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Número: 1008412-84.2023.4.01.3700: Inicial 1% Fies (Laarissa Bordalo)

Larissa Bordalo de Figueiredo Pinto move mandado de segurança contra o Ministério da Saúde, FNDE e Caixa Econômica Federal para solicitar o abatimento de seu saldo devedor do FIES por atuar como médica na Estratégia Saúde da Família em área carente, alegando erro no sistema que impediu o requerimento administrativo e contatos infrutíferos. Pede liminar para suspender a cobrança durante a tramitação do processo.

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Larissa Bordalo de Figueiredo Pinto move mandado de segurança contra o Ministério da Saúde, FNDE e Caixa Econômica Federal para solicitar o abatimento de seu saldo devedor do FIES por atuar como médica na Estratégia Saúde da Família em área carente, alegando erro no sistema que impediu o requerimento administrativo e contatos infrutíferos. Pede liminar para suspender a cobrança durante a tramitação do processo.

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Justiça Federal da 1ª Região

PJe - Processo Judicial Eletrônico

23/03/2023

Número: 1008412-84.2023.4.01.3700
Classe: MANDADO DE SEGURANÇA CÍVEL
Órgão julgador: 6ª Vara Federal Cível da SJMA
Última distribuição : 06/02/2023
Valor da causa: R$ 1.302,00
Assuntos: Fies
Segredo de justiça? NÃO
Justiça gratuita? NÃO
Pedido de liminar ou antecipação de tutela? SIM
Partes Procurador/Terceiro vinculado
LARISSA BORDALO DE FIGUEIREDO PINTO HYAGO ALVES VIANA (ADVOGADO)
(IMPETRANTE)
,SECRETÁRIO DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE DO
MINISTÉRIO DA SAÚDE (IMPETRADO)
.PRESIDENTE DO FUNDO NACIONAL DE
DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO-FNDE (IMPETRADO)
PRESIDENTE CAIXA ECONOMICA FEDERAL (IMPETRADO)
UNIÃO FEDERAL (IMPETRADO)
FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA
EDUCACAO (IMPETRADO)
CAIXA ECONOMICA FEDERAL - CEF (IMPETRADO)
Ministério Público Federal (Procuradoria) (FISCAL DA LEI)
Documentos
Id. Data da Documento Tipo
Assinatura
14812 06/02/2023 13:53 Inicial 1% Fies (Laarissa Bordalo) Inicial
37853
EXCELENTÍSSIMO(A) SENHOR(A) DOUTOR(A) JUIZ(A) FEDERAL DA ___ VARA
FEDERAL CÍVEL DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO MARANHÃO - MA

ABATIMENTO DE SALDO DEVEDOR FIES. ATUAÇÃO COMO MÉDICO ESF


EM ÁREA CARENTE. IMPOSSIBILIDADE DE REQUERIMENTO
ADMINISTRATIVO. ÓBICE POR ERRO DE SISTEMA. CONTATOS
EXTRAJUDICIAIS INFRUTÍFEROS. INAFASTABILIDADE DA JURISDIÇÃO.
FUMUS BONIS JURIS E PERICULUM IN MORA COMPROVADOS.

LARISSA BORDALO DE FIGUEIREDO PINTO, brasileira, médica,


portadora da Cédula de Identidade/RG no: 0001153834992 SESP/MA e inscrita no CPF no
004.319.343-98, residente e domiciliada na Avenida dos Holandeses, no 11, 2/123 Ponta
D’areia – São Luis/MA, CEP: 65077-357,vem, respeitosamente, à digna presença de Vossa
Excelência, por seu procurador infra-assinado (Doc. 01), com fundamento na Lei n.º 12.016
de 07 de agosto de 2009, impetrar o presente:

