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UNIDADE Vi"
PORIAS DA API
DIZAGEM.
S.1, Abordagem Tradicional
Historicamente, de acordlo com Savini (1991) o ensino tradicional se constituiu apés a Revolugio
Industrial, no século XIII, e se implantow nos chamados sistemas nacionais de ensino, configurando
amplas redes oliciais de ensino consolidadas no XIX, dando origem 36 a0 conceito de “escola
redentora da humanidade, universal, gratuita e obrigatéria como um instrumento de consolidagéo da
ordem demoeritica.”
A abordagem Tradicion
lista do processo de ensino ¢ aprendizagem ndo se fundamenta de forma
implicita ow explicita em teorias empiricamente validadas, mas sim em uma prixis educativa
consolidada ¢ disseminada ao longo dos anos (MIZUKAMI, 1986). E fato que o paradigma de
ensino uadicional foi € ainda & um dos principais métodos a influenciar a pritica educacional
formal; além disso,
nfigurou-se como um referencial para os modelos que o sucederam através
dos tempos, apresentando ideagdes ainda no contexto educacional atual,
S.1.1. Contribuigdes da abordagem tradi
ional na explicagio da aprendizagem
Libiineo (1985) considera essa abordagem como Pedagogia Liberal Tradicional, caracterizada pela
atuagio dovente no preparo intelectual € moral do aluno, com o intuito de prepari-lo para assumir
sua posigilo na sociedade, assini “o caminho cultural em ditego a0 saber é 0 mesmo para todcs os
alunos, desde que se esforeem.”
O processo de ensino e aprendizayem segundo a sbordazem Tradicionalista esti centrado ne figura
wolvimento do saber do aluno esti condi
do professor: dessa forma, 0 d
Nessa perspectiva, Gil (1997, p.71) acredita que 11a abordagem tradicionalista, os alunos sv
ionado ao docente.
{..] como instrumentos passivos, cupazes de aprender e aceitar orientagdes, mus muito imaturos
para iniciar qualquer atividade significativa”. Depreende-se que g papel do aluno no processo de
samente de passividade, pautado na memorizacio ¢ rep
infonpagdes (Silva, 2017, p. 36).
5.2. Abordagem Comportamental
0 Behaviorismo € wma ubordayem para a psicologia, que combina elemenios da f
a,
metodotogia © a teorizagiio do comportamento dos seres humanos e animais por
métodosmere »
Cientificos, sem introspocg
M0 ou empa
Watson e findament
1. Foi investip
340.6 1950 por Bf gy eM
Ida pray Pp,
‘inne ad
1. Contrituigaes a
hordage
COMPortMe
‘ abordagem comportamentaists adv,
8a que p
deverse planciar a “contingéncias de Feforger
Papel do profes
Necesss
levarto os
Valorizadas suas auto-estimas (Leithold, 2013),
52.2. Teoria do condicionamento operante
Burrus Skinner, o teético mais j
das sus
Por Condicionamento Operant,
‘cade atomar-se mais frequent,
a tomate
Mecanismo para manter ¢ fortalecer a
regra ow3. Punigio/Castigo: A puniga
Wis reduzir a probabilidade que um determinado
comportamento volta 8 ocorter. Refer
S*, em termos conceptuais, a um estimulo que é dado
apos um determinado comport
Mo niio di
sejado, com vista A extingao deste mesmo
comportament, através de consequéncias que so desay
Exemplo: “NaS Para uma pessoa que ignorou as normas de higiene €
seguranga, gerando uma situagao de perigo para ela e para os colegas de trabalho.
radiveis para o individuo.
Fomada de medic
A punigao difere do reforgo neyativo no sentide que, ndo modifica comportamento de quem a
romove, nem - «longo prazo - de quem a recebe, Por exemplo, a punigto de ser reso nao
modifica 0 comportamento do punido.
Skinner defendeu 0 uso de reforgos positives (recompensas), como uma alternativa positiva as
unlgbes ¢ aos esquemas repressivos, perante um compertamento cortecto, defendendo que é mais
eficaz pedagogicameme.
