PGR: Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
PGR: Gerenciamento de Riscos Ocupacionais
PGR
Programa de Gerenciamento de
Riscos
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INÍCIO DA VALIDADE:
30/03/2022 RENOVAÇÃO:
30/03/2023
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RESPONSÁVEL DO PGR
ANO 2022
A Empresa REDONDO COMERCIO E SERVICOS EM VIDROS LTDA indica a Sr(a) Rodrigo Redondo , ocupante do
cargo de Sócio Proprietário, como responsável para o acompanhamento e avaliação do (PGR).
Ciente e de acordo.
__________________________________________________
Rodrigo Redondo
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APRESENTAÇÃO
O presente programa visa atender regulamentações de gerenciamento de riscos ocupacionais que dão base para a prevenção
e segurança do trabalho conforme legislação vigente.
Este Programa de Gerenciamento de Riscos - PGR foi elaborado de acordo com os requisitos da Norma Regulamentadora (NR)
1, com redação presente na Portaria SEPRT nº 6.730, de 09/03/2020, publicada no Diário Oficial da União de 12/03/2020 e
Portaria nº 672, DE 8 de novembro de 2021.
As NRs apresentadas encontram amparo legal na Lei nº 6.514, de 22 de dezembro de 1994, que regulamenta o Capítulo V da
CLT, do Decreto-Lei 5.452/1942.
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ÍNDICE
1. OBJETIVO..................................................................................................................................................7
2. DEFINIÇÕES...............................................................................................................................................8
3. REFERÊNCIAS............................................................................................................................................9
4. RESPONSABILIDADES................................................................................................................................9
5. DESENVOLVIMENTO...............................................................................................................................12
10. ANEXOS...................................................................................................................................................32
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IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA
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1. OBJETIVO
O Programa de Gerenciamento de Riscos Ocupacionais presente na NR 1 deve ser utilizado para fins de prevenção e
gerenciamento dos riscos ocupacionais, além de preservar a saúde e a integridade física dos colaboradores desta Empresa,
através da antecipação e reconhecimento de perigos e riscos ocupacionais para assim controlar e implantar medidas
preventivas e planos de emergência.
Para fins de caracterização de atividades ou operações insalubres ou perigosas devem ser aplicadas as disposições previstas
na NR-15 – Atividades e operações insalubres e NR-16 – Atividades e operações perigosas, com elaboração de laudo
próprio denominado: Laudo de Insalubridade e Periculosidade - LIP, utilizando as metodologias aplicáveis à legislação
trabalhista, ou seja, as Normas Regulamentadoras e correlatas.
Para questões relacionadas à aposentadoria especial a empresa deve se basear no Decreto 3.048/99 e demais normas
previdenciárias relacionadas, com elaboração de laudo próprio denominado: Laudo Técnico das Condições Ambientais do
Trabalho – LTCAT, utilizando as metodologias aplicáveis à legislação previdenciária, conforme Lei 8.213/9 e Decreto 3048/99.
O PGR deve conter, no mínimo, o inventário de riscos e o plano de ação. No subitem [Link], a norma NR-01 estabelece que
o PGR pode ser elaborado por estabelecimento ou, a critério da empresa, por unidade operacional, setor ou atividade, ou,
ainda, por sistemas de gestão em SST.
O inventário de risco (1.5.7 “a”) é a consolidação dos dados do processo na fase de identificação,
reconhecimento de perigos e das avaliações de riscos ocupacionais, incluindo a caracterização dos processos,
ambientes de trabalho e atividades, bem como a descrição dos perigos e de possíveis lesões ou agravos à saúde
dos trabalhadores; e
O plano de ação (1.5.7 “b” / [Link]) é o registro dos resultados do processo que determina os controles
disponibilizados pela empresa e/ou em fase de implantação ou previsão futura.
O PGR da empresa está caracterizado pelo agrupamento de uma série de informações, ações e medidas normatizadas de
ordem preventiva de acidentes do trabalho, doenças ocupacionais ou do trabalho, bem como recomendações e orientações
aos empregadores e empregados, com o fim de gerenciar as medidas de controle, direcionando os interessados na promoção
de ambientes saudáveis e preservação da vida.
As informações necessárias para a elaboração deste Programa foram colhidas “in company” por profissional técnico
qualificado e habilitado vinculado à empresa contratada, sendo a empresa contratante responsável pelas informações e
cumprimentos das medidas exigidas por Lei, orientações propostas e demais tratativas quanto à segurança, saúde e meio
ambiente do trabalho.
O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais da organização foi elaborado conforme diretrizes estabelecidas na Norma
Regulamentadora nº 01, da Portaria 3214/78, do Ministério do Trabalho, revisada pela Portaria SEPRT n.º 6.730, de 09 de
março de 2020 12/03/20.
O PGR é parte integrante de um conjunto amplo de medidas adotadas pela empresa na prevenção da saúde e da integridade
dos trabalhadores, devendo estar articulado com o Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), NR-07.
