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Programa de Gerenciamento de Riscos

Este documento descreve o Programa de Gerenciamento de Riscos de uma empresa, definindo suas responsabilidades para identificar e controlar riscos à saúde e segurança dos trabalhadores. Ele inclui uma avaliação dos principais riscos como ruído, poeira e atmosferas explosivas e estabelece procedimentos para garantir um ambiente de trabalho seguro.
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Programa de Gerenciamento de Riscos

Este documento descreve o Programa de Gerenciamento de Riscos de uma empresa, definindo suas responsabilidades para identificar e controlar riscos à saúde e segurança dos trabalhadores. Ele inclui uma avaliação dos principais riscos como ruído, poeira e atmosferas explosivas e estabelece procedimentos para garantir um ambiente de trabalho seguro.
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1 – IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Razão Social:

Nome Fantasia:

Endereço:

Telefone: E-mail:

Preposto da Empresa:

CNPJ: Inscrição Municipal:

CNAE:

Atividade Principal:

Grau de Risco:

1
2 - INTRODUÇÃO

O Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR tem


características essenciais preventivas, objetivando manter em todas as
empresas que admitam trabalhadores, ambientes de trabalho isentos de
riscos que comprometam a saúde e integridade física dos seus empregados.

Os níveis de ação representam efetivamente o caráter


preventivo da norma, buscando eliminar os agentes de risco, na sua forma
ainda incipiente.

Este documento está estruturado de acordo com a CITAR A


LEGISLAÇÃO VIGENTE ACERCA DO PGR (EM FASE DE FINALIZAÇÃO).

3 – OBJETIVO

O Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR tem por


objetivo disciplinar os preceitos a serem observados na organização e no
ambiente de trabalho, de forma a tornar compatível o planejamento e o
desenvolvimento da atividade com busca permanente da segurança e saúde
dos trabalhadores.

4 – PRIORIDADE, METAS E CRONOGRAMA

METAS

Implantar as medidas de controle necessárias para que


todo o ambiente de trabalho esteja em conformidade com as normas
regulamentadoras da Portaria 3.214/78 e que os procedimentos
administrativos, tais como a informação ao trabalhador e o registro de dados
sejam cumpridos conforme estabelecidos no cronograma de planejamento.

PRIORIDADES

2
As ações e medidas de controles a serem implementadas
terão as seguintes prioridades:

 Quando a situação na fase de antecipação ou


reconhecimento estiver gerando risco grave e iminente para a segurança e
saúde dos trabalhadores.

 Quando a situação na fase de avaliação apresentar


índices superiores os limites de tolerância estabelecidos pela NR-15 da
Portaria 3214/78, ou da ACGIH na ausência destes;

 Quando a situação na fase de avaliação apresentar


índices entre o nível de ação e os limites de tolerância.

CRONOGRAMA

Segue anexo a este documento o cronograma de


implementação das ações prevencionistas.

5 - RESPONSABILIDADES

DA EMPRESA (Diretoria, Gerência, Supervisão e SESMT)

 Estabelecer, implantar e principalmente, assegurar o


cumprimento do PGR como parte integrante da atividade da empresa.
 Considerar o conhecimento e percepção que os
trabalhadores têm do processo de trabalho.
 Permitir aos empregados interromperem,
imediatamente, suas atividades em caso de ocorrência de riscos ambientais,
tais que os coloquem em situação de risco grave e iminente para sua saúde
e segurança.
 Garantir a interrupção das tarefas, quando proposta
pelos empregados, em função da existência de risco grave e iminente, desde
que confirmado o fato pelo superior hierárquico e Segurança do Trabalho,
que diligenciará as medidas cabíveis.
 Fornecer as informações sobre os riscos potenciais
nas áreas em que desenvolverão suas atividades.
 Programar e aplicar treinamentos com objetivo de
instruir os empregados expostos.
 Propor soluções para eliminar / reduzir a exposição
aos riscos.
 Contribuir com informações técnicas e de

3
organização do trabalho sobre os riscos à saúde dos trabalhadores que
podem ser causados por exposição aos agentes de risco.
 Cumprir e fazer cumprir as normas internas de
segurança e saúde ocupacional da empresa e todas as ferramentas de SSO
aplicáveis e procedimentos específicos das gerências inerentes para
execução das atividades.

DOS EMPREGADOS

 Zelar pela sua segurança e saúde colaborando com a


empresa para o cumprimento das disposições legais e regulamentares.
 Colaborar e participar na implantação e execução do
PGR inclusive de normas internas de segurança e saúde, principalmente as
relacionadas ao SSO.
 Cumprir as normas e orientações recebidas nos
treinamentos oferecidos conforme o Programa de Gerenciamento de Riscos -
PGR.
 Informar ao seu superior hierárquico direto
ocorrências que, ao seu julgamento possam implicar em riscos à sua saúde
ou de subcontratados;
 Aplicar e cumprir o Programa de Segurança e Saúde
Ocupacional da empresa e todas as suas ferramentas aplicáveis e
procedimentos específicos da gerência gestora do contrato inerente à
execução das atividades.
 Colaborar na avaliação e identificação dos riscos
gerados em seu posto de trabalho;
 Inter-relacionar-se com as áreas de segurança e
medicina do Trabalho no sentido de estarem estudando e analisando
soluções que reduzam, eliminem ou neutralizem os riscos.
 Cumprir e fazer cumprir as normas internas de
segurança e saúde ocupacional da empresa e todas as ferramentas de SSO
aplicáveis e procedimentos específicos das gerências inerentes para
execução das atividades.
 Participar dos treinamentos programados.

