Formação Profissional: Electricista Instalador
Formação Profissional: Electricista Instalador
Secção 1
Electricidade de Instalações
Módulos 1.1 – 1.2 – 1.3 – 1.4 – 1.5
ÍNDICE GERAL
Módulo Página
FICHA TÉCNICA
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Módulo 1.2
Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação
eléctrica.
Módulo 1.3
Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas.
Módulo 1.4
Montar elementos de uma instalação eléctrica completa.
Módulo 1.5
Montar uma instalação eléctrica completa
Local Inhambane
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
NOTAS
Formação Profissional
Electricista Instalador - Vocacional 2
Módulo 1.1
Manual do Formando
55
11| 5ÇÇJJJÇ5 |55
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
NOTAS
6| Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
ÍNDICE DO MANUAL
Página
1 HIGIENE, SEGURANÇA E PROTECÇÃO AMBIENTAL NO TRABALHO DE 9
INSTALAÇÃO ELÉCTRICA
1.1 Higiene no trabalho 9
1.2 Acidente de trabalho 10
1.3 Riscos ambientais 12
1.4 Equipamento de protecção individual 15
1.5 Sinalização de segurança 19
1.6 Riscos de electrocussão 25
1.7 Avaliação formativa nº 1 28
4 GRANDEZAS ELÉCTRICAS 51
4.1 Tensão eléctrica 51
4.2 Intensidade de corrente eléctrica 52
4.3 Tipos de corrente eléctrica 53
4.4 Sentidos da corrente eléctrica 54
4.5 Resistência eléctrica 55
4.6 A lei de Ohm 55
4.7 Potência eléctrica 56
4.8 Avaliação formativa nº 4 58
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A higiene no trabalho do operador electricista deve ser dirigida no sentido de activar a força
física do trabalhador, procurando conciliar as possibilidades fisiológicas do indivíduo e as
necessidades da técnica.
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Acidente de Trabalho
É o que ocorre pelo exercício do trabalho, a serviço da empresa, provocando lesões
corporais ou perturbação funcional que cause a morte, a perda ou a redução, permanente
ou temporária, da capacidade do trabalho, de acordo com os regulamentos em vigor.
Acidente de Trajecto
É o acidente ocorrido com o empregado no percurso da residência para o trabalho ou vice-
versa.
Cadastro de Acidentes
É um conjunto de registos com informações e dados relativos aos acidentes ocorridos de
modo a facilitar os trabalhos de estatísticas e análises.
Comunicação interna – é o registo feito pelo sector de Segurança que tem por finalidade
informar internamente a ocorrência para que sejam tomadas as medidas correctivas.
Sempre que ocorrer acidente que resulte em vulto, perda de membro ou função orgânica e
ainda, cause prejuízo de grande monta, a comissão se reunirá em carácter extraordinário em
prazo máximo de 48 horas, após a ocorrência do acidente podendo ser exigida a presença do
responsável pelo sector onde ocorreu o mesmo.
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Acto Inseguro
É a maneira como a pessoa se expõe, consciente ou inconscientemente, ao risco de sofrer
acidentes.
Exemplo:
• Efectuar trabalhos sem autorização;
• Limpar máquinas em movimento;
• Correr ou brincar em serviço, etc.
Condição Insegura
É a condição característica do local de trabalho (irregularidades em máquinas, equipamentos
etc.) ou da forma com que o trabalho é administrado (falta de treinamento, horas extras
excessivas, etc.) que pode levar a ocorrência de acidentes. São as condições que, presentes
no ambiente de trabalho, comprometem a segurança do trabalhador e a própria segurança
das instalações e dos equipamentos.
Factor Pessoal
São os factores que dão origem às condições ou os actos inseguros.
Exemplo:
• Excesso de confiança;
• Defeito físico;
• Alcoolismo;
• Agressividade;
• Nível de inteligência;
• Grau de atenção, etc.
Divide-se em dois grupos:
• Erro inconsciente do acidentado, ou seja, quando ele não sabe ou não percebe
que está errado. Distracção, esquecimento, falta de conhecimento.
• Falhas orgânicas do acidentado, desmaios, ataque epiléptico.
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Riscos Físicos
Consideram-se agentes físicos, diversas formas de energia a que passam estar expostos os
trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas,
radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infra-som e ultra-som.
Riscos Químicos
Consideram-se agentes químicos as substâncias, compostos ou produtos que possam
penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras, fumos, névoas, neblinas,
gases ou vapores, ou que, pela natureza da actividade de exposição, possam ter contacto ou
ser absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão. Os agentes químicos podem
ser encontrados na forma gasosa, líquida, sólida e/ou pastosa. Quando absorvidos pelo
organismo, produzem, na grande maioria dos casos, reacções diversas, dependendo da
natureza, da quantidade e da forma da exposição a substâncias.
Riscos Biológicos
Consideram-se agentes biológicos as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus,
entre outros.
Riscos Ergonómicos
São contrárias as técnicas de ergonomia, que propõem que os ambientes de trabalho devem
se adaptar ao homem, contribuindo assim para a melhoria das condições laborais
proporcionando bem estar físico e psicológico, estando ligados também a factores externos
(do ambiente) e internos (do plano emocional). Em síntese, quando há “disfunção” entre o
posto de trabalho e o indivíduo.
São medidas preventivas contra riscos ergonómicos, o estudo e análise do ambiente, para
proporcionar o máximo de conforto e segurança observando a legislação específica.
Riscos de Acidentes
Os riscos de acidentes do trabalho são oriundos de fontes e agentes ambientais (físico,
químico, biológico, ergonómico e de acidentes do trabalho): do processo produtivo de
trabalho, de tecnologias inapropriadas e de comportamentos de desmotivação e insatisfação
capaz de provocar lesões corporais ou perturbações funcionais ao trabalhador até
consequências graves e permanentes ou da própria morte.
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Quando num mesmo local há incidência de mais um risco de igual gravidade, utiliza-se o
mesmo círculo, dividindo-o em partes iguais.
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Classificação dos principais riscos ocupacionais em grupos, de acordo com a sua natureza e a
padronização das cores correspondentes.
Imposição de
Frio Gases Parasitas Electricidade
ritmos excessivos
Probabilidade de
Trabalho em turno
Calor Vapores Bacilos incêndio ou
e nocturno
explosão
Jornadas de
Substâncias Armazenamento
Pressões anormais trabalho
compostas inadequado
prolongadas
Monotonia e Animais
Humidade
repetitividade peçonhentos
Outras situações
Outras situações
de risco que
causadoras de
poderão contribuir
“stress” físico ou
para a ocorrência
psíquico
de acidentes
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Todas as actividades profissionais que representam qualquer risco físico para o trabalhador
devem ser cumpridas com o auxílio de EPIs – Equipamentos de Protecção Individual, que
entre outros incluem óculos, protectores auriculares, máscaras, capacetes, luvas, botas,
cintos de seguranças.
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Para manipulação de
objectos com arestas
cortantes etc.
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Os sinais e símbolos de segurança não eliminam por si só os perigos que assinalam e não podem por
isso, em caso algum substituir as providências de protecção adequadas.
É importante que em todos os locais de trabalho haja sinais de segurança para dar informação e
avisos sobre possíveis riscos e perigos a que estamos sujeitos, o tipo de material de segurança que
devemos obrigatoriamente usar para efeitos de prevenção e orientação.
As formas geométricas mais usuais e usuais dos sinais de segurança são o circulo, triângulo,
rectângulo, cruz e seta, veja a tabela abaixo
Primeiros
Cruz socorros Verde
Vermelha
Seta Orientação
Verde
Cada uma destas formas dos sinais de segurança está associada a uma ou várias cores cujo
significado convencional de cada uma das cores de segurança e os exemplos de aplicação
apresentamos na tabela a seguir.
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Cor Significado
Vermelha Paragem Sinais de paragem e de proibição, dispositivos de alarme
Proibição e para paragem de emergência
Amarela Atenção Sinais de atenção e de aviso contra perigos fixos ou
Perigo móveis. Interior dos elementos de protecção
Ausência de Perigo Saída de socorro e acesso a refúgio, sinais de passagem
Verde Refúgio livre, postos de socorro, material de socorro e de
Socorro sinalização, sua localização
Organização Obrigação Usada como cor auxiliar, sobretudo em tabuletas de
Azul Informação informação
Branca Cor de contraste Usada em associação com cores de segurança e auxiliares
(vermelho, verde e azul)
Preta Cor de contraste Usada em associação com cor de segurança amarela
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Não fumar
Passagem Proibida
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Perigo – 380 V
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O choque eléctrico é o efeito pato fisiológico que resulta da passagem de uma corrente
eléctrica através do corpo humano.
Quando o resultado deste efeito é a morte é habitual designar-se por electrocussão.
A possibilidade da passagem da corrente eléctrica pelo corpo humano depende muito das
características da instalação eléctrica e respectivos circuitos, de algumas características
(normais e/ou anormais) de funcionamento dos mesmos, dos dispositivos de protecção
neles existentes ou não, e do tipo de aparelhos a eles ligados.
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A protecção contra choques eléctricos está dependente de uma série de variáveis, entre as
quais se destacam o tipo de contactos.
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2. Quais são as formas geométricas mais usuais e usuais dos sinais de segurança?
______________________________________________________________________________
______________________________________________________________________________
a) :_____________________________________________________;
b) :_____________________________________________________________;
c) :__________________________________________________________;
d) :______________________________________________________;
e) :____________________________________________________;
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a) :______________________________________________________;
b) :___________________________________________________;
c) :_______________________________________________________________;
d) :_______________________________________________________________;
e) :_________________________________________________________;
f) :_________________________________________________;
g) :_____________________________________________________;
h) :_____________________________________________________________;
i) :______________________________________________________;
j) :_____________________________________________________________;
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Em casos de acidente é imprescindível uma ajuda rápida à vítima ou à pessoa que sofre o
acidente pois os efeitos da corrente eléctrica de duração prolongada podem ser desastrosos
e fatais. Se dispormos de algumas regras de segurança, estaremos em condições de prestar
alguma ajuda a uma pessoa acidentada.
A qualquer pessoa que tenha tocado em um condutor ou peça sob tensão, mesmo que ela
aparente todas as aparência de uma pessoa morta, você deve proceder da seguinte maneira.
2. Se não tiver como desligar a fonte, coloque debaixo dos seus pés material isolante
(uma camada grossa de jornais, um tapete bem grosso de borracha, uma tábua de
madeira) - e tente afastar da fonte de energia os membros da vítima em contacto,
empurrando com um cabo de vassoura ou uma cadeira de madeira ou outro tipo de
material isolante;
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4. Com a máxima urgência, determinar os tipos de lesões que a vítima pode ter (paragem
cardíaca e/ou respiratória) e aplicar as medidas de reanimação;
6. Dar de beber à vítima enquanto consciente cerca de 20cm3 de água misturada com
uma colher de sopa de bicarbonato de sódio.
MÉTODO BOCA-A-BOCA
É um dos métodos mais antigos e eficazes que se conhece. Como o nome indica, é uma
técnica simples, necessitando apenas que o socorrista procure encher os pulmões de um
acidentado soprando fortemente em sua boca.
No entanto, para que isso aconteça, é necessário garantir a livre entrada de ar no trato
respiratório. Para que haja esse livre curso de ar, põe-se a cabeça do paciente em posição
adequada, levantando-se o pescoço do acidentado e forçando-se a cabeça, em flexão, para
trás.
Este cuidado é muito importante porque, normalmente, quando uma pessoa perde os
sentidos, as mucosas tornam-se flácidas, principalmente a língua, que recua, oprimindo a
entrada de ar. Em seguida, com os polegares abre-se a boca do paciente, permitindo que a
circulação de ar se faça normalmente.
1: Conserva-se a cabeça da vítima para trás e, com uma das mãos sob seu pescoço e outra
sobre a testa, apertam-se-lhe as narinas para evitar que o ar escape;
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2: O socorrista, em seguida, põe sua boca aberta sobre a boca do paciente, soprando
fortemente, até notar a expansão do peito do acidentado;
3: O socorrista, então, retira sua boca para que haja expulsão do ar e assim se esvazie o
pulmão do acidentado.
O processo deve ser repetido tantas vezes quanto necessário, em ritmo de doze vezes por
minuto.
É uma técnica simples em que o socorrista sente imediatamente se o ar está entrando nos
pulmões do acidentado ou não, promovendo um bom nível de oxigenação pulmonar.
Apresenta, como desvantagem, ausência de estímulo circulatório pela falta de compressão
sobre o tórax. Além disso, nos casos de asfixia por gases ou outros tóxicos, não se aconselha
usar este método, pelo perigo de envenenamento do próprio socorrista.
Nos casos de contractura dos músculos maxilares, fenómeno comum nos choques eléctricos,
o que torna muito difícil abrir a boca da vítima, e nos casos de ferimento nos lábios, pratica-
se o método boca-a-nariz, igual ao método acima descrito, apenas tendo o cuidado de
fechar a boca da vítima quando se pratica o sopro para enchimento dos pulmões.
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PARADA CARDÍACA
Muitas vezes, a asfixia é acompanhada de parada cardíaca, o que torna o quadro bastante
grave. Nestes casos, ao mesmo tempo em que praticamos a respiração artificial, devemos
tentar reanimar os batimentos cardíacos por meio de estímulo exterior, de natureza
mecânica, facilmente aplicado por qualquer pessoa.
Procedimento:
3: Descomprima rapidamente;
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PARADA CARDIOPULMONAR
Se houver pulso arterial, mas não respiração, o socorrista deve fazer uma ventilação a cada 5
segundos (em caso de adulto), verificando o pulso frequentemente, até a presença de um
suporte avançado. Na ausência de pulso, quando se tratar de um socorrista, fazer massagem
cardíaca, comprimindo o tórax 15 vezes, alternando esse movimento com 2 ventilações,
procurando manter uma frequência de 80 a 100 massagens por minuto. O socorrista deve
verificar a eficiência da reanimação, após 5 ciclos de 15 por 2. Sempre procurando a
presença de pulso.