MANDADO DE SEGURANÇA

Com pedido liminar Inaudita Altera Pars

Em caráter repressivo, em face de NESIO FERNANDES DE MEDEIRO


JUNIOR, SECRETÁRIO DE ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE - SAPS, departamento
vinculado ao Ministério da Saúde, órgão público da UNIÃO FEDERAL, inscrita no CNPJ
sob o n 00.394.411/0001-09, por meio da Advocacia Geral da União, sediada no Setor de
Autarquias Sul, Quadra 03, Lote 5/6, Ed. Multi Brasil Corporate, Asa Sul, Brasília-DF, CEP
70.058-900; FERNANDA MACEDO PACOBAHYBA, PRESIDENTE DO FUNDO
NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (FNDE), órgão público do
poder executivo federal, inscrito no CNPJ sob o n° 00.378.257/0001-81, com sede no Setor
Bancário Sul, Quadra 2, Bloco “F”, Brasília-DF, CEP: 70.070-929, e seu Presidente MARIA
RITA SERRANO; DIRETORA-PRESIDENTE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL,
pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o n° 00.360.305/0001-04, com sede
na Quadra 4, Lotes 3 e 4, Bloco A, Asa Sul, Brasília-DF, CEP: 70092-900, pelas razões de
fato e direito a seguir expostos:

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1. PRELIMINARES

1.1. Da legitimidade passiva

Atendendo ao disposto no art. 113 do Código de Processo Civil (CPC), indica,


abaixo, o fundamento para a eleição do polo passivo:

Art. 113. Duas ou mais pessoas podem litigar, no mesmo processo, em


conjunto, ativa ou passivamente, quando:

I - entre elas houver comunhão de direitos ou de obrigações relativamente à


lide;

II - entre as causas houver conexão pelo pedido ou pela causa de pedir;

III - ocorrer afinidade de questões por ponto comum de fato ou de direito.

Nesse sentido, os contratos de FIES possuem, simultaneamente, agente operador


e financeiro, respectivamente nas figuras do FNDE e, neste contrato, da Caixa Econômica
Federal.

Nos termos do inciso II, e §2º, do art. 5º, da Portaria Normativa nº 07/2013,
editada pelo Ministério da Educação, publicada em 26 de abril de 2013, após verificação do
preenchimento dos requisitos legais pelo Ministério da Saúde, o FNDE notificará o agente
financeiro contratante para que efetue o abatimento do saldo devedor referente à Fase de
Amortização do financiamento, razão pela qual, todas as partes devem integrar a presente
ação mandamental.

Art. 5º À solicitação do abatimento e as suas renovações serão efetuadas em


sistemas específicos disponibilizados:

(...)

II - pelo Ministério da Saúde, caso seja médico e integre equipe conforme


previsto no inciso II do art. 2o, devendo registrar informações referentes ao
contrato de financiamento.

(...)

§2º Confirmado o atendimento aos critérios para concessão do


abatimento, o FNDE notificará o agente financeiro contratante da
operação para suspender a cobrança das prestações referentes à Fase de
Amortização do financiamento.

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O que fundamenta a inclusão do Secretário de Atenção Primária à Saúde
(Departamento responsável pelo recebimento e análise inicial), do FNDE (Gestor, revisor e
supervisor das relações FIES) e da Caixa Econômica Federal (Agente financeiro
coordenador do contrato) no polo passivo da presente.

1.2. Autoridades Coatoras

O art. 6º, §3º, da Lei 12.016/09 estabelece que a “autoridade coatora é aquela que
tenha praticado o ato impugnado ou da qual emane a ordem para a sua prática”.

Nos contratos de FIES, enquanto o Departamento de Saúde da Família -


Secretaria de Atenção Primária à Saúde (DESF/SAPS), vinculado ao Ministério da Saúde,
é responsável pela análise inicial do abatimento, a Caixa Econômica Federal e o FNDE são,
respectivamente, agentes financeiro e operador da relação, todos sendo incumbidos de
verificar e implementar o benefício pleiteado, e, consequentemente, todos devem ser
considerados como autoridades coatoras em razão da omissão praticada.

