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Agenda 21: Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 21 é um plano de ação global para o desenvolvimento sustentável composto por 40 capítulos que abordam temas como cooperação internacional, combate à pobreza, mudança de padrões de consumo, proteção ambiental, gestão de recursos e agricultura sustentável.

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Agenda 21: Desenvolvimento Sustentável

A Agenda 21 é um plano de ação global para o desenvolvimento sustentável composto por 40 capítulos que abordam temas como cooperação internacional, combate à pobreza, mudança de padrões de consumo, proteção ambiental, gestão de recursos e agricultura sustentável.

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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MOÇAMBIQUE

Faculdade de Gestão de Recursos Florestais e Faunísticos

Licenciatura em Gestão de Recursos Florestais e Faunísticos, 4o ano.

Cadeira: Política florestal e faunistica

Trabalho: Individual

Tema: Agenda 21

Discente:

Guilherme Sérgio Tamela Levene

Docente:

Dr: Sérgio Licumba

Lichinga, Abril de 2023


A Agenda 21 é um plano de ação global para o desenvolvimento sustentável, adotado em
1992 durante a Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento.
Ela é composta por 40 capítulos que abordam diversos temas relacionados ao
desenvolvimento sustentável, incluindo:

CAPITULO 1: Preâmbulo

Capitulo 1 o preâmbulo da Agenda 21 é a introdução do documento elaborado na


Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio
de Janeiro em 1992. Ele estabelece os objetivos e princípios da Agenda 21, que é um plano
de ação global para promover o desenvolvimento sustentável. O preâmbulo destaca a
necessidade de se adotar uma abordagem integrada e participativa para enfrentar os desafios
socioeconômicos e ambientais do mundo. Ele também reconhece a importância dacooperação
internacional e da responsabilidade comum, mas diferenciada, entre os países para alcançar o
desenvolvimento sustentável.

O CAPÍTULO 2: Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento


sustentável dos países em desenvolvimento e políticas internas correlatas.

O Capítulo 2 aborda a cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável


nos países em desenvolvimento, reconhecendo que a erradicação da pobreza é essencial para
alcançar a sustentabilidade global. O capítulo destaca a importância da transferência de
tecnologia, o fortalecimento das capacidades locais e a promoção do comércio justo para
promover o desenvolvimento sustentável. Além disso, a Agenda 21 enfatiza a necessidade de
políticas internas consistentes com os objetivos de desenvolvimento sustentável, incluindo a
integração de preocupações ambientais, sociais e econômicas em todas as políticas e
programas governamentais. A participação das comunidades locais e grupos interessados
também são vista como fundamental para a implementação efetiva de estratégias de
desenvolvimento sustentável.

O CAPÍTULO 3 Combate à pobreza.

O capítulo 3 aborda o tema do combate à pobreza. Ele reconhece que a pobreza é um


problema global que afeta grande parte da população mundial e que deve ser abordado como
uma questão central da agenda de desenvolvimento sustentável. O capítulo enfatiza a
necessidade de uma abordagem integrada para o combate à pobreza, que leve em
consideração não apenas as questões econômicas, mas também as questões sociais,
ambientais e culturais. Isso envolve a criação de políticas e programas que promovam o
desenvolvimento humano, a proteção ambiental e a participação cidadã.

O CAPÍTULO 4: Mudança dos padrões de consumo

O Capítulo 4 aborda a questão da mudança dos padrões de consumo, reconhecendo que o


consumo insustentável é uma das principais causas dos problemas ambientais enfrentados
pela humanidade. O capítulo destaca a necessidade de uma abordagem integrada para
promover padrões de consumo sustentáveis, que inclui ações tanto no nível individual como
no nível empresarial e governamental. A Agenda 21 enfatiza a importância de uma
abordagem baseada no ciclo de vida dos produtos e serviços, que leve em consideração não
apenas o impacto ambiental de sua produção, mas também o impacto de seu uso e disposição
final. Também é destacada a necessidade de uma educação voltada para a sustentabilidade,
que promova a conscientização sobre os impactos do consumo insustentável e ajude a
promover mudanças de comportamento.