Caso haja dois socorristas que saibam fazer a massagem cardíaca, a ressuscitação
cardiopulmonar deve ser feita utilizando o método de uma ventilação para cinco massagens.
O socorrista que está ventilando deve, intermitentemente, palpar uma das carótidas por
alguns segundos.
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O ferimento é resultado de uma lesão no corpo da vítima. Estes podem ser de dois tipos:
Ferimentos externos – são ferimentos visíveis ao observarmos o corpo da vítima, tais como
arranhões ou escoriações (superficiais ou profundas), cortes, hematomas, etc.
Nos ferimentos externos podemos destacar dois grupos:
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Em casos de hemorragias:
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8. Peça ajuda.
Ferimento interno - uma contusão resultante de uma colisão com um objecto duro pode
lesar um músculo ou órgão interno sem apresentar lesões na pele. Em situações destas não
há muito o que fazer pois dificilmente se conseguirá um diagnóstico de imediato. Talvez
manter a vítima deitada e pedir ajuda especializada.
Devemos suspeitar de fracturas quando a vítima apresenta alguns sinais e sintomas descritos
abaixo:
2. Incapacidade de movimentação;
3. Adormecimento;
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1. Em casos de uma pessoa com hemorragias, que procedimentos você deve tomar?
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2. Nas situações de uma vitima ferida e que apresenta alguns sinais e sintomas de
fracturas, o que não se deve fazer?
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7. Em muitos acidentes de trabalho, acontece que a vítima não respira. O que se deve
fazer para confirmar que a vítima não respira?
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O fogo é uma reacção química que fornece calor, luz e chama. Só existe fogo na presença de
três elementos básicos (combustível oxigénio e calor).
O fogo pode ser definido como produto da combustão de material sólido, líquido, gasoso,
com liberação de luz e calor.
Oxigénio é o comburente e o material que queima, é o combustível (pode ser sólido, líquido,
em forma de vapor ou ainda na forma gasosa).
Calor é a quantidade de energia, unidade de medida [J], [cal].
Temperatura é o nível de energia, unidade de medida dada em graus [C], [F], [K].
Transmissão do calor:
Quando os três lados estiverem juntos, formando o triângulo, haverá fogo; quando faltar um
ou mais lados, não haverá fogo.
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Três são os processos de extinção de incêndio que têm por objectivo quebrar o triângulo do
fogo:
• Resfriamento – É a redução gradual do calor contido nos corpos que ardem, até a
diminuição suficiente da temperatura. Para esse fim, é comummente empregada a
água.
• Abafamento - Ocorre com a redução do percentual de oxigénio (comburente) que
alimenta o fogo, em torno de até 13% de O2 para apagar chamas e inferior a 8% para
extinção de brasas. Pode ser realizado, entre outras maneiras:
1. Pela cobertura ou envolvimento do corpo em chamas;
2. Pelo fechamento hermético da área de fogo;
3. Pela obstrução ou calafetagem de passagens e portas;
4. Pelo emprego de substâncias incombustíveis.
• Isolamento - Consiste em evitar a propagação do incêndio, através da retirada do
combustível que ainda não queimou de perto do foco de incêndio.
Exemplos: gasolina, óleo, graxa, querosene, tinta, álcool, éter, acetona, etc.
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CLASSE D: Fogo em metais pirofóricos, isto é, em ligas metálicas que, pela própria queima,
produzem alimento para as chamas. Alguns exemplos de metais pirofóricos:
magnésio, zinco, alumínio em pó, titânio, sódio, zircónio etc. Em razão das suas
características, devemos usar pó químico seco especial sobre o objecto em
chamas que se funde em contacto com metal combustível, formando uma capa
que o isola do ar atmosférico e de outros corpos combustíveis. Outro
procedimento é retirar o material não atingido de perto da queima, efectuando-
se assim o isolamento.
Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas | 43
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• Instalar, sempre que possível, aparelhos de detecção e alarme, para avisarem quando
o fogo estiver ainda em formação, proporcionando um combate mais eficaz. Há uma
razoável quantidade de tipos de detectores e alarmes no mercado;
• Não jogar ou colocar fósforos ou cigarros em cestos de lixo. Alguns grandes incêndios
começaram assim;
• Não usar extintores de espuma, água-gás e/ou água pressurizada em circuitos
eléctricos energizados;
• Manter o extintor sempre em seu local, limpo, bem conservado e em perfeitas
condições de uso (carga, pressão etc.);
• Informar a todos os funcionários/estudantes e pessoal de trabalho a localização dos
extintores, para que classe de incêndio eles servem e como usá-los;
• Proibir a obstrução da área destinada ao equipamento de combate a incêndio;
• Cuidar da boa ordem e arrumação em todos os compartimentos e corredores.
• Fazer manutenção dos corredores de ventilação entre pilhas de materiais combustíveis
ou inflamáveis;
• Não acumular de forma alguma lixos e sobras inflamáveis;
• Não permitir o acúmulo de inflamáveis ou de explosivos em armários, estantes,
gavetas etc. Deverão ser mantidos, em quantidades mínimas possíveis, em recipientes
bem fechados e em lugares ventilados. O ideal será conservá-los em recipientes à
prova de inflamabilidade ou de explosão;
• Proporcionar boa ventilação em ambientes onde haja possibilidade de a atmosfera
estar carregada de poeiras ou emanações inflamáveis ou explosivas;
• Não utilizar material inflamável para limpar ou lavar o chão, as paredes etc. Usar
somente detergentes não inflamáveis;
• Nomear um responsável para inspeccionar, com a maior frequência possível, todos os
locais que possam ser considerados perigosos, do ponto de vista de incêndios;
• Revisar periodicamente o estado das instalações eléctricas, em especial no que se
refere à sobrecarga. São muitos os incêndios cuja origem reside no mau estado dos
circuitos eléctricos ou na má distribuição das respectivas cargas;
• Instalar, à entrada de recintos onde é proibido fumar, grandes cinzeiros, em locais bem
visíveis e pintados de vermelho, para servirem de lembrete aos fumantes distraídos;
• Construir, sempre que possível tanque de água, para reserva, com razoável
capacidade, visando servirem exclusivamente ao combate a incêndios, em especial nas
zonas onde haja falta periódica de água na rede de abastecimento. Tal prática se torna
indispensável em indústrias onde são manuseados produtos explosivos, de fácil
combustão, inflamáveis, prédios com mais de 3 pavimentos etc.;
• Colocar nos pátios das fábricas, em locais estratégicos, hidrantes para eventual
combate a incêndios pelo lado externo do edifício ou edifícios. Bombas hidráulicas
deverão ser usadas, para pressurizar a rede preventiva de incêndio;
• Testar hidrostaticamente todos os extintores a cada 5 anos e recarrega-los uma vez ao
ano;
• Armazenar todo produto químico dentro de seus grupos. Evitar o armazenamento
entre explosivos, corrosivos, inflamáveis e de certos produtos que, em contacto com
outros, produzem reacções perigosas.
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Nas instalações onde existe grande número de substâncias inflamáveis. A corrente eléctrica
pode estar na origem dos incêndios, normalmente causado pelo:
• Sobreaquecimento devido à deterioração do material isolante dos condutores
eléctricos, por efeito de Joule,
• Arco eléctrico produzido por equipamentos ou por electricidade estática;
• Defeitos dos equipamentos que podem provocar faíscas susceptíveis de provocarem
explosões quando a trabalhar em atmosferas explosivas.
Sobreaquecimento
As principais causas de sobreaquecimento são as sobreintensidades, ou seja correntes
eléctricas de intensidade excessiva, em relação ao valor calculado para o respectivo
condutor. Estas sobreintensidades, por sua vez, podem ter origens diversas:
1. Sobrecargas: quando a corrente que percorre o condutor é superior à intensidade para
a qual ele foi projectado (intensidade nominal). Esta situação ocorre habitualmente
quando se ligam cargas em excesso;
2. Curto-circuito: quando se tocam dois condutores entre os quais existe uma
determinada diferença de potencial e entre os quais a resistência é muito pequena ou
nula. Esta situação que provoca a passagem instantânea de correntes de valor elevado
e provoca quase sempre a fusão dos condutores, acompanhada de pequenas
explosões;
3. Defeitos de isolamento: devidos à má execução da instalação ou de equipamentos
eléctricos, ao envelhecimento do material, ou ao tratamento negligente dos cabos de
ligação, permitindo que os veículos passem por cima provocando danos sobre o
isolamentos;
4. Resistência de contacto: resultante de ligações eléctricas através de contactos
imperfeitos, como ligações mal apertadas ou terminais algo soltos, provocando uma
resistência elevada à passagem da corrente.
Arco eléctrico
O arco eléctrico que pode estar na origem de muitos incêndios numa oficina, resulta
normalmente de:
1. Trabalhos de soldadura;
2. Faíscas produzidas pelo funcionamento anormal de equipamento eléctrico;
3. Faíscas produzidas pela electricidade estática e por descargas atmosféricas.
3.6.1 Localização
Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas | 45
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Capacidade: 2, 4, 6 e 8 kg.
Alcance médio do jacto: 3 m.
Técnica de utilização:
• Identifique o extintor pela sua aparência, observando a etiqueta presa ao
mesmo;
• Retire o extintor do suporte preso à parede ou outro lugar em que esteja
acondicionado;
• Retire o lacre e o pino de segurança;
• Segure pelo punho, aponte o difusor para baixo e aperte o gatilho
rapidamente, a fim de confirmar o agente extintor;
• Transporte o extintor até próximo do local sinistrado (1 a 2 m);
• Direccione o jacto para a base do fogo e movimente-o em forma de
ziguezague horizontal, a favor do vento.
46 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Capacidade: 4, 6, 8, 10 e 12 kg.
Alcance médio do jacto: 6 m.
Técnica de utilização:
• Identifique o extintor pela sua aparência, observando a etiqueta presa ao
mesmo.
• Retire o extintor do suporte preso à parede ou outro lugar em que esteja
acondicionado.
• Empunhe a mangueira para baixo e gire o volante da ampola externa no sentido
anti-horário, rompendo assim o lacre e pressurizando a carga extintora. Aperte o
gatilho, localizado na extremidade do mangotinho, rapidamente, a fim de
confirmar a existência do agente extintor. Neste momento, afaste qualquer parte
do corpo da trajectória da tampa, caso esteja projectada, mediante o aumento
da pressão interior do aparelho.
• Transporte o extintor até próximo do local sinistrado (5 m).
• Direccione o jacto para a base do fogo e movimente-o em forma de ziguezague
horizontal, a favor do vento.
Capacidade: 4, 6, 8, 10 e 12 kg.
Alcance médio do jacto: 6 m.
Técnica de utilização:
• Identifique o extintor pela sua aparência, observando a etiqueta presa ao
mesmo.
• Retire o extintor do suporte preso à parede ou outro lugar em que esteja
acondicionado.
• Retire o lacre e o pino de segurança.
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FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
9. Indique a origem do arco eléctrico que pode estar na origem de muitos incêndios
numa oficina.
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
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_______________________________________________________________________
10. Indique os processos de extinção de incêndio que têm por objectivo quebrar o
triângulo de fogo?
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_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
_______________________________________________________________________
50 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
4 GRANDEZAS ELÉCTRICAS
Por exemplo na tomadas das nossas casas ou nas tomadas deste centro de formação
dizemos que tem 220 volts. Mais na verdade estamos a falar de 220 volts da diferença de
potencial que existe entre os dois pólos da tomada.
Múltiplos do Volt
QUILOVOLT: abreviada pela letra KV
Um Quilovolt (1 KV) equivale a 1.000 V.
Para converter Quilovolt em volt, deve-se multiplicar o valor em Quilovolt por 1000 (mil), o
resultado desta divisão será dado em volts.
Exemplo:
Converter 13,8 KV em volts (V)
13,8 x 1000 = 13800 V
Para converter volts (V) em Quilovolts (KV), deve-se dividir o valor dado em volts por mil.
Exemplo:
Converter 13800 V em KV
13800 / 1000 = 13,8 KV
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Submúltiplos do Volt
MILIVOLT: abreviada por mV
Um Milivolt (mV), equivale a 0,001 V
Para converter Milivolts em Volts, deve-se dividir o valor dado em Milivolts (mV) por 1000
(mil), o resultado desta divisão será dado em Volts.
Exemplo:
Converter 400 mV em V
400 / 1000 = 0,4 V
Para converter Volts em Milivolts deve-se multiplicar o valor dado em Volts (V) por 1000
(mil), o resultado desta multiplicação será dado em Milivolts (mV).
Exemplo:
Converter 2 V em mV.
2 x 1000 = 2000 mV
Imaginemos dois tanques cheios de água, sendo um mais cheio do que o outro. Se ligarmos
esses dois tanques por um tubo (condutor de água), pela diferença de nível de água
(diferença de potencial) haverá um fluxo de água do tanque mais cheio para o tanque mais
vazio até que os níveis sejam iguais (mesmo potencial).
Múltiplos do Ampère
QUILO AMPERE: Abreviado pelas letras KA.
Um Quilo ampere (1 KA) é igual a 1000 A.
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Para converter Quilo ampere em Ampère deve-se multiplicar o valor dado em Quilo ampere
(KA) por 1000 (mil), o resultado desta multiplicação será dado em Ampère (A).
Exemplo:
Converter 2,5 KA em A.
2,5 x 1000 = 2500 A.
Para converter Ampère em Quilo ampere, deve-se dividir o valor dado em Quilo ampere
(KA) por 1000 (mil), o resultado desta divisão será dado em Ampère.