5.2.3. Teoria da ap
dizagem por observagio de modelos
Proposta por Albert Bandura, “a teoria da aprendizagem social explica o comportamento humano
em termos de interayio reeiproen continua entre determinantes cognitivos, comportamentais ¢
ambientais. No processo de determinismo reciproco, esti a oportunidad de as pessoas
influenciarem seu destino e os limites da auto-diveegao. Essa concepeio do funcionamento humano,
entfo, nfo lana as pessoas ao papel de objectos imponentes controlados por forgas ambientais, nem
20 papel de agentes livres que podem-se tomar 0 que quiserem, A pessoa o seu ambiente so
determinantes reefprocos um do outro” (Bandura, 1978, 1989),
Na aprendizagem social o individu
Mio precisa de experimentar para aprender. O conceito de
modelagem ou Aprendizagem Social pressupde que se aprende por observagdo: a alterago de
SOmporiamento dé um individuo resulta da observagéio dos comportamentos dos outros, A
observagdo do comportumento de outros permite ao individuo que aprende, extrait regras ¢
princi
* Serals de comportamento, Neste process dle observagdo do modelo o individuo intervém
de uma forma activa
A teoria da aprendizagem social, como eovrente posterior e inspirada no neo-behaviorismo, teve em
conta factores nfo observiive
como sejam as motivagées, intengdes e expectativas
Pottanto, a madelagio envolve a observ Ao, ain
edo e a integragao.Para os tedricos da Aprendizagem Socin
AS pessoas iio 1
: PESSOHS HHO T€4 um papel passive no processo de
aprendizagem: influenciam e sda influen,
MMs pelo meio, afi
"© so afectads pela situ
E neste pracesso de interac
continua que 0 individuo se odin
8, experidnei
'ea¢ modifica © meio de acorde
com as suas competéncias, expectat
5, condutas anteriores,
1, Modelag:
Os modelos podem ser outras pessoas (pais, Professores, criangas) ow Podem ser simbolicos
(internet, televisio, jogos).
Bandura destaca a importancia do reforgo nesse tipo de aprendizagem e aponta dois tipos: Reforgo
vicaitio (indirecto) e Reforgo directo,
© Reforso
* Reforgo directo: A crianga é recompensada
lament apés apresentar um
comportamenta desejavel. O reforgo directo envolve dois Sub-processos: Auto-sistema 0
individuo avalia seu comportamento, avalin o julgamenta ¢ 9 Feneglo quie ele causa; Auto-
ficécia ~ crenga do individuo na sua capacidade de desempenho,
5.2.4. Abordagem Cog
iva
© fermo “cognitivo” refere-se so processo central do ser humana Uma abord;
lagem “cognitivista”
implica, dentre outros aspectos, se estudar cientficamente a ‘prendizagem como sendo mais que
‘im produto do ambiente, das pessoas ou de factores que sto externos 20 aluno,
52.4.1. Contribuigdes da abordagem ogni
‘na explicagio da aprendizagem
© processo educacional, consoante a ‘eoria de desenvolvimento © conhecimento, tem um ape!
Jam desequilibradas ao aluno, fazendo com que estedesenvolva as nogdes opetacar
Fes © op HOS 10 MeSH emNBO eM que ienca vi
de seu desenvolvimento, mariana vive
lensamente cada etapa
Para Piaget
a edueasao © um ody j rn TT
a lo indissocia i
Ssocidvel, consideray i
; , ‘ando 7
pe fa si 9 dois elementos fur
famentais: 0
© objective da edueagao,
; ‘I ma transmissio de verdades, in we
demonstragdes, modelos, ete., ¢ gj ides, informagoes,
enda, por si proprio, a conquistar essas
Go) a Logica representa para Piaget a forma final do equilib
das agdes. Ela é ‘um
opecagées, Se lornaram reversiveis e passiveis de serem compostas entre
10 é, de agdes que
Banismo, eliciando esforgos para
ssa busca do organismo por novas formas de ade
dois mecanismos que apesar de distintos
que a adaptagao se restabeleca.
