MATERIAIS E
PROCESSOS I
Tema da aula:
Conceitos básicos de produção gráfica
professor Me. Rafael Hoffmann
Teoria da cor
materiais e processos I : professor Me. Rafael Hoffmann
Teoria da cor
Modelos cromáticos: Síntese aditiva/Cor-luz
Síntese aditiva/Cor-luz
Cores-luz primárias:
Verde
vermelho, verde e azul.
Amarelo Ciano
O branco surge quando as três cores
estão com força máxima e o preto
quando nenhuma luz (e, portanto Vermelho Azul
nenhuma cor) é emitida. Magenta
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materiais e processos I : professor Me. Rafael Hoffmann
materiais e processos I : professor Me. Rafael Hoffmann
Teoria da cor
Modelos cromáticos: Síntese aditiva/Cor-luz
Ÿ Os nomes das cores-luz
primárias, em inglês (Red,
Green, Blue), geraram a
escala RGB.
Ÿ A escala RGB é usada para
produzir arquivos e
imagens voltadas para
mídia digital.
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Teoria da cor
Modelos cromáticos: Síntese subtrativa/Cor-pigmento
Cores-pigmento opacas
Cores primárias:
Amarelo
vermelho, amarelo e azul.
Laranja Verde
São as cores de superfície produzidas
pela propriedade que algumas
matérias têm de absorver, refletir ou Vermelho Azul
refratar os raios luminosos incidentes. Púrpura
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Teoria da cor
Modelos cromáticos: Síntese subtrativa/Cor-pigmento
Cores-pigmento transparentes
Cores primárias:
Amarelo
ciano, magenta e amarelo.
Vermelho Verde
São as cores de superfície produzidas
pela propriedade de algumas matérias
tem de filtrar os raios luminosos Magenta Ciano
incidentes, por efeito de absorção, Azul
reflexão e transparência.
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Teoria da cor
Modelos cromáticos: Síntese subtrativa/Cor-pigmento
Ÿ Os nomes dessas cores
primárias mais o preot, em
inglês (Cyan, Magenta,
Yellow, Black), geraram a
escala CMYK.
Ÿ A escala CMYK é usada
para produzir arquivos e
imagens voltadas para
mídia impressa.
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Teoria da cor
Modelos cromáticos: Síntese subtrativa/Cor-pigmento
São usadas cores menos comuns, pois
a luz refletida pelos pigmentos ciano e
Amarelo
magenta mistura-se de modo mais
puro em novos matizes que a luz
Vermelho Verde
refletida pelos pigmentos azul e
vermelho.
Magenta Ciano
Azul
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Teoria da cor
Modelos cromáticos: Síntese subtrativa/Cor-pigmento
Neste caso as tintas são transparentes
para que a mistura cromática ocorra
com as cores mostrando-se umas
através das outras.
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Teoria da cor
Modelos cromáticos: Síntese subtrativa/Cor-pigmento
A mistura cromática também se faz
oticamente, quando a imagem é
reduzida a minúsculos pontos de
tamanhos variados, chamados de
retícula. As cores restantes são
misturadas pelo olho.
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Retículas
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Impressão
Impressão à traço
Impressão à traço acontece quando um
elemento impresso é formado por uma
única tinta, ou seja, sem variação tonal.
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Impressão
Impressão em escala
Diferente das imagens à traço,
fotografias em preto e branco não
consistem apenas em áreas pretas ou
brancas, mas sim em um quase infinito
de tons de cinza.
Escala de cinza.
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Impressão
Meios-tons / Retículas
Ÿ Esses pequenos pontos variam de
tamanho misturando-se em nossa
visão e dão a ilusão da variação
tonal.
Ÿ São chamados de retícula.
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Ÿ O olho humano não
distingue dois pontos
separados por uma
distância de 0,1mm,
quando observado a uma
distância de 30cm, assim
temos a sensação de ver a
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Impressão
Policromia
Ÿ Nas imagens coloridas é necessária
uma "separação" dos tons nas três
cores primárias de impressão, mais o
preto.
