PLACA DE VÍDEO
Instituto Federal Da Bahia-Campus Valença
Turma:622 Curso:Informática
Tema:Placa de vídeo Data de Entrega:11/04/2023
Professor:Antonio Carlos Sobral Filho
Disciplina:Instalação Montagem e Manutenção de Hardware 2
Alunos:Alef dos Santos Conceição
Placa de vídeo é uma placa de expansão que gera uma saída de alimentação de imagens
para um dispositivo de exibição. É responsável por gerar e renderizar gráficos tanto 2D
quanto 3D, são chamadas de processadores gráficos, pois processam os dados e os
transformam em imagens. As placas são indispensáveis para alguns programas de edição
gráfica, e para um bom desempenho em assistir vídeos, sem contar os games, que
precisam de placas cada vez melhores para apresentarem o máximo de desempenho.
A placa de vídeo pode ser usada também de forma a auxiliar alguns programas,
normalmente como "aceleração por hardware", para software de edição de vídeo e foto. A
potência da placa de vídeo é o principal fator que determina quais jogos irão rodar e como
vai ser a performance deles enquanto estiverem em execução. Essa representação prática
de performance geralmente é representada como taxa de quadros FPS,você saberá
escolher o modelo mais adequado às suas necessidades, conceitos relacionados às placas
de vídeo, começando com GPU, depois indo para memória GDDR , 3D entre outros.
Atualmente, há duas empresas que dominam o mercado de placas de vídeo: NVIDIA e
AMD. Suas linhas principais são a NVidia GeForce e a AMD Radeon, cada qual com
diversas versões para vários tipos de usuários. Essas placas são, em geral, voltadas para
games, porém usuários que utilizam aplicativos pesados no computador também costumam
voltar para elas.A placa da NVIDIA é mais potente, enquanto a placa da AMD é mais
acessível em preço, sem deixar a desejar no desempenho. Provavelmente não vai começar
a montar seu PC com uma placa de vídeo caríssima e é aí que entram os modelos de
entrada.
As duas gigantes do mercado de CPUs possuem trajetórias muito interessantes e
certamente não chegaram ao topo por acaso. Entre o início da história e a produção de
placas de vídeo capazes de reproduzir jogos de altíssima qualidade com os detalhes cada
vez mais próximos da realidade, existe muito esforço por parte das fabricantes. E é claro...
Muitas disputas acirradas todos os anos.
A NVIDIA surgiu no mercado em 1993, sendo responsável pela produção de
semicondutores utilizados em diversos equipamentos eletrônicos. Com você já deve saber,
o foco principal da empresa está nos chips gráficos (GPU) utilizados em computadores e
videogames, além de processadores centrais (CPU) com arquitetura ARM que são
utilizados em smartphones e tablets — como a família Tegra.
Do outro lado, temos a AMD, que trabalha com processadores desde 1969, mas que só
começou a atuar fortemente no mercado de chips gráficos quando comprou a ATI, em 2006.
Em 2010, o nome “ATI” foi extinto e as placas gráficas e GPUs fabricadas pela companhia
passaram a levar o nome da própria AMD. Foi a partir daí que a guerra entre as duas
alcançou patamares antes não imaginados.
É difícil imaginar uma concorrente para elas surgindo nos próximos anos e é justamente por
isso que elas dependem tanto uma da outra. Disputando cada centímetro do segmento, elas
não podem nem sonhar com a falência da rival, pois isso resultaria em monopólio! E isso
não é nada legal para o mundo [Link] o oligopólio estabelecido, as duas
possuem um ambiente relativamente confortável para investirem em novas tecnologias e
novas formas de melhorar a experiência de usuário para os consumidores..
A Intel oferece chips integrados às CPUs para quem não quer mais para conseguir utilizar
seus computadores — lembrando, é claro, que a qualidade de imagens mostradas não é
tão alta, mas permite a reprodução de vídeos e jogos mais leves, com menos detalhes.
GPU
A GPU (Graphics Processing Unit - Unidade de Processamento Gráfico), também
chamada de chip gráfico, é certamente o componente mais importante de uma placa
de vídeo. Trata-se, em poucas palavras, de um tipo de processador responsável
pela execução de cálculos e rotinas que resultam nas imagens exibidas no monitor
de vídeo do computador.