6 - ANTECIPAÇÃO, RECONHECIMENTO E IDENTIFICAÇÃO


DOS RISCOS

MONITORAMENTO DOS AGENTES FÍSICOS, QUÍMICOS E BIOLÓGICOS

A empresa XXXXXXX realizou um amplo trabalho de


avaliação e monitoramento dos agentes físicos, químicos e biológicos
XXXXXXXXX com objetivo de dimensionar a exposição dos trabalhadores.

4
Após as avaliações quantitativas e qualitativas a empresa
divulgará para todos os trabalhadores os resultados obtidos inclusive na
CIPA (se houver).

RISCOS AMBIENTAIS

São considerados riscos ambientais os agentes


xxxxxxxxxxxx que, em função de sua natureza, concentração ou intensidade
e tempo de exposição, forem capazes de causar dano à saúde do
trabalhador.

AGENTES FÍSICOS

São as diversas formas de energia a que possam estar


expostas os trabalhadores.
Devem ser considerados durante as avaliações, os agentes
físicos que se apresentam nas seguintes formas de energia: Ruído;
Vibração; Pressões Anormais; Temperaturas Extremas; Radiações
Ionizantes; Radiação Não Ionizantes; Infra-som e Ultra-som.

AGENTES QUÍMICOS

São substâncias compostas ou produtos que possam


penetrar no organismo pela via respiratória, ou pela natureza da atividade
de exposição possam ter contato através da pele ou serem absorvidos pelo
organismo por ingestão, conforme abaixo: Poeiras; Fumos; Névoas; Neblina;
Gases e Vapores.
Para fins de reconhecimento como atividade especial, em
razão da exposição a agentes químicos considerados o RPS vigente à época
dos períodos laborados, a avaliação deverá contemplar todas aquelas
substâncias existentes no processo produtivo.

AGENTES BIOLÓGICOS

São os seguintes os agentes biológicos, que se apresentam


nas formas de microorganismos e parasitas infecciosos vivos e suas toxinas,
tais como: Bactérias; Fungos; Bacilos; Parasitas; Protozoários e Vírus, entre
outros.

OUTROS AGENTES (RISCO DE ACIDENTES, ERGONÔMICOS)

5
Abaixo relacionar todos os riscos exstentes na empresa

RUÍDO

As avaliações de ruído foram realizadas através de


dosimetrias durante a jornada de trabalho utilizando dosímetro digital,
previamente calibrado, operando em circuito de compensação “A”, e circuito
de resposta lenta “SLOW”, com leitura próxima a zona auditiva do
empregado, considerando períodos de exposição a ruídos contínuos de
diferentes níveis. O responsável pela medição acompanhou durante toda a
avaliação a rotina do trabalhador e o funcionamento da bomba.

POEIRA RESPIRÁVEL

O método de coleta utilizado para avaliação do agente


químico foi através de um amostrador gravimétrico individual junto à zona
de respiração do operador, utilizando cassete duplo com filtro de PVC 5µ de
poro e 37 mm de diâmetro com sistema separador de partículas (ciclone). A
bomba de amostragem foi afixada na cintura do trabalhador através de um
cinto, em posição que não atrapalhou a sua operação rotineira. O
responsável pela coleta acompanhou durante toda a avaliação a rotina do
trabalhador e o funcionamento da bomba.

6 – CONTROLE DE RISCOS ESPECÍFICOS

a) ATMOSFERAS EXPLOSIVAS

Para todas as atividades e serviços desenvolvidos em


ambientes / locais onde possa existir risco de atmosferas explosivas em
função de gases, vapores ou poeiras orgânicas em suspensão no ar, deverão
ser seguidos os procedimentos operacionais de SSO e procedimentos
específicos da gerência gestora do contrato inerente à execução das
atividades.

b) DEFICIÊNCIA DE OXIGÊNIO

Para todas as atividades e serviços desenvolvidos em


ambientes / locais onde possa existir deficiência ou enriquecimento de
oxigênio, devera ser realizada a ART – Análise de Risco de Tarefa, adotados
os procedimentos operacionais de SSO e procedimentos específicos da

6
gerência gestora do contrato inerente à execução das atividades.

c) VENTILAÇÃO

A ventilação em mina subterrânea tem como principal


objetivo fornecer um fluxo de ar fresco (puro), natural ou artificial, a todos
os locais de trabalho em subsolo, em quantidades suficientes para manter as
condições necessárias de higiene e de segurança dos trabalhadores.
Somente se aplicar as atividades de mina subterrânea.

d) PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA

Em todas as atividades e operações em que os


empregados estejam expostos a gases, vapores, poeiras, fumos, névoas e
neblinas em concentrações acima do Nível de Ação deverá ser desenvolvido
o PPR conforme Instrução Normativa 01 do MTE. É obrigatório o uso de
proteção respiratória adequada especificada em função do agente e da
concentração do mesmo.
Os empregados deverão receber os Equipamentos de
Proteção Respiratória e serem treinados no seu uso correto, bem como
manutenção, guarda e conservação.

e) INVESTIGAÇÃO E ANÁLISE DE ACIDENTES DO


TRABALHO

Todos os acidentes ocorridos nas dependências da


Empresa serão investigados, analisados e documentados conforme o
Formulário de Análise de Acidentes. Após a conclusão da investigação e
análise do acidente será formalizado um plano de ação visando o bloqueio
das possíveis causas levantadas. Todo acidente ocorrido será comunicado e
analisado conforme prazo determinado pela Empresa. As medidas
estabelecidas no plano de ação serão registradas, visando o
acompanhamento pelas gerencias ou gestores de contrato, observando as
medidas já implantadas e as que deverão ser implantadas.
Será apresentado ao SESMT da Empresa a CAT referente
ao acidente.

f) ERGONOMIA E ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

Para a execução de tarefas envolvendo movimentos


repetitivos bem como aquelas que envolvam posturas inadequadas e outras
que por sua natureza ou método de execução possam representar riscos aos
trabalhadores, deverão ser observados os preceitos da NR-17 e legislações
vigentes.

7
g) TRABALHO EM ALTURA

Considera-se trabalho em altura toda atividade executada


em níveis diferentes igual ou superior a 2 metros e na qual haja risco de
queda capaz de causar lesão ao trabalhador.
Para todo trabalho realizado em altura deve-se aplicar as
proteções contra quedas. Para execução de atividades em alturas o
trabalhador deve ser qualificado para tal e ter realizado os exames médicos
específicos. Deverão ser seguidos os procedimentos de SSO e procedimentos
específicos da gerência gestora do contrato inerente à execução das
atividades.

h) TRABALHOS EM ESPAÇOS CONFINADOS

Somente poderá acessar espaços confinados o empregado


devidamente treinado. A empresa deverá atender todos os pré-requisitos da
Norma Regulamentadora Nº 33 para a execução de quais quer tarefas
envolvendo espaços confinados.
Para todas as atividades e serviços desenvolvidos em
espaços confinados deverão ser adotados procedimentos operacionais de
SSO em especial a Permissão para entrada em espaços confinados

i) ENERGIA ELÉTRICA

Todo serviço com risco decorrente da utilização de energia


elétrica só poderá ser executado por profissional legalmente habilitado
(treinado e qualificado) conforme determina a Norma Regulamentadora Nº
10. Para os trabalhos com eletricidade deverá ser adotado o sistema de
bloqueio de energias. Para toda a atividade que envolva riscos com
eletricidade o responsável pela área deverá ser consultado e posteriormente
emitido a permissão de trabalho.

j) MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS

A operação de qualquer máquina e equipamento será


permitida somente a pessoas devidamente treinadas, autorizadas e
credenciadas por meio de crachá e permissão especifica conforme
determinação de procedimento.

k) TRABALHOS MANUAIS

As ferramentas manuais devem ser apropriadas ao uso a

8
que se destinam e devem ser mantidas em perfeito estado de conservação,
sendo proibida a utilização das que não atendam a essas exigências.
Os empregados deverão vistoriar regularmente as
ferramentas, antes do início do trabalho, escolher e usar as adequadas e
encaminhar as defeituosas para manutenção.
E expressamente proibido o uso de ferramentas
improvisadas.
Para a execução de todas as atividades e trabalhos
manuais, deverão ser cumpridos os procedimentos de SSO e procedimentos
específicos da gerência gestora do contrato inerente à execução das
atividades.

l) EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL

A empresa fornecerá gratuitamente aos empregados


apenas EPIs portadores de Certificado de Aprovação – CA, além de manter
atualizadas as fichas de controle de sua distribuição, estoque mínimo
necessário para reposição e manter arquivados os Certificados de Aprovação
dos EPIs utilizados. Serão realizados todos os procedimentos constantes na
Norma Regulamentadora Nº 6.

m) PLANO DE EMERGÊNCIA

9
n) OUTROS RISCOS RESULTANTES DE
MODIFICAÇÕES / NOVAS TECNOLÓGIAS

Compete aos responsáveis pelas áreas observar quaisquer


alterações no layout e/ou equipamentos da empresa, a fim de identificar os
possíveis riscos e suas medidas preventivas, posteriormente estabelecer em
conjunto com os envolvidos sob a coordenação do SESMT o Plano de Ação
para eliminação dos possíveis riscos.

7 - AVALIAÇÃO DOS RISCOS E DA EXPOSIÇÃO


OCUPACIONAL

AVALIAÇÃO DO RISCO

Probabilidade (P)

A gradação da probabilidade da ocorrência do dano (efeito


crítico) é feita atribuindo-se um índice de

probabilidade (P) variando de 1 a 4, cujo significado está


relacionado no quadro abaixo:
Índice Significado em termos da probabilidade de ocorrência do dano
1 Possível, mas altamente improvável.
2 Improvável
3 Pouco provável
4 Provável ou quase certo.

