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—-> |‘SISTEMA COC DE ENSINO Dires&o-Geral: Sandro Bonds Direcdo Pedagégica: Zelci C. de Oliveira Diregao Editorial: Roger Trimer Geréncia pedagégica: Juliano de Melo Costa Geréncia Editorial: Osvaldo Govone Geréncia de Relacionamento: Giovanna Tofano Ouvidoria: Regina Gimenes Conselho Editorial: Juliano de Melo Costa, Osvaldo Govone, Sandro Bonds e Zelci C. de Oliveira PRODUCAO EDITORIAL Autoria: Frederico R. F. do Amaral Braga Editoria: Clayton Furukawa, José F. Rufato, Marina A. Barreto e Paulo S. Adami Assistente editorial: Luzia H. Févero F. Lopez Assistente administrativo: George R. Baldim Projeto grafico e direcdo de arte: Matheus C. Sisdeli Preparacdo de or Marisa A. dos Santos e Silva e Sebastiao S. Rodrigues Neto Iconografia e licenciamento de texto: Cristian N. Zaramella, Marcela Pelizaro e Paula de Oliveira Quirino. Diagramacio: BFS bureau digital Nustrag3o: BFS bureau digital Revisdo: Flavia P. Cruz, Flavio R. Santos, José S. Lara, Leda G. de Almeida e Maria Cecilia R. D. B. Ribeiro. Capa: Pedro Gentile Conferéncia e Fechamento: Edgar M. de Oliveira [ SISTEMA DE ENSINO | aE via Posen Keno, 225 ~ Te (18 32386500 CEP 14065210 Legh ibd Peto SP wotensse condeario Z Sum CAPITULO 01 + INTRODUGAO A GEOMETRIA ANALITICA Localizacao Eixo O sistema cartesiano Propriedades dos pontos do plano cartesiano Distancia entre dois pontos Ponto médio de um segmento Como obter um ponto em GA Area de poligonos Lugares geométricos Ser annr ene CAPITULO 02 * ESTUDO DA RETA Teoria angular Equagdo fundamental de uma reta Equagdo geral da reta Equagdo reduzida da reta Equagdo segmentéria da reta Equages paramétricas da reta PosigGes relativas de duas retas Condi¢ao de perpendicularismo de retas: demonstracao CAPITULO 03 + INEQUACGES DO 12 GRAU NO PLANO CARTESIANO Introdugaio 1. Casos particulares 2. Caso geral exo een CAPITULO 04 + EQUACGES DA CIRCUNFERENCIA 1, Equagao reduzida 2. Equacdo geral CAPITULO 05 ¢ DISTANCIA DE PONTO A RETA 1. Introducéo 2. Formula de calculo 3. ObtencSo de equacées de retas CAPITULO 06 + CIRCUNFERENCIA: POSICOES RELATIVAS 1. Posigées relativas entre ponto e circunferéncia 2. Posigées relativas entre reta e circunferéncia 3. Problemas sobre retas e circunferéncias 4. Posiges relativas entre duas circunferéncias eorwrws 13 14 15 17 23 28 28 34 35 36 37 37 39 41 4a 44 45 50 50 51 56 56 56 57 61 61 62 64EXERCICIOS PROPOSTOS 69 Capitulo 01 71 Capitulo 02 78 Capitulo 03 89 Capitulo 04 92 Capitulo 05 95 Capitulo 06 98 GABARITO 103Titulo tematico do livro 1. Localizagao A. Localizago unidimensional Para determinarmos a posi¢ao de uma compo- sigo na via férrea, basta a indicagdo do nime- ro do marco de quilometragem. Esse numero 6 a coordenada do trem na via férrea. Com o exemplo, podemos perceber que, para localizarmos um “ponto” em uma “linha”, suficiente uma medida, isto é, na localizacao unidimensional, as posicdes sao indicadas por uma unica coordenada. B. Localizacao bidimensional No jogo de xadrez, a posigo das pecas no tabu- leiro fica indicada por uma letra e um numero (podiam ser duas letras ou dois ntimeros). As fi- las verticais sao identificadas por letras do alfa- beto latino, e as filas horizontais, por ntimeros. 7 3 A 8 C DEF GH A cada casa do tabuleiro correspondem uma letra e um ntimero que indicam as filas vertical € horizontal da casa, respectivamente. Assim, 0 pedo branco, representado no tabu- leiro da figura, est na casa B3, e 0 pedo preto, nna casa DS. Com o exemplo, podemos perceber que, para localizar um “ponto” em um “plano”, so ne- cessarias duas medidas, isto é, na localizagao bidimensional, as posigées sao indicadas por um par de coordenadas. Matemética CAPITULO 01 + INTRODUCAO A GEOMETRIA ANALITICA a 2. Eixo Consideremos uma reta r e uma unidade (u) de comprimento com a qual mediremos os segmentos contidos em r. st tt ot a Consideremos também na reta r um ponto O arbitrério, que chamaremos de origem. ° Ho a Sejam Ae A’ dois pontos de r tais que OA e ‘OA’ tenham a mesma medida a, tomada com aunidade u, de modo que A estejaa direita de 0, eA, a esquerda de 0. Ko A Vamos fixar o sentido de O para A como o sen- tido positivo e representé-lo com uma ponta de seta. Dessa forma, dizemos que 0 ponto A esta afastado a unidades de O e que A’ esté afasta- do ~a unidades de O. Podemos, entao, associar aos pontos Ac A’ os nuimeros reais a e — a, respectivamente, que chamaremos de abscissas desses pontos. De modo geral, podemos associar a cada ponto de r um Unico numero real que cha- mamos abscissa do ponto, numero esse que ser positivo para pontos marcados a partir da origem, no sentido positivo, e negativo para pontos marcados no sentido contrério.Matematica Exemplos P ° a, 4 +6 abscissa de P =—4 abscissa de Q= +6 Definigao: A reta orientada com um sen- tido positivo, com uma origem arbitrada e uma unidade de medida estabelecida ¢ cha- mada de eixo. Ent&o, quando quisermos localizar pontos em uma reta, transformamos a reta em um eixo, e a localizacao do ponto sera dada pela abscissa do ponto. Importante 12) A abscissa de origem é 0 numero real zero. 22) Cada ponto de um eixo possui uma tini- ca abscissa e para cada abscissa existe um Unico ponto no eixo, isto 6, estabe- lecemos uma rela¢do biunivoca entre o conjunto dos ntimeros reais e 0 conjun- to de pontos de uma reta (eixo) 3. O sistema cartesiano Consideremos em um plano dois eixos xe y perpendiculares entre si e com origem © co- mum. Nestas condigées, dizemos que x e y formam um sistema cartesiano ortogonal, e 0 plano dotado com tal sistema seré chamado de plano cartesiano, ulo temiéttico do livro Para localizarmos um ponto P num plano do- tado de um sistema cartesiano ortogonal, tra- amos por P duas retas perpendiculares aos eixos x € y que os encontram x em P” e P”, res- pectivamente. Com as abscissas desses pontos determina- mos a posicao de P no plano. -3 pjabscissa de" abscissa de P"= +2 Indicamos a abscissa de P” por x, e a abscissa de P” por y,, € 0 ponto P ¢ localizado no plano pelo par ordenado (x, y,). Para facilidade de linguagem, usamos as se- guintes denominagées: 12) A abscissa de P’, a primeira abscissa de P, serd simplesmente a abscissa de P. 22) A abscissa de P”, a segunda abscissa de P, sera a abscissa ordenada de P, ou simplesmente ordenada de P. 32) O par ordenado (x,, y,) sera denomina- do coordenadas de P. 42) Os eixos xe y serdo, respectivamente, 0 eixo das abscissas e 0 eixo das ordena- das.Titulo temético do livro Exemplo Indicamos a seguir as coordenadas dos pontos representados no plano cartesiano. y A(4,0) Di, 3) G (0, -3) B(4, 3) E(-4,0) H (4, -3) (0,3) F (-4,-3) 0 (0,0) Os eixos x e y dividem o plano cartesiano em quatro regides que chamamos quadrantes (Q), que séo numerados conforme a figura a seguir: ‘Abscissa negativa Ordenada positiva Ordenada positiva 2Q 1°Q 32Q 42Q ‘Abscissa negativa Ordenada negativa Abscissa positiva Ordenada negativa 4, Propriedades dos pontos do plano cartesiano P,. Se um ponto tem abscissa positiva, ele pertence ao 12 ou ao 42 quadrante do plano cartesiano ou ao eixo x. Matemética P,. Se um ponto tem abscissa negativa, ele pertence ao 22 ou ao 32 quadrante do plano cartesiano ou ao eixo x. y (-3, 2) P,. Se um ponto tem ordenada positiva, ele pertence ao 12 ou ao 2° quadrante do plano cartesiano ou ao eixo y. y P, (3,4)Matematica P,. Se um ponto tem ordenada negativa, ele pertence ao 32 ou ao 42 quadrante do plano cartesiano ou ao exo y. y s P,(3,-3) P,, Se um ponto tem abscissa nula, ele per- tence ao eixo y. y +810, 5) #Al0, 2) +C(0,-4) P,. Se um ponto tem ordenada nula, ele pertence ao eixo x. y A(2, 0) B(6, 0) x Titulo tematico do livro P,. Seum ponto tem abscissa a, ele perten- ce a reta paralela ao eixo, tracada pela abscissa a. P,, Se um ponto tem ordenada a, ele per- tence a reta paralela ao eixo x, tragada pela ordenada a. y RC-4, a) P(3,a)__Q(6, a) Fl x P,. Se um ponto tem coordenadas iguais, ele pertence a bissetriz dos quadrantes impares.Titulo tematico do livro P,,-Se um ponto tem coordenadas opostas, ele pertence bissetriz dos quadrantes pares. B(-5, 5) AC-2, 2) Matemdtica P,,,Dois pontos simétricos em relagéo ao eixo y tém a mesma ordenada e abscis- sas opostas. (3, -3) P,,.Dois pontos simétricos em rela¢3o ao eixo x tém a mesma abscissa e ordena- das opostas. +8(-4,-2) EXERCICIOS RESOLVIDOS 1, Determine as coordenadas dos pontos da figura n P,,.Dois pontos origem tém abscissas opostas e orde- nadas opostas. Resolucao A(6, 0); B(3, ~3); C(2, 7); D(0, 3); E(-7, 6); F(-9, 0); G(- » 5); H(0, -7)Matematica 02. Dado o ponto A(3p ~ 1, p - 3) e sabendo que ele pertence a bissetriz dos quadrantes impa- res, entdo assinale a alternativa que contenha a ordenada do ponto A. a.0 b.-1 e.