Tal como acontece com as GPUs, há uma grande variedade de GPUs disponíveis
no mercado, algumas mais potentes, desenvolvidas especialmente para
processamento de complexos gráficos 3D , até as mais simples, fabricadas com
foco no mercado de computadores de baixo custo. Há vários fabricantes de GPU no
mercado, mas as empresas do ramo mais conhecidas são NVIDIA, AMD e Intel,
sendo que as duas primeiras são as mais populares no que se refere à chips
gráficos mais sofisticados.
Agora que você já sabe o que é uma placa de vídeo, podemos passar para o próximo
tópico: o tipo de [Link], existem dois tipos de placa de vídeo, as integradas e as
[Link] ser uma peça tão essencial para o computador, ao comprar uma placa-mãe
ela já costuma vir com uma placa de vídeo embutida. O termo técnico para isso é
"onboard", que significa literalmente "na placa".Essa placa de vídeo integrada costuma ser
bem básica, focada realmente em levar imagens para a tela e não em rodar jogos,
programas pesados ou oferecer altas resoluções. Ela pode quebrar um grande galho se por
algum motivo a placa de vídeo do usuário apresentar defeito. As placas integradas Vega 8,
que costumam acompanhar os processadores AMD Ryzen, costumam ser elogiadas por
permitir acesso a alguns jogos leves.
Em notebooks a placa de vídeo integrada não costuma ser tão fraca quanto as que
acompanham as placas-mãe de desktops. Muitas são, inclusive capazes de rodar jogos
leves e aplicações.A vantagem em ter uma placa de vídeo dedicada está no fato que será
um componente muito mais potente, produzido por fabricantes que tentam alcançar a
melhor potência gráfica existente. Esse é um dos motivos pelos quais as placas de vídeo
dedicadas costumam ser os componentes mais caros em um PC.
3D
Esse tipo de recurso é essencial para a indústria do entretenimento, onde filmes e jogos em
3D fazem grande sucesso. Por conta disso, as pessoas querem e precisam que seus
computadores possam lidar com esse tipo de aplicação.
O problema é que não basta ter uma placa que execute recursos em 3D. É preciso saber
até que ponto vai essa capacidade, uma vez que a indústria lança jogos e outras aplicações
que lidam com 3D constantemente e de maneira cada vez mais aperfeiçoada, isso tudo em
nome do maior realismo possível. Acontece que, quanto mais avançadas forem as imagens
de uma aplicação, mais processamento gráfico será necessário. Por essa razão, na hora de
escolher sua placa de vídeo, o usuário deve estar atento às características do dispositivo
(clock, quantidade de memória, execução de shaders, entre outros).
Também é importante conhecer alguns conceitos relacionados ao processamento 3D:
● Fillrate: consiste na medida da quantidade de pixels que o chip gráfico é capaz de
renderizar por segundo, sendo também chamado de "pixel fillrate". Em outras
palavras, trata-se da medição do processamento de pixels.
● - Frames per Second (FPS): como o nome indica, o FPS indica a quantidade de
frames por segundo que é exibida na tela. Quando um filme é executado, por
exemplo, ele é, na verdade, composto por uma sequência de imagens, como se
fossem várias fotografias seguidas. Cada uma dessas "fotografias" é um frame.
● - V-Sync: uma maneira de tornar a exibição de imagens mais confortável aos olhos
humanos é ativando o V-Sync. Trata-se de um recurso que sincroniza a taxa de FPS
com a frequência de atualização do monitor de vídeo (refresh rate).
● - Antialiasing: este é um recurso extremamente importante para melhorar a
qualidade da imagem a ser exibida. Muitas vezes, por causa de limitações de
resolução do monitor, objetos 3D aparecem na tela com as bordas "tremidas", como
se alguém tivesse passado um tesoura por ali de maneira bem grosseira. Os filtros
antialiasing conseguem amenizar esse problema de maneira bastante satisfatória,
mas podem exigir muitos recursos de processamento;
● - Anisotropic Filtering: também conhecido pela sigla AF , esse recurso permite
eliminar ou amenizar o efeito de "imagem borrada" existente em texturas,
principalmente quando estas representam superfícies inclinadas. Essa sensação
piora quando o usuário aproxima a visualização da textura (como se aplicasse um
"zoom").