O índice P é definido utilizando-se várias abordagens ou


critérios.

Abordagens para atribuir o valor a P:

 P definido com base em dados estatísticos de


acidentes ou doenças relacionados ao trabalho obtidos ou fornecidos pela
empresa ou do setor de atividade quando predominam situações similares.
 P definido a partir do perfil de exposição qualitativo,
quando não forem possíveis ou disponíveis dados quantitativos. Quanto
maior intensidade, duração e freqüência da exposição maior será a
probabilidade de ocorrência do dano e maior será o valor atribuído a P.
 P definido a partir do perfil de exposição quantitativo

10
baseado na estimativa da média aritmética do perfil de exposição ou
baseado na estimativa do percentil 95% e comparando-se com o valor do limite de
exposição ocupacional.
 P definido em função do fator de proteção considerando a
existência e a adequação de medidas de controle. Quanto mais adequadas e eficazes
forem as medidas de controle, menor será o valor atribuído a P.

Tabela 1 – Critérios para gradação da probabilidade de ocorrência do


dano (P)
P CRITÉRIO UTILIZADO
Índice de Perfil de exposição qualitativo Perfil de exposição Fator de proteção
quantitativo
probabilidade
1 Exposição baixa: contato Exposição inferior a 10% do As medidas de controle
não freqüente com o Limite de Exposição existentes são adequadas,
agente ou freqüente a Ocupacional. eficientes e há garantias de
baixíssimas concentrações E < 10% LEO que sejam mantidas em longo
/ intensidades. prazo.
Percentil 95 < 0,1 x LEO
2 Exposição moderada: contato Exposição estimada entre As medidas de controle
freqüente com o agente a baixas 10% e 50% do Limite de existentes são adequadas e
concentrações /intensidades ou Exposição Ocupacional. eficientes, mas não há
contato não freqüente a altas 10% < E 50% LEO garantias de que sejam
concentrações /intensidades. mantidas em longo prazo.
Percentil 95 entre 0,1 x LEO e
0,5 x LEO

3 Exposição significativa ou Exposição estimada entre As medidas de controle


importante: contato 50% e 100% do Limite de existentes são adequadas mas
freqüente com o agente a Exposição Ocupacional. apresentando desvios ou
altas 50% < E 100% LEO problemas significativos. A
concentrações/intensidad eficiência é duvidosa e não há
es Percentil 95 entre 0,5 x LEO e garantias de manutenção
1,0 x LEO adequada.

4 Exposição excessiva: Exposição estimada acima Medidas de controle


contato freqüente com o do Limite de Exposição inexistentes ou as medidas
agente a Ocupacional existentes são
concentrações/intensidad E > 100% LEO reconhecidamente
es elevadíssimas inadequadas.
Percentil 95 > 1,0 x LEO

Obs: Quadro adaptado de MULHAUSEN & DAMIANO (1998) e Apêdice


D da BS 8800.

Atenuação de EPIs para exposição a contaminantes


atmosféricos e ruído.

Se a exposição a contaminantes atmosféricos ou ao ruído


for avaliada como excessiva, isto é, maior que o limite de exposição
permitido, ou mesmo acima do nível de ação, deve-se definir o índice de
probabilidade de ocorrência do dano estimado como 1, 2 ou 3 por
julgamento profissional do avaliador, conforme o grau de adequação do EPI
ao tipo de exposição, sua manutenção e uso efetivo. Isto é, se o PCA
(Programa de Conservação Auditiva) e PPR (Programa de Proteção
Respiratória) forem avaliados como eficazes.

11
Gravidade (G)

Para a gradação da gravidade do dano potencial (efeito


crítico) atribui-se um índice de gravidade (G) variando de 1 a 4 conforme os
critérios genéricos relacionados na Tabela 2 ou os critérios especiais da
Tabela 3.

Tabela 2 - Critérios para gradação da gravidade do dano (G)

P
CRITÉRIO UTILIZADO EXEMPLOS
Índice de
(GENÉRICO)
gravidade do dano

1 Lesão ou doença leve, com efeitos reversíveis Ferimentos leves, irritações leves. que não implique em afastamento
levemente prejudiciais. não superior a 15 dias etc.
2 Lesão ou doença séria, com efeitos Irritações sérias, pneumoconiose não fibrogênica, lesão reversível
reversíveis severos e prejudiciais. que implique em afastamento superior a 15 dias, etc.

3 Lesão ou doença crítica, com efeitos PAIR, danos ao sistema nervoso central (SNC), lesões com seqüelas que
irreversíveis severos e prejudiciais que impliquem em afastamentos de longa duração ou em limitações da
podem limitar a capacidade funcional.
capacidade funcional.

4 Lesão ou doença incapacitante ou fatal. Perda de membros ou órgãos que incapacitem definitivamente para o
trabalho, lesões múltiplas que resultem em morte, doenças
progressivas potencialmente fatais tais como pneumoconise
fibrogênica, câncer etc.

