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Aventura e Conflito em Undertale RPG

Os jogadores encontram Sans, um esqueleto que faz piadas, na entrada da Cidade Nevada. Eles exploram a cidade, onde alguns vão a restaurantes e outros visitam a casa de Sans e Papyrus. Celeste descobre flores que ecoam conversas do passado.
Direitos autorais
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Aventura e Conflito em Undertale RPG

Os jogadores encontram Sans, um esqueleto que faz piadas, na entrada da Cidade Nevada. Eles exploram a cidade, onde alguns vão a restaurantes e outros visitam a casa de Sans e Papyrus. Celeste descobre flores que ecoam conversas do passado.
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STORYTALE

UNDERTALE RPG
VOLUME
I
Sumário
RPG UNDERTALE ROTEIRO..................................................................................... 3

CAPÍTULO 1 – A QUEDA ........................................................................................... 3

CAPÍTULO 2 - A CIDADE NEVADA............................................................................ 5

CAPÍTULO 3 – FASE DE TREINOS ........................................................................... 9

CAPÍTULO 3.1 - O LABORATÓRIO VERDADEIRO ................................................. 13

CAPÍTULO 4 – UM ENCONTRO ENIGMÁTICO ....................................................... 18

Capítulo Especial – O passado dos humanos e monstros ........................................ 23

CAPÍTULO 5 – O ÚLTIMO CAMINHO ...................................................................... 32

Créditos ..................................................................................................................... 37

JOGADORES ............................................................................................................ 37

APOIADORES........................................................................................................... 37
RPG UNDERTALE ROTEIRO

CAPÍTULO 1 – A QUEDA
Após a história, os jogadores, já se conheciam, estavam caminhando em uma
floresta em caminho para o suposto Monte Ebbot. Eles tiveram que caminhar uma
grande trilha que chegava até a entrada de um grande morro, onde uma ponte de
pedra feita naturalmente estava estendida até o meio. Parece que a outra metade da
ponte foi quebrada. Assim que os jogadores caminham pela ponte, ela começa a
rachar e começar a cair. Assim que eles caem, eles desmaiam. Portanto, ao
acordarem, eles se encontram em uma cama de flores douradas, confusos com o
local. Mais à frente, haveria uma pequena estradinha onde levava até uma entrada.

Assim que chegam, haveria um lugar


diferente. Haveria um grande canteiro de flores,
porém de flores coloridas. Elas eram bem bonitas e
bem cuidadas. Após isso, os jogadores começam a
escutar sons de passos que era ecoado pela
caverna. Era o próprio Asriel Dreemurr. Asriel
Dreemurr foi muito bondoso com todos os humanos,
os acalmando pela situação e apresentando-se.
Após isso, ele começou a leva-los até um local seguro. Até a entrada das ruinas.

Após chegarem nas ruínas, eles perceberam que era uma grande cidade,
totalmente diferente do que eles já viram. Era uma grande cidade com um clima bem
agradável e alegre. Asriel deu-lhes a liberdade para poder explorar a cidade.

Registro:

➢ Shuraiya e Mori venderam pamonhas e ganharam 20 de Gold no


total.
➢ Celeste e Vic foram ajudar Asriel a fazerem as comidas.
➢ Karina e Italo ajudaram uma moça nas vendas a poder organizar as
coisas da mudança.
➢ Nico matou um monstro e ficou com 2 de L.O.V.E (+1 em todos os
atributos menos em CARISMA)
Assim que eles voltam de sua exploração,
Asriel abre a porta e convida-os para entrar na
casa. Após eles terem comido a doce torta de
caramelo e canela que o Vic e a Celestine ajudaram
a fazer. Nico estava olhando a casa e acabou
encontrando um grande quadro mostrando a família
real. O quadro continha a imagem de sua mãe,
Toriel, seu pai Asgore, ele e seu irmão Chara. Com
isso, ele disse que nessa época, Asgore era mais
pacífico. Porém, por causa de sua ira sem fim, ele
abandonou a casa e com isso, ao passar de um
tempo, Chara decidiu sair para poder trazer Asgore
de volta. Ao passar do tempo, boatos começaram a
se espalhar pelo reino, de que seu irmão morreu. Após contar a história Asriel pediu
para que eles fossem dormir pois estava tarde, e assim aconteceu. Eles foram dormir.

Após acordarem, eles escutaram alguns barulhos abaixo de onde eles


estavam. Com isso, todos acordaram e foram ver o que estava ocorrendo. Com isso,
ao chegarem lá, estava Asriel virado de frente para a porta. Com isso, Asriel disse:
- Não posso deixar que vocês passem por aqui. Através dessa porta, estará o
resto do subsolo, fora das ruínas. Percebo que vocês querem muito irem em bora
daqui. Mas eu não posso permitir. Provem para mim que são fortes o suficiente para
passarem dessa porta e sobreviverem ao subsolo.

Com isso, iniciou-se uma luta com os 7 humanos contra Asriel. Alguns lutaram
contra ele, os outros optaram em usar a lábia para poder parar a situação. E de fato
conseguiram. Eles convenceram Asriel de que lutar não valia apena pois eles tinham
a vida deles fora do subsolo. Com isso, triste, mas aceitou a situação, o guardião das
ruínas permitiu que eles pudessem sair daquele local.

Porém...o inesperado ocorreu. Nico estava lá ainda, foi o último a sair. Asriel,
que olhava para a porá observando os outros indo em bora, foi recebido com um golpe
em cheio de uma estaca que o pequeno garoto segurava. Em seguida, Asriel olhou
para ele dizendo “Foi como eu pensei...eu não estava protegendo-os de Asgore...eu
estava protegendo-os...DE VOCÊ!”. A única coisa que restou no local, era apenas um
amontoado de poeira que ficou sobre sua roupa.
Voltando ao grupo que chegou ao fim do corredor, Nico chegou depois de todo
mundo, dizendo que ele tinha pegado o chapéu com o Asriel. Eles abriram a porta e
então, notaram que tinha uma grande floresta cheia de neve. Com isso, eles só
seguiram em frente. Não demorou muito para acharem um grande portão, onde eles
não conseguiriam passar. Um galho no solo foi quebrado e, ao olhar para trás eles
não conseguiram achar nada. Mas, ao voltar a atenção para o portão, uma voz atrás
dele ecoou pelo local, dizendo: “Pelo visto, vocês não sabem cumprimentar um novo
amigo [...]”.

1. Nico matou Asriel traiçoeiramente. Ganhou +1 de L.O.V.E


adicionando +1 em todos os atributos.

CAPÍTULO 2 - A CIDADE NEVADA


ITENS QUE POSSAM SER ACHADOS NESSE LOCAL:

➢ Luva forte (Verificar o livro);


➢ Alimentação que recupera HP;
➢ Gold.

Sinopse / resumo do capítulo anterior.


Os jogadores adentraram o subsolo após terem lido nos livros sobre a tal lenda
do passado, a guerra entre humanos e monstros. Eles conheceram um enorme ser
Cabra Bípede chamado de Asriel Dreemurr, que era o príncipe daquele local, cujo seu
passado é carregado de tragédia e brigas familiares e a perca de seu irmão adotivo
denominado de Chara Dreemurr. Visto seu histórico passado das quedas dos
humanos, o príncipe adquiriu um enorme sentimento de proteção, fazendo e
chegando até a tentar obriga-los a manter a estadia naquele lugar, dentro das Ruínas.
Depois de tentarem sair daquele local, eles descobriram que Asriel estava tentando
selar a porta que levava para o resto do subsolo. Visto que o príncipe percebeu que
não haveria como mudar a ideia deles, então iniciou-se um embate para todos
demonstrassem sua força para sobreviver ás adversidades do subsolo.

Por mais que eles tiveram a opção de até mesmo matar o próprio Asriel, eles
optaram por serem pacifistas e resolverem na base da conversa (por mais que alguns
foram na base da violência). Asriel viu o erro que havia cometido e deixou aqueles
jovens serem livres dando-lhes um último abraço.

No capítulo atual, os jogadores se encontram a frente de um grande portão


juntamente com um ser que havia falado com eles no fim da seção passada.

- Vocês não sabem como cumprimentar um novo amigo? Vire-se e aperte


minha mão (escolher um dos jogadores para que esse ser tenha interagido)

Quando o player interagir, eles escutaram um longo som de pum que viria sobre
sua mão.

- A velha pegadinha de pum na mão, é sempre engraçada. Eu acho - Disse o


ser.