Ÿ Esse processo resulta em quatro
matrizes de impressão, uma para
cada cor.
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CIANO
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MAGENTA
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AMARELO
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PRETO
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CIANO
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CIANO
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CIANO+MAGENTA
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CIANO+MAGENTA
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CIANO+MAGENTA+AMARELO
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CIANO+MAGENTA+AMARELO
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CIANO+MAGENTA+AMARELO+PRETO
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CIANO+MAGENTA+AMARELO+PRETO
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Amarelo Magenta Ciano Amarelo Magenta Ciano
100% 100% 0% 50% 20% 0%
100% 0% 100% 50% 0% 20%
0% 100% 100% 0% 50% 20%
100% 100% 100% 30% 10% 50%
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Retículas
Policromia
Ÿ As cores básicas para impressão são
denominadas cores de seleção.
Ÿ A mistura delas por meio de retículas
forma uma gama de cores chamadas
escala.
Ÿ Estima-se que a tinta ciano chega a
conter 25% de magenta em sua
composição, o magenta até 40% de
amarelo e o amarelo até 10% de
magenta.
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Retículas
Ÿ Nas impressões coloridas as linhas
de pontos tem que ser posicionadas
nos ângulos corretos, caso contrário
podem acontecer interferências.
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Retículas
Ÿ O moiré (pronuncia-se moarê) ocorre
quando os ângulos da retícula
entram em conflito, criando um
padrão de interferência.
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Retículas
Retícula Comum (AM)
Ÿ A retícula comum é AM (amplitude
modulada) na qual os pontos estão
organizados de forma regular em
linhas e colunas, mas variam de
tamanho.
Distância fixa entre os pontos
Tamanho variável dos pontos
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Retículas
Retícula Estocástica (FM)
Ÿ Na retícula estocástica é FM
(frequência modulada) os pontos são
distribuídos aleatoriamente, com
concentração mais densa nas áreas
escuras e menos densas nas áreas
claras, porém todos os pontos tem o
mesmo tamanho.
Distância aleatória entre os pontos
Tamanho fixo dos pontos
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Retículas
Retícula Estocástica (FM)
Ÿ Melhor definição das imagens e dos
detalhes;
Ÿ Cores mais vivas;
Ÿ Melhor simulação de tons contínuos
(passagem de um meio-tom para
outro).
Ÿ Evita o moiré.
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Flexografia Rotogravura Offset
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Qualidade de imagem
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Qualidade de imagem
PPI - Pixels per inch
Ÿ A qualidade de imagem digital,
em um monitor, é definida pela
unidade PPI (pixels per inch, ou
pixels por polegada).
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Qualidade de imagem
PPI - Pixels per inch
Ÿ Cada pixel ter uma gama de até
16.8 milhões de cores.
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1476x830 | 150 ppi
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1476x830 | 75 ppi
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1476x830 | 25 ppi
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Qualidade de imagem
DPI - Dots per inch
Ÿ Como o pixel não tem uma medida física, a qualidade de uma imagem
que será impressa é medida pela unidade DPI (dots per inch, ou pontos
por polegada). O DPI tem relação direta com o tamanho e a qualidade
da imagem.
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Qualidade de imagem
DPI - Dots per inch
Ÿ O que o DPI informa é quantos pixels
da imagem devem ser impressos em
tantas polegadas.
Ÿ Uma imagem com 10x10 pixels no
monitor de vídeo precisa de uma
densidade de impressão bem maior
para obter-se qualidade semelhante.
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1153x1730px 1153x1730px
97x145mm 97x145mm
300dpi 72dpi
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1153x1730px 1153x1730px
97x145mm 97x145mm
300dpi 72dpi
1 polegada 1 polegada
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1153x1730px
97x145mm
300dpi
1153x1730px
24x36mm
300dpi
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Qualidade de imagem
LPI - Lines per inch
Ÿ Nas matrizes, a qualidade depende
de uma outra propriedade, expressa
em LPI (lines per inch, ou linhas por
polegada)*.