A gradação da gravidade do dano (G) também pode ser


feita utilizando critérios especiais relacionados com o potencial do perigo em
causar danos, como por exemplo:

Tabela 3 - critérios especiais para gradação da gravidade em função do potencial


do perigo causar danos

G CRITÉRIO
Índice de UTILIZADO
gravidade Potencial Potencial de danos TLVs (ACGIH) – Grupos de Risco de
do dano carcinogênico, locais por contato com Contaminantes atmosféricos Biossegurança
mutagênico ou olhos e pele (Agentes (microorganismos
Gás ou Particulados
teratogênico químicos) patogênicos)
Vapor
(Agentes químicos e
físicos)
1 Agentes sob suspeita Agente classificado como > 500 10 Agentes do Grupo de Risco
de ser carcinogênico, irritante leve para a pele, ppm mg/m3 1: risco individual e para a
mutagênico ou olhos e mucosas comunidade ausente ou
teratogênico mas os muito baixo.
dados existentes são
insuficientes para
classificar.
(Grupo A4 da ACGIH)
12
2 Agente carcinogênico, Agente classificado como 101 a > 1 e <10 Agentes do Grupo de Risco
teratogênico ou irritante para mucosas, 500 mg/m3 2: risco individual
mutagênico olhos, pele e sistema ppm moderado, baixo risco para
confirmado para respiratório superior a comunidade
animais.
(Grupo A3 da ACGIH)
3 Agente carcinogênico, Agente altamente irritante 11 a 0,1 e 1 Agentes do Grupo de
teratogênico ou ou corrosivo para mucosas, 100 mg/m3 Risco 3: alto risco
mutagênico suspeito pele, sistema respiratório e ppm individual, baixo risco
para seres humanos. digestivo, resultando em para a comunidade
(Grupo A2 da ACGIH) lesões irreversíveis
limitantes da
capacidade funcional..
4 Agente carcinogênico, Agente com efeito 10 ppm 0,1 Agentes do Grupo de
teratogênico ou cáustico ou corrosivo Risco 3: alto risco
mg/m3
mutagênico severo sobre a pele, individual, alto risco
confirmado para seres mucosa e olhos (ameaça para a comunidade
humanos. causar perda da visão),
(Grupo A1 da ACGIH) podendo resultar em
morte ou
lesões incapacitantes.

o potencial carcinogênico, mutagênico e teratogênico



de agentes químicos e físicos tendo por base a classificação da IARC ou da
ACGIH;
 o potencial de agentes químicos causar danos locais
quando em contato com olhos e pele;
 o valor do TLV (LEO proposto pela ACGIH) para
contaminantes atmosféricos, pois quanto menor for o valor do TLV maior
será o potencial do agente em causar danos (ver ACGIH, 2001);
 a classificação em grupos de riscos para Agentes
Biológicos –Microorganismos patogênicos – definidos por comitês de
Biossegurança (ver, por exemplo, os critérios apresentados pelo CDC norte
americano, disponível no endereço www.cdc.gov, através de busca pela
palavra chave biosafety, que relaciona e classifica os principais
microorganismos patogênicos).

Avaliação do Risco

Estimar e definir a categoria de cada risco, a partir da


combinação dos valores atribuídos para probabilidade (P) e gravidade (G) do
dano, utilizando a matriz apresentada na Tabela 4, que define a categoria de
risco resultante dessa combinação.

13
Tabela - 4 Matriz de risco para estimar a categoria do risco

P 4
RISCO RISCO RISCO RISCO
R provável
MÉDIO ALTO ALTO CRÍTICO
O
B (E > LEO)
A 3
RISCO RISCO RISCO RISCO
B pouco provável
I (E = 0,5 a 1,0 LEO) BAIXO MÉDIO ALTO ALTO
L
2
I RISCO RISCO RISCO RISCO
D improvável
A (E = 0,1 a 0,5 LEO) BAIXO BAIXO MÉDIO ALTO
D 1
RISCO RISCO RISCO RISCO
E altamente
improvável
IRRELEVANTE BAIXO BAIXO MÉDIO
(E < 0,1 LEO)

1 2 3 4
Reversível, leve Reversível, Irreversível, Fatal ou
severo severo incapacitante
GRAVIDADE (G)

Obs. Matriz elaborada a partir da combinação das


matrizes apresentadas por MULHAUSEN & DAMIANO (1998) e pelo apêndice
D da BS 8800 (BSI, 1996).

Incerteza da avaliação do risco

Estimar a incerteza da avaliação do risco por julgamento


profissional tendo como base as informações relevantes disponíveis e os
critérios da Tabela 5. Registrar no campo correspondentes o índice 0 para
certa, 1 para incerta ou 2 se a avaliação feita for considerada altamente
incerta.

 Informações relevantes para julgar a incerteza


 A atividade foi observada?
 Dados de monitoramento da exposição são
disponíveis?
 Há limites de exposição ocupacional (LEO) bem
estabelecidos?
 A freqüência e duração da atividade são conhecidas?
 Informações sobre a variabilidade das exposições são
disponíveis?
Existem informações sobre como práticas de trabalho

contribuem para as exposições?

