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PGR: Gerenciamento de Riscos Ocupacionais

1) O documento apresenta o Programa de Gerenciamento de Riscos da empresa Redondo Comercio E Servicos Em Vidros Ltda para o período de 2022 a 2023. 2) Rodrigo Redondo é indicado como responsável pelo programa. 3) O objetivo do programa é atender às regulamentações de gerenciamento de riscos ocupacionais e prevenção e segurança do trabalho de acordo com a legislação vigente.

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1) O documento apresenta o Programa de Gerenciamento de Riscos da empresa Redondo Comercio E Servicos Em Vidros Ltda para o período de 2022 a 2023. 2) Rodrigo Redondo é indicado como responsável pelo programa. 3) O objetivo do programa é atender às regulamentações de gerenciamento de riscos ocupacionais e prevenção e segurança do trabalho de acordo com a legislação vigente.

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30/03/2022 17:14 Sistema ESO - Documento

PGR

Programa de Gerenciamento de
Riscos

Redondo Comercio E Servicos Em Vidros Ltda (Vidrotec -


Door Automatismos)

Início da vigência: 03/2022

Fim da vigência: 03/2023

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PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

SDS Bloco H, nº 26 Edifício Venâncio II, 2º andar, Asa Sul, Brasília/DF

CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

INÍCIO DA VALIDADE:
30/03/2022 RENOVAÇÃO:
30/03/2023

Empregador: Redondo Comercio E Servicos Em Vidros Ltda (Vidrotec - Door Automatismos)


Endereço: Setor Sof Norte Quadra 04 Conjunto G, nº 96, Sof Norte, Brasília, Distrito Federal, 70634-470
CNPJ: 37.103.314/0001-20 Telefone: (61) 99152-1248

Autor: Jucimara Marquez RMTE: DF 0009862

NR-01 – Disposições gerais e gerenciamento de riscos ocupacionais, itens


1.5, 1.5.1 e 1.5.7 - Dispõem sobre a prevenção e gerenciamento dos riscos 
ocupacionais, aprovada pela Portaria nº 3.214/1978 do MTE.

                                                                                       

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RESPONSÁVEL DO PGR

ANO 2022

               A Empresa REDONDO COMERCIO E SERVICOS EM VIDROS LTDA indica a Sr(a)  Rodrigo Redondo , ocupante do
cargo de Sócio Proprietário, como responsável para o acompanhamento e avaliação do  (PGR).

Brasília / DF, 30 de Março de 2022.

Ciente e de acordo.

________________________________­­__________________

Rodrigo Redondo

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APRESENTAÇÃO

O presente programa visa atender regulamentações de gerenciamento de riscos ocupacionais que dão base para a prevenção
e segurança do trabalho conforme legislação vigente.

Este Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR foi elaborado de acordo com os requisitos da Norma Regulamentadora (NR)
1, com redação presente na Portaria SEPRT nº 6.730, de 09/03/2020, publicada no Diário Oficial da União de 12/03/2020 e
Portaria nº 672, DE 8 de novembro de 2021.

As NRs apresentadas encontram amparo legal na Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1994, que regulamenta o Capítulo V da
CLT, do Decreto-Lei 5.452/1942.

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ÍNDICE

1.    OBJETIVO..................................................................................................................................................7

2.    DEFINIÇÕES...............................................................................................................................................8

3.    REFERÊNCIAS............................................................................................................................................9

4.    RESPONSABILIDADES................................................................................................................................9

5.    DESENVOLVIMENTO...............................................................................................................................12

6.    AMBIENTE, CARGOS E INVENTÁRIO DE RISCO........................................................................................19

7.     PROGRAMA DE TREINAMENTOS............................................................................................................26

8.     PROGRAMA DE FORNECIMENTO DE EPI.................................................................................................28

9.     DISPOSIÇÕES FINAIS...............................................................................................................................31

10.     ANEXOS...................................................................................................................................................32

ANEXO - EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

ANEXO - CERTIFICADOS DE CALIBRAÇÃO

ANEXO - PLANO DE AÇÃO

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IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

Empresa: REDONDO COMERCIO E SERVICOS EM VIDROS LTDA


Nome Fantasia: VIDROTEC - DOOR AUTOMATISMOS
CNPJ: 37.103.314/0001-20
Atividade
Econômica 47.43-1-00 - Comércio varejista de vidros (Dispensada *)
principal:
Endereço: ST SOF NORTE QUADRA 04 CONJUNTO G-96- SOF NORTE CEP:70.634-470
Grau de Risco: 02
Nº de
05
Funcionários:
Técnico em Engenheiro de Auxiliar de
Médico do
segurança do segurança do enfermagem do Enfermeiro do trabalho
SESMT (Previsto) trabalho
trabalho trabalho trabalho
- - - - -
CIPA (Previsto) Grau de risco :02 Efetivos:01-Designado Suplentes:
Responsável /
Rodrigo Redondo /(61)992248444
Contato:
 

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1. OBJETIVO

O Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais presente na NR 1 deve ser utilizado para fins de prevenção e
gerenciamento dos riscos ocupacionais, além de preservar a saúde e a integridade física dos colaboradores desta Empresa,
através da antecipação e reconhecimento de perigos e riscos ocupacionais para assim controlar e implantar medidas
preventivas e planos de emergência.

Para fins de caracterização de atividades ou operações insalubres ou perigosas devem ser aplicadas as disposições previstas
na NR-15 – Atividades e operações insalubres e NR-16 – Atividades e operações perigosas, com elaboração de laudo
próprio  denominado:   Laudo de Insalubridade e Periculosidade - LIP, utilizando as metodologias aplicáveis à legislação
trabalhista, ou seja, as Normas Regulamentadoras e correlatas.

Para questões relacionadas à aposentadoria especial  a empresa deve se basear no Decreto 3.048/99 e  demais normas
previdenciárias relacionadas, com elaboração de laudo próprio denominado: Laudo Técnico das Condições Ambientais do
Trabalho – LTCAT, utilizando as metodologias aplicáveis à legislação previdenciária, conforme Lei 8.213/9 e Decreto 3048/99.

O PGR deve conter, no mínimo, o inventário de riscos e o plano de ação.  No subitem [Link], a norma NR-01 estabelece que
o PGR pode ser elaborado por estabelecimento ou, a critério da empresa, por unidade operacional, setor ou atividade, ou,
ainda, por sistemas de gestão em SST.

O inventário de risco (1.5.7 “a”) é a consolidação dos dados do processo na fase de identificação,
reconhecimento de perigos e das avaliações de riscos ocupacionais, incluindo a caracterização dos processos,
ambientes de trabalho e atividades, bem como a descrição dos perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde
dos trabalhadores; e
O plano de ação (1.5.7 “b” / [Link]) é o registro dos resultados do processo que  determina os controles
disponibilizados pela empresa e/ou em fase de implantação ou previsão futura.

O PGR da empresa está caracterizado pelo agrupamento de uma série de informações, ações e medidas normatizadas de
ordem preventiva de acidentes do trabalho, doenças ocupacionais ou do trabalho, bem como recomendações e orientações
aos empregadores e empregados, com o fim de gerenciar as medidas de controle, direcionando os interessados na promoção
de ambientes saudáveis e preservação da vida.

As informações necessárias para a  elaboração deste Programa foram colhidas “in company” por profissional técnico
qualificado e habilitado vinculado à empresa contratada, sendo a empresa contratante responsável pelas informações e
cumprimentos das medidas exigidas por Lei, orientações propostas e demais tratativas quanto à segurança, saúde e meio
ambiente do trabalho.

O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais da organização foi elaborado conforme diretrizes estabelecidas na Norma
Regulamentadora nº 01, da Portaria 3214/78, do Ministério do Trabalho, revisada pela Portaria SEPRT n.º 6.730, de 09 de
março de 2020 12/03/20.

O PGR é parte integrante de um conjunto amplo de medidas adotadas pela empresa na prevenção da saúde e da integridade
dos trabalhadores, devendo estar articulado com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), NR-07.