-4 Resolucao Como A pertence & bissetriz dos quadrantes impares x, = y, => 3p-1=p-3—>p=-1, logo o ponto A(-4, ~4) tem ordenada igual a—4. Resposta E 03. A simetria é uma caracteristica que pode ser observada em algumas formas geométricas, equagdes matematicas ou outros objetos. E aplicada em varias das vertentes da acdo hu- mana: geometria, digebra, fisica, biologia, arte e até na literatura (nos palindromos) etc. Con- sidera-se simetria a semelhanga exata da for- ma em torno de uma determinada linha (eixo), ponto ou plano. Se, ao rodarmos a figura, ela for sobreponivel ponto por ponto (segundo os principios da geometria euclidiana), ela é si- métrica. Para a maioria das pessoas, a ideia de simetria esta ligada mais a pensamentos sobre arte e natureza do que sobre matematica. De fato, nossas ideias de beleza esto intimamente relacionadas a principios de simetria. O ponto A(p — 2, 2p — 3) pertence ao eixo das ordenadas. Obtenha o ponto B' simétrico de 8(3p — 1, p — 5) em relagdo ao eixo das abs- cissas. Resolugéo Se A pertence ao eixo das ordenadas, temos que p— = 2, logo B(S, -3). Como B' é 0 simétrico de B em relagao ao eixo das abscissas, temos a mesma abscissa e a or- denada oposta, logo 8'(5, 3) é 0 ponto procu- rado. Resposta B(5, 3) R Um trigngulo equilatero de lado 6 tem um vér- tice na origem do sistema cartesiano e outro vértice no eixo das abscissas. Determine as coordenadas do 32 vértice, sabendo que ele estd no 42 quadrante (faca a figura). Resolugéo Lembrando que a altura do triangulo equildte- 3 romede ¢ , temos: 33 Resposta ¢(3, -3V3) 05. Ufla-MG Calcule as coordenadas do ponto P = (x, y), sabendo-se que a area do triéngulo APD ¢ 0 dobro da area do triangulo PBC e que esse tem rea igual ao dobro da area do tridngulo POC. iy plou (a3) Bio) xTitulo temético do livro <€ Matemética Resolugao 06. Os pontos A(-1; 0), B(4; 0) e C(5; 3) séo vérti- ces consecutivos de um paralelogramo ABCD. Determinar as coordenadas do vértice D. Resolugdo {peer 2 2 co} 3 Resposta rac = 2'Spoe ( > t=y) D(0, 3) Resposta As coordenadas do ponto P séo 5. Distancia entre dois pontos _ ng Pele, =x.) =(Ax? Consideremos dois pontos Ae B tais que AB (Xs Xa) =(Xa-*s) = (Ax) no seja paralelo ao eixo x nem ao eixo y. Tracando por A e B paralelas aos eixos coor- denados, obtemos o triangulo retangulo ABC. (ax)? +(ayy Importante E facil verificar que a férmula para célculo da distancia entre dois pontos A e B continuaré valida quando AB for paralelo a um dos eixos cartesianos, ou mesmo quando A e B coincidi- rem, caso em que das = 0. Exemplos de aplicagao 01. Achar 0 ponto P do eixo das abscissas que 0 teorema de Pitagoras, temos: dista 2V5 do ponto A(3, 4). Bad tah Resolugio 2 2 P « eixo das abscissas => P (x, 0 a = (bo —%al) (vs -val) mo) . Pix, 0) dista 2V5 de A(3, 4) => By =(% —*n) +(Ya Ya) Podemos observar que: 1B eoeMatematica =3(2V5) =(x-3)' +(0-4)° Assim: 20 6x+9+16 x? -6x+5=0=9x=10ux=5 Resposta P,(1, 0) e P,(5, 0) 02. Achar o ponto equidistante de A(0, 2) e 8(4, -3) cuja ordenada é o dobro da abscissa. Resolugao Vp = 2Xp => P(x, 2x) P equidista de A(0, 2) e B(4, ~3) => dy, = dy ou seja: (x— OF + (2x — 2) = (x— 4)? + (2x +3) x + AE - BK +A xe = BK 416+ AxT +12x4+9 >-21=12x>x= Assim, x, Resposta 6. Ponto médio de um segmento Consideremos num plano cartesiano dois pon- 105 AlXp, ¥q) © BiX%y Ya), extremidades do seg- mento AB cujo ponto médio 6 M (xy, Ys): AM=MB= A'M'=M'B" OU Seja, Xyy—Xy = Xs —Xyq ia TX DK =Xpq + Xq = Xyq = Analogamente, temos: AM=MB= A"M"=M"B" OU SEJ8, Vy Va = Va ¥a Vato 2a = Va Va =? Ky = Exemplo de aplicacao © ponto médio do segmento com extremida- des A(1, 7) e B(3, 5) € 0 ponto M(xy, Ya), em que: 143 Assim: m=(2,1) Observagao: Podemos, também, utilizar 0 teo- rema de Tales para determinar pontos que di- vide 0 segmento AB em razdes diferentes da razo obtida com o ponto médio. Exemplos de aplicagao 01. Dados os pontos A(1, 3) e B(7, 6), obter os pontos que dividem AB em trés partes iguais. Resolugdo As abscissas de A, P, Qe B formam uma P.A. de razdo: 4Titulo temético do livro ‘As ordenadas de A, P, Qe B formam uma P.A. x, =X_ tt, =14+2= Xq =X, +24, =142-2=5 Vp =Vq th =3+1=4 y 342-155 Resposta P(3, 4) e Q(5, 5) 02. Obter o ponto P interno ao segmento AB a =Vq +21, que divide esse segmento na razo = com A(1, 3) e B(8, 17) Resolugdo Y Dividindo AB em 7 partes iguais, 0 ponto P é 0 segundo ponto divisor a partir de A. Dessa for- ma, nas progressdes formadas pelas abscissas epelas ordenadas dos pontos divisores, temos: Yo= Resposta P(3, 7) IS Matemética 7. Como obter um ponto em GA Encontrar um ponto P nos problemas de Geo- metria Analitica ¢ descobrir as coordenadas x, @ yp do ponto. Dessa forma, temos nesses problemas duas incégnitas, que, para serem descobertas, necessitam de duas equacées. Assim, é preciso que tenhamos no inicio duas informagées sobre o ponto. Para facilitar a montagem das equagdes em tais problemas, temos, a seguir, alguns exem- plos de informagdes com as respectivas inter- pretagées algébricas. 12) O ponto P pertence ao eixo das abscissa. Interpretacao: P tem coordenadas (x, 0). 22) O ponto P pertence ao eixo das ordenadas. Interpretacao: P tem coordenadas (0, y). 32) O ponto P pertence a bissetriz dos qua- drantes impares. Interpretacao: P tem coordenadas (x, x). 42) © ponto P pertence a bissetriz dos qua- drantes pares. Interpretago: P tem coordenadas (x, — x). 52) 0 ponto P dista 5 unidades de A (1, 2). Interpretacao: Consideramos P (x, y) & fazemos: 5? = (x-1)?+ (y- 2) 62) O ponto P é equidistante de A (1, 2) eB (3, 5) Interpretacdo: Consideramos P (x, y) e fa- zemos: (x 1)? + (y—2)? = (x3)? + (y—5) 72) O ponto P enxerga o segmento de ex- tremidades A (1, 2) e B (3, 5) sob Angulo reto. Interpretacdo: Consideramos P (x, y) € no triéngulo retangulo APB (reto em P) aplicamos o teorema de Pitégoras: (3-1 + (5-2) = [(x-1P + (y- 271 + (-3) + (y-5)] PMatemética >» EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. FASP A distancia entre 0s pontos (2,~1) e (-1, 3) é igual a: a. zero. as b. V5 e7 a7 Resolugéo Ax=2-(-1)=3e Ay=-1-3=-4 Resposta D 02, UFPel-RS Na arquitetura, a Matematica é usada a todo momento. A Geometria é especialmente neces- siria no desenho de projetos. Essa parte da Ma- temdtica ajuda a definir a forma dos espacos, usando a propriedade das figuras planas e sdli- das. Ajuda também a definir as medidas desses espagos. Uma arquiteta é contratada para fazer ojardim de uma residéncia, que deve ter forma- to triangular. Analisando a planta baixa, verifica- -se que os vértices possuem coordenadasA\8, 4), B(4, 6) e C(2, 4). No ponto médio do lado forma- do pelos pontos A e C, é colocado um suporte para luminérias. Considerando o texto e seus conhecimentos, é correto afirmar que a distan- cia do suporte até 0 ponto B mede, em unida- des de comprimento: a. 37 «VS e. Vi7 b. v3 4. VIB Resolugao Se M € 0 ponto médio de AC, entdo: M(5, 4) Assim: MB= Resposta c 16 03, PUC-SP Sendo A(3, 1), B(4, ~4) e C{-2, 2) os vertices de um tridngulo, ento esse triangulo é: a, retangulo e nao isdsceles. b. retangulo e isésceles. c. equilatero. d. isdsceles e nao retangulo. e. escaleno. Resolucao (a — dy, = y(3-4) +(1+4) = Vi+25 = 26 ee dy = y(3+2)° +(1-2)° = V2541 = V26 36+36 ac = (442) +(-4-2)" gc > ng gc © Gig # ig + dic Portanto, o AABC é isdsceles e nao é retangulo. Resposta D 04. Dados A (x; 6), B(-1; 4) e C(5; 2), determine o valor de x de modo que o tridngulo ABC seja isésceles de base BC. Resolugo d, Devemos ter d,, entdo: 0% -%5)° +(Ya Yo)’ = O64)’ Ya Ye) = (x1)? +(6— 4)? = (x5) +(6-2) = =9(x+1) +4=(x-5) +16 2 4 2K+144 =X? 10K +25-416 > © 12x=36x=3 Resposta x=3Titulo tematico do livro 05. ‘Ache o pontoT da bissetriz dos quadrantes i pares que "enxerga" 0 segmento de extremi: dades A(2, 1) e B(S, 2) sob Angulo reto. Resolucdo T € bissetriz dos quadrantes impares => T(x, x) Se T "enxerga" AB sob Angulo reto, entéo o tri- Angulo ATB é retangulo em T. adi, ti, = dis Assim [2-5 +2) ] Patt ax+4=941 4x? =20x+24=0 = 2x+1+x? —10x +25+x? x2 -5x+6=0=>x=20ux=3 Resposta T,(2, 2) e T{3, 3) 06. O paralelogramo ABCD tem lados AB, BC, CD e DA. Sendo A(0, 0), 8(4, 2) e D(8, 0), determine as coordenadas do ponto C. Resolugao B (4,2) Cla, b) A(0,0) D(8,0) M é 0 ponto de encontro das diagonais, por- tanto ponto médio dos segmentos AC e BD. Dados Be D, temos M (6, 1) e agora temos A M logo’ Xe +Xq 6-2 2 b+0 1-b+0 Xy a=12 => , b=2 portanto, C (12, 2) Resposta (12, 2) TA Matemética 07. UEMS Um topégrafo, que se encontrava no porto de saida da escola, foi chamado para medir a dis- tancia entre o local em que se encontrava até 0 lato de lixo reciclavel (M), equidistante de 2 latdes, Ae B, de lixo nao reciclavel da escola. As coordenadas sao A(2; 2), B(4; 8) e 0 local do to- pégrafo P(3; 9). Considerando todas as coorde- nadas em metros, calcule a distancia do portao de saida (P) ao ponto médio de AB, ou seja, 0 local do lato de lixo reciclével. a2m b.3m «5m Resolugao Sendo M 0 ponto médio de AB e sendo da dis- tancia entre 0 porto e o ponto médio de At temos: (3-3) +(9-5) = Resposta D 8, Area de poligonos A. Area de um triéngulo Calcule a area do triangulo ABC da figura:Matematica Resolugdo Para calcular a drea do triéngulo, vamos cercé- -lo por um retangulo, conforme a figura. v A rea do tridngulo ABC pode ser obtida sub- traindo-se as dreas dos triangulos 1, 2 e 3 da rea do reténgulo, ou seja: Srase Sa-Sa.-Sy, (0) Calculando essas areas, obteremos: X) (Ve Ya) = Vo Ka Xa + XYa =Sq- Spar = (Xp = Xs Substituindo os valores calculados na equacao |, encontraremos: 1, Sanne = 5 (Hae *aYa *¥Yn aa ~a¥e Calcule, agora, 0 seguinte determinante: 2 Va Aly ve Ke Ye x, rulo temattico do livro Resolugo Aplicando a regra de Sarrus, temos: Xa — Xe — Xan + Xa + XcVa + Xa ou sej N= XYq + XV * Xo Xa ~ Xa %Va Comparando Il e Ill, concluimos que: (uu) ssa 2 Entretanto, se trocarmos a ordem dos pontos, valor de A poderd ser negativo, e a drea deverd ser sempre positiva. Para evitar esse problema, basta utilizar o médulo do determinante. Assim: t =Fal Pode-se verificar que os resultados obtidos continuam valendo, qualquer que seja a posi- ¢30 do triangulo ABC. Dessa forma, concluimos que, dados 3 pontos, AlKy, Val» Bly Va) © Cl Ye), @ drea do triéngulo ABC é Ka Ya | 1 s 7 Alem que a v, I Ke Ye 4] Observagées importantes 1) Se A= 0, a rea do triangulo seré zero; isso implica que os pontos sao colineares, ou seja, Ka Ya A,BeCalinhados |x, y, 1|=0 Ke ve 1 (Veja a demonstragéo completa na leitura complementar.) XV) ti) 18Titulo tematico do livro 2) O valor de A pode ser calculado rapidamen- te com 0 auxilio de uma regra pratica conhe- cida como regra do agrimensor, conforme 0 diagrama seguinte: Exemplo: Sendo A(1, 1), B(9, 3) e C(3, 5), utilizando a regra pratica, temos: 9-9-5 43 “44543 A=3+454+3-9-9-5=28 3) Demonstra-se que, se organizarmos A, co- locando as coordenadas dos pontos numa sequéncia do sentido anti-horario, o valor de A sera nao negativo, entéo a area poder ser escrita assim: Do mesmo modo: (Vga #%y-2Yo +x,) Matemética B. Area de um poligono Consideremos um poligono convexo A,, Ay, Ay, = Ay, com vertices A; (xy Ya), Ay Oy Yale Ay (K,, Yq), lidos no sentido anti-horario. a Para calcularmos a area da regiéo limitada pelo poligono, podemos dividi-lo em (n — 2) tridngulos, conforme a figura. al Assim, a drea