14
Tabela 5- critérios para avaliar incerteza da avaliação do risco

Incerteza Descrição
Critérios

0 Certa – A estimativa da Estimativa baseada em dados quantitativos confiáveis


probabilidade e os danos à saúde para agentes cujos efeitos à saúde são bem conhecidos
são conhecidos e bem ou dados qualitativos objetivos.
compreendidos. O avaliador tem
confiança na aceitabilidade do
julgamento.

1 Incerta – Existe informação Estimativa da exposição feita com base em modelagem


suficiente para fazer um ou analogia com ambientes semelhantes para os quais
julgamento, mas a obtenção de existem dados seguros
informações adicionais é desejável ou medições de caráter exploratório cujos dados são
para avaliar a exposição. insuficientes.

2 Altamente incerta – O julgamento A estimativa da exposição foi feita apenas com base em
de aceitabilidade foi feito na dados qualitativos subjetivos ou os efeitos nocivos
ausência de
sobre a saúde ainda não estão suficientemente claros.
informação significativa sobre os
perfis de exposição e/ou efeitos
sobre a saúde

Critérios para Priorização das Ações

Este item tem o objetivo de auxiliar o profissional do SESI


na elaboração do plano de ação. Seguindo a tabela 6, pode-se identificar
algumas ações que devem ser implementadas levando-se em consideração a
probabilidade e a gravidade do dano:

Situações em que medidas de controle são necessárias;

Situações em que mais informações são necessárias para


que as mudanças sejam implementadas. Essas situações acontecem
principalmente quando a avaliação do risco foi considerada incerta ou
altamente incerta (ex. de mais informações que podem ser coletadas:
medições quantitativas mais detalhadas, pesquisa a respeito das
características de determinado agente);

Situações em que somente a manutenção das medidas


existentes é suficiente para controlar o perigo.

Ações classificadas como P1 (prioridade 1) serão aquelas


consideradas de maior prioridade e, se não implementadas, deverão ser
justificadas. As ações classificadas como P2 (prioridade 2) são consideradas
de menor prioridade e serão implementadas se houver uma relação custo-

15
benefício adequada e disponibilidade de recursos materiais e humanos ou
ainda, se não implicar em custos diretos.

Observações:

Caso a tabela 6 indique que para determinado risco não é


necessário realizar uma ação específica, mas a empresa venha a receber
uma autuação de organismo fiscalizador, ou venha acontecer algum acidente
em decorrência do perigo relacionado ao risco, deve-se realizar alguma ação
para minimizar esse risco, independente do resultado obtido na tabela 6.
O plano de ação deve ser amplo e deve atender as reais
necessidades de melhoria da empresa, não se prendendo somente as
exigências da NR 9. O profissional do SESI deve verificar se as exigências
legais mínimas estão sendo atendidas e com base no levantamento de
perigos e avaliação dos riscos, traçar objetivos e metas que demonstrem a
existência de um programa efetivo de gestão dos riscos.

Para priorização das ações foi utilizado o seguinte critério:

Tabela 6 Critérios para priorização de ações – controles e obtenção de informações


adicionais

NECESSIDADES DE CONTROLES E INFORMAÇÕES ADICIONAIS


Incerteza da estimativa
RISCO
0 Certa 1 Incerta 2 Altamente incerta

CRÍTICO Controle necessário (P1) Controle necessário (P1) Controle necessário (P1)
Informação adicional necessária Informação adicional necessária
(P1) (P1)

ALTO Controle necessário (P1) Controle necessário (P1) Controle necessário (P1)
Informação adicional necessária Informação adicional necessária
(P2) (P1)
Manter o controle
existente. (P1) Controle Informação adicional necessária (P2) Informação adicional necessária (P1)
MÉDIO adicional necessário se antes de se decidir se há necessidade antes de se decidir se há necessidade
for possível e viável. (P2) de controle adicional . de controle adicional.

Nenhum controle
BAIXO adicional é necessário. Informação adicional Informação adicional
Manter o controle existente. necessária (P2) necessária (P1)
(P1)

IRRELEVANTE Nenhuma ação é Nenhuma informação Nenhuma informação


necessária. adicional é necessária. adicional é necessária.

P1 – prioridade 1 P2= prioridade 2 (secundária)

16
Observações:

Caso a tabela indique que para determinado risco não é


necessário realizar uma ação específica, mas a empresa venha a receber
uma autuação de organismo fiscalizador, ou venha acontecer algum acidente
em decorrência do perigo relacionado ao risco, deve-se realizar alguma ação
para minimizar esse risco, independente do resultado obtido na tabela
O plano de ação deve ser amplo e deve atender as reais
necessidades de melhoria da empresa, não se prendendo somente as
exigências do PGR.

Critérios para Monitoramento da Exposição.

Foi utilizado o seguinte critério para definição das


necessidades de monitoramento com suas respectivas periodicidades, de
acordo com a gravidade e probabilidade anteriormente estabelecidas.

