E-BOOK
Doenças Neurológicas
Seja bem-vindo!
Obrigado por fazer parte do nosso propósito de levar
conhecimento com qualidade para o maior número de pessoas
possíveis, por confiar e acreditar no nosso trabalho assim
como nós acreditamos e confiamos no seu potencial.
acreditamos que você pode chegar onde quiser sempre com
mais conhecimento.
Você já é diferente por ter acesso a esse e-book e certificado.
Você poderá ter acesso aos nossos cursos e congressos pelo
nosso site: [Link]
Quer ser um membro VIP?
Faça parte da A Nova Classe: [Link]
Nos acompanhe através de nossa rede social:
@cessetembro
Vamos fazer história juntos!
LESÕES ENCEFÁLICAS ADQUIRIDAS
Lesão cerebral, provocada por causas externas (TCE) ou interna
(AVC, tumor, infecções e anóxia), que não seja degenerativa ou
congênita
Traumatismo Acidente
crânio- Vascular
encefálico Cerebral
(TCE) (AVC)
TCE – TRAUMATISMO CRÂNIO-ENCEFÁLICO
É uma agressão de origem traumática no encéfalo, causada por uma força
física externa.
Epidemiologia no Brasil (Gaudêncio,2013)
Faixa etária: 21 à 60 anos
> sexo masculino
Principal etiologia: Quedas
Gravidade: Maioria dos casos são considerados LEVES.
BIOMECÂNICA DO TRAUMA
Por impacto: Golpe direto, contra golpe e FAF.
Por impulso: Lesão axonal difusa (Mecanismo de ação e desaceleração)
LESÃO PRIMÁRIA
•Resulta diretamente da agressão imposta,
lesionando as estruturas cerebrais (tecido
nervoso e vasos sanguíneos)
LESÃO SECUNDÁRIA
•Observado após a lesão, resultante do
processo inflamatório e edema.
PRESSÃO INTRACRANIANA
(PIC)
Hipertensão
arterial Bradicardia
sistêmica
Alteração do ritmo
respiratório
Tríade de Cushing
SINAIS E SINTOMAS
Alterações clínicas entre 24 - 48hrs com amnésia
ou 8 h em COMA são considerados graves.
Escala de
Glasgow
Escala de Glasgow
EVOLUÇÃO E PROGNÓSTICO
A evolução do paciente após um TCE é dependente de
muitos fatores:
• Paralisia/Plegias
• Alteração do tônus
Física • Alteração da sensibilidade
• Déficit de equilíbrio
Comportamento
Funcional • Alteração da personalidade
• Grau de dependência • Ansiedade
na realização das atividades • Depressão
de vida diárias • Agressividade
Sequelas • Labilidade emocional
Social Cognitivas
• Interação social e familiar
• Déficit de atenção
• Afastamento da atividade
• Memória
laboral • Planejamento
• Capacidade de julgamento
Alteração de
• Afasia linguagem
• Disartria
• Anomias
ALTERAÇÕES FÍSICAS
Plegia = Paralisia completa dos movimentos
Paresia = Paralisia incompleta dos movimentos
ATAXIA
Definição: É um sintoma caracterizado por perda da
coordenação e do equilíbrio dos movimentos
musculares voluntários. Está relacionada com perda
da função do cerebelo e das vias cerebelares.
ALTERAÇÃO DE TÔNUS
•Definição de Tônus
¤ É a força com a qual o músculo resiste ao alongamento.
(Basmajian, De Luca,1977)
¤ É o estado de tensão elástica que apresenta o músculo em
repouso.