Era um ser esquelético que em sua


mão esquerda, segurava uma xícara
de café. Tinha um sobretudo cinza
onde em usa manga direita na parte do
antebraço da roupa haveria um "S". Por
baixo uma camisa social cinza clara
acompanhado de uma gravata
vermelha. Ele era bem sorridente e
tinha um olhar bem calmo.

[As interações (perguntas e respostas) serão feitas pelos jogadores e


registradas abaixo]

Sans então deu a deixa, eles conversaram e se conheceram. Sans ficou bem
feliz por acharem humanos com o mesmo senso de humor dele. Após de ele ter aberto
o portão, todos passaram. Após chegarem em Snowdin, eles se separaram para poder
se divertir e explorar o local. Nico e Mori foram até o restaurante da Muffet para
poderem comer. Italo e Karina foram até a casa do Sans e do Papyrus, invadindo o
local. Eles quase foram pegos pelo Papyrus e pelo Monster Kid, porém, Papyrus disse
que eles eram apenas monstros em fantasias de humanos pois o halloween. Celeste
ficou com o Sans, onde eles saíram para poder conversar.

Resumo dos acontecimentos só para o mestre:


• Celeste descobriu a existência das Echo Flowers. Ela descobriu
que Chara e Sans tiveram uma conversa, onde Sans deu concelhos
para Chara para que ele não fosse impedir o pai dele de cometer
aquelas atrocidades, e que se Chara não voltasse, que Sans
considerasse que ele morreu e que cuidasse de seu irmão, Asriel.
• Nico e Mori foram comer no restaurante e Mori conseguiu o número
da Muffet.

(Aparência da Muffet)

Após eles se encontrarem, eles


conseguiriam ver no horizonte uma espécie
de um caminhão chegando. Karina e Italo
conseguiram perceber que era aquela
senhora coelha que eles as ajudaram nas
Ruinas. Ela os abraçou e eles ficaram felizes
que ela estava de volta. Eles a ajudaram a
descer as cargas por que ali estavam, afinal,
ali seria a nova confeitaria dela. Após
entrarem e comerem alguns doces, a dona
Coelha ficou em dúvida dizendo a eles:

- Olha...não sei se vocês viram o Príncipe


quando saíram, mas...eu achei isso aqui
quando eu estava vindo para cá. Eu estava a
procura do príncipe para pedir a permissão
de sair porém...eu só achei isso.

Ela mostrou a roupa que o Asriel usava, e ela estava cheia de poeira e com um
furo nas costas. Todos ficaram em choque do que aconteceu, mas Mori notou algo de
diferente no Nico. Quando Italo foi tentar tirar o Nico do transe, Nico o atacou e Italo
porém, Italo o segurou pelas costas e Mori olhou bem fundo dos olhos dele, sabendo
que tinha algo errado. Italo percebeu que tinha algo errado, ele olhou atrás de Nico e
notou o bastão dele quebrado, ou seja, caíram a ficha de que Nico matou Asriel. Sem
escapatória e com o poder tomando a mente da pequena criança, ele nocauteou Mori
e Italo e saiu correndo. O resto do grupo ficou lá para poder ajudar os amigos feridos,
portanto, Nico estava correndo.

Ao caminhar bastante, Nico encontrou Sans, com ele dizendo:

- Está feliz do que fez? Está satisfeito com o que fez? Você sabe que não irá ganhar
nada com isso...

Com isso, iniciou-se uma luta


entre os dois. Por mais que Nico
tinha uma grande habilidade, o
Sans se esquivava facilmente.
Com isso, quando Nico iria para
dar o “golpe final”, Papyrus deu um
golpe poderoso e letal em Nico,
fazendo com que ele falecesse.
“Papyrus não acreditou mais nele”.

Papyrus levou o corpo dele


junto ao sair. Todos ficaram com
um senso de vingança enorme. Com isso, Mori e Italo ficaram a sós para conversar e
aquele cachorrinho que Italo encontrou na casa do Sans e do Papyrus estava lá e
percebeu que eles queriam acabar com aquilo tudo. Então, ele conhecia alguém que
poderia treinar os jovens á usar magia. Então, ao falar para todo mundo, o pequeno
cachorro Luke os levou para ir até o local onde eles serão treinados.

Durante o caminho, eles passaram por adversidades, Undyne e Papyrus tentaram


os matar, porém eles conseguiram sobreviver. Ao chegarem em uma espécie de
corredor, eles viram uma espécie de uma cesta que tinha alguns guarda-chuvas onde
cada um pegou um. Caminhando ainda mais para seu destino, eles encontraram uma
estátua. Italo colocou o guarda-chuva na estátua onde começou a tocar uma música
em uma caixinha de música, onde começou a sair de dentro da estátua por meio de
uma flor Ecoante. Celeste sabia de quem eram as vozes. Era de Asriel e Chara.
Emocionados por escutarem a felicidade e a inocência dos dois irmãos quando eram
pequenos, eles não aguentaram e choraram. Após terem esvaziados a tristeza...eles
chegaram ao local onde eles iriam aprimorar seus treinos.
CAPÍTULO 3 – FASE DE TREINOS
Os jogadores se encontram na entrada da caverna. Ítalo jogou a Karina na
entrada da caverna achando que ali não era um local seguro, mas era sim apesar das
desconfianças. Ao entrarem na caverna, eles perceberam que ali era um grande local
de treino, onde havia vários bonecos de
treino que tiveram marcas de lanças e de
ossos, ou seja, Papyrus e Undyne já usaram
aquele local para treino. Eles ficaram
observando o local e encontraram uma
grande marreta onde estava apoiada em um
suporte. Mori tentou pegar a marreta, mas
ele foi recebido com um golpe de casco de
tartaruga que logo ele se levantava,
revelando ser Gerson, a Tartaruga Anciã Ex
capitão da guarda real do subsolo. Assim, os jogadores perguntaram para ele se eles
podiam aprender magia com ele. Tendo em mente disso, Gerson cita que ele já era
uma tartaruga velha que não lutava muito. Contudo, aceitou que iria treiná-los.

Gerson ordena que eles iriam até o campo de batalha e, ao chegar lá, ele
estava com a velha armadura da guarda real que ele usava, iniciando o embate. Os
humanos conseguiram se dar bem, mas todos saíram acabados da batalha. Gerson
olhava para eles e diziam que eles foram bem, mas que eles deveriam reconhecer os
limites deles se não eles iriam morrer se continuassem persistindo mesmo feridos.
Com isso, ele se virava e sairia para retirar a armadura.

Após um tempo, Gerson chegava com uma cesta de alimentos para todos
poderem recuperar suas energias. Todos recuperavam seu HP.
Gerson então se sentou e começou a contar
um pouco mais do passado, dizendo que ele
treinou a Undyne após a guerra entre os Monstros
e Humanos. Dizendo que a Undyne perdeu os
pais dela na guerra e que ele teve que retirá-la a
força do local por causa que eles haviam perdido
a guerra. Com isso, ele a treinou quando Asgore
deu o mandato para poderem criar uma guarda
real e Gerson ter tomado a linha de frente sendo
o capitão da guarda real. Mas que o tempo
passou e ele foi envelhecendo e perdendo as
forças não conseguindo lutar como antes. Assim,
ele fez os jogadores prometerem usar a magia
das almas deles pelo bem e que eles não devem se preocupar com ele quando saírem
dali. A cena se encontra com Gerson ficando junto com seus alunos perto para o
corredor de saída para o próximo local do subsolo dizendo “Como eu havia falado com
vocês, não se preocupem comigo apenas vão em frente e tentem libertar nosso povo.
Não voltem nunca mais para cá, a guarda real está ficando mais ativa. Se cuidem
garotada, confio em vocês”.

Todos agora poderiam utilizar o poder de suas almas,

Todos agora ganharam +2 de vantagem em qualquer roll,

Karina achou os sapatos de balé no caminho.

Quando eles saíram, Gerson voltou para onde ele ficava trabalhando, ficou
pensando que ele havia cometido um crime olhando para uma câmera de segurança.
Após isso, dois membros da guarda real apareceram onde Gerson estava, dizendo
que o que ele fez foi um crime. Mas Gerson dizia que via pelo menos um pouco de
esperança nos humanos, com isso, os guardas reais sabiam que aquilo era um grande
crime, afinal, foi por causa da magia dos
humanos que eles estavam presos naquele
local durante décadas. Com isso, os
guardas o neutralizaram.