1.1 Objetivos  específicos

Identificação da organização;
Evitar e controlar os riscos ocupacionais;
Identificação dos perigos e riscos;
Avaliação dos riscos ocupacionais e nível;
Elaboração de matriz de riscos;
Classificação do risco;
Medidas de prevenção;
Monitoramento a exposição de perigos e riscos;
Planos de emergência; e
Avaliação de desempenho.

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2. DEFINIÇÕES

Apresentamos as seguintes definições que devem para facilitar a interpretação deste documento.

Agente biológico: microrganismos, parasitas ou materiais originados de organismos que, em função de sua natureza e
do tipo de exposição, são capazes de acarretar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: bactéria Bacillus
anthracis, vírus linfotrópico da célula T humana, príon agente de doença de Creutzfeldt-Jakob, fungo Coccidioides
immitis.
Agente físico: qualquer forma de energia que, em função de sua natureza, intensidade e exposição, é capaz de causar
lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas,
radiações ionizantes, radiações não ionizantes.
Observação: Critérios sobre iluminamento, conforto térmico e conforto acústico da NR-17 não constituem
agentes físicos para fins da NR-09.
Agente químico: substância química, por si só ou em misturas, quer seja em seu estado natural, quer seja produzida,
utilizada ou gerada no processo de trabalho, que em função de sua natureza, concentração e exposição, é capaz de
causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: fumos de cádmio, poeira mineral contendo sílica cristalina,
vapores de tolueno, névoas de ácido sulfúrico.
Canteiro de obra:  área de trabalho fixa e temporária, onde se desenvolvem operações de apoio e execução à
construção, demolição ou reforma de uma obra.
Empregado: a pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e
mediante salário.
Empregador: a empresa individual ou coletiva que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e
dirige a prestação pessoal de serviços. Equiparam-se ao empregador as organizações, os profissionais liberais, as
instituições de beneficência, as associações recreativas ou outras instituições sem fins lucrativos, que admitam
trabalhadores como empregados.
Estabelecimento: local privado ou público, edificado ou não, móvel ou imóvel, próprio ou de terceiros, onde a empresa
ou a organização exerce suas atividades em caráter temporário ou permanente.
Evento perigoso: ocorrência ou acontecimento com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde.
Frente de trabalho: área de trabalho móvel e temporária.
Local de trabalho: área onde são executados os trabalhos.
Obra: todo e qualquer serviço de engenharia de construção, montagem, instalação, manutenção ou reforma.
Ordem de serviço de segurança e saúde no trabalho: instruções por escrito quanto às precauções para evitar
acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais. A ordem de serviço pode estar contemplada em procedimentos de
trabalho e outras instruções de SST.
Organização: pessoa ou grupo de pessoas com suas próprias funções com responsabilidades, autoridades e relações
para alcançar seus objetivos. Inclui, mas não é limitado a empregador, a tomador de serviços, a empresa, a
empreendedor individual, produtor rural, companhia, corporação, firma, autoridade, parceria, organização de caridade
ou instituição, ou parte ou combinação desses, seja incorporada ou não, pública ou privada.
Perigo ou fator de risco ocupacional/ Perigo ou fonte de risco ocupacional: fonte com o potencial de causar lesões ou
agravos à saúde. Elemento que isoladamente ou em combinação com outros tem o potencial intrínseco de dar origem
a lesões ou agravos à saúde.
Prevenção: o conjunto das disposições ou medidas tomadas ou previstas em todas as fases da atividade da
organização, visando evitar, eliminar, minimizar ou controlar os riscos ocupacionais.
Responsável técnico pela capacitação:  profissional legalmente habilitado ou trabalhador qualificado, conforme
disposto em NR específica, responsável pela elaboração das capacitações e treinamentos. 
Risco ocupacional:  combinação da probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde causados por um evento
perigoso, exposição a agente nocivo ou exigência da atividade de trabalho e da severidade dessa lesão ou agravo à
saúde.
Setor de serviço: a menor unidade administrativa ou operacional compreendida no mesmo estabelecimento.
Trabalhador: pessoa física inserida em uma relação de trabalho, inclusive de natureza administrativa, como os
empregados e outros sem vínculo de emprego.

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3. REFERÊNCIAS

    

 4. RESPONSABILIDADES

4.1. Direção / Organização

Garantir apoio e recursos para a implantação do PGR, no cumprimento de seus objetivos e a implementação da
estrutura do gerenciamento de riscos ocupacionais;
Estabelecer políticas, processos, objetivos, metas e rotinas do Gerenciamento de Riscos que garantam a melhoria
contínua no desempenho de segurança e saúde no trabalho;
Assumir o compromisso com o Gerenciamento dos Riscos Ocupacionais através de políticas estratégicas integradas à
rotina da organização;
Evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho;
Identificar os perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;
Avaliar os riscos ocupacionais indicando o nível de risco;
Classificar os riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção de medidas de prevenção;
Implementar medidas de prevenção, de acordo com a classificação de risco e na ordem de prioridade estabelecida na
alínea “g” do subitem 1.4.1; e
Acompanhar o controle dos riscos ocupacionais.

[Link], chefes e supervisores

Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento dos objetivos do GRO, como atividade permanente em seu setor
de trabalho, conforme definido pela diretoria;
Interagir com as áreas responsáveis pela implementação das medidas de prevenção definidas nos Planos de Ação;
Responsabilizar-se pelas ações e implantação das medidas de prevenção nos setores sob sua responsabilidade nos
Planos de Ação, com autonomia, através da prestação de contas ao superior hierárquico, apresentação de evidências e
registro das ações sob sua responsabilidade;
Apoiar e fornecer ao SESMT informações necessárias para a identificação de perigos e avaliação dos riscos
ocupacionais;
Realizar auditorias nos processos para identificação de não conformidades nas políticas de responsabilidade e
compromisso com os dispositivos legais aplicáveis, em especial com as Normas Regulamentadoras e CLT; e
Comunicar ao SESMT:
a. Quaisquer alterações no processo ou no modo de execução de tarefas, no layout do local de trabalho, na
quantidade ou qualidade dos materiais, produtos e insumos utilizados e nas máquinas e equipamentos, e
qualquer outra modificação que possa interferir positiva ou negativamente na exposição dos empregados aos
riscos ambientais;
b. Sempre que forem implantadas medidas de proteção coletiva ou medidas administrativas e de organização do
trabalho, para o controle da exposição dos empregados a riscos ambientais.

4.3. CIPA e/ou designado da CIPA (quando houver)

Acompanhar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos, bem como a adoção de medidas de
prevenção implementadas pela organização;
Registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores, em conformidade com o subitem [Link] da NR-01, por meio do
mapa de risco ou outra técnica ou ferramenta apropriada à sua escolha, sem ordem de preferência, com assessoria do
Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, onde houver;

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Verificar os ambientes e as condições de trabalho, visando identificar situações que possam trazer riscos para a
segurança e saúde dos trabalhadores;
Elaborar e acompanhar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva em segurança e saúde no trabalho;
Participar no desenvolvimento e implementação de programas relacionados à segurança e saúde no trabalho;
Acompanhar a análise dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, nos termos da NR-1 e propor, quando for o
caso, medidas para a solução dos problemas identificados;
Requisitar à organização as informações sobre questões relacionadas à segurança e saúde dos trabalhadores, incluindo
as Comunicações de Acidente de Trabalho - CAT emitidas pela organização, resguardados o sigilo médico e as
informações pessoais;
Propor ao SESMT, quando houver, ou à organização, a análise das condições ou situações de trabalho nas quais
considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores e, se for o caso, a interrupção das
atividades até a adoção das medidas corretivas e de controle; e
Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do
Trabalho - SIPAT, conforme programação definida pela CIPA.