S sera: S55, ates * Sratshe * Sans (Ys +aVe + Kas GV “eV “Ya Ya Ky aa “Xara “XiYo) 19Matematica Tomando as igualdades e efetuando a adicio membro a membro, temos: Sana, = Slov, PHY TA KM “Yo — BN) Sasa, (1. +X¥5 +%Yq Fazendo: KyVg +X QVg tee XaVa —XVa —%GV2 — Temos: 5-22 2 Ovalor de Ap pode ser obtido a partir da regra pratica, colocando-se as coordenadas em se- quéncia anti-horaria: Exemplo Achar a drea do quadrilatero de vértices T(0, 5), Q(3, 8), R(2, 0) e P(4, 3). Resolucdo Devemos, inicialmente, representar 0 quadri- létero no plano cartesiano, para obtermos a sequéncia anti-horéria Y .0(3,8) T(0,5) R(2,0) x (Belg tava + BA ~ Beth ava 3%) ran ELSA Dane 3a Sarl nar. 3a) 1s XaYn-a —XiVo) 51a, Vp *% Vi ra 1p PVA Vk Hp ay “Ki XY, = Ap Assim, a sequéncia anti-hordria pode ser: T, R, PeQ (+6+32+15-10-0-9-0) (34), ouseja, S=17 Observagdo: Podemos dispor os pontos em uma sequéncia hordria e considerar o resul- tado em médulo.Titulo tematico do livro EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. Calcule a drea do triangulo ABC formado pelos pontos indicados na figura. y Matemdtica nessa regio triangular, o ntimero de técnicos necessérios e suficientes serd igual a: a. 20 16 e. 10 b. 18 d. 12 Resolugao Os 3 focos constituem um triangulo cuja area é igual a Resolugdo Da figura, temos A(4, 6), B(2, ~3) e C(-3, 1), logo: 4 6 ] A=|2 -3 aJA=-12-1842-9-12-4 3 1 ]| =-53 02. Vunesp Num surto de dengue, o departamento de satide de uma cidade quer que seus técnicos visitem todas as casas existentes na regido li- mitada por um tridngulo de vértices nos trés focos em que a doenca foi encontrada. Para fa- cilitar essa aco, colocou o mapa da cidade so- bre um plano cartesiano, com escala 1:1 km, e verificou que os focos se localizavam sobre os pontos (2; 5), (-3; 4) e (2; -3). Como cada es- pecialista sera responsavel por 2 km? de area 1|_|49| 20 km? 2 Como cada especialista sera responsavel por 2 km? de area, o numero de técnicos necessa- rios e suficientes serd 10. Resposta E 03. Dé o ponto pertencente 8 reta y = 3x +2.e a0 primeiro quadrante, que determina com A(1, 2) € B(3, 4) um tridngulo de area 5. Resolucao Como o ponto C pertence a reta y = 3x +2, temos: Cla, 3a + 2). Logo, jd 2 4 [3 4 4 ja 3a+2 1 ja 2 4 3 4 1j=10 ja 3a+2 |4+2a+9a+6-4a-6-3a-2| =10 |4a+2| =10 4a+2=100u4a+2=-10 a= 2 ou a =—3 (Nao convém, pois o ponto per- tence ao 12 quadrante. Portanto, C(2, 8). Resposta (2, 8)Matematica 04. FGV-SP Os pontos (1, 3), (2, 7) e (4, k) do plano carte- siano esto alinhados se, e somente se: a.k=11 d.k b. k= 12 ek=15 ck= 13 Resolugao a 3 4| 2 7 1J=0=>k=15 ak Resposta E 05. PUC-SP Os pontos A(k, 0), B(1, -2) e C(3, 2) séo vertices de um triangulo. Entao, necessariamente: a.k=-1 d.k#-2 b. k=-2 eke2 ek=2 Resolugao Se so vértices de um triangulo, no esto ali- nhados, logo: k o 4 lb -2 1)40=>k#2 B 2 4 Resposta E 06. Calcule a area da regigo sombreada: y Resolugao Sendo A(0,5), B(3, 0), C(7, 5) e D(4, 3) os vér- tices tomados no sentido anti-horario, temos: 22 Titulo tematico do livro =15 0 -20 -0 +o #15 #21 #20 Efetuada a adigo, encontramos: Ap=21 Ap _21 2:2 Resposta 1 07. Achar a area do quadrildtero ABCD, dados A(2; 5), B(7; 1), C(3; 4) e D(-2; 3). Resolugdo A partir da representagéo do quadrildtero no sistema cartesiano e, em seguida, dividindo-o em 2 triangulos, temos: 38 2 b) S 2 A area do quadrilatero representa a soma das reas dos triéngulos, portanto: 41, 38_79 aco => t= 395 202 2 Resposta Speco = 39,5 U.Titulo temético do livro 9. Lugares geométricos A. Definigdo Dizemos que um conjunto de pontos é um lugar geométrico (I.g.) quando todos os seus Pontos, e apenas eles, tém uma certa proprie~ dade comum. Exemplos 12) Sendo A e B dois pontos distintos de um plano a, a mediatriz de AB é o lugar geomé- trico dos pontos de a. equidistantes de A e B, pois: * todos os pontos da mediatriz sdo equi- distantes de Ae B. * entre todos os pontos de a, somente os pontos da mediatriz estdo & mesma distancia de Ae B. 22) Sendo O um ponto de um plano wer 4 0 uma distancia dada, a circunferéncia de centro 0 e raio r do plano « € 0 lugar geo- métrico dos pontos de a, que distam r de ©, pois: * todos os pontos da circunferéncia dis- tamrde 0. * entre todos os pontos de a, somente os pontos da circunferéncia estdo a uma distancia r de O. 32) Sendo A e B dois pontos distintos de um plano a, a reta determinada por Ae B éo lugar geométrico dos pontos de a. alinhados com A eB, pois 23 Matemética * todo ponto da reta AB esté alinhado com Ae B. * entre todos os pontos de a, somente os pontos da reta AB esto alinhados com AeB. 42) Sendo F um ponto nao pertencente a uma reta d, ambos pertencentes a um plano a, a parabola de foco F e diretriz na retad é 0 lugar geométrico dos pontos de a. equidistantes de Fed, pois: * todo ponto da pardbola esté a mesma distancia de Fe d. * entre todos os pontos de a, somente os pontos da parabola sdo equidistan- tesdeFed. P(x, y) m4 F B. Equagéio de um lugar geométrico ‘A equagio de um lg. do plano cartesiano é uma equacao nas incégnitas x e y cujas solu- Bes so os pares (x, y) dos pontos do |g. Para obtermos uma equasio de um lugar geométrico, consideramos um ponto P(x, y) genérico e aplicamos ao ponto P a proprieda- de caracteristica do l.g., isto é, a propriedade exclusiva de todos os pontos do lugar geomé- trico. Exemplos 12) Dados os pontos A(3, 5) e B(7, 1), obter a equacao da reta t, mediatriz de AB.Matematica Petod, lx-3) +-5F leak =y(x-7) +(y-1) 6x+9+y? ~10y+25= =x? 14x + 49+? —2y +1 Sx Assim, a equago de t é: &x-8y-16=0 ou(t)x-y-2=0 22) Dado 0 ponto 0(3, 4), achar a equacao da circunferéncia 4 de centro O e raio r= 2. Vv Plx.y) PERO dy= x3) +(y-4) =2 x? —6x+9+y?—B8y+16=4 Assim, a equagio 6: x+y? 6x By +21=0 32) Dados os pontos A(1, 3) e B(5, 2), obter a equaco da reta r determinada por Ae B Vv Nw< 7 ° Assim, a equagao de r é: x4 4y-13=0 42) Dado o ponto F(4, 2), obter a equacao da parabola p com foco em F e diretriz no eixo x. Pepod,=d x4)’ +(y-2)’ =p x? -8x+16+y? dy +4 =y? Assim, a equacao de p é: x2 8x—dy +20=0 C. Pontos de um LG Dado um lugar geométrico, para saber se um ponto pertence ou nao a ele, basta verificar se suas coordenadas constituem uma solucdo da equacao do .g. Exemplo Verificar se 0 ponto A(V2,4) pertence a cir- cunferéncia de centro O(0, 3) e raio V3Titulo temético do livro Resolucao y O \ P % Pe circunf, > d,.= V3 (x-0) + (yap = (v3), => xt+y?-6y+6=0 Substituindo (J2, 4) na equacao, temos: (v2) +4-6-4+6 =2+16-24+6=0 Assim, (V2, 4) é solugao da equacao, e, por- tanto, A pertence & circunferéncia dada. Importante: Se sabemos que um ponto perten- ce a dois lugares geomeétricos do plano carte- siano de equagées conhecidas, para obtermos esse ponto devemos resolver o sistema deter- minado por suas equagées, a solucao serd 0 par ordenado das coordenadas do pont. EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. Obtenha a equagdo do lugar geométrico dos pontos do plano que representam: a. 0 eixo das abscissas; b. 0 eixo das ordenadas; c. a bissetriz dos quadrantes impares; d. a bissetriz dos quadrantes pares. Matemética Exemplos de aplicagao Obter 0 ponto de interseccdo das retas ()-2x+y-4=00 (s) 3x+4y—24=0 Resolugéo Para obter o ponto P, interseccao de re s, bas- ta resolver o sistema formado por suas equa- ses: -2x+y-4=0:(-4) (ee 8x—4y+16=0 poe aee = 11x-8=0 Assim, x Substituindo na equacao de (r), temos: Resolucdo a. Todos 0s pontos do eixo Ox tém y = 0; as- sim: y=0 b. Todos os pontos do eixo Oy tém x = 0; as- sim: x=0 ©. Todos os pontos das bissetrizes dos qua- drantes impares tm coordenadas iguais, logo: vex. d. Todos os pontos das bissetrizes dos quadran- tes pares tém coordenadas opostas, logo: y =-x. 25Matematica 02. Obtenha uma equacio do lugar geométrico dos pontos do plano que equidistam dos pon- tos A(1, 3) e B(4, 1). Resolugao P(x, y) a 2 VQx-1) +(y-3) => -2x+1-6y+9 => -2x-6y+10= => 6x-4y=7 Voe-4)? (ya —8x+16—2y+1 8x—2y+17 03. A equacio da mediatriz do segmento AB, da- dos A(2,1) e B(8, 7), é: ayex-1 boy=x+1 cyeKt9 d.y=-x-9 ey=xt9 Resolugao Tomar um ponto P(x, y) Propriedade: da, = d,, Equac3o: V(x-2)' +a)’ = yx 8) +(y-7)" Desenvolvendo: Resposta c 26 Titulo tematico do livro 04. Obtenha uma equa do lugar geométrico dos pontos do plano que equidistam 2 unida- des do ponto (4, 3). Resolugao \(x—4) +(y-3) =2 x2 Bx +16 + y?—6y +9=4 x+y? 8x Gy +21=0 05. a. Verifique se o ponto A(2, ~ 1) pertence a reta de equacdo x - 2y = 4. b, Verifique se a reta 2x + y~ 7 = 0 passa pelo ponto P(2, 5). ¢. Determine o valor da constante real m, sabendo que a reta 4x + 3y = 10 contém ‘9 ponto M(m, 2). Resolugéo 2-2-1)=4 424 Logo, A pertence a reta 2:24+5-7=0 240 A reta no passa por P. 4m+3-2=10 4m=4 m=1 06. Determine o ponto de interseccdo das retas de equacées: a. (1) x+2y-3=0 e (s)2x-y+4=0 b. (1) 2x+3y-1=0 e (s) 4x+6y-2=0 c.()x+y=7 @ (s)5x+5y=20 Resposta a. [-2x-4y+6=0 y+4=0Titulo tematico do livro bp, 2x+3y-1=0 2x+3y-1=0 Ox-+0y=0 1-3m Seja y =m, entdo x ( & fxty=7 xty=4 A ponto de interseccao 1-3m vn) 2 07. A parabola de equacao y = x°- 5x +4eareta de equacao x - y - 4 = 0 tém quantos pontos em comum? Resolugdo Para obter a interseccio de 2 l.g., basta re- solver o sistema formado por suas equacées, logo: y =x? -5x+4 x-y-4=0 Sxtd = yex-4 Sx+4=x-4=>x-5x+8=0 ee x=20ux=4, substituindo na equacao da reta ou da parabola, obtemos y = -2 ou y =0 Resposta Dois pontos: P,(2, -2) e P,(4, 0) <€ Matemdtica 08. FGV-SP Represente graficamente os pontos do plano cartesiano que satisfazem cada uma das rela- ges a seguir. a. 2y-6=0 b. x? -3x+2=0 Resolugao a. 2y-6=0.¢> y=3 (reta paralela ao eixo x) b, x2-3x+2=0.<> x= 1 oux=2 (retas para- lelas ao eixo y) y 27Matematica Titulo tematico do livro CAPITULO 02 + ESTUDO DA RETA > | 1. Teoria angular Propriedades importantes linacso d P,) Se duas retas de um plano cartesiano so A. Inclinagdo de uma reta paralelas, suas inclinagdes so iguais. Dado um plano cartesiano e uma reta r con- ¥ corrente com o eixo x, chamamos de inclina- go de ra medida « do angulo que r forma com 0 eixo x, angulo esse medido a partir do eixo x até a reta r no sentido anti-horério. Entdo: risa, P,) Se duas retas sto perpendiculares, a dife- renca entre suas inclinagdes é 90°. B. Coeficiente angular de uma reta Sendo r uma reta nao paralela ao eixo y, coe- ficiente angular ou declividade de r é a tan- gente da inclinacao de r, que indicamos por m, Assim: m,= tga, 0°