O CAPÍTULO 5: Dinâmica demográfica e sustentabilidade

O Capítulo 5 aborda a relação entre dinâmica demográfica e sustentabilidade. O documento


destaca a importância de se alcançar um equilíbrio entre a dinâmica demográfica e a
capacidade de sustentabilidade dos ecossistemas, levando em consideração as necessidades
das gerações presentes e futuras.

O CAPÍTULO 6: Proteção e promoção das condições da saúde humana

O Capítulo 6 a promoção da saúde humana, com foco na prevenção de doenças e na melhoria


das condições de vida da população. O capítulo destaca a necessidade de uma abordagem
holística para a saúde, considerando fatores sociais, econômicos e ambientais que afetam a
saúde das pessoas. Outro ponto destacado é a necessidade de promover estilos de vida
saudáveis, com ênfase na atividade física, alimentação saudável e educação em saúde. A
prevenção de doenças crônicas, como a obesidade, o diabetes e as doenças cardíacas, é vista
como uma prioridade.

O CAPÍTULO 7: Promoção do desenvolvimento sustentável dos assentamentos


humanos

O capítulo 7 aborda a promoção do desenvolvimento sustentável dos assentamentos


humanos. O objetivo do capítulo é abordar os principais desafios enfrentados pelos
assentamentos humanos, incluindo a urbanização rápida e desordenada, a pobreza urbana, a
falta de acesso a serviços básicos e a degradação ambiental. A Agenda 21 reconhece que a
promoção do desenvolvimento sustentável dos assentamentos humanos deve ser baseada em
uma abordagem integrada que envolva todos os setores relevantes, incluindo governos,
organizações não governamentais, empresas e comunidades locais. O capítulo destaca a
importância da participação das comunidades locais na formulação de políticas e programas
para o desenvolvimento sustentável dos assentamentos humanos.

O CAPÍTULO 8 Integração entre meio ambiente e desenvolvimento na tomada de


decisões

O Capítulo 8 trata da integração entre meio ambiente e desenvolvimento na tomada de


decisões. O objetivo é promover o desenvolvimento sustentável, que atenda às necessidades
do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender às suas próprias
necessidades. O capítulo destaca a necessidade de um processo de tomada de decisão
integrado, no qual as questões ambientais sejam consideradas em todas as etapas do processo
de desenvolvimento. Isso requer a cooperação entre diferentes setores governamentais e a
participação da sociedade civil.

O CAPÍTULO 9: Proteção da atmosfera


O Capítulo 9 aborda a proteção da atmosfera e a prevenção de mudanças climáticas. O
objetivo do capítulo é promover medidas para reduzir as emissões de gases do efeito estufa,
minimizar a poluição atmosférica e promover o desenvolvimento sustentável. O capítulo
reconhece a importância de uma cooperação global para enfrentar o problema das mudanças
climáticas e a necessidade de desenvolver tecnologias limpas e eficientes. Ele destaca a
importância de envolver todas as partes interessadas, incluindo governos, empresas e
organizações da sociedade civil, para alcançar um ambiente mais saudável e sustentável.

O CAPÍTULO 10: Abordagem integrada do planejamento e do gerenciamento dos recursos


terrestres

O Capítulo 10 aborda a abordagem integrada de planejamento e gerenciamento dos recursos


terrestres. O capítulo destaca a importância da gestão integrada e sustentável dos recursos
terrestres, incluindo a terra, a água doce, a floresta, a biodiversidade e os ecossistemas. Ele
reconhece que o uso não sustentável desses recursos pode levar à degradação ambiental e
socioeconômica.

O CAPÍTULO 11: Combate ao desflorestamento

O capítulo 11 trata da importância da conservação das florestas e do combate ao


desmatamento. O documento reconhece que as florestas são essenciais para a sobrevivência
de ecossistemas e comunidades locais, e descreve as principais causas do desmatamento,
incluindo a conversão de florestas em áreas agrícolas e pecuárias, a extração de madeira e a
expansão urbana. A Agenda 21 estabelece que o desmatamento deve ser reduzido, e que as
florestas devem ser gerenciadas de forma sustentável. Para alcançar esse objetivo, o
documento propõe a adoção de medidas como o incentivo à conservação das florestas, o
fortalecimento de políticas de ordenamento territorial e o desenvolvimento de técnicas de
manejo florestal.