Ÿ Elas se referem ao número de linhas
de pontos existentes em 1 polegada
linear ou 1 centímetro linear de um
material impresso.
*No sistema métrico pode ser conhecida por LPC, linhas por centímetro.
10LPI 20LPI
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Qualidade de imagem
LPI - Lines per inch
Ÿ Quanto menor a lineatura, maiores
serão os pontos, menor será a
frequência dos pontos, ou seja,
qualidade inferior.
10LPI 20LPI
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Qualidade de imagem
LPI - Lines per inch
Ÿ Quanto maior a lineatura, menores
serão os pontos, maior será a
frequência dos pontos e melhores
serão os meios-tons, ou seja, melhor
qualidade.
10LPI 20LPI
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25lpi 40lpi 60lpi
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Qualidade de imagem
LPI - Lines per inch
Ÿ A relação entre DPI e LPI é de 2:1.
Ÿ Ou seja, a medida da imagem em DPI DPI LPI
deve ser sempre o dobro da LPI.
Ÿ Assim, se um projeto terá uma matriz em
133 LPI (mais comum), a resolução mínima
das imagens deverá ser de 266 DPI (ou
300 DPI para simplificar).
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Qualidade de imagem
LPI - Lines per inch
materiais e processos I : professor Me. Rafael Hoffmann
Qualidade de imagem
Ganho de ponto Ponto na matriz
Ponto no
impresso
Ÿ O ganho de ponto é uma ampliação
dos pontos de tinta no suporte de
impressão e ocorre naturalmente
quando a tinta é absorvida no
suporte.
O aumento pode chegar a
30% do tamanho original.
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Qualidade de imagem
Ganho de ponto
Problemas:
Ÿ perdas de detalhes ou escurecimento
das imagens;
Ÿ fios delicados que se tornam
pesados;
Ÿ degradês que se inviabilizam;
Ÿ textos ilegíveis por perda de
contraste com o fundo.
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Qualidade de imagem
Ganho de ponto
Solução:
Ÿ uso de papel adequado, com nível de absorção
reduzido*;
Ÿ correta definição da lineatura.
*Quanto mais absorvente for o papel (papel jornal, por exemplo), menor deve ser a lineatura, pois a
tendência dos pontos é aumentar de tamanho.
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Cores
materiais e processos I : professor Me. Rafael Hoffmann
Cores
Policromia
Ÿ Quando falamos de uma impressão
"colorida", em geral nos referimos a uma
processo que utilizou tintas de quatro ou
mais cores para a formação de todas as
demais. É portanto uma policromia.
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Cores
Hexacromia
Ÿ Hexacromia é a adição de laranja e
verde às cores básicas.
Ÿ As seis cores são mais brilhantes do
que as tintas de quatro cores padrão,
permitindo melhor correspondência.
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Cores
Cor especial
Ÿ Quando uma cor não é produzida
por simulação de meios-tons, mas Retícula de 100% de amarelo
e 100% magenta
pelas tintas propriamente ditas, que
não são cores de escala, elas são
chamadas de cores especiais.
Ÿ Uma cor especial é qualquer uma
que não seja o ciano, o magenta, o
amarelo ou o preto.
Tinta vermelha
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Cores
Cor especial
Há gráficas que cobram um pequeno
acréscimo pelo uso de cores especiais,
porque o seu uso requer um trabalho
adicional.
Ÿ Lavar a impressora no início e no fim do
trabalho.
Ÿ A gráfica terá que adquirir a tinta daquela
cor específica ou produzi-la pela mistura
de outras.
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Cores
Cor especial
Cores especiais podem ser necessárias
quando empresas ou marcas tem uma
cor padrão que precisa ser consistente
ao longo de uma variedade de itens
impressos.
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Cores
Cor especial
Em vez de utilizar a escala para simular
as cores, pode-se utilizar apenas uma
ou duas tintas. Assim, limitam-se a
uma ou duas o número de impressões,
barateando o processo.