Exemplo:
Converter 2000 A em KA
2000 / 1000 = 2 KA.
Submúltiplos do Ampère
MILIAMPERE: abreviada por mA
Um Miliampere (mA), equivale a 0,001 A
Para converter Miliampere em Amperes, deve-se dividir o valor dado em Miliamperes (mA)
por 1000 (mil), o resultado desta divisão será dado em Amperes.
Exemplo:
Converter 400 mA em A
400 / 1000 = 0,4 A
Para converter Amperes em Miliamperes deve-se multiplicar o valor dado em Amperes (A)
por 1000 (mil), o resultado desta multiplicação será dado em Miliamperes (mA).
Exemplo:
Converter 2 A em mA.
2 x 1000 = 2000 mA
Quando esse movimento de cargas é sempre no mesmo sentido, surge no corpo uma
corrente eléctrica contínua, conhecida como CC. É exactamente o tipo de corrente fornecido
por uma pilha de lanterna, bateria de automóvel e a fonte de alimentação do computador.
Os circuitos integrados das placas dos computadores trabalham sob uma alimentação de CC.
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A Voltagem de Corrente Contínua (VCC) ou DCV (Direct Current Voltage) é quem realmente
alimenta a maioria dos equipamentos electrónicos.
Outras formas de geração de energia contínua são as: Baterias (carros, telefone celulares,
rádio comunicadores, etc.), as pilhas (rádios portáteis, brinquedos, etc.) ou até mesmo a
energia solar (painéis solares), entre outras.
É definida como a corrente que não só varia de sentido, mas também em sua intensidade ao
longo do tempo. Quando a movimentação dos electrões varia de sentido em um
determinado tempo, classificamos esta como Corrente Alternada – CA (ou AC: Alternate
Current).
A Voltagem de Corrente alternada – VCA (ou ACV: Alternate Current Voltage) é gerada em
Moçambique na sua grande parte pelas hidroeléctricas que convertem a energia cinética da
água em energia potencial, através do movimento de turbinas.
Sentido Convencional - É o sentido usado para estudos na maioria dos livros técnicos. Neste
sentido a corrente se desloca do positivo para o negativo.
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Sentido Real - Este é o sentido verdadeiro dos electrões, do negativo para o positivo
A corrente eléctrica ao passar por um certo material pode ter ou não “dificuldade”. Certos
materiais impõe maior dificuldade à passagem da corrente eléctrica do que outros. A essa
“dificuldade que o material impõe à passagem da corrente chama-se Resistência Eléctrica.
Todo material, por mais condutor que seja, oferece uma resistência à passagem da corrente.
Os melhores condutores serão aqueles que terão a menor resistência e os piores condutores
a maior resistência.
Quanto maior a resistência eléctrica maior será o calor dissipado pelo condutor na passagem
de uma mesma corrente.
Exemplo 1:
Solução:
V = R x I V =100 x 1 = 100 V
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Exemplo 2:
Solução:
V=RxI
I = V/R
I =110 / 10 = 11 A
Exemplo 3:
Solução:
V=RxI
R=V/I
R =220 / 5= 44Ω
Todo condutor sujeito a uma tensão é atravessado por uma corrente. Essa corrente que
passa pelo condutor é capaz de produzir algum trabalho, assim como ocorre com os motores
eléctricos. Essa capacidade de produzir trabalho é definida como Potência Eléctrica e
normalmente é referenciada pela letra P. Apesar dos nomes serem parecidos não devemos
confundir potência eléctrica com potencial eléctrico.
Um determinado equipamento terá uma potência maior ou menor de acordo com a sua
capacidade de produzir mais ou menos trabalho eléctrico.
O Watt é a potência gerada por uma corrente de um ampere passando por um condutor
sujeito a uma tensão de 1 volt.:
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FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Múltiplos do Watt
QUILOWATTS: Abreviado pelas letras KW.
Um Quilowatt (1 KW) é igual a 1000 W.
Para converter Quilowatt em watt deve-se multiplicar o valor dado em Quilowatt (KW) por
1000 (mil), o resultado desta multiplicação será dado em watt (W).
Exemplo:
Converter 2,5 KW em W.
2,5 x 1000 = 2500 W.
Para converter watt em Quilowatt, deve-se dividir o valor dado em Quilowatt (KW) por 1000
(mil), o resultado desta divisão será dado em watt.
Exemplo:
Converter 2000 W em KW
2000 / 1000 = 2 KW.
Submúltiplos do Watt
MILIWATT: abreviada por mA
Um Miliwatt (mW), equivale a 0,001 W
Para converter Miliwatt em watt, deve-se dividir o valor dado em Miliwatt (mW) por 1000
(mil), o resultado desta divisão será dado em watt.
Exemplo:
Converter 400 mW em W
400 / 1000 = 0,4 W
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FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
______________________________________________________________________
3. Qual a voltagem que um rádio tem quando usa uma resistência de 220 Ω e amperagem
de 1,4 A ?
_______________________________________________________________________
______________________________________________________________________
8. Qual a corrente que uma batedeira usa para funcionar quando a sua resistência é de
4Ω e a sua potência eléctrica é de 100 W ?
_____________________________________________________________________
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9. Qual a tensão de uma geladeira que tem 200 W de potência e usa uma corrente de
1,12 A ?
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11. Qual é a potência em W de uma impressora que tem a tensão de 220 V e corrente de
0,9 A ?
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Os fusíveis são elementos sensíveis de acção reduzida. São intercalados nos circuitos
eléctricos, para interromper a passagem da corrente eléctrica se existir uma anomalia de
funcionamento.
Quando circula uma corrente muito elevada no circuito onde o fusível está instalado, a
temperatura do fusível aumenta devido a essa corrente que passa. Se a corrente aumenta
cada vez mais, a temperatura também aumenta ate o fusível se romper, cortando a
passagem da corrente eléctrica:
Q = I 2 ⋅ R ⋅t
onde: Q é o calor gerado pela corrente I que atravessa a resistência eléctrica do fusível
por unidade tempo, em joule.
I é a corrente eléctrica, em Ampere.
R é a resistência eléctrica do fusível, em Ohm.
t é a duração ou espaço de tempo, em segundos, em que a corrente eléctrica I
percorreu o fusível.
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FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
• Poder de corte
que é a intensidade máxima, de corrente, que o fusível é capaz de interromper, sem
destruição do invólucro do elemento fusível. Por exemplo, nos fusíveis de Alto Poder
de Corte (APC), este pode ir até 100 kA.
• Tensão de serviço
que é a tensão realmente existente no ponto do circuito onde está instalado o corta-
circuito fusível.
• Tensão nominal (T n )
que é o valor da tensão que não desliga o fusível e corresponde à máxima das
tensões de exercício, a qual o fusível pode funcionar regularmente.
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62 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
d) Fusíveis tipo Rolha — é o mais comum nas instalações domiciliares, tem como
capacidade de corrente valores que variam de 6 a 30 A e tensão máxima de trabalho
250 V.
f) Fusível tipo Faca — este aparelho possui o fio fusível com uma redução na área
transversal em alguns trechos, característica responsável por tentar localizar a área de
fusão. Tem como capacidade de corrente, valores que variam de 80 à 600 A e como
tensão máxima de trabalho de até 500 V
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g) Fusível tipo Diazed – este possui areia em seu interior que serve de atenuador dos
efeitos da pressão, temperatura e arco eléctrico, durante a fusão do elemento fusível.
Possui espoleta, que é uma pedra de cor vermelha, que se desprende da sua posição
quando o fusível é queimado. Estes fusíveis são conhecidos e largamente utilizados
pela sua alta precisão, principalmente os rápidos, que possuem o tempo de fusão na
ordem de alguns décimos de segundo.
Para além das características mencionadas é importante referenciar que estes fusíveis
são largamente utilizados na protecção de curto-circuito em instalações eléctricas
residenciais, comerciais e industriais e quando normalmente instalados, permitem o
seu manuseio sem riscos de contacto acidental.
h) Fusível tipo NH3- são muito semelhantes aos Diazed, diferindo apenas na capacidade
de corrente e encapsulamento. São geralmente do tipo retardados e aplicados na
protecção contra curto-circuitos e sobrecargas em instalações industriais. Estes fusíveis
podem ser encontrados em tamanhos, com correntes nominais de 6 à 1250 A. Sua
capacidade de interrupção nominal de corrente varia de 125 kA, 500 V em corrente
alternada a 200 kA, 250 V em corrente contínua.
64 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Para além dos aspectos apresentados, com o uso de punhos, garante-se o manuseio
seguro na montagem ou substituição destes fusíveis.
5.2 Disjuntores
Os disjuntores são usados na protecção contra altas correntes com a vantagem de poderem
ser religados várias vezes. O número de vezes é determinado pelo fabricante e é da ordem
de milhares.
a) b) c)
Os disjuntores são desligados através de relés que podem por sua vez actuar por diversas
grandezas físicas como por exemplo tensão, corrente ou temperatura. Como a potência
comandada é muito grande, os processos de ligar e desligar devem ser rápidos e precisos, e
isso só é conseguido nos disjuntores de alta potência, por uma forte mola que é tencionada
por um motor eléctrico, e a energia mecânica acumulada na mola é descarregada no
mecanismo de fechamento ou de abertura do disjuntor, fazendo com que estes sejam muito
rápidos.
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66 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Numa instalação eléctrica sem ligação à terra, em casos de acidente ou choque eléctrico, a
corrente ocasionada por esse defeito passa totalmente através do corpo humano e, se a
tensão de massa for superior a 50 V, a corrente pode ser muitíssimo perigosa.
Se a massa da instalação estiver ligada à terra através de uma resistência de pequeno valor,
a maior parte da corrente passará através da resistência e não pelo corpo humano.
Existem vários tipos de ligação à terra, designadas normalmente por associação de duas ou
três letras, designando a primeira a situação do neutro em relação à terra, e a segunda, a
situação das massas em relação à terra; a terceira letra fornece uma informação
complementar sobre as funções do condutor de protecção.
A ligação das massas à Terra constituem uma medida de protecção contra choques eléctricos
Destacam-se:
Sistema TT
O neutro está ligado à terra e as massas são ligadas directamente à terra através de
eléctrodos próprios, distintos do neutro. Este sistema é maioritariamente utilizado em
instalações industriais e domésticas.
Sistema TN
O neutro está ligado à terra e as massas estão ligadas ao ponto neutro por condutores de
protecção.
• Se o condutor neutro e o de protecção se confundem, o sistema é designado de
TNC.
• Se o condutor neutro e o de protecção são separados, o sistema é designado de
TNS.
Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas | 67
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Sistema IT
O neutro não está ligado à terra (neutro isolado) ou está ligado por intermédio de uma
impedância (neutro impedante).
Resistência de terra
A resistência de terra deve ter o valor menor possível e não deve ser superior a 10? A tensão
de segurança de funcionamento do aparelho de protecção é de 25 ou 50 volt, conforme as
massas são empunháveis ou não.
Protecção diferencial
Os aparelhos de protecção sensíveis à corrente diferencial-residual deverão assegurar,
directa ou indirectamente, o corte omnipolar do circuito em que estão inseridos e ser
dotados de dispositivo que permita sem meios especiais, verificar o seu estado de
funcionamento.
Estes aparelhos actuam num tempo determinado, atingido a corrente de fuga, ou residual
( I ∆n ), um valor mínimo. Em função deste valor mínimo, consideram-se as seguintes classes
de sensibilidade:
Características da terra
Todos os sistemas de protecção estão directa ou indirectamente relacionados com a terra,
pois a corrente que percorre o corpo humano escoa-se, regra geral, para a terra; isto só não
acontece quando se está isolado da mesma e em contacto simultâneo com dois pontos a
potencial diferente.
Esta ligação é assegurada por um eléctrodo de terra que pode ter várias formas e tem que
ser montado de acordo com algumas regras.
A resistência de terra deve ser medida, podendo ser utilizado mais do que um método.
68 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
3. O que acontece numa instalação eléctrica sem ligação à terra, em casos de acidente ou
choque eléctrico?
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
________________________________________________________________________
a) E:____________________________;
b) A:____________________________;
c) M1:___________________________;
d) R:____________________________;
e) 1 e 2: _________________________;
f) C:____________________________;
g) M2:___________________________;
Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas | 69
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
a) _______________________;
b) ________________________;
c) ________________________;
d) ________________________;
e) ________________________;
f) ________________________;
70 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Condutores eléctricos para baixa tensão podem ser fios ou cabos de cobre ou alumínio
capazes de transportar energia eléctrica em circuitos com tensões eléctricas de até 1000 V.
O condutor pode ser constituído por um único fio metálico maciço rígido ou por um
conjunto de fios torcidos formando um condutor flexível.
Alguns cabos eléctricos podem ser dotados apenas de condutor e isolamento, sendo
chamados então de condutores isolados, enquanto outros podem possuir adicionalmente a
cobertura (aplicada sobre o isolamento), sendo chamados de cabos unipolares ou
multipolares, dependendo do número de condutores que possuem. A figura mostra
exemplos desses três tipos de condutores eléctricos.
Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas | 71
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Um condutor eléctrico pode ser constituído por uma quantidade variável de fios, desde um
único fio até centenas deles. Essa quantidade de fios determina a flexibilidade do cabo.
Quanto mais fios, mais flexível o condutor e vice-versa.
Um fio é um produto maciço, composto por um único elemento condutor. Trata-se de uma
óptima solução económica na construção de um condutor eléctrico, porém apresenta uma
limitação no aspecto dimensional e na reduzida flexibilidade, sendo, em consequência,
limitado a produtos de pequenas secções (até 16 mm²).
O termo condutor encordoado tem relação com a construção de uma corda, ou seja,
partindo-se de uma série de fios elementares, eles são reunidos (torcidos) entre si,
formando então o condutor. Essa construção apresenta uma melhor flexibilidade do que o
fio.
