica.
tem uma predisposição maior a terem alguma enfermidade. Tipo da dor (súbita, contínua, crônica).
No sexo, o macho pode ter um quadro de cólica por hérnia
Episódios anteriores.
inguinal, enquanto que as fêmeas, mais comum por torção
uterina que não é um problema no sistema digestório, mas episódios anteriores para saber se é um erro do
seus sinais são parecidos. manejo ou uma particularidade daquele animal.
Idade também, pois alguns parasitas como Parascaris são mais Tratamentos.
comuns em animais mais jovens.
tratamentos que já foram feitos, pois problemas na
cavidade oral, deve-se procurar saber como foi feito
o tratamento odontológico e etc.
Manejo/alimentação/fornecimento/troca importante saber o tratamento, pois se está com
de alimento. efeito de algum medicamento, esse medicamento
máscara a dor, mas se mesmo com o medicamento
manejo inadequado, quando troca o tratador e muda ele tá apresentando, significa que é algo muito mais
um pouco a quantidade que está recebendo de ração, forte.
trocas na alimentação e etc (muitos quadros de cólica
se resolvem sem tratamento veterinário e a maioria Importante saber o temperamento do animal, pois
não precisa ir para cirurgia). animais mais calmos podem ser mais resistentes a
dor, como em animais mais velhos.
Quando troca de alimento, precisa de uma adaptação,
pois a microbiota do trato gastrointestinal está Defecação e micção.
acostumada a receber um tipo de alimento, quando fezes do animal, se defecou (se demorar muito tempo
realizar a troca, pode acontecer algum desbalanço e pode ser algum problema obstrutivo), como estão
resultar em quadros de timpanismo e diarreia. Essa essas fezes (se tem diarreia, se está pastosa).
adaptação deve durar uns 15 dias.
micção ajuda a avaliar o estado de hidratação do
O tipo de alimento, pois pode dar uma compactação. animal, equinos com cólica pode adotar a postura de
A qualidade do alimento, como feno de baixa qualidade micção.
pode resultar em quadros de compactação. Ingestão de água.
Controle parasitário/sanidade.
fornecimento inadequado de água, sem hidratação
controle parasitário e vacinas, como Parascaris que começa a tirar a água dos alimentos e resseca-lo, isso
causa problemas digestórios, o Habronema na forma gera quadros de compactação.
gástrica que causa úlcera. Prenhez.
Início dos sintomas.
Vícios de cocheira: animal que engole o ar
início dos sintomas e tipos de dor, um animal com (aerofagia), as chances de ter problema nos
queixa de emagrecimento progressivo com
alimentação correta, pode ter alguma lesão na boca dentes são altas. se apresentar isso, é porque é
não conseguindo se alimentar direito. um animal estressado que pode ter úlcera
Pensando em cólica, o início dos sintomas para saber gástrica.
quando se iniciou esse quadro, se é um quadro
recorrente pode ser um erro de manejo ou um
problema daquele animal específico, se no digestório
tem mais de um animal acometido pode ser por
Hidratação.
Inspeção.
Temperatura.
Frequência respiratória.
Frequência cardíaca (pulso).
Mucosas.
TPC.
Endoscopia.
Endoscopia.
Sonda.
Radiografia.
Ultrassonografia.
Sondagem nasogástrica
Úbere 4 glândulas.
quarto mamário
6 – 7 pares.
Bovinos
Conduto papilar.
Ligamento suspensor lateral da mama: não é tão elástico. Cisterna do teto: tem uma capacidade menor.
Ligamento médio: é mais elástico. Cisterna da glândula: é o primeiro local de armazenamento
Cordões conjuntivos. do leite.
Fáscia superficial. Ducto galactóforo.
Pele. Circulação sanguínea 1L leite 300-400l de sangue.
Glândula mamária é bem vascularizada.
A secagem é quando é realizado o esgotamento, se tem um
acúmulo de leite na glândula mamária, pode resultar em
mastite.
Pós-ordenha: animal alimentado para dar tempo de fechar
o esfíncter. O tipo de alimento é importante para a produção
leiteira.
Anamnese individual
Produção leiteira.
Roseta de Furstenberg: ajuda no fechamento do teto. Fase da lactação: interfere nos exames do leite.
Início/evolução: quadro agudo mostra reflexos sistêmicos,
enquanto que o quadro crônico não reflete.
Doenças anteriores.
Diagnosticar enfermidades da mama.
Última lactação.
Estabelecer a razão na quebra da produção leiteira.
Outros sistemas (apetite, locomoção, ruminação).
Avaliar a causa do leite alcalino recusado.
Tratamentos: analisa se já foi realizado algum tratamento,
Estabelecer profilaxia das mamites risco na linha de caso tenha, verificar como foi efetuado.
ordenha.
Realizar levantamentos regionais prevalência e Inspeção
sensibilidade dos agentes etiológicos.
Manejo na ordenha.
Queda da produção leiteira deve-se avaliar se é um
problema na glândula mamária ou se é um reflexo de um Sala de ordenha.
problema em outros sistemas, como sistema digestório, Ordenha mecânica (teteiras, vácuo): avaliar o vácuo das
respiratório e etc. teteiras e perguntar sobre a manutenção.
Ordenhador (higiene).
Pré-dipping/pós-dipping: verificar o que é usado.
Inspeção
Atitude do animal:
Estação.
Movimento.
Decúbito.
Modificação na forma.
Disposição e simetria de tetos.
Pregueamento da pele.
Temperatura: aumentada na inflamação da glândula
mamária.
Sensibilidade.
Consistência:
normal em vacas novas (granulação fina).
normal em vacas velhas (granulação mais grossa).
flutuante (abscesso).
endurecida (fibrose).
mole (edema, hematomas).
não é normal a formação de nódulos!
Em bolsa (ordenha difícil).
Com prolapso de membrana de mucosa.
Observar incontinência láctea = gota de leite.
Desejável Indesejável
Simétricos 2 a 2.
Divergente com o úbere repleto de leite.
40-45 cm do chão.
Arredondado/hemisférico.
Chapa.
Funil.
Caneca de fundo preto/telada.
Volume.
Cor.
Odor, sabor.
pH: 6,5 – 6,8.
*colostro: ácido.
Leite
Lactose:
Cloretos:
Células somáticas:
Relação entre CMT e CCS
pH – fitas/papéis indicadores.
Determinação da lactose – difícil interpretação. : repetir em 24 horas.
Catalase +: mastite subclínica.
Prova de Whiteside ++ +++ mastite clínica.
CMT formam estrias e desaparecem com
movimentos,
Bovinos, bubalinos, caprinos*, ovinos*. formam estrias e não desaparecem.
Importante para mastite subclínica, pois o
viscoso.
leite não dá sinais, porém, continua
contaminando outros animais. gelatinoso.
2 ml leite + 2 ml reagente.
positivo => maior número de
leucócitos e alcalinização (gelificação e
mudança de coloração).
Colheita de amostra
gelificação da mistura pela formação
do complexo DNA + detergente (alquil-aril Antissepsia do teto.
sulfonato de sódio). Volume: 5 a 10mL.
indicador de pH púrpura de bromocresol. Desprezar primeiros jatos.
: Ordenha horizonta.
Enviar imediatamente ao laboratório.
pH ácido = cor amarela.
pH neutro = azul claro.