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Princípios da Geografia Regional e Conexões

O documento discute os princípios básicos da geografia regional e sua relação com outras áreas, incluindo uma introdução, objetivos, metodologia e discussões sobre deriva continental, teoria das placas tectônicas. Aborda também a relação da geografia regional com outras disciplinas e apresenta conclusões baseadas na pesquisa bibliográfica.

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Princípios da Geografia Regional e Conexões

O documento discute os princípios básicos da geografia regional e sua relação com outras áreas, incluindo uma introdução, objetivos, metodologia e discussões sobre deriva continental, teoria das placas tectônicas. Aborda também a relação da geografia regional com outras disciplinas e apresenta conclusões baseadas na pesquisa bibliográfica.

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Universidade Católica de Moçambique

Instituto de Educação à Distância

Tema:

Princípios básicos da Geografia Regional e Relação da Geografia regional com


outras áreas afins

Nome do Estudante: Luísa Francisco Capece – Código: 708201193

Curso: Licenciatura em Ensino de


Geografia
Disciplina: Geografia Regional
Turma: B
Ano de frequência: 4º Ano
Nome do docente: drº Marcelino Rui José

Chimoio, Abril de 2023


Classificação
Categorias Indicadores Padrões Nota
Pontuação
do Subtotal
máxima
tutor
 Capa 0.5
 Índice 0.5
Aspectos  Introdução 0.5
Estrutura
organizacionais  Discussão 0.5
 Conclusão 0.5
 Bibliografia 0.5
 Contextualização
(Indicação clara do 1.0
problema)
Introdução
 Descrição dos objectivos 1.0

 Metodologia adequada ao
2.0
objecto do trabalho
 Articulação e domínio do
Conteúdo discurso académico
2.0
(expressão escrita cuidada,
coerência / coesão textual)
Análise e
 Revisão bibliográfica
discussão
nacional e internacionais
2.
relevantes na área de
estudo
 Exploração dos dados 2.0
 Contributos teóricos
Conclusão 2.0
práticos
 Paginação, tipo e tamanho
Aspectos
Formatação de letra, parágrafo, 1.0
gerais
espaçamento entre linhas
Normas APA 6ª
 Rigor e coerência das
Referências edição em
citações/referências 4.0
Bibliográficas citações e
bibliográficas
bibliografia
Folha para recomendações de melhoria: A ser preenchida pelo tutor
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Índice
1. Introdução ........................................................................................................................... 5

1.1. Objectivos do trabalho ...................................................................................................... 5

1.2. Objectivo geral ................................................................................................................. 5

1.3. Objectivos específicos ...................................................................................................... 5

2. Metodologias do trabalho .................................................................................................... 5

3. Princípios básicos da Geografia Regional ............................................................................ 2

3.7. Deriva continental ............................................................................................................ 3

3.8. Continentes flutuantes ...................................................................................................... 3

3.9. Teoria da tectónica de placas ............................................................................................ 3

4. Relação da Geografia regional com outras áreas afins.......................................................... 4

5. Conclusão ........................................................................................................................... 7

6. Referências bibliográficas ................................................................................................... 8


1. Introdução
Neste presente trabalho pretende abordar sobre Princípios básicos da Geografia Regional e
Relação da Geografia regional com outras áreas afins, visto que, Princípios básicos da Geografia
Regional compreendem em principio da extensão e outros princípios A semelhança da geografia
geral, a regional também, a sua abordagem é norteada por um conjunto de princípios básicos que
garantem a cientificidade e rigoridade no tratamento de conteúdos afins. Portanto a presente unidade
temática faz uma abordagem acerca dos princípios a ser observados do processo de regionalização
geográfica física e socio – económico. Também faz-se a descrição das teorias explicativas da origem
e evolução dos continentes.

[Link] do trabalho

[Link] geral
 Analisar Princípios básicos da Geografia Regional e Relação da Geografia regional com
outras áreas afins

[Link] específicos
 Descrever Princípios básicos da Geografia Regional e Relação da Geografia regional com
outras áreas afins
 Identificar Princípios básicos da Geografia Regional e Relação da Geografia regional com
outras áreas afins
 Caracterizar Princípios básicos da Geografia Regional e Relação da Geografia regional com
outras áreas afins

2. Metodologias do trabalho
Para Marconi & Lakatos (2009), o método consiste em um conjunto de actividades
sistemáticas e racionais que, com maior segurança e economia, permite alcançar um objectivo,
traçando o caminho a ser seguido. Para a realização deste trabalho, o método usado foi o
Bibliográfico. Segundo Fonseca (2002) é feito a partir do levantamento de referências teóricas já
analisadas, e publicadas por meios escritos e electrónicos, como livros, artigos científicos, páginas de
websites. Qualquer trabalho científico inicia-se com uma pesquisa bibliográfica, que permite ao
pesquisador conhecer o que já se estudou sobre o assunto.