O CAPÍTULO 12: Manejo de ecossistemas frágeis: a luta contra a desertificação e a seca

O capítulo 12 aborda o manejo de ecossistemas frágeis, com foco na luta contra a


desertificação e a seca. A desertificação é definida como a degradação da terra em regiões
áridas, semiáridas e sub-úmidas secas, resultante de vários fatores, como atividades humanas
e variações climáticas. A seca é um fenômeno natural, mas pode ser agravada pelo uso
insustentável da terra e da água.

O CAPÍTULO 13: Gerenciamento de ecossistemas frágeis: desenvolvimento sustentável


das montanhas

O capítulo 13 trata do gerenciamento de ecossistemas frágeis, com foco no desenvolvimento


sustentável das montanhas. Este capítulo reconhece que as montanhas são ecossistemas
únicos e frágeis, que fornecem água, alimentos e abrigo para grande parte da população
mundial. No entanto, as montanhas estão enfrentando ameaças crescentes, incluindo
mudanças climáticas, desmatamento, degradação do solo e urbanização desordenada.

O CAPÍTULO 14: Promoção do desenvolvimento rural e agrícola sustentável


O Capítulo 14 da Agenda 21 trata da promoção do desenvolvimento rural e agrícola
sustentável, reconhecendo a importância da agricultura como um setor fundamental para o
desenvolvimento socioeconômico e a segurança alimentar. O capítulo destaca a necessidade
de uma abordagem integrada e multidisciplinar para a promoção da agricultura sustentável,
envolvendo aspectos como tecnologia, políticas agrícolas, acesso a mercados, gestão de
recursos naturais e fortalecimento das comunidades rurais.

O CAPÍTULO 15: Conservação da diversidade biológica

O capítulo 15 aborda a conservação da diversidade biológica e a importância de sua


preservação para garantir um futuro sustentável. O capítulo reconhece que a diversidade
biológica é um patrimônio comum da humanidade e que sua perda pode ter consequências
irreversíveis.

A Agenda 21 propõe a criação de estratégias nacionais e regionais para a conservação da


diversidade biológica, incluindo a identificação e proteção de áreas importantes para a
conservação, a restauração de ecossistemas degradados, a promoção do uso sustentável dos
recursos naturais e a criação de incentivos econômicos para a conservação da biodiversidade.

O CAPÍTULO 16: Manejo ambientalmente saudável da biotecnologia

O Capítulo 16 aborda o manejo ambientalmente saudável da biotecnologia, reconhecendo a


importância dessa área para o desenvolvimento sustentável. O capítulo destaca a necessidade
de se garantir que a biotecnologia seja utilizada de forma segura e responsável, minimizando
os riscos ambientais e de saúde. Para isso, a Agenda 21 propõe a implementação de medidas
de gestão de risco e regulamentação da biotecnologia, incluindo a avaliação de impacto
ambiental e a garantia de transparência e participação pública no processo de tomada de
decisão. Além disso, a Agenda 21 enfatiza a importância da cooperação internacional na
promoção do uso seguro e responsável da biotecnologia, especialmente em países em
desenvolvimento.

O CAPÍTULO 17: Proteção dos oceanos, de todos os tipos de mares, inclusive mares
fechados semi-fechados, e das zonas costeiras, e proteção, uso racional e
desenvolvimento de seus recursos vivos.

O Capítulo 17 trata da proteção dos oceanos, mares fechados e semi-fechados, bem como das
zonas costeiras, e busca promover o uso racional e o desenvolvimento sustentável desses
recursos. O documento destaca a importância dessas áreas para a biodiversidade, a economia
global e a regulação do clima, e apresenta medidas para protegê-las de ameaças como a
poluição, a sobre pesca e a degradação do habitat.
O CAPÍTULO 18: Proteção da qualidade e do abastecimento dos recursos hídricos:
aplicação de critérios integrados no desenvolvimento, manejo e uso dos recursos
hídricos

O capitulo aborda a gestão integrada dos recursos hídricos como um elemento fundamental
para o desenvolvimento sustentável. O objetivo é garantir a disponibilidade e qualidade da
água para atender às necessidades presentes e futuras, considerando os aspectos econômicos,
sociais e ambientais. é fundamental a participação da população na gestão dos recursos
hídricos, por meio da conscientização sobre a importância da água e da participação em
processos de tomada de decisão. A gestão integrada dos recursos hídricos deve ser baseada
em um enfoque de bacia hidrográfica, que considere as interações entre os sistemas naturais e
sociais.

