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Experimento de Pêndulo de Mola na UNIP

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UNIVERSIDADE PAULISTA - UNIP

ENGENHARIA CICLO BÁSICO

ANTONIO RYAN DA COSTA MEDEIROS – RA: N6179H-4 – EB4S28


MARIEVA APARECIDA ALVES DA SILVA – RA: F30DII-2 – EB4T28

PÊNDULO DE MOLA
Método Estático e Método Dinâmico

DOCENTE: ELIO IDALGO

São José do Rio Preto


2021
SUMÁRIO

OBJETIVOS.......................................................................................................................4

1 INTRODUÇÃO TEÓRICA ........................................................................................5

1.1. Movimento Harmônico Simples (MHS) ..............................................................5

1.2. Oscilador massa-mola vertical.............................................................................6

2. PARTE EXPERIMENTAL ........................................................................................8

2.1. Materiais utilizados ................................................................................................8

2.2. Procedimento Experimental .................................................................................8

2.2.1. Método Estático..................................................................................................8

2.2.2. Método Dinâmico ...............................................................................................9

3. RESULTADOS EXPERIMENTAIS ...................................................................... 10

3.1. Método Estático .................................................................................................. 10

3.2. Método Dinâmico................................................................................................ 11

4. DISCUSSÃO ........................................................................................................... 13

5. CONCLUSÃO ......................................................................................................... 14

6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.................................................................... 15
RESUMO

No experimento Pêndulo de Mola é observável a variação que uma mola pode sofrer
ao suspender corpos com massas distintas. Sendo assim, através da Lei de Hooke,
onde se diz que o produto entre a deformação de uma mola e sua constante elástica
é igual a uma força restauradora do equilíbrio entre a mola e o corpo, se fez possível
encontrar, aproximadamente, as constantes elásticas da mola a partir dos métodos:
estático e dinâmico.
OBJETIVOS

Fazendo o uso de um tripé com pêndulo de mola e alguns massores, em conjunto de


outros equipamentos posteriormente mencionados, utilizou -se dois métodos para
encontrar o valor da constante elástica (K), sendo: o método estático, no qual se
media a diferença da deformação causada pelo aumento da quantidade de
massores, ou seja, massas distintas, pendurados na mola; e o método dinâmico, no
qual se utilizava cronômetro para obter o tempo em que o suporte de massores era
solto de determinada altura e durante uma quantidade de oscilações, também
variando a quantidade de massores.

4
1 INTRODUÇÃO TEÓRICA

1.1. Movimento Harmônico Simples (MHS)

O movimento de um corpo preso a uma mola é um tipo comum e importante


de oscilação, denominado movimento harmônico simples (MHS). Baseado na sua
posição de equilíbrio, quando o objeto se move uma distância x, a mola exerce uma
força sobre ele de −𝑘𝑥. Para Paul Tipler e Gene Mosca (Física para Cientistas e
Engenheiros – vol.1, 6ª edição, p. 114): “Quando uma mola frouxa é comprimida ou
distendida de uma pequena quantidade de ∆𝑥, a força restauradora que ela exerce é
proporcional a ∆𝑥: 𝐹𝑥 = −𝑘∆𝑥”

Unindo esta equação da Lei de Hooke com a segunda Lei de Newton (𝐹 =


𝑚. 𝑎) é possível encontrar −𝑘𝑥 = 𝑚𝑎, onde k é a constante de força da mola ou
constante elástica da mola (em N/m). As molas com uma constante elástica mais
alta são mais resistentes, ou seja, requerem maior força externa para apresentar a
mesma deformação. Pode-se mostrar que essa constante é inversamente
proporcional ao seu comprimento.

O sinal negativo da equação significa que a força exercida pela mola se


destina a recuperar o sistema em sua posição de equilíbrio (𝑥 = 0) e sempre estará
na mesma direção, mas oposta à direção do movimento do corpo.

Figura 1 - Oscilador massa-mola em dif erentes posições demonstrando a força F proporcional ao


deslocamento. [2]

Sendo a força restauradora: 𝐹 = −𝑘𝑥

E a unindo com a segunda Lei de Newton: 𝐹 = 𝑚𝑎


𝑑²𝑥
Se obtém: −𝑘𝑥 = 𝑚𝑎 → −𝑘𝑥 = 𝑚 𝑑𝑡²

5
1.2. Oscilador massa-mola vertical

Quando se conecta uma mola a um sistema vertical, mede sua posição inicial
(posição de equilíbrio), e coloca um sólido nesta mola, ao medir novamente haverá
uma variação, nomeada como deslocamento x. Ou seja, um bloco preso a uma mola
na direção vertical, não terá apenas a força elástica que atua na direção do
movimento, mas uma combinação dela e da força peso.

Figura 2 - Oscilador massa-mola vertical com as demonstrações do ponto inicial e de equilíbrio .


[3]

Com esse adicional é possível se obter a seguinte fórmula da constante da


mola:

𝑚𝑔
𝐹𝑒𝑙 = 𝑃 → 𝐾𝑥 = 𝑚𝑔 → 𝑘 =
𝑥

6
7
2. PARTE EXPERIMENTAL

2.1. Materiais utilizados

Para se obter êxito no experimento realizado foi necessário utilizar alguns


equipamentos, sendo estes:

• Tripé Universal
• Régua
• Vários massores
• Mola
• Suporte para massores
• Balança
• Calculadora
• Cronômetro

2.2. Procedimento Experimental

2.2.1. Método Estático

No Método Estático a mola permanece parada durante o experimento, ou


seja, não realiza oscilações.