72 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Características
• Tensão de ensaio: H05V-U 2.000 VOLTS; H07V-U 2.500 VOLTS
• Tensão nominal: H05V-U 300/500 VOLTS; H07V-U 450/750 VOLTS
• Norma: NP2356
Descrição
• Condutor: Cobre Classe I.
• Isolamento: Policloreto de Vinil (PVC).
• Cor do isolamento: Azul; Amarelo; Branco; Castanho; Cinzento; Creme; Encarnado;
Preto; Verde/Amarelo e Verde.
Aplicações
• Instalações fixas protegidas, estabelecidas no interior de aparelhos de utilização.
• Apropriados para canalizações à vista ou embebidas, protegidos por tubos, para
circuitos de sinalização, controle e potência
Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas | 73
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Características
• Temperatura de serviço: -5 a +70 ºC
• Tensão de ensaio: H05V-K 2.000 VOLTS; H07V-K 2.500 VOLTS
• Tensão nominal: H05V-K 300/500 VOLTS; H07V-K 450/750 VOLTS
• Raio de curvatura: 5 x diâmetro
• Norma: CENELEC
Descrição
• Condutor: Cobre Electrolítico, flexível, Classe V.
• Isolamento: Policloreto de Vinil (PVC).
Aplicações
• Cabo flexível para transporte de energia e alimentação, para instalações;
• Fixas e semimóveis de edifícios e unidades industriais e no interior de equipamentos.
74 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Características
• Tensão 300/500 V
Descrição
• Condutor: Cobre flexível classe 5 para instalação móvel (-F).
• Isolamento: Policloreto de vinilo (V). Identificação por cores.
• Bainha: Policloreto de vinilo (V) nas cores habituais: Cinzento, Branco e Preto.
Aplicações
• Utilização em serviços móveis no interior, como locais domésticos, cozinhas,
escritórios, aparelhos portáteis
• Máquinas de lavar, frigoríficos, aspiradores, equipamentos de escritório, motores na
indústria ligeira, berbequins, serras circulares, etc.
Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas | 75
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
NOTAS
76 | Manual do Formando – Módulo 1.1 – Executar com segurança todos os trabalhos de instalações eléctricas
INEFP, GIZ & RIO TINTO FORMAÇÃO PROFISSIONAL – ELECTRICISTA
INSTALADOR
Formação Profissional
Electricista Instalador - Vocacional 2
Módulo 1.2
Manual do Formando
NOTAS
78 |Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
ÍNDICE DO MANUAL
Página
1 INTRODUÇÃO ÀS FERRAMENTAS PARA INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS 80
1.1 Selecção de ferramentas manuais para instalação eléctrica 80
1.2 Alicates 80
1.3 Chaves de aperto de parafusos 82
1.4 Avaliação formativa nº 1 84
Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica | 79
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
1.2 Alicates
São ferramentas manuais de aço carbono feitas por fundição ou forjamento, compostas de
dois braços e um pino de articulação, tendo em uma das extremidades dos braços, suas
garras, cortes e pontas, temperadas e revenidas.
Os alicates servem para segurar por apertos, cortar, dobrar, colocar e retirar determinadas
peças nas montagens.
Os alicates universais para electricistas devem ter um isolamento no braço que suporte
até 1000 V CA
80 |Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Os alicates de corte para electricistas devem ter um isolamento no braço que suporte
até 1000 V CA.
Os alicates de ponta para electricistas também devem ter um isolamento no braço que
suporte até 1000 V CA.
Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica | 81
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
• Alicate Descarnador de Fios - Pode ser bastante simples como o do tipo que se
assemelha a um alicate universal. Regula-se a abertura das lâminas de acordo com o
diâmetro do condutor a ser desencapado.
82 |Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica
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Para além da fenda, existem diversos outros padrões de cabeças de parafuso como Phillips
(estrela), Pozidriv, Torx e Allen (sextavado por interior).
a) Chaves de Fenda
b) Chaves Phillips
c) Chaves Pozidriv
d) Chaves Torx
e) Chaves Allen
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( ) alicate universal;
( ) alicate descarnador
Coluna A Coluna B
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Esta ferramenta pode ser transportada com facilidade e pode ser operado em várias
posições.
Características:
• Potência do motor
• Número de rotações por minuto (rpm)
• Capacidade
• Deslocamento máximo de eixo principal
Acessórios:
• Mandril porta-brocas
• Jogo de buchas de redução
• Morsa
• Cunha para retirar mandril, brocas e buchas de
redução
Condições de uso:
• A máquina deve estar limpa
• O mandril deve estar em bom estado
• A broca deve estar bem presa e centrada
• O cabo eléctrico e a ficha devem estar em boas condições.
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2.2 Brocas
As Brocas são ferramentas de corte, de forma cilíndrica, com canais rectos ou helicoidais que
terminam em ponta cónica e são afiadas com determinado ângulo.
As brocas de aço rápido são utilizadas em trabalhos que exijam maiores velocidades de
corte, oferecendo maior resistência ao desgaste e calor do que as de aço carbono.
Classificação:
As brocas apresentam-se em diversos tipos, segundo a natureza e características do trabalho
a ser desenvolvido. Os principais tipos de brocas são:
a) Broca helicoidal de haste cilíndrica
b) Broca helicoidal de haste cónica
c) Broca de centrar
d) Broca com orifícios para fluido de corte
As brocas helicoidais diferenciam-se apenas pela construção das hastes, pois as que
apresentam haste cilíndrica são presas em um mandril, e as de haste cónica, montadas
directamente no eixo da máquina.
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Processo de execução
1) Prenda a peça e com um punção, marque o ponto onde será feito o furo.
4) Gire a porca reguladora até uma distância (H) do batente igual à profundidade de
penetração (P), mais a altura (a) do cone da broca.
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Coluna A Coluna B
5. punção e martelo
d) ( ) Para marcar
6. broca, mandril, furadeira
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• O digital, de visor de cristal liquida, que é melhor para medir tensões, correntes e
testar resistências
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Os multímetros, quer os analógicos assim como os digitais, são dotados de duas pontas de
prova de acesso ao exterior do aparelho, através das quais é possível medir as grandezas
Processo de execução
1) Ligue uma das pontas preta no borne marcado "-" do multímetro e uma das pontas
vermelha no borne "+";
2) Ajuste a chave selectora de função e escala para a posição "ACV". Seleccione uma das
escalas de tensão alternada, que seja adequada à leitura que deseja efectuar. Em caso
de dúvida utilize a mais elevada (“500 V”) e vá, progressivamente, decrescendo de
escala até obter uma leitura mais exacta.
90 |Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica
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3) Aplique as pontas de prova em paralelo com o circuito que deseja medir tensão.
Processo de execução
1) Ligue uma das pontas preta no borne marcado "-" do multímetro e uma das pontas
vermelha no borne "+";
2) Seleccione uma das escalas de resistência, que seja adequada à leitura que deseja
efectuar. Curto-circuito as pontas de prova e ajuste o botão "OHM ADJ" para que se
leia na escala de OHM (verde) o valor zero.
3) Quando for medir um resistor, que esteja ligado em um circuito, solte um dos seus
terminais, para que a medição não seja influenciada pelos outros componentes.
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Esta função pode ser usada para medir a tensão de uma pilha ou e uma bateria de
acumuladores ou em qualquer ponto de um circuito electrónico, como por exemplo
nos terminais de um díodo ou transístor.
Processo de execução
1) Escolher a escala mais próxima acima da tensão a ser medida (DCV 2,5 – 10 – 50 – 250
– 1000). Por exemplo, para medir a tensão de uma pilha (9 V) usamos a escala de DCV
10;
2) Colocar uma das pontas preta no terminal comum ou negativo do multímetro "-" e a
outra ponta deve ser colocada no terminal negativo do circuito ou no ponto de menor
tensão (pólo negativo das pilhas e baterias).
3) Colocar uma das pontas vermelha no ponto positivo do multímetro "+" e a outra ponta
no terminal positivo do circuito;
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Processo de execução
1) Ligue uma das pontas preta no borne marcado "-" do multímetro e uma das pontas
vermelha no borne "+";
2) Ajuste a chave selectora de função e escala para a posição "DCA". Seleccione uma das
escalas de corrente contínua, que seja adequada à leitura que deseja efectuar. Em
caso de dúvida utilize a mais elevada (“250 mA”) e vá, progressivamente, decrescendo
de escala até obter uma leitura mais exacta.
3) Desligue o circuito que pretende testar, interrompa o condutor no qual quer medir a
corrente e ligue o multímetro em série com o circuito.
5) Quando o ponteiro do multímetro deflectir para o lado esquerdo, isto significa que o
circuito está com a polaridade invertida em relação às pontas de prova, inverta a
posição das mesmas em relação ao circuito.
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Processo de execução
1) Conecte uma das pontas preta no borne marcado "COM" do multímetro e uma das
pontas vermelha no borne "VΩHz";
2) Seleccione uma das escalas de tensão alternada, que seja adequada à leitura que
deseja efectuar. Em caso de dúvida utilize a mais elevada (“750 VAC”) e vá,
progressivamente, decrescendo de escala até obter uma leitura mais exacta:
Processo de execução
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1) Ligue uma das pontas preta no borne marcado "COM" do multímetro e uma das
pontas vermelha no borne "mA"ou "10 A". Este último borne só deverá ser usado
quando se for medir até 10 A AC e a chave selectora estiver na posição "10 A AC".
2) Caso tenha escolhido o borne “10 A" seleccione a escala “10 A AC”, caso contrário
escolha uma das escalas de corrente compreendida, entre "20 mA" a "200 mA", que
seja adequada à leitura a ser feita.
3) Com a ponta de prova vermelha conectada no borne "mA" não tente medir mais que
200 mA AC e, se estiver conectada no borne "10 A", não tente medir mais que 10 A AC,
caso contrário poderá danificar o multímetro.
4) Desligue o circuito que pretende testar, interrompa o condutor no qual quer medir a
corrente e ligue o multímetro em série com o circuito.
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FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Processo de execução
1) Ligue uma das pontas preta no borne marcado "COM" do multímetro e uma das
pontas vermelha no borne "VΩHz";
2) Gire a chave selectora para a função de resistência e escolha uma das escalas, que seja
adequada à leitura que deseja efectuar.
Quando for medir um resistor que esteja ligado em um circuito, solte um dos
seus terminais, para que a medição não seja influenciada pelos demais
componentes do circuito.
6) Na escala de 200 M Ohm para obter o valor final da leitura, deverá ser subtraído 1 M
Ohm do valor exibido no visor.
Processo de execução
1) Conecte uma das pontas preta no borne marcado "COM" do multímetro e uma das
pontas vermelha no borne "VΩHz";
2) Seleccione uma das escalas de tensão contínua, que seja adequada à leitura que deseja
efectuar. Em caso de dúvida utilize a mais elevada (“1000 V DC”) e vá,
progressivamente, decrescendo de escala até obter uma leitura mais exacta.
4) Leia o valor da tensão exibido no visor, caso esteja precedido do sinal menos (“-“), será
indicação que as pontas de prova estão com a polaridade invertida em relação ao
circuito.
96 |Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
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98 |Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica
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Características:
• Fonte chaveada ajustável
• Display: 3 dígitos, tensão e corrente
• Tensão de Saída: 0 ~ 30 V
• Corrente de Saída: 0 ~ 3 A
Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica | 99
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100 |Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica
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Características
• Tensão: até 600 V (Linha);
• Potência: até 100 kVA;
• Frequência: 30 Hz a 150 Hz;
• Comunicação RS232;
• Baixa Distorção Harmônica;
• Protecções: térmica, sobre-corrente, curto-circuito;
• Isolação galvânica em alta frequência;
• Correcção do factor de potência e regeneração de energia;
• Medições da corrente de saída, potência activa, potência aparente e factor de
potência com 1% de precisão.
Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica | 101
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NOTAS
102 |Manual do Formando – Módulo 1.2 – Preparar e aplicar ferramentas e instrumentos para instalação eléctrica
FORMAÇÃO PROFISSIONAL – ELECTRICISTA INSTALADOR –
VOCACIONAL 2
Formação Profissional
Electricista Instalador - Vocacional 2
Módulo 1.3
Manual do Formando
103103
Manual do Formador – Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas – Página
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
NOTAS
104 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
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ÍNDICE DO MANUAL
Página
1 MEDIÇÃO, TRAÇAGEM, CORTE E DOBRAGEM DE TUBOS PA PARA 107
INSTALAÇÕES ELÉCTRICAS
1.1 Localização de elementos e traçado de percurso da instalação eléctrica 107
1.1.1 Materiais utilizadas 107
1.1.2 Localização de elementos 110
1.1.3 Traçado do percurso da instalação eléctrica 111
1.2 Electrodutos e acessórios 112
1.2.1 Introdução a electrodutos 112
1.2.2 Electroduto rígido metálico 113
1.2.3 Electroduto rígido plástico (PVC) 113
1.2.4 Electroduto flexível metálico 114
1.3 Corte, abertura de roscas e curvatura 115
1.3.1 Serra manual 115
1.3.2 Corta-tubos 116
1.3.3 Tarraxa para tubo metálico 116
1.3.4 Tarraxa para tubo PVC 116
1.3.5 Morsa de bancada para tubos 117
1.3.6 Lima redonda 117
1.3.7 Vira-tubos 118
1.3.8 Curvatura de electroduto rígido metálico 119
1.4 Moldagem ou soldagem de plástico 121
1.5 Acessórios 124
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 105
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106 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
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• Fita Métrica - É uma fita métrica de pano ou de aço dentro de uma caixa de couro ou
plástico, como mostra a figura:
Existem fitas métricas para medidas de grande extensão, possuindo até 100 metros.