DirectX e OpenGL
Fazer com que aplicações gráficas possam aproveitar todo o poder das GPUs não é tarefa
fácil. Na época dos primeiros PCs,mas com o passar do tempo e com a evolução da
computação em 3D essa tarefa se tornou cada vez mais trabalhosa e complexa. Em vista
disso, surgiram as APIs (Application Programming Interface) direcionadas às aplicações
gráficas, que são, basicamente, conjuntos de instruções "pré-prontas" que permitem aos
programadores a criação de conteúdo gráfico de maneira mais rápida e fá[Link], o
mercado se baseia, essencialmente, em duas APIs: DirectX e OpenGL
O DirectX, que na verdade é um conjunto de APIs para aplicações de áudio e vídeo,
pertence à Microsoft e, portanto, é amplamente utilizado nos sistemas operacionais
Windows. Como essa plataforma é bastante popular em todo mundo, conta com inúmeras
aplicações que utilizam DirectX, especialmente jogos. Logo, nada mais natural que os
principais fabricantes de GPUs lancem chips gráficos compatíveis com essa tecnologia.
O OpenGL, por sua vez, tem finalidades semelhantes ao DirectX, mas com um grande
diferencial: trata-se de uma tecnologia aberta e, portanto, disponível gratuitamente para
várias plataformas. Com isso, fica até mais fácil criar versões de uma mesma aplicação
para sistemas operacionais distintos. A vantagem de ser aberto é que o OpenGL permite o
desenvolvimento de uma grande quantidade de aplicações e não limita esse trabalho a uma
única plataforma.
Conectores de vídeo
Todo resultado do trabalho de uma GPU vai parar em um lugar, que obviamente é o monitor
de vídeo do computador. Para tanto, é necessário conectar este último à placa de vídeo.
Há, basicamente, dois padrões utilizados para isso: conectores VGA (Video Graphics Array)
e DVI (Digital Video Interface).O VGA, cujo conector, na verdade, se chama D-Sub, é
composto por um conjunto de até 15 pinos. Trata-se de um padrão bastante conhecido, mas
que está cada vez mais em desuso. Isso porque os conectores VGA foram padrão em
monitores do tipo CRT (Cathode Ray Tube), que perderam espaço para monitores LCD
(Liquid Crystal Display).
Conector VGA:O problema é que monitores CRT precisam trabalhar com conversão de
sinal digital/analógico enquanto que monitores LCD trabalham apenas com sinais digitais.
Por conta disso, conectores VGA, que foram desenvolvidos com foco em monitores CRT,
acabam causando perda de qualidade de imagem quando utilizados em monitor LCD. A
solução foi a criação de um padrão totalmente digital, o DVI.
Conector DVI:A indústria passou então a colocar no mercado placas de vídeo que oferecem
tanto conexão VGA quanto DVI. Os modelos mais recentes, no entanto, trabalham apenas
com este último. Placas mais atuais trabalham inclusive com conexões HDMI.
Família das placas
A NVIDIA comercializa duas grandes linhas de placas de vídeo: GeForce e Quadro. Apesar
de usarem os mesmos processadores, as peças apresentam configurações diferentes,
principalmente de performance e aplicações.
As placas de vídeo da Nvidia com o nome GeForce compõem a família destinada a
consumidores domésticos: desde usuários comuns, que procuram uma boa peça para
equipar um PC de boa performance em geral, até gamers e entusiastas, que investem um
bom dinheiro para ter as melhores placas possíveis.
As GeForce também são desenvolvidas e suportadas pela Nvidia de forma a ressaltar suas
capacidades nos cenários em que serão tipicamente usadas, no caso em jogos e em
programas de edição de imagem e vídeo.
As placas Quadro são comuns em laboratórios, instituições de pesquisa e grandes
empresas. Ao contrário das GeForce, seu uso é profissional, já que uma série de aspectos
de design fazem dessas placas muito mais eficientes na hora de renderizar imagens e
calcular um enorme volume de dados graças à implementação de driver direcionada a
essas realidades.