4.4. SESMT (quando houver)

a. Aplicar os conhecimentos de engenharia de segurança e de medicina do trabalho ao ambiente de trabalho e a todos os


seus componentes, inclusive máquinas e equipamentos, de modo a reduzir até eliminar os riscos ali existentes à saúde
do trabalhador;
b. Determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e este persistir, mesmo reduzido,
a utilização, pelo trabalhador, de Equipamentos de Proteção Individual - EPI, de acordo com o que determina a NR 6,
desde que a concentração, a intensidade ou característica do agente assim o exija;
c. Colaborar, quando solicitado, nos projetos e na implantação de novas instalações físicas e tecnológicas da empresa,
exercendo a competência disposta na alínea "a";
d. Responsabilizar-se tecnicamente, pela orientação quanto ao cumprimento do disposto nas NR aplicáveis às atividades
executadas pela empresa e/ou seus estabelecimentos;
e. Manter permanente relacionamento com a CIPA, valendo-se ao máximo de suas observações, além de apoiá-la, treiná-
la e atendê-la, conforme dispõe a NR 5;
f. Promover a realização de atividades de conscientização, educação e orientação dos trabalhadores para a prevenção de
acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, tanto através de campanhas quanto de programas de duração
permanente;
g. Esclarecer e conscientizar os empregadores sobre acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, estimulando-os em
favor da prevenção;
h. Analisar e registrar em documento(s) específico(s) todos os acidentes ocorridos na empresa ou estabelecimento, com
ou sem vítima, e todos os casos de doença ocupacional, descrevendo a história e as características do acidente e/ou da
doença ocupacional, os fatores ambientais, as características do agente e as condições do(s) indivíduo(s) portador(es)
de doença ocupacional ou acidentado(s);
i. Registrar mensalmente os dados atualizados de acidentes do trabalho, doenças ocupacionais e agentes de
insalubridade, preenchendo, no mínimo, os quesitos descritos nos modelos de mapas constantes nos Quadros III, IV, V
e VI, devendo o empregador manter a documentação à disposição da inspeção do trabalho; (Alterado pela Portaria
MTE n.º 2.018, de 23 de dezembro de 2014)
j. Manter os registros de que tratam as alíneas "h" e "i" na sede dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança
e em Medicina do Trabalho ou facilmente alcançáveis a partir da mesma, sendo de livre escolha da empresa o método
de arquivamento e recuperação, desde que sejam asseguradas condições de acesso aos registros e entendimento de
seu conteúdo, devendo ser guardados somente os mapas anuais dos dados correspondentes às alíneas "h" e "i" por
um período não inferior a 5 (cinco) anos;
k. As atividades dos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do
Trabalho são essencialmente prevencionistas, embora não seja vedado o atendimento de emergência, quando se
tornar necessário. Entretanto, a elaboração de planos de controle de efeitos de catástrofes, de disponibilidade de
meios que visem ao combate a incêndios e ao salvamento e de imediata atenção à vítima deste ou de qualquer outro
tipo de acidente estão incluídos em suas atividades.

4.5. Empregados

a. Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho, inclusive as ordens de serviço
expedidas pelo empregador;
b. Submeter-se aos exames médicos previstos nas NRs;
c. Colaborar com a organização na aplicação das NRs; 
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d. Usar o equipamento de proteção individual fornecido pelo empregador;


e. Responsabilizar-se pela sua segurança e a de seus colegas de trabalho;
f. Seguir as orientações recebidas nos treinamentos e campanhas de conscientização;
g. Informar ao seu superior hierárquico direto ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos à saúde e
integridade física dos empregados;
h. Cumprir o seu direito de recusa e interromper suas atividades quando constatar uma situação de trabalho onde, a seu
ver, envolva um risco grave e iminente para a sua vida e saúde, informando imediatamente ao seu superior
hierárquico; e
i. Colaborar e participar na implantação e execução do GRO/PGR e das demais Normas Regulamentadoras.

Observações: Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento das normas de saúde e
segurança do trabalho.

4.6. Empresas contratadas

As empresas contratadas deverão implementar de forma integrada as ações do PGR  de forma que seja garantido aos
empregados o mesmo nível de proteção que os da contratante, bem como cumprir o disposto nas Normas Regulamentaras
em especial no que se refere ao GRO.

4.7. Responsabilidade técnica:

A elaboração deste Programa de Gerenciamento  de Riscos  – PGR, é de responsabilidade da empresa AMBRAC, CNPJ:
32.522.620/0001-04, atentando para conformidade legal, realizado através de seu setor  de Engenharia de Segurança e
Medicina do trabalho, sob supervisão técnica de Rafael Romualdo dos Reis, Supervisor Técnico em segurança do trabalho,
com registro na Superintendência de Saúde e Segurança do Trabalho (SSST/DF) do Ministério do Trabalho em Emprego (MTE)
sob o número 7245-DF e Jucimara Marquez – Supervisora Técnica de Segurança do Trabalho sob o registro nº 9862/DF.

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5. DESENVOLVIMENTO

De acordo com a Norma Regulamentadora 01, o Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, tem como meta a política do
Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho - SGSST, visando a eliminação, atenuação e controle das exposições a
riscos ocupacionais, bem como medidas preventivas para a promoção, preservação da saúde e da qualidade de vida de todos
os colaboradores e demais partes interessadas no processo. Esse processo inclui a elaboração, implementação,
monitoramento, controle, registro, divulgação dos dados e avaliação contínua dos riscos ambientais existentes, em função de
sua natureza, concentração, ou intensidade e tempo de exposição que possam causar danos à saúde do trabalhador no curso
de sua jornada normal. Além de ter como base a elaboração do PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos, onde ele terá o
Inventário de Riscos e o Plano de Ação.

Segundo a NR-1 “as ações do PGR devem ser desenvolvidas no âmbito de cada departamento da empresa, sob
responsabilidade do empregador, com participação dos trabalhadores”. Por isso, as ações propostas devem ser cumpridas e
fiscalizadas por todos no local específico de trabalho.

5.1. Riscos ocupacionais

A legislação de segurança do trabalho brasileira considera como riscos ambientais os agentes físicos, químicos, biológicos,
ergonômicos e mecânicos/acidentes.

Para que sejam considerados fatores de riscos ambientais estes agentes precisam estar presentes no ambiente de trabalho
em determinadas concentrações ou intensidade, sendo que o tempo máximo de exposição do trabalhador a eles é
determinado por limites pré-estabelecidos.

5.5.1. A identificação das exposições ocupacionais aos riscos ocupacionais deve levar em consideração;

Descrição das atividades;


Identificação do agente e formas de exposição;
Possíveis lesões ou agravos à saúde relacionados às exposições identificadas;
Fatores determinantes da exposição;
Medidas de prevenção já existentes; e
Identificação dos grupos de trabalhadores expostos.

5.2. Agentes ambientais

Por força da NR-09 (última revisão dada pela Portaria Nº 6.735, de 10/03/2020), para viabilização deste programa,
consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em
função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição são capazes de causar danos à saúde do
trabalhador e/ou estabelece os requisitos para a avaliação das exposições ocupacionais a agentes físicos, químicos e
biológicos quando identificados no Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, previsto na NR-1, para subsidiar as medidas
de prevenção aos riscos ocupacionais.

5.2.1. Agentes físicos:

São as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões
anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infrassom e ultrassom.

5.2.2. Agentes químicos:

São as substâncias compostas ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras,
fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou serem
absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.

5.2.3. Agentes biológicos:

São as bactérias, fungos, bacilos, parasitas, protozoários, vírus, entre outros.

Quanto à articulação com as demais normas de SST para a elaboração do PGR, na fase de identificação e reconhecimento dos
riscos deve-se considerar:

Projeto da instalação;
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Plano de inspeção e manutenção;


Análise de riscos;
Plano de prevenção e controle de vazamentos, derramamentos, incêndios e explosões, e identificação das fontes de
emissões fugitivas; e
Plano de resposta a emergências.

5.3. Identificação preliminar de perigos e risco (APR)

O processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais deve considerar o disposto nas Normas
Regulamentadoras e demais exigências legais de segurança e saúde no trabalho e será implementado por unidade
operacional, setor ou atividade, observando as seguintes etapas:

Antes do início do funcionamento do estabelecimento ou novas instalações;


Para as atividades existentes; e
Nas mudanças e introdução de novos processos ou atividades de trabalho.