m,>0 90° < 01, < 180° No caso em que r é paralela ao eixo x, a inclina~ Gio de r é definida como 0°. rls<|a,—a,| =90° coe 28Titulo tematico do livro m, = tga, 90°
m,<0 No caso em que r é paralela ao eixo y, 0 coefi- ciente angular de r nao é definido. C. Como calcular 0 coeficiente angular Consideremos no plano cartesiano a reta ndo paralela ao eixo y, determinada por dois pon- 05, AlXyy Ya) © BOXpy Ya) (Xs, # Xe 12 caso: 0°
tga, ou seja: r//s
.a=4 Resposta a. b. 03. a asa Determine os coeficientes angulares das retas suportes dos lados de um triangulo equildte- ro que tem dois de seus vértices nos pontos A(0, 0) e B(O, 6). Resolucao Temos pela representagdo gréfica que um dos lados do triéngulo esta contido no eixo y, e os outros doislados, nasretas ser, respectivamen- te. Assim, 0s coeficientes angulares das retas s er sdo m, =1g30°=— e m, =tg150°= A reta que representa 0 eixo y nao tem coefi- ciente angular definido,Titulo temético do livro Matemética 04, UFRN modificado A figura abaixo mostra um terreno as margens. Mig de duas estradas, X e ¥, que séo perpendicula- res. O proprietario deseja construir uma tubu- lacdo reta passando pelos pontos P e Q (veja na figura). O ponto P dista 6 km da estrada Xe 4-km da estrada ¥, e 0 ponto Q est a 4 km da estrada X e a 8 km da estrada Y. a. Determine as coordenadas dos pontos Pe Qem relacao ao sistema de eixos y formado pelas margens das estradas. b. Determine o coeficiente angular da reta que passa pelos pontos Pe Q. s 1 © i B Resolucao Resolucdo A partir do enunciado, temos: y 33 eoeMatematica 06. temético do livro ABCD é um losango com A(1, 5) e C(4, ~ 2). Determine o coeficiente angular da reta suporte da diagonal BD. Resolugéo Num losango, as diagonais s4o perpendiculares. Entao: AC LBD m,.-m,, 2. Equagao fundamental de uma reta Vamos determinar a equagao de uma reta co- nhecendo um dos seus pontos e a sua direcao. Existem dois casos que devernos considerar: * 12 caso Areta tem coeficiente angular. Seja r uma reta do plano cartesiano que passa pelo ponto Q (x, ¥,) e tem coeficiente angular m. Para determinarmos a equacdo dessa reta, consideramos um ponto P(x, y) e fazemos com que ele tenha a propriedade caracteristica de Assim: m(x-x,) Essa equacdo obtida é chamada equacao fun- damental de r. Exemplo Obter uma equagio da reta que passa pelo ponto A(3, 2) e tem coeficiente angular —2. 34 Resolugao Y~Yo= M(x x) Assim, uma equagao de r é: 2(x-3) y- = y-2=-2K+6 =0 S&x+y- © 22% caso Areta no tem coeficiente angular. Seja r uma reta do plano cartesiano que passa pelo ponto Q(x, , y.) e tem inclinacgo 90°. Para determinarmos a equacao dessa reta, conside- ramos um ponto P(x, y) e fazemos com que ele tenha a propriedade caracteristica de r. Assim: y Ent&o: x= x, Essa equacao obtida é a equacdo de r. Exemplo Obter uma equacdo da reta que passa pelo ponto A(3, 2) e é paralela ao eixo y. Resolugdo x= x, isto 6, x=3 6 a equagdo da reta.Titulo tematico do livro EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. Ufes [Link] da reta que passa pelo ponto (3, -2), com inclinagao de 60°, é: a, V3x-y-2-3V3=0 b. V3x-3y-6-3V3=0 c. V3x+y+3-2V3=0 d. V3x+y-2+2V3=0 V3x-y-5y3 Resoluco m=tg 60° = J Logo, y—yq =m(x—x9) y+2=V3(x-3)= y+2=V3x-3¥3 > V3x-y-2-3V3=0 Resposta A 02. Dé a equacao da reta que passa pelos pontos A(2, 5) e B(3, 4). Resolucdo Resposta xty-7=0 3. Equacao geral da reta Toda reta do plano cartesiano tem equago que pode ser escrita na forma: ax + by +c=0, em que 2, becsdo conhecidos ea #0 oub #0. Essa forma de equacao é denominada equagao geral da reta De fato, supondo que A (x,, y,) & B (xy Yp) S80 dois pontos distintos de uma reta r qualquer, uma equacao de r é: Matemética Observacao — utilizamos as coordenadas do ponto A para obtermos a equacao da reta, mas 0 resultado seria o mesmo se utilizassemos as coordenadas do ponto B. 03. Qual é a equacdo da reta r da figura a seguir? Resoluco A reta r passa pelos pontos A(2, 1) e B(0, -1) Assim: Resposta D x x Kx ¥ Ye MY XY + Hao + Xa — a — ¥Ya~ Va =O (a= Ya) + (Xa —Xa)¥ (Kaa — Kaa) = O Fazendo y, — y, = a, Xs Xsan ax+by+c=0Matematica em que nao podemos ter simultaneamente a= 0 eb=0, pois, nesse cas0, Yq = Vp @ Xy =X, € te- rfamos Ae B coincidentes; logo a 0 ou b #0. Observagées 18) Se a = 0, temos que y, = y,, € a reta é para- lela ao eixo x. Ya= Ya ), temos que x, lela ao eixo y. Xe a reta é para- 32) Se c= 0, a reta passa pela origem, pois (0, 0) 6 uma solusao de ax + by 4. EquagSo reduzida da reta Consideremos uma reta r no plano cartesiano que corta 0 eixo y no ponto Q(0, q) e tem coe- ficiente angular m. A equacao de r é dada por: Y-q=m{x-0) => y=mx+q Essa forma de apresentar a equagio de r é chamada de forma reduzida, e seus coeficien- tes sao: m = coeficiente angular de r = coeficiente linear de r Exemplos 19) A equac3o reduzida da reta com inclinagao 60° e que corta 0 eixo y no ponto Q(0, 3) 36 temético do livro m=tg60° =V3 e q=3 y=v3x+3 28) A reta com equagdo reduzida y = ~ x — 1 tem m=—1e q=~1, ento a sua representa- 0 no plano cartesiano é: Observagées 12) A equacao reduzida de uma reta fornece diretamente o coeficiente angular (m) e a or- denada (q) do ponto onde a reta intercepta 0 eixo y. Dessa forma, a reta (r) ax + bx + c=Otem a equacdo reduzida y c -£, desde que b b #0, e seus coeficientes sao: a -==m=coeficiente angular q=coeficiente linear Exemplo A reta da equagio 2x - 3y + 6 = 0 tem forma 2 2 reduzida y=3x+2 com m=3eq=2. As retas de inclinaco 90° (paralelas a0 eixo y) ndo tém equacdo na forma reduzida,Titulo temético do livro 5. Equacdo segmentaria da reta Consideremos uma reta r que intercepta os ei- xos cartesianos nos pontos P(p, 0) e Q(0, q), com p-q#0: ax + py—pq=0= qx+ py=pq Dividindo os dois membros por pq, temos: ox PY_Pa_ X.Y Pq pq pq pq Dizemos que essa equa¢do é a equagiio seg- mentéria da reta r. Observago — Os denominadores de x e y, na equa¢ao segmentaria, so, respectivamente, a abscissa do ponto onde r intercepta 0 eixo xe a ordenada do ponto onde r intercepta 0 eixo y. Exemplos 2) A equacSo segmentéria da reta r da figura é: y x at aga 28) A equaco segmentaria da reta s da figura é: Matemética 6, Equagées paramétricas da reta Consideremos uma reta r nao paralela a algum dos eixos cartesianos, que passa pelos pontos A (yy Va) © B (Xe Ye)- O coeficiente angular de r é: Quentao Xy—X a, Igualando os dois membros da equacao a um numero real t, temos: x-x, A toxe tax=x, +t(x, 2 %4) a Xp Y~Vq =tay=yv,+t(¥s—Va) Yoo Ya Entdo, para cada valor t < IR, obtemos um ponto da reta Chamamos de forma paramétrica ou de equa- ges paramétricas da reta as equacées: ee) at t(xs Xa) Um ponto dareta chamamos t de parametro das equacées. a7Matemética >» Exemplo As equagies paramétricas da reta que passa pelos pontos A(5, 2) ¢ 8(7, 1) podem ser: tt (Kg —X%q) =5 +t (7-5)= 25 y=y,ttly,-y,)=2+t(1-2)=-t+2 x= EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. CObtenha os pontos onde a reta de equasao geral (r) 3x-+y—6 =0 intercepta os eixos coordenados. Resolugao Sendo P(x,, 0) e Q(0, ya) os pontos procurados, temos: 3x, +0-6=0=>x,=2 ~. P(2,0) Q(0, 6) 3-0+yg-6=0= yq= Resposta P(2, 0) € Q(0, 6) 02. Sabe-se que a reta (s), de equagao ax + b 6 paralela a reta (r), de equacao 4x By + Entdo, = vale: b 1 as 2 b.1 Resolugao e.2 a sen Resposta D 03. © hexégono regular ABCDF tem lados medin- do 2 unidades. A equacao da reta r é: 38 ,, Jea2te5 Isto é: y=-tt2 Observagio ~ E facil percebermos que, para cada par de pontos que tomarmos em r, tere- mos equasées diferentes. a.x-y- V3 =0 b. 3x— V3y- V3 =0 c. V3x- VBy-3=0 d.3x+ VBy+3=0 e. V3x-3y- V3 =0 Resolugo Cada Angulo interno do hexdgono regular é igual a 120°. Entao: OAF = 60° e BAC = 30° (pois 0 triangulo ABC é isésceles) © ponto A (do eixo x) € tal que 1 OA = AF cos 60° <> OA=2 « resultando suas coordenadas iguais a (1, 0). Se o coeficiente angular der ém= tg 30° > ea reta passa pelo ponto A(1; 0), a equacio da retaré 3 i y o=~( 1) V3x—3y—V Resposta E 04. UFRN Um tridngulo ABC possui vértices A = (2, 3), B= (5, 3) e C= (2, 6). A equacao da reta bisse- triz do angulo A é ay=3x+1 dy=x+1 ey=xTitulo tematico do livro Resolucao y €(2,6) = Bissetriz AD 85,3) O triangulo ABC é isdsceles, retangulo em A, e cateto paralelo aos eixos coordenados. A bis- setriz do Angulo A tem inclinac3o de 45°, por- tanto sua declividade é m= tg 45 A equacao da bissetriz é: yr3=1-(x-2)eoy=x41 Resposta D 05. Determine a equaco segmentéria da reta cuja equacao geral é 5x + 6y - 30=0. Resolucdo 12modo Vamos determinar os pontos onde a reta inter- cepta os eixos: * parax=0:5-0+6y-30=0=>y=5 * para y=0: 5x+6-0-30=0=>x=6 Assim, a reta intercepta os eixos nos pontos Q(0, 5) e P(6, 0). Logo, a equacio segmentaria é: 22 modo 5x + 6y~30=0 => 5x + 6y=30= (dividindo os dois membros por 30) 7. Posigées relativas de duas retas Consideremos duas retas do plano cartesiano com equasées: (Naxtby+e=0 e (5) ax+b,y +c, =0 Consideremos, ainda, que a, -b, - a, - b, + 0, isto 6, as retas ndo so paralelas a algum dos eixos cartesianos. Matemdtica 5x 6y_30 = 30 30 30 Assim, a equacdo é ~+%=1 . 6 5 06. Dada a reta r de equacio x + 2y-4= nha uma equacao paramétrica de r. Resolugao ), obte- Vamos obter dois pontos quaisquer de r: 22+ 2y-4=0-y=1 0+ 2y-4=0-y=2 * para x= Assim, A(2, 1) e 8(0, 2) pertencem are 8 equa- go reduzida por: x=, +t(xy—x,)=24+t(0-2)=2-2t V=¥atA(Vy—Vq)=1+t(2-1 1+t Resposta x=2-2t y=1tt 07. Obtenha a equacao geral da reta com equa- Ges paramétricas: Resolucao x=t-1=>t=x +1. Substituindo na outra equaco, temos: y = 3(x + 1) +2=> y= 3x+5. Ent&o, 2 equacdo geral é: 3x-y+5=0 Resposta 3x-y+5=0 Colocando as equagBes na forma reduzida, temos: (axtby+e,=0Matematica rulo temattico do livro Ento, os coeficientes angular e linear das re-_ Devemos ter: m,=m,e q, Assim: a |, Vamos discutir, com os elementos obtidos, as posigdes possiveis de re s no plano cartesiano. A. Retas paralelas distintas Devemos ter: m,=m,eq,#a, Devemos ter: m,#m Assim: a Assim, - b Observagées 1) Se alguma das retas for paralela a algum dos eixos coordenados, o problema se tornaré imediato. 22) Se as retas forem concorrentes num ponto P, para obter esse ponto P basta resolver o sis- tema formado pelas equagies de re s. y Exemplo s Determine o ponto de intersecco das retas ()2e+y-5=0 eoe 40Titulo temético do livro Substituindo na equacio de r, temos: 2-1ty-S=0>y=3 Assim, as retas r e s se interceptam no ponto (1, 3). Dentre as retas concorrentes, as perpendicu- lares so as mais solicitadas nas avaliacoes nos vestibulares, portanto vamos recordar a condigio de perpendicularismo. 8. Condi¢do de perpendicularismo de retas: demonstragdo Duas retas r e s no paralelas ao eixo y serdo perpendiculares entre si quando tiverem os coeficientes angulares com produto -1. Demonstragio 12 parte: rlsm-m 90° = tea, tga, ris=>m, ou seja:r_Ls>m,-m, = 22 parte: m,-m,=-L=>rls 1 a, m,-m,=-1=>m,=-— m, Matemética Como m,#m,, as retas r e s so concorrentes. Sendo @ a medida do angulo formado por r ese considerando m, > 0 e m, <0, ou seja, 0°
