0% acharam este documento útil (0 voto)
200 visualizações19 páginas

T Contabilidade

Este documento discute a evolução da contabilidade e seus objetivos, e sua importância na administração pública moçambicana. O documento apresenta definições de contabilidade, seu objeto, objetivos e finalidades, além de discutir a informação contábil e a importância da contabilidade para Moçambique e o mundo.

Enviado por

Claudio Cazimiro
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
200 visualizações19 páginas

T Contabilidade

Este documento discute a evolução da contabilidade e seus objetivos, e sua importância na administração pública moçambicana. O documento apresenta definições de contabilidade, seu objeto, objetivos e finalidades, além de discutir a informação contábil e a importância da contabilidade para Moçambique e o mundo.

Enviado por

Claudio Cazimiro
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

INSTITUTO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA - BEIRA


ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – TURMA A

TEMA:
A Evolução da Contabilidade e Seus Objectivos, e sua importância na Administração
Pública Moçambicana.

Discente:
Joaquina Alfredo Fernando Nhama

Docente:
Dr. Aristides Manuel.

Beira, 2022
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE
INSTITUTO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA- BEIRA
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA – TURMA A

Trabalho Individual de
Carácter Avaliativo
Contabilidade Geral do Curso
de Administração Pública.

Docente:

Dr Aristides Manuel.

Beira, 2022
Índice
CAPITULO I: INTRODUÇÃO.................................................................................................4

1.1 Objectivos:...................................................................................................................4

1.1.1 Geral:....................................................................................................................4

1.1.2 Específicos:..........................................................................................................4

2 CAPITULO II: REVISÃO DA LITERATURA.................................................................5

2.1 Definição da Contabilidade.........................................................................................5

2.2 Objecto, Objectivos e Finalidade da Contabilidade....................................................5

2.2.1 Objecto de estudo.................................................................................................5

2.2.2 Objectivos da Contabilidade................................................................................6

2.2.3 Finalidade da Contabilidade.................................................................................6

2.3 Informação Contabilística...........................................................................................6

2.4 A Importância da Contabilidade..................................................................................7

2.5 A Contabilidade e sua Origem Histórica.....................................................................8

2.6 A Contabilidade no Mundo Moderno..........................................................................9

2.7 Harmonização Contabilística e sua Internacionalização.............................................9

2.8 A Contabilidade em Moçambique.............................................................................10

3 Conclusão..........................................................................................................................12

4 Referencias Bibliográficas................................................................................................13

Anexos:....................................................................................................................................14

Exercícios Práticos...............................................................................................................14
CAPITULO I: INTRODUÇÃO
A contabilidade surge da necessidade do homem, seja de conhecer seus bens, controlar,
negociar, ou mesmo, gerenciá-los. A cada etapa de sua evolução a contabilidade responde as
suas necessidades apresentando uma ferramenta ou ramo que possa atendê-lo. A
contabilidade possui diversos usuários internos e externos, que utilizam as informações com
objetivos distintos, dentre esses usuários, podemos destacar: administradores; funcionários;
sindicatos e associações; governo; fornecedores; bancos; acionistas e demais parceiros. Existe
também uma grande diversidade de ramos de atividades para atuação do prossional contábil,
como, por exemplo, nas áreas: comercial; nanceira; industrial; bancária; hospitalar;
agropecuária; securitária, etc. A contabilidade também se mostra como um instrumento
fundamental para a gestão do negócio, que vai além de uma ferramenta legal e scal. As
informações produzidas podem ser amplas, diversicadas e de qualidade, fornecendo subsídios
relevantes para o processo de tomada de decisões.

1.1 Objectivos:

1.1.1 Geral:
 Debruçar sobre a História da Contabilidade.

1.1.2 Específicos:
 Apresentar o conceito, definição e objetivo da Contabilidade;
 Falar da importância da Contabilidade para Moçambique e para o resto do Mundo;
 Conhecer o funcionamento da Contabilidade em Moçambique;

4
2 CAPITULO II: REVISÃO DA LITERATURA

2.1 Definição da Contabilidade


De acordo com a multiplicidade do entendimento dos autores que lidam com a matéria
contabilística, encontramos várias definições da Contabilidade, umas com maior abrangência
elementos e outras menos abrangentes.