Entretanto, as fitas mais comuns são as que medem 2, 3 ou 5 metros. Elas trazem
todas as medidas lineares, assim como o metro articulado, e podem medir
superfícies curvas, adaptando-se a qualquer contorno.
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 107
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• Prumo de centro – É um instrumento formado por uma peça de metal suspensa por
um fio e serve para que se determine a direcção vertical. É muito aplicado na
construção civil com o objectivo de verificar a perpendicularidade ou prumo de
qualquer estrutura.
108 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
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a) Escada simples - Precisa ser apoiada na parede ou porta onde se estiver a executar o
trabalho ou serviço. A distância entre a parede e o apoio na base da escada deve ser
a quarta-parte de seu comprimento;
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 109
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Tomada
Procedimento:
1) Identifique, na planta baixa, o local onde será
marcada a tomada.
Procedimento:
1) Meça na parede, utilizando o metro articulado, a
altura da tomada, na mesma direcção do ponto de
referência feito no piso.
Interruptor
Procedimento:
1) Identifique, na planta baixa, o local onde será
marcado o interruptor simples;
110 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Procedimento:
1) Meça na parede, utilizando o metro articulado, a altura
do interruptor, na mesma direcção do ponto de
referência feito no piso;
Lâmpadas
Procedimento
1) Trace as diagonais, utilizando a linha de bater;
Procedimento
1) Transfira a marca do piso para o tecto, utilizando o
prumo de centro;
a) Na parede
Procedimento
1) Coloque o prumo de centro de maneira que
coincida com a marca do interruptor no piso;
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 111
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
b) No tecto
Procedimento
1) Apoie a linha de bater até o ponto final do
percurso traçado na parede;
São tubos de metal ou plástico, rígido ou flexível, utilizados com a finalidade de conter os
condutores eléctricos e protegê-los da humidade, ácidos, gases ou choques mecânicos.
112 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
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Descrição:
Tubo de aço dobrável ou ferro galvanizado.
Com ou sem costura longitudinal.
Pintado interno e externamente com esmalte de cor preta.
Fabricado com diferentes diâmetros e espessuras de parede.
Adquirido em vara de 3 metros e dotado de rosca externa nas extremidades.
Comprimento da rosca igual à metade do comprimento da Iuva.
Função: conter e proteger os condutores.
Nota:
Os de parede grossa chamam-se "electrodutos pesados" e os de parede fina, "electrodutos
leves".
Descrição
Tubo de plástico dobrável.
Sem costura longitudinal.
Dotado de rosca externa na extremidade
Fabricado com diferentes diâmetros e espessuras de parede.
Adquirido em vara de 3 metros.
Comprimento da rosca igual à metade do comprimento da luva.
Função: conter e proteger os condutores.
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 113
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Estes electrodutos não podem ser embutidos nem utilizados nas partes externas das
edificações, em localizações perigosas e não podem nunca ser expostos à chuva ou ao sol.
Devem constituir trechos contínuos e não devem ser emendados. Necessitam ser
firmemente fixados por braçadeiras.
Nota:
O electroduto flexível de plástico é bastante utilizado nas instalações das edificações, desde
que haja condições adequadas. As características principais dos electrodutos são fornecidas
por uma tabela em correspondência com o diâmetro nominal.
114 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Algumas ferramentas poderão ser utilizadas quando da aplicação dos electrodutos, com a
finalidade de fazer corte, abrir roscas ou fazer curvas. Dentre elas, destacam-se a serra
manual.
A serra manual tem uma folha de serra, e os seus dentes, quando vistos de frente, são um
pouco inclinados para um e outro lado da folha. Esta inclinação para os lados é que permite
efectuar o corte. A serra manual serve para cortar metais e outros materiais duros.
A folha de serra coloca-se no arco, fixando-a nos ganchos que tem em cada extremo. O
gancho do extremo oposto ao punho tem um parafuso e uma porca de orelhas, que a
aparafusar estica a folha da serra.
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 115
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Descrição
1. Corpo.
2. Navalha circular cortadora
3. Roletes
4. Cabo móvel com parafuso de ajuste
1. Corpo
2. Caçonete
3. Cabo
4. Trava da catraca
Descrição
a. Corpo
b. Cabo
c. Guia
d. Caçonete intercambiável
Procedimento:
116 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Descrição
a. Corpo.
b. Manípulo.
c. Parafuso de aperto.
d. Trava.
e. Articulação.
f. Mordente.
g. Mandíbula fixa.
h. Mandíbula móvel.
Descrição
• Corpo
• Cabo
• Forma: cilíndrica, levemente afiada.
Existe outra ferramenta, chamada escareador, que pode limpar o canto interior do tubo:
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 117
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1.3.7. Vira-tubos
Existem vários outros tipos de vira-tubos para curvar electrodutos, como os que aparecem
nas ilustrações abaixo:
Além desses, para curvar electrodutos de bitola superior a uma polegada, utiliza-se o vira-
tubos hidráulico. Mas nem sempre o electricista dispõe do vira-tubos apropriados. É comum,
entre os profissionais, a utilização de certos artifícios para curvar electrodutos, tais como os
que aparecem na figura a seguir.
118 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Quando, entretanto, for obrigatório, deve-se fazê-lo a frio e com todos os cuidados para que
não haja redução sensível na secção interna do electroduto.
Procedimento:
1) Preparar um molde da curva:
Com um arame grosso de ferro, prepare o modelo do formato que o tubo deve ter.
Faça as curvas no arame e, a cada conformação dada no mesmo, experimente no local
onde irá o tubo ser fixado.
2) Iniciar a dobragem:
Escolha uma das extremidades do electroduto para iniciar o trabalho. Enfie a ponta do
electroduto no T do vira-tubos, e firme o tubo no chão, com o pé. Usando o próprio
electroduto como alavanca, inicie o seu encurvamento.
Nota: A cada pequena curvatura deve-se mudar a posição do T para não amassar o
tubo
3) Concluir a dobragem:
Coloque o electroduto no chão, prendendo-o sob os pés e com a extremidade livre
encostada na parede. Coloque junto ao electroduto o molde e, com o T, complete a
curvatura iniciada na fase anterior.
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 119
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
b) Não recue o tubo no vira-tubos para fechar mais a curvatura algum ponto, nem force
muito no mesmo lugar, para não amassá-lo.
120 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
c) A costura do tubo (a) deverá ficar na sua faixa neutra (para cima), pois as costuras
constituem um perigo para o isolamento do condutor.
Caso se deseje dobrar, moldar ou soldar peças de PVC ou de polietileno, deve-se proceder
lentamente, com muito cuidado e de maneira controlada, para assim se conhecer o efeito
do calor no material correspondente, porque, nestes casos, variações relativamente
pequenas na temperatura podem causar deformações nas peças.
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 121
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a) Maçarico a gás
Descrição
a. Queimador.
b. Suporte múltiplo de duplo comando
c. Registo tradicional.
d. Gatilho.
e. Suporte para sustento.
b) Soprador térmico
• Raspar a fundo, sem nenhuma dificuldade, pinturas de tintas a óleo, sintéticas, etc.;
• Aquecer plásticos para moldar ou soldar;
• Secar superfícies unidas;
• Efectuar solda de estanho em chapas ou tubos;
122 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
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c) Mola
Utilização da mola:
Para impedir a redução do diâmetro interno do electroduto rígido de plástico (PVC) durante
o seu curvamento, devem-se observar os seguintes procedimentos:
2) Colocar a mola sobre o electroduto, de maneira que coincida com o trecho que será
curvado, e segurar a guia da mola com as mãos, fazendo topo, isto é, até atingir a
extremidade do electroduto, com os dedos polegar e indicador.
3) Introduzir a mola no electroduto, empurrando-a, até que os dedos voltem a fazer topo
com a entrada que servia como referência.
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d) Areia
Procedimentos
2) Vedar as extremidades com um material não molhado e que seja fácil de retirar.
1.5. Acessórios
a) Curvas
b) Luvas
Descrição
1 - Peça de metal ou plástico.
2 - Dotada de rosca interna.
3 - Especifica pelo comprimento e pelo diâmetro nominal
124 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
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c) Buchas e arruelas
Na montagem dos electrodutos nas caixas, empregam-se porcas especiais, que existem em
diferentes dimensões, adequadas aos electrodutos com que devem trabalhar.
As porcas que são colocadas pelo lado interno das caixas servem, principalmente, para
proteger o isolamento dos condutores e são também conhecidas como “buchas”. As que são
colocadas pelo lado externo das caixas servem para dar o aperto de fixação do electroduto à
caixa e são normalmente chamadas de “arruelas”.
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 125
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As caixas possuem orelhas para a fixação de tampas, aparelhos ou dispositivos, assim como
orifícios parcialmente abertos para a introdução e fixação dos electrodutos.
Nas instalações expostas, elas podem ser substituídas por conduletes, que são caixas
também utilizadas para colocação de interruptores e tomadas. Servem ainda para conter
derivações e emendas e como caixas de passagem.
126 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
São caixas próprias para a utilização como pontos de luz. Algumas delas possuem fundo
móvel, possibilitando a fixação de electrodutos. Servem ainda como caixas de passagens e
para conter emendas e derivações.
O desenho abaixo ilustra a localização de caixas, luvas, curvas, buchas, arruelas e tubos.
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 127
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128 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
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Para executar instalações com tubulações aparentes usa-se também caixa de derivação
(conduletes). Onde as condições de instalações exigem, utiliza-se fita veda-rosca como
material vedante entre roscas. Não se utilize apertos excessivos, através de uso de chaves.
Obtém-se rosqueamento perfeito através de aperto manual.
Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas | 129
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1. Conector curva para box: facilita a execução de curvas, pois com a retirada da tampa
os fios deslizam livremente.
2. Bucha e arruela; enquanto a arruela fixa o tubo, a bucha evita o descascamento do fio
e serve de contra-porca para fixação.
4. Luvas e conectores sem rosca: para conexão de electrodutos rígidos. Fornecidos sem
ou com vedação de borracha. Permitem contornos com aplicação de conduletes.
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Segundo a norma que regula o "Suporte de cabos para instalações eléctricas" os suportes de
cabos devem ter a capacidade de alojar cabos ou conjuntos de cabos com os diâmetros
indicados pelo fabricante ou respectivo distribuidor, sem romper ou quebrar, nem danificar
a rosca dos parafusos.
Para a fixação devem ser aplicados e utilizados acessórios e métodos adequados, que
excluam a possibilidade de danos ou de deformação do formato.
A distância de fixação para cabos é indicada na tabela a baixo. Assim, por exemplo, para
cabos na colocação horizontal, estão predefinidas distâncias de 20 vezes o diâmetro do
cabo. No entanto não deve ser excedida uma distância de 80 cm.
No caso da colocação vertical, as distâncias entre abraçadeiras podem ser aumentadas, mas
sem exceder 1,5 m.
Procedimentos
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O comprimento das pontas deve ser igual a 50 vezes o diâmetro do condutor nu,
aproximadamente.
Para descarnar fios condutores é preciso dispor do próprio fio condutor isolado e uma
navalha ou alicate descarnador. Esta operação realiza-se da seguinte maneira:
Procedimento
a) Segure o fio condutor com uma das mãos, deixando livre o troço do condutor que é
para descarnar. Com a outra mão, segura a navalha ou descarnador;
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b) Faça uma pequena incisão no comprimento do condutor que vai ser descarnado,
apertando o troço livre do condutor entre o polegar e a navalha. Se for alicate
descarnador, modere o esforço para não ferir também o próprio material condutor.
c) Faça um corte à volta da incisão que você definiu no ponto anterior, enterrando a
navalha no isolador, até tocar o material metálico. Aqui deve-se ter muito cuidado
para não danificar o filete metálico. Finalmente roda a navalha e o condutor em
sentido contrário. Tenha o cuidado de não aumentar a pressão.
e) Uma vez descarnado o fio condutor terá o aspecto idêntico ao da figura que se segue:
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Procedimento
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5.1 Introdução
Junções e derivações
Anilhas ou Olhal
Soldaduras.
5.2.1 Junções
As junções servem para unir ou ligar dois ou mais condutores que podem ser submetidos a
uma tensão mecânica. Ao se realizarem as junções de dois ou mais condutores é necessário
que esta não aumente a resistência eléctrica do condutor resultante.
Para ligar ou unir fios condutores de até uma secção de 2,5 mm2, pode-se empregar o
sistema representado na figura:
Para fios condutores de secção maiores até 16 mm2, emprega-se o sistema representado na
figura. Estas ligações são feitas com a ajuda de ferramentas apropriadas como por exemplo
alicates.
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Se tiver que ligar fios de secções diferentes, por exemplo um condutor de 10 mm2 e um
outro de 1,5 mm2, deve-se uni-los em forma de cauda, veja a figura.
Vai ter que unir dois fios condutores, atando-os com um arame fino e soldando depois com
estanho a junção executada.
A junção de cabos ou condutores multifilares é mais trabalhosa. Para realizar esta operação
emprega-se muitas vezes a chamada junção em estrela, veja a figura:
Este tipo de junção realiza-se quando se trata de uma instalação que termina com um
condutor que tem de continuar. Elas são de dois tipos:
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Procedimento
Para a realização prática deste tipo de junção deve-se seguir a seguinte ordem de operação:
3. Usando as mãos, torce as extremidades dos condutores, girando uma sobre a outra:
4. Fazendo pressão com o dedo polegar, procure que os fios fiquem uniformes e bem
apertados:
6. Finalmente repita a mesma operação com o outro fio, até a junção ficar como na
figura:
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Procedimento
No caso dos cabos procede-se da mesma forma como o dos fios, como se se tratasse da
mesma operação.
Este tipo de junção aplica-se em fios de secção máxima de 4 mm2 e cabos até 6 mm2,
especialmente em caixas de ligações e mecanismos em geral, em todas as aplicações nas
quais os condutores não são submetidos a esforços mecânicos.
