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Fam 2

Este documento fornece um resumo de uma disciplina sobre fabricação mecânica II para o curso de formação de oficiais de máquinas da marinha mercante. O programa inclui 4 unidades de ensino sobre nomenclatura e características de torno mecânico, fundamentos da usinagem de metais, ferramentas de corte para tornearia mecânica e práticas de operações de tornearia. A carga horária total é de 60 horas, com 16 horas de aulas expositivas e 44 horas de aulas práticas. A avaliação dos
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Este documento fornece um resumo de uma disciplina sobre fabricação mecânica II para o curso de formação de oficiais de máquinas da marinha mercante. O programa inclui 4 unidades de ensino sobre nomenclatura e características de torno mecânico, fundamentos da usinagem de metais, ferramentas de corte para tornearia mecânica e práticas de operações de tornearia. A carga horária total é de 60 horas, com 16 horas de aulas expositivas e 44 horas de aulas práticas. A avaliação dos
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PARTE B: SUMÁRIO

CURSO DE FORMAÇÃO DE OFICIAL DE MÁQUINAS DA MARINHA MERCANTE -


FOMQ
DISCIPLINA: FABRICAÇÃO MECÂNICA II
PRÉ-REQUISITO: NÃO SE APLICA
CARGA HORÁRIA TOTAL: 60 HORAS-AULAS (45 HORAS)
SIGLA: FAM-2 MAI/2015
1. PROPÓSITO GERAL DA DISCIPLINA
Proporcionar ao aluno conhecimentos, entendimentos e proficiências sobre as técnicas de
tornearia mecânica em operações de manutenção realizadas a bordo de embarcações, conforme
estabelecido na regra III/1 da Convenção STCW-78 e na Seção A-III/1, tabela A-III/1 do Código
STCW-78, como emendados.
Carga
2. UNIDADES DE ENSINO E CONTEÚDOS H orária
E 1 P1 T1
1 - Nomenclatura e característica do torno mecânico - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 6 0 6
1.1 - tipos de tornos mecânicos;
1.2 - características dimensionais do torno mecânico;
1.3 - componentes do torno mecânico;
1.4 - procedimentos adequados de utilização e conservação dos principais
componentes do torno mecânico;
1.5 - acessórios do torno mecânico; e
1.6 - procedimentos adequados para a utilização e conservação dos acessórios
utilizados no torno mecânico.
2 - Fundamentos da usinagem dos metais - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 4 0 4
2.1 - operação de usinagem;
2.2 - rotação de trabalho em operações de usinagem;
2.3 - velocidade de corte no torno mecânico;
2.4 - relação entre velocidade de corte e rotação de trabalho no torno
mecânico;
2.5 - diferentes níveis de rotação de trabalho, considerando as diversas
condições de usinagem;
2.6 - avanço por volta e por minuto nas operações de usinagem no torno
mecânico;
2.7 - avanço por volta em diferentes condições de usinagem;
2.8 - profundidade de corte; e
2.9 - valores de profundidade de corte para as diferentes condições de
usinagem.
3 - Ferramentas de corte para a tornearia mecânica - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 4 0 4
3.1 - principais materiais utilizados como ferramenta de corte para a tornearia
mecânica;
3.2 - diferenças na utilização dos diversos tipos de ferramentas de corte;
3.3 - ferramentas de corte para a tornearia considerando as diferentes
condições de usinagem;

- 1 de 7-
Carga
2. UNIDADES DE ENSINO E CONTEÚDOS Horária
E 1 P1 T1
3.4 - arestas e ângulos que constituem a afiação de uma ferramenta de corte;
3.5 - diferentes tipos de rebolos utilizados na afiação de ferramentas de corte;
3.6 - etapas necessárias para afiar corretamente as ferramentas de corte para a
tornearia; e
3.7 - procedimentos necessários na operação de recartilhamento.
4 - Práticas de operações de tornearia - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - 0 44 44
4.1 - principais regras de segurança necessárias para a utilização do torno
mecânico; e
4.2 - operações do torno mecânico: furar, facear, cilindrar, sangrar, filetar e
torneamento cônico e recartilhamento.
• AVALIAÇÃO 2 0 2
CARGA HORÁRIA TOTAL EM HORAS-AULAS 16 44 60
E (aula expositiva); P (aulas práticas); T (total de aulas)