Redução
HIPOTONIA
do Tônus
Aumento do
HIPERTONIA
Tônus
Hipertonia
Espasticidade
Sinal de canivete
Elástica Velocidade dependente
Lesão a nível do trato corticoespinal
Rigidez
Plástica Sinal de roda denteada
Lesão a nível de núcleos da base
CÓRTEX CEREBRAL
Trato Corticoespinal
Tronco encefálico
NMS
Tônus
Trato vestíbulo espinal
Trato retículo espinal pontino
Motoneurônio
NMI Fibras
gama intrafusais
Trato Corticoespinal
Modulação
Trato vestíbulo espinal Trato reticulo espinal
Tônus
Espasticidade
》Hipertonia elástica
》Hiperreflexia
》Clônus
》Babinsk +
ALTERAÇÕES DE SENSIBILIDADE
Córtex Sensitivo
(Lobo Parietal)
ÁREA
ÁREA PRIMÁRIA Alterações Somatossensoriais
SECUNDÁRIA
•Tato
•Pressão
•Dor Agnosia
Anestesia cortical
•Temperatura somatossensorial
•Propriocepção
ALTERAÇÕES COGNITIVAS
Alterações de percepção Pode afetar diversos Incapacidade de realizar Processamento lento
Ex: Anosognosia tipos de memória. atos motores voluntários das informações
Somatoagnosia na ausência de déficit Baixa capacidade de
motor. concentração
Prosopagnosia
DIFICULTAM O PROCESSO DE APRENDIZAGEM/REABILITAÇÃO
ALTERAÇÕES COMPORTAMENTAIS
PHINEAS GAGE (1823-1860)
ALTERAÇÕES DE LINGUAGEM
Afasias
• Déficits na compreensão auditiva e na expressão oral.
• Ecolalia
• Anomia
Disartria
• Distúrbio da articulação da fala (dificuldade da produção
de fonemas).
ACIDENTE VASCULAR CEREBRAL - AVC
Popularmente conhecido como “Derrame cerebral”
Danos ao cérebro devido interrupção do fluxo sanguíneo,
seja de origem isquêmica ou hemorrágica
Epidemiologia (Ministério da saúde, 2019
O AVC está em segundo lugar entre as principais causas de morte no
Brasil, atrás apenas dos óbitos por doenças cardíacas isquêmicas.
Incidência maior > 65 anos.
Doença de acometimento agudo, com sinais clínicos superiores
à 24horas necessitando de um atendimento emergencial.
QUAL É O CORRETO?
Acidente Vascular
Cerebral
AVE AVC
Acidente Vascular
encefálico
TIPOS DE AVC
ISQUÊMICO HEMORRÁGICO
Quando há obstrução de Rompimento de um vaso
uma artéria, impedindo cerebral, provocando
a passagem de oxigênio. extravasamento de sangue.
AVC - ISQUÊMICO
Essa obstrução pode acontecer devido a um trombo (trombose) ou a um
êmbolo (embolia).
Ocorre a morte tecidual devido a falta do aporte sanguíneo.
O AVC isquêmico é o mais
comum e representa 85% de
todos os casos.
AVC - HEMORRÁGICO
Esta hemorragia pode acontecer dentro do tecido cerebral ou na superfície entre
o cérebro e a meninge.
É responsável por 15% de todos os casos de AVC.
Pode causar a morte
com mais frequência do
que o AVC isquêmico.
ATAQUE ISQUÊMICO TRANSITÓRIO (AIT)
COMO IDENTIFICAR UM AVC?
FATORES DE RISCO
CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA CEREBRAL
CORRELAÇÃO DA ÁREA DE LESÃO E AS SEQUELAS
•Face medial dos hemisférios cerebrais e a porção
mais superior da face supero-lateral de cada
hemisfério.
•Suprem o estriado e parte do globo pálido, córtex
insular e partes dos lobos frontal, parietal e temporal.
•Irriga o lobo occiptal e áreas caudais e basais do
lobo temporal e hipocampo. Também irriga o
tálamo e o mesencéfalo.
PROGNÓSTICO/QUADRO CLÍNICO
ALTERAÇÕES SECUNDÁRIAS AO AVC
Ombro doloroso Fraqueza Escoliose
e/ou subluxado muscular
PREVENÇÃO
Dor e/ou hiperatividade Problemas Contraturas e
no lado normal psicológicos deformidades
Doença De Parkinson
FISIOPATOLOGIA
REVISÃO NÚCLEOS DA BASE
Constituem um conjunto de estruturas subcorticais que incluem:
Núcleo caudado e Putâmen (Formando o Corpo estriado)
Globo pálido interno e externo
Núcleo subtalâmico e substância negra (produz Dopamina).