Com isso, após caminharem muito,


eles chegaram na região de Hotland, onde
ao horizonte eles puderam ver um grande
laboratório. Luke, o pequeno cachorrinho
que sempre os acompanha e que estava na
bolsa de Karina, apresentou o lugar para
eles dizendo que aquelas eram as terras quentes de Hotland. Eles adentraram e, após
bater na porta, ao abrir, uma humana apareceu, esta era Alphys. Eles chegaram a
perguntar como ela estava lá, intacta, sem sofrer nenhum problema. Alphys disse que
ela foi a única humana aceita pelos monstros devido ao seu alto conhecimento sobre
a ciência e tecnologia, além de que ela também tinha amigos monstros que sofreram
nas mãos dos humanos. Eles exploraram o local e descobriram que ela era fã de
anime. Eles também descobriram de que o Sans trabalhava junto com a Alphys como
um investigador.

Conversa vai e conversa vem e eles saem do local. Após uma longa caminhada
eles encontram o centro de alimentação do Grillbys. Ao entrarem lá, eles não só veem
o Grillby como também Papyrus cercado por um monte de fãs querendo autógrafo
dele. Os jogadores chegaram a se sentar junto com o Papyrus e até mesmo bateram
um papo com ele, perguntando pra ele como ele estava se ele conhecia alguns dos
guardas reais que trabalha com ele, mas...Papyrus ficou apenas olhando para a mesa
enquanto bebia uma bebida alcóolica. Não respondia a muitas perguntas e apenas se
retirou do local após pagar a sua bebida e a dos jogadores que ali estavam presentes.
Assim, Papyrus some e eles seguiram em frente para achar a saída do subsolo.
Contudo, enquanto andavam pela estrada que os levariam para o centro do subsolo,
eles se depararam com nada mais nada menos do que Papyrus. Karina, que já estava
nervosa com a situação devido a morte do Gerson, cerrou e estralou os punhos,
enquanto olhava para ele se aproximando. Papyrus parecia que mantinha uma feição
meio triste, porém séria. Karina chegou até mesmo a tentar convencer o Papyrus de
que o que ele estava fazendo era o errado. Papyrus chegou a lacrimejar...sangue? É,
pois bem, a luta prosseguiu mesmo com Papyrus segurando a angustia em seu peito.
Mori tentou convencer Papyrus a tentar parar de lutar, mas não adiantou e o Guarda
Real lançou um ataque mortal para cima de Mori. No entanto...Ítalo pulou na frente do
golpe. Mori viu aquela cena diante de seus olhos de um grande amigo se sacrificando
para a sua sobrevivência. O sangue do mesmo derramando sobre o rosto de Mori era
algo chocante e traumatizante. Com isso, Karina apenas caiu em mar de lágrimas
quando ouviu o único membro de sua família que a entendia dizer “desculpas” após
sofrer o ataque letal que custaria sua vida. No entanto, Vic, que via a cena, ficou tão
irado quanto eles, onde uma arma dourada surgiria em sua mão, lançando apenas
uma única bala, a bala da justiça, olho por olho, dente por dente, matando Papyrus
com apenas um tiro. Assim que Papyrus caiu no chão, pela ira, Karina não pensou em
mais nada além de espancar aquele saco de ossos morto no chão e até mesmo jogá-
lo na lava de hotland. Um detalhe interessante é que, quando Papyrus matou aquele
humano, ele ficou parado, ele não teve nenhuma reação, apenas ficou de cabeça
baixa e aceitou sua morte sem revidar, o que, para um renomado guarda real, ele
deveria tomar atitude logo, mas, diferente da situação em que ele agiu quando matou
o Nico, essa ele apenas aceitou seu destino na morte considerando aquilo que Karina
havia lhe falado “Você está fazendo o errado e você sabe disso”. Foram longos e
longos minutos de prantos e tristeza, com Mori se culpando pela morte de seu amigo.
Mas no fim, eles apenas se levantaram, com Karina carregando o corpo de Ítalo
dizendo “Ele não merece ser enterrado nesse lugar. Ele vai sair desse lugar junto com
a gente não importa o quão pesado possa ficar. ”

Cortando a cena, Alphys e Sans estariam olhando toda aquela cena por meio
das câmeras do laboratório. Claro, Sans ficou irado por ter seu irmão morto pelas
mãos daqueles humanos. Como ele havia dito uma vez para Celeste “Eu já desisti de
tudo já faz muito tempo. Você sabe Alphys o motivo de ele ter agido daquela forma.
Papyrus sempre foi um garoto legal, sempre foi alguém animado e otimista sempre se
importando com o bem dos outros. Mas desde que a Undyne começou a trata-lo de
uma forma diferente para ele ser recrutado, ele começou a agir mais estranho, ele
começou a ser menos animado, começou a ser mais agressivo e até mesmo a beber
bebidas alcóolicas. Alphys, ele queria fazer de tudo para ser um guarda real para nos
tirar dessa situação. Ele se deixou tomar o tiro. Aquilo não foi uma “justiça” cometida
pelo garoto. Foi um suicídio da parte de meu irmão pois achou que na situação que
eles estavam, aquilo era irreversível. Alphys...atrase-os o quanto puder e fique de olho
nas câmeras do último corredor. Mais cedo ou mais tarde eu os encontrarei. ”

Alphys apenas aceita e voltou a fazer seu trabalho enquanto Sans apenas
sumiria.

CAPÍTULO 3.1 - O LABORATÓRIO VERDADEIRO


Todos que estariam lá no local, de frente com o Hotel MTT, de repente, Celeste
recebeu uma mensagem em seu telefone no qual era uma mensagem da própria
Alphys dizendo “Vocês ainda não observaram tudo. Voltem ao laboratório”. Com isso,
Celeste resolveu fazer uma dupla com Vic no qual ambos concordaram em ir ao
laboratório da Doutora Alphys. Ao chegarem no local, eles encontraram um bilhete
onde estava escrito “eu vejo o quanto vocês se esforçam para poder libertarem os
monstros, contudo, se vocês quiserem realmente isso, vocês ainda precisam observar
tudo do laboratório. Entre pela porta a sua direita e descubram tudo. ”

Quando eles entraram, era um elevador, na qual quando eles entraram e


apertaram o botão para descer o elevador, o elevador começa a desabar, ele começou
a cair ocorrendo em um desastre no elevador. Com isso, quando a porta abre, eles
viram um grande laboratório antigo, com várias papeladas jogados nos lugares.
Contudo, enquanto eles andaram pelo local, uma silhueta aparecia revelando ser uma
garota cujo o cabelo tampava os olhos e de dentes afiados. Nisso, eles começaram a
interagir e descobriram que esta personagem tinha alguma relação com o Papyrus e
ela estava nervosa com a presença de ambos. Com isso, Susie, a garota que estava
no local, ameaçou a eles para saírem do local. No entanto, Quando Celeste e Vic
puxaram as armas Celeste se colocou na frente dos dois para que eles não pudessem
brigar dizendo que ambos perderam pessoas importantes de ambos os lados. Com
isso, eles ficaram em “paz” com Susie os vigiando enquanto eles andavam. Eles
encontraram alguns registros cujo revelavam coisas importantes sobre o local e até
mesmo sobre o passado.
Com isso, após um tempo caminhando, eles entraram em uma sala onde havia
uma neblina. Celeste foi puxada e nisso ela conheceu Thimoty Tails, o irmão de Sans
e Papyrus. Com isso, eles tiveram uma grande conversa onde Thimoty disse que ela
era a única garota cujo tinha um grande senso de pacifismo. Mas que ele queria matar
os outros humanos, contudo Celeste insistiu para que ele não fizesse isso e que lhes
darão uma chance, contudo mas que eles deveriam tomar a atitude certa se não, eles
iriam morrer. Após terem conversado Thimoty a levou novamente para fora.

Após eles terem se encontrado, Vic


apenas viu uma silhueta que o arrepiou até
a alma que sumiu em questão de
segundos.

Continuando, assim que eles se


juntaram, eles perceberam que ali havia um
grande corredor em destaque cujo
conforme se aproximava pela porta, ela iria
ficando com um brilho mais vermelho.
Nisso, Susie sabia o que estava
acontecendo ali e correu para a sala e viu
que a alma vermelha estava muito instável
tremendo bastante. Susie tentou concertar
aquilo mexendo nos computadores, mas infelizmente não estava dando certo.