PARTE C: PROGRAMA DETALHADO DA DISCIPLINA

1. OBJETIVOS ESPECÍFICOS RE 2 RB2 RI2


1 - Nomenclatura e característica do torno mecânico (6 horas-aula) - - - - RE1 RB1 LT1
1.1 - classificar os diferentes tipos de tornos mecânicos; a RI1
1.2 - identificar as principais características dimensionais do torno RE24 a
mecânico; RI4
1.3 - identificar os principais componentes do torno mecânico; RI8
1.4 - citar procedimentos adequados de utilização e conservação dos
principais componentes do torno mecânico;
1.5 - identificar os principais acessórios do torno mecânico; e
1.6 - citar os procedimentos adequados para a utilização e conservação
dos acessórios utilizados no torno mecânico.
2 - Fundamentos da usinagem dos metais (4 horas-aulas) - - - - - - - - - - - - RE1 RB1 LT1
2.1 - conceituar operação de usinagem; a RI1
2.2 - definir rotação de trabalho em operações de usinagem; RE24 a
2.3 - definir velocidade de corte no torno mecânico; RI4
2.4 - estabelecer a relação entre velocidade de corte e rotação de RI8
trabalho no torno mecânico;
2.5 - selecionar, adequadamente, os diferentes níveis de rotação de
trabalho, considerando as diversas condições de usinagem;
2.6 - definir avanço por volta e por minuto nas operações de usinagem
no torno mecânico;
2.7 - selecionar, adequadamente, o avanço por volta em diferentes
condições de usinagem;
2.8 - definir profundidade de corte; e
2.9 - selecionar, adequadamente, os valores de profundidade de corte
para as diferentes condições de usinagem.
3 - Ferramentas de corte para a tornearia mecânica (4 horas-aula) - - - - - RE1 RB1 LT1

2
RE (Referências especiais); RB (Referências bibliográficas); RI (Recursos instrucionais)

- 2 de 7-
3.1 - citar os principais materiais utilizados como ferramenta de corte a RI1
para a tornearia mecânica; RE24 a
3.2 - estabelecer diferenças na utilização dos diversos tipos de RI4
ferramentas de corte; RI8
3.3 - selecionar adequadamente ferramentas de corte para a tornearia
considerando as diferentes condições de usinagem;
3.4 - identificar as principais arestas e ângulos que constituem a
afiação de uma ferramenta de corte;
3.5 - selecionar adequadamente os diferentes tipos de rebolos
utilizados na afiação de ferramentas de corte;
3.6 - descrever as etapas necessárias para afiar corretamente as
ferramentas de corte para a tornearia; e
3.7 - descrever os procedimentos necessários na operação de
recartilhamento.
4 - Práticas de operações de tornearia (44 horas-aula) - - - - - - - - - - - - - - RE1 RB1 LT1
4.1 - citar as principais regras de segurança necessárias para à a RI1
utilização do torno mecânico; e RE24 a
4.2 - executar, corretamente, as operações do torno mecânico: furar, RI4
facear, cilindrar, sangrar, filetar e torneamento cônico e RI8
recartilhamento.

2. DIRETRIZES ESPECÍFICAS E PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

a) Critérios para a aplicação da disciplina:


I) as competências e habilidades propostas a serem alcançadas assim como as avaliações,
foram definidas de forma a atender o que está estabelecido na regra III/1-1 da Convenção
STCW e na tabela A-III/1 do Código STCW, como emendados;
II) as aulas expositivas, sempre que possível, deverão conter exemplos práticos sobre os
conteúdos abordados;
III) com o objetivo de aprofundar o conhecimento dos conteúdos propostos para estudo,
deve ser estimulado o trabalho de pesquisa por parte dos alunos, preferencialmente em grupos
de, no máximo, seis alunos; e
IV) as aulas práticas deverão ser desenvolvidas com grupos de, no máximo, seis alunos.
b) Limite máximo de alunos por turma: trinta;
c) Pessoal necessário: um docente;
d) Perfil dos docentes: os docentes designados para ministrarem os assuntos propostos
devem atender às exigências especificadas no item seis da Parte A e em conformidade aos
conteúdos poderão ser:
I) Professor com licenciatura plena em fabricação mecânica; e
II) Outros profissionais, com especialidade em fabricação mecânica: Engenheiro
Mecânico / Tecnólogo em Mecânica;
e) Locais das Aulas: sala de aula; e
f) Segurança Recomendada: para as aulas prática os alunos e docentes deverão utilizar os
E.P.I. (Equipamento de Proteção Individual) determinados pelo sistema de segurança.