O CAPÍTULO 19: Manejo ecologicamente saudável das substâncias químicas tóxicas,


incluída a prevenção do tráfico internacional ilegal dos produtos tóxicos e perigosos.

O capítulo 19 o manejo ecologicamente saudável das substâncias químicas tóxicas, incluindo


a prevenção do tráfico internacional ilegal de produtos tóxicos e perigosos. O objetivo é
garantir que essas substâncias sejam produzidas, utilizadas, manuseadas e eliminadas de
forma segura e sustentável, com o mínimo de impacto negativo na saúde humana e no meio
ambiente.

CAPÍTULO 20: Manejo ambientalmente saudável dos resíduos perigosos, incluindo a


prevenção do tráfico internacional ilícito de resíduos perigosos.

O Capítulo 20 da aborda o manejo ambientalmente saudável dos resíduos perigosos, com o


objetivo de proteger a saúde humana e o meio ambiente. O capítulo enfatiza a prevenção de
resíduos perigosos, a minimização da geração desses resíduos e a promoção da reciclagem,
reutilização e recuperação de recursos. O capítulo também fala a importância da cooperação
internacional para prevenir o tráfico ilícito de resíduos perigosos, que pode resultar em graves
consequências para a saúde e o meio ambiente, especialmente nos países em
desenvolvimento.

O CAPÍTULO 21: Manejo ambientalmente saudável dos resíduos sólidos e questões


relacionadas com os esgotos

O capítulo 21 aborda a gestão ambientalmente saudável dos resíduos sólidos e a questão dos
esgotos. O capítulo reconhece que os resíduos sólidos são um problema crescente e urgente
em todo o mundo e que a forma como eles são gerenciados afeta o meio ambiente e a saúde
pública. A Agenda 21 enfatiza a necessidade de reduzir a quantidade de resíduos produzidos,
reutilizar e reciclar materiais sempre que possível, e dispor adequadamente dos resíduos que
não podem ser reciclados ou reutilizados.

O CAPÍTULO 22: Manejo seguro e ambientalmente saudável dos resíduos radioativos

O Capítulo 22 aborda o manejo seguro e ambientalmente saudável dos resíduos radioativos.


Este capítulo reconhece que a gestão segura dos resíduos radioativos é essencial para a
proteção da saúde humana e do meio ambiente. A Agenda 21 propõe que os países devem
desenvolver estratégias e políticas nacionais para o manejo dos resíduos radioativos, levando
em conta as características específicas de cada país.

O CAPÍTULO 23: Preâmbulo

O capítulo 23 é intitulado "Preâmbulo", e tem como objetivo introduzir o contexto histórico,


político e social que levou ao desenvolvimento da Agenda 21. Ele começa destacando a
crescente preocupação global com a sustentabilidade e a necessidade de encontrar soluções
para os problemas ambientais e sociais que afetam o mundo. O preâmbulo também reconhece
que a degradação ambiental é um resultado da forma como a humanidade tem gerenciado
seus recursos naturais, e que é necessário adotar uma abordagem mais integrada e equilibrada
para a gestão desses recursos.

O CAPÍTULO 24: Ação mundial pela mulher, com vistas a um desenvolvimento


sustentável e equitativo.

O Capítulo 24 trata da importância da igualdade de gênero e do empoderamento das mulheres


para um desenvolvimento sustentável e equitativo. O capítulo reconhece que a discriminação
de gênero ainda existe em muitas partes do mundo e que as mulheres muitas vezes enfrentam
obstáculos significativos em relação à educação, saúde, emprego e participação na vida
pública. A ação mundial pela mulher busca promover a igualdade de gênero, o
empoderamento das mulheres e a participação plena e igualitária das mulheres em todas as
esferas da vida. Isso inclui garantir o acesso das mulheres à educação, serviços de saúde e
oportunidades econômicas, bem como a eliminação da violência contra as mulheres.

