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Avaliação do Sucesso em Endodontia

1. O documento discute os critérios para avaliação do sucesso e insucesso do tratamento endodôntico, incluindo critérios clínicos, radiográficos e histológicos. 2. Fatores que interferem no processo de reparo apical como fatores sistêmicos, locais e uso de medicamentos são descritos. 3. O documento explica as etapas do processo de reparo do periodonto apical incluindo a deposição de cemento, redução de células inflamatórias, formação de novo osso
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Avaliação do Sucesso em Endodontia

1. O documento discute os critérios para avaliação do sucesso e insucesso do tratamento endodôntico, incluindo critérios clínicos, radiográficos e histológicos. 2. Fatores que interferem no processo de reparo apical como fatores sistêmicos, locais e uso de medicamentos são descritos. 3. O documento explica as etapas do processo de reparo do periodonto apical incluindo a deposição de cemento, redução de células inflamatórias, formação de novo osso
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REPARO

PERIAPICAL

Professor Arthur Barroso


10
meses
“O objetivo do tratamento endodôntico é tratar ou prevenir o
desenvolvimento de lesões perirradiculares. Assim sendo, o sucesso de
um tratamento endodôntico pode ser caracterizado como ausência de
doença perirradicular após um período de proservação suficiente.”
Lopes e Siqueira 3ªed
Mantendo-o saudável e em função!!
AVALIAÇÃO DO SUCESSO DA TERAPIA ENDODÔNTICA

FÍSTULA DOR

LESÃO
EDEMA PERIAPICAL

FUNÇÃO PROSERVAÇÃO

Sociedade Europeia de Endodontia, 1994


Critérios de avaliação do Sucesso x
Insucesso
Critérios Clínicos

 Dor;
 Edema intra ou Google

extraoral;
 Fístula;
 Perda da função
mastigatória.
Lima AR ReintervençãoRibeiro
em endodontia
MB, Gomes, BP
Critérios de avaliação do Sucesso x
Insucesso
Critérios Radiográficos
(Avaliação Imagiológica)

Sensibilidade da técnica utilizada


(Radiografias convencionais e

Reintervenção em endodontia
exames tomográficos);
Espaço do ligamento periodontal;
Tempo de controle e classificação
de cura radiográfica.
Carvalho MC
Critérios de avaliação do Sucesso x
Insucesso
Critério Histológico

Lopes e Siqueira, 4ed.


Aplicável em pesquisas;
Estudo em animais ou dentes
extraídos devido a impossibilidade
de reabilitação .

Reintervenção em endodontia
INSUCESSO E O RETRATAMENTO
ENDODÔNTICO
“Procedimento para remover materiais obturadores de canais,
usualmente realizado devido ao tratamento original parecer
inadequado ou ter falhado ou haver exposição do canal ao
meio oral por tempo prolongado.”

Associação Americana de Endodontia

“Dentes com canais inadequadamente obturados com sinais


radiográficos de desenvolvimento ou persistência de
periodontite apical (lesão periapical) ou sintomas clínicos e
também para dentes nos quais a restauração coronária precisa
ser trocada ou o clareamento está indicado.”
Sociedade Europeia de Endodontia
Prognóstico em Endodontia POR QUANTO
TEMPO
Prognóstico em odontologia pode ser PROSERVAR?
definido como a previsão de sucesso ou
insucesso de uma determinada intervenção
ou tratamento ao longo do tempo.

“O tratamento do endodôntico deve ser


avaliado pelo menos após 1 ano, ou
conforme necessário.”

“Se as radiografias revelarem que uma


lesão permaneceu diminuiu apenas em
tamanho, o resultado é considerado
incerto. Nesta situação, é aconselhável
avaliar a lesão ainda mais tempo.”
Do que vai depender o sucesso do
tratamento endodôntico?

REPARO
APICAL E
PERIAPICAL
Fases da inflamação • SI = Sistema Imunológico
• AA = Agente agressor

EVOLUÇÃO DA INFLAMAÇÃO AGUDA

Resolução Cronificação Reagudização

É o sucesso da inflamação. Após remoção do Agente etiológico não eliminado: • Superpõe-se a cronificação
AA ocorre a reabsorção do exsudato, • SI não tem capacidade de • Novos surtos de agressão
fagocitose e digestão dos detritos celulares e destruir o AA*; (chegada de novos agentes
restos necróticos, promovendo a limpeza da • SI não conseguem chegar ao agressores)
área, em seguida começa o processo de AA; • Queda do sistema imunológico.
reparo (neoformação tecidual e óssea). • Fonte constante de AA.
Consolaro 2ed
Fase crônica da inflamação

Características:
 longa duração;
 baixa sintomatologia;
 manifestações sistêmicas limitadas;
 associação com a competência imunológica
do hospedeiro e eventos imunopatológicos.