Dentro do espaço onde Nico se encontrava, estava tudo negro. Era como se
fosse uma espécie de void onde ele sentia os pecados dele rastejando pelas costas
do mesmo. Nisso, enquanto caminhava ele encontrou um ser de costas para ele
olhando para o vazio. Nisso após se aproximar ele sentiu o medo tomando sua alma
e se afastou. Quando ele perguntou “quem é você? ” O ser se virou e disse...
“Saudações, eu sou Chara. ”

Chara então começou a explicar


sobre o que estava acontecendo. Chara
disse que eles estavam sobre o mesmo
plano dentro da alma que era da Chara e
que ela disse que para permanecer ali que
ela precisava tomar o controle que era dela.
Nisso, ambos os dois começaram a lutar
pelo controle da alma da Determinação. A
luta ocorreu. Com isso, Nico acabou
perdendo a luta quase morrendo, mas
Chara lhe ofereceu um contrato.
“Eu lhe ofereço um contrato. Eu posso deixar você viver e você usar minha alma no
seu corpo. Contudo, eu posso tomar o controle do seu corpo quando quiser e você
não poderá matar ninguém sem minha permissão. Sem falar que se você tentar
machucar alguém eu irei interferir e tomarei seu corpo para mim para sempre. ”

Com isso, Nico aceitou o contrato. A sala do laboratório tremeu e Susie junto
com Celeste e Nico saíram correndo dali. Ocorreu uma pequena explosão e Nico
estava de pé. O corpo de Chara havia sumido. Nico ficou andando pelo laboratório
verdadeiro na busca de quem estaria lá. Quando ele os achou, a Susie já convocou
seu machado para proteger eles. Mas com isso, Nico continuou provocando a Susie,
o que ocorreu da Susie para lançar o machado em Nico. Portanto, Thimoty apareceu
para impedir o golpe redirecionando o machado para outro lugar. Nisso, Thimoty usou
a própria cauda para poder enforcar o Nico. Com isso, ele deu duas opções para poder
acabar com aquilo: Ou ele para de ter aquelas ideias genocidas ou ele continua e
morre. Thimoty soltou Nico mas, Nico ainda mandou que não gostava dos monstros e
que ele já tinha um objetivo em mente. Contudo, Vic se levantou e se aproximou de
Nico dizendo “para de ser retardado” com uma continuação complementando para ele
parar com aquilo. Mas Nico apenas saiu andando. Susie telefonou para Alphys para
que ela chegasse até o laboratório para poder levar a Susie para casa. Nisso Susie
contou tudo o que aconteceu no local e Alphys repassou isso para o Sans.
Porém, quando Sans recebeu o aviso, ele estava em uma parte de sua casa
onde já fazia muito tempo que ele não aparecia no local. Esse local se situava atrás
de sua casa. Nisso Sans disse “Pelo visto as coisas estão voltando ao normal. Mas
ainda assim, sinto que algo irá ocorrer. Estou fazendo o certo? ”

Este respondeu “sim, claro que está. É melhor se precaver do que arriscar. Não
se preocupe, estarei observando tudo, meu filho. ”

CAPÍTULO 4 – UM ENCONTRO ENIGMÁTICO


Mori e Karina nesse exato momento estão parados a frente do Hotel MTT onde
eles haviam se separado do grupo para que Vic e Celeste pudessem ver o que estava
acontecendo no verdadeiro laboratório. Com isso, ambos os dois entraram no Hotel.
Karina olhou perto da fonte do hotel e observou que ali tinha algumas moedinhas e
ela as pegou e guardou.

Karina ganhou 10G


Eles iriam até o local onde ficava a praça de alimentação. Quando eles estava
lá, estava tudo vazio ah não ser de que Mori percebeu que o Sans estava ali. Os três
estariam conversando com o Sans enquanto ele perguntava como estava a estadia
deles ali no subsolo. Mori ficou tendo uma boa conversa com eles dizendo que estava
ruim a estadia no local devido aos acontecimentos que tinham ocorrido recentemente.
Nisso, Mori para tentar apaziguar a situação, apresentou o osso que ainda restava do
irmão de Sans dizendo que era para ter um “enterro bonitinho”. Porém, a única coisa
que o Sans disse “obrigado por guardarem os restos mortos de meu irmão.” E assim
ele sumiu.

Após terem passado por aquela situação


tenebrosa, a Karina saiu do estabelecimento e
seguiu juntamente de Mori para o The Core. No
entanto, eles viram que ali haveria um segundo
caminho para a entrada de um show, onde ali
estava ocorrendo o show de Napstaton e
Metaton. Não haveria guardas ali então eles só
entraram no meio da multidão. Ao chegarem no
local, eles estavam andando ao meio dos
monstros do local até que o Mori chegou a ver
que o Nico estava ali no local, no meio da
multidão. O garoto Mori avisou a Karina sobre
ele estar lá e vivo e então eles foram segui-lo.
No entanto, quando se aproximaram do palco,
os holofotes apontaram para os dois, focando apenas neles. Quando eles notaram
aquilo, tentaram fugir, mas os monstros
barraram o caminho. Com isso, Mettaton
disse assim “se vocês quiserem passar
daqui, subam no palco e comecem a
dançar junto comigo”. Assim eles fizeram.
Ao subirem ao palco eles começaram a
dançar junto com Mettaton. No entanto o
objetivo principal do Mettaton era capturar
os dois. Mas...enquanto ocorria a tal
“dança”, o robô percebeu que, nas oportunidades de ataca-lo, eles não atacaram.
Nisso, notou que eles eram diferentes do que os rumores diziam e passou a agir de
forma pacífica com eles. No entanto, Napstaton ficou meio irritado e disse que queria
deixar as coisas mais divertidas. Ele trocou a música e suas pistas de música
começaram a flutuar juntamente com ele. E nisso, Napstaton começou a ataca-los
com tudo o que ele tinha devido que ele estava irritado. No entanto, Karina e Mori se
juntaram e começaram a dançar conforme ele atacava com ambos se esquivando da
maioria dos ataques de Napstaton por meio da dança! Ele ficou no seu ápice do ódio,
segurando os dois pela manga da camisa e levantando os dois dizendo “VOCÊS
DEVERIAM MORRER! VOCÊS HUMANOS SÃO UMA ESCÓRIA! OLHA O QUE
VOCÊS FAZEM COM NOSSO POVO E PENSAM QUE IRÃO SAIR ILESOS?! NÃO!
EU VOU MATAR VOCÊS!”.
Porém, Mettaton interrompeu e
salvou os dois da mão de
Napstaton, fugindo com os dois
enquanto o DJ ficou perplexo
com a situação. Metatton
deixou os dois seguros no
caminho pro The Core pedindo
para eles se cuidarem e saiu dali. Mettaton voltou para o local onde Napstaton estava
e conversou com ele sobre ele ter agido daquela forma. Napstaton entendeu a
situação, mas ficou preocupado por causa da guarda real. Mettaton disse que era
necessário, mas que iria fazer de tudo para que os dois iriam se sair bem.

Ao ficarem na porta pro


The Core. Nisso, eles notaram
que Thimoty estava lá,
encarando os dois com sua
pupila vermelha ativa. Eles
tiveram uma conversa que
resultou que o Thimoty os
perdoou, mas com duas
condições: Que eles
libertassem os monstros do loca e que não fizessem aliança com o Nico. Assim, eles
seguiram em frente ao The Core.
Ao seguirem o The Core, eles notaram a fisionomia de dois Guardas com
aparência de demônio estavam lá tampando a saída. Thimotty ficou atento com a
situação e seu olho brilhou novamente. (Um detalhe importante, nesse momento,
Celeste e Vic haviam chegado no momento) uma voz feminina ecoou pelo local, onde
ao ver, um ser de armadura caiu onde ao
reconhecer era nada mais nada menos
do que a própria Undyne. Thimoty e
Undyne ficaram discutindo sobre a
questão da luta que aquilo não tinha
necessidade e tals. Então, Undyne não
os escutou e assim começou o embate
entre todos eles. No entanto, devido ao
nível que eles estavam, eles decidiram
usar a lábia ao invés de tentarem lutar
visto que eles estariam em grande desvantagem. No entanto, Thimotty conseguiu
paralisar Undyne com seus ossos azuis. Undyne nesse momento se sentiu muito
humilhada vendo que seu aprendiz acabou superando-a na estratégia. Ela então
escutou o que Thimoty dizia, onde o pequeno
esqueleto exclamava que se fosse pelo bem e
a união dos monstros e dos humanos ela
deveria estar do lado deles já que também sua
esposa, Alphys, era uma humana. Então,
Undyne apenas deixou de lado a humilhação
que sentia e abriu caminho para eles passarem.
NO ENTANTO, antes de eles se querem pisar
para irem até a rota final do subsolo, eles foram
parados por um garoto que viria chegando
gritando. Era um garoto labareda bem parecido
com o Grillby. Sua chegada era mais para
buscar alguém. Tino, que era o filho de Grillby,
foi enviado pela Muffet para que ele fosse até o
Hotel MTT para que eles pudessem ter um encontro. Envergonhado, Mori assim foi
só que o pessoal foi atrás para ver como iria ser. Quando Mori chegou lá no local (que
era um dos restaurantes comandado pelo Grillby, ou melhor, o restaurante principal
onde ele era o Dono). Ao chegar lá, Mori apenas viu sua futura amada observou-a que
ela estaria muito linda. Aquilo mexeu com o coração dele. Nisso conversa vai e
conversa vem e os dois foram se entendendo, o Tino estava ajudando-o com o
encontro e acabou que tudo deu certo! Porém...deu certo até demais. Acabou que no
final, o encontro acabou terminando no quarto.

