0% acharam este documento útil (0 voto)
90 visualizações4 páginas

Eletrodinâmica: Resistores em Circuitos

Este documento discute conceitos fundamentais de eletrodinâmica, incluindo as leis de Ohm e experimentos relacionados. Também aborda o movimento de elétrons em campos elétricos e a relação entre corrente elétrica, voltagem e resistência de materiais. Finalmente, descreve as leis de Kirchhoff e sua aplicação em circuitos elétricos.

Enviado por

Silva Adrianny
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd
0% acharam este documento útil (0 voto)
90 visualizações4 páginas

Eletrodinâmica: Resistores em Circuitos

Este documento discute conceitos fundamentais de eletrodinâmica, incluindo as leis de Ohm e experimentos relacionados. Também aborda o movimento de elétrons em campos elétricos e a relação entre corrente elétrica, voltagem e resistência de materiais. Finalmente, descreve as leis de Kirchhoff e sua aplicação em circuitos elétricos.

Enviado por

Silva Adrianny
Direitos autorais
© © All Rights Reserved
Levamos muito a sério os direitos de conteúdo. Se você suspeita que este conteúdo é seu, reivindique-o aqui.
Formatos disponíveis
Baixe no formato DOCX, PDF, TXT ou leia on-line no Scribd

REFERENCIAL TEÓRICO

O elemento fundamental do estudo acerca de eletrodinâmica relaciona-se com sistemas


capazes transpor fluxo ordenado de cargas elétricas, em que pode ser demonstrado em
associações de resistores. Os estudos imperiosos para este panorama exemplificado
pode ser expresso pelos experimentos do físico alemão Georg Simon Ohm, em que
materiais ou dispositivos que obedecem as leis de Ohm, têm resistência constante na
escala de voltagem do aparelho voltímetro são conhecidos como ôhmicos, visto que eles
têm uma relação linear entre a voltagem e a corrente em uma ampla gama de voltagens
aplicadas, no entanto, aos que não obedecem essa diretriz são chamados de não-ôhmicos
(SERWAY & JEWETT, 2006).

A partir dessa observação do campo de estudo em questão, nota-se que o movimento


eletrônico de condução em um campo elétrico é um movimento em alta velocidade,
cujas direções opostas devido as colisões realizadas, inseridas a uma mobilidade em
uma dada direção alvo, ocasionada pelo próprio campo elétrico. Devido as colisões
sofridas pelos elétrons, as direções antes alvo tornam-se aleatórias a cada colisão.
Relacionando este panorama com as leis de Ohm, observa-se que a corrente elétrica é
diretamente proporcional a diferença potencial aplicada sob os resistores, além disso,
pode-se salientar que a resistência elétrica do material condutor, correlaciona-se com a
constituição do material, concordante ao comprimento (HALLIDAY et al.,2012).

A partir da interdisciplinaridade ativa no eixo temático em questão, pode-se explicar em


outras palavras que uma das bases para fundamentação da eletrodinâmica consiste
correntes elétricas, em que são observadas no cotidiano em processos de associações de
resistores, como a exemplo aparelhos eletrônicos, lâmpadas incandescentes, nas quais
são caracterizadas em associações em série, em paralelo e em misto, pois estes
exemplos podem ser relacionados as cargas elétricas, cuja é uma propriedade essencial
das partículas fundamentais associadas as suas existências, dessa maneira, o teor
quantitativo de cargas existentes em uma matéria, raramente, poderá ser analisada, pois
a maioria dos corpos tem quantidades iguais de cargas positivas e negativas, em que
quando existe, igualmente ou equilíbrio de cargas, podem ser dito que o objeto é,
eletricamente, neutro, ou seja, a carga total do objeto é zero (HALLIDAY et al., 2012).

O modelo de interface resistor-fonte de corrente contínua, foram, experimentalmente,


desenvolvidos como suporte limitador de corrente em um circuito, por outro lado, a
energia elétrica que transpassa pelos resistores, transforma-se em energia térmica,
configurando assim o efeito Joule, haja vista que os resistores conseguem alterar a
diferença de potencial (DDP) em partes específicas do circuito. A corrente elétrica,
então, ao passar por um condutor, se choca com os elétrons livres, nos quais chocam-se
entre si e também com as partículas que estruturam o condutor, assim os elétrons livres
encontram certa dificuldades em deslocar-se frente à resistência de corrente elétrica
(BONJORNO, 2013).