5
3. Princípios básicos da Geografia Regional
3.1. Principio da Extensão

Elaborada pelo alemão Ratzel, esse principio entende que um território se comporta como corpos
orgânicos em plena se selectividade natural das espécies, ou seja, um território que esteja em
crescimento económico, cultural e político, tem que se expandir. A ideia de expansão era associada
ao tamanho do território e Ratzel entendia que todo território esta em movimento, ou em crescimento
ou desaparecendo.

3.2. Principio da Analogia


Por Ritter e La Blache, criaram a clássica escola francesa de geografia. Esse principio entende que a
geografia deve descrever áreas (clima, vegetação, relevo, economia) diferentes e assim, iniciar a
comparação.

3.3. Principio da Conexidade


Jean Brunhes elaborou a análise geográfica que parte da relação entre determinadas áreas e momentos
históricos específicos. É preciso identificar as relações locais e interlocais, pois os fatos nunca estão
isolados e sim ligados entre si. (Brunhes)

3.4. Principio da Actividade


Também por Jean Brunhes, entende que a geografia deve analisar a realidade levando em
consideração a continuidade dos fatos, que a relação sociedade x natureza é contínua e ininterrupta. O
fato tem carácter dinâmico, daí a necessidade do conhecimento do passado para a exploração do
presente e previsão de sua evolução futura. (Brunhes)

3.5. O Princípio da Observação geográfica


Os processos, factos e fenómenos geográficos são observáveis, pois, a observação permite-nos a
visualização dos fenómenos geográficos tomando como referência que tem a sua origem a superfície
e o espaço sideral.

3.6. Princípio da casualidade


Por meio do qual se devem buscar as causas e examinar as possíveis consequências dos fatos
examinados. (Humboldt)

2
3.7. Deriva continental
A crosta terrestre é formada de pedaços chamados placas, que andam à deriva sobre a camada de
rocha fundida do manto. Há sete placas principais e várias outras mais pequenas. As forças
magnéticas do interior da Terra fazem as placas deslocarem-se lentamente pelo globo
num vaivém constante. Os geólogos pensam que há cerca de 225 milhões de anos toda a Terra deste
planeta estava unida num "supercontinente" a que chamaram Pangeia. Mas, à medida que as placas se
deslocaram, a Terra deste supercontinente começou lentamente a separar-se. Chama-se a este
movimento a deriva dos continentes. Os mapas que vemos abaixo mostram o que os geólogos pensam
sobre o modo como os continentes se deslocaram e se afastaram até formarem as massas de terra que
conhecemos actualmente.
A deriva continental foi uma das muitas ideias sobre tectónica propostas no final do século XIX e
princípios do século XX. Esta teoria foi substituída pela tectónica de placas e os seus conceitos e
dados igualmente incorporados nesta. Em 1915 Alfred Wegener foi o primeiro a produzir argumentos
sérios sobre esta ideia, na primeira edição de The origin of continents and oceans. Nesta obra ele
salientava que a costa oriental da América do Sul e a costa ocidental de África pareciam ter estado
unidas antes.

3.8. Continentes flutuantes


O conceito dominante era o de que existiam camadas estratificadas e estáticas sob os continentes.
Cedo se observou que apesar de nos continentes aparecer granito, os fundos marinhos pareciam ser
constituídos por basalto, mais denso. Parecia pois, que uma camada de basalto estava subjacente às
rochas continentais. Porém, baseando-se em anomalias na deflexão de fios de prumo causadas pelos
Andes no Peru, Pierre Bouguer deduziu que as montanhas, menos densas, teriam que ter uma
projecção na camada subjacente, mais densa. A ideia de que as montanhas têm "raízes" foi
confirmada cem anos mais tarde por George Biddell Airy, enquanto estudava o campo gravítico nos
Himalaias, tendo estudos sísmicos posteriores detectado as correspondentes variações de densidade.
Em meados da década de 1950 permanecia sem resposta a questão sobre se as montanhas estavam
ancoradas em basalto ou flutuando como icebergs.