laptagdo envolvem
' indissociveis e que se complementam: a assimilagio e
@ acomodagdo,
(a) A assim
© consiste na tentativa do individuo em solucionar uma determinada situago a
Pair da estrutura cognitiva que ele possui naquele momento especifico da sua existéncia,
Representa um processo continuo na medida em que © individuo esté em constante atividade de
'netpretagio da realidade que o rodeia e, consequentemente, tendo que se adaptar a ela,
(b) A acomodagio, por sua vez,
Consiste na capacidade de modificago da estrutura mental antiga
Para dar conta de dominar um nove objeto do conhecimento, Quer dizer, a acomodagdo representa"e momento da asto do objeta sobre 0 sic (Fg
i ©P-€i1.65) emergindo, portanto, coma o
elemento complementar das interaydes sj
tm sintese, toda experigncia € assimitada
A uma estrutura de i
sj existemtes (esquemas)
podendo provocar uma transformagto nesses squemas, en se, gerand proce
: SOU soja, geranda um proceso
deacomodag#o. Como observa Rappaport (1981:56) og proce
18 de assimilagio © acomodagio
so complementares ¢ acham-se presentes durante ta a vida Jo individuo © permitem um estado
de adaptagio intelectual (...),
0s do desenvolvimento humano
Piaget considera 4 periods no processoevolutva da eancie humana que sto caracterizados “por
no decorrer das diversas fa
seu processo de desenvolvimento (Furtado, opcit). So cles: Senssrioem
aquilo que o individuo consegue fazer melhor"
ixas etirias ao longo do
iotor (0 a 2 anos), Pré-
operatério (2 a 7 anos), Operagdes coneretas (7 a 11 ou 12 anos) ¢ Operagdes formais (11 ou 12
anos em diante).
(a) Periodo Sens6rio-motor (0 a 2 amos): segundo La Taille (2003), Piaget usa a expresso "a
Passagem do caos ao cosmo" para traduzir © que o estulo sabre a construgdo do real descreve
explica. De acordo com a tese piagetiana, "a crianga nasce em um tuniverso para ela caético,
habitado por objetos evanescentes (que desapareceriam uma vez fora do campo da Percepedo), com
tempo e espapo subjetivament senids, e causlidae reduzda ao poder das ages, em uma forma
de onipoténcia" (id ibid). No reeém nascido, portanto, as funges ments limitam-se a0 exercicio
408 aparelhos reflexos inatos. Assim sendo, o universo que circunda a erianga é conquiistado
mediante a pereepefo € os movimento (como a suegdo, 0 movimento das ols, por exemple,
(b) Period pré-operatério (2 a 7 anos): nara Piaget, o que marca a passagem do periodo
Sens6rio-motor para o pré-operatéro é 0 aparecimento da fungfo simbilica ou semidtica, ou seja, €
‘| emergéncia da
sagem. Nessa concepeao, a inteligéncia é anterior & emergéncia da linguagem
“Por Iss0 mesmo “no se pode atrbuir & linguagem a origem da légica, que constitu’ o nicleo do
Pensamento racional" (Coll e Gilligron, op.cit.
Na linha piagetiana, desse modo, a linguagem &
Considerada como uma condigao necessétia mas ndo suficiente 20 desenvolvimento, pois existe um
\rabalho de reorganizago da agio cognitiva que nfo é dado pela linguagem. conforme alerta La
Taille (1992). Em uma palavta, isso implica entender que o desenvolvimento da linguagem depende
do desenvolvimento da inteli,
encia,12 anos): neste petiodo 0 ey centrismo intelectual e
social (in ) periodo egocentrismo intelectual
* Wsia de outtos) que caraeteriza a fase anterior di
lugar a emergéneia da eas de estabetecer rel
We estabelecer relagae
: im © coordenar puntos de vista
diteromes (prdprios ¢
de outrem ) e de
intepei
Um outro aspecio import
los de modo
‘AME neste estigio refereese
imteriorizar as aegoes, ou seja
'6gico © cocrente (Rappaport, op.cit).
40 aparecimento da eapat
lade da erianga de
lt comeca a realizar operagoes ‘mentalmente ¢
°S Upicas da inteliyéneia sens6
Qual € a vareta maior,
do mais apenas
atrav
S de accdes fisi
"motor (se the perguntarem, por exemplo,
entre virias, ela ‘seré capue de
Fesponder acertadamente comparando-as
mediante a ago mental, ou se
"Sem precisar medi-las usando a agao fis a).