- 3 de 7-
3. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM

a) será realizada por meio de uma avaliação escrita, abrangendo todas as UE e aplicada ao
final da disciplina, valendo trinta por cento da nota, os outros setenta por cento corresponderão a
nota da avaliação do desempenho do aluno durante a execução das tarefas propostas, conforme os
parâmetros a seguir;

NOTA EXECUÇÃO DA TAREFA (%)


0 0
1a3 até 30
4a5 entre 31 e 50
6a7 entre 51 e 70
8 a 10 entre 71 e 100

b) a execução de cada tarefa poderá ser repetida até duas vezes pelo aluno, visando ao
aprimoramento ou mesmo ao alcance do padrão técnico funcional mínimo;

c) a avaliação deverá ter registro individual em uma folha apropriada e com os critérios de
avaliação detalhados; e

d) serão destinadas duas horas-aula para avaliação.

4. RECURSOS INSTRUCIONAIS (RI)


RI1 - folhas de informação;
RI2 - conjunto multimídia;
RI3 - retroprojetor e transparências;
RI4 - folha-tarefa;
RI5 - ferramentas para torno mecânico;
RI6 - laboratório de fabricação mecânica;
RI7 - catálogos de fabricantes; e
RI8 - outros a critério do instrutor.

5. REFERÊNCIAS ESPECIAIS (RE)

RE1 - BRASIL. Lei nº 007573 de 23 de dezembro de 1986. Lei do Ensino Profissional


Marítimo. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília,
DF, 30/12/1986, Pag. 019930 COL 2.
RE2 - ________. Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997. LESTA. Dispõe sobre a segurança
do tráfego aquaviário em águas sob jurisdição nacional e dá outras providências. Diário
Oficial da República Federativa do Brasil, Poder Executivo, Brasília, DF, 12 dez. 1997.
RE3 - ________. Decreto nº 2596, de 18 de maio de 1998. RLESTA. Regulamenta a Lei nº
9.537, de 11 de dezembro de 1977, que dispõe sobre a segurança do tráfego aquaviário
em águas sob jurisdição nacional.
RE4 - ________. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas.
Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação em mar
Aberto (NORMAM-01). Rio de Janeiro, 2011.

- 4 de 7-
RE5 - ________. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas.
Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior
(NORMAM-02). Rio de Janeiro, 2011.
RE6 - ________. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas,
Normas da Autoridade Marítima para Inspeções Navais (NORMAM-07). Rio de
Janeiro, 2011.
RE7 - ________. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas.
Normas da Autoridade Marítima para Aquaviários (NORMAM-13/DPC). Rio de
Janeiro, 2011.
RE8 - ________. Ministério da Defesa. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas.
Normas da Autoridade Marítima para o Ensino Profissional Marítimo Vol. 1 –
Aquaviários (NORMAM 30/DPC Vol. 1 - Aquaviários). Rio de Janeiro, 2012.
RE9 - ________. Convenção Internacional sobre Padrões de Instrução, Certificação e Serviço
de Quarto para Marítimos – STCW-78, como emendada. Edição em Português: Rio de
Janeiro: DPC, 2012.
RE10 - ________. Convenção Internacional sobre Padrões de Formação, Certificação e Serviço
de Quarto para Tripulantes de Embarcações de Pesca 1995 – STCW-F. Edição em
português: Brasil, Rio de Janeiro: Marinha do Brasil – DPC, 1998.
RE11 - ________. Convenção Internacional para Prevenção da Poluição por Navios 1973 -
(MARPOL, 1973, consolidada 2011). Edição em português: Brasil, Rio de Janeiro:
Marinha do Brasil – DPC, 2012.
RE12 - International Maritime Organization (IMO), International Convention for the Safety of
Life at Sea, 1974 (SOLAS 1974). Consolidated Edition 2009, London: IMO, 2009.
RE13 - ________. Articles, protocol, annexes unified interpretations of International
Convention for Prevention of Pollution from Ships, 1973, as modified by protocol of
1978. Consolidated Edition 2011. MARPOL – 73/78, London: IMO, 2011.
RE14 - ________. Manual on Chemical Pollution - Section 1 – Problem Assessment and
Response Arrangements (1999 Edition) STW 43/3/5 Annex, page 146 - IMO Sales No.
IA630E ISBN 978-92-801-60963.
RE15 - ________. Manual on Chemical Pollution - Section 2 – Search and Recovery of
Packaged Goods Lost at Sea (2007 Edition) - IMO Sales No. IA633E ISBN 978-92-
801-42228.
RE16 - ________. IMO/UNEP Guidelines on Oil Spill Dispersant Application Including
Environmental Considerations (1995 Edition) - IMO Sales No. IA575E ISBN 978-92-
801-13327.
RE17 - ________. Manual on Oil Spill Risk Evaluation and Assessment of Response
Preparedness (2010 Edition) - IMO Sales No. I579E ISBN 978-92-801-15123.
RE18 - ________. Guidelines for the Development of Shipboard Marine Pollution Emergency
Plans (2010 Edition) - IMO Sales No. IB586E ISBN 978-92-801-15185.
RE19 - ________. International Convention on the Control of Harmful Antifouling Systems
(AFS) ON SHIPS, 2001 (2005 Edition) IMO Sales No. IA680E - ISBN 978-92-801-
41955
RE20 - ________. Convention on the International Regulations for Preventing Collisions at
Sea, 1972 (COLREG 1972) – Consolidated Edition 2003.