3.9. Teoria da tectónica de placas


Durante a década de 1960 fizeram-se grandes progressos e mais foram despoletados por várias
descobertas, sobretudo a da dorsal meso atlântica.. Hess sugeriu que os continentes não se moveriam

3
através da crusta oceânica (como sugerido pela deriva continental) mas que uma bacia oceânica e o
continente adjacente moviam-se conjuntamente numa mesma unidade crustal ou placa.
A descoberta da alternância de polaridade magnética das rochas dos fundos marinhos e da sua
simetria relativamente às cristas meso oceânicas sugeria uma relação. Em 1961, os cientistas
começaram a teorizar que as cristas meso-oceânicas corresponderiam a zonas estruturalmente débeis
onde o fundo oceânico estava a ser rasgado em dois segundo o comprimento ao longo da crista. O
magma fresco proveniente das profundezas do interior da Terra sobe facilmente através destas zonas
de fraqueza e eventualmente flui ao longo das cristas criando nova crusta oceânica. Este processo,
mais tarde designado por expansão dos fundos oceânicos, em funcionamento há muitos milhões
de anos é o responsável pela criação dum sistema de dorsais oceânicas com uma extensão próxima de
50 000 km. Esta hipótese era apoiada por vários tipos de observações:
 Nas cristas ou nas suas proximidades, as rochas são muito jovens, tornando-se mais antigas à medida
que nos afastamos delas;
 As rochas mais jovens presentes nas cristas apresentam sempre a polaridade actual (normal);
 Faixas de rocha paralelas às cristas com alternância de polaridade magnética (normal-inversa-norma)
sugerem que o campo magnético da Terra tem sofrido muitas inversões ao longo do
tempo.
Ao explicar quer o padrão de alternância de polaridade das rochas, quer ainda a construção do sistema
de dorsais meso-oceânicas, a hipótese da expansão dos fundos oceânicos ganhou adeptos e
representou mais um grande avanço no desenvolvimento da teoria da tectónica de placas.
Mais ainda, a crusta oceânica passou a ser vista como um registo magnético natural da história das
inversões do campo magnético terrestre.

4. Relação da Geografia regional com outras áreas afins

Geografia Regional é o estudo das regiões ao redor do mundo na busca de compreender e definir as
características únicas de uma região em particular, que consistem de elementos naturais e humanos. É
dada atenção também à regionalização que cobre as técnicas de delineação do espaço em regiões.
Uma das questões mais debatidas ao longo da história da geografia são as relações entre a geografia
regional e a geografia geral, sendo que cada uma das grandes correntes de pensamento geográfico
(tradicional, quantitativa, humanista e crítica) apresentaram propostas diferentes acerca das
contribuições que cada um desses ramos deveria dar à produção de conhecimento geográfico. O
paradigma da geografia regional teve impacto em muitas das ciências geográficas (como a geografia

4
econômica regional ou a geomorfologia regional). A geografia regional ainda é ensinada em algumas
universidades como o estudo das principais regiões do mundo, como a América do Norte e Latina, a
Europa, a Ásia e seus países. Além disso, a noção de uma abordagem de cidade-regional ao estudo da
geografia ganhou crédito no meio dos anos 90 depois dos trabalhos de pessoas como Saskia Sassen,
apesar de ser também criticada, por exemplo por Peter Storper.

A geografia regional é aquela que divide o mundo em regiões que se diferenciam por acidentes
físicos e não por fronteiras políticas. A região pode definir-se como uma área homogénea. Esta
homogeneidade pode resultar de diversos factos. Assim, podem existir regiões naturais (geológicas,
botânicas, climáticas, etc.) que são o resultado das ação de vários agentes físicos e regiões
humanizadas (agrícolas, industriais, culturais, demográficas, históricas, etc.) que resultam da
atividade do homem. Não é fácil fazer a relação entre uma região natural e uma região humanizada
homogénea. Os limites regionais são muito variados e muito dinâmicos, o que faz com que os
geógrafos em muitas situações utilizem unidades administrativas para tentarem efetuar a sua síntese
regional. O precursor da geografia regional foi Vidal de la Blache (1845-1918), pertencente à escola
geográfica francesa.
Apesar de os mais diferentes autores dividirem a Geografia com base em outros critérios, a distinção
acima é atualmente a mais aceita no meio acadêmico, de forma que as demais divisões estariam
inseridas dentro dessa mais genérica. Assim, a Geografia Geral estaria subdividida em Geografia
Humana e Geografia Física, enquanto a Regional, em tese, não entraria nessa divisão, pois ela teria o
método de abordar os conhecimentos naturais e os humanos ao mesmo tempo. Observe o
organograma a seguir:

Como podemos notar, existem subáreas tanto no aspecto humano da ciência geográfica quanto no
aspecto físico. A seguir, tentaremos fazer uma breve explanação sobre cada uma dessas subáreas.

Geografia Urbana: estuda a formação e crescimento das cidades e aglomerações urbanas, em suas
inter-relações hierárquicas e em rede.

Geografia Agrária: preocupa-se com a produção e a transformação, sejam através das práticas de uso
do solo, sejam através das relações comerciais e sociais que interferem e modificam as relações entre
campo e cidade.