Identificação da organização;
Evitar e controlar os riscos ocupacionais;
Identificação dos perigos e riscos;
Avaliação dos riscos ocupacionais e nível;
Elaboração de matriz de riscos;
Classificação do risco;
Medidas de prevenção;
Monitoramento a exposição de perigos e riscos;
Planos de emergência; e
Avaliação de desempenho.
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2. DEFINIÇÕES
Agente biológico: microrganismos, parasitas ou materiais originados de organismos que, em função de sua natureza e
do tipo de exposição, são capazes de acarretar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: bactéria Bacillus
anthracis, vírus linfotrópico da célula T humana, príon agente de doença de Creutzfeldt-Jakob, fungo Coccidioides
immitis.
Agente físico: qualquer forma de energia que, em função de sua natureza, intensidade e exposição, é capaz de causar
lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: ruído, vibrações, pressões anormais, temperaturas extremas,
radiações ionizantes, radiações não ionizantes.
Observação: Critérios sobre iluminamento, conforto térmico e conforto acústico da NR-17 não constituem
agentes físicos para fins da NR-09.
Agente químico: substância química, por si só ou em misturas, quer seja em seu estado natural, quer seja produzida,
utilizada ou gerada no processo de trabalho, que em função de sua natureza, concentração e exposição, é capaz de
causar lesão ou agravo à saúde do trabalhador. Exemplos: fumos de cádmio, poeira mineral contendo sílica cristalina,
vapores de tolueno, névoas de ácido sulfúrico.
Canteiro de obra: área de trabalho fixa e temporária, onde se desenvolvem operações de apoio e execução à
construção, demolição ou reforma de uma obra.
Empregado: a pessoa física que presta serviços de natureza não eventual a empregador, sob a dependência deste e
mediante salário.
Empregador: a empresa individual ou coletiva que, assumindo os riscos da atividade econômica, admite, assalaria e
dirige a prestação pessoal de serviços. Equiparam-se ao empregador as organizações, os profissionais liberais, as
instituições de beneficência, as associações recreativas ou outras instituições sem fins lucrativos, que admitam
trabalhadores como empregados.
Estabelecimento: local privado ou público, edificado ou não, móvel ou imóvel, próprio ou de terceiros, onde a empresa
ou a organização exerce suas atividades em caráter temporário ou permanente.
Evento perigoso: ocorrência ou acontecimento com o potencial de causar lesões ou agravos à saúde.
Frente de trabalho: área de trabalho móvel e temporária.
Local de trabalho: área onde são executados os trabalhos.
Obra: todo e qualquer serviço de engenharia de construção, montagem, instalação, manutenção ou reforma.
Ordem de serviço de segurança e saúde no trabalho: instruções por escrito quanto às precauções para evitar
acidentes do trabalho ou doenças ocupacionais. A ordem de serviço pode estar contemplada em procedimentos de
trabalho e outras instruções de SST.
Organização: pessoa ou grupo de pessoas com suas próprias funções com responsabilidades, autoridades e relações
para alcançar seus objetivos. Inclui, mas não é limitado a empregador, a tomador de serviços, a empresa, a
empreendedor individual, produtor rural, companhia, corporação, firma, autoridade, parceria, organização de caridade
ou instituição, ou parte ou combinação desses, seja incorporada ou não, pública ou privada.
Perigo ou fator de risco ocupacional/ Perigo ou fonte de risco ocupacional: fonte com o potencial de causar lesões ou
agravos à saúde. Elemento que isoladamente ou em combinação com outros tem o potencial intrínseco de dar origem
a lesões ou agravos à saúde.
Prevenção: o conjunto das disposições ou medidas tomadas ou previstas em todas as fases da atividade da
organização, visando evitar, eliminar, minimizar ou controlar os riscos ocupacionais.
Responsável técnico pela capacitação: profissional legalmente habilitado ou trabalhador qualificado, conforme
disposto em NR específica, responsável pela elaboração das capacitações e treinamentos.
Risco ocupacional: combinação da probabilidade de ocorrer lesão ou agravo à saúde causados por um evento
perigoso, exposição a agente nocivo ou exigência da atividade de trabalho e da severidade dessa lesão ou agravo à
saúde.
Setor de serviço: a menor unidade administrativa ou operacional compreendida no mesmo estabelecimento.
Trabalhador: pessoa física inserida em uma relação de trabalho, inclusive de natureza administrativa, como os
empregados e outros sem vínculo de emprego.
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3. REFERÊNCIAS
4. RESPONSABILIDADES
Garantir apoio e recursos para a implantação do PGR, no cumprimento de seus objetivos e a implementação da
estrutura do gerenciamento de riscos ocupacionais;
Estabelecer políticas, processos, objetivos, metas e rotinas do Gerenciamento de Riscos que garantam a melhoria
contínua no desempenho de segurança e saúde no trabalho;
Assumir o compromisso com o Gerenciamento dos Riscos Ocupacionais através de políticas estratégicas integradas à
rotina da organização;
Evitar os riscos ocupacionais que possam ser originados no trabalho;
Identificar os perigos e possíveis lesões ou agravos à saúde;
Avaliar os riscos ocupacionais indicando o nível de risco;
Classificar os riscos ocupacionais para determinar a necessidade de adoção de medidas de prevenção;
Implementar medidas de prevenção, de acordo com a classificação de risco e na ordem de prioridade estabelecida na
alínea “g” do subitem 1.4.1; e
Acompanhar o controle dos riscos ocupacionais.
Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento dos objetivos do GRO, como atividade permanente em seu setor
de trabalho, conforme definido pela diretoria;
Interagir com as áreas responsáveis pela implementação das medidas de prevenção definidas nos Planos de Ação;
Responsabilizar-se pelas ações e implantação das medidas de prevenção nos setores sob sua responsabilidade nos
Planos de Ação, com autonomia, através da prestação de contas ao superior hierárquico, apresentação de evidências e
registro das ações sob sua responsabilidade;
Apoiar e fornecer ao SESMT informações necessárias para a identificação de perigos e avaliação dos riscos
ocupacionais;
Realizar auditorias nos processos para identificação de não conformidades nas políticas de responsabilidade e
compromisso com os dispositivos legais aplicáveis, em especial com as Normas Regulamentadoras e CLT; e
Comunicar ao SESMT:
a. Quaisquer alterações no processo ou no modo de execução de tarefas, no layout do local de trabalho, na
quantidade ou qualidade dos materiais, produtos e insumos utilizados e nas máquinas e equipamentos, e
qualquer outra modificação que possa interferir positiva ou negativamente na exposição dos empregados aos
riscos ambientais;
b. Sempre que forem implantadas medidas de proteção coletiva ou medidas administrativas e de organização do
trabalho, para o controle da exposição dos empregados a riscos ambientais.
Acompanhar o processo de identificação de perigos e avaliação de riscos, bem como a adoção de medidas de
prevenção implementadas pela organização;
Registrar a percepção dos riscos dos trabalhadores, em conformidade com o subitem [Link] da NR-01, por meio do
mapa de risco ou outra técnica ou ferramenta apropriada à sua escolha, sem ordem de preferência, com assessoria do
Serviço Especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, onde houver;
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Verificar os ambientes e as condições de trabalho, visando identificar situações que possam trazer riscos para a
segurança e saúde dos trabalhadores;
Elaborar e acompanhar plano de trabalho que possibilite a ação preventiva em segurança e saúde no trabalho;
Participar no desenvolvimento e implementação de programas relacionados à segurança e saúde no trabalho;
Acompanhar a análise dos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, nos termos da NR-1 e propor, quando for o
caso, medidas para a solução dos problemas identificados;
Requisitar à organização as informações sobre questões relacionadas à segurança e saúde dos trabalhadores, incluindo
as Comunicações de Acidente de Trabalho - CAT emitidas pela organização, resguardados o sigilo médico e as
informações pessoais;
Propor ao SESMT, quando houver, ou à organização, a análise das condições ou situações de trabalho nas quais
considere haver risco grave e iminente à segurança e saúde dos trabalhadores e, se for o caso, a interrupção das
atividades até a adoção das medidas corretivas e de controle; e
Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, onde houver, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do
Trabalho - SIPAT, conforme programação definida pela CIPA.
4.5. Empregados
a. Cumprir as disposições legais e regulamentares sobre segurança e saúde no trabalho, inclusive as ordens de serviço
expedidas pelo empregador;
b. Submeter-se aos exames médicos previstos nas NRs;
c. Colaborar com a organização na aplicação das NRs;
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Observações: Constitui ato faltoso a recusa injustificada do empregado ao cumprimento das normas de saúde e
segurança do trabalho.
As empresas contratadas deverão implementar de forma integrada as ações do PGR de forma que seja garantido aos
empregados o mesmo nível de proteção que os da contratante, bem como cumprir o disposto nas Normas Regulamentaras
em especial no que se refere ao GRO.
A elaboração deste Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, é de responsabilidade da empresa AMBRAC, CNPJ:
32.522.620/0001-04, atentando para conformidade legal, realizado através de seu setor de Engenharia de Segurança e
Medicina do trabalho, sob supervisão técnica de Rafael Romualdo dos Reis, Supervisor Técnico em segurança do trabalho,
com registro na Superintendência de Saúde e Segurança do Trabalho (SSST/DF) do Ministério do Trabalho em Emprego (MTE)
sob o número 7245-DF e Jucimara Marquez – Supervisora Técnica de Segurança do Trabalho sob o registro nº 9862/DF.
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5. DESENVOLVIMENTO
De acordo com a Norma Regulamentadora 01, o Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, tem como meta a política do
Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho - SGSST, visando a eliminação, atenuação e controle das exposições a
riscos ocupacionais, bem como medidas preventivas para a promoção, preservação da saúde e da qualidade de vida de todos
os colaboradores e demais partes interessadas no processo. Esse processo inclui a elaboração, implementação,
monitoramento, controle, registro, divulgação dos dados e avaliação contínua dos riscos ambientais existentes, em função de
sua natureza, concentração, ou intensidade e tempo de exposição que possam causar danos à saúde do trabalhador no curso
de sua jornada normal. Além de ter como base a elaboração do PGR – Programa de Gerenciamento de Riscos, onde ele terá o
Inventário de Riscos e o Plano de Ação.