Aferência
Estriado
Globo pálido
int/ext
Eferência
Circuito básico – em repouso
CÓRTEX
MOTOR
NÚCLEOS
TÁLAMO
DA BASE
Globo
pálido
Estriado
interno
Globo pálido interno Tálamo Córtex motor
Via direta – Facilitação do movimento
Córtex motor
Estriado Tálamo
Globo pálido
interno
Via indireta – “Inibição” do movimento
Córtex motor
Estriado
Tálamo
Globo pálido Globo pálido
externo interno
Núcleo
subtalâmico
Influência dopaminérgica – via direta
Córtex motor
Dopamina
D1 Estriado Tálamo
Subs negra
Globo pálido
interno
Influência dopaminérgica – via indireta
Córtex motor
Dopamina
Subs negra D2 Estriado
Globo pálido Globo pálido
Tálamo
externo interno
Núcleo
subtalâmico
DIAGNÓSTICO
Resposta satisfatória ao
tratamento medicamentoso
Início Sinais e
unilateral
Diagnóstico clínico Sintomas
Caráter
progressivo
Os primeiros sintomas ocorrem quando
já se tem uma diminuição de cerca de
80% nos níveis de dopamina no estriado
PRINCIAIS ALTERAÇÕES CLÍNICAS
Tremor de Rigidez Instabilidade
Bradicinesia
repouso muscular postural
TREMOR DE REPOUSO
“Contar dinheiro”
Ao iniciar o movimento o tremor diminui
Aumenta sob estresse
Diminui durante o sono
Mãos, eixo axial, cabeça, mandíbula e língua.
RIGIDEZ MUSCULAR
Aumento do tônus – Hipertonia plástica.
Resistência aumentada durante toda a amplitude do alongamento.
BRADICINESIA
• Dificuldade na iniciação e interrupção dos movimentos e lentificação
durante a sua execução.
》Tendência a adotar e manter posturas fixas.
》Dificuldade em modificar a direção dos movimentos.
》Dificuldade em realizar movimentação dos braços enquanto
caminha.
INSTABILIDADE POSTURAL
Tendência a postura fletida
Menor ADM de quadril, joelhos e tornozelos durante a
marcha
Diminuição dos reflexos posturais
Pettit Pass – Festinação
Freezing (Congelamento da marcha)
DEMAIS SINTOMAS
Motores Não motores
Hipomimia Déficits cognitivos
Micrografia Desordens psíquicas
Diminuição do movimentos Alterações gástricas
rotacionais
Alterações sensoriais
Diminuição da expansibilidade
torácica Distúrbios do sono
Diminuição olfativa
TRATAMENTO
O tratamento para o paciente com doença de Parkinson
pode modificar a forma da evolução da doença, mas não
promover a cura ou mesmo a reversão do quadro já
instalado.
Medula Espinal
Lesão Medular
Esta entre as formas mais graves das síndromes incapacitantes.
Definição
• É uma lesão que acomete as estruturas dentro do canal medular
podendo levar as alterações motoras, sensitivas, autonômicas e
psicoafetivas.
Incidência – Brasil
• 6 a 8 mil novos casos por ano.
Perfil
• > sexo masculino (80% dos casos)
• Adultos jovens (20 à 30 anos)
Principal etiologia
• Acidente automobilístico - Traumática
Etiologia – Lesão Medular
Nível de Lesão Medular
• O nível de lesão é determinado pelo último segmento sensitivo e
motor preservado em ambos os lados do corpo.
Tetraplegia Lesões superiores ao segmento T1
Paraplegia Lesões inferiores ao segmento T1
Exame que avalia os
dermátomos e miótomos
para determinar o segmento
medular afetado.