Importante:

Quando na fase de levantamento preliminar de perigos o risco não puder ser evitado, a organização deve implementar o
processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, conforme disposto nos subitens seguintes.

A etapa de identificação de perigos deve incluir:

Descrição dos perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;


Identificação das fontes ou circunstâncias; 
Indicação do grupo de trabalhadores sujeitos aos riscos;
A identificação dos perigos deve abordar os perigos externos previsíveis relacionados ao trabalho que possam afetar a
saúde e segurança no trabalho.

5.4. Avaliação dos fatores de risco

A avaliação dos agentes nocivos presentes nos ambientes de trabalho é realizada de forma quantitativa e qualitativa. A
avaliação quantitativa procura dimensionar e/ou medir a intensidade ou concentração de determinado agente, já a
qualitativa busca identificar sua existência.

As avaliações quantitativas deverão ser realizadas sempre que necessário para:

a. Comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na tabela de funções e ambientes e
respectivos riscos, anexas a este documento;
b. Dimensionar a exposição dos trabalhadores;
c. Subsidiar o equacionamento das medidas de controle.

O dimensionamento da exposição refere-se à medição da intensidade ou concentração do agente nocivo e correspondente


comparação dos resultados com valores de referência aceitos. Esses valores são respectivos níveis de ação e limites de
tolerância de cada agente, estes últimos estabelecidos pela NR15 – Atividades e Operações Insalubres.

5.5. Nível de ação

De acordo om a redação do item [Link]  da NR-09, considera-se nível de ação, o valor acima do qual devem ser
implementadas ações de controle sistemático de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições ocupacionais
ultrapassem os limites de exposição. Caso o limite de tolerância seja ultrapassado, a atividade correspondente poderá
ser caracterizada insalubre.

NR-09

9.6.1 Enquanto não forem estabelecidos os Anexos a esta Norma, devem ser adotados para fins de
medidas de prevenção:

a) os critérios e limites de tolerância constantes na NR-15 e seus anexos;

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b) como nível de ação para agentes químicos, a metade dos limites de tolerância; c) como nível de
ação para o agente físico ruído, a metade da dose.

[Link] Na ausência de limites de tolerância previstos na NR-15 e seus anexos, devem ser utilizados como
referência para a adoção de medidas de prevenção aqueles previstos pela American Conference of
Governmental Industrial Higyenists - ACGIH.

De acordo om a redação do item [Link] da NR-09, considera-se nível de ação, o valor acima do qual devem ser
implementadas ações de controle sistemático de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições ocupacionais
ultrapassem os limites de exposição. Caso o limite de tolerância seja ultrapassado, a atividade correspondente poderá
ser caracterizada insalubre.

Ações preventivas devem incluir o monitoramento periódico, a informação aos trabalhadores e controle médico.

É necessária elaboração de laudos e análises que, caracterizem ou não, o direito de aposentadoria especial, bem como
Insalubridade e Periculosidade para todos os empregados, ou identifiquem riscos ergonômicos conforme NR-17. Esses
documentos precisam ser elaborados para atender aos requisitos legais previdenciários e trabalhistas.

São eles:

LTCAT - Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho: tem como objetivo identificar a exposição aos
agentes físicos, químicos, biológicos ou a associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física do
trabalhador, para fins de concessão de aposentadoria especial. Serve exclusivamente para que a empresa saiba
se as condições dos ambientes de trabalho dela podem impulsionar a aposentadoria especial dos seus
trabalhadores. Segundo a Lei 8213 de 24/07/1991, artigo 58 em seu inciso II, o Laudo Técnico das Condições
Ambientais do Trabalho deve conter informações sobre a existência de proteção coletiva ou individual que
diminua a intensidade do agente agressivo ao seu respectivo limite de tolerância, e recomendações sobre a sua
adoção no respectivo estabelecimento.

LIP - Laudo de Insalubridade e Periculosidade: é o documento técnico-legal que estabelece se os empregados
da empresa têm ou não direito a concessão e/ou recebimento do adicional de insalubridade que corresponde a
(10%, 20% ou 40% do salário-mínimo), em virtude da exposição a agentes físicos, químicos e/ou biológicos,
considerando os limites de tolerâncias estabelecidos pelas legislações, as proteções e demais medidas
fornecidas ou implantadas pela empresa. Este laudo é baseado nas Normas Regulamentadores nº15 –
Insalubridade e nº16 – Periculosidade e outras legislações acessórias.

AET - Análise Ergonômica do Trabalho:  é  obrigatória a todas às empresas que possuem empregados cujas
atividades ou operações os expõem a riscos, que por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem em
esforços de levantamento, transporte e descarga individual de materiais, ou outros que exigem postura forçada
e ainda esforços repetitivos. Ele identifica os riscos ergonômicos, bem como recomenda as intervenções e ou
adaptações necessárias, seja no ambiente de trabalho, mobiliário, máquinas, equipamentos e ferramentas, ou
nos processos de trabalho, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho
eficiente, além de preservar a saúde do trabalhador e em especial prevenir o acometimento das LER/DORT
(Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares relacionados ao Trabalho). A AET tem como
objetivo rastrear, observar e analisar o profissional em seu real posto de trabalho e verificar as relações
existentes entre demandas de doenças, acidentes e produtividade com as condições de trabalho, com as
interfaces, com os sistemas e com a organização do trabalho. Essa AET é baseada na no item 17.3.2 da Norma
Regulamentadora nº 17 do MTE – Ergonomia.

ATENÇÃO

Os documentos citados acima servirão de base para o lançamento de informações na  plataforma governamental eSocial,
cabendo ao empregador selecionar profissionais qualificados para a execução dos mesmos, uma vez que, o governo terá
acesso às informações prestadas pelo empregador e fará um cruzamento de dados para fins de aplicabilidade de leis,
fiscalização de tributos e acompanhamento das ações sobre Saúde e Segurança do Trabalho efetuadas pelas empresas,
podendo aplicar multas e punições de forma mais rápida. Desse modo as empresas precisam se adequar às novas formas de
prestação de contas com os vários níveis de entidades governamentais.

5.6. Categorização do fator de risco

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A categorização dos fatores de riscos é realizada por meio da metodologia de gerenciamento dos riscos implantada na
empresa, sendo estipulada de acordo com a classificação da probabilidade e da gravidade do fator de risco.

    A empresa poderá utilizar outras metodologias que julgar mais adequadas para a categorização dos riscos ocupacionais,
caso necessário.

5.7. Classificação da Gravidade X Severidade

É definida de acordo com a avaliação dos possíveis danos que podem ser causados pelos fatores de risco identificados.

Para a gradação do dano potencial são utilizados os critérios genéricos das tabelas apresentadas no item 6 - "Inventario de
Risco”.

5.8. Monitoramento de riscos

O monitoramento da exposição aos riscos se dará a partir da análise dos dados obtidos nas avaliações ambientais e do
controle efetuado por inspeções que verifiquem o cumprimento dos mecanismos de controle estabelecidos.

As avaliações ambientais deverão ser realizadas empregando-se as técnicas de higiene ocupacional, com o objetivo de
quantificar e avaliar o potencial dos danos causados pelos agentes ambientais presentes.

De acordo com sua intensidade, concentração e tempo de exposição, novas avaliações deverão ser realizadas sempre que for
necessário comprovar a inexistência dos agentes identificados na etapa de reconhecimento.

O monitoramento da exposição aos riscos se dará a partir das avaliações dos dados obtidos nas avaliações ambientais e do
controle efetuado por inspeções que verifiquem o cumprimento dos mecanismos de controle estabelecidos.

É necessário equacionar e dimensionar as medidas de controle adotadas, estabelecendo prioridades de ações de controle,
selecionando e especificando as proteções coletivas e/ou individuais tecnicamente adequadas ao controle da exposição e
levantando subsídios para o desenvolvimento do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).