O CAPÍTULO 25: A infância e a juventude no desenvolvimento sustentável ~

O capítulo 25 discute a importância da infância e juventude no desenvolvimento sustentável.


Ele reconhece que as crianças e jovens são os principais beneficiários do desenvolvimento
sustentável e que seu envolvimento é essencial para garantir um futuro sustentável para o
planeta. O capítulo enfatiza que é importante que as crianças e jovens recebam educação
sobre desenvolvimento sustentável desde cedo, para que possam desenvolver uma
compreensão das questões ambientais e se tornarem cidadãos responsáveis e engajados.

O CAPÍTULO 26: Reconhecimento e fortalecimento do papel das populações indígenas


e suas comunidades

O Capítulo 26 Aborda o reconhecimento e fortalecimento do papel das populações indígenas


e suas comunidades no desenvolvimento sustentável. O capítulo reconhece a importância dos
conhecimentos e práticas tradicionais das populações indígenas em relação ao uso sustentável
dos recursos naturais e à conservação da biodiversidade.

A Agenda 21 também destaca a necessidade de garantir a participação das populações


indígenas na tomada de decisões relacionadas ao desenvolvimento sustentável, e de respeitar
seus direitos e culturas. São apresentadas recomendações específicas para promover a
participação dos povos indígenas em programas de gestão ambiental e desenvolvimento
sustentável, bem como para garantir o acesso dessas comunidades aos recursos naturais e
serviços básicos, como saúde e educação. Reconhece que as populações indígenas enfrentam
desafios específicos relacionados à pobreza, marginalização e perda de suas terras e recursos.
Para abordar esses desafios, são apresentadas recomendações para promover a proteção dos
direitos territoriais e culturais das populações indígenas, bem como para apoiar o
desenvolvimento econômico sustentável de suas comunidades.

O CAPÍTULO 27: Fortalecimento do papel das organizações não governamentais:


parceiros para um desenvolvimento sustentável

O Capítulo 27 aborda o papel das organizações não governamentais (ONGs) como parceiras
no desenvolvimento sustentável. Ele reconhece que as ONGs desempenham um papel
importante na sensibilização e mobilização da sociedade para questões ambientais, bem como
na implementação de projetos sustentáveis. O capítulo também destaca a importância da
colaboração entre as ONGs, governos e setor privado para alcançar objetivos comuns de
desenvolvimento sustentável. Isso inclui parcerias estratégicas, compartilhamento de
informações e recursos, e a construção de capacidade para fortalecer as ONGs.

O CAPÍTULO 28: Iniciativa das autoridades locais em apoio à Agenda 21

O Capítulo 28 discute a importância do envolvimento das autoridades locais na


implementação das políticas e práticas sustentáveis estabelecidas na Agenda 21. As
autoridades locais têm um papel fundamental na promoção da sustentabilidade em suas
comunidades, uma vez que estão mais próximas das necessidades e desafios locais. A
Agenda 21 fala da importância da descentralização, da participação pública e da cooperação
entre diferentes níveis de governo, bem como do setor privado e da sociedade civil, para
alcançar um desenvolvimento sustentável. O capítulo também enfatiza a necessidade de
fortalecer as capacidades das autoridades locais para que possam realizar ações efetivas e
integrar considerações ambientais e sociais em suas políticas e planos de desenvolvimento.

O CAPÍTULO 29 Fortalecimento do papel dos trabalhadores e de seus sindicatos

O Capítulo 29 intitulado "Fortalecimento do Papel dos Trabalhadores e de seus Sindicatos",


reconhece a importância da participação dos trabalhadores e de seus sindicatos na
implementação da Agenda 21 e na promoção do desenvolvimento sustentável. O capítulo
destaca que a proteção dos direitos dos trabalhadores e a promoção da justiça social são
fundamentais para alcançar o desenvolvimento sustentável. O capítulo faz um apelo aos
governos e empregadores para que promovam a participação dos trabalhadores e seus
sindicatos em processos de tomada de decisão relacionados ao meio ambiente e ao
desenvolvimento sustentável. Além disso, destaca a importância da educação e treinamento
dos trabalhadores para que possam se adaptar às mudanças tecnológicas e ambientais e
contribuir para um desenvolvimento mais sustentável.
O CAPÍTULO 30 Fortalecimento do papel do comércio e da indústria