Este método foi realizado seguindo as seguintes etapas:

1. Três grupos de massores diferentes foram separados: o primeiro


contendo 6 massores, o segundo contendo 9 massores e o terceiro
contendo 12 massores;
2. Separadamente houve a pesagem de cada grupo de massores na
balança para se obter o valor de suas massas em gramas, sendo estas
anotadas posteriormente;
3. Foi observado no Tripé Universal o local exato em que o suporte de
massores pendurado na mola estava, e este local foi definido como o
ponto inicial para as outras medidas;
4. O primeiro grupo de massores foi posicionado no suporte e com a
ajuda da régua analisou-se a distância entre o novo local em que a
8
mola se manteve parada e o ponto inicial, essa distância foi definida
como deformação da mola em centímetros;
5. Após repetir a etapa 4 para todos os grupos de massores e anotar
cada deformação da mola, com o auxílio da calculadora transformou-se
as pesagens obtidas e as deformações da mola, sendo utilizadas,
como referência, as medidas de quilogramas e metros
respectivamente.

2.2.2. Método Dinâmico

No Método Dinâmico a mola realiza oscilações.

Este método foi realizado seguindo as seguintes etapas:

1. Três grupos de massores diferentes foram separados: o primeiro


contendo 2 massores, o segundo contendo 4 massores e o terceiro
contendo 6 massores;
2. Separadamente houve a pesagem de cada grupo de massores na
balança para se obter o valor de suas massas em gramas, sendo estas
anotadas posteriormente;
3. No Tripé Universal o primeiro grupo de massores foi colocado em seu
suporte pendurado na mola, e observou-se o local exato em que a
mola parava, sendo este o ponto inicial;
4. Utilizando a régua e a apoiando embaixo do suporte de massores,
levantou-se 2 centímetros de acordo com o ponto inicial;
5. Para determinar o tempo (em segundos) das 10 oscilações foi utilizado
o cronômetro a partir da retirada da régua que levantava o suporte dos
massores, ou seja, cada subida e descida do suporte de massores
correspondia a 1 oscilação;
6. Após repetir as etapas 4 e 5 para todos os grupos de massores e
anotar cada tempo obtido, com o auxílio da calculadora transformou -se
as pesagens, sendo utilizada, como referência, a medida de
quilogramas.

9
3. RESULTADOS EXPERIMENTAIS

3.1. Método Estático

A partir das pesagens obtidas na balança, a Força Peso (F) foi encontrada
com o produto da massa pela aceleração da gravidade (g = 9,81) de cada grupo de
massores. E em seguida, realizando a divisão entre a Força Peso e a deformação da
𝐹
mola, encontrou-se a Constante Elástica da mola (𝐾 = ). Estes resultados foram
𝑋

anotados na tabela abaixo:

Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3


(6 massores) (9 massores) (12 massores)
F (N) 0,2923 0,4394 0,5846
X (m) 0,105 0,170 0,251
K (N/m) 2,783 2,584 2,329

Sendo F: Força Peso em Newtons; X: Deformação da mola em metros; K:


Constante Elástica da mola em Newtons/Metros.

∑𝐾
̅=
Utilizando 𝐾 ̅ = 2,56 N/m.
obteve-se o valor médio das constantes: 𝐾
𝑛

E para uma análise mais detalhada foram colocados no gráfico os valores da


Força Peso e da Deformação da mola ( 𝐹 × 𝑋 ). Sendo possível calcular o K
∆𝐹
(Constante elástica) por coeficiente angular utilizando: 𝐾 = ∆𝑋

F.X
0,7
0,6
0,5
0,4
F 0,3
0,2 y = 1,9936x + 0,0892
0,1
0
0 0,05 0,1 0,15 0,2 0,25 0,3
X

10
3.2. Método Dinâmico

A partir do tempo obtido pelo cronômetro e das pesagens das massas


utilizando a balança, foi possível determinar alguns dados presentes na tabela:

Grupo 1 Grupo 2 Grupo 3


(2 massores) (4 massores) (6 massores)
Massa (Kg) 0,0099 0,0198 0,0297
Tempo (s)
3,99 5,88 6,74
10 oscilações
T = tempo/10 0,399 0,588 0,674
T² 0,1592 0,3457 0,4542
K (N/m) 15,446 6,540 5,686

Sendo T: Período; K: Constante Elástica da mola em N/m.

Para encontrar o período dividiu -se o tempo por 10, assim encontrando
4𝜋2 𝑚
valores mais próximos. A fórmula 𝐾 = possibilita determinar a Constante
𝑇²

Elástica de cada grupo de massores. É possível observar que quanto maior o valor
do período, menor o valor da constante.

11
12
4. DISCUSSÃO

13
5. CONCLUSÃO

14
6. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

[2] Lei de Hooke e Oscilador Massa-Mola. Unesp. Disponível


em <[Link]
avotroiano/[Link]>. Acesso em: 15 set. 2021
[3] MARQUES, G. C. O MHS e o sistema massa-mola. Disponível em
<[Link]
2-O%20MHS%20E%20O%20SISTEMA%20MASSA%[Link]>.
Acesso em: 15 set. 2021
[4] HALLIDAY, D., RESNICK, R., WALKER, J. Fundamentos de Física,
8ª edição, 2009, Livros Técnicos e Científicos S.A, V. 2
[5] TIPLER, P. A., MOSCA, G. Física para Cientistas e Engenheiros, 6ª
edição, 2009, Livros Técnicos e Científicos S.A, V. 1

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