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Cores
Cor especial
Ÿ O uso de cores especiais também
pode ser usado para o alcance de
uma cor impossível de ser obtida por
meio das cores de seleção.
Ÿ Por exemplo, as cores metálicas.
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Cores
Cor especial
Escala Pantone
Ÿ É uma escala patenteada que se baseia
em 14 tintas que produzem 1114 cores
especiais, consultadas por meio de
catálogos para compra.
Ÿ As cores são obtidas pela mistura das
tintas básicas, misturas que podem ser
compradas prontas ou realizadas pela
gráfica.
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Cores
Variações
Ÿ Quando trabalhamos com suportes
diferentes, de acordo com o tipo de papel,
por exemplo, teremos um resultado de
impressão.
Ÿ De acordo como suporte, existe uma
variação na cor da tinta, tanto na prova de
cor, como na impressão final.
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Cores
Variações
Ÿ Não se deve escolher a cor de um
impresso pelo que se vê na tela, pois ela
aparecerá distorcida, já que é simulada
pela escala RGB, e não pela CMYK.
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Cores
Variações
Ÿ Não se deve escolher a cor de um
impresso pelo que se vê na tela, pois ela
aparecerá distorcida, já que é simulada
pela escala RGB, e não pela CMYK.
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Cores
Variações
Ÿ É com uma escala CMYK completa em
mãos, impressa, que um designer tem
como definir, com certa garantia, a cor
que deseja aplicar numa área de seu
layout.
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Tintas especiais
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Tintas especiais
Tinta coin
Ÿ Apresentam reação quando
entram em contato com metal,
sofrendo transição de
transparente para cinza claro.
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Tintas especiais
Tinta reativa à luz UV
Ÿ Mudam de invisível para azul
claro ou outra tonalidade
quando expostas à luz UV.
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Tintas especiais
Tinta termocrômica
Ÿ Mudam de cor ou passam a ser
visíveis com a variação da
temperatura (calor ou frio).
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Tintas especiais
Tinta hidrocrômica
Ÿ Originalmente branca, quando
molhada fica transparente
deixando ver o que está
impresso por baixo dela.
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Tintas especiais
Tinta fosfocrômica
Ÿ A tinta absorve a luz e fica
brilhante no escuro.
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Tintas especiais
Tinta fluorescente/luminescente
Ÿ Possuem alta capacidade de
radiação luminosa e refletem a
luz.
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Tintas especiais
Tinta metálica
Ÿ Tintas da cor ouro, prata, bronze
entre outras.
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Tipos de impressoras
materiais e processos I : professor Me. Rafael Hoffmann
Tipos de impressoras
Impressoras planas
Ÿ O papel entra na máquina em folhas
soltas, já cortadas.
Ÿ Normalmente imprimem apenas um lado
do papel.
Ÿ São apropriadas para tiragens médias e
pequenas (milhares de exemplares, ou
mesmo apenas mil).
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Tipos de impressoras
Impressoras rotativas
Ÿ O papel entra na máquina de forma
contínua, em bobinas.
Ÿ É um processo muito mais rápido e em
boa parte dos casos permitem a
impressão simultânea em ambos os lados
do suporte.
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Tipos de impressoras
Impressoras rotativas
Ÿ São utilizadas para altas tiragens
(dezenas ou centenas de milhares de
cópias), o que torna o preço unitário
dos exemplares baixo.
Ÿ Não são adequadas para tiragens
pequenas, pois exigem mais tempo
para acerto da máquina, que precisa
ser feito com a impressora em
funcionamento.
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Tipos de impressoras
Impressoras rotativas
Ÿ Na maior parte dos casos, realizam
algumas etapas básicas de
acabamento (dobras, cortes e até
mesmo certos tipos de
encadernação).
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Referências
Novo Manual de Produção Gráfica, Produção gráfica para designers,
David Bann. André Villas-Boas.
Produção Gráfica: Novas
Tecnologias, Claudio Silva.
Introdução às Artes Gráficas,
Norberto Silveira.
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MATERIAIS E
PROCESSOS I
professor Me. Rafael Hoffmann