Neville, 3ed.
Fase crônica da inflamação

CARÁTER DESTRUTIVO DA INFLAMAÇÃO CRÔNICA

Neville 3d.

Lopes e Siqueira 3d.


ENZIMAS RADICAIS CITOCINAS
OXIGENADOS
Resumo do reparo do periodonto apical

O processo de re­paro do periodonto


apical, em linhas gerais, po­deria se dar
da seguinte maneira:

1. O cemento é depo­sitado na área de cemento apical reabsorvido;


2. 3. Células inflamatórias e capilares são reduzidas;
3. Novo osso é formado na periferia do trabeculado ós­seo remanescente em
substituição ao tecido ósseo afetado;
4. Fibras colágenas do tecido de granulação são substi­tuídas com novo osso trabecular;
Remodelagem do
ligamento periodontal
É o último a reparar

Células do ligamento periodontal adjacente à


área afetada começam a se proliferar e
preencher a região em que o ligamento
periodontal e o cemento foram alterados ou
perdidos por causa da inflamação.

Lopes e Siqueira, 3ed.


FATORES NÃO MICROBIOLÓGICO QUE
INTERFEREM NO PROCESSO/TEMPO DE REPARO

Fatores sistêmicos: Fatores locais:


1. Nutrição; 1. Tempo de infecção;
2. Idade; 2. Tamanho da lesão;
3. Estresse; 3. Trauma oclusal;
4. Uso de medicamentos; 4. Presença de corpos estranhos
5. Condições sistêmicas; nos tecidos periodontais.
FATORES QUE INTERFEREM NO PROCESSO DE
REPARO
Fatores sistêmicos: Glicocorticoides: - diminuição no tempo de
vida e função do osteoblasto, redução na taxa
1. Nutrição;
de aposição mineral e atraso prolongado no
2. Desidratação; tempo de mineralização;
3. Idade; - aumentam o número e a
4. Estresse; atividade dos osteoclastos = reabsorção óssea
Uso de medicamentos; acelerada.
Anti-inflamatórios não Esteroides (AINEs)
5. Estados debilitantes crônicos;
6. Hormônios e vitaminas; regularmente - inibição da enzima COX e da
subsequente produção de prostaglandinas.

Caminhos da Polpa, 10ªed


FATORES QUE INTERFEREM NO PROCESSO DE
REPARO
Tuberculose Anemias e Leucemias
Fatores sistêmicos:
Nesses pacientes a oxigenação
- deficiência no suprimento san­güíneo
da região afetada
1. Nutrição;
do sangue não é adequada,
portanto, há deficiência na Paciente imunossuprimidos
2. Desidratação;
oxigenação tecidual e - Sistema imunológico com capacidade
consequentemente um reduzida.
3. Idade;
processo de reparo deficiente.
Doenças Hepáticas
4. Estresse; - interferem na síntese de proteínas e
outros processo básicos do meta­bolismo
5. Uso de medicamentos; e mineralização;
- baixos níveis de vitamina K
Condições Sistêmicas importantíssima ao processo de formação
do coágulo

Outras Doenças: hemofilia, doença de


Irá interferir diretamente no processo de
Diabetes Willebrand, disfunções renais, neoplasias
reparo, mas não impediondo-o.
malignas, osteoporose, síndrome de Cushing.
Corpos estranhos
• Reabsorvíveis e não reabsorvíveis

• Cimento e guta percha

• Lima/Lentulo (material metálico)

• Não são biologicamente agressivos

• Sensibilidade pós-operatória?
Francisco PA
FOP - UNICAMP
FOP - UNICAMP
Corpos estranhos
Materiais Obturadores – A extrusão pode influenciar o sucesso do
tratamento?
Corpos estranhos
Cimentos obturadores extravasados – Não influência no processo de reparo.
Obrigado!

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