Perreira (1980) apresenta uma definição mais consensual que inclui o objecto e objectivo da
contabilidade.

Segundo Perreira (1980:23) “a Contabilidade é uma ciência de natureza económica cujo


objecto é a realidade económica passada, presente e futura, de qualquer entidade pública ou
privada, analisada em termos quantitativos e por métodos específico com o fim de obter
informações económico-financeiras indispensáveis à gestão dessa entidade, nomeadamente
ao conhecimento da situação patrimonial e dos resultados obtidos e ao planeamento e
controlo da sua actividade”.

Segundo Borge (2004), A Contabilidade é a ciência que estuda os fenómenos ocorridos no


património das entidades, mediante o registo, a classificação, a demonstração expositiva,
análise e interpretação desses factos, com o objectivo de fornecer informações e orientações
necessárias para tomada de decisões.

A definição de Ribeiro (2013, p.10) ao conceito de contabilidade: “A contabilidade, portanto,


é uma ciência social que tem por objeto o patrimônio das entidades econômico-
administrativas. Seu objetivo principal é controlar o patrimônio das entidades em decorrência
de suas variações”.

2.2 Objecto, Objectivos e Finalidade da Contabilidade

2.2.1 Objecto de estudo


O objecto de estudo da Contabilidade é a realidade económica passada, presente e futura de
qualquer entidade pública ou privada. Ou seja, o Património2 das entidades.

Para Marion, J.C. (2005). O principal objectivo da Contabilidade é: Prover seus usuários
internos e externos de informações úteis e em tempo hábil, sendo o grande instrumento que
auxilia a administração a tomar decisões bem Como a fazer inferências sobre suas tendências
futuras.
5
2.2.2 Objectivos da Contabilidade
Produzir informações úteis a gestão para tomada de decisões, designadamente, elaboração do
Balanço e Demonstração dos resultados. Ou seja, produzir as demonstrações financeiras que
sirvam de suporte para a tomada de decisões pelos gestores das organizações.

2.2.3 Finalidade da Contabilidade


▪ Servir de suporte na tomada de decisões, isto é, a obtenção de informações úteis para todos
os interessados para ter uma visão racional na tomada de decisão.

▪ Controlar o património das entidades (entidade é qualquer pessoa física ou jurídica


detentora de um património)

Ou seja, As finalidades fundamentais da contabilidade referem-se à orientação da


administração das empresas no exercício de suas funções. Portanto, a Contabilidade é o
Controlo e o Planeamento de toda e qualquer entidade socioeconómica.

Controlo – administração através das informações contabilísticas, via relatórios para certificar
de que a organização esta agindo em conformidade com os planos e políticas determinados.

Planeamento – a informação contabilística pode ser um forte suporte para o planeamento e,


mas ainda, quando estabelecendo padrões, toma claras situações futuras.

2.3 Informação Contabilística


As informações podem ser internas e Externas.

 Internas – respeitantes a operações com o ambiente interno da empresa


(administradores, directores, chefes de Secções etc.)
 Externas – respeitante a operações com o ambiente externo da empresa (clientes,
fornecedores, Estado, a Banca etc.)

Usuários da Informação Contabilística ou Interessados

As informações contabilísticas, servem para tomada de várias decisões empresariais. Os


principais interessados são:

• Investidor, Sócios ou Proprietários – interessa-lhes conhecer ou acompanhar a evolução dos


seus investimentos de modo a assegurarem o retorno dos valores alocados à organização, bem
como tomar decisões sobre futuros investimentos. Estão também interessados pela
informação contabilística para avaliar a capacidade da entidade em pagar dividendos.

6
• Os Gestores e Administradores – para o planeamento e controlo dos seus objectivos e
metas, para melhor tomarem as decisões na gestão das unidades económicas.

• O Estado – pelo facto de a maior porção dos rendimentos do Estado provir de impostos,
interessa-lhe para melhor calcula-lo e para várias análises estatísticas, bem como para a
elaboração dos planos macroeconómicos.

• Credores ou Fornecedores – estão interessados na segurança financeira das empresas como


garantia da recuperação dos valores em divida, residindo aqui o factor credibilidade.

• Trabalhadores – pela segurança dos seus postos de trabalho e das restantes condições de
trabalho e salariais.

• Clientes – como forma de garantia da continuação de prestação de melhores serviços. Ex


Bancos.