dentro de principios da légica formal. Com isso, Conforme aponta Rappaport (op.cit:74) a evianga
adquire "capacidade de criticar os sistemas sociais e Propor novos cédigos de conduta: discute
valores morais de seus pais e consti os seus prépcios (dquitindo, portanto, auronomia)
5,
-4.3. Teoria da Influéncia do Meio-Ambiente ae
Na visto ambientalista, 9 aprendizagem pode ser entendida. como © processo pelo qual o
Somportamento ¢ modifendo com resultado da experitnciae para que ela ocorra é preciso que se
considere a natuceza dos estimulos presentes na Situagdo, 0 tipo de resposta que se espera obter, o
ssiado Misicoe psicoldgico do organismo e —aquilo que resultaré da
PrOpria aprendizagem como, mais eonhecimentos, elogios, prestigio, notas altas, ete
A nfese da visio ambientalista esti em proporeionar novas aprendizayens através da ‘manipulagio
dos estimulos que vém antes e depois do comportamento, fazendo-se_necessirio uma anilise
Profinda da forma como os individuos atuam em seu ambiente, identificando os estimulos que
provecim © sparecimento do comportamento as consequéncias que
mantém, Esta andlise ¢ chamada de anslise funcional do comportamento,
Para Makarenko (1981),
‘Io € 0 educador que educa, mas sim o ambiente, por isso énecesstio que
© ambiente seja acolhedor, Propicio € fuvordvel ao ‘aprendizado e desenvolvimento da crianga, niio
360 ambi
nte escolar como também o familiar,f
A wiggotsky, Com seus pressupostos séciosi
4
ff , |
4
Pinget. Seus
: tuna diego opost
esforgos tesricos se eanalizarant na proc
fies sobre os meias através dos quiais as
rolagdes atuais do individuo com o meio soe
Vygotsky
iem passivo, mas,
interativo. Sua atividade passa a ser consi fi
Interativ. Sua ativdade passa a ser considerada, nfo no iolniento Alas relagdes do sujeito com 0
Meragdes medindas pelos si
sociais, Sob esse prisma, nfo $6 0 conhe,
mundo fisico, mas nas ir
Nos culturalmente consteuidos nas interagéies
Nento, mas também a subjetividade, sto processos que se
Gonsttuem e sero consttdos através das interagdessocais ou mediadas
msalade aula, as teorias
Aambientalisas ém sua importéneia na planeamento de en
na organizago das eondigdes para que a
no, quando
prendizagem ocorra, no esclarecimento
dos abjetivos instrucionais ¢ operacionais, na sequéncia das atividades que levariio
408 objetivos propostos ¢ nos reforgadares que serio wtilizados
$.2.4.4. Teoria da Aprendizagem Cumulativa
A Teoria da Aprendizagem Cumulativa foi desenvolvida por Robert Gagné (a proniincia correla é
Ganhé), que, como grande colaborador Leslie Briggs. Era uma teoria da aprendizagem que no
tinha como objetivo trazer nada de novo. Os tedricas citados acreditavam que jé existiam ideias
Sufcientes e que nfo era necessério inovar. Porém. muitas foram as colaboragdes trazidas por esses
autores.
5.2.4.4.1. Tipos de aprendizagem
Para Gagné-Briggs, os tipos existentes de aprendizagem sfo: informagio verbal; habilidades
intelectuais; estratégias cognitivas; atitudes ¢ habilidades motoras,
a) Informacao verbal: 6 a base da nossa educagao e consiste nas informagdes transmitidas de forma
oral ou escrita. E por meio dela que acessamos, de forma mais direta, o conhecimento acumulado
Por nossa sociedade, trocamos informagdes com amigos, colegas, familiares, professores, dentro ou
fora do contexto escolar.
b) Habilidades intelectuais: Sao as habilidades que a pessoa descnvolve de dominar os simbolos
(letras, nimeros, desenhos) ¢ utilizé-los para compreender o mundo ¢ responder a este. 0 aluno
aprende a somar, a transformar escritos em palavras, a promover reagées quimicas etc., com a
utilizagao dos simbolos,©) Estratdsias copnitinys, Sho ns
Unt habitidade
atengag,
strat
aprender tanto &
10 utiliza par
; aprender, uma ver que
inte
‘ta quanto an
sAeAZEHAE e Uy
forma de dar
na estratdy
par
Sto as aga
cognitiva. Flas mosteam a melhor
) Atitude
‘ansleti informayes,
‘lveciontdas paws una aivi
aprendizg
: lide, No nosso. caso, slio
elo luna para favorecer sey .
agbes tomadas
10, Esp
peste atengaio
S aula
i Me 0 aluny respeite as regras escolares,
* Mea Os atividades dete
auestionamentas ete
“Minas pelo professor, participe da aula com
* 4 Pattr de modelos (o professor,
‘is acpdes sto obseryg
findamenta
6 colegas) e sto
S para o bom resultado,
©) Habitidades mororas: Si importantes par
10 ser humano,
Podemos utili
das suas actividad
ois esto presentes na maior parte
Has quando vamos 4 €scola, quando nos sentamos ow
movimentamos
# cabega para direceionay
Devemios, & claro, adtaptar
"Ateneo e, sind, quando pegamos lapis para escrever,
@ actividade as do aluno,
4s condigdes motor
Bem Signifieatiy,
wv
918-2008) tata da aprendizagem co
A teoria de David P. Ausubel (1 itive, embors reconhega a
uma estrutura cogni
orbanlzagdo © integroeto de informagdes nae
importincia das outras. Baseia.
