apresenta
Ricardo Bologna Carlos dos Santos
Maestro Solista
gonzo bass | CARLOS DOS SANTOS | CAMARGO GUARNIERI
14 de Abril | 20h
Sala de concertos Radegundis Feitosa
PROGRAMA
- Carlos dos Santos: Carimbó
- Gonzo Bass: Travessia
Obra vencedora do I Concurso
José Siqueira para compositores
- Carlos dos Santos: Concerto para
Marimba e Orquestra nº 1
Carlos dos Santos, percussão
- Camargo Guarnieri: Concerto para cordas
e percussão
1 - Vigoroso
2 - Saudoso
3 - Jocoso
Regência: Ricardo Bologna
@OSUFPB.OFICIAL
MÚSICOS DA OSUFPB
Violinos I: Violoncelos:
Rodrigo Eloy (spalla) Andrêyna Dinoá
Renata Simões Lucas Almeida
Caio Freire Isadora Câmara
Raquel Avellar Tom Drummond
Marx Rodrigues
Baixos:
Violinos II: Daniel Pina
Marcelo Vasconcelos Victor Mesquita
Deyse Firmino
Flauta:
Juliana Couto
Conceição Benck *
Emmanuel de Carvalho
Fernanda Acioly Clarinete:
Eduardo Lima
Violas:
Trompa:
Anne Katarinne Leite
André Rodrigues
Luiz Carlos Junior
Sóstenes Lopes Percussão:
Ben-Hur Souto *
Emanuel Diniz *
Thierry Lima *
* Músicos convidados
@OSUFPB.OFICIAL
RICARDO BOLOGNA (REGENTE)
Ricardo Bologna é regente, percussionista e professor. Graduado na
Universidade Estadual de São Paulo (UNESP), Mestrado na “Haute École de
Musique de Genève”,“Diploma de Artista” no “Conservatório de Roterdã” e
Doutorado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Atualmente
é Timpanista na Orquestra Sinfônica de São Paulo – OSESP e professor de
Percussão da Universidade de São Paulo – USP.
Em 2002, fundou o Percorso Ensemble, um conjunto de música
contemporânea que atua na música dos séculos XX e XXI. Percorso lançou
diversos Cds entre eles: CD – Berio + (SESC Label) com trabalhos de Berio e
Ligeti + (SESC Label) tendo a primeira gravação brasileira de
“Kammerkonzert” de Ligeti. Recentemente, a Percorso ingressou na São
Paulo Dance Company para realizar a estréia de “The Seasons”, do premiado
coreógrafo Édouard Lock, com a música Gavin Bryars.
Realizou a estréia brasileira (após 61 anos) do trabalho seminal de Boulez
“Le Marteau sans Maître” em 2016. Como regente conduziu diversos grupos
entre eles: Orquestra Conservatória de Genebra, Orquestra Filarmônica de
Minas Gerais, Orquestra Sinfônica de São Bernardo do Campo, Orquestra
Juvenil do Estado de São Paulo, Coro de Câmara de Curitiba, Orquestra de
Câmara de Curitiba, Conjunto de Vento do Estado de São Paulo, Orquestra de
Câmara de Amazônia, Orquestra Sinfônica do Paraná, Camerata Aberta
(conjunto de música contemporânea), Orquestra Sinfônica de Campinas e
OSESP. Com a OSUSP gravou três Cds em 2012-13.
CARLOS DOS SANTOS (SOLISTA)
Carlos dos Santos é compositor e percussionista, bacharel em percussão
pela Escola de Comunicações e Artes da USP com orientação do Prof.
Ricardo Bologna, mestrado e doutorado em música com orientação do Prof.
Dr. Manuel Falleiros pelo instituto de artes da UNICAMP. Formou-se em
percussão popular e erudita pela antiga Universidade Livre de Música (ULM)
atual Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP). Foi academista da
Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP) tendo aulas com
Elizabeth Del Grande e Ricardo Righini.
Teve aulas de composição com Aylton Escobar e Eduardo Guimarães
Álvares. Foi laureado em diversos concursos de composição dentre eles:
Premio Funarte de Composição Clássica; Concurso Camargo Guarnieri
edição 2013; IV Festival Tinta Fresca da Orquestra Filarmônica de Minas
Gerais; Concurso de Composição para Piano da Fundação Franz Liszt. Tem
obras executadas por diversos grupos dentre eles: Percorso Ensemble (São
Paulo-SP); Orquestra Sinfônica Brasileira(OSB); Orquestra Sinfônica de Porto
Alegre(OSPA);Grupo de Percussão do Instituto de Artes da UNESP (PIAP; São
Paulo-SP); McCormick Percussion Group (South Florida- FL); Trio UFRJ (Rio
de Janeiro-RJ); Ensemble for These Times (Sacramento- CA); Coro
acadêmico da OSESP (São Paulo-SP); Percussivo USP (São Paulo-SP).
Foi percussionista solista da Orquestra do Theatro São Pedro (ORTHESP) de
2018 a 2022. Atualmente é professor de percepção e percussão na UFPB.
GONZO BASS (COMPOSITOR)
Diego Michel Coelho da Rocha (Gonzo Bass) formado em Licenciatura
em música com habilitação em contrabaixo pela UFPB, tem
Especialização em Educação Musical pela Universidade da Região
Serrana-ES, cursou extensão em composição com os professores Dr.
Ticiano Rocha e Dra. Cristina Dignart em 2019 e posteriormente com o
professor Dr. Orlando Alves.
Vencedor do I Concurso José Siqueira para Jovem compositor
promovido pela UFPB em 2019. Atualmente cursa Bacharelado em
composição na UFPB e ministra aulas de harmonia e contrabaixo na
EEMAN.