• Público em Geral (empregadores, sindicatos…) – O público esta interessado em conhecer as


tendências e desenvolvimento das entidades.

2.4 A Importância da Contabilidade


A Contabilidade é uma ciência que alcançou relevância ao longo de sua evolução, dada a sua
natureza de disponibilizar informações aos usuários. A contabilidade é uma ciência social
aplicada, pois é a partir da ação humana que se geram modificações no fenômeno
patrimonial, entretanto a contabilidade usa a matemática e estatísticas como suas principais
ferramentas. (IUDÍCIBUS, MARION e FARIA, 2009).

A história demonstra que a Contabilidade vinha se tornando cada vez mais importante,
conforme o desenvolvimento econômico, mediante as necessidades da sociedade em obter
controle sobre seu patrimônio.

Segundo Iudícibus e Marion (2011, p.1): “A contabilidade é o grande instrumento que auxilia
a administração a tomar decisões. Na verdade ela coleta todos os dados econômicos,
mensurandoos monetariamente, registrando-os e sumarizando-os em forma de relatórios ou
de comunicados, que contribuem sobremaneira para a tomada de decisões.”

7
2.5 A Contabilidade e sua Origem Histórica
A origem da contabilidade não é relatada por contadores, mas por historiadores, nos livros da
história da civilização e da sua evolução. A história da contabilidade foi construída ao longo
de muitos anos, em diferentes períodos, com as mais diversas contribuições. (SILVA e
MARTINS, 2006).

Iudícibus (2010) pontua que, desde o tempo medieval, já era praticada a contabilidade, em
ações simples do cotidiano e dos costumes da época, sem tanto conhecimento e até mesmo de
maneira discreta, a contabilidade era praticada na contagem de rebanhos para o controle e
cuidado com os animais; e, em relação ao tempo e a estação, para a espera de alimento, ali
era realizada em atividades do dia a dia.

A contabilidade surgiu no início da civilização, com a necessidade do homem de controlar e


armazenar seus bens, nasce, então, com a finalidade de um controle mais rígido desses bens.

Há historiadores que afirmam que a contabilidade surgiu há 2.000 anos a.C. Os primeiros
exemplos de contabilização foram encontrados na Suméria e Babilônia, que hoje é nomeado
Iraque, também no Egito e China. A Contabilidade se originou a partir de registos em
comércios, em que os comerciantes trocavam seus produtos e, de forma simples, anotavam
suas obrigações, seus direitos e os bens de terceiros. A evolução da Contabilidade foi lenta
até o surgimento da moeda. (IUDÍCIBUS, 2010).

A aplicação da Contabilidade é bastante antiga quanto à própria história da humanidade.


Desde os tempos remotos, o homem já se preocupava em controlar sua riqueza, na medida
em que ele adquiria um património, era necessário que procurasse desenvolver procedimentos
para determinar as suas posses e avaliá-las. SÁ (1996).

Para SÁ (1996), no início, os registos eram realizados através de pequenas peças de argila.
No Egipto, há milhares de anos, o papiro deu origem aos livros contabilísticos e já se faziam
registos sofisticados, inclusive utilizando-se o sistema das matrizes (como na lógica
matemática).

Nota-se que a contabilidade foi evoluindo e adquirindo leis específicas, tomando, assim, um
controle para as atuais situações, ganhando espaço no mercado de trabalho e se fazendo
ciência em relação ao controle econômico e financeiro.

8
A evolução da contabilidade está intimamente ligada à evolução da civilização e não surgiu
em função de qualquer tipo de legislação, nem embasada em princípios filosóficos, mas pela
necessidade prática do proprietário do patrimônio, preocupado em elaborar um instrumento
que lhe permitisse, entre outros benefícios, conhecer, controlar, medir resultados, obter
informações sobre seus bens, analisar a evolução de seu patrimônio. Esse proprietário passou
a criar rudimentos de escrituração que atendessem a tais necessidades. (UNIVERSO
ACADÊMICO XXI, 2008).

Assim, em sua evolução, a Contabilidade percorreu por várias correntes de pensamento


dentro do contexto económico e social do próprio tempo em que foram se desenvolvendo os
estudos e ampliando-se o número de estudiosos da Área de contabilidade, entre as quais
destacam-se o Contismo, o Personalismo, o Neocontismo, o Controlismo, o Aziendalismo, o
Patrimonialismo e o Neopatrimonialismo oriundos da Escola Italiana (Européia) de
Contabilidade, como também a corrente proveniente da Escola Anglo-Saxônica, de origem
Norte-Americana.