5.9. Exposição ao agente de risco  

A periodicidade da exposição ao agente de risco realizado nesse PGRO irá considerar as exposições com matriz de risco no
formato 5x5, baseada nas estimativas de gradações de Severidade e Probabilidade da AIHA - American Industrial Hygiene
Association, AS/NZS 4360 e European Comission (recomendadas pela Fundacentro). Esta matriz funciona para avaliações
qualitativas e quantitativas com gradações sugeridas que possuem as estimativas adequadas para ambas as avaliações.

Os níveis de risco presentes na matriz são: Trivial (1-3); Tolerável (3-8); Moderado (4-12); Substancial (10-15) e Intolerável
(15-25). Cada nível de risco possui o seu método de controle sugerido, baseado na estimativa (grau de certeza) da avaliação,
onde os riscos de níveis mais altos têm prioridade de ação.

5.10. Definições e critérios de risco

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As gradações de severidade são 5 (cinco): Leve (1); Baixa (2); Moderada (3); Alta (4) e Extrema (5). A severidade é classificada
de 1 a 5, de acordo com o nível de consequência à exposição.

5.11. Matriz de Risco Utilizada

A Matriz de Risco utilizada neste Programa de Gerenciamento de Riscos é uma matriz no formato 5x5, baseada nas
estimativas de gradações de Severidade e Probabilidade da AIHA - American Industrial Hygiene Association, AS/NZS 4360 e
European Comission (recomendadas pela Fundacentro). Esta matriz funciona para avaliações qualitativas e quantitativas, pois
as tabelas de gradações sugeridas possuem as estimativas adequadas para ambas as avaliações.

5.11.1. Exemplo de aplicação

Probabilidade: ruído ocupacional de 40 dB é > 10% e < 50% do LEO (85 dB) permitido para 8 horas de atividade,
classificando-o como probabilidade de nível 2 (pouco provável), de acordo com a tabela de gradação AIHA.

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Severidade: a severidade de uma doença que possa surgir de um ruído ocupacional classifica-se como “Lesão ou
doenças críticas irreversíveis que podem limitar a capacidade funcional”, de acordo com a tabela sugerida,
classificando-a como severidade de nível 3 (moderada).
Nível do Risco: o nível do risco é a probabilidade x (vezes) a severidade. No caso, 2 x 3, resultando em 6 (moderado) de
acordo com a matriz.

Obs.: suponha-se que os valores fossem invertidos (severidade 3 e probabilidade 2), o nível do risco ainda seria 6 (3x2),
porém o nível do risco serial Tolerável (6), ao invés de Moderado (6). Isso se deve ao fato de a severidade ter maior
relevância ao se definir o nível de risco.

5.12. Métodos de Controle e Ação

Os métodos de controle são classificados de acordo com o nível do risco e grau de certeza da estimativa da avaliação. Os
níveis de risco mais altos devem ter prioridade na ação de controle. A ação de controle é classificada de acordo com a
estimativa, que pode ser: certa (0); incerta (1) e altamente incerta (2).

Esta classificação padrão dos métodos de controle funciona apenas para o Inventário de Riscos e não deve ser adotada como
método único para o Plano de Ação. Contudo, como as ações de controle serão feitas baseadas no inventário, estas
classificações servem para definir a prioridade das ações.

A tabela utilizada foi recomendada pela Fundacentro.

5.13. Indicador de Qualidade das Condições de Trabalho - IQCT

Para cada atividade existe um indicador de qualidade chamado de IQCT - Indicador da Qualidade das Condições de Trabalho.
O IQCT varia de 25 (todos riscos altos) a 100 (todos os riscos baixos). Contudo, apesar dos 5 (cinco) níveis de risco existentes,
considera-se apenas três níveis de Risco: Tolerável (B), Moderado(M) e Substancial (A). Exclui-se deste cálculo riscos Triviais e
riscos Intoleráveis que exijam atuação imediata.

O cálculo é feito através da seguinte fórmula:

O resultado vai variar de 25 a 100. Quanto maior o resultado, maior o índice de qualidade na atividade exercida.

5.14. Estratégia e metodologia de ação

A estratégia mais recomendada é a de dividir uma grande área com diversas situações críticas em pequenas áreas, em relação
ao tipo de risco, intensidade, concentração e localização das fontes geradoras. Uma planta baixa do local auxilia a delimitar as

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áreas e também uma boa estratégia é utilizar, quando existir, um mapa de risco previamente preparado pela CIPA, com as
simbologias correspondentes aos tipos de riscos ambientais (químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes).

A metodologia de ação é uma visita às áreas de trabalho com uma lista de verificação para orientar na busca dos riscos
ambientais e identificar a intensidade, tipo de agente,  tempo de exposição e quantidade de pessoas expostas.

Para a avaliação quantitativa, quando for necessária, será previamente estudada uma metodologia  para a amostragem do
agente, o tipo do local, a quantidade amostrada, o tempo dedicado à amostragem, a técnica usada para a coleta de dados e
novamente retorna-se ao local de trabalho para a avaliação quantitativa.

Na avaliação qualitativa não é necessário determinar a intensidade ou concentração do risco ambiental, basta caracterizá-lo.

5.15. Formas de registro, manutenção e divulgação dos dados

A forma de registro e manutenção dos dados, incluindo seu arquivamento, deve estar definida sob rígido controle, pois seu
conjunto passará a ser o histórico do PGR. É importante que tal sistemática considere o armazenamento dos dados por vinte
anos, mantendo-os disponíveis para fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.

Os registros devem ser facilmente identificáveis e arquivados de forma padronizada: todas as informações geradas pelo
PGR  devem estar em perfeito estado de conservação, permitindo, portando a rastreabilidade desejada – não podem estar
deterioradas, com fungos, rasgadas ou com outros tipos de danos.

A divulgação dos dados pode ser feita de várias formas, por exemplo: Durante treinamentos internos ou de integração de
novos funcionários, nas reuniões da CIPA, em quadros de aviso ou outros meios a critério da empresa. Estes dados devem
estar sempre disponíveis aos trabalhadores interessados ou seus representantes (Sindicados, membros da CIPA) e para as
autoridades competentes, incluindo, claro a fiscalização do trabalho.

Alguns exemplos de registros do PGR: relatórios das demonstrações ambientais, listas de treinamentos, relatórios de
auditorias, formulários de inspeção do PGR, fichas de controle de manutenção de EPC, etc.

Na legislação o registro de dados é fundamental. As recomendações são as seguintes:

Conservar um histórico técnico e administrativo do desenvolvimento do PGR;


Manter por um período mínimo de 20 anos;
Estar disponível aos trabalhadores, aos seus representantes e às autoridades competentes.

5.16. Forma  e periodicidade  de avaliação  e do desenvolvimento do PGR

A periodicidade da avaliação das condições ambientais e as medições das intensidades serão definidas quando ocorrer algum
tipo de mudança nas condições do processo, tais como, instalação de nova máquina e/ou equipamento, ou mudança da
matéria-prima no processo. O PGR deverá ser reavaliado sempre que ocorrer alguma mudança nas condições do processo
pois este deve ser atualizado.

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6. AMBIENTES, CARGOS E INVENTÁRIO DE RISCOS OCUPACIONAIS

AMBIENTES LEVANTADOS (2)

Abaixo estão listados todos os ambientes analisados durante a confecção deste documento onde os colaboradores desta empresa
exercerão suas atividades.


ADMINISTRATIVO

Descrição do Ambiente: Descrição: Área de trabalho: Área interna

Pé direito: 3m

Teto: Gesso

Parede: Alvenaria

Piso: Cerâmico

Ventilação: Artificial e condicionador de ar

Sistema de iluminação: Lâmpadas LED

Sistema de combate a incêndio: Extintores

Equipamentos do local: Cadeiras, mesas, computadores, armários, telefones, impressoras e equipamentos relacionadas com as
atividades administrativas.

Atividades realizadas no ambiente: Atividades administrativas internas.


OPERACIONAL

Descrição do Ambiente: Área de trabalho: Área interna

Pé direito: 4 à 5 metros

Teto: Telha de amianto

Parede: Alvenaria

Piso: Granito

Ventilação: Artificial e natural

Sistema de iluminação: Lâmpadas LED

Sistema de combate a incêndio: Extintores

Equipamentos do local: Mesa de corte de vidro, lixadeira, cavalete com vidros e demais itens utilizados para a manipulação e preparo de
vidros.