ris Logo, a partir das demonstragGes, concluimos: rlsom,- Importante - Se duas retas séo perpendi- culares e nenhuma delas é paralela ao eixo y, 0 coeficiente angular de uma delas é 0 oposto do inverso do coeficiente angular da outra 41Matematica EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. Dé a posigao relativa das retas re s em cada item a seguir: a. (1) 4x+2y-7=0e (s) x+y+1=0 b. (r) 3x-y+2=06e (s) -6x+ 2y-4=0 ©. (r)3x-2y+1=0e (s)x-2y+3=0 d.(r)x-2=0e (s)3x+2y+1=0 Resolugdo , entdo re s sao paralelas dis- , entdo re s s8o paralelas -6 coincidentes. a 34, entéor es sio concorrentes d._ré paralela ao eixo y es ndo, entdo res ‘so concorrentes. Resposta a. Paralelas distintas b. « d 02. Discuta, em fungio de k, a posigao relativa das retas: (r) kx-2y +3k=0 (s)3x+y+k+2=0 Resolugao ) Paralelas coincidentes Concorrentes Concorrentes -3x-9 3x44 Titulo tematico do livro Resposta Se k #~6, temos (r) e (s) concorrentes. Sek=~6, temos m,=m,e q,#q,,logores sdo paralelas distintas, 03. Dada a reta r de equacio 4x + 2y +5 =00e0 ponto P = (2, ~1), determine: a, 0 coeficiente angular de r; b. a equacdo da reta s que é perpendicular a ‘re passa pelo ponto P. Resolugdo a, Ax+2y+5=0e>y=—2x—5. Logo, ocoefi- 2 ciente angular de r é m, =~2 b, Temos que r e s sdo perpendiculares. As- -11 m, 2 2 Como a reta s passa pelo ponto P (2;-1), uma sim, o coeficiente angular de s 6 equacdo dessa reta é: y-(-1) ; (x=2) <> x-2y-4=0 04, Mackenzie-SP Na figura, se a equacdo da retar é 3x+y—4=0, a drea do triangulo ABC é: vy a. 240 b. 220 «200 d. 260 e. 280 42Thule termarico do livro Gow Resolugao O coeficiente angular da reta r: 3x+y—4=0, ém,=-3e, portanto, o coeficien- te angular de s= RB ém,=4, poisr Ls Como B « ré tal que B(0; 4) eB < S,a equacdo 1 +(x=0) <9 x-3y+12=0. de y- ley-4=5 Assim, A € s é A(-12; 0), e C © r 6 C(-12; 40). Logo, a drea do tridngulo ABC é dada por: 40-12 ‘AA2, 0) * Sa 20Matematica Titulo tematico do livro CAPITULO 03 + INEQUACOES DO 12 GRAU NO PLANO CARTESIANO Introdugdo Chamamos de inequagées do 1° grau as ine- quacdes do tipo: ax+by+c>0 ‘a, b ec sdo constantes reais em que: i. ey sio varidveis reais Vamos estudar como podemos representar, no plano cartesiano, os pontos P(x, y) que sa- tisfazem as condigdes expressas por essas de- sigualdades. 1. Casos particulares Analisaremos, inicialmente, exemplos para os casos particulares em que pelo menos uma das constantes reais a e b é nula. La=Oeb40 Exemplo Representar, no plano, os pontos que satisfa- zem a condigo y ~ 3 <0. Resolugao y-3<0=>y<3 Os pontos P(x, y) do plano cartesiano que sa- tisfazem essa condi¢ao séo aqueles situados “abaixo” da reta y = 3, um semiplano aberto. laz0eb=0 Exemplo Representar, no plano, os pontos que satisfa- zem a condi¢ao 2x-1>0. 1 2x12 0x25 Os pontos P(x, y) do plano cartesiano que sa- tisfazem essa condicdo sdo aqueles situados “a 1 direita” da reta x= > , reunidos com os pon- tos dessa mesma reta, um semiplano fechado. 44 vy m. Exemplos a=Oeb=0 12) Representar no plano os pontos que satis- fazem a condi¢ao Ox + Oy + 2 > 0. Resolucdo A condigao é satisfeita por todos os pontos P(x, y) do plano cartesiano. v 22) Representar, no plano, os pontos que satis- fazem a condi¢ao Ox + Oy ~ 2 > 0. Resolucdo Nenhum ponto do plano cartesiano pode sa- tisfazer essa condi¢o, portanto ela representa um conjunto vazio. 2. Caso geral Analisaremos, agora, 0s casos em que as cons- tantes reais a e b nao so nulas. Consideremos, entdo, uma reta r do plano car- tesiano de equaao ax + by +c =0(az0e b #0), representada, por exemplo, conforme a figura a seguir:Titulo temético do livro Consideremos também a equago reduzida de ry=mx+q Sendo P(x,, yo) um ponto de t, sabemos que Yo= MX, +4. Consideremos, agora, no plano cartesiano, um ponto A(x, Y,), situado “acima” de r, e um Ponto B(x, Yq), situado “abaixo” de r, de modo ue X= Xp =X, em que x, € a abscissa de um Ponto P(X, ¥q) da reta r. Analisando 0 grafico, podemos observar que: Yo =™Xy Ya? Vo [PVR > MX, +4 Xq = Ko Yo = MX +4 Ys
Y_
mx+q 22) Para todos os pontos P(x, y) do plano situa- dos “abaixo” de r, vale a relacao: yemx+q 45 Matemética Exemplos 2) Representar, no plano cartesiano, os pon- tos que satisfazem a condi¢ao 2x + y—4 20. Resolugao xty-420=>y2—2x+4 Sendo ra reta de equacao y =~ 2x +4 (ou 2x +4 = 0), 05 pontos que satisfazem a condigiio y 2 2x + 4 (ou 2x + ~ 4 > 0) sdo os Pontos do plano situados “acima” de r, reuni- dos com os pontos de r, um semiplano fecha- do. 28) Representar, no plano cartesiano, os pon- tos que satisfazem a condigao x -y +2 > 0. Resoluggo x-y+2>0=-y>-x-2=>y
0) sdo os pontos do plano situados “abaixo” de r, um se- miplano aberto. Com as discussées feitas e observando os dois exemplos anteriores, podemos concluir que (ax + by + c = 0) representa uma reta r do pla- no, ax + by +c > 0 representa um semiplano aberto de origem r, e ax + by + c< O representa 0 outro semiplano aberto de origem r. Para descobrirmos se 0 semiplano positivo (ax+ by +¢> 0) 6 0 que esta “acima” ou “abaixo” de r, devernos tomar um ponto do plano (fora de 1), substituir na expresso ax + by + ce verificar se 0 valor obtido € positivo ou negativo.Matematica Exemplo Representar, no plano cartesiano, os pontos que satisfazem a condi¢ao 2x-y +4 >0. Resolugao Desenhamos, inicialmente, no plano, a reta r de equacao 2x-y+4=0. ‘Tomamos um ponto fora de r, por exemplo, a origem 0 (0, 0), e substituimos na expressdo 2x-y+4: 2-0-044=4 EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. Resolva com o auxilio do plano cartesiano. a. Represente a reta x—y + 6 = 0, no siste- ma de eixos cartesianos b. Represente graficamente os pontos do plano tais que x-y + 6 >0. ¢. Represente graficamente a inequacéo 3x-y-6<0. d. Determine graficamente a solugdo do x-2y+2<0 3x+2y-620 sistema { Resolugdo a x-y+6=0 x|y o} 6 | 0 Titulo tematico do livro Obtendo o valor 4, que é positivo, assim 0 se- miplano que contém a origem ¢ 0 positivo, e 0 outro é o negativo. Como na condiggo fornecida nos interessa 0 semiplano positivo, temos: y| 2 1 b. Para o ponto (0; 0), temos: 0-0+6>0 vy I, Para o ponto, (0; 0), temos: 3-0-0-6<0x-2y Titulo tematico do livro +#2<0 Na reta x 2y + 2=0, temos: Para 0 ponto (0; 0), temos: 0-2-0+2>0 3x+2y-620 Na reta 3x +2y-6= x|y o} 3 2/0 Para 0 ponto (0; 0), temos: 3-0+2-0-6<0 De |e ll, temos: Determine os semiplanos a seguir: a. 2x-y-2<0 b. 2x-y-220 Resolugdo a. © ponto (0, 0) é solugdo da inequa- cao 2x - y= 2 <0, pois 2: 2-2<0, assim 2x-y-2 <0 serd representado pelo semipla- no fechado de origem r: 2x - y ~ 2 = 0, que contém o ponto (0, 0). &-y-2<0 y b. A sentenca 2x — y — 2 2 0 sera represen- tada pelo semiplano fechado de origem r: 2x = y = 2 = 0, que nao contém o ponto (0, 0). 2x-y-220 yMatematica 03. O semiplano destacado é 0 conjunto dos pon- tos (x, y) tais que: y a.3x+y-2>0 b. 3x+y+2<0 6. 2x +3y-6<0 d. 2x +3y-6>0 e. 2x+3y-2<0 Resolug3o A reta que passa pelos pontos (0, 2) e (3, 0) tem equacao 2x + 3y ~ 6 = 0 e as coordena- das da origem (0, 0), satisfazem a inequacao 2x+3y-6 <0, Resposta c 04. PUC-SP © conjunto dos pontos (x, y) do plano cartesia- no que satisfaz a inequacao (x + y)(x—y)
O=> (x-y) <0 Para (x+y)
(x-y)>0 Teremos, entdo, dois sistemas de inequacées: Oe Ofc x-y>0 cuja solugao é dada pela unio de (I) e (II).Titulo tematico do livro Representando graficamente: y y yx Resposta E 05. Represente os pontos (x, y), tais que: x+2y-2 Resolugéo Em primeiro lugar, fazemos o estudo do sinal das expressdes N(x, y) =x -y-2e D(x, y) = x + 2y - 2 do numerador e deno- minador da fragdo fornecida (figuras 1 e 2, respectivamente). Figura 1 N Para que —>0,Ne D devem ter o mesmo si- D nal, isto é, ou ambas so positivas ou ambas N D mos ter N = 0. Outro fato que temos de ressal- sdo negativas. Para que ocorra —=0, deve- tar € que devemos ter D #0. Assim, a solucdo sera:Matematica >» CAPITU! 1. Circunferéncia € 0 lugar geométrico dos pon- tos do plano cuja distncia a um ponto fixo (C) 6 uma constante positiva r. itulo P © circunf.=> PC=r > C: centro da circunferéncia r:raio da circunferéncia Circulo é 0 lugar geométrico dos pontos do plano cuja distncia a um ponto fixo (C) é me- nor ou igual a uma constante positiva r. Pe circulo=> PC
0, a equagio (x - a)? + (yb? =k representa uma circunferéncia de cen- tro (a, b) e raio vk. b, Se k = 0, a equagio (x—a}? + (y—b)?=k representa o ponto P(a, b), pois (x-a) + (y-bP=O0=>x=aey=b Se k < 0, a equacao (x ~ a? + (y~ bP =k representa um conjunto vazio, pois a soma dos quadrados de dois nimeros reais nunca pode resultar em um nui- mero negativo. 02. O gréfico da relagio (x— a)? + (y—b) S$ um circulo de centro C(a, b) raio r, pois é uma relacio que ¢ satisfeita pe- los pontos P tais que d,.