De forma resumida, no dia seguinte o Mori acordou no Hotel onde seus amigos
(menos Timoty que estava acordado) eles haviam dormido ali até que acordaram bem
curiosos sobre o que aconteceu, mas claro, Mori não precisava citar todos os detalhes.
Nisso, Muffet que acordou também o chamou para um canto apenas para dizer que
ele seria papai. Ela estava grávida dele e que poderia ser até cinco filhos. Mori ficou
perplexo, mas ele chegou a ficar feliz pelo que
ocorreu e então eles fizeram uma promessa onde
ambos os dois iriam morar juntos quando eles
saíssem do subsolo após seu grupinho de amigos
quebrarem a barreira. Com isso tudo, Mori voltou,
se preparou para seguir sua jornada com seus
amigos e foi. Só que quando eles estavam para
pisar na ponte para poderem sair para o resto do
subsolo, Karina em específico escutou uma música
conhecida (Memories Undertale OST). Ela ficou
procurando de onde viria aquela música e, ao
procurar de onde viria, no jardim, ela notou que tinha uma...Echo Flower? Mas não
era uma Echo Flower comum. Ela se mexia. Quando ela se virou, Karina notou que
essa flor tinha um rosto.

- K-karina?! Vocês ainda estão aqui pensei que tivessem ido em bora! Sou eu!
Asriel Dreemur!

Todos ficaram emocionados por saberem que Asriel estava vivo! Eles
perguntaram para o Timotty sobre como aquilo teria ocorrido e, Timotty disse que ele
era o resultado de um experimento da Alphys. Nisso, uma ideia surgiu na mente deles:
irem até o laboratório da Alphys para poderem achar uma maneira de trazer o Ítalo de
volta. E assim eles foram! Colocaram Asriel em um vasinho de flor e eles foram até lá.
Só que quando eles os chegaram perceberam que Alphys estava trabalhando em um
projeto. Quando eles viram esse projeto era na verdade o próprio Ítalo em formato
Ciborgue bem parecido com o Napstaton e o Metatton. Karina ficou de olhos
arregalados e lacrimejando, abraçando-o no mesmo instante. Após a grande emoção,
todos eles seguiram em frente para poderem ir até o destino final que iria definir o
futuro dos humanos e monstros. Após passar muito tempo com eles caminhando,
passando por Hotland, passando pelo hotel, passando pelo The Core, até que, Mori,
Celeste, Karina, Vic, Asriel, Ítalo, Tino e Timotty estavam frente a frente com uma
estrada onde demonstrava uma grande cidade antiga. A estrada que iria os levar até
o destino final.

Capítulo Especial – O passado dos humanos e monstros


Olá, caro espectador. Vejo que você está ansioso para o último capítulo. No
entanto, durante sua jornada creio que vocês ainda tenham algumas perguntas.
Então, sente-se e aproveite a história que irei vos contar e vamos voltar a muitos anos
atrás.

A época onde humanos e


monstros estavam em harmonia era
chamada de “A época de paz”. Era
uma era tranquila, onde ambos
viviam sem preconceitos e sem
desavenças alguma. Era como se
todos fossem de uma única raça.
Ambos se ajudavam nas suas
plantações, em seus comércios até
mesmo se declaravam parentes mesmo que não fossem do mesmo sangue. Era lindo
de se ver.
Ambos os lados tinham seu
representante. Indo para o lado dos
humanos tínhamos aquele que era
conhecido como “O Governante”,
aquele que era conhecido como o
Rei dos seres humanos. Este não
teve seu nome revelado então
apenas vamos dirigi-lo como “O
Rei”. De acordo com os humanos
que o aclamavam e veneravam seu
nome, ele era um guerreiro
lendário, que portava uma espada
descrita como a espada forjada
pelos melhores ferreiros e pelos
melhores magos, a espada capaz
de separar o bom do mal, aniquilar
qualquer ser existente com seus
golpes.

Do outro lado, temos o representante dos monstros, Artorius Dreemurr. Pois é,


achou que eu ia falar diretamente do Asgore, mas não, Artorius era o Pai de Asgore.
Porém, ele já tinha seu reinado desde muitas e muitas gerações, já estava velho, não
conseguiria reinar direito e cuidar de seu povo. Então, como Asgore já estava casada
com Toriel, Artorius decidiu nomear seu filho como Rei antes de seu falecimento, que
seria sete dias depois após declarar seu filho como o novo Rei dos Monstros. Falando
um pouco de Artorius, ele era um rei gentil e humilde, passando seus ensinamentos
para seu filho Asgore de que, não importa o que acontecia, para que ele sempre
mantivesse DETERMINAÇÃO em seu coração, a JUSTIÇA para ser Rei e a
BONDADE para com seu povo. Artorius foi um grande rei durante seu reinado,
falecendo aos 952 anos. Asgore foi declarado rei aos 53 anos juntamente de sua
esposa, Toriel, que tomou o posto de Rainha aos 50 anos de idade. O reinado de
Asgore era idêntico ao reinado de seu pai, aplicando todos os conceitos que ele o
havia ensinado durante décadas e sempre demonstrando preocupação com seu povo.
Outro ser muito importante para a história, era Gerson, o melhor ferreiro do
mundo, aquele que construiu armas, espadas e até mesmo a armadura do próprio
Asgore e a Espada que o Rei dos humanos portava junto com os magos dos humanos.
Além disso, Gerson era um ótimo conselheiro, ajudando Asgore com decisões
importantes para com seu povo.

Okay, mas...e a guerra? Como ela ocorreu se houve a harmonia entre as duas
raças? Bom, ainda chegarei lá.

Havia uma outra família composta por monstros esqueléticos. Essa família era
chamada de “Família Wingdings.” Todos dessa família tem algo em comum: ou os
membros são dotados de um
QI extremamente alto ou eles
nascem com uma bondade
enorme. Pois bem, o
representante desta família é
W.D. Gaster (sendo W.D.
como a sigla para Wing
Dings). Pois bem, o por que
essa família é tão importante?
Digamos que, aqueles que
nascem dotados pelo QI
estão muito além da
compreensão de qualquer ser
existente. Ou seja, nessa época, Gaster já havia descoberto a tecnologia depois de
anos e anos de pesquisas e práticas. Com isso, ele era conhecido pelos humanos
como” O Bruxo”, mas de uma forma positiva já que aquilo estava os ajudando também.
Gaster também tinha uma companheira que era uma ser humana. Ela também é um
dos seres humanos que possuía uma grande inteligência. Ela se chamava Alphys,
com seus 17 anos. Ambos os dois estava trabalhando em um projeto secreto que só
seria revelado caso pudesse dar certo, se não, ele seria descartado. Projeto esse que
era a tentativa da existência dos Híbridos. Para que isso ocorresse, era necessário
que pudesse uma cobaia humana e uma cobaia monstro. Foram vários monstros e
vários humanos que pessoalmente aceitaram fazer parte desse experimento na busca
de ocorrer uma união fortificada entre ambas as raças. No entanto...esse experimento
foi falho. Na tentativa de os híbridos surgirem, infelizmente, deu errado. Os corpos
acabaram se fundindo e se derretendo. Isso, foi o início de uma pequena bola de neve
que logo mais tarde iria ocasionar em um problema enorme. Os familiares dos
monstros e dos humanos ficaram preocupados com o ocorrido e nisso, Gaster até
pensou em mentir, porém Alphys, juntamente com Asgore e Gerson, decidiram que
seria melhor contar a verdade para que, por causa da aliança que ambas as raças
tinham não fossem quebradas por causa de uma mentira. E assim ocorreu.