Atividades realizadas no ambiente: Atividades de corte, manutenção e instalação de vidros em janelas, portas, etc.

CARGO ASSISTENTE ADMINISTRATIVO


- CBO: 411010

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

Ambientes: ADMINISTRATIVO
Executam serviços de apoio nas áreas de recursos humanos, administração, finanças; atendem fornecedores e
Atividades: clientes, fornecendo e recebendo informações sobre produtos e serviços; tratam de documentos variados,
atendendo clientes.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 100/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Recomendações: Seguir as recomendações da NR17 e NR 24. (quanto as normas de segurança relacionadas à ergonomia e as
condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho.)

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

Realizar os exames obrigatórios conforme PCMSO.

Realizar os seguintes treinamentos: NR-01 - Ordem de Serviço e NR-17 - Condições ergonômicas do trabalho.

É de responsabilidade ao Coordenador do Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR a divulgação,


Observações: implementação e garantia do devido cumprimento das medidas indicadas neste programa incluindo as medidas
apresentadas no Cronograma de Ações.


Ausência de Fator de Risco / Agente Nocivo (09.01.001)

CARGO AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS


- CBO: 514310

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

Ambientes: OPERACIONAL
Empregados: 1 pessoa no total, sendo 1 homem e 0 mulheres
Executam serviços de limpeza em recintos e limpeza de acessórios, auxiliam no corte, montagem e instalação de
Atividades:
vidro comuns, temperados e espelhos e dirigem veículos.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 83/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.

Realizar os exames obrigatórios conforme PCMSO.

Realização de treinamentos obrigatórios:

Recomendações: NR-01 - Treinamento sobre ordem de serviço.

NR-06 - Treinamento sobre correta utilização e limitações do EPI, guarda e conservação;

NR-17 - Treinamento sobre ergonomia, posturas, métodos de trabalho;

INVENTÁRIO DE RISCOS ACIDENTES / MECÂNICOS - AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS



Objetos cortantes e/ou perfurocortantes eSocial 05.01.001
Exposição: Eventual/Ocasional
Fonte/Trajetória:
Queda e quebra de vidro/ Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Cortes/ Perfurações
Probabilidade: Pouco Provável (2) Severidade: Moderada (3) Nível do Risco: Moderado (6)

Estimativa: Certa (0)

Controle adicional se for possível e viável

Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.

É de responsabilidade ao Coordenador do Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR a divulgação, implementação e garantia do


devido cumprimento das medidas indicadas neste programa incluindo as medidas apresentadas no Cronograma de Ações.

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Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

INVENTÁRIO DE RISCOS ERGONÔMICOS - AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS



Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes eSocial 05.01.001
Exposição: Intermitente
Fonte/Trajetória:
Transporte e instalação de vidro /Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Lordose / Dores musculares
Probabilidade: Possível (3) Severidade: Moderada (3) Nível do Risco: Moderado (9)

Estimativa: Certa (0)

Controle adicional se for possível e viável

Observações:
Realização de Análise Ergonômica do Trabalho – AET

INVENTÁRIO DE RISCOS QUÍMICOS - AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS



Produtos Domissanitários (detergente, desinfetante, água sanitária, álcool.) eSocial 05.01.001
Exposição: Intermitente
Fonte/Trajetória:
Higienização dos ambientes / Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Dermatoses e frieiras
Probabilidade: Pouco Provável (2) Severidade: Baixa (2) Nível do Risco: Toleravel (4)

Estimativa: Certa (0)

Nenhum controle adicional é necessário

Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados. É de responsabilidade ao Coordenador do Programa de Gerenciamento de
Riscos - PGR a divulgação, implementação e garantia do devido cumprimento das medidas indicadas neste programa incluindo as
medidas apresentadas no Cronograma de Ações.

EPIS - AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS Risco


Luva de Segurança (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Botina de Segurança (CA: 13808) (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Óculos de Proteção Incolor (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Cinto Lombar (05.01.001) Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes

CARGO ENCARREGADO
- CBO: 820210

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

Ambientes: OPERACIONAL
Preparam equipamentos e instrumentos para corte de vidros. cortam, montam e instalam vidros,espelhos,
Atividades: controlam estoques de produtos acabados e gerenciam equipes de trabalho. organizam o trabalho conforme
normas de segurança, dirigem veiculos.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 75/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Recomendações: Uso obrigatório dos EPIs recomendados.

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Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

Realizar os exames obrigatórios conforme PCMSO.

Realização de treinamentos obrigatórios:

NR-01 - Treinamento sobre ordem de serviço.

NR-06 - Treinamento sobre correta utilização e limitações do EPI, guarda e conservação;

NR-17 - Treinamento sobre ergonomia, posturas, métodos de trabalho;

INVENTÁRIO DE RISCOS ACIDENTES / MECÂNICOS - ENCARREGADO



Objetos cortantes e/ou perfurocortantes eSocial 05.01.001
Exposição: Eventual/Ocasional
Fonte/Trajetória:
Queda e quebra de vidro/ Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Cortes/ Perfurações
Probabilidade: Pouco Provável (2) Severidade: Moderada (3) Nível do Risco: Moderado (6)

Estimativa: Certa (0)

Controle adicional se for possível e viável

Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.

É de responsabilidade ao Coordenador do Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR a divulgação, implementação e garantia do


devido cumprimento das medidas indicadas neste programa incluindo as medidas apresentadas no Cronograma de Ações.

INVENTÁRIO DE RISCOS ERGONÔMICOS - ENCARREGADO



Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes eSocial 05.01.001
Exposição: Intermitente
Fonte/Trajetória:
Transporte e instalação de vidro /Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Lordose / Dores musculares
Probabilidade: Possível (3) Severidade: Moderada (3) Nível do Risco: Moderado (9)

Estimativa: Certa (0)

Controle adicional se for possível e viável

Observações:
Realização de Análise Ergonômica do Trabalho – AET

EPIS - ENCARREGADO Risco


Óculos de Proteção Incolor (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Botina de Segurança (CA: 13808) (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Luva de Segurança (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Cinto Lombar (05.01.001) Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes

CARGO VIDRACEIRO
- CBO: 716305

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

[Link] 22/37
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PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

SDS Bloco H, nº 26 Edifício Venâncio II, 2º andar, Asa Sul, Brasília/DF

CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

Ambientes: OPERACIONAL
Preparam equipamentos e instrumentos para corte de vidros, cortam, montam e instalam vidros comuns ,
Atividades:
temperados, espelhos e dirigem veículos.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 75/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.

Realizar os exames obrigatórios conforme PCMSO.

Realização de treinamentos obrigatórios:

Recomendações: NR-01 - Treinamento sobre ordem de serviço.

NR-06 - Treinamento sobre correta utilização e limitações do EPI, guarda e conservação;

NR-17 - Treinamento sobre ergonomia, posturas, métodos de trabalho;

INVENTÁRIO DE RISCOS ACIDENTES / MECÂNICOS - VIDRACEIRO



Objetos cortantes e/ou perfurocortantes eSocial 05.01.001
Exposição: Eventual/Ocasional
Fonte/Trajetória:
Queda e quebra de vidro/ Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Cortes/ Perfurações
Probabilidade: Pouco Provável (2) Severidade: Moderada (3) Nível do Risco: Moderado (6)

Estimativa: Certa (0)

Controle adicional se for possível e viável

Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.

É de responsabilidade ao Coordenador do Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR a divulgação, implementação e garantia do


devido cumprimento das medidas indicadas neste programa incluindo as medidas apresentadas no Cronograma de Ações.