A obra de Paciolli não só sistematizou a contabilidade, como também abriu precedentes para
que novas obras pudessem ser escritas sobre o assunto. Foi a Itália o primeiro país a fazer
restrições da contabilidade por um indivíduo qualquer. O governo passou a reconhecer como
contabilistas somente pessoas devidamente qualificadas para o exercício da profissão.

2.6 A Contabilidade no Mundo Moderno


Entre os séculos XI e XV, existiu um grande crescimento do comércio na Europa e é nessa
fase que se supõe que tenha sido consolidada a partida dobrada, a qual se admite ter surgido
na Itália entre 1. 250 e 1.280 da nossa era.

Já no século XVIII, assiste-se a uma expansão da contabilidade francesa, com autores como
Samuel Ricard, Bertrand Barrême e Edmond Degranges. No final deste século, inicia-se a
produção contabilística norte-americana com a obra de W. Alldridge (1797).

O século XIX constitui o século dos contrastes a par de importantes desenvolvimentos da


técnica. Em França assistiu-se ao desenvolvimento científico da contabilidade em especial
com a escola Italiana onde se destacam vários autores facto que conduziu a sua expansão.

2.7 Harmonização Contabilística e sua Internacionalização


A internacionalização da economia e a globalização dos negócios, suscitam a necessidade de
criação de uma linguagem contabilística comum de interface que permita preparar,

9
consolidar, e interpretar, de forma padronizada e inequívoca, conceitos, critérios
valorimétricos, e procedimentos auditoriais, que emergem das boas e tecnologicamente
modernas práticas internacionais de contabilidade. Países como Brasil e Portugal com
interesses de expandir sua actividade comercial foram obrigados a adoptar as normas
internacionais. Esta globalização levou Moçambique a ter que adoptar as mesmas as normas
internacionais de Relato Financeiro (NIRF), baseadas na Financial Accounting Standards
Bord (FASB), a partir de 01 de Janeiro de 2010.

2.8 A Contabilidade em Moçambique


Pouco se sabe, ou carece de uma investigação profunda, sobre a história da contabilidade em
Moçambique, assumindo-se que o seu nascimento data de 1984 com o Plano Geral de
Contabilidade (PGC), aprovado pela Resolução do Conselho de Ministros Nº. 13/84 de 14 de
Dezembro, o qual era de aplicação obrigatória pelas empresas sediadas no país com excepção
das que exerçam actividades nos ramos bancário e segurador que dispõem de planos próprios.
Com aprovação da resolução nº 13/84 de 14 de Dezembro também considerada a primeira
etapa de evolução da contabilidade em Moçambique o objectivo central era de introduzir um
sistema de contabilidade para o sector empresarial em Moçambique, esta resolução passou a
regular as actividades económicas do sector privado definindo políticas fiscais e tributárias.

A segunda era inicia em 2006 com a aprovação do novo PGC pelo decreto nº 36/2006 de 25
de Julho que veria a entrar em vigor no dia 01 de Janeiro de 2007, continuando com a mesma
estrutura e tendo como princípio básico a partida dobrada com as trocas comerciais e
contactos comerciais a nível internacional levou Moçambique a ter que adoptar as (NIRF),
baseadas na (FASB). Este decreto veio solucionar os problemas em torno da dificuldades do
tratamento contabilístico das imobilizações incorpóreas, pois a partir deste as empresas
passaram de modo uniforme a contabilizar os elementos patrimoniais.

Terceira etapa, a actual fase surge como forma de padronizar em Moçambique o Sistema de
Contabilidade para o Sector Empresarial (SCE) aprovado pelo Decreto n.º 70/2009 de 22 de
Dezembro o com base nas IAS/IFRS do IASB (2008) Aplicável a Sociedades Comerciais: o
Grande e Média dimensão (PGC – NIRF) o Pequenas e demais empresas (PGC – PE).