=> (x-17 +(y-3) =3 b. (x-2)' +(y- => (x2) +(y+3)°Titulo temético do livro c. (x-0) +(y-2)’ =1? > x? +(y-2)° 02. Obter o centro Ce o raio r das circunfe- réncias com equaées: a. (x-2) + ly +4) b. (x+1)?+(y+1)= ex? (y-3)=2 dety=7 Resolugdo a.C(2,-1) e r=2 b.C(-1,-1)er=1 ©.C(0,3) e r= v2 4.C(0,0) e r= v7 03. Achar a equacao da circunferéncia que tem diametro com extremos A(-1, -3) e B(5, 7). Resolugdo Assim: O = (2, 2) r= do, = y(2+1) +(2+3)° = v34 Entdo, a equagdo da circunferéncia é (x27 + (y-2p =34 3, Equagao geral Consideremos a equagio reduzida de uma cir- cunferéncia de centro C(a, b) e raio (x-aP+(y-bP=e Matemética Desenvolvendo os quadrados e isolando os termos da equacio no primeiro membro, te- mos: X?—2ax +a? + y?— 2by + b?= 1? x2 + y?— ax — by +a? + b?- 2 =0 /-2b=e ear+ ber Fazendo — 2a = encontramos: xityttdxtey+f=0 que denominamos equacao geral da circunfe- réncia Notemos que: -2b=e= 2b=-e=>b= a+b? =fortaas Ve +b? -F Ento, as coordenadas (a, b) do centro eo raio r da circunferéncia séo obtidos com as férmulas: bef Exemplos 01. Obter uma equagdo geral da circunfe- réncia de centro C(2, -3) e raio Resolugdo Aequagio reduzida é: (x2) +(v+37 =(W8) Entdo: adn yes 6y49=3 ousej: x+y? 4x + 6y+10=0 que é uma equacdo na forma geral 02. Obter 0 centro e o raio da circunferén- cia de equacao geral x2 + y2- Bx + 6y-2=0 StMatematica Resolugdo Sendo Cla, b) 0 centro e r a medida do raio, temos: =V16+942=27=3N3 Assim, 0 centro é C=(4,~3) eo raio é r= 33. Observacies 12) Se x? + y? + dx + ey + f = 0 6 a equacdo de uma circunferéncia, entéo oe + ky? + kdx + key + kf = 0, k #0, 6 outra equagao da mesma circunferéncia, Para deter- minarmos 0 centro e o raio partindo dessa ult- ma equacao, devemos primeiramente dividi-la por k, para depois aplicarmos as férmulas. Exemplo Obter o centro e 0 raio da circunferéncia com equacio: 2x? + 2y?— 8x + 12y-3=0 Resolugao Primeiramente, devemos dividir a equacao por 2. Assim: 3 xt yh ant by > Ento, centro C= (a, b) e raio r é: 44 52 22) Dada a equacdo x? + y? + dx +ey+f=0,em que d, ee f sio numeros reais conhecidos, a equacdo na forma reduzida é: (x-a)? + (y- bP =a? + b?-f, em que Entdo, concluimos: * Se a? + b?—f > 0, a equacdo representa uma circunferéncia de centro (a,b) e aio r. Se a? + b?- f= 0, a equacao representa um Gnico ponto (apenas (a, b) satisfaz a equasao). Se a? + b?-F <0, a equacao representa um conjunto vazio. Exemplo Dada a equagdo x’ + y’ + 2x + 8y +k =0, obter k para que ela represente: a. uma circunferéncia; b. um tnico ponto; ¢. um conjunto vazio. Resolucdo 4 a+ b?—f= (+1 + (-4)2-k=17-k Assim: a. 17-k>0=-k>-17 3k < 17 b.17-k=0= k=17 c.17-k
17 38) Toda circunferéncia do plano carte- siano apresenta equacao na forma geral x? + y? + dx + ey + f = 0, entdo a equacdo Ax? + By? + Cxy + Dx + Ey + F = 0 (equacao geral do 22 grau), para poder representar uma cir- cunferéncia, deve ter: A=B40eC=0 No entanto, se a equaciio: Ax? + By? + Cxy + Dx + Ey + F = OtiverA=B#0 C= 0, isso nao significa que ela represen- ta uma circunferéncia, pois poderd representar um nico ponto ou mesmo um conjunto vazio.Titulo tematico do livro Exemplo Qual das equacdes a seguir representa uma circunferéncia? a. 2x4 y?—3x+4y—1 b. x2 + y2~ 2xy + 4x 6y-1=0 Gxt tye 2x-2y+5=0 d,x2-y2=4x-2y-1=0 e. nda EXERCICIOS RESOLVIDOS 1. Determine a equagio reduzida da circunferéncia da figura: ve % A(1,3) b. c | x ¥ « P (26, 12) oe) * Resolucdo a. Seja Co centro da circunferéncia C= (x, y) doc = dhe, o1¢ = dose Matemética Resolugao ‘As equacdes das alternativas a e d nao repre- sentam uma circunferéncia, pois os coeficien- tes de x? e y? sdo diferentes (A #8). ‘A equacio da alternativa b também nao re- presenta uma circunferéncia, pois 0 coeficien- te de xy nao é nulo (C #0). ‘A equacao da alternativa c, embora pareca re- presentar uma circunferéncia, nao represen- ta, pois, se representasse, o centro dela seria C=(1, leat+be—f= 12+ 12-5 =-3<0. Assim, a resposta é alternativa e. eral @ Le ty’ (x-2) +(y-3)? =13 b. Seja C(0, y) 0 centro da circunferéncia lo-17 +(v-3y \ ye 10Matematica Seja C(x,0), temos: ) doc = doc Ie = (x16) +(0-12)" dog = Vo + OF =x 02. Mackenzie-SP Considere os pontos A e B, do primeiro qua- drante, em que a curva x + y?= 40 encontra a curva x y= 12. A equacdo da reta AB axty-8 b.x-y-8 G2k+y-8=0 — dix-2y+8=0 e.x43y-8=0 Resolucéo Sendo x?+y?=40 e x-y=12 x+y? =40 fr y= ayo x+y? =40 * 2 »(2) = 40 xt +104= 4082 x x! 40x? +144=0 eet —40t+144=0 s=40\ t=4 p=144/t, =36 parat=4—x?=4—x=42 para t=36 x? =36—>x=+6 Titulo tematico do livro 144 +32 => -32x = -400 4 quadrante x=2e y=6 (2,6) =(6,2) x=6e y=2 Entdo, a equacio da reta AB é: Resposta A 03. Ache a equagao reduzida da circunferéncia com centro no eixo y e que passa pelos pontos A(3, 4) eB (1, 6). Resolugao Como o centro C pertence ao eixo y, podemos escrever suas coordenadas assim: C= (0, a).Titulo tematico do livro Como A(3, 4) e B(1, 6) so pontos da circunfe- réncia, temos: d, (3-0) +(4—-a)’ = y(1-0)" + (6-a)" Elevando ao quadrado os dois membros, te- mos: 9+16-8a+a?=1+36-12a+a?=>a=3 Ocentro é o ponto C= (0, 3), e oraior é: dye = (3-0) +(4~-3)' = 50 Entio, a equagao reduzida da circunferéncia é (<-0f' + (y-3)? =(vi0)° ou seja: x2 + (y — 3); 04. O raio da circunferéncia de equacdo q, we +2 dx + 6-12 = 06: al b.2 «3 a4 es Resolugdo A=B#0 2a 2 — 24 Peattb-F = ?=449412=25 r=5 Resposta E $5 <€ Matemdtica 05. FGV-SP- Dada a equacdo x’ + y?= 14x + 6y +6, sepéo maior valor possivel de x, e q 6 0 maior valor possivel de y, entio 3p + 4q ¢ igual a: a. 73 b. 76 ©. 85 d. 89 e.92 Resolugdo: Da equacdo da circunferéncia x2 + y2= 14x — 6y ~6 = 0, temos como centro © ponto de coordenadas (7; 3) e raio igual a 8. Assim, sendo q 0 maior valor de y e p o maior valor de x, temos q=3+8=1lep=748=15 Portanto, 3p +4q=3-15+4-11=89 Resposta DMatematica >» Titulo tematico do livro CAPITULO 02 « DISTANCIA DE PONTO A RETA > | 1. Introdugao Consideremos, por exemplo, o ponto P(1, 5) ea reta(r)x+y-2=0. ¢ r A distancia do ponto P a reta r é igual a distan- cia de P a sua projecao ortogonal na reta r. Q > t a t 19) Equagao da reta th r passando por P. a Q Para obtermos essa distancia, devemos: 19) obter a equagdo da reta tr passando por P: m,=-2 |men Entdo: (t) - bx + ay + (bx, ~ ay,) = 0 y-S=1(x-1)=>(t)x-y+4=0 22) Projecdo ortogonal de P emr. ‘Achamos a projecdo de P em r, resolvendo o 22) obter o ponto Q, projeco de P em r: sistema determinado pelas equacées de te r. ofr ere lax +by =~c(r) x-¥+4=0 bx +ay=—bx, tay, (t) 2x+2=05x=-1 Multiplicando a equacao de (r) por b e a equa- Substituindo na equacao de r, temos: Go de (t) por a, e fazendo a adigSo membro a -Lty-2=0=y=3 membro, obtemos: Assim, Q(-1, 3). bx, aby, —ac a+b? 32) obter a distancia PQ: dog = \(1—(-a))' + (5-3)? = V8 = 22 Assim, a distancia do ponto P(1, 5) a reta 38) Distancia entre os pontos P e Q. r)x+y-2=062V2. 7 z yee oins seaman. 97 NC %a) +(e) Por ter grande aplicacao na Geometria Analiti- ca, vamos deduzir uma formula paracalculara ax, +aby, sac)’ (abx, +by, tbc) distancia de um ponto a uma reta. a= [| a 2. Formula de calculo 'a2(ax, +aby, +ac) +b? (ax, +by, +c)” Dadoum pontoP (x, y,) ea reta(r) ax+by+c=0, 4= Babe vamos obter uma férmula para calcular a distan- ciadentre Per. (ax, +by, +c) d p +BY, a +b? coe 56Titulo temético do livro Observagao ~ A distancia de P é igual ao mé- dulo do valor numérico obtido, substituindo as coordenadas de P no 1° membro da equacao geral de r, dividido por Ja? +b? Exemplos 12) Calcular a distdncia do ponto P(1, 5) a reta ()x+y-2=0. Resolugao lax, +by, +e] [1+5-2| Observaco: A unidade de medida nao é cita- da; consideramos a mesma das coordenadas fornecidas, isto 6, a unidade do sistema car- tesiano, 22) Calcular a distancia da origem (0, 0) & reta ()y=2x-1. Resolugao Inicialmente, colocamos a equagao de r na for- ma geral: y=2x-1 => -2xty+1=0 e aplicamos a formula da distancia: lax, +by, +e] |-2-0+0+]] va +b? (2) +2 a8 5 3. Obtencdo de equacées de retas A. Dado um ponto da reta Se conhecemos um ponto P(x, Yq) de uma reta, para determinarmos a sua equacao, de- vemos obter o seu coeficiente angular m, ea equacao seré: Y= Yo = M(X— Xo) Dizemos que essa equacdo, com m variavel, representa o feixe de retas concorrentes em Matemética P(x,, Yo), No paralelas ao eixo y. A reta par lela ao eixo y e que passa por P tem equacao Exemplos 12) Achar a equago da reta r que passa pelo Ponto P(20, 0) e dista 12 unidades da origem 0 do sistema cartesiano. Resolucao © 12 °O P (20,0) A-equagio de r sera: y—0=m(x- 20) ou seja (*) mx-y-20m = 0 dist. (0, r) = 12 |m:0-0-20m| ym? +(-a? |-20m|=12vm? +1 400m? = 144(m? + 1) 256m? = 144Matematica 22) Achar a equacao da reta r que passa pelo ponto P(5, 2) e dista 2 unidades do ponto A (7,2) Resolucdo PO5.2) "A(7,2) A equacio de r serd: y-2=m(x-5) => (re) mx-y-5m+2=0 dist. (A, r)=2 |m-7-2-5m+2| eaten im? +1 2m? +1. (m? +1) = 0= 4 (absurdo) Notamos que nao existe m que satisfaca as condigées do problema, pois a reta r é vertical. Isso seria facilmente percebido se fizéssemos 0 grafico em coordenadas carte- sianas. em 4me= Logo, a equacio da retaré: x=5 B. Conhecendo a direcdo da reta B.1. Dado o coeficiente angular m da reta Se conhecemos 0 coeficiente angular m da reta, devemos descobrir o coeficiente linear q, ea equacao sera: y=mx+q Dizemos que essa equacio, com q varidvel, representa o feixe