Procedimento
1. Com alicate descarnador ou navalha, retire o isolamento dos condutores somente nas
suas extremidades a unir;
3. Com o alicate universal, aperte bem forte as extremidades dos condutores a unir e
com a outra mão segure a parte não fechada dos condutores começando a torce-los;
4. Corte as pontas da junção com alicate e dobre a junção pela metade, apertando com o
alicate universal:
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Procedimento
2. Cruze os condutores.
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É uma junção realizada quando se deriva de um condutor, fio ou cabo para um outro
condutor de igual ou menor secção.
Procedimento
Estas junções são realizadas dentro dos parâmetros de segurança e obedecendo à seguinte
ordem de operações:
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5.3 Anilhas
Para além de junções e derivações utilizando condutores eléctricos, também surge, por
vezes, a necessidade de estabelecer a ligação de fios a alguma aparelhagem eléctrica por
intermédio de parafusos. Para o aperto de condutores nos aparelhos eléctricos ou
electrodomésticos, estes devem estar em forma de olhal ou simplesmente anilha. A anilha é
o nome que se dá à extremidade de um condutor construído de modo a que este permita a
passagem pelo seu diâmetro interno de um parafuso de fixação.
Procedimento
Para a construção das anilhas, seguem-se as seguintes instruções:
2. Com um alicate de pontas redondas, segure as pontas do fio e garante que esteja
seguro;
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3. Rode o alicate até formar-se a anilha como o ilustrado nas figuras em seguida:
4. Quando a anilha estiver formada, aperte com a parte mais fina do alicate e rodear no
sentido contrário ao seguido para se formar a anilha. Isto para fazer com que a anilha
fique centrada.
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As junções e derivações estudadas, mesmo as anilhas, ainda que bem-feitas, não podem
suportar alguns esforços mecânicos e consequentemente a sua deterioração será inevitável
provocando deficiências no funcionamento do circuito. Para se aumentar a resistência
mecânica nos condutores eléctricos, adopta-se a soldadura.
Classificação
As soldaduras podem classificar-se em dois tipos:
Soldadura branda
Soldadura dura
A solda branda, estudada neste capítulo, emprega-se para unir peças usando como metal de
ligação o estanho, por ser um metal de fusão a temperaturas baixas e por ter boas
propriedades mecânicas. Nesta soldadura, as peças soldadas não podem ser submetidas a
temperaturas que ultrapassem os 200 ºC, já que a partir desta temperatura começa a
amolecer, perdendo solidez, e um pequeno esforço é suficiente para separar as peças. Para
além disto o próprio material tem a sua temperatura de fusão que se for ultrapassada este
liquefaz-se.
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Descrição – Solda
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Procedimento
Uma vez terminadas as ligações, é para fazer os estanhados. Para efectuar uma boa
soldadura recomenda-se o seguinte:
1. Limpe a ponta do ferro com uma lima fina ou lixa. Ligue o ferro de soldar para que
inicie o aquecimento da ponta.
2. Limpe as partes a soldar limando, lixando, ou por outras, faça desaparecer a ferrugem,
o isolamento, a pintura, a sujidade e tudo o que possa dificultar a ligação.
3. Aqueça com o ferro de soldar as partes das peças a soldar e logo em seguida sobrepor
o metal de ligação.
4. Uma vez realizada a soldadura e tendo-se esperado que esta tenha arrefecido sem se
ter movido as peças soldadas, passe ao acabamento da soldadura, limpando os
resíduos com uma lixa ou lima dependendo da superfície e da sua sensibilidade.
Isolamento da junção
Para isolar a parte da junção, deve-se utilizar fita isoladora de:
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FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Procedimento
2. Enrole a fita isolante sobre a emenda de modo que cada volta cubra meia volta
anterior.
3. Sem cortar a fita, repita a operação até que a emenda tenha espessura igual ao
isolamento do condutor.
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6. AVALIAÇÃO SUMATIVA
1. Encontre um fio condutor de 2,5 mm2 de secção e corte um comprimento não superior
a 20 cm:
a) Numa das extremidades à sua escolha, meça 2,5 cm do ponto extremo e coloque
uma marca qualquer.
b) Com ajuda de uma navalha ou alicate, descarne exactamente os 2,5 cm de
comprimento. Anote todas a dificuldades e facilidades.
c) Na outra extremidade, meça 3,5 cm do ponto extremo e coloque outra marca.
d) Com ajuda do alicate descarnador, retire os 3,5 cm do isolador. Anote as
dificuldades e facilidades.
e) Faça uma comparação das duas operações e tire conclusões.
2. Encontre agora um cabo flexível de 2 x 1,5 mm2 e corte um comprimento não superior
a 20 cm.
a) Numa das extremidades, meça 3 cm de comprimento e coloque um sinal.
b) Com ajuda de um alicate descarnador, retire os 3 cm do isolador.
c) Na outra extremidade, meça também 3 cm e com ajuda de um alicate de corte,
retire os 3 cm de comprimento do isolador.
d) Compare as duas operações, descrevendo as dificuldades e facilidades de
realização.
150 | Manual do Formando - Módulo 1.3 – Preparar e aplicar materiais para instalações eléctricas
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
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NOTAS
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NOTAS
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Formação Profissional
Electricista Instalador - Vocacional 2
Módulo 1.4
Montar Elementos de
uma Instalação Eléctrica
Manual do Formando
NOTAS
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ÍNDICE DO MANUAL
Página
1 MATERIAIS DO ELECTRICISTA 158
2 SIMBOLOGIA PARA ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÃO 161
3 MONTAGEM DE UMA INSTALAÇÃO SIMPLES 164
3.1 Procedimento de montagem 164
3.2 Montagem de fusíveis e disjuntores 165
4 INSTALAÇÃO DE INTERRUPTORES E TOMADAS 167
4.1 Montagem de interruptores e tomadas 167
4.2 Instalação com interruptor simples para comandar uma lâmpada 169
4.3 Instalação com comutação de lustre para comandar lâmpadas 171
4.4 Instalação com comutação de escada para comandar lâmpadas 172
4.5 Instalação com comutação de escada com inversor 173
4.6 Montagem de interruptores 174
4.7 Montagem de tomadas 176
4.8 Tipos de instalações eléctricas no interior. 179
5 MONTAGEM DE COMPONENTES DE UM QUADRO ELÉCTRICO 180
5.1 Constituição do quadro eléctrico 180
5.2 Componentes do quadro eléctrico 181
5.3 Montagem do quadro eléctrico 183
6 LIGAÇÃO À TERRA 185
7 EXERCÍCIOS E AVALIAÇÕES FORMATIVAS 188
7.1 Exercício prático Nº 1 – Instalação doméstica elementar 188
7.2 Exercício prático Nº 2 – Lâmpada incandescente, campainha e tomada 194
7.3 Exercício prático Nº 3 – Sistema de intercomunicação 200
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 157
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1. MATERIAIS DO ELECTRICISTA
b) Fio - são feitos de um único e espesso filamento; ou seja constituído por uma
alma condutora, e por isso são rígidos.
158 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Para saber quantos condutores no máximo devem passar em cada tudo (secção do tubo) é
só fazer a correspondência entre o número de condutores na vertical e a secção na
horizontal.
Nota: Em outros casos podemos usar as cores castanho, vermelho, preto, cizento ate
cor branca como fio de fase mas nunca usar a cor azul e nem amarelo/verde. Essas
cores devem ser usadas como neutro para o azul e amarelo/ verde ou verde como
terra.
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j. Buchas - estes ajudam nos na afixação de parafusos em um furo, geralmente feito por
uma broca usando se uma furadeira (berbequim). Deve se observar sua espessura de
acordo com o respectivo parafuso e broca.
160 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
2 SIMBOLOGIA ELÉCTRICA
Interruptor simples
Comutador de
lustre
Comutador de
escada
Inversor de grupo
Botão de pressão
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Variador de luz
Ficha
Ficha fêmea
Tomada
Tomada do trifásico
com terra
162 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Ponto de luz
Lâmpada
fluorescente
Caixa de derivação
Quadro eléctrico
Portinhola
Fusível
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1) Dispor ou ter em mãos um papel com o esboço do esquema eléctrico que vai ser
montado;
5) Marque os pontos das abraçadeiras para cabos ou tubos de uma forma lógica
respeitando o regulamentado, as normas de higiene e segurança no trabalho;
6) Coloque os cabos ou tubos nas abraçadeiras, apertando-os para que fiquem fixos
e seguros;
164 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Os circuitos eléctricos devem se dimensionados para uma determinada carga nominal dada
pela carga que se pretende proteger.
De acordo com as normas usamos os condutores de secção 1,5 mm2 para circuito de
iluminação; e 2,5 mm2 para circuitos de tomadas.
AMPERAGEM DE FUSÍVEIS
INSTALAÇÃO MONOFÁSICA
Secção do Cabo
Utilização do circuito Fusível
(fase, neutro, terra)
Iluminação 1,5 mm2 10 A
Fusíveis são dispositivos construídos de um material capaz de fundir quando através dele
circula uma corrente acima dos valores estabelecidos.
Se, por exemplo, possuímos em nossa instalação um fusível de 15 amperes, isto significa que
podem circular correntes até este valor. Se, por qualquer anomalia, esta corrente for
aumentando rapidamente, o fusível se queimará, evitando um curto-circuito na instalação e
a possibilidade de incêndio. Esta é a razão pela qual os fusíveis de uma determinada
instalação eléctrica jamais devem ser substituídos por outro material.
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 165
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166 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
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Podemos mostrar em vários diagramas como ligar diferentes tipos de interruptores de modo
a facilitar na compreensão do funcionamento destes. De entre vários diagramas podemos
encontrar:
Diagrama Unifilar - A representação unifilar tem uma simbologia própria e simplificada mas
não nos indica o modo de ligação nas montagens de forma a compreendermos o seu
funcionamento. Dá-nos, contudo, indicações úteis sobre o percurso da instalação, elementos
que a constituem e a sua localização. A simplicidade desta representação, faz com que ela
seja utilizada no desenho das plantas de edifícios, para a elaboração do respectivo projecto
eléctrico da instalação.
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 167
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168 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
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a) Incandescente
Material necessário:
Tubo PVC
Caixa de derivação
Caixa de aparelhagem
Braçadeiras
Boquilhas
Interruptor simples
Condutor H07V-U
Suporte da lâmpada
Lâmpada incandescente
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 169
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b) Fluorescente
Material necessário:
Tubo PVC
Caixa de derivação
Caixa de aparelhagem
Braçadeiras
Boquilhas
Interruptor simples
Condutor H07V-U
Suportes para lâmpadas fluorescentes
Balastro
Arrancador
Lâmpada fluorescente.
Nota: nunca esquecer de fazer todos passos ditos anteriormente quando for a fazer
qualquer montagem.
170 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Material necessário:
Tubo PVC
Caixa de derivação
Caixa de aparelhagem
Braçadeiras
Boquilhas
Comutador de lustre
Condutor H07V-U
Suportes de lâmpadas
Lâmpadas de incandescência.
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 171
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Material necessário:
Tubo PVC
Caixa de derivação
Caixa de aparelhagem
Braçadeiras
Boquilhas
Comutadores de escada
Condutor H07V-U
Suportes de lâmpada
Lâmpadas de incandescência.
172 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Comutação de escada com inversor: Montagem que tem por objectivo o comando de um só
circuito eléctrico de mais de dois sítios diferentes. É utilizada em corredores compridos,
corredores em ângulo, caixas de escada, etc.
Material necessário:
Tubo PVC
Caixa de derivação
Caixa de aparelhagem
Braçadeiras
Boquilhas
Comutador de escada
Inversor de grupo
Condutor H07V-U
Suportes de lâmpada
Lâmpadas de incandescência
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 173
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Na caixa de aparelhagem onde se vai afixar o interruptor geralmente aparecem ali dois a três
condutores nomeadamente o fio de fase que sai do quadro (castanho ou preto), o fio que sai
do interruptor até a lâmpada (preto ou cinzento), e algumas vezes também o fio da terra.
Procedimento:
Chave de fenda isolada Alicate de corte isolado Busca pólo para 220-240 V
174 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
3) Se as pontas dos fios estiverem danificadas, corte-as. Descarne cerca de 5 mm dos fios
para deixá-los com as pontas renovadas.
4) Com o interruptor na mão, ligue o fio fase no pino do meio. Depois, ligue o fio de ida
para a lâmpada em um dos outros pinos que sobraram. Aperte com parafuso os fios
nos respectivos pinos.
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 175
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176 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
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Procedimento:
Chave de fenda isolada Alicate de corte isolado Busca pólo para 220-240 V
3) Se as pontas dos fios estiverem danificadas, corte-as. Descarne cerca de 5 mm dos fios
para deixá-los com as pontas renovadas.
Lembre-se que, os fios da tomada podem ser identificados pelas seguintes cores:
Castanho = Fase
Azul = Neutro
Verde / Amarelo = Terra
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 177
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5) Ligue o fio terra no pino do meio. Fixe o fio fase por um lado e o neutro por outro lado.
Aparafuse os fios nos respectivos pinos
178 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
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A) Em saliência
B) Embutida
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180 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
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Barramento de neutro:
Barramento de terra:
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Todos os cabos eléctricos que entram no quadro, devem estar identificados de modo a
facilitar a montagem dos circuitos
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Legenda:
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6 LIGAÇÃO À TERRA
Terra (ou massa) são conceitos usados nos campos da electricidade e da electrónica
como ponto de referência para um potencial eléctrico de zero volt. De acordo com o
tipo de instalação, esta referência pode conter uma função específica.
A terra é o condutor eléctrico cuja função é conectar à terra, ou seja, ao terra eléctrico,
todos os dispositivos que precisarem utilizar seu potencial como referência ou valer-se
de suas propriedades eléctricas.