O capítulo 30 tem como objetivo promover o fortalecimento do papel do comércio e da


indústria no desenvolvimento sustentável. Ele reconhece que o comércio e a indústria são
importantes para o desenvolvimento econômico, mas também reconhece que eles podem ter
impactos negativos no meio ambiente e na sociedade. Além disso, o capítulo 30 reconhece a
importância da cooperação internacional para o fortalecimento do papel do comércio e da
indústria no desenvolvimento sustentável. Ele propõe a criação de parcerias entre governos,
empresas e organizações da sociedade civil para promover a transferência de tecnologia, o
acesso a mercados e a capacitação técnica.

O CAPÍTULO 31: A comunidade científica e tecnológica

No capítulo 31 da Agenda 21, é discutido o papel da comunidade científica e tecnológica na


implementação da agenda global de desenvolvimento sustentável. A Agenda 21 reconhece a
importância da ciência e da tecnologia para atingir um futuro sustentável e incentiva a
cooperação internacional e a transferência de tecnologia para países em desenvolvimento.

A comunidade científica e tecnológica é convidada a ajudar a identificar e solucionar os


principais desafios ambientais e socioeconômicos, a avaliar os impactos das atividades
humanas no meio ambiente e a desenvolver tecnologias limpas e sustentáveis. Além disso, é
incentivada a promover a educação e a conscientização pública sobre questões ambientais.

O CAPÍTULO 32: Fortalecimento do papel dos agricultores

O capítulo 32 da Agenda 21 trata do fortalecimento do papel dos agricultores na


implementação da Agenda 21. O capítulo destaca que os agricultores são fundamentais para a
produção de alimentos e para a manutenção da segurança alimentar e nutricional. No entanto,
eles enfrentam desafios significativos, incluindo a degradação ambiental, a falta de acesso a
recursos e tecnologias apropriadas e a concorrência desleal. Para fortalecer o papel dos
agricultores, a Agenda 21 propõe uma série de medidas, como a promoção da agricultura
sustentável, o acesso aos mercados e a tecnologias apropriadas, a proteção dos direitos dos
agricultores e a criação de parcerias entre os agricultores e outros atores relevantes, como
governos e organizações da sociedade civil.

O CAPÍTULO 33: Recursos e mecanismos de financiamento

O capítulo 33 trata dos recursos e mecanismos de financiamento necessários para a


implementação da Agenda 21. O capítulo reconhece que a implementação da Agenda 21
exigirá recursos significativos e sustentáveis, tanto financeiros quanto tecnológicos e
humanos. Para atender a essas necessidades, a Agenda 21 propõe uma série de medidas,
como o aumento da cooperação internacional, a criação de parcerias público-privadas, o
estabelecimento de fundos para o desenvolvimento sustentável e a mobilização de recursos
financeiros adicionais, incluindo transferências de recursos e tecnologia dos países
desenvolvidos para os países em desenvolvimento.
CAPÍTULO 34: Transferência de tecnologia ambientalmente saudável, cooperação e
fortalecimento institucional.

Capítulo 34 discute a importância da transferência de tecnologia ambientalmente saudável


para países em desenvolvimento, bem como a cooperação e o fortalecimento institucional
necessário para facilitar essa transferência. O capítulo destaca que os países em
desenvolvimento muitas vezes não têm acesso a tecnologias avançadas devido à falta de
recursos financeiros e capacidade técnica.

O CAPÍTULO 35: A Ciência para o desenvolvimento Sustentável

O capítulo 35 destaca a importância da ciência e da tecnologia para o desenvolvimento


sustentável e a implementação da Agenda 21. O capítulo argumenta que a ciência é
fundamental para entender os desafios e oportunidades relacionados ao desenvolvimento
sustentável, bem como para identificar soluções para os problemas ambientais, sociais e
econômicos enfrentados pelos países. O capítulo discute a necessidade de promover a
cooperação científica internacional para enfrentar os desafios globais de desenvolvimento
sustentável. Também destaca a importância de criar capacidade científica nos países em
desenvolvimento para garantir sua participação ativa na resolução dos desafios globais.