de retas paralelas de coe- ficiente angular m. 58 rulo temattico do livro (gy Exemplo Obter a equagdo da reta r com coeficiente an- gular 2 e que dista VS unidades do ponto A (5, 0). Resolucso A equacao de r sera: y=2x+q=2x-y+q=0 -5-0+9] dist (A,r)= = V5 Poy 10+q=5=> fto+q/=5> 10+q=-5=q=-15 Assim, existem duas solugdes: y=2x-Souy=2x-15 B.2. Dada uma reta paralela Se conhecemos a equacdo de uma reta (s) ax + by +c = 0 paralela ar, a equagdo sera: ax+by+k=0 Dizemos que essa equago, com k variavel, re- presenta 0 feixe de retas paralelas a reta s.Titulo tematico do livro Exemplo Obter a equagdo de reta r paralela @ reta (s) 3x + 4y-7=0 e que dista 2 unidades de A(5, 0). Resolugao A equagio de r serd: 3x+4y+k=0 dist. (A,r) =2 EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. Determine a distancia entre o ponto P(2; 3) ea reta 3x + 4y +1 =0, 19 7 3 as bo ar does Resolugdo a=3 Temos: 3x+4y+1=0=94b=4 c=1 244-343) 19 V3 +42 5 Dica: Observe que ax, + by, + c significa substi- tuir coordenadas do ponto na equacdo da reta. Resposta: B 02. Obtenha a medida do raio da circunferéncia que tem centro O(3, ~4) e é tangente a reta de equaciio 5x + 12y +7 =0. Resolugdo R= dist. (0, r) 59 <€ Matemdtica B. 5+4-0+K| _» BSH 10 pen 15+k=-10=k=-25 Assim, existem duas solugdes: 3x+ 4y—5 =0 0u 3x + 4y~ 25 =0 Vi69 03, Calcule a medida da altura relativa ao vértice A no tridngulo ABC. Dados: A (1,5), B(0, 1) eC (3, 4) A c Resolucao _ Obtemos a equacio da reta BC x+0+43y-0-3-4x=0 Assim, BC—3x + 3y—3 = OouBC:x-y+1=0 Calculamos, agora, a distancia do vé reta BC: AaMatematica 04. Ache 0 ponto P do eixo y, equidistante das re- tas (r) 3x+ y-1= Oe (s)x+3y+5=0. Resolugéo Pe eixoy>P=(0,y,) dist. (P, r) = dist. (P, s) => 5 B-o+y,-1|_[o+3y, +5] « We-1|_ By. +5] Entdo: aS yp —1=3y,+5=>y, = -1=[3y,+5|> ou Vp -1=3y¥p-5=9 Vp Assim, as coordenadas de P so: (0,~3) ou (0,~1) 05. Calcule a distancia entre as retas paralelas de equagies (r) 3x + 4y- 12 = Oe (s) 3x + 4y +6 =0. Resolugao Devemos, inicialmente, encontrar um ponto qualquer de uma das retas, r por exemplo. Fazendox = 0, por exemplo, na equagio de r, temos: 3-0+4y-12=0y=3 Assim, P (0, 3) 6 A distancia d entre as retas res sera a distan- cia de P a reta s. Assim: ‘ [B-0+4-3+6| 18 Ve+a 25 entso d= 28 5 60 Titulo tematico do livro 06. A equacao da reta paralela a (s)x + y-7=08€ tangente a circunferéncia de centro na origem e raio 5 pode ser: axty+4=0 b.x+y+3=0 cxty-5v2=0 [Link]-5=0 [Link]+10v2=0 Resolugéo Podemos escrever a equacdo de uma reta para~ lela a (s) na forma (t) x + y +k = Oe, sendo essa reta tangente a circunferéncia, ento a sua dis- tancia até o centro (origem) & igual ao raio (5). 1:0+1-0+k| aad, =! | ka asv2 V1+l Resposta c 07. Fuvest-SP Obtenha a equacdo das retas que passam pela origem e tangenciam a circunferéncia de centro no ponto (5, 0) e raio 3. Resolugdo Sea reta passa pela origem, (t) y—O= m(x-0) => = (t) y= mx ou (t) mx= y = 0. Como (t) é tan- gente & circunferéncia de centro C(5, 0) e raio 3, temos que d,.= im-5+1-0+0| m1 4, 3 | 3—3m=47, portanto, | 3 3 temos que (t)y= 2x out) y=—-3%. 4 3 3 Resposta: ¥= 7x OUY=—7x Obs.- Vocé também pode resolver esse exerct- cio utilizando m = tg 0, com 0 auxilio do gré- fico. 4Titulo tematico do livro CAPITULO 06 + CIRCUNFERENCIA: POSICOES RELATIVAS 1. Posigées relativas entre ponto e circunferéncia Consideremos uma circunferéncia de centro Cla, b) e raio r. A equacdo dessa circunferéncia é& (x-a)*+(y-bp-=0 Sendo P(x, ye) um ponto do plano cartesiano, a distancia de P ao centro C da circunferéncia é& (x. a) +(v0-8) Chamamos de poténcia de P em relacdo a cir- cunferéncia o nlimero d? — 2, que positivo, negativo ou nulo, conforme P seja externo, in- terno ou pertencente a circunferéncia. P EQ d>ro@-r>0 d
0 P intemo? (Xp ~ )? + (Yo bY? < 0 P 2 (— a)? + (yp— b=? =0 Observacées 12) O lugar geométrico representado por (x-a)? + (y—b)?-° <0 é o circulo de centro C (a,b) eraior. y 28) O lugar geométrico representado por (x= a)? + (y—b)?- 7 20 a regiao destacada na figura. y 2. Posigdes relativas entre reta e circunferéncia Consideremos uma reta s de equagdo ax + by +c = 0 e uma circunferéncia 4 de equacao x? + y? + dx + ey + f= 0. Para iden- tificarmos a posigao de se A, podemos usar dois raciocinios diferentes.Matematica 12 modo: comparamos a distancia d, do centro da circunferéncia até a reta s, com 0 raio dela: d
tangente ai. d>re=ps externaah 22 modo: resolvemos o sistema formado pelas equagées de s e A, recaindo sempre em uma equacio do 2® grau. A posicao de s e A é deter- minada pelo valor do A (discriminante) dessa equacao A> Oe ssecante ar A=0 9s tangente ai A<0@ sexternaad 3. Problemas sobre retas e circunferéncias Vamos resolver neste item alguns dos proble- mas fundamentais sobre reta e circunferéncia. 12 problema: Achar as equacdes das retas pa- ralelas a (r) 3x+ 4y—7 = Oe tangentes a circun- fer€ncia (A) (x1)? + (y-2)? Resolucgdo Sendo t //r, a equacao de t pode ser escrita da seguinte maneira: (t) 3x + 4y +k =0. Como t é tangente a circunferéncia, a distancia de tao centro C= (1, 2) ¢ igual ao raio 2. Assim [3-1+4-2+k] =2=|k+11)=10 e k+11=+10k=-1ouk=-21 Resposta (t,) 3x+4y-1=0 e (t,) 3x+4y-21=0 22 problema: Determine as equacées das retas paralelas a (r) x + 2y + 13 = 0 e que determi- nam na circunferéncia (A) (x 1 + (y-2)?= 5 uma corda de comprimento 4. Resolucao : 2 @ +2? =(V5) a? =1 Assim, d= 1. Areta t // rtem equacao: (t)x+2y+k=0 62Titulo temético do livro A dist&ncia do centro 0 (1, 2) & reta t deve ser d=1. Entdo: [t+2-2+k| VP +2 Assim, k=-5—5 ou k= 1=|k+5/=v5 5+ V5 Resposta (t,) x+2y-5-5 =0e (t,)x+2y-5+V5=0 32 problema: Determine a equacao da reta que passa por A(5, 3) e é tangente & circunfe- réncia de equacdo x+y? 6x 4y+8=0 Resoluco Vamos descobrir, inicialmente, a posi¢ao de A em relago a circunferéncia: 52+3?-6-5-4-3+8=0 Assim, A pertence & circunferéncia, e 0 proble- ma tem solugao Gnica. A reta t procurada passa por A (5, 3) e é per- pendicular a AC, em que C = (3, 2) € 0 centro da circunferéncia, Aequacio de t é (t) y-3 2x +y-13=0. 2(x-5), ou seja, Resposta: 2x + y- 13 = 0. 42 problema: Determine a equacdo da reta que passa por A(2, 3) e é tangente & circunfe- réncia de equagao x? + y?—- 6x 4y +8 =0. Resolugao Vamos, inicialmente, descobrir a posicao de A em relagao a circunferéncia: Matemética 22+3?-6-2-4-34+8=-3<0 Assim, A é interno a circunferéncia, eo proble- ma nao tem solucao. Resposta: Nao existe reta que passa por Ae é tangente a circunferéncia dada 52 problema: Determine a equacio da reta que passa por A(4, ~ 3) e é tangente & circun- fer€ncia de equacdo x? + y? + 6x 2y +9 =0 Resoluggo Vamos, inicialmente, descobrir a posigdo de A em relagao a circunferéncia: 4+ (-3)+6-4-2(-3)+9=64>0 Assim, A é externo 8 circunferéncia, e 0 pro- blema tem duas solusées. Como t passa por A(4, —3), a sua equacao é: (t) +3 =m(x-4) ou seja, (t) mx—y-4m-3=0 Adistancia do centro C = (— 3, 1) a reta t é igual ao raio = 1, entao: |m(-3)-1-4m-3| y |-7m-4|= Vm? +1 48m? + 56m +15=0 Assim, m= == oum= 12 Resposta (t,)y+3 ponae (t,)y+3Matematica Titulo tematico do livro 4. Posic¢ées relativas entre duas circunferéncias Consideremos duas circunferéncias, A, ¢ A,, de centros C, ¢ C, € raios r, € r,, respectivamente. Sendo da distancia entre os centros C, e C,, temos: dyer, secantes Ayer, externas 2°17" dyed, Aled, tangentes tangentes exteriormente interiormente EXERCICIOS RESOLVIDOS 01. Dada a circunferéncia de equagéo x? + y?—2x— 4y—3 = 0, determine a posicao de cada um dos pontos a seguir em relacdo a ela: a. A(3, 4) b. B (2, 6) ¢.D(0, 3) Resolucdo a. 32442-2-3-4-4-3= =9+16-6-16-3=0 Assim, A pertence & circunferéncia b. 246?-2-3-4-6-3 =4436-6-24-3=7>0 Assim, B é externo a circunferéncia c 02432-2-0-4-3-3= =0+9-0-12-3=-6<0 Assim, D é interno a circunferéncia. 02. Unesp Seja S={(x y) eR? x2 +y?= 16 ew + (y~ 1? 2 9} uma regido do plano. Area de S é: as b.7 cc. Sx d. 7x e. 7x2 Resolugéo: 1. A= ((x; y) eR: x? + y? = 16), em que x+y: cia de centro C,( 4 era ly internas, deh be -0 concéntricas 16 € a equagdo de uma circunferén- ) e raio r, =4. ayTitulo tematico do livro I. B= {(x; y) IR: 2 H{y - 1 = 9}, em que x? + (y—1)?= 9 6a equacdo de uma circunfe- réncia de centro C,(0; 1) e raio r, = 3. “y 4 x4 (y-1P=9 Ill. Dos itens (I) e (II) temos: (x; y) eR: x2 + y? = 16 e x? + (y— 1) = 9} = ANB como sendo a regio entre as 2 circunferéncias. Portanto: Area= er? —nere = 0-42-03? =70 03, Estabeleca a posigdo relativa entre A, e A, em cada caso a seguir: a. (A) e+ y= Le (A) (x-3P tyra b. (A) x-Ipty=4 (A)? + (y-1P = 9 ¢. (Ay) (x 10 + (y~ 1? (A) (x= 1 + (y-1P = Resolucdo a. C,(0,0)er, d= (0-3) +(0-0)' =3 d=r,+1, = A, eA, tangentes exteriormente b. C,(1,0)er,=2;C,(0, 1)er,=3 d= (1-0) +(0-1)' = V2 le 100 5 C,(3,0)er, In-r]