Tabela 7 – Periodicidade do monitoramento da exposição

P 4
R Monitorar após adotar Monitorar após adotar Monitorar após adotar Monitorar após adotar
provável
O medidas de controle (P1) medidas de controle (P1) medidas de controle (P1) medidas de controle (P1)
B (E > LEO)
A
B 3
Anual] Anual Semestral Trimestral
I pouco provável
L (E = 0,5 a 1,0
(P2) (P2) (P1) (P1)
I LEO)
D 2
A Monitoramento periódico Monitoramento periódico Anual Semestral
improvável
D não necessário. não necessário.
E (E = 0,1 a 0,5 (P1) (P1)
LEO)
1
Monitoramento periódico Monitoramento periódico Monitoramento periódico Anual
altamente
não necessário. não necessário. não necessário. (P1)
improvável (E
< 0,1 LEO)
1 2 3 4
reversível, leve reversível severo irreversível, severo fatal ou incapacitante

Observações: São consideradas as seguintes exceções na


definição da periodicidade de monitoramentos:

Benzeno (se houver): seguir a periodicidade



determinada no Acordo Nacional do Benzeno.
 Ruído – se as exposições forem superiores ao LEO ou
nível de ação, mas as condições se mantiverem constantes e o controle for
baseado apenas no uso de equipamento de proteção individual avaliado
17
como eficaz, a periodicidade do monitoramento poderá ser reduzida a
critério do avaliador.
 Também a critério do avaliador a periodicidade do
monitoramento para outras exposições poderá ser reduzida se as condições
de trabalho forem estáveis e a incerteza das avaliações for baixa, exceto se
houver exigência legal em contrário.

AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA EXPOSIÇÃO

Para todos os agentes avaliados quantitativamente foram


desenvolvidas planilhas detalhas de reconhecimento. Os resultados de forma
resumida se encontram na Planilha de Reconhecimento nas próximas
páginas. As planilhas detalhadas se encontram nos anexos deste
documento.

METODOLOGIA UTILIZADA POR AGENTE


MONITORADO

Agente NR – 15 Metodologia Equipamentos

Medidor de Pressão Sonora, Dosímetros, Filtros de


Ruído Anexo 1 e 2 NHO 01 da Fundacentro
Banda de Oitava
MHA 01 D - Fundacentro NIOSH:
Bomba de amostragem + cassete + filtro PVC +
Sílica livre Anexo 12 7.501; 7.500; 7.601;
Ciclone (ou não) + Calibrador
7.602; 7.603;
NHO 02 – Fundacentro Bomba de amostragem + cassete + filtro + ciclone +
Poeiras Minerais ACGIH
NIOSH: 7.500 calibrador

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS POR AGENTE


MONITORADO

 Certificados de calibração dos aparelhos se encontram em


anexo.

Tabelas de Identificação de Perigos e Avaliação de


Riscos por GES

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TABELA DE IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS POR GES (Grupo de Exposição Similares)
GES: 56
SETOR: xxxx Total de Trabalhadores Expostos: 10 Fase: ( ) Antecipação (x) Reconhecimento
Processo: Descrição:

Descrição atividade:

Perfil de exposição Definições


Controle Existente e sua Eficácia Avaliação do Risco
Padrões existente de ações
Perigo / Critério para
Agente / Legais / Fonte Atenuaçã necessária
Fonte de Dano Efica Efica monitoração
Tipo Limite de Geradora o / Fator Intens. / Técnica I se
Riscos POAD/EPC z EPI CA z P G RISCO da exposição
Exposição de Conc. Utilizada N prioridade
(S/N) (S/N)
Proteção s
Máquina e Proteção
Ruído Monitorar após
NR-15 equipamentos periférica de Avaliação Controles
contínuo ou Perda Proteção 3420 adotar medidas
Físico Anexo I / 85 Multidireciona máquinas e S 22 dB(A) S 89,0 dB(A) quantitativ 4 3 Alto 0 Necessário
intermitent Auditiva Auditiva 0 de controle
dB(A) l e ondas equipamento a s
e (Prioridade I)
mecânicas s
Particulados
(insolúveis
NR-15 / LT
ou de baixa
Irritação das não
solubilidade Limpeza das Concentraçã Avaliação Nenhuma Monitorament
vias especificad Sistema de Irrelevant
Químico ) não máquinas S NA NA NA NA o quantitativ 1 1 0 ação é o periódico não
respiratória o – ACGIH Exaustão e
especificado equipamentos 0,020 mg/m3 a necessária necessário
s TLV-TWA 3
de outra
mg/m3
maneira
(PNOS)
Luva de
Nenhum
Pano Monitorament
Acidente Objetos 1416 controle
Ferimentos NA Ferramentas NA - com NA S NA NA 2 1 Baixo 0 o periódico não
s Cortantes 7 adicional
Pigment necessário
necessário
o

POAD: Procedimentos Administrativos / EPC: Equipamentos de Proteção Coletivo / EPI: Equipamentos de Proteção Individual / (S) SIM / (N) NÃO / (N AV) Não Avaliado / (NA) Não se Aplica / (I) inexistente
(CA) Certificado de Aprovação / (P) Probabilidade / (G) Gravidade / (IN) Grau de Incerteza / (HP) Habitual e Permanente / (HI) Habitual e Intermitente / (EV) Eventual / (INT) Intermitente.

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8 - MEDIDAS DE CONTROLE

Os Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC) deverão ser


utilizados com o objetivo de modificar as condições de trabalho em um
determinado ambiente, promovendo a proteção de todo o grupo.