A reunião foi marcada com todos os humanos e o representante dos monstros


juntamente com Gaster. Nisso, todos os humanos estavam á espera do anuncio e...
assim eles contaram o que ocorreram. Aqueles humanos, cada um tinha uma feição
de tristeza juntada a ódio em seus rostos. Não dava para descrever a fúria que todos
aqueles estavam se sentindo e principalmente o Rei, que elevou sua voz em tom de
ira:

- Quer nos dizer então que vocês, que são inteligentes os suficientes para
fazerem essas suas...magias que vocês chamam de “tecnologia” não conseguiram
tomar cuidado para que os filhos e filhas de todos, inclusive MEU FILHO, não
morressem durante esse tal experimento?! Nós depositamos todas as nossas
confianças em vocês para que pudessem ocorrer isso!! E agora?! O que faremos?
Iremos sentar e chorar lamentando a perca de quem nós amávamos por culpa de
vocês?! Não! Isso não sairá em vão! A aliança terminou e irá se iniciar a guerra entre
nossas raças! Vocês irão se arrepender do que fizeram.

E assim, foi o estopim para que a guerra acontecesse. Na expectativa de que,


contando a verdade, que os humanos pudessem os entender, foi tudo inútil,
simplesmente os humanos ignoraram esse fato e assim foi declarado a guerra.

Foi questão de horas até que ocorresse a guerra e os soldados e magos do


grupo dos humanos pudessem entrar em ação. Gaster juntamente de Alphys agiram
guardando os projetos dos experimentos para que eles pudessem guardar e só
realizar quando tivessem tecnologia o suficiente para poder realizar sem grandes
riscos. Durante essa fase de “mudança”, haveria um pequeno ser ajudando-os. Esse
era Sans, o esqueleto. Sans faz parte da linhagem dos Wing Dings que nasceram com
o QI altíssimo, onde ele já estava sendo treinado por Gaster para ser um grande
cientista. No entanto, no laboratório onde eles ficavam para realizar seus
experimentos, a porta começou a ser batida de forma agressiva. Notando que era os
humanos que estavam tentando invadir o local, Gaster ficou no local para que pudesse
atrasar os humanos dando espaço para Alphys e Sans fugirem. No entanto, antes de
ir, Gaster deixou com Sans uma amostra de seu corpo, um pedaço de osso juntamente
com uma amostra de sua magia em um frasco com um bilhete nesse frasco “quando
olhar os projetos que você está levando, você irá entender para que serve esse
frasco.” E com isso, eles fugiram, com Gaster se sacrificando na mão dos humanos.
Nisso, os monstros se espalharam por todo o local para que eles pudessem se
encontrar algum dia e reestabelecer o império.

Durante a caminhada em uma das florestas, Sans e Alphys estavam abrigados


em uma pequena cabana que eles mesmos construíram para que pudessem
sobreviver ali até que algum monstro pudesse os encontrar.

- Sans...me perdoe por ter feito tudo isso. E-eu não queria que tudo isso
acabasse assim, eu tinha certeza que eu poderia fazer algo mas pela minha inutilidade
eu...

- Alphys, me escute. Diferente dos outros humanos, você é aquela que eu vejo
que possui um bom coração. Eu consigo enxergar em você que você é alguém
especial e de coração puro. Não se preocupe, eu estarei com você em qualquer
situação.

Alphys suspirou fundo e deu um pequeno abraço no Sans, se deitando sobre o


solo para poder dormir e descansar pelo longo dia cheio que tivera. Sans pelo
contrário, não conseguiria dormir. Ele passou a noite inteira vendo os projetos que seu
pai havia feito. Ele havia descoberto várias coisas e vários projetos que ele havia
colocado no papel, mas que ainda não executou. E principalmente uma coisa nova
para ele: as almas. Aquilo abriu a mente de Sans quando estava lendo.

Note o que estava escrito nesse registro deixado por Gaster:

“Entrada número 16. Descobri algo interessante enquanto eu e a Alphys


fazemos os experimentos. Descobrimos que algo se manifestou enquanto as cobaias
estavam adormecidas. Aquilo reagiria de forma estranha a cada atitude que nós
tomávamos. Claro, eu e a garota passamos a estudar isso enquanto o projeto dos
híbridos estava em processo. Entramos em uma seguinte conclusão de aquilo poderia
ser a alma que todos os seres carregavam. Simples, ela agia da mesma forma que a
cobaia que portava tal alma agia quando estava acordada. Então, a alma é a própria
culminação do ser. Algo interessante é que as almas possuíam cores diferentes, acho
que cada uma representava uma característica da pessoa. Até agora, consegui notar
que, dentre aquelas ali, no total seriam seis em que algumas se repetiam. Essas
seriam: Gentileza - Alma Verde., Perseverança - Alma Roxa., Integridade - Alma Azul.,
Bravura - Alma Laranja., Justiça - Alma Amarela. e Paciência - Alma Azul Claro.. No entanto

estou com uma dúvida, será que existe alguma alma vermelha? Bom, só sei de uma
coisa, o descobrimento das almas pode revolucionar o mundo inteiro.”

Sans ao terminar de ler, coçou a cabeça e suspirou fundo. Foi para tentar dormir
para que ele pudesse descansar a cabeça de tanta informação que ele havia recebido.

Dia seguinte, eles conseguiram passar a noite para poder dormir e descansar.
Um som de gritos indicando que estaria chamando alguém estaria ecoando pela
floresta onde eles estavam abrigados. Os gritos diziam “HEY! TEM ALGUÉM AÍ?!
SANS?!!”. Assim que essa voz falou isso, Sans acordou na hora e abriu a porta,
olhando ao redor em procura de quem estaria falando aquilo. Ao olhar para o
horizonte, viu uma garota de pele azul segurando um pequeno esqueleto nas costas.
Esta era a Pequena Undyne, a garotinha peixe que estava a procura de seus amigos
monstros, e em suas costas estava Papyrus, o irmão de Sans que estava passando o
tempo com sua amiga Undyne enquanto o caos ocorria.

Quando os dois se encontraram, ambos se abraçaram, e Undyne começou a


explicar tudo para ele, dizendo que quando começou a ocorrer a guerra, o Gerson a
retirou daquele local e foi para o campo de batalha para tentar proteger os monstros.
E nisso, ela saiu juntamente de Papyrus, abalada por ter que se separar de seus pais
que estavam no campo de batalha, a procura de algum monstro para poder se juntar
e achar alguma forma de saírem daquele local com vida.

Sans então acordava Alphys. Ao ver que Undyne estava bem foi correndo para
lhe dar um grande abraço enquanto lágrimas escorriam em seu rosto. Após todo o
momento de emoção, eles partiram dali em busca de outros monstros. Só
que...enquanto estavam na busca, infelizmente já era tarde demais. Ao olharem pelo
horizonte, havia uma fila enorme de monstros presos por meio de correntes. Não deu
outra, Undyne saiu correndo na direção deles enquanto Sans e Alphys foram correndo
atrás dela. Isso acabou chamando a atenção dos responsáveis que estavam por
prenderem os monstros. Consequentemente, isso fez com que Sans, Alphys, Undyne
e Papyrus (que estava dormindo dentro da blusa de Sans) fossem presos também. E
o terrível aconteceu, todos foram aprisionados no subsolo. Uma barreira mágica feita
pelos melhores magos dos seres humanos foi invocada, tudo para que os monstros
não pudessem sair de lá.

Dias se passaram, o subsolo estava um completo caos. Asgore ainda estava


se segurando para não extravasar sua raiva. Toriel foi quem mais lhe ajudou a poder
se controlar. 2 semanas depois, nasce o pequeno Asriel, aquele que viria a ser o
príncipe do subsolo. 7 anos depois, o subsolo estava mais calmo, passando a “aceitar”
a condição atual de vida, mas, no entanto, com uma grande sede de vingança. 3 anos
depois, Asriel estava com seus 10 anos de idade, quando caiu o primeiro ser humano
no subsolo, Chara. Asgore de início pensou em matar aquele humano de início, mas,
no entanto, uma pessoa com uma alma bondosa impediu isso. Toriel, a rainha,
impediu isso, dizendo que era apenas uma criança inocente, que ela não tinha a
mesma visão de mundo que aqueles humanos que os atacaram. Com isso, iniciou-se
a briga entre o Rei e a Rainha do subsolo, onde que, Asgore a baniu do reino com
Toriel levando consigo Asriel e Chara. Lá, eles saíram, ficando para si com toda a
parte das ruínas. E lá eles cresceram e ficaram lá durante muitos anos.