O fio terra, uma vez que encontra-se sempre neutro e (teoricamente) presente em
todo circuito eléctrico, é sempre tomado como ponto de referência para a medida de
potenciais, sendo a ele atribuído, então, o potencial de zero volts. A necessidade de tal
referência fundamenta-se no facto físico de não haver, a rigor, sentido no termo
"potencial eléctrico de um ponto", pois, em física, define-se apenas a diferença de
potencial (ddp) entre dois pontos.
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 185
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186 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
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As soluções mais utilizadas são: os tubos, vareta ou perfilados. Estes deverão ser
enterrados verticalmente a uma profundidade mínima de 80 cm.
A ligação equipotencial principal deve ser feita entre o terminal principal de terra
e as partes metálicas da construção e as canalizações metálicas do edifício (ex:
de agua, de gás, de aquecimento centra, ar condicionado, fogão, etc.)
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Data: O formando:
Duração
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FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Instruções para os formadores do • Instruções para o teste e diagramas eléctricos devem ser
INEFP apresentados e facultados aos candidatos.
Trabalho prático a ser Instalar um sistema eléctrico que inclui um (1) quadro
executado: eléctrico de distribuição (220V), com disjuntor diferencial
(30mA) e dois (2) disjuntores electromagnéticos de protecção
nos circuitos de iluminação e tomada, três (3) caixas de
derivação exteriores (4 entradas), um (1) interruptor unipolar,
uma (1) tomada de corrente monofásica, um (1) bocal para
lâmpada incandescente com lampada, e de acordo com o
diagrama fornecido.
DIAGRAMA:
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 189
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190 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
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TABELA DE AVALIAÇÃO
# Pontuação
Critério de avaliação Guia de pontuação Pro Resul
cesso tado
1 Preparar os trabalhos Uniformizado com equipamentos de protecção
1
eléctricos individual (E.P.I.)
Ferramentas e equipamento necessários
3
seleccionados para efectuar o trabalho eléctrico
Material necessário seleccionado para efectuar o
3
trabalho eléctrico
2 Instalar Quadro Geral Quadro Geral de distribuição, disjuntor diferencial
de distribuição (QG), e disjuntores de protecção de circuitos 1
com disjuntor inspeccionados contra defeitos de fabrico
diferencial e de Posição do Quadro Geral de distribuição marcada
3
protecção de na parede, de acordo com os planos de instalação
circuitos Posição dos furos de fixação do Quadro Geral de
3
distribuição marcados na parede
Furação para fixação do Quadro Geral de
distribuição executada e com as medições 3
correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas
2
inseridas nos respectivos furos
Quadro Geral de distribuição instalado e
1
devidamente apertado
3 Instalar caixas de Caixas de derivação inspeccionadas contra defeitos
1
derivação de fabrico
Posição das caixas de derivação marcada na
3
parede, de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos de fixação das caixas de
3
derivação marcados na parede
Furação para fixação das caixas de derivação
3
executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas
2
inseridas nos respectivos furos
Caixas de derivação instaladas e devidamente
1
apertadas
4 Instalar interruptor Interruptor unipolar inspeccionado contra defeitos
1
unipolar de fabrico
Posição do interruptor unipolar marcado na
3
parede, de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos para fixação do interruptor
3
unipolar marcado na parede
Furação para fixação do interruptor unipolar
3
executado e com as medidas correctas
Interruptor unipolar instalado e devidamente
apertado
1
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 191
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
192 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 193
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Data: O formando:
194 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Instruções para os formadores do • Instruções para o teste e diagramas eléctricos devem ser
INEFP apresentados e facultados aos candidatos
• Os candidatos devem ser informados sobre o tempo que
falta para concluir os trabalhos práticos.
Trabalho prático a ser Instalar um sistema eléctrico que inclui um (1) quadro
executado: eléctrico de distribuição de energia (220V) com disjuntor
diferencial (30mA) e dois (2) disjuntores electromagnéticos de
protecção nos circuitos de iluminação e tomada, duas (2)
caixas de derivação exteriores (4 entradas), um (1) bocal para
lâmpada incandescente com lâmpada, um (1) interruptor
unipolar, uma (1) tomada monofásica de corrente, um (1)
interruptor de pressão, e uma (1) campainha eléctrica (220V).
A distância do quadro geral á primeira caixa de derivação é de
400mm, e a distância entre cada um dos outros componentes
da instalação é de 300mm.
DIAGRAMA:
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 195
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
196 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
TABELA DE AVALIAÇÃO
# Pontuação
Critérios de
Guia de Pontuação Pro Resul
Avaliação
cesso tado
1 Preparar os Uniformizado com equipamentos de protecção
1
trabalhos individual (E.P.I.)
eléctricos Ferramentas e equipamento necessários
3
seleccionados para efectuar o trabalho eléctrico
Material necessário seleccionado para efectuar o
3
trabalho eléctrico
2 Instalar Quadro Quadro Geral de distribuição, disjuntor diferencial, e
Geral de termomagnéticos inspeccionados contra defeitos de 1
distribuição fabrico.
(QG), com Posição do Quadro Geral de distribuição marcada na
3
disjuntor parede, de acordo com o plano de instalação.
diferencial, e Posição dos furos para fixação do quadro eléctrico
3
termomagnétic de distribuição marcada na parede.
o de protecção Furacão para fixação do Quadro Geral de distribuição
do circuito 3
executada e com as medições correctas.
Buchas plásticas com as medidas correctas inseridas
2
nos respectivos furos.
Quadro eléctrico de distribuição instalado e
1
devidamente apertado.
3 Instalar caixas Caixas de derivação inspeccionadas contra defeitos
1
de derivação de fabrico.
Posição da caixa de derivação marcada na parede de
3
acordo com o plano de instalação.
Posição dos furos de fixação das caixas de derivação
3
marcados na parede
Furação para fixação das caixas de derivação
3
executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas inseridas
2
nos respectivos furos
Caixas de derivação instaladas e devidamente
1
apertadas
4 Instalar Posição das abraçadeiras para fixação da tubagem
abraçadeiras plástica PVC marcada na parede, de acordo com as 2
para fixação de regras e regulamentos
tubagem PVC Furação para fixação das abraçadeiras executada e
2
com as medidas correctas
Abraçadeiras instaladas e devidamente apertadas 1
5 Instalar Medição e cortes de tubagem plástica PVC
tubagem PVC efectuada correctamente para o trabalho a 3
executar.
Tubagem PVC instalada entre os vários
2
componentes eléctricos e sem falhas visíveis
Tubagem plástica PVC instalada e devidamente
1
apertada na parede
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 197
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
198 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 199
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Data: O formando:
200 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Instruções para os formadores do • Instruções para o teste e diagramas eléctricos devem ser
INEFP apresentados e facultados aos candidatos
• Candidatos devem ser informados sobre o tempo que falta
para concluírem o trabalho
Trabalho prático a ser Instalar um sistema eléctrico que inclui um (1) quadro
executado: eléctrico de distribuição de energia (220V) com disjuntor
diferencial (30mA), um (1) disjuntor de protecção do circuito,
duas (2) caixas de derivação (4 entradas), dois (2)
interruptores de pressão, duas (2) estações de
intercomunicação, e de acordo com o diagrama fornecido.
A distância entre o quadro de distribuição e a primeira caixa
de derivação deve ser 600mm, e a distância entre todos os
outros componentes da instalação 400mm.
DIAGRAMA:
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 201
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
202 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
TABELA DE AVALIAÇÃO
# Pontuação
Critério de
Guia de pontuação Pro Resul
avaliação
cesso tado
1 Preparar os Uniformizado com equipamentos de protecção
1
trabalhos individual (E.P.I.)
eléctricos Ferramentas e equipamento necessários
3
seleccionados para efectuar o trabalho eléctrico
Material necessário seleccionado para efectuar o
3
trabalho eléctrico
2 Instalar Quadro Quadro Geral de distribuição, disjuntor diferencial
Geral de e disjuntores de protecção de circuitos 1
distribuição (QG), inspeccionados contra defeitos de fabrico
com disjuntor Posição do Quadro Geral de distribuição marcada
3
diferencial e de na parede, de acordo com os planos de instalação
protecção de Posição dos furos de fixação do Quadro Geral de
3
circuitos distribuição marcados na parede
Furação para fixação do Quadro Geral de
distribuição executada e com as medições 3
correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas
2
inseridas nos respectivos furos
Quadro Geral de distribuição instalado e
1
devidamente apertado
3 Instalar caixas de Caixas de derivação inspeccionadas contra defeitos
1
derivação de fabrico
Posição das caixas de derivação marcada na
3
parede, de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos de fixação das caixas de
3
derivação marcados na parede
Furação para fixação das caixas de derivação
3
executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas
2
inseridas nos respectivos furos
Caixas de derivação instaladas e devidamente
1
apertadas
4 Instalar unidades Unidades de intercomunicação inspecionadas
1
de contra defeitos de fabrico
intercomunicação Posição das unidades de intercomunicação
marcada na parede, de acordo com o diagram 3
eléctrico
Posição dos furos de fixação das unidades de
3
intercomunicação marcados na parede
Furação para fixação das unidades de
intercomunicação executada e com as medidas 3
correctas
Unidades de intercomunicação instaladas e
devidamente apertadas 1
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 203
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
204 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
NOTAS
Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica | 205
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
NOTAS
206 | Manual do Formando – Módulo 1.4 – Montar elementos de uma instalação eléctrica
INEFP, GIZ & RIO TINTO FORMAÇÃO PROFISSIONAL – ELECTRICISTA
INSTALADOR
Formação Profissional
Electricista Instalador - Vocacional 2
Módulo 1.5
Montar uma
Instalação Eléctrica Completa
Manual do Formando
NOTAS
208 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
ÍNDICE DO MANUAL
Página
1 TRAÇAGEM E PREPARAÇÃO DE MATERIAL PARA INSTALAÇÃO 210
ELÉCTRICA
1.1 Preparação do trabalho 210
1.2 Projecto eléctrico 210
1.3 Pré-requisitos teóricos 210
1.4 Esquema de instalação 211
1.5 Esquema de princípio 212
1.6 Esquema de ligação eléctrica em representação unifilar 212
1.7 Esquema de ligação eléctrica em representação multifilar 213
1.8 Instalação embutida ou em saliência 213
1.9 Traçagem de uma instalação eléctrica 213
1.10 Localização de elementos da instalação eléctrica 214
1.11 Tipos e secções de cabos e condutores eléctricos 214
1.12 Cores dos condutores isolados 218
1.13 Corrente máxima admissível em cabos eléctricos 218
1.14 Classificação de invólucros de equipamento eléctrico 219
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |209
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Para construir uma casa, uma escola ou uma indústria, é necessária, inicialmente, a
elaboração de vários projectos, como os arquitectónicos, o eléctrico, o hidráulico, o
estrutural, etc.
Para se fazer o projecto eléctrico, o responsável tem que ter em mãos o projecto
arquitectónico. A partir dele, projectará a instalação eléctrica. Após o projecto
eléctrico ter sido elaborado, chegará até nossas mãos uma cópia, para que seja
analisado. Baseados nele, poderemos passar a sua execução. Para que não se tenha
dificuldade em interpretá-lo, é necessário ter alguns conhecimentos a respeito da
leitura do projecto arquitectónico.
Esquema de instalação.
Esquema de princípio.
Esquema de ligações eléctricas em representação unifilar.
210 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |211
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
212 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
MEDIÇÃO E TRAÇAGEM
Consulte as páginas 107 - 109
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |213
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
LOCALIZAÇÃO DE ELEMENTOS
Condutores isolados são os conjuntos constituídos pela alma, pelo invólucro isolante e
pelos eventuais ecrãs (blindagens).
Bainhas: Podem ser do tipo isolante (constituídas por materiais do mesmo tipo dos
invólucros, neste caso reforçando o isolamento principal do condutor ou do cabo) ou
metálico (em fitas de alumínio, chumbo ou aço, com a função de protecção mecânica).
As bainhas interiores asseguram a estanqueidade dos cabos.
214 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Para a identificação dos vários tipos de cabos eléctricos para instalações utiliza-se um
sistema internacional. Em Moçambique utiliza-se muitas vezes materiais eléctricos de
origem europeia, e a seguir apresenta-se a denominação em conformidade com o
estandarte CENELEC (comité europeu para a normalização electrotécnica).
Códigos H 03 V V H2 -F
Referência 1 2 3 4 5 6 7 8 9
Um cabo harmonizado,
Para a tensão máx. de 300 V
Com isolamento em PVC
Com bainha em PVC
Com condutores não separáveis
Em cobre
Com condutor flexível
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |215
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
1 Normalização
H Harmonizado
A Tipo nacional, reconhecido
PT-N Tipo nacional, não reconhecido
2 Tensão Nominal
03 300 / 300 V
05 300 / 500 V
07 450 / 750 V
1 0,6 / 1 kV
3 Isolamento
R Borracha
V PVC (policloreto de vinílico)
X PEX (polietileno reticulado)
4 Revestimento / Armadura
A2 Bainha de alumínio
A7 Blindagem de alumínio
Z4 Armadura em fita de aço
5 Bainha
N Policloropreno
R Borracha
V PVC (policloreto de vinílico)
6 Forma
Sem letra Cabo circular
H Cabo plano – condutores separáveis
H2 Cabo plano – condutores não separáveis
7 Natureza
Sem letra Cobre
-A Alumínio
8 Flexibilidade
-F Condutor flexível classe 5
-H Condutor flexível classe 6
-K Condutor ou cabo flexível para instalação fixa
-R Condutor rígido circular cablado
-S Condutor rígido seccional cablado
-U Condutor rígido maciço cablado
-W Condutor rígido maciço sectorial
9 Composição
Número de condutores
X Ausência de condutor verde / amarelo
G Existência de condutor verde / amarelo
Secção do condutor em mm2
216 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
3: Bainha exterior em
PVC.