- 5 de 7-
RE21 - ________. Documento Guía para la Formación y Titulación del Personal del Buque
Pesquero. FAO/OIT/IMO - London: IMO, 2001.
RE22 - ________. Resolución A.484(12): Princípios básicos a observar durante la guardia en la
navegación a bordo de embarcaciones pesqueiras.
RE23 - ________. IMO Standard Marine Communication Phrases – (IMO SMCP) – Edition
2002, London: IMO, 2002.
RE24 - ____________. Model Course 7.04 – Officer in Charge of an Engineering Watch -
Edition 2013, London: IMO, STW 44/WP.6/Add.2/Rev.1 16 July 2013.

6. LIVRO TEXTO (LT)

LT1 - BRASIL. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas – DPC, Apostila de


Fabricação Mecânica (FAM-2). Elaborada pelo Professor MSc. Carlos Benedito
Abreu da S. Filho – 1ª ed. Belém-PA – CIABA 2012
LT2 - BRASIL. Marinha do Brasil. Diretoria de Portos e Costas. Ensino Profissional
Marítimo – Módulo Fabricação Mecânica – FAM 01. 1ª ed. Rio de Janeiro, 2008.

7. REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA (RB)

RB1 - CUNHA, Lauro Salles, Manual Prático do Mecânico. São Paulo: Hemus, 1972.
RB2 - FERRARESI, D. Fundamentos da Usinagem dos Metais. 2. Ed.. São Paulo: Edgard
Blucher LTDA. 1978.
RB3 - FREIRE, J.M. Tecnologia Mecânica. 1. Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos S.A., v. 5, 1975.
RB4 - FREIRE, J.M.. Tecnologia do Corte. 1. Ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e
Científicos S.A., 1977
RB5 - STEMMER, E.G. Ferramentas de Corte 2. Ed.. S. Catarina: UFSC, 1989.

3 - PARTE D: MANUAL DO DOCENTE

1 - Introdução

O presente manual tem como objetivo propiciar orientações sobre o material que será
apresentado durante o curso.
O material do curso reflete os requisitos mínimos obrigatórios para oficiais e subalternos
conforme especificado na Seção A-III/1 tabela A-III/1 do Código STCW da Convenção
Internacional sobre Padrões de Instrução, Certificação e Serviço de Quarto para Marítimos, 1978,
como emendados.

2 - Orientações Importantes

O Docente deve destacar os assuntos de maior importância contidos no Livro Texto e


relacioná-los com as referências bibliográficas, inclusive anotando as páginas onde podem ser
encontrados.
Deverão ser aplicados os métodos de ensino por competência, ou seja, ensinar “fazer
fazendo” e discutir estudos de casos, enfatizando os assuntos listados a seguir:

- 6 de 7-
− Nomenclatura e característica do torno mecânico

A unidade deverá ser ministrada com a utilização dos RI1 a RI4 e RI8.

− Fundamentos da usinagem dos metais

A unidade deverá ser ministrada com a utilização dos RI1 a RI4 e RI8.

− Ferramentas de corte para a tornearia mecânica

A unidade deverá ser ministrada com a utilização dos RI1 a RI4 e RI8.

− Práticas de operações de tornearia

A unidade deverá ser ministrada com a utilização dos RI1 a RI8.

- 7 de 7-

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