Asriel e Chara basicamente tinham a mesma idade. Ao se passar 7 anos desde


a chegada de Chara e a chegada deles até as ruínas, os filhos de Toriel perceberam
que ela estava doente. Eles ficaram pensando no que poderia ser que causou aquela
doença que estava a matando de pouco a pouco. Enquanto Chara cuidava de Toriel
que estava de cama, Asriel achou em um dos livros de sua mãe que estavam
guardados uma doença, chamada de “Fungo da flor dourada”. Segundo o livro:

“O fungo da flor dourada, ou pelo seu nome científico funji crisântemo – sendo
funji como FUNGO e crisântemo como FLOR DOURADA, são os esporos que essas
flores soltam para que o local onde elas estão plantadas permaneça fértil diminuindo
e muito a necessidade de fotossíntese ou de fontes de vida como a própria água, já
que esses esporos em sua composição contêm oxigênio e H2O. No entanto, na
composição desses esporos há também micro partículas que servem para matar
células desconhecidas para permanecer a vida da própria flor. São raros os casos que
o corpo de um ser vivo, sem ser daqueles que fazem parte das plantas, possua uma
alergia desses esporos. Ou seja, se caso ocorrer alguém que possua tal alergia, é
produzido uma espécie de “câncer” que vai matando o ser vivo de pouco em pouco.
Isso vai dependendo também do corpo e do organismo do ser vivo.”

Quando Asriel mostrou isso para Chara, ambos ficaram quase sem esperanças
até que Chara teve uma ideia. Ele mesmo decidiu que iria atrás do Asgore para que
ele pudesse ajudar a cuidar de Toriel e pedir para a Alphys criar uma espécie de
antídoto para poder curar a doença de sua mãe. Asriel recusou, dizendo que, pelos
relatos que estavam rondando as ruínas daqueles que decidiram morar lá, os
monstros estavam comentando de que Asgore instituiu uma política anti-humanos no
subsolo, dizendo que todo humano que eles verem, deverá ser morto. Chara entendeu
o aviso de Asriel e decidiu deixar aquele plano de lado. Até chegar uma noite onde
aproveitou que todos estavam dormindo para que Chara pudesse sair dali e ir fazer o
que havia planejado. Imagine a reação do próprio príncipe ao descobrir que seu irmão
está desaparecido e que sua mãe está à beira da morte.

Não demorou nem 2 dias para que Toriel viesse a óbito. Asriel entrou em uma
depressão profunda, ficando em mente de que tudo aquilo que ele amava haviam o
abandonado. Lamentando-se e caindo em lágrimas enquanto estaria sentado
encostado na porta que levava ao resto do subsolo, uma voz grossa do outro lado da
porta surgiu dizendo “você tem passado por maus tempos não é amigo?”.

Asriel abriu a porta e viu aquele pequeno esqueleto que vestia um sobretudo
cinza tomando uma xícara de café. Claro, ele perguntou quem era e este respondeu
“me chame de Sans.” Vendo a carisma daquele esqueleto, ele o deixou entrar,
desabafando com ele tudo o que havia acontecido. Até que Sans disse:

- Escute. Sei que o que você passou não é nada fácil. E infelizmente, relatos
por aí já dizem que seu irmão não tem expectativas de estar vivo. Porém, lembre-se,
todos esses que estão com você tiveram a mesma visão que sua mãe tinha. Cuide
delas, são como pequenos filhotes de tartaruga procurando o caminho certo através
de uma iluminação. Você é essa luz, mostre-os o caminho certo para eles andarem.

Asriel então respondeu – Todo humano que cair aqui eu tentarei proteger o
máximo possível que eu conseguir. Sans, obrigado, você foi alguém que me impediu
de sumir desse mundo.
Assim Sans e Asriel se despediram dando um abraço, cada um indo para seu
lado, seguindo suas vidas.

Todo humano que cairia no subsolo, Asriel cuidava como seu próprio filho.
Foram no total. Mas todas elas sempre terminavam em uma decisão: que eles
queriam sair dali para que elas pudessem sair em paz. O príncipe estava na confiança
de que eles poderiam sair vivos dali se conseguissem passar despercebidos pelos
guardas. Até que um tempo, Sans deu um aviso de que todas elas haviam morrido
nas mãos do Asgore. Novamente, aquele sentimento de incapacidade de Asriel havia
voltado. Asriel disse a Sans o seguinte:

- Sans, se por acaso mais alguma criança sair daqui. Por favor, cuide bem delas
por mim.

E assim, mais 6 crianças caem no subsolo...

Talvez vocês estejam perguntando: “Mas e o Papyrus?!! Como ele está?! E a


Undyne?? O que ocorreu com ela?!”

Calma meu pequeno...são perguntas que não devem ser respondidas agora.
CAPÍTULO 5 – O ÚLTIMO CAMINHO
Nossos jogadores passaram por muitas dificuldades, alegrias, emoções
diversificadas durante a jornada deles pelo subsolo. Foram grandes ganhos, grandes
percas, recuperações, tudo digno de uma boa trama. Agora, nossos jogadores estão
caminhando pela sua última rota, a rota que irá os levar para o local que será decidido
o futuro dos humanos e monstros.

Enquanto caminhavam, Luke sairia da bolsa de Karina, ficando na frente de


todos durante a caminhada, dizendo o seguinte:

- Esse local todo cinza que vocês estão enxergando, é a cidade anciã, o local
onde os monstros moravam antes de tudo ocorrer. Antes de Toriel perder seu trono
como rainha e ser banida para as ruínas. O local ficou dessa cor devido à falta de
harmonia, a falta de vida existente aqui. Uma coisa que vocês não sabiam, mas que
é uma regra, não só do subsolo, mas por todo este mundo. Quando problemas ocorrer
a ponto de não houver harmonia, seja ela boa ou ruim, sua cor é perdida simbolizando
a inexistência de seres. Ficando assim, todo cinza. Após muito tempo de
caminhada, eles chegaram aonde seria uma casa bem conhecida. Uma casa cujo eles
viram uma vez. A casa era idêntica à casa de Asriel Dreemurr lá nas ruínas. Quanto
mais eles andavam pela casa e mais eles exploravam o local, mais eles iriam
encontrando evidências da antiga moradia da família real. Até que, ao entrarem no
quarto, eles conseguiram ver, jogado na cama, dois pingentes dourados, com ambos
escritos “Melhores amigos para sempre”. Quem iria ficar com os pingentes ou não, a
decisão seria deles.

No entanto...Karina conseguiu sentir algo chamando por ela. Ela simplesmente


seguiu essa voz que ecoava em sua cabeça em um local onde ficava cada vez mais
forte e mais alto conforme ela iria chegando. A voz dizia algo indecifrável, parecia ser
de outra língua. Ela seguia essa voz, descia as escadas e, encontrado no meio do
corredor, uma faca que emanava uma energia negra com detalhes avermelhados. Ao
segurar aquela faca, é como se na visão dela ela entrasse em um outro plano. Era um
plano vazio, com uma imagem distorcida. Não daria para ver ao certo o que era aquilo.
Era uma figura negra, continha tentáculos que ficavam balançando de um lado para o
outro. Essa figura ficava dizendo na cabeça dela:
- Olha só, se não é a garota que perdeu tudo o que tinha. Eu consigo ver no
seu olhar de insatisfação que você não aceita tudo como está agora. Dá para ver que
você odeia isso tudo, odeia esse lugar, odeia todos que te machucaram. Vamos lá, é
melhor você tomar uma atitude logo para que não seja tarde demais. Tudo o que você
precisa para realizar isso, está na palma de sua mão.

Karina não conseguiria dizer nada. Era como se todo aquele vazio estivesse
retirado sua voz.

Karina ao olhar para sua mão, ela veria a faca novamente só que ela veria que
estaria novamente no corredor que ela estava antes. Com isso, os jovens que estavam
a acompanhando chegaram, para eles poderem prosseguir com viagem.

Registro do mestre
• Karina ficou com os Pingentes de coração;
• Celeste, Asriel e Thimotty foram para o quarto.
• Mori e Italo foram até a porta onde estava o banheiro e Mori roubou um
pedaço de cano PVC.