Segundo a NR-1 “as ações do PGR devem ser desenvolvidas no âmbito de cada departamento da empresa, sob
responsabilidade do empregador, com participação dos trabalhadores”. Por isso, as ações propostas devem ser cumpridas e
fiscalizadas por todos no local específico de trabalho.
A legislação de segurança do trabalho brasileira considera como riscos ambientais os agentes físicos, químicos, biológicos,
ergonômicos e mecânicos/acidentes.
Para que sejam considerados fatores de riscos ambientais estes agentes precisam estar presentes no ambiente de trabalho
em determinadas concentrações ou intensidade, sendo que o tempo máximo de exposição do trabalhador a eles é
determinado por limites pré-estabelecidos.
5.5.1. A identificação das exposições ocupacionais aos riscos ocupacionais deve levar em consideração;
Por força da NR-09 (última revisão dada pela Portaria Nº 6.735, de 10/03/2020), para viabilização deste programa,
consideram-se riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos existentes nos ambientes de trabalho que, em
função de sua natureza, concentração ou intensidade e tempo de exposição são capazes de causar danos à saúde do
trabalhador e/ou estabelece os requisitos para a avaliação das exposições ocupacionais a agentes físicos, químicos e
biológicos quando identificados no Programa de Gerenciamento de Riscos – PGR, previsto na NR-1, para subsidiar as medidas
de prevenção aos riscos ocupacionais.
São as diversas formas de energia a que possam estar expostos os trabalhadores, tais como ruído, vibrações, pressões
anormais, temperaturas extremas, radiações ionizantes, radiações não ionizantes, bem como o infrassom e ultrassom.
São as substâncias compostas ou produtos que possam penetrar no organismo pela via respiratória, nas formas de poeiras,
fumos, névoas, neblinas, gases ou vapores, ou que, pela natureza da atividade de exposição, possam ter contato ou serem
absorvidos pelo organismo através da pele ou por ingestão.
Quanto à articulação com as demais normas de SST para a elaboração do PGR, na fase de identificação e reconhecimento dos
riscos deve-se considerar:
Projeto da instalação;
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O processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais deve considerar o disposto nas Normas
Regulamentadoras e demais exigências legais de segurança e saúde no trabalho e será implementado por unidade
operacional, setor ou atividade, observando as seguintes etapas:
Importante:
Quando na fase de levantamento preliminar de perigos o risco não puder ser evitado, a organização deve implementar o
processo de identificação de perigos e avaliação de riscos ocupacionais, conforme disposto nos subitens seguintes.
A avaliação dos agentes nocivos presentes nos ambientes de trabalho é realizada de forma quantitativa e qualitativa. A
avaliação quantitativa procura dimensionar e/ou medir a intensidade ou concentração de determinado agente, já a
qualitativa busca identificar sua existência.
a. Comprovar o controle da exposição ou a inexistência dos riscos identificados na tabela de funções e ambientes e
respectivos riscos, anexas a este documento;
b. Dimensionar a exposição dos trabalhadores;
c. Subsidiar o equacionamento das medidas de controle.
De acordo om a redação do item [Link] da NR-09, considera-se nível de ação, o valor acima do qual devem ser
implementadas ações de controle sistemático de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições ocupacionais
ultrapassem os limites de exposição. Caso o limite de tolerância seja ultrapassado, a atividade correspondente poderá
ser caracterizada insalubre.
NR-09
9.6.1 Enquanto não forem estabelecidos os Anexos a esta Norma, devem ser adotados para fins de
medidas de prevenção:
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b) como nível de ação para agentes químicos, a metade dos limites de tolerância; c) como nível de
ação para o agente físico ruído, a metade da dose.
[Link] Na ausência de limites de tolerância previstos na NR-15 e seus anexos, devem ser utilizados como
referência para a adoção de medidas de prevenção aqueles previstos pela American Conference of
Governmental Industrial Higyenists - ACGIH.
De acordo om a redação do item [Link] da NR-09, considera-se nível de ação, o valor acima do qual devem ser
implementadas ações de controle sistemático de forma a minimizar a probabilidade de que as exposições ocupacionais
ultrapassem os limites de exposição. Caso o limite de tolerância seja ultrapassado, a atividade correspondente poderá
ser caracterizada insalubre.
Ações preventivas devem incluir o monitoramento periódico, a informação aos trabalhadores e controle médico.
É necessária elaboração de laudos e análises que, caracterizem ou não, o direito de aposentadoria especial, bem como
Insalubridade e Periculosidade para todos os empregados, ou identifiquem riscos ergonômicos conforme NR-17. Esses
documentos precisam ser elaborados para atender aos requisitos legais previdenciários e trabalhistas.