Nesse sentido, a Súmula 510 do STF diz:

PRATICADO O ATO POR AUTORIDADE, NO EXERCÍCIO DE


COMPETÊNCIA DELEGADA, CONTRA ELA CABE O MANDADO DE
SEGURANÇA OU A MEDIDA JUDICIAL.

Em igual vertente:

ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. CONTRATO DE


FINANCIAMENTO ESTUDANTIL - FIES. SUSPENSÃO. RESIDÊNCIA
MÉDICA. PRORROGAÇÃO DO PERÍODO DE CARÊNCIA.
POSSIBILIDADE. REMESSA NECESSÁRIA E APELAÇÃO
CONHECIDAS E DESPROVIDAS. 1. Trata-se de Mandado de Segurança,
em que é requerido seja determinada a suspensão da cobrança das parcelas
do contrato de FIES em razão de se enquadrar nos requisitos p revistos no
art. 6º-B, § 3º, da Lei nº 10.260/2001. 2. Há legitimidade passiva ad causam
do Banco do Brasil S/A, porquanto, a aludida sociedade de economia mista
atua como agente financeiro junto ao FIES, competindo-lhe efetuar os
repasses dos valores financiados no contrato de financiamento, nos termos
da Lei nº 1 0.260/2001, com redação dada à época pela Lei nº 12.202/10.
Precedentes. 3. Comprovada a regular inscrição da Apelada no programa de
residência credenciado pela Comissão Nacional de Residência Médica,
assim como encontra-se inserida no rol das especialidades prioritárias

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definidas na Portaria Conjunta nº 2, de 25/08/2011, enquadra-se a Impetrante
na possibilidade de extensão do período de carência, como previsto no art. 6
ºB, § 3º, Lei 10.260/01. 4 . Remessa Necessária e Apelação conhecidas e
desprovidas. 

(TRF-2 - APELREEX: 00074604820184025001 ES


0007460-48.2018.4.02.5001, RELATOR: GUILHERME
DIEFENTHAELER, DATA DE JULGAMENTO: 13/09/2019, VICE
PRESIDÊNCIA)

Sendo assim, a inércia, omissão dos Impetrados, que não procedem a análise, que
reconheceria o direito ao abatimento da dívida, fere direito líquido e certo da impetrante de ter
os benefícios que ora pleiteia, justificando a inclusão no polo passivo da presente dos seus
representantes como autoridades coatoras na presente.

2. DOS FATOS

A Impetrante utilizou o FIES para viabilizar a conclusão de sua graduação em


medicina e, atuou como médica em Unidade de Saúde vinculada ao programa Estratégia
Saúde da Família (ESF) localizada na Cidade do Rio de Janeiro - RJ, qual seja, SMS CF
RINALDO DE LAMARE AP 21, CNES:6506232, com carga horária semanal de 40 horas,
fazendo parte de região carente que sofre com a falta de profissionais médicos o que
possibilita o abatimento de 1% para cada mês trabalhado do saldo devedor do FIES.

Isso porque, em 2010 em virtude da dificuldade de alocação de médicos em


determinadas regiões carentes nos rincões do nosso país, foi editada a Lei 12.202/2010, que
alterou a lei 10.260/2001 (lei do FIES) que instituiu em seu art. 6º B, um benefício que
possibilitou o abatimento de 1% (um por cento), para cada mês trabalhado em regiões
prioritárias, a ser deduzido sobre o saldo devedor consolidado, incluído juros, aos
médicos que preencherem os requisitos estabelecidos.