1a premissa de que existe
. Para ele, aprendizagem &
iva em constante
trutura cognitiva
do aprendiz.
De acordo com a teoria de Ausubel (1976),
aluno utiliza a aprendizageim mecénica, isto & decora "9 Contetdo, que ndo sendo signiticativo para
ele, € armazenado de maneira isolada, Podendo inclusive esquecé-lo em seguida. E 0 caso de
estudantes que depois de fazer a prova, esquecem tudo o que thes foi ensin
ado. Aqui podemos
observar também que alguns nao se dispdem a
aprender de maneira mecdnica"e, por isso, acabam
nfo aprendendo de maneira alguma.
Esses sflo aqueles que reprovam até mais de uma vez € para os
uals € indispensivel utilizar estatégias que Contemplem oportunidades de aprendizayem
Signilicativa, E é 4 aprendizayem mecdniea que leva muitos alunos e até professores a acreditarem
que o ensino se et
tivou.
SS¢ engin ocorre quando o estudante consegue reproduzir nas
WES 0 contelido tal qual foi uansmitido pelo professor. Por isso, muitos educandos sio
‘provadlos paraa série seguinte sem ter aprendido realmente,
: izagem significativa, recorremos
Para esclarecer mais um PoucO as questGes que envolvem a aprendizagem significativa, recor
§ contibuigio de Santos (2008, p. 33)
‘A aprendizagem somente ocorse se quatro condigaesbisiea
Ss forem atendidas,
* Motivagio, 0 interesse, @ habilidade de compartithar experiénei
habilidade de interapir com os diferentes contextos”,
$2.4.
trutura cogni
A estrutura cognitiva & 0 contetla 1911 © organizado de ides de um dado individluns ou, no
Contexto da aprendizagem de cettos Assuntos,
refere-se ay contetio e organizagto de suns ideias
‘aquela drea pattcutar de conhecimento,
2.4.3.2. Tipos de aprendizagem
Na perspectiva de Ausubel existem dois Principais tipos de aprendizagem a saber: aprendizagem
‘mecdnica e aprendizagem signifcativa,
io & nfo.
iteral e nao-arbitrétia. Nesse
nentos adquirem significado para 9 Sujeito os conhecimentos
Prévios adquirem novos signiticados au maior estabiidede cognitiva,
Portant, segundo a teoria de Ausubel, na relagdo quotiiana di sala de aulas 0 factor isolado mais
"Mportante na aprendizagem & aquilo que o sluno ji sabe. No cntanto, novas ideias podem ser
aprendidas na medida em que conceitos relevantes ¢ inclusivos estejam claros e disponiveis na
stutura cognitiva do individuo, Hé uma ancoragem de conceitos.
Alguns dos conceitos importantes na teoria de Ausubel sio Subsungor e organizadores previo,
Portanto, Subsungor é uma estruturaespecitien ao {Wal uma nova informagio pode se integrar ao
érebro humano, que é altamente otganizado ¢ detentor de uma hierarquia concetual que aemazena
experiéncias prévias do aprendiz, 0 Smmazenamento de informagdes pelo cérebro é altamente
reenlzado, formando uma hierarquia conceit
Organi
10y
aluno ja sabe © 0 que ele deve
er. Para que o contetide possa ser realmente aprendido de forma
signil
cativa,
3. Condigdes pa
1 ocorréneia da aprendizagem signif
izado de modo nio arbitrdrio,
tem de estar orga
1. O conteiido tem de ter sige
ado logico, isto
sendo passivel de ser aprendido signiticativamente.
2.0 aluno deve dispor de subsungores adequados para poder transformar 0 significado logico em
significado psicoliuico.
3. O aluno deve ter disposigdio favordvel para relacionar o que aprende com o que ji sabe.
$.2.4.3.4, Mapas conceptuais
Trata-se de onganizadores grilicos que representam relagdes significativas entre conceitos na forma
de proposigdes. Recorrem, para tal, a palavras de ligagdo entre os conceitos. “A construgdo de
mapas conceptuais é um processo que ajuda os estudantes e os educadores a penetrarem na estrutura
€ significado do conhecimento que eles procuram compreender”. (Novak e Gowin, 1991).