INVENTÁRIO DE RISCOS ERGONÔMICOS - VIDRACEIRO



Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes eSocial 05.01.001
Exposição: Intermitente
Fonte/Trajetória:
Transporte e instalação de vidro /Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Lordose / Dores musculares
Probabilidade: Possível (3) Severidade: Moderada (3) Nível do Risco: Moderado (9)

Estimativa: Certa (0)

Controle adicional se for possível e viável

Observações:
Realização de Análise Ergonômica do Trabalho – AET

EPIS - VIDRACEIRO Risco


Óculos de Proteção Incolor (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Botina de Segurança (CA: 13808) (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Luva de Segurança (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Cinto Lombar (05.01.001) Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes

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SDS Bloco H, nº 26 Edifício Venâncio II, 2º andar, Asa Sul, Brasília/DF

CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

CARGO VIDRACEIRO JUNIOR


- CBO: 716305

Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.

Ambientes: OPERACIONAL
Preparam equipamentos e instrumentos para corte de vidros, cortam, montam e instalam vidros comuns ,
Atividades:
temperados, espelhos e dirigem veículos.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 75/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.

Realizar os exames obrigatórios conforme PCMSO.

Realização de treinamentos obrigatórios:

Recomendações: NR-01 - Treinamento sobre ordem de serviço.

NR-06 - Treinamento sobre correta utilização e limitações do EPI, guarda e conservação;

NR-17 - Treinamento sobre ergonomia, posturas, métodos de trabalho;

INVENTÁRIO DE RISCOS ACIDENTES / MECÂNICOS - VIDRACEIRO JUNIOR



Objetos cortantes e/ou perfurocortantes eSocial 05.01.001
Exposição: Eventual/Ocasional
Fonte/Trajetória:
Queda e quebra de vidro/ Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Cortes/ Perfurações
Probabilidade: Pouco Provável (2) Severidade: Moderada (3) Nível do Risco: Moderado (6)

Estimativa: Certa (0)

Controle adicional se for possível e viável

Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.

É de responsabilidade ao Coordenador do Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR a divulgação, implementação e garantia do


devido cumprimento das medidas indicadas neste programa incluindo as medidas apresentadas no Cronograma de Ações.

INVENTÁRIO DE RISCOS ERGONÔMICOS - VIDRACEIRO JUNIOR



Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes eSocial 05.01.001
Exposição: Intermitente
Fonte/Trajetória:
Transporte e instalação de vidro /Contato
Metodologia:
Critério Qualitativo.
Danos a saúde:
Lordose / Dores musculares
Probabilidade: Possível (3) Severidade: Moderada (3) Nível do Risco: Moderado (9)

Estimativa: Certa (0)

Controle adicional se for possível e viável

Observações:
Realização de Análise Ergonômica do Trabalho – AET

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

EPIS - VIDRACEIRO JUNIOR Risco


Óculos de Proteção Incolor (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Botina de Segurança (CA: 13808) (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Luva de Segurança (05.01.001) Objetos cortantes e/ou perfurocortantes
Cinto Lombar (05.01.001) Levantamento e transporte manual de cargas ou volumes

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SDS Bloco H, nº 26 Edifício Venâncio II, 2º andar, Asa Sul, Brasília/DF

CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

7. PROGRAMA DE TREINAMENTOS

A empresa deve manter um programa de treinamentos anual para os trabalhadores com o intuito de atender as normas
regulamentadoras, reduzir a incidência de acidentes e/ou doenças ocupacionais.

Todos os cursos ofertados pela empresa deverão ser registrados em planilha ou outra forma que a mesma achar conveniente,
é obrigatório que todos os cursos tenham as seguintes informações adicionais.

Código do treinamento/capacitação: deve ser um código existente na Tabela 29 do Manual de Orientação da


plataforma eSocial, última atualização;
Data de início do treinamento;
Duração em horas do treinamento;
Modalidade do treinamento: se presencial, educação a distância (EAD) ou misto;
Tipo de treinamento: inicial, periódico, reciclagem, eventual ou outros;
Nome e CPF do responsável pelo treinamento, se o mesmo é da empresa ou sem vínculo de emprego; e
Formação profissional e CBO do responsável pelo treinamento.

7.1. CIPA

Ao contrário dos membros do SESMT da empresa, não existe nenhuma obrigatoriedade de que os membros da CIPA tenham
qualquer qualificação ou especialização em Saúde e Segurança do trabalho. No entanto, como a principal atribuição dessa
comissão é zelar pela prevenção de acidentes e doenças do trabalho, é importante que os membros tenham o mínimo de
conhecimento nesse assunto. Desse modo a NR05 determina que os membros da CIPA participem de treinamento com carga
horária e conteúdo predeterminados.

MATRIZ DE TREINAMENTOS

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

8. FORNECIMENTO DE EPI

8.1. Introdução

O presente programa será implantado como parte das etapas de controle de riscos ocupacionais previstas no PGR  da
empresa, tendo como objetivo criar mecanismos de proteção direta e indireta ao trabalhador, através do fornecimento e uso
obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual – EPI.

Considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou
estrangeira, a ser fornecido gratuitamente pela empresa, para uso obrigatório por parte de seus empregados naquelas
funções onde o risco ocupacional pode ser neutralizado ou minimizado com a adoção desde programa.

A empresa fornecerá EPI devido às seguintes circunstâncias:

1. Devido ao fato de determinados agentes ambientais de risco físico, químico, biológico e de acidentes estarem inseridos
no processo de trabalho da empresa, sendo impossível sua eliminação.
2. Devido ao fato de não existir medidas de proteção coletivas tecnicamente viáveis que garantam a total neutralização
dos riscos existentes.
3. Para atender as situações de emergência, quando houver.

8.2. Obrigações do empregador

Adquirir o tipo adequado de EPI à atividade do seu empregado;


Fornecer ao empregado somente EPI com Certificado de Aprovação emitido pelo Ministério do Trabalho e de empresas
cadastradas no Departamento Nacional de Saúde e Segurança do Trabalho do Ministério do Trabalho;
Exigir que o empregado assine recibo pela entrega do EPI;
Treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado. O treinamento será ministrado por profissional com conhecimento
em segurança do trabalho;
Tornar obrigatório o seu uso, através de medida administrativa liberada pelo Departamento de Pessoal;
Substituí-lo imediatamente quando danificado ou extraviado;
Responsabilizar-se pela sua higienização e manutenção periódica, através dos Supervisores de Setor; e
Manter estoque reserva no almoxarifado dos equipamentos a serem fornecidos, para entrega imediata ao trabalhador
usuário, quando necessário.

8.3. Obrigações do Empregado quanto ao uso de EPI

Usar o Equipamento apenas para a finalidade a que se destina;


Responsabilizar-se por sua guarda e conservação;
Comunicar ao Departamento de Pessoal da empresa qualquer alteração que o torne impróprio para uso;
Assinar a “Ficha de Controle de EPI”; e
Devolver o equipamento de proteção individual em seu poder, quando de seu desligamento da empresa.

Todos os EPI deverão possuir Certificado de aprovação válido conforme prevê norma regulamentadora nº 06 do MTE,
devendo o profissional de segurança do trabalho da empresa ficar responsável por fiscalizar e exigir o uso correto, treinar os
funcionários quanto ao uso, produzir a Ficha de EPI com as informações sobre o EPI entregue gratuitamente ao empregado,
data de entrega, nome do empregado e CA do EPI, bem como outras informações que se façam necessárias.

Sempre que necessário os EPIs devem entrar em discussão nas reuniões sobre segurança do trabalho as quais devem fazer
parte da rotina da empresa, elas devem acontecer com um prazo mínimo de dois meses, e precisam contar com a
participação de todos os empregados.

8.4. Informações que devem constar no EPI

Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis (aqueles que não se apagam com o passar do tempo nem quando
submetidos a intempéries) e bem visíveis as informações apresentadas na tabela a seguir:

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

Nos casos de EPIs que não tenham dimensões para gravar os dados deve-se observar as características da embalagem do
mesmo para que as informações contidas possam ser guardadas em local adequado.

8.5. Certificado de calibração (CA)

É um documento emitido pelo MTE que atesta a conformidade de determinado produto ou dispositivo às especificações
técnicas de proteção contra riscos específicos, qualificando-o como EPI.