5
Geoeconomia: estuda a produção do espaço causada por transformações econômicas, como a adoção
de um modelo de desenvolvimento, a industrialização e outros processos.

Geografia Política: estuda as transformações políticas no espaço geográfico, tanto em âmbito


nacional quanto em âmbito inter-regional.

Geografia Cultural: preocupa-se em identificar e compreender as práticas culturais, bem como a


relação entre essas e o espaço geográfico.

Geografia da População ou Demografia: estuda a distribuição, crescimento e condições de vida das


populações humanas.

Geomorfologia: é área da Geografia que estuda as formas de relevo e suas dinâmicas. É uma área
interdisciplinar, sendo também uma filiação da Geologia.

Climatologia: estuda as transformações climáticas e seus impactos sobre o meio ao longo do tempo.
Diferente da meteorologia, não se restringe a estudar somente o tempo, mas o clima como um todo.

Biogeografia: é uma subárea da Geografia que se relaciona à Biologia. Estuda a distribuição e


regionalização das formas de vida natural no espaço.

Hidrogeografia: estuda a dinâmica superficial das águas, procurando entender a sua distribuição, a
dinâmica dos cursos d’água e as técnicas de aproveitamento e conservação dos recursos hídricos.

Geocartografia: é a área da Geografia tangente à Cartografia. Preocupa-se em produzir ou modificar


mapas cartográficos a partir de estudos temáticos, geralmente vinculados a uma ou mais áreas acima
mencionadas.

É válido, porém, ressaltar que podem existir outros ramos que a Geografia se preocupa em estudar,
dependendo da abordagem do pesquisador, como as religiões, os movimentos sociais e muitos outros
elementos. Além disso, muitas vezes, as áreas acima se correlacionam, sendo trabalhadas em
conjunto. Na verdade, atualmente, existem constantes esforços em unir e atenuar as cisões causadas
pelas constantes compartimentações e ramificações dos conhecimentos geográficos.

6
5. Conclusão
Após realizar estudos conclui que a geografia regional é aquela que divide o mundo em regiões que
se diferenciam por acidentes físicos e não por fronteiras políticas. A região pode definir-se como uma
área homogénea. Esta homogeneidade pode resultar de diversos factos. Assim, podem existir regiões
naturais (geológicas, botânicas, climáticas, etc.) que são o resultado das ação de vários agentes físicos
e regiões humanizadas (agrícolas, industriais, culturais, demográficas, históricas, etc.) que resultam
da atividade do homem. Não é fácil fazer a relação entre uma região natural e uma região humanizada
homogénea. Os limites regionais são muito variados e muito dinâmicos, o que faz com que os
geógrafos em muitas situações utilizem unidades administrativas para tentarem efetuar a sua síntese
regional. O precursor da geografia regional foi Vidal de la Blache (1845-1918), pertencente à escola
geográfica francesa.
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6. Referências bibliográficas
 Canal Apaza, Luis: Geografía Regional, CBT - 2007
 Cuadrat, J.M; PITA, Mº.F. Climatología, Ed. Cátedra Geografia, Segunda edición, Madrid; (2000):
 COELHO, M, A. Geografia Geral: Espaço Natural e Sócio Económico, 3ª Edição Editora Moderna,
1992.
 COELHO, M, A Geografia do Brasil, Rd, Moderna 4ª Ed São Paulo, 1996.265
 MICHAEL Pidwirny. Glacial Processess. [Link]. Página visitada em 2 de Fevereiro,
2006.
 COELHO, M. A. Geografia Geral - O Espaço Natural e Sócio Econômico. 3°ed. Editora Moderna,
1992.
 COELHO, M. A. Geografia do Brasil. Ed Moderna/4°ed. São Paulo-SP, 1996.
 FLORENZANO T. G. Imagens de satélite para estudos ambientais. Oficina de Textos, São Paulo,
2002.
 FORSDYRE. A. G. Previsão do Tempo e Clima. São Paulo, Melhoramentos. 1981.
 NOVO E. M. Sensoriamento Remoto: Princípios E Aplicações. 2°[Link] Edgard Blücher. 1992.
 PARKER S. Clima e Previsão do Tempo. Ed Melhoramentos, 7 ed. 1998.
 SAUSEN T. M. ALBUQUERQUE, P.C.G.; SANTOS, V.M.N. Sensoriamento Remoto E Suas
Aplicações Para Recursos Naturais.
 INPE, São José dos Campos-SP. Revista SELPER, Vol.13, N° 1-2, 1997
 JESSEN Mário e ARAÚJO Manuel, Geografia Física de África, Pequena Monografia, 1998, Livraria
Universitária, UEM, Maputo.

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