São eles:
LTCAT - Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho: tem como objetivo identificar a exposição aos
agentes físicos, químicos, biológicos ou a associação de agentes prejudiciais à saúde ou à integridade física do
trabalhador, para fins de concessão de aposentadoria especial. Serve exclusivamente para que a empresa saiba
se as condições dos ambientes de trabalho dela podem impulsionar a aposentadoria especial dos seus
trabalhadores. Segundo a Lei 8213 de 24/07/1991, artigo 58 em seu inciso II, o Laudo Técnico das Condições
Ambientais do Trabalho deve conter informações sobre a existência de proteção coletiva ou individual que
diminua a intensidade do agente agressivo ao seu respectivo limite de tolerância, e recomendações sobre a sua
adoção no respectivo estabelecimento.
LIP - Laudo de Insalubridade e Periculosidade: é o documento técnico-legal que estabelece se os empregados
da empresa têm ou não direito a concessão e/ou recebimento do adicional de insalubridade que corresponde a
(10%, 20% ou 40% do salário-mínimo), em virtude da exposição a agentes físicos, químicos e/ou biológicos,
considerando os limites de tolerâncias estabelecidos pelas legislações, as proteções e demais medidas
fornecidas ou implantadas pela empresa. Este laudo é baseado nas Normas Regulamentadores nº15 –
Insalubridade e nº16 – Periculosidade e outras legislações acessórias.
AET - Análise Ergonômica do Trabalho: é obrigatória a todas às empresas que possuem empregados cujas
atividades ou operações os expõem a riscos, que por sua natureza ou métodos de trabalho, impliquem em
esforços de levantamento, transporte e descarga individual de materiais, ou outros que exigem postura forçada
e ainda esforços repetitivos. Ele identifica os riscos ergonômicos, bem como recomenda as intervenções e ou
adaptações necessárias, seja no ambiente de trabalho, mobiliário, máquinas, equipamentos e ferramentas, ou
nos processos de trabalho, de modo a proporcionar um máximo de conforto, segurança e desempenho
eficiente, além de preservar a saúde do trabalhador e em especial prevenir o acometimento das LER/DORT
(Lesões por Esforços Repetitivos/Distúrbios Osteomusculares relacionados ao Trabalho). A AET tem como
objetivo rastrear, observar e analisar o profissional em seu real posto de trabalho e verificar as relações
existentes entre demandas de doenças, acidentes e produtividade com as condições de trabalho, com as
interfaces, com os sistemas e com a organização do trabalho. Essa AET é baseada na no item 17.3.2 da Norma
Regulamentadora nº 17 do MTE – Ergonomia.
ATENÇÃO
Os documentos citados acima servirão de base para o lançamento de informações na plataforma governamental eSocial,
cabendo ao empregador selecionar profissionais qualificados para a execução dos mesmos, uma vez que, o governo terá
acesso às informações prestadas pelo empregador e fará um cruzamento de dados para fins de aplicabilidade de leis,
fiscalização de tributos e acompanhamento das ações sobre Saúde e Segurança do Trabalho efetuadas pelas empresas,
podendo aplicar multas e punições de forma mais rápida. Desse modo as empresas precisam se adequar às novas formas de
prestação de contas com os vários níveis de entidades governamentais.
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A categorização dos fatores de riscos é realizada por meio da metodologia de gerenciamento dos riscos implantada na
empresa, sendo estipulada de acordo com a classificação da probabilidade e da gravidade do fator de risco.
A empresa poderá utilizar outras metodologias que julgar mais adequadas para a categorização dos riscos ocupacionais,
caso necessário.
É definida de acordo com a avaliação dos possíveis danos que podem ser causados pelos fatores de risco identificados.
Para a gradação do dano potencial são utilizados os critérios genéricos das tabelas apresentadas no item 6 - "Inventario de
Risco”.
O monitoramento da exposição aos riscos se dará a partir da análise dos dados obtidos nas avaliações ambientais e do
controle efetuado por inspeções que verifiquem o cumprimento dos mecanismos de controle estabelecidos.
As avaliações ambientais deverão ser realizadas empregando-se as técnicas de higiene ocupacional, com o objetivo de
quantificar e avaliar o potencial dos danos causados pelos agentes ambientais presentes.
De acordo com sua intensidade, concentração e tempo de exposição, novas avaliações deverão ser realizadas sempre que for
necessário comprovar a inexistência dos agentes identificados na etapa de reconhecimento.
O monitoramento da exposição aos riscos se dará a partir das avaliações dos dados obtidos nas avaliações ambientais e do
controle efetuado por inspeções que verifiquem o cumprimento dos mecanismos de controle estabelecidos.
É necessário equacionar e dimensionar as medidas de controle adotadas, estabelecendo prioridades de ações de controle,
selecionando e especificando as proteções coletivas e/ou individuais tecnicamente adequadas ao controle da exposição e
levantando subsídios para o desenvolvimento do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO).
A periodicidade da exposição ao agente de risco realizado nesse PGRO irá considerar as exposições com matriz de risco no
formato 5x5, baseada nas estimativas de gradações de Severidade e Probabilidade da AIHA - American Industrial Hygiene
Association, AS/NZS 4360 e European Comission (recomendadas pela Fundacentro). Esta matriz funciona para avaliações
qualitativas e quantitativas com gradações sugeridas que possuem as estimativas adequadas para ambas as avaliações.