5.2.4.4. Teoria da Aprendizagem por Descoberta
Bruner (19736) apresenta uma teoria da aprendizagem como sendo estabelecida por regras que
dispdem & melhor maneira de se obler conhecimento, ¢ por ser apresentado desta forma nos
possibilita analisar esse “padi” para um lado ertico (Silva & Gomes, 2017, p. 17).
‘A aprendizagem por descoberta é aquela que ¢ aprendida e é duradoura, neste sentido, os factos e as
relagdes que as criangas descobrem a partir des suas proprias exploragdes so mais passiveis de ser
utilizados e tendem a ser mais bem retidos do que aqueles memorizados.
No processo de ensino ¢ aprendizagem, os professores devem proporcionar as condigdes sob as
quais a aprendizagem pela descoberta é alimentada e se desenvolve.
Neste sentido é necessirio que os professores scjam criativos e flexiveis, por forma a criar um
‘ativamente com,
ambiente harmonioso, com material adequado para que os alunos aprendam signi
08 objectos de aprendizagem.
A aprendizagem por descoberta resulta, nao da simples memorizag¢do ou condicionamento, mas de
10 activa de alternativas por parte do aluno :
ums explora
etyEntende-se que os
Himas, no processo de ensinn ¢ aprendizagem,
S exposicdes © experigncias ue cles encontiam nas actividades do seu
{© Professor promover as condigdes em que 0 aluno se possa
estrutura de um determinado a
sfio capazes de deduzir o
significado das. vari
quotidiano. Cabenda
aperceber da
Issuinto,
lamentais que norteiam 0 proceso de
ensino © aprendizagem: moti
52.5. Abordagem humanista {7
Nesta abordagem & dada a anfase no
Papel do sujeito como o principal elaborador do conhecimento
h
numano. Da nfase a0 creseimento que dela se resulta, centrado no desenvolvimento da
Personalidade do individuo, na sua eapacidade de
atuar como uma pessoa integrada. O professor em
Si no transmite o contedido da assisténcia sendo faeilitador da aprendizagem. 8
© ontetido advém das proprias experisncias do aluno, o professor nto ensina: apenas cria
condigdes para que os alunos aprendam. Tratase da
edueago centrada na pessoa que nessa
abordagem o ensino serd centrado no aluno.
52.5.1. Contribuigdes da abordagem humanista na explicagho da aprendizagem
‘A educagao tem como finalidade primeira a criagdo de cond
ees que facilitam a aprendizagem, de
forma que seja possivel seu desenvolvimento tanto intelectu
al como emocional, seria a eriagio de
fc inicia
eterminagio que soubessem aplicar-se a aprendizagem no que the
condigSes nas quais os alunos pudessem toma-se pessoas d
vas. de responsabilidade auto
10 de solugio para seus
Problemas servindo-se da prépria existincia. Nesse processo os moti
ivos de aprender dev
racteristicas desse proceso,
io ser 0 >
Préprio aluno autodescobertae autodeterminacio sfo car
5.2.5.2. Apren
gem Centrada no Aluno
Hipolito (1999) evidentemente
sua pessoa e
Psicologia © a psicoterapia nfo s6 a
aneira duradoura a
Mericanas, mas também a psicologia ea Psicoterapia em geral,A sua contribuigao no Tee " a
tribuigdo no campo eienttico Joi marcada por wn trabalho drdto que evoluiu conforme
ele evidenciava suas teorias com
suas proprias experiéneias como terapeuta € psicélogo clinico.
Publicou ao longo de sua carrera mais de duzentos e cinquenta artigos, cerca de vinte livros,
claborou documentos sonoros © videos sobre suus experincias tanto na clinica, como na
agricultura/fenomenologia, na escola! ensino centrado no aluno, nas relagdes com grupos/Tgroups,
‘no seu trabalho com familias, arte ¢ religido, sobretudo a sua luta contra 0 monopélio do exercicio
a pratica terapéutiea que na sua época de académico era exercida exclusivamente por médicos €
psiquiatras, colaborou para a regulamentagio das priticas da psicologia actual.
A abordagem centrada na pessoa (ACP) de Carl Rogers, compreende que 0 ato de aprender &
individual, singular.¢ peculiar de cada sujeito, de forma que a vivéncia subjectiva deve ser
considerada, pois o aluno relém somente o que the convém, o que acredita ser muito importante €
que se relaciona com seu contexto.
3