Às Quadro usam os processadores gráficos de melhor qualidade fabricados pela Nvidia, o
que garante que rodem também com chips que devem garantir vida útil maior. Além disso,
tecnologias empregadas na pca e na memória garantem que as peças tenham mecanismos
para correção de erros.
Nomenclatura das placas de vídeo
As duas maiores fabricantes de placas de vídeo do mercado, a Nvidia e a AMD, trazem na
nomenclatura de seus produtos uma sopa de letras e números que deveriam facilitar a
identificação de informações como a época que aquele modelo foi desenvolvido, a que
público alvo se destina e para quais usos foi projetada.
O problema é que os códigos que resultam dessa nomenclatura não são intuitivos como
deveriam ser, gerando a necessidade de algum grau de explicação. Mas, com as
informações trazidas aqui, vai ser muito mais fácil escolher qual das placas de vídeo
disponíveis no mercado se adequa mais ao seu orçamento e necessidade.
Nvidia GeForce
A Nvidia trabalha com o seguinte esquema de nomenclatura para suas placas da linha
GeForce:
● Prefixo: Determina se aquele modelo é adequado ao público gamer, nas placas
GTX, ou se deve ser usada apenas para fins mais leves, como em escritório, nas
placas GT;
● Geração: Indicativo de qual geração aquela placa pertence. Quanto maior o
número, mais recente é seu desenvolvimento;
● Performance relativa: É a potência da placa dentro daquela família. Um número
menor indica uma placa mais fraca, para fins mais cotidianos, como uso em
escritório. Um número maior indica uma performance superior, mais voltada para
renderização de gráficos mais complexos, taxa de quadros maior ou performance
em múltiplos monitores, indicada para trabalhos mais detalhados com gráficos;
● Revisão: Revela se aquele modelo é o único modelo com aquele grau de
performance dentro do grupo. Pode ser 0, caso seja o primeiro modelo com um
determinado nível, ou 5, caso não seja o primeiro modelo com aquele grau de
performance dentro do grupo ao qual pertence;
● Sufixo: Revela características específicas da placa.
Nvidia GeForce GTX 980 Ti
● Prefixo: O uso do prefixo GTX indica melhor performance para jogos e uso
profissional de gráficos.
● Geração: É um modelo da série 900 da família GeForce, que começou a ser
fabricada em 2014.
● Performance relativa: Este é um modelo de alta performance dentro da nona
geração, com performance relativa 8.
● Revisão: Não é um modelo revisto para o mesmo grau de performance de outra
placa já existente na série 900.
● Sufixo: O sufixo Ti é a nomenclatura utilizada para determinar que este modelo é de
alta performance, voltado para o público que necessita de maior desempenho
gráfico, como profissionais que atuam com artes gráficas e gamers de alta
performance.
Nvidia GeForce GT 210
● Prefixo: O prefixo GT indica que esse modelo apresenta performance mais
orientada para uso comum, não sendo adequado para profissionais que trabalham
com gráficos avançados ou gamers que se dedicam a jogar títulos que requerem
renderização rápida.
● Geração: É um modelo da série 200, segunda geração da família GeForce, que
começou a ser fabricada a partir de 2008.
● Performance Relativa: De performance relativa 2, é um modelo de baixa
performance, orientada ao usuário geral.
● Revisão: Não é um modelo revisto para o mesmo grau de performance de outra
placa já existente na série 200.
● Sufixo: Como esse modelo não possui nenhum sufixo, isso significa que ele não
possui nenhuma característica especial.
Modelos com prefixo GT são mais baratos e menos potentes se comparados aos modelos
GTX, indicados para jogos. Então leve em conta o prefixo na hora de escolher a placa mais
adequada para a utilização que pretende dar à máquina.
O número mais importante é o nível de performance, que aparece em segundo lugar no
código que dá nome à placa de vídeo: Quanto mais alto (7, 8 ou 9), melhor será a
performance. Mas também sobem os preços dos produtos, assim como o consumo de
energia e o calor gerado pelos componentes, gerando necessidade de sistemas de
refrigeração mais adequados, o que também encarece o orçamento final. Um nível mais
baixo de performance relativa resulta numa placa mais barata, que opera em temperaturas
menores e consome menos energia, mas oferece potência mais limitada.