Dermátomo: área da pele inervada Miótomo: Grupo de fibras
por um nervo musculares inervadas por um nervo
Dermátomos Miótomos (Músculo-chave)
Membros Membros
Superiores Inferiores
Grau de lesão
Completa Incompleta
Ausência total de função motora Preservação parcial da função
e sensitiva abaixo do nível da sensorial e/ou motora abaixo do
lesão, inclusive nos segmentos nível da lesão, incluindo os
sacrais da medula. segmentos sacrais
ASIA - Classificação
Evolução do quadro clínico
Choque Retorno da atividade
Lesão
Medular medular reflexa
Choque medular
Perda de todas as funções neurológicas nos segmentos medulares
abaixo da lesão.
Essa fase pode durar dias, semanas ou meses.
(Duração média de 3 semanas)
Reflexo Bulbocavernoso (+) é um sinal de término da fase do choque medular.
Retorno da atividade medular reflexa
Fase de reorganização funcional das estruturas abaixo do nível da lesão.
Paralisia flácida x Paralisia espástica
Anestesia Anestesia
Paralisia Paralisia
Espástica flácida
Arreflexia/
Automatismos
Hiporreflexia
Complicações Primárias
Alterações respiratórias
As alterações respiratórias estão entre as principais causas de óbito tanto na
fase aguda quanto na fase de reabilitação desses pacientes.
Sistema Urinário
• As repercussões devido ao mal funcionamento vesical pode acarretar
em diversas complicações, desde ITU até hidronefrose com consequente
perda da função renal.
Alterações intestinais
Ausência do desejo e do controle da evacuação
Diminuição do peristaltismo intestinal acompanhada de retenção
fecal
Sendo necessário a reeducação da função intestinal
Dieta, hidratação, supositórios, laxantes e estimulação digital.
Evitar complicações: Constipação, fecalomas, necrose intestinal.
Termorregulação
stato"
"Termo
Hipotálamo • Controle sobre o fluxo sanguíneo cutâneo
• Piloereção
• Sudorese
Disfunção autonômica (simpática) Capacidade de piloereção e
causa a perda das respostas sudorese abaixo do nível da lesão
termorreguladoras internas. são perdidas.
Disrreflexia Autonômica
Hipotensão Postural
Sintomas
Mal estar
Tontura
Palidez
Visão embaçada
Desmaios
Dor Neuropática
• A dor neuropática é localizada no nível ou abaixo do nível da lesão.
• Causada pela compressão aguda ou dilaceramento das raízes nervosas.
• Pode ser altamente limitante.
Complicações Secundárias
Ossificação Heterotópica
É o crescimento ósseo anormal em partes moles.
Etiologia desconhecida (Metabolismo de cálcio
anormal, micro traumas na região, ADM
excessiva durante exercícios).
Pode ocorrer em tendões, tecido conjuntivo
intermuscular e tecido das aponeuroses.
Articulações mais acometidas: quadril, joelho,
cotovelo, ombro e coluna.
Apresentará redução da ADM e/ou crepitação
durante o movimento.
Osteoporose
Redução da Redução da Redução da
Redução da
descarga de peso atividade densidade
mobilidade
dinâmica muscular óssea
Osteoblastos
Maior risco de
fraturas
Osteoclastos
Síndromes Medulares
Doenças Neuromusculares
Doenças dos Doenças dos cornos
músculos anteriores da medula
DNM aplica-se a um universo (Miopatias) (Atrofias Espinais)
de diferentes patologias, que
acarretam em disfunção Doenças dos Perturbações da junção
muscular. nervos neuromuscular
(Neuropatias) (Miastenias)
Esclerose Lateral Amiotrófica
Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)
• Prevalência: 5 à 6/100.000 habitantes
• Por ano estima-se 5.000 novos casos ( cerca de 13/dia)
• > sexo masculino (3:2)
Epidemiologia • Idade média 55 à 65 (mundial) – 52 anos (Brasil)
• 5% antes dos 30 anos
A evolução da doença é variável, muitos pacientes evoluem para o óbito em 5 anos.