Os níveis de risco presentes na matriz são: Trivial (1-3); Tolerável (3-8); Moderado (4-12); Substancial (10-15) e Intolerável
(15-25). Cada nível de risco possui o seu método de controle sugerido, baseado na estimativa (grau de certeza) da avaliação,
onde os riscos de níveis mais altos têm prioridade de ação.
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As gradações de severidade são 5 (cinco): Leve (1); Baixa (2); Moderada (3); Alta (4) e Extrema (5). A severidade é classificada
de 1 a 5, de acordo com o nível de consequência à exposição.
A Matriz de Risco utilizada neste Programa de Gerenciamento de Riscos é uma matriz no formato 5x5, baseada nas
estimativas de gradações de Severidade e Probabilidade da AIHA - American Industrial Hygiene Association, AS/NZS 4360 e
European Comission (recomendadas pela Fundacentro). Esta matriz funciona para avaliações qualitativas e quantitativas, pois
as tabelas de gradações sugeridas possuem as estimativas adequadas para ambas as avaliações.
Probabilidade: ruído ocupacional de 40 dB é > 10% e < 50% do LEO (85 dB) permitido para 8 horas de atividade,
classificando-o como probabilidade de nível 2 (pouco provável), de acordo com a tabela de gradação AIHA.
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Severidade: a severidade de uma doença que possa surgir de um ruído ocupacional classifica-se como “Lesão ou
doenças críticas irreversíveis que podem limitar a capacidade funcional”, de acordo com a tabela sugerida,
classificando-a como severidade de nível 3 (moderada).
Nível do Risco: o nível do risco é a probabilidade x (vezes) a severidade. No caso, 2 x 3, resultando em 6 (moderado) de
acordo com a matriz.
Obs.: suponha-se que os valores fossem invertidos (severidade 3 e probabilidade 2), o nível do risco ainda seria 6 (3x2),
porém o nível do risco serial Tolerável (6), ao invés de Moderado (6). Isso se deve ao fato de a severidade ter maior
relevância ao se definir o nível de risco.
Os métodos de controle são classificados de acordo com o nível do risco e grau de certeza da estimativa da avaliação. Os
níveis de risco mais altos devem ter prioridade na ação de controle. A ação de controle é classificada de acordo com a
estimativa, que pode ser: certa (0); incerta (1) e altamente incerta (2).
Esta classificação padrão dos métodos de controle funciona apenas para o Inventário de Riscos e não deve ser adotada como
método único para o Plano de Ação. Contudo, como as ações de controle serão feitas baseadas no inventário, estas
classificações servem para definir a prioridade das ações.
Para cada atividade existe um indicador de qualidade chamado de IQCT - Indicador da Qualidade das Condições de Trabalho.
O IQCT varia de 25 (todos riscos altos) a 100 (todos os riscos baixos). Contudo, apesar dos 5 (cinco) níveis de risco existentes,
considera-se apenas três níveis de Risco: Tolerável (B), Moderado(M) e Substancial (A). Exclui-se deste cálculo riscos Triviais e
riscos Intoleráveis que exijam atuação imediata.
O resultado vai variar de 25 a 100. Quanto maior o resultado, maior o índice de qualidade na atividade exercida.
A estratégia mais recomendada é a de dividir uma grande área com diversas situações críticas em pequenas áreas, em relação
ao tipo de risco, intensidade, concentração e localização das fontes geradoras. Uma planta baixa do local auxilia a delimitar as
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áreas e também uma boa estratégia é utilizar, quando existir, um mapa de risco previamente preparado pela CIPA, com as
simbologias correspondentes aos tipos de riscos ambientais (químicos, físicos, biológicos, ergonômicos e de acidentes).
A metodologia de ação é uma visita às áreas de trabalho com uma lista de verificação para orientar na busca dos riscos
ambientais e identificar a intensidade, tipo de agente, tempo de exposição e quantidade de pessoas expostas.
Para a avaliação quantitativa, quando for necessária, será previamente estudada uma metodologia para a amostragem do
agente, o tipo do local, a quantidade amostrada, o tempo dedicado à amostragem, a técnica usada para a coleta de dados e
novamente retorna-se ao local de trabalho para a avaliação quantitativa.
Na avaliação qualitativa não é necessário determinar a intensidade ou concentração do risco ambiental, basta caracterizá-lo.
A forma de registro e manutenção dos dados, incluindo seu arquivamento, deve estar definida sob rígido controle, pois seu
conjunto passará a ser o histórico do PGR. É importante que tal sistemática considere o armazenamento dos dados por vinte
anos, mantendo-os disponíveis para fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego.
Os registros devem ser facilmente identificáveis e arquivados de forma padronizada: todas as informações geradas pelo
PGR devem estar em perfeito estado de conservação, permitindo, portando a rastreabilidade desejada – não podem estar
deterioradas, com fungos, rasgadas ou com outros tipos de danos.