Depois de muito andar, eles finalmente chegaram a um grande corredor. Desse


corredor daria para se escutar sons de pássaros cantando e daria para ver pelas
janelas as flores desabrochando. Quando eles caminharam mais pelo corredor, eles
conseguiram notar que, encostado em um dos pilares estava lá, Sans o esqueleto
investigador. Ao vê-los, ele então desencostou da pilastra e ficou no meio, olhando
para os jogadores.

- Finalmente, vocês chegaram no percurso final de vocês. Agora, não há mais


caminho de volta para tudo o que aconteceu. Chegou a hora de realizar o julgamento
de vocês. Pelo visto, vocês estão cansados e exaustos por tudo o que ocorreu. E eu
só os pergunto uma coisa: se arrependem do que fizeram? As escolhas que vocês
tomaram foram justas? Bom, eu não quero respostas ditas, mas olhe no fundo da alma
de vocês e respondam isso por vocês mesmos. Bom, isso não importa muito agora.
Espero que possam prosseguir e cumprir o propósito de vocês, seja lá qual for.

Com isso, Sans utiliza seu clássico atalho para poder sumir da visão deles, os
abrindo espaço para poderem continuar a jornada.
Assim que eles chegam no último corredor e entram pela porta, eles entrariam
na sala do trono. Tinham-se dois tronos ali em meio de um belo jardim. Um trono
estava coberto por um pano grande, e outro estava bem limpo e bem cuidado, com
uma foice fincada a frente desse trono.

Com isso, eles puderam ver que estava tudo muito quieto e que tinha uma porta
atrás dos tronos. Quando eles entraram por essa porta, eles ficaram de cara a cara
com a própria barreira que impedia dos monstros saírem dali. Mori recebeu uma
ligação. Era da própria Muffet:

- MORI! SAIA DAÍ! UMA LEGIÃO DE MONSTROS ESTÁ INDO ATÉ VOCÊS!
TOMEM CUIDA-

A ligação perdeu a conexão. Mori ficou preocupado e tentou voltar atrás para
poder ver o que aconteceu com ela, mas Thimotty sabia que se ele fosse as coisas
iriam piorar. Todos que estavam ali, notando que ocorria um certo conflito ao lado de
fora. Tinha alguns monstros como Sans e Tino para poder impedir da legião de
monstros invadirem o local. Enquanto isso, um ser gigante cairia dos céus,
estendendo a mão, com a foice indo em direção a este ser. Eles não estavam nada
mais e nada menos frente a frente do que o próprio Asgore Dreemurr. Thimotty e Tino
revezaram de lugar para que Tino pudesse ajuda-los na batalha contra Asgore. A
batalha foi intensa, mas graças ao grande trabalho em equipe que tiveram, eles
conseguiram acabar com Asgore, que deixou todos eles a beira da morte! Mas tudo
acabou bem. Porém...Karina estava de frente a frente com o Asgore, segurando uma
faca “enferrujada” na visão deles. Ela estava lá...rindo. Todos estavam estranhando a
atitude dela, até mesmo a grande multidão que havia entrado no local. Ítalo se
aproximou dela dizendo

- Hey, abaixa essa faca!

Karina então ficava rindo dizendo

- Eu não irei abaixar e largar essa faca.

Tino retrucou

- Chega de matança, vai adiantar fazer esse tipo de coisa?!

Karina respondeu:
- Você tem certeza disso? Eles tiraram tudo de mim! Foram eles que retiraram
tudo o que eu queria! EU QUERO VINGANÇA!

No fundo, “Chara” aparecia dizendo.

- Isso, muito bem Karina. Você realmente entende. Pelo visto eu não sou o
único que pensa da mesma forma.

Todos ficaram tipo “Chara?! O que você está fazendo aqui?!”. “Chara”
respondeu:

- Saudações. Eu me chamo Nico.

Todos ficaram surpresos por Nico estar lá. Ele dizia que Chara naquele
momento estava dormindo. E como uma prova daquilo, ele decapitou a cabeça de
Asgore fora. Com isso, eles ficaram totalmente em choque pelo ocorrido. Thimotty
levitou a foice de Asgore e a lançou direto em Chara. Ele não revidou, e apenas
aceitou o golpe com um corte em cheio em seu peito. Uma áurea negra emanava do
corpo dele, saindo e tomando o formato do Nico, com o corpo de Chara caindo no
chão. Nico dizia:

- Agora, não sou nem Chara e nem Nico. Agora me chamem de Fúria. Vamos
Karina, eu e você poderemos mostrar a esse mundo quem são os seres evoluídos!

Karina respondeu – Eu não matei nenhum monstro. Não me rebaixarei ao seu


nível. Karina apenas jogou a faca fora e foi ao lado de Ítalo.

A Fúria então disse – Bom, okay então. Parece que eu estou perdendo meu
tempo com esses seres inúteis.

Nisso, ele estava segurando a alma de Asgore, impedindo que ela se


quebrasse. Logo após, ele absorvia a alma dele, ingerindo-a, caminhando para fora
do subsolo atravessando a barreira com a maior facilidade.

Quando tudo estava se resolvendo, eles perceberam que Chara ainda estava
viva! Eles notaram que a alma dela ressoava e estava quase se partindo. Mas ela se
recusou! Chara imediatamente chamou por ajuda para que eles pudessem curá-la.
Enquanto isso, Sans estava fazendo uma ligação, dizendo “Hey, velhote, pode trazer.”
Gaster chegava ao local, com os monstros dando espaço para que ele pudesse
passar. Ele estava segurando as 6 almas principais. Logo após Sans pegava Asriel
que estava em seu vazo de flor. Gaster aproximou as almas perto do príncipe e um
clarão ocorre por todo o local. Quando o clarão some, estava lá, em carne e osso, o
novo rei dos monstros, Asriel Dreemurr. Chara não pensou duas vezes e deu um
abraço em seu irmão. Karina, que possuía os pingentes de coração, os devolveu para
os irmãos, com eles colocando os pingentes. Nisso, quando eles observavam, todos
os monstros e os humanos ali presentes se curvaram perante Asriel. O Novo Rei então
proclamava

- De agora em diante, não haverá mais a lei que exigirá a matança de humanos!
Quando sairmos do subsolo, assinaremos um tratado de paz com os humanos para
finalmente as duas raças voltarem a viver em paz! Juntas! Chara, vamos libertar nosso
povo!

Chara acenou que sim com a cabeça, dando a mão para Asriel, seu irmão. A
alma dos dois se manifestaram. Com a força o suficiente, com a Perseverança em
continuar, com a Bondade depositada em seu povo, com a Justiça sendo feita para
os monstros, com a Integridade de todos unidos, com a Paciência em suportar tantas
décadas naquele local e principalmente, a DETERMINAÇÃO em aguentar e não
desistir, com tudo junto, foi a força o suficiente para quebrar a barreira.

Imagine a alegria que os monstros sentiram ao ver a luz natural do próprio Sol
invadindo aquela caverna escura. Eles finalmente puderam ter aquilo que queria, a
liberdade. Todos os monstros comemoraram a grande conquista que tiveram, todos
eles ficaram muito alegres que, depois de tudo o que passaram eles finalmente
obtiveram uma conquista que parecia ser impossível de se obter. Agora que eles
comemoraram no Grillby’s e puderam fazer as mudanças para fora do subsolo, depois
de algum tempo, estaria ocorrendo uma transmissão na TV, dizendo que o tratado de
paz assinado por Asriel Dreemurr foi aceito! Agora está mais confirmado do que
nunca! A paz foi restaurada!

Ai ai...como é bom, depois de tantas emoções obtidas a longo de tanto tempo,


terminar com um final feliz e satisfatório.

Luke Fox fecha o livro com a capa escrita “StoryTale Volume I”


Créditos

JOGADORES

KARINA

MORI

NICO

ÍTALO

CELESTE

BAKA

VIC

APOIADORES

INK

GREY

BAKA

“Obrigado a todos que fizeram parte deste primeiro volume/temporada do meu RPG
de Undertale. Saibam que todos os direitos são parte do jogo original UNDERTALE
feito por Toby Fox. O que esse RPG foi importante para mim vocês não tem ideia.
Foi terapêutico. Esse inicio de ano para mim foi muito desafiador e quase desisti de
tudo. Mas graças a vocês que me disseram que o RPG estava alegrando vocês
depois de uma semana estressante, isso me fez chorar de felicidade. Não importa o
que acontecer, tenham DETERMINAÇÃO!!”

Assinado, Luke Drawns.

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