A implantação das medidas de controle serão realizadas,


em qualquer uma das fases do Programa, quando os riscos detectados
ultrapassarem os valores dos limites de tolerância das Normas utilizadas
(Nível de Ação), a fim de eliminar ou reduzir a exposição ao risco.

A empresa disponibilizará todos recursos possíveis para


adoção das medidas de controle, sempre que os riscos ambientais
reconhecidos ultrapassarem o nível de ação estabelecidos pela norma
vigente, a fim de eliminar, reduzir ou neutralizar a exposição ao risco.
As medidas de controle dos agentes ambientais deverão
seguir a seguinte hierarquia:
EPC deverá ser acompanhada de treinamentos dos
trabalhadores quanto aos procedimentos que assegurem a sua eficiência e
de informação sobre as eventuais limitações da proteção.

MEDIDAS DE ORDEM ADMINISTRATIVA


(ORGANIZAÇÃO DE TRABALHO):

Estabelecer diretrizes de ordem administrativa, de


planejamento e de organização, que objetivam a implementação de medidas
de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas
condições e no meio ambiente de trabalho através de regras e
procedimentos, treinamentos, inspeções das condições de trabalho,etc.

MEDIDAS DE ORDEM INDIVIDUAL (EPI):

A empresa fornecerá gratuitamente aos empregados


apenas EPIs portadores de Certificado de Aprovação – CA, além de manter
na frente de obra as fichas de controle de sua distribuição, estoque mínimo
necessário para reposição e manter arquivados os Certificados de Aprovação
dos EPIs utilizados.

ACOMPANHAMENTO DAS MEDIDAS DE CONTROLE

Será realizada através de monitoramento,


acompanhamento, análise dos dados estatísticos e também das informações

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dos trabalhadores uma avaliação da eficácia das medidas de proteção
existentes e as implantadas e se necessário estabelecer novas medidas para
eliminar, neutralizar ou minimizar os riscos ambientais.

9 – REGISTRO, MANUTENÇÃO, REPRODUÇÃO, RATREABILIDADE E


DIVULGAÇÃO DOS DADOS

RELATÓRIO DOS EQUIPAMENTOS (HISTOGRAMAS)

Os histogramas de ruídos estão anexos a este documento.

CERTIFICADOS DE CALIBRAÇÃO

Os certificados de calibração dos aparelhos utilizados


durante a realização das avaliações ambientais estão anexos a este
documento.

PLANILHAS DE CAMPO / MEMÓRIA DE CÁLCULO

As planilhas de campo / memória de cálculo se encontram


anexos a este documento.

O registro de dados para posterior consulta dos


trabalhadores da Empresa e de autoridades competentes deverá ser
efetuado em documento estruturado, o qual deverá ser mantido em arquivo
por um período mínimo de 20 anos.

10 – AVALIAÇÃO DO PROGRAMA

AVALIAÇÃO PERÍODICA

A empresa irá realizar a avaliação periódica do programa


quando as atividades que a empresa executa sofrer alterações no layout do
ambiente de trabalho, substituição de máquinas ou equipamentos e adoção
ou alteração de tecnologia de proteção coletiva.

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AVALIAÇÃO GLOBAL

A empresa irá realizar a avaliação global do programa pelo


menos uma vez por ano.

10 – PROGRAMAS ESPECIFICOS DE SAÚDE E SEGURANÇA

PROGRAMA DE PROTEÇÃO RESPIRATÓRIA – PPR

Em todas as atividades e operações em que os


empregados estejam expostos a gases, vapores, poeiras, fumos, névoas e
neblinas em concentrações acima do Nível de Ação deverá ser desenvolvido
o PPR conforme Instrução Normativa 01 do MTE. É obrigatório o uso de
proteção respiratória adequada especificada em função do agente e da
concentração do mesmo.
Os empregados deverão receber os Equipamentos de
Proteção Respiratória e serem treinados no seu uso correto, bem como
manutenção, guarda e conservação.

PROGRAMA DE CONSERVAÇÃO AUDITIVA – PCA

Em todas as atividades e operações em que os


empregados estejam expostos a níveis de ruídos superiores ao Nível de Ação
deverá ser desenvolvido o PCA conforme OS do INSS. É obrigatório o uso de
proteção auditiva adequada. Os empregados deverão receber os
Equipamentos de Proteção Auditiva e serem treinados no seu uso correto,
bem como manutenção, guarda e conservação.

10 – ENCERRAMENTO

O Presente Programa cumpre o seu objetivo que é fornecer


subsídios para garantir a integridade física e a saúde dos empregados.
Descreve as principais ações a serem desenvolvidas pela empresa com
indicação de metas, estratégia e metodologia de ação, cronograma e
responsáveis pela execução. O referido trabalho representa as condições
ambientais encontradas nos locais analisados durante o período do
levantamento.

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RESPONSABILIDADE TÉCNICA PROFISSOIONAL
HABILITADO

Anexo 1 – Cronograma de implantação das Ações Prevencionistas

Anexo II – EPIs por função

Anexo III – Análises Laboratoriais

Anexo IV – Certficação de Calibração

Anexo V – RRT – Registro de Responsabilidade Técnica

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