A divulgação dos dados pode ser feita de várias formas, por exemplo: Durante treinamentos internos ou de integração de
novos funcionários, nas reuniões da CIPA, em quadros de aviso ou outros meios a critério da empresa. Estes dados devem
estar sempre disponíveis aos trabalhadores interessados ou seus representantes (Sindicados, membros da CIPA) e para as
autoridades competentes, incluindo, claro a fiscalização do trabalho.
Alguns exemplos de registros do PGR: relatórios das demonstrações ambientais, listas de treinamentos, relatórios de
auditorias, formulários de inspeção do PGR, fichas de controle de manutenção de EPC, etc.
A periodicidade da avaliação das condições ambientais e as medições das intensidades serão definidas quando ocorrer algum
tipo de mudança nas condições do processo, tais como, instalação de nova máquina e/ou equipamento, ou mudança da
matéria-prima no processo. O PGR deverá ser reavaliado sempre que ocorrer alguma mudança nas condições do processo
pois este deve ser atualizado.
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Abaixo estão listados todos os ambientes analisados durante a confecção deste documento onde os colaboradores desta empresa
exercerão suas atividades.
ADMINISTRATIVO
Pé direito: 3m
Teto: Gesso
Parede: Alvenaria
Piso: Cerâmico
Equipamentos do local: Cadeiras, mesas, computadores, armários, telefones, impressoras e equipamentos relacionadas com as
atividades administrativas.
OPERACIONAL
Pé direito: 4 à 5 metros
Parede: Alvenaria
Piso: Granito
Equipamentos do local: Mesa de corte de vidro, lixadeira, cavalete com vidros e demais itens utilizados para a manipulação e preparo de
vidros.
Atividades realizadas no ambiente: Atividades de corte, manutenção e instalação de vidros em janelas, portas, etc.
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
Ambientes: ADMINISTRATIVO
Executam serviços de apoio nas áreas de recursos humanos, administração, finanças; atendem fornecedores e
Atividades: clientes, fornecendo e recebendo informações sobre produtos e serviços; tratam de documentos variados,
atendendo clientes.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 100/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Recomendações: Seguir as recomendações da NR17 e NR 24. (quanto as normas de segurança relacionadas à ergonomia e as
condições sanitárias e de conforto nos locais de trabalho.)
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Realizar os seguintes treinamentos: NR-01 - Ordem de Serviço e NR-17 - Condições ergonômicas do trabalho.
Ausência de Fator de Risco / Agente Nocivo (09.01.001)
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
Ambientes: OPERACIONAL
Empregados: 1 pessoa no total, sendo 1 homem e 0 mulheres
Executam serviços de limpeza em recintos e limpeza de acessórios, auxiliam no corte, montagem e instalação de
Atividades:
vidro comuns, temperados e espelhos e dirigem veículos.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 83/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.
Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.
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Observações:
Realização de Análise Ergonômica do Trabalho – AET
Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados. É de responsabilidade ao Coordenador do Programa de Gerenciamento de
Riscos - PGR a divulgação, implementação e garantia do devido cumprimento das medidas indicadas neste programa incluindo as
medidas apresentadas no Cronograma de Ações.
CARGO ENCARREGADO
- CBO: 820210
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
Ambientes: OPERACIONAL
Preparam equipamentos e instrumentos para corte de vidros. cortam, montam e instalam vidros,espelhos,
Atividades: controlam estoques de produtos acabados e gerenciam equipes de trabalho. organizam o trabalho conforme
normas de segurança, dirigem veiculos.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 75/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Recomendações: Uso obrigatório dos EPIs recomendados.
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Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.
Observações:
Realização de Análise Ergonômica do Trabalho – AET
CARGO VIDRACEIRO
- CBO: 716305
Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
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Ambientes: OPERACIONAL
Preparam equipamentos e instrumentos para corte de vidros, cortam, montam e instalam vidros comuns ,
Atividades:
temperados, espelhos e dirigem veículos.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 75/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.
Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.
Observações:
Realização de Análise Ergonômica do Trabalho – AET
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Abaixo estão listados todos os dados técnicos, bem como os ambientes e os riscos ocupacionais aos quais os empregados deste
cargo estão expostos.
Ambientes: OPERACIONAL
Preparam equipamentos e instrumentos para corte de vidros, cortam, montam e instalam vidros comuns ,
Atividades:
temperados, espelhos e dirigem veículos.
Jornada: 8:00 às 18:00 horas
IQCT: 75/100
Metodologia erg.: Análise ergonômica preliminar.
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.
Observações:
Uso obrigatório dos EPIs recomendados.
Observações:
Realização de Análise Ergonômica do Trabalho – AET
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7. PROGRAMA DE TREINAMENTOS
A empresa deve manter um programa de treinamentos anual para os trabalhadores com o intuito de atender as normas
regulamentadoras, reduzir a incidência de acidentes e/ou doenças ocupacionais.
Todos os cursos ofertados pela empresa deverão ser registrados em planilha ou outra forma que a mesma achar conveniente,
é obrigatório que todos os cursos tenham as seguintes informações adicionais.