O número da revisão indica se aquela placa foi lançada como única a apresentar
determinado nível de performance relativa dentro de sua família. É utilizado 0 para placas
que não têm irmãs de performance, enquanto se utiliza 5 para placas que foram lançadas
quando já havia outras opções com o mesmo desempenho dentro da série. Esse dado só é
relevante se houver alguma revisão para o modelo que você procura. De modo geral,
revisões trazem melhorias no funcionamento geral da placa, sem que isso signifique ganho
de performance.
O sufixo pode trazer informações mais diversas sobre a placa. Um modelo que tenha o
sufixo Ti é mais potente que um modelo de mesma numeração sem nenhum sufixo.
Entretanto, o sufixo Ti indica uma placa de vídeo mais fraca que um modelo da mesma
numeração, porém que conta com o sufixo Ti Boost. Outro sufixo possível é o M, que indica
que aquele determinado modelo é utilizado em laptops ou tablets, não sendo adequado ao
uso em computadores de mesa.
AMD Radeon
As placas da família Radeon, desenvolvidas pela AMD, têm regras semelhantes, mas uma
nomenclatura completamente diferente só para deixar o consumidor final completamente
perdido.
● Prefixo: As séries mais recentes trabalham com os prefixos R5, direcionadas ao
usuário comum; R7, direcionada ao público gamer; e R9, orientadas aos
profissionais que atuam com gráficos de alta performance e gamers profissionais. A
série 400, a mais recente, utiliza RX para todos os públicos.
● Mobile: As placas que têm seus nomes compostos com a letra M são orientadas ao
uso em laptops e tablets. Quando o nome da placa não contém nenhum M, o
modelo é para uso em computadores de mesa.
● Geração: As placas AMD Radeon estão agora na série 400, então vamos ter aqui
os números 2, 3 e 4 simbolizando a geração. Quando maior o número que aparecer
no campo de geração, mais recente é a fabricação daquele modelo.
● Performance relativa: Semelhante à série GeForce da Nvidia, a AMD Radeon
utiliza numeração para definir a performance relativa de suas placas de vídeo:
quanto maior for o número, melhor será a performance. Também será maior a
necessidade de energia, o aquecimento gerado pela placa e o valor do hardware.
● Revisão: Também segue a mesma regra já vista na Nvidia: pode ser 0, caso seja o
primeiro modelo dentro da série a oferecer determinado nível de performance
relativa; ou 5, caso não seja o primeiro modelo com aquele grau de performance, o
que geralmente significa a melhoria de algum desempenho, sem implicar em uma
mudança na performance relativa da placa.
● Sufixo: Modelos que terminam com X têm performance superior aos modelos do
mesmo número sem o X, semelhante ao uso da nomenclatura Ti nas placas de
vídeo GeForce da Nvidia.
AMD Radeon R9 390X
● Prefixo: R9 é o prefixo utilizado para placas de altíssima performance, indicadas
para profissionais que atuam com gráficos e gamers que jogam títulos com grande
necessidade de renderização.
● Mobile: A letra M não consta na nomenclatura, indicando que o modelo se destina a
computadores de mesa.
● Geração: Esta placa pertence à série 300, terceira geração da AMD Radeon.
● Performance relativa: O número 9 indica que a performance desta placa é
altíssima, portanto o custo e o consumo dela também são maiores.
● Revisão: O número 0 indica que este modelo não é uma revisão.
● Sufixo: A presença da letra X no final do nome da placa indica que este modelo é
superior em performance se comparado ao modelo R9 390.
AMD Radeon R5 M350
● Prefixo: O uso do prefixo R5 indica um modelo de baixa performance, para fins
menos intensos, como o uso doméstico ou em escritórios.
● Mobile: A letra M está presente, indicando que é um modelo adequado para uso
móvel em laptops e tablets, não sendo utilizado em computadores de mesa.
● Geração: Esta placa pertence à série 300, como a anterior. Faz parte da terceira
geração de placas de vídeo AMD Radeon.
● Revisão: Este modelo não é uma revisão.
● Sufixo: O X foi omitido do nome da placa, assim indicando que este modelo não
possui nenhum tipo de incremento.