O Decreto nº 70/2009 baseado nas Normas Internacionais de Relato Financeiro surge com
interesse de desenvolver o Mercado de Capital em Moçambique bem como integrar as
empresas nas Bolsas de Valores Estrangeiras. Entretanto este normativo veio evolucionar a
realidade Contabilística Moçambicana pois vários elementos novos foram introduzidos

10
destacando se a DFC e Demonstrações de alterações no capital próprio, o que veio melhorar a
qualidade das demonstrações financeiras.

A evolução da Contabilidade em Moçambique passa necessariamente por três momentos


como vem ilustrado no Quadro abaixo:

Período Normativo Objectivos


1984 – 2006 Resolução nº 13/84 de 14 de Introdução do SCE em
Dezembro Moçambique
2006 – 200 Decreto nº 36/2006 de 25 de Fazer face ao
Julho desenvolvimento tecnológico
Mundial
2006 – 200 Desenvolver o Mercado de
Decreto nº 70/2009 Capital; Responder as
de 22 de Dezembro necessidades de investimento
estrangeiro; e harmonizar o
sistema de Contabilidade
Fonte: Da Silva (2014, p 55)

11
3 CONCLUSÃO
Esta pesquisa teve como objetivo discorrer sobre a história da contabilidade, pontos fortes e
fracos das Escolas Europeia e Norte-Americana e conceituar Contabilidade. A Contabilidade
surgiu há 2.000 a.C com a necessidade controlar o patrimônio. Os primeiros exemplos de
contabilização foram encontrados na Suméria e Babilônia, que hoje é nomeado Iraque,
também no Egito e China. Sua evolução foi lenta até o aparecimento da moeda. As Escolas
Europeia e Norte-Americana contribuíram para a evolução da Contabilidade. A metodologia
aplicada a este estudo foi à descritiva e bibliográfica. Os objetivos apresentados foram
alcançados por meio do estudo elaborado com auxílio de livros e artigo.

Conclui-se que a contabilidade é uma ferramenta de fundamental importância para o


cotidiano da sociedade, já que ela, cada vez mais, assume maior relevância no contexto
empresarial, visto que auxilia as finanças locais, com o objetivo de controle e sucesso nas
tomadas de decisões.

12
4 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BORGES et al (2000). Contabilidade e Finanças para a Gestão, 2ª Edição Áreas Editora,
Lisboa.

IUDÍCIBUS, Sérgio de, MARION, José Carlos, FARIA, Ana Cristina de. Introdução à teoria
da contabilidade para graduação. São Paulo, Atlas, 2009.

MARION, José Carlos. Contabilidade Básica. São Paulo, Atlas, 2009.

Oliveira, A. Contabilidade Geral e Financeira, Rei dos Livros, Lisboa

Pereira, M. Esteves e DA SILVA, Gonçalves (1998). Contabilidade das Sociedades, 1ª


Edição, Plátano Editora, Lisboa.

Silva, F. e Pereira, J. (1996). Contabilidade das Sociedades, 10ª edição, Plátano Editora,
Lisboa.

SILVA, Antonio Carlos Ribeiro da. MARTINS, Wilson Thomé Sardinha. História do
Pensamento Contábil: com ênfase na História da Contabilidade Brasileira. Curitiba: Juruá
Editora, 2007

IUDÍCIBUS, Sérgio de. Teoria da Contabilidade. São Paulo, Atlas, 2010.

UNIVERSO ACADÊMICO XXI. A Importância da Contabilidade no mundo dos Negócios.