Falência respiratória
TIPOS
ELA familiar – 10% dos casos. ELA esporádica -Forma mais
Causa genética comum 90% casos
(gene SOD1 e outros)
Apresentação clínica
Quando os sintomas aparecem representa perda de >50% das unidades
motoras.
Diagnóstico
EMG
• Sinais de NMS • Bloqueio de • Para descartar
• Sinais de NMI condução outros diagnósticos
Avaliação Exames de
Clínica imagem
Anamnese do paciente, início dos
sintomas e tempo de evolução.
Presença de fasciculações e
cãimbras
Outros sintomas comuns
• Cãimbra
• Fadiga muscular
• Dor
• Alterações de humor
• Insônia
• Dispnéia
• Perda de peso
• Alterações cognitivas (Demência
frontotemporal) – 15% dos casos
Complicações
Insuficiência respiratória Suporte
do tipo restritiva ventilatório
Disfagia (Risco de
broncoaspiração) Gastrostomia
Esclerose Múltipla
Afeta o SNC, causando
Doença autoimune e
desmielinização e degeneração
desmielinizante.
axonal no cérebro e na medula.
Sistema
Imunológico
Bainha de Mielina que
reveste os axônios do
SNC
Epidemiologia
Entre 20 a 40 anos de idade (> faixa dos 30 anos)
> Mulheres (2:1)
No Brasil, 15/100.00 habitantes com EM
No mundo há aproximadamente 2,5 milhões de pessoas com EM.
Fisiopatogenia - EM
Ainda não está totalmente esclarecida.
Períodos de Períodos de
exacerbação remissão
Capacidade de Degeneração
Remielinização Axonal
Etiologia - EM
Predisposição
genética
Fatores Agente
ambientais infeccioso
EM
Tipos
85%
80%
da
EMRR
10%
5%
Diagnóstico
Exames Potencial
laboratoriais evocado
• Anamnese • LCR – presença • Áreas
de Bandas cicatriciais na • Diminuição da
• Sintomas
oligoclonais de Substância velocidade.
• Surtos
IGg Branca.
Avaliação Exames de
clínica imagens
Sintomas
Apresentação clínica
altamente variável
Déficits neurológicos
persistentes e incapacitantes
em longo prazo
Fadiga
Cansaço mental e/ou físico.
É um dos sintomas mais comuns e um dos mais incapacitantes da EM.
Alterações sensitivas e motoras
Fraqueza muscular /Espasticidade /Déficit no equilíbrio /Tremor /
Parestesia
Alterações visuais
Visão embaçada / Diplopia / Amaurose
Alterações vesicais e intestinais
Alterações esfincterianas
Incontinência urinária e fecal
Alterações fonoaudiológicas
Dificuldade na fala (voz trêmula, disartria)
Dificuldade na deglutição (Disfagia)
Transtornos Cognitivos/Emocional
Memória / Ansiedade / Depressão /Irritabilidade
Guillain-Barré
A síndrome de Guillain-Barré é uma neuropatia periférica desmielinizante
aguda de caráter autoimune.
Polineuropatia é definida como um distúrbio simultâneo de diversos nervos
periféricos em todo o organismo.
25%
Podendo atingir a
Insuficiência
musculatura do sistema
respiratória
respiratório
20% ficam
75% possuem 5% evoluem
com sequelas
boa recuperação ao óbito
graves
Sintomas
Etiologia - SGB
Bactéria
Campylobacter
Jejuni
Influenza A Citomegalovírus
Pós evento
infeccioso
Epstein-Barr Mycoplasma
vírus pnemoniae
Instalação - SGB
Evento infeccioso
1 à 3 semanas após
Resposta autoimune Parestesia e fraqueza Necessidade de suporte
ascendente de membros ventilatório
Diagnóstico
ENM
• Apresentação • Bloqueio de condução • Elevação de
clínica ou diminuição da proteína
velocidade
Exame Análise do
clínico LCR
Variantes da SGB
E-book oferecido pelo
Centro Educacional Sete de Setembro
em parceria com a professora Edlaine Ribeiro.
cessetembro