A Lei 12.202/2010 (Doc.13), que alterou dispositivos da referida Lei


10.260/2001, instituiu em seu art. 6º B o benefício do abatimento de 1% do saldo devedor do
FIES aos médicos que preenchem os requisitos estipulados, e com o objetivo de regulamentar
a referida lei, foram editadas as seguintes portarias:

1. Portaria Conjunta nº 1.377/2011 – Do Ministério da Saúde;

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2. Portaria nº 203/2013 – Do Ministério da Saúde;

3. Portaria Conjunta nº 03/2013 – Do Ministério da Saúde;

4. Portaria Normativa nº 07/2013 – Do Ministério da Educação.

A Portaria Conjunta nº 03/2013 (Doc. 12), definiu, em seu “Anexo I”, as cidades
prioritárias com carência e dificuldade de retenção de médico integrante de Equipe de Saúde
da Família (ESF), além de estabelecer as situações excepcionais em que o médico também
poderá requerer o abatimento, como ocorre no caso em tela, vejamos o art. 2 da Portaria
Conjunta nº 03/2013:

Art. 2º Para fins do disposto no parágrafo único do art. 2º da Portaria nº


1.377/GM/MS, de 2011, alterada pela Portaria nº 203/GM/MS, de 8 de
fevereiro de 2013, às áreas e regiões prioritárias com carência e
dificuldade de retenção de profissional médico integrante de Equipe de
Saúde da Família (ESF) oficialmente cadastrada são as constantes do
Anexo I desta Portaria.

(...)

§2º Excepcionalmente, médicos integrantes de ESF que atuam em áreas


e regiões não relacionadas no Anexo I desta Portaria também poderão
requerer o abatimento do FIES, desde que atuem em:

(...)

II - ESF vinculada às Unidades Básicas de Saúde localizadas em setores


censitários, e/ou que façam parte de seu território adstrito, que
compõem os 20% (vinte por cento) mais pobres do Município, baseado
nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a
serem informadas pelos gestores municipais de saúde.

§3º As ESF de que trata este artigo devem estar cadastradas e com todos os
dados atualizados no Sistema Cadastro Nacional de Estabelecimentos de
Saúde (SCNES).

Em complementaridade, trouxe a Portaria Normativa n° 07/2013 do Ministério da


Educação (Doc. 15), vejamos:

Art. 1º O Fundo de Financiamento Estudantil - Fies abaterá mensalmente,


por solicitação expressa do estudante, 1,00% (um inteiro por cento) do saldo
devedor consolidado, incluídos os juros devidos no período.

(...)

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Art. 2º O estudante financiado pelo Fies poderá solicitar o abatimento
referido no art. 1o, independentemente da data de contratação do
financiamento, desde que tenha, no mínimo, 1 (um) ano de trabalho
ininterrupto como:

(...)

II - médico em efetivo exercício com atuação em áreas e regiões com


carência e dificuldades de retenção desse profissional, definidas como
prioritárias pelo Ministério da Saúde, na forma do regulamento, e integre:

a) equipe de saúde da família oficialmente cadastrada no Cadastro


Nacional dos Estabelecimentos de Saúde - CNES, cumprindo jornada de
trabalho de 40 horas semanais, conforme diretrizes da Política Nacional de
Atenção Básica - PNAB, Portaria GM/MS no 2.488, de 21 de outubro de
2011;

No presente caso, a Impetrante trabalhou como médica da estratégia saúde da


família em unidade básica de saúde na Cidade do Rio de Janeiro/RJ , carga horária de 40
horas semanais, desde junho de 2016 até janeiro de 2018, ou seja, trabalhou por 20 meses
ininterruptos, garantindo o direito ao abatimento de 1% sobre o saldo devedor, incluindo
juros, para cada mês trabalhado, vez que a unidade em questão é localizada em região carente
que compõem os 20% mais pobres do município.

3. DA DIFICULDADE DE SOLICITAÇÃO. DA AUSÊNCIA DE RESPOSTA AO


REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO. PRAZO TRINTÍDIO DO ART. 49 DA LEI
9784/99. O PRINCÍPIOS DA RAZOABILIDADE, PROPORCIONALIDADE E
EFICIÊNCIA.

A Portaria Normativa nº 07/2013 do Ministério da Educação (Doc. 15), prevê que


nos termos do art. 5º, a solicitação para o abatimento deverá ser feita em meio específicos,
tendo sido criado o site http://fiesmed.saude.gov.br/ para que os beneficiários fizessem as suas
solicitações.

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Ocorre que a Impetrante, beneficiária do FIES, tentou solicitar o abatimento no
referido site disponibilizado, http://fiesmed.saude.gov.br/, em 15/12/2022 a Impetrante, depois
de muitas tentativas conseguiu fazer a solicitação do abatimento, (Código da solicitação:
203820).

Apesar de ter feito a solicitação, a Administração Pública se mostra inerte em


relação ao prosseguimento do feito, até a presente data a Impetrante está com a solicitação
pendente no referido site, vejamos: (Doc. 10)

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Ainda, acreditando na solução extrajudicial a Impetrante em 17/01/2023 enviou
e-mail para [email protected] informando a solicitação pelo site FIESMED e
tentando fazer com que a Administração processasse o pedido de abatimento (Doc 11).

Acontece que ao consultar o processo pelo site FIESMED, desde a data do segue
com a informação de que “processo pendente ” não havendo atualização a respeito do
andamento do processo administrativo (Doc. 10).

Excelência, a Impetrante com muitas dificuldades operacionais, conseguiu


solicitar o abatimento via site FIESMED, passados mais de 45 dias, não existe sequer uma
previsão de quando o pedido da Impetrante será analisado, enquanto isso, mesmo
possuindo direito ao abatimento em seu saldo devedor do FIES, vem sendo cobrada
mensalmente, em um valor no qual incidem juros compostos, ou seja, a impetrante ver sua
dívida aumentar por um valor que sequer é devido.

Nessa toada, afirma HELY LOPES MEIRELLES que a ausência de


manifestação estatal em tempo razoável caracteriza abuso de poder da Administração,
corrigível por ação ordinária, medida cautelar, mandado de injunção ou de segurança,
cabendo ao Poder Judiciário impor sua prática. (Direito Administrativo Brasileiro. 26ª ed.
Pág. 106).

O direito de resposta é elencado como direito fundamental pela própria


Constituição Federal, que disciplina o direito de petição (art. 5, XXXIV), o qual logicamente
deve ser seguido de um pronunciamento da Administração.

Quanto ao prazo para a manifestação dos agentes públicos, aplica-se o prazo de


30 (trinta) dias elencado pela Lei 9.784 /99 (que regula o processo administrativo no âmbito
da administração federal):

Art. 49. Concluída a instrução de processo administrativo, a Administração


tem o prazo de até trinta dias para decidir, salvo prorrogação por igual
período expressamente motivada.

Assim, é inegável que a demora desarrazoada de resposta em tempo hábil, sem


qualquer justificativa ou prorrogação motivada, é contrária ao princípio da duração razoável
do processo, imposto pelo artigo 5º, LXXVIII, da Constituição Federal.

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Fere ainda o princípio da eficiência elencado no artigo 37 da Constituição
Federal, bem como impedem o acesso ao direito líquido e certo à resposta, reconhecido em
doutrina e pacificado nos Tribunais Pátrios:

PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. MANDADO DE


SEGURANÇA. REQUERIMENTO DE REVISÃO DE BENEFÍCIO NO
ÂMBITO ADMINISTRATIVO. DEMORA NA APRECIAÇÃO.
RAZOÁVEL DURAÇÃO DO PROCESSO.

1. É de 30 (trinta) dias, prorrogável motivadamente por igual período, o


prazo de que dispõe a administração para decidir após o encerramento da
instrução de processo administrativo.

2. A ausência de justo motivo para o descumprimento de norma


procedimental (art. 49 da Lei nº 9.784) torna reconhecida a omissão da
Administração Pública, que contraria direito líquido e certo do interessado,
a quem a Constituição Federal assegura a razoável duração do processo (art.
5º, LXXVIII).

3. Ainda que não se desconheça o acúmulo de serviço a que são


submetidos os servidores do INSS, impossibilitando, muitas vezes, o
atendimento dos prazos estipulados em norma legal, a demora na resposta
por parte da Administração não pode extrapolar o limite do aceitável,
sob pena de contrariar os princípios da eficiência e da razoabilidade,
previstos, respectivamente, no artigo 37, caput, da Constituição Federal e no
art. 2º, caput, da Lei 9.784, aos quais a Administração Pública está jungida.

(...)

(TRF1 - Apelação Cível 10098464120194013800. Relator Juiz Federal


César Jatahy Fonseca (conv.). Segunda Turma. Julgado em 24/06/2020).

ADMINISTRATIVO. MANDADO DE SEGURANÇA. REQUERIMENTO


ADMINISTRATIVO. DISPONIBILIZAÇÃO DO MANUAL DO ALUNO,
DO REGULAMENTO GERAL E DO REGIMENTO INTERNO
ACADÊMICO DO CURSO DE GRADUAÇÃO. AUSÊNCIA DE
RESPOSTA OU NEGATIVA JUSTIFICADA. RAZOÁVEL DURAÇÃO
DO PROCESSO ADMINISTRATIVO. SENTENÇA MANTIDA.

(...)

3. A jurisprudência de nossos tribunais é pacífica no sentido de que compete


à Administração Pública examinar e decidir os requerimentos submetidos à
sua apreciação, no prazo legal, sob pena de violação aos princípios da
eficiência, da moralidade e da razoável duração do processo, conforme
preceitua a Lei 9.784/1999 e os dispositivos insertos nos artigos 5º, inciso
LXXVIII, e 37, caput, da Constituição Federal, que a todos assegura o
direito à celeridade na tramitação dos procedimentos administrativos.

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4. Remessa oficial a que se nega provimento. Sentença mantida.

(TRF1 - Apelação Cível 00007948920154013311/BA. Relator Juiz Roberto


Carlos de Oliveira (conv.). Quinta Turma. Julgado em 01/02/2017).

REEXAME NECESSÁRIO - MANDADO DE SEGURANÇA - DEMORA


NA ANÁLISE DO PEDIDO DE ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO -
INÉRCIA DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - VIOLAÇÃO AO
DIREITO LÍQUIDO E CERTO DE OBTER RESPOSTA DA
ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM PRAZO RAZOÁVEL -
CONCESSÃO DA SEGURANÇA. Sentença mantida pelos seus próprios e
bem deduzidos fundamentos, nos termos do artigo 252 do Regimento Interno
deste Egrégio Tribunal de Justiça. Reexame necessário não provido.

(TJ-SP. Remessa Necessária Cível 10105744920168260602. Relator


Desembargador Camargo Pereira, Julgado em 02/04/2019.

ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. MANDADO DE


SEGURANÇA. DEMORA NA APRECIAÇÃO DE PEDIDO
ADMINISTRATIVO. SEGURANÇA CONCEDIDA. SENTENÇA
CONFIRMADA. 1. Cabe à Administração apreciar, no prazo fixado pela
legislação correlata, os pedidos que lhe forem dirigidos pelos interessados,
não se podendo postergar, indefinidamente e sem justificativa plausível,
a análise dos requerimentos, sob pena de se violar os princípios da
eficiência, da moralidade e da razoável duração do processo, conforme
preceituam a Lei n. 9.784/1999 e os artigos 5º, inciso LXXVIII, e 37,
caput, da Constituição Federal. 2. Sentença concessiva da segurança, que
se confirma. 3. Remessa oficial desprovida.

(TRF-1ª Reg. 1009667-51.2016.4.01.3400 - 6.ª Turma - j. 8/3/2021 - julgado


por Daniel Paes Ribeiro - DJFe 16/3/2021 - Área do Direito: Processual;
Administrativo)

De fato, a ausência de resposta pelos Impetrados impede a Impetrante de gozar


de benefício definido em lei, o que lhe causa enormes danos, razão pela qual torna-se
inaceitável o silêncio da Administração Pública, que em verdade, neste caso, é
ensurdecedor.

Ademais, é nítido o abuso de poder por parte dos Impetrados, conforme se


demonstra por entraves burocráticos que sonegam o direito da Impetrante sem qualquer
justificativa.

Agrava a situação, o fato de a Impetrante continuar sendo cobrada em valor


integral das parcelas mensais de amortização, sendo que seja por problemas técnicos ou

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mesmo por omissão, não concedem o benefício que é direito da Impetrante, tendo esta que
continuar mensalmente pagando por valor que não é devido.

Ainda, está na iminência de sofrer débitos sucessivos e, até mesmo, ter seu nome
ou de seus fiadores inscritos em cadastro de inadimplentes de forma indevida, motivo pelo
qual recorre a intervenção do Poder Judiciário, a fim de que o direito líquido e certo à
resposta do Impetrante seja reconhecido e resguardado.

4. DO PREJUÍZO IMINENTE

Em que pese a Impetrante preencher os requisitos legais exigidos e realizado


todos os esforços feitos para requerer o benefício, ocorrerá novamente outro débito no
mês subsequente, caso não se tenha êxito no pedido liminar para que haja a resposta ao
requerimento administrativo realizado pela Impetrante, que, por certo, reconhecerá o
direito ao abatimento da dívida.

Cumpre destacar que a ausência do abatimento tem gerado inúmeros prejuízos, eis
que tem sido cobrado pelo valor total da dívida, a qual possui direito a abatimento de 20%,
destaca-se que sobre esse valor incidem juros compostos, ou seja, a impetrante ver sua
dívida aumentar por um valor que sequer é devido.

Tudo isso em razão do abuso de poder dos Impetrados, que buscam se elidir de
suas obrigações de todas as maneiras possíveis: disponibilizam sistemas que sabem não
funcionar, na prática não respondem ao pleito administrativo.

5. DO PEDIDO LIMINAR

Sabe-se que o art. 7º, III, da Lei n.º 12.016/09 prevê a possibilidade de concessão
de medida liminar em sede de mandado de segurança quando sejam relevantes os
fundamentos da impetração (probabilidade do direito) e do ato impugnado puder resultar a
ineficácia da ordem judicial, se concedida ao final (perigo de dano ou ao resultado útil do
processo).

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No presente caso, pugna-se pelo deferimento da medida liminar pleiteada, eis que
presentes ambos os requisitos autorizadores.

O fumus boni iuris está fartamente demonstrado na presente exordial,


especialmente porque demonstrado a aplicação do prazo trintídio para as decisões da
administração pública, bem como comprovada a imotivada ausência de resposta em prazo
razoável e a plausibilidade jurídica do pedido realizado, vez que a Impetrante está de
acordo com as regras para o abatimento do saldo devedor do FIES, sendo imperativo
que haja a resposta ao requerimento administrativo realizado pela Impetrante, pendente
de impulso decisório por parte dos Impetrados, que parecem achar correto que a Impetrante
aguarde ad eternum, enquanto paga valores que não são devidos.

O periculum in mora, por igual, é evidente, haja vista a cobrança mensal de


parcelas mensais de amortização, em valor superior ao verdadeiramente devido, além da
iminência de cobrança da próxima parcela de amortização que se dará no mês de
fevereiro, e subsequentemente em cada mês, sob pena de negativação da Impetrante e seus
fiadores em cadastro de inadimplentes.

Por fim, fere direito líquido e certo da Impetrante o próprio fato de estar impedida
de usufruir de um benefício que a motivou a trabalhar na cidade do Rio de Janeiro/RJ , que é
uma região com dificuldade de retenção profissionais médicos e com população de extrema
baixa renda que necessita de acesso a saúde e atendimento médico.

Destaca-se ainda, a possibilidade de reversibilidade da decisão, posto que na


remota hipótese deste juízo entender em outro momento processual que não é devido o
abatimento pleiteado, o que se admite apenas para fins argumentativos, pode o Agente
Financeiro simplesmente readequar o saldo devedor, sem prejuízo ao erário ou ao programa
FIES, sendo os valores devidos de igual forma, o que não ocorrerá caso a medida liminar seja
negada e posteriormente reconhecido o direito da Impetrante, tendo em vista que em
Mandado de Segurança não se discute devolução de valores.

Com efeito, devem os Impetrados serem compelidos a realizarem a análise e


consequente decisão do benefício requerido sob Código de solicitação: 203820.

Portanto, com fulcro no Princípio da Inafastabilidade da Jurisdição, disciplinado


pelo art. 5°, inciso XXXV, da CF/88, tem-se a presente Ação Mandamental, que busca sanar

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irregularidade administrativa, caracterizada pela omissão do poder público que fere
direito líquido e certo à resposta de processo administrativo da Impetrante.

6. DOS PEDIDOS E SUAS ESPECIFICAÇÕES:

Diante do exposto, requer:

a) Seja concedida Tutela de Urgência, em caráter inaudita altera pars, a fim de


DETERMINAR que os IMPETRADOS, bem como seus representantes legais,
RESPONDAM AO REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO, Código de solicitação:
203820, no prazo de 5 (cinco) dias, sob pena de multa diária de R$ 1.000,00 (mil reais), tudo
pelo direito líquido e certo patente na Portaria Normativa nº 07/2013 (Ministério da
Educação), art. 5º, §2º; Portaria 1.377/2011 (Ministério da Saúde), art. 5º-B, parágrafos 3º e
4º; Portaria 03/2013 (Ministério da Saúde), art. 2º e rol I anexo; e art. 6º-B, II, c/c parágrafo
5º, da Lei 10.260/2001;

b) A notificação das autoridades coatoras, nos termos do artigo 7º, inciso I, da Lei nº
12.016/2009, para prestar informações no prazo legal;

c) A oitiva do ilustre representante do Ministério Público Federal, nos termos do artigo 12, da
Lei nº 12.016/2009;

d) Ao final, seja JULGADA PROCEDENTE A PRESENTE DEMANDA EM TODOS OS


SEUS TERMOS, CONDENANDO o MINISTÉRIO DA SAÚDE, o FUNDO NACIONAL
DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO – FNDE e a CAIXA ECONÔMICA
FEDERAL, bem como seus representantes legais, reconhecendo o direito do Impetrante a
resposta ao pleito administrativo (Código de solicitação: 203820,), bem como que as
impetradas efetuem o abatimento de 1% para cada mês trabalhado pela impetrante na
SMS CF RINALDO DE LAMARE AP 21 tal como se abstenham de inscrever a dívida do
saldo devedor do financiamento estudantil no SPC/SERASA com fulcro na Portaria
Normativa nº 07/2013 (Ministério da Educação), art. 5º, §2º; Portaria 1.377/2011 (Ministério
da Saúde), art. 5º-B, parágrafos 3º e 4º; Portaria 03/2013 (Ministério da Saúde), art. 2º e rol I
anexo; e art. 6º-B, II, c/c parágrafo 5º, da Lei 10.260/2001;

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e) Finalmente, requer, ainda, sob pena de nulidade, que todas as publicações/intimações sejam
realizadas, exclusivamente, em nome de seu patrono constituído, Dr. HYAGO ALVES
VIANA, sob registro OAB/DF 49.122, com domicílio profissional situado na CNA 01, Lote
15, Sala 105, Taguatinga Norte – DF, CEP 72.110-015.

Dá-se a causa o valor de R$ 1.302,00 (mil trezentos e dois reais).

Termos em que,

Pede deferimento.

Brasília-DF, 03 de fevereiro de 2023.

Hyago Alves Viana

OAB/DF 49.122

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