Esse registro é emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego para fabricantes e/ou importadores. Está disponibilizado no
site [Link]. O responsável da empresa deve entrar no site, fazer o download e guarda-lo em uma pasta de arquivos;
se não proceder dessa forma, perderá a rastreabilidade sobre o registro.

8.6. Laudo de ensaio do EPI

Esse registro é fundamental para que a empresa comprove que adquiriu um EPI adequado ao risco. Ele deve ser solicitado ao
fabricante/importador/distribuidor e arquivado juntamente com os CA dos EPI.

A empresa ao fazer a seleção do EPI, deve verificar se ele é adequado ao risco de cada atividade. Para tanto deve levar em
consideração a experiência de profissionais  da Saúde e Segurança do Trabalho, bem como:  catálogos de EPI e de outros
documentos como o próprio laudo de ensaio do EPI.

8.7. Instruções de preenchimento de ficha de controle de EPI

1. Colocar os itens em ordem crescente;


2. Anotar dia/mês/ano da entrega;
3. Indicar quantos EPIs estão sendo entregues;
4. Citar o que está sendo entregue (ex: peça, par, conjunto, etc.);
5. Indicar qual é o fornecedor/importador (ex: 3M, MAS, Sperian, Bracol, etc.);
6. Descrever de forma sucinta o EPI (usar o que está no Certificado de Aprovação);
7. Anotar o Certificado de Aprovação;
8. Anotar a validade do Certificado de Aprovação;
9. Indicar o tamanho (ex: pequeno, médio, grande, único; ou número no caso de bota de segurança);
10. Anotar dia/mês/ano da devolução;
11. Código da devolução:
a. Fim da vida útil;
b. Funcionário perdeu;
c. EPI danificado;
d. Reprovado em teste;
e. Aprovado em teste; e
f. Outro.
12. Assinatura do trabalhador. Informar se é Entrega ou Devolução.

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

 TABELA COM A RELAÇÃO DE EPI FORNECIDO E SUGERIDO

Funções EPI FORNECIDO EPI SUGERIDO

Luva de Segurança
 ENCARREGADO
Botina de Segurança CA:13808
VIDRACEIRO
 
Óculos de Proteção Incolor
VIDRACEIRO JUNIOR
Cinto Lombar

Luva de Segurança

Botina de Segurança CA:13808


AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS  
Óculos de Proteção Incolor

Cinto Lombar

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CNPJ: 32.252.620/0001-04

9. DISPOSIÇÕES FINAIS

O presente trabalho cumpre o objetivo de fornecer subsídios para promover a garantia da integridade física e a saúde dos
trabalhadores e informar o empregador sobre os riscos dos ambientes. Este documento pode ser utilizado para
comprovação legal das ações em segurança do trabalho perante a fiscalização trabalhista e sanitária, Justiça do Trabalho,
sindicatos e de outros órgãos oficiais.

Brasília / DF, 30 de Março de 2022.

Jucimara Marquez

Supervisor Técnico de Segurança do Trabalho

MTE.: 0009863/DF

[Link] 31/37
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SDS Bloco H, nº 26 Edifício Venâncio II, 2º andar, Asa Sul, Brasília/DF

CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

ANEXOS

EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

Aparelho multifuncional, marca CENTRALBRASIL - Modelo CBMS 6300 – nº de série: 03200; 5x1 - termo (RBC
38268/2020), higro (RBC 38198 /2020), decibel (RBC 3232/19R) -lux (RBC 5334/20R); -anemo  (RBC
5387701/2020).

Calibragem: 19/03/2021. Val.: 19/03/2022.

nº: 814621

[Link] 32/37
30/03/2022 17:14 Sistema ESO - Documento

PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

ANEXO

CERTIFICADOS DE CALIBRAÇÃO

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

[Link] 34/37
30/03/2022 17:14 Sistema ESO - Documento

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

[Link] 35/37
30/03/2022 17:14 Sistema ESO - Documento

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CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

ANEXO

PLANO DE AÇÃO

1 PLANO DE AÇÃO 2022 Plano de Ação | Prioridade 3: Risco Moderado


Ação:
Designar um funcionário para cumprir os objetivos da NR-5 (CIPA) e providenciar
treinamento para o mesmo.
Onde:
Buscar no quadro de empregados Por quê:
Atender à NR-05
Como será feito:
Designação conforme NR-05 item 5.4.13.
Responsável: Sesmt/Gerência
Data da Implantação: 05/2022 - 02/2023 Custo Total:

 A Fazer  Fazendo  Adiado  Concluído Concluído em: ____/____/________

2 PLANO DE AÇÃO 2022 Plano de Ação | Prioridade 0: Risco Não informado


Ação:
Divulgar os resultados do PGR aos funcionários.
Onde:
Informar todos os trabalhadores Por quê:
Atender à NR-01
Como será feito:
Divulgação conforme item [Link] da NR-01.
Responsável: Sesmt/Gerência
Data da Implantação: 05/2022 - 02/2023 Custo Total:

 A Fazer  Fazendo  Adiado  Concluído Concluído em: ____/____/________

3 PLANO DE AÇÃO 2022 Plano de Ação | Prioridade 3: Risco Moderado


Ação:
Promover treinamentos determinados nas recomendações de segurança deste documento para cada função.
Onde:
Todos os trabalhadores. Por quê:
Atender às NRs e mitigar os riscos identificados no PGR.
Como será feito:
Capacitação presencial ou online conforme determinação legal
Responsável: Sesmt/Gerência
Data da Implantação: 03/2022 - 02/2023 Custo Total:

 A Fazer  Fazendo  Adiado  Concluído Concluído em: ____/____/________

4 PLANO DE AÇÃO 2022 Plano de Ação | Prioridade 3: Risco Moderado


Ação:
Substituir, higienizar, e manter os EPIs tecnicamente indicados e realizar seleção adequada dos mesmos.
Por quê:
Atender à NR-06 e mitigar os riscos identificados no
Onde:
Todos os trabalhadores.
PGR.
Como será feito:
Atendimento aos quesitos da NR-06.
Responsável: Sesmt/Gerência
Data da Implantação: 03/2022 - 02/2023 Custo Total:

 A Fazer  Fazendo  Adiado  Concluído Concluído em: ____/____/________

[Link] 36/37
30/03/2022 17:14 Sistema ESO - Documento

PGR - Programa de Gerenciamento de Riscos

SDS Bloco H, nº 26 Edifício Venâncio II, 2º andar, Asa Sul, Brasília/DF

CEP: 70.393-900

Telefone: (61) 3226 - 0061 / (61) 3226 - 2953

CNPJ: 32.252.620/0001-04

5 PLANO DE AÇÃO 2022 Plano de Ação | Prioridade 0: Risco Não informado


Ação:
Renovar o PGR. Reavaliar os riscos.
Onde:
Instalações onde prestam os serviços. Por quê:
Atender às NRs e mitigar os riscos identificados no PGR.
Como será feito:
Serviço prestado pela AMBRAC conforme contrato.
Responsável:
Data da Implantação: 02/2023 Custo Total:

 A Fazer  Fazendo  Adiado  Concluído Concluído em: ____/____/________

6 PLANO DE AÇÃO 2022 Plano de Ação | Prioridade 3: Risco Moderado


Ação:
Realizar os treinamentos obrigatórios por função
Onde:
Todos os empregados Por quê:
Atender às NR
Como será feito:
Ministrar treinamentos
Responsável: Sesmt/Gerência
Data da Implantação: 07/2022 - 09/2022 Custo Total:

 A Fazer  Fazendo  Adiado  Concluído Concluído em: ____/____/________

7 PLANO DE AÇÃO 2022 Plano de Ação | Prioridade 3: Risco Moderado


Ação:
Realizar a AET- Análise Ergonômica do Trabalho solicitada no PGR.
Onde:
Nas funções que foi solicitado no PGR Por quê:
Atender às NR
Como será feito:
Por profissional qualificado
Responsável: Sesmt/Gerência
Data da Implantação: 07/2022 Custo Total:

 A Fazer  Fazendo  Adiado  Concluído Concluído em: ____/____/________

[Link] 37/37

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