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |217
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Os cabos eléctricos têm naturalmente limites dos amperes permitidos em cada cabo.
Os valores são dados como valores máximos, e sobre a condição de que a temperatura
ambiental não é mais alto de 40 ºC.
218 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
O código IP é definido por dois dígitos. O primeiro dígito indica o grau de protecção
contra a penetração de corpos sólidos (poeira), variável de 0 a 6, enquanto o segundo
dígito indica o grau de protecção contra a penetração de líquidos (vapores), variável de
0 a 8.
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |219
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
220 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Capacete
Óculos de Protecção
Luvas
Botas ou sapatos de segurança
Roupa de trabalho adequado (fardamento de trabalho)
b) Ferramentas
Fita métrica
Nível
Busca pólo
Multímetro com testadores
Alicate universal
Alicate de corte diagonal
Alicate de bicos
Alicate descarnador
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |221
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Chaves de fenda
Chaves estrela
Martelo de pena
Berbequim eléctrico com brocas e acessórios.
3) Realizar a distribuição dos circuitos terminais com os cabos e fios que irão
alimentar as cargas da instalação como lâmpadas, tomadas, termoacumulador e
demais equipamentos de potência.
222 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
10) Realizar a ligação dos fios neutros e terras aos devidos barramentos, além dos
fios de alimentação (fase) às saídas dos disjuntores correspondentes que irão
proteger os circuitos terminais.
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |223
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
1) Barramento de neutro.
2) Disjuntor diferencial residual tetrapolar.
3) Barramento de protecção.
4) Disjuntores dos circuitos terminais.
5) Disjuntores dos circuitos terminais monofásicos.
6) Barramento de interligação das fases.
224 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Os problemas mais comuns que podem surgir nas instalações eléctricas residenciais
são os curto-circuitos e fuga de corrente. Ambos acontecem principalmente quando
existem falhas na isolação dos circuitos, ou seja, nos casos em que há condutores
desencapados, ligações malfeitas e fadiga do material isolante.
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |225
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
O teste para encontrar o ponto que apresenta um curto-circuito deve ser feito usando-
se uma lâmpada de teste (incandescente, com 150 W e 220 V), colocada em paralelo
com o disjuntor que está desarmando. Vá desconectando o condutor fase em todas as
ligações reguladas pelo disjuntor.
226 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |227
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
228 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
4 ARRUMAÇÃO E LIMPEZA
E também imperioso que todo o material usado na instalação seja devidamente limpo
e arrumado conforme a exigência de cada equipamento, de modo a evitar a sua
danificação.
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |229
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
7) Qual é a cor que deve ter um fio condutor isolado para neutro
8) Qual é a cor que deve ter um fio condutor isolado para fase
9) Qual é a cor que deve ter um fio condutor isolado para terra.
230 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |231
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
232 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Data: O formando:
Duração
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |233
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Instruções para os formadores do • Instruções para o teste e diagramas eléctricos devem ser
INEFP apresentados e facultados aos candidatos
• Candidatos devem ser informados sobre o tempo que falta
para concluírem o trabalho.
Trabalho prático a ser Instalar um sistema eléctrico que inclui um (1) quadro eléctrico
executado: de distribuição de energia (220 V) com disjuntor diferencial (30
mA), dois (2) disjuntores electromagnéticos de protecção para
os circuitos de iluminação e tomada de corrente, duas (2) caixas
de derivação exteriores (4 entradas), um (1) interruptor
unipolar, uma (1) tomada de corrente monofásica, duas (2)
armaduras de lâmpada fluorescente completas, e de acordo
com o diagrama fornecido.
O interruptor controla as duas lâmpadas fluorescentes em
simultâneo, e a tomada de corrente permanece sempre activa.
A distância entre o quadro de distribuição e a primeira caixa de
derivação deve ser 600 mm, e a distância entre cada um dos
outros componentes 300 mm.
DIAGRAMA:
234 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |235
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
TABELA DE AVALIAÇÃO
# Pontuação
Critério de
Guia de pontuação Pro Resul
avaliação
cesso tado
1 Preparar os Uniformizado com equipamentos de protecção
1
trabalhos individual (E.P.I.)
eléctricos Ferramentas e equipamento necessários
3
seleccionados para efectuar o trabalho eléctrico
Material necessário seleccionado para efectuar o
3
trabalho eléctrico
2 Instalar Quadro Quadro Geral de distribuição, disjuntor diferencial e
Geral de disjuntores de protecção de circuitos inspeccionados 1
distribuição (QG), contra defeitos de fabrico
com disjuntor Posição do Quadro Geral de distribuição marcada na
3
diferencial e de parede, de acordo com os planos de instalação
protecção de Posição dos furos de fixação do Quadro Geral de
3
circuitos distribuição marcados na parede
Furação para fixação do Quadro Geral de
3
distribuição executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas inseridas
2
nos respectivos furos
Quadro Geral de distribuição instalado e
1
devidamente apertado
3 Instalar caixas de Caixas de derivação inspeccionadas contra defeitos
1
derivação de fabrico
Posição das caixas de derivação marcada na parede,
3
de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos de fixação das caixas de derivação
3
marcados na parede
Furação para fixação das caixas de derivação
3
executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas inseridas
2
nos respectivos furos
Caixas de derivação instaladas e devidamente
1
apertadas
4 Instalar Interruptor unipolar inspeccionado contra defeitos
1
interruptor de fabrico
unipolar Posição do interruptor unipolar marcado na parede,
3
de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos para fixação do interruptor
3
unipolar marcado na parede
Furação para fixação do interruptor unipolar
3
executado e com as medidas correctas
Interruptor unipolar instalado e devidamente
apertado 1
236 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |237
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
238 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Data: O formando:
Instruções para os formadores do • Instruções para o teste e diagramas eléctricos devem ser
INEFP apresentados e facultados aos candidatos
• Candidatos devem ser informados sobre o tempo que falta
para concluírem o trabalho
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |239
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Trabalho prático a ser Instalar um sistema eléctrico que inclui um (1) quadro
executado: eléctrico de distribuição de energia (220 V) com disjuntor
diferencial de (30 mA), um (1) disjuntor electromagnético de
protecção no circuito de iluminação, três (3) caixas de
derivação (4 entradas), dois (2) comutadores de escada, um
(1) inversor e uma (1) armadura completa de lâmpada
fluorescente.
A distância entre o quadro eléctrico de distribuição e a
primeira caixa de derivação deve ser de 600 mm, e a distância
entre todos os outros componentes da instalação 400 mm.
DIAGRAMA:
240 | Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
Manual do Formando – Módulo 1.5 – Montar uma instalação eléctrica completa |241
FP VOCACIONAL 2 – ELECTRICISTA INSTALADOR – SECÇÃO 1 – ELECTRICIDADE DE INSTALAÇÕES
TABELA DE AVALIAÇÃO
# Pontuação
Critério de avaliação Guia de pontuação Pro Resul
cesso tado
1 Preparar os Uniformizado com equipamentos de protecção
1
trabalhos eléctricos individual (E.P.I.)
Ferramentas e equipamento necessários
3
seleccionados para efectuar o trabalho eléctrico
Material necessário seleccionado para efectuar o
3
trabalho eléctrico
2 Instalar Quadro Quadro Geral de distribuição, disjuntor diferencial
Geral de distribuição, e disjuntores de protecção de circuitos 1
(QG) com disjuntor inspeccionados contra defeitos de fabrico
diferencial e de Posição do Quadro Geral de distribuição marcada
3
protecção de na parede, de acordo com os planos de instalação
circuitos Posição dos furos de fixação do Quadro Geral de
3
distribuição marcados na parede
Furação para fixação do Quadro Geral de
distribuição executada e com as medições 3
correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas
2
inseridas nos respectivos furos
Quadro Geral de distribuição instalado e
1
devidamente apertado
3 Instalar caixas de Caixas de derivação inspeccionadas contra defeitos
1
derivação de fabrico
Posição das caixas de derivação marcada na
3
parede, de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos de fixação das caixas de
3
derivação marcados na parede
Furação para fixação das caixas de derivação
3
executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas
2
inseridas nos respectivos furos
Caixas de derivação instaladas e devidamente
1
apertadas
4 Instalar sistema de Comutadores de escada inspeccionados contra
1
comutação de defeitos de fabrico
escada (tripla Posição dos comutadores de escada marcada na
3
comutação) parede, de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos para fixação dos comutadores de
3
escada marcados na parede
Furação para fixação dos comutadores de escada
3
executada e com as medidas correctas
Comutadores de escada instalados e devidamente
apertados 1
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Data: O formando:
Duração
Instruções para os formadores do • Instruções para o teste e diagramas eléctricos devem ser
INEFP apresentados e facultados aos candidatos
• Candidatos devem ser informados sobre o tempo que falta
para concluírem o trabalho
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Trabalho prático a ser Instalar um sistema eléctrico que inclui um (1) quadro
executado: eléctrico de distribuição de energia (220 V) com disjuntor
diferencial de 30 mA, dois (2) disjuntores electromagnético de
protecção dos circuitos de iluminação e tomada de corrente,
três (3) caixas de derivação exteriores (4 entradas), um (1)
bocal de lâmpada incandescente com lâmpada, um (1)
interruptor unipolar, uma (1) campainha eléctrica de
habitação (220 V), um (1) interruptor de pressão, uma (1)
tomada de corrente monofásica, e de acordo com o diagrama
fornecido.
A distância entre o quadro de distribuição e a primeira caixa
de derivação deve ser de 600 mm.
Todos os outros componentes da instalação têm entre si uma
distância de 400 mm
DIAGRAMA:
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TABELA DE AVALIAÇÃO
# Pontuação
Critério de
Guia de pontuação Pro Resul
avaliação
cesso tado
1 Preparar os Uniformizado com equipamentos de protecção
1
trabalhos individual (E.P.I.)
eléctricos Ferramentas e equipamento necessários
3
seleccionados para efectuar o trabalho eléctrico
Material necessário seleccionado para efectuar o
3
trabalho eléctrico
2 Instalar Quadro Quadro Geral de distribuição, disjuntor diferencial e
Geral de disjuntores de protecção de circuitos inspeccionados 1
distribuição (QG), contra defeitos de fabrico
com disjuntor Posição do Quadro Geral de distribuição marcada na
3
diferencial e de parede, de acordo com os planos de instalação
protecção de Posição dos furos de fixação do Quadro Geral de
3
circuitos distribuição marcados na parede
Furação para fixação do Quadro Geral de
3
distribuição executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas inseridas
2
nos respectivos furos
Quadro Geral de distribuição instalado e
1
devidamente apertado
3 Instalar caixas de Caixas de derivação inspeccionadas contra defeitos
1
derivação de fabrico
Posição das caixas de derivação marcada na parede,
3
de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos de fixação das caixas de derivação
3
marcados na parede
Furação para fixação das caixas de derivação
3
executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas inseridas
2
nos respectivos furos
Caixas de derivação instaladas e devidamente
1
apertadas
4 Instalar Interruptor unipolar inspeccionado contra defeitos
1
interruptor de fabrico
unipolar Posição do interruptor unipolar marcado na parede,
3
de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos para fixação do interruptor
3
unipolar marcado na parede
Furação para fixação do interruptor unipolar
3
executado e com medidas correctas
Interruptor unipolar instalado e devidamente
apertado. 1
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Data: O formando:
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Trabalho prático a ser Instalar um sistema eléctrico que inclui um (1) quadro eléctrico
executado: de distribuição de energia (220 V) com disjuntor diferencial (30
mA) e dois (2) disjuntores electromagnéticos de protecção dos
circuitos de iluminação e tomadas, cinco (5) caixas de derivação
exteriores (4 entradas), duas (2) tomadas monofásicas de
corrente, um bocal para lâmpada incandescente com lâmpada,
e comandada por dois comutadores de escada.
A distância entre o quadro de distribuição e a primeira caixa de
derivação deve ser 400 mm.
A distância entre as caixas de derivação e cada um dos
comutadores de escada deve ser de 400 mm.
A distância entre caixas de derivação e as tomadas de corrente
deve ser de 300 mm.
A distância entre a caixa de derivação e o bocal da lâmpada
deve ser 200 mm.
DIAGRAMA:
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TABELA DE AVALIAÇÃO
# Pontuação
Critério de
Guia de pontuação Pro Resul
avaliação
cesso tado
1 Preparar os Uniformizado com equipamentos de protecção
1
trabalhos eléctricos individual (E.P.I.)
Ferramentas e equipamento necessários
3
seleccionados para efectuar o trabalho eléctrico
Material necessário seleccionado para efectuar o
3
trabalho eléctrico
2 Instalar Quadro Quadro Geral de distribuição, disjuntor
Geral de distribuição diferencial e disjuntores de protecção de
1
(QG), com disjuntor circuitos inspeccionados contra defeitos de
diferencial e de fabrico
protecção de Posição do Quadro Geral de distribuição marcada
circuitos na parede, de acordo com os planos de 3
instalação
Posição dos furos de fixação do Quadro Geral de
3
distribuição marcados na parede
Furação para fixação do Quadro Geral de
distribuição executada e com as medições 3
correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas
2
inseridas nos respectivos furos.
Quadro Geral de distribuição instalado e
1
devidamente apertado.
3 Instalar caixas de Caixas de derivação inspeccionadas contra
1
derivação defeitos de fabrico
Posição das caixas de derivação marcada na
3
parede, de acordo com o diagrama eléctrico
Posição dos furos de fixação das caixas de
3
derivação marcados na parede
Furação para fixação das caixas de derivação
3
executada e com as medições correctas
Buchas plásticas com as medidas correctas
2
inseridas nos respectivos furos
Caixas de derivação instaladas e devidamente
1
apertadas
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NOTAS
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