7.1. CIPA
Ao contrário dos membros do SESMT da empresa, não existe nenhuma obrigatoriedade de que os membros da CIPA tenham
qualquer qualificação ou especialização em Saúde e Segurança do trabalho. No entanto, como a principal atribuição dessa
comissão é zelar pela prevenção de acidentes e doenças do trabalho, é importante que os membros tenham o mínimo de
conhecimento nesse assunto. Desse modo a NR05 determina que os membros da CIPA participem de treinamento com carga
horária e conteúdo predeterminados.
MATRIZ DE TREINAMENTOS
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8. FORNECIMENTO DE EPI
8.1. Introdução
O presente programa será implantado como parte das etapas de controle de riscos ocupacionais previstas no PGR da
empresa, tendo como objetivo criar mecanismos de proteção direta e indireta ao trabalhador, através do fornecimento e uso
obrigatório de Equipamentos de Proteção Individual – EPI.
Considera-se Equipamento de Proteção Individual – EPI, todo dispositivo de uso individual, de fabricação nacional ou
estrangeira, a ser fornecido gratuitamente pela empresa, para uso obrigatório por parte de seus empregados naquelas
funções onde o risco ocupacional pode ser neutralizado ou minimizado com a adoção desde programa.
1. Devido ao fato de determinados agentes ambientais de risco físico, químico, biológico e de acidentes estarem inseridos
no processo de trabalho da empresa, sendo impossível sua eliminação.
2. Devido ao fato de não existir medidas de proteção coletivas tecnicamente viáveis que garantam a total neutralização
dos riscos existentes.
3. Para atender as situações de emergência, quando houver.
Todos os EPI deverão possuir Certificado de aprovação válido conforme prevê norma regulamentadora nº 06 do MTE,
devendo o profissional de segurança do trabalho da empresa ficar responsável por fiscalizar e exigir o uso correto, treinar os
funcionários quanto ao uso, produzir a Ficha de EPI com as informações sobre o EPI entregue gratuitamente ao empregado,
data de entrega, nome do empregado e CA do EPI, bem como outras informações que se façam necessárias.
Sempre que necessário os EPIs devem entrar em discussão nas reuniões sobre segurança do trabalho as quais devem fazer
parte da rotina da empresa, elas devem acontecer com um prazo mínimo de dois meses, e precisam contar com a
participação de todos os empregados.
Todo EPI deverá apresentar em caracteres indeléveis (aqueles que não se apagam com o passar do tempo nem quando
submetidos a intempéries) e bem visíveis as informações apresentadas na tabela a seguir:
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Nos casos de EPIs que não tenham dimensões para gravar os dados deve-se observar as características da embalagem do
mesmo para que as informações contidas possam ser guardadas em local adequado.
É um documento emitido pelo MTE que atesta a conformidade de determinado produto ou dispositivo às especificações
técnicas de proteção contra riscos específicos, qualificando-o como EPI.
Esse registro é emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego para fabricantes e/ou importadores. Está disponibilizado no
site [Link]. O responsável da empresa deve entrar no site, fazer o download e guarda-lo em uma pasta de arquivos;
se não proceder dessa forma, perderá a rastreabilidade sobre o registro.
Esse registro é fundamental para que a empresa comprove que adquiriu um EPI adequado ao risco. Ele deve ser solicitado ao
fabricante/importador/distribuidor e arquivado juntamente com os CA dos EPI.
A empresa ao fazer a seleção do EPI, deve verificar se ele é adequado ao risco de cada atividade. Para tanto deve levar em
consideração a experiência de profissionais da Saúde e Segurança do Trabalho, bem como: catálogos de EPI e de outros
documentos como o próprio laudo de ensaio do EPI.
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Luva de Segurança
ENCARREGADO
Botina de Segurança CA:13808
VIDRACEIRO
Óculos de Proteção Incolor
VIDRACEIRO JUNIOR
Cinto Lombar
Luva de Segurança
Cinto Lombar
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9. DISPOSIÇÕES FINAIS
O presente trabalho cumpre o objetivo de fornecer subsídios para promover a garantia da integridade física e a saúde dos
trabalhadores e informar o empregador sobre os riscos dos ambientes. Este documento pode ser utilizado para
comprovação legal das ações em segurança do trabalho perante a fiscalização trabalhista e sanitária, Justiça do Trabalho,
sindicatos e de outros órgãos oficiais.
Jucimara Marquez
MTE.: 0009863/DF
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ANEXOS
EQUIPAMENTOS UTILIZADOS
Aparelho multifuncional, marca CENTRALBRASIL - Modelo CBMS 6300 – nº de série: 03200; 5x1 - termo (RBC
38268/2020), higro (RBC 38198 /2020), decibel (RBC 3232/19R) -lux (RBC 5334/20R); -anemo (RBC
5387701/2020).
nº: 814621
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ANEXO
CERTIFICADOS DE CALIBRAÇÃO
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ANEXO
PLANO DE AÇÃO
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