CAMARGO GUARNIERI (COMPOSITOR)
Mozart Camargo Guarnieri nasceu na cidade do Tietê, no interior de São
Paulo, em 1 de fevereiro de 1907. Começou a ter aulas de piano a partir dos
dez anos de idade com Virgínio Dias, a quem dedicou sua primeira
composição, a valsa “Sonho de artista”, de 1918.
Aos 21 anos, Guarnieri foi apresentado a Mário de Andrade, que se tornou seu
mestre intelectual e amigo, principal influência do nacionalismo que
caracteriza a obra do compositor. Exercendo atividade como crítico musical
na imprensa, o escritor foi um dos principais responsáveis pela aceitação e
pela divulgação da obra do compositor.
Na década de 1950, divulgou a polêmica Carta Aberta aos Músicos e Críticos
do Brasil, documento no qual condenou o dodecafonismo, e exortou os
compositores a permanecerem na trilha do nacionalismo musical.
A década de 1950 marca também o início do que vai ficar conhecido como
Escola Paulista, com Camargo Guarnieri se tornando um dos principais
professores de composição no País.
Guarnieri criou, em 1975, a Orquestra Sinfônica da USP, da qual foi regente
titular por quase duas décadas. Faleceu em São Paulo, em 13 de janeiro de
1993, logo após ter sido agraciado com o prêmio “Gabriela Mistral”, pela OEA
(Washington), como “Maior Compositor Contemporâneo das Três Américas”.
Segundo estudiosos, Guarnieri, em termos formais, foi o mais importante
compositor brasileiro. Apesar de ter escrito menos Sinfonias que Heitor Villa-
Lobos, suas obras sinfônicas são as mais bem estruturadas e orquestradas.
SOBRE AS OBRAS
Travessia é um poema sinfônico que relata o percurso que um
estudante vive em sua graduação. O momento inicial passa a leveza e
o sentimento de que o aluno conseguiu ir bem no vestibular e entrou
no curso sonhado, o resto da música vai acontecer conflitos entre a
compreensão do seu eu e o novo mundo que está inserido, esses
conflitos sempre se resolvem dando espaço para futuros conflitos.
O Concerto para Marimba e Orquestra nº 1 traz uma série de
referências presentes no cotidiano da vida urbana. A peça narra as
inquietações de um marimbista ao se defrontar com as dificuldades
em escolher o seu caminho. Ao observar a perspectiva destes trajetos
possíveis todos fazem com que ele chegue em um mesmo lugar. Este
lugar é representado com o trecho da abertura do segundo ato da
ópera Lulu de Alban Berg.
O Concerto para Cordas e Percussão de Camargo Guarnieri é uma
obra que segue uma formação muito usada na música do século XX
que é a combinação do naipe das cordas com a percussão (Guarnieri
não utiliza os sopros). Dessa fusão de timbres surge uma obra em
três movimentos com muita energia rítmica baseada em vários
ritmos tipicamente brasileiros (principalmente no primeiro e terceiro
movimento). E no segundo movimento Guarnieri nos presenteia com
uma belíssima canção em homenagem à sua mãe.
Carimbó remete ao imaginário sonoro das festas populares
brasileiras da região norte e nordeste.
A OSUFPB
A Orquestra Sinfônica da UFPB foi fundada em 2013 e é um
equipamento cultural da UFPB pertencente ao Centro de Comunicação,
Turismo e Artes (CCTA) e ligado aos Departamentos de Música e
Educação Musical da Instituição. A orquestra tem finalidades
pedagógicas que envolvem professores e alunos da UFPB, além de
contribuir para a formação de plateia para o público pessoense.
Atualmente, ela conta com vinte e um músicos fixos, sendo dezenove
cordas, um clarinete e uma trompa. Além disso, a orquestra,
eventualmente, conta com a participação de professores e alunos do
curso de Música da UFPB e também de colaboradores voluntários da
cena sinfônica paraibana.
Com concertos majoritariamente realizados na Sala Radegundis
Feitosa, que fica localizada no Campus I da UFPB, a OSUFPB se propõe
a apresentar obras de grandes compositores da história da música
universal e regional, contemplando também artistas da cena local e
realizando concertos didáticos para crianças e adolescentes.
Próximo concerto:
Dia 28 de Abril
Homenagem ao dia nacional do choro
UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA
VALDINEY VELOSO GOUVEIA
Reitor
LIANA FILGUEIRA ALBUQUERQUE
Vice-reitora
CENTRO DE COMUNICAÇÃO, TURISMO E ARTES
ULISSES CARVALHO DA SILVA
Diretor
FABIANA CARDOSO DE SIQUEIRA
Vice-diretora
TICIANO ALBUQUERQUE DE CARVALHO ROCHA
Chefe do Departamento de Música – DEMUS
EDUARDO FIORUSSI
Chefe do Dep. de Educação Musical – DEM
LABORATÓRIO DE MÚSICA APLICADA – LAMUSI
EDUARDO FILIPPE DE LIMA
Coordenador executivo
ANDRÉ RODRIGUES
Diretor da OSUFPB
VICENTE BENARDO
MAÍSA PINHEIRO
Secretaria
ADEILDO VIEIRA
Divulgação
AFRA DE MEDEIROS (ASCIM – CCTA)
Assessoria de Imprensa
ISAÍAS LUCAS
Apoio técnico
JULIANA MARINHO DE LIMA
Bolsista PROBEX
ANDRÉ FIRMINO FAUSTINO DIAS DE ALMEIDA
Estagiário voluntário
KANANDA VITÓRIA ARÃO DE SOUZA
Estagiária voluntária
JULIA RODRIGUES ALVES DA SILVA
Estagiária voluntária
Realização: