ANAMNESE OBSTÉTRICA
IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE
Nome: ____________________________________________________________
Idade: ___________________
Data de Nascimento: ___________________
Sexo: ____________________
Naturalidade: __________________________
Procedência: _________________________
Endereço: _________________________________________________________
Profissão: __________________________
Estado Civil: ________________________
Filhos: _________________________
Religião: ______________________
Plano de Saúde: _______________________
Escolaridade: ( ) Nenhuma ( ) Ens. Fundamental Incompleto ( ) Ens. Fundamental Completo ( ) Ens. Médio Incompleto
( ) Ens. Médio Completo ( ) Ens. Superior Incompleto ( ) Ens. Superior Completo
Estado Civil/União: ( ) Casada/Em União Estável ( ) Divorciada ( ) Viúva ( ) Solteira
Cor/ Raça: ( ) Branca ( ) Negra Parda ( ) Indígena ( ) Asiática
Queixas comuns - HDA
( ) Náuseas, vômitos e tonturas ( ) Pirose ( ) Sialorreia ( ) Fraquezas e desmaios ( ) Dor abdominal, cólicas,
flatulência e constipação intestinal ( ) Hemorroidas ( ) Corrimento vaginal ( ) Queixas urinárias (Disúria, poliúria) ( )
Falta de ar e dificuldades para respirar ( ) Mastalgia ( ) Lombalgia ( ) Cefaleia ( ) Sangramento nas gengivas ( )
Varizes e câimbras ( ) Cloasma gravídico ( ) Estrias.
Queixa: ________________________________________________________
Início:
> Súbito
> Gradual
Algum fator desencadeante?
> Após uso de medicação
> Após ingestão de algum alimento
Característica:
> Local: _____________________________________________________________
> Intensidade (?/10):____________________________________________________
> Duração____________________________________________________________
> Frequência__________________________________________________________
> Irradiação___________________________________________________________
> Fator intensificante: ___________________________________________________
> Fator de alívio: ________________________________________________________
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
> Término______________________________________________________________
> Aspecto: _____________________________________________________________
Fator de melhora ou piora
> Medicação
> Posição
Gestação atual
DUM: ___/___/___ (certeza ou dúvida)
DPP: ___/___/___
Grupo sanguíneo: ( ) Rh + ( ) Rh – Sensibilizada? ( ) Sim ( ) Não
Hábitos alimentares? ________________________________
Fumo: ( ) Sim ( ) Não Quantidade/dia:__________
Álcool: ( ) Sim ( ) Não Frequência:_________
Uso de drogas ilíticas? ( ) Sim ( ) Não. Qual(is)?__________________________
Usa medicamento? _________________________
Faz esforço físico? _____________________________
Gravidez planejada? ____________________ Como está lidando? ____________________
Intercorrências até a 1ª consulta:_____________________________________ ( ) Êmese gravídica ( ) Hiperêmese
gravídica
Antecedentes Obstétricos
Nº de gestações: ____ Parto: ____ Aborto(s): ____ Ectópicas: ____ Gemelares: ______
Abortamento(s): ____ Espontâneo(s): ____ Provocado(s): ___ Com curetagem: ___
Partos Vaginais: _____ Partos Cesáreos: _____
Nascidos vivos: ___ Nascidos mortos: ____ (motivo) Filhos vivos atuais: _____
Óbito(s) na 1ªsemana: _____ Óbito(s) após a 1ª semana: _____
Causa do óbito(s): _________________________________________________ Peso RN: ___
Data da última gestação: ___/___________ (mês/anos)
Amamentação: ( ) Sim ( ) Não Duração: ___ Causa do insucesso: ______________
Intercorrências em gestações anteriores:________________________________
___________________________________________________________
Puerpério:_________________________________
Antecedentes ginecológicos
Como era o ciclo antes da gestação? (duração, intervalo e regularidade) ____________________
_________________
Utilizava método anticoncepcional? Qual, há quanto tempo e por que parou? _________________
____________________
Tem alguma DST? Já fez teste? ___________________________________
Já fez alguma cirurgia ginecológica? Por que e quando? ___________________________
Já fez o preventivo? Quando e qual o resultado? ________________________
Idade do inicio da atividade sexual _______________ Menarca _______ Telarca ____________
Sente dor ou desconforto durante relação? __________________________
Mantem pratica sexual durante essa gestação? __________________ Num. de parceiros ____
Usa preservativo? Qual? ________________________
Antecedentes pessoais
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
( ) HAS; ( ) Cardiopatias, inclusive doença de Chagas; ( ) DM; ( ) Doenças renais crônicas; ( ) Anemias e deficiências
de nutrientes específicos; ( ) Desvios nutricionais (baixo peso, desnutrição, sobrepeso, obesidade); ( ) Epilepsia; ( )
Doenças da tireóide e outras endocrinopatias; ( ) Viroses (rubéola, hepatite); ( ) Alergias ____________; ( ) Hanseníase,
tuberculose ou outras doenças infecciosas; ( ) Infecção pelo HIV (em uso de retrovirais? Quais?________________); (
) Infecção do trato urinário; ( ) Doenças neurológicas e psiquiátricas; ( ) Transfusões de sangue.
( ) Cirurgias (tipo e data) ______________________;
Antecedentes familiares
( ) HAS; ( ) DM; ( ) Doenças congênitas; ( ) Gemelaridade; ( ) Câncer de mama e/ou colo uterino; ( ) Hanseníase; ( )
Tuberculose e outros contatos domiciliares (anotar a doença e o grau de parentesco); ( ) Doença de Chagas; ( )
Parceiro sexual portador de infecção pelo HIV.
Imunizações
Previamente vacinada contra HEPATITE B: ( ) Sim ( ) Não.
Esquema completo
• Não precisa ser vacinada.
Vacinação incompleta
• Completar as doses até que seja realizado um total de três doses.
Não vacinada ou vacinação desconhecida
• Deve ser aplicado três doses no esquema de 0, 1 e 6 meses.
• A primeira dose deve ser aplicada, preferencialmente, após o 1º trimestre de gestação (12ª semana).
Previamente vacinada com a DIFTERIA E TÉTANO (dupla adulto – dT): ( ) Sim ( ) Não.
Gestantes previamente vacinadas com 3 doses de dT (esquema vacinal completo)
• Tomar 1 dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação ou até 45 dias após o parto (puerpério).
Gestantes com vacinação incompleta
• Completar com 1 dose com dT (caso a gestante tenha tomado só 1 dose de dT);
• Tomar 1 dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação ou até 45 dias após o parto (puerpério).
Gestantes não vacinadas ou com vacinação desconhecida
• Realizar 2 doses de dT;
• Tomar 1 dose de dTpa a partir da 20ª semana de gestação ou até 45 dias após o parto (puerpério). • Respeitar o
intervalo mínimo de 1 mês entre as vacinas.
Realiza vacinação anual para o vírus INFLUENZA durante as campanhas anuais de vacinação: ( ) Sim ( ) Não.
• Dose única anual no momento que estiver ocorrendo à vacinação.
Vacinas contraindicadas na gestação: Febre amarela, Tríplice viral, HPV, Varicela, Dengue.
Exames complementares
Laboratório – 1º trimestre
Exame Data Resultado
Hemograma
Tipagem sanguínea e fator Rh
Coombs indireto
Glicemia em jejum
Teste rápido de triagem para sífilis ou
VDRL
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
Teste rápido para diagnóstico anti-HIV
ou sorologia HIV I e II
Sorologia para hepatite B (HbsAg)
Toxoplasmose IgM e IgG
Citopatológico de colo de útero
Bacterioscopia de secreção vaginal
Urina tipo I
Urocultura e antibiograma
Parasitológico de fezes
Laboratório - 2º Trimestre
Exame Data Resultado
Teste de tolerância para glicose
Coombs indireto
Laboratório – 3º Trimestre
Exame Data Resultado
Hemograma
Coombs indireto
Glicemia em jejum
Teste rápido de triagem para sífilis ou
VDRL
Teste rápido para diagnóstico anti-HIV
ou sorologia HIV I e II
Sorologia para hepatite B (HbsAg)
Toxoplasmose IgM e IgG
Bacterioscopia de secreção vaginal
Urina tipo I
Urocultura e antibiograma
Ultrassonografia Obstétrica
1º Trimestre
Data IG DUM IG USG PESO FETAL PLACENTA OUTROS
Observações: _____________________________________________________________________
2º Trimestre
Data IG DUM IG USG PESO FETAL PLACENTA OUTROS
Observações: _____________________________________________________________________
3º Trimestre
Data IG DUM IG USG PESO FETAL PLACENTA OUTROS
Observações: _____________________________________________________________________
1º TRIMESTRE 2º TRIMESTRE 3º TRIMESTRE
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
Função: Verificar vitalidade; Morfológica: Verificar formação: Função: Localização da placenta;
Verificar número de embriões; Cabeça, Coração, Membros, Sistema Verificar quantidade de liquido
Avaliar se a gestação é tópica; Idade nervoso; Observação: caso o amniótico;
gestacional; Comprimento cabeça- paciente só possa fazer uma USG Analisar maturidade da placenta;
nádega; BCF dá-se preferência para a do segundo Avaliar crescimento fetal.
trimestre.
Idade Gestacional e Data provável do parto
Idade gestacional:
• Data da consulta - Dia da Última Menstruação (DUM) = Idade Gestacional.
Exemplo: 20/04/16 (data da consulta) – 04/01/16 (DUM) = 15 semanas e 2 dias
DPP:
> Regra de Nagele:
• Dia da Última Menstruação (DUM): + 7
• Exemplo 1: se a DUM é dia 9 de outubro (mês
10), a data provável do parto será dia 16 de julho
(dia 9 + 7 = 16; mês 10 – 3 = 7).
• Exemplo 2: se a DUM é dia 2 de março (mês 3),
a data provável será dia 9 de dezembro (dia 2 + 7
= 9; mês 3 + 9 = 12).
• Exemplo 3: se a DUM é dia 28 de outubro de
2014 (mês 10), a data provável será dia 4 de
agosto de 2015 (dia 28 + 7 = dia 4 + 1 mês a ser
transportado; mês 10 - 3 + 1 mês que excedeu a
conta de dias = mês 8 + 1 ano, pois aplicado o
cálculo retrógrado = 2014 + 1 = 2015)
EXAME FÍSICO OBSTÉTRICO
Inspeção Geral
Avaliar: estado emocional, condições nutricionais.
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
• Sinais vitais, altura e peso.
• Temperatura: em média 0,5ºC maior que a basal.
• Respiração: atentar, principalmente, para o ultimo semestre de gestação, pois o crescimento uterino eleva o
diafragma, o que pode levar a um quadro de dispneia.
• Pulso.
• Pressão arterial (PA): Deve ser verificada em todas as consultas de pré-natal devido ao risco de quadros
hipertensivos, como hipertensão gestacional, hipertensão crônica e pré-eclâmpsia. A PA, idealmente, deve
estar abaixo de 140/90mmHg.
Caso a PA seja conhecida, a sistólica não pode ultrapassar 30mmHg do normal e a diastólica, 15mmHg.
Hipertensão gestacional: pressão Arterial Sistólica (PAS) ≥ 140 e Pressão Arterial Diastólica (PAD)
≥ 90 – Surgimento após a 20° semana de gestação e sem proteinúria
Pré-eclâmpsia: PAS ≥ 140 e PAD ≥ 90. Surgimento após a 20ª semana de gestação e COM
PROTEINÚRIA. Além da proteinúria e hipertensão, há edema.
- A eclampsia apresenta as mesmas características da pré-eclâmpsia, porém com o acréscimo de
convulsão.
Hipertensão crônica: PAS ≥ 140 e PAD ≥ 90 antes da gravidez, anterior a 20ª semana de gestação
e após a 12ª semana de pós-parto.
• Peso e altura: determinar o IMC.
Segundo o Ministério da Saúde, o ganho de peso adequado para uma paciente fica no intervalo de 11,5 kg e 16 kg.
OBS.: No primeiro trimestre, por conta de náuseas e vômitos, a grávida pode apresentar uma perda de até 5% do peso
– se menor que esse valor, suspeitar de hiperêmese.
No segundo e terceiro trimestre, há ganho de 300-400g por semana.
• Circunferência abdominal: mede aproximadamente 90-92 cm em gestantes a termo e não obesas.
• Face: presença de cloasma gravídico.
• Olhos: observar coloração das conjuntivas.
A gestante possui uma tendência à anemia, quadro de hemodiluição por aumento do volume plasmático conhecido
como anemia fisiológica da gestação, devido à queda do hematócrito e da hemoglobina.
• Boca: avaliar gengivas e dentes.
Infecções dentária podem levar à prematuridade e a baixo peso ao nascimento.
• Tireoide: se espera um discreto aumento simétrico da glândula devido a efeitos hormonais (mais evidente a partir
da 20° semana de gestação) - Sempre inspecionar e palpar tireoide.
• Tórax e pulmões: A partir dos aumentos crescentes de progesterona, há um aumento do volume corrente e da
ventilação minuto alveolar, o que pode levar à dispneia e à alcalose respiratória.
Investigar sinais, como tosse e desconforto respiratório para diagnóstico precoce de asma ou embolia pulmonar.
Exame das mamas
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
> Com 8 semanas de gestação:
• Congestão mamária: hipertrofia.
• Aréola primária: aréola hiperpigmentada.
• Tubérculos de Montgomery: 12-15 glândulas mamárias acessórias ou sebáceas hipertrofiadas.
> Com 16 semanas de gestação:
• Colostro: líquido que sai da mama e precede o leite materno. É possível verificar com a expressão.
• Rede venosa de Haller: aumento da circulação venosa formando uma rede visível sob a pele transparente das
mamas.
> Com 20 semanas de gestação:
• Sinal de Hunter: desenvolvimento da aréola secundária, escurecimento das
mamas.
Exame obstétrico
> Gestante em decúbito horizontal
> Sequência: Inspeção – Palpação – Altura uterina (manobra de Leopold) – Ausculta dos BCF.
Inspeção
> Formato do abdome: plano, abaulado, ovoide ou globoide.
> Atentar para modificações de pele:
- Cicatrizes (investigar cesária anterior)
- Melasma
- Estrias
- Linha nigra
- Edema
- Aumento exagerado do volume abdominal (pode indicar polidrâmnio, gemelaridade e obesidade)
Palpação
Não esquecer de
> Verificar a consistência uterina: palpar a tireoide
- Cística (líquido amniótico);
- Elástica (parede uterina);
- Pastosa (placenta).
> Medida da altura uterina
• Fundo uterino abaixo da a IG (Idade gestacional) – suspeitar primeiro de erro de data (cálculo
da idade gestacional errado), oligodrâmnio ou crescimento intrauterino restrito.
• Fundo uterino grande para a IG: erro de data ou polidrâmnio ou diabetes gestacional (feto
grande para idade gestacional-GIG).
• Quando a data e o período da última menstruação são desconhecidos, pode-se usar a altura
uterina para estimar a idade gestacional.
Na 12ª semana: útero enche a pelve de modo que é palpável na borda superior da sínfise púbica; útero se torna
abdominal.
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
Na 16ª semana: o fundo uterino encontra-se entre a sínfise púbica e a cicatriz umbilical.
Na 20ª semana: o fundo do útero encontra-se na altura da cicatriz umbilical.
A partir da 20ª semana: existe relação direta entre as semanas da gestação e a medida da altura uterina. Porém, esse
parâmetro torna-se menos fiel a partir da 30ª semana de idade gestacional.
Na 40ª semana: o útero se encontra ao nível do apêndice xifóide.
Situação fetal: Apresentação fetal:
Manobras de Leopold-Zweifel
1º tempo: exploração do fundo uterino, delimitando-o e caracterizando onde os segmentos fetais se encontram.
Este tempo orienta quanto à situação e à apresentação fetal.
Pode-se também ver nesse tempo o rechaço, dependendo da quantidade de líquido amniótico (rechaço é muito
mais nítido com o polo cefálico).
• Rechaço simples: desloca o polo fetal e ele deixa de ser palpável.
• Rechaço duplo: desloca o polo fetal e depois ele volta para posição inicial, voltando a ser palpável.
OBS: O feto pode estar em situação longitudinal (mais comum) ou
transversa. A situação transversa reduz a medida de altura uterina,
podendo falsear sua relação com a idade gestacional. As apresentações,
quando o feto está em situação longitudinal, são a cefálica e a pélvica.
2º tempo: exploração do
dorso fetal; visa determinar
a posição fetal, reconhecendo, com as mãos, o lado ocupado pelo dorso
do feto (segmento endurecido e convexo) e o lado onde estão os
membros fetais.
A palpação é feita ao deslizar as mãos do fundo uterino em direção ao
polo inferior, lateralmente.
• Primeira posição: o feto está em posição esquerda, ou seja, seu dorso
está no lado esquerdo materno.
• Segunda posição: o dorso fetal está do lado direito materno.
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
3º tempo: exploração da mobilidade do polo fetal (altura da
apresentação) que está no estreito superior; procura-se apreender o polo
entre o polegar e o dedo médio, imprimindo-lhe movimentos de
lateralidade que indicam o grau de penetração na bacia. Quando
insinuado, o polo se apresenta fixo, quando móvel, este se encontra alto.
4º tempo: exploração da escava (confirma situação, apresentação e
altura);
Desta maneira, pode-se também reconhecer a cabeça fetal, que ocupa
completamente a escava e é um corpo volumoso, de superfície regular,
resistente e irredutível ou o polo pélvico, que, ocupando parcialmente a
escava, é corpo mais volumoso, esferoide, de superfície irregular,
resistente, mas redutível. A escava vazia sugere apresentação córmica
(transversa).
Ausculta dos BCF
> Os batimentos cardíacos fetais (BCF) podem ser percebidos pela ultrassonografia a partir da 7ª e 8ª semana de
gestação (se ultrassonografia transvaginal, pode-se verificar com até 6 semanas), pelo Sonar-doppler entre 10 e 12
semanas e pelo estetoscópio de Pinard por volta da 20ª semana. A frequência cardíaca fetal normal oscila entre 120
e 160 bpm.
> Observação: para utilizar o Sonar-Doppler após 28 semanas, primeiramente as manobras de Leopold devem ser
realizadas, com destaque para o segundo tempo.
Exame urogenital
Durante a inspeção estática do exame ginecológico, a paciente deve estar em posição ginecológica e o mais confortável
possível, respeitando sempre o pudor da gestante.
Sinais que se destacam ao exame do colo uterino: Sinal de Chadwick (EUA) ou Sinal de Jacquemier (Europa): mucosa
hiperpigmentada e tumefeita, de rosada para cianótica, devido à mudança hormonal e mecânica.
Fora o sinal descrito, deve-se inspecionar o ânus, pesquisando hemorroidas, as quais podem levar à dor e
sangramento.
Toque Obstétrico
Importante para o diagnóstico da gestação no primeiro trimestre e para determinar a vigência do trabalho de parto
e a amplitude da pelve.
É possível identificar:
O apagamento e a dilatação cervical.
A presença ou não da bolsa amniótica, a sua integridade e, eventualmente, a sua ruptura.
A altura da apresentação.
O exame da pelve óssea com a determinação dos diâmetros conjugados.
A confirmação da apresentação e diagnóstico da variedade de posição
• Extremidades: Pesquisa de varizes e inspeção de mãos e pernas, pesquisando edema.
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
Lavínia Gonçalves – 4º semestre
Lavínia Gonçalves – 4º semestre