O capítulo também enfatiza a importância da educação científica para promover a


conscientização sobre os desafios ambientais e incentivar a participação pública na resolução
desses problemas. O capítulo conclui enfatizando a necessidade de um compromisso coletivo
para promover a pesquisa científica e a educação para o desenvolvimento sustentável, a fim
de alcançar a Agenda 21 e a sustentabilidade global

O CAPÍTULO 36: Promoção do ensino, da conscientização e do treinamento.

O capítulo 36 aborda a importância da promoção do ensino, da conscientização e do


treinamento para a implementação da agenda 21. O capítulo destaca a necessidade de educar
e conscientizar a população sobre questões ambientais, econômicas e sociais, bem como de
fornecer treinamento para capacitar as pessoas a agir de maneira sustentável.

O capítulo enfatiza a importância de envolver todos os setores da sociedade, incluindo


governos, organizações não governamentais, empresas, instituições acadêmicas e a mídia, na
promoção da educação e da conscientização. O objetivo é criar uma cultura de
sustentabilidade em que as pessoas reconheçam a importância de agir de maneira responsável
em relação ao meio ambiente e ao desenvolvimento econômico e social.

O CAPÍTULO 37: Mecanismos nacionais e cooperação internacional para


fortalecimento institucional nos países em desenvolvimento

O capítulo 37 aborda o fortalecimento institucional nos países em desenvolvimento por meio


de mecanismos nacionais e cooperação internacional. O capítulo destaca a importância de se
construir e fortalecer instituições e mecanismos de governança eficazes para implementar a
Agenda 21. O capítulo reconhece que muitos países em desenvolvimento enfrentam desafios
em termos de capacidade institucional e, portanto, precisam de assistência para melhorar seus
sistemas de gestão ambiental e alcançar o desenvolvimento sustentável. Para isso, é
necessário fortalecer a capacidade dos países em desenvolvimento para planejar, implementar
e monitorar suas políticas e estratégias de desenvolvimento sustentável.

O CAPÍTULO 38: Arranjos institucionais internacionais

O capítulo 38 fala sobre os arranjos institucionais internacionais necessários para


implementar a agenda global de desenvolvimento sustentável. O capítulo reconhece que a
cooperação internacional é crucial para lidar com os desafios globais e que as instituições
internacionais existentes precisam ser fortalecidas e transformadas para esse fim.

O capítulo destaca que o desenvolvimento sustentável é uma responsabilidade compartilhada


entre os países e que a cooperação internacional deve ser baseada na equidade, no respeito
mútuo e na responsabilidade comum. Ele identifica vários desafios e oportunidades globais
que exigem uma resposta coordenada e colaborativa, incluindo mudanças climáticas, perda
de biodiversidade, pobreza, desigualdade, crises financeiras e conflitos armados.

O CAPÍTULO 39: Instrumentos e mecanismos jurídicos internacionais

O Capítulo 39 trata sobre os instrumentos e mecanismos jurídicos internacionais necessários


para a implementação da Agenda 21. O capítulo destaca a importância da cooperação
internacional para a promoção do desenvolvimento sustentável e para a resolução de questões
ambientais globais. O capítulo destaca a necessidade de criar mecanismos jurídicos
internacionais efetivos para promover a proteção ambiental e a gestão sustentável dos
recursos naturais. Além disso, destaca a importância da criação de tratados e convenções
internacionais para promover a cooperação internacional na área ambiental.
O CAPÍTULO 40: Informação para a tomada de decisões

O capítulo 40 trata da informação para a tomada de decisões em relação à gestão de resíduos


sólidos. Ele destaca a importância da coleta e análise de informações sobre a geração,
composição e destino dos resíduos sólidos para orientar políticas e planos de ação para a
gestão adequada desses materiais. O capítulo também enfatiza a importância da participação
e conscientização da população na gestão dos resíduos sólidos, e a necessidade de fornecer
informações claras e acessíveis sobre as opções de tratamento e disposição dos resíduos.

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