12 fev. 2008. Disponível em: . Acesso em: 30 jul. 2016

13
ANEXOS:

Exercícios Práticos
a) Efetuar lançamentos

n˚ Descrição Data Debito Crédito

1 4.5 Outros devedores 09∕12

4.5.2 Subscrição do capital 75.000,00


a 5.1 Capital 75.000,00
P/Subscrição do capital
2 1.1 Caixa 09∕12 50.000,00
2.2 Mercadorias 25.000,00
4.5 Outros devedores
a 4.5.2 Realização do capital 75.000,00
P∕ Realização do capital
3 3.2 Activos Tangíveis 19∕12
3.2.4 Equipamentos de transportes 23.000,00
a 1.1 Caixa 11.500,00
4.6 Outros credores
a 4.6.9 Credores diversos 11.500,00
P∕ Compra de viatura
4 2.1 Compras 22∕12
2.1.1 Mercadorias 15.000,00
4.2 Fornecedores
a 4.2.1 Fornecedores c∕c 15.000,00
P∕ Compra a prazo
5 4.1 Clientes 27∕12
4.1.1 Clientes da C∕c 17.500,00
1.1 Caixa 17.500,00
7.1 Vendas
a 7.1.1 Mercadorias 35.000,00
P∕ Venda de mercadoria
6 4.2 Fornecedores 27∕12
4.2.9 Adiantamento 5.000,00
a 1.1 Caixa 5.000,00
7 1.1 Caixa 28∕12 3.450,00
6.9 Gastos e perdas financeiras
6.9.5 Desconto de pagamento concedido 517,50
4.1 Cliente
a 4.1.1 Cliente da c∕c 3.967,50
P∕ Pgto antecipado
8 4.2 Fornecedores 29∕12
4.2.1 Fornecedores c∕c 9.000,00
a 1.1 Caixa 7.500,00

14
7.8. Rendas e ganhos financeiros
a 7.8.5 Desconto do pagamento obtido 1.500,00
P∕ Liquidação da factura n˚ 354
9 1.2 Bancos 31∕12 15.000,00
a 1.1 Caixa 15.000,00
P∕ Deposito
10 6.2 Gastos com pessoal 31∕12
6.2.2 Remuneração dos trabalhadores 8.500,00
a 4.6.2.2 Remuneração a pagar aos 8.500,00
trabalhadores
P∕pgto do salário
11 4.6 Outros credores 31∕12
4.6.2.2 Remuneração a pagar aos 8.500,00
trabalhadores
a 1.1 Caixa 8.500,00

b)

c) Balancete de Verificação Antes do Encerramento de Contas de Resultado

N˚ Contas Descrição Movimento Saldo


Debito Crédito Devedor Credor
1 1.1 Caixa 70.950,00 47500 23450 --------
2 1.2 Bancos 15.000,00 -------- 15.000,00 --------
3 2.1 Compras 15.000,00 ------ 15.000,00 ------
4 2.2 Mercadorias 25.000,00 ------ 25.000,00 -----
5 3.2 Activos Tangíveis 23.000,00 ------ 23.000,00 ------
6 4.1 Clientes 17.500,00 3.967,50 13.532,50 ------
7 4.2 Fornecedores 14.00000 15.000,00 ----- 1.000,00
8 4.5 Outros devedores 75.000,00 75.000,00 ------ -----
9 4.6 Outros credores 8.500,00 20.000,00 ---- 11.500,00
10 5.1 Capital ------ 75.000,00 ----- 75.000,00
11 6.2 l Gastos com pessoal 8.500,00 ----- 8.500,00 ----
12 6.9 Gastos e perdas 517,50 ----- 517,50 -----
financeiras
13 7.1 Vendas ----- 35.000,00 ---- 35.000,00
14 7.8. Rendas e ganhos -------- 1.500,00 ---- 1.500,00
financeiros
Total 272.967,5 272.967,50 124.000,00 124.000,00
0

Regularização de inventário

Descrição Debito Crédito


1 2.1 Compras 1.500,00
2
a 2.2 Mercadorias 15.000,00

15
P∕ Transferências de saldo
CI =Exstencias+Compr a−Existencias final
CI =25.000,00+15.000,00−0
CI =40.000,00

1 6.1 Custo de inventário


3
6.1.1 De Mercadorias 40.000,00
a 2.2 Mercadorias 40.000,00

d) Lançamento de Transferências para Apuração do Resultado do Exercício;

14 8.1 Resultados Operacional 48.500,00


a 6.1 Custo de inventário 40.000,00
a 6.2 Gastos com pessoal 8.500,00
P∕ Transferência
16 7.8 Rendas e ganhos financeiros 1.500,00
a 8.2 Resultados Financeiro 1.500,00
P∕ Transferência
15 7.1 Vendas 35.000,00
a 8.1 Resultados Operacional 35.000,00
P∕ Transferência
17 8.2 Resultados Financeiro 517,50
6.9 Gastos e perdas financeiras 517,50
P∕ Transferência
18 8.3 Resultados correntes 13.500,00
a 8.1 Resultados Operacional 13.500,00
P∕ Transferência
19 8.2 Resultados Financeiro 982,50
8.3 Resultados correntes 982,50
P∕ Transferência
20 8.8.Resultados liquido 12.517,50
8.3 Resultados correntes 12.517,50
P∕ Transferência