A partir dessa observação científica, torna-se inegável a presença constante desses


experimentos sob formas de força eletromotriz (f.e.m) e Leis de Kirchhoff. O termo
força eletromotriz deve ser empregado para se referir a quantidade de trabalho
executado por um gerador, a fim de mover as cargas elétricas entre dois pontos de um
circuito. Neste circuito, a grandeza escalar utilizada é o Volt que determina a tensão
existente nos terminais de uma bateria ou de um gerador elétrico, facilitando assim em
calcular a energia fornecida ao circuito durante o tempo de teste. Pode-se concluir que a
força eletromotriz de uma fonte é o trabalho por unidade de carga que a fonte realiza
para transferir cargas do terminal de baixo potencial para o terminal de alta potencial. A
unidade de força de eletromotriz de SI tem dimensões de Joule por Coulomb
(HALLIDAY et al., 2016).

Já as leis de Kirchhoff devem ser usadas em caso onde o sistema de circuito elétrico não
poderá ser simplificado, em que este circuito constituído por malhas, em que geram ou
absorvem energia elétrica. Nesse sentido, as leis de Kirchhoff são dividas entre dois
postulados, em que o primeiro, conhecido como lei dos nós assevera que a soma de
todas as correntes que alcance um nó, deverá ser igual à soma de todas as correntes que
abandonam este nó, uma vez que tal lei se debruça sobre o princípio de conservação da
carga elétrica, em que a carga inicial será igual à carga final no circuito. Além disso, a
segunda lei assegura a soma dos potenciais elétricos em uma malha deverá ser igual a
zero, logo esta segunda lei associa-se ao princípio de conservação da energia, na qual a
energia atuante em uma malha é consumida pelos elementos elétricos (CAPUANO &
MARINO, 2008).

Dessa forma, pode-se demonstrar duas aplicações desse estudo relacionadas as


experimentações propostas neste trabalho, devido a associação de resistores
correlaciona-se com as leis de Kirchhoff, embora a fonte de energia seja necessária, a
aplicabilidade dos princípios deveram ser os mesmos em ambos casos no que tange a
corrente elétrica (CAPUANO & MARINO, 2008).

MATERIAIS E MÉTODOS

O experimento fora realizado em três momentos, em que o primeiro consistiu-se em


suceder a leitura do código de cores nos resistores identificados como R1, R2 e R3,
executado no Laboratório Básico da Faculdade de Física (FACFIS), no qual, por meio
de uma tabela fornecida, analisou-se as cores correspondentes nos resistores com as
cores enumeradas pela tabela, em que identificou-se a resistência listada pelo fabricante
dos materiais.

A fim de estabelecer a relação entre valores teóricos e experimentais, acerca das


relações de resistências, conectou-se os resistores, um de cada vez, por intermédio de
cabos, no aparelho de medição multímetro e observou-se a leitura do aparelho no
resistor, em que comparou-se o final a verossimilhança entre o valor calculado
manualmente e o experimentado do multímetro.

Montou-se sob supervisão docente, a associação em série, em que foram colocados em


circuito fechado os resistores, interligados com cabos de transportar corrente elétrica,
um aparelho multímetro e uma fonte de corrente elétrica contínua de 15V, logo
observou-se a constituição da associações e aguardou-se a leitura da corrente elétrica.
Logo concluído este processo, organizou-se a estrutura de associação em paralelo com
os resistores em posições análogas, interligados com cabos, um aparelho multímetro e
uma fonte de corrente elétrica de 15V, feito isso, aguardou-se a leitura da corrente
elétrica.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Este trabalho objetivou-se em compreender e aplicar os conceitos envolvidos nos


processos de associação entre resistores em série e também em paralelo. A
eletrodinâmica é interpretado como o campo de estudo dos fenômenos físicos
relacionadas ao fator de reação e a consequência do movimento eletrônico em um
circuito elétrico, bem como “No momento em que não há continuidade de condutores
de um dos corpos ou dos sistemas de corpos entre os quais se desenvolve a ação
eletromotriz, e que estes corpos são eles mesmos condutores”, como ressalta
(AMPÊRE, 1820, p. 59-76 apud CHAIB, 2007, p. 9-10).

Você também pode gostar