dy eA, tangentes interiormente Observacao Para obtermos os pontos de interseccéo de duas circunferéncias, basta resolvermos 0 sis- ‘tema determinado por suas equagdes. Assim consideremos, por exemplo, as circunferén- cias de equagées: (Ay) 2 + y? + 2x4 2y-3=0 (Ag) 2 + y?—x-4y-3=0 Resolvendo o sistema: x+y? +2x+2y-3=0 me -yt+x+4y43=0 3x + 6y=0=>x+2y=0 (I) Isolando x na equagio (|) e substituindo na equagao de A,, temos: x+2y—>x=-2y (-2yr + ye + 2(-2y) + 2y-3=0 Sy? -2y-3=0-y=1ouy= Substituindo em (I), temos: x=-2y=-2-(1)=-2 ou x=-2y= Assim, P, (-2,1) ou (2 2) 5°5 E importante notar que a equacao (|) é a equa- gio da reta que passa pelos pontos P, e P, de interseccao A, eA,Matematica Titulo tematico do livro 04, Fuvest-SP y Das regides hachuradas na sequéncia, a que x-y+1=0 melhor representa o conjunto dos pontos (x; y), do plano cartesiano, satisfazendo ao conjunto x de desigualdades x20; y20; x-y+120; xy s I 2tyes9 IV. A regiao dos pontos do plano que satisfa- zem ao conjunto das desigualdades é: 4 Resposta —+—___x A 05. Dado o sistema a seguir, que representa uma y circunferéncia e uma reta: ‘Ax +By+C=0 e. |x (xa) +(y—by? determine quando a reta serd: Resolugao a. secante; lL x20ey20 b, tangente; y: c. exterior. Resolugo . a. Secante sed < rou seo sistema AK+By+C=0 (xa) +(y-by’ =r I, x-y+120 Resposta A coe 66Titulo tematico do livro tiver duas solugdes, as quais correspondem os ¢. _Exteriores sed >r ou seo ema pontos Pe Q. AeeBysC-0 (x-a)' +(y-b) no tiver solugao, o que significa que nao exis- te ponto de intersecc¢3o. a b. Tangente se d= rouse o sistema : Ax+By+C=0 2 2 Y (x-a) +(y-by =P tiver uma Unica solugo, & qual corresponde o ponto P. a xXatest) aD Tirule termarica do livro ANOTAGOESExercicios PropostosGeometria analitica 01. Dar as coordenadas dos pontos A, 8, C, D, E, Fe G da figura a seguir: ya 28 oe 02. Dado 0 ponto P(x; y), determine a condicao para que: a. P pertenga ao eixo x. b. P pertenga ao eixo y. c. P pertenca ao 22 quadrante (excluidos 0s eixos) d.P pertenca a bissetriz dos quadrantes impares. 03. Uece Se (2; 5) 60 ponto médio do segmento de extre- mos (5; y) e (x; 7), ent&o o valor de x +y é igual a al b.2 3 d.4 e5 04. Unifesp Um ponto plano cartesiano é representado pe- las coordenadas (x + 3y, xy) e também por (4+, 2x +y) em relacdo a um mesmo sistema de coordenadas. Nessas condicdes, x’ ¢ igual a: a-8 b.-6 1 4.8 29 1 Matemética CAPITULO 01 > | 05, UEMT Um topégrafo, que se encontrava no portéo de saida da escola, foi chamado para medir a distancia entre o local em que se encontrava até 0 latdo de lixo reciclavel (M), equidistante de 2 lates Ae B de lixo nao reciclavel da esco- la. As coordenadas séo A(2; 2), B(4; 8) e 0 local do topdgrafo, P(3; 9). Considerando todas as coordenadas em metros, calcule a distancia do portdo de saida (P) ao ponto médio de AB, ou seja, 0 local do lato de lixo reciclavel. ya _ P39) - +B (4;8) A (22) pbs a.2m c. Sm e.1m b. 3m. d.4m 06. Mackenzie-SP Em relagdo a um sistema cartesiano ortogonal, com os eixos graduados em quilémetros, uma lancha sai do ponto (6, ~ 4), navega 7 km para leste, 6 km para o norte e 3 km para oeste, en- contrando um porto. Depois continua a nave- ga¢do, indo 3 km para norte e 4 km para leste, encontrando um outro porto. A distancia, em quilémetros, entre os portos é: a7 av7 b. 3V5 e5 «3 07. Seja o ponto A (3p ~ 1, p~3) pertencente & bis- setriz dos quadrantes impares, entdo a ordenada do ponto Aé: ao b.-1 «2 a -% 3 e-4Matemética 08. UFA-AM Os vértices do quadrado ABCD no plano cartesia- no so A(- 1, 3), B(1, 1), C{3, 3) e D(x, y). Entio, os valores de x ey so: axsley=5 b.x=Sey=1 cx=t+V5 ey=1+V5 d.x=1-VSey=1 e.x=ley=1-V5 09. FEI-SP O simétrico do ponto A(1; 3) em relagio ao ponto P(3; 1) é: a. BOS; d. B(2; 2) b. B(1; -1) e. B(4; 0) ¢. B(-1; 3) 10. UFMG Considere A(2; 1) e B(4; 0) dois pontos no plano coordenado. As coordenadas do ponto C, simé- trico do ponto A em relacdo ao ponto B, so: 4. (3;1) a. (6; -1) b. (2;-1) ¢. (1; 0) 11, UFIF-MG modificado Se (2, 1), (3, 3) e (6,2) so os pontos médios dos lados de um triangulo, quais so os seus vertices? a. (-1; 2), (5; 0), (7; 4) b. (2; 2), (2; 0), (4; 4) ¢. (1; 1), (3; 1), (5; 5) 4d. (3; 1), (1; 1), (3; 5) e. (1; 2), (5; 5), (3; 4) 12. Vunesp Considere os pontos do plano (0, 0), (0, 1), (2, 1), (2, 3), (5, 3) e (7, 0). Representando geo- metricamente esses pontos no plano cartesiano e ligando-os por meio de segmentos de retas obedecendo a sequéncia dada, apés ligar o Ul- timo ponto ao primeiro obtém-se uma regio li- mitada do plano. Se a unidade de medida é dada em centimetros, a drea dessa regio, em cm2, é: a9 d. 14 b. 10 e15 © 13 72 Geometria analitica 13. UFMG Os pontos A(0, 3), B(4, 0) e Cla, b) sdo vér- tices de um tridngulo equildtero no plano cartesiano. Considerando-se essa situacdo, é correto afir- mar que: ab 3 b. b=4a-2 3° 6 4 b=4a+3 3 a. b= 4,3 3° 2 14, FELSP Para que valores de x 0 tridngulo de vértices (-6; 0), (0; 6) e (x; x) é equilatero? 15. UEL-PR Considere os pontos A(1; -2), B(2; 0) e C(0; 2), © comprimento da mediana do triéngulo ABC, relativa ao lado AC, & a. 8y2 d. 3V2 b. 62 e 82 «. 42 ; 16. Responda aos itens a seguir. a. Os pontos A(0; 0), B(1; 3) € C(10; 0) séo vertices consecutivos de um retangulo ABCD. Determinar as coordenadas do vértice D do retdngulo, b, Determinar a medida da mediana relati- va ao vértice A do triangulo ABC, sendo A(4; 6), BIS; 1) e C(1; 3). 17. Responda aos itens a seguir. a. Os pontos P(x + 2, 3) ¢ Q(5, y + 1) so simétricos em relacao ao eixo das orde- nadas. Determine o ponto T simétrico de R (x, y) em relago a origem. b. Sendo A (-2, 5) e Bo ponto simétrico de A em relagao a bissetriz dos qua- drantes pares, determine o ponto C simétrico de B em relacao ao eixo das ordenadas.Geometria analitica 18. PUC-RI Os pontos (- 1, 6), (0, 0) e (3, 1) sdo trés vér- tices consecutivos de um paralelogramo. As- sinale a opc3o que apresenta o ponto corres- pondente ao quarto vértice a. (2,7) b. (4,-5) «.(1,-6) d. (- 4,5) e. (6,3) 19. Fuvest-SP Sejam A(1, 2) B(3, 2) dois pontos do plano car- tesiano. Nesse plano, o segmento AC é obtido do segmento AB por uma rotacdo de 60°, no sentido anti-horario, em torno do ponto A. As coordenadas do ponto C sao: a. (2,2+ V3) 5 b. (1+ V3, 3) c. (2,1+ V3) d. (2,2- 3) e. (1+ V3,2+ v3) 20. Cefet-MG Um tridngulo tem vértices nos pontos de coor- denadas (0, 0), (12, 18) e (0, 26). O ponto de intersecgdo de suas mediatrizes tem abscissa igual a: ant bo 21. © agrimensor era um funcionario nomeado pelo faraé com a tarefa de avaliar os prejuizos das cheias e restabelecer as fronteiras entre as diversas propriedades. Como todo ano 0 rio Nilo inundava as ter- ras apagando as marcas fisicas de cada pro- priedade, surgiu tal necessidade de medir 0 territério de cada pessoa. Assim usavam-se coordenadas geogréficas para determinar os limites das propriedades. «2 da e5 Determine a 4rea de uma regio triangular que tem como vértices os pontos A(4, 0), B(0, 0) eC(2, 2). 73 Matemética 22. UFP-RS Determine a rea do triangulo cujas coordena- das so A(3; 11), B{-9; -5) e C(6; -10) a. 180 d. 100 b. 150 e. 80 120 23. Cefet-PR Determine o valor inteiro de y para que a drea do triangulo de vertices A(-2; 0), B(1; y) e C(5; 1) seja igual a 12,5 ua. a.-4 b.-2 2 4 e. 22 24, PUC-SP Os pontos A(-1, 2), B(3, 1) e Cla, b) so colinea- res. Para que C esteja sobre o eixo de abscissas, ae b devem ser, respectivamente, iguais a: a.0e4 d.7e0 b.0e7 e.0e0 4e0 25. Ufam O tridingulo ABC, de vertices A (~1, -2), B (1, -2) eC (1, m), tem rea igual a 10, entdio m é: a. -8 ou 12 b. 8 0u-12 ¢.60u10 d. -6 ou-10 e. 6 0u-10 26. UEPG-PR Sabendo-se que os vértices de um triéngulo so ‘os pontos A(0; 0), B(-m; -m), C(-m; m), a area desse tridngulo vale:Matemética 27. FURRN A reta r é determinada pelos pontos (3; 3) € (5; 1). 0 ponto (-3; m) também pertencerd ar para um certo valor m, tal que: a.m=-2 b.-2
2 28. Ufscar-SP 024). Amatriz M estd sendo usada para 003 representar as coordenadas dos vértices A (0, 0), B (2, 0) eC (4, 3) de um tridngulo ABC. Multipli- cando-se M por uma constante k > 0, a matriz resultante da operacdo indicaré os vértices do tridngulo A’B‘C’, de acordo com o mesmo pa- dro anterior de representacao. Em tais con- digdes, a drea do triangulo A’B'C’ sera igual a a. 3k b. 6k ck d. 3k? e. 6k? 29. Osec-SP Na figura a seguir, o triangulo ABC ¢ isésceles, com AB = AC. Calcule a érea do triangulo ABC. y 8 (0, 18) A(0, 8) o"ciho)& a. 54 b. 50 ©. 30 d. 72 e. 25 30. Achar a rea do quadrilétero ABCD, dados A(2; 5), B(7; 1), C(3; ~4) e D(-2; 3) ” Geometria analitica 31. Vunesp Num surto de dengue, o departamento de sau- de de uma cidade quer que seus técnicos visi- tem todas as casas existentes na regido limitada por um tridngulo de vértices nos trés focos em que a doenga foi encontrada. Para faciltar essa aco, colocou 0 mapa da cidade sobre um pla- no cartesiano, com escala 1:1 km, e verificou que os focos se localizavam sobre os pontos (2; 5), (-3; 4) e (2; -3). Como cada especialista serd responsdvel por 2 km? de area nessa regio triangular, o nimero de técnicos necessérios e suficientes sera igual a: a. 20 4.12 b. 18 e.10 ©. 16 32. Vunesp Um tridngulo tem vértices P(2, 1), Q(2, 5) e R(x,, 4), com x, > 0. Sabendo-se que a area do triangulo é 20, a abscissa x, do ponto R é: ag doi b.9 e.12 10 33. Dados os pontos A(-1, ~3), B(5, 6), C(3, ~ 1), D pertencente ao eixo x e E pertencente ao eixo y, analise as afirmacdes a seguir. I. Se A, Be D sao colineares, entao a orde- nada do ponto Dé 1. UL. Se of 4 3 triangulo de vértices A, B e E, entéo E(0, 3) 2) éo centro de gravidade do mM. m(2.2) 6 0 ponto médio do segmen- to AB. IV. A area do triangulo de vértices A, B eC éliua Pode-se afirmar que esto corretas as afirma- oes: . |, He Ill, apenas. . I IIe 1V, apenas. . Ie IV, apenas, 1,1, he WV. . INe Ill, apenas. pane
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