e) Balancete de Verificação Final em 31/12/X1

n˚ Contas Descrição Movimento Saldo


Debito Crédito Devedor Credor
1 1.1 Caixa 70.950,00 47500 23450 --------
2 1.2 Bancos 15.000,00 -------- 15.000,00 --------
2.2 Mercadorias 40.000,00 40.000,00 ------- -----
3.2 Activos Tangíveis 23.000,00 ------ 23.000,00 ------
4.1 Clientes 17.500,00 3.967,50 13.532,50 ------
4.2 Fornecedores 14.00000 15.000,00 ----- 1.000,00
4.5 Outros devedores 75.000,00 75.000,00 ------ -----

16
4.6 Outros credores 8.500,00 20.000,00 ---- 11.500,00
5.1 Capital ------ 75.000,00 ----- 75.000,00
6.1 Custo de inventário 40.000,00 400.000,00 -------- ------
6.2 Gastos com pessoal 8.500,00 8.500,00 -------- ----
6.9 Gastos e perdas 517,50 517,50 ------ -----
financeiras
7.1 Vendas 35.000,00 35.000,00 ------ ---------
7.8. Rendas e ganhos 1.500,00 1.500,00 ---- -------
financeiros
8.1 Resultados 48.500,00 48.500,00 ------- -------
Operacional
8.2 Resultados 1.500,00 1.500,00 ------ -----
Financeiro
8.3 Resultado corrente 13.500,00 13.500,00 ---- -----
8.8 Resultados líquidos 12.517,50 ----- 12.517,50 -----
Total 385.484,5 385.484,50 87.500,00 87.500,00
0

f) DRE - Demonstração de Resultado do Exercício - Período 01/12/X1 a 31/12/X1

Volume de vendas………………………………………………………….35.000,00

Custo de inventário……….……………………………………..………….40.000,00

Lucro Bruto………………………………...……………………………….(5.000,00)

Despesas

Remuneração…………………………………….………………………… (8.500,00)

Gastos e perdas financeiras………………………...………………………. (517,50)

Rendimentos e ganhos financeiros……………………………...…………...1.500,00

Lucro antes de impostos…………………………………………..………. (12.517,50)

Imposto………………………………………………………………………… 0

Lucro liquido……………………………………………………………… (12.517,50)

g) Balanço Patrimonial em 31/12/X1.

Rubricas 1XX
Activos
Activos não correntes
Activos Tangíveis 23.000,00
Activos correntes

17
Activos Biológicos
Clientes 13.532,50
Outros Activos financeiros
Caixa 23.450,00
Banco 15.000,00
Total dos activos 74.982,00

Capital próprio e passivo


Capital próprio
Capital social 75.000,00
Total Capital próprio 75.000,00

Passivo não correntes


Passivo correntes
Fornecedores 1.000,00
Outros credores 11.500,00
Resultado liquido (12.517,50)

18
1.1 1.2 2.1

(2) 50. 000, 00 (3) 12500 (4) 15. 00,00 Sd: 15. 000, (4) 15. 000, Sd: 15. 000,
(5) 17. 5000, 00 (6) 5. 000 00 00 00
3. 450, 00 (8) 7. 500
(9) 15. 000
8. 500
Sd: 23.450
70. 950, 00 70. 950, 00 15. 000, 00 15. 000, 00 15. 000, 00 15. 000, 00

2.2 3.2 4.1


(2) 25. 000, 00 Sd 25. 000, 00 (3) 23. Sd: 23. 000, (5) 17. 500 (7) 3. 967
000,00 00 Sd: 13. 532, 50

(12) 15. 000, (13) 40. 000, 0 23. 000, 00 23. 000, 00
00
25. 000, 00
40. 000, 00 40. 000, 00 17. 500, 00 17. 500, 00

4.2 4.5 4.6


(6) 5. 000, 00 (4) 15. 000, (1)75 000, 00 (2) 75 000, 8. 500, 00 11.500, 00
(8) 9. 000, 00 00 00 11. 500, 00 8.500, 00
(sc) 1000
15. 000, 00 15. 000, 00 75. 000, 00 75. 000, 00 20. 000, 00 20. 000, 00

19

Você também pode gostar